You are on page 1of 56

[Digite texto]

Curso: EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Disciplina: INTERDISCIPLINARIDADE E
EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES


Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Coletânea de Práticas Interdisciplinares de Educação


Ambiental

1-Dinâmica:

Que tal reaprendermos a ouvir o nosso “coração”, nosso “grilo falante”?

“Tsunami Pessoal”

No final de 2004, presenciamos um acontecimento estarrecedor, mais precisamente em 26


de dezembro de 2004, um terremoto nas profundezas do oceano provocou um TSUNAMI. Uma
enorme onda com uma força e uma velocidade espantosa, que lavou e levou casas, carros, barcos,
famílias...
Chegou assim sem avisar... não questionou se podia entrar... chegou arrebentando tudo,
pouco importando quem estava pela frente; ricos ou pobres, executivos de grandes empresas,
embaixadores, embaixatrizes, moradores da região ou estrangeiros, se estavam trabalhando ou
curtindo merecidas férias...
Simplesmente veio com uma força estarrecedora, devastadora, assustadora.
E da mesma maneira que chegou se foi... deixando um rastro de dor.
Mas a ajuda logo veio de todos os cantos do mundo, a solidariedade estava alerta, e fez-se
mais uma vez presente, fazendo surgir em todos aquela força que não sabemos possuir , até que
precisamos dela.
Depois deste acontecimento, eu me peguei pensando em quantos “tsunamis pessoais”
vivemos durante nossa existência, pode vir em forma de briga com os pais, em forma de troca de
emprego, em forma de morte de algum parente, mudança de cidade, mudança de estado civil, por
entrar ou sair da faculdade, filhos saindo de casa, dívidas, um novo amor... ou até vários destes
fatores acontecendo simultaneamente.
Quando nos percebemos, já estamos “arregaçando as mangas” e torcendo para que “a poeira
assente” o mais rápido possível, para voltarmos a viver em paz até que outro acontecimento nos
pegue de surpresa e comece tudo de novo.
No entanto existem momentos em que a vida nos dá indícios de que o terremoto está por vir,
e aí precisamos agir antes da devastação.
Pois bem a natureza está nos avisando que não é possível viver sem lhe dar a devida

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

atenção, nenhum animal selvagem morreu, eles puderam “prever” este acontecimento e se
precaveram.
Somos seres humanos, e temos dentro de nós esta intuição que os animais possuem; a
diferença, é que não sabemos mais como ouvir a esta intuição.

Desta forma o exercício que proponho hoje, é o seguinte:


Que tal reaprendermos a ouvir o nosso “coração”, nosso “grilo falante”?
Para começar,
Entre em seu quarto apague a luz, sente-se no meio do quarto, feche os olhos, respire fundo,
acalme-se... e tente lembrar de alguns itens de seu quarto com a sua localização EXATA (tipo,
travesseiro em cima da cama, livro de capa vermelho em cima do criado mudo ao lado do abajur).
Abra os olhos e verifique se acertou ou errou. Você pode optar por escrever as anotações ou
não.
Se acertar mais da metade, passe para a próxima etapa, se não refaça.
Lembre-se que este é um exercício pessoal, ninguém vai cobrar resultados, você é quem vai
percebê-los ou não.
Agora, sente-se num jardim ou em uma praça, feche os olhos, respire, concentre-se, tente
identificar cada ruído, de que lado ele vem, e o quê é.
Confira.
Assim, com o tempo, você vai aprendendo a se acalmar e deve começar a ouvir a sua voz
interior, aquela mesma que nos diz que atitude devemos tomar antes, durante ou depois dos
“tsunamis pessoais”.

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

2-DINÂMICA

AUTÓGRAFOS

O Autógrafo pode ser aplicado com crianças, adultos ou adolescentes, sem que se altere o
conteúdo moral implícito em sua mensagem.
É evidente que esse conteúdo não deve ser explicado pelo monitor e sim ser produto de
ampla e muitas vezes longa discussão, após a aplicação da técnica. Seu fundamento moral vale-se
do choque que provoca ao se verem seus integrantes plenamente mergulhados em uma competição
egocêntrica que se opõe a um sentimento de solidariedade. Ao terminar a aplicação da técnica, os
participantes percebem que intuitivamente entraram em choque competitivo, rejeitando um
sentimento de solidariedade que afinal, é a mensagem mais forte de todo propósito de
sensibilização.

ANTUNES, C., Manual de Técnicas - de dinâmicas de grupo, de sensibilização e de


ludopedagogia. 13ª edição, Petrópolis, Vozes 1998.

BRAINSTORMING

O Brainstorming ou tempestade cerebral, mais que uma técnica de dinâmica de grupo é uma
atividade desenvolvida para explorar a potencialidade criativa do indivíduo, colocando-a a serviço
de seus objetivos.
Diversas vezes tentamos sua aplicação em Seminários para liderança, em treinamentos de
professores ou mesmo em salas de aula e os resultados mostraram-se aparentemente positivos, ainda
que a técnica não deva ser produzida sistematicamente. O Brainstorming não visa a fixação de um
conteúdo desenvolvido ou que conste de um texto qualquer.
O princípio no qual se apóia o Brainstorming é o de solicitar aos participantes que
aparentemente idéias, as mais diversas e até mesmo descabidas, sobre um assunto qualquer
colocado pelo monitor. Sua participação, durante a apresentação dessa idéias, será a de registrá-las,
independente de qualquer juízo crítico sobre sua validade, e estimular a rápida sucessão de outras
mais. Um exemplo proposto pelo próprio Osborn é aproveitar-se uma reunião de executivos, por
exemplo, na área de publicidade e apresentar-lhes desafios aparentemente ilógicos como:
- Qual a utilidade prática de uma lâmpada queimada?
- Que outros empregos poderemos dar a um clipes?
- Como nos valer da palavras (chuva) e da palavra (matagal) para promover a venda de óleos de
bronzear?
Colocando um desses problemas, cabe ao monitor, mais ou menos com um leilão, incentivar
os participantes a apresentarem, em poucas palavras, as sua idéias e, eventualmente, associa-las a
outras até que praticamente se esgote o manancial. Com inúmeras idéias expostas a registradas,
deve então o monitor, com auxílio do grupo ir eliminando umas, aprimorando outras e assim chegar
a um resultado prático.

ANTUNES, C., Manual de Técnicas - de dinâmicas de grupo, de sensibilização e de


ludopedagogia. 13ª edição, Petrópolis, Vozes 1998.

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

3-DINÂMICA

JOGO DAS MÃOS

Embora o Jogo das Mãos seja uma brincadeira inocente, um desafio inconseqüente, pode ser
trabalhado como técnica de sensibilização na medida em que abre perspectivas muito amplas de
diálogo para o grupo. Afinal sua chave é apoiada no fundamento oriental de que se dar às mãos
implica numa arte que exige vontade determinação e assim o ato de segurar a mão, é puramente
físico, enquanto que a idéia da doação envolve sentimentos de companheirismo mais profundo. Por
essa razão é que o grupo, após algumas dificuldades iniciais, perceberá que chegará à solução de
adotar uma estratégia. Assim não será difícil ao monitor mostrar que a solidariedade entre as
pessoas de um grupo envolve também estratégias e somente os que estão dispostos e procurá-los
poderão efetivamente solidificar seus sentimentos de companheirismo. É aplicável em qualquer
faixa etária, dura menos de vinte minutos desde que se exclua um indeterminável tempo para
discutí-lo e podem ser feito grupos numerosos. Desde que divididos em subgrupos de seis
participantes.

ANTUNES, C., Manual de Técnicas - de dinâmicas de grupo, de sensibilização e de ludopedagogia. 13ª edição,
Petrópolis, Vozes 1998.

4-DINÂMICA

RÓTULOS

Faixa etária: acima de 10 anos


Objetivo: Estimular e desenvolver a empatia e a aproximação interpessoal.
Participantes: 05 a 07
Preparação:
O educador deve confeccionar um conjunto de etiquetas gomadas para cada grupo. Essas etiquetas devem conter,
com letras bem visíveis, as palavras:
SOU SURDO(A) - GRITE / SOU PODEROSO(A) - RESPEITE / SOU ENGRAÇADO(A) - RIA / SOU
SÁBIO(A) - ADMIRE / SOU PREPOTENTE - TENHA MEDO / SOU ANTIPÁTICO(A) - EVITE / SOU TÍMIDO(A)
- AJUDE.
Desenvolvimento:
Formar grupos de 05 a 07 alunos e sugerir que, durante 04 (quatro) ou 05 (cinco) minutos, discutam um tema
polêmico qualquer, proposto pelo educador.
Avise que, entretanto, na testa de cada um dos integrantes do grupo será colada uma etiqueta (rótulo) e que o
conteúdo da mesma deve ser levado em conta nas discussões, sem que seu possuidor, entretanto, saiba o significado.
Com os rótulos nas testas, o grupo inicia a discussão que torna-se naturalmente inviável.
Ao final do tempo, solicitar que os alunos exponham suas conclusões que é, entretanto, impossível.
Após essa tentativa, os alunos devem retirar a etiqueta e debater as dificuldades que os muitos rótulos que
recebemos impõem as relações mais profundas.
A estratégia permite aprofundar os problemas de comunicação e relacionamento impostos pelos estereótipos e
pelos preconceitos
Dica:
Antes que cada aluno retire sua etiqueta da testa, o educador pode perguntar a ele se sabe qual o rótulo que
carrega."

ANTUNES, Celso. Jogos para estimulação da múltiplas inteligências. 3ª edição, Petrópolis, Vozes, 1999.

5- DINÂMICA

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

INTEGRAÇÃO DE GRUPO

Objetivos:
a) Criar no grupo, considerado hostil, um clima positivo.
b) Integrar um grupo que resista ao treinamento.
Tamanho do Grupo:
Um número indeterminado de pessoas
Tempo Exigido:
Uma hora, aproximadamente.
Material Utilizado:
-> Um quadro-negro ou diversas cartolinas (1m x 0,50).
-> Lápis ou caneta.
-> Folhas um branco.
Ambiente Físico:
Uma sala ampla que acomode todas as pessoas.
Processo:
I. O animador, sentindo que os participantes do treinamento apresentam, na sua maioria, resistência
ao curso, o que é facilmente observável, pelo comportamento ( por exemplo: no modo de agrupar-
se, distante do animador), pede que formem subgrupos de três, com as pessoas mais próximas;
II. A cada subgrupo será distribuída uma folha, na qual deverão responder à seguinte pergunta:
"Como vocês se sentem em estar aqui ?" Solicita-se que cada subgrupo faça uma listagem de
razões;
III. A seguir o animador pedirá que cada subgrupo faça a leitura de sua listagem, que será escrita no
quadro-negro ou na cartolina, caracterizando os pontos considerados positivos e negativos;
IV. Usando os mesmos "trios", o animador pede para responder à segunda pergunta: "Como vocês
se sentem com a minha presença aqui? ";
V. Novamente as respostas serão lançadas no quadro-negro ou na cartolina, reealçando-se os pontos
positivos e negativos;
VI. Finalmente, o animador formula a terceira pergunta: "Como vocês se sentem em relação à
pessoa que os mandou para o curso?", cujo resultado será lançado no quadro-negro ou cartolina,
destacando novamente os aspectos positivos e negativos;
VII. A seguir, forma-se o plenário para uma análise geral das respostas dadas às três perguntas.
Geralmente pode-se observar que nas respostas à primeira pergunta predominam os aspectos
negativos, e na segunda ou terceira aparecem mais os positivos, o que demonstra que houve
mudança de clima no curso e maior integração.

Atividades de Educação Ambiental/EA

Sugestões de Atividades

Atividade – Criando e recriando com palavras...

1. a) Levantar com os/as educandos/as uma listagem dos principais problemas ambientais locais, com alguns
comentários sobre os mesmos, diagnosticando o grau de preocupação e esclarecimento dos mesmos;

1. b) Apresentar o quadro abaixo e propor o preenchimento com palavras, em grande grupo:

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

(preencher com palavras associadas à:)

Personagens Personagens
Problemas “heróicos” de “vilões” de Elementos de
Espaço Animais Plantas
ambientais algum conto ou algum conto ou cenário
lenda lenda
Ex:Poluição; Cidade; Rato; Flores; Fada; Bruxa; Castelo;

... ... ... ... ... ... ...

(Esta atividade foi realizada no quadro “negro”, podendo ser em um painel de papel pardo).

1. c) Depois de preenchido o quadro, dividir o grande grupo em pequenos grupos de no máximo 5 participantes e
propor elaboração uma história utilizando 2 a 3 palavras de cada quadro. Tempo estimado para a atividade: 20 minutos,
com tolerância...

1. d) Depois de concluída a história, trocar as histórias entre os grupos;

1. e) Cada grupo deverá representar a história, utilizando materiais que estão à disposição (sucata em geral) –
tempo: 15 minutos;

1. f) Para fechamento, pedir que cada um relate o que foi trabalhado na atividade desenvolvida e o que sentiu em
relação a ela.

