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CURSOS ON-LINE – ESPANHOL

PROF. GERARDO SANMARCO
AULA 2
Hola amigo! Retomamos hoje nossas atividades com dois assuntos
de primeríssima importancia: a eficiência na tarefa de arrecadação
de impostos e o manejo de um tributo : o IVA . Boas leis são
indispensáveis para a proteção da máquina arrecadadora, mas o
que decide mesmo é a ação enérgica, a iniciativa, a atividade de
inteligência para contrabalançar as técnicas elissórias e de
sonegação. As provas da ESAF vêm incluindo textos sobre a
modernização da fazenda pública em vários paises. Se a língua
estrangeira é colocada no concurso como elemento de seleção é
porque o funcionário público ideal é aquele que consegue através de
leitura direta de informes, relatórios painéis ou imprensa, se
apropriar de conhecimentos sobre outras experiências que vão
sendo testadas e que podem ser trazidas para o nosso sistema no
sentido de melhora-lo ou de evitar as tentativas que já deram errado.

SIMULADO 5

01 El titular de Hacienda, Alberto Abad, destacó como “positivos”
02 los resultados de las pruebas piloto realizadas con inspectores
03 encubiertos(1) para combatir la evasión impositiva, y señaló que
04 las mismas detectaron irregularidades en la mitad de los casos y
05 se llevaron a cabo “sin problemas”. Abad destacó que los
06 inspectores(2) no van a los comercios que ellos(3) deciden sino(4)
07 que reciben un listado confeccionado previamente en base a las
08 denuncias de los ciudadanos. “Tenemos 13.000 denuncias
09 anuales” de negocios que no entregan facturas, “y estamos
10 yendo(5) a esos lugares, que son los que llamo evasores
11 seriales”, explicó. “Es sólo un mecanismo para que haya un poco
12 más de percepción de riesgo”, añadió(6) Abad, al tiempo que
13 insistió, contra las discrepancias de algunas cámaras
14 empresarias y comerciantes, que quienes cumplen con sus
15 obligaciones no tienen nada por que temer.
16 Si bien reconoció que “el gobierno ha tomado una decisión” por
17 la que el presupuesto 2006 mantiene “una actual estructura
18 impositiva similar a la vigente”, el funcionario opinó que eso
19 “se va a empezar(7) a evaluar(8) en 2007”, aunque agregó que las
20 modificaciones son resorte(9) del Congreso.
21 Al mismo tiempo, mencionó que ya “hay un principio del camino
22 de la devolución de IVA” en la restitución de cinco puntos del
23 impuesto para quienes pagan con tarjetas(10). “Para nosotros es el
24 camino más eficiente: el que compra recibe en su resumen (la
25 información de) cuánto se le devolvió y blanquea(11) la economía
26 porque obliga a que quede registrada la operación”, agregó.
27 También afirmó que la disminución de la evasión y el incremento
28 de la recaudación sirvieron para aumentar las jubilaciones, poner
29 de nuevo el objetivo de que la educación tenga un porcentaje
30 específico del producto interno bruto y aumentar el empleo
31 formal, y a pesar de que reconoció que “todavía tenemos
32 agujeros negros”(12), sostuvo(13) que “si uno(14) lo ve como una

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33 tendencia se puede ver que estamos empezando a ‘ponernos
34 las pilas”.
1.- En el texto se dice que Hacienda
a) realiza inspecciones sorpresivas para detectar errores de
contabilidad
b) usa un modo ingenioso(15) para reprimir los que venden sin
documento fiscal
c) hace pruebas piloto para detectar las empresas sin registro fiscal
d) subcontrata inspectores para combatir las empresas que no
registran lucros
e) visita sorpresivamente a quienes están en mora con Hacienda

2.- En el texto se afirma que Hacienda tiene su blanco(167) principal en
a) los inspectores que alertan a las empresas fiscalizadas
b) las empresas organizadas en patronales de comercio
c) los inspectores que no van a donde Hacienda decide que vayan
d) los evasores contumaces denunciados por la población
e) la lista de comercios denunciados por los gremios patronales

3.- En el texto se dice que Hacienda
a) declina competencia para modificar el presupuesto
b) quiere modificaciónes en 2006 que el Congreso rechaza
c) rechazará cualquier modificación que el Congreso haga para
2006
d) promoverá modificaciones para el presupuesto de 2007
e) vaticina que el Congreso avalará(17) las modificaciones al
presupuesto

4.- En relación al IVA, el texto dice que
a) habrá una devolución lineal a todos los que exijan factura
b) los comerciantes tendrán que devolver una parte de la factura si
la compra es al contado(18)
c) los consumidores pagarán menos impuesto si lo hacen con
dinero de “plástico”
d) los comerciantes no lograrán vender sin registrar la operación
e) las ventas al por mayor tendrán devolución integral de impuesto

5.- Entre los objetivos para la modificación del IVA el texto destaca
a) facilitar la comprensión de la correspondencia de las empresas
financieras
b) lidiar(19) con el comercio informal que evade gravámenes
c) perfeccionar la eficiencia de las operaciones comerciales
d) organizar la contabilidad de los comercios y empresas que
trabajan con tarjetas
e) mermar(20) la recaudación de las empresas evasoras que no
entregan notas

