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Universidade Estadual de Maringá CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES DEPARTAMENTO DE MÚSICA CURSO DE

Universidade Estadual de Maringá

CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES

DEPARTAMENTO DE MÚSICA CURSO DE ARTES CÊNICAS

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SISTEMA MUSCULAR

Acadêmicos:

Andresa de Angeli Viotti

Danubia Beatriz Bonfim Luana Silva Pereira Simone de França Almeida Rodrigo Lanzoni Fracarolli

Professor: Wagner Rosa

Maringá

2012

Sumário

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  • 1. INTRODUÇÃO.........................................................................................................2

  • 2. TIPOS DE MÚSCULOS E TECIDOS MUSCULARES..........................................2

  • 3. A FORMAÇÃO DOS MÚSCULOS..........................................................................3

  • 4. LESÕES MUSCULARES.........................................................................................6

  • 5. MECÂNICA E TRABALHO MUSCULAR.............................................................7

  • 6. FIBRAS E CONTRAÇÕES MUSCULARES...........................................................8

  • 7. FADIGA MUSCULAR............................................................................................12

  • 8. ANABOLIZANTES................................................................................................13

REFERENCIAL TEÓRICO............................................................................................14

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1.

INTRODUÇÃO

 

Este trabalho

tem

a

finalidade de informar

a importância do Sistema Muscular.

Músculos

são

órgãos

ativos

com células especializadas em contração. Gerando

movimentos que nos permitam andar, correr, saltar, nadar, escrever, impulsionar o alimento ao longo do tubo digestório, promover a circulação do sangue no organismo,

enfim. Com a existência de três tipos de músculos: músculo estriado esquelético, estriado cardíaco e liso; juntos eles representam de 40 a 50% do peso total de uma pessoa. No sistema muscular existem fibras lentas e rápidas, as lentas estão adaptadas à realização de trabalho contínuo. As rápidas estão presentes em músculos adaptados à

contrações

 

rápidas

e

fortes.

A nossa capacidade de locomoção dependem da ação conjunta de ossos, articulações e

músculo,

sob

a

regulação

do

sistema

nervoso.

Atividades físicas devem ser feitas respeitando a saúde, o acompanhamento médico

seria essencial, para que não aja esforço muito intenso possibilitando complicações futuras.

2.

TIPOS DE MÚSCULOS E TECIDOS MUSCULARES

 

Os autores do site Algo Sobre dizem que: “Em nosso corpo humano existe uma enorme variedades de músculos, dos mais variados tamanhos e formato, onde cada um tem a sua disposição conforme o seu local de origem e de inserção.

Temos aproximadamente 212 músculos, sendo 112 na região frontal e 100 na região dorsal. Cada músculo possui o seu nervo motor, o qual divide-se em muitos ramos para poder controlar todas as células do músculo. Onde as divisões destes ramos terminam em um mecanismo conhecido como placa motora.

O sistema muscular é capaz de efetuar imensa variedade de movimento, onde toda essas contrações musculares são controladas e coordenadas pelo cérebro.

Os músculos são os órgãos ativos do movimento. São eles dotados da capacidade de contrair-se e de relaxar-se, e, em consequência, transmitem os seus movimentos aos ossos sobre os quais se inserem, os quais formam o sistema passivo do aparelho

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locomotor. O movimento de todo o corpo humano ou de algumas das suas partes - cabeça, pescoço, tronco, extremidades deve-se aos músculos. De músculos estão, ainda, dotados os Órgãos que podem produzir certos movimentos (coração, estômago, intestino, bexiga etc.). “

A musculatura toda do corpo humano pode, portanto, dividir-se em duas categorias:

1) Os músculos esqueléticos, que se ligam ao esqueleto; estes músculos se inserem

sobre os ossos e sobre as cartilagens e contribuem,

com a

pele e o esqueleto,

para

formar o invólucro exterior do corpo. Constituem aquilo que vulgarmente se chama a

"carne"

e

são

comandados

pela vontade.