Atividade – Discutindo sobre o lixo


2. a) Formação de um grande grupo em círculo;

2. b) Exposição de lixo seco no meio do grande grupo (o lixo deverá ter materiais que se sub-agrupem e que
contenham o mesmo número que os participantes, por exemplo: 5 tampas plásticas, 5 garrafas PET, 5 caixas de suco
longa vida, 5 potes de vidro, 5 copos descartáveis).

2. c) A sala já deverá estar previamente preparada como descrito anteriormente;

2. d) Inicia-se a aula com um texto reflexivo sobre lixo, de escolha do/a professor/a, podendo ser uma notícia,
artigo ou história sobre o assunto “Lixo”. Podemos fazer uso de uma boa música para o fundo da leitura.

2. e) Propor a observação do lixo que está à frente, no centro do grupo;

2. f) Cada participante é convidado a escolher um dos elementos do lixo;

2. g) Distribuição em grupos de acordo com o lixo escolhido – o grupo das tampinhas, o grupo das garrafas, etc...

2. h) Levantar as seguintes questões para análise em grupo:

- Tempo de decomposição;
- Impacto causado pela produção da embalagem;
- Análise do rótulo da embalagem;
- Qual o slogan do produto e apelo publicitário;
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

- Qual seria a opção para a reutilização do material.

2. i) Apresentação das análises ao grande grupo.

Atividade - Confecção de cartões com sucata:

3. a) Apresentar diversos tipos de lixo de papel e papelão: revistas, jornais, caixas de embalagens, caixas de
papelão...

3. b) Cada participante escolhe materiais para elaborar um cartão ambiental utilizando técnicas sugeridas pelo/a
professor/a:
- Dobradura;
- Recorte e colagem;
- Rasgadura...

3. c) Confecção do cartão propriamente dita;

3. d) Exposição e relato da confecção do cartão ao grande grupo;

Atividade - Confecção de carimbos de cordão com restos de madeira

4. a) Colocar à disposição dos/as educandos/as os materiais necessários para a confecção dos carimbos: tocos de
madeira (que podem ser solicitados em madeireiras ou fábricas de molduras, móveis) e cordão de algodão ou lã (o
cordão é melhor).

4. b) Apresentar alguns modelos de carimbos com formatos variados (estrela, árvore, sol, lua, etc.).

4. c.) Confecção dos carimbos propriamente ditos.

4. d) Confecção de um painel em grupos, utilizando os carimbos confeccionados.

Atividade – Confecção de máscaras com massa de papel

5. a) Preparo da massa de papel para modelar: liquidificar o papel picado – para cada três punhados de papel
picado, meio copo do liquidificador com água – bater e despejar em uma bacia e ir fazendo até ter bastante polpa.
Espremer o excesso de água e adicionar uma colher de sopa de cola ou grude para cada “bolo” de massa de papel
espremido e ir colocando em uma bacia. Quando tiver massa suficiente, é só começar a confeccionar a máscara.

5. b) Para confeccionar a máscara, fazer uma bola de papel jornal amassando várias folhas até formar uma esfera
de forma ovalada. Sobre esta esfera, confeccionar a máscara.

5. c) Dias depois a máscara estará seca e poderá ser pintada, de preferência com tinta plástica ou acrílica.

5. d) Pode ser sugerida a confecção de potes, formas geométricas, além das máscaras, com os mesmos
procedimentos.

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Atividade – Confecção de um minhocário

Materiais necessários para cada minhocário: Uma garrafa pet de 2 litros e uma menor de água mineral brita ou
pedrinhas, terra, saco de lixo preto, minhocas.

Procedimentos: Corte a garrafa pet tirando o bocal. No fundo da garrafa pet coloque brita (não há necessidade de
furar o fundo da pet). Sobre a brita coloque a garrafa menor (com água e tampa) dentro da garrafa pet. Ao redor, despeje
a terra e largue as minhocas. Após terminar, utilize um saco de lixo escuro para envolver a garrafa, pois as minhocas
não são acostumadas com claridade. Não é necessário molhar, pois a garrafinha com água fornece umidade para a terra,
a não ser que seja uma região de excessivo calor, molhe de vez em quando, podendo colocar alguns lixos orgânicos
sobre a terra para alimento das minhocas. Depois de dias, ao tirar o saco de volta da garrafa poderemos observar os
caminhos das minhocas bem definidos. Volte a cobris com o saco de lixo evitando a luz para as minhocas.

Atividade – Confecção de mini-hortinhas com garrafas pet

Materiais necessários: garrafas pet, tesoura, terra, mudinhas ou sementes.

Procedimentos: Deite a garrafa pet e corte um dos lados da “barriga” da garrafa, sem atingir o fundo nem a boca
da garrafa. Faça pequenos furinhos no fundo e coloque terra. Em seguida, plante as sementes ou as mudas e é só
cultivar com cuidado. Como suporte podemos usar caixas de ovos para que não fiquem diretamente no chão e, de
tempos em tempos, estes suportes poderão ser substituídos, pois podem apodrecer com a umidade que escorre do
excesso da água pelos furinhos da garrafa.

Atividade – Planejamento da EA integrado para Educação Infantil

Exercício de estudo para o/a professor/a

8. a) Levantar a seguinte questão: Como globalizar a Educação Ambiental aos conteúdos curriculares e às
atividades desenvolvidas rotineiramente na escola?

Para professores da Educação Infantil poderemos apresentar alguns exemplos:

Exemplo 1: Quando trabalhamos o tema TERRA, poderemos trabalhar noções de espaço,


tamanho, cor, motricidade fina em atividades práticas com argila ou desenhos, plantio, observação, expressão oral, etc,
realizando atividades que envolvam e desperte o interesse da criança sobre o assunto trabalhado. É importante
disponibilizar materiais como livros e revistas para manuseio das crianças, onde podem encontrar gravuras referentes ao
tema em questão.

Exemplo 2: Quando trabalhamos o tema NATUREZA poderemos realizar atividades que


desenvolvam noções de tamanho, forma, cor, espessura, sensibilidade - tato, olfato, visão, audição, paladar...

8. b) Atividade: Com base nestes exemplos, escolha um assunto e elabore um planejamento ou projeto para uma
unidade de estudo (dependendo a denominação referente em sua escola) a ser trabalhado num período de uma a duas
semanas, de forma a globalizar às diferentes áreas a serem trabalhadas na Educação Infantil.

Atividade – Apresentação de sugestões sobre confecção de materiais diversos para Educação Infantil
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Sugestões de materiais confeccionados pelo professor ou pelas crianças, para desenvolver atividades que
possibilitem trabalhar as áreas (o ideal é trabalhar de forma interdisciplinar onde diversas áreas são envolvidas nas
atividades - os exemplos são separados por área apenas por uma questão de classificação a qual estamos acostumados e
habituados - ao mesmo tempo: afetiva, vivência em grupo, comunicação...):

Afetiva: Confecção de cartões para datas comemorativas utilizando: caixas de leite ou suco e papelão de caixas
enfeitando-os com cola e serragem, cola e palitinhos, colagem com papel de revista, colagem com retalhos de tecido,
etc...

Vivência em Grupo: Confecção de painéis sobre papel pardo utilizando colagens de gravuras, confecção de
quebra-cabeças e jogos de memória, bolas de meia para brincadeiras de “ovo podre” ou “o limão entrou na roda...”.

Comunicação: Confecção de microfones, confecção de fichas com gravuras grandes de pessoas realizando
alguma tarefa, as quais as crianças deverão interpretar o que elas estão fazendo e imita-las...

Movimento: Confecção de paus com fitas de papel ou de tecido, confecção de bambolês com pedaços de
mangueira velha, confecção de pesos com garrafas descartáveis cheias de areia para realizar diversas atividades de
educação Física, confecção de chocalhos e tambores com latas...

Necessidades: Confecção de cartazes que apresentem as necessidades básicas dos seres vivos: alimentação,
moradia, higiene.

Criatividade: Atividades artísticas utilizando sucata: forrar potes com materiais variados, colagens em painéis,
recorte de embalagens e montagem de álbum.

Área Cognitiva: Atividades de observação de elementos naturais com registro após observação. Exemplo:
observação de sementes germinando (utilizar sementes variadas que poderão ser plantadas em potes de embalagens);
observação da vegetação da escola percebendo classificando quanto a grande/pequeno, alto/baixo, fino/grosso,
liso/áspero - o registro oral ou gráfico destas observações é muito importante.

Área Sensorial: Confecção de saquinhos de pano contendo objetos diferentes para brincar de descobrir - pelo tato
- o que está no saquinho, confecção do livrinho do tato (várias fichas de papelão com elementos colados), realizar
atividades de mímicas (imitando animais, profissões, atividades de higiene), colocar em potes alguns elementos com
cheiro para as crianças descobrirem o que está no pote (pote com café, com vinagre, com ervas cheirosas).

Área Espacial: Confecção de fitas com unidades de medidas (ex: 10 palmas da mão) e medir objetos diversos,
medir crescimento de plantas com dedinhos, inventar mapas de tesouro (esconder algo no pátio do colégio e apresentar
o mapa previamente preparado para as crianças procurarem o tesouro), contar quantos passos dados de um determinado
lugar até outro, deitar no chão da sala e desenhar com giz o perfil da criança e da professora e medir...

Área Temporal: Atividades que utilizem ontem, hoje e amanhã - Confecção de cartazes de como estava o tempo
ontem, como está o tempo hoje e como as crianças acham que estará o tempo amanhã. Confecção de um calendário
mensal para ser apresentado a cada início do mês. Observar a hora do relógio (confeccionado) quando as crianças
entram em sala de aula e como está o relógio na hora em que saem (a professora o modifica).

Área de Análise e de Síntese: Confecção de dobraduras simples e observar: “era assim e ficou assim”,
confeccionar um cartaz de animais filhotes e outro de animais adultos observando como eram e como ficaram (pode ser
com gravuras de crianças e de adultos) e fazer comparações. Confeccionar jogos com seqüência lógica classificando por
tamanho, por fatos. Coletar sucata em geral e classificá-la quanto ao seu material: plástico, papel, papelão, etc.

Figura fundo: Confecção de um painel contendo diversas gravuras e brincar de procurar um determinado
elemento ou objeto.

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Área Psico-Motora: Confeccionar jogos de memória, quebra-cabeças, realizar atividades de recorte, colagens,
montagens em espaços predeterminados pela professora, confeccionar fichas com ordens esclarecidas às crianças e
apresentá-las seqüencialmente para que as crianças executem (ex: fichas de bater palmas, bater o pé, piscar os olhos,
emitir algum som pela boca, etc.).

Esquema Corporal: Confeccionar um boneco com roupas velhas preenchendo-as com jornal, confeccionar
máscaras de papel para a cabeça, confeccionar um grande quebra-cabeça com as partes do corpo. Brincar, de dois a
dois, de espelho (o que um faz o outro imita).

Motricidade Ampla: Realizar atividades de corrida, competições, rodas cantadas, utilizando objetos
confeccionados com sucata: corrida com garrafas de peso leve (dependendo o tamanho da criança por pouco peso na
garrafa) - jogos com bolas de meia.

Motricidade Fina: Confeccionar contas com canudinhos e enfiar em cordões para fazer colares, rasgar e picar
papel de revista colado-os em espaços pré-determinados, executar bordados com retalhos de lã em cartões perfurados
pela professora.

Atividade - sugestões de materiais didáticos gerais com sucata:

Confecção do professor:

- Fantoches com caixas, massa de papel jornal, bolas de jornal forradas com meia de nylon, pés de meias velhas.
Os fantoches podem ser confeccionados utilizando os materiais já citados para formar a cabeça do personagem. Utiliza-
se retalhos de tecido para o corpo dos fantoches.

- Fantoches com vara utilizando copinhos de iogurte, sacos de papel, caixinhas.

- Livros com cartolina usada ou papelão de caixas contendo: gravuras, números e respectivas quantidades,
materiais naturais para tato (areia, folhas, raízes...), linhas e formas geométricas.

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

- Brinquedos com caixas, garrafas plásticas, embalagens em geral - bilboquês, carrinhos, chocalhos, caixas
enfeitadas.

- Cartazes com cola (ou grude) com pó de café passado seco, areia, serragem.

- Quebra-cabeças com gravuras de jornais ou revista.

. - Jogo de boliche com bolas de meia e garrafas descartáveis.

- Massinha de modelar caseira.

- Maquetes de casas.

- Pincéis com lã, corda, esponja, algodão, penas de galinha.

- Televisão de caixa de papelão.

- Quadrinhos "negros" para uso das crianças - é só pintar um retalho de chapa de eucatex com tinta preta ou
verde.

- Marionetes com a parte interna do rolo de papel higiênico.

- Carimbos com madeira e cordão; e móbiles com elementos naturais.

– Atividade criadora - Confeccionar brinquedos com sucata

Disponibilizar para os/as educandos/as sucatas em geral (lixo seco limpo) bem como materiais básicos como
cola, tesoura, arame, cordão, etc., e deixa-los livres para criarem brinquedos com sucata. Depois, realizar uma
exposição.

Um Conto: Como explicar o inexplicável - Um conto de Maria Cristina Zeballos de Sisto (Buenos Aires, março
de 1995).

