PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL

FACULDADE DE DIREITO

FELIPE CALDEIRA

A PRISÃO DOMICILIAR COMO ALTERNATIVA DE CONTENÇÃO DA
SUPERLOTAÇÃO DO SISTEMA PRISIONAL BRASILEIRO

Porto Alegre
2015

2 FELIPE CALDEIRA A PRISÃO DOMICILIAR COMO ALTERNATIVA DE CONTENÇÃO DA SUPERLOTAÇÃO DO SISTEMA PRISIONAL BRASILEIRO Projeto de pesquisa apresentado como requisito para aprovação na disciplina de Trabalho de Conclusão I na Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Orientador: Prof. Rogério Maia Garcia Porto Alegre 2015 .

.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ................................................... 4 JUSTIFICATIVA ................................................................. 5-11 8 METODOLOGIA .................................................................................................2 TÉCNICAS DE PESQUISA ...................................................................................... 5 6........................................................................................................................................................................... 5 6........ 12-13 10 PROPOSTA DE SUMÁRIO PARA O TCC II .............................................................................................................. 13-14 .........................................................1 MÉTODO DE ABORDAGEM ............... 4 TEMA ............................... 4-5 OBJETIVOS................................... 12 8...................... 4 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA ..................................................... 5 7 EMBASAMENTO TEÓRICO .................... 12 8................................ 4 DELIMITAÇÃO DO TEMA ..................................................................................................................................SUMÁRIO 1 2 3 4 5 6 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO ................................................................................... 12 9 CRONOGRAMA ... 13 11 REFERÊNCIAS .........1 OBJETIVO GERAL ......................

seria a prisão domiciliar uma alternativa a ser utilizada pelo Estado no curso do sistema progressivo de cumprimento de penas? 5 JUSTIFICATIVA Tratando-se de um princípio moral e um direito estabelecido pela CF. estabeleu-se a dignidade humana como princípio máximo do Estado Democrático de Direito. 4 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA Devido à falta de estrutura e superlotação do sistema prisional brasileiro e dos problemas daí decorrentes. 3 DELIMITAÇÃO DO TEMA A atuação do Poder Judiciário Brasileiro frente à problemática da superlotação do sistema carcerário e a utilização da prisão domiciliar como alternativa à falta de vagas para apenados com direito a progressão de regime. justificando-se. sendo um direito inerente a todos. Além de ser um princípio norteador. com o advento da Constituição Federal de 1988. uma reflexão acerca do tema. portanto.4 1 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO ACADÊMICO: Felipe Caldeira ORIENTADOR: Professor Rogério Maia Garcia ÁREA DO DIREITO: Direito Penal 2 TEMA A prisão domiciliar como mecanismo de contenção do sistema prisional brasileiro. a violação à dignidade da pessoa humana representa um sério problema a ser enfrentado pelos Órgãos do Poder Judiciário. . Executivo e Legislativo.

com base nos princípios da razoabilidade. Polêmicas. 6 6. 6.5 Assim. 7 EMBASAMENTO TEÓRICO Tratar acerca desse tema é buscar discutir sensíveis pontos que acompanham a execução penal. tais como as condições precárias e a falta de estrutura dos sistemas prisionais. devido à realidade que se apresenta. combinadas com a superlotação destes. Coletas jurisprudências acerca do tema. Revisar a bibliografia relacionada com a execução penal. . cercam a forma como o Poder Judiciário vem tentando achar maneiras de resguardar um dos principais direitos do aprisionado. Revisar a bibliografia relacionada com o sistema progressivo de penas. tem-se a necessidade dos Estados juntamente com os Municípios.1 OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Realizar uma abordagem fundamentada acerca da utilização da prisão domiciliar como forma alternativa de recolhimento do apenado. a fim de que não sofra a injustiça de cumprir sua pena carcerária em regime mais gravoso do que aquele que é determinado pela sua situação legal.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Revisar a bibliografia relacionada com as teorias da pena. que é a dignidade da pessoa humana e tentar achar soluções para lidar com a desídia do Estado. no seu dia a dia. proporcionabilidade e individualização da pena. de pensar em maneiras de enfrentar este sério problema: a falta de estrutura e a superlotação do sistema prisional brasileiro.