2) Os músculos viscerais, que entram na constituição dos órgãos profundos, ou vísceras, para assegurar-lhes determinados movimentos. Estes músculos têm estrutura "lisa" e funcionam independentemente da nossa vontade.

O autor

do

site

Careplus (2012) ainda explica: “No corpo humano há três tipos de

músculos:

Esquelético,Liso, Cardíaco.

Músculo liso: este tipo contrai em resposta a impulsos nervosos de uma parte do sistema nervoso não controlado pela vontade. Como exemplo podemos citar o funcionamento do aparelho circulatório, cujo funcionamento não causa percepção consciente.

Músculo cardíaco: o tecido muscular cardíaco se assemelha ao músculo liso por serem as suas contrações influenciadas pela parte do sistema nervoso relacionada com funções mais automáticas e involuntárias. Mas o músculo cardíaco tem a capacidade inerente de iniciar seu próprio impulso de contração, independentemente do sistema nervoso.

Músculo esquelético: os órgãos anatômicos chamados músculos estão sob controle da vontade, embora sua função possa tornar-se semi-automática com a repetição e com o treino. São estes músculos que realizam os movimentos do corpo humano.

  • 3. A FORMAÇÃO DOS MÚSCULOS

A formação muscular inicia apartir da 4º semana de gestação, nessa fase o bebê é um

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blástocisto, que está prestes a formar um embrião, que terá de início o tubo neural e três camadas denominadas endoderma, mesoderma e ectoderna, o responsável pelos músculos é a camada média chamada mesoderma.

4 blástocisto, que está prestes a formar um embrião, que terá de início o tubo neural

Na sequência do período de gestação ao lado do tubo neural formasse uma camada de tecidos chamada somitos, que posteriormente formará os músculos e demais estruturas;

4 blástocisto, que está prestes a formar um embrião, que terá de início o tubo neural

Em torno da 11º(décima primeira) semana o feto que já está com vários membros formados, já executa movimentos de contração chamados movimentos peristálticos;

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5 Em torno da 16ª (décima sexta) semana de gestação, os músculos faciais já se formam,

Em torno da 16ª (décima sexta) semana de gestação, os músculos faciais já se formam, nota se movimentos dos músculos dos braços e pernas, da 23ª (vigésima terceira) semana em diante o sistema muscular já estará grande parte desenvolvido , e acabado à nascença.

5 Em torno da 16ª (décima sexta) semana de gestação, os músculos faciais já se formam,

Porém seu desenvolvimento ocorrerá ao decorrer de sua vida a maior parte na infância onde desenvolverá antebraços, os bíceps, os dorsais, abdominais etc., o simples fato de dar os primeiros passos já são exercício de fortalecimento do sistema muscular, daí em diante o corpo será moldado conforme as atividades físicas pessoais.

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6 4. LESÕES MUSCULARES A má postura, o esforço excessivo nos exercícios físicos, hábitos do trabalho
  • 4. LESÕES MUSCULARES

A má postura, o esforço excessivo nos exercícios físicos, hábitos do trabalho cotidiano levam a dores e acarretam sérios problemas no corpo do indivíduo; dentre várias partes do corpo que podem ser afetas destacam-se os problemas musculares, desde os mais simples como câimbras que são contrações causadas nos músculos expostos a movimentos subsequentes e com deficiência de alguns minerais no organismo, até o rompimento de articulações e tendões , algumas também podem ser hereditárias. Como consequência de uma má gestação ou até mesmo da genética os músculos da criança podem sofrer danos, deficiências do sistema muscular e más-formações congênitas, como por exemplo, o Pé Torto Congênito, que é uma doença genética que envolve ossos, músculos vasos e tendões;

6 4. LESÕES MUSCULARES A má postura, o esforço excessivo nos exercícios físicos, hábitos do trabalho

''Algumas teorias procuram explicar o mecanismo pelo qual se desenvolve a deformidade. A teoria muscular fundamenta-se em achados de estudos ao microscópio

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eletrônico, que demonstram alterações de fibras musculares no PTC''.