Maria Cristina, advogada, certa vez deparou-se com uma pergunta de seu pequeno Frederico, de cinco anos que
lhe questionou sobre o cheiro e a cor do rio que havia visto num passeio da escola. Como lhe responder a esta questão?
Como lhe explicar que esse era um rio poluído? Como lhe explicar que pessoas como seus pais eram responsáveis pela
contaminação do rio? Como lhe explicar que para fabricar seus sapatos se contaminam litros de água? Resolveu, então,
criar um conto:
Era uma vez, uma gota de água que morava numa grande e gorda nuvem, e se chamava GOTITA. Certo dia, lá
do alto da nuvem GOTITA viu no alto de uma montanha, um fio de prata que descia e ficava cada vez maior e brilhava
como o sol. Muito curiosa GOTITA perguntou a uma gota mais velha:
- O que é aquilo tão lindo que desce do alto da montanha?
A gota mais velha lhe respondeu que era a nascente de um rio que é formado por muitas outras gotas que vivem
viajando e moram com muitos peixes e plantas aquáticas.
- Quero ser rio também! Respondeu animadamente.
Para sua sorte, naquele momento começou uma forte chuva e GOTITA embarcou de carona para conhecer aquela
maravilha. Mergulhou fundo no rio e tudo era como a gota mais velha lhe havia dito. Ali as águas eram cristalinas e foi
então que começou sua viagem.
Logo se deparou com algumas mulheres lavadeiras às margens do rio. Elas despejavam no rio uma água
espumante e cheirosa e aquela água também seguia o curso do rio, então, tratou de continuar sua viagem.
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Na manhã seguinte encontrou um pescador que havia pescado um bagre bigodudo. Foi até a margem para ver o
que iria acontecer com o bagre e deparou-se com muitas latas e potes plásticos no leito do rio. Aquilo já não era mais
tão bonito...
Seguiu sua viagem e a noite avistou muitas luzes que pareciam mil estrelas e sentiu a música de uma pequena
cidade. Dois namorados diziam poesias quando ela passava, porém, em seguida lhe ocorreu algo muito desagradável: de
um grosso tubo começou a sair um líquido marrom e de textura viscosa. Eram os dejetos de esgoto da cidade. Daí em
diante as coisas mudaram. A viagem deixou de ser encantadora. O dono de um frigorífico sujou a água com sangue de
um montão de animais e contaminou o rio com restos de tanino que saiam de seu curtume.
No dia seguinte passou por uma usina que produzia energia para a cidade. Os
que fabricam eletricidade utilizam a água do rio para esfriar as turbinas. Teve a
sorte de conhecer uma turbina por dentro. Este último passeio a esquentou um
pouquinho e alguns peixes morreram. Há poucas horas adiante dos deságües de
uma fábrica juntaram-se umas substâncias que têm nomes muito difíceis e que são
muito perigosas. Realmente os humanos não deixavam GOTITA em paz. Neste
momento ela pensou: “Que complicado é ser rio”. Logo passou um barco cheio de
troncos de árvores que perdia petróleo que ele usava como combustível. Este
último acontecimento a perturbou um pouco mais. Nesta noite descobriu que as
estrelas quase não se refletiam na água e logo chegou a capital. Em seus arredores
vivia muita gente. A sujeira se amontoava nas margens e não se via ninguém,
somente muito lixo e entre ele, pneus de automóveis habitados por muitos caracóis
que transmitem aos humanos uma doença muito rara. Logo se deu conta que o leito
do rio estava coberto por algo negro. Escutou um senhor que dizia que aquilo era
petróleo. O andar do rio era cada vez mais lento. Um automóvel velho era morada
de muitos ratos as margens do rio. O rio já não era mais puro e nem cantava o
canto das cachoeiras. A GOTITA sentiu um odor muito forte. Uma mamãe disse ao
seu filho que não podia nadar neste rio porque as águas estavam contaminadas e o
contato com essa água era muito perigoso. Neste momento a GOTITA avistou uma
professora com seus alunos. “Eles vão querer brincar comigo”, pensou a GOTITA,
porém somente escutou a voz de Frederico perguntando: ”o que é isso que cheira
tão mal?”. GOTITA encheu seu coração de pena e ela se sentiu muito leve, pois o
sol começou a esquenta-la e a transformou novamente em nuvem. Suspirou de
alívio, “Que susto”, exclamou “Estou limpa e de novo em casa”.
Quando se preparava para descansar de sua longa viagem desde o começo, viu uma grande mancha negra que
entrava no mar: esse era o rio da Prata.
Assim Frederico aprendeu como os homens podem transformar a natureza.

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

o Arranjos
Arranjos florais

Objetivo:
Desenvolver habilidades para montagem de arranjos florais, aplicando técnicas e estilos que realce a
beleza de cada espécie.

Conteúdo:
História da arte floral
Noções básicas de conservação, ferramentas e acessórios
Técnicas de corte, limpeza e sustentação
Formas, cores e estilos Montagem de arranjos variados
Arranjo com Peixe Betta Dicas para montagem de floricultura e estrutura para comercialização.

- Arranjos com samambaias

Objetivo:
Desenvolver habilidades para montagem de arranjos florais, aplicando técnicas e estilos que realce a
beleza de cada espécie.

Conteúdo:
História da arte floral
Noções básicas de conservação, ferramentas e acessórios
Técnicas de corte, limpeza e sustentação
Formas, cores e estilos Montagem de arranjos variados
Arranjo com Peixe Betta Dicas para montagem de floricultura e estrutura para comercialização.

Bromélias

Objetivo:
Conhecer as diferentes espécies e aplicar as técnicas de cultivo e multiplicação em vasos, jardins ou
viveiros.
Conteúdo:
História e características
Aspectos econômicos e botânicos
Técnicas de cultivo e multiplicação
Controle de pragas e doenças
O uso no paisagismo
Cultivo em viveiros e comercialização.

Ervas aromáticas

Objetivo:
Despertar interesse pelo aprendizado de técnicas de cultivo e utilização de plantas aromáticas e
condimentares.
Conteúdo:
Conhecer as espécies vegetais
Técnicas de multiplicação e plantio de mudas
Preparação de canteiros
Manutenção

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Controle de pragas e doenças


Processos de colheita, secagem, armazenamento e utilização.

Horta orgânica

Objetivo:
Aplicar técnicas de jardinagem para o cultivo, utilização e comercialização de hortaliças e legumes
sem uso de defensivos agrícolas.

Conteúdo:
Conhecimento e escolha das espécies: clima, luminosidade e solo Técnicas de multiplicação e plantio
em sementeira e em solo
Manutenção de hortas: adubação e regas
Controle orgânico de pragas e doenças
Montagem de viveiros ou estufas.

Introdução ao paisagismo

Objetivo:
Orientar e capacitar os participantes para concepção e implantação de jardins, criando espaços
harmoniosos e funcionais.

Conteúdo:
Pesquisa das tendências atuais do mercado
Conceito de paisagismo, elementos arquitetônicos e vegetais
História e estilos de jardins
Fatores determinantes para elaboração de projetos paisagísticos
Representação gráfica e elaboração de planta baixa
Estudo de vegetação funcional e estética: critérios para escolha das espécies Planejamento, desenho
de projeto e orçamento
Normas de comercialização

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Paisagismo de implantação, manutenção e reforma.

Jardinagem

Objetivo:
Capacitar os participantes para o uso correto das técnicas de jardinagem, possibilitando a implantação
e manutenção de jardins residenciais e comerciais.

Conteúdo:
A jardinagem e o meio ambiente
Perfil e requisitos do profissional de jardinagem
Noções de biologia e morfologia vegetal
Conhecimento das espécies
Preparo e análise de solo, plantio em vaso, jardineiras e jardins
Métodos de multiplicação de vegetais
Manutenção de jardins e gramados: adubação, rega e poda
Controle de pragas e doenças
Plantio de árvores Cultivo em viveiro.

Mini-fonte

Objetivo:
Desenvolver técnicas variadas para montagem e comercialização de mini-fontes.

Conteúdo:
Fundamentos das fontes na decoração
Montagem diferentes tipos de fontes
Criatividade e acabamento como diferencial competitivo
Formas de comercialização.

Mini-jardim

Objetivo:
Aplicar técnicas de preparação e comercialização mini-jardins.

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Conteúdo:
Fundamentos
Espécies vegetais adequadas para arranjos
Montagem de modelos variados e manutenção
Utilização criativa dos materiais e acabamento como um diferencial competitivo.

Terrário

Objetivo:
Conhecer e aplicar técnicas para preparação e comercialização de terrários.

Conteúdo:
Fundamentos e História
Espécies vegetais adequadas para os arranjos
Montagem de modelos variados e manutenção
Utilização criativa dos materiais e acabamento como um diferencial competitivo.

Violetas africanas

Objetivo:
Conhecer as espécies e aplicar técnicas para o cultivo e multiplicação de violetas favorecendo sua
comercialização e geração de renda.

Conteúdo:
Histórico e conhecimento da espécie
Técnicas de multiplicação e de plantio
Controle de pragas e doenças
Manutenção e cuidados básicos
Cultivo em viveiros e comercialização.

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Mosquitérica

Máquina mortífera

Texto Gustavo Laredo


Ilustração Francisco da Costa

O 'equipamento', vamos batizá-lo assim, realmente funciona, como atestaram os pesquisadores, mas exige
vigilância constante e renovação freqüente da água
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

MATERIAL
>>>1 garrafa PET de 1,5 ou dois litros;
>>>1 tesoura;
>>>1 lixa para madeira número 180;
>>>1 rolo de fita isolante preta;
>>>1 pedaço de microtule, conhecido também como véu de noiva, de 7 por 7 centímetros. Uma alternativa
barata é usar microtule colorido ao invés do branco;
>>>4 grãos de alpiste ou um pouco de ração para gatos.

PASSO A PASSO
1>>> Retire a tampa da garrafa e, com cuidado, remova o anel do lacre sem quebrá-lo. Este será usado
como componente da armadilha.

2>>>Corte a garrafa mais ou menos na altura onde ela começa a afinar para formar a boca. Para facilitar,
amasse a garrafa até obter uma dobra, onde pode ser feito uma marca. Coloque a tesoura na marca e faça o
corte, obtendo duas partes.

3>>>Lixe a parte interna do funil de cima para baixo até que ela fique áspera e fosca. Serão formados
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

sulcos que irão permitir que a água do recipiente suba por capilaridade, aumentando o poder de evaporação
da água. Essa parte da garrafa será a tampa da mosquitérica.

4>>>Dobre o pedaço de tule ao meio e cubra a boca do funil. Use o anel do lacre como presilha,
encaixando-o com cuidado até que ele alcance a segunda volta da rosca. Apare o excedente da malha que
ficou aparecendo.

5>>>Coloque os grãos de alpiste, arroz ou um pouco de ração para gato dentro do copo.

6>>>Vede com a fita isolante o funil e o recipiente. Encaixe o funil, com o bico para baixo, dentro do copo
formado pela outra metade da garrafa. Vede as duas partes com a fita isolante preta.

7>>>Preencha com água metade do funil. Verifique o nível diariamente, repondo a água que evapora.

Mais informações: Instituto de Microbiologia Prof. Paulo de Góes - Universidade


Federal do Rio de Janeiro. Cidade Universitária, Ilha do Fundão, Rio de Janeiro,
RJ. Tel. (21) 2560-8344

Com menos de um real, pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro criam armadilha
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

para eliminar o mosquito da dengue

Texto Gustavo Laredo


Ilustração Francisco da Costa
Uma garrafa PET, quem diria, esta ajudando a combater o
mosquito da dengue. Alguém pode até achar absurda a
afirmação, uma vez que esse tipo de embalagem pode
acumular água e servir de criadouro para o inseto. Mas não é
esse o pensamento do professor Maulori Cabral e de outros
pesquisadores do Instituto de Microbiologia da UFRJ -
Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Baseados em uma mosquitoeira, um invento criado e


patenteado pelos pesquisadores Antonio Gonçalves Pereira e
Hermano Cezar Jango, eles fizeram a mosquitérica, ou seja,
um modelo de mosquitoeira que custa menos de um real e é
fácil de fazer. Segundo Cabral, o nome surgiu na mesma época
em que os medicamentos genéricos começavam a se
popularizar no país. A idéia do invento é detectar se há focos
do Aedes aegypit nos arredores onde a armadilha é colocada.
O funcionamento é muito simples. As fêmeas do mosquito são
atraídas para a armadilha por causa da evaporação da água contida na garrafa. Elas depositam os ovos em
locais secos. Ao reabastecer a mosquitérica com água, os ovos são encharcados e eclodem. No fundo do copo
há alimento para que os filhotes se alimentem e cresçam. No entanto, ao chegar à forma adulta, os insetos não
conseguem passar pela barreira feita com o microtule preso na boca da garrafa e acabam morrendo.

"O mosquito não deposita o ovo em água limpa", orienta Cabral. Por isso, é necessário colocar matéria
orgânica, que pode ser qualquer grão triturado: de alpiste, por exemplo, arroz ou até mesmo ração para gato.
Maulori faz apenas uma ressalva: "As rações para cachorro não servem porque têm gordura. Esta substância
fica na superfície da água e não permite que as larvas do mosquito respirem".

