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Os alimentos transgênicos são geneticamente modificados com o objetivo de melhorar

a qualidade e aumentar a produção e a resistência às pragas, visando o lucro.
O DNA desses alimentos é modificado.
Em algumas técnicas, são implantados fragmentos DNA de bactérias, vírus ou fungos
no DNA da planta. Esses fragmentos contêm genes que codificam a produção de
herbicidas. As plantas que receberam esses genes produzem as toxinas contra as pragas
da lavoura, não necessitando de certos agrotóxicos. Algumas são resistentes a certos
agrotóxicos, pois em determinadas lavouras precisa-se exterminar outro tipo de vegetal,
como ervas daninhas, e o mesmo agrotóxico acaba prejudicando a produção total.
Alguns produtos são modificados para que contenha um maior valor nutricional, como o
arroz dourado da Suíça, que é muito rico em betacaroteno, substância precursora de
Vitamina A. O arroz é um alimento muito consumido em todo o mundo, e quando rico
em betacaroteno, ajuda a combater as doenças por deficiência de vitamina A.
Alguns vegetais são modificados para resistirem ao ataque de vírus e fungos, como a
batata, o mamão, o feijão e banana. Outros são modificados para que a produção seja
aumentada e os vegetais sejam de maior tamanho. Existem também alimentos que têm o
seu amadurecimento prolongado, resistindo por muito mais tempo após a colheita.

Pontos positivos

Aumento da produção

Maior resistência à pragas (vírus, fungos, bactérias e insetos)

Resistência aos agrotóxicos

Aumento do conteúdo nutricional

Maior durabilidade e tempo de estocagem

Pontos negativos

A seleção natural tende a ser maior nas plantas que não são transgênicas.

Eliminação de populações naturais de insetos, animais e outras espécies de
plantas.

Aumento de reações alérgicas em determinadas pessoas

Segurança

Muitas plantas são cultivadas e analisadas pela Embrapa (Empresa Brasileira de
Pesquisa Agropecuária), porém a comercialização dessas especialidades ainda não está
autorizada.
Muitos transgênicos ainda não são autorizados para serem comercializados em
decorrência da polêmica gerada pelo impacto ambiental e reações alérgicas já
observadas em algumas pessoas.
A empresa responsável pela autorização do plantio e comercialização é a Comissão
Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).

Rotulagem
Muitos transgênicos estão chegando à mesa dos consumidores sem as devidas
informações. Todos os consumidores têm o direito de saber o conteúdo do produto que
está consumindo e as conseqüências disso, inclusive qual foi a técnica empregada para a
melhoria daquele alimento.
Transgênicos podem ser benéficos
Os alimentos transgênicos trazem benefícios à saúde humana e ao ambiente. Quem
afirma é o biólogo e professor do Departamento de Genética e pesquisador do Centro de
Biologia Molecular e Engenharia Genética da Universidade de Campinas (Unicamp),
Marcelo Menossi, que participou em Curitiba, do lançamento da revista Nutrição e
Saúde. A publicação vai levar a discussão para outros seis estados. Segundo Menossi, o
melhoramento genético já é desenvolvido há muitos anos em todo o mundo e surgiu
com o cruzamento de espécies para a obtenção de plantas mais produtivas e resistentes a
doenças. O que se faz com os alimentos transgênicos, explica o pesquisador, é
manipular o gene de determinadas culturas para se obter resultados parecidos e até
melhores que os cruzamentos. Segundo ele, as afirmações de que os alimentos
geneticamente modificados causam danos à saúde não procedem, "pois eles são
igualmente seguros como os alimentos convencionais". Ele garantiu que a rejeição na
Europa surgiu quando os organismos de segurança daquele país não conseguiam
explicar o aparecimento da doença que atingiu os rebanhos, chamada de vaca-louca, e a
explosão de casos de HIV/aids. "Mas nos EUA os produtos transgênicos são
consumidos desde 1994 e até hoje não há registro de casos de alergia ou qualquer outra
doença", afirmou. Ele disse ainda que setores de peso na comunidade científica, como a
Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Mundial da Saúde para a
Agricultura e Alimentação (FAO) tem manifestado apoio ao uso racional dos
transgênicos. Até mesmo os projetos como o da soja Roundup ready – que é obtida com
um gene de bactéria resistente ao herbicida Roundup –, desenvolvida pela multinacional
Monsanto, também não apresentaram danos à saúde dos consumidores. "O que existe é
uma desinformação à população, e por isso essa resistência", disse. O pesquisador
afirma que os produtos transgênicos podem diminuir impactos negativos no ambiente,
principalmente no tocante ao uso de produtos químicos. Na China, citou Menossi, a
utilização de algodão resistente reduziu, nos anos de 1999 a 2000, em 125 mil toneladas
o uso de inseticidas. Porém o pesquisador alerta que antes de adotar a tecnologia é
preciso avaliar o contexto de cada país. "Existem espécies que podem sofrer alterações
com o cruzamento, e por isso é importante continuar investindo em pesquisas",
finalizou.

