inferior e multidirecional Quanto a mobilidade: aguda. luxações multidirecionais refratarias ou tratamento conservador. avaliação do ombro oposto. subglenoide. pode ser subcoracoide. AP verdadeiro. crônica. habitual. pesquisa da frouxidão articular generalizada. axilar e perfil. numero de luxações. involuntária e voluntaria. tempo de imobilização. (teste de apreensão e sinal sulco). subglenoide ou subespinhosa. exame físico e imagens Anterior: mais comum. Geralmente esta associada a fratura. extensão e rotação externa. há relação da posição do braço com os sintomas. idade do paciente na primeira luxação. recidivante. Luxações agudas. Teste de translocação passiva da cabeça umeral. Quanto ao mecanismos da lesão: traumática e atraumatica Quanto a direção: anterior. subclavicular e intratorácica. com pequenas lesões de Hill-Sachs e de Bankart . posterior.instabilidade sintomática que não responde ao tratamento fitoterápico de fortalecimento muscular Luxações recidivantes. Luxações anteriores e posteriores são raras Mecanismo: provocada na maioria das x por traumatismo indireto. provas de esforço. Proporciona boa avaliação radiografia do ombro. Tomografia computadorizada é um importante exame de auxilio no diagnostico de fraturas complexas de úmero proximal. Mecanismo da lesão. .Avaliação geral do traumatismo do ombro Luxações glenoumerais classificação Luxação anterior glenoumerais Aspectos radiológicos serie trauma Luxação anterior: diagnostico Istabilidade do ombro exame físico Classificação Tratamento incruento Tratamento artroscopico Tratamento cirúrgico Historia. dor intensa no ombro e incapacidade de mover o braço acometido. fora da luxação reduzida por si próprio ou por outros. associado a graus variáveis de força de abdução. Posterior: pode ser subacromial. Aspectos clínicos: sugestiva em caso agudo. evidencia escavação logo abaixo do acrômio. multidirecionais e voluntarias Casos selecionados: luxações agudas em jovens ou atletas.

Luxação É a perda de contato entre as superfícies articulares.Grande dor ou nenhuma. grande edema. miosite calcificante. hematoma subperiosteral calcificado. Outras luxações Contusão mecanismo direto Contusão classificação de Dupuytren 1º grau – equimose 2º grau – hematoma 3º grau – abrasão 4º grau – necrose Fisiopatologia da contusão Reação vasomotora: vasoconstricção fugaz(tentar dos tecidos de diminuir os sangramentos) e vasodilatacção prolongada(ajudar a cascata inflamatoria)promover a cicatrização pela circulação Tratamento da contusão Crioterapia.edema.instabilidade não e pct tem claudicação. enfaixamento. joelho Luxação anterior escapulo umeral Tratamento de urgência Luxação complicações Luxação recidivante de ombro e fratura da tuberosidade maior do úmero Outras luxações Contusão Lesão traumática provocada por um agente contundente por não haver solução de continuidade da pele. tornozelo joelho Diagnostico Clinico e radiológico Dor edema temperatura volume articular instabilidade Classificação Grau I (leve): Pouca dor. calcificações.volume. calor local. necrose tecidual. quadril. contraste. antinflamatorio. miosite ossificante.volume. imobilização. Mao.edema. analgésico. Complicações das contusões Fibrose muscular. imobilização. medicamentos e fisioterapia Entorses complicações Sinovite pos traumática. Grau II (moderado) Moderada dor. luxações e entorses Entorse mecanismo Comum em punho Mao. fraturas e luxações. . Pct não pisa! Entorse tratamento Crioterapia. ruptura muscular. instabilidade. elevação da região acometida. edemas residuais. tornozelo.volume articular. infecção. Grau III (grave).Lesões de partes moles (contusões. Sem instabilidade e pct pisa. repouso. entorse de repetição. Luxações localizações mais freqüentes Ombro .

“contaminação. nervo e osso) Tamanho do ferimento. avaliação detalhada do membro (perfusão pele. alta desvitalizacao e alta energia cinética energia/velocidade extensa lesão de partes moles incluindo pele. evitar infecção da ferida (limpeza e debridamento. punho e Mao Ruptura das partes moles que envolvem a fratura (invólucro) com a comunicação do meio exterior com o foco da fratura ou seu hematoma – contaminação bacteriana do meio externo – (risco de infecção e pseudo artrose) Ressuscitação e estabilização.C. Tipo II: ferimento 1-10 cm. trauma de baixa energia. restauração e cobertura partes moles) e consolidação da fratura. músculos e neurovasculares. musculos. fraturas segmentares ou perda óssea.desvitalizacao e energia cinética moderada”. contaminação desvitalização e energia cinética. estabilização da fratura.Entorse Entorse localização freqüentes Fraturas expostas Fraturas expostas Objetivos do tratamento Ressuscitação e estabilização Classificação Gustilo Classificação Gustilo Classificação de Gutilo Caso de bala! Lesão causada por um movimento anormal que ultrapasse os limites normais da mobilidade articular sem provocar perda de contato permanente entre as superfícies articulares Tornozelo. Cominuição óssea.lesão arterial e nervosa Pct com ferida de arma de fogo pode ser de qualqer tamanho ate 1cm vira direto 3C custilio . cominuição moderada da fratura. limpa . independente do tamanho da ferida. III – A possível recobrir o osso III – B – não recobre o osso III. Tipo III: maior que 10 cm alto grau de contaminação .joelho. lesão de partes moles limitada Sem retalhos ou avulsões. Tipo I: ferida menor que 1 cm.sem desvitalizacao e baixa energia cinética. alto grau de contaminação (meio rural). ABC da vida.Fratura simples.

