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Extinção

de espécies
Trabalho elaborado por:
Ana Isabel nº2
Miguel Gomes nº16
Conteúdos:
Introdução
Como se dá o processo de extinção das espécies?
O que sabem os biológicos sobre extinção das espécies?
Animais em via de extinção
O que é a extinção de espécies?
Causas e consequências da extinção de espécies.
As espécies mais ameaçadas.
Os factores da extinção das espécies.
A extinção em Portugal
Web grafia
Conclusão
Neste ano de escolaridade, no âmbito
da disciplina de Área de Projecto (TIC),
vamos trabalhar o tema a Extinção das
Espécies. Este trabalho tem como
objectivo aprendermos mais sobre ao
animais, o porquê de eles se extinguirem,
os factores que levam à sua extinção…
Uma implicação natural do processo de
evolução biológica é a extinção de
espécies, uma vez que a selecção natural
significa a sobrevivência do mais apto, do
mais adaptado a cada ambiente. Assim, à
medida que ocorrem mudanças
ambientais, muitas espécies e até grupos
inteiros (famílias) podem ser extintos.
(…)
(…)
Na longa história da Terra, há provas paleontológicas do
desaparecimento de milhares de espécies dos mais diferentes
grupos de organismos. Há inclusive um cálculo que estima uma
média de 2 a 4 famílias de animais que se extinguem a cada milhão
de anos de vida no planeta. No entanto, um fato intrigante é o das
chamadas extinções em massa, sendo duas delas, as maiores, bem
documentadas. A primeira ocorreu no Permiano, há cerca de 250
milhões de anos, e a mais recente, há 65 milhões de anos, no
Cretáceo, sendo conhecida como a extinção dos dinossauros. Nos
dois casos, desapareceram bruscamente de 70 a 90% do total de
espécies terrestres e marinhas. Nos casos de extinção em massa,
a taxa de famílias extintas chega a cerca de 19 a cada milhão de
anos.
(…)
Ainda não conhecemos as verdadeiras
causas das extinções em massa, mas alguns
fatos apontam no sentido de que elas podem
ter sido consequência de grandes e bruscas
mudanças da temperatura da Terra e da
queda de grandes meteoritos que provocam
catástrofes em alguns continentes.
Pouco se sabe sobre o processo de vias de extinção das
espécies que, também se pode considerar como um passo de
evolução, visto que, a eliminação das espécies antigas deixa
lugar a novas espécies. É provável que os predadores e as
mudanças ambientais tenham desempenhado um papel
importante na extinção de populações antigas. A adaptação é
um dos factores mais importantes na extinção de espécies. É
este factor que dirige a evolução pois, ao longo do tempo, uma
espécie fica tão habituada a um certo ambiente que não possui
condições para viver num diferente. Também os humanos
determinam a extinção de espécies através da predação e da
má organização do ambiente natural.
(…)
(…)
Muitas das espécies que hoje existem têm vindo a
extinguir-se ao longo dos tempos geológicos. Estas
espécies extinguem-se por processo naturais e são
substituídas por outras mais bem adaptadas a um certo
ambiente ou até melhores que as anteriores.
Na altura do aparecimento do humano, este aprendeu a
matar organismos como fonte de alimento, de comércio,
de desporto,... alterando assim os meios naturais.
Graças a isto, muitas espécies vêm desaparecendo e o
nível de extinção tem-se elevado cada vez mais.
Quando, na actualidade, um meio natural é destruído ou
degradado, o nível de extinção vai-se elevando.
Nome popular: Panda Gigante
Nome Científico: Ailuropoda melancólica
Distribuição geográfica: Sul da China e Tibete.
Habitat natural: Florestas de bambu da região
montanhosa da China, em altitudes de 1500 até 3000
metros.
Hábitos alimentares: Alimentam-se quase
exclusivamente de folhas tenras e brotos de bambu.
Tamanho: até 1,50 m.
Peso: até 160 kg.
Período de gestação: 7 a 9 meses.
Número de crias: 2
Tempo médio de vida: A média de vida dos Pandas é de
10 a 15 anos no seu habitat selvagem e até 30 anos em
cativeiro.
Estado de conservação da espécie: A devastação das
florestas asiáticas, a lenta reprodução do bambu (base
alimentar do Panda), o excesso de burocracia,
ineficiência e a caça voraz colocaram o panda sob sério
risco de extinção. Dificultando ainda mais a preservação
da espécie, a sua capacidade de procriar é mínima.
Nome popular: Lince-Ibérico
Nome Científico: Lynx pardinus
Distribuição geográfica: Portugal e Espanha.
Habitat natural: Tem como habitats preferenciais os
bosques e matagais mediterrânicos onde procura abrigo.
Hábitos alimentares: Alimenta-se quase exclusivamente
de coelhos-bravos, no entanto, a sua dieta pode ser
complementada com roedores, aves e crias de cervídeos.
Tamanho: Comprimento: 80 cm até 110 cm; mais cauda de
11 a 13 cm.
Peso: 10 kg até 13 kg.
Período de gestação: Varia entre 63 e 74 dias.
