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Poder Judiciário

Justiça do Trabalho
Tribunal Superior do Trabalho

A C Ó R D Ã O
6ª Turma
ACV/vm/gvc
RECURSOS DE REVISTA DA CAIXA ECONÔMICA
FEDERAL E FUNCEF INTERPOSTOS ANTES DA
VIGÊNCIA DA LEI Nº 13.015/2014.
MATÉRIAS
COMUNS.
PRELIMINARES
E
PREJUDICIAIS.
ANÁLISE
CONJUNTA.
COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO. Em
face da modulação dos efeitos da decisão
proferida pelo Pleno do e. Supremo
Tribunal Federal, nos autos do Recurso
Extraordinário

586.453-7
encontra-se preservada a competência da
Justiça do Trabalho para apreciar a
questão relativa aos recolhimentos
previdenciário suscitada nos presente
autos até sua final execução. Recurso de
revista não conhecido.
PRESCRIÇÃO. CTVA. PEDIDO DE DIFERENÇAS
SALARIAIS E DE INTEGRAÇÃO DE PARCELA NO
SALÁRIO
CONTRIBUIÇÃO
DE
FUTURO
BENEFÍCIO
DE
COMPLEMENTAÇÃO
DE
APOSENTADORIA. CONTRATO DE TRABALHO EM
CURSO. A pretensão de reconhecimento de
natureza salarial de parcela inerente
ao contrato de trabalho, com o objetivo
de integrá-la ao salário contribuição
de futuro benefício previdenciário e
possíveis reflexos no saldamento do
plano anterior atrai a incidência da
prescrição parcial quinquenal, na
medida em que, caso confirmado o direito
postulado, a lesão decorrente da sua
inobservância é de trato sucessivo, que
se renova mês a mês. Precedentes.
Recursos de revista não conhecidos.
RECURSO
DE
REVISTA
DA
FUNCEF.
PRELIMINAR REMANESCENTE. NULIDADE POR
CERCEAMENTO DO DIREITO DE DEFESA.
MATÉRIA REMANESCENTE. Não afronta o
artigo 5º, LIV e LV, da Constituição
Federal o indeferimento do pedido de
realização de prova pericial atuarial
com base no Decreto-Lei nº 806/69, uma
vez que o regulamento da entidade de
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PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.2011.5.12.0004

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PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.2011.5.12.0004
previdência privada que será observado
nesta demanda foi elaborado seguindo as
regras atuariais. Ademais, na fase de
execução, caberá ao juízo decidir a
necessidade de perícia atuarial, não
consistindo, neste momento processual,
cerceamento do direito de defesa o
indeferimento do pedido de perícia.
Intacto o artigo 5º, LIV e LV, da
Constituição
Federal.
Recurso
de
revista não conhecido.
RECURSOS DE REVISTA DA CAIXA ECONÔMICA
FEDERAL E FUNCEF INTERPOSTOS ANTES DA
VIGÊNCIA DA LEI Nº 13.015/2014.
MATÉRIAS COMUNS. ANÁLISE CONJUNTA.
INTEGRAÇÃO DE PARCELAS SALARIAIS PARA
RECÁLCULO DE SALDAMENTO. ADESÃO AO NOVO
PLANO. TRANSAÇÃO. EFEITOS. CONTRATO EM
CURSO. A adesão da reclamante ao novo
plano de previdência privada não a
impede de discutir o recálculo do
Saldamento, em relação ao
plano
anterior, pela constatação de que fora
indevidamente desconsiderada para a
base de cálculo do benefício, parcelas
de cunho salarial. A pretensão não
retrata
pinçamento
de
benefícios
traduzidos em ambos os planos, mas de
correção de cálculo de parcelas, cujos
direitos incorporaram ao patrimônio
jurídico da autora. Recursos de revista
não conhecidos.
RECURSO DE REVISTA DA CAIXA ECONÔMICA
FEDERAL. MATÉRIAS REMANESCENTES. CTVA.
FUNÇÃO DE CONFIANÇA. INTERPRETAÇÃO
EXTENSIVA. MATÉRIAS REMANESCENTES. Não
se cogita de infringência ao artigo 114
do
Código
Civil,
que
trata
de
interpretação restritiva de negócios
jurídicos
benéficos,
quando
expressamente consignado no v. acórdão
impugnado que os Regulamentos do Plano
de Benefícios e normas internas
estabelecem estreita ligação com o
pagamento do CTVA no que se refere ao
pagamento do cargo em comissão ou da
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PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.2011.5.12.0004
função de confiança e servem de base de
cálculo para o salário de contribuição
estabelecido pela FUNCEF. Recurso de
revista não conhecido.
FONTE DE CUSTEIO. Carece de interesse
processual a reclamada, pois o eg. TRT
autorizou a retenção da cota parte da
empregada
para
fazer
frente
ao
acréscimo deferido. Recurso de revista
não conhecido.
RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DA CEF EM
RELAÇÃO AOS REFLEXOS DE INTEGRAÇÃO DE
PARCELA SALARIAL EM PLANO DE BENEFÍCIO
PREVIDENCIÁRIO. Em se tratando de
pedido de reconhecimento da natureza
salarial de parcela referente ao
contrato
de
trabalho
vigente,
objetivando reflexos em Plano de
Benefício Previdenciário Complementar,
não há como se afastar a legitimidade
passiva ad causam da atual empregadora,
assim
como
sua
responsabilidade
solidária, em face de eventuais
diferenças a serem reconhecidas em
favor do reclamante. Precedentes.
Recurso de revista não conhecido.
RECURSO DE REVISTA DA FUNCEF. MATÉRIAS
DE
MÉRITO
REMANESCENTES.
RESERVA
MATEMÁTICA. TETO. JUROS E CORREÇÃO
MONETÁRIA. DESCONTOS PREVIDENCIÁRIOS E
FISCAIS. No que se refere aos pedidos
relativos
ao
limite
do
teto
previdenciário e a proporcionalidade do
benefício,
bem
como
descontos
previdenciários o recurso encontra-se
sem fundamentação jurídica, nos termos
do art. 896 da CLT, na medida em que a
parte não indica violação a dispositivo
da Constituição Federal ou de lei,
contrariedade a Súmula ou Orientação
Jurisprudencial desta Corte e nem traz
arestos
para
a
demonstração
de
divergência de teses. No que concerne
ao pedido de manutenção da determinação
no sentido de imputar-se à parte autora
e a patrocinadora a recomposição da
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PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.2011.5.12.0004
reserva matemática pertinente, bem como
o aporte das contribuições, conforme
determinam os artigos 6º da Lei
Complementar nº 108/01 e 202 da
Constituição Federal, sem interesse
recursal a reclamada, uma vez que já
determinado pelo eg. TRT. Quanto aos
juros de mora, verifica-se que o eg TRT
aplicou a Súmula nº 381 desta Corte, a
partir do ajuizamento da ação, nos
termos do art. 39, § 1º, da Lei nº
8.177/1991. Em consonância com a
jurisprudência desta Corte, portanto.
Recurso de revista não conhecido.
RECURSO DE REVISTA DA RECLAMANTE. FONTE
DE CUSTEIO. COTA PARTE DO EMPREGADO.
NECESSIDADE
DE
RECOLHIMENTO.
EQUILÍBRIO ATUARIAL. Quando há aportes
financeiros considerando um salário de
benefício e, em razão de condenação
judicial, a base de cálculo desse
salário de benefício é majorada,
impõe-se a recomposição da fonte de
custeio em relação a essa diferença,
conforme determinação constitucional
(art. 202, caput, da CF). É de se
ressaltar que a fonte de custeio dos
planos de previdência complementar é
composta
pelas
contribuições
dos
participantes e pelo investimento
desses recursos. Dessa forma, quando
ocorre tal situação (não prevista e não
contabilizado nos cálculos atuariais),
deve haver um reequilíbrio do plano.
Assim, cada uma das partes, responsável
pela realização dos aportes, deve
efetuar a devida contribuição sobre a
diferença
apurada,
sob
pena
de
desequilíbrio atuarial do plano de
benefícios. Neste contexto, não cabe
falar em ausência de responsabilidade
da reclamante pelo aporte da sua cota
parte. Recurso de revista conhecido e
não provido.
PERCENTUAL DE 5% SOBRE A CTVA. NORMA
COLETIVA. A eg. Corte Regional não se
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FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS FUNCEF e MARIA DE LOURDES KEMPF e Recorridos OS MESMOS.5.12. 1. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho .660. julgou os recursos ordinários de ambas as partes. Por fim. Traz aresto da c. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. em que são Recorrentes CAIXA ECONÔMICA FEDERAL . parágrafo 3º. art.2011. 1619/1633 e 1739/1743. Tribunal Regional. da CF. A CEF.090 do CC/1916.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. II. 1551/1583. da Constituição Federal. conforme MP 2. XXVI. Aponta violação do art. sustenta que não há qualquer relação entre a CAIXA e FUNCEF que garanta a identificação dessas instituições como pertinentes a mesmo grupo econômico. § 3º. 462 da CLT.tst. Recurso de revista não conhecido. suscita a incompetência da Justiça do Trabalho para julgar ações que envolvam planos de previdência de complementação de aposentadoria. de modo a Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho.jus. ao qual a empregada estava filiada. Destaca que não há lei que obrigue o patrocinador a arcar com a cota parte do associado.020/1990 e ao art. as partes interpuseram recurso de revista. Aponta violação dos arts. O eg. SBDI-1 do TST para confronto de teses. e 37. Vistos. complementado às fls. Aponta afronta ao art. TRT afronta a teoria do conglobamento ao incluir uma parcela prevista em um regulamento (NOVO PLANO). Alega que o eg.CEF. Ppugna pela aplicação da prescrição total.5. 5º. 6º da Lei 8.5 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. Argumenta que o saldamento foi feito após negociação coletiva. requer seja determinado o recolhimento da contribuição correspondente da reclamante. Incidência da Súmula 297 do TST. 7º. viabilizando a adesão espontânea do empregado ao Novo Plano de benefícios de previdência complementar criado pela FUNCEF. nas regras estabelecidas noutro plano (REPLAN). Sustenta que deve ser respeitada a transação havida por ocasião do saldamento. Inconformadas. às fls. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. relatados e discutidos estes autos de Recurso de Revista n° TST-RR-5149-24.0004.637/1.200-2/2001. sem a observância das demais regras. da CF e 6º. conforme os termos dos artigos 202. Caso mantida a condenação. da Lei Complementar 108/2001.2011.fls.12.0004 manifestou sobre o tema. caput. 114 do CC c/c art. 1. mediante o acórdão de fls.

c/c LC 101/00. § 2º. 184. Argui preliminar de nulidade por cerceamento do direto de defesa.fls. caput. 68. suscita a transcendência prevista no art. decisão regional afronta o ato jurídico perfeito e acabado (artigo 5º.700 e 1. Argumenta que o artigo 3º. qualquer disposição que permita a inserção de toda e qualquer parcela paga pela CEF aos seus empregados. II. da CLT. da Constituição Federal.453 e aponta violação dos artigos 114. diante de sua adesão às suas regras. bem como contrariedade às Súmulas 294 e 326 do TST. 202 da Constituição Federal. abonos e verbas de qualquer natureza pagas aos ativos. Invoca a RE 586. bem como do artigo 6º da LC 109/01. I. 202. Diz que não pode integrar algo duplamente.tst. às fls.12. Traz arestos para confronto de teses. Alega que a v. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho .671/1. da Lei Complementar nº 108/201 veda o repasse aos inativos de ganhos de produtividade. dentre outras questões. Aponta violação dos artigos 5º. 2º. 68 da LC 109/2001 e 113 do CPC.2011. Traz arestos para confronto de teses. Entende que a reclamante tinha conhecimento dos critérios de cálculo utilizados quando do Saldamento. 182. 31.jus. da CF. 840 e 841 do CC. VI.754. § 3º. A FUNCEF. 202. 1. do TST. que por sua vez foi Saldado. parágrafo único. nos termos dos arts. Aponta violação dos artigos 265 do CC. o contrato de trabalho e o contrato de previdência privada não se confundem. Diz que a opção por novo regramento atrai a aplicação da Súmula 51. conforme MP 2. Sustenta que o pedido atrai a prescrição total. da Constituição Federal e 13 da LC 109/2001. Invoca o teor do artigo 818 da CLT. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. Indica afronta aos artigos 11 da CLT e 7º. Argumenta que a reclamante estava vinculada ao Plano de Benefícios REG/REPLAN. Alega que os regulamentos da recorrente não preveem a inserção da CTVA e que não há na REG/REPLAN.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. 104. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. Invoca o teor dos artigos 37. Indica violação do artigo 5º. Traz arestos para confronto de teses. 202. da LC 109/2001 e 458. XXIX. da Constituição Federal e 163. caput. 896-A da CLT e a incompetência absoluta desta Especializada para o julgamento de toda e qualquer controvérsia decorrente da relação previdenciária. da Constituição Federal.750/1. LIV e LV. XXXVI.5. da Constituição Federal. §2º. Invoca o teor do artigo 114 do CC. Argumenta que. na quitação de todo e qualquer discussão anterior.200-2/2001. § 1º. caput.6 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. 138.0004 viabilizar a responsabilização solidária. que importaram. XXXVI. sob pena de enriquecimento indevido da Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. da Constituição Federal. inclusive na modalidade Saldada.

Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.782 e 1. fls.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. 1.783/1. Requer seja mantida a determinação no sentido de imputar-se à parte autora e a patrocinadora a recomposição da reserva matemática pertinente.5. É o relatório.749/1. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira.763. INCOMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO. ANÁLISE CONJUNTA. bem como o aporte das contribuições.7 . Pugna pela concessão dos reajustes de 5% oriundos de normas coletivas sobre a parcela CTVA durante todo o período imprescrito. que seja mantido o entendimento que determinou a observância dos parâmetros previstos em Regulamento. vedado pelos artigos 884 e 885 do CC. que haja incidência de juros e correção monetária somente a partir do ajuizamento da ação e que sejam deferidos os descontos previdenciários. pela FUNCEF às fls. tendo em vista o não recolhimento na época própria.831. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho.754.816.12.757/1. 1. quanto à prescrição aplicada. despacho de fls. 1. 1. às fls. Traz aresto para confronto de teses. Os recursos de revista das reclamadas foram admitidos pelo r. e o recurso da reclamante foi admitido quanto à responsabilidade da cota parte para formação da reserva matemática. 1.768/1.802. Traz arestos para confronto de teses. por divergência jurisprudencial.803/1.2011. pela CEF às fls. por divergência jurisprudencial.200-2/2001. A reclamante.jus. V O T O RECURSOS DE REVISTA DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL E FUNCEF. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.819/1. Contrarrazões apresentadas pela reclamante às fls.0004 reclamante. que seja reconhecida a prescrição quinquenal.tst. conforme MP 2. bem como os fiscais cabíveis. requer seja declarada a responsabilidade da primeira reclamada ao pagamento de sua cota parte para formação da reserva matemática. conforme determinam os artigos 6º da Lei Complementar n° 108/01 e 202 da CF. Os autos não foram remetidos ao Ministério Público do Trabalho para emissão de parecer.

fls. nos termos do que dispõe o art. § 2º. 114 da Constituição Federal. servindo apenas para desvincular a natureza salarial que essas parcelas previdenciárias eventualmente possam ensejar. COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA. da Constituição da República de 1988 não é definidora de competência. ENTIDADE DE PREVIDÊNCIA PRIVADA.12. ante o permissivo contido no art. todos do CPC. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. Redator designado). conforme a ementa a seguir transcrita: COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO. julgou recentemente (no dia 20/02/2013) o Tema nº 190 intitulado “Competência para processar e julgar causas que envolvam complementação de aposentadoria por entidades de previdência privada”. “Tendo o direito perseguido pelos autores.200-2/2001. 202. conforme MP 2. cuja decisão a quo foi proferida em data anterior. Ministro João Oreste Dalazen.Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. decisão regional: INCOMPETÊNCIA ABSOLUTA EM RAZÃO DA MATÉRIA (ARGUIDAS POR AMBAS AS RÉS) As rés aduzem que a Justiça do Trabalho não é competente para dirimir as questões que envolvam o contrato de complementação de aposentadoria custeada pela Entidade de Previdência Fechada. 769 da CLT. na sua composição plenária. É certo que o STF. reconheço a competência da Justiça do Trabalho para apreciar e julgar a demanda no que diz respeito à complementação de aposentadoria e todos os aspectos que a envolvem. nascido do contrato de trabalho havido entre as partes. 113 e 301. 1ª Turma. donde exsurge a competência desta Justiça Especializada para processar e julgar a demanda. aplicados subsidiariamente ao processo trabalhista. A regra insculpida no art. Nesta situação se encontra a presente demanda. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. relativamente à inscrição no novo plano de benefícios previdenciários.5.jus. Eis o teor da v. devendo ser remetidos os autos ao Juízo competente. O pedido e a causa de pedir estão baseados sobremaneira e de forma originária no contrato de trabalho e não no plano de previdência firmado diretamente com a entidade de previdência privada. em que reconheceu a competência da Justiça Comum. Rejeito a preliminar. Portanto. nos termos dos arts. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. modulou os efeitos da decisão para reconhecer a competência da Justiça do Trabalho para a execução de todas as causas da espécie que hajam sido sentenciadas até a data do julgamento (20/02/2013).2011. Todavia. ao final.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. Decisão de 12.tst.01. II e § 4º. inafas tável reconhecer-se a competência da Justiça do Trabalho” (RR n.12.8 . No mesmo sentido também já decidiu o TST.º 7000129.0004 RAZÕES DE NÃO CONHECIMENTO.

453 e aponta violação dos artigos 114. e que.200-2/2001. realizada em 20/02/2013.tst. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. conforme informações extraídas do Informativo STF nº 577/2010. Ministra Ellen Gracie. Cita julgados do c.0004 A CEF suscita a incompetência da Justiça do Trabalho para julgar ações que envolvam planos de previdência de complementação de aposentadoria.jus. STF. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . A FUNCEF suscita a incompetência absoluta desta Especializada para o julgamento de toda e qualquer controvérsia decorrente da relação previdenciária. Invoca a RE 586. A matéria.. 31. STJ e do e. a complementação de aposentadoria tivera como origem um contrato de trabalho já extinto. 14.) no caso sob análise.12. 18. prevaleceram os fundamentos constantes do voto da Exma. 12.2011.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. Supremo Tribunal Federal que. em sessão Plenária. 17. 6º. TST para declarar a competência da Justiça Comum para julgar causas envolvendo complementação de aposentadoria por entidade de previdência privada. uma vez que há sentença de mérito proferida antes do dia 20/02/2013. Na oportunidade. conforme afirmado também no julgado regional. teve repercussão geral reconhecida pelo e.fls. que ressaltou a ausência de relação de trabalho a justificar o reconhecimento da atuação jurisdicional desta Justiça Especializada nestas ações. 2º. nem com o fundo de Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. Relatora do feito. 68 da LC 109/2001 e 113 do CPC.5. reformou acórdão proferido por este c. em recente julgamento do Recurso Extraordinário nº 586.9 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. 2º. 10.453-7.. o beneficiário não mais manteria nem com ela. 7º. § 1º. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. data fixada pelo STF para a modulação dos efeitos da decisão que declarou a incompetência da justiça do trabalho para julgar os processos que envolvam complementação de aposentadoria por entidades de previdência privada. a saber: "(. Corte Regional entendeu que se encontra preservada a competência da Justiça do Trabalho para apreciar o pedido de recolhimento de contribuições previdenciárias. conforme MP 2. Aponta violação dos artigos 114 e 202 da Constituição Federal. 202 da Constituição Federal. 1º. 9º. 31 e 68 da LC 109/2001. apesar de a instituição ex-empregadora ser garantidora da entidade fechada de previdência. A eg.

a saber: "Art. Ministra Relatora que "a competência não poderia ser definida tendo em conta o contrato de trabalho já extinto. perante a Justiça Comum. aplicada. Tal medida revelou-se necessária. ante a inexistência de relação trabalhista entre o beneficiário e a entidade fechada de previdência complementar". e tendo em vista razões de segurança jurídica ou de excepcional interesse social. a norma constante do art. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho .2011. além da ausência de identidade procedimental entre os sistemas processuais adotados pela justiça trabalhista e cível.10 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. e 37.5. conclui a Exma. que evidenciou os princípios da celeridade processual e da eficiência. por maioria de dois terços de seus membros. relação de emprego. e que caberia à Justiça Comum o julgamento da causa..)" .br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. conforme MP 2. Supremo Tribunal Federal. por estar disciplinada no regulamento das instituições (art. da Constituição Federal. expressos nos artigos 5º. (. LXXVIII.868/1999. Ministra Ellen Gracie.. Cumpre esclarecer que a modulação dos efeitos de decisões proferidas pelo e. CF. STF possui expressa previsão em lei. regulamentado pelo art. dia em que encerrado o julgamento do Recurso Extraordinário nº 586. Ao declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo. Não obstante. A proposição de modulação da decisão também já constava do voto da Relatora do feito. 20/02/2013. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. decorrente do perigo de se determinar que inúmeros processos já julgados pela Justiça do Trabalho fossem encaminhados à Justiça Comum para serem novamente sentenciados. 68 da Lei Complementar 109/2001) (. a fim de evitar grave prejuízo social.200-2/2001. ou seja. por analogia. caput.0004 previdência. Assim.. 202.12. 27 da Lei nº 9.tst.453-7 pelo Pleno do e. poderá o Supremo Tribunal Federal. Exma..fls.) a relação entre o associado e a entidade de previdência privada não é trabalhista. restringir os efeitos daquela declaração ou decidir Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. sendo. restou ressalvada a competência desta Justiça do Trabalho para prosseguir no julgamento dos feitos em que já constatada a existência de sentença até a data em que se definiu a questão. § 2º. 27.jus.. neste caso. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. circunstância que dificultaria a continuidade do julgamento de processos sentenciados pela Justiça do Trabalho.

diante da modulação dos efeitos da decisão proferida pelo Pleno do e. Eis o teor da v. decisão regional: RECURSO DA AUTORA PRESCRIÇÃO TOTAL A autora pretende afastar a prescrição total do direito de ação reconhecida em primeira instância. não é possível – porque jungida à determinação legal – as partes alterarem sponte sua a natureza das parcelas. Primeiro. percentagens. equiparada a preceito de lei. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. Segundo. sendo devida sua integração à remuneração para todos os efeitos. por se tratar de lesão que se renova mês a mês (prestação sucessiva).11 .453-7 encontra-se preservada a competência da Justiça do Trabalho para apreciar a questão relativa aos recolhimentos previdenciário suscitada nos presente autos até sua final execução. Por sua vez.12. Ante o exposto. Ao contrário do que entendeu o Julgador a quo. conforme MP 2.0004 que ela só tenha eficácia a partir de seu trânsito em julgado ou de outro momento que venha a ser fixado. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. RAZÕES DE NÃO CONHECIMENTO. gratificações ajustadas. bem como não há falar em divergência jurisprudencial. nos autos do Recurso Extraordinário nº 586. A habitualidade e a periodicidade determinam também o caráter salarial da parcela paga ao empregado. penso não há como aplicar o entendimento constante da Súmula nº 294 do TST.200-2/2001. o parágrafo 1º do mesmo dispositivo estipula que não só da importância fixa estipulada entre as partes se compõe o salário. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. a sua composição. Intactos os dispositivos da Constituição Federal e de lei indicados.2011. fls. Supremo Tribunal Federal. diárias para viagens e abonos pagos pelo empregador.Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.tst.5. O caput do art.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. Nesse norte. não está ao alvitre das partes definir a natureza jurídica de quaisquer parcelas pagas ao trabalhador. não conheço. Além do que. ou mesmo. 457 da CLT define salário o valor pago como contraprestação pelo serviço. mas também as comissões.jus. porque a parcela está prevista em norma regulamentar. PRESCRIÇÃO TOTAL." Sendo assim. caso o valor final seja decorrente do somatório de outras tantas parcelas. RECONHECIMENTO DA NATUREZA SALARIAL DO CTVA PARA O FIM DE INTEGRAÇÃO NA BASE DE CÁLCULO DAS CONTRIBUIÇÕES PARA A COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA.

houve alteração na forma de tratamento conferido à CTVA (complemento temporário variável de ajuste de mercado). Do mesmo modo. em 1998.5.tst. bem como contrariedade às Súmulas 294 e 326 do TST.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. com a criação do Plano de Cargos Comissionados – PCC. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. não há como determinar a aplicação da Súmula nº 294 ao presente caso. Dou provimento ao recurso para afastar a prescrição total pronunciada em primeira instância quanto às diferenças de CTVA e a sua inclusão na base de cálculo do saldamento e das parcelas integrantes do salário de contribuição da aposentadoria complementar. SBDI-1 do TST para confronto de teses. mas tão-somente as parcelas anteriores ao quinquênio. 75 da LC nº 109/2001. Portanto. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . A CEF alega que a pretensão de reflexos da parcela CTVA sobre o salário de contribuição Reg/Replan está prescrita. Traz aresto da c. XXIX. Indica violação dos artigos 11 da CLT e 7º.fls. ocasião em que deixou de ser considerada para o fim de integração ao salário de benefício do plano de aposentadoria complementar. uma vez que não atingido o direito de ação. não há controvérsia quanto ao fato de que em 1998. Indica afronta aos artigos 11 da CLT e 7º. 7º. A não inclusão da parcela CTVA no cálculo do saldamento (valor saldado) e na integralização da reserva matemática resulta em lesão que se renova mês a mês. porquanto apenas quando o principal resta devido é que o direito acessório pode ser postulado. 347. declaro não ter havido mácula ao disposto nos arts. em que a suposta lesão se renova mês a mês.048/99. pela primeira ré (CEF). A FUNCEF sustenta que a parte autora pretende a inclusão de verbas no seu salário de participação face às alterações dos planos de cargos e salários da primeira reclamada ocorridas em 1998. XXIX. enquanto não efetuada a inclusão. nas Súmulas nºs 294 e 326 do TST e na Súmula nº 427 do STF.200-2/2001. Para efeitos de prequestionamento. do reconhecimento judicial da existência de diferenças salariais nasce o direito à incidência da contribuição previdenciária. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. conforme MP 2. Traz arestos para confronto de teses.jus. da CF.2011. bem como contrariedade à Súmula 294 do TST. eis que o marco prescricional é a criação da parcela. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. da Constituição Federal. não há como reconhecer a prescrição total.12. Ademais. razão pela qual a prescrição é contada a partir de cada uma delas.12 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.213/91. 103. §1º.0004 Se o pretenso direito à parcela decorre de alteração do pactuado com infringência às normas legais. da Constituição Federal. inc. XIX. 11 da CLT. de modo a atrair a prescrição total. parágrafo único. da Lei nº 8. do Decreto nº 3.

INTEGRAÇÃO NA BASE DE CÁLCULO DAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FUNCEF. in verbis: “(. caput.. reconhecida a natureza salarial da verba e. 457.496/2007. em que a suposta lesão se renova mês a mês. então. razão pela qual a prescrição é contada a partir de cada uma delas. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira.) RECURSO DE EMBARGOS DA CEF REGIDO PELA LEI 11. Discute-se a prescrição aplicável à pretensão de diferenças salariais pela inclusão do CTVA (Complemento Temporário Variável de Ajuste ao Piso de Mercado) na base do salário contribuição para fins de cálculo de benefício previdenciário. É parcial a prescrição à pretensão de incidência do CTVA (Complemento Temporário Variável de Ajuste de Mercado) sobre as contribuições para a FUNCEF.. PRESCRIÇÃO. CTVA. TRT afastou a prescrição total decretada por entender que o pretenso direito à parcela decorre de alteração do pactuado com infringência às normas legais (art. O CTVA configura parcela instituída pela Caixa Econômica Federal por meio de Plano de Cargos e Salários. Isso porque. buscando harmonizar o valor da remuneração ao valor do Piso de Referência de Mercado. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . assumindo.5. em se tratando de contrato de trabalho em curso.2011. mas em norma interna empresarial. Não obstante se tratar de benefício não previsto em lei.jus. Entendeu que a forma de tratamento conferido à CTVA e sua não inclusão no cálculo do saldamento (valor saldado) e na integralização da reserva matemática resulta em lesão que se renova mês a mês.0004 O eg. NÃO INCIDÊNCIA DA SÚMULA 294 DO TST.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. da CLT). nítida característica de verba salarial. enquanto não efetuada a inclusão. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. Nesse sentido.13 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.200-2/2001. de forma a repercutir nos proventos da aposentadoria complementar. conforme MP 2. citam-se os seguintes precedentes deste Tribunal.12. não se cogita de prescrição total à pretensão à inclusão da verba CTVA no salário contribuição para efeito de cálculo de futuro benefício previdenciário.tst. Sabe-se que a parcela CTVA foi instituída pela CEF com a finalidade de complementar a remuneração do empregado que exerce cargo de confiança. e o fato de a empregadora não incluir o valor respectivo no cálculo das contribuições para a FUNCEF não constitui ato Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho.fls. assim como o valor pago a título de cargo em comissão. não incide no caso concreto a prescrição total.

