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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

PLANEJAMENTO DE TRANSPORTES E MOBILIDADE URBANA
PROF.º CRISTIANO ALMEIDA DE FARIAS

VILA BRASÍLIA

NOVEMBRO DE 2014
GOIÂNIA – GO

para saber se aquele empreendimento é viável ou não. somada ao menor tempo de espera.1 – INTRODUÇÃO: 1. Essa informação acessível implica em uma conscientização do bom uso do espaço do terminal e também em um menor tempo de espera pelo serviço. como por exemplo. Questões como situação socioeconômica dos moradores e trabalhadores. Apresentação . dimensionamento da mesma. a intensidade e variação do fluxo de usuários que esse terminal terá e qual a demanda que o terminal deverá suprir. para que os usuários não se sintam perdidos. Com a quantidade de pessoas que passarão pelo local. a localização do terminal no bairro. Desmembrando cada um dos pontos citados acima pode-se questionar qual a relação da localização do terminal com todo o transito da região. Essa conscientização. No caso do planejamento de transportes públicos urbanos não é diferente.1. número de trabalhadores e potenciais usuários das linhas de transporte público da região. pode-se dimensionar também questões como o policiamento necessário para as pessoas circularem com segurança e que o local seja preservado. que juntamente com a agilidade do serviço prestado.1 – PROBLEMA: Todo e qualquer projeto se inicia com um estudo de viabilidade. dimensionamento do espaço interno do terminal para abrigar com qualidade a quantidade de pessoas e de ônibus que por ele passarão diariamente. por parte dos usuários. 1. serão de grande importância para aceitabilidade do terminal e de seus serviços. e até necessidade de implantação de um terminal de integração.2 – OBJETIVOS: 2 – REVISAO BIBLIOGRAFICA: 2. localização do bairro e importância geográfica e econômica do bairro na economia da cidade são importantes pontos no estudo de implantação do terminal. Através de estudos socioeconômicos e geográficos de uma região se tem acesso a fatores imprescindíveis para a confecção de um projeto de uma linha de transporte coletivo. acaba por acarretar uma maior conservação da qualidade da estrutura física do terminal. qual a logística de deslocamento dos usuários. Pode-se avaliar qual a abrangência do nível de informação sobre o serviço oferecido no terminal e na rede de transporte coletivo.

No caso do presente trabalho. estando dispersos pelos seguintes grupos (Flores. 2006). e  proprietários. mobilidade. fez-se necessário entender como a infraestrutura de transporte influencia a qualidade de vida daqueles que a usufruem.2. mas também na qualidade do ambiente em que vivem. Qualidade de Vida 2. o transporte influencia todas as pessoas e o bem-estar econômico delas não somente no que diz respeito à segurança. pretendida nesse trabalho. definir o que é e a função de um terminal inserido no sistema de transporte coletivo e. Dessa forma os benefícios resultantes de investimentos nesse segmento da infraestrutura não são diretamente percebidos apenas pela empresa operadora de transportes. é de suma importância para direcionar os estudos e investimentos relacionados ao assunto. por fim. pela valorização fundiária e imobiliária. 2. É possível afirmar que. Indiretamente. são identificados. destacandose: . inúmeros outros beneficiados. 2002):  usuários diretos. definir quais são os fatores de qualidade de um terminal de acordo com seus usuários. pela redução da duração e custo das viagens. pela melhoria das condições de acesso de empregados e clientes.Pretende-se aqui.  setor produtivo. Infraestrutura de transporte e qualidade de vida A definição da relação da infraestrutura de transporte com variáveis como produtividade. o conhecimento de alguns conceitos bem como a compreensão de como esses influenciam a caracterização e análise crítica da qualidade de um terminal. Sistemas de transportes ineficientes causam frustrações nos indivíduos e diminuem o bem-estar. explanar brevemente sobre o transporte público coletivo. ainda. pois a mobilidade esta associada a um custo econômico (Araújo. mas pela sociedade como um todo. em termos de importância econômica. acessibilidade etc.3. Nesse sentido. esse capítulo pretende abordar conceitos de qualidade de vida e sua relação com a infraestrutura de transporte.