Lavagem. .Fratura em T .Fratura da parede anterior . diminui o sangramento. debridamento e estabilização. pinçar vasos.Fratura da parede posterior . Conduta inicial – curativo estéril.Fratura da coluna posterior . compressivo.9%) Objetivo: criar ferida viável Remover: objetos estranhos. lavar feridas. permite revascularização.ampliar borda da ferida (excisão pele lesionada) . placas e HIM Feridas limpas (pouco dano) Placas e parafusos (membros superiores fraturas articulares) Haste intramedular bloqueada – membros inferiores e fraturas diafisarias As fraturas elementares são em numero de 5: .( cefalosporina de 1ª cefalotina) 48 h Tipo III . tecidos enviáveis .( cefalosporina de 1ª + aminoglicosideo . montagem simples. imobilização provisória.Fratura da coluna anterior .favorece consolidação/função Fixador externo – tratar lesão de partes moles. fraturas diafisarias. Limpeza do membro mais tricotomia – assepsia e anti-sepsia – lavagem do foco da fratura (SF 0.Antibioticoterapia Tratamento de emergência Etapas do tratamento cirúrgico Lavagem Debridamento Estabilização Estabilização provisória Estabilização definitiva Fratura de acetábulo e fêmur Mecanismo do trauma Classificação (Judet) Fraturas associadas ou complexas Inicio mais precoce possível Tipo I e II . Conversão – menor que 2 semanas.irrigar outra vez e reavaliar Após a LMC/Debridamento Diminui a infecção (impede agressão continua.remover tecidos lesados (morto/inviável – músculo/ osso) . tecidos desvitalizados.Fratura transversa São em numero de 5 .cefalotina) 72 h O que não fazer no PS – explorar.

má redução Terrível impacto sócio econômico. aumento exponencial com a idade. doenças sistêmicas Linhas de tensão Irrigação sanguínea do fêmur proximal Tipos de fratura: fratura medial. crescente no jovem. Tipo I:fratura da cabeça abaixo da fovea Tipo II: fratura da cabeça acima da fovea Tipo III: fratura concomitante do colo femural Tipo IV: fratura concomitrante do rebordo acetabular Conservador Cirúrgico: indicado nos casos em que fragmentos livres ou partes moles estejam . fratura extracapsular. TV .Fratura da coluna e da parede posterior . rotação e cizalhamento. fratura do colo do fêmur (menos de 70 anos) Tipos de fratura: fratura lateral. álcool. Fraturas da cabeça femoral – são raras. incidência maior na mulher acima de 60 anos.Fratura da coluna anterior com hemitransversa posterior . trauma de alta energia. fratura e stress.Fratura de dupla coluna Clinico Radiológico: AP/Obliqua int e ext Óbito . fumo e medicações. lesão vasculo nervosa. predominância no idoso.Fratura transversas com coluna posterior . Artrose coxo femoral – (artroplastia) Osso osteoporótico – (fratura) Aumento da incidência nos últimos 30 anos. Infecção. mais comum na raça branca. comparar com o lado não lesionado Diagnostico: radiografia em AP.Fraturas do acetábulo diagnostico Tratamento complicações Fratura do fêmur proximal Fratura de fêmur proximal Paciente idoso Fratura de fêmur proximal ocorrência Fraturas do fêmur proximal Fraturas do fêmur proximal Fratura do fêmur proximal Fraturas do fêmur proximal Fraturas do fêmur proximal mecanismos do trauma Fraturas da cabeça femoral Fraturas da cabeça femoral classificação Fratura da cabeça femoral tratamento . tomografia computadorizada. trauma indireto. avaliar compactação ou fragmentos da cabeça femoral. fratura intracaspular. necrose da cabeça femoral. Mais de 70 anos Fratura do colo do fêmur – osso cortical Fratura transtrocanterica – osso esponjoso Trauma direto. associadas a luxação de quadril. fratura transtrocanterica.

. fraturas antigas Fraturas do colo do fêmur complicações Fixação interna: perda da redução. prótese total. mobilização prococe Redução fechada: manobra de Leadbetter. correção cirúrgico dos desvios. necrose avascular. osteopenia. Fratura de colo de fêmur fixação Parafusos esponjosos. DHS . mesa ortopédica Redução aberta: Via anterolateal Manobras de colo de fêmur Manobras de redução fechada Fratura de colo de fêmur Índice de alinhamento de Garden Fratura do colo de fêmur tratamento Idade cronológica * biológica. estabilidade óssea. falha do material. induzida ou de Garden impactada Estagio II: completa sem deslocamento Estagio III:completa com deslocamento parcial estagio IV:completa com deslocamento total Fraturas do colo do fêmur Classificação da AO: Fraturas do colo do fêmur tratamento Conservador: fraturas impactadas: (atenção desvio secundário) Cirúrgico: fixação interna. pseudo artrose.paciente com dor Frente com tração. hemiartroplastia. parafusos interna canulados. Fraturas de colo de fêmur classificação Estagio I: incompleta.interpostos Fraturas da cabeça femoral Radiocospia transoperatória Fraturas do colo do fêmur Diagnostico clinico: dor (coxo-femural e coxa) Deformidade (RE e encurtamento) Impotência funcional Fratura do colo do fêmur Diagnostico radiológico: pelve – radiografia da pélvis (frente) Quadril – perfil (obliqua) .parafuso anti-rotatorio Fratura de colo de fêmur tratamento Hemiartroplastia: idoso(biológico) restrito ao ambiente domestico Artroplastia total: pact mais de 65 anos.