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7300 DIÁRIO DA REPÚBLICA — I SÉRIE-B N.

o 300 — 30-12-1998

CAPÍTULO IV apresentação e rotulagem dos vinhos tranquilos,
dos vinhos espumantes e dos vinhos espumosos
Da aplicação do Plano gaseificados;
b) As regras a observar na designação, apresen-
Artigo 36.o tação e rotulagem das restantes bebidas do sec-
Contra-ordenações tor vitivinícola, adiante e para efeitos do pre-
sente diploma abreviadamente designadas por
Constituem contra-ordenações as infracções ao pre- bebidas, sejam ou não pré-embaladas, a partir
sente diploma. do momento em que se encontrem no estado
em que vão ser fornecidas ao consumidor final.
Artigo 37.o
Coimas e sanções acessórias 2.o O disposto na alínea b) do número anterior apli-
ca-se igualmente às bebidas destinadas a ser fornecidas
1 — O montante das coimas a aplicar encontra-se a restaurantes, hotéis, cantinas e outras entidades
fixado no artigo 25.o do Decreto-Lei n.o 69/90, de 2 similares.
de Março. 3.o Para efeitos do disposto na presente portaria,
2 — A tentativa e a negligência são puníveis. entende-se por:
3 — Compete à Câmara Municipal da Marinha
Grande a instrução dos processos de contra-ordenação a) Rotulagem — conjunto de menções, indicações,
e a aplicação das respectivas coimas e sanções aces- imagens ou símbolos e marcas de fabrico ou
sórias.» de comércio referentes a uma bebida e que figu-
ram sobre a embalagem em rótulo, etiqueta,
Presidência do Conselho de Ministros, 10 de Dezem- cinta, gargantilha, letreiro ou documento que
bro de 1998. — O Primeiro-Ministro, António Manuel acompanhe ou se refira à mesma;
de Oliveira Guterres. b) Produto pré-embalado — unidade de venda des-
tinada a ser apresentada como tal ao consu-
midor final, constituída pelo produto e pela
embalagem em que foi acondicionada antes de
ser apresentada para venda, de tal modo que
o conteúdo não possa ser alterado sem que a
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, embalagem seja aberta ou alterada;
DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS c) Embalagem — recipiente da bebida destinado
a contê-la, acondicioná-la ou protegê-la;
Portaria n.o 1070/98 d) Quantidade líquida — quantidade de produto
contida na embalagem;
de 30 de Dezembro e) Volume nominal — quantidade líquida mar-
cada na embalagem e nela supostamente con-
Com a publicação do Decreto-Lei n.o 376/97, de 24 tida;
de Dezembro, o Governo promoveu uma actualização f) Lote — conjunto de unidades de venda de um
e sistematização da legislação em vigor relativa à ro- produto fabricado ou acondicionado em circuns-
tulagem do vinho e das restantes bebidas do sector tâncias praticamente idênticas.
vitivinícola, remetendo para portaria do Ministro da
Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas 4.o Na rotulagem dos vinhos tranquilos, vinhos espu-
a definição das normas e regras técnicas complemen- mantes e vinhos espumosos gaseificados são aplicáveis
tares. as disposições contidas sobre a matéria na Organização
Nesta perspectiva, a presente portaria define as regras Comum do Mercado Vitivinícola e, complementar-
de aplicação da regulamentação comunitária relativa aos mente, no anexo I à presente portaria.
vinhos, incluída na Organização Comum de Mercado 5.o Na rotulagem das bebidas, sem prejuízo das dis-
Vitivinícola, bem como para as restantes bebidas do posições constantes sobre a matéria na regulamentação
sector vitivinícola não abrangidas pela referida Orga- comunitária, são aplicáveis as disposições contidas no
nização Comum de Mercado, definindo-se as regras em anexo II à presente portaria.
conformidade com as Directivas n.os 87/250/CEE, de 6.o Até à publicação de legislação específica relativa
15 de Abril, e 79/112/CEE, de 18 de Dezembro, com as ao registo de engarrafadores, mantém-se em vigor a
alterações introduzidas pelas Directivas n.os 86/197/CEE, obrigatoriedade do seu registo no Instituto da Vinha
de 26 de Maio, 89/395/CEE, de 14 de Junho, 91/72/CEE, e do Vinho (IVV).
de 16 de Janeiro, 93/102/CE, de 16 de Novembro, e 7.o É revogada a Portaria n.o 421/79, de 11 de Agosto.