Renato. culminando com a predominante ausência de vagas em estabelecimento adequado. 9ª Ed. 2014. Consabido que as hipóteses do artigo 117 da LEP não são exaustivas. no que tange ao regime aberto. Diante da inexistência ou indisponibilidade de casa de albergado ou colônia agrícola no território do Juízo da Execução Penal competente. O cumprimento da pena em regime de prisão domiciliar. Curso de execução Penal. . Tal realidade impõe o difícil problema de se lidar com a falta ou inexistência de vagas em estabelecimento adequado para o cumprimento da pena. do Superior Tribunal de Justiça e desta Corte.6 No mesmo raciocínio. 1 MARCÃO. Neste sentido: AGRAVO DA EXECUÇÃO (ART. Logo. conforme o regime determinado na sentença. sob regime aberto ou semiaberto. PRISÃO DOMICILIAR. PRISÃO DOMICILIAR. como trazido por Renato Marcão1. ART. DA RAZOABILIDADE E DA INDIVIDUALIZAÇÃO DA PENA. 197 DA LEP). faz com que a execução da pena não proporcione uma de suas finalidades. a concessão de prisão domiciliar ao apenado mostra-se intocável. 133. P. como forma alternativa de recolhimento de apenado que. ao Juízo da Execução Penal competente incumbe verificar e decidir sobre o cabimento da prisão domiciliar. APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA PROPORCIONALIDADE. a doutrina e a jurisprudência têm adotado uma posição para os casos aonde não há vagas em estabelecimento adequado. INEXISTÊNCIA OU INDISPONIBILIDADE DE CASA DE ALBERGADO OU COLÔNIA AGRÍCOLA. diante da superlotação das casas de albergue e/ou inexistência destas. HIPÓTESES NUMERUS APERTUS. principalmente pelo fato de estar sendo aplicada para condenados que cumprem pena em regime aberto. tendo em vista essa situação. 117 DA LEP. por si só tem gerado muitas discussões. Precedentes do Supremo Tribunal Federal. porque não é lícito ao Estado fazê-lo cumprir a sua pena carcerária em regime mais gravoso do que aquele determinado pela sua situação legal. deficiências como o despreparo do pessoal penitenciário. deve cumprir a sua pena carcerária em albergue ou colônia agrícola. São Paulo: Saraiva. FALÊNCIA DO SISTEMA PRISIONAL. a ressocialização do aprisionado.

através da privação de liberdade/direito de um indivíduo. 2014. A Teoria Absoluta ou Retributiva. Não obstante. que possam revolver os problemas na sociedade. volume 1. mas pelo valor axiológico intrínseco de punir o fato passado. cabe ressaltar e analisar o porquê de haver uma pena. já o destinatário da prevenção especial é aquele que delinquiu. p. mas para prevenir a sua prática. elas se diferenciarão em função dos seus destinatários: o destinatário da prevenção geral é o coletivo social. 133. se dividem podendo entre estas Absolutas/Retributivas serem de prevenção e geral positivo/negativo e prevenção especial positivo/negativo. em prol da segurança jurídica. para as Teorias Relativas ou Preventivas a pena se justifica. através das teorias da pena. 2 BITENCOURT. a fim de preservar a dignidade da pessoa humana. de modo que sua imposição estaria justificada. Tratado de Direito Penal: parte geral. Cézar Roberto. . por sua vez. Entretanto. como retribuição ao mal causado através do delito. São Paulo: Saraiva. por isso são conhecidas como teorias retributivas. Para ambas as teorias. As Teorias Deslegitimadoras. As Teorias Legitimadoras são aquelas que defendem a aplicação da Pena. diferentemente da Teoria Absoluta que defende o castigo ao autor somente por que delinquiu. Isto é. se posicionam no sentido de substituir a pena por novos métodos de controle social. Dividem-se entre as Dialético-materialistas e Agnóstica. Elas Relativas/Preventivo-utilitárias. Ou seja. não para atribuir um castigo ou retribuir um fato delitivo cometido. as Teorias Preventivas se dividem em: prevenção geral e prevenção especial. a pena é considerada um mal necessário.7 AS TEORIAS DA PENA Antes de adentrar propriamente ao mérito da prisão domiciliar. que se dividirão entre legitimadoras e deslegitimadoras. consiste em conceber a pena como um mal/castigo. não como meio para o alcance de fins futuros. pelo Estado. nas Teorias Relativas a pena se impõe para que não volte a delinquir. segundo Cézar Roberto Bitencourt2.