ONU respalda uso de transgênicos no combate à fome

A biotecnologia representa grande esperança para agricultores de países em
desenvolvimento, mas, até agora, apenas algumas dessas nações estão desfrutando de
seus benefícios A análise está no relatório anual da Organização para Agricultura e
Alimentação (FAO, na sigla em inglês) da ONU, divulgado nesta segunda-feira. Numa
clara defesa da adoção de alimentos transgênicos como uma das formas de combate à
fome mundial, a FAO alerta para o fato de que cultivos considerados essenciais
sobretudo nos países mais pobres - como mandioca, batata e trigo - vêm sendo
negligenciados por cientistas. O documento lembra que o mundo terá 2 bilhões de
pessoas a mais para alimentar até 2030 e que a biotecnologia pode ajudar a enfrentar tal
desafio.
'Nem o setor público nem o privado investem significativamente em novas tecnologias
genéticas para os chamados 'cultivares órfãos', como o sorgo e o painço, essenciais para
os povos mais pobres do planeta', afirmou o diretor-geral da FAO, Jacques Diouf.
'Transgênicos são seguros', diz documento
A posição da FAO vai de encontro às teses mais difundidas, segundo as quais o
problema da fome não está relacionado à escassez de alimentos, mas sim à má
distribuição. O documento frisa que o grande desafio da biotecnologia é desenvolver
técnicas que combinem o aumento da produção, a redução dos custos, a proteção do
meio ambiente e, ainda, garantam a segurança alimentar.
Embora o documento sustente que a biotecnologia não se restringe aos transgênicos, o
texto cita o que considera organismos geneticamente modificados bem-sucedidos:
'Exemplos são encontrados em variedades de arroz e canola que contêm consideráveis
quantidades de betacaroteno. Esse precursor da vitamina A está presente em poucos
itens da dieta de muitas pessoas, particularmente nos países em desenvolvimento, onde
poderia ajudar a reduzir deficiências crônicas de vitamina A.'
Segundo o texto, a pesquisa agrícola pode tirar pessoas da pobreza, ao aumentar os
lucros e reduzir o preço dos alimentos. Dados da FAO revelam que mais de 70% das
pessoas mais pobres do mundo vivem em áreas rurais e dependem diretamente da
agricultura para sua sobrevivência. O relatório foi divulgado menos de uma semana
depois de a Monsanto ter desistido do lançamento de um trigo transgênico, sob a
alegação de que não havia aceitação por parte dos consumidores.
Mas o documento da FAO sustenta que, embora muitos europeus se oponham aos
organismos geneticamente modificados, o mesmo não corre entre os consumidores dos
países em desenvolvimento.Embora frise que pouco se conhece sobre os efeitos a
longo-prazo da ingestão de transgênicos, o texto sustenta que 'os cientistas em geral
concordam que os atuais cultivos transgênicos e os alimentos derivados deles são
seguros para comer'.
Vantagens e perigos
Benefícios potenciais dos transgênicos

