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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ

CAMPUS MINISTRO PETRÔNIO PORTELLA
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS (CCHL)

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
BACHARELADO EM CIÊNCIA POLÍTICA
MODALIDADE PRESENCIAL

TERESINA-PI
OUTUBRO/2014
1

REITOR
Prof. Dr. José Arimatéia Dantas Lopes

VICE-REITOR
Prof. Drª. Nadir do Nascimento Nogueira

PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
PRÓ-REITORA: Profª Drª Maria do Socorro Leal Lopes

DIRETOR DO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS
Prof. Dr. Nelson Juliano Cardoso Matos
VICE-DIRETOR DO CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS
Prof. Dr. Carlos Sait Pereira Andrade

COORDENAÇÃO DE CURRÍCULO/PREG
Profª. Drª. Mirtes Gonçalves Honório de Carvalho

COMISSÃO DE ELABORAÇÃO
Profª. Drª. Ana Beatriz Martins dos Santos Seraine (DCIES/UFPI)
Profª. Dr. Cleber de Deus Pereira da Silva (CCP/UFPI)
Profª. Dr. Nelson Juliano Cardoso Matos (DCJ/UFPI)
Profª. Dr. Raimundo Batista dos Santos Junior (CCP/UFPI)
Prof. Ms. Cleber Ranieri Ribas de Almeida (CCP/UFPI)

2

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

DENOMINAÇÃO DO CURSO:
Bacharelado em Ciência Política

DURAÇÃO DO CURSO:
Mínima: 4 anos
Máxima: 6 anos

REGIME LETIVO:
Seriado Semestral

TURNOS DE OFERTA:
Noturno

VAGAS AUTORIZADAS:
40 vagas anuais ofertadas no primeiro período.

CARGA HORÁRIA:
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS: 2.355h
DISCIPLINAS OPTATIVAS: 240h
ESTÁGIO OBRIGATÓRIO: 225h
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC): 180h
ATIVIDADES COMPLEMENTARES: 120h
CARGA HORÁRIA TOTAL: 3.120h
CRÉDITOS: 208

TÍTULO ACADÊMICO:
Bacharel em Ciência Política

3

......................................................SUMÁRIO 1.............................................................................1.................. Matriz Curricular 20 ................................................................... 8.................................3................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 25 25 26 28 28 ..................................... 17 18 ....................................................................1....................................................................... 3................................................................. Estrutura do curso 7............................................................................................................................... ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 7............................... 5..................................1................................................................ 7..................................................................................................................................................................................................................................... 7..................1......................................................................................... FLUXOGRAMA 15 120 ................................................................................................... 4............................... Perfil do Egresso .......................3..................... Integralização Curricular 19 ................................................................................. Eixo de Formação Complementar 7........................................... 06 07 ......................................................................... 7................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ O Perfil do professor ....................................................................................................................... Disciplinas Optativas 8......................................................................................................................................................................................................................................................................................................... Atividades Complementares ..... Trabalho de Conclusão de Curso – Monografia (TCC) 9...... Estágio Obrigatório 31 ..................................................2............................................................................................................................................................................2................................................... Competências e Habilidades 5..................... ............................................................................................................................................................................................. . Mercado Trabalho 15 .......................................... Eixo de Formação Específica 31 .................................................................................. .................................................... 7........................... .......... 122 4 ........................................................................................................................................................... APRESENTAÇÃO 2.....................................................................................................................3..2........ Duração do Curso 19 20 ............................................................................................................................................................... Trabalho de Conclusão do Curso – Monografia (TCC) 7..................................................1.................... PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 6.... 8........................ EMENTAS DAS DISCIPLINAS 20 ................................................................... Disciplinas do Eixo de Formação Específica 21 23 .........................................................5.................................................................................................................................................................................... 8.............................................................. 66 86 119 ..............................................................................................................................................................4........................ 7............................................................... Estágio Obrigatório ................2.. 7.............................................................1..............................................................................1......................................4....................................................................................................................................... Disciplinas do Eixo de Formação Complementar 8....................................................................................1...............1........................................ OBJETIVO DO CURSO ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................5................................... 8.......................................................................................................................................................................................................................... 6....................................................... PRINCÍPIOS CURRICULARES DO CURSO DE CIÊNCIA POLÍTICA 5......................................................................4..... 6............................................................................................... ............... 11 12 .............................. O Perfil do aluno .............................2....................................................................1...................... 15 5.......................................3............................................................... PERFIL PROPOSTO PARA O BACHAREL EM CIÊNCIA POLÍTICA .............................................................................................................. ................ JUSTIFICATIVA ...............

............................ 14............................. Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem 10................ ............................................................................................. APOIO AO DISCENTE 15................................................................................................................................................................................................... 13........................................................................1 Necessidades de recursos humanos e materiais para implantação do Curso 129 ...................................................................................................................................... CONDIÇÕES DE IMPLEMENTAÇÃO E IMPLANTAÇÃO ................................................................................................... APÊNDICES ........................................................................................................................... 11........................................................................................................................................ 16.. PESQUISA E EXTENSÃO 12.................................................................................... .......................................................................................... BIBLIOGRAFIA ........................................................................................... 138 APÊNDICE I – Regulamento para aferição e avaliação das atividades complementares do Curso de Bacharelado em Ciência Política ............................................................................................................................................................................. 153 APÊNDICE III – Regulamento para elaboração do trabalho de conclusão do Curso de Bacharelado em Ciência Política .......................................................................... SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO ............................................... ADAPTAÇÃO CURRICULAR 131 135 136 ...................................................................................... 176 5 ................................................................................................................... Avaliação do Projeto Pedagógico . ATIVIDADES DE ENSINO.................... ÁREAS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL 123 ................................................................................................................................................ 123 125 127 ..........................................................................................................................................................................1.............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 128 129 13............................................. 10....................................................................... 139 APÊNDICE II – Regulamento de Estágio Obrigatório do Curso de Bacharelado em Ciência Política ..............................10........................................................................................................................................................................................................................................2.....................................................................................................................................................................................................................

porque a atividade política vem se complexificando e ampliando suas exigências. APRESENTAÇÃO O Centro de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal do Piauí (CCHL/UFPI). na área. Tal Curso visa. estadual e nacional. prover à sociedade piauiense com mais uma alternativa de curso de graduação e. portanto. Dessa forma. Ciência Política e Sociologia) e das resoluções específicas da Universidade Federal do Piauí. esse curso procura atender as novas demandas impostas pela dinâmica social. O Projeto foi concebido em conformidade com os documentos e atos normativos produzidos pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) para a criação dos cursos na área de Ciências Sociais (Antropologia. de qualificação profissional de nível superior. A necessidade de profissionais mais qualificados para a atuação na área resulta de novas demandas das esferas públicas. O curso de Ciência Política da Universidade Federal do Piauí terá como princípio criar competência técnico-científica sobre o conhecimento das relações políticas no âmbito regional. o que justifica a implantação do Bacharelado em Ciência Política.1. portanto. ONG´s. não tem contemplado as necessidades de qualificação teórico-metodológica capaz de abarcar os novos desafios colocados pela sociedade à Universidade. 6 . através da Comissão Interna instituída pela Portaria 07/2010 vem apresentar o Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Ciência Política. além de Fundações e Institutos de Pesquisa vêm tendo a necessidade de profissionais com essa formação. A formação que tem sido dada até o momento. privadas e do Terceiro Setor por serviços especializados. organizações como sindicatos. Assim. partidos políticos.

em seu art. Incorporação ao Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Ciência Política de um “Regulamento de Estágio Obrigatório”. discriminadas e aprovadas pelo Colegiado. como sabemos. licenciatura e bacharelado para as modalidades presencial e a distância. 2. decide proceder as seguintes alterações no Projeto Pedagógico do Curso: 1. o qual constará como apêndice do Projeto. é expedido pelo Ministério da Educação. datado do dia 28/10/2014. Portanto. além das correções sugeridas no parecer 034/2014. de 17 de Setembro de 2014). consolidada em 29 de dezembro de 2010. JUSTIFICATIVA O Colegiado do curso de Bacharelado em Ciência Política. tais alterações seguem as recomendações de reformulação prescritas pela Coordenadoria de Currículo/PREG via memorando (Memo Nº 167/ 2014. Mirtes Gonçalves Honório de Carvalho. pela Diretoria de Avaliação da Educação Superior – Daes e pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – Sinaes. mais especificamente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep. o qual constará como apêndice do Projeto. o Colegiado do Curso de Bacharelado em Ciência Política da Universidade Federal do Piauí. reconhecimento e renovação de reconhecimento – nos graus de tecnólogo. o qual. no uso de suas atribuições regimentais. processo nº 026203/2014-88. expedido pela Coordenadora de Currículo. Drª. Profª. Tal Instrumento. Outrossim.2. Campus Ministro Petrônio Portella. 7 . regulamenta os indicadores de avaliação e subsidia os atos autorizativos de cursos – autorização. decidiu proceder algumas alterações no Projeto Pedagógico do curso. Incorporação ao Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Ciência Política de um “Regulamento para Aferição e Avaliação das Atividades Complementares” do curso. Elas atendem às exigências do “Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância”. 1º da Portaria Normativa 40/2007. Tais alterações estão abaixo justificadas.

contudo. intitulando-a “TCC I”. contudo. Perfarão 180 horas no total. transformamos a disciplina optativa “Elaboração de Projetos e de Artigos Científicos" na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I. As disciplinas que eram pré-requisito da disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso” no Projeto Pedagógico original do curso passaram a ser prérequisito da disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso I” (TCC I). 6. 5. 8 . teremos duas disciplinas de TCC: “TCC I” e “TCC II”. Utilizar a lacuna deixada pela remoção da disciplina obrigatória “LIBRAS” no 7º (sétimo) período para criar a disciplina “TCC I” em sua substituição. 8. Incorporação ao Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Ciência Política de um “Regulamento para Elaboração do Trabalho de Conclusão do Curso”.3. Optou-se por acrescer a carga horária de "Elaboração de Projetos e de Artigos Científicos" em 30 (trinta) horas. Tal reformulação passou a incluir a carga horária e a distribuição de créditos das disciplinas segundo seus respectivos pré-requisitos com indicações de setas. ou seja. com o aumento da carga horária de 60 horas para 90 horas totais. o qual constará como apêndice do Projeto. ambas de 90h. ambas com 90h. Logo. tendo em vista que o curso de Ciência Política é um Bacharelado. Reformulação da disposição gráfica e informacional do Fluxograma do curso. Em resumo. horas-aula e exposição dos créditos. Converter a “Disciplina de formação livre” em uma disciplina optativa (“Optativa II”). 10. a mesma carga horária da disciplina TCC conforme disposta no Projeto Pedagógico original do curso de Ciência Política. tendo em vista que a Resolução 177/2012 CEPEX/UFPI não reconhece tal modalidade de disciplina. Converter a disciplina optativa "Elaboração de Projetos e de Artigos Científicos" em uma disciplina obrigatória. 4. A disciplina “TCC I”. 9. Subdividir a disciplina de TCC (180h) em duas disciplinas: TCC I e TCC II. “TCC I” (90h) e "Elaboração de Projetos e de Artigos Científicos" (60h) possuem cargas horárias desiguais. Embora equivalentes em conteúdo programático. Converter a disciplina obrigatória “LIBRAS” em disciplina optativa. 7.

