1ª Igreja Batista do Recreio

Escola Bíblica

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Aula ministrada pelo Professor: Luciano Vasconcelos Rocha

4ª Aula Criação x Evolução
1. Introdução

A Teoria da Evolução foi desenvolvida pelo inglês Charles Darwin, e apresentada ao mundo através do seu livro “A Origem das Espécies”, em 1859. A Ciência aplaudiu de pé esta teoria que enfim parecia apresentar uma explicação à origem do homem sem ter que recorrer à existência de um Criador. Desde então, esta teoria passou a ser aceita no meio científico como sendo a maior das verdades, apesar das dúvidas que afligiam ao próprio Darwin e da ausência de confirmação científica. Afinal era um triunfo da Ciência sobre a fé. Entretanto, os anos se passaram e a Ciência se desenvolveu. Novas descobertas no domínio da mecânica quântica e da genética tiveram lugar. Fatos que Darwin não podia sequer imaginar. E hoje a Ciência descobre espantada que um de seus mais importantes pilares, a Teoria da Evolução, está prestes a desmoronar. Assim é que um número cada vez maior de cientistas, a maioria deles não-cristãos, se opõe à evolução. O astrônomo e matemático Sir Fred Hoyle diz: "O mundo científico foi iludido e acabou crendo que a evolução fora provada. Nada poderia estar mais longe da verdade".[1] O biólogo Michael Denton, autor de “Evolution: A Theory in Crisis” (“Evolução: Uma Teoria em Crise”), diz que a ciência desacreditou tão completamente o evolucionismo darwiniano que este deveria ser descartado. O professor de matemática Wolfgang Smith chama a evolução de "um mito metafísico... completamente desprovido de aprovação científica..."[2] Colin Patterson, paleontólogo-chefe do Museu Britânico de História Natural, confessou depois de mais de vinte anos envolvido com o movimento evolucionista: "Nada havia que eu realmente conhecesse sobre a evolução. É um choque enorme descobrir-se enganado por tanto tempo". Patterson começou a pedir a outros cientistas que lhe apresentassem uma coisa de que tinham certeza sobre a evolução. Os biólogos do Museu Americano de História Natural em Nova Iorque ficaram mudos. Diz Patterson: “Experimentei a pergunta com o pessoal da geologia do Museu de Campo de História Natural, e a única resposta que recebi foi o silêncio. Tentei obter resposta dos membros do Seminário de Morfologia Evolucionista na Universidade de Chicago, um grupo prestigioso de evolucionistas, e recebi de volta um longo silêncio, até que, por fim, uma pessoa disse: "Eu sei uma coisa – não deveria ser ensinada no primeiro e segundo grau."[3]

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Teologia Sistemática II

Natureza Humana / 4ª aula

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2. Descobertas Científicas Derrubam a Teoria da Evolução A. O Princípio do Aumento de Entropia

A descoberta da Entropia é relativamente recente na história da Física, como fruto de desenvolvimentoss na área da Termodinâmica durante a segunda metade do século XIX. R. Clausius definiu entropia, ou antes, a variação da entropia dS, de um sistema que absorve uma quantidade de calor dQ durante uma transformação infinitesimal reversível à uma temperatura absoluta T constante de acordo com a seguinte expressão:

∂Q T
A entropia S geralmente é expressa em Joules por Kelvin (J/K). Apesar de os estudiosos do passado (e mesmo os de hoje) não compreenderem exatamente o que era entropia, eles puderam defini-la como uma propriedade extensiva de cada substância e cuja variação depende tão somente do estado inicial A e do estado final B de uma transformação. Para um processo reversível, temos:

