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Ano 8 | número 1615 | Maputo, Segunda-Feira 4 de Janeiro de 2016

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Em Ressano Garcia

Criado regime para mineiros com
problemas de passaporte
Maputo (Canalmoz) – Todos os
mineiros cujos passaportes biométricos registam problemas técnicos na sua leitura electrónica
na fronteira de Ressano Garcia
podem regressar aos seus postos
de trabalho naquele país vizinho,
enquanto se resolve o problema.
O entendimento foi alcançado
após negociações entre as entre as
autoridades moçambicanas e as
autoridades sul-africanas, no âmbito do Comando Conjunto da quadra festiva, visando permitir que
os trabalhadores moçambicanos

na República da África do Sul regressem aos seus postos de trabalho e também para descongestionar a fronteira de Ressano Garcia.
Assim, os mineiros moçambicanos que se encontram no país no
âmbito da quadra festiva, inicialmente retidos devido ao referido
problema, já podem a atravessar a
fronteira, de regresso à África do
Sul, usando os mesmos documentos
e acompanhados com os anteriores
passaportes não biométricos, para
efeitos de confirmação, uma vez
que estes últimos contêm as infor-

mações necessárias, que confirmam
que são, de facto, trabalhadores
moçambicanos naquele país, uma
vez que neles constam os registos sobre os contratos de trabalho.
Segundo uma nota do Ministério
do Trabalho, só no dia 1 de Janeiro já haviam cruzado a fronteira,
de regresso à África do Sul, cerca
de 1300 mineiros, prevendo-se que
o movimento atinja o pico no domingo, pois as minas retomam a
actividade hoje, dia 4 de Janeiro.
Em conformidade com a anterior
exigência das autoridades sul-afri-

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enquanto as de Limpopo e Mpumalanga recebem trabalhadores para as companhias agrícolas. Informações recolhidas pela Delegação do Ministério do Trabalho. As autoridades moçambicanas naquele país – com base nos registos e contactos de verificação junto das companhias mineiras e agências recrutadoras. (Redacção) Publicidade www.facebook. Actualmente. sobretudo face à introdução de um sistema que consiste em fazer um acompanhamento pelas partes envolvidas no processo de entrada e saída nas fronteiras. e possa dirigir-se directamente à fronteira. incluindo os moçambicanos. de não interditar a entrada dos titulares de passaportes com erros técnicos detectados. A medida de excepção que agora foi tomada já permite que o mineiro não precise de imprimir o seu contrato na TEBA. tendo a primeira fase incidido nos trabalhadores das minas. através de brigadas móveis enviadas directamente para os seus locais de trabalho. e face à inexistência de nenhuma queixa naquela representação governamental. seguindo-se dos trabalhadores do sector agrícola. até ao momento – verificaram que todos os trabalhadores das minas conseguirão voltar a tempo. sendo um passaporte com os problemas relatados. Para responder às exigências das autoridades daquele país. estando em curso as medidas para a solução deste problema.2 ano 8 | número 1615 | 4 de Janeiro de 2016 Publicidade canas. Carletonville. sobretudo nas “farmas”. para o caso de mineiros. está em curso o processo de emissão de documentos de identificação pessoal de trabalhadores que se encontram naquele país e a legalização dos que se encontram a trabalhar sem qualquer documentação. migratórias e alfandegárias de ambos os países durante a quadra festiva. através do Governo moçambicano. o mineiro não devia ser autorizado a entrar no território sul-africano enquanto o documento não tivesse ido à agência recrutadora de mão-de-obra moçambicana para as minas da África do Sul – a TEBA – para efeitos de obtenção de uma cópia do seu contrato de trabalho com a respectiva companhia na RAS. iniciou-se. que op- toram por documentos biométricos para todos os titulares de passaportes estrangeiros. Estavam nesta situação cerca de 33. apontam que – e pelo terceiro ano consecutivo – a quase totalidade dos mineiros moçambicanos que tinham vindo passar a quadra festiva de fim-de-ano junto das suas famílias conseguirão assegurar os seus empregos no regresso aos respecti- vos postos de trabalho na África do Sul. na sua maioria. em 2 de Setembro de 2014. A campanha de emissão dos documentos recomendados pelas autoridades de migração sul-africanas para os cidadãos estrangeiros a viver ou a trabalhar naquele país. incluindo os mineiros na África do Sul. levando consigo apenas o seu passaporte antigo (não biométrico) e o actual (o problemático). As regiões de maior presença de trabalhadores moçambicanos nas minas da África do Sul são as de Joanesburgo.com/canalmoz .000 mineiros. Tal será possível graças à actuação atempada e coordenada entre as companhias mineiras e agrícolas (“farmas”). Klerksdorp e Rustenburg. as autoridades laborais. em que os mineiros e outros trabalhadores moçambicanos na África do Sul têm vindo a ter um tratamento excepcional. para que atravesse a fronteira. o Governo moçambicano está a realizar campanhas de emissão destes e de outros documentos biométricos para os seus cidadãos na diáspora. e pelas equipas dos serviços centrais colocadas na fronteira. Emprego e Segurança Social na África do Sul. principalmente com esta medida tomada ontem. e afastam a hipóteses de despedimentos devido a atraso na apresentação à sua entidade patronal ou por outros motivos. juntamente com os seus bens e familiares.