A armadilha deve ser colocada em locais sombreados porque os mosquitos da dengue não suportam a luz. E
para ver se a mosquitérica realmente capturou insetos da espécie, basta colocá-la em locais bastante
iluminados. As larvas fogem e tentam se proteger no escuro. Segundo Cabral, ao contrário do fumacê habitual
usado no combate, a mosquitérica atua durante todo o ciclo de desenvolvimento do mosquito da dengue,
matando desde seu estágio larval até a fase adulta.

Jogo de Educação Ambiental "PARE E PENSE"!


Regras do Jogo "Pare e Pense!"

Objetivo: incentivar a reflexão e a discussão sobre temáticas ambientais de forma lúdica.

Faixa etária: a partir de 10 anos.

Público: diferentes grupos de diferentes contextos. Se forem grupos grandes poderão ser feitos sub-grupos.

Referências: o jogo: "Pare e Pense!" é uma adaptação do conhecido jogo "STOP", que é jogado com o auxílio de uma
grade impressa com várias colunas para cada letra do alfabeto (com exceção das letras K, Y e W por serem pouco
utilizadas em palavras da língua portuguesa). As colunas das letras do jogo "STOP" traziam: Nome, Cidade, Estado,
Cor, Fruta, etc. Cada coluna do "Pare e Pense!" é relacionada a uma temática ambiental, e as palavras escritas para cada
letra, nas colunas, deverão ser do contexto daquela temática para valer pontuação.
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Material necessário: Cada jogador precisa de uma tabela e caneta ou lápis.

Desenvolvimento:
- Para iniciar a partida, um dos jogadores - a combinar pelo grupo - diz o "A" oralmente e prossegue recitando o
abecedário mentalmente: B, C, D, E, ... e outro jogador - também previamente combinado -, em um determinado
momento diz: "Pare e Pense!". A letra em que estava na seqüência mental é dita oralmente, e todos começam a
preencher com palavras, as colunas daquela letra, assim que ela é pronunciada.
- O primeiro que concluir todas as colunas - podendo deixar algumas em branco, caso não encontre palavra com aquela
letra para associar à temática - diz: "Pare!". Neste momento, todos devem parar de escrever, e um por um começa a
dizer suas palavras e justificar por que. O grupo decide se a palavra associada vale pontos ou não, uma vez que ela deve
ter relação lógica e fundamentada a temática.
- Cada palavra aceita, vale 10 pontos. Na última coluna vai a soma dos pontos.
- O mesmo procedimento anterior é feito para nova rodada. Caso caia na mesma letra, o jogador deve iniciar o
abecedário até que o "PARE" indique nova letra. Como são muitas letras e toma muito tempo preencher todo o quadro,
o jogo pode ser interrompido e retomado em outro momento até que se complete a tabela das letras e temáticas.
- Aqueles jogadores que deixaram colunas em branco podem preenchê-las posteriormente com palavras ditas
pelos colegas, marcando uma estrelinha para indicar inclusão, após a rodada.
- Ao final, somam-se os pontos totais e tem-se o vencedor. Ter ou não essa pontuação pode ser opção do grupo, pois a
idéia é fazer muitas associações e discussões sobre as temáticas abordadas.
- As regras devem ser previamente combinadas, pois a clareza é fundamental. Podem ser utilizados dicionários ou
glossários de estudo antes das atividades.
- As temáticas podem ser escolhidas pelo grupo ou pelo/a monitor/a da atividade.

RECEITAS PARA VOCÊ:


. ECONOMIZE, EVITANDO O DESPERDÍCIO.
22 Receitas

RECEITAS ALTERNATIVAS

________________________________________________________________________

KRI-KRI DE LARANJA ( TANGERINA, LIMÃO )


________________________________________________________________________

Ingredientes:

cascas de laranja
açúcar a gosto
farelo de trigo torrado 2,00 colheres ( sopa )

MODO DE PREPARO:

Cortar as cascas de laranja em tirinhas de meio centímetro. Trocar de água até perder o amargo. Colocar uma medida de
cascas de laranja, bem enxutas, para 1/2 medida de açúcar. Levar ao fogo, mexendo sempre. Quando começar a
engrossar a calda, acrescentar o farelo e continuar a mexer até açucarar. Guardar em latas.

________________________________________________________________________

DOCE DE CASCAS DE MAMÃO


________________________________________________________________________
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Ingredientes:

cascas de mamões maduros 6,00 mamões bem lavados


açúcar 3,50 xícaras

MODO DE PREPARO:

Deixe de molho na água as cascas dos mamões de um dia para outro.


Pique-as, coloque-as numa panela e deixe ferver, acrescentando as cascas sempre que levantar fervura. troque a água a
cada fervura. Na quarta vez, deixe cozinhar por dez minutos. Deixe esfriar, bata no liquidificador adicionando uma
xícara ( chá ) de água e passe por peneira. Leve ao fogo com açúcar até dar o ponto ( quando desprender do fundo da
panela).

________________________________________________________________________

DOCE DE CASCAS DE BANANA


________________________________________________________________________

Ingredientes:

cascas de banana nanica ( lavadas e picadas ) 5,00 xícaras ( chá )


açúcar 5,00 xícaras ( chá )

MODO DE PREPARO:

Cozinhe as cascas em pouca água até amolecerem. Retire do fogo, escorra, reserve a água e deixe esfriar. Bata as cascas
e a água no liquidificador e passe por peneira grossa. Junte o açúcar e leve novamente ao fogo, mexendo sempre, até
desprender do fundo da panela.

_____________________________________________________________________

Assado de cascas, talos ou folhas

_____________________________________________________________________

INGREDIENTES:

4 xícaras (chá) de cascas bem lavadas, picadas e cozidas.

2 colheres (sopa) de queijo ralado.

1 xícara (chá) de pão amanhecido molhado no leite.

1 cebola pequena picada.

1 colher de sopa de óleo.

2 ovos batidos.

Cheiro verde e sal a gosto.

MODO DE PREPARO:

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Bata as cascas cozidas no liqüidificador ou passe por peneira. Coloque a pasta obtida numa tigela e misture o restante
dos ingredientes. Unte um pirex com óleo ou margarina, despeje a massa e leve para assar até que esteja dourada. Sirva
quente.

Use para este prato, cascas de abóbora japonesa, ou chuchu, folhas de beterraba, cenoura, nabo, rabanete, etc.; ou talos
de agrião, beterraba, couve, brócolis, etc.; refogados ou cozidos.

____________________________________________________________________

Bolinhos de talos folhas ou cascas


_____________________________________________________________________

INGREDIENTES:

1 xícara (chá) de talos, folhas ou cascas bem lavadas e picadas.

2 ovos.

5 colheres (sopa) de farinha de trigo.

½ cebola picada.

2 colheres (sopa) de água.

Sal a gosto.

Óleo para fritar.

MODO DE PREPARO:

Bata bem o ovo e misture o restante dos ingredientes. Frite os bolinhos às colheradas em óleo quente. Escorra em papel
absorvente. Prepare: com talos de acelga, couve, agrião, brócolis, couve-flor, etc.; folhas de cenoura, beterraba, nabo,
rabanete etc.; ou cascas de chuchu.

Obs.: No caso de talos de couve, couve-flor ou brócolis, recomenda-se dar uma pré fervura antes do preparo. Aproveite
esta água do cozimento dos talos para outras preparações (arroz, sopa, etc.)

______________________________________________________________________

Paté de talos ______________________________________________________________________

RENDIMENTO:

10 porções

INGREDIENTES:

3 colheres (sopa) de talos de beterraba.

3 colheres (sopa) de talos de espinafre.

1 copo americano de ricota ou maionese.


Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

MODO DE PREPARO:

Bata os talos no liqüidificador com 1 colher (sopa) de ricota ou maionese. Misture a pasta obtida com o restante da
ricota ou maionese. Conserve em geladeira. Sirva com pão, torrada ou bolacha salgada.

______________________________________________________________________

Panqueca de Espinafre ______________________________________________________________________

RENDIMENTO: 6 panquecas

INGREDIENTES:

2 ovos batidos

1 colher (sopa) farinha de trigo.

1 colher (chá) de sal.

1 maço de espinafre limpo.

MODO DE PREPARO:

Cozinhe o espinafre. Depois de cozido e bem picado, misture todos os ingredientes. Frite em frigideira bem untada,
usando ¼ de xícara (chá) de massa para cada panqueca, virando para que doure dos dois lados.

______________________________________________________________________

Lasanha de Repolho

______________________________________________________________________

RENDIMENTO: 8 porções.

INGREDIENTES:

1 e ½ kg de repolho (1 unidade grande).

½ kg de carne moída.

½ kg de tomate bem maduro.

1 cebola média picada.

2 dentes de alho.

200 g de queijo muzzarela.

2 colheres (sopa) de óleo.

4 copos de água.
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

MODO DE PREPARO:

Refogue a carne moída com óleo, o alho, a cebola e o sal. Bata os tomates no liqüidificador com um copo de água e
junte ao refogado de carne, deixando cozinhar por 10 minutos. À parte, separe as folhas de repolho, lave bem e
mergulhe aos poucos em água fervente com sal até amolecerem. Em um pirex, intercale uma camada de folhas de
repolho com o molho de carne até acabarem, Cubra com queijo e leve ao forno por 15 minutos. Sirva a seguir.

______________________________________________________________________

Tomates Recheados com sobras de arroz

________________________________________________________________________________

INGREDIENTES:

1 xícara (chá) de sobras de arroz

2 colher (sopa) de salsa picada

2 ovos cozidos

2 colheres (sopa) de queijo ralado

6 tomates grandes

10 azeitonas verdes

MODO DE PREPARO

Corte os tomates ao meio e retire a sementes. Misture o restante dos ingredientes e recheie os tomates.

RENDIMENTO:

8 porções.

PESO DA PORÇÃO:

70g

VALOR CALÓRICO DA PORÇÃO:

99,6 calorias

______________________________________________________________________

Torta de agrião

______________________________________________________________________

RENDIMENTO: 8 porções.

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

INGREDIENTES:

4 xícaras (chá) de agrião.

4 fatias de pão colocado de molho em 1/3 xícara (chá) de leite.

3 ovos.

4 colheres (sopa) de óleo.

4 colheres (sopa) de queijo ralado.

4 colheres (chá) de salsa.

Orégano a gosto.

Sal a gosto.

2 colheres (sopa) farinha de trigo.

2 colheres (sopa) de óleo.

1 xícara (chá) de leite.

MODO DE PREPARO:

Em uma panela misture a farinha e as 2 colheres (sopa) de óleo. Junte o leite fervendo, mexendo bem. Reserve. Pique
bem o agrião, junte o pão e as gemas batidas, o óleo, queijo ralado, salsa, orégano e sal, as claras batidas em neve e o
creme reservado. Coloque tudo em forma untada e leve ao forno por meia hora para assar.

_______________________________________________________________

Bolinhos de talo de Agrião

_______________________________________________________________

INGREDIENTES:

- talos de agrião cortados em rodelinhas (o equivalente a meia xícara)

- 2 ovos

- 5 colheres (sopa) de farinha de trigo

- meia cebola média

- sal a gosto

Modo de fazer:

Misture todos os ingredientes numa tigela e frite em óleo quente, em pequenas porções de cada vez.
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Rendimento: 10 bolinhos

Valor Calórico Total: 331 kcal

___________________________________________________________________

Bolinhos de folha de Cenoura

___________________________________________________________________

INGREDIENTES:

- 2 ovos

- 6 colheres (sopa) de farinha de trigo

- 1 e 1/2 xícara (chá de folhas de cenoura lavadas e picadas)

Modo de fazer:

Misture todos os ingredientes numa tigela e frite às colheradas em gordura quente.

Rendimento: 10 bolinhos

Valor Calórico Total: 287 kcal

______________________________________________________________________

Bolinhos de Talos de Brócolis

______________________________________________________________________

INGREDIENTES:

- 2 xícaras (chá) de talos de brócolis cozido

- 2 ovos

- 1 cebola média picada

- 1 colher (chá) de sal

- 6 colheres (sopa) de farinha de trigo

Modo de fazer

Bata no liquidificador os talos cozidos juntamente com os ovos. Retire e misture aos ingredientes restantes. Frite às
colheradas em óleo quente.

Rendimento : 35 Bolinhas

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Valor Calórico Total : 365 kcal

_____________________________________________________________________

Bolo de Beterraba

_____________________________________________________________________

INGREDIENTES:

- 2 beterrabas bem vermelhas de tamanho médio

- 2 colheres (sopa) de margarina

- 2 e 1/2 xícaras (chá) de açúcar

- 2 xícaras (chá) de farinha de trigo

- 1 xícara (chá) de suco de laranja

- 3 ovos

- 1 colher (sopa) de fermento em pó

- 2 colheres (sopa) de farinha de rosca

- 1 pitada de sal

Modo de Fazer :

Cozinhe as beterrabas, depois descasque, corte em pedacinhos e bata no liquidificador com o suco de laranja e sal.

