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CÓDIGO

REV.

ET-DE-H00/011
EMISSÃO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

A
FOLHA

mar/2007

1 de 6

TÍTULO

ENROCAMENTO
ÓRGÃO

DIRETORIA DE ENGENHARIA
PALAVRAS-CHAVE

Enrocamento. Pedra. Revestimentos. Drenagem.
APROVAÇÃO

PROCESSO

PR 010970/18/DE/2006
DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

OBSERVAÇÕES

REVISÃO

DATA

DISCRIMINAÇÃO

Permitida a reprodução parcial ou total, desde que citada a fonte – DER/SP – mantido o texto original e não acrescentando qualquer tipo de propaganda
comercial.

.......................................................... ET-DE-H00/011 EMISSÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (CONTINUAÇÃO) A FOLHA mar/2007 2 de 6 ÍNDICE 1 OBJETIVO ........3 5 CONTROLE.............................................................................................................................................................................................................................4 5........................................................2 Argamassa .......................................1 Pedra Marroada ..........5 7 CONTROLE AMBIENTAL ..............CÓDIGO REV....................4 5................................... .....................................................................3 4 EXECUÇÃO ..................................................................................................................................................................................3 3 MATERIAIS ..............................................................................................3 2 DEFINIÇÃO ....................................3 3..........................4 5.......................3 Geométrico e Acabamento ..............................5 8 CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO .................................................................................2 Serviços .............................................................3 3............................................................................................................5 6...........................................................5 6......................................................................................................................................1 Materiais ...........................................1 Materiais .....................6 Permitida a reprodução parcial ou total........................................................................................................................2 Execução ..........4 6 ACEITAÇÃO .................................................................................................................................................................................................................................................... desde que citada a fonte – DER/SP – mantido o texto original e não acrescentando qualquer tipo de propaganda comercial...................................................................

para que venham a apresentar as condições exigidas para fundação de galerias ou canais de concreto. contra efeitos erosivos ou solapamentos. caso especificado pela fiscalização. ou ainda. A arrumação das pedras deve ser executada de modo que as faces visíveis do enrocamento fiquem uniformes. as pedras devem ser colocadas manualmente. Nas estruturas de pedra arrumada.1 Pedra Marroada A pedra arrumada utilizada nos enrocamentos deve ser dura. de acordo com a forma das pedras. onde a geometria projetada requerer a sua regularização A base e os taludes devem ser regularizados de maneira que se obtenha uma superfície suficientemente plana para a implantação do enrocamento. aceitação e medição de enrocamentos em dispositivos de drenagem de obras rodoviárias sob a jurisdição do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo – DER/SP. destinado à proteção de taludes e canais. não se admite o uso de material em estado de decomposição ou proveniente de capa de pedreira. e na falta de indicação deve ser feito com concreto com agregado máximo constituído de brita 1 ou argamassa de cimento e areia no traço mínimo de 1:3 em massa. 2 DEFINIÇÃO O enrocamento é um dispositivo amortecedor formados por estrutura executada em pedra. no adensamento dos materiais de fundação. As escavações devem obedecer às especificações do projeto de forma a se obter uma superfície com as características acima descritas. 3 MATERIAIS 3. 4 EXECUÇÃO Após a locação da obra. rejuntadas ou não com argamassa. alternandose os seus diâmetros. . desde que citada a fonte – DER/SP – mantido o texto original e não acrescentando qualquer tipo de propaganda comercial. de modo que se obtenha o apoio das pedras maiores pelas menores. O enrocamento pode ser de pedra arrumada ou lançada. livre de grandes vazios ou engaiolamentos.CÓDIGO REV. assegurando um conjunto estável. sem depressões ou saliências maiores que a metade da maior dimensão Permitida a reprodução parcial ou total. 3. ET-DE-H00/011 EMISSÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (CONTINUAÇÃO) 1 A FOLHA mar/2007 3 de 6 OBJETIVO Definir os critérios que orientam a execução.2 Argamassa O rejuntamento do enrocamento deve ser feito de acordo com o estabelecido em projeto específico. causados pelos fluxos d'água. proveniente de rocha sã. a execução do enrocamento deve ser precedido de limpeza do terreno e escavação. com diâmetro e granulometria definidos pelo projeto. É utilizado na fundação de galerias e bueiros.

