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Universidade Anhanguera – UNIDERP Centro de Educação a Distância TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Disciplina:

Universidade Anhanguera – UNIDERP Centro de Educação a Distância

TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

Disciplina: Projeto Interdisciplinar Aplicado aos Cursos Superiores de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos (PROINTER II)

RELATÓRIO FINAL

TAGUATINGA/DF

2014

Clodoaldo da Silva Rodrigues-RA: 8378868083 Inglede de Andrade Ferreira-RA: 945958703 Josineide Fernandes de Souza-RA: 8944171288 Kleidiane de Sousa Paz-RA: 8378837635 Mariana Santiago Nunes da Costa-RA: 8378868067 Wagner Lopes Miranda-RA: 8945197098

Relatório Final apresentado no Projeto Interdisciplinar do Curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos na Faculdade Anhanguera, sob a orientação do Tutoro EAD Euysderson Aragão Borges. Tutor: Euysderson Aragão Borges.

Resumo

A proposta é apresentar à empresa INOXBEL/INOXEL, os benefícios do uso e aplicação de Tecnologias de Gestão e Ferramentas administrativas no ambiente empresarial.

Serão apresentadas Tecnologias de Gestão, Ferramentas administrativas e como o Direito Empresarial poderá auxiliar os empresários a gerir seu negócio com maior eficácia, maior eficiência, além de atender aos requisitos legais aos quais estão submetidos. As empresas que não acompanham essas mudanças, certamente perderão espaço e podem até deixar de existir se nada for feito.

Empresas que utilizam tais técnicas poderão antecipar-se aos impactos causados no meio ambiente por meio da atividade fim da Organização e assim estar dentro das leis e isentar-se de problemas com a justiça

O mundo corporativo tem um papel fundamental na garantia de preservação do meio ambiente e na definição da qualidade de vida das comunidades de seus funcionários. Empresas socialmente responsável geram, sim, valor para quem está próximo. E, acima de tudo, conquistam resultados melhores para si próprias. A responsabilidade social deixou de ser uma opção para as empresas. É uma questão de visão, de estratégia e, muitas vezes, de sobrevivência.

INOXEL, a empresa avaliada neste estudo de caso, apresenta ameaças impostas pela concorrência e também por seus clientes, se nada for feito, esta poderá deixar de manter a relação comercial com seus clientes e fornecedores sendo desqualificada pelos mesmos.

Parte do patrimônio das empresas é simplesmente ceifada pelos processos que envolvem o ressarcimento de danos causados ao meio ambiente, independentemente desses danos poderem ser remediados ou não.

A inclusão da proteção do ambiente entre os objetivos da administração amplia substancialmente todo o conceito de administração. Os administradores cada vez mais têm que lidar com situações em que

A gestão ambiental vem ganhando um espaço crescente no meio empresarial. O desenvolvimento da consciência ecológica em diferentes camadas

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e setores da sociedade mundial acaba por envolver também o setor empresarial. Naturalmente, não se pode afirmar que todos os setores empresariais já se encontram conscientizados da importância da gestão responsável dos recursos Naturais. A empresa que não buscar adequar suas atividades ao conceito de desenvolvimento sustentável.

Sumario

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Resumo ---------------------------------------------------------------------------------------------- 3

Introdução -------------------------------------------------------------------------------------------- 6 ENSAIO ACADÊMICO ----------------------------------------------------------------------------- 8

Discussão Teórica ---------------------------------------------------------------------------------- 9 Responsabilidade Social Empresarial e Sustentabilidade -------------------------------- 9

Terceirização ---------------------------------------------------------------------------------------- 11

Legalidade ------------------------------------------------------------------------------------------- 12

Conclusão -------------------------------------------------------------------------------------------- 13 Referencias bibliografias ------------------------------------------------------------------------- 15

Introdução

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Seguindo com o trabalho iremos apresentar a parte final de nossas propostas procurando alcançar as metas sem perder as estruturas da empresa, seguindo com cautela para que tudo ocorrer dentro do padrão. Como objetivo principal é poder ajudar a empresa INOXBEL/INOXEL, a crescer cada vez mais e desenvolver ótimos trabalhos para melhor atender seus clientes, fornecedores, funcionários e todos que nelas habita. Procuramos apresentar os resultados dos estudos desenvolvidos na disciplina de Direito Empresarial, Tecnologia de Gestão e Responsabilidade Social e Meio Ambiente.

A partir da Revolução Industrial e nas décadas que a seguiram, as atenções estiveram voltadas para o capital industrial e financeiro, enquanto as demais formas de capital pareciam não merecer atenção como fatores restritivos do desempenho. Recentemente, essa imagem está sendo questionada, à medida que a degradação ambiental e os desequilíbrios sociais entre nações e grupos humanos começam a apresentar as contas a serem pagas pelas futuras gerações. Fatos como o aquecimento global, mudanças climáticas, conflitos por fontes de energia e violência urbana passaram a exercer grande influência sobre o PIB dos países e sobre a qualidade de vida das pessoas (CAMPOS e LEMME, 2007).

