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Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www.josmar.

net

Eletrônica do básico ao avançado

TELEVISORES,
MONITORES,
PLASMA, LCD
E COMPUTADORES

CONTEUDO AVANÇADO
Resistores,

+

Diodo,

Capacitores,
Transistores,

Display LCD e Plasma,

Indutores,
Televisores,
Computadores.

Edição: Revisada www.josmar.net

2ª Edição - 2014
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Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www.josmar.net

Sumário
PÁGINA
Sumário....................................................2
Apresentação...............................................3
Agradecimento..............................................4
Advertência................................................5
Prefácio...................................................5
Apresentação...............................................6
Bibliografias..............................................6
CAPÍTULOS

PÁGINA

I - RESISTORES, CAPACITORES, BOBINAS E TRANSFORMADORES____________06

II - Estrutura da Matéria_____________________________________24
2 - Condutores e Isolantes..................................25
3. Semi-Condutores..........................................26
01. Estrutura Cristalina...................................27
02. Recombinação ..........................................28
03. Cargas Permanentes.....................................29
04. Cristais do tipo N....................................30
05. Cristais do tipo P.....................................31
06. Combinação de Impurezas de Doadores e Receptores.............32
07. Condutibilidade em Semi-Condutores Tratados............33
08. Difusão de Cargas.....................................34
09. A Barreira da Função P-N...............................35
10. Correntes nas funções P-N não polarizadas.......................36
11. Função P.N.com polarização-inversa.......................37
12. Função P:N. com polarização direta....................38
13. Função dos condutores de junção ......................39
14. Levantamento da reta de carga de um diodo .............39
15. Característica do diodo P.N. ........................4 1
16. Efeito avalanche - Break Down.........................41
17. Capacidade da Barreira de Potencial....................43
18. Diodo.de Contato .....................................44
19. Varicap
...........................................44
20. Diodos de Referência (Zenner).........................44
21. Diodo Tunel ..........................................4 4
22. Aplicação............................................4 4
III – Televisor___________________________________________________________45
IV – Display LCD e Plasma________________________________________________52
V – Monitores de Vídeo___________________________________________________53
VI – Memórias Eeprom___________________________________________________62
VII – Computador_______________________________________________________63

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Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www.josmar.net

APRESENTAÇÃO
Eletrônica do básico ao avançado
Eletrônica, Televisores, Monitores, Plasma, LCD e Computador.
Este livro, foi elaborado por: Josmar Queiroz Silva, com a finalidade de oferecer o conhecimento dos
componentes e contem uma orientação voltada para os técnicos em televisores que tem a necessidade de se
adaptar para as novas tecnologias de televisores que já incorporou a função de uso continuo de computadores,
estas funções estão nos ajuste de setup que já está em uso nos novos televisores e com a Televisão Digital
haverá uma transição rápida do Televisor para o computador em pouco tempo haverá a união em um único
aparelho..
Também orientar o raciocínio de forma a compreender melhor o funcionamento de cada componente
facilitando o reparo de aparelhos eletrônicos e ajudar ao pessoal que concluir curso de Montagem e
Manutenção de Computadores e se depara com defeitos e não tem nenhum conhecimento de eletrônica para
diagnosticar defeito.
O conteúdo atual, dando assim uma visão geral do conhecimento desde o resistor e a física da matéria a
descoberta do transistor até a atualidade com componentes integrados.
Acredito que este livro seja de grande valia para todos os colegas que se interessam em melhorar seus
conhecimentos e também para principiantes interessados em adquirir a capacidade de reparar aparelhos
eletrônicos.

Agradecimentos
A DEUS o meu criador: Que permitiu a minha existência neste mundo maravilhoso e justamente neste período
de tempo de tecnologias vulneráveis como os aparelhos eletrônicos, e me deu esta capacidade de editar este
conteúdo que pode ser de utilidade por muitos anos aos nossos amigos leitores.
Aos meus saudosos pais: Severino Vicente da Silva e Clotildes Queiroz Silva, por ter me criado e educado.
A minha mulher: Neuza Maria da Costa Silva, por me apoiar nesta empreitada.
Dando-me o entusiasmo em criar mais este livro.
E que DEUS a abençoe a todos os meus leitores.

Hiper link Suporte : http://www.josmar.net/forum
E mail: josmarqs@gmail.com

ADVERTÊNCIAS
As informações e todo material contido neste livro é fornecido sem nenhuma garantia, de que o uso
conduzirá ao resultado desejado. Os leitores devem, por sua própria conta e risco, utilizar estas
informações. O editor e Autor não podem ser responsabilizados por qualquer imprecisão nas
informações ou material aqui fornecido, e em nenhuma hipótese pode ser incriminado direta ou
indiretamente por qualquer dano, perda, lucros cessantes, etc.
Devido ao uso destas informações.
Este amparado pela LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998. Artigo 46, parágrafos III e VIII.

Josmar Queiroz Silva

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estuda resistências. Gronner Simon and Schuster .tech outlines 2 . estuda o que é e como funciona o televisor. Terceiro capitulo. 9 – Instalando HD ATA MICROSOFT™ .com/portugues/products/motherbd/index.uol. 3 .asus.Diagrama em bloco Monitor LCD. a física dos materiais até o estudo do transistor.com. Primeiro capitulo.br/video 4 .Boletim de Informações Técnicas Deptº de Transistores da PHILCO™ -FORD-BRASIL 1974 . Foi dividido em sete capítulos para melhor entendimento. segundo capitulo. 8 – Manual de serviço SANSUNG™ .1975 6 – Boletim GRADIENTE™ – DIAGRAMA EM BLOCO TV DE PLASMA.net Prefácio No conteúdo deste livro foi reunido todo o estudo necessário ao entendimento da física e da química da matéria para que se possa entender o resistor. transistor display de LCD e Plasma. 7 – Manual de serviço DAEWOOD™ Vista explodida.Vídeos 12 – Olhar digital = http://olhardigital. cinescópio. LCD e Plasma. com isto se pode ter um raciocínio bem avançado dos componentes e funcionamento de cada um. BIBLIOGRAFIAS 1 .Curso Intensivo George C. capacitores e indutores.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Quarto capitulo.htm 12 – youtube.josmar.com .Transistor Circuit Analysis Alfred D.Television Transistor and Eletronics (Japão) 5 . capacitor.WINDOWSXP 10 – ASUS = http://br.Transistores . estuda os circuitos e seu funcionamento tanto do televisor monitor quanto do computador. Stanley Jr.com/news_show.aspx?id=3539 11 – http://www.intel.

O pior é quando na pratica se tem que retirar a tampa traseira do equipamento.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. enriquecendo com conhecimentos que irá ajudar no raciocínio pratico do dia a dia do reparador. Este livro é para retirar estas duvidas e encaminhar o leitor com uma orientação tal que não tenha mais nenhuma duvida deste tipo e possa localizar os defeitos com mais facilidade.net Introdução Ler um livro sobre Principio básico da eletrônica até o avançado sobre Televisores. pois a leitura do livro por mais que explicita não é o suficiente para entender o funcionamento de cada componente e dos circuitos que compõe o Televisor. monitor e computador. pois é dito popular que a alta tensão mata e onde localizar as partes perigosas. é ai que começa a duvida como partir para localizar o defeito. E o medo.josmar. De inicio iremos estudar resistências e capacitores a seguir a estrutura dos materiais com isto entendermos como funcionam todos os componentes e no final iremos saber um pouco de computador para os técnicos em televisores. 5 . por onde começar. é um susto com tantos componentes a sua frente. Monitores é computadores uma tarefa até que interessante. Foi incluído um conteúdo com a teoria que irá retirar quase todas as duvidam sobre funcionamento de cada circuito e dos componentes eletrônicos.

Os galvanômetros e os multímetros Resistência Elétrica e a lei OHMS. . Os materiais são designados por condutores. semicondutores ou isoladores conforme a oposição que oferecem seja reduzida. fones e microfones. químio-resistência. monitores. fones e microfones. conheceremos o princípio de funcionamento de alguns transdutores. e quando a corrente elétrica não encontra dificuldade em atravessar os matérias é conhecido como curto circuito.josmar. piezo-resistência. resistências cuja função é a conversão de grandezas não elétrica em grandezas elétrica. 1) – RESISTORES A dificuldade que os elétrons encontram em atravessar determinados materiais. e a perda e transformada em calor. etc.Capacitores . periféricos. V = R. existem resistências sensíveis à temperatura. Além disso. ou seja. A resistência é uma medida da oposição que a matéria oferece à passagem de corrente elétrica.Potenciômetros e trimpots . Componentes importantes serão examinados e circuitos eletrônicos de uso geral como.net Capitulo __________________________________________I RESISTORES.Bobinas e indutores . Relativamente a estas últimas.Resistores . situação à qual corresponde uma troca de energia potencial elétrica por calor.Transdutores: alto-falantes. amplificadores. televisores. como sejam as termo-resistências e os termístores. variáveis e ajustáveis. a aplicação de um campo elétrica constante (força constante) sobre uma carga elétrica conduz a uma velocidade constante nos materiais. com as aplicações básicas que você precisa conhecer para usá-lo na descoberta de problemas dos computadores e de muitos outros equipamentos eletrônicos: 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) .I V=voltagem R=resistência ( Ω ) I=Corrente elétrica Lei de Ohm. BOBINAS E TRANSFORMADORES. E quando ocorre um curto circuito pode provocar uma conversão de energia em 6 . dispositivos que convertem energia como os alto-falantes. O conhecimento de suas funções é essencial para reparação de qualquer aparelho eletrônico ou para sua montagem. o multímetro. .Corrente contínua alternada e transformadora. média ou elevada. etc. Existem resistências fixas. cuja expressão da potência dissipada é p = Ri2 A resistência é um dos elementos mais utilizados nos circuitos.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Os componentes que vamos inicialmente estudar fazem parte de todos os computadores. é expresso em ohm ( Ω ) . e ao contrário do vácuo. impressoras. resistências sensíveis ao fluxo luminoso. Teremos finalmente. Estabelece a relação existente entre a corrente e a tensão elétrica aos terminais de uma resistência. designadas por fotoresistência. Esta conversão é designada por efeito de Joule. magneto-resistência. O parâmetro R. CAPACITORES. designado resistência elétrica. Por exemplo. uma apresentação do mais importante de todos os instrumentos eletrônicos. resistências integradas e resistências discretas. é clamada de resistência. A resistência elétrica dos materiais pode ser comparada ao atrito existente nos sistemas mecânicos. etc.

a intensidade da corrente.net calor em uma quantidade além do previsto: e temos uma produção descontrolada de calor. Assim. que tem o aspecto mostrado na figura 1. Também usamos nas especificações de resistências os múltiplos do ohms. A aplicação de resistores. ou através de um código especial que todos os praticantes de eletrônica devem conhecer. ou seja.net/site/index.php/calculo-resistor-5-cores 7 .dicasdigital.josmar.1 4ª faixa 1% 2% 3% 4% 10% 5% Saiba mais no link: http://www. ou então para fazer cair a tensão num circuito a um valor mais conveniente a uma determinada aplicação. em lugar de falarmos que um resistor tem 5600 Ω é comum dizermos 5. usamos componentes denominados resistores. no caso o quilohm (kΩ ) e o megohm (MΩ ). onde o “k” substitui a vírgula. Para reduzir.dicasdigital. com efeitos destrutivos. FIG 1 1/8W 1/4W 1/2W R SIMBOLOS A “quantidade” de resistência que um resistor oferece à corrente elétrica. Exemplo: quando queima um fusível. Os resistores mais comuns são os de película ou filme de carbono ou metálico. os seus valores não são marcados com números e letras.6 k ou simplesmente 5k6. leia mais no capitulo IV Item: a) Como os resistores são componentes em geral pequenos.1 e mais de 47 000 000 Ω. Neste código são usadas faixas coloridas conforme explicamos a partir da tabela: Cor Preto Marrom Vermelho Laranja Amarelo Verde Azul Violeta Cinza Branco Prata Dourado TABELA 1 1ª faixa 2ª faixa 3ª faixa 0 x1 1 1 x10 2 2 x100 3 3 x1000 4 4 x10000 5 5 x100000 6 6 x1000000 7 7 8 8 9 9 x0. Para um resistor de 4 700 000 ohms falamos simplesmente 4. oferecendo-lhe uma oposição ou resistência.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www.01 x0. de maneira controlada.7 M ou então 4M7. sua resistência nominal é medida em ohms ( Ω ) e pode variar entre 0.php/calculo-resistor-4-cores http://www.net/site/index.

1. . têm a marcação de resistência feita diretamente com números e outras indicações. a faixa dourada diz que se trata de um resistor com 5% de tolerância. No caso temos: 1300 ohms. 10-1. temos: Verde. quando ela existe. temos um resistor de 20%. N3. Vermelho = 00 ou x 100 Temos então 13 + 00 = 1300 ohms ou 1k3. 109. que pode ter até 20% de diferença entre o valor real da resistência que ele apresenta e o valor que temos na marcação. 100. vermelho e dourado.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. que neste caso pode ser 0.1 na parte superior temos o exemplo de resistor de 4 faixas.1 na parte inferior temos o exemplo de resistor de 5 faixas. 6 Amarelo 0000 = 560000Mil = 560kohms 1% Marrom= 1% Na tabela 2. laranja.5%. N1. Na tabela 2. Qual será o seu valor? A primeira e a segunda faixa fornecem os dois algarismos da resistência. A terceira faixa nos dá o fator de multiplicação.josmar. a dezena 13. que pode ser 10-2. No nosso caso. 5 Azul.net Partindo desta tabela. 2% e 5%. 1%. Resistor de carvão normal Fig 2 4ªFaixa=dourado 3ªFaixa=vermelho 2ªFaixa=laranja 1ªFaixa=marrom Sentido de leitura Vamos supor que estejamos de posse de um resistor cujas cores na ordem são: marrom. 10. o valor de um resistor é dado por 4 ou 5 faixas coloridas que são lidas da ponta para o centro. ou seja: Marrom = 1 Laranja = 3 Formamos assim. Se esta faixa não existe. Existem resistores “de fio” que por serem maiores. Para resistores normais a quarta faixa nos diz qual é a tolerância no valor do componente. conforme mostra a figura 2. Como viremos na tabela 2. 2ª e 3ª faixa indicam os três primeiros algarismos do valor nominal da resistência. (figura 2). ou seja. N2 e A 4ª faixa indica o fator multiplicador do valor nominal da resistência. . respectivamente. ou quantos zeros devemos acrescentar ao valor já lido. A 5ª faixa indica a tolerância do valor nominal da resistência.1 abaixo existem resistores de cinco faixas que são usados em aparelhos de precisão. temos: 8 .. o significado de cada uma das cinco faixas é o seguinte: A 1ª. .