proporcionar a execução de outras atividades. 2. o deslocamento. melhoria da qualidade do ar e etc. Transporte público coletivo: Inseridos em uma sociedade cada dia mais dinâmica e exigente. trabalhar.4. se divertir. a descoberta da possibilidade da tração animal. as locomotivas. Neste contexto. E o meio de se deslocar foi evoluindo com o passar do tempo. a invenção da roda. até chegar aos automóveis potentes e os velozes metrôs de hoje em dia. O transporte não é uma atividade fim. necessitam do transporte para a realização das suas atividades como estudar. os habitantes das cidades atuais necessitam cada vez mais que o transporte exerça a sua função de intermediar. pela menor necessidade de manutenção do sistema viário. uma vez que esses dois quesitos valem muito pouco no caos que as vias de trânsito se tornam devido muitas vezes à má utilização do solo (urbanização desenfreada e mal planejada. inviabilizando o deslocamento rápido e eficaz dos habitantes. e sim uma atividade meio. diminuição dos acidentes de trânsito. e  toda a sociedade (representada pelo Estado). outros beneficiados podem existir. por se traduzirem em bens consumidos pela população de baixa renda. Em outras palavras. Acrescente-se ainda que. Os ônibus não possuem o mesmo conforto e não são capazes de . com a qual as pessoas atingem determinada finalidade. os serviços resultantes de investimentos em infraestrutura urbana determinam reflexos imediatos no bem estar dessa população. Primeiramente caminhando. Entretanto. etc. cada dia mais confortáveis e velozes. o conjunto da população que reside ou transita pela área de influência do sistema. Desde o início da humanidade as pessoas de deslocavam de acordo com as necessidades de cada um. dependendo das características particulares de cada investimento ou centro urbano (Flores. potência e velocidade não é a solução mais adequada para a questão do deslocamento das pessoas nas cidades. pela melhoria das condições urbanas e da qualidade de vida que um adequado sistema de transportes proporciona no seu entorno. depois surgindo os primeiros trenós. os primeiros automóveis. 2002). as vezes até sem planejamento algum) e ao excesso de veículos presentes nelas. existem diversas formas de se exercer a atividade fundamental do transporte.

O semipúblico seria caracterizado por possuir rotas e horários adaptáveis ao desejo do usuário. a grande economia de espaço viário que trazem (menos de 10% da área utilizada apenas pelo transporte particular) propicia um rendimento muito maior no transporte da população (Reck). porém. o público ou coletivo. realizado em áreas urbanas. metrôs. com características de deslocamento diário de cidadãos” (Borges. o privado. é composto pelos taxis. que se caracterizam por serem veículos que possuem grande capacidade de carga de passageiros. para o transporte urbano. porém. De acordo com Hotta (2007). próprio ato de caminhar e etc. econômicos. porém é flexível com relação a rotas e com relação a tempo. a capacidade de transporte é baixa. é composto pelas motos. ainda de acordo com ele. bicicletas. no qual o condutor possui a posse do veículo. a forma de urbanização não é uniforme no mundo. automóveis. este não possui a posse do veículo. define-se transporte público coletivo como “transporte público não individual. apesar de realista. até porque. outros aspectos que contribuem para a caracterização desse tipo de transporte é a admissão do transporte de passageiros em pé e a não emissão de bilhete de passagem individual. A situação do transporte coletivo varia de acordo com vários aspectos: com a regionalidade. que operam em rotas e horários predefinidos. Modalidade e arranjo institucional . pode trazer a ideia de que o transporte público coletivo é uniforme em todo o mundo. VLT’s entre outras tecnologias de transporte. lotações e TPI (transporte público individual). e finalmente. 2. o transporte coletivo composto pelos ônibus. em geral o controle é feito por intermédio de uma roleta ou catraca e o pagamento é em dinheiro ou vale transporte A definição ampla acima. apesar de muitos países na mesma situação de desenvolvimento possuírem certas características em comum (Vasconcellos. e o semipúblico. entretanto. essa inferência não é verdadeira. sociais e culturais. 2000).5. com impactos relevantes tanto no padrão de viagens das pessoas quanto no processo de decisão e nas políticas correspondentes. Então.desenvolver velocidades tão grandes quanto alguns carros. o sistema de transporte pode ser dividido em três grandes grupos: o privado ou individual. com contextos políticos. 2006).