O aumento da produtividade é um dos maiores benefícios já constatados dos
transgênicos. Cultivos modificados geneticamente para serem resistentes a herbicidas e
pragas já estão sendo plantados em diversos países.
A redução do impacto ambiental de plantios que demandam menos agrotóxicos também
é apontada como uma grande vantagem, bem como a adaptação de cultivos a diferentes
condições ambientais.Para os especialistas, um dos maiores benefícios dos transgênicos
seria o aumento dos valores nutricionais de diversos alimentos, caso do arroz
enriquecido com vitamina A.
Riscos em potencial
O controle dos cultivos transgênicos ainda não é totalmente eficiente, segundo a ONU.
Um milho geneticamente modificado destinado a consumo animal, por exemplo, foi
encontrado em alimentos para humanos em 2000. A transferência de substâncias
passíveis de causar alergias em humanos é outra preocupação dos cientistas.
Plantas geneticamente modificadas podem ter efeitos não desejados também para o
produtor, como retirar mais recursos do solo do que o normal ou demandar mais água.
Teme-se ainda que organismos transgênicos possam levar à redução de populações
naturais, causando desequilíbrio.
Vegetais com ômega 3 e 6
Cientistas da Universidade de Bristol, Grã-Bretanha, desenvolveram planta transgênica
capaz de produzir os óleos ômega 3 e 6, considerados benéficos ao coração e
normalmente encontrados apenas em peixes de águas mais frias, como o salmão e o
atum.
Para os pesquisadores, o estudo pode levar a uma nova geração de alimentos
especialmente criados para reduzir o risco de doenças cardíacas, entre outros problemas
de saúde. O estudo, publicado na 'Nature Biotechnology', lembra ainda que, com a
redução dos estoques naturais de peixes, a produção desses óleos em outros organismos
pode ser essencial para a alimentação humana. Segundo os cientistas, os genes
utilizados para induzir a produção dos óleos podem, em tese, ser usados em diversos
vegetais, normalmente consumidos pelo homem.
O que são transgênicos

Ultimamente, com o avanço da engenharia genética, vários estudos e trabalhos
científicos tem demonstrado avanços significativos na manipulação de material genético
de plantas e outros seres vivos. Alvos de discussões sobre suas vantagens e
desvantagens, a ciência dos transgênicos está em pleno desenvolvimento.
Ambientalistas acusam os alimentos transgênicos de causar impactos irreversíveis ao
meio ambiente.

Transgênicos na agricultura

Os alimentos transgênicos são modificados geneticamente em laboratórios com o
objetivo de conseguir melhorar a qualidade do produto. Os genes de plantas e animais
são manipulados e muitas vezes combinados. Os organismos geneticamente
modificados, depois da fase laboratorial, são implantados na agricultura ou na pecuária.
Vários países estão adotando este método como forma de aumentar a produção e
diminuir seus custos.

Através da modificação genética, técnicas que incluem DNA recombinante, introdução
direta em um ser vivo de material hereditário de outra espécie, incluindo micro-injeção,
micro-encapsulação, fusão celular e técnicas de hibridização com criação de novas
células ou combinações genéticas diferenciadas, ou seja, que não encontramos na
natureza.

Na agricultura, por exemplo, uma técnica muito utilizada é a introdução de gene
inseticida em plantas. Desta forma consegue-se que a própria planta possa produzir
resistências a determinadas doenças da lavoura. A Engenharia Genética tem conseguido
muitos avanços na manipulação de DNA e RNA.
MILHO