∆S = ∫

B

∂Q = S ( B) − S ( A) T A

Os cientistas descobriram que em todos os fenômenos naturais e em todas as reações químicas espontâneas a entropia aumenta. Por conseguinte, eles definiram o “Princípio do Aumento da Entropia” como a Segunda Lei da Termodinâmica. Hoje o que se sabe é que o aumento da entropia está ligado a um aumento do grau de degradação em termos de energia. Assim, quanto maior a entropia do Universo, maior o estado de degradação da energia. Intimamente ligado ao grau de degradação da energia está o grau de desordem das coisas. Maior a degradação energética, maior a desordem. Isso confirma o que podemos testemunhar na prática : os processos espontâneos no Universo ocorrem em direção ao aumento da desordem. Desta forma, a Evolução não pode ter tido lugar, uma vez que o desenvolvimento dos seres vivos a partir de seres mais simples como fruto do acaso contraria a essência da Segunda Lei da Termodinâmica. É por isso que falhas genéticas decorrentes de doenças e da radiação produzem invariavelmente anomalias negativas ; jamais positivas.
B. O Caráter Imutável do DNA

Apesar de a descoberta do DNA (ácido desoxirribonucléico) pelo patologista suíço Frienrich Miescher remontar a 1869, foi apenas a partir da segunda metade do século XX que os cientistas puderam conhecer a estrutura desta molécula. O DNA se encontra no núcleo das células dos seres vivos. Ele contém instruções próprias da célula e determina, por exemplo, como os traços de uma pessoa serão transmitidos de uma geração à outra. No núcleo de uma célula humana há 23 pares de cromossomos, ou seja, 46 cromossomos no total. Esses 23 pares de cromossomos no núcleo das células se constituem num verdadeiro “manual de instruções” para o desenvolvimento do indivíduo. Os cromossomos contêm os genes, que, por sua vez, são constituídos de DNA.
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O DNA é uma espécie de código que determina o que uma célula possui. É ele que determina se uma pessoa terá os olhos azuis ou castanhos ou se será loira ou morena. O DNA permanece imutável durante toda a existência do ser vivo. E, no processo de reprodução, o DNA produz uma outra molécula idêntica a ela. Assim, a Teoria da Evolução é impossível. Mesmo que um cavalo passe toda a sua vida fazendo esforço e alongando seu pescoço para atingir as altas árvores, seu código DNA permanecerá inalterado e ele não poderá transmitir a seus descendentes nenhuma melhora no que diz respeito ao tamanho de seu pescoço. Isso significa dizer que um cavalo que vive numa região de altas árvores nunca virá a tornar-se uma girafa, mesmo depois de milhares de gerações.
3. Outros Sérios Óbices à Teoria da Evolução A. A evolução é matematicamente impossível

Em seu livro “The Blind Watchmaker” (“O Relojoeiro Cego”), o zoólogo Richard Dawkins, da Universidade de Oxford, um destacado evolucionista, chama a biologia de "o estudo de coisas complicadas que dão a aparência de terem sido criadas com algum propósito."[4] Sem dúvida! Uma célula, a menor unidade viva, chega a ter 100.000 moléculas, e 10.000 reações químicas interrelacionadas simultâneas. As células não podem ter surgido por acaso! Dawkins admite que cada célula contém, no seu núcleo, um banco de dados digitalmente codificado que é maior... do que a soma de todos os 30 volumes da Enciclopédia Britânica."[5] É impossível sequer imaginar a ínfima probabilidade de o acaso criar uma enciclopédia de 30 volumes! E isso equivale apenas a uma célula – e há trilhões de células no corpo humano, milhares de tipos diferentes, operando em relacionamentos incrivelmente complexos e delicadamente equilibrados! A probabilidade astronomicamente pequena torna a evolução matematicamente impossível. Hoyle calculou que a probabilidade da produção ocasional apenas das enzimas básicas para a produção da vida são de 1 sobre 1 seguido de 40.000 zeros. Em comparação, a chance de, por acaso, pegar um átomo específico em todo o universo seria de apenas 1 sobre 1 seguido de 80 zeros. Mas as enzimas realizam coisas notáveis, e esse fato complica ainda mais o problema da evolução com essas chances infinitamente pequenas. Por que razão o sangue só coagula no ponto de sangramento e não dentro das veias e artérias? E por que pára quando cessa o sangramento? Imagine os bilhões de animais que teriam sangrado até morrer, ou teriam morrido por uma coagulação inadequada antes que esse processo incrível tivesse sido aperfeiçoado por mero acaso! O sistema imunológico é ainda mais surpreendente, diz Behe. "A complexidade do sistema garante o insucesso de qualquer explicação darwiniana..."[6] E assim acontece com centenas de outros sistemas que sustentam a vida. Lembre-se de que esses sistemas precisavam ser operacionais para serem úteis; não poderiam ter evoluído em estágios. Em seu excelente livro, publicado em 1996, “Darwin’s Black Box” (“A Caixa Preta de Darwin”), Behe documenta a incompreensível complexidade da vida em seu nível químico celular mais básico – uma complexidade inimaginável para Darwin. Behe, que afirma que a evolução "deveria ser banida",[7] demole a teoria darwiniana oferecendo múltiplos exemplos, no nível bioquímico, de elementos "irredutivelmente complexos" intrincadamente planejados, que nunca poderiam ter evoluído: “[A evolução] não pode explicar a origem das complexas estruturas bioquímicas que sustentam a vida. Sequer tenta explicar... A conclusão de um plano inteligente flui naturalmente dos próprios dados – não de livros sagrados nem de crenças sectárias.”[8]
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B. Ausência de milhões (ou bilhões) de fósseis para completar os elos