Pensamento social e político do Brasil II 9.Teoria Política I (Clássica) 4. Todas estas alterações foram feitas para atender às exigências do “Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação presencial e a distância” o qual determina. além de atualizações visando a aquisição de livros disponíveis no mercado editorial.Desenho de Pesquisa em Ciência Política 17. passou a ser pré-requisito da disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso II . 11.Iniciação à Ciência Política 3.Política externa brasileira 11.Pensamento social e político do Brasil I 8.Metodologia do Trabalho Científico 19.Políticas Públicas 16.Comunicação política e opinião pública 13. além de correções das referências bibliográficas conforme a norma padrão da ABNT.Antropologia política 22.por sua vez.Cultura política e movimentos sociais 12. que as Ementas devem constar de. entre outras disposições. três indicações bibliográficas básicas.Fundamentos de lógica matemática 9 . além de. foram feitas alterações na bibliografia complementar e na bibliografia básica das seguintes disciplinas: 1. no mínimo.Iniciação à Sociologia 20.Introdução à Economia 25.Instituições políticas brasileiras 10. Foram feitas várias alterações de nomes incorretos de autores citados nas respectivas bibliografias das disciplinas.Filosofia da ciência 21.Teoria das Relações Internacionais 7.Monografia”.História do Brasil 24.Inglês instrumental 23. inclusões e remanejamentos das referências bibliográficas.Direito Constitucional 26. no mínimo. Foram feitas. Marketing político 15.Seminário de Introdução ao Curso de Ciência Política 2. também.Planejamento e Assessoria Técnica 18. Portanto.Teoria Política II (Moderna) 5. cinco indicações bibliográficas complementares.Política piauiense 14.Teoria Política III (Contemporâneo) 6.

Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS 30.Gestão pública 29. Política Latino-americana 38.Democracia e Competição Política 44.Estudos Legislativos 37. verifique a discriminação em anexo ao processo.Ética e Política 32.Planejamento de Campanha Eleitoral 45. Financiamento da competição política em perspectiva comparada 49.Corrupção e Accountability em Sistemas Políticos Modernos 46.Sociologia Brasileira 41. Política e Meio Ambiente 31. 52.Constitucionalismo.27.Direitos Humanos. 10 .Psicologia Política 34.Introdução ao Estudo do Direito 43.Regimes e Organizações Internacionais 39.Estágio Obrigatório.Desenvolvimento econômico e questões regionais 51.Federalismo e representação política 35. Política e Direito 47.Elaboração de projeto e de artigos científicos 33.Trabalho de Conclusão de Curso – Monografia (TCC)1 1 Para uma averiguação pormenorizada de tais alterações. Democracia e Estado de Direito 48.Democracia e participação 50.História das Ideias Políticas e Sociais 42.Política e desenvolvimento econômico 36.Processo Legislativo 40.Legislação eleitoral 28.

3. empresas privadas e associações da sociedade civil. Assim. à gestão e administração pública. consultoria e assessoria técnica em órgãos públicos. ao planejamento. o curso tem o intuito de prover aos alunos habilidades analíticas e metodológicas para a compreensão dos processos políticos nacionais e internacionais. OBJETIVO O Bacharelado em Ciência Política da Universidade Federal do Piauí (UFPI) visa promover a formação teórico-metodológica sólida de profissionais para o exercício de atividades relacionadas à pesquisa. 11 .

o Projeto Pedagógico do curso de Bacharelado em Ciência Política deve propiciar uma sólida formação na área. publicado no Diário Oficial da União. Conforme o perfil do curso e as diretrizes curriculares para os cursos de Ciências Sociais – Antropologia. portanto. o Projeto Pedagógico do curso de Bacharelado em Ciência Política foi construído tendo em vista 12 . busca formar cidadãos conscientes e capazes de analisar criticamente a realidade política. o curso deve: Propiciar aos estudantes uma formação teórico-metodológica sólida em torno dos eixos que formam a identidade do curso (Antropologia. Criar uma estrutura curricular que estimule a autonomia intelectual. tendo em vista que a realidade política e social é dinâmica. em 09 de abril de 2002. a articulação entre disciplinas. A proposta curricular. Ciência Política e Sociologia) e fornecer instrumentos para estabelecer relações com a pesquisa e a prática social. Partir da idéia de que o curso é um percurso que abre um campo de possibilidades com alternativas de trajetórias e não apenas uma grade curricular. O currículo. de forma que a relação teoria e prática seja parte de um mesmo processo. as linhas e núcleos de pesquisa. a capacidade analítica dos estudantes e uma ampla formação humanística. a tutoria e os projetos de extensão. o currículo do Curso busca aliar teoria e prática. seguindo a orientação da legislação vigente. Ciência Política e Sociologia – (Resolução CNE/CES nº 17/2002. Além disso.4. Segundo o Parecer CNE/CES 492/2001. dessa maneira. as especificidades de formação. tem o intuito de articular conhecimentos básicos e específicos. Portanto. e conforme o Parecer CNE/CES nº 492/2001). ao tempo que seja também flexível e pluralística. Estimular avaliações institucionais no sentido do aperfeiçoamento constante do curso (Parecer CNE/CES nº 492/2001). Estimular a produção de um projeto pedagógico que explicite os objetivos do curso. proporcionando ao egresso conhecimentos científico e crítico da realidade social e política nacional e internacional. PRINCÍPIOS CURRICULARES DO CURSO DE CIÊNCIA POLÍTICA O currículo do Curso de Ciência Política da UFPI está orientado no sentido de formar profissionais éticos. a partir de uma formação de caráter humanístico.

esta formação possibilitará aos profissionais formados no curso de Bacharelado em Ciência Política acesso aos Programas de Pós-Graduação na área e em outras áreas afins. Antropologia. Assim sendo. É. Direito. através dos eixos que devem nortear a atividade acadêmica: ensino. de agentes dinâmicos diante da realidade social e política.possibilitar que no processo ensino-aprendizagem leve-se em consideração uma formação que possibilite uma melhor relação entre aluno e professor. Economia. que o curso foi organizado visando uma relação dinâmica do processo ensino-aprendizagem em que alunos deixam de ser meros expectadores passando a serem atores atuantes na construção do ensino. possibilitando a formação de um profissional pluralista capaz de realizar pesquisas e exercer a atividade profissional de forma ampla e articulada com os diferentes ramos do conhecimento. id est. que abordarão em todas as unidade temáticas das disciplinas e das atividades complementares ligadas ao curso. 13 . que fuja da tradicional fórmula de ensino-aprendizagem. No que diz respeito à formação do Cientista Político. A partir das diretrizes.  Interdisciplinaridade: o curso de Ciência Política da UFPI tem como um dos seus princípios construir uma identidade profissional que integre um conjunto de disciplinas de diversas áreas do conhecimento humano. dentre elas: História. A formação voltada para a ética e a cidadania será responsabilidade de todos os docentes. nesse sentido. pretende-se. Sociologia. especificamente. a legislação vigente assevera que o conteúdo que dá base à formação dos profissionais da área de Ciência Política deve estar amparado na formação humanística e. Relações Internacionais etc. Filosofia. de maneira a formar cidadãos conscientes. pesquisa e extensão. portanto. que no decorrer do curso de Ciência Política leve-se em consideração os seguintes princípios:  Ética e Cidadania: o curso de Ciência Política da UFPI tem o compromisso de desenvolver a formação ético-humanística do alunado. nos conteúdos relativos aos eixos das Ciências Sociais. desenvolvendo o espírito crítico e autonomia intelectual.