Número de crias: 1 a 4
Tempo médio de vida: Até 13 anos.
Estado de conservação da espécie: O Lince-Ibérico é
actualmente considerado o felino mais ameaçado do
mundo e encontra-se classificado como espécie em
perigo de extinção pelos Livros Vermelhos de Portugal,
Espanha e UICN. Também se encontra protegido pela
Convenção de Berna e pela Convenção que regulamenta o
Comércio de Espécies Selvagens, sendo considerado pela
Directiva Habitats como uma espécie prioritária. As
principais ameaças à sua sobrevivência são a acentuada
regressão do coelho-bravo e a destruição dos habitats
mediterrânicos.
Nome popular: Rinoceronte de Java
Nome Científico: Rhinoceros sondaicus
Distribuição geográfica: Sudoeste asiático: Indonésia e
Vietname.
Habitat natural: Vive em florestas tropicais densas. Estes
animais preferem zonas com muita água e lama.
Hábitos alimentares: Alimentam-se de bagas, sementes,
folhas e frutas.
Tamanho: Altura: 1,50 m – 1,70 m. Comprimento: 2 m – 4
m.
Peso: de 900 kg até 1400 kg.
Período de gestação: 16 meses
Número de crias: 1
Tempo médio de vida: 35 anos.
Estado de conservação da espécie: Todas as espécies de
rinocerontes se encontram ameaçadas de extinção, devido
ao facto de serem muito pouco férteis – cada fêmea só
tem uma cria de dois em dois anos – e, portanto, muito
vulneráveis à caça, para além de sofrerem pela destruição
do seu habitat. Eles têm sido caçados intensivamente
porque praticamente todas as suas partes são usadas na
medicina tradicional. A parte mais valiosa é o corno, que
tem sido usado como afrodisíaco, para curar febres, para
cabos de adagas, ou para preparar uma poção que
supostamente permite detectar venenos.
Nome popular: Tucano
Nome Científico: Ramphastos toco
Distribuição geográfica: Região Norte e Central da
América do Sul.
Habitat natural: Florestas tropicais.
Hábitos alimentares: É uma espécie omnívora,
alimentando-se de animais e de vegetais. Come
principalmente frutas, insectos, ovos de outras
aves e as crias destas. É com o bico, também, que o
Tucano captura pequenos lagartos e lagartixas para
complementar a sua alimentação.
Tamanho: Mede entre 55 e 61 cm de comprimento.
Peso: De 530 g a 550 g
Período de gestação: Os ovos eclodem após 18 dias
de incubação.
Número de crias: 2 a 4 ovos.
Tempo médio de vida: 15 anos.
Estado de conservação da espécie: Tem a sua
existência ameaçada no seu habitat natural, a selva
amazónica, mas os esforços do governo brasileiro
já revelam um aumento no número destas aves.
Apesar disto já está extinta no estado federal de
São Paulo.
Nome popular: Koala
Nome Científico: Phascolarctos cinerus
Distribuição geográfica: Sudeste e Nordeste da
Austrália
Habitat natural: Eucaliptais·Hábitos alimentarem:
Folhas de eucalipto
Tamanho: O comprimento pode variar entre 60 cm
até 80 cm.
Peso: Pode variar entre 7 kg até 12 kg.
Período de gestação: 35 dias.
Número de crias: 1
Tempo médio de vida: 17 anos.
Estado de conservação da espécie: Estes
marsupiais encontram-se num processo de extinção
que se iniciou com a colonização inglesa na Austrália
onde surgiu o culto de caçar e matar Koalas para
usar a sua pele. Hoje, a caça não é o maior risco
enfrentado pelos Koalas que são mortos por
queimadas nas florestas e por falta de árvores que
são cortadas pelos lenhadores. Ao perder a sua
casa e alimento, os Koalas acabam por se moverem
para as cidades, onde são mortos, atropelados em
estradas ou por cães.
Nome popular: Leopardo das Neves
Nome Científico: Panthera uncia
Distribuição geográfica: Entre 3 000 e 6
000 metros, nos Himalaias e nas
montanhas do norte da China.
Habitat natural: As montanhas.
Hábitos alimentares: Desde um Yak (que
pesa mais de 200kg) até um pequeno
veado almiscarado (que pesa somente
10kg). Podem predar aves como o faisão
ou as pequenas marmotas.
Tamanho: Comprimento: até 1,50 metro;
mais 1 metro de cauda. Altura: até 70
cm.
Peso: Até 80 kg.
Período de gestação: cerca de 90 dias.
Número de crias: Em média 3.
Tempo médio de vida: 20 anos.
Estado de conservação da espécie:
Encontra-se em vias de extinção.
Nome popular: Tartaruga Marinha
Nome Científico: Dermochelys coriácea
Distribuição geográfica: Águas mornas e
temperadas ao longo do mundo.
Habitat natural: Águas mornas e
temperadas ao longo do mundo.
Hábitos alimentares: A tartaruga marinha
alimenta-se de moluscos, algas, crustáceos e
carne.
Tamanho: Comprimento: pode atingir os 2
metros.
Peso: Pode chegar até 500 kg.
Período de gestação: 3 meses, período após
o qual os ovos eclodem.
