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Teorias do Crescimento Econômico

Corrente Clássica:
A teoria defende um Limite máximo ao crescimento, imposto pelos limites da terra arável.
Thomas Malthus: Crescimento das Nações semelhante ao das tribos: Cresciam em população
até certo ponto, onde se tornava insustentável: (Falta de roupa, comida, e espaço), onde
guerra, imigração ou doença, diminuiriam a população.
David Ricardo: Terra arável apresenta rendimentos decrescentes, devido ao desgaste dos
nutrientes, estado estacionário.
Corrente Keynesiana:
Modelo de Crescimento de Demanda: Relação direta entre: Nível de Investimento (FBKF),
poupança de um país ritmo de crescimento do PIB.
Investidores são os principais tomadores de decisões da taxa de crescimento dos países, estas
decisões são tomadas com base nas expectativas, que por sua vez vão determinar o nível de
Investimento do Longo Prazo.
Não há Equilíbrio.
Corrente Neoclássica:
Modelo de Solow:
Relação PIB per Capita: Existem 2 versões:
Sem Progresso Tecnológico: Há um limite máximo de crescimento chamado de estado
estacionário, onde o crescimento real do PIB é igual ao crescimento da população (PIB per
capita constante).
Com Progresso tecnológico: quando o PIB está no estado estacionário, estará crescendo à taxa
de crescimento da população, somada à taxa de crescimento do progresso tecnológico.
Para Solow quanto mais conhecimento agregado a população, melhor sua distribuição de
renda.
Estrutura do modelo de Solow:
O modelo de Solow mostra como a poupança, o crescimento populacional e o progresso
tecnológico afetam o nível de produção de uma economia e seu crescimento ao longo do
tempo.
O modelo foi construído para mostrar como o estoque de capital, o crescimento da força de
trabalho e os avanços tecnológicos interagem em uma economia e como afetam a produção
total de bens e serviços de um país.
Hipóteses do modelo:

são divididos em 4 partes: Ascensão: O produto cresce acima da linha de tendência de curto prazo. se alcançamos a recuperação. a função de produção torna-se menos inclinada (graficamente). Recessão: Iniciada após pico. até a linha de tendência. nota-se que o crescimento não é uniorme no tempo. Teoria do Ciclo Econômico – Shumpeter. o nível de atividade reduz Depressão: O produto cai abaixo da linha de tendência. Recuperação: Depois do vale. Para expansão econômica é necessário surgimento de alguma inovação. Obs: Para Shumpeter o tempo entre um ciclo e outro depende da inovação tecnológica. até porque os ciclos ocorrem tanto do lado da oferta. através da inovação. A economia inicia uma nova fase de crescimento. que por consequência ira determinar o aumento da renda. com expectativa de lucro. Analisando Ciclos Econômicos. ou seja.Tecnologia e força do trabalho – constante Modelo estático com economia fechada Oferta baseada na função produção Retornos constantes de escala Obs: À medida que o capital (K) aumenta. Os ciclos econômicos. Para Shumpeter o motor do desenvolvimento capitalista é a inovação. PmgK é decrescente. A tecnologia e o conhecimento melhora a qualidade de vida das pessoas no modelo de Solow. Nível de investimento elevado aumenta o nível de renda por trabalhador. Processos de inovação conduzem ao ciclo econômico (prosperidade e recessão). . Geralmente em recessões são criadas novas ideias. e a partir da inovação. ele acelera com a introdução de novos produtos e novos processos de produção. quanto da demanda. Inovação realizada pelo empresário. A taxa de poupança é fundamental para determinar o tamanho do investimento.

energia nuclear – 1896 – 1940 Ciclo IV: Industria Belica. telecomunicações – 40/ atual. eletricidade – 1840/96 Ciclo III: Motor a jato. Processo cíclico. eletrônica. com a desvalorização de uma tecnologia.Ciclos de Kondratieff Os ciclos econômicos ocorrem a cada 50 anos na atividade do capitalismo industrial. tem-se o desenvolvimento tecnológico. aço. com a queda da URSS. plástico. estamos em um novo ciclo. Teoria de kondratieff dividida em 4 momentos: Prosperidade (Verão) Recessão (Outono) Depressão (Inverno) Recuperação (Primavera) Os ciclos estudados por Kondratieff São: Ciclo I: Maquina a vapor – Crise 1848 Ciclo II: Ferro. Não existe competição entre as novas tecnologias e as pré-existentes. Em Kondratieff o capitalismo de desenvolve em ciclos de aproximadamente 50 anos e esses ciclos são longos e estão intimamente relacionados ao processo de inovação tecnológica. valiam para o sec XIX e inicio do XX. devido ao uso do Petróleo a baixo custo e ao liberalismo econômico. A instalação da nova tecnologia se utiliza das experiências objeto de ciclos anteriores. . causando saturação no mercado e futuro sucateamento. Critica aos ciclos de Kondratieff: Estes ciclos não valem para a atualidade. com período de grade crescimento. Novas tecnologias aumentam a produtividade. O ciclo IV acabou na década de 80. consequentemente é aberto espaço para criação de novas tecnologias. Conforme o tempo passa esta nova tecnologia passa a ser usada por todos os países. O IV ciclo é bem mais duradouro. Na medida em que os processos evoluem.