  • 5. MECÂNICA E TRABALHO MUSCULAR

De acordo com a Nova Enciclopédia Barsa (2000) o músculo funciona a partir de contrações das células, que necessitam para tanto de alimentos e oxigênio. Estes elementos necessários para a execução do movimento são obtidos pela circulação sanguínea. Assim, ao desempenhar uma atividade física é percebida uma aceleração dos batimentos cardíacos para que mais alimento e mais oxigênio alcance as células musculares. Além disso, os músculos trabalham aos pares para retornar o movimento, já que eles têm a capacidade de puxar, mas não a de empurrar.

Segundo os autores da Steticlin a função dos músculos é se “comunicar” com os ossos para executar uma ação, contraindo ou relaxando por meio de estímulos do sistema nervoso central, sendo assim, os músculos têm grande participação quando se trata de movimento

Walter (1994) afirma que existem mais de 640 músculos estriados no corpo. Alguns exemplos de músculos com suas atividades são listados na tabela 1.

Tabela 1 – Alguns músculos e suas funções

Músculo

Função

Orbicular da boca

Movimento dos lábios

Frontal

Elevar as sobrancelhas

Orbicular dos olhos

Piscar

Zigomático

Faz sorrir

Risório

Arreganha os dentes

Trapézio

Levanta os ombros

Deltóide

Levanta o braço

Tríceps

Estende o braço

Peitoral

Puxa o braço junto ao corpo

Bíceps

Dobra o braço

Grande dorçal

Puxa o braço junto ao corpo

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Quadríceps

Estende a perna

Grande glúteo

Estende a coxa

Bíceps da coxa

Dobra o joelho

FONTE: Walter, 1994

Para Huxley (1957) um músculo é formado por um número muito grande de feixes musculares com cerca de duas mil fibras, ou células especiais, longas e finas que podem encurtar a até um terço do seu tamanho normal. A parte da fibra que se contrai é a chamada miofibrila. O autor garante que a contração acontece por causa de um deslizamento entre os miofilamentos, os quais são miofibrilas agrupadas.

A Nova Enciclopédia Barsa (2000) afirma que as principais funções de um músculo são sustentação, locomoção, fornecimento de calor, manutenção da forma do corpo e pressão sanguínea.

Segundo os autores da Steticlin, os músculos se dividem quanto ao movimento muscular e quanto à ação muscular. Quanto ao movimento muscular eles se dividem em Agonistas – os motores primários, antagonistas – os oponentes – e sinergistas – os auxiliares. Quanto à ação muscular eles podem ser divididos em com ação concêntrica – na qual há encurtamento do músculo, Estática – na qual o músculo atua, mas sem alterar o ângulo articular, e Excêntrica – na qual o músculo se alonga.

  • 6. FIBRAS E CONTRAÇÕES MUSCULARES

6.1 Fibras

As células do tecido muscular são denominadas fibras. Existem dois tipos de fibras musculares:

Fibras Lentas (Oxidativas)

Baixa atividade ATPásica;

- ATP é a unidade de energia utilizável pelo corpo. Se contrai mais lentamente;

É um músculo para resistência;

Proporciona ao músculo maior suprimento de sangue e consequentimente de

oxigênio; Alto teor de mioglobina;

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- Mioglobina é a molécula que armazena oxigênio nos músculos (metabolismo oxidativo). Alto nº de mitocôndrias;

Reserva de glicogênio e gordura;

Fibras Rápidas (Glicolíticas)

Alta atividade ATPásica;

Tem atividade de contração mais rápida;