vale referir as lições de Cézar Roberto Bitencourt3: “De acordo com a classificação sugerida por Ferrajoli. 2014. há a Prevenção Geral Positiva. A natureza da pena é afirmada como jurídica. Salo De. voltadas à eliminação ou neutralização do delinquente perigoso. volume 1. Diferentemente das Teorias de Prevenção Geral. de acordo com Salo de Carvalho4. 4 CARVALHO. Alagia e Slokar e. Penas e Medidas de Segurança no Direito Penal Brasileiro. que tem como objetivo reforçar a fidelidade dos cidadãos à ordem social a que pertencem. no que tange à Teoria Agnóstica da Pena. e. Isto é.” Por outro lado. fornecer os 4 (quatro) pressupostos para esta teoria: a) o primeiro pressuposto é o fundamento político da pena. A proposição agnóstica subverte este vínculo entre crime e pena e transfere a sanção criminal para o âmbito da política. Elas se subdividem em prevenção geral negativa ou intimidatória. dirigidas à reeducação do delinquente. com uma demonstração da 3 BITENCOURT. Batista. terá função de controle social. na qualidade de consequência. as teorias de prevenção especial podem ser formalmente divididas em teorias da prevenção especial positiva. Nesse aspecto. a fim de que este não volte a delinquir.8 As Teorias de Prevenção Geral têm como fim a prevenção de delitos e incidem sobre a coletividade em geral. Ou seja. de outro lado. o sentido inerente à pena é o de presentificação do Estado. as terias de justificação atribuem um fundamento jurídico para a sanção criminal. 133. as Teorias de Prevenção Especial dirigem-se somente ao delinquente. assim. e tem como fundamento afastar possíveis delinquentes da prática do delito através da ameaça de uma pena. São Paulo: Saraiva. cumpre ressaltar os elementos fornecidos nas obras de Zafaroni. São Paulo: Saraiva. 2014. Tratado de Direito Penal: parte geral. Cézar Roberto. p. e teorias de prevenção especial negativa. b) o segundo pressuposto é o de que a sanção criminal. tendo um novo fundamento. nos Estados democráticos de direito. p. 147 .

é um fenômeno da realidade. 475. constante em sociedades de cultura punitivista. na qualidade de instrumento político. 5 SANTOS. Juarez Cirino dos Santos5 sustenta que a teoria agnóstica apesar de tomar como ponto de partida fundamental a produção seletiva de esteriótipos pelo sistema penal. Lumem Juris. Direito Penal: parte geral.9 existência de um poder político constituído com capacidade de concretização por meio de ingerências violentas na sociedade civil. assim. Curitiba: ICPC. e c)multa. Assim. c) o terceiro pressuposto é o de que a pena. pela ausência de determinações históricas concretas acerca dos fenômenos envolvidos e por omitir-se da denúncia ao discurso ideológico mantenedor dessa realidade. a única finalidade possível de ser atribuída a um modelo agnóstico da pena é a contração do poder punitivo. d) o quarto pressuposto nasce da combinação dos três primeiros pressupostos. que necessita urgentemente ser contido em razão de sua pulsão violenta.2008. isto significa que a sanção criminal. Em contrapartida. . AS PENAS APLICÁVEIS NO DIREITO PENAL BRASILEIRO Com amparo no Código Penal. como um ato político de coação contra os dissidentes. descarta o conceito de modo de produção de vida como método de análise dos fenômenos sociais. há 3 (três) espécies de penas e estão previstas no artigo 32. destes quatro pressupostos. Juarez Cirino dos. P. ou seja. tais como: a) privativas de liberdade. finaliza Salo de Carvalho que. não assume uma concepção diagnósticomaterialista da pena. b) restritivas de direito. 3ª Ed. é um fenômeno incancelável nas sociedades atuais. pecando. A corrente materialista tem como fundamento o materialismo histórico e é marcado pela constante interação e interdependência entre dois níveis que compõe a estrutura social: a superestrutura e a infraestrutura.