Para isso. cursos e mini-cursos. estágios extra-curriculares. conseqüentemente. Para isso. cursos realizados em áreas afins.  Relação indissociável entre Ensino. programas de iniciação científica. entre outros. estudos complementares. Pesquisa e Extensão. 14 . através de um leque de atividades e disciplinas de conteúdo livre e opcional. Este é o tripé básico que compõe as atividades de docentes e discentes da Universidade e. Pesquisa e Extensão: um dos princípios básicos do currículo do curso de Ciência Política da UFPI é a organicidade entre Ensino. o currículo exige que o aluno participe de atividades outras que possam garantir a plenificação do currículo do curso. Pesquisa e Extensão é que o alunado poderá ser efetivamente um profissional mais adequado às exigências do mercado e da sociedade brasileira. participação em pesquisa científica. Por meio da indissociabilidade de Ensino.  Flexibilidade curricular: o curso de Ciência Política da UFPI tem o propósito de garantir uma formação sólida na área. como: monitorias. participação em eventos científicos. Os professores têm o compromisso de ministrar cursos que interajam com suas pesquisas e com os núcleos de estudo e pesquisa que atuarão junto à comunidade. Relação orgânica entre teoria e prática: o currículo do curso de Ciência Política da UFPI tem como princípios (re)construir conhecimentos a partir da interação e da integração orgânica entre teoria e prática. o gerenciamento do currículo do Curso será alicerçado nos conhecimento advindos de pesquisas científicas e da tradição humanística que dá base aos princípios curriculares do curso. do curso ora proposto.

consultor. além de articulá-las à realidade cultural. movimentos sociais etc.1 Perfil do Egresso O Bacharel em Ciência Política. PERFIL PROPOSTO PARA O BACHAREL EM CIÊNCIA POLÍTICA 5. organizações políticas (partidos. pode-se apresentar duas formas distintas de competências e habilidades que o curso deve desenvolver: capacidades teórico-conceituais. Competência na articulação entre teoria. 1) Capacidades teórico-conceituais Essas capacidades incorporam competências de cunho analítico e interpretativa. Capacidade analítica. Esses princípios procuram desenvolver habilidades analíticas. social e política. sindicatos.) e atividades afins. as 15 . A partir dessa caracterização geral. Assim. deverá atuar como pesquisador na área acadêmica ou não. assessor ou como profissional no planejamento técnico em organizações governamentais e nãogovernamentais. segundo o Parecer CNE/CES 492/2001. Autonomia intelectual. o curso de Ciência Política tem como meta proporcionar uma formação flexível com o intuito de fomentar um processo de ensino-aprendizagem compatível com os desafios cotidianos impostos pela realidade. Competência na utilização da informática” (Parecer CNE/CES 492/2001). cujo processo de apreensão dessas habilidades se dá através da aquisição de conhecimento das disciplinas teóricas do curso: as de Teoria Política. instituições privadas.2 Competências e Habilidades As competências e habilidades gerais para o profissional de Ciência Política devem estar pautada no: “Domínio da bibliografia teórica e metodológica básica. 5. Compromisso social.5. Terceiro Setor. pesquisa e prática social. e capacidades metodológico-instrumentais.

implementar e avaliar projetos de intervenção. 2) Capacidades metodológico-instrumentais Essas capacidades incorporam competências de cunho metodológicoinstrumental. governamental. seja na esfera eleitoral. seja na exposição. que possibilitarão uma sólida formação teórica na área. necessárias para o desempenho da profissão. nacional e internacional. além das que contemplam o ensino do exercício de planejador e assessor técnico. conhecimento da legislação eleitoral e do direito constitucional etc. de dados. 16 . além da contribuição de disciplinas de outras áreas: Filosofia. O graduando em Ciência Política terá que assimilar os conteúdos relacionados às disciplinas. e das que envolvem a apreensão de técnicas de Marketing Político. que é o próprio objeto da Ciência Política. História. referem-se às habilidades específicas adquiridas pelo aluno.relacionadas à Política Comparada e Brasileira e as de Relações Internacionais. Essas capacidades serão apreendidas por meio de disciplinas metodológicas e instrumentais do curso: as de Metodologia e Desenho de Pesquisa e as relacionadas ao ensino da Estatística e do conhecimento lógico e matemático. Isso vai permitir o desenvolvimento da competência necessária para o aluno formular. Sociologia. Antropologia e Economia. permitindo o desenvolvimento da sua autonomia intelectual e profissional. Estas dizem respeito à competência na construção de projetos e desenhos metodológicos que instrumentalizam a atividade do aluno-pesquisador a formular e desenvolver pesquisas que envolvam as relações de poder. podendo também participar diretamente do processo de coleta. De posse dessas capacidades teórico-conceituais. de questões relacionadas à prática política. o cientista político formado na UFPI poderá desempenhar atividades de âmbito local. Isso será fundamental para o progresso analítico do aluno. ao longo do curso. debate de ideias. processamento e análise dos dados referentes ao trabalho do cientista político. ou seja. legislativa ou privada.

). Institutos de pesquisa. assessoria. Dessa forma.  Marketing político e governamental.  Meios de comunicação (jornais. sindicatos.  Organizações Políticas (partidos.). mídia televisiva etc. consultoria e planejamento.).5.3.  Organizações do Terceiro Setor. revistas. entidades de classe etc.  Congresso Nacional. estado e município. Mercado de Trabalho A atividade profissional do Cientista Político está em expansão no país e encontra espaço no mercado de trabalho tanto no setor público quanto no setor privado. o profissional da área pode atuar diretamente nos seguintes seguimentos:  Órgãos governamentais nos três níveis federativos – união. Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores. A formação do cientista político o permite atuar nas áreas de pesquisa.  Empresas privadas (Institutos de opinião pública. planejamento e assessoria técnica etc. 17 .

Enfim. partindo dos seguintes princípios pedagógicos: instrução. Deve envolver capacidades que irão contribuir para a formação crítica do profissional de Ciência Política. As vivências estabelecidas entre aluno e professor. Dessa forma. cada vez mais. supervisão e cooperação. id est. o caráter interativo do processo de ensino-aprendizagem evoca a necessidade de tornar as atividades que constituem o curso de Ciência Política mais integradas. Novos saberes devem ser explorados. faz-se mister que educando e educador participem ativamente do processo de ensino-aprendizagem. 18 . assim como o aluno. conteúdo e método não devem estar dissociados. que tenham relações de interdependência entre si. ou seja. os cientistas políticos egressos da UFPI serão formados por uma conduta condizente com a ética profissional e valores sociais que incentivem um posicionar cidadão diante da realidade social e política vigente. sendo o professor parte ativa nesse processo. tornando este processo mais efetivo.6. O modus operandi do processo educativo deve ir além da simples adaptação de conteúdos para a sala-de-aula. nas suas mais variadas facetas. mas integrados numa relação dialógica que envolve os principais atores desse processo: o aluno e o professor. Este se caracteriza por uma relação dialética de construção do conhecimento entre educando e educador. Para isso. da formação de um saber que se retroalimenta. Assim. devem ser fruto de um processo de ensino-aprendizagem. Assim. fomentando uma cultura ético-profissional. atento com as necessidades impostas na sociedade contemporânea. Para isso. os conteúdos abordados durante as atividades do curso podem ser ressignificadas e reconstruídas a cada momento. ou seja. entre educando e educador. PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM O processo de ensino-aprendizagem é o conjunto de ações e estratégias que busca orientar o estudante à obtenção dos recursos necessários para a formação do profissional da área de Ciência Política. deve-se pensar o curso de tal forma que as atividades sugeridas tenham uma sequência lógica.

conseqüentemente. pelos conteúdos abordados e demais atividades que fazem parte da formação do aluno. Nesses termos. Isso será fundamental para a construção de um espírito ético e humanista. Nisso.6. O Perfil do Aluno Como o aluno é um sujeito integrante do processo de ensinoaprendizagem. assim. essencial para a formação de uma índole responsável e. de que aprendizagem é um processo de retroalimentação que envolve uma postura dinâmica e compromissada do aluno com todas as fases da formação acadêmica e profissional. mas torná-los parte ativa desse processo. O aluno deve. o currículo do curso de Ciência Política da UFPI está organizado de forma a possibilitar a participação ativa do aluno em todo o processo educativo. o professor tem o papel central no processo de ensinoaprendizagem. 6. o aluno. antes de tudo. de um espírito crítico-reflexivo. 19 . O currículo do curso contempla as necessidades impostas para uma relação dialógica entre professor e aluno. deve despertar o interesse pelo curso. Nesse caso.1. através de sua integração no ensino. deve ter consciência do seu papel. ou seja. Dessa forma. Dessa forma. mas em contribuir de forma decisiva na construção do saber. o aluno do curso será estimulado a desenvolver a capacidade de trabalhar individualmente e em grupo. ter postura de curiosidade epistemológica e teóricometodológica frente aos desafios da área. a pesquisa e os projetos de extensão não deve somente incluir os alunos. à medida que ele exerce uma função significativa de facilitador das principais atividades do processo educacional. o aluno não está limitado a apenas aprender. na pesquisa e na extensão. O Perfil do professor O currículo do curso de Ciência Política será gerido de modo a aproximar aluno e professor. O professor deve exercer suas atividades para além da sala-de-aula. professor é compreendido como um mediador do conhecimento.1. Portanto.

Estrutura do curso A organização curricular do curso em Ciência Política estrutura-se.1. o estabelecimento de uma gama de atividades acadêmicas que contemplam temáticas.1. tendo. nesse sentido. Eixo de Formação Específica Segundo a Resolução CNE/CES nº 17/2002 e conforme o Parecer CNE/CES nº 492/2001. 7. 7. assim. o currículo organizado para o curso prevê tanto a formação específica como complementar. optativas e complementares que fazem parte da identidade do curso (Antropologia. Por isso. definem as normas para a concepção do curso na área de Ciência Política. uma preocupação com o desenvolvimento intelectual mais amplo do alunado. o eixo de Formação Específica deve [. em dois eixos de formação: 1) Formação Específica..1.. questões teóricas e sociais relevantes para a atuação profissional do cientista político. estabelecer a organização curricular do curso. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR As diretrizes curriculares nacionais para os cursos de Ciências Sociais (Antropologia. através da Resolução CNE/CES nº 17/2002 e conforme o Parecer CNE/CES nº 492/2001. Entende-se que tal Eixo deva ser composto de um conjunto de atividades acadêmicas obrigatórias.] constituir a base do saber característico da área de atuação do cientista social. a partir disso. Propõe-se. Ciência Política e Sociologia). 20 . 2) Formação Complementar. de acordo com atividades acadêmicas que recusem a especialização precoce dos estudantes da área de Ciência Política. Sugere-se.7. de acordo com as diretrizes curriculares supracitadas. Cabe ao Colegiado do curso definir criteriosamente as atividades que definem a especificidade do curso bem como a tradução destas em carga horária (Parecer CNE/CES nº 492/2001). Ciência Política e Sociologia).