Estes resistores de grandes potências são de material resistente à alta temperatura e em lugar do carbono ou filmes metálicos são feitos fios de níquel cromo (uma liga de metal). 3 Violeta. se o componente não for capaz de transferir este calor para o meio ambiente. São chamados também de resistores de fio (figura 3).Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. os menores resistores são de 1/8 um pouco maior 1/4 W enquanto que os maiores podem chegar a 20 ou mais watts (alguns fabricantes especificam as potências em valores decimais como 0. Esta capacidade é dada pela potência (dissipação) do resistor. 1 = 237 = 237ohms 1% Marrom= 1% Figura 2.net Vermelho.1 . 2 Laranja.josmar. a qual é expressa em watts (W). A capacidade de um resistor de transferir calor para o meio ambiente está diretamente ligada ao seu tamanho (superfície de contato com o ar). (A aplicação do código de cores em resistores leia mais no capitulo IV Item: b) Vimos anteriormente que.Tabela de comparação resistores de 4 para 5 Faixas. No caso do resistor.125 W ). 7 Preto. Note que a 3ª faixa não é utilizada neste resistor. quando uma corrente elétrica força uma passagem por um meio que lhe ofereça oposição ela despende energia na forma de calor. Assim. 9 . ele acaba por aquecer demais e queimar.

conforme mostra a figura 4. que resulta numa resistência total de 150 ohms 2R2 10% 10Watts 15R 5% 10Watts FIG 3 FORMULA R equivalente = R1+R2+R3 .net ATENÇÃO Os resistores de grande porte físico são do tipo resistor de fio. 2R2 5% 7Watts CIRCUITO SERIE DE RESISTORES Quando ligamos resistores em série. televisores e monitores.josmar. Na figura 4 temos a associação de resistores de 100. a resistência equivalente é dada pela fórmula: Reg = R1 x R2 R1 + R2 ou 1 / R = 1 / R1 + 1 / R2 Para o caso da figura 5. podemos substituir por dois ou mais resistores em paralelo ou em série. 20 e 30 ohms. e este é usado em circuito que consome corrente elevada. computadores Item: c) 10 . a resistência resultante que obtemos equivale à soma das resistências dos vários resistores..Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Observe que na ligação em série obtemos resistências maiores do que os dos resistores associados e na ligação em paralelo obtêm resistências menores. Exemplo: Encontramos na fonte de alimentação dos Computadores...Rn R total = R1+R2+R3 R total = 150 Ω R1 R2 R1 100 R2 20 R = R1 + R2 + R3 R = 100 + 20 + 30 R = 150 R3 R3 30 FIG 4 CIRCUITO PARALELO DE RESISTORES Na associação (ou ligação) em paralelo. a resistência equivalente à ligação de um resistor de 20 ohms com um de 30 em paralelo é de 12 Ω. Foram substituídos por circuitos digitais A aplicação do código de cores em resistores leia mais no capitulo IV. R1 Fig 5 R1=30 Reg = R2 R2=20 1/R = 1/20 + 1/30 1=5 R 60 1/R= 3+2 60 30 x 20 30 + 20 = 600 = 12 Ω 50 ATENÇÃO Quando em uma montagem de circuito não temos um determinado valor de resistor. Fórmula para duas resistências. 5R = 60 R = 12 Nota: A maior parte destes componentes já não é mais utilizados.

levando o aparelho a um comportamento que deve ser definitivo (é claro que o ajuste pode ser refeito sempre que necessário. Nos Novos aparelhos se som Encontramos controles de volume manual com aparência externa de potenciômetros. Este é um tipo de função digital. a qualquer Terminais do momento. controles de volume.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. ATENÇÃO Os novos equipamentos não possuem mais este tipo de componente foram substituídos por micro controladores. ou seja. Para ajuste interno do equipamento. diremos que se trata de um Duplo de uma pista potenciômetro duplo figura 8 A. o valor máximo que podemos obter. mas o trimpot normalmente fica dentro do aparelho. à medida que o cursor vai de A para B. A resistência total entre A e B é a resistência nominal do componente. que nesse caso precisa ser aberto). ou seja. Veja a figura 7. localizado geralmente na parte frontal dos equipamentos mais antigos. dispositivos que podemos usar para variar a resistência apresentada na circulação de corrente elétrica. POTENCIÔMETRO -Resistor de ajuste. Na figura 6-A e 6-B temos alguns tipos mais usados destes componentes. No mesmo controle Fig 8A Potenciômetro Podemos aumentar e diminuir o volume e Fig 7 X Duplo de duas pistas Ligar e desligar o aparelho (figura 8) Simbolo elétrico Até pouco tempo os potenciômetros eram usados em diversas funções. sobre o qual corre uma parte móvel denominada cursor. São constituídos por um elemento de resistência. Se o mesmo eixo controlar dois Potenciômetro Potenciômetros.net a) POTENCIÔMETROS E TRIMPOTS São resistores variáveis. do tipo multivoltas. 6-B Potenciômetro Trimmpot de diversos formatos e o simbolo elétrico 6-A TRIMPOT – Resistor de ajuste localizado geralmente nos circuitos. Alguns potenciômetros incorporam um interruptor B A X que é controlado pelo mesmo eixo. que pode ser de carbono ou fio de níquel cromo. aumenta a resistência entre A e X ao mesmo tempo em que diminui a resistência entre X e B. das características desejadas. Potenciômetro Já os trimpots eram usados quando se desejasse um ajuste único. É um disco de fibra com furos e contatos quando se atua no eixo o contato varia (desliga e liga ) enviando um pulso que faz com que o micro controlador ajuste o som. somente num determinado momento. como A B Acontece com os controles de volume de Rádios e amplificadores. Podemos encontrar potenciômetros e trimpots com valores na faixa de fração de ohms até milhões de ohms. Conforme a posição do cursor temos a resistência apresentada por este componente. como por exemplo. muito usado em equipamentos de precisão. já que permitem o ajuste. controle de tonalidade. sensibilidade. FIG 9 11 .josmar. ou seja. Fig-8 Terminais do Interruptor TRIMPOT "MULTVOLTAS" Na figura 9 mostramos um trimpot de precisão.

se for uma espécie de plástico chamado poliéster. tendo um material isolante entre elas (chamado genericamente dielétrico). interligando as armaduras através de um fio. mas como se trata de uma unidade muito Fig 10 grande. chamadas armaduras são planas. o que nos leva aos capacitores de tântalo (figura 13A).000 001 F. Eletrolíticos Tantalo Este é o componente mais utilizado em Televisor e Monitor de plasma e LCD. Os capacitores tubulares. cuja estrutura básica é mostrada na figura 12 e 12A. Em capacitores muito antigos encontramos o microfarad abreviado como mFd. é comum o uso de seus submúltiplos. Trata-se do óxido de tântalo. o capacitor se descarrega. Fig 12 Uma de suas armaduras é de alumínio que. o dielétrico será destruído e o capacitor inutilizado. é medida em Farad (F). Na família dos capacitores eletrolíticos temos um tipo que emprega uma substância que permite obter capacitâncias ainda maiores que as obtidas pelo óxido de alumínio. Duas placas. Na figura 10 mostramos um capacitor com dielétrico de ar e as placas. se oxida formando uma finíssima camada de isolante que vai ser o dielétrico. É preciso observar que os capacitores eletrolíticos são componentes polarizados. teremos um capacitor de poliéster.000 000 000 001 F. Quando encostamos uma placa na outra ou oferecemos um percurso para que as cargas se neutralizem. que são formados por folhas de condutores e dielétricos enrolados são usados em circuitos de baixas freqüências enquanto que os possuem armaduras e dielétricos planos são usados em circuitos de altas freqüências. melhor chamada de capacitância. Desta forma.josmar. Armadura Positiva É comum a utilização de potências de 10 para expressar números com muitos zeros. como a capacitância é tanto maior quanto mais fino for o dielétrico.net A aplicação de potenciômetros leia mais no capitulo IV computadores Item: d) CAPACITORES Os capacitores (que também são chamados de condensadores) são componentes formados por conjuntos de placas de metal entre as quais existe um material isolante que define o tipo.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. 12 . Temos então o microfarad (µF) que equivale à milionésima parte do Farad ou 0. A capacidade de um capacitor em armazenar cargas. Temos ainda o picofarad (pF) que é a milésima parte do nanofarad ou 0. que equivale a 0. adquirem a propriedade de armazenar cargas elétricas e com isso Armadura Negativa energia elétrica. Assim. Assim temos as indicações da tabela 2: TABELA 2 1µF = 10-6F 1nF = 10-9 F 1pF = 10-12F Veja então que 1 nF equivale a 1 000 pF e que 1 µF equivale a 1 000 nF ou 1 000 000 pF. em contato com uma substância quimicamente ativa.000 000 001 F ou a milésima parte do microfarad e é abreviado por nF. tentando-se carregar a armadura positiva com cargas negativas. se o material isolante for a mica teremos um capacitor de mica. Um submúltiplo ainda menor é o nanofarad. ou seja. Se houver uma inversão. podemos obter capacitâncias muito grandes com um componente relativamente pequeno. O porquê será visto posteriormente. a armadura positiva ser sempre a mesma. Um tipo importante de capacitor é o eletrolítico.

ou seja. Se aplicarmos uma tensão muito grande às armaduras de um capacitor. Para alguns tipos de capacitores também existem códigos especiais para Eletroliticos especificações de valores. multiplicam-se os dois primeiros algarismos . nunca devemos usar um capacitor num circuito que mantenha uma tensão maior do que a especificada. Na figura 14 mostramos a maneira como normalmente é especificada esta tensão máxima. temos a especificação direta em picofarad (pF) em que existe uma última letra maiúscula que indica a sua tolerância. não deve ser confundido com “k” minúsculo que indica quilo ou x 1 000. Para os valores acima de 100 pF pode ser encontrado o código de 3 algarismos.5% Fig 14 K = 10% Observe que o “K” é maiúsculo neste caso. 104 (104) que resulta em 100 000 pF é o mesmo que 100 nF.1 µF até de 100 000 µF. a ddp (diferença de potencial) entre estas armaduras pode ser suficiente para provocar uma centelha que atravessa o dielétrico e causa a destruição do componente.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Para os pequenos valores. possuem dois tipos de especificações que não devem ser confundidas.01 104 NPO pelo fator dado pelo terceiro. conforme mostra a figura 13. Assim.6J 5% Neste caso. por exemplo. Poliester F = 1% 10k 250 Volts J = 5% M = 20% H = 2. a variação que pode haver entre o valor real e o valor indicado. 3300 MF 10 Volts Os cerâmicos de discos. conforme mostra a figura 16. E. Assim.6 pF 100Pf 1k 1KV 5.josmar. Simbologia Capacitor eletrolítico (símbolo) a) c) Plate SMD + + Poliester Metalizado b) Cerâmica Fig 13 Existem capacitores que seu valor vem marcado por código de cores exemplo: capacitores de poliéster metalizado e de Plate veja na figura 13. 13 . Por exemplo. é claro que devemos considerar a divisão por 1000 se quisermos obter os valores em nanofarad. se tivermos um Fig 15 capacitor com a indicação 104: Temos que acrescentar 4 zeros ao 10 obtendo 10 0000 pF ou então 10 por 10 000 = 100 000 pF o que é a mesma coisa.net Estes capacitores podem ser encontrados na faixa de 0. A aplicação de capacitores leia mais no capitulo IV Computadores Item: f ) Além da capacitância os capacitores possuem ainda uma outra especificação muito importante: a tensão de isolação ou de trabalho. Simbologia Capacitor simples a) b) c) 1nF 100nF 10nF 6.

Para obter o equivalente em nanofarad basta multiplicar por 1 000: assim 0. e aplicamos uma tensão (DC) neste capacitor. Os trimmer miniatura ainda é utilizado em placa de croma. e os capacitores variáveis não são mais utilizados nos novos aparelhos pois foram substituídos por diodo tuner que será estudado no capitulo sobre transistor. São especificados pela faixa de valores que podem adquirir. 10 00 =2200pF 222 =2. Os trimmers são capacitores de ajuste com valores pequenos.net Para os capacitores cerâmicos temos também a marcação direta. ou seja. C1 C1 C2 C2 Série Fig 19 1 C = 1 1 + C1 C2 Paralelo C = C1 + C2 14 . e transcorder de televisores.net/site/index.php/compara-valor-de-capacitores Isolamento de capacitores leia mais no capitulo IV Computadores Item: g ) Como nos casos dos resistores.01 µF equivale a 10 nF. Na figura 18 mostramos os tipos mais comuns.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. conforme mostra a figura 16 em que os valores são dados em microfarad (µF). a corrente é igual a zero. Um trimmer de 2-20 pF é um trimmer que pode ter sua capacidade ajustada entre estes dois valores. neste instante passa a existir uma corrente instantânea.josmar.001mF ATENÇÃO: Quando o capacitor está descarregado. Os variáveis são usados em sintonia e podem ser especificados pela capacitância máxima.2nF = 0. conforme indica a figura 19. =1000pF 102 =1nF = 0. normalmente de alguns picofarad. Fig 18 Trimmer Miniatura Trimmer Variável Duplo Variável Simbolo Simbolo Simbolo Também podemos associar capacitores em série e paralelo.dicasdigital. e em seguida com o capacitor carregado. Capacitor de disco de pequena capacitância.0022mF 22 00 Fig 16 Saiba mais no link: http://www. ou seja. também existem capacitores variáveis. quando estão com o eixo todo fechados. a corrente deixa de existir.

A indutância de uma bobina é medida em Henry (H) e também é comum o uso de seus submúltiplos: o milihenry (mH) que vale a milésima parte do henry e o microhenry (uH) que equivale à milionésima parte do henry. Estas propriedades são dadas pelo que chamamos de indutância. todos os capacitores ficam submetidos à mesma tensão e o valor final obtido é a soma das capacitâncias associadas.net Na associação em paralelo. Associação de capacitores leia mais no capitulo IV Computadores Item: h ) Tabela do código de cores para capacitores 2) BOBINAS OU INDUTORES Muitas (ou poucas) voltas de fio enroladas de modo a formar uma bobina nos levam a um importante componente eletrônico. por exemplo. Na associação em série. mas adquirem a mesma carga em suas armaduras. 15 . Na figura 20 temos alguns tipos de bobinas e indutores encontrados nos computadores e em muitos circuitos eletrônicos. os choques de filtro.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. que podem ter núcleos de ferrite ou mesmo ferro laminado trabalham com correntes de médias e baixas freqüências.josmar. os capacitores ficam submetidos a tensões diferentes. As bobinas ou indutores apresentam propriedades elétricas principalmente em relação ás variações rápidas de corrente. Já as bobinas de muitas espiras. As bobinas de poucas espiras. sem núcleos ou com núcleo de ferrite (que aumentam sua indutância) são usadas em circuitos de altas freqüências ou que trabalham com variações muito rápidas de corrente. A capacitância equivalente (C) é dada pela fórmula: 1 / C = 1 / C1 + 1 / C2 + 1 / C3 + 1/cn Se tivermos mais capacitores basta acrescentar a expressão 1/Cn onde Cn é a capacitância destes capacitores adicionados à soma.

é óbvio que a tensão entre as suas armaduras será nula (zero volt).josmar. INDUTORES E CAPACITORES EM CA. que são utilizados em diversos tipos de aparelhos eletrônicos inclusive nos computadores.net Sem Núcleo Núcleo de Ferrite Núcleo Ajustavel Núcleo de Ferrite Com Tap (Tomada) Núcleo Ajustavel Nùcleo Laminado Núcleo de Ferro Simbolos Aspectos Leia mais sobre bobinas. no capitulo IV computadores item: i) CIRCUITOS DE TEMPO. Supondo que inicialmente a chave S1 esteja aberta e que o capacitor esteja completamente descarregado. Estudaremos também um pouco da natureza dos sons e das ondas de rádio. conforme mostra a figura 21. Distinguiremos bem estes dois tipos de vibrações para que os leitores não tenham dúvidas sobre todas as suas aplicações e propriedades.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. R +Ve S1 C V 0 Diagrama Fig 21 Circuito RC Série 16 . SOM E ONDAS DE RÁDIO Neste capitulo analisaremos o que ocorre com os capacitores e os indutores tanto em circuito de corrente contínua como em circuitos de corrente alternada. Teremos os seguintes itens a estudar: a) Circuito RC b) Circuito LC c) Capacitores em circuitos de corrente alternada d) Indutores em circuitos de corrente alternada e) O som f) Ondas de rádio a) CIRCUITO RC Quando associamos um resistor e um capacitor em série. Obtemos um circuito RC série que apresenta propriedades bastante interessantes que serão analisadas a partir de agora.

diminuindo assim a velocidade com que as novas cargas são transferidas para as suas armaduras. Em outras palavras. conforme mostra a figura 22. Em outras palavras. mas que na verdade nunca chega a ela. Esta corrente é então máxima no instante em que ligamos a chave S1. No entanto.net No instante em que fechamos a chave.Circuito para descarga de um Capacitor R Diagrama 17 . à medida que o capacitor se carrega ele passa a representar uma resistência maior para a circulação da corrente. de modo que a corrente que circula pelo circuito é limitada apenas pelo valor do resistor.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. para os nossos leitores que procuram um conhecimento básico existe um valor que pode ser calculado de maneira simples e que aparece muito nas especificações de circuitos que envolvam tempo e em centenas de projetos de circuitos eletrônicos. temos uma curva exponencial que se aproxima infinitamente da tensão aplicada ao circuito. Veja o leitor que o mesmo raciocínio também é válido para a descarga de um capacitor. osciladores. C Fig 23 . de um circuito RC é obtida multiplicando-se o valor do resistor (R) em ohms pelo valor do capacitor (C) em Farad. estabelecendo assim uma corrente no circuito. o que significa que existirá uma diferença de tensão menor entre a bateria e o próprio capacitor para “bombear” mais cargas. V (v) + Ve 100% 63% SUBIDA INICIALMENTE RÁPIDA SUBIDA LENTA ( CURVA EXPONENCIAL ) T (s) RC Observe que. o capacitor se comporta como uma resistência praticamente nula. e é importante para se determinar as velocidades máximas em que podem operar os circuitos de computadores. começa a fluir uma corrente que tende a carregá-lo. A curva exponencial que o gráfico mostra pode ser estabelecida através de uma fórmula que é muito usada nos cálculos que envolvam circuitos de temporização.josmar. A constante de tempo. t=RxC Mas. como a velocidade da carga diminui à medida que a tensão nas armaduras se eleva. Neste instante inicial. mas à medida que o capacitor se carrega a carga vai se tornando mais lenta. À medida que o capacitor se carrega a tensão entre suas armaduras começa a subir (lembre-se que ele estava com zero volt no momento em que ligamos o circuito). Trata-se da constante de tempo de um circuito RC e que é abreviada normalmente por “t”. o que significa este valor? O valor RC nos diz quanto tempo decorre entre o instante em que a chave S1 é fechada até que a tensão no capacitor cheque a 63% do valor da tensão aplicada pela bateria ou fonte externa. conforme mostra a figura 23. Fazendo um gráfico do que ocorre temos então uma “subida” inicialmente rápida da tensão nas armaduras. como o capacitor está completamente descarregado. obtendo-se um valor em segundos. ela nunca chega a ser igual à estabelecida pela bateria.