Tecnologias de Gestão Organizacional Abordam-se as ferramentas de Gestão Organizacional, como os Sistemas Gerenciais. Debatem-se as novas demandas e ambientes para o Gestor Contemporâneo, as tecnologias disponíveis, as normas e regulamentos para sistemas de gestão ambiental são um esforço no sentido de as organizações assumirem suas responsabilidades frente ao futuro do planeta.

Com as tecnologias de hoje podemos sim aprender a realizar excelentes serviços para nossos clientes, em todos os instantes nos empenhamos no desenvolvimento empresarial. Na atualidade, se discute sobre a necessidade de mudanças no papel das pessoas dentro das organizações, destacando a função daqueles responsáveis pela gestão de pessoas, tendo do indivíduo uma visão de parceiro e colaborador e não de patrimônio da empresa. É preciso que tenha planejamento com seus diretores e desenvolver boas ideias para buscar sempre levantar a empresa. Mas também é preciso nos temas de Meio Ambiente na

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sustentabilidade ter responsabilidade em ser um membro da empresa e não pensar somente em si, mas procurar desenvolver atividades para que venha ajudar na evolução de um todo.

Comprometimento individual a um esforço conjunto isso é o que faz um time funcionar, uma empresa funcionar, uma sociedade funcionar, uma civilização funcionar.

A melhor maneira de aprender seja o que for, é fazendo.

"Um negócio é simplesmente uma pessoas melhor"

ideia

para

tornar a

vida

de

outras

ENSAIO ACADÊMICO

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Desde seu surgimento, as empresas sempre influenciaram na organização social e geraram impactos ambientais. Atualmente, o contexto em que as mesmas operam está se alterando em ritmo acelerado, levando a novas perspectivas que enfatizam a forma como essa influência é administrada. Há uma mudança na postura adotada, que deixa de se focar apenas na obtenção de lucro e passa a valorizar o relacionamento com a sociedade e a sustentabilidade dos negócios.

A empresa é um ator social capaz de criar identidade, dotado de uma cultura própria. Seus funcionários são pessoas com as mais distintas culturas e formações e que, juntas, devem dar sua parte para que a empresa realize seu projeto. Assim, os membros de uma empresa formam um coletivo que apresenta uma identidade e uma cultura própria, e a empresa é criadora do social. As tentativas de coordenar a maximização dos benefícios financeiros com o social requerem a ampliação da concepção clássica de uma empresa como uma unidade econômica exclusiva.

Embora haja uma crescente valorização das práticas de responsabilidade social, muitos estudiosos e profissionais a criticam e consideram que a empresa não deve assumir uma responsabilidade social direta. A adoção dessas práticas é atacada e apoiada por diversos autores, sendo fortemente discutida por duas.

As tentativas de coordenar a maximização dos benefícios financeiros com o social requerem a ampliação da concepção clássica de uma empresa como uma unidade econômica exclusiva. Dalmoro, Venturini e Pereira (2009) afirmam que a concentração de algumas empresas na busca indiscriminada por resultados financeiros de curto prazo desencadeou graves desastres ecológicos em deferentes momentos. Os autores salientam que as empresas inseridas neste cenário comprometem a sua sobrevivência no mercado, favorecendo seus concorrentes e afetando seu relacionamento com fornecedores, empregados, clientes e a sociedade em geral.

A adoção dessas práticas é atacada e apoiada por diversos autores, sendo fortemente discutida por duas correntes teóricas distintas: a teoria dos shareholders (acionistas) e a teoria dos stakeholders (partes interessadas).

Discussão Teórica

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A teoria

dos shareholders (ou teoria da maximização da riqueza dos

acionistas) é fortemente ligada às teorias de finanças e de economia. Essa abordagem foi a predominante nos séculos XIX e XX, e neste período nenhuma outra se mostrou mais eficiente. Sob esta ótica, e empresa não deve assumir responsabilidade social direta.

A teoria da maximização da riqueza dos acionistas tem suas raízes na teoria da firma. Pode-se afirmar que a teoria da firma teve início com o nascimento da Ciência Econômica, no século XVIII, com a obra de Adam Smith sobre as origens da riqueza das nações. Todavia, vários trabalhos desenvolvidos ao longo do século XX, em especial o de Coase (1937) sobre a economia dos custos de transação, modificaram e enriqueceram a teoria da firma. Para mais detalhes sobre a evolução da teoria da firma, veja a obra de Hart (1989).