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6.- La expresión “todavía tenemos agujeros negros” (li.32) tiene el
mismo sentido que
a) aún tenemos desafíos
b) sin embargo tenemos funcionarios corruptos
c) no obstante poseemos inspecciones secretas
d) aun poseemos comercios sin registros
e) aún hay pérdida de ingresos impositivos
7.- La expresión “empezamos a ponernos las pilas” (li.34)” tiene el
mismo sentido que
a) vamos a evaluar planteamientos
b) iniciamos una revisión de lo hecho(21)
c) comenzamos a obrar con firmeza
d) estamos venciendo los retos(22)
e) echamos el guante(23) a los fraudadores

8.- Determina si Verdadero o Falso
I. ( ) Es posible cambiar “sostuvo” (li.33) por “esgrimió”
II. ( ) Es posible cambiar “uno lo ve”(li.33) por “nosotros lo vemos”
III. ( ) Es posible cambiar “resumen”(li.25) por ‘borrador”

la secuencia correcta es
a) FVF
b) VVF
c) FFF
d) VFF
e) VFV

VOCABULARIO DO SIMULADO 5
1) encubiertos = disfarçados
2) inspectores = agentes fiscais
3) ellos = eles
4) sino = e sim
5) yendo = indo
6) añadió = acrescentou
7) empezar = começar
8) evaluar = analisar
9) resorte = prerrogativa
10) tarjetas = cartões
11) blanquear = legalizar
12) agujeros negros = buracos negros
13) sostuvo = defendeu
14) uno = a gente
15) ingenioso = inteligente,astuto
16) blanco = alvo
17) avalar = dar aval, respaldar
18) al contado = a vista
19) lidia = batalha,combate
20) mermar = diminuir
21) lo hecho = o feito

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22) retos = desafios
23) echar el guante = pender, capturar

COMENTÁRIO DO GABARITO DO SIMULADO 5
Questão 1:
LETRA B: o uso de agentes “encubiertos”(disfarçados) para flagrar
sonegadores de nota fiscal é uma táctica de “inteligência”. As outras
alternativas se referem a outros focos da ação fiscalizadora.

Questão 2:
LETRA D: o alvo principal de esse operativo são os empresários
sonegadores que possuem várias denuncias da população (são
contumazes, reincidentes).

Questão 3:
LETRA A: ao afirmar que as modificações ao orçamento são
prerrogativa (resorte) do Congreso, a Fazenda se declara sem
competência para determinar alterações. As outras alternativas
apresentam afirmações contraditórias ou alhéias ao texto.

Questão 4:
LETRA C: a devolução parcial do IVA (Impuesto al Valor Añadido o
Agregado) al consumidor somente se dará se a operaçãocomercial é
feita com cartão de crédito. O objetivo é dificultar a realização de
vendas sem nota fiscal. Esse tipo de sonegação fica facilitado se a
operação for em papel moeda ou cheque (que pode ser endosado).
Já as operações comcartãodecrédito são máis fáceisde centralizar e
rastrear.

Questão 5:
LETRA B: pela leitura do texto fica claro que o objetivo principal de
esa redução tributária é retirar de circulação o sistema de vendas
informal, ou seja sem registro nem nota fiscal.

Questão 6:
LETRA E: a expressão “buracos negros” , originária da física
moderna ( explica como desaparece massa estelar ), vem sendo
absorvida pela linguagem popular no sentido de “algo que
desaparece”. Na oração em questão o Ministro de fazenda destaca
os avanços, mas reconhece que ainda existem “perdas de
arrecadação” por efeito da sonegação não detectada.

Questão 7:
LETRA C: la expresión “ponernos las pilas” se traduz literalmente
como “pôr al pilhas” é uma expressão figurativa que significa “passar
a ação, ser enérgico, ativo. Pertence a um grupo de expressões
populares (locuções de modo) de grande uso na linguagem coloquial
e jornalística. A ESAF vem incluindo esse tipo de expressões em
todas as provas para valorizar o chamado “conhecimento específico”

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que só pode ser compreendido por alguém que já viveu em um pais
hispânico ou é leitor assiduo de seus livros e jornais.
(ver CONHECIMENTO ESPECÍFICO 4)

Questão 8:
LETRA B:
III.- Nào são sinônimos. A palavra “resumen” equivale a resumo,
síntese de algo mais extenso. A palavra “borrador” significa
rascunho, versão preliminar completa sujeita a alterações.
II.- São sinônimos. A palavra “uno” nesta oração no significa
numeral. É um pronome indefinido coletivo, equivale a “a gente” e
pode ser substituido pela primeira pessoa do plural (nós todos)
I.- São sinônimos. A palavra “sostuvo” significa sustentou,
argumentou, defendeu, explicou. É utilizada para referirse a
argumentações defendidas. Está em”Pretérito Indefinido”e é verbo
irregular. (Ver CONHECIMENTO ESPECÍFICO 5)