1.2.Dessa forma. bem como de atividades acadêmicas que fazem interface com aqueles conjuntos advindas de outros cursos da IES. 21 . Eixo de Formação Complementar Segundo a Resolução CNE/CES nº 17/2002 e conforme o Parecer CNE/CES 492/2001. definidas previamente no projeto pedagógico do curso (Parecer CNE/CES nº 492/2001). foram definidos as disciplinas do Eixo de Formação Específica como aquelas que estão relacionadas à formação básica em Ciência Política: as Teoria Políticas. As disciplinas obrigatórias associadas a essas temáticas estão expostas nas tabelas a seguir: Eixo de Formação Específica Ordem 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 Nome da disciplina obrigatória Seminário de introdução ao curso de Ciência Política Iniciação à Ciência Política Teoria Política I (Clássica) Teoria Política II (Moderna) Teoria Política III (Contemporânea) Teoria das Relações Internacionais Pensamento social e político do Brasil I Pensamento social e político do Brasil II Instituições políticas brasileiras Política externa brasileira Partidos políticos e sistemas partidários Sistemas eleitorais Cultura Política e movimentos sociais Comunicação política e opinião pública Política piauiense Marketing político Políticas públicas Desenho de pesquisa em Ciência Política Metodologia Quantitativa Metodologia Qualitativa Planejamento e assessoria técnica TOTAL PARCIAL Carga horária (h/a) 15 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 1215 7. o eixo de Formação Complementar compreende: atividades acadêmicas obrigatórias. optativas e atividades definidas a partir dos conjuntos temáticos das áreas específicas de formação do curso. disciplinas relacionadas a Relações Internacionais e sobre política brasileira e comparada.

Eixo de Formação Complementar – Disciplinas Obrigatórias Ordem 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 Nome da disciplina obrigatória Iniciação à Sociologia Filosofia da Ciência Antropologia política Inglês instrumental História do Brasil Introdução à Economia Direito constitucional Fundamentos de lógica matemática Estatística I Estatística II Legislação eleitoral Gestão pública Política e meio ambiente Ética e política Metodologia do trabalho científico TOTAL PARCIAL Carga horária (h/a) 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 900 22 .

de acordo com o disposto a seguir. 7. preferencialmente. resultado da somatória das 900 horas/aula das disciplinas obrigatórias mais 240 horas/aula das disciplinas optativas deste Eixo.3 Estágio Obrigatório O Estágio Obrigatório é obrigatório e totaliza 225 horas/aula. democracia e Estado de direito Financiamento da competição política em perspectiva comparada Democracia e participação Desenvolvimento econômico e questões regionais Psicologia política Estudos legislativos Federalismo e representação política Política e desenvolvimento econômico Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) TOTAL A SER CURSADO Carga horária (h/a) 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 60 240 As disciplinas do Eixo de Formação Complementar. o aluno deverá cursar quatro disciplinas optativas (240 horas/aula). Deve ser realizado. tendo como meta oportunizar ao educando um momento de aliar teoria e prática. contemplam um total de 1140 horas/aula. Eixo de Formação Complementar .Disciplinas Optativas Ordem 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 Nome da disciplina Regime e organizações internacionais Relações internacionais e política social Geografia internacional e geopolítica História das idéias políticas e sociais Processo legislativo Sociologia brasileira Introdução ao estudo do direito Democracia e competição política Política latino-americana Planejamento de campanha eleitoral Corrupção e accountability em sistemas políticos modernos Estado e sociedade no capitalismo contemporâneo Direitos humanos. portanto. Este é um momento em que o aluno terá contato 23 . política e direito Constitucionalismo. no penúltimo período.1. sob orientação de um professor do curso de Ciência Política da UFPI.Além das disciplinas do Eixo de Formação Complementar obrigatórias. Estas disciplinas serão ofertadas pelo curso.

de forma a contribuir para a inserção do aluno no mercado de trabalho. 24 .mais autoral com o uso de procedimentos de pesquisa apreendidos ao longo do curso.

ou seja. trabalho em pesquisa. O TCC deve obedecer às normas atualizadas de produção de trabalho científico da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). possibilitando o aprofundamento do aluno em um tópico específico do conteúdo estudado ao longo do curso. de outro Departamento/Coordenação ou de outra Instituição de Ensino Superior (IES). “metodologia qualitativa” e “Desenho de Pesquisa em Ciência Política”. tais como “metodologia quantitativa”. Para tanto. sob orientação de um professor do curso de Ciência Política da UFPI. o aluno deverá cursar a disciplina TCC II. um momento de iniciação do aluno à prática acadêmica de pesquisa.) participação em eventos científicos.5 Atividades Complementares Segundo a Resolução CNE/CES nº 17/2002 e conforme o Parecer CNE/CES nº 492/2001.1. dentre elas: “estágios.. Devem ser cursadas no final da graduação (sétimo e oitavo período). Após esta primeira fase de elaboração de projeto.7. subdividimos esta disciplina em duas etapas. laboratórios. projetos de extensão” (CNE/CES nº 25 . (. iniciação científica. Os Trabalhos de Conclusão do Curso são. outras atividades acadêmicas podem ser consideradas parte da integralização curricular. portanto. seminários extra-classe.1.4 Trabalho de Conclusão de Curso – Monografia (TCC) As disciplinas “Trabalho de Conclusão de Curso I” e “Trabalho de Conclusão de Curso II” (TCC I e TCC II) são obrigatórias e totalizam 180 horas/aula. na qual elaborará uma monografia acerca do tema anteriormente pesquisado. dentro da estrutura curricular. e 3) um professor. são um ato em que o estudante detém-se a dissertar sobre um determinado tema de relevância acadêmica ou social. de preferência.. Nesta etapa. O trabalho deverá ser apresentado publicamente e avaliado por uma banca composta de três professores: 1) o orientador. 7. 2) um professor da Coordenação do Curso de Ciência Política da UFPI. o aluno colocará em prática as técnicas de pesquisa apreendidas em disciplinas anteriores. empresa júnior.tem por propósito orientar o aluno na elaboração de um projeto de pesquisa acadêmica ou num projeto de intervenção social. A primeira – TCC I .

conferências. O currículo do curso de Ciência Política da UFPI terá carga horária total de 2. a carga horária mínima para o curso de Ciências Sociais (Antropologia. h) atividades de extensão: cursos à distância. música e produção ou elaboração de vídeos. Essas atividades só poderão ser creditadas com aval do Colegiado do curso de Ciência Política da UFPI. coral. semanas acadêmicas (participação e organização). constituem um conjunto de estratégias didático-pedagógicas que permitem. realização de estágios em Empresa Júnior/Incubadora de Empresas. que dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação. palestras. poesia.940 horas/aula. estudos realizados em programas de extensão e participação em projetos de extensão. (Resolução CEPEX 177/12). Podem ser consideradas atividades complementares: a) Exercício de monitoria b) participação em PET e PIBID. e participação em entidades estudantis da UFPI como membro de diretoria. 26 . bem como apresentação de trabalhos em eventos científicos e aprovação ou premiação em concursos. dos saberes e habilidades necessárias a sua formação. 7. fóruns. 120 horas/aula. as atividades complementares consideradas pela UFPI são as seguintes: As Atividades Complementares de Graduação. a articulação entre teoria e prática e a complementação. f) experiências profissionais e/ou complementares: realização de estágios não obrigatórios cadastrados na Pró-Reitoria de Extensão. tais como. Ciência Política e Sociologia) é de 2. e) atividades de apresentação e/ou organização de eventos gerais: congressos. Essas atividades visam à complementação da formação profissional do bacharel em Ciência Política. jornais e anais. no mínimo.400 horas. dança. no âmbito do currículo. teatro. bacharelados. por parte do estudante. a serem desenvolvidas durante o período da formação. softwares. j) atividades artístico-culturais e esportivas e produções técnico-científicas: participação em grupos de arte. d) participação em grupos de estudo/pesquisa sob supervisão de professores e/ou alunos dos Cursos de Mestrado e/ou Doutorado da UFPI. não relacionados a eventos. Parágrafo único.492/2001). de acordo com a Resolução CEPEX 177/12. participação em projetos sociais governamentais e não governamentais e participação em programas de bolsa da UFPI.2 Integralização Curricular Segundo a Resolução CNE/CES nº 02/2007. i) vivências de gestão: participação em órgãos colegiados da UFPI. totalizando. conforme Tabela abaixo. na modalidade presencial. l) disciplinas eletivas. c) participação em pesquisa e projetos institucionais. Mais especificamente. participação em comitês ou comissões de trabalho na UFPI. considerando todas as atividades relacionadas para a integralização do curso. seminários. g) trabalhos publicados em revistas indexadas. exposições e programas radiofônicos.

Resumo da Carga Horária de Integralização do Curso Ordem 01 02 03 04 05 Atividades Eixo de Formação Específica Eixo de Formação Complementar Estágio Obrigatório Trabalho de Conclusão de Curso – Monografia (TCC) Atividades Complementares TOTAL Carga horária (h/a) 1215 1140 225 180 120 3120 27 .

P.0 60 - 4. Duração do Curso de Ciência Política da UFPI Ordem 01 02 Duração Mínima (Sugerida) Máxima Anos 4 6 7.0.0.0.0 60 300 - - T.0 4.0 60 - 4.0 60 Fundamentos da Lógica Matemática 20.TP Carga Horária (h/a) Pré-requisitos 1.0.0.0.0.0.0 21.0 4.0 4.TP 4.TP 4.0 60 60 Teoria Política I (Clássica) Teoria Política I (Clássica) 4.0 60 História do Brasil 4.P.0.0 4.0 20.0.0.0.0.0.0.0 300 28 .3 Duração do Curso O curso de Ciência Política da UFPI será de 4 (quatro) anos e funcionará no turno noturno.0 4.0. O limite máximo para a conclusão do mesmo será de 6 (seis) anos.0 4.P.0.0 60 60 60 Iniciação à Ciência Política - 4.0 60 60 60 60 60 315 - T.0.0.0 15 - 4.7. T.4 Matriz Curricular Nome da Disciplina 1º Período (315 h/a) Seminário de introdução ao curso de Ciência Política Metodologia do trabalho científico Iniciação à Ciência Política Iniciação à Sociologia Inglês instrumental Filosofia da ciência TOTAL 2º Período (315 h/a) Teoria Política I (Clássica) História do Brasil Introdução à Economia Fundamentos de lógica matemática Antropologia política TOTAL 3º Período (315 h/a) Teoria Política II (Moderna) Teoria das Relações Internacionais Pensamento social e político do Brasil I Desenho de pesquisa em Ciência Política Estatística I TOTAL Créd.0 4.