95/42/CE, de 19 de Julho, 97/4/CE, de 27 de Janeiro, 8.o A presente portaria entra em vigor 60 dias após
e Decisão n.o 95/1/CE, de 1 de Janeiro, Euratom, CECA. a data da sua publicação.
Assim, ao abrigo do disposto no artigo 4.o do Decre-
to-Lei n.o 376/97, de 24 de Dezembro: Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural
Manda o Governo, pelo Ministro da Agricultura, do e das Pescas.
Desenvolvimento Rural e das Pescas, o seguinte:
1.o O disposto na presente portaria destina-se a Assinada em 3 de Dezembro de 1998.
estabelecer:
Pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento
a) As regras de aplicação da regulamentação comu- Rural e das Pescas, Luís Medeiros Vieira, Secretário de
nitária incluída na Organização Comum do Estado da Modernização Agrícola e da Qualidade
Mercado Vitivinícola e relativa à designação, Alimentar.
N.o 300 — 30-12-1998 DIÁRIO DA REPÚBLICA — I SÉRIE-B 7301

ANEXO I Vinho branco de uvas brancas — menção
(a que se refere o n.o 4.o) reservada a vinho branco obtido exclusi-
vamente de uvas brancas;
1.o As disposições complementares relativas à rotu- Vinho branco de uvas tintas — menção reser-
lagem dos vinhos tranquilos são as seguintes: vada a vinho branco obtido exclusivamente
a) A identificação do engarrafador pode ser feita de uvas tintas;
através de um código correspondente ao Vinho palhete ou palheto — menção reser-
número de engarrafador atribuído pelo IVV, vada a vinho tinto, obtido da curtimenta
desde que figure no rótulo, por extenso, o nome parcial de uvas tintas ou da curtimenta con-
de uma entidade que, além do engarrafador, junta de uvas tintas e brancas, não podendo
intervenha no circuito comercial do vinho, bem as uvas brancas ultrapassar 15 % do total;
como do município ou parte de município em Clarete — menção reservada a vinho tinto,
que tal entidade tem a sua sede social; pouco colorido, pouco carregado de tani-
b) Sempre que na rotulagem a referência ao muni- nos, ligeiro e frutado, com um título alcoo-
cípio onde se localiza a sede de uma entidade métrico volúmico adquirido não superior
que intervenha no circuito comercial do vinho em 2,5 % vol. ao limite mínimo legalmente
contenha a indicação, no todo ou em parte, do fixado;
nome de uma região determinada, não tendo Vinho de missa — menção reservada a vinho
direito a tal designação, esta deverá ser subs- regional obtido de acordo com as regras
tituída pelo respectivo código postal; particulares previstas pelas autoridades
c) Para vinhos de qualidade produzidos em regiões eclesiásticas, desde que estas tenham dado
determinadas (VQPRD) ou vinho regional, sem o seu acordo escrito a esta indicação;
prejuízo de disposições mais restritivas previstas Superior — menção reservada a VQPRD e
em legislação específica, poderão ser indicadas vinho regional, acondicionado em garrafa
duas castas, desde que o vinho seja proveniente de vidro, que apresente características
inteiramente das castas indicadas, com excepção organolépticas destacadas, um título alcoo-
dos produtos utilizados na sua eventual edul- métrico volúmico adquirido superior, pelo
coração; menos, em 1 % vol. ao limite mínimo legal-
d) Para VQPRD ou vinho regional, sem prejuízo
mente fixado, devendo constar de uma
de disposições mais restritivas previstas em legis-
conta corrente específica;
lação específica, poderá ser indicada uma casta,
se pelo menos 85 % do vinho, após dedução Escolha — menção reservada a VQPRD e
da quantidade dos produtos utilizados para uma vinho regional, acondicionado em garrafa
eventual edulcoração, for proveniente de uvas de vidro, que apresente características
dessa casta; organolépticas destacadas, devendo cons-
e) Para VQPRD ou vinho regional, sem prejuízo tar de uma conta corrente específica;
