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DIREITO DO CONSUMIDOR

PROFESSORA: ANA MARQUES
ALUNA: TATIANA OLIVEIRA PLUTARCO FONTES
MATRÍCULA: 201202250051

CASO CONCRETO 01
R: O código Civil é lei geral, enquanto o Código de Defesa do Consumidor é
específico para um destinatário especial: o consumidor. Por esse motivo, a
lei geral mais nova não irá revogar a lei especial, pelo princípio da
especialidade. Esse caso é específico de transporte e se trata de relação de
consumo, já que estão presentes os sujeitos (consumidor e fornecedor) e o
objeto da relação consumeirista, conclui-se então, que fica submetido ao
CDC. Dessa forma, o Art. 27 do CDC dispõe que a prescrição é de cinco anos
à pretensão relacionada à reparação dos danos causados pelo fato do
produto ou serviço (que é o caso em análise). Assim, inaplicável o Art. 732
do Código Civil.
Questão objetiva: C

CASO CONCRETO 02
R: Os princípios da boa-fé e da confiança. Tendo em vista que Antonio
adquirira o veículo com o modelo do próximo ano justamente para que este
não chegasse a se desvalorizar, o fato ocorrido é incompatível com a boa-fé.
De acordo com esse princípio, o fornecedor do produto ou serviço tem o
dever de informar ao consumidor todas as informações necessárias, agindo
então, com honestidade. Se Antonio não foi devidamente informado, e ele
como consumidor se sentir prejudicado com isso, poderá pleitear
indenização.
Questão objetiva: B

CASO CONCRETO 03
R: Sim, há relação de consumo no caso, haja vista que o STJ vem
recentemente adotando a Teoria Finalista Mitigada, que defende que o
consumidor pode ter lucro com os produtos adquiridos, o que na realidade
importa é a presença da vulnerabilidade. Assim, segundo essa posição
adotada, consumidor é a pessoa física ou jurídica que adquire um produto
ou serviço e que revele vulnerabilidade em relação à pessoa jurídica. Ou

bem como retirar os produtos do mercado. b) Não. CDC. Os atos requeridos. Questão objetiva: C CASO CONCRETO 06 R: Sim. Questão objetiva: A CASO CONCRETO 5 R: a) Os requisitos para a inversão do ônus da prova estão elencados no Art. pois houve no caso concreto um fato superveniente que tornou a prestação excessivamente onerosa para o consumidor. requererem a modificação dessas cláusulas contratuais. não significa que o custeio também ficará a encargo da outra parte. Conclui-se que está correta a decisão tomada pelo laboratório. 6º. VIII. podendo então. Deve ocorrer a inversão até a audiência de instrução e julgamento. Karmen Comércio de Roupas Ltda não necessita ser o destinatário final para que seja protegido pelo CDC. Vale ressaltar que houve a violação dos princípios da boa-fé e confiança. as ações se basearam no Art. 6º. se o fornecedor após a introdução do produto no mercado tiver conhecimento de possíveis danos. Quando o autor requer a inversão do ônus da prova. CDC. de acordo com o Art. ficarão a cargo daquele que demandou. são eles: quando a critério do juiz for verossímil a alegação ou quando ele for hipossuficiente. 10 do CDC.seja. Questão objetiva: E CASO CONCRETO 04 R: A decisão do laboratório está em obediência aos Princípios da Proteção e Prevenção ao consumidor acerca dos produtos que podem lhe causar danos. as duas não se confundem. já que a inversão do ônus da prova decorre da verossimilhança das alegações do autor e de sua hipossuficiência. ele deverá comunicar através de diversos meios de comunicação acerca desses danos. Questão objetiva: E CASO CONCRETO 07 R: . em regra. V. Assim. Isso se chama de “recall”.