quanto maior a renda. Pública Pública Pública Taxi Privada Pública Pública - Privada Privada Privada - Pública Privada Privada Privada Pública Pública Privada Privada Privada - Pública Privada Privada Privada Em geral. Esses dois grupos são os representantes das maiores diferenças no que se refere à propriedade do meio de transporte (Vasconcellos. China Manila. variam entre operação privada (operação realizada por empresas particulares) e operação pública (operação realizada pelo Estado). Na Tabela 1 vê-se como se dá a divisão de responsabilidades em alguns tipos de meio de transporte em algumas cidades pelo mundo. mas existe uma certa relação inversamente proporcional entre renda e uso do transporte coletivo. Informar previamente aos usuários o valor dos serviços. Cobrar tarifas definidas pelo poder público. Executar um transporte social em alguns casos. menor a utilização do transporte coletivo. os três tipos básicos de transporte (a pé. Tunísia Pequim. pode-se observar este caso na Tabela 2. Coréia Trem Pública - Modo de transporte e responsabilidade Metrô Ônibus Micro-ônibus Pub. são eles (Reck): o o o o o Explorar permanentemente uma rede de transportes determinada. Em geral.As formas de arranjo institucional ao redor do transporte público coletivo. Filipinas México. 2000). público e particular) são utilizados por todas as faixas de renda. (Vasconcellos. trens e metrôs são geridos por administração pública. 2000) Cidade Alger. enquanto que os ônibus e taxis coletivos são geridos por administração privada. as prestadoras de serviço de transporte público coletivo estão subordinadas a certos pontos impostos pelo Estado que devem ser atendidos. que sempre são submetidos a algum tipo de regulamentação. Transportar todos os passageiros segundo um horário fixo. México São Paulo. 2001) abaixo: . a favor de alguns grupos sociais ou para atender certas regiões. Brasil Seul. Tabela 1:Modo de transporte e responsabilidades (VASCONCELLOS./Priv. Em geral.

em geral. são usadas soluções de caráter operacional coordenando e racionalizando os meios de transporte coletivo. tanto em termos quantitativos quanto à tecnologia do veículo. as viagens feitas com ônibus demorem 2. Adequada definição de rotas/itinerários.2 72.4 1. Informação aos usuários.2 A pé 7 5. Na realidade econômica atual.5 39. que é a condição econômica do cidadão em questão. 1997) Renda (R$) 500-1000 1000-1800 1800-3600 >3600 Média TPC 67.6.6 Entre outros fatores. bondes) tem sido restritas às grandes metrópoles. Outro fator que faz com que a população prefira o transporte privado é o fato de que.3 52. isso deve-se à rigidez do transporte público coletivo. Organização da operação. 2003). estando esses dois fatores condicionados a um fator maior. “O transporte público deve se adequar às características da região e ser passível de adaptações constantes à própria dinâmica urbana. Terminais . são (Reck): o o o o o 2. Conveniente agregação da demanda.3 vezes mais do que as viagens com o automóvel particular (Zarattini.Tabela 2: Espaço consumido por meio de transporte e renda (RMSP. Sendo assim.4 59.3 3. alguns pontos indispensáveis no planejamento do transporte urbano para que a qualidade e a constante melhora desse serviço.9 5. 2007). trem de subúrbio. para maximizar o uso da infraestrutura já instalada e atingir ou até superar as capacidades nominais de transporte (Reck).2 Espaço usado (%) Automóvel 25. que provoca que os usuários muitas vezes tenham que caminhar longas distancias e esperar por longos períodos de tempo para acessar o sistema de transporte (Hotta.4 44. Programação da oferta. buscando as demais cidades resolver seus problemas de transporte com soluções de capital não intensivo”.4 25. é um ponto que diminui a atração deste tipo de transporte em vista do transporte privado.7 35. Nesse contexto. as soluções baseadas em grandes investimentos (metrô.5 55.