de disposições mais restritivas fixadas em legis- Colheita seleccionada — menção reservada a
lação específica, é admissível a indicação do ano VQPRD e vinho regional, acondicionado
de colheita, se pelo menos 85 % do vinho, após em garrafa de vidro, que apresente carac-
dedução da quantidade de produtos utilizados terísticas organolépticas destacadas, um
para uma eventual edulcoração, for proveniente título alcoométrico volúmico adquirido
de uvas colhidas no ano a que se refere esta superior, pelo menos, em 1 % vol. ao limite
indicação; mínimo legalmente fixado, devendo cons-
f) Sem prejuízo de disposições mais restritivas tar de uma conta corrente específica, sendo
estabelecidas em legislação específica para obrigatória a indicação do ano de colheita;
VQPRD ou vinho regional, poderão ser utili- Reserva — menção reservada a VQPRD e
zados os seguintes designativos: vinho regional, acondicionado em garrafa
Vinho com agulha — menção reservada a de vidro, associada ao ano de colheita, que
VQPRD e vinho regional, acondicionado apresente características organolépticas
em garrafa de vidro, que contenha anidrido destacadas, um título alcoométrico volú-
carbónico e que possua uma sobrepressão mico adquirido superior, pelo menos, em
inferior a 1 b, quando conservado à tem- 0,5 % vol. ao limite mínimo legalmente
peratura de 20o C e em recipiente fechado; fixado, devendo constar de uma conta cor-
Colheita tardia — menção reservada a rente específica;
VQPRD, acondicionado em garrafa de Garrafeira — menção reservada a VQPRD e
vidro, produzido a partir de uvas com vinho regional, associada ao ano de
sobrematuração, sobre as quais se desen- colheita, que apresente características
volveu a Botrytis cineria spp., em condições organolépticas destacadas, um título alcoo-
que provocam a podridão nobre; métrico volúmico adquirido mínimo de
Vinho novo — menção reservada a VQPRD 11,5 % vol. e tenha para vinho tinto um
e vinho regional, acondicionado em garrafa envelhecimento mínimo de 30 meses, dos
de vidro, com menos de um ano de idade quais pelo menos 12 meses em garrafa de
e que apenas pode ser comercializado no vidro, e para branco ou rosado um enve-
período compreendido entre a abertura e lhecimento mínimo de 12 meses, dos quais
o final da campanha da sua produção, pelo menos 6 meses em garrafa de vidro,
sendo obrigatória a indicação do ano da devendo constar de uma conta corrente
respectiva colheita no rótulo; específica;
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Velho — menção reservada a VQPRD e Super-reserva ou extra-reserva — quando
vinho regional, acondicionado em garrafa tenha entre 24 e 36 meses de engarrafa-
de vidro, que tenha um envelhecimento mento antes do transvasamento, transbor-
não inferior a três anos para vinho tinto damento ou extracção da borra;
e a dois anos para vinho branco ou rosado, Velha reserva ou grande reserva — quando
apresente características organolépticas tenha mais de 36 meses de engarrafamento
destacadas e um título alcoométrico volú- antes do transvasamento, transbordamento
mico adquirido mínimo de 11,5 % vol., ou extracção da borra.
devendo constar de uma conta corrente
específica; 3.o Os vinhos espumantes destinados a VEQPRD,
Nobre — menção reservada ao VQPRD Dão preparados por uma segunda fermentação em garrafa,
que corresponda às condições estabeleci- ainda em fase de preparação, fechados com rolha pro-
das no Estatuto da Região Vitivinícola do visória e não rotulados, podem circular entre prepa-
Dão. radores no interior da região de produção, desde que
as respectivas entidades certificadoras estabeleçam as
2.o As disposições complementares relativas à rotu- condições específicas em que deve decorrer a circulação.
