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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS E

TECNOLOGIA DO CEARÁ
CAMPUS MARACANAÚ
CURSO DE TECNÓLOGO EM MANUTENÇÃO
INDUSTRIAL
Alisson Felix da Silva
Marcelo Vieira Amaro

RELATÓRIO DE INSPEÇÃO
TERMOGRÁFICA EM QUADROS
ELETRÍCOS

MARACANAÚ-CE
JUNHO/2013
Alisson Felix da Silva Junior
Marcelo Vieira Amaro

quadros. ministrada pelo Professor Venceslau Xavier. disjuntores. como fios. barramentos. . no IFCE Professor: Venceslau Xavier MARACANAÚ-CE JUNHO/2013 1.INTRODUÇÃO Quadros elétricos contêm diversos equipamentos que podem fazer a segurança e a distribuição da energia. No curso de Tecnólogo em manutenção Industrial.INSPEÇÃO EM QUADRO ELETRÍCO DO BLOCO DA INDUSTRIA Relatório solicitado na disciplina de Instalações Elétricas Industrial. cabos.

A inspeção termográfica auxiliar no processo de identificar possíveis interferências que venha a aumentar a temperatura normal de funcionamento como uma sobrecarga que leva a um aquecimento acima do normal dos condutores. Proteção contra choques elétricos.1. erros em dimensionamento de circuitos.2-Dimensionamento de Condutores Definir a seção mínima dos condutores.Distribuição de Circuito Com base na planta baixa com a disposição dos pontos de consumo (iluminação. adição de cargas não programadas. Proteção contra efeitos térmicos Proteção contra sobrecorrentes Proteção contra sobretensões . 2. contra os perigos e danos que possam resultar de utilização das instalações elétricas. ou possíveis paradas incorretas de sistemas de proteção. divide-se a carga em blocos. • Verificar possíveis falhas nos condutores.3-Dispositivo de proteção contra sobrecorrente A NBR 5410 estabelece prescrições fundamentais destinadas a garantir a segurança de pessoas. 3. capacidade dos dispositivos de proteção contra sobrecargas. etc. Circuitos elétricos podem ter diversas interferências em seu processo contínuo. limite de queda de tensão. 3. cada um correspondendo a um quadro de distribuição terminal com alimentação e proteção individualizadas. capacidade de condução da corrente de curto-circuito por tempo limitado. TUGs e TUEs). falhas por deterioração pelo meio ou por tempo.conectores. verificar possíveis folgas em seus equipamentos.FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3. identificá-los e propor soluções práticas para resolução dos problemas. de animais domésticos e de bens. de forma a garantir que os mesmo suportem satisfatoriamente e simultaneamente o limite de temperatura.OBJETIVO • Identificar possíveis superaquecimentos. 3.

o somatório da carga no circuito é de 4640W: Banho Maria SL150 – 1000W Banho Maria SL150LA – 1600W Banho Maria Q334M-28 – 1840W Bomba de Vácuo New Pump 1/4Hp – 200W .4. sendo assim. para evitar uma mudança de carga que resultariam em diferentes resultados. foi possível efetuar os cálculos e descobrir a corrente no circuito.METODOLOGIA Inicialmente foi indicado que os equipamentos estivessem fixos em seus circuitos. Os equipamentos utilizados são: 3 Banho Maria e uma bomba. Em seguida foi identificado os equipamentos e seus dados técnicos.

O cabo que alimenta as TUG é de cobre de 2. A corrente no circuito 10 do LAB 2. e o mesmo suporta uma carga de até 24A.5mm está agrupado com 2 condutores.RESULTADOS . Situação que ocorreu o problema foi com adição de outro Banho Maria de potência 1600W que resultaria em uma potência total de 6040A. o disjuntor com essa corrente não irá desarmar e o cabo irá suportar. Eletromar ref.45A. O disjuntor é um DR.Para saber se o circuito suporta tal carga é necessário verificar qual a corrente que o condutor e o dispositivo de proteção suporta. essa corrente o cabo não suportaria e levaria ao disjuntor desarmar para evitar maior dano. que está no Quadro QFLAB-2 após a locação específica dos equipamentos como foi dito anteriormente. resultando numa corrente de 27.5kA em 220Vca.09A. está por volta de 21. 6.MVV120E-B20 de 30mA e apresenta uma curva C de 4.

Domingos L. evitando que o disjuntor disparasse dando continuidade a sua utilização. Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas. 6a Edição. . Dimensionamento de Condutores. . Aterramento. . .6. 2001. . 7.5. Outra solução encontrada foi tornar as TUEs do C10 TUGs especificando para cada equipamento e limitando a utilização da potência que o circuito suporta.8. Proteção e Coordenação.9. Projetos de Instalações Elétricas Prediais.A Solução encontrada que se mostrou eficiente foi retirar um banho Maria do circuito C10 diminuindo a potência total do mesmo. Dimensionamento de Condutos.BIBLIOGRAFIA LIMA FILHO.10. Editora Érica. .