Reserve. Peneire juntos a farinha de rosca, a farinha de trigo e o fermento. Bata em creme as gemas com a margarina,
depois junte o açúcar aos poucos e, sempre batendo, vá adicionando a beterraba batida com o suco de laranja, a mistura
de farinhas e fermento e, por último, adicione as 3 claras em neve e misture bem. Deite a massa em uma forma redonda
e lisa, de buraco no centro, bem untada com margarina e polvilhada com farinha de trigo. Asse em forno moderado por
aproximadamente 35 minutos. Depois de assado, (experimente com um palito - este bolo fica ligeiramente úmido) deixe
esfriar e desenforme. Se desejar, enfeite com cenouras raladas ou laranjas cortadas em rodelas, caramelizadas.

Rendimento ; 14 porções

Valor Calórico Total : 3055 kcal

OBS : Para saber o valor calórico de cada porção, deve-se dividir o valor calórico total pelo número de porções que o
bolo rendeu.

______________________________________________________________________

Sopa de Talo de Couve

______________________________________________________________________

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

INGREDIENTES :

- talos de um maço de couve

- 2 batatas médias picadas

- 1/2 cenoura média picada

- 1 tablete de caldo de carne

- 1 e 1/2 litro de água

Modo de Fazer :

Bata no liquidificador os talos de couve, com um pouco de água. Numa panela, coloque os talos triturados, as batatas, a
cenoura, a água e leve ao fogo. Quando começar a ferver, juntar o caldo de carne e deixar até cozinhar todos os
ingredientes.

Rendimento : 4 porções

Valor Calórico Total : 129 kcal

______________________________________________________________________

Doce de Casca de Melancia

______________________________________________________________________

INGREDIENTES:

- 2 kg de casca de melancia

- 1 e 1/2 kg de açúcar

- 1 copo de água

- cravo

Modo de Fazer :

Retire a casca verde da melancia, utilizando somente a polpa branca. Rale em ralador grosso e reserve. Faça uma calda
com açúcar, água e cravo. Acrescente a casca de melancia ralada e deixe cozinhar até apurar.

Rendimento : 25 porções

Valor Calórico Total : 5775 kcal

______________________________________________________________________

Tira - Gosto de Casca de Batata

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

______________________________________________________________________

INGREDIENTES :

- casca de batata

- óleo para fritar e sal

Modo de Fazer :

Lave bem as cascas e frite em óleo quente até ficarem douradas e sequinhas. Tempere com sal e sirva.

______________________________________________________________________

Bolo de Cascas de Frutas

______________________________________________________________________

INGREDIENTES :

- 2 ovos

- 1 colher (sopa) de fermento em pó

- 2 xícaras (chá) de caldo de cascas de frutas

- 2 xícaras de açúcar

- 2 xícaras de farinha de trigo

Modo de Fazer :

Bata as claras em neve, misture as gemas e continue batendo. Misture aos poucos o açúcar, depois a farinha de trigo,
sem parar de mexer. Acrescente o fermento e 1 xícara (chá) de caldo de cascas de frutas. Misture bem e asse em forma
untada, em forno moderado. Depois de assado, vire em um prato enquanto quente, fure com um garfo e despeje a outra
xícara de caldo de cascas de frutas adoçada. Experimente preparar esta receita com cascas de maçã, pera, manga,
goiaba, caqui, abacaxi, mamão, etc.

______________________________________________________________________

Pudim de Casca de Goiaba

______________________________________________________________________

INGREDIENTES :

- 1 copo de suco de casca de goiaba

- 1 copo de água

- 2 colheres (sopa) bem cheia de maisena


Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

- 2 colheres (sopa) bem cheia de açúcar

Modo de Fazer :

Dissolva a maisena, junte os demais ingredientes e misture bem. Leve ao fogo mexendo até engrossar. Despeije em
forma previamente umedecida e leve à geladeiral

______________________________________________________________________

Patê de Abacate

______________________________________________________________________

INGREDIENTES :

- 1 abacate

- orégano, limão, sal e molho de pimenta

Preparo :

Amasse um abacate e tempere com gotinhas de limão, sal a gosto, orégano e molho de pimenta. Misture tudo muito
bem. Sirva com torradas.

Rendimentos : 500g ou 25 porções

Peso da Porção : 20g

Valor Calórico da Porção : 31 kcal

______________________________________________________________________

Patê de Berinjela

______________________________________________________________________

INGREDIENTES :

- 2 berinjelas com casca

- 2 colheres (sopa) de óleo

- 1 cebola picadinha

- 2 tomates

- 1 colher (chá) de queijo ralado (opcional)

- 1 colher (sopa) de maisena

Preparo :
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Cozinhe em água e sal as berinjelas com casca. Passe por peneira. Faça um refogado com óleo, cebola picadinha e
tomates. Junte as berinjelas passadas por peneira e sal. Coloque o queijo ralado e engrosse com a maisena. Utilize este
patê em biscoitos, torradas ou como recheio de sanduíches.

______________________________________________________________________

Bolo de Laranja com Casca

______________________________________________________________________

INGREDIENTES :

- 2 laranjas médias

- 3/4 xícara (chá) de óleo

- 3 ovos

- 2 xícaras (chá) de açúcar

- 2 xícaras (chá) de farinha de trigo

- 1 colher (sopa) de fermento em pó

- gotas de baunilha

Preparo :

Corte as laranjas em quatro e retire somente as sementes. Bata no liquidificador as larnjas, o óleo, os ovos, o açúcar e a
baunilha. Despeje esta mistura em uma vasilha e acrescente a farinha de trigo e o fermento, mexendo bem.

Asse em assadeira untada. Se preferir, depois de assado e ainda quente despeje sobre ele o suco de duas laranjas
adoçado com 2 colheres (sopa) de açúcar.

Rendimento : 22 porções

Peso da Porção : 55g

Valor Calórico da Porção : 199.5 kcal

Mais uma receita:


Torta salgada com recheio de sobras de verduras e legumes

Ingredientes para o recheio:

• 4 folhas de couve-flor;
• 4 folhas de nabo;
• 4 folhas de beterraba;
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

• 4 ramas de cenoura;
• 3 tomates;
• 1 dente de alho;
• 1 cebola média;
• 1 colher de sopa de sal.

Modo de preparar o recheio:


Pique todos os ingredientes;

Leve ao fogo, para refogar;
• Acrescente o sal;
• Mexa por uns cinco minutos, para não cozinhar demais as folhas;
• Pronto o refogado, é hora de preparar a massa da torta salgada.

Ingredientes para a massa:

• 1 xícara e meia de farinha de trigo;


• 1 colher de sopa de fermento;
• 3 ovos;
• 2 ovos;
• 2 xícaras de leite;
• 1 xícara de óleo;
• 1 colher de sobremesa de sal.

Modo de preparar a massa:


Ponha os ingredientes no liquidificador, um a um;
• Deixe bater até a mistura ficar bem líquida;
• Derrame na forma a primeira camada e ponha o recheio;
• Mais uma camada de massa;
• Leve ao forno pré-aquecido;
• Leva aproximadamente meia hora para dourar.
• Agora é só provar e descobrir a delícia que você quase desperdiçou, jogando foram os ingredientes do
recheio !!!

Fonte: http://www.receitas.com/tv/c970923.htmAcesso 15 mar.2009

1- Sugestões de Práticas de Educação Ambiental nas Escolas

A educação ambiental é um instrumento de capacitação e sensibilização para a temática ambiental. As


atividades aqui propostas utilizam-se de elementos pedagógicos lúdicos e criativos, que provocam uma leitura da
realidade sócio-ambiental.

A partir da nossa experiência, constatamos que as crianças não só desejam, como estão ansiosas para fazer a sua
parte. Mas precisam de informação, encorajamento e, o mais importante, da consciência de que têm o poder para influir
nas coisas.

Devemos falar e mostrar às crianças que elas podem fazer coisas maravilhosas pela Terra. Elas precisam
experimentar o sentimento de satisfação que acompanha a realização de algo certo e bom. Esta é a nossa
responsabilidade de todos, pais e professores.
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

VAMOS DAR ESSE PRESENTE ÀS CRIANÇAS PARA QUE ELAS TENHAM A ESPERANÇA DE UM FUTURO
MELHOR !

Sugerimos a seguir uma lista de ações que poderão ser aplicadas nas escolas e que auxiliarão no desenvolvimento de
atitudes ecologicamente corretas. A idéia é contribuir na formação de uma consciência ambiental crítica, gerando uma
mudança de comportamento e de atitude:

Implantação de coleta seletiva de lixo na escola, no condomínio, bairro, etc;


Implantação de Oficina de Reciclagem artesanal de Papel;
Promoção de Oficinas de arte com material de sucata, desenhos, colagens, modelagens;
Formação de brigadas ecológicas;
Práticas de camping;
Cultivo de hortas e plantas medicinais;
Montagem de minhocários, terráreos e aquários;
Organização de clubinhos de ciências;
Montagem de mini-museus científicos;
Elaboração de cartilhas e murais ecológicos;
Promoção de gincanas, seminários e concursos (redação, pintura, escultura, poesia);
Produção de material audiovisual ( jornal, vídeos, músicas, etc );

2- Dicas Ecológicas

Aqui você encontra diversas dicas reunidas de vários cantos, que visam ao máximo o lado prático da Ecologia.
Pequenas escolhas que podem parecer insignificantes perto de salvar baleias da extinção, mas que são reais e estão
diretamente ligadas a cada um de nós, ao nosso dia a dia. Muitas das idéias contidas aqui são apenas exemplos de
pensamentos que devemos ter naturalmente, e que juntos formam algo maior: a Consciência Ecológica.

Animais de Estimação
- Antes de ter um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de
acordo, se há recursos necessários e quem ficará cuidando dele nas férias ou nos feriados prolongados;
- Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados) em vez de comprar por impulso. Informe-se
sobre as características e necessidades da espécie escolhida (tamanho, peculiaridades, espaço físico necessário).
Veja dois links com criaturas maravilhosas para você adotar. Um é no site da APASFA e o outro é no site Animais
S.O.S.
Saiba porque adotar é mais legal, nesta matéria da revista Planeta na Web.
Se você não possui animais de estimação, e tem condições de adotar um, leia esta matéria sobre os benefícios que eles
podem trazer até mesmo para a sua saúde;
- Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, nunca solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas
somente com coleira/guia e conduzido por quem possa conter o animal;
- Cuide da saúde física do animal; dê atenção, carinho e um ambiente adequado;
- Dê educação, se necessário por meio de adestramento, mas respeite as características do animal;
- Recolha e jogue os dejetos em local apropriado;
- Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a
legislação do local;
- Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no
controle da procriação e não tem contra-indicações. Para saber mais, leia um artigo sobre a necessidade da castração de
animais domésticos.
Fonte: Adaptado da ARCA Brasil - Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal.

Papel
- Evite imprimir, leia os textos no próprio computador;
- Se for necessário imprimir, opte pela impressão frente/verso, você estará reduzindo o consumo pela metade;
- Alguns livros se encontram gratuitos na internet, você pode baixá-los, por exemplo, nos seguintes endereços:
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro


Cultvox
IG Ler
- Pegue livros em bibliotecas;
- Se for necessário comprar um livro, dê preferência aos sebos. Você pode encontrar livros em boas condições e por um
preço econômico;
- Doe ou venda os livros que não te interessam mais;
- Se alguém te oferecer um folheto na rua, não pegue ao menos que tenha certeza que é algo do seu interesse;
- Telefone para as empresas que enviam correspondências que não te interessam e peça para que retirem seu nome de
suas listas;
- Não jogue fora um papel antes que ele tenha sido completamente utilizado;
- Quando for comprar, dê preferência aos reciclados;
- Prefira usar papéis não clorados. Com isso você contribuirá para reduzir a quantidade de dioxina produzida pelo
processo de branquear o papel. A dioxina é cancerígena e afeta o sistema imunológico.

Evite Descartáveis
- Na cozinha, dê preferência a toalhas de pano, ao invés do papel toalha;
- Dê preferência ao coador de pano, ou à cafeteira de fogão, no lugar do coador de papel e a cafeteira elétrica;
- Evite utilizar pilhas, ligue os aparelhos na tomada. Além de gerar lixo, uma pilha consome muito mais energia para ser
fabricada do que a energia que obtemos dela;
- Pense antes de optar por lâminas de barbear ou depilar, um aparelho elétrico pode sair mais barato, já que dura muito
mais tempo. E produzirá menos lixo;
- Se você usa lentes de contato, prefira as duráveis, evite as descartáveis;
- De maneira geral, procure comprar produtos que tenham qualidade e sejam duráveis, mesmo que a princípio eles
tenham um custo maior, com o tempo valerá a pena.

Não seja Consumista


- Procure recuperar, consertar, renovar aquilo que você já possui ao invés de comprar coisas novas;
- Sempre que você pensar em comprar alguma coisa avalie primeiro se você realmente precisa daquilo, ou se a
propaganda te seduziu. Um produto dificilmente é tudo aquilo que a propaganda promete;
- Se você não usa mais alguma coisa, não deixe parado na sua casa. Doe, venda ou troque. Faça com que os bens de
consumo já existentes possam circular, para que novos bens não precisem ser fabricados. Da mesma forma, sempre que
possível prefira os produtos usados.