0 300 T.TP 4.TP Teoria Política II (Moderna) Pensamento Social e Político do Brasil I Estatística I 4.0 20.0 60 4.0.0 60 60 60 60 4.0.0 60 60 60 300 5º Período (315 h/a) Partidos políticos e sistemas partidários T.0.0.0 4.0.0.TP 4.0.P.0. Metodologia Qualitativa.0 4.0.0 60 - 4.0.0.0 60 - 4.0.0.0 60 Políticas públicas Política e meio ambiente 4. Desenho de Pesquisa em Ciência Política.P.0.0.0 60 - Trabalho de Conclusão de Curso (TCC I) 0.0.0 4.0.0 60 TOTAL 6º Período (315 h/a) Disciplina optativa I Legislação eleitoral Gestão pública Planejamento e assessoria técnica Metodologia qualitativa TOTAL 7º Período (570 h/a) Sistemas eleitorais Cultura política e movimentos sociais Comunicação política e opinião pública Estágio Obrigatório TOTAL 0.0.0 60 Política externa brasileira 4.0. e Planejamento e Assessoria 29 .15 225 16.0 4.0.0 300 T.0 60 4.0 60 20.0 60 60 Metodologia quantitativa 4.0.P.0.0 4.TP 4.0 4.0.6 90 Metodologia Quantitativa.0.P.0. Teoria Política III Disciplina Optativa II 4.21 555 Teoria Política II (Moderna) Teoria das Relações Internacionais Desenho de Pesquisa em Ciência Política Políticas Públicas Desenho de Pesquisa em Ciência Política Teoria Política III (Contemporânea).0 60 20.4º Período (330 h/a) Teoria Política III (Contemporânea) Pensamento social e político do Brasil II Instituições políticas brasileiras Direito constitucional Estatística II TOTAL T.

6 90 TCC I TOTAL 26.0 60 60 60 Comunicação Política e Opinião Pública - 0.355 h DISCIPLINAS OPTATIVAS: 240h ESTÁGIO OBRIGATÓRIO: 225h TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC): 180h ATIVIDADES COMPLEMENTARES: 120h CARGA HORÁRIA TOTAL: 3120 CRÉDITOS: 208 30 .0 60 Disciplina optativa III Disciplina optativa IV Ética e política Trabalho de Conclusão de Curso II – Monografia (TCC) 4.8º Período (405 h/a) Política piauiense T.0.0 60 Marketing político 4.TP 4.0.0.0.6 390 RESUMO DA MATRIZ DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS: 2.0 4.0.0 4.0.P.0.

1992. Bibliografia básica: BOBBIO. Para abrir as Ciências Sociais. Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2010-2014. Editora UNB. 1976. A ciência política nos anos 80.0 – Ementa: Apresentação do curso de Ciência Política. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ. COMISSÃO GULBENKIAN.48. B. Dados. 1978.1 Disciplinas do Eixo de Formação Específica DISCIPLINA: Seminário de Introdução ao Curso de Ciência Política COORDENAÇÃO: CCP CH CRÉDITOS PRÉ-REQUISITOS: 15 h 1. LAMOUNIER.8. 31 . 8ª ed. Norberto. B. DUVERGER. Norberto. MATTEUCCI. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO.1.232. p. Teresina. (Verbete: Ciência Política pp. Ciência Política: teoria e método. Rio de Janeiro: Zahar. — Brasília. M. HENRIQUE. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ. Pesquisa e Extensão). MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Indicação das possibilidades dos alunos em projetos e núcleos de pesquisa ligados ao curso e aos professores de Ciência Política. A Bibliografia de Ciência Política sobre o Brasil (1949-1974). Estado. 4ªed—São Paulo. F. Bibliografia complementar: BOBBIO. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. 2012. Diretrizes curriculares para os cursos de graduação em ciências sociais antropologia. ciência política. p. Paz e Terra. LAMOUNIER. EMENTAS DAS DISCIPLINAS 8. PASQUINO. Lisboa: Europa-américa. p. n º 18. das disciplinas. Brasília: UnB. Teresina. Normas de Funcionamento dos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Piauí. Dicionário de Política. Brasília. 164-168). dos professores e da estrutura técnica e física do curso. Discussão das perspectivas dos egressos no mercado de trabalho. sociologia. Governo e Sociedade: Para uma Teoria Geral da Política. 1982. 1995. 2010. Gianfranco. Resolução 177/12 CEPEX (Conselho de Ensino. Nicola. 1996.0. 2002. CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR.

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DISCIPLINA: Teoria das Relações Internacionais
COORDENAÇÃO: CCP
CH
CRÉDITOS
PRÉ-REQUISITOS:
60 h
4.0.0
Teoria Política I (Clássica)
Ementa:
O sistema internacional do século XIX e XX. Diplomacia e Ordem. Guerra e Paz. Teoria das
Relações Internacionais. Realismo. Funcionalismo. Idealismo. Teoria da Dependência.
Neorealismo. Teoria da Inter-Dependência. Globalização e Regionalização.
Bibliografia básica:
ARON, R. Estudos políticos. Brasília: UnB, 1985.
_______. Paz e guerra entre as nações. Brasília: UnB, 1986.
_______. Pensar a guerra, Clausewitz: a era planetária. Brasília: UnB, 1986.
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Paradigmas das relações internacionais: idealismo-realismo-dependência-independência.
Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 2000.
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Buenos Aires: Grupo Editor Latinoamericano, 1986.
Bibliografia complementar:
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DISCIPLINA: Pensamento social e político do Brasil I
COORDENAÇÃO: CCP
CH
CRÉDITOS
PRÉ-REQUISITOS:
60 h
4.0.0
História Brasil
Ementa:
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Acesso fev. O. FURTADO. A Qualidade do Crescimento. Rio de Janeiro: FGV. 2005. S. 1997. Brasília. Disponível em www. out.).0. 117 . ciência e tecnologia. C. Bibliografia básica: COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO. 375-386. LANDES. São Paulo: UNESP.DISCIPLINA: Desenvolvimento econômico e questões regionais COORDENAÇÃO: CCP CH CRÉDITOS PRÉ-REQUISITOS: 60 h 4. Livro Verde. p. In: Parcerias Estratégicas. C. Tecnologia e Inovação. Fortaleza. D. C. 1991. de (Coord. S. Políticas e programas de desenvolvimento regional no Brasil. p. 28.. THOMAS. 1999. C.undp. A constatação do GTDN e as exigências da atualidade. Rio de Janeiro: Campus. v. São Paulo: Nova Cultural. New York: PNUD.0 Ementa: Novas interpretações sobre os processos de desenvolvimento econômico. n. 2002. Resumo. 1343-1376.org. Bibliografia complementar: SILVA. Agenda 21. L. In: Revista Econômica do Nordeste. Rio de Janeiro: Paz e Terra. jun. Ciência. L. CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Desenvolvimento econômico. n. 1986 (Os Economistas). C. Pacto federativo e questões regionais no Brasil. Nosso Futuro Comum. Teoria e Política do Desenvolvimento Econômico. Desafios para a sociedade brasileira. Porque algumas são tão ricas e outras são tão pobres. 20. FERNANDEZ. FURTADO. MELO. 1998. et al. 2001. 1997. Tradução Edélcio Gonçalves de Souza. 4. P. Brasília: Senado Federal. 2005. Políticas públicas e planejamento econômico. FURTADO. G. Relatório do Desenvolvimento Humano 2005. O longo amanhecer: reflexões sobre a formação do Brasil. V. dez. Riqueza e Pobreza das Nações. Questões regionais e territoriais no mundo contemporâneo. 2006. Brasília: MCT e Academia Brasileira de Ciências.

Knowledge for Development. O Brasil e a Economia do Conhecimento. Acesso fev.org.). 2002.C. D. 118 . WORLD BANK. 2006. Summary. Rio de Janeiro. 1999 (World Development Report 1998/99). Disponível em www. 2000. Resolution adopted by the General Assembly. José Olympio. Disponível em www. 2006. (Coord. United Nations Millennium Declaration.: autor. Washington. VELLOSO.undp. J.worldbank. Acesso fev. P. dos R. sep.org.UNITED NATIONS.

São Paulo: Atlas. 3.15 Ciência Política. 2009. 2000. Sistematização da integração da teoria e da prática. Bibliografia básica: BASTOS. trabalhos de conclusão. A. Estágio Supervisionado. 1995. 2. São Paulo: Thomson. M. Execução de projeto de intervenção e de pesquisa. teses e dissertações. Al. da R. A. 2002. ROESCH. OLIVO. BURIOLLA. São Paulo: Cortez. 1999. R. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de conclusão de curso.Estágio supervisionado e trabalho de conclusão de curso. dissertações e estudo de casos. S. M.ed. S. Acompanhamento da aprendizagem visando o aprimoramento profissional. São Paulo: Atlas.. L. M. M. Manual para a elaboração de projetos e relatórios de pesquisa. trabalhos de conclusão. A. 2000. MARTINS. São Paulo: Cortez. A.8..ed. S. 1981. M. C. 2007. S. 2004. A. BIANCHI.. LIMA.Estágio Supervisionado. São Paulo: CENGAGE. ALVARENGA. Desenho de Pesquisa em 225 h 20. VERGARA. DE M. et. G. F. Estágio e Docência. Projetos de estágios e de pesquisa em administração: guia para estágios.. C.0. São Paulo: Atlas. M. Rio de Janeiro: Zahar.. Orientação do estudante em instituições públicas e privadas visando o aprimoramento educativo-profissionalizante. L. São Paulo: Atlas. BIANCHI. dissertações e estudo de casos. e Planejamento e Assessoria Ementa: Orientação e supervisão da prática profissional. LINTZ. PIMENTA. S. (Orgs). Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guias para estágios. S. Manual de Orientação . C. Bibliografia complementar: LIMA. Projeto e relatórios de pesquisa em administração. 119 .4 Estágio Obrigatório DISCIPLINA: Estágio Obrigatório COORDENAÇÃO: CCP PRÉ-REQUISITOS: CH CRÉDITOS Teoria Política III (Contemporânea). G.A. ROESCH.

