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O QUE É MANDALA?

Mandala significa círculo em palavra sânscrito. Mandala também possui
outros significados, como círculo mágico ou concentração de energia, e
universalmente a mandala é o símbolo da integração e da harmonia. A mandala
é uma espécie de yantra, que em diversas línguas da península indostânica
significa círculo. Em rigor, mandalas são diagramas geométricos rituais: alguns
deles correspondem concretamente a determinado atributo divino e outros são
a manifestação de certa forma de encantamento (mantra).
A sua antiguidade remonta pelo menos ao século VIII a.C. e são usadas como
instrumentos de concentração e para atingir estados superiores de meditação.
Durante muito tempo, a mandala foi usada como expressão artística e religiosa,
através de pinturas rupestres, no símbolo chinês do Yin e Yang, nos yantras
indianos, nas thangkas tibetanas, nos rituais de cura e arte indígenas e na arte
sacra de vários séculos. No budismo, a mandala é um tipo de diagrama que
simboliza uma mansão sagrada, o palácio de uma divindade. Geralmente, as
mandalas são pintadas como thangkas e representadas em madeira ou metal
ou construídas com areia colorida sobre uma plataforma. Quando a mandala é
feita com areia, logo após algumas cerimônias, a areia é jogada em um rio,
para que as bênçãos se espalhem.
Carl Jung descreve as mandalas como quadros representativos ideais
ou personificações ideais que se manifestam na psicoterapia, interpretando-as
como símbolos da personalidade no processo da individualização. Muitas
pessoas fazem tatuagens de mandalas, sendo que diferentes mandalas têm
diferentes padrões visuais que despertam sensações diferentes.

POESIA CONCRETA
A poesia concreta surgiu com o Concretismo, fase literária voltada para a
valorização e incorporação dos aspectos geométricos à arte (música, poesia,
artes pláticas). Em 1952, a poesia concreta tem seu marco inicial através da
publicação da revista “Noigrandes”, fundada por três poetas: Décio Pignatari,
Haroldo de Campos e Augusto de Campos. Contudo, é em 1956, com a
Exposição Nacional de Arte Concreta em São Paulo, que a poesia concreta se
consolida como uma nova e inusitada vertente da literatura brasileira. O poema
do Concretismo tem como característica primordial o uso das disponibilidades
gráficas que as palavras possuem sem preocupações com a estética
tradicional de começo, meio e fim e, por este motivo, é chamado de poemaobjeto.
A comunicação através do visual era a forma de expressão de todas as
poesias concretas. No entanto, houve particularidades que diferenciavam os
poemas
deste
período
em
tipos
de
poesias.
Poesia-Práxis: movimento liderado por Mário Chamie, que a partir de 1961
começou a adotar a palavra como organismo vivo gerador de novos
organismos
vivos,
ou
seja,
de
novas
palavras.

Haroldo de Campos e Décio Pignatari. Estes lutavam para o retorno e a inclusão de uma linguagem simples e de temas direcionados à realidade social. onde fizeram as melhores poesia concreta. Tropicalismo: movimento advindo do universo musical dos anos 67 e 68.Poesia social: movimento de reação contra os formalismos da poesia concreta. era produção independente. os quais eram considerados exagerados por um grupo de artistas. Poesia Marginal: surgiu na década de 70 e é chamada de “marginal” porque não possuía vínculos com editoras ou distribuidoras para edição e/ou publicação. que retomava as propostas de Oswald de Andrade com o Manifesto Antropófago e adotou o pensamento de aproveitar qualquer cultura. Artistas como Ferreira Gullar e Thiago de Mello foram adeptos dessa visão. . Os principais poetas. ou seja. independente de onde viesse. da poesia concreta são: Augusto de Campos.

Álvares de Azevedo. Lira dos Vinte Anos (1853). 1831 — Rio de Janeiro. 1857 — Buenos Aires. Uma Lágrima de Mulher(1880). Foi um dos principais expoentes do Realismo e do Naturalismo. contista. Byroniana ou Mal-do-século). escritor da segunda geração romântica (Ultra-Romântica. Casa de Pensão (1884).Aluísio Tancredo Belo Gonçalves de Azevedo (São Luís. 1913). O Cortiço (1890). ensaísta e tradutor de Victor Hugo no Brasil. Manuel Antônio (São Paulo. diplomata. poeta. Romancista. cronista. 1852). . contista. dramaturgo. caricaturista e jornalista. Principais obras: Noite na Taverna (1855). além de bom desenhista e discreto pintor. Principais obras: O Mulato (1881).

Cruz e Souza. Obras: Primaveras (1859).Casimiro José Marques de Abreu (Capivary. 1860). O Livro Derradeiro (1861). Principais obras: Broquéis(1893). Missal (1893). João da (Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis)) 1861 — Estação do Sítio. . Camões e o Jau (1856). poeta da segunda geração romântica. 1839 — Nova Friburgo. poeta precursor do simbolismo no Brasil. 1898).

Louco (Hora do de lírio). Cinco Minutos (1856). 1829 — Rio de Janeiro. precursora de Castro Alves. amorosa. Luís José (Salvador. Junqueira Freire.José Martiniano de Alencar (Messejana. advogado. . jornalista. sua obra lírica divide-se em religiosa. cronista. 1832 — Salvador. Principais obras: Saudade. de tom declamatório. romancista e dramaturgo. popular (ou sertaneja) e alguma poesia social. 1877). polemista. Participou da segunda geração romântica. orador. político. 1855). Principais obras: O Guarani (1857). crítico. Soneto. A Viuvinha (1857). filosófica.

também. 1863 — Rio de Janeiro. O Ateneu (1888). Quincas Borba (1891). foi um grande comentador e relator dos eventos político-sociais de sua época. amplamente considerado como o maior nome da literatura nacional. 1908) maior expoente do Realismo no Brasil. . Joaquim Maria (Rio de Janeiro. Raul d'Ávila Pompeia (Angra dos Reis. Dom Casmurro (1889).Machado de Assis. Principais obras: Canções Sem Metro (1883). Escritor brasileiro. cronista. contista. sendo poeta. Helena (1876). participou do Realismo e do Naturalismo. Foi. o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras e tradutor de Victor Hugo no Brasil. Escreveu em praticamente todos os gêneros literários. folhetinista. 1895). 1839 — Rio de Janeiro. e crítico literário. jornalista. cronista e romancista. romancista. Principais obras: Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881). dramaturgo. Testemunhou a mudança política no país quando a República substituiu o Império.

. têmpera sobre madeira. assoprando na direção da deusa. A obra ainda apresenta Zéfiro.Sandro Botticelli e ateliê. há uma Hora (deusas das estações) que lhe entrega um manto com flores bordadas. Virgem com o Menino e São João Batista Criança. O Nascimento de Vênus é uma obra do pintor italiano Sandro Botticelli. o vento do Oeste. acompanhado pela ninfa Clóris. A pintura mostra a Vênus surgindo nua de uma concha sobre as espumas do mar. 1490-1500. À direita de Vênus. diâmetro 74 cm.