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METODOLOGIA DA PESQUISA EDUCACIONAL: VEREDAS TRILHADAS

Inalda Maria Duarte de Freitas

RESUMO: Essa investigação apresenta como eixo temático: A Metodologia da Pesquisa
Educacional: veredas trilhadas, tendo como mecanismo impulsionador diante da sua operacionalização
a pesquisa e a educação, foi vivenciada na Universidade Estadual de Alagoas-Uneal. O problema
questiona, até que ponto a metodologia da pesquisa contribui para a aprendizagem do aluno nas
pesquisas acadêmicas? A hipótese se configura como necessidades de uma prática vivenciada com
relevância para a aprendizagem do aluno no meio acadêmico, subsidiando os trabalhos de pesquisa.
Seu objetivo é pesquisar de maneira o ensino e a aprendizagem do acadêmico está subsidiando seus
trabalhos de pesquisa. Nesse sentido, reflete-se que o desenvolvimento da metodologia da pesquisa,
deve ser continuo em suas facetas, portanto, orientações formativas e claras. A metodologia que
delineou essa pesquisa foi do tipo qualitativo, cuja abordagem atém-se a um estudo de caso, realizouse observação in loco, tendo como apoio o universo da investigação a escola campo de pesquisa e a
Uneal. Utilizaram-se como técnicas observação e entrevista com três professores do curso de letras,
uma entrevista com quatro questões, previamente elaboradas, análise de documentos, diários de classe,
livros, portfolios dos alunos, buscando-se, portanto, descrever a pesquisa, cujos subsídios fomentam as
literaturas pertinentes. Em fim a ciência é a forma de se expressar, de buscar não exclusiva, não
inclusiva e nem, definitiva. Assim, o questionamento foi pesquisado, a respostada dada, foi à
comprovação da hipótese, e, o objetivo foi alcançado.
Palavras chave: Educação. Professor/Aluno. Metodologia Pesquisa.

1. INTRODUÇÃO

Pesquisar é um assunto polêmico e que mais se tem discutido nos dias atuais.
Aprender a pesquisar representa, para qualquer pesquisador, uma tarefa extremamente
importante. O fator mais sério da prática da pesquisa educacional é a aprendizagem precoce
de muitos alunos.
Frente a essa sociedade mutante e marcada por largas transformações, quer sejam
políticas, econômicas, culturais, sociais e principalmente tecnológicas e científicas, o
pesquisador precisa adotar um método, ou um conjunto de técnicas ou instrumentos para
organizar sua metodologia de pesquisa, está sempre diante de desafios e possibilidades.

Assuntos esses. Em fim a ciência é a forma de se expressar. nessa sociedade mutante através dos desafios e das possibilidades na formação docente. as orientações precisam ser formativas e claras. deve ser continuo em suas facetas. a hipótese se configura como necessidades de uma prática vivenciada com relevância para a aprendizagem do aluno no meio acadêmico. portanto. METODOLOGIA DA PESQUISA EDUCACIONAL Essa pesquisa apresenta de forma sintética os motivos que impulsionaram as idéias para efetivar essa investigação. Assim. bem como. subsidiando os trabalhos de pesquisa. deve ser continuo em suas facetas. é parte de fundamental importância para o desenvolvimento das instituições e que devem ser levadas em consideração as diferentes áreas de estudo. ensiná-la aos futuros aprendizes que serão seus aprendentes nos cursos de licenciatura. que versa sobre o tema: Metodologia da pesquisa educacional. diários de classe.2 Essa investigação apresenta de forma sintética os motivos que impulsionaram as ideias ao pesquisador para efetuá-la. análise de documentos. na prática pedagógica a partir dos futuros profissionais. isto é. Utilizaram-se como técnicas observação e entrevista com três professores do curso de letras. orientações contínuas e formativas. de buscar não exclusiva. 2. Destarte. descrever a pesquisa. portanto o objetivo foi alcançado. . o questionamento foi pesquisado. Nesse sentido. portanto. A metodologia que delineou essa pesquisa foi do tipo qualitativo. reflete-se que o acompanhamento da metodologia da pesquisa. No horizonte da responsabilidade. e. Nesse sentido. cujos subsídios fomentam as literaturas pertinentes. definitiva. tendo como apoio o universo da investigação a escola campo de pesquisa e a Uneal. então. portanto. foi à comprovação da hipótese. cuja abordagem atém-se a um estudo de caso. ou outros cursos no mundo da pesquisa acadêmica das instituições educacionais e outras. O objetivo dessa investigação é pesquisar de maneira o ensino e a aprendizagem do acadêmico está subsidiando seus trabalhos de pesquisa. previamente elaboradas. cidadãos que irão atuar no mercado de trabalho de uma sociedade marcada por largas transformações. livros. buscando-se. a respostada dada. a metodologia da pesquisa educacional. portfolios dos alunos. os quais precisam perceber a necessidade de aprender a fazer pesquisa para. realizou-se observação in loco. uma entrevista com quatro questões. bem como não inclusiva e nem. Até que ponto a metodologia da pesquisa contribui para a aprendizagem do aluno nas pesquisas acadêmicas? Nesse contexto. também. reflete-se que o desenvolvimento da metodologia da pesquisa.

