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CSHG Asset Management Comentários do gestor CSHG Verde FIC FIM Junho de 2013 Fundo Verde O

CSHG Asset Management Comentários do gestor

CSHG Verde FIC FIM

Junho de 2013
Junho de 2013

Fundo Verde

O fundo Verde rendeu -0,51% em junho, fechando o primeiro semestre de 2013 com retorno de 5,90%.

No período, a soma dos resultados de câmbio + renda fixa + outros foi de 4,24%, o suficiente para compensar o prejuízo em ações de -0,39% ex-CDI.

A performance em ações em um semestre terrível como o que passou foi alcançada com a baixíssima exposição a empresas brasileiras e com a substituição destas por um portfólio global, o que se provou uma excelente estratégia defensiva.

Estamos satisfeitos por termos conseguido preservar o patrimônio dos cotistas em um cenário tão adverso. Isso foi possível por termos uma visão fundamentalista negativa do Brasil há mais de três anos, o que nos permitiu montar posições de hedge em juros e câmbio, além da baixa exposição ao mercado acionário brasileiro. O desafio é, e sempre será, o dilema “fundamento x market timing”.

A seguir, explicaremos a razão para termos entendido, no início desse ano, que havia chegado a hora de o fundamento negativo prevalecer sobre o market timing e, por isso, termos focado a alocação no tema de “piora”, apostando contra o carrego da moeda e do juro local, o que nunca é uma decisão fácil.

Sinais evidentes do colapso do modelo econômico brasileiro:

o que está acontecendo e/ou pode acontecer ...

1)

PIB do triênio 2011/2012/2013 estagnado na faixa de 2% a.a. ou menos e sem perspectiva de melhora.

2)

Estímulos fiscais e creditícios em quantidades significativas, oferecidos pelo

3)

governo, surtem pouco efeito. Inflação sem desonerações rodando entre 7% a.a. e 8% a.a.

4)

Demanda de consumo moderada somada à oferta insuficiente geram inflação endemicamente alta.

5)

Deterioração da conta-corrente, mesmo com os termos de troca ainda altos, piora continuamente nosso câmbio de equilíbrio.

6)

“Good inflation” (inflação de serviços – inflação de duráveis) termina, o que diminui a popularidade presidencial.

Rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados futuros; fundos de investimento não são garantidos pelo administrador do fundo, gestor da carteira, por qualquer mecanismo de seguro, ou ainda, pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC); ao investidor é recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e do regulamento do fundo de investimento, antes de efetuar qualquer decisão de investimento. Este boletim tem caráter meramente informativo, não podendo ser distribuído, reproduzido ou copiado sem a expressa concordância da Credit Suisse Hedging-Griffo. A Credit Suisse Hedging- Griffo não se responsabiliza por erros de avaliação ou omissões. Os investidores têm de tomar suas próprias decisões de investimento. Este fundo utiliza estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em perdas patrimoniais para seus quotistas, podendo inclusive acarretar perdas superiores ao capital aplicado e a consequente obrigação do cotista de aportar recursos adicionais para cobrir o prejuízo do fundo. A liquidação financeira e a conversão dos pedidos de resgate deste fundo ocorrem em data diversa do respectivo pedido. Para mais informações acerca das taxas de administração, cotização e público-alvo de cada um dos fundos, consulte os prospectos e os regulamentos disponíveis no site www.cshg.com.br. Atendimento a Clientes Credit Suisse Hedging-Griffo – DDG: 0800 558 777 | www.cshg.com.br/contato. Ouvidoria Credit Suisse Hedging-Griffo – DDG: 0800 772 0100 | www.cshg.com.br/ouvidoria

CSHG Asset Management Comentários do gestor CSHG Verde FIC FIM Junho de 2013 Fundo Verde O
Junho de 2013 7) Esqueletos em bancos públicos, subsídios a educação universitária, energia e transporte geram

Junho de 2013

7)

Esqueletos em bancos públicos, subsídios a educação universitária, energia e transporte geram potencial aumento (guestimating) de 10 a 15 pontos na dívida líquida/PIB quando forem reconhecidos.

8)

Sustentabilidade fiscal de longo prazo pode ser colocada em xeque, dado o risco de diminuição de arrecadação de impostos nos anos vindouros. Despesas com pouca margem de compressão continuam crescendo em termos reais.

