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Introdu¸ca˜o Analise Funcional

Lista de excercicios
Aluno: Segundo Manuel Argomedo Salirrosas

20. Seja X um espa¸co normado. Mostre:
(a) toda sequˆencia convergente em X ´e de Cauchy;
(b) toda sequˆencia de Cauchy em X ´e limitada;
(c) se uma sequˆencia de Cauchy admitir uma subsequˆencia convergente, ent˜ao a
pr´opria sequˆencia ´e convergente, convergindo para o mesmo limite da subsequˆencia
Solu¸c˜
ao:
(a) Seja xn → x, dado ε > 0, existe n0 ∈ N tal que n ≥ n0 , kxn − xk < ε/2.
Sejam m, n ≥ 0,
kxm − xn k = kxm − x + x − xn k ≤ kxm − xk + kxn − xk < ε/2 + ε/2 = ε
Portanto (xn ) ´e uma sequˆencia de Cauchy.
(b) Consideremos ε = 1, pelo jeito de ser de Cauchy existe n0 tal que se m, n ≥ n0
tem-se que kxn − xm k < 1 do jeito tal que se n > n0 , xn ∈ B1 (xn0 +1 ). Somente
um n´
umero finito de termos ficaram fora desta bola.
Seja r = max{kx1 − xn0 k, . . . , kxn0 − xn0 +1 k}.
Para todo n temos que kxn − xn0 +1 k ≤ r. Assim
{xn : n = 1, . . . , ∞} ⊂ Br+1 (xn0 +1 )
(c) Seja (xn ) uma sequˆencia de Cauchy. Como (xni ) → y temos que dado ε > 0
existe i0 ∈ N tal que para i > i0 , kxni − yk < ε/2. Logo:
kxn − yk = kxn − xni + xni − yk ≤ kxn − xni k + kxni − yk < ε/2 + ε/2 = ε
23. Sejam X, Y , Z espa¸cos normados e K ⊂ Z um conjunto compacto. Dada uma
aplica¸ca˜o cont´ınua f : X × K → Y e fixado x0 ∈ X, mostre que para todo ε > 0
existe δ > 0 tal que
x ∈ X, kx − x0 k < δ

kf (x, t) − f (x0 , t)k < ε, ∀ t ∈ K.

Solu¸c˜
ao:
Sejam (xn ) ⊂ X e (tn ) ⊂ K dois sequˆencias e seja xn → x0 .
Suponhamos que dado ε > 0 existe δ = 1/n tal que se,
kxn − x0 k <