CONHECIMENTO ESPECIFICO 4:
A língua espanhola é especialmente profiqua no uso da linguagem
figurativa e especialmente das locuções modais criadas e
transmitidas de geração em geração pela fala. Na origem desse
costume está a base rural da Espanha medieval. Posteriormente é
absorvido pela linguagem urbana, que o enriquece, incorporando
expressões populares, algumas das quais são logo abandonadas, e
outras revigoradas seguindo os gostos de cada geração. Nos
últimos anos, este conhecimento vem representando 10% da prova
(no mínimo uma questão). Por isso selecionamos as mais
representativas (as que aparecem com asterisco já foram questão
de prova):
Espanhol portugués
A sabiendas Com conhecimento de causa
A hurtadillas Às escondidas
A menudo Freqüentemente
A humo de pajas De forma rápida
A la bartola Sem muito cuidado
Al tun tun Sem muito cuidado
*A diestra y siniestra Em todas as direções
A rajatablas Até as últimas conseqüências
*Estar em el alero Na iminência de acontecer
*Dar al traste Estragar, fracassar
*Cargar la mano Castigar, perseguir
*cargarse Destruir, aniquilar
En un santiamén Em instantes
A cántaros Em grande quantidade
A chorros Em grande quantidade
Sin más ni más Sem delongas
De buenas a primeras De repente
Como anillo al dedo Como uma luva
A regañadientes A contragosto

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En balde Em vão, inutilmente
Andar con pie de plomo ir com muito cuidado
* estar a la cola Estar en último lugar da fila
Creer a pie juntillas piamente
Ir al grano ir direto ao assunto
* Echar una mano ayudar
Estar hasta la coronilla Estar saturado
Ir a la chita callando Ir de mansinho, sem avisar

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 5
A palavra “sostuvo” é o passado do verbo “sostener”(sustentar). O
verbo “sostener”é um dos derivados de “tener” (ter, possuir) como
mantener, retener, detener, contener, atener, entretener. É um
verbo irregular:
Presente Passado Futuro
Yo tengo Yo tuve Yo tendré
Tú tienes Tú tuviste Tú tendrás
Él tiene Él tuvo Él tendrá
Nosotros tenemos Nosotros tuvimos Nosotros tendremos
Vosotros tenéis Vosotros tuvísteis Vosotros tendréis
Ellos tienen Ellos tuvieron Ellos tendrán

O aparecimento de questões explorando os verbos irregulares do
Espanhol é um complicador para o concursando. Destacamos os
casos más relevantes na terceira pessoa gramatical, colocando ao
lado um sinônimo no mesmo tempo verbal mas sendo verbo regular.
Observa que em este último caso a palavra é oxítona, enquanto que
nos verbos irregulares é paroxítona:

Presente Passado Futuro
Decir (dizer) Él dice Él dijo = habló Él dirá
Ellos dicen Ellos dijeron = hablaron Ellos dirán

Presente Passado Futuro
Hacer(fazer) Él hace Él hizo = realizó Él hará
Ellos hacen Ellos hicieron =realizaron Ellos harán

Presente Passado Futuro
Poner (pôr) Él pone Él puso = colocó Él pondrá
Ellos ponen Ellos pusieron = colocaron Ellos pondrán

Presente Passado Futuro
Poder (poder) Él puede Él pudo =consiguió Él podrá
Ellos pueden Ellos pudieron = consiguieron Ellos podrán

Presente Passado Futuro

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Saber (saber) Él sabe Él supo = conoció Él sabrá
Ellos saben Ellos supieron =conocieron Ellos sabrán

Presente Passado Futuro
Venir (vir) Él viene Él vino = llegó Él vendrá
Ellos vienen Ellos vinieron=llegaron Ellos vendrán

Presente Passado Futuro
Traer (trazer) Él trae Él trajo =aportó Él traerá
Ellos traen Ellos= trajeron Ellos traerán

REFERÊNCIA À PROVA DA ESAF DE 2002 / 2

Reforma del IVA
La comisión de Finanzas de la Asamblea Nacional espera que el
parlamento apruebe la reforma del impuesto al débito bancario para
subir la alícuota de o,75 a 1% y se reciban las observaciones que se
tienen sobre la modificación a la ley del impuesto al valor agregado
que contempla el aumento de 14,5% a 16% y la eliminación de
bienes y servicios que actualmente están exentos de pagar este
tributo.
Uno de los puntos que contempla la modificación de la ley del IVA es
el cobro de este impuesto, con una tasa de 8%, a partir de 2003, a
los servicios odontológicos, la atención médica prestada por
hospitales o clínicas privadas y las empresas de espectáculos
artísticos.
El ministro de finanzas Tobías Nóbrega, recientemente, recurrió a
los servicios odontológicos para mostrar unejemplo de las
distorsiones que ocasionan en el IVA la existencia de bienes y
servicios exentos de este tributo. Mencionó que “el odontólogo,
cuando cobra la factura de sus servicios, está cargando en el costo
el IVA que paga por los insumos importados, los aparatos, los
equipos y al final, él no tiene forma de compensar el IVA”. El
proyecto de modificación del IVA violaría la ley de Ejercicio de la
Odontología que en su artículo 3 contempla que esta carrera “no
podrá considerarse como comerciooindustria, ni será gravado con
impuestos de esa naturaleza”, aspecto legal que ayer era
revisadopor diputados de la oposición.
El Nacional (Caracas) 07/08/02

29.- Según el texto las reformas fiscales que estudia el parlamento
venezolano:
a) se limitan al impuesto al valor agregado
b) excluyen al sistema bancario nacional
c) tendrá reflejos en el mercado bursátil
d) suponen nuevas exenciones para bienes y servicios
e) eleva tasas e incluye nuevos sectores contribuyentes