A evolução teria preenchido o registro fóssil de bilhões de criaturas intermediárias, e no entanto nem um sequer desses "elos perdidos" foi encontrado! Imagine a quantidade necessária de restos mortais desses milhões de pequenos incrementos evolutivos ao longo de milhões de anos para a passagem de guelras a pulmões, de pernas dianteiras para asas, para produzir estômagos e sistemas digestivos, olhos, rins, cérebros e sistemas nervosos que se estendessem por todo o corpo, a corrente sanguínea, o esperma e o óvulo dos mamíferos, o ovo e sua casca para os répteis e pássaros, etc. A impossibilidade aumenta geometricamente, pois cada um desses sistemas é incrivelmente complexo e não poderia evoluir gradativamente, mas precisaria ser funcional para sustentar a vida e ajudar na "sobrevivência" – como seria o caso, por exemplo, do sofisticado sistema de radar dos morcegos. Quantos milhões de andorinhas do Ártico teriam morrido afogadas antes que a primeira "aprendesse", por acaso, a navegação aérea sobre milhares de quilômetros de oceano? Quantos salmões se teriam perdido sem jamais terem conseguido chegar ao riacho em que haviam nascido para desovar antes que essa estranha capacidade fosse desenvolvida? Quantas aranhas teriam morrido de fome antes que o fantástico mecanismo de criação de teias tivesse, por acaso, surgido – e quem teria ensinado as aranhas a usar tal recurso? Quantos ovos de toda espécie de ave teriam apodrecido antes que surgisse o instinto de chocá-los? Como foi aprendido e transmitido? Há incontáveis impossibilidades para o acaso.
C. O Homem como ser moral contraria a Teoria da Evolução

A preocupação atual com as "espécies ameaçadas" contradiz Darwin. A evolução elimina os incapazes. É impossível crer na evolução e trabalhar em prol da preservação ecológica das espécies. Como o produto final da evolução, o homem deveria, sem misericórdia, eliminar todos os rivais na luta pela sobrevivência. As contradições são intermináveis. Em seu último livro, “Reason in the Balance” (“A Razão na Balança”), Phillip Johnson argumenta que somente a criação divina pode explicar a consciência moral do homem. A natureza não tem moral. O senso ético e moral do homem desaprova a evolução. Se a evolução fosse verdadeira, deveríamos fechar os hospitais, parar a produção de remédios e permitir que os doentes e os fracos morressem. É impossível reconciliar bondade e compaixão com a sobrevivência dos mais capazes. No entanto, o homem é compelido por consciência e compaixão, prova de que é feito à imagem de um Deus santo e amoroso.
4. Algumas Questões aos Evolucionistas