1
n

kf (xn , t) − f (x0 , t)k ≥ ε
1

f ∈ F }. dist(y0 . A) ≤ kx0 − y0 k. para x0 ∈ X. p ∈ F . em particular. em que X ´e um espa¸co normado. Mostre que |dist(x0 . F ⊂ X. Supor que M = 0. sequˆencia constante ent˜ao kf (xni . A)−kx0 −y0 k ´e a menor cota inferior do conjunto {ky0 −xk : x ∈ A}. K um subconjunto compacto e F um fechado. A) − kx0 − y0 k ≤ dist(y0 . F ) = inf{kk − f k : k ∈ K. Mostre que existem k0 ∈ K e f0 ∈ F tais que dist(K. F ) = kk0 − f0 k. A)| = kx0 − y0 k para quaisquer x0 . Portanto dist(x0 . tni ) = f (x0 . Mostre que. F ) ≤ kkn − fn k ≤ dist(K. Sejam K. Defina dist(K. (Note que. K um conjunto compacto e F um fechado. A) − kx0 − y0 k ≤ ky0 − xk assim temos que dist(x0 . A). x∈K Seja A = {x ∈ X : 0 ≤ dist(x. podemos tomar K = {x0 }. 33. a∈A Ent˜ao. isto ´e dist(x0 . temos que tni → t ∈ K e do fato que toda subsequˆencia de uma sequˆencia convergente converge para o mesmo limite. isto ´e existe p ∈ K tal que min f (x) = f (p) = M . A) ≤ kx0 − y0 k Similarmente. F ) + 1/n 2 . 30.) Solu¸c˜ ao: Seja f : K → R definida por f (x) = dist(x. isto ´e dist(x0 . a fun¸ca˜o dist(·. Sejam K. Assim. Assim temos que F ∩ K 6= ∅ (⇒⇐) 34. y0 ∈ X. em que X ´e um espa¸co normado de dimens˜ao finita. t) i→∞ Se tni = t. t) − f (x0 . |dist(x0 . dist(x0 . Ent˜ao A = {p} ⇒ p ∈ F¯ . A) − dist(y0 . A) : X → R+ ´e uniformemente cont´ınua. F ). y0 ∈ X. ela atinge seu minimo em K. F ) > 0. F ⊂ X. Sejam X um espa¸co normado e A ⊂ X um subconjunto n˜ao vazio. ent˜ao dist(K. Portanto. temos que lim f (xni . Como f ´e cont´ınua no compacto K. A)| ≤ kx0 − y0 k para quaisquer x0 . Solu¸c˜ ao: Para cada n .Como K ´e compacto. isto ´e xni → x0 . Solu¸c˜ ao: Sabemos que dist(x0 . A) ≤ kx0 − xk ≤ kx0 − y0 k + ky0 − xk. mas F ´e fechado. A) − dist(y0 . p) ≤ M }. existe kn ∈ K e fn ∈ F tal que: dist(K. A) − dist(y0 . se K ∩ F = ∅. t)k → 0 (⇒⇐). A) = inf {kx0 − ak}. A) − dist(x0 .

. . F ) + ε ¯dist(K. (c) Dˆe um exemplo mostrando que. . kTn − T k < ε. Z) e kST k ≤ kSkkT k. F ) i→∞ i→∞ Assim temos que dist(K. (e) Sejam X. Y ). ent˜ao Tn x → T x para todo x ∈ X implica Tn → T em L(X. Z). Z espa¸cos normados. Ent˜ao para todo x ∈ X pode-se achar C > 0 tal que kxk ≥ C. 52.F )+ε ´e compacto (pois dimX < ∞) e fn ∈ F¯ . Y espa¸cos normados. Z). . + |αn |). kTn x − T xk < ε. F ) + 1/ni ) = dist(K. (d) Sejam X. em espa¸cos de dimens˜ao infinita. De fato kT xk = ≤ ≤ = kT x − Tn x + Tn xk kT x − Tn xk + kTn k ε + kTn kkxk (ε + kTn k)kxk. . dado ε > 0 existe N ∈ N tal que se n ≥ N . Y ). Z) e T ∈ L(X. . F ) = kk0 − f0 k. Logo kTn x − T xk = k(Tn − T )xk ≤ kTn − T kkxk < εkxk. Z espa¸cos normados. temos que kni → k0 ∈ K. Y ) e Tn → T em L(Y. (b) pode ser falso. Dado x ∈ X. Para ε > 0 pode-se afirmar que para i suficientemente grande kk0 − fni k ≤ kk0 − kni k + kkni − fni k ≤ dist(K. Como Tn x → T x ∀x ∈ X. Y. Z completos. Agora F¯ ∩ B i i Ent˜ao dist(K. F ) ≤ kk0 − f0 k = lim kkni − fni k ≤ lim (dist(K. Se S ∈ L(Y. + αn xn k ≥ c(|α1 | + . Suponha que Sn → S em L(X. Y. fn → f0 ∈ F¯ = F . Logo existe c > 0 tal que kxk = kα1 x1 + . + αn xn . Mostre que Tn Sn → T S ∈ L(X. . . Solu¸c˜ ao: (a) Como Tn → T . (b) Se X tiver dimens˜ao finita. kxk = 1 3 . xn } uma base para X. . com Y. dado ε > 0 existe n0 ∈ N tal que se n ≥ n0 . Y ). Mostre: (a) Tn → T em implica Tn x → T x para todo x ∈ X. So falta mostrar que T ∈ L(X.J´a que K ´e compacto. Sejam X. ∀x ∈ X (b) Seja β = {x1 . Logo kTn x − T xk ε ε < < kxk kxk C Assim temos que kTn −T k < ε isto ´e Tn → T . mostre que S ◦ T = ST ∈ L(X. . temos que x = α1 x1 + .