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30.- En el texto se dice que los cambios a la ley del IVA:
a) a lo mejor enfrentan embarazos legales
b) eliminan distorsiones en la formación de precios de aparatos
y equipos
c) buscan uniformar la aplicación de este tributo
d) aumentan la alícuota sobre insumos importados
e) introducen el cobro de ese gravamen sobre servicios
médicos públicos

VOCABULARIO DA PROVA DA ESAF 2002
1.- tasa = taxa, alíquota
2.- exentos = isentos
3.- cargando = incluindo
4.- bursátil = da bolsa de valores
5.- a lo mejor = talvez
6.- embarazos = complicaciones

COMENTARIO DA PROVA DA ESAF 2002
Questão 29:
LETRA E: o texto menciona dois aumentos de taxas tributárias:
uma referida ao sistema bancário , a outra ao comércio de produtos;
e a incorporação de um setor que antes não era tributado: prestação
de serviços médicos e odontológicos privados

Questão 30:
LETRA A: em relação a este último imposto a parte final do texto
assinala a possível contradição com outro dispositivo legal que
regulamenta a profissão de dentista (embarazos legales) As outras
alternativas são contraditórias ou alhéias ao texto. A maior
dificuldade para marcar a alternativa certa estava na expressão
“a lo mejor”, que contrariamente ao que possa sugerir a palavra
principal, ela não descreve qualidades reais, e sim prováveis. (ver
CONHECIMENTO ESPECÍFICO 6)

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 6
Existe um grupo ou família de advérbios que servem para
expressar dúvida ou provabilidade. São 4 e são equivalentes em
significado:
Tal vez = quizás = acaso = a lo mejor (talvez)
Por não expressarem certeza e sim possibilidade, não é bom usa-los
combinando com verbo em Presente do Indicativo (embora não seja
incorreto, e as vezes convenha) e sim com verbo em Presente do
Subjuntivo,
No caso da alternativa “a” o ideal seria que estivesse escrita assim:
“a lo mejor enfrenten embarazos legales” (eles ainda não
aconteceram, são apenas uma possibilidade)

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Falando em advérbios e locuções adverbiais outro caso importante a
considerar é o caso dos advérbios de Afirmação:
“sí”com acento equivale a “sim” do portugués, e mais
problemáticos são os chamados afirmativos enfáticos, que podem
ser utilizados como interjeição ou em frases explicativas normais:
“Por supuesto” = “desde luego” = “por cierto” = “claro”

SIMULADO 6
01 La tasa de personas jubiladas por cada empleada en los países
02 de la Organización de Cooperación y de Desarrollo Económico
03 podría pasar de 35 por ciento en el año 2000 a 70 por ciento en
04 2050 si no se modifican las políticas de empleo, denuncia la
05 OCDE en un informe presentado hoy a la prensa(1).
06 En la presentación del informe, la directora de Empleo, Trabajo y
07 Asuntos Sociales de la OCDE, Martine Durand, alertó de la
08 "tremenda presión" que supone(2) para los sistemas de Seguridad
09 Social y para el mantenimiento de las pensiones de jubilación el
10 aumento de la esperanza de vida y la caída(3) de la mano de obra
11 en sus países miembros.
12 De no aumentar(4) la mano de obra, tanto en edad como en
13 género, favoreciendo hasta políticas de inmigración, el número
14 de jubilados por trabajador se duplicará en la mayor parte de los
15 países integrantes de la organización, entre ellos España, que
16 pasaría de tener algo menos de 50 en el año 2000 a más de 100
17 en 2050, según señala en el informe.
18 En la década de los 70 en España la esperanza de vida de las
19 personas una vez se jubilaban era de 10.7 años para los
20 hombres y de 11.1 en las mujeres, mientras que en 2004 se ha
21 incrementado a 19.6 y a 22.6 respectivamente, lo que supone un
22 notable aumento del tiempo de cobro(5) de pensiones.
23 Al problema de la esperanza de vida se une el de las
24 prejubilaciones, cuestión en la que España es, además, uno de
25 los países de la OCDE donde menos personas siguen
26 trabajando superados los 50 años de edad (algo más de 50 por
27 ciento ), por debajo de la media de la OCDE (60 por ciento ).
28 La situación "planteará(6) serios problemas en las próximas
29 décadas" de no poner en marcha políticas que acaben con la
30 amenaza que pesa sobre las economías y los sistemas de
31 protección social, explicó Durand.
32 Otro de los responsables de la OCDE, Mark Keese, subrayó que
33 "no se trata de penalizar a quien se retire pronto(7), sino de
34 favorecer a quien lo haga más tarde", y para ello existen tres
35 grandes escollos(8): la falta de incentivos para trabajar más años,
36 la escasa disponibilidad de las personas mayores(9) para trabajar
37 y el poco interés de las empresas por mantenerlas en plantilla(10).
(abc.com 20/10/05)
1.- Según el texto, la OCDE denuncia que en sus paises miembros
a) la cantidad de personas jubiladas casi duplicará en 50 años
b) la cantidad de personas jubiladas aumentará en un 70%