R C Neste circuito. quando a tensão atinge 2/3 da tensão de alimentação.josmar. Leia mais sobre redes RC no capitulo IV computadores item: j) b) CIRCUITO LC Uma bobina (Indutor) e um resistor ligados em série. conforme mostra a figura 26.net Assim.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. 24 . obtendo-se um gráfico conforme mostrado na figura 24. Os circuitos de tempo são muito importantes na eletrônica. em que a tensão entre as armaduras é máxima. Trata-se de um temporizador. a descarga começa através do resistor R. depois de decorrido o tempo determinado pelos componentes RC da rede de tempo. 18 . 2/3 da tensão de alimentação. Este gráfico também nos fornece uma curva exponencial que nunca encontra com a horizontal de zero volt. a corrente de descarga também diminui de modo que a descarga se torna cada vez mais lenta.Descarga de um capacitor através de um resistor. formam um circuito LC. o que está bem próximo dos 63% da constante de tempo do circuito RC. Um exemplo é dado na figura 25 em que temos um dispositivo que “sente” quando a tensão na sua entrada atinge um determinado valor. V (v) + Ve DESCARGA INICIALMENTE RÁPIDA SUBIDA LENTA ( CURVA EXPONENCIAL ) 37% RC T (s) Fig. Aplicando a mesma fórmula da constante de tempo T = R x C obtemos um ponto muito importante neste gráfico: o instante em que a tensão nas armaduras do capacitor é de 37% da tensão com que ele estava inicialmente carregado. por exemplo. entretanto. o dispositivo “sente” este valor e realiza alguma função ligando ou desligando uma carga externa. À medida que a tensão cai. o que quer dizer que teoricamente o capacitor nunca se descarrega completamente. partindo de um capacitor completamente carregado. no momento em que fechamos a chave S1.

o campo magnético que a corrente tende a criar. Somente à medida que as linhas do campo magnético criado pela bobina vão se expandindo é que sua oposição é corrente diminui e ela pode aumentar de intensidade. que é o valor dado apenas pelo resistor. vemos que no instante em que a chave (S1) é fechada. 19 .net 1V L 1V S1 R 0V Supondo inicialmente que neste circuito a chave S1 esteja aberta.A corrente induzida pela expansão das linhas do campo se opõe à corrente estabelecida O resultado disso é que inicialmente a corrente no indutor encontra uma forte resistência que diminui consideravelmente sua intensidade. No instante em que o interruptor é fechado. No entanto. conforme mostra a figura 27.Carga de um indutor através de um resistor. A constante de tempo de circuito é obtida quando multiplicamos o valor da indutância do indutor em henry (H) pelo valor do resistor em ohms (Ω).josmar. I(A) 100 % 63 % SUBIDA LENTA SUBIDA RÁPIDA T (s) RL Fig. Fazendo um gráfico para visualizar melhor o que ocorre. Também neste caso teoricamente a corrente nunca atinge o máximo. tem linhas de força que se expandem e que cortam as espiras do próprio indutor de modo a induzir uma corrente que se opõe àquela que está sendo estabelecida. 28 .Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. a corrente circulante será nula. 27 . temos para a corrente uma curva de crescimento exponencial que é mostrada na figura 28. CORRENTE INDUZIDA CORRENTE ESTABELECIDA Fig. Como no caso do capacitor. Não haverá campo magnético criado pelo indutor. a corrente tende a se estabelecer circulando pelo resistor e pelo indutor onde vai criar um campo magnético. a corrente é praticamente nula.

as linhas do campo magnético se contraem induzindo uma corrente que vai circular pelo resistor. Trata-se da constante de tempo do circuito LR. Leia mais sobre indutores no capiutulo IV computadores item: l) c) CAPACITORES EM CIRCUITOS DE CORRENTE ALTERNADA No item (a) desta lição vimos o que ocorre com um capacitor. 29 . partindo do circuito em que a corrente seja máxima no indutor e que momentaneamente seja comutada.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. em que estabelecemos uma corrente num sentido único para a carga ou descarga do capacitor. Acima de alguns milihenries. conforme mostra a figura 29. 30 . dada a dificuldade de se obter indutores de valores muitos altos (o que não ocorre com os capacitores) os circuitos RL não são usados senão nos casos em que se necessitam de tempos muito pequenos de retardo para temporização ou outras aplicações. Nas aplicações práticas.Descarga de um indutor através de um resistor. depois de quanto tempo a partir do instante em que fechamos a chave que a corrente atinge 63% do valor máximo. I (A) 100 % 37% RL T (s) Fig. Com a interrupção da corrente.net t=LxR Numericamente este valor nos diz.josmar. dissipando assim a energia existente no circuito na forma de calor. Neste gráfico o ponto que corresponde ao produto L x R nos fornece o instante em que a corrente cai a 37% do valor máximo.Circuito para “descarga” de um indutor. pois estes componentes começam a se tornar volumosos. caros e pesados. O que aconteceria com um capacitor se ele fosse usado num circuito alimentado por corrente alternada? 20 . a obtenção de um indutor já se torna problemática. Do mesmo modo. obtendo-se um gráfico conforme mostra a figura 30. ou seja. I MAX + L R Fig. A corrente induzida é inicialmente alta e gradualmente vai caindo. num circuito de corrente contínua. associado com um resistor. a constante de tempo RL também nos dá uma informação importante.

Descarga de um indutor através de um resistor.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. em cada segundo a corrente circula 60 vezes num sentido e 60 vezes noutro. partindo de um instante que a corrente é nula. ela cresce suavemente até atingir o máximo num sentido. O que acontece se ligarmos um capacitor a um circuito que forneça uma corrente desta conforme mostra a figura 32? + MAX (+ ) PONTO DE INVERSÃO 0 0 SEMICICLO NEGATIVO MAX (-) 1 CICLO Fig. quando a tensão na rede atinge zero. 32 . I (A) 100 % 37% T (s) RL Fig. 31 . no nosso caso a razão de 60 vezes por segundo. as cargas se escoam do capacitor até que. ela “bombeia” cargas para o capacitor. de modo que. numa corrente alternada o fluxo de cargas inverte-se rapidamente e de forma constante. A inversão não se faz de maneira rápida. Isto é. de modo que a corrente que obtemos nas tomadas de nossas casas é senoidal de 60hertz. tudo conforme mostra a seqüência da figura 33. No semiciclo (metade do ciclo) seguinte. que começa a carregar com a mesma polaridade. para depois diminuir até se tornar nula novamente.Representação de uma corrente alternada senoidal Partindo de um instante em que a tensão seja nula.net Conforme já vimos na lição anterior. carregando assim as armaduras do capacitor com a polaridade oposta. isso num processo contínuo que nos dá um gráfico conforme mostra a figura 31. A curva representada neste gráfico recebe o nome de senóide. Quando a tensão alternada atinge o máximo num sentido. ela inverte crescendo suavemente até o máximo no sentido oposto para depois diminuir. quando a tensão diminui. mas no sentido oposto.josmar. 21 . (Alguns países usam correntes de 50 hertz). o capacitor também atinge sua carga máxima. Depois. mas sim suave. Depois. a corrente começa a aumentar. à medida que ela aumenta de valor numa certa polaridade. o capacitor também estará descarregado.

pois o que temos é corrente de carga e descarga circulado. pois ela varia.14 f = freqüência em hertz (Hz) C = capacitância em farad (F) Onde: XL = reatância capacitiva em ohms (Ω) x = constante que vale 3.Capacitor num circuito de corrente alternada A carga e descarga acompanhadas o ritmo de inversão de polaridade da rede ocorre indefinidamente. Este termo adotado é “reatância” e no caso do capacitor temos uma “reatância capacitiva” representada por Xc. Dizemos que os indutores oferecem uma oposição maior aos sinais de freqüência mais altas. A quantidade de cargas que é “bombeada” e “extraída” do capacitor depende não só da tensão aplicada. Como o termo “resistência” não se aplica neste caso.net ~ C Fig. Para calcular a reatância capacitiva apresentada por um capacitor utilizamos a seguinte fórmula: Xc = 1 (2 × π × f × C ) Onde: Xc = reatância capacitiva em ohms (Ω) x = constante que vale 3.14 f = freqüência da corrente em hertz (Hz) L = indutância em henry (f) Observe que a fórmula nos mostra claramente que quanto maior for a freqüência da corrente. ou seja. Leia mais sobre indutâncias no capiutulo IV computadores item: m) 22 . Podemos dizer que o capacitor se comporta como uma “resistência” neste circuito. Esta capacitância determina então a corrente média que circula por este componente no processo de carga e descarga.josmar. maior será a oposição encontrada para ela se estabelecer num circuito que exista um indutor. mas também do próprio tamanho do capacitor. permitindo que uma corrente variável circule. O valor de Xc é dado em ohms e depende basicamente de dois fatores: a freqüência da corrente alternada e o valor do capacitor. Seu uso em combinação com os capacitores nos circuitos de filtros permite a separação de sinais de freqüências diferentes. já que não podemos falar num valor em cada instante. de sua capacitância. conforme veremos oportunamente.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. conforme vimos. 33 . adota-se um outro termo para indicar o comportamento do capacitor no circuito de corrente alternada.

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Capitulo ________________________________________II
I-Estudo dos materiais semicondutores
I - INTRODUÇÃO
Em Setembro de 1939, no inicio da segunda guerra mundial, a Inglaterra já desenvolvia em laboratórios, o seu
sistema de radar.
o segredo desse sistema, era conseguir obter microondas em forma de feixe e detectar sinais.
Houve a necessidade de pesquisar novos meios de conseguir operar com estas freqüências, pois as válvulas
convencionais não eram capazes de operar Satisfatoriamente com esses sinais.
Dai adveio o estudo de como se obter um monocristal com processo de fabricação artificial e que tivesse
funcionamento, parecido com os cristais naturais como o galena por exemplo.
Para isso foram escolhidos o germânio e o silício e somente em Junho de 1940, nasceu dos laboratórios da Bell
Telephone a primeira. publicação sobre um dispositivo chamado Transfer-Resistór (Resistor de Transferência),
originando dai, o nome transistor, que começou a ser usado comercialmente, apenas em 1951.
Come já é conhecido, estes pequenos dispositivos são capazes de realizar quase tudo o que realizam as válvulas
a vácuo com maior eficiência, menor consumo de energia e durante um período muito maior de tempo, pois,
sendo sólido, o transistor não necessita de um invólucro especial, em cujo interior seja mantido o vácuo; além
disso, dispensa o processo antigo de uma fonte de calor para produzir a emissão de elétron a o que representa
uma enorme redução na energia consumida.
Em vista dessas vantagens, e mais ainda, da quase: completa substituição das válvulas por estes componentes, é
de interesse amplo, aprender alguma coisa sobre eles, o que são, para que servem como é construído como
funcionam e principalmente, como devem ser usados.
O funcionamento das válvulas a vácuo, baseia-se no fluxo de elétrons do cátodo para a placa, fluxo este
controlado pela presença de uma grade.
O funcionamento do transistor baseia-se também num fluxo eletrônico, embora exista uma grande diferença
entre eles.
Para uma melhor compreensão destas diferenças é interessante fazer-se um resumo do que se conhece a respeito
da matéria e o que representa o elétron e sua estrutura e dentro da estrutura cristalina de um cristal.

2- ESTRUTURA DA MATERIA
Qualquer substancia ou material que se conhece, pode ser subdividido em partes cada vez menores, até que se
chegue á menor delas, a molécula.
Definimos então, como molécula, a menor partícula, a qual pode dividir um corpo, sem que ele perca as suas
propriedades fundamentais.

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Subdividindo a molécula, chegamos ao átomo, mas desta feita não é mais possível que o material conserve as
suas propriedades fundamentais.
Definimos então que, “o átomo é a menor partícula que constitui a molécula".
Nos primórdios da física, pensou-se realmente que o átomo fosse indivisível; porém, a física moderna mostrou
que o átomo é formado por um grande numero de partículas, que giram ao redor do núcleo em órbitas
concêntricas, assim como (analogamente) os planetas giram em torno do sol.
A essas partículas deu-se o nome de elétrons, que possuem carga elétrica negativa (-).
0 núcleo por sua vez é formado de prótons e nêutrons, sendo que os prótons (como o nome já diz, positivo),
possuem carga elétrica positiva (+) e os nêutrons ( como o nome já diz; neutro ) não possuem carga elétrica
nenhuma.
Os elétrons dispõe-se em camadas ou níveis, sucessivos apartir do núcleo, num total de 7 camadas, cada, qual
com determinado número de elétrons.
Á primeira camada, deu-se o nome de K, á segunda o nome de L e assim, sucessivamente, até a última. Cada
camada tem um numero máximo de elétrons que passamos a descrever:
1a. 2a.
K L
02 08

3a.
M
18

4a. 5a.
N O
32 32

6a.
P
18

7a.
Q
08

Camadas

Quando uma camada se apresenta com o seu número característico de elétrons, diz-se que a mesma está
completa.

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Como exemplo, mostramos na figura 2.2. a estrutura atômica do átomo mais simples da natureza que tem a
primeira camada coincidindo com a última e possue apenas um elétron.

Como curiosidade, podemos citar que existem na natureza apenas seis substancias os chamados gases nobres ou
inerte cujos átomos apresentam a camada periférica completa. Estes
átomos não se combinam com nenhum elemento conhecido na natureza até hoje.
Os elétrons que se encontram na camada periférica são chamados de “elétrons de valência” (Valência=Elo
união).
As camadas inferiores completas, não cedem nem recebem elétrons para efeito de ligação de átomos. Logo, os
elétrons de valência são os únicos que - possuem liberdade para participar de fenômenos químicos ou elétricos.
Quando um grupo de átomos está disposto simetricamente entre si (como pode acontecer numa molécula) um
elétron de valência, muitas vezes gira em torno de dois núcleos ao invés de um só, unindo átomos entre si. “A
este fenômeno dá-se o nome de “Cadeia” de Valência”.
Citamos a título de informação tipos de reações, químicas para um melhor entendimento do que sejam as
cadeias de valência.
Valência
Um átomo se diz quimicamente instável quando apresenta a última camada completa, ou seja, a camadas com
dois elétrons e as demais com um número mínimo de 8 elétrons.

Eletrovalência
Ocorre devido a troca de elétrons entre os átomo de elétrons diferentes.
Exemplo: Reação do sódio com cloro (sal de cozinha (Na e Cl ).

Cl −

K LM
2 8 7

Na −

K LM
2 8 1

0 sódio é monovalente, pois cede um elétron. 0 Cloro também é monovalente, pois recebeu um elétron.

25

26 . Quando isso acontece. pois cada elétron participa de 2 pares. dando.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Podemos então definir três tipos de matéria: condutor. estabelecendo dessa maneira uma corrente. 3 .net Covalência Ocorre devido a existência de pares de elétrons que participam simultaneamente de dois átomos. ou seja. Carbono é tetravalente pois cada elétron participa de 4 pares. lugar a novos elétrons. os elétrons livres abandonam certa região do fio.CONDUTORES E ISOLANTES Se ligarmos. Denominam-se "Elétrons Livres" todos aqueles elétrons que não possuem união firme. isolante e semicondutor. maior a condutividade. Um pedaço de fio de cobre a uma bateria. C− K L 2 4 O− K L 2 6 Oxigênio é bivalente. os elétrons livres são atraídos pelo positivo. maior será o fluxo da corrente de elétrons para cada tensão. mesmo depois de se terem formado as "Cadeias de Valência": Quanto maior for o número de elétrons livres na substancia.josmar. que fornecidos pelo pólo negativo da bateria irão suprir esta falta. Exemplo: Reação do carbono com oxigênio (C e 0).

SEMI. aumentada. transistores e outros dispositivos eletrônicos.CONDUTORES Existem materiais com estruturas moleculares especiais. Destes materiais os mais conhecidos são o Silício o Germânio (Si) ou (Ge) e são também usados na construção de diodos. Num condutor. crescente nos seus elétrons. tem-se um aumento de corrente. Chamam-se Semicondutores e são materiais que possuem elétrons livres. e o número máximo de elétrons que pode comportar a última camada é oito. sua resistência Interna diminui. isso não acontece porem.ESTRUTURA CRISTALINA 27 .Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www.poucos elétrons na sua ultima camada. maior será a estabilidade do átomo. o melhor condutor deles será o segundo átomo. quanto menor estabilidade o átomo tiver. devido à quantidade de impurezas. porque a última camada se estabiliza com 8 elétrons. 32 prótons e 32 elétrons. o que dificulta a passagem da. contudo os dois átomos tem o mesmo numero de elétrons na última camada (número de valência) que é igual a 4. o átomo de germânio. o condutor tem a sua resistência. No material semicondutor ocorre fenômeno inverso: com o aumento da temperatura. que se situam entre os dois grupos (condutores e isolantes) e não são nem bons condutores nem bons isolantes. corrente que por ele deverá passar. quando aquecidos desprendem muito . ocasionando assim um aumeto da temperatura esta por sua vez ocasionando um decréscimo da resistência e assim sucessivamente até a ruptura da junção. eles podem ser somados dois a dois para formarem o que chamamos de Estrutura Cristalina. 0 átomo de silício tem 14 prótons e 14 elétrons.net Leia mais sobre material isolante no capitulo IV computadores item n) Os átomos de um material isolaram. quanto ao número de elétrons tendendo a oito. Suponhamos dois átomos diferentes: O primeiro com quatro elétrons na última camada. com o aumento da temperatura. porque eles estão solidamente vinculados em suas ligações covalentes não permitindo assim circulação de corrente. devido a isso. mas em quantidade determinada pelo tipo de impurezas do material. dizemos que os dois átomos podem ser considerados semelhantes no ponto de vista elétrico. devido ao movimento cada vez mais. consequentemente. melhor as suas possibilidades de condução. Como o número de valência é igual. Como o átomo de Ge ou Si possui 4 elétrons. 4 . 5 . Lembramos que é a quantidade de elétron na última camada do átomo que define se ele é bom condutor ou não. Com a diminuição da resistência. na última camada.josmar. e a segundo com apenas um.