Dezoito variedade de milho transgênico são aprovadas para consumo no Brasil
Com as variantes transgênicas respondendo por mais de 85% das atuais lavouras do
produto no Brasil e nos Estados Unidos, não é de se espantar que a pipoca consumida
no cinema, por exemplo, venha de um tipo de milho que recebeu, em laboratório, um
gene para torná-lo tolerante a herbicida, ou um gene para deixá-lo resistente a insetos,
ou ambos. Dezoito variantes de milho geneticamente modificado foram autorizadas pelo
CTNBio, órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia que aprova os pedidos de
comercialização de OGMs.
O mesmo pode ser dito da espiga, dos flocos e do milho em lata que você encontra nos
supermercados. Há também os vários subprodutos – amido, glucose – usados em

alimentos processados (salgadinhos, bolos, doces, biscoitos, sobremesas) que obrigam o
fabricante a rotular o produto.
O milho puro transgênico não é vendido para consumo humano na União Europeia,
onde todos os legumes, frutas e verduras transgênicos são proibidos para consumo –
exceto um tipo de batata, que recentemente foi autorizado, pela Comissão Europeia, a
ser desenvolvido e comercializado. Nos Estados Unidos, ele é liberado e não existe a
rotulação obrigatória.
ÓLEOS DE COZINHA

Os óleos extraídos de soja, milho e algodão, os três campeões entre as culturas
geneticamente modificadas – e cujas sementes são uma mina de ouro para as cerca de
dez multinacionais que controlam o mercado mundial – chegam às prateleiras com a
reputação “manchada“ mais pela sua origem do que pela presença de DNA ou proteína
transgênica. No processo de refino desses óleos, os componentes transgênicos são
praticamente eliminados. Mesmo assim, suas embalagens são rotuladas no Brasil e nos
países da UE.
SOJA

Óleo de soja é o principal subproduto do cultivo transgênico para o consumidor
No mundo todo, o grosso da soja transgênica, a rainha das commodities, vai parar no
bucho dos animais de criação - que não ligam muito se ela foi geneticamente
modificada ou não. O subproduto mais comum para consumo humano é o óleo (ver
acima), mas há ainda o leite de soja, tofu, bebidas de frutas e soja e a pasta misso, todos
com proteínas transgênicas (a não ser que tenham vindo de soja não transgênica). No
Brasil, onde a soja transgênica ocupa quase um terço de toda a área dedicada à
agricultura, a CTNBio liberou cinco variantes da planta, todas tolerantes a herbicidas –
uma delas também é resistente a insetos.
Clique Leia mais: Pela 1ª vez, transgênicos ocupam mais da metade da área plantada no
Brasil
MAMÃO PAPAYA

Os Estados Unidos são o maior importador de papaya do mundo – a maior parte vem do
México e não é transgênica. Mas muitos americanos apreciam a papaya local, produzida

no Havaí, Flórida e Califórnia. Cerca de 85% da papaya do Havaí, que também é
exportada para Canadá, Japão e outros países, vem de uma variedade geneticamente
modifica para combater um vírus devastador para a planta. Não é vendida no Brasil,
nem na Europa.
QUEIJO

Aqui não se trata de um alimento derivado de um OGM, mas de um alimento em que
um OGM contribuiu em uma fase de seu processamento. A quimosina, uma enzima
importante na coagulação de lacticínios, era tradicionalmente extraída do estômago de
cabritos – um procedimento custoso e "cruel". Biotecnólogos modificaram microorganismos como bactérias, fungos ou fermento com genes de estômagos de animais,
para que estes produzissem quimosina. A enzima é isolada em um processo de
fermentação em que esses micro-organismos são mortos. A quimosina resultante deste
processo - e que depois é inserida no soro do queijo – é tida como idêntica à que era
extraída da forma tradicional. Essa enzima é pioneira entre os produtos gerados por
OGMs e está no mercado desde os anos 90. Notem que o queijo, em todo seu processo
de produção, só teve contato com a quimosina - que não é um OGM, é um produto de
um OGM. Além disso, a quimosina é eliminada do produto final. Por isso, o queijo
escapa da rotulação obrigatória.
PÃO, BOLOS e BISCOITOS