.) temos que kTn en k = 1. i=1 n→∞ Assim para en = (0. Existˆencia: Mostraremos que ∀ a ∈ A o limite de f (b) existe quando b → a em S. S : Y → Z. ent˜ao pela caracteriza¸ca˜o da densidade existe uma sequˆencia (sn ) ⊂ S com sn → a. ∞ X |ξi |2 < ∞} e Tn (x) = (0. queremos mostrar que F (a) = G(a). . Se f : S → Y for linear (isso implica que S ´e um subespa¸co de A). ξn . . x2 ∈ X e λ ∈ K. Logo (S ◦ T )(λx1 + x2 ) = = = = S(T (λx1 + x2 )). Fixado a ∈ A. Esse resultado. no caso em que f ´e linear. (e) kTn Sn − T Sk = ≤ = ≤ kTn Sn − Tn S + Tn S − T Sk kTn Sn − Tn Sk + kTn S − T Sk kTn (Sn − S)k + k(Tn − T )Sk kTn k kSn − Sk + kTn − T k kSk | {z } | {z } →0 →0 Portanto Tn Sn → T S. 1. ξn+1 . . 53. ´e conhecido como Teorema da Extens˜ao Limitada. . 4 . 0. linearidade de T S(λT x1 + T x2 ). Solu¸c˜ ao: Unicidade: Supor que F e G s˜ao dois extens˜oes para f de S em A.). Suponha que S ⊂ A seja denso em A e f : S → Y uma aplica¸ca˜o uniformemente cont´ınua. . . Mostre que existe uma u ´nica extens˜ao cont´ınua F : A → Y de f . a qual ´e uniformemente cont´ınua. . Logo kTn − T k = kTn k = 1.2 (c) Seja X = l = {x = (ξi ) : Ent˜ao T = lim Tn = 0. Linearidade Seja x1 . . . Mostremos que S ◦ T = ST ´e linear e cont´ınua. kTn k = 1. Suponhamos que a ∈ S¯ = A. sendo Y um espa¸co de Banach. . 0. mostre que F : A → Y ´e linear. Sejam X espa¸co normado e A ⊂ X um conjunto arbitr´ario. linearidade de S λS(T x1 ) + S(T x2 ) λ(S ◦ T )(x1 ) + (S ◦ T )(x2 ) Continuidade k(S ◦ T )(x)k = kS(T (x))k ≤ kSkkT (x)k ≤ kSkkT kkxk portanto kST k ≤ kSkkT k. 0. . Se a ∈ S ´e obvio pela defini¸ca˜o de extens˜ao. . (d) T : X → Y . Agora F (a) = lim F (sn ) = lim f (sn ) = lim G(sn ) = G(a) n→∞ n→∞ n→∞ assim temos que F (a) = G(a). .