Aplicando-se uma tensão através de um cristal perfeito. 28 . etc. aplicação de uma fonte de calor.josmar. não resultaria uma corrente. formou-se no material duas correntes: uma corrente de elétrons que caminha do pólo negativo da bateria.. já que todos os elétrons estavam agregados a cadeias de valência e não haveria elétrons livres para deslocar-se. maior que no silício. não um semicondutor. Um elétron livre não é a única conseqüência da ruptura de uma cadeia de valência na rede cristalina. para o positivo e outra corrente de lacunas (vazio). contribuindo para a circulação da corrente quando é aplicada uma tensão. De maior significado no que se refere aos transistores.2 Em A temos um elétron sendo atraído pelo pólo positivo da bateria provocando com isto um vazio. Poderia ser um isolante. A quantidade de energia necessária para romper uma ligação covalente (libertar um elétron) é deferente de uma substância para outra. Por exemplo: Há uma quantidade de elétrons livre no germânio. Obseve a figura 5. o negativo supre esta falta com outro. Deste modo. tomados a mesma distância.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Em B temos a carga positiva móvel (lacuna provocada pelo desvio do elétron ) se deslocando para o polo negativo da bateria devido a força de atração que ele oferece. capazes de produzir uma corrente.net Cada átomo da estrutura está unido por uma ligação covalente aos quatro átomos vizinhos. Existem muitas maneiras para se deslocar ou libertar elétrons mediante a aplicação de um foco de luz. fazendo com que se preencha com ele. O espaço vazio pode se mover de um lado para o outro dentro do cristal. um novo vazio mostrado em C . Cada vez que um novo elétron é retirado do material pelo positivo da bateria.. que caminha do pólo positivo para o negativo mostrado em D. é o fato de que o espaço vazio criado pela separação de um elétron de ligação covalente se comporta como uma carga positiva móvel. Tal cristal não pode ser um transistor.

Associando-se um átomo de antimônio com cinco elétrons de valência a um átomo de germânio com quatro elétrons.RECOMBINAÇÃO Quando acontece de elétrons livres e lacunas em movimento ficarem muito próximos um do outro. 8. e o de germânio apenas 4. A este fenômeno dá-se o nome de Recombinação.CRISTAIS DO TIPO N Os elétrons podem ser obtidos no germânio pela adição de pequenas quantidades de outros elementos tais como fósforo. Contudo. há sempre a possibilidade de uma recombinação. ocorre que o átomo de antimônio fornece elétrons de valência que entram nas ligações covalentes do cristal de germânio. há possibilidade de eles se juntarem eliminando assim um elétron móvel e uma lacuna em movimento. Estes três elementos usados na dopagem do germânio são semelhantes. assim como.net Em resumo: Cada elétron atraído pelo pólo positivo cria uma lacuna.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. A esse processo dá-se o nome de "dopagem" do material. temos aí um elétron extra como na figura 8. nem as lacunas se conservam livres permanentemente. como o átomo de antimônio possui cinco elétrons de valência. os elétrons livres e as lacunas podem se obtidos pela aplicação de energia suficiente para libertá-los da cadeia de valência. 29 . na mesma velocidade que um elétron preenche uma lacuna.josmar. Por sua vez outro elétron por de deslocarse e ocupar essa lacuna. Os elétrons e as lacunas assim obtidos permanecem no cristal e não desaparece com o tempo como acontece quando se rompe uma ligação covalente. também responde a um potencial elétrico. Contudo. A lacuna tem carga igual a do elétron. mas ao ocupada estará criando uma nova lacuna. as lacunas são apenas espaços criados quando os elétrons procedentes de ligação covalentes completas se introduzem noutras que tenham espaços vazios. Na realidade. pelo fato de terem cinco elétrons de valência. mas com polaridade oposta e pode deslocar-se no cristal da mesma maneira que os elétrons livres. 0 fato de se poder libertar uma ligação de elétrons e lacunas desta maneira e que permite construir transistores que satisfaçam a determinadas características. nem os elétrons.1. Assim. é criada uma nova e assim sucessivamente. arsênico e antimônio. e considerando também que a última camada de associação só comporta um numero máximo de 8 elétrons. 6 . dirigindo se para o pólo negativo da fonte. 7. Para simplificar a explicação do comportamento dos semicondutores considera-se as lacunas como cargas positivas. É possível libertar tantos elétrons e criar tantas lacunas quanto quisermos num cristal de germânio ou silício por processos químicos.CARGAS PERMANENTES Num cristal puro ou perfeito.

do germânio ou silício. podendo se mover dentro do cristal. Ao germânio ou ao silício tratados para ter um excesso de elétrons móveis denominam-se "Germânio ou Silício Tipo N". Estas pequenas quantidades de impureza que são acrescentadas no cristal. a resistência ôhmica de um centímetro cúbico (1 cm3) de germânio puro é de 60 Ohms. gálio e o índio. boro. 9 . uma das ligações de valência assim formada.net Este elétron extra não se conserva tão ligado como os outros na ligação covalente. na estrutura cristalina do germânio ou silício. denominam-se "doadores". Mas. a indicação mais segura da quantidade de impurezas presente no material é sua resistência ôhmica. A titulo de exemplo. respondendo a forças de atração devido ao campo elétrico criado.josmar. Do mesmo modo que os elétrons dos átomos doadores penetram nas ligações covalentes para formar o material tipo N. quando é aplicada ao cristal alguma tensão. essas novas impurezas poderão penetrar com três elétrons de valência. 30 . Os elementos que se misturam com a matéria do cristal para se formar lacunas. Esta designação "N" significa que os portadores de carga do cristal tem carga negativa. Um cubo do mesmo tamanho. podem ser obtidas por uma forma semelhante àquela como se obtém os elementos livres. são o alumínio. terá um elétron a menos. possuindo os mesmos três elétrons de valência. Os elementos de dopagem que fornecem elétrons móveis ao germânio ou ao silício. Esta grande mudança de resistência é produzida adição de impurezas na proporção de cem partes para dez milhões da substância pura. (tratado com doadores) e pronto para ser usado nos transistores tem cerca de 2 Ohms. dopado.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www.CRISTAIS DO TIPO P As lacunas positivas ou "vazios" nas ligações covalentes. não podem ser detectadas por processos químicos.

deverá ele formar uma nova lacuna na ligação de onde ele procede. 11 . 10. Esta técnica. a resistência elétrica aumenta. é o de neutralizar os elétrons livres. 31 . que tenha só três elétrons.josmar. constitui uma lacuna com carga positiva. tem certas limitações. Quando o número de átomos receptores excede o número de doadores. onde poderá entrar um elétron de outra união. Assim. o que significa que os transportadores de corrente são as lacunas'. contudo. porque recebem elétrons das ligações covalentes. Obtém-se o mesmo efeito. Obtémse este efeito.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. em conseqüência de serem preenchidas cada vez mais lacunas.1. quando se juntam átomos doadores ao material tipo P. as lacunas introduzidas e os elétrons livres desaparecem como portadores permanentes de cargas. um bilhão de átomos de germânio e algumas centenas de átomos de arsênico. pode converter-se no tipo P. Para que um elétron entre na lacuna existente no material. na fabricação de transistores. Os elemento que criam lacunas móveis no germânio ou silício chamam-se "Receptores ou Aceitadores". e logo. Quando o número de átomos receptores é igual ao de doadores. porque as lacunas provocadas pelos átomos receptores absorvem os elétrons doadores. primeiro numa direção e depois em outra sucessivamente. vide a figura 9. podendo-se comparar o material a um isolante. os átomos no cristal estão em tumultuoso movimento. dá-se nome de "Material tipo P". resulta numa lacuna móvel. Na temperatura ambiente.COMBINAÇAO DE IMPUREZAS DE DOADORES E RECEPTORES O efeito da introdução de átomos receptores no material do tipo N. mas os elétrons móveis são impelidos através do cristal. O espaço criado pelo elétron que falta. Os átomos de arsênico contêm algumas centenas de elétrons livres. sem a necessidade de purificar-se o cristal. Ao material tratado com átomos receptores. a resistência passa a diminuir. pois é necessário germânio e silício extremamente puros para a preparação de cristais próprios para transistores. o material do tipo N. A porcentagem de pureza exigida no cristal de germânio está em torno de 99.Ten-Nine (dez noves).net Isto acontece em virtude do átomo da impureza só fornecer três elétrons.99999999% .CONDUTIBILIDADES EM SEMI CONDUTORES TRATADOS Suponhamos que exista num cristal com uma superfície igual ao tamanho da ponta de um alfinete. o material torna-se tipo "P" e apartir desse momento. O núcleo e seus elétrons associados vibram nos seus lugares. a resistência é máxima. A medida que se juntam átomos receptores ao material do tipo N. a adição de uma impureza. Assim. e vice-versa.

dirigem-se para o terminal positivo.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. 12 . fazendo com que a resistência diminua. resultante de uma voltagem aplicada. para convertê-la em aumento de velocidade até que se chocam com outros elétrons. Ao se aplicar uma tensão através de um cristal do tipo N. os elétrons perdem parte da sua energia adquirida.C.1. O movimento das cargas.A.DIFUSÕES DE CARGAS A título de exemplo. na forma de calor.1. podemos dizer que difusão é o. forma-se um campo elétrico.modo com que um gás ou fumaça enche um quarto ou a tinta se espalha na água 32 . não perturba o equilíbrio de cargas no cristal.net Esses movimentos desordenados de um elétron podem ser representados como se vê na figura '11. de tal maneira que o equilíbrio de cargas se conserva. Assim como alguns elétrons. Os elétrons móveis aproveitam a energia aplicada. outros chegam de outras partes do cristal. devido à colisão contínua dos elétrons. O efeito resultante do movimento desordenado e de arrasto (movimento induzido pelo potencial elétrico) é mostrado na figura 11. que tenta mover os elétrons para o outro lado como se vê na figura. Observe estas diferenças no capítulo 3. a resistência do material semicondutor diminui o que não acontece nos materiais condutores. Salientamos que com o aumento de temperatura. A cada colisão.josmar.

para a de tipo N é chamada "Corrente de Difusão". Como o material tipo P.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. A existência da corrente de difusão. que a circulação de correu te pode também ocorrer nos transistores e em outros dispositivos semicondutores como resultado da difusão de cargas. num dado momento. algumas delas sairão dos seus limites orbitais. Podemos concluir então. é chamada "corrente de campo". A corrente de material tipo P. Estas cargas estão em movimento contínuo e desordenado. Dessa forma. . enquanto que a do material tipo N para o tipo P. apresenta muitas lacunas e o material N muitos elétrons. em todas as direções. há uma tendência natural de difusão de lacunas de P para N e elétrons de N para P. Geralmente. as cargas tendem a deslocar-se de regiões de alta concentração para regiões de baixa concentração a fim de estabelecer um á grupamento uniforme de cargas. 33 . chamada "Barreira de Potencial".net Para se dar uma idéia de como ocorre a difusão no semicondutor. o material tende a expandir-se. como na figura 13. A corrente de difusão acontece devido a recombinação de majoritários junto à barreira de potencial.faz com que apareça uma diferença de potencial junto ao contato de dois materiais. Como não há cargas disponíveis para vir do exterior. imagina-se todas as cargas estão agrupadas compactamente numa parte do cristal.N. como metades das cargas afastam-se do conjunto. e ocupar o seu lugar. obtemos a chamada junção P.josmar.A BARREIRA DA JUNÇÃO P-N Se tomarmos unir material P e um material N e os juntar-mos. 13.1.

No material tipo P. tipo P.1. No equilíbrio do material.CORRENTES NAS JUNÇÕES P-N NÃO POLARIZADAS Numa junção PN sem tensão externa aplicada. átomos receptores e doadores com carga positiva ou negativa respectivamente. resultam da ruptura de ligações covalentes por agitação térmica. passam facilmente através desta. O elétron é repelido pelos receptores à esquerda e atraído pelos doadores à direita. As lacunas criadas no material tipo N e os elétrons libertados no material do tipo P. e assim ficam restringidos ao semicondutor tipo N. Entretanto as lacunas e os elétrons que se difundem através da união. Suponhamos que uma lacuna positiva penetre na linha de divisão entre doadores e receptores não neutros.JUNÇÃO P-N COM POLARIZAÇÃO INVERSA Quando se aplica uma bateria numa junção PN. 15. essas duas correntes . As lacunas e elétrons que estabelecem esta corrente são aqueles que absorveram energia suficiente para ultrapassar a barreira de potencial. a lacuna é sujeita as forças que tendem a fazê-la retroceder para o semicondutor tipo P a que pertence. os majoritários são elétrons e os minoritários lacunas. não pode haver circulação de corrente. 14 .net A corrente de campo é originada pela geração de minoritários na barreira de potencial ou em suas proximidades. Contudo. A dupla região de átomos carregados. próximo da junção. há agora átomos positivos doadores não neutros da lado do tipo N e átomos receptores negativos não neutros no outro lado. com + (positivo) do lado N e . A lacuna é repelida pelos átomos doadores. A ação do elétron é semelhante. constituída de elétrons que passam do material tipo N para o tipo P. Uma dessas correntes é constituída pelo movimento de algumas lacunas do material tipo P para o material de tipo N. há sempre elétrons libertados no material do tipo N. Como se verifica alguma difusão e recombinação. carregados positivamente da direita e ao mesmo tempo é atraída pelos átomos receptores. 34 . e a outra. A outra corrente igual e oposta a primeira. No material tipo N. os majoritários são lacunas e minoritários elétrons. teremos a chamada polarização inversa como na figura 15.são iguais e opostas. Em virtude da ruptura das ligações. Assim. simplifica pensar em correntes iguais e opostas circulando na junção. que se estabelece na junção.josmar. deixam atrás de si.negativo) do lado P. resultando a chamada "corrente de saturação inversa". impede a posterior difusão de cargas através da união. carregados negativamente à esquerda.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www.

a largura da barreira de potencial aumentará. 16. haverá um aumento da corrente de difusão e uma diminuição da corrente de campo. enquanto que a corrente de campo aumentará um pouco por se tratar de uma corrente de minoritários. 35 . provocando com isso.josmar. uma redução da largura da barreira de potencial com a conseqüente redução da resistência interna da junção. Desta forma.do lado P e . da ordem de mega-ohms e a corrente de saturação cerca de alguns nano amperes do silício. Em virtude disso. conforme a figura 16. damos o nome de corrente de saturação inversa". A esse valor de corrente máxima. enquanto que a corrente de campo diminui muito pouco por se tratar de corrente de minoritários.(negativo) do lado N. A corrente de difusão aumentará bastante com um pequeno aumento na tensão de bateria pois se trata de uma corrente de majoritários.1. temos a chamada polarização direta. uma corrente pequena no sentido negativo para o positivo. as lacunas do lado P serão repelidas pelo positivo da bateria e os elétrons do lado N por sua vez serão repelidos pelo negativo da bateria. com + (positivo) .net Neste caso. e portanto será uma corrente predominante de minoritários. apresenta uma resistência muito grande. as lacunas do material tipo P serão á traídas pelo pólo negativo e os elétrons do lado N serão atraídos pelo pólo positivo da bateria. Em conseqüência. aumentando também a sua resistência interna. A junção polarizada neste sentido.JUNÇÃO P-N COM POLARIZAÇÃO DIRETA Se polarizarmos uma junção P-N. Em virtude do aumento da barreira de potencial.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Esta corrente aumenta com a variação da largura da barreira de potencial até o ponto em que chega em sua largura máxima e a partir desse ponto ela não aumenta mais. a corrente de difusão diminuirá bastante. Teremos então como corrente total.

I max = 20V = 200 mA 100 Ohms A seguir.uma resistência baixa. As sim. como sendo o primeiro ponto por onde passará nossa reta descarga conforme a figura 18.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. devemos supor o diodo como um curto circuito. é sempre conveniente efetuar-se o levantamento da reta de carga deste diodo.3.josmar. 36 .2. coloca-se este valor no gráfico. a fim de analisar qual a máxima corrente Para o entendimento deste exemplo deveremos primeiro saber o que é e como funciona os resistores que circulará pelo circuito. é indispensável o manual fornecido pelo fabricante. Desta maneira. para a região N. as lacunas.net Como resultado final. Para tanto. os elétrons que entram para preencher as ligações covalentes são fornecidos pelas outras ligações covalentes. Suponhamos que o circuito onde se quer a utilização diodo é o mostrado na figura 18. A junção polarizada no sentido direto apresenta . onde é mostrada a curva característica do diodo conforme a figura 18. 17.FUNÇÃO DOS CONDUTORES DE JUNÇÃO Com uma tensão polarizando diretamente a junção PN. da ordem de algumas dezenas de Ohms. Em algum lugar da região de transição do cristal para o metal dos condutores de ligação. ao alcançarem o contato metálico polarizado pelo terminal negativo. Forma-se assim uma transição da circulação das lacunas para a circulação de elétrons. encontram elétrons do condutor e dá-se a recombinação. as lacunas circulam continuamente através da união da região P. 18 -LEVANTAMENTO DA RETA DE CARGA DE UM DIODO Toda vez que for necessária a utilização de um diodo para qualquer finalidade. sendo predominantemente de majoritários. Primeiramente. teremos uma corrente total.1. a corrente necessária à circulação de lacunas no semicondutor transforma-se numa corrente originada pela circulação de elétrons no circuito externo.