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c) más de la mitad de la población estará jubilada en 2050
d) la población activa será 70% de la total en 2050
e) quizás doble el porcentual de pasivos sobre activos en 45
años
2.- La expresión “de no poner en marcha políticas” (li.29) equivale a
a) al no empezar programas
b) desde que se coloquen medidas
c) siempre y cuando no se echen a andar directivas
d) si no se pongan en ejecución planteos
e) poniéndose a andar decisiones
3.- Según Martine Durand
a) el Sistema de seguridad está presionando el alza de
esperanza de vida
b) el trabajo femenino puede ayudar a resolver la crisis del
mercado laboral
c) hay una rebaja(11) del valor de la mano de obra
d) en 2004 en España la esperanza de vida femenina aumentó
22,6%
e) en España viene aumentando peligrosamente el tiempo de
contribución de los trabajadores
4.- Las personas mayores se apuran para jubilarse porque:
a) tienen beneficios bien alentadores
b) no logran(12) acompañar las nuevas tecnologías
c) las empresas no anhelan(13) verlas en sus registros
d) tienen muchas ocupaciones simultáneas
e) se sienten perseguidas por los empresarios
5.- La expresión “sino de favorecer a quien lo haga(14) más tarde”
(li.33,34) es lo mismo que
a) y sí de alentar(15) a quien lo aplace(16)
b) mas de ayudar a quien se jubile pronto
c) si no de allanar(17) a quien lo efectue mientras(18)
d) mas de estimular a quien paga después
e) y sí de desestimular a quien se retira ulteriormente
6.- La palabra “hasta”(19)(li 13) expresa una noción de
a) causa
b) consecuencia
c) concesión
d) límite
e) condición
7.- Es posible cambiar (V o F)
I.- ( )“escollos”(li 35) por “prohibiciones”
II.- ( ) “una vez se jubilaban“ (19) por “tras jubilarse”
III.- ( ) “ello”(li.34) por “el jubilado”
IV.- ( ) “las personas mayores” (li.36) por “los viejos”
La secuencia correcta es
a) V V F F
b) F F V V
c) V F V F

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d) F V F V
e) F F F V

VOCABULARIO DO SIMULADO 6
(1) prensa= imprensa
(2) supone =implica
(3) caida = redução
(4) de no aumentar = se não aumenta
(5) cobro = recebimento
(6) planteará = colocará, provocará
(7) pronto = enseguida
(8) escollos = barreiras, dificuldades
(9) personas mayores = idosos
(10) plantilla = plantel registrado legalmente
(11) rebaja = redução
(12) logran = conseguem
(13) anhelan = desejam
(14) haga = faça
(15) alentar = dar alento, estimular
(16) aplace = adie, postergue
(17) allanar = facilitar
(18) mientras = enquanto
(19) hasta = até, inclusive

COMENTÁRIO DO GABARITO DO SIMULADO 6

Questão 1:
LETRA E: as alternativas A, B, C e D consideram a quantidade de
aposentados em relação a população geral. No texto em questão, e
para qualquer texto previdenciário, o que interessa é a relação
proporcional entre inativos e ativos, ou seja quantos aposentados
por contribuintes têm o sistema.

Questão 2:
LETRA C: a oração do enunciado é uma oração condicional
negativa, que permite as seguintes trocas semánticas:
De + verbo en infinitivo = siempre y cuando + verbo em subjuntivo
poner en marcha = echar a andar
políticas = directivas
Em relação aos outras alternativas consulta CONHECIMENTOS
ESPECÍFICOS 7

Questão 3:
LETRA B : a especialista afirma que as soluções para
contrabalançar a queda bruta de mão de obra disponível são
“aumento da edade dos trabalhadores, do género (incorporação
feminina) e inmigração. Na alternativa A há inversão de causa. Na C
a queda não e de “valor e sim de quantidade. Na E não é de tempo

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de contribuição e sim de tempo de benefício. Na D o valor não é um
percentual e sim a expectativa de vida após a aposentadoria.

Questão 4
LETRA C: as empresas não querem que os idosos permaneçam
em seus planteis de trabalho. As outras alternativas são alhéias ou
são distorsões do texto.

Questão 5
LETRA A: a tradução do enunciado da questão 5 equivale a “e sim
estimular a quem se aposente mais tarde”. As outras alternativas
são contraditórias ou alhéias ao texto.

Questão 6
LETRA D: a preposição “hasta”(até) expressa inclussão dentro de
um LIMITE. No texto que dizer que até legalizar imigrantes (antes
era sacrilégio) está dentro do limite do aceitável para resolver o
problema da pirâmide etária.

Questão 7
LETRA D
I.- F “escollos” (dificuldades naturais) não é sinônimo de proibições
(dificuldades legais)
II.- V: são sinônimos. Os dois se referem ao período pos-
aposentadoria.
III.- F : “ello” não pode substituir substantivos concretos e sim idéias
anteriores, no caso , favorecer a quem se aposente mais tarde.
IV.- V : são sinônimos, considerando a contextualização.

