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PARQUE LINEAR E ECOLÓGICO DO SÓTER: SITUAÇÃO ATUAL E PROPOSTAS DE

MELHORIAS E CONSERVAÇÃO
Aleksander de Jesus Rêgo1, Gustavo Henrique Gonçalves Maria1, Pedro Correia Domingues1, Adriana G. Sabioni
Ribas1, Jaqueline G. Larrea Figueredo1
1

Escola Estadual José Maria Hugo Rodrigues, Rua Hugo Pereira do Vale 468, Bairro Mata do Jacinto, CEP 79033-210
Campo Grande-MS
adrianasbioniribas@gmail.com

Palavras-chave: Parque, conservação, educação ambiental.
Introdução

Análise e Discussão

A destinação de áreas naturais à conservação ambiental é
uma ideia antiga na história da humanidade, e já era posta
em prática por civilizações como a dos assírios. O conceito
moderno de Área Protegida começaria a surgir na Europa,
durante o século XIX com os “parques naturais” franceses, e
as “reservas da natureza” inglesas (GOMES, 2004). Parques
Lineares são áreas de propriedade pública ou privada, ao
longo dos corpos d’água, em toda a sua extensão ou não,
que visam garantir a qualidade ambiental dos fundos de
vale, podendo conter outras Unidades de Conservação
dentro de sua área de abrangência, como é o caso do Parque
do Sóter.
Diante da atual situação em que o meio ambiente enfrenta
devido à ação antrópica, dado o desmatamento, a poluição, e
por consequente o individualismo e a exacerbada prática do
consumo insustentável, este trabalho tem por objetivos:
fazer a constatação da atual situação do Parque; Confrontar
a situação que se encontra com a proposta no projeto inicial
de implantação do Parque; Propor sugestões e ações que
posam surgir como uma das inúmeras possibilidades e
alternativas de estratégia de educação ambiental,
conservação e reparação do Parque, para que a sociedade
reflita sobre os seus atos e repensem suas atitudes.

Tendo em vista que nos tempos atuais muitos Parques
encontram-se em situações degradantes, devido à má
utilização do meio ambiente decorrente dos atos do homem.
Lembrando que nessa primeira fase do trabalho, serão
realizadas as pesquisas de campo para elencar os problemas,
levantamento bibliográfico para suporte teórico e as
propostas para auxiliar nessa revitalização. Os próximos
passos serão: Procurar uma percepção ambiental junto à
comunidade, através de entrevistas aos moradores mais
antigos das proximidades do bairro para entender o contexto
histórico e cultural local; Oficinas de Educação Ambiental
junto à comunidade local e parceria com o poder público
para a construção das obras de drenagem e alternativas de
passagem das capivaras em segurança nas proximidades do
Parque, bem como, a instalação de placas advertivas e
revitalização da estrutura física.

Metodologia

Agradecimentos

Através de visitas ao Parque e conversas com a gestora
ambiental do mesmo, propomos um trabalho em equipe, em
parceria a gestão ambiental do Parque, comunidade local
que usufrui do Parque e dos órgãos públicos competentes,
para a realização deste projeto. O primeiro passo será
elencar os problemas e dificuldades que o Parque enfrenta
sistematizar essas questões em níveis de urgência e propor
ações que possam sanar tais agraves.
Com a visitação, foram feitos registros fotográficos, como
forma de arquivo e ilustração para alguns pontos a serem
abordados. Os pontos considerados crucias para o inicio das
ações são: Identificar a situação atual da erosão; Revitalizar
a mata ciliar; Melhorar o sistema de drenagem para as águas
pluviais; Desenvolver um método de proteção para as
capivaras, uma vez que estas são atropeladas diariamente no
entorno do Parque, bem como, intensificar a sinalização
preventiva de passagem de animal silvestre na região; e,
Revitalização da estrutura física (banheiros, quiosques,
bancos e lixeiras).

Agradecemos em primeiro lugar a Deus por ter nos dado
essa oportunidade de Projeto. Às Professoras Adriana G.
Sabioni Ribas e Jaqueline G. Larrea Figueredo por suas
orientações e também à Administradora Ambiental do
Parque Ecológico do Sóter, Noelina Marques Dias que nos
incentivou a desenvolver o projeto.

Conclusão
Como a fase atual é de coleta de dados, pudemos concluir
nesse primeiro momento do projeto que: faz-se necessária a
intervenção imediata de atitudes que venham aliviar a
pressão negativa que o Parque do Sóter vem sofrendo. Não
adianta ter um Parque que não está saudável. É preciso agir.

Referências
GOMES, Gustavo Henrique. Parque ecológico de uso
múltiplo Olhos D’Água: situação atual e importância
para o lazer da comunidade. 2004. 59 f. Monografia
(Especialização em Ecoturismo)-Universidade de Brasília,
Brasília, 2004.
PARQUES
Municipais.
Disponível
em:
<http://www.pmcg.ms.gov.br/semadur/canaisTexto?id_can=
6461>. Acesso em: 15 ago. 2014