8.5 Trabalho de Conclusão de Curso – Monografia (TCC)
DISCIPLINA: Trabalho de Conclusão do Curso I – TCC I
COORDENAÇÃO: CCP
PRÉ-REQUISITOS:
CH
CRÉDITOS
Teoria Política III, Metodologia Qualitativa, Metodologia
90 h
0.0.6
Quantitativa
Ementa:
Técnicas para a elaboração de projetos de pesquisa acadêmica e projetos de intervenção.
Discussão metodológica sobre desenhos de pesquisa. Tipos de pesquisa. Estrutura do
trabalho científico. Questões básicas relativas ao projeto: objeto, problema, referencial
teórico e metodologia. Relatório de pesquisa. Produção de artigos científicos. Produção de
um Trabalho monográfico. Redação científica.
Bibliografia básica:
AMERICAN PSYCOLOGICAL ASSOCIATION (APA). Manual de publicação da APA. São Paulo:
Penso, 2012.
ECO, H. Como se Faz uma Tese. 12ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1995.
SELLTIZ, C.; JAHODA, M.; DEUTSCH, M.; COOK, S. T. Métodos de pesquisa nas relações
sociais. 11ª reimpressão. São Paulo: EPU, 1987.
Bibliografia complementar:
CRESWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativos, quantitativo e misto. São
Paulo: Penso, 2010.
FLICK, U. Desenho de pesquisa qualitativa. São Paulo: Ed. Penso, 2009.
KOLLER, S. H.; COUTO, M. C. P. P.; HOHENDORFF, J. V. Manual de produção científica. São
Paulo: Penso, 2010
PRZERWORSKI, A.; SALOMON, F. The art of writing proposal: some candid suggestion for applicants
to social science research council competition. Social Science Research Council, New York, p. 1-8,
1998.

SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho científico. 18ª ed. São Paulo: Cortez/Autores
Associados, 1992.

120

DISCIPLINA: Trabalho de Conclusão de Curso II – Monografia (TCC II)
COORDENAÇÃO: CCP
CH
CRÉDITOS
PRÉ-REQUISITOS:
TCC I
90 h
0.0.6
Ementa:
Pesquisa científica. Interpretação dados da pesquisa empírica. Estruturação metodológica
do trabalho de conclusão de curso. Socialização dos resultados.
Bibliografia básica:
BASTOS, L. da R. et al. A arte de investigação criadora: introdução a metodologia da
pesquisa. Rio de Janeiro: JUENE, 1986.
ECO, U. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1995.
GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 1991.
SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2002.

Bibliografia complementar:
BELL, J. Projeto de pesquisa: guia para pesquisadores iniciantes em Educação, Saúde e
Ciências Sociais. 4ª Ed. São Paulo: Penso. 2008.
KING, G.; KEOHANE, R. O.; VERBA, S..Designing Social Inquiry: Scientific Inference in
Qualitative Research. Princeton, Princeton University Press. 1994.
LAKATOS, E. M; MARCONI, M. de A. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de
pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de
dados. São Paulo: Atlas, 2007.
POUPART, J.; DESLAURIERS, J. P.; GROULX, L.H.; LAPERRIÈRE, A.; MAYER, R.; PIRES, A. P. A
pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Rio de Janeiro: Editora
Vozes. 2008.
PRZERWORSKI, A.; SALOMON, F. The art of writing proposal: some candid suggestion for
applicants to social science research council competition. Social Science Research Council,
New York, p. 1-8,1998.

121

FLUXOGRAMA INSERIR

122

10. SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO

Durante todo o processo de execução do curso de Ciência Política, este
será avaliado. A primeira avaliação ocorrerá durante sua implementação e a segunda
avaliação após a conclusão das primeiras turmas.
A avaliação tem como pressuposto a participação efetiva de alunos,
professores e da comunidade acadêmica em geral. O objetivo é repensar a
metodologia e as práticas educacionais cotidianas, de forma a permitir um feedback
entre as metas e os objetivos do curso. Dessa forma, os conteúdos das disciplinas e as
práticas metodológicas utilizadas em sala de aula estarão em constante processo de
avaliação, visando aperfeiçoar as práticas pedagógicas.
A Coordenação do Curso de Ciência Política, juntamente com os
professores e o Colegiado do Curso, monitorarão as atividades de ensino, pesquisa,
extensão, atividades complementares, Estágio Obrigatório e Trabalho de Conclusão do
Curso (TCC). Visando atingir este fim, serão necessárias a implementação das seguintes
formas de acompanhamento:
1)

Aplicação de questionários, junto aos alunos, com o intuito de avaliar os

conteúdos, métodos e práticas pedagógicas do curso;
2)

A realização de reuniões mensais do Colegiado do Curso para discutir

questões relacionadas ao andamento das atividades docentes e discentes;
3)

Análise do desempenho dos discentes nas disciplinas a cada semestre

letivo, para orientar a oferta de disciplinas aos alunos fora de bloco.
Dessa forma, a sistemática de avaliação do curso de Ciência Política
abarcará duas dimensões: a do processo de ensino e de aprendizagem e a do próprio
currículo.

10.1 Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem

O modelo de avaliação adotado pelo curso de Ciência Política da UFPI
terá como metodologia a análise quantitativa, qualitativa e comparativa. A
necessidade de optar por modelos plurais de avaliação advém da complexidade da
123

nesse sentido. direcionando alunos e professores a uma ação mais consciente. pela metodologia comparativa porque se entende que comparar significa assimilar e diferenciar limites e avanços. 124 . Por fim. pois nenhuma abordagem é suficiente para aferir de modo preciso o desenvolvimento das atividades do curso. atividades e comportamentos de alunos e professores. A metodologia quantitativa. trabalhos em grupo. esta metodologia possibilitará o redimensionamento das demandas e limites das práticas pedagógicas das disciplinas do curso. assim como. pois busca explicar as motivações individuais que movimentam a ação dos alunos e dos professores. seminários. Além disso. poder-se-á avaliar o desempenho período por período. também. Nesse sentido. A metodologia qualitativa considera os aspectos subjetivos do processo de avaliação. atitudes. as metodologias quantitativa e qualitativa devem ser consideradas conjuntamente para uma melhor avaliação do processo de ensino-aprendizagem. a melhoria dos serviços prestados à comunidade acadêmica. estimulando o aluno a desenvolver de forma plena suas atividades no curso. opiniões. A avaliação servirá para a reformulação das práticas pedagógicas adotadas pelos professores. turma por turma. caráter eminentemente reflexivo. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). verificando a adequação das abordagens utilizadas em sala e a aprendizagem do aluno. Estes instrumentos servirão para a composição de indicadores tendo em vista o melhor desenvolvimento do alunado. permitirá mensurar percepções. O diagnóstico realizado a partir dessa abordagem permitirá o melhor direcionamento das atividades propostas. hábitos. entre outros constituem instrumentos avaliativos importantes para a melhoria do curso de Ciência Política. A sistemática de avaliação do processo de ensino-aprendizagem tem. a metodologia comparativa será utilizada para demarcar o desenvolvimento dos alunos do curso de Ciência Política. projetos realizados. forma diagnóstica. Optou-se. Este modelo intenta a reflexão do processo de ensinar e aprender.prática educacional. nesse caso. portanto. provas. Estágio Obrigatório. Assume. Além disso. Nesses termos.

nas disciplinas Estágio Obrigatório e o Trabalho de Conclusão de Curso. em cada disciplina.2 Avaliação do Projeto Pedagógico O currículo do curso de Ciência Política deverá ser acompanhada e avaliada. analisar-se-á se as atividades estão a contento ou necessitando de ajustes e reformulações. a avaliação seguirá às normas estabelecidas pela Resolução nº 177/12 CEPEX/UFPI e pelos regulamentos definidos pelo Colegiado do Curso de Ciência Política. sendo assim. de forma permanente. Assim. 2) avaliação dos Planos de 125 . sendo a primeira avaliação durante sua implementação e a segunda após a conclusão das primeiras turmas. que normatiza a avaliação do rendimento escolar por período letivo. este Projeto Pedagógico poderá ser adequado visando atender as demandas da comunidade acadêmica. como: 1) reunião periódica entre professores e alunos. por alunos e professores. Posteriormente serão organizados reuniões coletivas. Assim. ferramenta útil para o planejamento das atividades acadêmicas. na qual discutir-se-á a necessidade de alterações ou não do currículo do curso. Pesquisa e Extensão da Universidade Federal do Piauí (CEPEX/UFPI). a avaliação deverá orientar-se pela Resolução nº 177/12 do Conselho de Ensino. habilidades e conteúdos curriculares estabelecidos nesse Projeto Pedagógico. Através da metodologia comparativa. Assim. considerando. a avaliação do Projeto Pedagógico e.A avaliação do processo de ensino-aprendizagem deve ser baseada nas competências. serão tomadas medidas para a avaliação do Projeto Pedagógico. também. Além do que. além dessas diretrizes. 10. consequentemente. do currículo proposto servirá de parâmetro para possíveis ajustes ao longo do tempo. segundo as Diretrizes Curriculares do curso de Ciência Política. a avaliação do Projeto Pedagógico ocorrerá durante todo o processo de execução do curso de Ciência Política. Como exposto anteriormente. a assiduidade do aluno às atividades didáticas do curso. É importante observar-se que.