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 7
As orações condicionais apresentam uma diversidad de
estruturas equivalentes. Vejamos os 5 casos mais populares com
o mesmo exemplo:

1.- SI PONEN en marcha (conjunção “si” + verbo em Presente do
Indicativo)

2.- DE PONER en marcha ( preposição “de” + verbo em Infinitivo)

3.- DESDE QUE PONGAN en marcha (locução “desde que” + verbo
em Presente do Subjuntivo)

4.- SIEMPRE Y CUANDO PONGAN en marcha (locução “siempre y
cuando”+ verbo em Presente do Subjuntivo)

5.- PONIENDO en marcha (verbo em Gerundio, sem verbo auxiliar)

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LEITURAS COMPLEMENTARES SOBRE IVA
SANTIAGO.- El Gobierno anunció hoy que decidió congelar el
proyecto de ley que deroga la exención tributaria de las
constructoras, que establece la devolución del 65% del IVA que
pagan por todos los proyectos habitacionales.
Esto, agregó, siempre y cuando exista un consenso en el
parlamento al respecto, y de no ser así, no se restaría a apoyar la
iniciativa.
Así lo anunció el ministro del Interior, Francisco Vidal, al término de
una conferencia con empresarios donde señaló que "la decisión del
Presidente en esa materia en particular es no innovar hasta el 11 de
marzo de 2006 que es nuestra responsabilidad".
Este proyecto fue impulsado por el diputado PS, Carlos Montes y
espera su votación en la Sala de la Cámara baja para pasar al
Senado.
"El proyecto no solamente está avanzado si no que tiene un amplio
respaldo parlamentario), pero habrá un espacio legislativo en que se
va declarar inadmisible porque obviamente tiene un efecto de restar
recursos al fisco", dijo el secretario de Estado.
La razón que argumentó es que "en el punto que estamos,
requerimos consolidar el crecimiento. La construcción da bastante
empleo y nos interesa bajar el desempleo

TEXTO 2
El "factor cobre" no es lo único que explica el superávit que logró el
fisco en el primer semestre del año, llegando al 2,9% del Producto
Interno Bruto (PIB).
De hecho, tres de cada cuatro pesos que recibió el Estado se
originaron por una mayor recaudación tributaria, que repuntó 20%
respecto de igual período de 2004.
¿La razón? Los chilenos están gastando más en bienes y servicios y
las empresas mejoraron sus utilidades durante la primera mitad de
este año.
Gracias al fuerte dinamismo de la demanda interna en el primer
semestre, aumentó considerablemente la recaudación de los dos
componentes más importantes de la torta de ingresos fiscales aparte
del cobre: el IVA y el impuesto a la renta.
Esto se traduce en que casi uno de cada tres pesos que entraron
netos al fisco en los primeros seis meses de este año los aportó el
IVA; esto es, casi 15% más que en igual período del año pasado. En
tanto, el impuesto a la renta -que representa el 23% de los ingresos
públicos- avanzó 37% este período.
Pero este acelerado ritmo de crecimiento en los ingresos tributarios
totales del Estado no se replicaría durante la segunda mitad de
2005.
Mayor moderación
Según el informe de la Dirección de Presupuesto, pese a los
significativos repuntes en la recaudación del pago provisional
mensual que hacen las empresas, al IVA, a los tributos a actos

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jurídicos -como timbres y estampillas- y al comercio exterior, se está
manifestando "una gradual desaceleración" en el segundo trimestre
del ejercicio.
El Gobierno estima que el ritmo más lento de repunte de la demanda
interna y las importaciones, sumado a una base comparativa más
alta, van a hacer que se haga más nítida una moderación en el
crecimiento de los ingresos tributarios durante los segundos seis
meses de este año.

TEXTO 3

La comparecencia había terminado. Francisco Gil Díaz, el invariable,
el inconmovible secretario de hacienda mexicano, caminaba por el
pasillo del Salón de Sesiones. Los diputados opositores lo habían
dejado solo, le acompañaban los gobernistas. Y con ellos, el
secretario de Hacienda platicaba, bromeaba, se daba el lujo de
sonreír. Una comparecencia más de Francisco Gil Díaz ante
Diputados. Temprano, antes de la sesión, en el Salón Verde, los
integrantes de la fracción gobernista tuvieron su reunión previa. En
ella se habló de las posibles trampas del gobierno con el proyecto de
presupuesto y de ingresos. Se habló de la posibilidad de que al
oponerse al IVA en alimentos y medicinas, pudieran ellos
enfrentarse a una ofensiva mediática y al riesgo de tener que
aprobar incrementos al precio de las gasolinas para poder dar más
recursos necesarios para los programas sociales. Hubo además una
afirmación: la iniciativa que propone la reelección de los alcaldes
llegó al Parlamento sin haber pasado por Gobernación .Francisco Gil
Díaz, el invariable. No se alteró ni ante la acusación de que en torno
al gobierno hay 40 ladrones y la pregunta: "¿Quién es Alí Babá?".
Nada le alteraron los cuestionamientos de las legisladoras
opositores. Poco parecieron afectarle las sentencias de petistas,
verdes y convergentes. Ni se enteró de que un pequeño grupo, siete
personas, intentaron entrar al salón para darle una torta de huevo
con maíz y decirle que esa es toda la comida para millones de
mexicanos. De reojo observó a algunos diputados que salían para
tener una plática a solas.