Para mostrar a afirma¸ca˜o. Como sn ´e uma sequˆencia de Cauchy. Como kf (xn ) − f (xm )k = kf (xn − xm )k ≤ kf k · kxn − xm k → 0.Este limite vai ser F (a). Agora fixemos a ∈ A e seja (sn ) ⊂ S que converge em A (pois S ´e denso em A). seja x ∈ A. como n→∞ f ´e uniformemente cont´ınua em S. pode-se achar n ∈ N tal que: n. ksn − s0n k < δ ⇒ kf (sn ) − f (s0n )k < ε assim temos que f (sn ) − f (s0n ) → 0. Mas f (sn ) − f (s0n ) → L − L0 . escolhemos δ > 0 tal que ks − s0 k < δ ⇒ kf (s) − f (s0 )k ≤ ε. Afirma¸ca˜o: (f (sn )) ´e uma sequˆencia de Cauchy. kF (a) − F (a0 )k = k lim f (sn ) − lim f (s0n )k n→∞ = = n→∞ k lim (f (sn ) − f (s0n )k n→∞ lim kf (sn ) − f (s0n )k ≤ n→∞ ε Assim temos que F ´e uniformemente cont´ınua em A. definamos F (a) = lim f (s). ksn − s0n k < δ agora da defini¸c˜ao de F . a0 ∈ A e ka − a0 k < δ ⇒ kf (a) − f (a0 )k < ε de novo escolhemos δ > 0 tal que (1) seja satisfeito. Para mostrar que lim f (s) existe temos que mostrar que se (s0n ) s→a n→∞ s∈S ´e alguma outra sequˆencia em S que converge para a ent˜ao lim f (s0n ) = L. Ent˜ao sn − s0n → a − a = 0. m ≥ N. Agora seja F a exten˜ao de f sobre A. Ent˜ao existe (xn ) ⊂ S: xn → x. Seja lim f (sn ) = L. pela unicidade do limite temos que L = L0 . Dado ε > 0 e f uniformemente cont´ınua escolhemos δ > 0 tal que (1) seja satisfeito. n→∞ De fato: Supor que lim f (s0n ) = L0 . Ent˜ao podemos escolher N ∈ N tal que n ≥ N. Dado ε > 0. Fixemos a e a0 em A com ka − a0 k < δ. para quasquier s. a ∈ A s→a s∈S F assim definida ´e uniformemente cont´ınua. Escolhemos (sn ) e (s0n ) de S com sn → s e s0n → s0 . s0 ∈ S. Dado ε > 0 achemos δ > 0 tal que a. ksn − s0n k < δ ⇒ kf (sn ) − f (s0n )k < ε assim f (sn ) ´e uma sequˆencia de Cauchy e portanto convergente. (1) Do fato que sn − s0n → 0 escolhemos n ∈ N tal que n ≥ N. 5 . Se f for linear.

• F (x) = f (x). x ∈ [−1. o limite n˜ao ´e 6 . 1] Seja n > m. − n1 ] nx . x ∈ [− n1 . R) das fun¸c˜oes cont´ınuas f : [a. . b] → R com a norma k · kL1 n˜ao ´e completo. • Como kf (xn )k ≤ kf k · kxn k e f (xn ) → y = F (x). x ∈ [ n1 . o fato de F ser extens˜ao de f . Usando isto temos que:   nx − mx . No entanto. m1 ] |fn (x) − fm (x)| =  0 . pode-se mostrar que a defini¸c˜ao n˜ao depende la escolha da sequˆencia que converge para x. converge a y ∈ Y (pois Y ´e de Banach).) tamb´em converge para x e. z1 . x2 . . ∀x ∈ S. k · kL1 ) definido por   −1 . k · kL1 ) n˜ao ´e completo seja fn ∈ CL1 ([−1. 1] Assim temos que: Z 1 1 n Z |fn (x) − fm (x)|dx = 0 0 1 m Z (n − m)x dx + 1 − mx dx 1 n 1 1 1 m 1 n 1 = (n − m) 2 + − − + 2 2n  m n 2m 2 n2  1 1 1 = − 2 m n Usando a s´ımetria temos kfn − fm kL1 = m1 − n1 . . Notar que |fn (x) − fm (x)| ´e s´ımetrica en torno de x = 0. 55. se xn → x e zn → x. kF k ≤ kf k. x ∈ [ m1 . ent˜ao kf k = kF k. z2 . Portanto. Assim definido. temos que 1 1 ε ε kfn − fm kL1 < + < + =ε n m 2 2 assim a sequˆencia ´e de Cauchy com a norma k · kL1 . Ent˜ao para m. n1 ] fn (x) =  1 . como f ´e limitado. De fato. Portanto.ent˜ao (f (xn )) ´e de Cauchy em Y e. Mas. x ∈ [0. R) com a norma k · kL2 n˜ao ´e completo. kF k ≤ kf k. n1 ] 1 − mx . ent˜ao (x1 . Ent˜ao: • F ´e linear (´e claro). Mostre tamb´em que CL2 ([a. b]. as dois subsequˆencias (f (xn )) e (f (zn )) convergem para o mesmo limite. Definamos F (x) = y. a sequˆencia das imagens tamb´em converge. 1]. Solu¸c˜ ao: Para mostrar que CL1 ([a. Seja N > 2ε . portanto. ent˜ao kF (x)k ≤ kf k·kxk. se xn → x. b]. b]. n ≥ N . Mostre que o espa¸co CL1 ([a. x ∈ [ n1 .