1. teremos leituras à as condições de trabalho do diodo que no nosso exemplo são: Vd = 10 Volts Id = 80 mA 19 . Do ponto de interseção entre as retas assim obtidas e os eixos propriamente ditos. como sendo o segundo ponto por onde passará a nossa reta de carga. com diferença somente na escala. Una-se este ponto ao outro.3. do seguinte modo: Pelo ponto "Q" traçamos retas paralelas aos dois eixos (Id e Vd). V Max = 20 Volts. teremos o ponto: "Quiescente" ou "Ponto de Trabalho" Q. Na intersecção desta reta. No caso será a própria tensão da bateria. Este ponto nos mostra exatamente quais serão as condições de trabalho do diodo. determinando-se a reta de carga do diodo.net Faz-se a corrente negativa a um valor mínimo abrindo-se o circuito e calculando-se a tensão máxima a que chegará o valor de tesão do circuito . do diodo.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. com a curva característica do diodo. conforme a figura 18.josmar. A curva mostrada e idêntica para os diodos de germânio e silício. 37 .CARACTERISTICAS DO DIODO PN A curva característica de um diodo de junção P-N é mostrada na figura 19. Coloca-se também este valor no gráfico.

Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. 20.Volts.net Como já foi visto anteriormente. a corrente inversa do diodo cresce rapidamente e neste ponto dizemos que atingimos o potencial de ruptura. sendo característica primordial para o seu funcionamento.josmar. Para um diodo de germânio.EFEITO AVALANCHE . 38 . A tensão de ruptura é estável e não varia com a temperatura. está carregado positivamente por causa da presença de lacunas. A tensão inversa da junção P-N. Ainda existem diodos tais como os "Diodos de Efeito Zenner" em que essa característica . A tensão inversa de ruptura é. a corrente de saturação inversa no diodo de germânio é muitas vezes maior que no diodo de silício. Pode-se obter qualquer tensão de ruptura entre 3 e 1000 .uma propriedade característica de cada diodo semicondutor. é necessário uma polarização direta de cerca de 0. contudo se a tensão inversa torna-se demasiadamente grande.BREAK DOWN Se em uma junção P-N. Quando esse fenômeno ocorre. A tensão a que se dá essa ruptura chama-se: "Tensão Reversa da Ruptura da Junção" (Break Down = Avalanche).(tensão de Break Down) é sumamente importante. por causa da presença de elétrons. e assim sucessivamente. poderemos chegar num ponto em que os elétrons acelerados adquiram energia suficiente para dar origem a outros elétrons livres os quais poderão também ser a celerados podendo originar outros elétrons livres. por exemplo. for aumentando a tensão reversa de polarização. carregado negativamente. origina alguma corrente. Aumentando-se gradativamente esta tensão. dá-se a ruptura. Para o entendimento deste exemplo deveremos primeiro saber o que é e como funciona os capacitores 21-CAPACIDADE DA BARREIRA DE POTENCIAL O lado P da junção PN.0 mA enquanto que para ode silício é necessário uma tensão em torno de 0.7 Volts. A esse fenômeno damos o nome de "avalanche". o lado N. isto para uma mesma temperatura.1 Volts para se obter" uma corrente direta de 1. como veremos mais adiante. a largura da barreira de potencial aumentará e um elétron que se encontra nessa região será cada vez mais acelerado devido ao campo elétrico aplicado. Esta diferença é devida às quantidades de energia necessárias para romper as ligações covalentes no silício e no germânio.

a barreira de potencial diminui. Em uma polarização direta. tirando então as propriedades características dos diodos que são a de deixar passar corrente em apenas um sentido. a largura aumenta ocasionando um decréscimo da capacidade (vide figura . sua reatância será pequena deixando passar corrente nos dois sentidos. Por outro lado. variará também a largura da barreira de potencial e em conseqüência a sua capacidade. 39 . A resistência interna de um diodo de contato é em geral mais elevada que a do diodo de junção. A capacidade de uma junção P-N assume importância significativa quando se tratar de diodos para altas freqüências. O material usado é o do tipo "P". tem vantagens para muitas aplicações.1). e sua capacidade aumenta. visto que a sua capacitância é muito menor em virtude da área de contato ser muito menor que na área de junção P-N. forma-se a barreira de potencial.DIODO DE CONTATO O diodo de contato difere do de junção P-N na construção. dizemos que se formou nesta área um capacitor. O diodo de contato consiste num fio muito fino.josmar. fazendo com que a capacidade aumente. a largura da barreira de potencial diminui. Na polarização inversa. Esta capacidade. e nas características elétricas. 22. portanto o diodo poderá ser usado como um capacitor. não podendo tolerar níveis de dissipação tão altos como os tolerados no diodo de junção P-N.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Isto ocorre porque se a capacidade que se encontra em paralelo com o diodo no circuito equivalente.21. Este dispositivo é chamado de "varicap" ou "varactor" e é usado em controle automático de freqüências. Como um lado da barreira está positivo. for grande. 0 movimento das cargas neste diodo não e compreensível facilmente ou explicável como no diodo de junção P-N. para freqüências altas. a qual nos referimos não assume importância em freqüências baixas. Se aumentarmos as dopagens dos materiais.net Ao se aplicar uma tensão na junção. comprimido contra a superfície do fragmento do cristal semicondutor como se vê na figura 22. Observe-se ainda que variando-se a tensão.1. Os diodos de contato podem ser muito menores e ainda terem propriedades elétricas mais estáveis. Existe uma barreira de potencial entre o metal e o semicondutor e é exatamente esta barreira a responsável pelas propriedades retificadoras do dispositivo. cuja capacidade depende da tensão aplicada.

A figura 23. aplicado ao anôdo do diodo "D" que representa um capacitor ligado em paralelo com a bobina oscilados L. variando-se a tensão nos extremos de um "varicap".josmar... abaixo do ideal. A figura 24. Suponhamos que a freqüência do oscilador local do sintonizador. A figura 24. encontra-se uma tensão. este desvio de freqüência é transformado.DIODOS DE REFERENCIA-ZENNER É um diodo cuja região de avalanche ("break down") é aproveitada para a estabilização de tensão.1.F. O aumento da tensão negativa aplicada ao diodo. esteja se deslocando em direção à freqüência.net 23. mostra um circuito usado para estabilização em fontes reguladas. e a diferença de potencial entre as tensões de entrada e saída.3.M. encontram-se nos extremos do resistor.VARICAP Como já foi citado anteriormente. estamos variando a barreira de potencial da junção e consequentemente sua capacidade. o efeito do diodo é multiplicado pelos transistores T1 e T2.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. mostra a característica deste diodo. em aumento de tensão negativa de C.. de um rádio receptor de FM..A.2. faz com que sua capacidade diminua tendendo o circuito a oscilar sempre em direção oposta ao lado do desvio (que nesse caso é de freqüência mais alta. mostra como exemplo. onde a tensão a ser estabilizada depende diretamente das características do diodo. 40 . Devido à presença de outros estágios existentes no circuito.)_ 24 . Na figura 24. um diodo "varicap" usado no sintonizador de F.1. No emissor do transistor T2.

maior resistência interna. Com a diminuição da resistência interna de T1.net são estabilizada pelo diodo "Zenner". 0 aumento de carga aplicada na saída.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Esta queda de tensão faz com que o transistor fique polarizado em menor corrente. ou seja. Como a corrente da base de T1. aproximada a dos metais. 25.DIODO TUNEL 0 semicondutor empregado para a fabricação deste diodo. possui uma resistência específica bem baixa.josmar. provoca uma queda de tensão na base do T2. e estando este último fixo. 41 . a possível queda de tensão na saída é convertida na diminuição da resistência interna do transistor T1. depende diretamente da resistência interna a de T2 e R. a tensão de saída permanece supre no mesmo valor.

josmar. nota-se que a corrente percebida na região de pico. 42 . mostra um circuito oscilador formado por um diodo túnel.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. As (Arsênico) ou In (Índio) e Sb (Antimônio).1. isto é. A figura 25. da ordem de 100 angstrons. em computadores eletrônicos como dispositivos de comutação. associado a um circuito transistorizado. Entre outras aplicações deste diodo. A partir da tensão de pico de polarização (direta) para a tensão de vale.. isto. existem também aqueles fabricados com outros tipos de materiais Taís como o Ga (Gálio). Com. de vale. é maior que a da regue. Este diodo apresenta a particularidade de ter uma região de resistência negativa entre o pico e o vale.2. e em outros circuitos que operam com freqüências muito elevadas. A curva característica do diodo túnel apresenta o aspecto dado na figura 25. propriedade que é aproveitada para se construir osciladores e comutadores. a curva característica toma um caminho inverso daquele que iria tomar um diodo convencional. e a velocidade da variação de corrente é considerada equivalente à velocidade da luz. No instante em que a chave ch é ligada. a corrente do diodo túnel tende a diminuir-se com o aumento da tensão.net Além daqueles fabricados com o Germânio e o Silício. o capacitor C se carrega através de RL e R. A largura de sua barreira de potencial é muito pequena. podemos citar os osciladores de microondas de baixa potência.

Uma aplicação comum é como retificador de potência. no instante C. conjuntamente com transistores nos amplificadores. devido ao tamanho. acurado controle de freqüência. usados também em circuitos de comutação em computadores por trabalhar com uma região de resistência negativa.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Podemos citar. As tensões de ruptura que podem atingir vão de 3 a mais de 1000 Volts.josmar. Um simples computador. etc Amplamente utilizadas em fôrnos de Microondas. 43 . Uma vez que a polarização do transistor depende . permitem usa em dispositivos especiais nos circuitos que constituem os controles automáticos de freqüência. dispositivos pode exceder aos 90%. 26. de trabalhar em correntes tensões usadas em instalações de alta potência. A partir do ponto (B). custo. Uma aplicação do diodo de contato é no detector de freqüências extremamente altas. em alimentadores de energia reguláveis. com sua propriedade apresentar tensão inversa de ruptura permite usá-los nos reguladores de voltagem. Os diodos varicaps funcionam com uma capacitância variável através da variação de tensão em freqüências superiores a 1000 MHz. por exemplo. provocada por uma alta corrente.net Durante o primeiro período. e assim sucessivamente. Outras aplicações baseiam-se nas diferentes propriedades dos diodos. o diodo semicondutor de contato pontual é preferível à válvula de vácuo termiônico. É capaz.APLICAÇOES Os diodos semicondutores têm um emprego bastante grande em todos os campos das aplicações eletrônicas.000 MHz. O retificador de junção é ideal para uso em fontes de tensão para equipamentos transistorizados. A capacitância variáveis dos diodos de junção PN(varicaps). fazendo com que o diodo passe a ser polarizado na região de vale (ponto C da curva) provocando uma queda instantânea de sua corrente interna. os diodos túnel uzados nos circuitos osciladores em equipamentos de microondas de baixa potencia e sintonizadores de FM. frequências da ordem de 60. a tensão desenvolvida na extremidade do capacitor "C" faz com que o diodo atinja o ponto "B" da curva. O diodo de junção P-N tem muitas aplicações em que se aproveitam as suas características especiais. Para este fim. de transmissão e recepção de micro ondas por exemplo. Sua eficiência nestes. pode utilizar milhões de diodos. o transistor passa para a saturação provocando a descarga do capacitor. por exemplo. com um conseqüente aumento de sua resistência. devido ao fato da resistência interna do diodo estar baixa. Esta aplicação tem vantagens particulares em televisão a cores por exemplo. onde se faz necessário um. também os varactores aplicados em circuitos multiplicadores de freqüências. Os diodos de silício de contato pontual já operam em. de junção P-N. e nesta situação o transistor entra em corte. Os diodos zenner.dos valores de R e R interno do diodo. a tensão do capacitor continua aumentando.

a projeção se faz com uma velocidade de 24 quadros por segundo. tanto do Televisor quando do Monitor de vídeo . Devido a esta propriedade do olho humano é que temos o cinema e a televisão. Vamos conhecer primeiro a estrutura do Televisor para que possamos ter uma idéia do funcionamento e poder-mos resolver os defeitos com mais facilidade. contraste. A estrutura da Televisão e do cinema A finalidade principal da Televisão é aumentar o alcance da visão humana. Mais esta imagens são apresentadas á nossa visão num tempo menor que o da persistência visual. e devido á persistência da visão isto resulta em uma impressão de luz constante com esta variação de luminosidade elimina a cintilação e a imagem fica com boa definição visual. brilho.josmar. E possue ainda a capacidade de persistência que consiste em quando vemos uma imagem ela fica retida (gravada) na visão durante um certo tempo que equivale a cerca de um décimo de segundo.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. cromaticidade (cor). Pois o obturador que projeta cada imagem ou quadro na tela por duas vezes consecutivas aumentando assim a freqüência de repetição de 24 para 48 vezes por segundo. Ela se encarrega de transformar as variações luminosas em sensações (impulsos elétricos) que são levadas ao cérebro por meio do nervo ótico. Um exemplo de persistência é quando se olha um ventilador em baixa velocidade se consegue ver a hélice e quando aumentamos a velocidade não se ver a hélices. Algumas destas propriedades são: Luz. Sendo assim a televisão deve ter a capacidade de reproduzir todas as propriedades de uma cena real. detalhes e movimentos contínuos. adotou-se um numero maior de repetições que é de 30 quadros por segundos. sombra. Tanto a televisão quanto o cinema as imagens estão paradas. esta é a freqüência de repetição ideal para nos dar a sensação de movimento. em vez de uma. Na época da criação da Televisão só existia válvulas e os projetistas tinham dificuldade de filtrar a energia elétrica. pois os retificadores eram válvulas diodo e precisava de enormes capacitores 44 . os quais são recompostos 60 vezes por segundos (2X30) porque 60 hertz (60 ciclos por segundos) é a freqüência da rede elétrica de corrente alternada no Brasil. Isto facilitou o projeto da televisão: a própria freqüência da rede elétrica sincroniza a imagem na tela do televisor. A vista recebe assim duas impressões luminosas. Em televisão. durante a projeção da imagem ou quadro. conforme ilustra a figura 1 Figura1 No cinema. assim temos a sensação de movimento. Estas cenas constituem a imagem.net Capitulo______________________________III O Televisor Historia Parte I O Televisor evoluiu bastante nos últimos anos chegou ao ponto que para se consertar não precisamos mais saber como funciona todos os circuitos como era antigamente por este motivo vamos estudar somente o que interessa para se ter a capacidade de determinar defeitos e poder resolver com facilidade qualquer problema.

até que a imagem inteira tenha sido dissecada em milhares de impulsos elétricos separados. lendo da esquerda para a direita e de cima para baixo e descendo gradualmente para a parte inferior da pagina a medida que cada linha de letras está sendo lida. que consiste em pequenas áreas de luz ou sombra conhecidas como elementos da imagem. Desta maneira. Esta linha onde o feixe eletrônico retorna é chamada de “retraço”. Em fotografia. O quadro é formado pelo retângulo ABCD. A tela do televisor tem 15750 linhas horizontais e 700 linhas verticais que equivale a (525X700) = a 367. a imagem é explorada por meios de pontos. EUA e Japão adotou um padrão para formar a imagem que é o de 30 quadros por segundo cada quadro possue 525 linhas. Figura 2 Na figura . por exemplo. A quantidade de detalhes na imagem depende da grandeza e do numero dos elementos que constituem. Veja as válvulas na figura 1a Estrutura básica da imagem Para podermos converter uma imagem em sinais elétricos devemos conhecer os elementos básicos que constituem a imagem. e retorna à esquerda no ponto C com uma velocidade muito maior que a utilizada para se deslocar de A para B. a imagem eletro sensível produzida pela câmara de televisão é explorada linha por linha. Fig. O feixe eletrônico inicia a exploração no ponto A e termina a primeira linha no ponto B.net eletrolíticos para executar a filtragem e sendo a rede elétrica na mesma freqüência estabilizava a imagem com facilidade. No entanto o leitor já deve ter visto estes retraços em um televisor ou monitor defeituoso. Que são varridas (525X30) igual a 15750 hertz. O Brasil.1a . que representam os elementos individuais da imagem que está sendo televisada. E em TV a exploração é em linhas de cima para baixo da direita para esquerda. pois o circuito apagador torna invisível.válvulas Exploração de uma imagem Consiste em retirar as principais informações desta.2 é mostrado o processo de varredura eletrônica da televisão. Os milhares de pontos formam os elementos da imagem.josmar.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. O retraço não pode aparecer na tela do televisor ou do monitor. Figura 2 – Principio que rege a exploração da imagem A exploração da imagem e semelhante á maneira pela qual um leitor percorre uma pagina impressa. 45 .500 pontos.

o que se faz é que quando se suspeita de está com defeito substitui-se o CI. D) Uma grade de foco para concentrar o Feixe de feixe de elétrons que passa através elétrons dela. Saiba mais no capitulo IV computadores item: p) Tubo de Raios Catódicos (TRC) ou válvula de Imagem. E) Um anodo alimentado por alta tensão para acelerar os elétrons emitidos pelo catodo. A válvula de imagem. F) Um meio de desviar os elétrons para Grade qualquer direção e controlado para Screen escrever na tela florescente. tanto em televisores como em monitores de vídeo. Correspondente. Produzindo a imagem na tela feita de material florescente aluminizado.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Como já foi dito no início do capitulo que para se consertar uma televisão atual não precisa conhecer a fundo. em um cinescópio todos possuem os seguintes elementos básicos: A) Um catodo como fonte emissor de elétrons. Tubo de Raios Catódicos ou Cinescópio é o dispositivo que converte os sinais elétricos em luminosos. Eletrostáticos: Muito utilizado em aparelhos de precisão. Atualmente é fabricado também em tela plana. Eletromagnéticos: É o mais utilizado até hoje. o que reduziu bastante os circuitos e com isto facilita no reparo pois não precisamos mais reparar cada circuito. C) Uma grade de controle para regular o Ponto MAT (Alta Tensão) numero de elétrons que passa através Luminoso 25Kv (25000 V) Filamento dela. Em caso de reparo. 46 . uma televisão convencional e atual. Veja no diagrama em bloco da Figura 1. Grade de Fóco Controle Tipos de válvulas de imagem (Cinescópio) ou tubo de raios catódicos.net Quatro sinais são básicos na televisão a cores: 1º Sincronismo Horizontal para varrer linhas horizontais (15750hz) 2º Sincronismo Vertical para varrer quadro (60hz) 3º Sinal de vídeo que contem as informações da cena televisada. B) Um calefator (filamento) para aquecer o catodo para que ele possa emitir os elétrons. Catodo G) Uma tela florescente para emitir luz Canhão Grade de de elétrons sob o impacto do feixe de elétrons. note cada circuito separado o que nos novos televisores os circuitos foram integrados em pastilhas LSI conforme figura 1ª. Qualquer que seja o tamanho da tela. 4º Croma sinal que contem as informações de cor da cena televisada. ( Integração em larga escala).josmar. Exemplo: Osciloscópios.