Redator Min. A pretensão diz respeito a direito que se renova mensalmente. Lélio Bentes Corrêa). com sua composição completa.) CTVA . a controvérsia não atrai a incidência da Súmula 294 do TST.) PEDIDO DE RECONHECIMENTO DA NATUREZA SALARIAL DO CTVA PARA O FIM DE INTEGRAÇÃO NA BASE DE CÁLCULO DAS CONTRIBUIÇÕES PARA A COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA.189100-13. a cada contribuição para a previdência complementar.. Entendimento pacificado pela SBDI-1.5. Data de Publicação: DEJT 24/10/2014) "RECURSO DE REVISTA (. nas sessões realizadas em 8/11/2012 (E-RR 400-89. Precedentes. Relatora Ministra: Kátia Magalhães Arruda. nos termos do art. da CLT.0512. como determinado pelo TRT. a sua natureza salarial. Registre-se que a pretensão declaratória é imprescritível. sobretudo para fins de Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. ainda quando dela derive outra pretensão de natureza condenatória. Conforme tem sido reiteradamente decidido por esta Corte Superior. 6ª Turma. Desse modo. possui natureza jurídica salarial..PRECEDENTES DA SBDI-1.jus. (.200-2/2001.INTEGRAÇÃO NA BASE DE CÁLCULO DA COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA . conforme MP 2. Data de Julgamento: 13/03/2013. § 1º.12. Relator Min. Data de Publicação: 15/03/2013) "(.5.NATUREZA SALARIAL . Recurso de revista de que não se conhece. apesar da variabilidade de seu valor. quando for inferior ao valor do Piso de Referência de Mercado.0015.. e em 21/2/2013 (E-RR 61200-50. atraindo apenas a prescrição parcial.2011.)" (RR .fls. e considerando-se que integra o salário de contribuição para a FUNCEF. consequentemente.14 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. Subseção I Especializada em Dissídios Individuais. Tratando-se de parcela que compõe a remuneração do cargo de confiança.5. a parcela CTVA (complemento temporário variável de ajuste de mercado) foi instituída pela Caixa com a finalidade de complementar a remuneração do empregado em exercício de cargo de confiança.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. Data de Julgamento: 16/10/2014. sendo devidas as contribuições respectivas. Com efeito.2007. visto a pretensão envolver a interpretação do regulamento de benefícios em vigor para se determinar se é devida a incidência das referidas contribuições sobre o CTVA.04. cabível a sua inclusão na complementação de aposentadoria. Ives Gandra Martins Filho). o que demonstra seu caráter contraprestativo e.2007. conforme previsto na Circular Normativa DIBEN 018/98.2007.04. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira..16. porque supostamente ungido pela prescrição total.0004.5. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho .tst. tampouco alteração do pactuado.5.. Recurso de embargos conhecido e não provido.0010 ..” (E-ED-AIRR e RR 38900-11. Relator Ministro: Augusto César Leite de Carvalho.2008. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. A CTVA é a adequação do montante pago pela CEF aos ocupantes de cargo em comissão ao valor de mercado e. 457.0004 único do empregador. não obstante esteja evidente o caráter retributivo da fração do salário cuja natureza teria sido assim desvirtuada pelo empregador. na hipótese de fragmentar o salário e atribuir a um desses fragmentos a natureza indenizatória.16. o empregador não está imune.

II . privativamente: I . Eis o teor da v.jus.12. Data de Julgamento: 11/04/2013. conforme MP 2. Subseção I Especializada em Dissídios Individuais. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. 640) está alicerçada no Decreto-Lei nº 806/69.2007. como óbice ao processamento do recurso de revista o disposto no artigo 896. XXIX. no caso. § 4º. 4º O exercício da profissão de atuário compreende. pois. encontra-se em sintonia com a atual jurisprudência desta c. que estabelece no seu artigo 4º as atribuições privativas do atuário.07.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. das Associações ou Caixas Mutuárias de Pecúlios e dos órgãos oficiais de seguro e resseguros.a elaboração dos planos e a avaliação das reservas técnicas e matemáticas das empresas privadas de seguro. da Constituição Federal. Intacto o art. (E-ED-RR 146100-27. RECURSO DE REVISTA DA FUNCEF. e dos prêmios de capitalização bem como dos prêmios especiais ou extraprêmios relativos a riscos especiais. PRELIMINAR DE NULIDADE POR CERCEAMENTO DO DIREITO DE DEFESA. Embargos não conhecidos. razão por que deve integrar a base de cálculo da complementação de aposentadoria.0004 incidência das contribuições previdenciárias. Corte. decisão regional: CERCEAMENTO DO DIREITO DE DEFESA POR AUSÊNCIA DE PERÍCIA ATUARIAL (ARGUIDA PELA FUNCEF) A alegação da segunda ré de que foi cerceada no seu direito de defesa com o indeferimento do pedido de realização de prova pericial atuarial (despacho da fl.2011.200-2/2001. Data de Publicação: 19/04/2013) A decisão regional. Incide. Não conheço.a determinação e tarifação dos prêmios de seguros. III . a teor dos precedentes da SBDI-1 desta Corte.5. in verbis: Art. da CLT.15 . 7º. restando superados os arestos colacionados para exame.a análise atuarial dos lucros dos seguros e das formas de sua distribuição entre os segurados e entre os portadores dos títulos de capitalização.tst. fls.Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. de capitalização de sorteios das instituições de Previdência Social. RAZÕES DE NÃO CONHECIMENTO. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. Relator Ministro: Ives Gandra Martins Filho. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.0011 .5.

encarregados de orientar e fiscalizar atividades atuariais.16 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. frente à sua especificidade. no momento da elaboração da conta de liquidação não haverá necessidade de serem avaliados os riscos do empreendimento ou outros fatores que exijam a realização de estudos estranhos à ciência da matemática. indenizações. Nos termos da legislação acima citada. avaliação dos riscos e fixação do valor dos prêmios.12. nos termos do § 2º do art. na hipótese dos autos. não pairam dúvidas acerca da necessidade do trabalho profissional do atuário no momento da elaboração dos planos de previdência privada. as quais foram elaboradas seguindo as regras atuariais.tst. de capitalização.o desempenho de cargo técnico atuarial no serviço Atuarial do Ministério do Trabalho e Previdência Social e de outros órgãos oficiais semelhantes. de sorteios das carteiras dessas especialidades mantidas por instituições de Previdência Social e outros órgãos oficiais de seguros e resseguros e dos Balanços Técnicos das Caixas Mutuárias de Pecúlios.Plano BD para o Plano Misto de Benefícios Vale Mais. conforme MP 2. técnico esse especialista na matéria para sua realização. casos em que a perícia somente pode ser feita por atuário. segundo o disposto no artigo 421 do CPC. das instituições de previdência social. Essa norma legal também dispõe no seu artigo 5º. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. das associações ou caixas mutuárias de pecúlios ou sorteios e dos órgãos oficiais de seguros e resseguros. Nesse sentido.fls. além de realizar o seu acompanhamento periódico. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . alínea “f”. V .br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1.jus.200-2/2001.2011. conforme fundamentos às fls. com envolvimento da avaliação de reservas matemáticas de seguro e de capitalização. dos Balanços das empresas de seguros.a assinatura. já se pronunciou o TST: Quando a prova do fato depende de conhecimento técnico ou científico. como responsável técnico. Contudo. a questão objeto da perícia não está inscrita em previdência privada. pois o perito deverá seguir estritamente o comando da sentença e as regras já prefixadas no regulamento da entidade de previdência privada. tendo o juízo monocrático determinado a realização de prova pericial para a apuração do alegado prejuízo decorrente da migração do Plano de Benefício Definido . Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. que compete. calculando de probabilidades do evento morte.Todavia.0004 IV . especialista na área. ao atuário a peritagem e a emissão de pareceres sobre assuntos envolvendo problemas de competência exclusiva do atuário. benefícios e reservas matemáticas) vão além dos simples cálculos matemáticos. privativamente. uma vez que as variáveis analisadas para esse mister (média de tem po que os beneficiários receberam os valores dos planos. 603/604. o julgador é assistido por perito. consoante disposto no art. 5º do Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. 145 do mesmo CPC. pois devem demonstrar a viabilidade financeira da instituição de previdência que está sendo criada.5.

Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . LIV e LV. Data de Divulgação: DEJT 06/11/2009. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. Indica violação do artigo 5º. Relatora Ministra: Rosa Maria Weber. Logo.tst. Diante desse contexto.0060 Data de Julgamento: 21/10/2009. Dessa forma. não há a necessidade dos préstimos de um atuário.5. TRT concluiu que no momento da elaboração da conta de liquidação não haverá necessidade dos préstimos de um atuário. não se verifica que o indeferimento do pedido de realização de prova pericial atuarial com base no Decreto-Lei nº 806/69 incorreu em cerceamento de direito de defesa.67. (Processo: AIRR . neste momento processual. as quais foram elaboradas seguindo as regras atuariais.fls. Rejeito. cerceamento do direito de defesa o indeferimento do pedido de perícia. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. que trata da profissão de atuário e dá outras providências. de ser apurada por profissional habilitado e de confiança do juízo.75341. Ademais.0004 Decreto-Lei 806/69.) Por esses fundamentos. da Constituição Federal. uma vez que estão previstos no artigo 4º do Decreto-Lei nº 806/69 avaliação dos riscos do empreendimento e/ou outros fatores que exijam a realização de estudos estranhos à ciência da matemática.jus. que foi indeferida pelo Juízo. Esclareceu que o perito deverá seguir estritamente o comando da sentença e as regras já prefixadas no regulamento da entidade de previdência privada. rejeito a prefacial. LIV e LV. 4º do Decreto-Lei nº 806/69.12. caberá ao juízo decidir a necessidade de perícia atuarial.200-2/2001.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. O eg. inexistindo cerceamento de defesa. concluo que. uma vez que o regulamento da entidade de previdência privada que será observado nesta demanda foi elaborado seguindo as regras atuariais.2005. podendo o laudo ser afastado apenas mediante a existência de prova em sentido da sua incompetência e do comprometimento da imparcialidade do perito. não consistindo.5. por conseguinte.2011. conforme MP 2.03. para fins de liquidação da sentença. nos termos do art. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. da Constituição Federal. o que não se verificou no feito.17 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. para comprovar a veracidade das alegações ora vertidas. Intacto o artigo 5º. na fase de execução. 3ª Turma. sendo passível. A FUNCEF argui preliminar de nulidade por cerceamento do direto de defesa porque postulou prova pericial atuarial. a matéria em apreço não se inclui naquelas de competência privativa do atuário.

MATÉRIAS COMUNS. Sem razão. Tendo em vista o disposto no caput. nada mais havendo a reclamar uma parte à outra.tst. o(a) PARTICIPANTE e a FUNCEF dão-se.5. no caso.18 . E SALÁRIO DE RAZÕES DE NÃO CONHECIMENTO. RECURSO DE REVISTA DAS RECLAMADAS. irrevogável e irretratável quitação sobre qualquer obrigação ou direito referente às regras anteriores do REG/REPLAN e às regras do REB. em agosto de 2006.Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. O Termo de Adesão às Regras de Saldamento do REG/REPLAN e ao Novo Plano e Novação de Direitos Previdenciários assim estabeleceu na cláusula 3ª. PARÁGRAFO ÚNICO. transacionou e renunciou expressamente ao direito que ora postula em juízo. fls.200-2/2001. conforme MP 2. obrigações ou efeitos das regras anteriores do Regulamento do Plano de Benefícios REG/REPLAN. por livre e espontânea vontade abandonou o então REB para aderir ao REG/REPLAN saldado e migrar para o NOVO PLANO.12. decisão regional: TRANSAÇÃO/NOVAÇÃO/RENÚNCIA As rés pugnam pela extinção do feito com resolução de mérito. à luz do disposto no art. PARCELAS DEFERIDAS CONTRIBUIÇÃO. Afirmam que em março de 2002 a autora aderiu ao REB. RECÁLCULO DO VALOR SALDADO. bem como do Regulamento do Plano de Benefícios REB. Eis o teor da v. não se aplicando às partes quaisquer direitos. que lhe foi ofertado mediante assinatura do “Termo de Adesão às Regras de Saldamento do NOVO PLANO. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. Logo. intitulada “novação de direitos”: A partir da assinatura deste TERMO as regras constantes dos Capítulos XII e XV do Regulamento do Plano de Benefícios REG/REPLAN e as regras do Regulamento do Plano de Benefícios NOVO PLANO passam a reger a relação jurídica entre o(a) PARTICIPANTE e a FUNCEF.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. decorrente dos períodos em que esteve vinculada ao REB e ao REG/REPLAN.jus. plena.0004 Não conheço. do CPC. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. 269. mutuamente. transacionando direitos e obrigações decorrentes de planos anteriores. TRANSAÇÃO. III e V.2011. o REG/REPLAN e. MÉRITO. não abrangendo direitos decorrentes do contrato de trabalho que repercutam no valor saldado e na complementação da aposentadoria. Vê-se pelo teor da norma que a transação/ quitação alcança apenas as ações em que se discutam as regras do REG/REPLAN e REB. voluntariamente novou.

5. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.fls. O pleito não tem por fundamento a nulidade do termo de adesão ao novo plano.0004 A pretensão deduzida em juízo é de diferenças salariais (decorrentes da redução da parcela CTVA). Desse modo.200-2/2001. o que fere o direito adquirido. entendo não lhe assistir razão.) Desse modo. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . porque embora ela defenda o caráter benéfico das regras do Plano de Cargos e Salários.2011. a revisão de ato jurídico perfeito. tem o mesmo tratamento que aquele com menos importe funcional.. não há correlação entre os percentuais de majoração dos valores pagos a título de verbas salariais. em afronta ao princípio do conglobamento. MÉRITO CTVA. (. com repercussão no cálculo do valor saldado do REG/REPLAN e da reserva matemática. conforme MP 2. que foram transacionadas. Isto porque um trabalhador com mais tempo de serviço.tst. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. os estudos jurídicos realizados pela CAIXA concluíram que a quitação declarada pelos participantes no termo de adesão não atinge ações trabalhistas. faz jus a autora às diferenças da parcela CTVA decorrentes da redução. aplicando-se as regras de saldamento e do Novo Plano. a primeira ré também não trouxe aos autos. nego provimento ao recurso neste item. segundo consta do Ofício nº 532/2006.reduzindo – verbas salariais. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. (. vejamos: (. Tampouco envolve a aplicação parcial de mais de um regulamento.) Portanto. cargo em comissão e CTVA. desde que seja anterior a ele. desde que o direito discutido seja anterior à data do saldamento. invocada pela ré. Cumpre ainda acrescentar que. em parcelas vencidas e vincendas.jus. Aliás. como feitos. independentemente do fato de a ação ter sido ajuizada antes ou posteriormente à adesão.. que acresceu ao seu patrimônio profissional rubricas salariais. ou seja. não há aplicar a teoria do conglobamento. Senão.. do valor de Piso de Referência de Mercado verbas que pertencem ao patrimônio do trabalhador (vantagens pessoais e adicional por tempo de serviço) e o salário. Neste norte. são deduzidas. os critérios aptos a aferir a sua afirmação de que os cálculos. e não as regras do REG/REPLAN e REB. já restou demonstrado que o regramento sob análise causa prejuízos ao trabalhador ao atingir . No que diz respeito aos reajustes normativos.. visavam reduzir as distorções existentes no mercado. até a sua inclusão em folha de pagamento. concluíram ainda que a quitação exigida dos assistidos não atinge ações judiciais em que seja discutido direito que repercuta no saldamento.) Portanto. DIFERENÇAS. Além do que.12..19 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1.. também históricos profissionais desiguais são tratados igualmente.

.) da soma dos valores percebidos nos últimos 12 (. Do mesmo diploma consta a definição de como é computada a gratificação de função quando da percepção do benefício: 5. não é demais registrar que a legislação brasileira privilegia a livre negociação coletiva.01. CONTRIBUIÇÕES PARA ENTIDADE DE PREVIDÊNCIA PRIVADA. XXVI do art. instituiu o resgate das contribuições no item 7. DIFERENÇAS DE COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA.03. a complementação das contribuições à FUNCEF e a integralização da reserva matemática por conta das diferenças salariais. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. caso não se utilizem da faculdade contida no subitem 2.1. Entretanto. inscritos após 23.Patrocinadora ou aqueles associados. 1º volume de documentos). 184v. Inexistindo imposição legal cujo desrespeito importaria em nulidade da cláusula acordada.) meses (fl. a parcela de gratificação será calculada na base de 1/12 (.95.tst.12. vigente a partir de 13. Dou provimento parcial ao apelo para condenar a primeira ré a pagar as diferenças da gratificação CTVA decorrentes da redução.2. 184v – 1º volume de documentos) O REPLAN (Regulamento dos Planos de Benefícios).20 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. conforme MP 2. não há como reconhecer o direito aos reajustes normativos.1 No caso de ocupante de função de chefia e de assessoramento ou de função especializada.5. Salário real de benefício e o salário de contribuição do filiado à época da concessão do benefício (item 5. De acordo com o Regulamento Básico (REG).0004 É incontroverso que a referida parcela foi expressamente excluída dos reajustes salariais definidos em ACT.2011. adicional por tempo de serviço. por intermédio da livre negociação coletiva. Por sua vez.1. 10 da Lei nº 10. na respectiva data-base anual.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. fl. em parcelas vencidas e vincendas. 184v.2.1: Os associados que tiverem as suas inscrições canceladas em decorrência da rescisão do contrato de trabalho com a Instituidora.jus. terão direito ao resgate das Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. 7º da Constituição Federal .fls. 1º volume de documentos). Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . fl.200-2/2001.. A autora postula o recálculo do valor saldado na migração do REG/REPLAN para o NOVO PLANO. sob pena de infração ao inc. duodécimo e gratificação de função de chefia e de assessoramento ou de função especializada (item 5. até a efetiva implementação em folha de pagamento.. O art.2. o Salário de contribuição é a soma das seguintes parcelas que constituem a remuneração mensal do filiado: salário padrão.1.192/2001 dispõe o seguinte: Os salários e as demais condições referentes ao trabalho continuam a ser fixados e revistos.78.. que requererem aposentadoria. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira.

para incidência da contribuição.0004 contribuições sociais e/ou joias por eles efetivamente pagas.jus.10.12.200-2/2001. o contrato de trabalho do PARTICIPANTE. era constituída do salário padrão. auxílio alimentação/ refeição. das vantagens pessoais. 13 – As parcelas que constituem o SALÁRIO DE PARTICIPAÇÃO serão definidas de acordo com o Plano de Cargos e Salários do PATROCINADOR e por este aprovadas. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. A Norma de Serviço nº 001. incluiu.2005. auxílio cesta alimentação. ao definir o salário de participação.04. em caráter definitivo.fls. 2º.tst.5. (fls. o adicional compensatório de perda Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. diárias de viagem. a Ordem de Serviço nº 025/85 da FUNCEF estipulava que a remuneração mensal. 192v. do adicional de insalubridade. o REG/REPLAN – Regulamento Básico e Regulamento do Plano de Benefícios.21 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . na modalidade de plano de benefício definido (art. 208v.90 e de 18. ou qualquer pagamento de natureza eventual ou temporário que não integre e nem venha a integrar. do adicional noturno. conforme MP 2. estipula no parágrafo 1º as parcelas que não o integram: Excluem-se desse SALÁRIO DE PARTICIPAÇÃO os valores pagos na forma de horas extras. adicional de transferência. de 14 de junho de 1994.. – 1º volume de documentos) BENEFÍCIO SALDADO Valor calculado a ser pago quando cumprido os requisitos de exigibilidade pelo PARTICIPANTE (fl. de 22.12.12. da função de confiança (em caráter de titularidade ou substituição).2005.2011. o volume de recurso necessário ao pagamento do BENECÍFICO (fl. do adicional por tempo de serviço. obedecendo a tetos e limites percentuais (fl. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. (fl. 1º volume de documentos) O item 16. 172 – 1º volume de documentos). 235v – 1º volume de documentos) Anteriormente. 203v – 1º volume de documentos) determinou os seguintes contornos para a contribuição dos associados e os benefícios decorrentes: SALÁRIO DE PARTICIPAÇÃO Art. aprovado em 22.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. Por sua vez. fl.93.. a partir de 27. 205v – 1º volume de documentos) O Regulamento do Novo Plano de Benefícios da FUNCEF. abonos. bem como pela Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo da FUNCEF (fl. 195v – 1º volume de documentos). 204 – 1º volume de documentos) RESERVA MATEMÁTICA Compromisso determinado atuarialmente que identifica. respectivamente. das horas suplementares (para médicos e dentistas) e o 13º salário (fl.5 define que as contribuições sociais dos associados serão fixadas pela Diretoria Executiva e submetidas ao Conselho de Administração. em determinada data. gratificações a título de participação nos lucros.

nos termos do percentual de participação de cada um deles. em razão das diferenças salariais ora concedidas. sob pena de se inviabilizar o comando do acórdão. adicional de periculosidade. vantagens pessoais. adicional por tempo de serviço. observada a cota-parte da autora e da patrocinadora. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. Por fim. adicional de insalubridade.1º volume de documentos). 13º salário (fl. sanando a contradição. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . Corte Regional: Acolho os embargos no particular para. conforme MP 2.0004 de função de confiança.fls. e excluiu. 176 – 1º volume de documentos). Em sede de embargos de declaração. e (3) à integralização das contribuições para a complementação da aposentadoria. Dou provimento parcial ao apelo condenar as rés (1) ao recálculo do valor saldado. e (3) à integralização das contribuições para a complementação da aposentadoria. com a recomposição da reserva matemática. a contar de 1º. tanto os valores pagos a título vantagens pessoais como de função de confiança ou cargo em comissão serviram de base de cálculo para o salário de contribuição estipulado pela FUNCEF.200-2/2001. as horas suplementares (fl. conforme já destacado. adicional compensatório de perda de função. Descabe a condenação ao pagamento das diferenças de aposentadoria complementar porque a autora ainda está na ativa. função de confiança.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. cargo em comissão.22 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. Já foi estipulada anteriormente a autorização quanto à retenção da cota-parte da empregada e do patrocinador. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. adicional noturno. para fazer frente ao acréscimo deferido e para a formação da reserva matemática (art. Em relação ao teto e a proporcionalidade do benefício previdenciário. Cumpre assinalar que relativamente à possibilidade de compensação/dedução entre os valores deferidos e os benefícios e reajustes já pagos à reclamante (Súmula nº 87 do TST). Em 23 de novembro de 1998. observada a cota-parte da autora e da patrocinadora. não há como acolher a pretensão da primeira ré. por se tratar de diferenças reconhecidas em face da inclusão de parcela não considerada pelas rés no cômputo do salário de contribuição para fim de cálculo da complementação dos proventos de aposentadoria. condenar a primeira ré (Caixa Econômica Federal) a proceder á integralização da Reserva Matemática e a segunda ré (Fundação dos Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho.jus.2011. Portanto. registrou a eg. Dessa forma.12. a qual elencou as seguintes parcelas: salário-padrão. 174 .5. 6º da LC nº 108/2001). devem as rés ser condenadas (1) ao recálculo do valor saldado.12. há que se atentar para as regras constantes do plano de previdência a que a autora aderiu. em razão das diferenças salariais ora concedidas. houve outra alteração pela ON DIBEN nº 018. quebra-de-caixa. não há como limitar a condenação proferida apenas às verbas que compõem o salário de contribuição. com a recomposição da reserva matemática.tst.93.

TRT afronta a teoria do conglobamento ao incluir uma parcela prevista em um regulamento (NOVO PLANO). que importaram. XXVI. do TST. nas regras estabelecidas noutro plano (REPLAN). II. Alega que o saldamento é mero cálculo. ao deferir a implementação das diferenças de CTVA no Valor Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. considerando a inclusão da parcela intitulada "Complemento Temporário Variável de Ajuste ao Piso de Mercado" (CTVA). 7º.200-2/2001. Traz arestos para confronto de teses. de modo que surgiu o benefício saldado. Traz arestos para confronto de teses. Argumenta. viabilizando a adesão espontânea do empregado ao Novo Plano de benefícios de previdência complementar criado pela FUNCEF. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . A FUNCEF argumenta que a reclamante estava vinculada ao Plano de Benefícios REG/REPLAN. 138. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. da Constituição Federal. ainda. nos termos do percentual de participação de cada um deles. Traz arestos para confronto de teses. que o saldamento foi feito após negociação coletiva. dentre outras questões. seguindo regras para o ingresso no Novo Plano da FUNCEF. uma vez que a reclamante optou livremente em aderir ao novo plano. TRT. 6° da LC n° 108/2001). Aponta violação dos artigos 5º.23 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. Indica vulnerados os artigos 182 e 848 do CC. surgiu a necessidade de criação de regras de saldamento (saída dos participantes) do REG/REPLAN. autorizando a retenção da cota parte da empregada e do patrocinador.2011.12. sem a observância das demais regras. ao qual a empregada estava filiada. da Constituição Federal. Destaca que a legislação não admite nulidade parcial da transação. para formação da reserva matemática (art.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. na medida cm que a adesão ao Novo Plano se deu com amparo no Acordo Coletivo do Trabalho. 184.FUNCEF) a recalcular o Valor Saldado. Aponta violação do art.0004 Economiários Federais . Alega que o eg.5. Diz que a opção por novo regramento atrai a aplicação da Súmula 51. decorrente da adesão espontânea dos empregados ao saldamento do REG/REPLAN. e 97 do TST. II. na quitação de todo e qualquer discussão anterior. que por sua vez foi Saldado. 840 e 841 do CC. Aponta afronta ao artigo 114 do CC e contrariedade às Súmulas 51. conforme MP 2. XXXVI. Alega que o eg.fls. Esclarece que com a criação do NOVO PLANO da FUNCEF. 104.jus. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira.tst. diante de sua adesão às suas regras. 182.” A CEF sustenta que deve ser respeitada a transação havida por ocasião do saldamento.