126 . de questionários de avaliação sobre o desempenho dos professores. ao final de cada período letivo.Curso nas reuniões do Colegiado. reunir os professores que orientam pesquisas e outras atividades acadêmicas. 3) aplicação. e 4) periodicamente.

127 . pesquisa e extensão. é importante que. os estudantes. junto à sociedade. como o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Pesquisa (PIBIC-UFPI). Além disso. vinculados aos Núcleos de Pesquisa e aos professores do curso de Ciência Política da UFPI. o aluno terá a possibilidade de participar de cursos e mini-cursos providos pelos professores da Universidade Federal do Piauí e de outras instituições de referência na área. projetos de intervenção. juntamente com os professores do curso. participe de atividades como as listadas abaixo: 1) No eixo Pesquisa. vinculados ao Curso de Ciência Política da UFPI. ao longo do curso. tais como: projetos específicos de professores e projetos institucionais. nos Núcleos de Pesquisa. Além disso. o discente poderá aprimorar sua qualificação. 2) No eixo Extensão. ATIVIDADES DE ENSINO. voltadas para o exercício efetivo da cidadania.11. poderão participar e compor pesquisas de caráter técnico ou científico. No caso dos alunos. se consubstanciarão num espaço contínuo de exercício da atividade acadêmica. PESQUISA E EXTENSÃO O docente e o discente do curso de Ciência Política da UFPI deverão participar dos três tipos de atividades relacionadas à Universidade: ensino. através de grupos de pesquisa voltados para questões relevantes da política e sociedade.

planejamento e assessoria técnica em órgãos governamentais (no Executivo e Legislativo). 4) Atuar como analista político e consultor de marketing em órgãos públicos e privados. centros de pesquisa etc. fundações. 128 .. 2) Prestar serviços especializados para institutos privados de pesquisa de opinião pública. ÁREAS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL O Bacharel em Ciência Política. terá como área de atuação: 1) Consultoria. desde o processo de criação até a construção de projetos de intervenção social e política. de consultoria e planejamento. formado pela Universidade Federal do Piauí.12. 3) Participar do processo de formação de Organizações do Terceiro Setor.

os núcleos de pesquisa e a coordenação.Salas de aulas Instalações Sala 328 Sala 315 (mestrado e graduação) Sala EUI 10 (provisória) Sala EUI 11 (provisória) Total Área (m2) 90 m² /sala 90 m² /sala Qtª de carteiras 50 carteiras/sala 50 carteiras/sala Qtª de quadros de acrílico 1 Quadro de acrílico/sala 1 Quadro de acrílico/sala 90 m² /sala 50 carteiras/sala 1 Quadro de acrílico/sala 90 m² /sala 50 carteiras/sala 1 Quadro de acrílico/sala 360 m² 200 carteiras 4 Quadros de acrílico .13. o curso conta com 8 (oito) professores efetivos na área de Ciência Política os quais compõem a base do corpo docente do curso. as salas de aula. dispomos do seguinte espaço físico: .1 Recursos humanos e materiais do curso Considerando a estrutura existente do curso. encaminhada anteriormente. isto é. A fundação do curso fora.Salas da Coordenação e Sub-coordenação do Curso Instalações Sala 25 CCHL Total Área (m2) 32 m² /sala 32 m² Computadores 2 computadores Cadeiras 5 cadeiras Birô 3 birôs Data-show 2 data-shows 2 computadores 5 cadeiras 3 birôs 2 data-shows 129 . 5 (cinco) têm atuação no Programa de Mestrado em Ciência Política. CONDIÇÕES DE IMPLEMENTAÇÃO E IMPLANTAÇÃO O curso de Bacharelado em Ciência Política foi fundado em 2012 a partir do desmembramento corpo de professores de Ciência Política que estavam lotados no Departamento de Ciências Sociais. desde a criação do programa de Mestrado em Ciência Política no ano de 2007. Atualmente. dois professores doutores bolsistas externos e dois professores voluntários de outros departamentos (Ciências Sociais e Economia). Diante disso. faz-se necessário a especificação das condições de implantação do Curso. Dentre estes professores. 13. O curso dispõe ainda do auxílio de dois professores substitutos. contudo.

Essas áreas comuns a outros cursos serão parte integrante do curso de Ciência Política.Laboratórios e Sala de vídeo O Centro de Ciências Humanas e Letras da UFPI possui uma sala de vídeo.br .Sala do Centro Acadêmico do Curso Instalações 01 sala Total Área Unitária (m2) 9 m² /sala 9 m2 Cadeiras 3 cadeira/sala 3 cadeiras Mesa 1 mesa/sala 1 mesa .Salas dos Professores Área (m2) 9 m² /sala 27 m2 Instalações 03 salas Total Cadeiras 3 cadeiras/sala 9 cadeiras Mesa 3 mesas/sala 9 mesas .edu..Sala dos Núcleos de Pesquisa – Prédio da pós-graduação CCHL Núcleo de Pesquisa sobre Desenvolvimento e Pobreza (NUDEPE) Coordenador: Raimundo Batista dos Santos Junior E-mail: rjunior@ufpi. E-mail: dideus@superig. 130 .br Núcleo de Estudos sobre Instituições e Políticas Públicas (NIPP) Coordenador: Monique de Menezes E-mail: nucleonipp@googlegroups. um auditório e um laboratório de informática.com Núcleo de Estudos políticos e eleitorais (NEPE) Coordenador: Cleber de Deus Pereira da Silva.com.

integra a política de inclusão social e apoio ao estudante com deficiência. auditiva e outras). APOIO AO DISCENTE As políticas de apoio aos discentes da Universidade Federal do Piauí estão interligadas em um conjunto de ações assistenciais institucionalizadas na Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e Comunitários (PRAEC). nas áreas de atenção. moradia. Assim. criada através da Resolução 067/77. por meio da concessão de uma bolsa. com a criação da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis e Comunitários (PRAEC). facilitando a sua permanência na instituição e melhorando. vinculada à PRAEC. consequentemente. As ações desenvolvidas e o impacto no âmbito da assistência estudantil nos campi que integram a UFPI deram cabo à implementação de um modelo social inclusivo. assim. O programa provê ainda as condições necessárias para o funcionamento e manutenção das casas. em geral. 2) Bolsa de Apoio Acadêmico .14. Garante-se. tendo como contrapartida a prestação de serviço nos diversos setores desta Instituição. Desde 1992. além de acompanhar o rendimento acadêmico e oferecer apoio social e psicológico. Promove. a permanência dos discentes na instituição. psicopedagogia e psicossocial. Uma das atividades deste projeto é a concessão de bolsa especial destinada aos universitários que tenham disponibilidade para auxiliar e acompanhar. seu aprendizado e integração como os demais discentes. por meio da PRAEC é oferecido aos alunos da UFPI em geral. alimentação. saúde. os colegas com deficiência (visual. 4) Bolsa de Apoio Estudantil-BAE . aglutinando os Programas de Assistência ao Estudante.benefício financeiro concedido ao estudante em dificuldade socioeconômica. nas atividades acadêmicas. a Coordenação de Assistência ao Estudante. 131 . estudantes provenientes do interior do Piauí ou de outros Estados. 3) Projeto Inclusão Social . passou a ser Coordenadoria de Assistência Comunitária (CACOM). concedendo também alimentação integral e inclusão digital aos moradores. e aos alunos de Ciência Política em particular: 1) Bolsa Residência Universitária . órgão responsável por desenvolver ações afirmativas de acesso e inclusão social visando garantir a igualdade de oportunidades aos estudantes.O Programa Bolsa de Apoio Estudantil contribui com o estudante da UFPI em dificuldade socioeconômica.Propicia moradia ao estudante da UFPI em situação de vulnerabilidade social. as condições básicas à permanência dos estudantes na instituição. portanto.

10) Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI) .possibilitando as condições para permanência no curso de graduação e.O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação – PIBITI e o Programa de Iniciação Tecnológica Voluntária (ITV) visam 132 . a melhoria do rendimento acadêmico. pais e mães. 6) Isenção da Taxa de Alimentação-ITA. 5) Auxílio Creche – concedido aos alunos e às alunas. com isenção total da taxa.Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica -PIBIC e Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica nas Ações Afirmativas – PIBIC-AF. consecutivos ou intercalados. de acordo com a Resolução Normativa nº 017/2006 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). preventivamente. consequentemente. A renovação ocorrerá mediante análise socioeconômica e do rendimento acadêmico semestral. em situação de vulnerabilidade social e econômica. devem comprovar ter renda inferior a 3 (três) salários mínimos. de 25/6/2007. em consonância com as diretrizes normativas do Programa Nacional de Assistência Estudantil. Duração: o aluno pode ser beneficiado durante toda a sua graduação. conforme decreto Nº 7.234. contribuindo para a melhoria do desempenho acadêmico. de 19 de julho de 2010. tendo como contrapartida a prestação de serviços administrativos nos diversos setores desta instituição ou em projetos de extensão e de pesquisa 9) Bolsas especiais – PIBIC e PIBIC AF . 7) Biama – Bolsa de Incentivo às Atividades Multiculturais e Acadêmicas. a igualdade de oportunidades. possibilitando sua formação ampliada e melhoria da qualidade de vida. O Programa BIAMA tem por objetivo estimular a participação dos estudantes em projetos supervisionados por docentes ou técnicos da UFPI. pesquisa e extensão. Estes alunos. decorrentes da insuficiência de condições financeiras. Auxílio financeiro é concedido ao estudante da UFPI em dificuldade socioeconômica.O objetivo do Bolsa Permanência e da BolsaTrabalho é contribuir para a redução da evasão e permanência na UFPI do estudante em vulnerabilidade social. com filhos de até 2 anos e 11 meses de idade. o qual tem como finalidade propiciar ao aluno de graduação presencial desta IES. A situação socioeconômica é o critério determinante na seleção dos candidatos. Este auxílio foi regulamentado pela Resolução Nº 146/07-CEPEX/02. e agindo. em situação de vulnerabilidade social. Este benefício é destinado a garantir o acesso do estudante em dificuldade socioeconômica ao Restaurante Universitário. nas situações de retenção e evasão escolar. Duração: 24 meses. 8) Bolsa-Permanência e Bolsa-Trabalho . a partir de ações educativas que articulem ensino. Destina-se preferencialmente a alunos de graduação presencial.