Baixo teor de mioglobina; - Gastam ATP mais rapidamente e para repor esses ATPs elas vão fazer um

metabolismo glicolítico. Menor suprimento de oxigênio; - A glicólise equivale ao início da respiração celular e para fazer glicólise ela não

precisa de uma molécula que armazena oxigênio nesse tipo de músculo. Baixo nº de mitocôndrias;

Baixo teor de gordura e glicogênio;

9  - Mioglobina é a molécula que armazena oxigênio nos músculos (metabolismo oxidativo). Alto nº

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Fibras musculares são estruturas que se localizam internamente aos músculos. Todos os músculos esqueléticos possuem grandes quantidades de fibras que variam seu diâmetro de 10 a 80 mn. São estruturas cilíndricas, alongadas, localizadas em toda a extensão do músculo. Cada fibra muscular é inervada por uma única terminação nervosa que se localiza no centro da fibra, com exceção de 2% das fibras.

Cada músculo do corpo é formado pelas chamadas fibras musculares que podem ser rápidas, lentas e outras com características intermediárias entre as rápidas e lentas.

Cada fibra é composta por inúmeras miofibrilas que internamente contém os filamentos de actina e miosina, tendo aproximadamente 1500 unidades de miosina e 3000 unidades de actina, que vão desencadear a contração muscular após todo um processo de estímulos e potencial de ação.

6.2 CONTRAÇÃO

Acontece no músculo um impulso nervoso, que é propagado por um neurônio que chega até a célula muscular. Atingindo o retículo sarcoplasmático (um conjunto de bolsas membranosas citoplasmáticas onde há cálcio armazenado), que libera íons de cálcio no citoplasma. Ao entrar em contato com as miofibrilas, o cálcio desbloqueia os sítios de ligação de actina, permitindo que se ligue a miosina, iniciando a contração muscular.

Assim que cessa o estímulo, o cálcio é rebombeado para o interior do retículo sarcoplasmático e cessa a contração muscular.

A energia para contração muscular é suprida por moléculas de ATP (produzidas durante a respiração celular). O ATP atua na ligação de miosina à actina, o que resulta na contração muscular.

Tipos de Contrações:

a) Contração Concêntrica: o músculo se encurta e traciona outra estrutura, como um tendão, reduzindo o ângulo de uma articulação. Ex: Trazer um livro que estava sobre a mesa ao encontro da cabeça.

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b) Contração Excêntrica: quando aumenta o comprimento total do músculo durante a contração. Ex: idem anterior, porém quando recolocamos o livro sobre mesa.

c) Contração Isométrica: servem para estabilizar as articulações enquanto outras são movidas. Gera tensão muscular sem realizar movimentos. É responsável pela postura e sustentação de objetos em posição fixa. Ex: idem anterior, porém quando o livro é sustentado em abdução de 90°.

  • 7. FADIGA MUSCULAR

Segundo Braga (2009), fisioterapeuta, a fadiga muscular pode ser definida como a diminuição da tensão muscular devido a estimulação repetitiva e prolongada durante uma atividade. A tensão muscular é o que mantém a musculatura do corpo rígida e ativa, e ela é mantida por duas substâncias: o glicogênio muscular e a glicose sanguínea.

Braga (2009) afirma que o glicogênio muscular é uma reserva de carboidratos que fica guardada na musculatura e nos órgãos (ele que fornece combustível e energia para a

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construção e manutenção do Sistema Muscular) e a glicose sanguínea são todos os açucares que estão livres na corrente sanguínea (é o açúcar momentâneo que é esgotado primeiro quando uma atividade é iniciada).

A falta destas duas substâncias leva a falta de oxigênio e aumento do ácido lático na musculatura, causa prejuízo no sistema de transferência de energia, distúrbio no sistema para a transmissão do impulso nervoso causando assim a fadiga da musculatura (BRAGA, 2009).