Tribunal Regional verificou que se trata de pedido de diferenças salariais decorrentes da redução da parcela CTVA (vantagens pessoais e adicional por tempo de serviço). da LC 109/2001 e 458. está a afrontar o ato jurídico perfeito e acabado (artigo 5º. com a recomposição da reserva matemática.tst. VI. Entende que. ou seja. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. 202. conforme MP 2. a revisão de ato jurídico perfeito.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. da CLT. não faz parte do rol taxativo de parcelas que devem compor o salário de participação para formação de fonte de custeio da FUNCEF. da Constituição Federal.200-2/2001. sob pena de se perpetuar a afronta ao artigo 818 da CLT. por não restar previsto nos planos REG/REPLAN Saldado. Argumenta que a incidência de reflexos nas demais verbas previstas em contrato de trabalho não implica em que esses mesmos reflexos sejam inseridos no contrato previdenciário como parcela que compõem o salário de participação. uma vez que a referida verba.fls. XXXVI. Tampouco envolve a aplicação parcial de mais de um regulamento. bem como condenou ambas as reclamadas ao recálculo do valor saldado e à integralização das contribuições para a complementação da aposentadoria. em afronta ao princípio do conglobamento. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. Invoca o teor do artigo 114 do CC. tendo conhecimento a reclamante dos critérios de cálculo utilizados quando do Saldamento. ao contrário do que mensurado na decisão. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. em razão das diferenças salariais ora concedidas. deve ser reformada a decisão que deferiu a integralização da CTVA para recálculo do Valor Saldado e da reserva matemática. da CF). Registrou que “O pleito não tem por fundamento a nulidade do termo de adesão ao novo plano. §2º. com repercussão no cálculo do valor saldado do REG/REPLAN e da reserva matemática. o contrato de trabalho e o contrato de previdência privada não se confundem.2011. 68. a eg. O eg.jus. em parcelas vencidas e vincendas. até a efetiva implementação em folha de pagamento. e não a nulidade do termo de adesão ao novo plano. mesmo porque.12. a revisão de ato jurídico perfeito. que sequer foram objeto de impugnação da exordial.” Assim. Traz arestos para confronto de teses. §2º. caput. nos termos dos arts.24 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.0004 Saldado. Corte Regional condenou a CEF a pagar as diferenças de gratificação CTVA decorrentes da redução. ou seja.5.

não há que se falar em ofensa aos artigos 104. da CLT. conforme MP 2. não se depreende contrariedade da Súmula 51. que firmou entendimento no sentido de que é cabível a integração da CTVA na base de cálculo do salário de contribuição devido à FUNCEF para fins de complementação de aposentadoria e demais direitos previstos no Plano de benefícios da reclamada. A r.25 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.200-2/2001. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . tampouco dos arts. pois a conclusão a que chegou o eg. decisão regional que quando do saldamento do plano anterior e adesão ao novo plano. da LC 109/2001 e 458. Diante de tais termos.0004 Infere-se da v. 114. 5º.tst.5.12. do TST. que deferiu diferenças salariais decorrentes da redução da parcela CTVA. Incólume o artigo 840 do Código Civil. decisão regional. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. 182. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. da Constituição Federal. encontra-se em consonância com a jurisprudência da c. mas simplesmente a observância de parcelas que deveriam integrar o salário de contribuição e que seria em valor superior no saldamento da época da adesão. Acrescente-se que a v. pois em se tratando de incorreção de pagamento de verba. não resultando ferido o princípio do conglobamento. § 2º. Também não se vislumbra contrariedade da Súmula 97 do TST. 68. se fossem pagas as parcelas deferidas. decisão regional não implica a aplicação de diversos planos em um mesmo período. com repercussão no cálculo do valor saldado do REG/REPLAN e da reserva matemática. Pela mesma razão. caput. 841 e 848 do CC. 138.jus. pela desconsideração de diferenças salariais em sua base de cálculo.fls. 184. haveria um aumento no salário de contribuição. VI. II. XXXVI. 202. uma vez que se discute direitos decorrentes do contrato de trabalho que repercutam no valor saldado e na complementação da aposentadoria. Nesse sentido os seguintes precedentes: Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. na medida em que não se discute opção entre os dois planos. § 2º. não se discute renúncia de direito a justificar a alegação de concessões mútuas entre as partes. da CF e 6º da LICC.2011. Tribunal a quo decorreu de interpretação das normas internas e regulamentos de benefícios. SBDI-1 deste Tribunal.

br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1.2011. a teor dos precedentes da SBDI-1 desta Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. a que está vinculada a reclamante. do prosseguimento e do conhecimento do recurso há de ser específica. de modo que. no aspecto. razão por que deve integrar a base de cálculo da complementação de aposentadoria. "INCLUSÃO DO CTVA NO SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO PARA A PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR. ÓBICE DA SÚMULA N° 296. COMPLEMENTO TEMPORÁRIO VARIÁVEL DE AJUSTE DE MERCADO . SDI-1. possui natureza jurídica salarial. 1. Relatora Ministra Delaíde Miranda Arantes. § 1º.5. SDI-1.0004.NATUREZA SALARIAL . deveria refletir na complementação de aposentadoria. conforme MP 2.fls.09. nos termos do art. 457. revelando a existência de teses diversas na interpretação de um mesmo dispositivo legal. havendo previsão da integração da verba à remuneração.CTVA.0016. Isso porque a referida parcela ostenta identidade com a gratificação de função e incontroversamente compõe o salário de contribuição. Por conseguinte. Precedentes. em face de sua manifesta inespecificidade. desta Corte Superior.CTVA' na base de cálculo do salário de contribuição devido à Funcef para fins de complementação de aposentadoria. trata de questão totalmente alheia à controvérsia dos presentes autos. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.5. uma vez que o próprio Regulamento da FUNCEF previa a inclusão das funções de confiança no salário contribuição.12. Ministra Relatora Dora Maria da Costa. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . nos moldes do verbete sumulado supramencionado.INTEGRAÇÃO NA BASE DE CÁLCULO DA COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA PRECEDENTES DA SBDI-1. a divergência jurisprudencial ensejadora da admissibilidade. I. referente à incidência das verbas dos cargos em comissão e funções de confiança no salário de contribuição. Recurso de embargos conhecido e não provido" (E-RR-3500-44. Deve ser incluída a parcela denominada 'Complemento Temporário Variável de Ajuste de Mercado . DO TST. da CLT.tst. NATUREZA JURÍDICA. DEJT 17/5/2013). I.2007. A CTVA é a adequação do montante pago pela CEF aos ocupantes de cargo em comissão ao valor de mercado e. 2.jus. a divergência jurisprudencial acostada nas razões dos presentes embargos não serve ao fim colimado. Recurso de embargos não conhecido" (E-ED-RR-84000-64. qual seja inclusão do adicional por tempo de serviço na remuneração do PDI. "CTVA .496/2007. Nos termos da Súmula n° 296. diante da previsão contida no 'Novo Plano de Benefícios da Funcef'. era devida sua integração e. por consequência. apesar da variabilidade de seu valor. In casu. CEF.03. INCLUSÃO NA BASE DE CÁLCULO DO SALÁRIO DE CONTRIBUIÇÃO. o único aresto transcrito nas razões do apelo.2009. embora idênticos os fatos que as ensejaram.200-2/2001.5. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. 3.26 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.0004 "RECURSO DE EMBARGOS REGIDO PELA LEI 11. visto que componente da remuneração do cargo de confiança. DEJT 19/4/2013). enquanto o acórdão turmário concluiu que a parcela denominada CTVA constituía verdadeiro salário. sobretudo para fins de incidência das contribuições previdenciárias.

7º. não tratou da questão do saldamento sob o prisma da suposta negociação coletiva. Data de Publicação: 25/10/2013) A v.2011. pois.CTVA E DA GRATIFICAÇÃO DE FUNÇÃO NO CÁLCULO DESSAS VANTAGENS. PRESCRIÇÃO.12. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. Intacto o art. Data de Julgamento: 17/10/2013. INAPLICABILIDADE DA SÚMULA Nº 294 DO TST. de relatoria do Ministro Aloysio Corrêa da Veiga. aplicação da prescrição parcial ou total às pretensões de inclusão da gratificação de função. em sua composição completa. decisão regional. Relator Ministro Ives Gandra Martins Filho.200-2/2001. (E-ED-RR-146100-27. Subseção I Especializada em Dissídios Individuais. Registre-se. Discute-se. por se tratar de descumprimento de norma interna.0017.07." (E-RR . XXVI. Incide. PRESCRIÇÃO PARCIAL. paga em razão do exercício de função comissionada.5. Embargos não conhecidos".27 . sendo inaplicável a Súmula nº 294 do TST. como óbice ao processamento do recurso de revista o disposto no artigo 896. ao julgar o processo E-RR-7800-14. que a eg. ALTERAÇÃO DA BASE DE CÁLCULO DAS VANTAGENS PESSOAIS PELO PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS DE 1998.0004 Corte. Corte. cuja lesão se renova mês e mês.Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.496/2007.tst. publicado em 4/10/2013. Relator Ministro: José Roberto Freire Pimenta. da CLT. DESCUMPRIMENTO DE NORMA REGULAMENTAR EMPRESARIAL. instituído em 1998. porém. CEF. "EMBARGOS REGIDOS PELA LEI Nº 11.5. no sentido de ser aplicável a prescrição parcial às pretensões ora em análise. Embargos conhecidos e providos. SDI-1.5. com a criação do Plano de Cargos Comissionados. conforme MP 2. pacificou o entendimento acerca da matéria.2009.0021. bem como de pagamento das respectivas diferenças salariais decorrentes das alterações nos critérios de cálculo dessas vantagens pessoais. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira.20300-27. Não conheço. RECURSO DE REVISTA DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. DEJT 14/4/2013). no caso. na sessão do dia 26/9/2013. no caso. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. fls.2009.0011. Vale destacar que esta SBDI-1. encontra-se em sintonia com a atual jurisprudência desta c.06. § 4º. Corte Regional asseverou que a parcela CTVA foi expressamente excluída dos reajustes salariais definidos em ACT.2007.5.06. restando superados os arestos colacionados para exame. INCLUSÃO DA COMPLEMENTAÇÃO TEMPORÁRIA VARIÁVEL DE AJUSTE AO PISO DE MERCADO .jus. por fim. da CF. e da Complementação Temporária Variável de Ajuste ao Piso de Mercado CTVA no cálculo das vantagens pessoais.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. DIFERENÇAS SALARIAIS.

porém. pois não proporcionou aumento real na remuneração. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. em setembro de 1998. o exercício de função de confiança implicava na percepção de uma gratificação própria além do respectivo salário (item 2. conforme MP 2. os conceitos de “Remuneração” e de “Complemento de mercado” são os seguintes: 2.jus. Neste norte. vigia o Plano de Cargos. Salários e Benefícios aprovado pela OC DIHRU 009/88 (PCS/89). INTERPRETAÇÃO EXTENSIVA.2 Complemento de mercado: é um complemento variável semelhante ao Abono de Ajuste Temporário de Remuneração Gerencial. Nesta época. cmoo também a forma de remuneração pelo exercício da função.4. Segundo o PCS aprovado em 1989 e cujas regras constam do OC DIRHU 009/88.Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. o banco implantou o chamado “Plano de Cargos Comissionados”.1. corresponde a um ‘complemento variável que visa complementar a remuneração do empregado ao piso estabelecido em Tabela de Piso de Referência Mercado (anexo II).12. receberá uma gratificação correspondente.200-2/2001. estendido a todos os cargos comissionados. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. RAZÕES DE NÃO CONHECIMENTO. Em 1998. ainda permanecer com a Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. Diz que este plano previa não só a estrutura organizacional dos cargos. decisão regional: “CTVA. Na exposição dos fatos.6 do Anexo I do OC DIRHU 009/88. com o objetivo de estabelecer diretrizes relativas aos cargos em comissões. O CI GEARU 055/98 explicitou os preceitos obedecidos pelo Plano de Cargos Comissionados instituído também em 1998.28 . segundo a definição no item 9. Terá direito a este complemento o empregado que.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. 2. Argumenta que foi criada a parcela “Complemento Temporário Variável de Ajuste ao Piso de Mercado – CTVA que. DIFERENÇAS A autora ingressou nos quadros da ré em 24/10/1989. ela explica que. fls. FUNÇÃO DE CONFIANÇA. Explica que a parcela CTVA não atingiu o seu propósito. passou a se submeter às regras do Plano de Cargos e Salários de 1998 e do Plano de Cargos Comissionados. foi implantado o chamado “Plano de Cargos Comissionados”. no exercício de cargo em comissão. Isso porque os valores eram reduzidos de acordo com o reajuste anual da categoria e de acordo com o “teto salarial” denominado “piso de referência” estabelecido pela CEF. Eis o teor da v. após designado para cargo em comissão.5.0004 CTVA.tst.2011. quando o valor de tal remuneração base for inferior ao piso de referência de mercado para o nível de responsabilidade’.1 Remuneração: o empregado. conforme Tabela de Cargos Comissionados.1. Em setembro de 1998. que corresponde aos valores existentes na extinta Tabela de Funções de confiança acrescidos da vantagem pessoal de função de confiança.

CTVA”. no item 3. consistente da Tabela de Cargos Comissionados. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. o item 3. E. A sua retribuição é variável e provisória. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. conforme MP 2. quando a remuneração do empregado ocupante de cargo comissionado efetivo for inferior ao valor do piso de referência de mercado: 3. pago sob a rubrica 005.fls. 58 do 1º volume de documentos) O Plano assim dispôs sobre as parcelas: 8 GRATIFICAÇÃO POR EXERCÍCIO DE CARGO EM COMISSÃO . Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho .1. 8.3.5. Portanto. de acordo com a Tabela de Gratificação de Cargos em Comissão.200-2/2001. Posteriormente.2 do normativo RH 115 013 estabelece que se trata de um complemento remuneratório. conforme Tabela de Cargos Comissionados. p. a CTVA se destina a compensar eventuais desajustes entre o valor pago pelo mercado e aquele retribuído pela Caixa aos ocupantes de cargo em comissão.2 COMPLEMENTO TEMPORÁRIO VARIÁVEL DE AJUSTE AO PISO DE MERCADO – CTVA (rubrica 005) – valor que complementa a remuneração do empregado ocupante de CC efetivo ou assegurado quando esta remuneração for inferior ao valor do Piso de Referência de Mercado. corresponde aos valores existentes na extinta Tabela de Função de Confiança acrescida de 1/3 relativo à vantagem pessoal de função de confiança.12. conforme Anexos XII.3.3.Como visto alhures. Da mesma forma. consta o conceito do CTVA.jus.1 É a gratificação devida ao empregado pelo efetivo exercício de cargo em comissão. por exemplo. (fl. eventual redução do valor da CTVA não é intrinsicamente ilegal (desde que também fosse factível o seu incremento no caso. quando o valor de sua remuneração base for inferior ao piso de referência de mercado para o nível de responsabilidade. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. conforme Tabela Específica.GECC 8. deixando de existir a vantagem pessoal do tempo de serviço sobre função de confiança resultante da incorporação das gratificações de incentivo à produção.1: É um complemento variável que visa complementar a remuneração do empregado ao piso estabelecido em Tabela de Piso de Referência Mercado (anexo II).tst. A parcela CTVA foi assim definida no item 9.2.29 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.2011.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. de majoração dos valores pagos pelo mercado). constituindo parcela que complementa a remuneração base do empregado quando esta for inferior ao valor do Piso de Referência de Mercado.2 A gratificação por exercício de cargo em comissão. 317). a RH 115 00 elencou as parcelas que compõem a “Remuneração-Base – RB” e o “Complemento Temporário Variável de Ajuste ao Piso de Mercado .0004 remuneração abaixo do piso de mercado. XIII e XIV (marcador 39.