Diagrama em bloco de um Televisor convencional Figura 1a .Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www.net Figura 1 .josmar. Aparti do ano de 1990 47 .Diagrama de um Televisor Micro Controlado com CI (LSI).

net Figura 2 a – Disposição dos acessórios em um cinescópio MAT Aneis de Pureza e convergencia Foco Vermelho Azul Screen Horizontal TV Bobina Defletora Marron Varredura Vertical Vertical Verde Varredura Horizontal Figura 2 b TV Observe na Figura 2 a. 48 .Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. b e c a disposição da bobina defletora. Exemplo a seguir. FOCO. Figura 2 c Chupeta Aquadague Bobina Defletora Anéis de Pureza Conector da Defletora Atualmente também existem os dispositivos conversores de sinais elétricos em luminosos que não são válvulas. SCREEN ) em um cinescópio.josmar. Quero lembrar que em cinescópio de tela plana não é mais utilizado os anéis de pureza de cor. anéis de convergência e ligação do flyback ( MAT.

Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. se baseiam nas propriedades do reflexo da luz através de um conjunto de substâncias de material líquido.usado em calculadoras. verde. Ativos (TFT). empregado em Televisores. relógios e outros dispositivos eletrônicos portáteis. Utiliza diodo LED para iluminar a tela. Esse tipo de tela é muito utilizado em note books e podem usar até 16. A .É uma tecnologia recente. Nota: A espessura de monitores ou televisores de LED não se aplica a especificada no Item A. azul) sobre cada uma das minúsculas unidades gráficas (TN). 49 .usado em televisores LCD. Relógios. Menor consumo de energia menos componentes para gerar alta tensão para lâmpadas. conseguimos formar um pixel. que varia sua tonalidade de acordo com a tensão aplicada a uma das unidades. é necessário utilizar filtros no sistema RGB (Red. Calculadoras. pelo controle do sinal de vídeo. Telas TFT (Monitores de matriz ativa) Essas telas utilizam transistores para a aplicação de tensão de forma independente a cada unidade TN.7 milhões de cores.Reflexiva . Blue . Celulares e Monitores.net Capitulo_________________________________________IV Display LCD e Plasma utilizado em Televisores. 2 . Green. são usados 3 tipos distintos de tecnologia: 1 -Transitiva .vermelho. Display de LCD: (de Cristal Líquido). Ao colocarmos 3 unidades TN com filtros de cores diferentes. Cores no LCD Para usar cores em LCD. E a diferença entre LCD e LED é apenas a iluminação da tela: no LCD utiliza-se florescente e no LED o nome já confirma. monitores e laptop (Note Book) tem espessura fina em torno de 7 centímetros. Para criar a luz que atravessa o conjunto de moléculas. Passivo 3 .Projetada gerada .josmar. É bem mais fino.usado em projetores LCD. em uma boa resolução. Trata-se de um eixo X e outro Y. onde o primeiro é responsável pelo sinal de ativação e o segundo.

youtube. na maioria dos monitores não vem embutido no gabinete vem separado. LCD ou LED de acordo com o diagrama em bloco da figura 3ª. Para reparar um monitor de LCD. devido a miniaturização dos componentes o que o técnico pode fazer: Em primeiro lugar o Técnico tem que saber soldar componentes SMD veja como no link do suporte técnico.net LCD Figura 3 a Veja na foto da figura 3a o Diagrama em bloco de um monitor de LCD. Veja diagrama em bloco de um televisor de Plasma na Figura 3b.josmar. composto dos demais circuitos. 50 .net/site/index. É dividido em: Modulo da fonte. LCD ou LED já tem a estrutura do Monitor e vem com a opção. a única diferença está nos recursos de utilização e o acréscimo do circuito de recepção. Descrição: Basicamente o televisor plasma. Modulo principal.php/soldafria ou youtube http://www. Como todo Televisor de Plasma. LED ou de plasma.com/results?search_query=Soldering&aq=f O televisor de plasma. ou redução do inversor de alta tensão. Modulo de RF composto do seletor de canais e circuitos de vídeo e som.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. http://www. LCD ou LED é idêntico no que se refere ao monitor de ambos os tipos. composto de amplificador de potencia de audio. Reparando um monitor ou Televisor de LCD ou Plasma. Fica mais fácil no entendimento.dicasdigital. Modulo de áudio.

4º Na verificação se os transistores reguladores estão com solda fria e se tem algum capacitor com vazamento de acido e a limpeza dos contatos dos cabos flat é o conector DB15 com solda fria e cabo lógico partido. 3. 5 volts. Podemos observar no diagrama em bloco da figura abaixo. O que podemos fazer é uma observação visual nas placas e se necessário em caso do monitor de regial praiana deve ser feito uma limpeza na placa conforme as dicas do meu livro de Televisor segunda edição.josmar. 3º Devido ao baixo consumo de energia e trabalhar com tensões de 12. são parecidos e roscas diferentes colocados errados danificam a carcaça do equipamento. 5 e 3.3 Volts quase não ocorrem defeitos. Veja na figura abaixo um monitor LCD internamente.3 Volts O circuito é composto de duas chaves de vídeo. Motivo é que nestes aparelhos é utilizada uma infinidade de formatos de parafusos e no momento da montagem surge a duvida qual é quem. que o monitor LCD vem com uma fonte externa de 14 Volts que é ligada a um regulador DC que divide em três tensões que são: 12 volts.net 2º Para desmontar o monitor ou o televisor devemos manter em mãos uma coleção de canetas colorida para que ao ser retirado cada parafuso se pintar o local com uma marcação da cor no para fuso e no local.403) Figura 3ª 51 .402. (IC201) Pré-amplificador PLL. (IC301) Maquina controladora (IC406) com os periféricos incluindo as memórias SDRAM (IC401.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www.

Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www.be/izCleVpkbL4 Monitor desmontado Parcial Monitor visto por traz.net Nota: O defeito que mais ocorre em televisores de LCD e LED é o circuito T-COM com defeito. 52 . provocando imagem Borrada. Nos monitores de LED é defeito na lâmpada interna da tela veja uma solução interessante no link: http://youtu.josmar.

Lente de aumento. A principal diferença deste tipo de Display. 53 . Multímetro. Kit de chave Phillps. verde ou azul de cada pixel.josmar. que originam pequenas explosões de gás xenônio. Pistola de Ar quente para reparar solda fria em placas. é que cada pixel cria sua própria fonte de luz e a imagem da tela é mais nítida e não possue problemas de distorção nas extremidades. Display de plasma. acima de 32 polegadas e espessura fina. Quero lembrar que em CPU um dos defeitos que mais ocorre é contato de memória sujo e a borracha é uma ferramenta indispensável. que por sua vez. Na figura 3c. são usados elétrodos carregados entre painéis de cristal. Kit de chave Estrela.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Kit de chave Alen. um exemplo simplificado de como é produzida a luz em um pixel na tela de plasma. reagem com luz ultravioleta. Para gerar a luz em cada pixel. para melhor visualizar as soldas nas placas. brilhar. Muito utilizado em televisores de tela Gigante. fazendo o fósforo vermelho.net Ferramentas necessárias: Borracha macia para limpeza de contatos.

observe que alem das entradas de áudio vídeo tem o circuito de RF composto de seletor de canais.josmar. inclusive computadores pessoais. Possue três conjuntos de memórias dois SDRAM e um flash sendo que uma para maquina controladora mais a memória flash e a outra para controle de entrada de vídeo e comandos da fonte. televisor com tela de plasma) TVs de tubo têm muitas Desvantagens em relação às tecnologicamente mais avançadas. Como. verde e azul). 3 milhões de pixels que são iluminados em uma certa ordem para que a imagem na tela seja criada. Com tudo isso. Mas são caras.3 megapixels) veja o link: http://olhardigital. mas sua durabilidade é maior. geralmente. dispõe de uma resolução de 3840 × 2160 pixels (8. consegue gerar imagens com mais de 16 milhões de cores. Se uma TV tem 3 milhões de pixels.com. e sua vida útil média vai de 20 mil a 30 mil horas Possui. (Figura 3d. ao contrário das TVs de tubo.uol. Cada pixel consiste em 3 células (vermelha. LCD ou LED aceitam conexões com qualquer tipo de aparelho.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Os novos televisores de LED 4K tem resolução 4K UHD Criada pela SONY em 2003. logo ela tem 9 milhões de células. a imagem tem um foco uniforme e de qualidade elevada. elas não funcionam com feixe de luz.br/video/41371/41371 54 . portanto elas ainda ganham na relação custo-benefício ao longo do tempo. e. Diagrama em bloco de um televisor de Plasma. As TVs de plasma.net No diagrama em bloco do Televisor de plasma.

Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. 55 .net Plasma Figura 3e .josmar. Veja na foto da figura 3b o Diagrama em bloco de um monitor de PLASMA.

banda passante ou dot rate) entre 100 MHz e 200 MHz. Funcionamento Os monitores de vídeo que usa tubo. linha por linha. dizemos que a freqüência vertical do monitor é de 56 Hz. mais conhecidos como "Monitores CRT" (Cathode Ray Tube) É um dispositivo com funcionamento semelhante a de uma TV. Freqüência horizontal O canhão citado acima. começando de cima para baixo e da esquerda para direita veja figura 3 do capitulo III Televisor. Basicamente. Esta freqüência consiste no tempo em que o canhão leva para ir do canto superior esquerdo para o canto inferior direito da tela. um feixe direcionado ao fósforo vermelho e um feixe direcionado ao fósforo azul (a combinação destas cores geram as outras). conhecido como varredura. Assim.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. se a freqüência horizontal indica a quantidade de vezes que o canhão consegue varrer linhas por segundo. Resolução dos monitores Você já sabe que a imagem do monitor é formada pela varredura do canhão sobre as linhas com pontos (também chamado de pixels) do monitor. 800 X 600. Para gerar as imagens. se um monitor consegue varrer 35 mil linhas. uma luz é gerada naquele ponto. Caso a resolução seja. Quando o elétron encontra o fósforo. 1024x768 e 1280x1024. existe uma vertical. Quando todas as linhas tiverem sido percorridas. Geralmente. É claro que existem outras resoluções. Como cada ponto de luz tem duração curta e a imagem precisa ser constantemente atualizada. Chamamos de freqüência horizontal. é repetido a todo instante. pois essa varredura ocorre de maneira extremamente rápida. É claro que você não percebe que o monitor faz isso. Elas são aplicadas conforme a necessidade. por exemplo. existe. 800x600.net Capitulo__________________________________________V Monitores de vídeo Introdução O monitor de vídeo do tipo "Tubo de Raios Catódicos". A tela deste tubo é composta por camadas de fósforo. é isso que faz com que a imagem apareça na tela do monitor. ponto por ponto. mas o objetivo é servir de meio de comunicação visual entre o computador e o usuário. as resoluções mais encontradas são: 640x480. o canhão percorre toda a extensão da tela. E. da seguinte forma: o canhão percorre a tela em forma de linhas (daí o nome de horizontal). de por exemplo. 56 vezes por segundo. Quando uma linha é terminada. que é atingida por elétrons através de "disparos" feitos por um canhão localizado na extremidade inferior do tubo. É como se fosse uma matriz. que trabalham em conjunto e ao mesmo tempo: um feixe que é direcionado ao fósforo verde. esse processo. a freqüência vertical indica a quantidade de vezes que a tela toda é percorrida pelo canhão por segundo. o CRT citado anteriormente. localizada por sua linha e coluna. Mas quantas linhas o monitor tem? Bem. o canhão parte para a outra. ele volta para o início e repete o processo.josmar. você consulta seu computador para saber a resolução. Observe as figuras do capitulo III Televisor pagina 50 Diagrama do cinescópio. Se é percorrida. significa que a tela possui 800 linhas na vertical e 600 linhas na horizontal. O canhão percorre a tela do monitor com esses três feixes e realiza esse processo constantemente. para saber isso. Assim. Atualmente. de fato. imagine que cada ponto é uma célula do Excel. A intensidade deste canhão é medida em MHz. os monitores possuem essa intensidade (também conhecida por largura de banda. uma 56 . Para exemplificar. o número de linhas que o canhão do monitor consegue percorrer por segundo. dizemos que sua freqüência horizontal é de 35 kHz. Freqüência vertical Você pode ter imaginado que se existe uma freqüência horizontal. possui 3 feixes de cores. Por exemplo.

o canhão trabalha com 3 feixes de cores. onde o canhão do tubo de imagem percorre a tela primeira através das linhas pares e em seguida através das linhas ímpares. claro. Para uma imagem com qualidade. é denominado tríade. Quanto menor esta distância melhor a imagem. Na tela. onde uma sombra parece percorrer constantemente a tela. Quanto maior for a resolução. Cada ponto da tela consegue representar somente uma cor a cada instante.josmar. Esse recurso faz com que a freqüência vertical dobre e o Flicker não ocorram.28 mm. pode-se ocorrer o efeito Flicker (ou cintilação). mas as imagens geradas acabam tendo menos definição. pode-se recorrer a um truque conhecido por "varredura entrelaçada" ou "entrelaçamento". a distância entre dois pontos da mesma cor. Figura 4 Delta Figura 5 In Line O Dot Pitch é medido em milímetros. como 320x200. pois o tamanho dos pontos diminui. basicamente. um verde e um azul.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. a camada de fósforo gera a cor correspondente ao feixe através da intensidade da corrente elétrica. Lembrando.net jogo pode requerer uma resolução menor. figura 5 tubo In-Line. Quando isso não é possível. 57 . sendo um vermelho. Cada conjunto de 3 pontos. ela só pode ser usada a resolução padrão do monitor. Veja a ilustração abaixo para entender melhor Figura 4 tubo delta. fazendo com que a mesma pareça estar piscando. Dot Pitch é. o mínimo recomendado é o uso em monitores com Dot Pitch igual ou menor que 0. Em alguns monitores. seguindo as orientações do manual para evitar danos. maior será o espaço visível na tela. O efeito Flicker Quando um monitor trabalha com uma freqüência vertical menor que 56 Hz. Dot Pitch O Dot Pitch é o termo utilizado para referenciar os pontos coloridos na tela do monitor. esse problema começa a ocorrer a partir de 60 Hz. Para resolver isso se pode aumentar as freqüência vertical e horizontal do aparelho. Quero lembrar que em monitores de LCD e Plasma a resolução não pode ser alterada.

linearidade vertical. os televisores mais novos utilizam as memórias do tipo EEPROM para armazenar as características próprias do aparelho. inclusive os ajustes que antigamente era feito por trimmpots e agora se faz pelo remoto alterando as configurações do menu SERVIÇO. AFT. estar sem som. sistemas de cores utilizados. entradas AV. dimensão do quadro. RGB e todas as características do modelo do Televisor . Que necessita de um software para que funcione corretamente. geometria alterada. Defeitos em memórias EEPROM de Televisores e Monitores: As memórias “EEPROM” podem causar diversas falhas nos aparelhos. Podemos comprar uma gravada do serviço autorizado ou simplesmente comprar uma que esteja virgem e gravarmos os dados. As falhas nas memórias podem ser provocadas por diversas causas: como solda fria com mau contato.php/gravador-eeprom 58 . Em alguns casos basta resetar a memoria. O ideal na hora de trocar a EEPROM é que se tenha em mãos uma já gravada com as características do modelo do aparelho a ser reparado. Tipo o tamanho em polegadas. AGC. Uma solução ideal é montar um gravador de memória e toda vês que tiver a oportunidade copiar a memória e guardar o arquivo BIN para defeitos futuro. Alem dos ajustes anteriores em Televisores e Monitores também se faz os ajustes de geometria como Almofada. mas outros é que temos que inserir todos estes dados na memória. Em alguns Televisores o próprio micro se encarrega de gravar estes dados. freqüência vertical. Note o valor em (XX) quer dizer a capacidade de armazenamento dos dados.dicasdigital.net/site/index. desde não ligar.josmar. quanto maior mais dados dependendo do aparelho. 24LCxx. Saiba mais acessando o link: http://www. funcionar sem cores. Como funciona o programador de EEPROM. descarga atmosférica. altura vertical. não sintonizar canais. posição horizontal. SVideo. A maioria dos televisores utiliza as memórias do tipo 24Cxx.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Exemplo uma memória 24C04 cabe menos dados que uma 24C16 e assim por diante. áudio com todas as suas funções. e até mesmo pelo próprio componente com defeito ou os seus dados alterados por algum pico de tensão. tornando o serviço mais rápido e simples. O que é resolvido com a substituição da mesma e conseqüentemente refazer todos os ajustes necessários seguindo o manual do fabricante. freqüência horizontal. fonte com tensão exagerada. Através deste software podemos copiar os dados da memória original (já gravada) para guardar em uma pasta formando nosso banco de dados ou podemos transferir os dados de um banco de dados para uma EEPROM vazia.net Capitulo__________________________________________VI Memórias EEPROM Para que serve uma EEPROM: Assim como um computador tem a memória para armazenar o setup da CPU. sintonia dos canais. O programador é um dispositivo que se conecta a porta serial ou paralela de um computador PC.