No Supermercado
- Quando fizer compras, evite as embalagens pequenas. Ao optar pelas maiores a quantidade de lixo será menor, e você
economizará;
- Sempre que for possível, prefira produtos concentrados aos diluídos, fazendo isso você reduzirá o consumo de
embalagens;
- Prefira embalagens retornáveis. Assim você estará evitando jogar fora um material como o plástico, que demora
centenas de anos para se decompor;
- Se você recicla, prefira embalagens de vidro pois são mais facilmente recicláveis que as de plástico;
- Prefira os produtos de limpeza biodegradáveis. Você estará ajudando a diminuir o acúmulo de resíduos tóxicos nos
rios e mares;
- Se você optou por usar lâmpadas fluorescentes para economizar energia, guarde suas embalagens originais para
acondicioná-las após o uso. Então armazene as lâmpadas em algum lugar seguro e aguarde para que criem normas para
o recolhimento das lâmpadas usadas. Veja o porquê disto neste artigo.
- Não compre produtos em embalagens de aerossol, como cosméticos e inseticidas. Essas embalagens normalmente
contém Clorofluorcarbonos (CFCs), que são os gases responsáveis pela formação do buraco na camada de ozônio;
- Não compre alimentos ou outros produtos com embalagem de isopor. Isopor é, na verdade, uma espuma de
poliestireno, obtida a partir do benzeno, produto reconhecidamente cancerígeno. O benzeno é convertido em estireno e
depois injetado com gases, que lhe dão a consistência de espuma. Os gases mais usados nesse processo são os CFCs, os
mesmos que estão destruindo a camada de ozônio que envolve o planeta. A espuma de poliestireno é totalmente não-
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

biodegradável. O isopor é uma grande ameaça à vida, porque contamina alimentos. Além disso, ao partir-se em
pequenos pedaços, podem ser ingeridos por diversos animais.

No Banho
- Como norma geral, recomenda-se que se use só o estritamente necessário. As empresas que comercializam produtos
de limpeza e higiene têm por hábito sugerir o uso de doses e aplicações acima do necessário, para estimular o consumo
dos mesmos;
- Se puder, use o mínimo possível de sabonete no corpo. Lembre-se: os índios e inúmeros outros povos desconhecem
esse produto, mas, no entanto, são famosos pela beleza de sua pele e cabelos. Use a famosa bucha vegetal – uma
cucurbitácea (da mesma família da abóbora), que é encontrada facilmente no comércio – para retirar a sujeira e células
mortas durante o banho. Cuidado para não exagerar ao esfregar-se com a bucha. A rigor, sabonetes devem ser usados
nas axilas solas dos pés e partes íntimas do corpo. Permita que seu corpo aja por si mesmo.
Fonte: IDHEA - Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Sustentável

Alimentos
- Evite consumir alimentos industrializados. Procure consumir alimentos o mais simples possível, de preferência
aqueles que sequer possuem embalagem. Dessa forma além de ajudar a natureza, você ajuda a si mesmo;
- Compre alimentos nacionais da estação. Produtos importados costumam conter muitos agrotóxicos para permitir a
conservação para a exportação;
- Dê preferência aos alimentos orgânicos. Os agricultores convencionais utilizam agrotóxicos (venenos) nas verduras e
hortaliças, e esses agrotóxicos permanecem nos alimentos mesmo após serem lavados, descascados e cozidos. Os
nossos avós que consumiam produtos puros, sem agrotóxicos, tinham mais saúde e não sofriam de doenças como
alergias, câncer e degenerações genéticas causadas por produtos químicos contidos nos alimentos. Além disso, os
agrotóxicos acabam indo para os rios, contaminando a água e poluindo outros lugares. E deixam um rastro de milhões
de embalagens na lavoura. Portanto, mesmo que o alimento orgânico seja um pouco mais caro, com certeza todo mundo
sairá lucrando com ele.

3- Dicas Ecológicas

Equipamento para Acampar

O equipamento básico necessário para começar a acampar depende do tipo de área onde você vai ficar e qual será seu
meio de transporte . Se você for de carro pode levar até a televisão , mas se você for de ônibus ou se parte da viagem vai
ser percorrida a pé, é melhor dar uma "enxugada" no equipamento, levando só o essencial. Além disso, se você vai a um
local com toda a infra-estrutura, você não precisará de muita coisa.
Por outro lado, se você vai ficar num lugar onde não há nada, você vai precisar, no mínimo, de um " bocado de
coisinhas "...

Equipamento Básico

Mochila Cargueira (que permita liberdade de movimentos)


Saco de dormir
Isolante térmico ou colchonete
Barraca para trekking ( somente se não houver lugar disponível).
Botas próprias ou tênis anti-derrapante ( com meias !!)
Roupas leves de cores claras e de fácil movimentação.
Roupas de frio (Agasalho , toucas , luvas e meiões )
Anoraks (ou casaco de nylon)
Capa para chuva.
Cantil , Bússola , Lanterna.
Fogareiro portátil , panela, prato , talheres
Canivete e corda de nylon (10mt).
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Estojo de primeiros socorros.


Acessórios Pessoais (Protetor solar , toalhas , etc.)
Alimentos ricos em calorias.
Saco de lixo.

Cuidados com Alimentação

Sopas e alimentos desidratados;


Pão de forma integral;
Queijo em barra ou fatiado;
Bebidas instantâneas;
Frutas de consistência dura (laranja, maçã...);
Chocolates, castanha ou amendoim;
Biscoitos empacotados;
Evite levar enlatados, bebidas alcoólicas, leive ou produtos perecívies.

O que nunca deve ser feito !

. Não deixar lixo pela trilha.


. Não fumar ou provocar qualquer atividade com fogo na trilha.
. Nunca saia da trilha sem antes avisar o monitor ou amigo.
. Não retirar nada da trilha, a não ser lixo.
. Não jogar lixo.
. Não quebrar plantas e flores.
. Não atirar objetos dentro d'água.

4 - CURIOSIDADES

 A questão da coleta do lixo envolve inúmeros componentes, dos quais o principal é o resíduo
orgânico, que representa de 55% a 60% do lixo doméstico. Somos campeões mundiais de jogar comida
fora! Além do desperdício, esse resíduo orgânico, quando misturado com os materiais recicláveis no lixo
das residências, limita ou mesmo inviabiliza a reciclagem desses materiais. Lamentavelmente, parcela
substancial do plástico pós-consumo se encontra nessa situação.
 Para a fabricação de 1tn de papel com fibras virgens são necessários 800 Kg de celulose, que
correspondem á 42 árvores. Comparando-se com um americano que usa em média 336 Kg de papel/ano,
o brasileiro consome apenas 11% deste volume ou 36 Kg/ ano. Mesmo assim são necessárias 240 milhões
de árvores para suprir o consumo nacional de papel.
 Ar condicionado, quem diria, não faz bem para a saúde. Além de ressecar a pele, fazendo com
que você envelheça precocemente, a água que se acumula em suas bandejas favorece o surgimento de
microrganismos, que se espalham no ambiente, causando alergias e problemas respiratórios. E mais:
boa parte destes equipamentos utiliza CFC - Clorofluorcarbono, um gás prejudicial à camada de ozônio.
Caso o uso deste equipamento seja imprescindível, limpe periodicamente sua bandeja, para evitar
prejuízos maiores!!!
 Meia xícara de bórax diluída em quatro litros de água é a fórmula de um desinfetante que você
pode fazer em casa.
 A maior parte das canetas esferográficas é composta por plástico, tendo uma ponta de
tungstênio, ou outro material. Não é recarregável e só é parcialmente reciclável. Use as que permitem a
troca de carga ou adote a caneta tinteiro. Assim você reduz a quantia de lixo cujo destino final é sempre
um problema. (Fonte: "Como Defender a Ecologia")

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

 A reciclagem de vidro reduz em 32% a economia consumida em relação à produção de igual


quantidade de vidro novo. Para fazer uma tonelada de papel reciclado, consomem-se 60% da energia
que seria gasta para fabricar papel novo. (Fonte: The Recyclers Handbook)
 Perigo à vista! Em abril de 1997, um relatório realizado pela ONU - Organização das Nações
Unidas, com o Instituto Ambiental de Estocolmo, previu que, se continuarmos consumindo água no
ritmo atual, em 2025, dois terços da população mundial não terá acesso a este líquido vital. (Fonte: "Our
Precious Planet")
 Você sabia que o Brasil tem 8% da água doce do mundo? Pois é, só que a distribuição é
irregular: dez estados estão com níveis críticos de fornecimento!
 Regar as plantas do jardim na hora mais quente do dia não é nada inteligente representa um
desperdício de um precioso recurso natural, que é a água. É que esta é a hora de maior a evaporação. O
melhor momento para regar é no início da manhã ou fim de tarde.
 Você sabia que no Hemisfério Norte apenas 300 espécies de peixes nadam em suas águas,
enquanto na Amazônia existem 3.000 diferentes espécies de peixes?
.
 O simples banho de chuveiro é o vilão numero 1 do desperdício de água nas residências
domésticas. Numa família de 5 pessoas, onde cada um toma um banho de 15 minutos por dia, gastará
por mês entre 7.000 e 14.000 litros de água. Reduzindo o tempo do banho para 5 minutos, o consumo
cairá um terço desta quantidade.
 Quem leva cinco minutos para fazer a barba e deixa a torneira aberta o tempo todo, gastará
entre 12 e 30 litros de água. O consumo pode cair para bem menos da metade, com a simples medida de
fechar a torneira enquanto não estiver usando a água.
 Quando for podar a grama no período de estiagem, não remova a grama cortada. Ela protege o
solo, conserva sua umidade e o fertiliza. Para combater as pragas, evite os agrotóxicos. Eles se infiltram
no solo, contaminando os veios de água subterrânea com substâncias venenosas.
 Cerca de 35% do lixo que vai para os aterros é composto por materiais que poderiam ser
reciclados ou reutilizados. Estas taxas só acontecem em sociedades que ainda não colocam em prática
ações eficazes para a preservação do meio ambiente e a melhoria da qualidade de vida.
 Podemos reutilizar diversos produtos antes de descartar, usando-os para a mesma função
original ou criando novas formas de utilização, como trabalhos artísticos com sucata ou em utensílios. E
separar o lixo - resíduos sólidos - conforme sua classificação química e devidamente limpa. O resíduo
úmido - que são os restos orgânicos - domiciliar é responsável por 50% da quantidade total do lixo
municipal que é encaminhado para a Usina e poderia ser separado para uma compostagem. Não
podemos esquecer das pilhas e lâmpadas, que não podem ser quebradas por conterem em seu interior
substâncias radioativas; e o lixo hospitalar usado também em domicílio (como agulhas, gazes, algodão
contaminado e frascos de remédios) que deverá ser ensacado e enviado à farmácia mais próxima onde
haverá uma coleta especializada, excluindo-se assim os riscos de contaminação aos profissionais da
coleta ou da Usina de reciclagem.

O QUE VOCÊ PODE FAZER EM SUA RESIDÊNCIA


PARA AJUDAR O MEIO AMBIENTE

ÁREA DE SERVIÇO

Substitua sabão em pó por líquido detergente.


Para amaciar suas roupas, adicione ½ copo de vinagre ou ¼ de copo de bicarbonato durante o enxágüe.
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Você sabia que pode economizar 75% de energia nas lavadoras de louça e de 80% a 92% nas lavadoras de roupa usando
a lavagem a frio? Procure também usar os programas mais econômicos.
Não use lavagem a seco. Compre somente peças que você pode lavar pessoalmente. A maioria dos solventes utilizados
nas limpezas a seco é tóxica. Se você precisa de lavagem a seco, areje as roupas antes de trazê-las para dentro de casa.
Muitas peças que trazem na etiqueta "lavagem somente a seco" podem ser com segurança lavadas com sabão neutro.

COZINHA

Lavando a louça: detergentes comerciais são projetados para produzirem espuma desnecessária. Substitua-os por sabão
dissolvido previamente em água quente.
Ao cozinhar, coloque tampas sobre as panelas. Prefira as panelas de pressão, coloque-as centralizadas sobre o
queimador e regule a chama para que seja menor que a base da panela. Você terá uma economia de 20%.
Evite o uso de pratos e copos descartáveis. Eles consomem energia na sua fabricação e aumentam a quantidade
de lixo. Prefira produtos de cristal, vidro ou cerâmica.
Exija dos fabricantes de geladeiras a certificação 'greenfreeze', que não ataca a camada de ozônio nem aquece o
planeta.
Não utilize a parte de trás da geladeira para secar panos ou roupas. Mantenha a ventilação adequada do radiador da
geladeira, você terá uma economia de 15% de energia.

QUARTO DAS CRIANÇAS

Não deixe brinquedos ligados desnecessariamente. Poupe energia!


Você sabia que se consome muito mais energia para fabricar uma pilha que a energia que obtemos dela?.
Exija das empresas de construção civil e de móveis a utilização apenas de madeira certificada pelo FSC.
Evite objetos feitos de plástico. Eles utilizam petróleo na sua fabricação e são fonte de contaminação do ambiente.