Além do que.jus. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. (fl. entendo não lhe assistir razão.2011. cargo em comissão e CTVA.0004 Contudo. E.verbas salariais. conforme MP 2. na realidade está reduzindo o salário. se a primeira ré admite que.30 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.200-2/2001.fls.. como feitos. 79v do 1º volume de documento) Portanto. na respectiva data-base anual. Isto porque um trabalhador com mais tempo de serviço. por intermédio da livre negociação coletiva. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. a primeira ré também não trouxe aos autos os critérios aptos a aferir a sua afirmação de que os cálculos. já restou demonstrado que o regramento sob análise causa prejuízos ao trabalhador ao atingir – reduzindo . Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. De acordo com a RH 115. VG = Valor de Gratificação do Cargo em Comissão. a fórmula de cálculo da CTVA é a seguinte: CTVA = VPRM – (SP + VP +VG)1. No que diz respeito aos reajustes normativos. Entretanto. tem o mesmo tratamento que aquele com menos importe funcional. visavam reduzir as distorções existentes no mercado. Neste norte. o que fere o direito adquirido. até a sua inclusão em folha de pagamento. afronta a lei e os princípios protetivos do Direito do Trabalho a redução nominal do valor do salário padrão ou das vantagens pessoais do trabalhador. Desse modo. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho .5. invocada pela ré.tst.. faz jus a autora às diferenças da parcela CTVA decorrentes da redução. ATS = Adicional por Tempo de Serviço. não há correlação entre os percentuais de majoração dos valores pagos a título de verbas salariais. onde VPRM = Valor do Piso de Referência de Mercado do cargo em comissão. Aliás. É incontroverso que a referida parcela foi expressamente excluída dos reajustes salariais definidos em ACT. não é demais registrar que a legislação brasileira privilegia a livre negociação coletiva. são deduzidas do valor de Piso de Referência de Mercado verbas que pertencem ao patrimônio do trabalhador (vantagens pessoais e adicional por tempo de serviço) e o salário.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. O art. porque embora ela defenda o caráter benéfico das regras do Plano de Cargos e Salários. 10 da Lei nº 10. VP = Vantagem Pessoal.) Portanto. SP = Salário-Padrão. porque o reajuste dado é compensado com a redução da outra rubrica. em parcelas vencidas e vincendas. Senão. também históricos profissionais desiguais são tratados igualmente. vejamos: (.12. ao majorar o salário padrão. não há aplicar a teoria do conglobamento. que acresceu ao seu patrimônio profissional rubricas salariais. é possível a redução do valor da CTVA.192/2001 dispõe o seguinte: Os salários e as demais condições referentes ao trabalho continuam a ser fixados e revistos.

conforme MP 2. O art. XXVI do art. em parcelas vencidas e vincendas. 8º da CLT e 114 do CC e aos arts. Tal conclusão baseou-se na análise das normas internas da CEF.tst. XXVI do art.jus. A respeito da irredutibilidade salarial. sob pena de infração ao inc. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.1 – INCORPORAÇÃO DA CTVA NA REMUNERAÇÃO DA EMPREGADA A embargante busca manifestação expressa. O que a ré visivelmente pretende é alterar o resultado do julgamento. revolvendo matéria fática.5. Desse modo. 5º e 37 da CF e 7º.2011. Entretanto. neste norte. Também requer pronunciamento a respeito da cláusula 1ª do ACT 2002/2003 e dos subsequentes instrumentos coletivos. VI e XXVI. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. há tese explícita a respeito da matéria.0004 Inexistindo imposição legal cujo desrespeito importaria em nulidade da cláusula acordada. sobre a alegada violação aos arts. 7º da Constituição Federal. para fins de prequestionamento.12. Inexistindo imposição legal cujo desrespeito importaria em nulidade da cláusula acordada.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. não pode sofrer redução nominal.31 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. 10 da Lei nº 10. entendo não lhe assistir razão. restou consignado no acórdão que a rubrica CTVA constitui parcela complementar à remuneração base do empregado e.fls. Tampouco o acórdão foi omisso com relação aos reajustes. não há como reconhecer o direito aos reajustes normativos. Transcrevo aqui as razões de decidir expostas: No que diz respeito aos reajustes normativos. Eis o teor da v. decisão regional proferida em sede de primeiros embargos de declaração: 1. Não vislumbro. uma vez que não aponta nenhuma omissão. não é demais registrar que a legislação brasileira privilegia a livre negociação coletiva. na respectiva data-base anual. não há como reconhecer o direito aos reajustes normativos. 7º da Constituição Federal . até a efetiva implementação em folha de pagamento.192/2001 assim dispõe: Os salários e as demais condições referentes ao trabalho continuam a ser fixados e revistos. o que torna desnecessária a referência específica aos dispositivos constitucionais e legais invocados pela parte. que excluem o reajuste de 5% sobre a parcela CTVA. sob pena de infração ao inc. da CF. Dou provimento parcial ao apelo para condenar a primeira ré a pagar as diferenças da gratificação CTVA decorrentes da redução. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . a omissão apontada. quanto às diferenças salariais decorrentes da redução do CTVA.200-2/2001. desse modo. por intermédio da livre negociação coletiva. É incontroverso que a referida parcela foi expressamente excluída dos reajustes salariais definidos em ACT.

possível concluir que no conceito de “cargo em comissão” estão compreendidos os valores referentes ao CTVA. Acolho os embargos apenas para acrescer fundamentos ao julgado. portanto. Acrescenta que há evidente omissão no julgado ao deixar de analisar a transação efetuada entre as partes quanto aos termos da migração para o Novo Plano da FUNCEF. VIII e IX) e o valor fixado para a respectiva função de confiança”. Após uma abordagem minuciosa sobre todos os Regulamentos do Plano de Benefícios. 6º da Lei 8.jus. razão pela qual operou-se a renúncia e quitação geral com relação aos supostos direitos relativos aos planos anteriores – REG/REPLAN.gratificação devida pelo exercício de CC constante no Plano de Cargos em Comissão e pelo exercício de FC. estabelece estreita ligação com o pagamento do CTVA ao prever no item 3. SBDI-1 do TST para confronto de teses. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. constante no Plano de Cargos e Salários. devendo ser computados na base de cálculo das contribuições previdenciárias. 114 do CC c/c o art. porquanto foram apresentadas de forma clara e pormenorizada as razões que serviram de fundamento ao julgamento. Aponta afronta ao art. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. conforme Tabela de Valor Mensal de Gratificação e Valor Mensal de Piso de Mercado (Anexos VII.5.3. Também neste item não há falar em omissão. além de outras normas internas.020/1990. no que se refere ao pagamento do cargo em comissão ou da função de confiança. É. bem como ao art.200-2/2001.tst. 1. foi explicado que há previsão de que todos os valores pagos a título de vantagens pessoais e de função de confiança servem de base de cálculo para o salário de contribuição estabelecido pela FUNCEF.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. o que abrange a parcela CTVA. Acrescento que assim se conclui porque a norma RH 115 03.0004 contradição ou obscuridade na decisão passível de ser sanada via embargos de declaração.12.7 o seguinte: “CARGO EM COMISSÃO/FUNÇÃO DE CONFIANÇA (rubricas 055 e 009) .fls.” A CEF insurge-se quanto ao entendimento de que o plano de custeio do Reg/Replan deve ser interpretado extensivamente.2011. conforme MP 2. com transcrição do teor das regras pertinentes.2. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. Rejeito.. 462 da CLT.IMPOSSIBILIDADE DE UTILIZAÇÃO DA PARCELA CTVA NA BASE DE CÁLCULO DAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FUNCEF A embargante requer fique prequestionado que a parcela CTVA não está prevista na CN FUNCEF/DIBEN 018 de 1998 como base de cálculo do salário de contribuição. de modo a equiparar o CTVA à função de confiança ou ao cargo em comissão.32 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. Traz aresto da c.

conforme MP 2. acórdão impugnado que os Regulamentos do Plano de Benefícios e normas internas estabelecem estreita ligação com o pagamento do CTVA no que se refere ao pagamento do cargo em comissão ou da função de confiança e servem de base de cálculo para o salário de contribuição estabelecido pela FUNCEF.2011. conclui que há previsão de que todos os valores pagos a título de vantagens pessoais e de função de confiança sirvam de base de cálculo para o salário de contribuição estabelecido pela FUNCEF.12. Impertinente a invocação do artigo 462 da CLT. Corte Regional. O aresto colacionado é inespecífico. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. Não se cogita de infringência ao artigo 114 do Código Civil. Destacou que no conceito de “cargo em comissão” estão compreendidos os valores referentes ao CTVA. A autora postula o recálculo do valor saldado na migração do REG/REPLAN para o NOVO PLANO. fls. Eis o teor da v. RAZÕES DE NÃO CONHECIMENTO. a complementação das contribuições à FUNCEF e a integralização da reserva matemática por conta das diferenças salariais. DIFERENÇAS DE COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA. em que empregado demitido após a implantação de PIRC (Plano de Incentivo à Rescisão contratual) pleiteia tais benefícios. quando expressamente consignado no v.020/90 foi expressamente revogada pela LC 108/01. Inicialmente registre-se que a Lei 8. Não conheço. o que abrange a parcela CTVA. com base nos Regulamentos do Plano de Benefícios e normas internas.jus. Incidência da Súmula 296 do TST.tst.200-2/2001. uma vez que traz tese genérica no sentido de que os contratos benéficos devem ser interpretados de forma estrita no caso. pois o caso não é de descontos efetuados nos salários da reclamante.0004 A eg.33 . decisão regional: CONTRIBUIÇÕES PARA ENTIDADE DE PREVIDÊNCIA PRIVADA. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.5. que trata de interpretação restritiva de negócios jurídicos benéficos. FONTE DE CUSTEIO.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira.Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.

1 No caso de ocupante de função de chefia e de assessoramento ou de função especializada.1. 1º volume de documentos). em determinada data. fl. a parcela de gratificação será calculada na base de 1/12 (.tst. (fl. 204 – 1º volume de documentos) RESERVA MATEMÁTICA Compromisso determinado atuarialmente que identifica. 192v.1: Os associados que tiverem as suas inscrições canceladas em decorrência da rescisão do contrato de trabalho com a Instituidora. adicional por tempo de serviço.2005. caso não se utilizem da faculdade contida no subitem 2. o REG/REPLAN – Regulamento Básico e Regulamento do Plano de Benefícios. o Salário de contribuição é a soma das seguintes parcelas que constituem a remuneração mensal do filiado: salário padrão. terão direito ao resgate das contribuições sociais e/ou joias por eles efetivamente pagas.Patrocinadora ou aqueles associados. conforme MP 2..01.. que requererem aposentadoria. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. 1º volume de documentos) O item 16. – 1º volume de documentos) BENEFÍCIO SALDADO Valor calculado a ser pago quando cumprido os requisitos de exigibilidade pelo PARTICIPANTE (fl.) meses (fl.2. fl.fls. 1º volume de documentos). 184v. obedecendo a tetos e limites percentuais (fl. vigente a partir de 13.jus. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . Por sua vez. 2º. Por sua vez.2. bem como pela Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo da FUNCEF (fl. 203v – 1º volume de documentos) determinou os seguintes contornos para a contribuição dos associados e os benefícios decorrentes: SALÁRIO DE PARTICIPAÇÃO Art. 13 – As parcelas que constituem o SALÁRIO DE PARTICIPAÇÃO serão definidas de acordo com o Plano de Cargos e Salários do PATROCINADOR e por este aprovadas.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1...12. inscritos após 23. 195v – 1º volume de documentos).2.03. 205v – 1º volume de documentos) Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. 184v.1.5 define que as contribuições sociais dos associados serão fixadas pela Diretoria Executiva e submetidas ao Conselho de Administração. fl.0004 De acordo com o Regulamento Básico (REG). 184v – 1º volume de documentos) O REPLAN (Regulamento dos Planos de Benefícios). Do mesmo diploma consta a definição de como é computada a gratificação de função quando da percepção do benefício: 5.5.95. o volume de recurso necessário ao pagamento do BENECÍFICO (fl.2011.. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.34 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.78.12.200-2/2001. instituiu o resgate das contribuições no item 7.. de 22. na modalidade de plano de benefício definido (art. 208v. Salário real de benefício e o salário de contribuição do filiado à época da concessão do benefício (item 5.1.) da soma dos valores percebidos nos últimos 12 (. duodécimo e gratificação de função de chefia e de assessoramento ou de função especializada (item 5.

a qual elencou as seguintes parcelas: salário-padrão. por se tratar de diferenças reconhecidas em face da inclusão de parcela não considerada pelas rés no cômputo do salário de contribuição para fim de cálculo da complementação dos proventos de aposentadoria.93. adicional por tempo de serviço. adicional de insalubridade. aprovado em 22. 174 . devem as rés ser condenadas (1) ao recálculo do valor saldado. 176 – 1º volume de documentos). do adicional por tempo de serviço.200-2/2001. não há como limitar a condenação proferida apenas às verbas que compõem o salário de contribuição.12. o contrato de trabalho do PARTICIPANTE.tst.2005. 172 – 1º volume de documentos). sob pena de se inviabilizar o comando do acórdão. de 14 de junho de 1994. houve outra alteração pela ON DIBEN nº 018.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. A Norma de Serviço nº 001. (fls. abonos. incluiu.5. adicional de periculosidade. gratificações a título de participação nos lucros. observada a cota-parte da autora e da patrocinadora.jus. em razão das diferenças salariais ora concedidas.fls. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. vantagens pessoais. cargo em comissão. Descabe a condenação ao pagamento das diferenças de aposentadoria complementar porque a autora ainda está na ativa. da função de confiança (em caráter de titularidade ou substituição). Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . era constituída do salário padrão.12. auxílio cesta alimentação.2011. conforme MP 2. a Ordem de Serviço nº 025/85 da FUNCEF estipulava que a remuneração mensal. adicional de transferência. Dessa forma.04. das horas suplementares (para médicos e dentistas) e o 13º salário (fl. em caráter definitivo. não há como acolher a pretensão da primeira ré.10. 13º salário (fl. para incidência da contribuição. quebra-de-caixa. estipula no parágrafo 1º as parcelas que não o integram: Excluem-se desse SALÁRIO DE PARTICIPAÇÃO os valores pagos na forma de horas extras. tanto os valores pagos a título vantagens pessoais como de função de confiança ou cargo em comissão serviram de base de cálculo para o salário de contribuição estipulado pela FUNCEF. Em 23 de novembro de 1998. a partir de 27. adicional compensatório de perda de função.12. com a recomposição da reserva matemática. das vantagens pessoais. adicional noturno.0004 O Regulamento do Novo Plano de Benefícios da FUNCEF.35 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. diárias de viagem. função de confiança. o adicional compensatório de perda de função de confiança. Portanto.90 e de 18. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira.1º volume de documentos). as horas suplementares (fl. 235v – 1º volume de documentos) Anteriormente. do adicional noturno. e (3) à integralização das contribuições para a complementação da aposentadoria. Em relação ao teto e a proporcionalidade do Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. e excluiu.93. Por fim. ou qualquer pagamento de natureza eventual ou temporário que não integre e nem venha a integrar. auxílio alimentação/ refeição. Cumpre assinalar que relativamente à possibilidade de compensação/dedução entre os valores deferidos e os benefícios e reajustes já pagos à reclamante (Súmula nº 87 do TST). respectivamente. a contar de 1º. do adicional de insalubridade. ao definir o salário de participação.