9)

Provável rebaixamento por agências de classificação de risco de crédito.

10) Pacto federativo entre União, estados e municípios, com tensões crescentes, causadas pelas necessidades pós-manifestações de investimentos relevantes em educação, saúde e mobilidade urbana.

11) Investimento Estrangeiro Direto (IED) deve diminuir no próximo ano, dada a incerteza eleitoral.

12) Relações entre PT e base aliada deteriorando-se continuamente. 13) Surgimento de candidaturas “ético-sonhadoras-populistas” x “socialismo do século XXI”.

14) O PT fará todos os esforços para ganhar a eleição presidencial, e a conta que sobrará para 2015 será relevante.

15) Carga tributária de 36% do PIB, com impostos sobre produção e consumo beirando 15% do PIB.

16)

A falta de competitividade e os 20 anos de investimento em um patamar de 4% do PIB a menos do que deveria deixam-nos em uma situação frágil perante outros países emergentes, como Coreia, México, Chile, etc., além do renascimento industrial americano.

17) Ameaça de novos impostos, como: CPMF versão século XXI, etc. para tentar manter o equilíbrio fiscal.

18) Ausência total de debate sobre reforma trabalhista e agenda “realmente” positiva.

Por todos esses 18 pontos que citamos e mais alguns que devemos ter deixado passar, as opcionalidades continuam do lado negativo/defensivo.

Provavelmente, continuaremos com o tipo de alocação descrita por nós no começo deste relatório, à espera de novos dados.

Gostaria de aproveitar para fazer um agradecimento público a: Eduardo Gianetti, Fábio Giambiagi e Raul Velloso, minhas leituras favoritas nos últimos anos, por terem me influenciado com sua sabedoria e jamais terem transigido em seus valores e crenças.

Momento atual

Para terminar, deixamos aqui a nossa visão sobre o momento atual, trazendo alguns trechos de relatórios que escrevemos anteriormente e gráficos importantes já utilizados também em nossos materiais. Primeiro, os trechos escritos e, em seguida, os gráficos:

Relatório de Gestão - março de 2013: Piquenique à beira do vulcão

“A alocação de investimentos estrangeiros para o Brasil está estagnada num nível alto, mas sem saídas significativas até o momento. Já a percepção dos investidores domésticos é uma mescla:

se por um lado percebemos e criticamos fortemente os problemas locais, por outro mantemos o “gosto” pelo País onde nós e nossas famílias residimos e onde pretendemos que nossos descendentes continuem.

Portanto, queremos um país melhor, não só sob a ótica puramente financeira e mercantilista, mas principalmente sob a ótica social e de qualidade de vida. Nós nos preocupamos com questões cotidianas e estratégicas como segurança, escolaridade das massas, ética, qualidade e nível dos políticos, trânsito, poluição, etc.

Sendo assim, o paradoxo encontrado entre as diferentes visões dos brasileiros e dos estrangeiros sobre o Brasil é o que eu chamo de “piquenique à beira do vulcão”.

Junho de 2013 Em qualquer classe de ativo, o “piquenique à beira do vulcão” é aquele

Junho de 2013

Em qualquer classe de ativo, o “piquenique à beira do vulcão” é aquele ativo cujo preço medido em moeda forte não bate com os seus fundamentos, e o tail risk é imensamente superior ao percebido pelos participantes do mercado em um determinado momento.”

O Estado de São Paulo - dezembro de 2012*: Castelo e areia movediça

“Construímos um país que tem, hoje, características de consumo, serviços financeiros e um segmento imobiliário de uma nação com PIB per capita de US$ 15 mil/ano. Mas temos ensino, infraestrutura e saúde de um país com renda per capita de US$ 5 mil/ano. Isso significa que há muitas coisas disparatadas. Em outras palavras, a história do Brasil hoje é um castelo construído sobre areia movediça.

É muito difícil saber, daqui a três ou quatro anos, o que vai dar certo. Não sei se vamos pavimentar a areia movediça ou se o castelo vai ruir em cima da areia movediça. Hoje temos pelo menos uma vantagem: há um diagnóstico. A presidente Dilma entende esse diagnóstico. Diria que o governo está no caminho certo. O problema é a forma. A mudança em energia, por exemplo, foi feita abruptamente.”