(Rodrigues. vias. Os terminais de integração estão presentes em cidades de porte médio e grande. Em Goiânia. confiabilidade. Desde então os 14 terminais passaram por . etc. com o controle de seu acesso sendo realizado fora dos veículos. Segundo Ferraz e Torres (2004). pontos de parada internos e o próprio tráfego. terminais e plano de operações (ROVIRIEGO et al 2004). 2004). pontualidade e comodidade nas manobras executadas no interior e nas entradas e saídas desses locais (Bertolucci. da localização dos portões de entrada e saída. tornando-o mais eficiente. os projetos arquitetônicos podem se diferenciar bastante (Rodrigues. TORRES. Terminal (estação) de ônibus é o local onde são implantadas as instalações apropriadas para embarque e desembarque de passageiros. 2006). Porém. em nome das concessionárias privadas. conforto e comodidade na utilização do mesmo. TORRES. (FERRAZ. os sistemas de transportes são formados por quatro componentes funcionais: veículos. Também para garantir segurança. 2007). a partir de 2009 o Consórcio Rmtc. da quantidade de usuários. 2006). do formato e do tamanho da área disponível. a largura mínima recomendada para as plataformas é de 3 metros. do tamanho dos ônibus. de início e fim de viagem ou de passagem). Os terminais são locais cuja função principal é fazer interligação das várias linhas de ônibus que compõe o sistema. O arranjo físico (layout) de um terminal depende da forma de operação (terminal aberto ou fechado. Alem dos usuários e bens transportados. 2004) são importantes no que diz respeito a prevenir a associação com a poluição visual. assumiu a gestão de 14 dos 19 terminais de integração da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos da Grande Goiânia. Uma aparência indesejável e desorganizada gera nos usuários a sensação de desconforto.O projeto adequado de um terminal é fundamental para proporcionar aos suários segurança. Diante da crescente demanda por transporte coletivo nas médias e grandes cidades é cada vez mais comum a implantação de terminais que visam interligar as linhas e/ou modos do sistema de transporte. De maneira geral o layout de funcionamento destes locais é muito similar quanto à entrada e saída de veículos. A estética de um terminal e sua organização (FERRAZ.

2013) 2. Ficou demonstrado que ambiente limpo inspira limpeza. com adequações físicas e técnicas capazes de inserir Goiânia em um novo e moderno conceito de gestão de terminais. comportamento dos operadores e estado das vias. os seguintes aspectos são importantes: sinalização adequada. furtos. trabalhadores do setor e empresários do ramo. características dos veículos. (RMTC. cobertura devidamente resistente e bancos para sentar. tempo de viagem. A acessibilidade está associada à facilidade de chegar ao local de embarque no transporte coletivo e de sair do local de desembarque e alcançar o destino final da viagem. Fatores de qualidade para os usuários Segundo Ferraz e Torres (2004). lotação. etc. Para se obter a qualidade global do transporte urbano deve se atender aos requisitos de todos os autores. sistema de informações. calçadas com largura suficiente para acessar o local de parada. Sendo eles: usuários. freqüência de atendimento. estações e terminais) (Bertolucci.profundas transformações. o tempo de viagem diminui (Bertolucci. 2007). comunidade. são doze os principais fatores que influenciam na qualidade do transporte público urbano: acessibilidade. É uma condição para a utilização dos meios de transporte com segurança e autonomia (Bertolucci. Em relação às características físicas dos locais de parada. Com o aumento do número de linhas. é importante que esses locais tenham aparência agradável e cores alegres (Bertolucci. 2007). confiabilidade.) no interior dos veículos e nos locais de parada (pontos. A segurança engloba os acidentes envolvendo os veículos de transporte público. segurança. governo. de maneira geral. cenário iluminado inspira autocontrole. ambiente organizado inspira respeito.7. Não se pode deixar de lado a estética. . O tempo de viagem corresponde ao tempo gasto no interior dos veículos e depende da velocidade média de transporte e da distância percorrida entre os 23 locais de embarque e desembarque. conectividade. 2007). bem como os atos de violência (agressões. características dos locais de parada. 2007).

como depredações dos espaços públicos e conflito entre os usuários. tempo de viagem. – METODOLOGIA Para se obter as informações necessárias serão feitas dois tipos de coleta de dados. (1995) define os principais critérios de avaliação da qualidade como: 3  Confiabilidade (intervalo entre veículos. Por outro lado. vidas humanas perdidas. ventilação). cumprimento  do itinerário). onde foi possível obter as rotas dos ônibus e os dados básicos do terminal. Acessibilidade (localização dos pontos de parada). Em alguns casos essa má qualidade pode gerar também problemas sociais. coleta de dados indireta e coleta de dados direta. O operador se preocupa mais com fatores operacionais. Segurança (condução do motorista. conservação) Ambiente ( trânsito. Empatia ( disposição do motorista e cobrador em dar informações. Preço (tarifa).  atendimento ao usuário). O usuário busca um maior retorno em compensação do seu esforço físico e desembolso financeiro. iluminação. perdas de mercadoria. Levando esses conceitos para o transporte público urbano. Demming (1990) define qualidade como sendo o nível de satisfação dos clientes. Outra forma de coleta indireta foi a coleta de dados no site da prefeitura. A coleta de dados indireta consistiu em coleta de dados no site da RMTC.          atenção com pessoas idosas e deficientes físicos). Tangibilidade (lotação. Lima Jr. em troca de seu esforço.No entanto. alcançar o máximo possível as necessidades sociais. assaltos). acidentes de trânsito. Responsabilidade (substituição do veiculo em caso de quebra. cada uma das partes envolvidas no transporte urbano coletivo tem sua própria concepção de qualidade. relação entre os usuários). . Conforto (bancos. congestionamentos. como por exemplo. Comunicação ( Informação sobre sistema. condições climáticas). Imagem (identificação da linha/serviço) Momentos de interação (contato com motorista/cobrador). Segundo Juran (1990) qualidade é vista como adequação ao uso. A falta de qualidade no transporte público urbano acarreta em uma série de problemas. limpeza. Por fim o poder público busca. com um foco maior no usuário.