[. descrevendo sobre o estudo em pauta a partir de cada fichamento. Destarte. p. bem como evitar que se percam as reflexões e interpretações realizadas neste momento para importância da pesquisa. durante a trajetória do curso.. documentos e outras. Nesse sentido. o estudo documental aqui elencado perpassou pela análise do projeto político pedagógico dessa Instituição de Ensino Superior-Uneal.APE. naquele momento assumindo a função de gestor. portarias.3 abordados a partir da introdução dessa pesquisa. pois além de fazerem parte da documentação pessoal de cada um. planos de trabalho e os diários de classe e outras anotações referentes às atribuições de cada professor do curso de letras. Dando continuidade à investigação. ao qual o . SEVERINO. quando o pesquisador é também um profissional professor coordenador do Departamento para Assuntos Pedagógicos .] carece se fundamentar em algo preexistente. perpassa também pelo compromisso já assumido através das ações trabalhadas pelos professores. resoluções. que o tipo de investigação aqui. seja bibliográfica. Acreditamos que toda pesquisa em algum momento. relatórios de estágios. Os registros constituem parte indispensável para uma eficiente e proveitosa leitura acadêmica rumo à pesquisa. “começam a partir daqui. do qual haja registro” (ROCHA. a dificuldade em responder à questão que intitula esta seção” (PIMENTA. passa a ser descritiva. bem como sobre os egressos aqueles que estão iniciando no campo acadêmico. Entende-se. Portanto. 2002. ações essas de orientações e observações de (pesquisadores) outros. Em primeiro lugar fez-se um estudo bibliográfico e documental para fundamentar a referida investigação. 82). segue-se analisando sobremodo as informações sobra à relevância da pesquisa no campo educacional. portfolios de alunos mestres. de forma mais especifica nos cursos de licenciatura. Os registros são necessários. bem como. 216). p. assim foi estudado todo o aparato documental que respalda e consolida os referidos cursos de licenciatura. aprendendo os primeiros passos da metodologia da pesquisa. observou-se o andamento de preparação para o profissional que a instituição está querendo formar para atuar na comunidade de trabalho onde ele irá exercer a sua profissão. Nesse momento da investigação. buscou-se registrar todas as informações bibliográficas possíveis para nortear a fundamentação teórica necessária a essa pesquisa com mais segurança. dessa maneira. 2008. também.. obriga o pesquisador a expor o entendimento do texto. “voltada à coleta de dados em fontes impressas do tipo livro. Assim.

este mesmo sendo de formação de professores não fez parte dessa investigação. expansão para outros municípios alagoanos. letras: português/literaturas e inglês/literaturas. tendo em vista a transformação da prática” (PIMENTA. p. Nesse contexto.] O tempo correspondente a esse momento não seria preenchido em atividades características de sala de aula. p. ciências biológicas. data de sua criação até o contexto atual. entre outras ações consolidadas durante o período de 1970. mas em atividades recreativas.. história. Assim. pode-se fazer um acompanhamento avaliativo de todo o trabalho efetuado. Isso justifica que. os quais lhe deram motivação significativa. quando possível. matemática. geografia. decerto se investe a convicção de que pesquisa e ação podem e devem caminhar juntas. cujos avanços evidenciaram-se através da transformação de Fundação do Agreste Alagoano-Funec.4 estágio de pesquisa estar vinculado. também em reforço da aprendizagem. o pesquisador em interação aos colegas professores. direito e pedagogia. Também. entre essas atividades estão incluídas as línguas francesa.. no sentido do trabalho do pesquisador. esportistas e artísticas e. assumiu a proposta desafiadora de realizar essa investigação. tanto com cursos de formação de docentes como exemplo: biologia. 98) diz que. “quando alguém opta por trabalhar com pesquisa. em 1992 para Fundação Universidade Estadual de Alagoas-Funesa e atualmente em 2007 para Universidade Estadual de Alagoas-Uneal. que desde março de 1983 atua. Nesse momento o pesquisador ateve-se a . Perez (2000. Nesse viés. química. o mecanismo de atendimento baseou-se na ampliação do tempo de permanência da criança na escola para oito horas. ciências contábeis. todos no Campus I. [. Na operacionalização das ações. pesquisando. que deu. Com efeito. vivenciando os momentos de transição político-prdagógica dessa Instituição de Ensino Superior-IES. inglesa e portuguesa espaço reservado às observações. 2008. a criação de novas modalidades de cursos. 212). bem como. além dos existentes em formação de professores como: administração de empresas. o que significa aprender e construir o conhecimento através da metodologia da pesquisa. SEVERINO. bem como outros cursos de bacharelado com a institucionalização de campi. Daí. de certa forma sustentação à convalidação dessa pesquisa em pauta.