Carece de interesse processual a CEF. II.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1.jus. da Lei Complementar 108/2001. parágrafo 3º. caso mantida a condenação. para fazer frente ao acréscimo deferido e para a formação da reserva matemática (art. condenar a primeira ré (Caixa Econômica Federal) a proceder á integralização da Reserva Matemática e a segunda ré (Fundação dos Economiários Federais . pois. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . 6º da LC nº 108/2001). Corte Regional: Acolho os embargos no particular para. Em sede de embargos de declaração.0004 benefício previdenciário. registrou a eg.36 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. conforme se depreende do teor das decisões proferidas pelo eg. há que se atentar para as regras constantes do plano de previdência a que a autora aderiu.FUNCEF) a recalcular o Valor Saldado. Dou provimento parcial ao apelo condenar as rés (1) ao recálculo do valor saldado. foi autorizada a retenção da cota parte da empregada para fazer frente ao acréscimo deferido. sob pena de frontal violação dos artigos 202. § 3º. observada a cota-parte da autora e da patrocinadora. 6° da LC n° 108/2001). autorizando a retenção da cota parte da empregada e do patrocinador. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira.5. considerando a inclusão da parcela intitulada "Complemento Temporário Variável de Ajuste ao Piso de Mercado" (CTVA).” A CEF requer. Não conheço.tst. a ser aportado por ela. em razão das diferenças salariais ora concedidas. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. conforme MP 2. nos termos do percentual de participação de cada um deles. seja determinado o recolhimento da contribuição correspondente da reclamante. no particular. para formação da reserva matemática (art.2011. caput. e (3) à integralização das contribuições para a complementação da aposentadoria.fls. conforme já destacado. da CF e 6º.200-2/2001. TRT. Já foi estipulada anteriormente a autorização quanto à retenção da cota-parte da empregada e do patrocinador. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.12. 5º. da Constituição Federal. Destaca que não há lei que obrigue o patrocinador a arcar com a cota parte do associado e que impor esta obrigação importará em violação dos arts. nos termos do percentual de participação de cada um deles. com a recomposição da reserva matemática. nos percentuais fixados no plano de previdência privada e sob qualquer parcela que vier a ser deferida com esta finalidade. e 37. sanando a contradição.

1. RAZÕES DE NÃO CONHECIMENTO. fl.2..12..Patrocinadora ou aqueles associados.5 define que as contribuições sociais dos associados serão fixadas pela Diretoria Executiva e submetidas ao Conselho de Administração. 184v – 1º volume de documentos) O REPLAN (Regulamento dos Planos de Benefícios).12. que requererem aposentadoria.2005. fls. duodécimo e gratificação de função de chefia e de assessoramento ou de função especializada (item 5. Do mesmo diploma consta a definição de como é computada a gratificação de função quando da percepção do benefício: 5.01.) meses (fl. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. DIFERENÇAS DE COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA. Por sua vez.37 . fl.95.Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. fl. (fl.78..1: Os associados que tiverem as suas inscrições canceladas em decorrência da rescisão do contrato de trabalho com a Instituidora. Por sua vez. A autora postula o recálculo do valor saldado na migração do REG/REPLAN para o NOVO PLANO. 184v. obedecendo a tetos e limites percentuais (fl.5. caso não se utilizem da faculdade contida no subitem 2. 1º volume de documentos). 1º volume de documentos) O item 16. 2º. na modalidade de plano de benefício definido (art. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. de 22. o REG/REPLAN – Regulamento Básico e Regulamento do Plano de Benefícios. 192v. Eis os termos do acórdão recorrido: CONTRIBUIÇÕES PARA ENTIDADE DE PREVIDÊNCIA PRIVADA. 1º volume de documentos).2. GRUPO ECONÔMICO.) da soma dos valores percebidos nos últimos 12 (.. 195v – 1º volume de documentos).br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. a complementação das contribuições à FUNCEF e a integralização da reserva matemática por conta das diferenças salariais. adicional por tempo de serviço.jus.tst.1.2. 203v – 1º volume de documentos) determinou os seguintes contornos para a contribuição dos associados e os benefícios decorrentes: Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. 184v.200-2/2001. De acordo com o Regulamento Básico (REG). conforme MP 2.03..0004 RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. instituiu o resgate das contribuições no item 7.1 No caso de ocupante de função de chefia e de assessoramento ou de função especializada.2011.. o Salário de contribuição é a soma das seguintes parcelas que constituem a remuneração mensal do filiado: salário padrão.1. terão direito ao resgate das contribuições sociais e/ou joias por eles efetivamente pagas. Salário real de benefício e o salário de contribuição do filiado à época da concessão do benefício (item 5. a parcela de gratificação será calculada na base de 1/12 (. inscritos após 23. vigente a partir de 13.

ao definir o salário de participação. 204 – 1º volume de documentos) RESERVA MATEMÁTICA Compromisso determinado atuarialmente que identifica.38 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.04. Portanto. cargo em comissão. 13 – As parcelas que constituem o SALÁRIO DE PARTICIPAÇÃO serão definidas de acordo com o Plano de Cargos e Salários do PATROCINADOR e por este aprovadas. aprovado em 22.2005. respectivamente. a partir de 27. a contar de 1º.jus.10. função de confiança. a Ordem de Serviço nº 025/85 da FUNCEF estipulava que a remuneração mensal. as horas suplementares (fl.93. vantagens pessoais.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. adicional por tempo de serviço. para incidência da contribuição.tst. adicional noturno. ou qualquer pagamento de natureza eventual ou temporário que não integre e nem venha a integrar. A Norma de Serviço nº 001. do adicional por tempo de serviço. o contrato de trabalho do PARTICIPANTE. (fls. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. Em 23 de novembro de 1998. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. auxílio cesta alimentação. adicional de insalubridade. abonos. em determinada data. a qual elencou as seguintes parcelas: salário-padrão. o adicional compensatório de perda de função de confiança.200-2/2001.12. do adicional de insalubridade. 205v – 1º volume de documentos) O Regulamento do Novo Plano de Benefícios da FUNCEF.90 e de 18. 176 – 1º volume de documentos). das vantagens pessoais. do adicional noturno.5. incluiu. bem como pela Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo da FUNCEF (fl. 235v – 1º volume de documentos) Anteriormente. 174 .93.12. das horas suplementares (para médicos e dentistas) e o 13º salário (fl.2011. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. auxílio alimentação/ refeição. era constituída do salário padrão. adicional de transferência.fls. houve outra alteração pela ON DIBEN nº 018. gratificações a título de participação nos lucros. 208v. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho .1º volume de documentos). conforme MP 2. tanto os valores pagos a título vantagens pessoais como de função de confiança ou cargo em comissão serviram de base de cálculo para o salário de contribuição estipulado pela FUNCEF. quebra-de-caixa. adicional compensatório de perda de função. 172 – 1º volume de documentos). e excluiu.0004 SALÁRIO DE PARTICIPAÇÃO Art. adicional de periculosidade. o volume de recurso necessário ao pagamento do BENECÍFICO (fl. diárias de viagem. da função de confiança (em caráter de titularidade ou substituição). 13º salário (fl.12. de 14 de junho de 1994. estipula no parágrafo 1º as parcelas que não o integram: Excluem-se desse SALÁRIO DE PARTICIPAÇÃO os valores pagos na forma de horas extras. em caráter definitivo. – 1º volume de documentos) BENEFÍCIO SALDADO Valor calculado a ser pago quando cumprido os requisitos de exigibilidade pelo PARTICIPANTE (fl.

e (3) à integralização das contribuições para a complementação da aposentadoria. observada a cota-parte da autora e da patrocinadora. O eg. observada a cota-parte da autora e da patrocinadora.fls. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho .jus. de modo a viabilizar a responsabilização solidária. TRT condenou as reclamadas ao recalculo do valor saldado. devem as rés ser condenadas (1) ao recálculo do valor saldado. em razão das diferenças salariais ora concedidas. A CEF sustenta que não há qualquer relação entre a CAIXA e FUNCEF que garanta a identificação dessas instituições como pertinentes a mesmo grupo econômico.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. por se tratar de diferenças reconhecidas em face da inclusão de parcela não considerada pelas rés no cômputo do salário de contribuição para fim de cálculo da complementação dos proventos de aposentadoria. com o objetivo de gerir o fundo para Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. Por fim.2011. Já foi estipulada anteriormente a autorização quanto à retenção da cota-parte da empregada e do patrocinador. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. § 3º. com a recomposição da reserva matemática. em razão das diferenças salariais ora concedidas. Em relação ao teto e a proporcionalidade do benefício previdenciário. há que se atentar para as regras constantes do plano de previdência a que a autora aderiu. observada a cota-parte da autora e da patrocinadora. nos termos do percentual de participação de cada um deles.0004 Dessa forma. e (3) à integralização das contribuições para a complementação da aposentadoria. sob pena de se inviabilizar o comando do acórdão.5. com a recomposição da reserva matemática. da Constituição Federal e 13 da LC 109/2001. 202. Aponta violação dos artigos 265 do CC. com a recomposição da reserva matemática. em razão das diferenças salariais ora concedidas. Dou provimento parcial ao apelo condenar as rés (1) ao recálculo do valor saldado. Com efeito. Descabe a condenação ao pagamento das diferenças de aposentadoria complementar porque a autora ainda está na ativa. Cumpre assinalar que relativamente à possibilidade de compensação/dedução entre os valores deferidos e os benefícios e reajustes já pagos à reclamante (Súmula nº 87 do TST). à integralização das contribuições para a complementação da aposentadoria.tst.200-2/2001. não há como limitar a condenação proferida apenas às verbas que compõem o salário de contribuição. para fazer frente ao acréscimo deferido e para a formação da reserva matemática (art.39 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. não há como acolher a pretensão da primeira ré. conforme MP 2. 6º da LC nº 108/2001). que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira.12. a FUNCEF é fundação instituída e patrocinada pela CEF (empregadora). conforme já destacado.

2. da CLT respaldam a responsabilização solidária das reclamadas quanto ao pagamento de diferenças de complementação de aposentadoria. 1ª Turma. à luz da teoria da asserção. conforme MP 2.2006. fls. conforme se verifica dos seguintes julgados: RECURSO DE REVISTA DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. § 2º. 896. O reclamante. Depreende-se. decorre das normas regulamentares da própria Caixa Econômica Federal.0522 . Recurso de revista não conhecido.12. portanto. não havendo que se falar em violação do art. 2ª Turma.40 . da CLT e da Súmula 333/TST.) RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA ENTRE AS RECLAMADAS.5. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. ter a Funcef a finalidade essencial de responder pela complementação de aposentadoria decorrente dos contratos de trabalho da CEF.2011.5. 1. Relator Ministro: Hugo Carlos Scheuermann.5. Data de Julgamento: 14/05/2013. Recurso de revista não conhecido.43300-55. na petição inicial. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA.0601 . como instituidora e mantenedora da Funcef. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. § 2º. 2º da CLT. Óbices do art. restando intacto o art. A condenação solidária. o que. da CLT. o direito postulado pelo reclamante na presente ação tem origem no contrato de trabalho que manteve com a primeira reclamada (CEF).tst. VI.04. O Tribunal Regional reconheceu a responsabilidade solidária das reclamadas com amparo no § 2º do art.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. (RR 67600-38.0014 . 265 do CC. além da responsabilidade solidária que lhe foi atribuída. Por conseguinte.Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. 2º. que é instituidora e mantenedora da respectiva Fundação. § 4º.2006.jus. a jurisprudência desta c. Nesse sentido. LEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM. Nesse contexto.12. (RR .5. (RR 6438-59. A jurisprudência desta Casa e o art.. 267. não se caracterizando a violação dos dispositivos apontados. Data de Julgamento: 07/08/2013. Precedentes. Data de Publicação: 24/05/2013) RECURSO DE REVISTA.200-2/2001. já caracterizaria o grupo econômico.. Relator Ministro: Alberto Luiz Bresciani de Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. aponta a FUNCEF como uma das responsáveis pelo adimplemento das diferenças de complementação de aposentadoria pleiteadas. não há falar em ilegitimidade passiva ad causam.04. do julgado recorrido. por si só. circunstância que justifica o reconhecimento de sua legitimidade para figurar no polo passivo da demanda. (. Corte vem confirmando a responsabilidade solidária da CEF e da FUNCEF em lides como a dos autos.0004 atender à complementação de aposentadoria dos seus empregados aposentados. nos termos do artigo 2º. do CPC.2011. Data de Publicação: 16/08/2013) RECURSO DE REVISTA. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. Relator Ministro: José Roberto Freire Pimenta.

a Caixa participa ativamente da administração da Funcef.0004 Fontan Pereira. ante os termos do art. empregadora da reclamante. supervisionando-a e fiscalizando-a. RECURSO DE REVISTA DA FUNCEF. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA.12. 6ª Turma. não foi presumida. A incidência dos descontos fiscais deve observar o disposto na Lei nº 7.2011. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. inclusive. § 2º.200-2/2001.09. a Caixa e a Funcef são responsáveis solidárias por eventual diferença de complementação de aposentadoria.5. 2º. Data de Publicação: 09/08/2013) I RECURSO DE REVISTA DA FUNCEF.127/2011. Data de Julgamento: 18/06/2013.jus. DESCONTOS PREVIDENCIÁRIOS E FISCAIS. Data de Julgamento: 07/08/2013. MATÉRIAS REMANESCENTES. conforme MP 2. entidade de previdência privada criada exclusivamente para os empregados daquela reclamada.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. é filiada à Funcef.713/1988. pela cobertura de eventual resultado deficitário. tampouco da responsabilidade solidária a ser atribuída nos casos de verbas atinentes a benefícios de plano de previdência complementar decorrente do contrato de trabalho. sendo responsável. da Constituição Federal e 68 da Lei Complementar nº 109/2001 não tratam de pressupostos da ação. Não conheço. § 2º.41 . A reclamante. com a redação conferida pela Lei nº 12.350/2010. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. instituída e patrocinada pela Caixa Econômica Federal.Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. A solidariedade. RAZÕES DE NÃO CONHECIMENTO. COMPLEMENTAÇÃO DE APOSENTADORIA. no caso. Eis o teor da v. Logo. e na Instrução Normativa RFB nº 1. Incólumes os dispositivos indicados como violados. RESERVA MATEMÁTICA. Recurso de revista de que não se conhece. 3ª Turma. decisão regional: PARÂMETROS DE LIQUIDAÇÃO Tratando-se de condenação originária.5. fls. Relatora Ministra: Kátia Magalhães Arruda. pois decorreu do fato de a Funcef ser órgão de previdência privada. Data de Publicação: 21/06/2013) Os artigos 202. TETO.tst. da CLT. mister traçar parâmetros de liquidação do decisum.2011. além de custear grande parte da complementação de aposentadoria paga. Nessa condição. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. (RR 131-08.0068 . JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA. em decorrência do contrato de trabalho firmado com a Caixa.