BANHEIRO

Troque válvulas de descarga por caixas de 6 litros. Ao acionar a válvula de descarga, você gasta de 10 a 30 litros. Já
com as caixas externas de 6 litros, você economiza de 4 a 24 litros de água por descarga com o mesmo efeito
Arrume as torneiras que estão pingando. Uma torneira pingando desperdiça mais de 40 litros de água por dia
Limpando o banheiro: a maioria dos produtos de limpeza traz mais problemas que benefícios por conter cloro,
substância extremamente irritante aos olhos, nariz e pele.
Para limpeza geral de banheiros, use escova com bicarbonato de sódio e água quente.
Para pias, despeje vinagre e deixe descansar durante a noite, enxaguando pela manhã.
Para limpar bacias, aplique uma pasta de borax e suco de limão. Deixe por algumas horas e dê descarga. Ou utilize uma
solução forte de vinagre.

QUARTO

o Na compra de carpetes, evite fibras sintéticas em favor dos materiais naturais como algodão e lã. E compre
somente aqueles que não foram tratados com inseticidas, fungicidas e impermeabilizantes.
o Não jogue fora sua mobília. Dê para alguém ou a reutilize.
o Prefira móveis feitos de material reciclado.
o Evite comprar móveis ou outros artigos feitos com madeira da Amazônia. Somente nos últimos quatro anos, 77
mil km2 da floresta foram devastados, uma área maior que os estados do Rio Grande do Norte e Sergipe
juntos.

SALA

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

o Limpando janelas e espelhos: para limpeza de rotina, use três colheres de vinagre diluídas em 11 litros de água
quente. Se o vidro estiver muito sujo, primeiro limpe-o com água e sabão. Para secar superfícies, utilize tecido
de algodão reutilizado ou jornais velhos.
o Para limpar e desodorizar carpetes e tapetes, misture duas partes de fubá com uma parte de borax. Pulverize
generosamente, deixe descansar por uma hora e aspire. Uma desodorização rápida pode ser obtida
pulverizando-se o carpete com bicarbonato e aspirando logo a seguir.

JARDIM

Aranhas - deixe-as em paz. Elas ajudam a controlar outros insetos

Mosquitos - citronela e lavanda são bastante eficientes como repelentes. Use telas protetoras nas janelas e sobre as
camas

Ratos e camundongos - mantenha armários e dispensas limpos e fechados. Se não funcionar, use gatos, predadores
naturais, ou misture uma parte de gesso com uma parte de farinha e um pouco de açúcar. Pulverize onde os ratos
passam, mas cuide que seja longe de animais de estimação ou crianças

Baratas - feche pequenos buracos e trincas ao longo de rodapés, forros e no entorno de canos, torneiras etc. Se
necessário, use uma leve camada de borax no piso ao lado de refrigeradores, armários e fogão. Refaça a camada se esta
se tornar úmida ou se perder a eficácia

LIXO

Ao ir à feira ou ao mercado, leve uma sacola. Você estará diminuindo a quantidade de plásticos jogados ao meio
ambiente

O vidro é responsável por 3% do lixo residencial do país. Reutilize-o ou recicle-o

Evite o consumo de bebidas em garrafas PET. Estas são uma das principais causas de enchentes nas grandes cidades

Tire seu nome do mailing de empresas que enviam correspondências que não interessam. Evite a derrubada de mais
árvores

TRANSPORTE

Antes de usar o carro, pense se você não pode ir de ônibus, de bicicleta ou mesmo andando. Os veículos são
responsáveis por pelo menos 50% da poluição nas grandes cidades. Em São Paulo este número chega a 90%.

Dê carona. Quatro pessoas num carro é melhor que quatro carros com uma pessoa. Pense no ar que você respira, e ainda
leva de brinde 80% de economia!

Se usar o automóvel, mantenha-o em boas condições de uso. Revise periodicamente a pressão dos pneus, o alinhamento
das rodas, o estado do filtro de ar, da carburação ou sistema de injeção, velas de ignição etc;

Se realmente tiver que comprar um carro, escolha o que melhor se adeqüe às suas necessidades e consuma menos
combustível. Se optar por um modelo com ar condicionado, pergunte se o sistema usa CFC ou HFC, se sim, não
compre.

CONSTRUÇÃO

Amianto - Substância cancerígena ainda comercializada no país, principalmente em caixas d'água e telhas de fibro-
cimento. Procure alternativas para evitar danos à saúde, inclusive dos trabalhadores que construírem a habitação.

Vernizes - Todos os vernizes líquidos emitem gases tóxicos durante a secagem, às vezes por meses a fio. Evite o uso

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

destes líquidos. Se absolutamente necessário, use os de poliuretano de dois componentes e mantenha forte ventilação
enquanto os odores estiverem presentes.

Pintura - Quando disponível, procure tintas com formulação não tóxica. Se não, use tinta a base de água em vez de
tintas com solventes para diminuir as emissões de gases tóxicos e permitir a limpeza com água. Na remoção de pinturas
envelhecidas, use lixa e areia até o limite do possível para evitar o uso de solventes, e não se esqueça de usar máscara
protetora. Para remover tinta de pincéis, envolva-os com tecido embebido em vinagre, ferva por alguns minutos e
depois lave com sabão e água.

Compensados e aglomerados de madeira - Use madeira maciça sempre que possível. Formaldeídos emitidos por
compensados e finas partículas emitidas por aglomerados são importantes fontes de contaminação do ambiente
doméstico. Estes materiais devem ser sempre que possível selados para diminuição das emissões. E lembre-se, a
indústria da madeira é talvez a maior força de destruição das nossas florestas, por isto, só compre madeira com
certificado de qualidade ambiental fornecido pelo FSC - Forest Stewardship Council.

ALIMENTAÇÃO

* Diga não aos transgênicos, utilize as informações em suas compras e as divulgue entre amigos, vizinhos, parentes e
comunidade;
* Não compre produtos importados da Argentina, Estados Unidos e Canadá que contenham milho ou soja;
* Caso compre produtos com ingredientes de milho ou soja, mesmo os nacionais, entre em contato com a empresa
responsável (por e-mail ou ligue para os Serviços de Atendimento ao Consumidor - SAC's) para saber se existe o
controle ou certificação de produto ou matérias-primas livres de transgênicos. Peça uma cópia destes documentos;
* Dê preferência a produtos orgânicos e de origem conhecida;
* Exija dos estabelecimentos onde realiza suas compras (mercearias, padarias, supermercados) os atestados de produtos
livres de transgênicos;
* Informe-se sobre os riscos dos transgênicos em sua alimentação e sobre seus direitos de escolha e informação.

Receitas de produtos de limpeza ecológicos

Produtos de limpeza ecológicos

Produto industrializado: ingredientes básicos + um monte de produtos químicos + embalagens coloridas para te atrair +
gastos com propagandas para te convencer + energia para produzir + combustível para transportá-los até você =
POLUIÇÃO.

Quanto mais sofisticado é o produto, maior é o processo descrito acima.


Que tal fabricar seus próprios produtos de limpeza? Veja algumas receitas simples.

Detergente Ecológico
Ingredientes - Um pedaço de sabão de coco neutro, dois limões e quatro colheres de sopa de amoníaco (que é
biodegradável)
Preparo - Derreta o sabão de coco, picado ou ralado, em um litro de água. Depois, acrescente cinco litros de água fria.
Em seguida, esprema os limões. Por último, despeje o amoníaco e misture bem. Guarde o produto resultante em
garrafas e utilize-o no lugar dos similares comerciais. Você obterá seis litros de um detergente que limpa, não polui,
cujo valor econômico é incomparavelmente menor do que o do similar industrializado.

Detergente Ecológico Multiuso


Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Ingredientes - Água, vinagre, amônia líquida (amoníaco), bicarbonato de sódio e ácido bórico.
Preparo - Em um litro de água morna (cerca de 45º C), coloque uma colher de sopa de vinagre, uma colher de sopa de
amoníaco, uma colher de sopa de bicarbonato de sódio e uma colher de sopa de bórax ou ácido bórico.

• Utilize em qualquer tipo de limpeza, em substituição aos multiusos convencionais.

• Como qualquer produto de limpeza convencional, mantenha os detergentes ecológicos fora do alcance de crianças e
animais domésticos.

Outro Substituto para o Detergente


Detergentes comerciais são projetados para produzirem espuma desnecessária. Substitua-os por sabão dissolvido
previamente em água quente.

Limpando Janelas e Espelhos


Para limpeza de rotina, use três colheres de vinagre diluídas em 11 litros de água quente. Se o vidro estiver muito sujo,
primeiro limpe-o com água e sabão. Para secar superfícies, utilize tecido de algodão reutilizado ou jornais velhos.

Para Limpar e Desodorizar Carpetes e Tapetes


Misture duas partes de fubá com uma parte de borax. Pulverize generosamente, deixe descansar por uma hora e aspire.
Uma desodorização rápida pode ser obtida pulverizando-se o carpete com bicarbonato e aspirando logo a seguir.

Para Amaciar suas Roupas


Adicione ½ copo de vinagre ou ¼ de copo de bicarbonato durante o enxágüe.

Limpando o Banheiro
A maioria dos produtos de limpeza traz mais problemas que benefícios por conter cloro, substância extremamente
irritante aos olhos, nariz e pele. Para limpeza geral de banheiros, use escova com bicarbonato de sódio e água quente.
Para pias, despeje vinagre e deixe descansar durante a noite, enxaguando pela manhã. Para limpar bacias, aplique uma
pasta de borax e suco de limão. Deixe por algumas horas e dê descarga. Ou utilize uma solução forte de vinagre.

Para Limpar Vidros e Tirar Gordura


Use uma solução de vinagre ou limão diluidos em água.

Para Limpar o Forno


Basta uma solução de água quente com bicarbonato de sódio, que deve ser passada com um pano fino.

No Lugar da Naftalina
A naftalina afeta o fígado e os rins, utilize sachês com flores de lavanda em seu lugar.

Desodorante de Ambiente
Pode ser substituído por uma solução de ervas com vinagre ou suco de limão.

• Além de gastar menos dinheiro, você vai estar evitando produtos responsáveis pelo aumento de doenças respiratórias e
alergias.

Outro Limpador para Janelas


Misture ½ xícara de álcool, 2 xícaras de água e uma colher de sopa de amoníaco. Coloque luvas e aplique a solução
com um pedaço de pano.

Limpador para Pisos de Cerâmica


Misture no seu balde de limpeza, aproximadamente 3,5 litros de água com ¾ de xícara de vinagre branco e ½ xícara de
amoníaco. Lave o piso como de costume.
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Janelas e Esquadrias de Alumínio


Para manter janelas e esquadrias de alumínio sempre brilhando como novas, é só limpá-las uma vez por mês com uma
mistura de óleo de cozinha e álcool, em partes iguais. Em seguida é só passar um pano macio ou flanela.

Fonte: Livro Sebastiana Quebra-Galho, de Nenzinha Machado Salles.

Fonte Geral: http://geocities.yahoo.com.br/escolhavegan/produtos_de_limpeza.htm Acesso:15mar.2009

PRODUTOS DE LIMPEZA ECOLÓGICOS

Fonte: Centro Ecológico

*****
Alerta: Siga corretamente as proporções e orientações
das receitas. A soda cáustica deve ser manuseada com cuidado,
para não queimar as mãos (e outras partes do corpo) nem ser aspirada.

*****

Muitas receitas foram desenvolvidas, testadas e aprovadas ao longo dos anos, principalmente pelas mulheres do meio
rural. Procurando minimizar os impactos do uso de "produtos de limpeza" no meio ambiente e na saúde humana e
também, porque não, economizar, buscou-se na memória destas mulheres, e em antigas anotações, receitas práticas,
mais baratas e, o mais importante, que não colocam em risco a saúde de ninguém. Aí vão algumas:

SABÃO

O Sabão Caseiro tem como ingredientes básicos:

• Gordura
• Soda Cáustica
• Água

A gordura pode ser sebo de gado, banha ou gordura de aves, que dá um sabão de boa qualidade, desde que misturada à
outra. Abacate, quando está sobrando, também pode ser usado como base gordurosa.

Pode-se também aproveitar sobras de gordura da cozinha. Antes do uso, elas devem ser lavadas assim:

1 parte de água
1 parte de gordura.

Levar ao fogo para ferver. Tirar do fogo, mexer bem e acrescentar 1 litro de água fria para cada litro quente. As
substâncias estranhas ficarão depositadas no fundo do recipiente. Quando fria, a gordura ficará solidificada, podendo ser
removida. Se estiver muito suja, deve-se repetir a operação. Este processo é bom porque ajuda a tirar o sal da gordura
das frituras.

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

A Soda é um mineral, encontrado na natureza em diferentes estados de pureza. Deve ser manuseada com cuidado para
não queimar as mãos nem ser aspirado. E sempre bom usar soda de boa qualidade para produzir um bom sabão.

SABÃO NEUTRO OU SABÃO DE ALCOOL

4 Kg de Gordura Animal
2 latas de Óleo de Soja
1 Kg de Soda
3 litros de Água morna
5 litros de Álcool

Derreter a gordura.

Acrescentar o óleo de soja

Esperar esfriar um pouco. Juntar o álcool, a soda (dissolvida em um pouco de água) e o restante da água.

Pode-se substituir as duas latas de óleo de soja por 1 Kg de gordura animal. O álcool pode ser substituído por cachaça.
Não se deve usar vasilhas de alumínio.

A água que será utilizada no sabão pode ser suco ou chá das seguintes plantas: folha de mamão; raiz de guanxuma,
eucalipto cidró, hortelã, bardana, tanchagem e babosa.