principalmente. bem como na prática quanto ao uso dos instrumentos pedagógicos. isto é. insegurança também ao tirar suas dúvidas com os docentes orientadores entre outras. o pesquisador além de sua participação ativa como professor em interação com alunos e colegas professores. na etapa de observação do estágio curricular supervisionado (pesquisa) com o envolvimento dos estudos bibliográficos. Destarte. perante as regiões menos favorecidas. 2. se faz necessário a presença de metodologia da pesquisa em todos os momentos acadêmicos e modalidades. pois os professores universitários precisam fomentar a prática de “aprender a aprender” fazer fazendo. Nessa perspectiva. 23). subsidiando uma prática da avaliação reflexiva das suas atividades desenvolvidas. algumas vezes no domínio dos métodos de pesquisa. relativa à teoria na prática.1 TIPO DE PESQUISA Trata Quanto à metodologia da pesquisa é de suma importância para todas as etapas do processo de ensino e de aprendizagem no contexto acadêmico. promove também a prática reflexiva que perpassou a expansão das fronteiras. também. foi sistematizando uma pesquisa bibliográfica através de um grupo de estudo. esses problemas são solucionados através do acompanhamento do professor coordenador de determinado trabalho que. ao que se quer ser” (NASCIMENTO. se enfatizou nos estudos realizados sobre pesquisa como prática reflexiva para subsidiar os trabalhos acadêmicos vivenciados nas discussões entre os . apresentou no momento de sua pesquisa certa dificuldade em relação à natureza acadêmica. participação e de acompanhamento avaliativo. quando da aplicação. a pesquisa da metodologia educacional. “entrar na universidade é assumir um outro de sair de si mesmo. nas técnicas e instrumentos a serem desenvolvida. 2006. também. A metodologia da pesquisa objeto precípuo dessa investigação. Portanto. alavancando discussões sobre o papel social da IES envolvida no cumprimento de uma das funções sociais da universidade. p. ensinar ao aluno a pesquisar. de orientação. Nessa perspectiva. Nesse sentido. Mas. de confrontado ao que se é. pesquisando desde o inicio de sua formação. as regiões interioranas e das cidades circunvizinhas. Os alunos sempre têm suas dificuldades. deve se encontrar sempre presente nesse contexto do processo que envolve a modalidade da pesquisa. que deu sustentação ao marco teórico dessa investigação.5 descrever todas as observações efetuadas por ele próprio sobre a técnica adotada.

A investigação oscila entre os esquemas de pensamento indutivo e dedutivo. Lleva a un punto de vinculación lo cualitativo y lo cuantitativo.. Lucio (2004. essa escolha em relação à pesquisa qualitativa. Entende-se aqui de uma pesquisa onde as abordagens descritivas e qualitativas tiveram maior domínio. Segundo o pensamento de Morosine (1998. entre outras modalidades presentes no cotidiano. No intuito de convalidar as idéias de Sobrinho. (2004.] las posibilidades productivas de sociedades y de las condiciones para mejorar sus potencialidades creadoras en todos los âmbitos de la vida social”. segundo o olhar de Souza. Conduz a um ponto de vinculação o qualitativo e o quantitativo. p.. na qual as possibilidades produtivas da sociedade e das condições para melhorar suas potencialidades criativas em todos os âmbitos da vida social (Tradução nossa). 88) quando diz “a quantidade de uma pesquisa não pode ir além da qualidade da . norteada com materiais coletados empiricamente contemplados por estudo da técnica aplicada. 222) “la fuerza motriz de esas transformaciones se identifica con la radical revolución cientifico-técnica que la humanidad está viviendo la cual [. Assim. possíveis de serem observadas e. (2005. com à conjuntura política delineada nos princípios norteadores que deram sustentação aos cursos de licenciatura até hoje. considerando definidos os passos que foram trilhados a partir das idéias de: Sampieri. além de que por parte do investigador necessita um enorme dinamismo no processo. consequentemente. Seus dilemas e desafios no afrontamento de uma prática acadêmica concernente aos propósitos atuais e. essa abordagem do tipo descritiva. observação sistematizada. p. portanto. p. 21) descrevendo que: La investigación oscila entre los esquemas de pensamiento indutivo y dedutivo.6 alunos e professores da universidade na trajetória histórica dessa instituição de ensino superior no cenário alagoano dos cursos em questão. adamás de que por parte del investigador necesita un enorme dinamismo en el proceso. que suele resulta inaceptable para los „puristas‟. também. “qualidade educativa é expressão que atende melhor que eficiência e produtividade” A qualidade aponta também os paradigmas interpretativos como elementos que permeiam os fenômenos educativos. Collado.55) e. A força condicional dessas transformações se identifica com a radical revolução técnico-científica que a humanidade está vivendo. propensas a discorrerem sobre significados rotineiros e problemáticos do contexto do indivíduo pesquisador. que somente resulta inaceitável para os puristas (tradução nossa). está permeada pelo estudo de caso. Trata-se também de uma interpretação que impulsiona a descoberta dos fatos. p.