vítimas de mau uso de objectos pirotécnicos. respeitando-se e admitindo que todos são moçambicanos com www.ano 8 | número 1615 | 4 de Janeiro de 2016 3 Serviços de Urgência do HCM dizem que transição do ano foi calma Maputo (Canalmoz) – Os Serviços de Urgência do Hospital Central de Maputo descrevem como calma a transição de 2015 para 2016. deram entrada naquela unidade hospitalar 296 pacientes. patriotismo. Tantas batalhas e sangue derramado em nome disto e daquilo para chegarmos a um ponto típico de encruzilhada. duas foram submetidas a cirurgias. Das oito pessoas. Segundo o porta-voz. (André Mulungo) Canal de Opinião por Noé Nhantumbo Recusar partilhar o poder é cegueira política Denota que liderança não existe. não há registo de feridos graves.facebook. Da mesma forma que a recusa de Salazar avançar para uma situação de emancipação e eventual Independência das colónias provocou rebeliões armadas desgastan- tes. de modo a continuarem a excluir os seus compatriotas do gozo pleno de seus direitos. visam unicamente manter o poder nas suas mãos. Até ao passado sábado tinha uma reserva de 398 unidades. Nunca existiu tanta necessidade de liderança em Moçambique. coragem poderiam estar fazendo a diferença. O caminho passa por nos libertamos de “legalistas de pacotilha” que escondem a sua fraudu- lenta actuação. O HCM não registou ruptura nas unidades de sangue. tendo sido 15 no ano passado. Visão estratégica. Agressões físicas Quinze pessoas procuraram os Serviços de Urgência devido a agressões físicas. o que é necessário e fundamental é começarmos a ver. envolto em proclamações supostamente sábias de “ilustres” cidadãos. oito pessoas. os políticos de todos os quadrantes. O ar de “iluminados” que os “ajudantes” feitos juízes e advogados querem conferir à crise pós-eleitoral é uma máscara que esconde os seus reais objectivos. 31 foram víti- mas de acidentes de viação.com/canalmoz . Não houve registo de óbitos. Moçambique precisa de uma liderança visionária para que a paz persista e se aprofunde. mesmo que seja contra a vontade popular expressa nas urnas. Objectos pirotécnicos Deram entrada no HCM. tendo sido 323 da transição de 2014 para 2015. Beira (Canalmoz) – Um vulcão dormente chamado Moçambique pode entrar em erupção quando menos se espere. hoje assiste-se a uma recusa dos “libertadores” em admitir que o caminho é a partilha do poder. e houve uma redução de vítimas de acidentes de viação. Em igual período do ano passado deram entrada 35 pessoas. abnegação. Em comparação com igual período do ano passado. Segundo dados fornecidos na manhã de 1 de Janeiro pelo porta-voz dos Serviços de Urgência do HCM. estando fora de perigo Trinta e uma vítimas de acidentes de viação Dos 296 pacientes que deram entrada no HCM. Aquele manifesto jogo de empurra e de adiamento de decisões estratégicas para a manutenção da paz. Mas interesses bem identificados de grupelhos e grupos estão cegando mentes e vontades. houve uma redução de 19 casos. Aqui.