k · kL1 ) converge para uma fun¸ca˜o descont´ınua sob a norma k·kL1 . x ∈ [ 21 . 1 fm fn 1 2 1 2 + n1 7 1 2 + m1 1 . 1] Assim temos que para n > m. k·kL1 ) n˜ao ´e completo. k·kL2 ) n˜ao ´e completo seja fn ∈ CL2 ([0. x ∈ [−1. b]. x ∈ [0.cont´ınuo. x ∈ (0. e assim lim kf − fn kL1 = 0 n→∞ Portanto a sequˆencia de fun¸c˜oes (fn ). 0) 0 . 12 + n1 ] fn (x) =  1 . x ∈ [ 12 + n1 . 1]. 1]. 21 ]  n(x − 21 ) . Os c´alculos mostram que para a fun¸ca˜o definida por   −1 . Para mostrar que CL2 ([a. consequentemente o espa¸co CL1 ([−1. x=0 f (x) =  1 . 1]. 1] temos kf − fn kL1 = n1 . fn ∈ CL1 ([−1. k·kL2 ) definido por  0 .

1]. Exerc´ıcios optativos 36. k · kL2 ) converge para uma fun¸ca˜o descont´ınua sob a norma k · kL2 . n ≥ N . R) com a norma k · k∞ das fun¸c˜oes tais que f (0) = 0. k · kL2 ) n˜ao ´e completo. Os c´alculos mostram que para a fun¸ca˜o definida por  0 . (Compare com o de modo que n˜ao exista x ∈ B Exerc´ıcio 35. Ent˜ao para m. 3n e assim lim kf − fn kL2 = 0 n→∞ Portanto a sequˆencia de fun¸c˜oes (fn ). x ∈ [0. Dˆe um exemplo de um espa¸co de Banach X que possui um subespa¸co fechado Y ¯1 (0) ⊂ X tal que dist(x. segue que 0 f (t)dt = 0. fn ∈ CL2 ([0. S ´e fechado j´ Ra1 que se (fn ) ⊂ S ´e uma sequˆencia convergindo uniformemente para f . Y ) = 1.kfn − fm k 2 1 Z |fn (x) − fm (x)|2 dx = 0 Z = :0   Z 21 + n1   2 |fn (x) −fm (x)| dx + 1  1 2 0 |fn (x) − fm (x)|2 dx 2 Z + 1 1 +m 2 |fn (x) − fm (x)|2 dx + 1 1 +n 2 1 1 +n 2 Z = Z 1 :0     2  |f (x) − fm (x)| dx n  1  1  +m 2  2 Z 1+ 1  2 m 1 m 2 (n − m) x − 1 − mx + dx + dx 1 1 2 2 + 2 n 1 2 2 (n − m)2 2n3 − 6mn2 + 6m2 n − 2m3 + 3n3 6mn3 1 1 (n − m)2 < − = 2 3mn 3m 3n q 1 1 Logo kfn − fm kL2 < 3m − 3n . 1] temos kf − fn k2L2 = 1 . S assim definido ´e um subespa¸co de E. consequentemente o espa¸co CL2 ([0. isto ´e f ∈ S. 21 ] f (x) = 1 . 1]. 1 Seja S = {f ∈ E : 0 f (t)dt = 0}. temos que = r kfn − fm kL2 < 1 1 − < 3m 3n r 1 1 + < 3m 3n r ε2 ε2 + =ε 2 2 assim a sequˆencia ´e de Cauchy com a norma k · kL2 . 8 . No entanto. x ∈ ( 21 . o limite n˜ao ´e cont´ınuo. 1]. Seja N > 3ε22 .) Solu¸c˜ ao: Seja E o subespa¸co deR(C[0.