a metodologia da pesquisa educacional está subsidiada pela ciência. Dessa maneira. lá nós não temos o professor coordenador para nos orientar. assumir seu papel de um profissional preparado para o exercício da cidadania. considerando as linhas norteadoras da prática da pesquisa e os conhecimentos científicos alocados nesse percurso. pois os poucos alunos que participaram dessa pesquisa já apresentam características de futuros profissionais que comprometidos com o processo da metodologia da pesquisa atém-se a preocupação com uma prática reflexiva. Nota-se que na crítica do aluno. ou da própria prática pedagógica” (ABRAHÃO. frente à problemática dos desafios na busca de uma prática concernente às políticas atuais. o aluno está extraindo in loco uma atenção sensível direcionado para a ciência com perspicácia onde os significados ficam muitas vezes ocultos no seu objeto de pesquisa. apontam direcionamento para novos caminhos tais como: possíveis reduções de evasão e de repetência nas escolas onde eles irão atuar. Portanto. quando assim afirmou um aluno representando o grupo de francês: “o termo qualitativo implica também numa partilha entre os sujeitos desse processo de acompanhamento das atividades realizadas pelos alunos. p. entende-se que. o aluno está sendo de fato e de direito sozinho na sociedade. evidenciaram-se através de conversas informais efetuadas com alunos do 8°. real e detentora de resultados. temos é que saber caminhar com todas as competências e habilidades aprendidas aqui. do convívio com colegas de profissão. A seguir a fala do aluno de inglês. seja por meio dos cursos de formação pré e em serviço. “Sobretudo é necessário o entendimento de que ele estará em constate processo de aprender. ele próprio está preocupado em sair da universidade para. Assim.7 mensuração das variáveis que a compõem”. Trata-se de uma situação concreta. 2004. viabilizaram e contribuíram nessa investigação sobre observações como prática reflexiva. Estamos preocupados também com a metodologia que vamos trabalhar ao assumirmos o momento de pesquisa fora da universidade. é através da ciência que se encontra a forma hegemônica da construção do conhecimento científico. no contexto acadêmico (aluno de inglês). que são fatos e locais que estão constituindo objetos de pesquisa” (aluno de francês). então. valorizando a pesquisa científica. Nessa fala ficou claro que. observaram-se as mudanças ocorridas no mundo acadêmico. 57). Dessa forma. para que seus alunos . Período de Francês e inglês da universidade Estadual de Alagoas-Uneal informações que.

p. 61) “reflexão crítica compartilhada envolve interações entre as pessoas empenhadas em identificar. Esse viés passa pela reflexão. . seminários e as demais atividades como: análise e orientações dos conteúdos. A afirmação dessa investigação como metodologia da pesquisa educacional se concretiza. Demonstrar dinamismo. como também a de campo faz parte diretamente dessa investigação.. (2004. 2006. aluno mestre. A universidade objeto desse trabalho funciona nos três turnos com alguns cursos. p. Expressar-se utilizando uma linguagem concisa e coerente. pois “a pesquisa é uma intervenção [. valorizando as experiências oriundas do cotidiano.] no mundo real e um exame muito de perto dos efeitos dessa investigação” (CALEFFE. participação. visto que o pesquisador esteve presente em todos os momentos. professor regente e aluno piloto em um processo de integração social (FREITAS. 2007. como sujeito pesquisado. 2007. onde funcionam todos os cursos de licenciatura já avaliados pelo MEC. 2006. também. 83). devido ao fato de “o pesquisador inicia o trabalho de campo com um conjunto geral de problemas em mente e também com uma estrutura teórica” (CALEFFE. sempre atento investigando os problemas advindos da prática pedagógica e atuando em sala de aula e fora dela. socialização. MOREIRA. segundo Abrahão. Como principio norteador dessa metodologia está a nova concepção de educação. questionar a veracidade”. professores e outros sujeitos envolvidos nessa pesquisa. reflexivo. auto estima mais elevada. 89-90). com o propósito de entrelaçar os saberes. centrada na atual postura do educador como agente ativo. pois. p. envolvendo professor supervisor. criticidade e amor (FREITAS. quando se procurou explorar as concepções de metodologia da pesquisa da prática educacional. p. 63). Proporcionar situações significativas dentro do contexto. recursos didáticos e outros recursos materiais e estruturais e os procedimentos de metodologia da pesquisa educacional. Expor o conteúdo de maneira clara e objetiva. MOREIRA. metodologias. participativo e democrático do processo de ensino e de aprendizagem. Os professores observados de maneira sucinta assumem os grupos de estudo. como professor orientador.8 obtenham melhor desempenho na aprendizagem. através do envolvimento dos alunos. criatividade.. entretanto o turno observado foi o noturno. entre outros fatores que vieram caracterizar as mudanças de paradigmas embutidos no futuro profissional professor. Demonstrar capacidade de interagir no processo ensino-aprendizagem.