Uma dieta pobre em açucares, redução drástica no consumo de glicídios (gorduras), e dietas líquidas e de inanição (que a pessoa fica sem comer) são, de acordo com Braga (2009), as principais causas da fadiga, pois a pessoas fica sem energia para a atividade física.

8. ANABOLIZANTES

De acordo com Louredo (2008), o culto ao corpo perfeito se tornou moda. Uma moda que leva muitas pessoas a tomarem certos tipos de medicamentos e drogas sem auxilio de um profissional. São vendidos em diversos lugares vários tipos de medicamentos, remédios para emagrecer, para acabar com a flacidez entre outros. Algumas pessoas, que não aceitam o próprio corpo, e querem se tornar mais “fortes” e musculosas, acabam fazendo uso de anabolizantes sem saberem as consequências que o uso desse hormônio poderá acarretar em um futuro bem próximo.

Os anabolizantes são hormônios sintéticos fabricados a partir do hormônio sexual masculino, testosterona. Quem os toma terá aumento no tamanho dos músculos, força física e aumento da resistência. Há alguns anos essas drogas eram utilizadas somente para tratamento de algumas disfunções hormonais ou desgaste muscular. Hoje em dia são bastante conhecidas por atletas e fisiculturistas. As pessoas que fazem uso deste tipo de droga estão em busca de um corpo sarado, redução da gordura corporal e melhor desempenho nos esportes. Os anabolizantes podem ser encontrados nas formas de comprimidos, cápsulas ou injeções intramusculares.

Homens e mulheres que fazem uso dessa droga têm como consequências aumento nos pelos do corpo e rosto, acne, queda de cabelo, engrossamento da voz, irregularidade nos ciclos menstruais, disfunções testiculares, como redução na produção de esperma;

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alterações comportamentais e de humor, impotência sexual, hipertensão, ataques cardíacos. Nos homens ainda observamos a ginecomastia (desenvolvimento dos seios).

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REFERENCIAL TEÓRICO

BRAGA, G. O que é Fadiga Muscular? 2009. Disponível em:

http://www.dailytrain.com/injuries-lesiones-lesoes/o-que-e-fadiga-muscular.aspx. Acessado em 19/02/2012 as 15h28.

HUXLEY, A. F. Muscle structure and theories of contraction. Prog. Biophys. Biophys.

1957.

KENDALL, F.P. e CREARY, E.K. Força Muscular em Relação à Postura. In:

Músculos, provas e funções, 4. ed., SP. Ed. Manole, 1995.

KENDALL, F.P. e CREARY, E.K. Movimentos das Articulações. In: Músculos, provas e funções, 3. ed., SP. Ed. Manole, 1987.

KISNER, C., CAROLYN, L.A. A coluna. In: Exercícios Terapêuticos, 2a ed., SP, Ed. Manole. 1992.

KISNER, C., CAROLYN, L.A. O cotovelo e complexo do antebraço. In: Exercícios Terapêuticos, 2a ed., SP, Ed. Manole. 1992.

NOVA ENCICLOPÈDIA BARSA. Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações, São Paulo, 2000.

STETICLIN. Disponível em http://www.steticlin.com.br/musculos.asp. Acesso em 19 de fevereiro de 2012

WALTER, R. Atlas do corpo humano: os principais órgãos, músculos e ossos em tamanho real. Ed. Moderna, São Paulo, 1994.

Fisiologia Humana. Philippe Meyer. · Anatomia. Basmajian. 7ª Edição. Tratados de Fisiologia Médica. Guyton - Hall. 9ª Edição.

Fisiologia Humana. Cingolani - Houssay. Tomo II. Imagens e animações: Mosby Dicionário de Medicina, Enfermeria e Ciências da Saúde. 5ª Edição 2000. Espanha. Disponível em : http://www.brasilescola.com/biologia/anabolizantes.htm. Acesso em:

17/02/2012 às 18:32 hs.

http://muscul.az.free.fr/pt/sujets/croissance.htm