3 Geométrico e Acabamento Devem ser verificadas as dimensões finais dos enrocamentos. de cerca de 10 cm de comprimento não devem ser preenchidas com argamassa.0 m. as juntas nele existentes devem ser limpas. Deve ser feita a verificação da configuração geral dos dispositivos após a execução dos enrocamentos. granulação e distribuição dos constituintes minerais. através de medições topográficas e nivelamento geométrico. com argamassa de traço 1:3. dimensões.2 Execução O controle da execução dos enrocamentos é feito visualmente. . envolvendo a verificação do assentamento. ET-DE-H00/011 EMISSÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (CONTINUAÇÃO) A FOLHA mar/2007 4 de 6 das pedras utilizadas. molhadas até a saturação e preenchidas. Permitida a reprodução parcial ou total. - verificação das dimensões mínimas e máximas. 5. a superfície rejuntada deve ser mantida úmida durante três dias.1 Materiais Para a pedra marroada. o controle do nivelamento do fundo e da largura da vala deve ser feito em intervalos máximos de 5. a critério da fiscalização. A pedra marroada deve atender aos índices físicos e granulometria especificadas nos projetos. No caso de aplicação em canais de escoamento. Salvo determinação em contrário. até cerca de 5 cm de profundidade. 5 CONTROLE 5.CÓDIGO REV. Nas estruturas de pedra arrumada rejuntada. os quais devem ser previamente aprovados pela fiscalização. devem ser feitas as seguintes verificações: - verificação do tipo de rocha. O controle deve ser feito inclusive nas pedreiras e jazidas de origem dos materiais. Após a conclusão do rejuntamento. 5. - verificação da forma e da presença de materiais de desintegração. para cura da argamassa. à medida que forem sendo concluídas as superfícies visíveis do enrocamento. desde que citada a fonte – DER/SP – mantido o texto original e não acrescentando qualquer tipo de propaganda comercial. no que se refere à sua geometria. declividade e homogeneidade. por medidas a trena. pequenas extensões de juntas. para que funcionem como barbacãs A argamassa não empregada em 45 minutos após a preparação deve ser rejeitada. condições de preenchimento e estabilidade. durante e após a sua execução. visualmente ou.

A seguir são apresentados os cuidados e providências para proteção do meio ambiente. 6. a critério da fiscalização. a serem observados no decorrer da execução do enrocamento. ET-DE-H00/011 EMISSÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (CONTINUAÇÃO) 6 ACEITAÇÃO 6. evitando acréscimos desnecessários. ou pela fiscalização. d) a seção transversal dos dispositivos apresentar-se satisfatória em termos de continuidade e declividade. c) não é permitida a queima do material removido. o acabamento for julgado satisfatório. A água para argamassa deve atender aos requisitos da NBR NM 137. deve ser suficiente para garantir a insolação e as operações de construção e a visibilidade dos motoristas.CÓDIGO REV. 7 CONTROLE AMBIENTAL Os procedimentos de controle ambiental referem-se à proteção de corpos d’água. indicadas pela fiscalização. Permitida a reprodução parcial ou total. . com a precaução de não expor os solos e taludes naturais à erosão. deve ser providenciada sua correção através de reacomodação das pedras arrumadas. da vegetação lindeira e à segurança viária. c) as dimensões transversais avaliadas dos dispositivos não forem divergentes das de projeto em mais do que 1% em pontos isolados. a camada vegetal deve ser estocada.1 Materiais A FOLHA mar/2007 5 de 6 Os materiais são aceitos desde que atendam ao discriminado no item 3. caso possível. a) o desmatamento e destocamento devem obedecer rigorosamente os limites estabelecidos no projeto. o material pétreo para os enrocamentos somente será aceito após a apresentação da licença ambiental de exploração da pedreira. ou refazendo-se o dispositivo. d) quando os agregados forem obtidos mediante exploração de ocorrências indicadas no projeto. a executante deve refazer ou melhorar o acabamento e conferir ao dispositivo condições satisfatórias. para o futuro uso da recomposição vegetal dos taludes. b ou d. No caso de não atendimento às alíneas a. A areia utilizada deve satisfazer as exigências contidas na NBR 7211. sempre que possível. b) a conformação final dos enrocamentos individualmente e dos dispositivos atendam aos requisitos de projeto. Os lotes de cimento para a produção de argamassa devem ser recebidos e aceitos desde que acompanhados de certificado de qualidade. No caso do dispositivo não atender à condição descrita na alínea c . quanto à sua conservação e funcionamento.2 Serviços Os serviços executados são aceitos desde que sejam atendidas as seguintes condições: a) na inspeção visual. desde que citada a fonte – DER/SP – mantido o texto original e não acrescentando qualquer tipo de propaganda comercial. b) nas operações de limpeza.