2000. neles. real e detentora de resultados. 06 (seis) alunos dos três cursos citados visitaram uma Escola municipal em tempo integral junto ao pesquisador com o intuito de buscarem maiores informações sobre a metodologia adotada nessa escola. cada vez mais pelas prefeituras do interior”. 2. 107). 1997. 1998. e sob essa prerrogativa dos autores. Nesse processo metodológico segue a sessão. que se tratou de uma situação concreta. Porém. entendeu-se também a sensibilidade gestora da política educacional. bem como as demais são localizadas nas regiões carentes/ “como havia sido proposta de governo teve inicio o longo e complexo processo” (PEREZ. p. apenas uma foi contemplada para o levantamento de dados para essa pesquisa. p. Destarte. essa atividade dos alunos pesquisados foi extensiva aos alunos dos cursos de licenciaturas a seguir: letras com: português e suas respectivas literaturas. amando e respeitando o outro com ética profissional.189). o aluno precisa situar-se com iniciar seu projeto de pesquisa e todos os seus passos. Sobremodo. Assim sendo. fazendo-o participar de um diálogo” (PIMENTA. de todas as escolas municipais funcionarem em tempo integral. 85). Conforme Perez (2000. “os termos se tornam mais claros e compreensivos ao serem defendidos” (RUDIO. inglês e suas literaturas. observou-se que no município onde o campus I da Uneal está inserido. “Pela curiosidade de conhecer a quem educa e conhecendo. a descoberta de si próprio” (HOFFMANN. 161). pois é. 2008. p.2 PROCEDIMENTOS PARA A COLETA DOS DADOS .188) “a manutenção das escolas também parece está sendo assumida. seu atendimento aos estudantes daquela localidade é razoavelmente bom. Dessa maneira. 25). destacou-se a fala dos sujeitos envolvidos como ferramenta imprescindível e que justifica o tipo de pesquisa explicitada e qualitativa.9 p. já existem cinco escolas em tempo integral. sujeitos diretos dessa investigação que. isto é. se buscou a comprovação dos fatos através da oralidade e dos meios elencados e. SEVERINO. Assim sendo. Pois. Assim. sempre usando a curiosidade de conhecer os espaços que como profissionais após sua colação de grau irão atuar. “Somente nesse ponto de contato é que surge a luz que aclara. p. viu-se que a comunidade desse município espera a concretização da proposta de governo. que se refere à observação como técnica para a (pesquisa) e participação do pesquisador e dos pesquisados entres outros. visto que essa escola está localizada numa área de uma comunidade com baixo poder econômico. francês/português e suas respectivas literaturas. p.

dessa vez o 6°. Considerando que há muitas possibilidades de testar hipóteses.10 Quanto à validação das técnicas trabalhadas. francês/português/literaturas foi efetuada pelo pesquisador. No tocante a complexidade do tema abordado. pela dificuldade na obtenção dos dados. os alunos. que não houve nenhuma dúvida por parte dos alunos em questão. inglês/literaturas. 145). assim. considerando que o grupo tinha autonomia para eleger um sujeito para fazer uso da fala. como o “universo de investigação é geograficamente concentrado e pouco numeroso. visto que. Por essa razão. Período de letras inglês/literaturas constatou-se então. surge grande variedade de delineamento próprio. Dando continuidade. determinado pelo objeto de investigação. com alunos semelhantes aos outros acadêmicos observados. Realizaram-se além das observações. que se aproximam mais ou . decisão essa tomada entre cada grupo por curso. pelo nível de precisão exigido e pelos recursos materiais de que dispõe o pesquisador. indivíduos participantes ativos dessa investigação. como prática reflexiva dos pesquisados e pesquisador nos cursos de licenciatura. 2006. Dando. 2002. escrevendo opções em ordem de importância” (CALEFFE. também conversas informais na Uneal e na escola campo de pesquisa sendo que. ou seja. no momento da fala. (oitavo) período do curso de letras: português/literaturas. efetuou-se da seguinte maneira: após a construção dessa técnica em questão. nem nas entrevistas realizadas com os professores. outra vez foi aplicado em outra turma. decisão dos alunos. sobre a prática reflexiva da metodologia da pesquisa. Portanto. p. (quinto) período do curso de letras: português/francês/literatura. ouviu-se apenas o pronunciamento de um acadêmico por curso. p. nessa pesquisa não foram citados nomes reais. convém que sejam pesquisados todos os elementos” (GIL. MOREIRA. essa foi aplicada em uma turma do 5°. peculiar. a liberdade de expressão aos pesquisados. as observações realizadas com os alunos. A observação dos alunos do 8°. a tipos ideais. à observação reformulouse o roteiro (instrumento) de observação e. 95). observada naquela escola e na IES pesquisadas. os mesmos precisavam sentir-se mais livres para efetuar suas respostas. Diante dessa realidade os pesquisados. quando se constatou a difícil compreensão da oralidade por parte daqueles alunos que haviam sido observados. Foram realizadas 03 (três) entrevistas com os 03 (três) professores pesquisadores dos cursos em questão. as propostas de classificação dos vários tipos de delineamento referem-se sempre a abstrações. “terão que marcar nos espaços. metodologia da pesquisa educacional.