14ª Ed. em sentença. de acordo com o artigo 33. é de natureza pecuniária e seu cálculo é elaborado considerando-se o sistema de dias-multa. a pena privativa de liberdade vem prevista no preceito secundário de cada tipo penal incriminador. regime semiaberto. servindo à sua individualização. que o fato praticado pelo réu era típico. do Código Penal. a de detenção e a prisão simples. P. do Código Penal. No que tange à aplicação da pena. do Código Penal. 2012.10 As penas privativas de liberdade para os crimes ou delitos. Rio de Janeiro: Impetrus. incumbe ao juiz estabelecer o regime inicial de cumprimento da pena privativa de liberdade eventualmente aplicada. com fulcro no artigo 43. ilícito e culpável. a perda de bens e valores. sendo a pena de prisão simples aplicável às contravenções penais. do Código Penal. caput. que permitirá a aferição da proporcionalidade entre a sanção que é cominada em comparação com o bem jurídico por ele protegido. são: a prestação pecuniária. com base no artigo 68. §1º. As penas restritivas de direitos. com base no artigo 33. são previstas em duas formas – a de reclusão. a interdição temporária de direitos e a limitação de fim de semana. Curso de Direito Penal: Parte Geral. Rogério. . salvo necessidade de transferência a regime fechado. sendo que o valor correspondente a cada dia multa será de 1/30 do valor do salário mínimo vigente à época dos fatos até 5 (cinco) vezes esse valor. segundo o artigo 49. há três tipos de regimes iniciais de cumprimento de pena: fechado. 481. Conforme o artigo 33. A pena de detenção deve ser cumprida inicialmente em regime semiaberto. A multa penal. semiaberto ou aberto. a prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas. As penas privativas de liberdade. do Código Penal. semiaberto ou aberto. de acordo com o critério trifásico. do Código Penal. Após a conclusão pelo julgador e a afirmação. De acordo com Rogério Greco6. Considera-se regime fechado a execução da pena em estabelecimento de segurança máxima ou média. a etapa seguinte será a aplicação da pena. que poderá variar entre um mínimo de 10 (dez) ao máximo de 360 (trezentos e sessenta) diasmulta. em especial. a execução da pena em colônia 6 GRECO. ou aberto. são as de reclusão e de detenção. após sentença condenatória. A pena de reclusão deve ser cumprida em regime fechado.

São Paulo: Saraiva. do Código Penal. menciona que em consonância com o artigo 93. da Lei de Execução Penal. Nessa situação. ou d) condenada gestante. da Lei de Execução Penal. Renato. Curso de execução Penal. Pois. da Lei de Execução Penal. do Código de Processo Penal. ou seja. através do atestado de bom comportamento carcerário. Renato Marcão7. determina que as penas privativas de liberdade deverão ser executadas em forma progressiva. a ser determinado pelo juiz. quando se tratar de: a) condenado maior de 70 (setenta) anos. o artigo 33. PRISÃO ALBERGUE-DOMICILIAR Com âmbito no artigo 117. o artigo 112. que é comprovado pelo diretor do estabelecimento prisional. do artigo 112. aberto. da LEP que a decisão que conceder ou negar a progressão de regime será sempre motivada e precedida de manifestação do Ministério Público e do defensor. §2º. será admitida a prisão albergue-domiciliar. 9ª Ed. b) condenado acometido de doença grave. c) condenada com filho menor ou deficiente físico ou mental. com a situação prevista no artigo 117. 2014. ao beneficiário de regime aberto. quando o preso tiver cumprido ao menos um sexto da pena no regime anterior. industrial ou estabelecimento similar. aquela substitui a prisão preventiva e tem natureza de medida cautelar. Apontando o critério de ordem objetiva. com a transferência para regime menos rigoroso. o mérito do condenado.11 agrícola. diz que a pena privativa de liberdade será executada em forma progressiva. Seguindo a linha do mesmo autor. de acordo com Roberto D’ Assunção Costa. P. 124. aponta o critério de ordem subjetiva. em seguida. determina o §1º. . não se pode confundir a prisão domiciliar do artigo 317. sendo cabível somente nos 7 MARCÃO. a execução da pena ocorre em casa de albergado ou estabelecimento adequado. inciso IX. segundo o mérito do condenado. da Constituição Federal. ao tratar sobre esse tema.