La miscelánea fiscal entregada ayer por el gobierno federal a la
Cámara de Diputados considera la creación de un nuevo impuesto
de carácter federal a las ventas finales, de 3 por ciento . Además, de
acuerdo con la iniciativa, el presidente mexicano Vicente Fox hace
suyas las conclusiones de la Convención Nacional Hacendaria y
plantea revisar las tasas actuales del IVA, así como la lista de
productos exentos, estableciendo mecanismos para compensar a
los hogares de menores ingresos. En la reforma a la Ley del IVA se
plantea disminuir la tasa de 15 por ciento a 12 por ciento , así como
la tasa aplicable a la región fronteriza de 10 por ciento a 7 por ciento
. Esta medida, en caso de ser aprobada, entraría en vigor el 1 de
enero de 2005. En contraparte, plantea establecer el Impuesto a las
Ventas y Servicios al Público que grave con una tasa de 3 por ciento
el consumo final de bienes y servicios. En un principio, este

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impuesto será federal, pero administrado por los estados hasta en
tanto se sustituya por impuestos locales. En esta etapa, los estados
recibirían una participación del 95 por ciento para motivarlos a
aplicar su impuesto local. Este impuesto federal, de acuerdo con la
iniciativa, "grava sólo una de las etapas de la circulación de los
bienes. El gravamen propuesto grava la etapa en el consumo final
de la comercialización de los bienes y servicios, buscando así que la
carga impositiva no incida ni en las etapas de producción de bienes,
ni en las etapas de comercialización intermedias, recayendo sobre el
consumidor final". Este tipo de impuesto, agrega, "resulta deseable,
ya que no implica acreditamiento alguno de impuestos que se hayan
trasladado a los contribuyentes en etapas previas, situación de
particular importancia en el impuesto que se propone, ya que se
pretende que sea administrado por las entidades federativas y
posteriormente sustituido por impuestos locales". El impuesto local
previsto en la iniciativa puede tener una tasa mínima de 2.2 por
ciento al consumo final de bienes muebles y servicios. El impuesto
estatal se complementa con el establecimiento simultáneo de un
impuesto municipal con una tasa mínima de 0.8 por ciento . En el
documento se refiere que de la participación que de los impuestos
federales corresponda a los estados, sus municipios recibirán 33 por
ciento .

Texto 4

Bogotá.- El Superintendente del Servicio Nacional Integrado de
Administración Aduanera y Tributaria (Seniat), José Gregorio Vielma
Mora, anunció que para el mes de agosto será reducida en un punto
porcentual la alícuota del Impuesto al Valor Agregado (IVA). El
máximo representante del Seniat, quien asiste a la II Macro Rueda
de Negocios Colombia-Venezuela en la ciudad de Bogotá, explicó
que el gabinete económico, integrado por el ministro de
Planificación, Jorge Giordani, y el ministro de Finanzas, Nelson
Merentes, ha evaluado bajar el IVA de 15 a 14% basándose en el
crecimiento del pago del impuesto que, según acotó, "ha sido muy
bueno este año", indicó ABN. Recordó que para el primer semestre
del año la recaudación alcanzó el 147,3% de lo planificado. En tal
sentido, esta decisión se ha tomado a fin de armonizar la economía
y para hacer de Venezuela un mercado más competitivo, "para
reducir la inflación y para generar más empleo", aseguró Vielma
Mora. Destacó que el paso siguiente para que este anuncio se haga
realidad es su aprobación por parte de la Asamblea Nacional en las
diferentes instancias de discusión, "ya ha sido aprobado por los
ministerios de Finanzas y Planificación y le corresponderá a la
Asamblea Nacional evaluarlo en pro de la economía nacional",
acotó.(vem.22/6/05)

Texto 5
El Gobierno argentino decidió ampliar los beneficios impositivos para
las empresas que están amparadas en los regímenes de promoción

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regional. Esta medida se suma a las ventajas tributarias que reciben
los proyectos de inversión y que fueron anunciaron en los últimos
días. Anoche, el presidente Néstor Kirchner firmó un decreto que
extiende hasta diciembre de este año un beneficio creado con el
decreto 918/03. Esa norma establece que hasta el último día del año
los empresarios que integren alguno de los regímenes de promoción
podrán anotarse en un programa de cancelación anticipada y pagar
sus impuestos con un descuento.
Estos regímenes de promoción fueron creados para favorecer la
inversión. Con este concepto se permite a las compañías que se
radiquen en zonas menos favorecidas diferir por varios años el pago
de los impuestos. El decreto 918 establece que quienes adhieran a
un régimen de cancelación anticipada de estos impuestos,
correspondientes a años anteriores, tendrán un descuento. Para que
puedan obtener este beneficio, las empresas debían anotarse en un
registro antes de diciembre del 2004. Ahora, ese plazo se extiende
hasta diciembre del 2005. Pero además, las empresas tendrán
ahora otra ventaja, ya que podrán pagar esos impuestos en cuotas.
Hasta ahora, debían cancelar sus obligaciones en un solo pago. Con
el nuevo decreto, habrá 12 cuotas con un interés del uno por ciento
mensual sobre saldos. Pero tendrán que realizar un pago a cuenta
equivalente al 30 por ciento de las obligaciones fiscales diferidas.
El martes pasado, el ministro de Economía Lavagna anunció que se
presentaron 44 proyectos de inversión por 6.000 millones de pesos
para beneficiarse de otro régimen de promoción de inversiones que
permite la exención del IVA para la compra de bienes de capital y la
amortización acelerada de estos bienes en el pago del impuesto a
las Ganancias. (clarin