Teoria dos Stakeholders: Segundo Donaldson e Preston (1995), o termo stakeholder foi inicialmente empregado na área de administração em um memorando interno do Stanford Research Institute – SRI em 1963. O conceito inicial do termo era designar todos os grupos sem os quais a empresa deixaria de existir. De acordo com este memorando, os grupos de stakeholders incluiriam acionistas, empregados, clientes, fornecedores, credores e a sociedade. Este memorando ainda propõe que os gestores deveriam compreender os interesses dos stakeholders e então desenvolver objetivos compatíveis com estes.

Responsabilidade Social Empresarial e Sustentabilidade

A temática ambiental para ser implantada em uma organização, implica diretamente em alterações na parte administrativa, estratégico de processos produtivos a fim de promover racionalidade e controle empresarial que seja capaz de conciliar sustentabilidade e produtividade, assim os objetivos empresariais transcenderiam os aspectos mensuráveis do emprego de fatores de produção. Segundo Ashley (2003 p.a); as organizações passam a conciliar os interesses do individuo da sociedade, da natureza, transitando do paradigma antropolíntrico, para qual a empresa é o centro de tudo, para egocêntrico no qual o meio ambiente e o mais importante, e a empresa. Assim como as outras a gente insere-se nele, e ainda consolidaria os sete vetores da responsabilidade organizacional.

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Apoio ao desenvolvimento da comunidade Preservação bem estar das empresas e dependentes Comunicação transparente Retorno aos acionistas Sinergia com as parceiras Satisfação dos clientes

Nos últimos anos, as questões ambientais invadiram os negócios e mostraram a capacidade de se criar valor para clientes, acionistas e outras partes interessadas. As forças da globalização levaram empresas a incorporar a dimensão socioambiental na gestão. A ideia de sustentabilidade, ou desenvolvimento sustentável, começou em grande parte com a preocupação ambiental, que acabou por envolver as dimensões econômica e social e, a partir dos anos 1990, passou a incluir a responsabilidade social empresarial.

Hoje, as empresas querem associar suas marcas a projetos, iniciativas e parcerias com ONGs, divulgam as Metas do Milênio, os Princípios Pacto Global, ostentam as ISOs, apresentam relatórios. Por outro lado, os gestores recebem uma avalanche de informações, banalizando as práticas e as políticas de responsabilidade social e os processos de gestão. Parece que as preocupações estão mais direcionadas a mostrar que somos “socialmente responsáveis” e “sustentáveis” do que integrar a dimensão socioambiental nos negócios. E ainda se supõe que “sustentável” se refere aos aspectos ambientais e “responsabilidade social” aos aspectos sociais, e que sustentabilidade é um novo modelo de negócios, mais “moderno” do que responsabilidade social.

O conceito teórico de responsabilidade social originou-se na década de 1950, quando a literatura formal sobre responsabilidade social corporativa aparece nos Estados Unidos e na Europa. A preocupação dos pesquisadores daquela década era com a excessiva autonomia dos negócios e o poder destes na sociedade, sem a devida responsabilidade pelas consequências negativas de suas atividades, como a degradação ambiental, a exploração do trabalho, o abuso econômico e a concorrência desleal. Para compensar os impactos negativos da atuação das empresas, empresários se envolveram em atividades sociais para beneficiar a comunidade, fora do âmbito dos negócios das empresas, como uma obrigação moral. O conceito de desenvolvimento sustentável está hoje totalmente

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integrado ao conceito de responsabilidade social: não haverá crescimento econômico em longo prazo sem progresso social e também sem cuidado ambiental. Todos os lados devem ser vistos e tratados com pesos iguais. Mesmo porque estes são aspectos inter-relacionados. Da mesma forma que o crescimento econômico não se sustenta sem uma equivalência social e ambiental, programas sociais ou ambientais corporativos não se sustentarão se não houver o equilíbrio econômico da empresa.

Terceirização

A terceirização é o fenômeno através do qual uma empresa contrata um trabalhador para prestar seus serviços a uma segunda empresa – tomadora. A tomadora se beneficia da mão-de-obra, mas não cria vínculo de emprego com o trabalhador, pois a empresa-contratante é colocada entre ambos. Se pensarmos na relação de trabalho “clássica” a terceirização pode causar estranheza. Ainda assim, é fórmula largamente aplicada por empresas que buscam reduzir custos com mão- de-obra, ou que precisam de determinado serviço que não diz com seu ramo econômico. Lamentavelmente, a contratação de trabalhadores por empresas intervenientes para o desempenho de tarefas peculiares da tomadora, mas para receber menos do que os efetivos desta, só faz crescer. Embora a terceirização seja uma forma sofisticada de contratar, ela não pode servir de instrumento à exclusão social, pois o mau uso desta forma cria injustiça e discriminação e, no final das contas, freia o desenvolvimento econômico. Assim, parece-nos que o desafio está em equilibrar esta relação, seja com a estipulação de ajustes proporcionais para os contratos desta espécie, seja pelo patrocínio de ações judiciais que busquem reparar prejuízos ao trabalhador. A empresa que coloca trabalhadores “terceirizados” para realizar atividade que lhe é própria, ou que não admite este tipo de contratação, viola a Lei, prejudica o trabalhador e fica à mercê de ação trabalhista indenizatória. Autor: Lucas Zucoli Yamamoto.