1. Existe a “Macro Evolução”? Como, então, mecanismos como os órgãos vitais atingiram seus elevados graus de complexidade? 2. Onde estão os bilhões de fósseis que seriam necessários para que a Teoria da Evolução estivesse certa? Isso mesmo: Bilhões! Ou mesmo mais! Por que, então, não se consegue enxergar uma continuidade suave entre as criaturas vivas ou entre os fósseis já encontrados, ou entre ambos? 3. Quais foram os ancestrais evolucionários dos insetos? E das árvores? 4. A complexidade e a enorme quantidade de informações contidas no DNA poderiam se organizar sozinha? Essa quantidade de informação corresponde a cerca de 4000 livros e está contida em uma pequena parte de cada uma dos 100 trilhões de células que os constituem. Imaginemos que astrônomos
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recebessem uma informação de uma galáxia distante, através de um sinal de rádio. A maioria das pessoas concluiriam ter partido de uma fonte inteligente. Por que, então, a vasta seqüência de informação contida numa molécula de DNA de uma simples bactéria também não deveria ser proveniente de uma fonte de inteligência? 5. Como órgãos complicados como o olho ou o ouvido ou o cérebro de um simples pássaro podem ter surgido por acaso? 6. 7. 8. Como o sistema de reprodução se desenvolveu? Como surgiu a primeira célula viva? E como ela se reproduziu? Imediatamente antes de a vida aparecer, havia oxigênio na atmosfera ou não?

9. Se se supõe a existência de inteligência por trás da fabricação de uma flecha, por que seria diferente em relação à formação do homem? Será que os evolucionistas acreditam de fato que o hidrogênio irá se transformar numa pessoa se ele esperar o tempo suficiente?
5. O Cristão Não Pode Crer na Teoria da Evolução

Muitos cristãos vêem na narrativa Bíblica da Criação apenas uma alegoria e, por isso, crêem na Teoria da Evolução como uma explicação prática para a descrição bíblica. Será mesmo que um cristão pode crer na Teoria da Evolução? Não cremos assim. O Professor Jonathan Rigdon, Ph. D., no seu livro "Ciência e Religião", diz que "tanto quanto à religião concerne, não faz diferença, absolutamente, se a hipótese da evolução é verdadeira ou falsa". Discordamos fortemente desta posição, não somente porque se opõe à Bíblia, mas também por causa dos seus efeitos espirituais. Alguns dos efeitos espirituais da evolução são os seguintes: 1. LEVA À CONCLUSÃO DE QUE A RELIGIÃO NADA MAIS É QUE UM PRODUTO DE EVOLUÇÃO. O Professor Rigdon, no livro previamente citado, diz: "Se a evolução provar-se verdadeira, então veremos que a religião mesma, crença em Deus e imortalidade, é o efeito mais alto da evolução. A religião então aparecerá como a suprema atitude mental que a luta pela existência desenvolveu para fazer a vida digna de se viver e para salvar a raça de extinção voluntária". Assim, a religião é produto tão somente de um instinto de sobrevivência da espécie que faz-nos acreditar num propósito para nossas vidas e na continuidade dela depois da morte, evitando que não desejemos mais viver. 2. FAZ DA BÍBLIA TAMBÉM UM DOS SEUS PRODUTOS. Se crermos na evolução, seremos obrigados a reconhecer que a Bíblia foi escrita por vontade do homem e não pela ação sobrenatural. (2 Pedro 1:21). 3. DESTROI A REALIDADE DO PECADO E SUA ODIOSIDADE À VISTA DE DEUS. Aos olhos dos evolucionistas o pecado é somente imaturidade humana. O pecado não entrou no mundo como escolha deliberada de um ser humano maduro que veio a colher suas conseqüências. 4. SUBSTITUIU O TREINO E O BOM AMBIENTE NO LUGAR DE REGENERAÇÃO E DO SANGUE DE CRISTO. Se o pecado é apenas relíquia de imperfeição animal, não carecemos de nada como seu remédio a não ser de tais coisas que contribuem para promover a evolução da raça. Assim a regeneração e o sangue de Cristo são desnecessários.
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5. SUBSTITUI A SALVAÇÃO INDIVIDUAL ACENTUADA NA BÍBLIA PELA SALVAÇÃO SOCIAL. A evolução faz os homens interessados na raça como um todo para que ela atinja a mais elevada civilização, cultura e eficiência. 6. SUBSTITUI A LEI DE AMOR NA BÍBLIA PELA LEI DA SOBREVIVENCIA DO MAIS APTO. A evolução não tem lugar para os fracos e incapazes; mas a Bíblia nos manda socorrer os fracos e os fortificar. A civilização, inteiramente imbuída de evolução e permeada pelo seu espírito, não faria nenhuma provisão pelos fracos. 7. AUMENTA O PREJUIZO NATURAL CONTRA OS MILAGRES. Diz o Professor Rigdon: "A toda pessoa pensante os milagres são repugnantes". Isto diz ele, não como uma negação dos milagres senão para expressar a preferência da mente do homem por uma explicação natural. O homem tem uma tal preferência e a evolução encoraja esta preferência, agravando a repugnância do homem para com os milagres. Por essa razão achamos tantos evolucionistas negando o nascimento virginal e a ressurreição corporal de Cristo, como negando também o elemento miraculoso na regeneração.