no leito dos rios e em quaisquer outros locais onde possam causar prejuízos ambientais.07 – Argamassa de cimento e areia traço 1:3 m³ Permitida a reprodução parcial ou total. DESIGNAÇÃO UNIDADE 24.11. equipamentos.03 – Enrocamento com Pedra Jogada m³ 24.01 – Enrocamento com Pedra Arrumada m³ 24. As contenções laterais porventura utilizadas. A limpeza do terreno e o destocamento são medidos e pagos de acordo com os preços unitários contratuais correspondentes da especificação ET-DE-Q00/001. transportes. materiais. nas áreas lindeiras. 8 CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO O serviço é medido em metros cúbicos (m³).CÓDIGO REV. BDI. devendo ainda ser efetuada sua recomposição ambiental. de acordo com os volumes efetivamente executados de enrocamento e argamassa de rejuntamento. sendo vedado seu lançamento na faixa de domínio. deve ser exigida a documentação atestando a regularidade das instalações e da operação da pereira junto aos órgãos competentes. nos quais estão inclusos: mão-de-obra com encargos sociais. preparação do local.09. de forma a atender ao projeto e às especificações técnicas. k) a área afetada pelas operações de construção e execução deve ser recuperada mediante a limpeza do canteiro de obras. pois acarretaria desmatamento desnecessário. j) o tráfego de máquinas e funcionários deve ser disciplinado de forma a evitar a abertura indiscriminada de caminhos e acessos. f) a exploração das pedreiras deve ser planejada de modo a minimizar os danos inevitáveis e possibilitar a recuperação ambiental após a retirada de todos os materiais e equipamentos. controle da qualidade e eventuais necessários à completa execução dos serviços. exceto quando autorizados pela fiscalização. perdas.09. h) todo o material excedente de escavação ou sobras deve ser removido das proximidades das obras.09. assim como lastros de areia ou cascalho não devem ser objeto de medição. assim como não devem ser medidos quaisquer volumes executados além das dimensões do projeto. ET-DE-H00/011 EMISSÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (CONTINUAÇÃO) A FOLHA mar/2007 6 de 6 e) deve ser evitada a exploração de pedreiras em áreas de preservação ambiental.02 – Enrocamento com Pedra Arrumada e Rejuntada m³ 24. i) o material excedente da execução dos enrocamentos deve ser transportado para local pré-definido em conjunto com a fiscalização. . Os serviços recebidos e medidos da forma descrita são pagos conforme os preços unitários contratuais respectivos. g) quando o material pétreo for adquirido de terceiros. Limpeza do terreno e destocamento. desde que citada a fonte – DER/SP – mantido o texto original e não acrescentando qualquer tipo de propaganda comercial.