Número de crias: De 1 a 2 centenas de ovos
por vez.
Tempo médio de vida: Cerca de 180 anos.
Estado de conservação da espécie: A
poluição, as redes de pesca em que ficam
presas e a procura dos seus ovos pela
cozinha asiática têm reduzido
significativamente esta espécie.
Nome popular: Arara Azul Grande
Nome Científico: Anodorhynchus hyacinthinus
Distribuição geográfica: Norte e Nordeste do
Brasil. Vive nas matas do interior do Brasil:
Maranhão, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais e
Goiás. Hoje é raro encontrá-la em liberdade. Mas,
no interior da Bahia, ainda podemos encontrar
alguns espécimes em liberdade.
Habitat natural: Florestas tropicais.
Hábitos alimentares: É omnívora. Alimenta-se de
sementes e frutas. Em cativeiro, é comum comer
amendoim, girassol, milho verde e frutas.
Tamanho: Até 1,10 metro. É a maior ave da família
dos psitacídeos.
Peso: Cerca de 500 g
Período de gestação: O período de incubação dura
30 dias.
Número de crias: Costumam nascer 2 crias de cada
vez. São alimentadas pelos adultos, que regurgitam
a comida. Elas chegam à idade adulta aos 6 meses.
Tempo médio de vida: 30 anos.
Estado de conservação da espécie: Esta espécie
está em extinção, principalmente devido à
destruição do seu habitat natural e à expansão
humana para os territórios que antes eram
“propriedade” das araras e que agora se
“humanizaram”.
A extinção de espécies é
um processo irreversível que
ocorre quando uma população
ou uma característica
controlada por factores
genéticos desaparecem.
Extinção pode ocorrer ao
nível de espécie, como
aconteceu com o mamute
(Mammuthus primigenius) e
ainda a nível de raça,
variedade e de genes.
Extinção é parte natural do
processo de evolução.
O extermínio de espécies acontece naturalmente desde o
surgimento da vida na Terra. Entre suas principais causas
estão os processos de desertificação, as glaciações e
alterações na atmosfera provocadas por actividades vulcânicas
ou meteoros. Calcula-se que 95% das espécies que já existiram
na Terra desapareceram. Esse processo acontecia a um ritmo
de, aproximadamente, uma espécie extinta a cada 13 meses.
Hoje, segundo a UICN, são cerca de 5 mil espécies por ano, ou
13,7 por dia. Só na Indonésia, país recordista em destruição da
biodiversidade, some uma espécie por dia. Isso acontece,
sobretudo, pelo aumento da degradação ambiental - como a
poluição das águas, dos solos e do ar -, pelo desnatamento e
pela contaminação do meio ambiente por radioactividade e
agros tóxicos.
Entre os animais em risco no planeta
estão: o elefante africano, o cervo da
Tailândia, o panda gigante da China, o
cavalo selvagem da Europa Central, o
bisão (boi selvagem) da França, e a
baleia-azul. Também correm risco
espécies vegetais como as orquídeas de
Chiapas, no México, e algumas bromélias
do continente americano e da África.
Os principais factores que levam à extinção são a caça desportiva,
que geralmente atinge animais que têm a carne bastante apreciada, e
a captura ilegal, que visa o comércio local, nacional e internacional. O
tráfico de animais silvestres é o maior comércio ilegal do mundo,
perdendo apenas para o tráfico de drogas e de armas. Ele movimenta,
segundo o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Setas) - mantido
através de uma parceria entre PUCPR e Ibama, em Tijucas do Sul -
cerca de US$ 20 bilhões ao ano. Estima-se que, no Brasil, o tráfico
seja responsável pela retirada anual de 38 milhões de animais das
matas. De cada dez, apenas um sobrevive. Outro factor que
contribui para a extinção é a eliminação da Floresta Atlântica,
considerada habitat natural dos papagaios-de-cara-roxa. O corte de
árvores faz com que as aves fiquem sem abrigo e sem local seguro
para fazerem seus ninhos. Além disso, a alimentação passa a ser
escassa.
Portugal, é um país com uma diversidade de fauna e flora, mas
devido ás consequências das acções do Homem, essa riqueza tem
vindo a sofrer perigosos ataques e ameaças vigentes.
Muitos animais têm vindo a extinguir-se, uma vez que, a “mão” do
Homem tem provocado inúmeros efeitos, nomeadamente a caça, a
desflorestação, a poluição do ar e de rios, a exploração de seres
vivos com valor comercial, entre muitos outros.
Em Portugal, muitos animais, como o javali, o lobo, a águia-real, o
lince ibérico, o corço, os garranos, a cabra-do-gerês, têm sido
alvos de graves e iminentes ameaças.
Após a elaboração deste trabalho, concluímos que apesar
dos esforços de muitas pessoas e instituições ainda à
muito a fazer para proteger os animais em vias de
extinção. E nós Homens estamos a contribuir muito para o
contrário, ao destruir-mos os seus habitats, ao caça-los
para fins monetários e até mesmo, apenas por desporto e
“diversão”.
Basicamente á imenso por fazer para proteger-mos os
animais.
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