no importe de R$ 1.42 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. face o disposto nos artigos 39. nos termos do art. na medida em que a parte não indica violação a dispositivo da Constituição Federal ou de lei. nos termos do art. bem como os fiscais cabíveis. se existentes.048/99. uma vez que já determinado pelo eg. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. bem como o aporte das contribuições. conforme determinam os artigos 6º da Lei Complementar nº 108/01 e 202 da Constituição Federal. lº. da Lei nº 8. No que concerne ao pedido de manutenção da determinação no sentido de imputar-se à parte autora e a patrocinadora a recomposição da reserva matemática pertinente. conforme MP 2. e que sejam deferidos os descontos previdenciários.jus.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. sobre o valor provisoriamente arbitrado à condenação de R$ 50. somente a partir do ajuizamento da ação. em especial no que tange ao limite teto e proporcionalidade do benefício a ser recebido. da Súmula nº 368 do TST e da OJ nº 363 da SDI I do TST.fls.00. 39. Inverto o ônus da sucumbência pelas custas processuais. Liquidação por cálculos.tst. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. A FUNCEF requer seja mantida a determinação no sentido de imputar-se à parte autora e a patrocinadora a recomposição da reserva matemática pertinente. que haja incidência de juros e correção monetária.000. § 1º. fixando-as ao encargo das rés. da Lei 8. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho . Juros de mora e correção monetária em consonância com a Súmula nº 381 do TST. 276.899/81 e na Súmula 311 do TST. a partir do ajuizamento da ação. contrariedade a Súmula ou Orientação Jurisprudencial desta Corte e nem traz arestos para a demonstração de divergência de teses. bem como descontos previdenciários o recurso encontra-se sem fundamentação jurídica. conforme determinam os artigos 6º da Lei Complementar nº 108/01 e 202 da Constituição Federal.0004 Os descontos previdenciários serão realizados pelo regime de competência.177/91. § 1º. responsabilizando-se a autora pelo pagamento de sua cota-parte.5. seja mantido o entendimento que determinou a observância dos parâmetros previstos em Regulamento. bem como o aporte das contribuições.200-2/2001. No que se refere aos pedidos relativos ao limite do teto previdenciário e a proporcionalidade do benefício. §4º.12. TRT.2011. sem interesse recursal a reclamada.00.000. nos termos do art. do Decreto nº 3. da Lei 6. 896 da CLT.177/1991.

Inaplicável à hipótese a Súmula 311 desta Corte.43 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. diversa da ora analisada. Em consonância com a jurisprudência desta Corte. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. O aresto colacionado à fl. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. § 1º.12. FONTE DE CUSTEIO. considerando a inclusão da parcela intitulada "Complemento Temporário Variável de Ajuste ao Piso de Mercado" (CTVA). EQUILÍBRIO ATUARIAL. portanto.177/1991.tst. autorizando a retenção da cota parte da empregada e do patrocinador.752. sanando a contradição. tendo em vista o não recolhimento na época própria. oriundo do TRT da 21º Região.0004 Quanto aos juros de mora. uma vez que diz respeito à correção monetária de benefício previdenciário pago a dependente de ex-empregado. traz tese no sentido de que: Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho. COTA PARTE DO EMPREGADO.FUNCEF) a recalcular o Valor Saldado. nos termos do art.5. Corte Regional: Acolho os embargos no particular para. CONHECIMENTO Em sede de embargos de declaração. conforme MP 2. NECESSIDADE DE RECOLHIMENTO.200-2/2001. para formação da reserva matemática (art. da Lei nº 8. Não conheço.fls. condenar a primeira ré (Caixa Econômica Federal) a proceder á integralização da Reserva Matemática e a segunda ré (Fundação dos Economiários Federais . RECURSO DE REVISTA DA RECLAMANTE. 6° da LC n° 108/2001). verifica-se que o eg TRT aplicou a Súmula nº 381 desta Corte.” A reclamante requer seja declarada a responsabilidade da primeira reclamada ao pagamento de sua cota parte para formação da reserva matemática.jus. registrou a eg. pois. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho .br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. a partir do ajuizamento da ação. nos termos do percentual de participação de cada um deles. 1. 39.2011. Traz arestos para confronto de teses. hipótese.

que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. conforme determinação constitucional (art. Ônus exclusivo quanto aos recolhimentos de custeio devidos à FUNCEF.2011.200-2/2001. Conheço por divergência jurisprudencial. conforme MP 2. 202. de caráter complementar e organizado de forma autônoma em relação ao regime geral de previdência social. caput. Quando há aportes financeiros considerando um salário de benefício e. é princípio constitucionalmente consagrado que o regime de previdência privada é baseado na constituição de reservas. Dessa forma. a base de cálculo desse salário de benefício é majorada.tst. da Constituição Federal: “O regime de previdência privada.Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. Dessa forma. ficando sob a responsabilidade exclusiva da patrocinadora CEF. em razão de condenação judicial. da CF).5. caput. fls. Cota-parte do autor indevida.jus. em razão de inclusão no salário benefícios de parcela anteriormente não considerada pela Patrocinadora. quando ocorre tal situação (não prevista e não contabilizado nos cálculos atuariais). Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. MÉRITO Cinge-se a controvérsia se é cabível o desconto do empregado quanto à cota parte relativa às diferenças de contribuições ao fundo de previdência complementar. Responsabilidade exclusiva da patrocinadora. os recolhimentos de custeio devidos à FUNCEF acompanham o mesmo norte. 202. Versando à presente demanda sobre pedido de complementação de aposentadoria.44 . Nos termos do art. de forma que não há concessão de benefícios sem o prévio custeio. invocando como embasamento vantagem salarial decorrente de diferença de gratificação reconhecida em decisão transitada em Julgado que delibera expressamente sobre a responsabilidade por recolhimentos previdenciários colocando sobre o empregador o ônus exclusivo quanto ao recolhimento.12. É de se ressaltar que a fonte de custeio dos planos de previdência complementar é composta pelas contribuições dos participantes e pelo investimento desses recursos. e regulado por lei complementar”.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. deve haver um reequilíbrio do plano. impõe-se a recomposição da fonte de custeio em relação a essa diferença. Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho.0004 “Complementação de aposentadoria. será facultativo. baseado na constituição de reservas que garantam o benefício contratado. parcela de natureza previdenciária. a fim de garantir o pagamento do benefício contratado.

É responsabilidade da ré a recomposição da reserva matemática e não do reclamante. RESERVA MATEMÁTICA.5. COTA-PARTE DO EMPREGADO. que teve aumentado seu benefício. determinou que o patrocinador e o participante arquem de forma paritária pela formação da reserva matemática. nos exatos termos do Regulamento do Plano de Benefícios. 6º". 9. FONTE DE CUSTEIO.2. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira.fls.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. conforme determina a Lei Complementar nº 108. segundo o qual cada participante (empregado e empregador) deve se responsabilizar pela sua cota-parte com fins de preservar o equilíbrio atuarial do plano de previdência..jus. cabendo a ele. responsável pela realização dos aportes. o recolhimento incidirá sobre a cota-parte do reclamante e da reclamada patrocinadora.45 PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. conforme MP 2. que se falar em responsabilidade do trabalhador na constituição da reserva matemática. a responsabilidade pelo custeio do plano. os seguintes precedentes desta Corte Superior: “I.2011.) 9. 9. decorrente do recálculo do novo valor deferido nesta ação. deve ser suportada pela patrocinadora. deve efetuar a devida contribuição sobre a diferença apurada. em seu art.) EQUILÍBRIO ATUARIAL.1. (. 3ª Turma. impõe tanto às patrocinadoras quanto ao participante. cada uma das partes.5. Nesse sentido. que não deu causa ao recolhimento das contribuições a destempo. nos termos das normas regulamentares e do caput do art... MATÉRIAS REMANESCENTES (. apenas. o recolhimento da sua cota de participação no curso da relação previdenciária. Trata-se de decisão proferida em conformidade com o posicionamento sedimentado no âmbito desta Corte.17. sob pena de desequilíbrio atuarial do plano de benefícios.2011. não há que se falar em ausência de responsabilidade da reclamante pelo pagamento de sua cota parte. RESERVA MATEMÁTICA. Não há. Recurso de revista não conhecido.tst.)RECURSO DE REVISTA INTERPOSTO PELA FUNCEF.0004 Assim. de 29 de maio de 2001. Nesses termos. (. O reconhecimento judicial do direito à integração da parcela CTVA no salário de contribuição para a Funcef.)” (RR 109800-39. Dessa forma.200-2/2001... FONTE DE CUSTEIO. da Lei Complementar nº 10/2001. que repassará à Funcef os valores relativos à sua contribuição como patrocinadora e à Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho.. RESPONSABILIDADE PELO PAGAMENTO.RECURSO DE REVISTA DA RECLAMADA. Data de Publicação: DEJT 16/10/2015) (. Data de Julgamento: 14/10/2015. A diferença atuarial correspondente à integralização da reserva matemática. Registrou a Corte a quo "o Magistrado de origem. entretanto. Caixa Econômica Federal. 6º. ao deferir as diferenças de complementação de aposentadoria.0014 . Relator Ministro: Alberto Luiz Bresciani de Fontan Pereira. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www..12. Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho ..

Por sua vez.tst.) EQUILÍBRIO ATUARIAL. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. correção monetária e o aporte financeiro destinado à recomposição da reserva matemática.5. Assim sendo. nego provimento. Data de Publicação: DEJT 09/10/2015) Com esses fundamentos.2011.417100-25. assim como os valores necessários à recomposição da reserva matemática..0004 contribuição do reclamante.. nos exatos termos do Regulamento do Plano de Benefícios. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. detém a responsabilidade pelos juros de mora. A diferença atuarial correspondente à integralização da reserva matemática. RAZÕES DE NÃO CONHECIMENTO Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho.2009. FONTE DE CUSTEIO. segundo o qual cada participante (empregado e empregador) deve se responsabilizar pela sua cota-parte com fins de preservar o equilíbrio atuarial do plano de previdência. Relator Ministro: José Roberto Freire Pimenta. incumbe às partes o recolhimento de sua respectiva cota-parte (empregado e empregadora) ao fundo previdenciário. Data de Julgamento: 30/09/2015.0034 ..417100-25.jus. deve ser suportada pela patrocinadora. ao deferir as diferenças de complementação de aposentadoria. conforme determina a Lei Complementar nº 108. a patrocinadora. PERCENTUAL DE 5% SOBRE A CTVA.0034 . conforme MP 2. fls. de 29 de maio de 2001. Recurso de revista não conhecido. CEF. em seu art. Por sua vez.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1.46 . Relator Ministro: José Roberto Freire Pimenta.200-2/2001. detém a responsabilidade pelos juros de mora. CEF. Data de Publicação: DEJT 09/10/2015) “(. RESERVA MATEMÁTICA.12. a patrocinadora. 2ª Turma. determinou que o patrocinador e o participante arquem de forma paritária pela formação da reserva matemática. decorrente do recálculo do novo valor deferido nesta ação. correção monetária e o aporte financeiro destinado à recomposição da reserva matemática.5. Nesses termos.Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho PROCESSO Nº TST-RR-5149-24. assim como os valores necessários à recomposição da reserva matemática. 2ª Turma. Recurso de revista não conhecido. MATÉRIAS REMANESCENTES (..” (RR . Trata-se de decisão proferida em conformidade com o posicionamento sedimentado no âmbito desta Corte.” (RR . que repassará à Funcef os valores relativos à sua contribuição como patrocinadora e à contribuição do reclamante.12.12. Data de Julgamento: 30/09/2015.5. incumbe às partes o recolhimento de sua respectiva cota-parte (empregado e empregadora) ao fundo previdenciário.) RECURSO DE REVISTA INTERPOSTO PELA FUNCEF. NORMA COLETIVA. Caixa Econômica Federal. Precedentes.2009. Precedentes. Assim sendo. Registrou a Corte a quo "o Magistrado de origem. o recolhimento incidirá sobre a cota-parte do reclamante e da reclamada patrocinadora. 6º".

por divergência jurisprudencial.tst. Por unanimidade. seja porque tal matéria não foi discutida pelo eg. ISTO POSTO ACORDAM os Ministros da Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho. por unanimidade. conhecer do recurso de revista da reclamante apenas no que se refere ao tema “fonte de custeio.jus.47 .Poder Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Superior do Trabalho PROCESSO Nº TST-RR-5149-24.br/validador sob código 100124DFFCAAEB88A1. a. Traz aresto para confronto de teses. Firmado por assinatura digital (MP 2.200-2/2001) ALOYSIO CORRÊA DA VEIGA Ministro Relator Firmado por assinatura digital em 13/04/2016 pelo sistema AssineJus da Justiça do Trabalho.5. Não há como examinar o tema em epígrafe.12. I. que instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira. TRT (incidência da Súmula 297 do TST). 13 de Abril de 2016. seja porque o único aresto colacionado é inservível ao confronto de teses porque não traz a data e fonte de publicação incidência da Súmula 337. não conhecer do recurso de revista das reclamadas. conforme MP 2. Brasília.200-2/2001. Não conheço. fls. negar-lhe provimento. Este documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www. Cota parte da empregada”. e. do TST. no mérito.2011.0004 A reclamante pugna pela concessão dos reajustes de 5% oriundos de normas coletivas sobre a parcela CTVA durante todo o período imprescrito.