lagem dos vinhos espumantes e dos vinhos espumosos
gaseificados são as seguintes: ANEXO II

a) É obrigatória a indicação do nome ou desig- (a que se refere o n.o 5.o)
nação social do preparador; 1.o São obrigatórias as seguintes menções na rotu-
b) A identificação do preparador pode ser feita lagem das bebidas:
através de um código correspondente ao
número de engarrafador atribuído pelo IVV, a) Denominação de venda, de acordo com o pre-
na condição de figurar no rótulo, por extenso, visto nas disposições regulamentares e adminis-
o nome de uma entidade que, além do engar- trativas aplicáveis, devendo, na ausência destas,
rafador, intervenha no circuito comercial do corresponder ao nome tradicional por que é
vinho, bem como do município ou parte de designada junto do consumidor final, ou uma
município em que tal entidade tem a sua sede descrição da bebida e, se necessário, da sua uti-
lização, suficientemente pormenorizada para
social;
permitir ao consumidor conhecer a natureza
c) Sempre que na rotulagem a referência ao muni- real da bebida e distingui-la daquelas com as
cípio onde se localiza a sede de uma entidade quais poderia ser confundida;
que intervenha no circuito comercial do vinho b) Volume nominal, expresso em litros, centilitros
contenha a indicação, no todo ou em parte, do ou mililitros, excepto para quantidades líquidas
nome de uma região determinada, não tendo inferiores a 20 ml, caso em que esta menção
direito a tal designação, esta deverá ser subs- é facultativa;
tituída pelo respectivo código postal; c) Designação social do produtor, ou engarrafador,
d) Sem prejuízo de disposições mais restritivas pre- ou de um vendedor estabelecido na União Euro-
vistas em legislação específica para vinhos espu- peia, bem como o município ou parte de muni-
mantes de qualidade produzidos em regiões cípio e Estado membro onde este tem a sua
determinadas (VEQPRD) ou vinho espumante sede, devendo sempre constar a designação
de qualidade, na designação de um vinho espu- social do engarrafador, para as bebidas engar-
mante poderá ser indicado o nome de uma casta, rafadas em território nacional;
se pelo menos 85 % do produto tiver sido obtido d) País de origem, quando a sua omissão for sus-
de uvas dessa casta, com excepção dos produtos ceptível de induzir em erro o consumidor quanto
contidos no licor de tiragem ou no licor de expe- à origem real da bebida;
dição, e se essa casta for determinante para a e) Título alcoométrico volúmico adquirido, para
natureza desse vinho espumante; as bebidas com mais de 1,2 % vol., que incluirá,
e) Sem prejuízo de medidas mais restritivas pre- no máximo, a indicação das décimas, seguido
vistas em legislação específica para VEQPRD da expressão «% vol.», precedido ou não dos
ou vinho espumante de qualidade, na designa- termos «título alcoométrico volúmico adqui-
ção de um vinho espumante poderá ser indicado rido», «álcool adquirido», «álcool» ou da abre-
o nome de duas ou três castas, desde que todas viatura «alc», não podendo a indicação deste
as uvas a partir das quais foi obtido o vinho título ser superior ou inferior a 0,3 % vol. ao
espumante provenham dessas castas, com obtido por determinação analítica, sem prejuízo
excepção dos produtos contidos nos licores de das tolerâncias resultantes do método de análise
tiragem e expedição, e a mistura dessas castas utilizado para a determinação do título alcoo-
seja determinante para o carácter do vinho métrico volúmico.
espumante;
f) Para VEQPRD e vinho espumante de quali- 2.o As menções obrigatórias a constar na rotulagem
dade, a menção «reserva», isolada ou associada devem ser inscritas no mesmo campo visual, em carac-
a outros designativos de qualidade, poderá ser teres indeléveis, facilmente visíveis e legíveis, devendo
utilizada nas seguintes condições: cada uma ser redigida em termos correctos, claros e
precisos, não podendo ser dissimulada, encoberta ou
Reserva — quando tenha entre 12 e 24 meses separada por outras menções ou imagens.
de engarrafamento antes do transvasa- 3.o A denominação de venda não pode ser substituída
mento, transbordamento ou extracção da por uma marca de fabrico ou comercial ou por uma
borra; denominação de fantasia.