é uma modalidade de ensino e aprendizagem coordenada pela Coordenadoria de Apoio e Assessoramento pedagógico (CAAP). nas relações interpessoais e nos processos intrapessoais. profilaxia. em particular aos alunos interessados no conhecimento de uma segunda língua. quando propõe a ampliação da formação integral dos estudantes. restauração e exodontia simples. estimulando e desenvolvendo a criatividade e intercâmbios culturais. 14 da Resolução Nº 021/93–CONSUN de 4/1/1994). no processo de ensino-aprendizagem. 14) Acompanhamento Pedagógico . Análise do rendimento acadêmico de 133 . com a finalidade de apoiar o estudante e o servidor. Objetiva a avaliação e diagnóstico psicológico. prevenção. 15) Projeto de Inclusão Cultural . presta atendimento à comunidade universitária. O Projeto é mais um estímulo para que os estudantes ampliem os seus conhecimentos e tenham novas experiências culturais através de intercâmbios. metodologias. A proposta é possibilitar que estes estudantes concorram a bolsas oferecidas pelos convênios com instituições internacionais em melhores condições com o domínio de outro idioma.O atendimento odontológico é um benefício gratuito disponibilizado através da Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis (PRAEC) para toda a comunidade da Universidade Federal do Piauí (estudantes. Orientação e acompanhamento pedagógico aos estudantes com baixo rendimento acadêmico. conhecimentos e práticas próprias ao desenvolvimento tecnológico e processos de inovação. 16) Atendimento Psicológico. O benefício vem atender ao Plano Nacional de Assistência Estudantil . contribuindo para a superação de dificuldades sociais. psicológicas e pedagógicas. pesquisa e extensão. desenvolvida por alunos bolsistas ou não bolsistas que recebem orientação acadêmica dos professores. 11) Monitoria . 13) Serviço Odontológico . integrando as atividades de ensino. colaborando para a compreensão e para a mudança comportamental de estudantes. 12) Restaurante Universitário – Tem a finalidade de fornecer refeições balanceadas. da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PREG — Alínea “e” do Art. com atendimento clínico na área de diagnóstico (clínico e radiológico). higiênicas e de baixo custo à comunidade universitária.Acessível à comunidade universitária.estimular estudantes do ensino superior nas atividades. Atendimento psicopedagógico individual e grupal. com o fim de contribuir com a formação discente e o conseguinte incentivo à docência.PNAES. visando a prevenção e o apoio ao tratamento de problemas emocionais. Por meio de ações psicopedagógicas. funcionários e dependentes).O Projeto é voltado para alunos em situação de vulnerabilidade social.

psicopedagógico e Bolsa Alimentação. Pesquisa e Extensão (CEPEX) instituiu o Programa de Apoio I nstitucional à Participação em Eventos Científicos no país — PROEC/UFPI no qual os alunos partícipes de programas de Iniciação Científica ou Tecnológica. Nesse aspecto. a plataforma do SIGAA (Sistema Integrado de Gestão de Atividades) também é bastante útil para divulgação de eventos e de informações em geral. PIBID e PIBITI.O Programa Institucional de Bolsa de Extensão (PIBEX) é um instrumento que oferece bolsas para estudantes regularmente matriculados na graduação. 134 . realiza anualmente palestras com professores convidados e Encontros anuais nos quais professores e alunos apresentam e publicam trabalhos. interdisciplinar. portanto. a página da Web na qual a coordenação divulga informações como Editais de monitoria. psicossocial. PIBITI. recebem apoio financeiro com diárias. 17) Auxílio ao Estudante Estrangeiro – Atendimento Odontológico. Além dessas políticas assistenciais da PRAEC. passagens. científico e político que promove a interação transformadora entre a Universidade e outros setores da sociedade orientada pelo princípio constitucional da indissociabilidade com o Ensino e a Pesquisa. Trata-se. PET. A Mostra de Trabalhos Científicos permite o intercâmbio entre alunos de Ciência Política. como é o caso do Seminário de Ciência Política da UFPI e da Mostra de Trabalhos Científicos. A Coordenação do Curso de Bacharelado em Ciência Política. conceitualmente entendida como um processo acadêmico. Há ainda. eventos nacionais e internacionais da área de Ciência Política. pagamento de taxas de inscrição de artigos ou propostas aceitas em eventos nacionais. entre outros eventos pertinentes aos alunos do curso. PIBID.estudantes cadastrados nos programas da CACOM. a fim de desenvolver Ações de Extensão Universitária. de um evento para divulgação de trabalhos e dos alunos e professores. educativo. em acordo com o Programa de Mestrado em Ciência Política da UFPI. 18) Feira das Profissões – Feira anual que promove o intercâmbio entre os estudantes de graduação da UFPI e os alunos do Ensino Médio em todos os Campi. alunos do mestrado em Ciência Política e alunos dos demais cursos que se proponham participar. cultural. a Resolução 237/13 do Conselho de Ensino. Supervisão sistemática e acompanhamento psicossocial aos estudantes das Residências Universitárias. 19) Bolsas de Extensão .

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ. Teresina. 2002. Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2010-2014. Brasília: Ministério da Educação. Lei de Diretrizes e Bases da Educação.232. Parecer CNE/CES nº 1363/2001. 2010. Pesquisa e Extensão). 2007. Resolução CNE/CES nº 02/2007. 2004. 135 . BRASIL. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ. Brasília: Governo Federal. BRASIL. nº 9.15. 2012. 2001. Teresina. Brasília: Ministério da Educação. Resolução CNE/CES nº 17/2002. Normas de Funcionamento dos Cursos de Graduação da Universidade Federal do Piauí. 2001. p.394/1996. p. Resolução 177/12 CEPEX (Conselho de Ensino. Brasília: Ministério da Educação. BRASIL. Parecer CNE/CES nº 492/2001. BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Brasília: Ministério da Educação. Brasília: Ministério da Educação. 1996. BRASIL. Parecer CNE/CES nº 224/2004.48. BIBLIOGRAFIA BRASIL.

Tais alterações. deverão migrar para o novo fluxograma. bem como em virtude das orientações e objeções feitas pela Coordenadoria de Currículo. Os alunos da turma de 2012. conforme dispõe-se em ata da Assembleia Departamental. Portanto.2. conforme consta neste atual Projeto Pedagógico. é aprovada pelos discentes 136 . redigido em 2014. deverão concluir o curso em 2015.1. Nesta lógica. somente a primeira turma do curso.1. nesta lógica. operaremos tão somente com o fluxograma revisado do Projeto Pedagógico redigido em 2014 e conforme as alterações nele justificadas. deverá ser válido e aplicado apenas para a turma que ingressou em 2012. aplicar-se-á para todos os alunos ingressantes neste período. o Projeto Pedagógico de 2010. ADAPTAÇÃO CURRICULAR Em virtude da necessidade de reorganização do fluxograma do curso. Atualmente.1. discriminadas na justificativa do Projeto Pedagógico redigido em 2014.1. deverá seguir o fluxograma do projeto pedagógico redigido em 2010. uma vez que válido apenas para a turma de 2012.1. incidem tão somente na distribuição das disciplinas do 7º (sétimo) e 8º (oitavo) período do curso. esta turma possui 12 alunos regulares curricularmente matriculados. Tendo em vista que o ingresso de alunos no curso ocorre anualmente.1 que estiverem retidos no andamento regular do fluxograma do PPC de 2010 deverão obrigatoriamente migrar para o fluxograma do PPC de 2014. A partir do período de 2016. a qual ingressou em 2012. O Projeto Pedagógico de 2010. a desativação do Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Ciência Política em sua primeira versão redigida em 2010 deverá ocorrer ao fim do período de 2015. a Assembleia Departamental do curso de Bacharelado em Ciência Política decidiu proceder uma série de alterações no Projeto Pedagógico redigido em 2010.1. Esta migração. salvo algum percalço. as alterações dispostas no projeto pedagógico redigido em 2014 deverão se aplicar a todas as turmas que ingressaram no curso a partir do ano de 2013. os quais.2. incluindo-se aí própria turma de 2013. Assim sendo.16. As demais.

quais sejam.tendo em vista ser mais racional e eficiente. Não houve alterações substantivas de distribuição de disciplinas e ementas ao longo destes seis primeiros blocos. 137 . Por fim. anteriormente concentrada integralmente no 8º (oitavo bloco) e agora. o sétimo e o oitavo. a Assembleia Departamental do Curso de Bacharelado em Ciência Política enfatiza que tais alterações procedidas no Projeto Pedagógico não prejudicarão ou sobrecarregarão o corpo docente tendo em vista que não haverá sobreposição de fluxogramas ou disciplinas no curso. tendo em vista tratar-se de alterações pontuais de redistribuição de carga horária nos dois últimos períodos do curso. sobretudo no que diz respeito à redistribuição da carga horária da disciplina “Trabalho de Conclusão do Curso” (180h). A distribuição de disciplinas ao longo do seis primeiros blocos do curso permaneceu inalterada. subdividida em duas disciplinas (TCCI e TCCII) de noventa horas (90h). não haverá concomitância na oferta de disciplinas entre os dois projetos pedagógicos do curso. no PPC revisado de 2014. cada qual em um bloco. Assim.

APÊNDICES 138 .