facebook. como se não possuíssem opinião e sejam meramente consumidores do que os “omniscientes” residentes de Maputo tenham para dizer. a razão deve ser encontrada na relutância de políticos em entenderem com realismo os caminhos da paz e da razoabilidade. defesas e ataques contra o que consideram desvios ou tentativas de forçar assuntos ou decisões. Chimoio. Por vezes centra-se tudo na capital do país. Um verdadeiro cientista político desenvolveu uma tese que mostrava caminhos perfeitamente constitucionais para ultrapassar uma crise de natureza eleitoral. mas as suas opiniões são propositadamente excluídas dos serviços televisivos. Foi removido do caminho porque a sua proposta apontava vias para a partilha do poder? Foi uma acção inspirada ou encomendada? Os batedores e comentaristas nas redes sociais. A CRM não legaliza a fraude. a sua segurança. e não livresca ou retórica. sobre os assuntos que constituem a prioridade conjuntural. Lichinga são parte de Moçambique. É exclusão da maioria a favor da minoria que se quer no poder. Daí que tenhamos visto o Governo extinguindo unilateralmente a EMOCHIM. Há muita “política de avestruz” no panorama político moçambicano. onde a maioria dos comentaristas de serviço recrutados são simpáticos ao actual “status”.com/canalmoz . Pemba. O assassinato brutal e grotesco de Cistac levanta uma série de questões e de suspeitas. Se hoje temos negociações inconclusivas no Sudão do Sul. mas existe a evidente recusa de discutir o que é fundamental. Daí que tenhamos visto um sector do aparato de defesa nacional enveredando pelas emboscadas como forma de resolver diferendos políticos. A maioria parlamentar perdeu uma oportunidade histórica de abreviar caminho e votar no sentido de acomodar propostas legítimas e sustentadas da oposição visando encontrar um meio-termo realista. procuram explicações. Beira. Dos porta-vozes dos partidos políticos ouve-se muito “ba- rulho”. e muitas vezes escutam-se espectáculos televisivos teatrais com argumentos sofríveis e com as mais diversas denominações. Tudo se resume a encontrar-se uma resposta concreta. e não em interpretações esporádicas falseadas do que está inscrito na CRM. Quelimane. Discute-se muito sobre diversos assuntos. a sua unicidade com base na sua Constituição. Obviamen- Publicidade www. o importante é que a primazia seja dada aos factores que reforcem a moçambicanidade. cada um à sua maneira.4 ano 8 | número 1615 | 4 de Janeiro de 2016 Publicidade os mesmos deveres e direitos. a soberania do país. muitas vezes sem originalidade nem pertinência. Daí que os esforços da mediação nacional tenham redondamente falhado. A CRM não é um uma “bíblia” a que não se possa acrescentar algo. com acordos assinados mas não cumpridos. mesmo que para tal não tenha sido votada. O poder efectivo e legítimo tem andado muito longe dos inúmeros debates promovidos. daquilo que são as aspirações e direitos de milhões de pessoas que têm sido roubadas e excluídas no processo socioeconómico e político nacional. Tete. Aqui. Nampula.