caso não haja casa de albergado na comarca. 8. 621. que a natureza do regime não transmuda para outro menos grave. substitui o cumprimento de pena em casa de albergado (regime aberto) e tem natureza prisão-pena. embora a prisão domiciliar seja aplicada somente em hipóteses excepcionais. tendo em vista que ele não pode sofrer gravames com a desídia do Estado em cumprir o seu papel. modelos. enquanto não houver vaga no estabelecimento devido. sustenta que. enquanto a vaga não existir. Tratado de Direito Penal: parte geral.12 casos previstos no artigo 318. o aprisionado deve ser beneficiado com a aplicação da prisão domiciliar.2 8 TÉCNICAS DE PESQUISA MESQUITA JÚNIOR. Execução Criminal: teoria e prática: doutrina. ou que permaneça em qualquer desses dois regimes. Sídio Rosa de. ser concedido ao condenado o recolhimento domiciliar. ainda que excepcionalmente. Mesquita Júnior8. 9 BITENCOURT. Cézar Roberto Bitencourt9 sustenta que é inadmissível que o condenado cumpra pena em regime fechado em razão da inexistência de vaga no regime semiaberto. por exceção. realizando um cotejo crítico dos princípios envolvidos. São Paulo: Atlas. que. tão somente. . p.1 METODOLOGIA MÉTODO DE ABORDAGEM Os métodos de abordagem partirão de uma análise teórica dialética. No mesmo sentido. pela ausência de vaga no regime mais legal a que tinha direito. Cézar Roberto. ante a ausência de casa de albergado. 8 8. Deve. ficará em regime mais liberal. 234. construídos através da percepção do conhecimento acerca do tema. 2014. volume 1. jurisprudência. Portanto. Significa dizer. São Paulo: Saraiva. p. 2005. mas. em outros termos. Já esta. ao tratar do tema. serão analisadas as premissas gerais que envolvem o tema estudado.

9 CRONOGRAMA ATIVIDADES MAR ABR Escolha do X Tema Encontros com o X X orientador Pesquisa bibliográfica X X preliminar Leituras e X X fichamento Elaboração X X do projeto Entrega do projeto de pesquisa Análise dos dados coletados Redação preliminar da monografia Revisão e redação final Entrega do trabalhos e preparação para a banca MAI JUN X X JUL AGO SET OUT NOV X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X DEZ . bem como da doutrina a qual trata do assunto. Utilizar-se-á também a pesquisa de dados estatísticos referentes à população do sistema prisional brasileiro e jurisprudências que tratam sobre o tema.13 O estudo do tema será desenvolvido através das fontes primárias. tais como a legislação vigente.

Direito Penal: parte geral. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Impetrus. 2014 CARVALHO Salo (org. Introdução 2. modelos. As penas aplicáveis no direito brasileiro 4. CARVALHO. volume 1. Curitiba: ICPC. Penas e Medidas de Segurança no Direito Penal Brasileiro. Cézar Roberto. Prisão domiciliar como alternativa ao sistema progressivo de penas 7. São Paulo: Atlas. São Paulo: Saraiva. Salo.). Conclusão 11 REFERÊNCIAS BITENCOURT. Curso de Execução Penal. 2012 MARCÃO. Execução Criminal: teoria e prática: doutrina. jurisprudência. Crítica à Execução Penal. Renato. Lumem Juris. Tratado de Direito Penal: parte geral. Sídio Rosa de. Curso de Direito Penal: Parte Geral. SP: Saraiva.2008. MESQUITA JÚNIOR. SANTOS. 2005. Juarez Cirino dos. Analise do sistema prisional brasileiro (dados DEPEN) 6. SP: Saraiva. Rogério.14 10 PROPOSTA DE SUMÁRIO PARA O TCC II 1. . GRECO. O sistema de cumprimento de penas no ordenamento jurídico 5. RJ: Lumen Juris. 14ª Ed. Fundamentação teórica da pena 3.