Se você quiser:

Sabão para limpeza (roupa, cozinha, etc.) use folha de mamão e raiz de guanxuma.

Sabão desinfetante para limpeza de utensílios (tachos, tarros, outros vasilhames, estrebaria, etc.), use: eucalipto cidró,
hortelã, própolis (2 colheres de tintura).

Pode também ser usado como sabonete:

• Sabão medicinal para queda de cabelo e problemas de pele, use: bardana e calêndula
• Escurecer cabelo, use: babosa
• Clarear cabelo, use: camomila
• Para uso diário na higiene pessoal, escolha entre: babosa, própolis, bardana, camomila ou
tanchagem

Você pode também fazer esta receita e depois juntar 500gr do sabão pronto ralado com 1/2 copo de suco de uma destas
plantas, levar ao fogo até derreter, colocar em forma, deixar esfriar e cortar em pedacinhos.

SABÃO FRIO

12 litros de água
1Kg de farinha de milho
1Kg de soda
4Kg de sebo cozido

Derreter o sebo num tacho ou recipiente grande. Dissolver a farinha de milho em 6 litros de água. Dissolver a soda nos
outros 6 litros de água. Misturar tudo e mexer por 40 minutos. Colocar em formas, deixar secar e cortar.
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

SABÃO DE ABACATE

5 Kg de massa de abacate
1/2 Kg de sebo derretido ou banha
400 g de soda comercial
150 g de breu (encontrado em ferragens ou casas de produtos químicos)

Colher o abacate com cuidado para não machucá-lo e guardá-lo à sombra, até que fique maduro. Após maduro, cortar o
abacate ao meio e separar o caroço e a casca da massa. Colocar toda a massa numa vasilha bem limpa e acrescentar a
soda, sebo ou banha e o breu. Mexer por uma hora. Colocar numa caixa forrada com plástico e deixar 24 horas para
secar (dependendo da umidade do ar, algumas vezes é necessário deixar mais tempo). Cortar em barras. Para maior
consistência, acrescentar 2 a 3 colheres de sopa de farinha de milho ou cinzas.

SABÃO DE ERVAS

5 Kg de gordura
2,5 Kg de sebo derretido
2,5 Kg de óleo de cozinha (usado), banha ou gordura de galinha derretida.
1 Kg de soda
4 litros de álcool
4 litros de água ou suco de ervas (tanchagem, babosa, capuchinha, trapoeraba, confrei,
calêndula, macaé, eucalipto)

Triturar as ervas e coar. Esquentar o sebo junto com o óleo. Misturar, fora do fogo, o álcool no sebo quente. Misturar a
soda com água ou suco de ervas em recipiente não corrosivo. Acrescentar o sebo com o óleo nesta mesma mistura.
Misturar bem até espumar. Colocar nas formas. Deixar esfriar e estará pronto para cortar.

SABÃO DE MILHO

6 litros de água
1/2 Kg de soda cáustica
2 Kg de banha ou sebo
1/2 Kg de farinha de milho

Misturar em uma bacia 3 litros de água fervida com a soda cáustica. Acrescentar a banha ou sebo. Desmanchar a farinha
de milho nos outros 3 litros de água fria.

Adicionar à mistura anterior e mexer bastante, durante 15 minutos. Despejar a massa numa caixa forrada com plástico.
Deixar descansar 3 dias antes de usar.

SABÃO DE CINZA

5 Kg de Sebo
2,5 Kg de Cinzas
5 litros de Água
0,5 Kg de Soda Cáustica

Derreter o sebo em fogo lento até ficar uniforme. Ferver as cinzas juntamente com a água por 4 horas. Deixe a cinza
assentar e use somente a água para juntar com o sebo. Mexer bem. Juntar devagar a soda, já fora do fogo, e mexer bem
até dissolver. Colocar em formas.

A cinza tem um alto poder de branquear. Para clarear toalhas de prato, colocá-las de molho, ensaboadas, em um balde
com uma "trouxinha" de cinzas. Lavar normalmente no dia seguinte.

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

SABÃO LÍQUIDO PARA LOUÇA

2 litros de água
1 sabão caseiro ralado
1 colher de Óleo de Rícino
1 colher de Açúcar

Ferver todos os ingredientes até dissolver e engarrafar.

AMACIANTE DE ROUPAS

5 litros de Água
4 colheres de Glicerina
1 Sabonete ralado
2 colheres de sopa de Leite de Rosas

Ferver 1 litro de água com o sabonete ralado até dissolver. Acrescentar mais 4 litros de água fria, as 4 colheres de
glicerina e as 2 colheres de Leite de Rosas. Mexer bem até misturar e depois engarrafar.

DESINFETANTE PARA BANHEIRO

1 litro de Álcool (de preferência 70º)


4 litros de água
1 Sabão Caseiro
Folhas de Eucalipto

Deixar as folhas de eucalipto de molho no álcool por 2 dias. Ferver 1 litro de água com o sabão ralado, até dissolver.
Juntar a água e a essência de eucalipto. Engarrafar.

Atividades com poemas

Objetivos: Promover integração, descontração, reflexão e momentos criativos a partir de poemas.

Público alvo: Crianças, Adolescentes e Adultos.

Material necessário: Poemas

Desenvolvimento:

- Dividir a turma em quatro grupos.

- Entregar um poema (abaixo) para cada grupo.

- Cada grupo debate sobre o poema.

- Após o debate, o monitor solicita que inventem uma forma criativa de apresentar o poema.

- Finalizar com uma apresentação dos grupos e conversar sobre a atividade.


Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

POEMAS

Separe

Separe, separe, separe o seu lixo

Pois você é cidadão

Que respeita o ambiente.

Separar é muito fácil

Preste muita atenção.

Todo lixo que for de plástico

Vai para o latão

Da cor...

Vermelha.

Separar é muito fácil

Preste muita atenção.

Todo lixo que for de papel

Vai para o latão

Da cor...

Azul.

Separar é muito fácil

Preste muita atenção.

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Todo lixo que for de vidro

Vai para o latão

Da cor...

Verde.

Separar é muito fácil

Preste muita atenção.

Todos restos de alimento

Galhos, folhas naturais

Vão para o latão

Da cor...

Laranja.

Separe, separe, separe o seu lixo

Pois você é cidadão

Que respeita o ambiente.

Vamos ver se você ainda sabe?

Plástico na lata vermelha

Papel na lata azul

Vidro na lata verde

Metal na lata amarela

E na lata laranja vão os

restos de alimentos, galhos e folhas.


Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Separe, separe, separe o seu lixo

Pois você é cidadão

Que respeita o ambiente.

Diversidade

Respeitar as diferenças

De raças, culturas e crenças

Traz a paz e união

E amor no coração.

A diversidade é divertida

E muito colorida

Se todos fossem iguais

Nada seria diferente

E de repente

Tudo perderia a sua graça.

Diversidade é variedade

Diferença é distinção

Eu sou diferente de você

E somos todos irmãos.

A diversidade é divertida

Ninguém é melhor ou pior


Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Todos têm o seu valor

Criança, adulto, idoso

Homem ou mulher

Negro, branco ou amarelo

Essa é a variedade

Que compõem a humanidade.

Diversidade é variedade

Diferença é distinção

Eu sou diferente de você

Somos todos irmãos.

Respeitar as diferenças

De raças, culturas e crenças

Traz a paz e união

E amor no coração.

Viver para gastar?

Veja como você anda

Só pensa em comprar

Vive para trabalhar

E gastar, gastar, gastar.

Quanto mais você trabalha

Para comprar tudo o que vê

Você esquece do principal


Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Que é viver, viver, viver.

Você não tem tempo pra nada

Não pode nem se divertir

Você precisa trabalhar

Para ter grana pra comprar.

E a vida vai passando

E você vai trabalhando

Vai consumindo, vai gastando

Vai esquecendo de viver.

Quanto mais você trabalha

Para comprar tudo o que vê

Você esquece do principal

Que é viver, viver, viver.

Sou natureza

Aqui é lugar de ampliar os sentidos

Onde as cores são mais vivas

Os cheiros são mais suaves

Os ruídos ecoam

E vão ao coração

Lugar de magia
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Reino dos contos

De duendes e fadas

Sou um cogumelo

Sou um grilo

Sou a libélula que abraça o arbusto

Sou a flor sino a gotejar

O orvalho da madrugada

Sou o lagarto

Que se entrega ao sol

Preguiçosamente

E sou um sapo

Que emerge do açude de carpas

Eu, tão perto de todas as formas de vida

E tão longe preso

Pelas grades da cidade.

Reflexão a partir de uma frase

Objetivos: Promover momentos de reflexão e criatividade.

Público alvo: Adolescentes e Adultos.

Material necessário: Papel para painel, canetinhas coloridas.

Desenvolvimento:

- Dividir a turma em quatro grupos.

- Apresentar a seguinte frase: "Não há varinha mágica, nem mesmo a internet, que possa nos salvar da explosão
populacional, do desmatamento, dos distúrbios climáticos, do envenenamento por substâncias poluentes, da extinção
generalizada de espécies animais e vegetais. Teremos de querer coisas diferentes, buscar prazeres diferentes, tender para
objetivos diferentes do que os que têm movido a nós e à nossa economia global" (Joanna Macy).

- Cada grupo debate sobre a frase. O monitor pode levantar algumas questões como: O que a frase significa? Por quê
devemos querer coisas diferentes? Por quê devemos ter objetivos diferentes?

- Após o debate, o monitor distribui uma folha grande – papel para painel (cartolina ou papel Kraft), para cada grupo.
Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000
www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

- Solicitar que cada grupo represente, em forma de desenho, algumas ações ou medidas que podem ser tomadas para
mudanças de hábitos e atitudes mais saudáveis para o ambiente e para cada um.

- Para finalizar, cada grupo apresenta o painel de desenhos e fala sobre o que foi representado.

Buscando soluções para problemas ambientais locais

Objetivos: Promover momentos de reflexão, integração e criatividade.

Público alvo: Adolescentes e Adultos.

Material necessário: Papel para painel, canetinhas coloridas.

Desenvolvimento:

- Dividir a turma em quatro grupos.

- Apresentar, para cada grupo, a seguinte questão:

Uma comunidade vem enfrentando problemas com o lixo. As pessoas despejam o lixo em terrenos baldios, e, quando
chove muito, esse lixo se espalha pelas ruas. Após a chuva é aquele caos. Alguém vem pedir a ajuda de vocês para
resolver o problema. O que vocês fariam para ajudar? Discutam e escrevam no painel agumas sugestões para
minimizar este problema.

- Cada grupo debate sobre a questão apresentada e elabora uma apresentação, de forma criativa, no painel (pode ser em
cartolina ou papel pardo), as sugestões que encontraram para amenizar o problema.

- Solicitar que cada grupo apresente e explique o seu painel.

Obs. A questão pode ser substituída por outra que tenha relação direta com a comunidade com a qual está sendo
trabalhada.

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Links suporte para Educação Ambiental e Meio


Ambiente
Atenção: estes links saíram do menu principal e todos abrirão em uma nova janela. Após a leitura, sugiro que a janela seja fechada.

Sites Verdes e Educacionais

Links sobre Lixo

Links sobre Meio Ambiente

Links sobre Bacias Hidrográficas e Recursos Hídricos

Links sobre como utilizar racionalmente a Energia Elétrica e a Água

Links sobre Florestas, Animais, Chuva Ácida, Ozônio, Vídeo Curso (Nicia Mafra) e muito mais...

Novos Links sobre Poluição, Eco-Turismo, Meio Ambiente e Educação Ambiental

Links sobre teses, dissertações e Direito Ambiental

Links de documentos importantes: Agenda 21, Conferências, Declarações

Links Indígenas

Novos Links para Dissertações e Artigos sobre EA

A Arte de Reciclar - Links

Um Portal sobre Geociências e Meio Ambiente

Revista OLAM - Ciência e Tecnologia

Oficina de teatro com recicláveis

Jardim dos Sonhos Semeados

Conheça Paraty... preservada para ty!

Conheça o projeto Horta Viva

REBEA - Rede Brasileira de Educação Ambiental

Conheça a REASul - Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.
Instituto Superior de Educaçaçãodo Vale do Juruena
Associação Juinense de Ensino Superior do Vale do Juruena
Pós-Graduação Lato Sensu em EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Prof. MS. VERA ALICE PEXE ALVES

Projeto Brasil das Águas, do piloto Gérard Moss

I Encontro sobre "Percepção e Conservação Ambiental: a Interdisciplinaridade no Estudo da Paisagem"

Endereço do site:

http://www.projetoapoema.hpg.com.br/

http://www.apoema.com.br/sugestoes

http://www.uel.br/projetos/mercado/xdinamica3.htm

http://www.teatral.hpg.com.br/dinamicas/THPindice_dinamicas.htm

http://www.revistaea.arvore.com.br/

http://www.apoema.com.br/sugestoes

www.apoema.com.br

Av. Integração Jaime Campos n 145 – Modulo 01 – Juina – MT – CEP 78320-000


www.ajes.edu.br – ajes@ajes.edu.br
Todos os direitos reservados aos autores dos artigos contidos neste material didático.
De acordo com a Lei dos Direitos Autorais 9610/98.