Bolos e pães têm componentes derivados de milho e soja transgênicos
Trigo e centeio, os principais cereais usados para fazer pão, continuam sendo plantados
de forma convencional e não há variedades geneticamente modificadas em vista. Mas
vários ingredientes usados em pão e bolos vêm da soja, como farinha (geralmente, nesse
caso, em proporção pequena), óleo e agentes emulsificantes como lecitina. Outros
componentes podem derivar de milho transgênico, como glucose e amido. Além disso,
há, entre os aditivos mais comuns, alguns que podem originar de micro-organismos
modificados, como ácido ascórbico, enzimas e glutamato. Dependendo da proporção
destes elementos transgênicos no produto final (acima de 1%), ele terá que ser rotulado.
ABOBRINHA

Seis variedades de abobrinha resistentes a três tipos de vírus são plantadas e
comercializadas nos Estados Unidos e Canada. Ela não é vendida no Brasil ou na
Europa.

ARROZ

Uma das maiores fontes de calorias do mundo, mesmo assim, o cultivo comercial de
variedades modificadas fica, por enquanto, na promessa. Vários tipos de arroz estão
sendo testados, principalmente na China, que busca um cultivo resistente a insetos.
Falou-se muito no golden rice, uma variedade enriquecida com beta-caroteno,
desenvolvida por cientistas suíços e alemães. O "arroz dourado", com potencial de
reduzir problemas de saúde ligados à deficiência de vitamina A, está sendo testado em
países do sudeste asiático e na China, onde foi pivô de um recente escândalo: dois
dirigentes do projeto foram demitidos depois de denúncias de que pais de crianças
usadas nos testes não teriam sido avisados de que elas consumiriam alimentos
geneticamente modificados.
FEIJÃO

A Empresa Brasileira para Pesquisa Agropecuária (Embrapa), ligada ao Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento, conseguiu em 2011 a aprovação na CTNBio
para o cultivo comercial de uma variedade de feijão resistente ao vírus do mosaico
dourado, tido como o maior inimigo dessa cultura no país e na América do Sul. As
sementes devem ser distribuídas aos produtores brasileiros - livre de royalties – em
2014, o que pode ajudar o país a se tornar autossuficiente no setor. É o primeiro produto
geneticamente modificado desenvolvido por uma instituição pública brasileira.
SALMÃO

Feijão transgênico deve ser distribuído no Brasil em 2014
Após a aprovação prévia da FDA, o público e instituições americanos têm um prazo de
60 dias (iniciado em 21 de dezembro) para se manifestar sobre o salmão geneticamente
modificado para crescer mais rápido. Em seguida, a agência analisará os comentários
para decidir se submete o produto a uma nova rodada de análises ou se o aprova de vez.
Francisco Aragão, pesquisador responsável pelo laboratório de engenharia genética da
Embrapa, disse à BBC Brasil que tem acompanhado o caso do salmão "com interesse",
e que não tem dúvidas sobre sua segurança para consumo humano. "A dúvida é em

relação ao impacto no meio ambiente. (Mesmo criado em cativeiro) O salmão poderia
aumentar sua população muito rapidamente e eventualmente eliminar populações de
peixes nativos. As probabilidades de risco para o meio ambiente são baixas, mas não são
zero...na natureza não existe o zero".
E ESTES NÃO DERAM CERTO…

A primeira fruta aprovada para consumo nos Estados Unidos foi um tomate modificado
para aumentar sua vida útil após a colheita, o "Flavr Savr tomato". Ele começou a ser
vendida em 94, mas sua produção foi encerrada em 97, e a empresa que o produziu, a
Calgene, acabou sendo comprada pela Monsanto. O tomate, mais caro e de pouco apelo
ao consumidor, não emplacou. O mesmo ocorreu com uma batata resistente a pesticidas,
lançada em 95 pela Monsanto: a New Leaf Potato. Apesar de boas perspectivas iniciais,
ele não se mostrou economicamente rentável o suficiente para entusiasmar fazendeiros e
foi tirada do mercado em 2001.