buscou-se através desses instrumentos (roteiros de observação e de entrevista). relacionados à formação docente e à prática pedagógica tão difundida na sociedade atual. SEVERINO. 5). assim como. a maneira que ele afeta as suas ações em sala de aula” (ABRAHÃO. “a globalização que elimina as barreiras internacionais. p. 2008. houve sempre articulações sobre pesquisa e ciência. nos momentos de orientações pelo pesquisador aos alunos. Balzan (2005. em seguida os 03 (três) . numa sala destinada a assistência aos estagiários na própria IES. inglês/literaturas. “faz-se necessária à investigação do conhecimento que os alunos professores trazem para os seus cursos de formação. ”a articulação da compreensão em atos distintos traduz-se na compreensão efetiva. SEVERINO. Com essa alternativa. 195). atos que se fundem em processo único: [. Em primeiro lugar foram observados os alunos do 8°..] exprime uma marca. p. 65). Período. p. Segundo o olhar de Sobrinho. que torna acessível os mais diferentes conhecimentos de nações e povos distantes”. Nesse contexto. Entendeu-se. “Uma atitude do observador cientifico consiste em assumir o ponto de vista do grupo pesquisado com respeito. uma forma visível de ser” (PIMENTA. já citados. que. 158-159). então. Contudo. dos cursos de licenciatura. empatia e a maior inserção possível” (PIMENTA. ao interagir com os alunos mestres e com os próprios colegas professores pesquisadores. colher informações úteis e buscar a coleta de dados que informassem sobre o processo dessa investigação entre diferentes situações da metodologia da pesquisa. 2. pesquisa. p. francês/português/literaturas.11 menos dos delineamentos concretos (GIL. p. de forma mais especifica no campus I. real e concreta.. houve também observações participantes na própria sala destinada aos plantões de estágio que acontecem durante os três turnos pelos professores coordenadores. 218). 2008.3 POPULAÇÃO E AMOSTRA A investigação foi realizada na Uneal. Desse modo. essas informações contribuíram para discernir os esclarecimentos advindos dos vários sujeitos que comungaram com o processo dessa investigação e que interagiram sobre o assunto em pauta. 1999. Frente ao exposto. estudar e pesquisar línguas já faz parte da diversidade nesse processo. em comum acordo entre eles. nos cursos de licenciatura a seguir: letras português/literaturas. 2004.

através de suas falas representaram o curso de letras do Campus I da Uneal. denominada Escola Municipal em Tempo Integral Zélia Barbosa. é mister salientar o apoio das equipes gestoras da escola e da Uneal. p. culmina com o pensamento do pesquisador Perez (2000. sensibilidade para sua lógica e sua cultura. assunto já destacado na literatura da pesquisa. bem como as conversas informais nos momentos de interações entre os pesquisados e o investigador. a ética profissional entre outras atribuições de suas responsabilidades. o companheirismo. “significa abertura para o grupo. quanto à estrutura da IES. Assim sendo. 96). o planejamento”. bem como a Uneal. as observações participantes. há uma vacância no sentido de estrutura física para um atendimento eficiente e eficaz aos alunos e aos professores de maneira geral como: escassez de transportes para acompanhamento dos. bem como o compromisso. Quanto ao resgate da localização dessa escola que deu sustentação ao processo dessa investigação. Conforme Sobrinho (2003.12 sujeitos (professores coordenadores de estágio) 100% dos professores. incluindo o pesquisador que. onde se realiza a atividade essencial da educação. numa sala de aula. A escola é a atividade primeira e única do processo educacional. Esta se constitui em local privilegiado em que interagem os atores fundamentais. também. Sem dúvida a política educacional se concretiza em toda sua magnitude na escola. Entretanto. o professor e o aluno (variável recursos humanos). unidade pesquisada. Respeitando-se também a hierarquia entre universidade e escola campo de pesquisa. 171) ao falar que. p. lembrando-se de que a interação social faz parte da condição e da situação de pesquisa” (PIMENTA. 195). “costumam dar sustentação teórica e metodológica para as avaliações voltadas para a gestão. Isso. conforme investigação houve uma integração relevante para o desenvolvimento das atividades realizadas pelos envolvidos no processo. muitas vezes o professor fez esse atendimento em seu próprio transporte para não deixar de cumprir todas as suas atividades. tanto pelos alunos quanto pelos professores. p. os quais sempre assumem suas atividades custeadas por eles. isto é. Em se tratando da escola campo de pesquisa e a universidade. 2008. vale a crítica ora feita. . em que se encontram os principais componentes estruturais (variável pedagógica). a responsabilidade. fizeram parte. Como já se falou os professores pesquisadores e ao mesmo tempo são coordenadores de estágio. Do mesmo modo. SEVERINO.

fazendo alusão a sua importância como instrumentos imprescindíveis para a pesquisa através de uma ação-reflexão-ação. problematizar se e até que ponto estes mesmos mecanismos e estratégias estão contribuindo na formação de cidadãos”.4 INSTRUMENTOS UTILIZADOS NESSA INVESTIGAÇÃO O maior dilema do pesquisador. Do ponto de vista do pesquisador. todos os instrumentos usados . convém lembrar que as técnicas de interrogações possibilitam a obtenção de dados a partir do ponto de vista dos pesquisados. vista como uma concepção normativa. sobretudo quando estas envolvem variáveis de natureza institucional. das técnicas e dos instrumentos de coleta de dados é apenas uma parte do trabalho do professor/pesquisador” (CALEFFE. os instrumentos e as técnicas utilizados adentram-se a. onde estão registradas atividades como: conteúdos. nesse momento. 2002. Sujeitos sensíveis. o levantamento apresentará sempre algumas limitações no que se refere ao estudo das relações sociais mais amplas. MOREIRA. 229). foi usar dados apenas qualitativos. os alunos tiveram a liberdade de dizer aquilo que pensassem e sentissem. estratégias. Sentido de reflexão.140) “há que refletir questionar. porém. avaliações entre outros. 2. Assim. metodologias. fomentando as abordagens já citadas na literatura. b) Observações participantes e conversas informais. passa-se agora para a especificação dos instrumentos utilizados durante a pesquisa. p. Prática essa. éticos. os professores tinham um padrão para registrarem seus diários. A coleta dos dados realizou-se por meio da utilização dos seguintes instrumentos: a) Os diários de classe e planos de trabalho dos professores pesquisados como ferramenta reflexiva. Portanto. frente à leitura crítica da prática da metodologia da pesquisa educacional docente. p. Nessa perspectiva.13 Assim sendo. 2006. instruções. (GIL. “o entendimento do delineamento da pesquisa. qual seja um modelo normativo “a priori do ensino a compreensão escrita e o utilizou como padrão para medir (avaliar) a adequação do ensino e da aprendizagem observados” (GAUTHIER. p. Qualquer que seja o instrumento utilizado. segundo Esteban (2000. p. 119). 115). 2006. coletivos e construtores da cidadania através da metodologia da pesquisa educacional.