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4.o Sempre que na rotulagem a referência ao muni- base nas respectivas características organolépticas ou
cípio onde se localiza a sede de uma entidade que inter- analíticas, ou ainda em outros comprovativos docu-
venha no circuito comercial da bebida contenha a indi- mentais.
cação, no todo ou em parte, do nome de uma região 10.o Para os vinhos licorosos, e sem prejuízo de dis-
determinada, não tendo direito a tal designação, esta posições mais restritivas descritas em legislação espe-
deverá ser substituída pelo respectivo código postal. cífica, poderão figurar na rotulagem, em associação com
5.o A identificação do engarrafador pode ser feita a denominação de venda, os seguintes designativos:
através de um código correspondente ao número de
Abafado — menção reservada ao vinho licoroso
engarrafador atribuído pelo IVV, na condição de figurar
obtido de mosto de uva adicionado de aguar-
no rótulo, por extenso, o nome de uma entidade que,
dente de vinho no decurso da fermentação em
além do engarrafador, intervenha no circuito comercial
quantidade tal que esta não possa persistir;
do vinho, bem como do município ou parte de município
Jeropiga — menção reservada ao vinho licoroso
em que tal entidade tem a sua sede social.
obtido de mosto de uva adicionado de aguar-
6.o Para os vinhos licorosos de qualidade produzidos
dente de vinho antes da fermentação em quan-
nas regiões determinadas de Carcavelos e Setúbal é per-
tidade tal que esta não se possa desenvolver.
mitida a indicação do ano de colheita, antecedida, ou
não, da expressão «colheita», desde que todas as uvas
11.o As indicações a constar na rotulagem não devem
utilizadas no seu fabrico tenham sido colhidas nesse
ser erróneas nem de natureza a criar confusões ou a
ano.
induzir em erro o consumidor, nomeadamente:
7.o Em derrogação do número anterior, as entidades
certificadoras competentes podem admitir a indicação a) No que respeita às características da bebida e,
do ano de colheita, se pelo menos 85 % do VLQPRD em especial, no que se refere à natureza, iden-
em causa provier de uvas do ano a que se refere a tidade, qualidade, composição, quantidade, ori-
indicação. gem e modo de fabrico ou de obtenção;
8.o Para os VLQPRD a que se refere o n.o 6.o, e b) Atribuindo à bebida efeitos ou propriedades que
desde que o vinho em causa, ou cada uma das parcelas não possua;
do lote que o originou, tenha, no mínimo, a idade indi- c) Sugerindo que a bebida possui características
cada, são ainda permitidas as seguintes indicações: especiais, quando todos os produtos similares
possuem essas mesmas características.
10 anos de idade;
20 anos de idade; 12.o O previsto no número anterior aplicar-se-á igual-
30 anos de idade; mente à apresentação e publicidade das bebidas e,
Mais de 40 anos de idade. nomeadamente, à forma ou ao aspecto que lhes é con-
ferido ou à sua embalagem, ao material de embalagem
9.o Em derrogação do número anterior e nos casos utilizado, à maneira como estão dispostas, bem como
em que não seja possível, mediante os registos existentes, ao ambiente em que estão expostas.
comprovar com rigor a idade do lote ou de cada uma 13.o As indicações que constam da rotulagem das
das suas parcelas, a entidade certificadora competente bebidas são da responsabilidade da entidade referida
pode autorizar as indicações de idade referidas, com na alínea c) do n.o 1.o do presente anexo.