Da forma como funciona o nosso Parlamento. para prevenir o desastre. mas é de esperar que.com/canalmoz Publicidade Notas .Nas facturas e recibos inerentes deve-se mencionar a letra que corresponde ao tipo de assinatura .(i) Pronto pagamento ou débito directo em conta bancária . evidencia uma gritante incapacidade de produzir consensos legislativos em tempo útil.(ii) Pronto pagamento ou débito directo em conta bancária . Existe sublimado em algumas mentes um complexo de superioridade que coloca tudo e todos como subordinados das suas pretensões. se não houver entendimentos básicos sobre como remediar. Há uma guerra de donativos entre eles. A CNE/STAE/CC conluiou-se e foi instrumentalizada para manter a Frelimo no poder. tudo porque alguns senhores muito importantes se recusam a aceitar que. é para aceitar e esperar por outras.facebook. Não é difícil ver que a abordagem pela maioria parlamentar suportada pelas deliberações do Conselho Constitucional é o prolongamento do regime de partido único. É um complexo diplomático-burocrata conjugando e concertando sem ter em conta os direitos dos milhões de moçambicanos que disseram que queriam ver outro partido no poder. O cidadão comum sabe disso. por mais importantes que sejam.com/ te que o seu voto seguiu aquilo que foram as instruções emanadas da Comissão Política da Frelimo. As embaixadas estrangeiras em Maputo sabem disso. mais cedo do que tarde. Ainda há oportunidade de corrigir a rota do barco em que seguimos. Mas não há todo o tempo do mundo para fazê-lo. e os mortos a acumular-se.com Cel: 823672025 . como a nossa história não se cansa de ensinar. A lei do chicote e da penalização sociopolítica e económica não pode continuar a privilegiar a fraude como instrumento de manutenção do poder. A “equação Moçambique” não se pode resumir a “tudo para mim e nada para os outros. para não serem acusadas de ingerência nos assuntos internos de Moçambique. Só reage depois de as guerras se instalarem. Quando decidirem dar espaço às propostas que hoje chumbam.Os valores expressos poderão ser pagos em Meticais ao câmbio do dia . mas é manifestamente contraproducente impor aos moçambicanos o que já disseram por diversas vezes o que não querem. para manterem a sua esfera de influência e potenciarem negócios para as suas empresas em projectos bilionários no país. talvez a situação se tenha deteriorado para níveis assustadores e violentos. Conclaves. e isso pode ser bastante perigoso. Ainda não há lava sendo expelida. E outra coisa é que dos parceiros externos estratégicos não se está recebendo assistência política crítica. mas preferem manter-se caladas. A superioridade exibida com desplante discursivo de megalomaníacos declarados em nada ajuda a cimentar a moçambicanidade que nos une. Ninguém quer instalar o caos em Moçambique.ano 8 | número 1615 | 4 de Janeiro de 2016 5 Publicidade Visite o nosso facebook www. A ONU é aquela organização mundial bombeira.823053185 www. A União Africana e a SADC são coniventes com o estado de coisas.843135996 . A força das armas e da represália politicamente motiva- da não tem lugar em democracia. não serão suficientes para promover a paz.” (Noé Nhantumbo) Preçário de Assinaturas | Distribuição diária por e-mail | 20 edições mensais (USD) Contratos Anuais (12 Meses) (ii) Tipo de Assinante (USD) Contratos Mensais (i) (a) Pessoa Singular 20 15 usd x 12 meses = 180 usd (b) Empresas e Associações de Direito Moçambicano 40 30 x 12 = 360 (c) Órgãos e Instituições do Estado 50 40 x 12 = 480 (d) Embaixadas e Consulados em Moçambique e Organismos Internacionais 60 50 x 12 = 600 (e) Embaixadas e representações Oficiais de Moçambique no exterior 60 50 x 12 = 600 (f) ONG’s Nacionais 30 20 x 12 = 240 (g) ONG’s Internacionais 50 40 x 12 = 480 Contacto: E-mail: graficocanalmoz@gmail.com ou mtsgnt@gmail. Existe um “vulcão” chamado Moçambique lançando cinzas através do seu cume.facebook. quando se perde nas eleições. isso aconteça.