4.2. Definição do objeto de estudo O presente trabalho tem como objetivo analisar o impacto que a qualidade do Terminal localizado no Bairro Vila Brasília tem na vida de seus usuários. acesso 2014. Google. o objeto de estudo é o próprio Terminal.1. Com esses dados em mãos foi possível fazer um comparativo entre os requisitos e o que foi encontrado no terminal. 4 – ESTUDO DE CASO 4. . entrevista de 50 usuários. ressaltando quais pontos afetam a qualidade de vida. Potanto. Definição da área de estudo A área de estudo delimitada corresponde ao Bairro Vila Brasília: Imagem 1 : Delimitação do Bairro Vila Brasília.A coleta de dados de forma direta consistiu em visita ao local. tomando-se em conta que serão analisados todas as características que o inserem no sistema de transporte da região.

ou saem do ônibus. muitos dos moradores dessas casas então acabam por trabalhar em Goiânia.3. ganhando em torno de uma salario mínimo por mês. Isso se deve ao fato de que o bairro se encontra em Aparecida de Goiânia. no terminal em estudo. Identificação de variáveis Alguns fatores foram considerados para análise da qualidade do Terminal Vila Brasília:  Caracteristica socioeconômica dos usuários Com base no questionário aplicado no terminal foi possível observar que a grande maioria dos usuários pertencem a classe baixa. usam do transporte público para ir ou voltar do trabalho. Pode-se perceber então que os que frequentam o terminal Vila Brasília o fazem por não possuir condições financeiras para obtenção de um veiculo individual. como base na pesquisa de campo que normalmente os usuários que entram. . Foi observado também. que é caracterizado por possuir prioritariamente casas de baixa renda. sendo dessa forma obrigados a usarem o transporte público.4.

. . Apostila Transporte Público. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ – Disponível em <http://www.4. Transporte urbano. EDUARDO ALCÂNTARA. 07 ...etc)  Qualidade do serviço de transporte TEXTO (Quantidade de linhas.BIBLIOGRAFIA: VASCONCELLOS. dizer como que a qualidade ou a nao qualidade (depende do que concluir) afeta a vida dos usuarios. nivel de criminalidade... Conclusão TEXTO a partir da analise. E isso esta intimamente ligado a situação econômica dos mesmos..br/Transporte %20Publico/Arquivos/TT057_Apostila.3ª edição – São Paulo.Com a pesquisa de campo. EDUARDO ALCÂNTARA. questionario inventado) 4. espaço e equidade: Análise das políticas públicas .ufpr.etc)  Segurança TEXTO (Alem de fotos. outro fato que ficou evidente foi o de que a maioria dos usuários não possuem ensino superior .3ª edição – São Paulo. fazer uma geral das variaveis e dizer se tem qualidade ou nao e porque. 2000. rotas. Analise crítica TEXTO.dtt... ANNABLUME RECK. acesso em 16 de outubro de 2014. 2001. 4.inventar que x/50 usuarios questionados acharam tal coisa. e caracterizacao..inventar que x/50 usuarios questionados acharam tal coisa.. Transporte urbano nos países em desenvolvimento: reflexões e propostas . GARRONE.pdf>.  Estrutura física TEXTO (Alem de fotos.5. ANNABLUME VASCONCELLOS. e caracterizacao.

ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS. Avaliação comparativa de tecnologia de transporte público urbano: ônibus x transporte público individualizado. 2007. 2007.HOTTA. tese. . DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES. LEONARDO HITOSHI. UNVERSIDADE DE SÃO PAULO.