Testar a Fonte antes de ligar na placa. Tipos de Fontes Os PCS podem ser de dois tipos Fonte AT( não mais utilizadas ) e ATX ( utilizada atualmente). mais podemos fazer pequenos reparos são quando o Cooler perde a rotação devemos substituir e refazer algumas soldas que se soltam com excesso de calor.net Capitulo________________________________________________VIII COMPUTADORES Neste capitulo será mostrado os principais componentes de uma CPU e a necessária atenção para evitar prejuízo. HD.pequena com 4 fios Para ligação a HD. 120V ou 220V. Placa Mãe.-5 e +12. etc. para as tensões contínuas necessárias à alimentação dos circuitos e dos outros componentes internos do computador..Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www.-12 V para alimentar. 59 . Por este motivo não é aconselhável reparar fonte. CD-ROM. os hardware custam muito e se uma fonte perder a regulagem pode provocar a queima de um periférico e o gasto é alto. CDROM. por este motivo a saída de ar da fonte não deve ser obstruído. Os cuidados que o Técnico deve ter: Verificar a chave de voltagem na Fonte de Energia. qualquer um preto de ambos os lados a fonte aciona. Fonte de Alimentação É a Fonte de Alimentação a responsável pela transformação da tensão alternada que é fornecida pela concessionária de energia. Cooler. Veja figura 1 Reparação de Fonte As fontes são protegidas contra sobrecarga mesmo assim trabalham e aquecem muito e com isto a vida útil dos seus componentes podem esgotar em pouco tempo. Verificar se os parafusos que prendem a Fonte e a placa mãe estão bem fixados. Verificar se o ventilador (Cooler) está na rotação e se for necessário retirar do local para limpeza. também o ar quente que fica dentro do Gabinete..2 fios nas fontes AT .grande com 4 fios Para ligação no display de velocidade . capacitores eletrolíticos e fusível pode ser trocados. A fonte AT é aquela em que se liga através de uma chave liga desliga e a ATX é ligada por um toque em um sensor frontal ou do teclado e quando for desligar é feito pela CPU automaticamente. Nas fontes ATX este cabo não existe. Drive de Disquetes. as mais novas possuem outro cabo de ligação da placa mãe com 4 fios de 12 volts. Drives de 5 ¼" . ponte retificadora. Para ligar uma fonte ATX basta colocar em curto o fio verde do conector principal ao fio preto que está ao lado. O seu ventilador interno serve para resfriar a própria fonte e retirar. observar a posição se for colocado ao contrario destrói a pastilha do processador e não esquecer de recolocar a pasta térmica para transferência de calor para o radiador. Leds. Placas. Os cabos que saem da fonte são de 4 tipos: Cabo de ligação a Placa da placa mãe Cabo ligação aos Drives de 3 ½" . Os cabos que dela partem fornecem energia entre +5.josmar.

mas existem algumas cidades em que a tensão pode ser de 220/240 Volts. que é para ser encaixado no conector ATX da placa-mãe: Conector fora. Instalação da Rede elétrica Se a rede elétrica em que for ligado o computador não estiver bem preparada podem ocorrer choques ao usuário ou danos ao equipamento. choques elétricos.net Ligação da fonte na placa Mãe É um processo fácil. as redes de energia apresentam dois fios. Entretanto. os fabricantes de microcomputadores exigem que as redes em que esses equipamentos serão ligados tenham um terceiro fio. Nas casas ou escritórios. 60 . ao solo. segundo determinadas especificações. A fonte tem um cabo de alimentação maior. O aterramento protege contra interferências. A tensão é normalmente de 120/127 Volts. Um desses fios é denominado FASE e o outro é denominado NEUTRO. normalmente.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Qualquer computador pode ser ligado a essas redes que funcionaram sem problemas. Conector encaixado. mas exige atenção! Normalmente com o gabinete vem a fonte de alimentação interna do computador e com ela você liga praticamente tudo. O fio TERRA deverá estar ligado realmente à terra.josmar. de forma a fazer o real aterramento. denominado fio TERRA.

( foi adicionada para substituir a placa AGP ) Slots padrão ISA Não vem mais em placas novas Soquetes para a instalação de módulos SIMM.este equipamento é simplesmente um estabilizador com uma bateria.josmar.( Atualmente já foram retiradas das placas ) Slot PCI Express lançado em placas a partir de 2006.2 Kva é mais do que suficiente. Estabilizadores de Tensão . Para saber se é realmente um filtro deve-se verificar em sua embalagem se constam os nomes do dispositivo de proteção contra sobre tensão e do filtro contra interferência. uma saída seria ligar o fio TERRA ao NEUTRO. PLACA DE CPU OU PLACA MÃE Também chamada de Placa Mãe.devemos tomar cuidado. normalmente um estabilizador de 1. Esse aterramento serve para qualquer aparelho elétrico. Deve-se adquirir um estabilizador que comporte a soma da potência gasta pelos aparelhos que irão ser ligados nele. Pode-se. e ligando-se o fio TERRA nela. no solo. é nela que encontramos a maior parte dos componentes que vão executar as funções básicas de um microcomputador. Sua instalação é bem simples.net Um bom aterramento é conseguido enterrando-se uma haste metálica de no mínimo um metro de profundidade. mas deve ser feito com cuidado por se tratar de ligação elétrica.este equipamento protege o seu aparelho contra variações da tensão elétrica e interferências. DIN. ( A partir de 2014 estão sendo retiradas para ser substituída pela PCI express mine) Slot AGP exclusiva para placas de vídeo. SISTEMAS DE PROTEÇÃO Filtros de linha . mas isso não é muito aconselhável. PC 133 nas placas antigas. A diferença é que a bateria alimenta o sistema para que possamos desligar o equipamento sem perder dados. que fica na parede. obter o aterramento ligando-se o fio às partes metálicas existentes na casa. O ideal seria que os nossos estabilizadores já viessem com esta proteção. na caixa onde fica presa a tomada de energia. As placas mãe vêm de fabrica com manual e CD de instalação dos drivers e as mais antigas possuíam os slot ISA as novas não vem mais com este suporte veja na lista abaixo os tipos de slot: Slots padrão PCI. tubulações de água. A tomada. da própria rede elétrica. onde será ligado o micro deve possuir três terminais. PC100. pois muitos são apenas extensões. ainda. No-Break .Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Pode ser comprada em casas de material elétrico e é a mesma utilizada para ligação de aparelhos de ar condicionado. as novas possuem soquete para memória DDR3 Conectores de interface IDE (2) Primário e Secundário para HD e CD-ROM (não está mais em uso) Conectores de interface SATA e USB (atualmente é mais utilizado) Conector de Drives de 3 ½” (não está mais em uso) 61 . Como em nossas casas isso não é feito. mas como não é assim estes filtros são uma boa ajuda.

josmar. (está saindo de uso em substituição da USB) Conector da porta paralela. Colocar o processador na placa-mãe é um processo simples: basta levantar a alavanca. então não há como errar. Ele só encaixa de uma maneira. encaixar o processador (sem fazer muita pressão para não correr o risco de trincá-lo) e travá-lo baixando-se a alavanca./ Como foi visto anteriormente o soquete para microprocessador 370 que já está fora de linha agora o soquete mais usado é o P5. (está saindo de uso em substituição da USB) Conector da porta de jogos. para joistic Soquete para o Microprocessador. Vários tipos depende do fabricante do processador Veja na figura um soquete 370..Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Intel® P965 chipsets e suporte ao processador Intel® Core™2 vide figura Vejamos a seguir alguns tipos de soquete e processador em uso: 62 .net Conectores das portas seriais (2) Para mouse AT (está saindo de uso) Conector PS2 para mouse. Para impressora.

Memória ROM (BIOS). Socket 478 = Soquete: mPGA478 2º .josmar. Athlon. Athlon 64 FX. Conectores para os cabos de alimentação da fonte Conectores para ligação dos fios do painel frontal do Gabinete Alguns tipos de soquete de processador utilizado atualmente figura abaixo Figuras abaixo de soquete de diversos processadores 63 . Athlon. Memória CACHE (SRAM) Bateria. Socket754 5º . Socket AM2.AMD Athlon 64 X2.AMD Athlon 64.Socket Mobili em Destop Intel™ 3º . 6º . Athlon. Duron.net 1º .AMD Athlon 64 X2. Athlon 64 FX. Sempron AMD Socket A.Athlon XP.LGA775 Pentium 4 e Celeron Intel™ Socket 775. Socket939. algumas placas novas não utilizam mais a bateria. 4º .Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Sempron.

Cabo flat para Drives de 3 ½” Cabos das interfaces serial.josmar. Placas novas não existem mais Conector para o LED do HD (vermelho) Os conectores da chave do Teclado. Micro ventilador (Cooler) CONECTORES DA PLACA DE CPU (Placa Mãe) Veja figura ao lado Na parte dianteira do Gabinete existem vários fios com conectores nas extremidades. Placas novas não existem mais Conector para o LED do Power (verde) Conector para o LED do Turbo (amarelo). pólo positivo com positivo e negativo com negativo. Placas novas não existem mais Conector para o Alto-Falante Conector para o botão Reset Conector para o botão Turbo. Estes não recebem fios ou cabos mas. São eles: Conector para travar o Teclado (Key Lock). sob pena de se perder a placa. isto é. denominadas JUMPERS que fazem a função liga/desliga de uma determinada opção na placa. estes dois conectores não podem ser ligados fora de seus próprios lugares. do Alto-Falante e dos botões do Turbo e do Reset não possuem polaridade. Já os LED’s possuem polaridade. Algumas Placa Mãe possuem outros tipos de conectores além dos citados acima. Esta indicação pode ser encontrada no manual da placa indicada com um ponto negro. pequenas peças plásticas com uma ligação de metal. só acenderão se forem ligados na posição correta. podendo ser colocados em qualquer posição nos conectores da Placa Mãe. paralela e USB.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. O modo de colocação de cada jumper está especificado no manual que acompanha a placa. Deve-se tomar cuidado com o conector do Reset e o do Turbo Switch.net Conector para ligar o teclado dois tipos AT e PS2 Cabo flat IDE usado no HD e no CR-Rom dois tipos COMUN e de 80 VIAS. 64 . que deverão ser conectados em seus correspondentes na placa.

Esta memória passou a existir a partir das placas 386 DX de 25MHz. Tipos de memória: RAM Dinâmica (DRAM) . PCI – Express mini 1x PCI – Express media 8x PCI – Express grande exclusiva para placas de vídeo 16x AGP . fax/modem.josmar. 65 .Representa a maior parte da memória que vamos encontrar no computador. usada também em pequena quantidade para acelerar a velocidade da memória DRAM. Só pode ser utilizada em placas que foram planejadas para utiliza-las.Memória do tipo SRAM (RAM Estática) bem mais veloz que a DRAM. para guardar o programa BIOS e o programa Setup. São grandes encaixes onde serão colocadas as placas de vídeo. VLB .padrão 8 bits não existem mais só em placa velhas.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www.Evolução da memória DRAM. PCI . Os CI’s são construídos por pastilhas de silício feito de forma tal que contem vários milhares de transistores conforme foi estudado em materiais semicondutores. Quando dizemos que um micro tem 256 Mb de memória estamos nos referindo à DRAM ou DDR ROM . etc.padrão 32 bits. CACHE . Os tipos de Slots são: ISA .Mais rápida que a RAM. Em nosso caso estamos falando de memórias de placa mãe que é diferente de memórias eeprom que memoriza informações dos micro controladores de televisores e Monitores. ISA .Atualmente é o mais usado por impressoras e Câmeras fotográficas scane e câmeras de vídeo (WEBCAM) Os padrões ISA 8 bits e VLB já não são mais encontrados em placas novas.padrão 16 bits não existem mais só em placa velhas. som.padrão 32 bits não existem mais só em placa velhas.net Outros tipos de conectores que as placas possuem são os SLOTS. USB . MEMÓRIAS Quando falamos de memória estamos nos referindo àquela composta por Circuitos Integrados (CI’s). conforme já foi especificado anteriormente. EDO DRAM .Exclusiva para placa de vídeo 4x e 8x. mas também mais cara por este motivo utilizada em pequena quantidade.

desenvolvida com tecnologia denominada CMOS. DDR 333 =PC2700.net PIPELINED BURST CACHE . realizado quando o micro é ligado. Em breve substituíram os HDS e driver de disket.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. protege contra alguns tipos de vírus. Para estas informações não se percam quando desligamos o micro. controle de senha. DDR 400=PC3200.josmar. funcionam em porta USB 66 .Cache projetado especificamente para placas Pentium. este chip tem uma bateria que o alimenta permanentemente. é responsável pelo processo de auto-teste. Também do tipo SRAM. mas com muito mais velocidade de acesso. Já existem DDR 2 até freqüência de 512 Mhz e DDR 3 de frequência de 1066 Mhz ou superior. Mp4 São circuitos com funções de radio FM e armazenamento de musicas e dados e utilizam memórias são alimentados por uma bateria. Contém o relógio do sistema e armazena a configuração de hardware instalado no computador. controle do uso de energia. Esta é uma DDR PC2700 A diferença entre as diversas memorias. está na posição da guia MEMÓRIA CMOS É do tipo RAM. Memórias DDR São atualmente as mais usadas fabricadas em varias freqüências DDR 266 =PC2100.

Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www.modem externo ( fora de uso) Podemos encontrar as indicações de cada conector. Ligação com dois drives . Em uma de suas extremidades existiam um trançado dos fios. na lateral do cabo. possuia cinco conectores: 1 para ligar na Interface. no manual da placa ou na própria placa LIGAÇÃO DOS DRIVES Há alguns anos os computadores podiam operar com um ou dois drives de disquete. INTERFACES Atualmente é fabricada placa mãe no formato On-Board de vídeo aceleradora já vem com a interface incorporada. Os drives eram ligados a sua Interface controladora através do cabo FLAT de 34 pinos.padrão IDE ( fora de uso) Ligação serial ATA para HD ultra ATA somente em placas de ultima Geração. O fio colorido. 2 para drives de 5 ¼" e 2 para drives de 3 ½". (as novas placas não tem mais IDE) Ligação paralela – impressora ( fora de uso) Ligação USB – Impressora e câmeras. vindo da fonte de alimentação. A alimentação do drive é fornecida por um outro conector de quatro pinos. Quero lembrar que os cabos preparados para drivers de 5 ¼" não existem mais nas novas placa mãe e nem os de 3 ½". corresponde ao pino 1 de conexão tanto no drive quanto na Interface.5 ¼" ou 3 ½" (FDD) ( fora de uso) Ligação com quatro HD’s e CD-ROM . LIGAÇÃO DO HD 67 . Disquetes já estão obsoletos.Drivers Os pendrivers são o melhor meio para transportar dados. bem como a posição de colocação de cada cabo. Ligação serial (COM2) . Já existe no mercado leitores de memórias que pode ser instalado via porta USB ou no lugar do driver de Disquete é muito útil na leitura de memórias de maquinas fotográfica digital PEN. Nas placas Of –Board é colocada em uma placa separada que são conectada a um dos slots. Ligação serial (COM1) – mouse ( fora de uso).josmar. O cabo FLAT leva apenas os sinais de dados e comandos para os drives. O drive ligado a esta extremidade eram o denominados "A" e o drive ligado no meio do cabo eram o denominados "B".Vem com dois ou quatro slot serial Ata e dois IDE podem ser usado um ou outro. Este cabo.net Driver Leitor de Memórias. também chamado de Universal.