*O Estado São Paulo – 9 de dezembro de 2012 – Economia - Leandro Modé.

Relatório de Gestão – novembro de 2012: Sequelas na inflação e no câmbio

  • Magnitude e velocidade da

queda dos juros sem precedentes.

  • Incrível: um Pré de três anos

aplicado no início de janeiro de 2011 deu 10% de retorno acima do CDI do período.

  • Custo a crer que a magnitude

desse brusco movimento, sem que o País ganhasse produtividade e competitividade, não irá deixar sequelas na inflação e no câmbio maiores do que as hoje precificadas pelo

mercado.

  • P.S.: tenho estado errado nisso…

… vamos ver.

idi janeiro/2014

176,000 174,000 172,000 - 4,5% 170,000 168,000 166,000 164,000 - 4,8% 162,000 160,000 158,000 156,000 Jan-11
176,000
174,000
172,000
- 4,5%
170,000
168,000
166,000
164,000
- 4,8%
162,000
160,000
158,000
156,000
Jan-11
Mai-11
Set-11
Fev-12
Jun-12
Out-12

Fonte: Bloomberg, atualizado em 5/dez/12

Relatório de Gestão – junho de 2010: O moto-contínuo tropical (vejam que é junho de 2010: três anos depois, concluímos que o moto-contínuo não existe.)

“O antigo sonho do moto-contínuo, no qual um objeto se move para sempre sem o gasto de qualquer fonte de energia interna e externa, tornou-se uma busca da moda entre os inventores da Renascença.

Os primeiros registros conhecidos datam do século VIII na Bavária. Tal busca envolveu ao longo da história nomes ilustres como Leonardo Da Vinci e Blaise Pascal. Num passado mais recente, o prêmio Nobel Richard Feynman em seu "Lectures on Physics" explorou o conceito de uma "Catraca Browniana". A conclusão, no entanto, foi de que tal instrumento violaria a segunda Lei da Termodinâmica constituindo-se, portanto, em uma impossibilidade física.

Junho de 2013 Mais recentemente, no século XXI, o governo brasileiro dá indícios de querer dar

Junho de 2013

Mais recentemente, no século XXI, o governo brasileiro dá indícios de querer dar sua contribuição ao debate, ao tentar criar um engenho de crescimento econômico endógeno, ou o que chamamos de moto-contínuo tropical.

A divagação acima se baseia em alguns princípios:

I) É possível turbinar muito a demanda sem criar condições macroeconômicas sustentáveis no longo prazo para crescer a oferta.

1º teorema a ser provado: a demanda gera sua própria oferta;

II) Quanto mais os servidores públicos, os aposentados, os benefícios sociais, etc. tiverem aumentos, melhor para o país, pois maior a demanda agregada.

2º teorema a ser provado: a seguridade social deixou de ser um passivo para ser um ativo;

III) Para pagar tudo isso, uma carga tributária de 10 p.p. (35% do PIB) acima da média dos emergentes (25% do PIB) não é um problema.

3º teorema a ser provado: carga tributária em excesso e de má qualidade não gera problemas de competitividade;

IV) Se o país é lento em evoluir na sua competitividade, os juros altos, o câmbio apreciado, as barreiras tecnoburocráticas e fiscais à importação podem durar mais duas décadas, o que ajudaria a ganhar tempo.

4º teorema a ser provado: o pré-sal será a redenção do nosso problema de déficit em conta corrente;

V) A dívida bruta pode atingir 80% do PIB porque o ativo é de muito boa qualidade: BNDES, Petrobrás, Eletrobrás, Caixa Econômica, Banco do Brasil, etc. Este ativo tem de fato o poder de alavancar o crescimento industrial provendo funding de longo prazo a taxas de juros acessíveis, e de multiplicar o crescimento do PIB, no caso da Caixa Econômica (“Minha Casa Minha Vida”) e dos investimentos em energia e petróleo.

E, por fim, o 5º teorema a ser provado: o moto-contínuo existe e Deus é brasileiro.

Ou seja, dá para crescer sem reformas para sempre. Este é o moto- contínuo tropical. Desde a idade média, como vimos, ninguém conseguiu inventar um. Terá havido uma solução tupiniquim para o problema?

E quais as conseqüências deste modelo?