Texto 6
Los cónyuges descontentos con reparticiones de bienes en los
divorcios y los empleados mal liquidados, también denuncian por
'despecho'. Por estos canales, además de las llamadas telefónicas,
la Direción Impositiva (Dian) recibe, en promedio, cada veinte
minutos una denuncia sobre las maromas que realizan algunas
personas para esquivar el pago de cualquier tributo. Las delaciones
y las pesquisas de los funcionarios de la Dian le permitieron a esa
entidad descubrir el año pasado a más de 190 mil personas y
empresas que evadían el pago de impuestos.
Una mujer elegante, de unos 40 años, se presentó a mediados del
año pasado en la oficina del fiscal Orlando Velandia. Cuando estuvo
frente al funcionario, la recién llegada le soltó sin tapujos el motivo
de su visita: "Conozco a un tipo que fabrica facturas falsas y se las
vende a empresas para hacer fraudes".
La denunciante quería que castigaran ejemplarmente al hombre y
ella misma se ofreció como señuelo Además, dio algunos detalles
íntimos del 'tipo', como su mal carácter ante ciertas situaciones.
Velandia, un curtido auditor de impuestos y dueño de una probada
carga de malicia indígena, sospechó que algo extraño se escondía
tras la denuncia. "¿Y usted por qué está denunciando esto?", le

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preguntó de golpe. La mujer estalló "Es que ese hp. le va a comprar
un coche a esa hp. que se consiguió" Y explicó que sus hijos
andaban en una situación lamentable desde que su marido inició las
andanzas. El hombre cayó pocos días después con un maletín lleno
de facturas falsificadas y pasó a órdenes de la Fiscalía.
En otros casos, los denunciantes son empleados .Dos hombres
entregaron una lista de las personas de confianza que conocían de
la doble contabilidad, claves de los ordenadores donde se ocultaba
información y el mapa de un vericueto de cocinas viejas, donde
escondían los libros contables originales. Una operación de
inteligencia les permitió establecer la hora y sitios para el
allanamiento. Al revisar los libros, programas de ordenador y otras
evidencias descubrieron que en el último año y medio
la empresa había omitido activos por más de 500 mil millones de
pesos. La Dian descubrió 5 bandas en los dos últimos años. Estas
organizaciones disponían de talleres litográficos donde falsificaban,
con logotipos, número de identificación tributaria y demás detalles,
toda la papelería de firmas proveedoras.
Con artimañas como éstas y otras, la Dian calcula que los
colombianos evaden el 30 por ciento de los impuestos. Se calcula
que, en el 2004, ese porcentaje fue equivalente a unos 16 billones
de pesos. (Eltiempo.co –29/4/2005).

Texto 7
Polémica ha causado la implementación por parte del Servicio de
Impuestos Internos (SII) de un sistema de incentivos por
cumplimiento de metas a funcionarios de esa entidad para disminuir
la evasión tributaria.
Abogados y expertos tributarios miran preocupados la aplicación
práctica que ha tenido la Ley 19.646 -aprobada en 1999-, que
contempla una asignación especial de estímulos para el personal de
planta y a contrata del SII, posibilidad que, según ellos, genera un
incentivo inconveniente para que los funcionarios apliquen multas.
La citada ley establece que el monto total del incentivo será variable,
de acuerdo al grado y escalafón al que pertenezca el funcionario, y
se calculará sobre la cantidad que resulte de la suma del sueldo
base asignado, más la asignación de fiscalización establecida. Este
estímulo contempla una parte fija y otra variable por cumplimiento de
la meta institucional de bajar la evasión.
Para el experto tributario Cristián Aste, el método de cálculo no es el
adecuado, ya que para que los funcionarios del SII logren esta
asignación deben girar impuestos cada vez en mayor número y
monto. "Lo que logra esta ley es que, en ejercicio de la función
fiscalizadora, los funcionarios siempre prefieran encontrar errores en
las declaraciones de los contribuyentes y sancionarlos, aunque no
tenga incidencia en la práctica, para poder así dar comienzo a una
revisión y terminar girando impuestos", asegura.
Similar es la visión del presidente del Colegio de Contadores de
Chile, Luis Werner-Wilder, a quien le preocupa el aumento en el
ejercicio de la función fiscalizadora del SII. "La preocupación tiene
su razón en el abuso en que algunos funcionarios pueden incurrir,

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pasando a llevar algunas disposiciones o buscando transacciones
mediante las cuales los afectados acepten liquidaciones de
impuestos sin mayor reclamación (...) No estamos ni en contra del
SII ni de los fiscalizadores, nuestro interés es que se paguen los
impuestos. Pero ni más ni menos que lo que corresponde", dice.
En el SII rechazan de plano que el sistema de incentivos sea
inconveniente. Explican que ningún componente de las
remuneraciones de sus funcionarios está vinculado a las multas,
sino que al cumplimiento de metas globales. Advierten que la ley fue
aprobada por el Parlamento y va en línea con la aplicación de
estímulos al desempeño que se da tanto en las firmas públicas como
en las privadas. Asimismo, en el servicio reconocen que existe un
incentivo institucional por metas de reducción de la evasión, pero
aclaran que se estima a partir de la recaudación total anual de
impuestos, donde las multas llegan al 0,6% del total.
A juicio del director del programa legislativo de LyD, Axel
Buchheister, el modelo de incentivo al rendimiento es positivo en
general. Sin embargo, en este caso ve inconveniente el esquema del
SII, dado que no existen tribunales independientes, y muchos
contribuyentes optan por pagar las multas antes de llevar costosos
juicios con el SII.
Estímulo a la reclamación: Otro de los "peros" para Aste es que aun
cuando se giren impuestos y se logren las asignaciones, esto no
quiere decir que los montos liquidados entren al erario público, ya
que el contribuyente puede reclamar su procedencia judicialmente.

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