que serviram para complementar as análises de forma mais acentuada das observações. Nesse contexto o investigador deixou-se conduzir e conduziu os outros 02 (dois) sujeitos (professores) dessa pesquisa com confiança e empatia. além de permitir o esclarecimento de dúvidas em relação às questões formuladas como forma de facilitar a análise interpretativa dos dados coletados para sua descrição. analítica. Feito isso. p. tais como: ficha resumo. entendendo-se que os pronunciamentos interativos que serviram de amostra nessa investigação. de forma mais especifica nas salas de aula dos cursos investigados e na escola campo de pesquisa. e) As entrevistas utilizadas foram estruturadas contendo 03 três questões para questionar os 03 (três) professores pesquisados. já se pode dar um maior detalhamento. Buscando-se captar os elementos que foram adicionados a outras informações já coletadas. pois esse procedimento permite uma maior liberdade ao entrevistado. citação. compreende-se que as observações e os diálogos interativos contribuíram na captação dos elementos verbais e não verbais com suas particulares e valiosas informações que foram registradas nessa investigação da pesquisa como prática reflexiva da metodologia da pesquisa educacional.14 para coletar dados do tipo respondente. para tanto. esboço e bibliográfica. Já as conversas informais interativas aconteceram na sala de plantão de estágio na própria Uneal e em momentos de diálogos. Essas fichas tiveram a finalidade de armazenar toda a fundamentação teórica necessária à construção dessa pesquisa. foi realizada uma diversidade de fichas. tanto nos corredores da universidade. não se colocou nomes reais dos sujeitos ativos e participantes desse processo de investigação. Foi adotado o instrumento entrevista estruturada. também do desempenho docente. quanto nos momentos de pesquisa nas escolas campo de investigação. devem sim é ser „datados‟ e retratar o processo particular de cada um”. Então. foram analisados os documentos oficiais do campus . 2. b) Quanto à pesquisa documental. o pesquisador preocupou-se em dar a maior e a melhor contribuição com fidedignidade. As observações aconteceram na Uneal. sobre os procedimentos de análise dessa investigação. (2000.5 PROCEDIMENTOS PARA A ANÁLISE DOS DADOS a) Quanto à pesquisa bibliográfica. “não precisava mesmo acontecer com todos os alunos” Conforme Esteban. 136) “pois cada um é parâmetro de si mesmo.

que contribuíram de maneira relevante na fundamentação teórica dessa investigação. sobremodo. após apropriar-se de outros saberes. Nesse patamar. 64-65). da universidade pesquisada como: letras português e suas respectivas literaturas. o Plano de Cargo e Carreira-PCC dos profissionais professores da IES. resoluções. os fichamentos realizados frutos das leituras. as observações foram codificadas numa abordagem qualitativa. também. das produções efetuadas. de interpretações. aquela que o professor esteja atento aos avanços e a rapidez dos acontecimentos que envolvem a ciência no mundo globalizado. Para a descrição e interpretação final desse trabalho foram considerados na metodologia. Nesse contexto. o valor da pesquisa no campo da educação reside no auxilio que ela proporciona ao identificar o que é necessário para modificar o verdadeiro valor das premissas do argumento prático” (GAUTHIER. há momentos que se reconhece e precisa adentra-se ao fazer fazendo. que normalmente chamamos de dados”. bem como da análise dos dados obtidos durante a pesquisa de campo. Substitui a . mediando à construção do saber. o regimento do campus I e os projetos dos cursos investigados. Assim. Põe o diálogo no centro do ensino/aprendizagem e joga luz sobre os pontos que conectam os territórios artificialmente isolados. p. que apesar de seus avanços continua exigindo do educador habilidades. Uma nova visão. português/francês e suas literaturas. pareceres. Concordando com Demo (1996. um novo olhar. Adentrando-se aos autores estudados para subsidiar a pesquisa. “as técnicas de pesquisa enriquecem-se. essas na Uneal. bem como quantitativa e transcritas com detalhes do que foi observado. SEVERINO. Considerando que a produção do conhecimento construído e sistematizado de forma metodológica pelo investigador perpassa pela “prática educativa. 2006..] há necessidade de profundas descrições. no campus I.15 I. 287). p. um novo caminhar. isto é. na escola campo de pesquisa e em casa. inglês e suas literaturas. quanto para motivar seus alunos. é quando se descobre sua identidade construindo o fazer pedagógico da ciência investigativa. principalmente dos livros. p. Esse tipo de pesquisa foi a que teve maior domínio no campo desse trabalho em movimento” (PIMENTA. Quem trabalha com pesquisa qualitativa sabe que [. diários e planos de trabalho dos professores coordenadores de estágio. tais como..12) “acresce ainda a constatação de que tal qualidade formal é mais praticável sobre bases quantitativas. tanto para se motivar. quando foi realizadas as observações aos acadêmicos e a entrevista aos professores ambos dos cursos de licenciatura. 2008. considera-se que.