n 0 Logo n+1 1 ≤ kf − hk = n Z 1 f (t)dt. Solu¸c˜ ao: 64. Ent˜ao temos que kgn k = 1 e 0 gn (t)dt = n+1 O vetor   Z n+1 1 h=f− f (t)dt gn ∈ S. Precisamos mosn X xi . 0 Como isto vale para todo n inteiro positivo segue dai que Z 1 f (t)dt ≥ 1 0 o que ´e um absurdo pois como f (t) ≤ 1 (0 ≤ t ≤ 1) e f (0) = 0 a continuidade de f obriga que esta integral seja menor do que 1.¯1 (0) tal que dist(f. Dˆe exemplos de subconjuntos A. ent˜ao ksn − sm k < ε sempre que n. e somente se. Rc1˜ao gn ∈ E dada n . S) = 1. 9 . Ent˜ao teriamos que kf − gk ≥ 1 Supor que temos f ∈ B ∀g ∈ S. ∞ X i=1 trar a convergencia de sn = ∞ X xi ´e absolutamente convergente. 0 ≤ t ≤ 1. Solu¸c˜ ao: ⇒] Supor que X ´e completo. Seja A ⊂ X um conjunto convexo completo e δ = inf kak. Tomemos em particular a fun¸ por gn (t) = t1/n . tais que a∈A (a) existem infinitos pontos a ∈ A tais que kak∞ = δ. Assim (sn ) ´e uma i=N sequˆencia de Cauchy. R) com a norma k · k∞ . escolhemos N ∈ N tal que i=1 kxi k < ε. 40. m ≥ N . mas nenhuma de sus subsequˆencias ´e de Cauchy. Dado ε > 0. (c) n˜ao existe a ∈ A tal que kak∞ = δ. Considere o espa¸co de Banach X = C([0. Mostre que um espa¸co normado X ´e um espa¸co de Banach se. ent˜ao ´e convergente (pois X ´e completo). n ∈ Z+ . toda s´erie absolutamente convergente for convergente. (b) existe uma sequˆencia (an ) em A tal que kan k∞ → δ. 1].

xnj → s. temos que xn → s. Logo para m ≥ n(ε) temos que: m X xσ(i) − s < ε ∞ X i=1 Assim ∞ X i=1 xσ(i) converge para s. Para cada j ≥ 1 pode-se achar nj tal que kxn − xm k ≤ 2−j para todo n. a i=1 yi ´e comutativamente convergente. . . . . devemos mostrar que a sequˆencia (xn ) converge em X. σ(n(ε))} para algum n(ε) ∈ N. Ent˜ao a subsequˆencia da sequˆencia de Cauchy (xn ) converge. 65. n} ⊂ {σ(1). y2 . Usando o item (c) do exercicio 20. . Para mostrar que X ´e completo. . yn . Sejam σ : N → N uma bije¸ca˜o e yi = xσ(i) . i=1 Solu¸c˜ ao: J´a que σ ´e bijetiva. Defina i=1 yn ´e absolutamente convergente e i=1 ∞ X i=1 yi = ∞ X xi . 2. . . . i=1 i=1 Agora {1. . temos que sj → s. .} ent˜ao ∞ X kyi k = i=1 ∞ X kxi k < ∞ i=1 n X Seja s = xi . Seja (xn ) uma sequˆencia de Cauchy. . Assim temos que kvj k ≤ 2−j . sj = X vi i≤j ´e igual a xnj . σ(2).[⇐ Supor que toda sequˆencia absolutamente convergente converge em X. isto ´e ∞ X i=1 10 yi = ∞ X i=1 xi . Mostre que s´erie ∞ X ∞ X ∞ X xi uma s´erie absolutamente convergente. . m ≥ nj . x2 . Dado ε > 0 existe n ∈ N tal que xi − s < ε. . . . Defina v1 = xn1 e vj = xnj − xnj−1 para j ≥ 2. xm . . .} = {x1 . . isto ´e. temos que: {y1 . . . Em outras j=1 palabras. . ∞ X Ent˜ao a serie vj ´e absolutamente convergente e pela hipotese ´e convergente. j=1 Logo a suma parcial. J´a que ∞ X vj ´e convergente.