Legalidade

A terceirização pode ser aplicada em todas as áreas da empresa definida como atividade-meio.

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Com a possibilidade de reduzir custos e ter acesso a mão de obra qualificada, muitas empresas não hesitam: partem para a contratação de serviços terceirizados. Embora seja uma opção comum, ainda há dúvidas e muita polêmica em relação às regras básicas da terceirização.

A CLT ,

no

art.

581,

§

dispõe

que se entende por atividade-fim a que

caracterizar a unidade do produto, operação ou objetivo final, para cuja obtenção

todas as demais atividades convirjam exclusivamente em regime de conexão funcional.

É ilegal a terceirização ligada

diretamente ao

produto final,

ou seja,

a

atividade-fim. Isolando a atividade-fim, todas as demais podem ser legalmente

terceirizadas.

A atividade-fim é a constante no contrato social da empresa, pela qual foi organizada. As demais funções que nada têm em comum com a atividade-fim são caracterizadas como acessórias, ou de suporte à atividade principal, as quais podem ser terceirizadas.

Conclusão

Com trabalho

em

equipe podemos obter

êxito

e

a

certeza de que

procuramos estabelecer metas em relação aos temas abordados conforme foi dito

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nos textos acima. As pesquisas foram feitas com muita responsabilidade procurando proporcionar diversos planos de trabalho para a INOXBEL/INOXEL, tentando desenvolver ótimo desempenho e com certos objetivos sendo alcançadas, "MELHORIA E COMPETENCIA".

Portanto sabe-se que a direção de uma empresa tem que ser democrática e deve ser exercida através da comunicação, liderança e motivação das pessoas. Temos que toda organização, independente do ramo de atuação, precisa estar ciente das ameaças e oportunidades que o mercado oferece, nesse caso, é necessário uma boa administração para poder planejar o uso de todos os recursos financeiros, humanos, físicos e tecnológicos da empresa em busca de soluções para todo o tipo de problema administrativo. Assim, os objetivos da organização serão alcançados como também todas as pessoas envolvidas com a organização, sendo esses trabalhadores, sentir-se-ão recompensadas.

A adoção de estratégias voltadas para a sustentabilidade tende a produzir impactos positivos para a sociedade. Acredita-se que a própria empresa também se favorecerá, uma vez que pode melhorar sua imagem e se tornar mais sólida, segura, e atraente para os investidores. Se bem administrados, os custos gerados serão superados pelos benefícios sociais, ambientais e/ou econômicos, gerando vantagens competitivas para as organizações.

O conhecimento é uma maneira de conseguir entender por meio da inteligência, da razão ou da experiência. Através do estudo nos possibilita o crescimento mental e social das pessoas, ou seja, a pessoa que procura se informar esta sempre atualizada em variados assuntos cresce como pessoa e como profissional, pois pessoas bem qualificadas são as que adquirem cargos mais altos. Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo a importância de estudar cresce ainda mais, pois é necessário acompanhar as atualizações para se mantiver bem colocado. No entanto podemos tirar uma análise sobre as disciplinas estudadas e utilizadas na nossa vida social nos ajuda a educarmos quanto pessoas. Com base relacionada nas pesquisas, concluímos que as atividades curriculares aqui abordadas do nível superior nos possibilita um entendimento sobre o tema principal desse trabalho.

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Todos são peças importantes no trabalho em equipe, cada um representa

uma pequena parcela do resultado final, para sua reconstrução.

quando uma falha, todos devem se unir,

Referências Bibliográficas

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PLT 413 - Sustentabilidade, Responsabilidade Social e Meio Ambiente. Autor:

PEREIRA, A.C.; SILVA. G.Z.; CARBONARI, M.E.E.; São Paulo. Editora Saraiva. 2011. Tecnologias de Gestão PLT 148 - Tecnologias e Ferramentas de Gestão. Autor: FRANCO, Décio Henrique, RODRIGUES, Edna de A.; CAZELA, Moisés M. ET AL (Orgs). Campinas. Editora Alínea. 2013. Direito Empresarial PLT 372 - ANAN JÚNIOR, Pedro; MARION, José Carlos. Direito Empresarial e Tributário: Para Cursos de Administração, Contabilidade e Economia. Campinas: Alínea, 2013.

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