Assim. o questionamento foi pesquisado. por orientação dialógica. REFERÊNCIAS ABRAHÃO. tecnológicas e principalmente científicas. SOBRINHO. para uma análise reflexiva através de um acompanhamento avaliativo. portanto que o professor pesquisador passe a ministrar seu trabalho com metodologia da pesquisa educacional aos seus discípulos. 2000. A emergência da multiplicidade de saberes permite o confronto e revela a ambigüidade que o processo de avaliação possui enquanto atividade impregnada pela dinâmica e valores sociais (ESTEBAN. que pressupõe inclusão e multiplicidade. 3 ed. sociais. Newton César. José Dias (Org. CONCLUSÃO Diante dessa sociedade marcada por grandes transformações políticas. CALEFFE. Conclui-se que essas mudanças são de grande relevância. Campinas: Pontes. que propõe a avaliação como um processo articulado pela distinção entre erro e acerto. econômicas. Herivelto. São Paulo: Cortez. e. Rio de Janeiro: DP&A. sem a metodologia da pesquisa científica. Luiz Gonzaga. isto é. também. Avaliação institucional teoria e experiências. 2005. que afeta a vida cotidiana do pesquisador. BALZAN. Prática de ensino de língua estrangeira: experiências e reflexões. definitiva. bem como não inclusiva e nem. Maria Helena Vieira (Org. MOREIRA. a ciência. de buscar não exclusiva.16 interpretação. 2004. Em fim a ciência é a forma de se expressar.). p. de maneira especial nas Instituições de ensino Superior-IES. como um fazer necessário aos acadêmicos é de extrema necessidade. a respostada dada.). . técnicas. a partir dos desafios às possibilidades em se oferecer aprendizagens frente à metodologia da pesquisa científica educacional. Metodologia da pesquisa para o professor pesquisador. Mister se faz. 2006. portanto o objetivo foi alcançado. 19). instrumentos entre outros nas pesquisas. foi à comprovação da hipótese. é impossível construir o fazer científico. culturais. pois como se pode perceber são consideráveis as necessidades dos acadêmicos aprenderem e aturarem nesse contexto de: métodos.

Maria Tereza (Org. SEVERINO. 5 ed.). 2 ed. Jussara. GIL. 2002. Pilar Baptista. Por uma teoria da pedagogia pesquisas contemporâneas sobre o saber docente. Rio Grande do Sul: Unijuí. Rio de Janeiro: DP&A. Marília Costa. 2002. Jorge Carvalho do (Org. HOFFMANN. Como elaborar projetos de pesquisa. ESTEBAN. no estágio supervisionado na formação de professores. Metodologia da pesquisa para o professor pesquisador. Rio de Janeiro: DP&A. educação escolar e práticas educativas extra-escolares. Avaliação. 2000. São Paulo: Atlas. Petrópolis: Vozes. Por uma teoria da pedagogia pesquisas contemporâneas sobre o saber docente.). Roberto Hernández. Clemont.). José Roberto Rus. 2007. RUDIO. LUCIO. PEREZ. Clemont. FREITAS.17 ESTEBAN. 5 ed. Sergipe: Ufs. SAMPIERI. Carlos Fernández. CALEFFE. Avaliação do aluno como requisito essencial na prática de ensino. 4 ed. impasses e desafios da educação básica.). Maceió: Catavento. Arapiraca: Sergal. ROCHA. 2006. Rio de Janeiro: DP&A. 21 ed. 2000. Selma Garrido.). 2 ed. GIL. Como fazer uma pesquisa cientifica uma abordagem teórica prática. GAUTHIER. São Paulo: Annablume. et al. 2006. Antonio Carlos. São Paulo: Atlas. Ensino superior. 2 ed. Herivelto. Avaliação: mito & desafio uma perspectiva construtivista. São Paulo: Cortez. Universidade no MERCOSUL. Questões de método na construção da pesquisa em educação. 2006. São Paulo: Atlas. Antonio Carlos. Paulo Felisberto da. Métodos e técnicas de pesquisa social. 2 ed. 2 ed. Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. MOROSINE. 1998. ________. Franz Victor. Avaliação do aluno como requisito essencial na prática de ensino. 2 ed. MOREIRA. 2006. Inalda Maria Duarte de. 2002. São Paulo: Cortez. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas. 1999. GAUTHIER. 23 ed. . PIMENTA. Porto Alegre: Mediação. Luiz Gonzaga. Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. COLLADO. (Org. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Antônio Joaquim (Orgs. et al. FREITAS. NASCIMENTO. 4 ed. 2000. Rio Grande do Sul: Unijuí. 2 ed. ________. 1998. 1999. 2007. 1997. Métodos e técnicas de pesquisa social. Arapiraca: Sergal. 2008. Inalda Maria Duarte de. Maria Tereza (Org. no estágio supervisionado na formação de professores.

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