6. Conclusão

Os eruditos, os cientistas, ou mesmo aqueles que são sábios a seus próprios olhos, em sua maior parte, sempre desprezaram a Bíblia e zombaram dos que criam que ela é a Palavra de Deus. Os crentes sempre foram considerados por aqueles do mundo científico como fanáticos, como pessoas que, por serem simples e limitadas demais para compreenderem todas as explicações científicas e os fenômenos que lhes envolvem, se vêem envolvidas na crença de um Deus Todo Poderoso e que seria o Criador de todas as coisas. Agora, coberta de vergonha, a Ciência se vê obrigada a reconhecer toda a inconsistência da Teoria da Evolução e a retornar ao conceito da Criação do Universo por um Ser inteligente como o único meio de explicar a origem de tudo. “19 porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a sabedoria o entendimento dos entendidos. Onde está o sábio? Onde o escriba? Onde o questionador deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? Visto como na sabedoria de Deus o mundo pela sua sabedoria não conheceu a Deus, aprouve a Deus salvar pela loucura da pregação os que crêem.
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Pois, enquanto os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria, nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos,

mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus. Porque a loucura de Deus é mais sábia que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte que os homens. Ora, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos. nem muitos os nobres que são chamados.
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Pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas ignóbeis do mundo, e as desprezadas, e as que não são, para reduzir a nada as que são;
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para que nenhum mortal se glorie na presença de Deus.

Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção;
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para que, como está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.” (I Corintíos 1: 19 à 31)

7. Referências Bibliográficas

[1] George W. Cornell, "Scientist calls Darwin evolution theory absurd", Times-Advocate, 10 de dezembro de 1982, A10. [2] Wolfgang Smith, Teilhard and the New Religion (Tan Books, 1988), 242. [3] Thomas E. Woodward, "Doubts About Darwin", Moody Monthly (setembro de 1988), 20. [4] Richard Dawkins, The Blind Watchmaker (England: Longman, 1986), 1. [5] Dawkins, op. cit., 18. [6] Michael J. Behe, Darwin’s Black Box: The Biochemical Challenge to Evolution (The Free Press, 1996), 139. [7] Ibid., 186. [8] Ibid., 192-93. 18. Donald Devine, Human Events (13 de dezembro de 1996), 19. [9] Dave Hunt, Evolução ou a Palavra de Deus, do Chamada da Meia Noite (capturado em janeiro de 1998) [10] Thomas Paul Simmons*, Um Estudo Sistemático de Doutrina Bíblica, www.geocities.com/wbtbrazil. * Doutor em Teologia. do site

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