Algumas placas alem dos 4 slots IDE possuiam dois SERIAL ATA. e seu encaixe deve seguir a orientação do pino 1 da Interface e do HD. 68 . LIGAÇÃO PARALELA Nesta Interface é conectado o cabo que servirá de ligação. como nos drives de disquete. Hoje em dia já existem outros periféricos que são ligados a esta Interface. Também possui um fio colorido em uma das extremidade para determinar a posição do pino 1. Atualmente as placas possuem até 8 slot de SATA Assim como nos drives de disquete existe um cabo de alimentação próprio para HD composto de 4 fios .net Os computadores podem operar com até 4 HD’s padrão IDE e são ligados as suas Interfaces por cabos FLAT de 40 pinos (os novos utilizam cabo do HD de 80 Vias). normalmente para uma impressora. Esta orientação é mostrada no manual dos dois componentes ou neles próprios. Neste cabo existem três conectores que podem ser ligados em qualquer ordem.josmar. cabo de energia 12Volts e 5 volts Ligação do CD ROM na opção slave . sendo um amarelo dois pretos e um vermelho veja figura 2 que é o mesmo cabo dos drives de 5 ¼". Nas placas que são fabricadas hoje em dia a mesma Ligação (Interface) que é usada para o HD secundário pode ser utilizada para o CD-ROM Conector de Força.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Para a conexão do cabo deve-se seguir a mesma orientação pelo fio colorido que representa o pino 1.

são os nomes como é conhecido este periférico. com a Interface IDE .josmar. DVD Hard Disk Drive (HDD) .Drive de Disco Flexível Drive de CD. o mais utilizado hoje em dia é o de 3 ½" e 1. FLAT e de alimentação. Abaixo mostramos uma tabela com a relação capacidade de armazenamento em disco e tamanho do drive: CAPACIDADE TAMANHO 360 Kb fora de uso 5 ¼" 1.Drive de Disco Rígido Estes componentes possuem uma parte mecânica e uma parte eletrônica. 69 . Winchester. drivers de som e assim por diante.2 Mb fora de uso 5 ¼" 720 Kb fora de uso 3 ½" 1.44 Mb.. com informações sobre as conexões dos cabos..44 Mb em uso 3 ½" A media (disquete) utilizada nestes drives é muito sensível não devendo ser tocada. receber poeira nem levar sol ou unidade. É um componente de alta capacidade de armazenamento de dados. HD. gravador de eeprom e a COM2 para um periférico como uma Impressora ou Modem externo. Assim como os outros cabos existe um fio colorido em uma das extremidades para a orientação de encaixe. Não confundir DRIVES com DRIVERS Deve-se entender por Drive os componentes denominados: Floppy Disk Drive (FDD) . ATA ou Serial ATA Acompanha o HD um manual. o de 3 ½” e o de 5 ¼” . e aplicativos que são as ferramentas que produzem os trabalhos no microcomputador. o que hoje pode chegar a casa dos 600 Gb. DISCOS RÍGIDOS E DRIVES DE CD E DVD Disco Rígido.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. DRIVERS Deve-se entender que são softs feitos para acionar determinada interface com drivers de vídeo. DISCOS FLEXÏVEIS Existem dois “tipos “de Drive de Disco Flexível. Drive C. Atualmente o ideal é utilizar drives de Cd-rom com CD-RW que pode ser apagado e regravado do mesmo modo que o disquete.net LIGAÇÃO SERIAL A Interface Serial COM1 é normalmente utilizada para conexão do Mouse. os jumpers para configuração da situação do HD e do CD ou DVD. etc. Destinam-se a armazenar dados para posterior consulta.

net Estes dados também podem vir gravados na carcaça do HD. Outros barramentos são: ISA e VLB não existe mais. DVD IDE devemos jumpear um deles para Slave. a indicação da colocação correta deste jumper podemos conseguir no manual ou impresso na carcaça do drive.1 Nas figuras os conectores SATA e IDE em DVD e HD IDE SATA SATA PLACAS DE VÍDEO Não existem grandes dificuldades hoje em dia com relação à Placa de Vídeo.Preparação do disco com o driver: Procure no CD da placa Mãe o programa MAKEDISK e execute com um disquete no Driver A:\. Pressione ENTER e adiante sempre pressionando ENTER até começar a instalar o Windows XP e o resto é tudo igual. Quando colocamos somente um HD IDE no equipamento este deve ser jumpeado como Master. observe que logo no inicio da instalação aparece na barra inferior escrito. Se quisermos colocar um segundo HD IDE ou um CD IDE. precisa configurar na bios. As placas aparti do ano de 2008 não precisa mais destes recursos. 70 . São quase automáticas pois o sistemas novos como o Windows 7 o HD sata pode ser configurado na bios como IDE ou AHCI ( O Windows XP não suporta AHCI ). Nas novas placas a instalação é automática e a única pergunta é se quer instalar no HD serial ATA. Esta placa passou por várias alterações no decorrer da evolução da informática e atualmente a mais utilizada é a PCI EXPRESS. CD. Algumas placas novas como a PCWARE não reconhece automaticamente a placa OFF BOARD. coloque o disquete e pressione a letra E para especificar o dispositivo adicional. pressione ENTER e escolha a opção Serial ATA Raid controller (Windows XP).josmar. 1. AGP ou PCI Express e ligar o micro que ela será reconhecida automaticamente. DVD ou na própria embalagem do componente. para serial ATA pressione a tecla F6 e irá pedir o Driver do Serial ATA. quando o CD começar a instalação. 2-Instalação do Windows XP: Inicie a CPU com o CD do Windows XP. É só colocá-la no slote adequado para o modelo adquirido como PCI padrão. Procedimento para instalar um HD Serial ATA no Windows XP Os drive de HD ATA para configurar nas primeiras placas. Só é suportado pelo Windows 7 e Windows 8 e 8.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. o que é o padrão que todos os HD’s IDE vêm da fábrica. Até pouco tempo a mais usada era AGP de 4X ou 8X a padrão VGA barramento PCI.

As Placas de Vídeo também tem memória RAM que pode ir de 1 Mb a 4 Mb. LCD e LED podem perfeitamente ser utilizados como monitores de vídeo com telas de até 100” O monitor vem com dois cabos um para ser ligado à rede elétrica ou a fonte do próprio Gabinete e outro para ser ligado a Placa de Vídeo. captar sinais de TV. 71 .no Brasil os mais comuns são os de 17" para TRC. No início monocromáticos evoluíram para modelos com padrão de cores que chegam a 32 milhões e tamanhos de tela que chegam a 21" TRC. (PCI padrão) e de 64 Mb até 256 MB (AGP) e de 512 ou mais as PCI express e de acordo com a necessidade do sistema a ser montado. Vem com um cabo tipo DIN que deve ser encaixada em um conector localizado na Placa Mãe em uma posição determinada por uma marcação.Medida da distância entre dois pontos consecutivos da mesma cor. TECLADO Existem vários tipos. As principais características são: Tamanho da tela .Este é outro responsável pela qualidade de imagem quando opera em alta resolução. MONITOR DE VÍDEO Leia o Capitulo (V) Monitores de Video É o componente que mostra o que está sendo feito no microcomputador. O valor mais comum encontrado em monitores é o de 0. Acompanha também um manual e o pedestal que deve ser encaixado na base. Para a resolução da imagem este é o modo preferencial. Os televisores de PLASMA. . trabalhando em conjunto com outras placas. que controla o seu funcionamento. Varredura. esta medida corresponde ao comprimento de sua tela em diagonal.net As Placas de Vídeo possuem um BIOS próprio armazenado em uma memória do tipo ROM. Modo de varredura . Vem acompanhadas de um manual e CD de instalação dos drivers.28mm. Dot Pitch . 28 dot pitch. para ligação do Monitor de Vídeo e um outro conector que possibilita. É o principal responsável pela qualidade de imagem de um monitor. A imagem na tela é formada por uma seqüência de linhas horizontais e o processo de montagem e remontagem destas linhas é denominado.Entrelaçado .josmar.Não Entrelaçado . Para os de LCD e LED sem limite de tamanho.São montadas primeiro as linhas ímpares e depois as linhas pares. de câmera de vídeo ou vídeo-cassete.As linhas são montadas uma após a outra de maneira seqüencial. O processo de Varredura pode ser executado de duas maneiras diferentes: . popularmente chamado. Possuem um conector do tipo DB-15.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. mas todos hoje em dia se conectam a qualquer tipo de micro sem qualquer problema.

mais atual: Standard CMOS Setup Bios Feactures Setup Chipset Feactures Setup Power Management Setup PCI Configuration Setup Load Bios Defaults Load Setup Defaults Password Setting IDE HDD Auto Detection 72 . no manual da placa encontraremos as informações necessárias para a sua configuração. SETUP O que se chama "montar o SETUP" é executar o programa Setup. que fica gravado na ROM. Para montar um micro não há necessidade de conhecer todos os detalhes sobre o Setup.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Sua instalação é simples. para indicar ao sistema qual é a configuração da máquina. na maioria dos computadores devemos pressionar a tecla DEL Em alguns computadores antigos o acesso era permitido pressionando-se a tecla ESC. somente deve-se conectar o seu cabo a uma das portas seriais na traseira do micro. Vem acompanhado de um manual simples e um disquete com o Driver de Mouse. aparecerá a mensagem: Press <DEL> To Run Setup ou Hit <DEL> if you want to run Setup SETUP BÁSICO O Menu principal pode ser com tela gráfica ou tela de texto.net MOUSE Depois da entrada no mercado e conseqüente utilização em larga escala do programa Windows™ o Mouse passou a ser componente indispensável em qualquer máquina. Para ter acesso ao programa Setup. apresentaremos abaixo duas seqüências que podem ser vistas em um menu Setup: Primeiro menu. durante a inicializado. Este programa tem que ser executado quando montamos. Não importa qual seja a formatação da sua tela. Existem variações de um Setup para outro.josmar. Na tela. mudamos ou acrescentamos algum componente que o próprio sistema não possa reconhecer automaticamente. normalmente a COM1.

deve ser habilitado se o HD suportar este modo 73 .net Save & Exit Setup Exit Without Save Segundo menu. se não houver Auto Detection Tipo de Placa de Vídeo Horário de Verão (Daylight). independente de qual nome de item exista no menu são: Data e Hora Tipos dos drives de disquete Parâmetros do disco rígido. deve ser desabilitado Vírus Warning (Aviso de Vírus). mais antigo: Standard CMOS Setup Advanced CMOS Setup Advanced Chipset Setup Peripheral Configuration PnP Configuration Power Management Security IDE Setup Anti Vírus Load Defaults Exit ROTEIRO PARA ACERTO DO SETUP As alterações básicas de um Setup.josmar.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. só deve ser habilitado após a instalação do Sistema Operacional Boot Sequence (Seqüência de Boot) IDE HDD Block Mode.

pois resistores comuns tem 4 faixas e os de precisão tem 5 faixas. b) Código de cores em resistores. de acordo com sua função e valor. d) Potenciômetros. mas isso é raro. O quilo (k) e o mega (M) indicando milhares e milhões podem ser encontrado nas especificações de quantidade de memória (quilo byte e megabyte abreviados por kB e mB) ou ainda de velocidade ( quilohertz e megahertz abreviados por kHz e MHz). E em placas de vídeo encontramos eletrolítico colado que é o SMD. f) Capacitores. c) Resistores em ligações série e paralelo. 74 . nas fontes de destacam os eletrolíticos de valores elevados e nas placas mãe podemos encontrar os tipos de tântalo e cerâmicos em predominância. Examine uma placa de fonte de computador (será interessante conseguir uma fonte usada ou queimada em algum depósito de sucata).Embora as resistências de cinco faixa serem usadas em aparelhos de precisão podemos encontrar alguma resistência de precisão em fonte de computador. O caso mais importante ocorre quando não temos um capacitor do valor desejado e ligamos dois ou mais de certa forma a obter este valor desejado. i) Bobinas As bobinas são componentes importantes do computador podendo ser encontradas em diversas funções. O conceito de que qualquer coisa que tenha certa resistência pode ser ligada em série e em paralelo e podemos calcular a resistência equivalente. Encontramos facilmente potenciômetros nos monitores de vídeo mais antigos. g) Isolamento de capacitores. Assim. contraste e posicionamento da imagem na tela. Procure ler seus valores pelo código que foi explicado Tomando o cuidado. Resistores podem ser ligados em série e em paralelo nos computadores.net Nos circuitos dos computadores. Os denominados filtros de linha e alguns outros tipos de filtros fazem uso desta propriedade das bobinas e seu funcionamento ficará claro à medida que nos aprofundamos no estudo. a) Os resistores Além de usarmos muitos resistores. Nas placas dos computadores. Nos computadores a maioria dos circuitos opera com tensões de 5 ou 12V. Isso significa que os capacitores usados devem ser especificados para operar com tensões pouco acima destes valores. Uma delas é justamente “filtrar” variações muito rápidas da corrente que poderiam afetar o funcionamento de certas partes críticas. fontes e diversos dispositivos encontram capacitores de todos os tipos estudados. Apenas nas fontes de alimentação ou em pontos mais críticos é que encontramos capacitores com tensões de trabalho mais elevadas. também empregamos múltiplos e submúltiplos de diversas unidades.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Vejam quantos resistores tem. fig 12A.josmar. é importante no reparo dos computadores. a função foi substituída por circuitos controlados por micro controladores. Nos sistemas multimídia encontramos potenciômetros como controles de volume e tom nas caixas amplificadas ou nos drives de CD-ROM. h) Associação de capacitores Podemos encontrar capacitores associados em alguns pontos dos computadores. São eles que fazem o ajuste do brilho. Os novos aparelhos não utilizam mais este tipo de componente.

m) . Um simples computador. impede que ele funcione bem além de certo comprimento. Isso significa que é muito importante para os projetistas diminuir ao máximo os efeitos das capacitâncias de placas e outros componentes de modo que eles se tornem rápidos. ou seja. do mesmo modo que as capacitâncias indesejáveis dos circuitos.Indutâncias. Os circuitos internos de um computador e qualquer placa na verdade são formados de resistores e capacitores. como. --. o) . devido ao minimo consumo de energia e perda em calor ser bem menor e com isto a economia em manutenção e refrigeração do ambiente ser mínimo. os sinais são afetados pela forte oposição apresentada surgindo os problemas de funcionamento. a freqüência de seu clock. Se. por exemplo.FIM---75 . em redes ou para a impressora. o principal fator que limita a velocidade de operação de todos os dispositivos do PC. por exemplo. O fato de o cabo apresentar capacitâncias e indutâncias indevidas (por menores que sejam). quanto maior for a velocidade de operação de um computador. conforme vimos à indutância tem um efeito tanto maior num circuito quanto maior a sua freqüência. É por isso que.Material isolante Nas fontes de alimentação de computadores é encontrada uma fina película de mica no isolamento dos transistores e diodo. Atualmente é mais econômico o uso em grandes empresas monitores de LCD ou LED. eles se comportam como “redes RC” e por isso não conseguem mudar rapidamente de estado. Os monitores de vídeo utilizam o mesmo principio do televisor a diferença está no numero de linhas utilizadas na varredura horizontal e vertical que varia conforme a resolução utilizada na configuração do adaptador de vídeo.Eletrônica do Básico ao avançado por Josmar Queiroz Silva: http://www. Assim. é muito importante que os cabos usados e demais elementos do circuito tenham uma indutância muito baixa. por exemplo. Qualquer fio ou mesmo trilha numa placa de circuito impresso apresenta certa indutância. Assim. o computador a uma impressora. a velocidade de operação de um computador está seriamente dependente deste fator. De fato. n) . p) .Varredura vertical e horizontal em Monitor. maior serão os efeitos de qualquer indutância que seja apresentada de forma indevida nos seus circuitos. Caso contrário. Tanto maior será seu valor quanto mais comprido forem e quanto mais curvas tiverem. ou seja. e com uma grande vida útil. para transmitir sinais de um ponto a outro. Espero que este livro tenha contribuído para o aprimoramento do conhecimento de todos os leitores. não é possível fazer com que as tensões mudem rapidamente de valor. por apresentarem certa indutância. pode utilizar milhões de diodo e transistores.Diodos e transistores Os diodos e transistores têm um emprego bastante grande em todos os campos das aplicações eletrônicas. As indutâncias e as capacitâncias impedem que os sinais sejam transmitidos sem deformações de um ponto a outro dos circuitos. os fios e trilhas de cobre. Estes fatores também são muito importantes quando vamos ligar dois dispositivos por meio de um cabo. l) Indutores Os fios e as trilhas de cobre que conduzem as correntes nas placas de circuito impresso as comportam como indutores. num computador todo o funcionamento está baseado nestas mudanças de valor das tensões que passam pelos denominados “níveis lógicos” de que falaremos oportunamente.net j) Circuito RC. Isso significa que. limitam a velocidade de funcionamento dos circuitos. Ora. é a capacitância que juntamente com as resistências dos circuitos.josmar.