Aparentemente, o mercado precifica apenas um baixo crescimento potencial, um risco de inflação ligeiramente acima da média, um câmbio permanentemente apreciado e só. E nós continuamos em um processo de permanente reflexão sobre o tema."

Taxa de investimento (Brasil e média dos emergentes) Junho de 2013 % do PIB 27 Média

Taxa de investimento (Brasil e média dos emergentes)

Junho de 2013

% do PIB

27 Média dos emergentes (1) 25 23 21 Brasil 19 17 15 1996 1998 2000 2002
27
Média dos emergentes (1)
25
23
21
Brasil
19
17
15
1996
1998
2000
2002
2004
2006
2008
2010
2012

Fonte: IBGE, CSHG, Banco Mundial, Haver. (1) África do Sul, Argentina, Chile, China, Cingapura, Colômbia, Eslováquia, Eslovênia, Filipinas, Hungria, Índia, Indonésia, Israel, Coreia, Malásia, México, Paraguai, Peru, Polônia, Rússia, Tailândia, Turquia, Ucrânia, Uruguai

Impostos como % do PIB

2011

15,4 15,0 14,8 Desastre Brasileiro 12,5 10,7 10,9 9,9 9,5 8,7 8,1 6,0 5,6 5,4 4,6
15,4
15,0
14,8
Desastre
Brasileiro
12,5
10,7
10,9
9,9
9,5
8,7
8,1
6,0
5,6
5,4
4,6
2,8

Impostos de renda e propriedade

Taxa de investimento (Brasil e média dos emergentes) Junho de 2013 % do PIB 27 Média

EUA=24,8

Taxa de investimento (Brasil e média dos emergentes) Junho de 2013 % do PIB 27 Média

Europa=38,8

Previdência

Taxa de investimento (Brasil e média dos emergentes) Junho de 2013 % do PIB 27 Média

Coreia do Sul=25,9

Impostos sobre bens e serviços

Taxa de investimento (Brasil e média dos emergentes) Junho de 2013 % do PIB 27 Média

México=18,8

Taxa de investimento (Brasil e média dos emergentes) Junho de 2013 % do PIB 27 Média

Brasil = 33,2

Fonte: OCDE, IBGE, RFB, STN, CSHG

Junho de 2013 Despesa Previdenciária Total (Sem Auxílio Doença) e População Acima de 65 Anos

Junho de 2013

Despesa Previdenciária Total (Sem Auxílio Doença) e População Acima de 65 Anos

20% Brasil 2040 18% 16% Brasil 2030 Polônia Grécia Itália 14% Uruguai Brasil 2020 Brasil 2012
20%
Brasil 2040
18%
16%
Brasil 2030
Polônia
Grécia
Itália
14%
Uruguai
Brasil 2020
Brasil 2012
Brasil 2005
Brasil 2001
França
Alemanha
12%
10%
Holanda
México
8%
Brasil 1995
Japão
Chile
Canadá
6%
Argentina
Rússia
Estônia
Austrália
4%
Irlanda
2%
Coréia do
África do Sul
Sul
0%
0%
2%
4%
6%
8%
10%
12 %
14%
16%
18%
20%
Despesa Previdenciária

População Acima de 65 anos (% da População Total)

Fonte: IBGE, BCB, CSHG

PIM, PMC e IBC-BR dessazonalizado

Jan/03 = 100

240 224 220 Varejo Ampliado 200 180 160 IBC-BR 145 140 131 120 Ind. Transformação 100
240
224
220
Varejo Ampliado
200
180
160
IBC-BR
145
140
131
120
Ind. Transformação
100
80
Jan-03
Jan-04
Jan-05
Jan-06
Jan-07
Jan-08
Jan-09
Jan-10
Jan-11
Jan-12
Jan-13

Fonte: IBGE, BCB, CSHG

Inflação no Brasil Junho de 2013

Inflação no Brasil

Junho de 2013

250 235 230 Serviços 210 190 170 150 Duráveis 130 122 110 90 Jan-00 Jan-02 Jan-04
250
235
230
Serviços
210
190
170
150
Duráveis
130
122
110
90
Jan-00
Jan-02
Jan-04
Jan-06
Jan-08
Jan-10
Jan-12

Fonte: IBGE, CSHG

Crescimento da Produção Industrial (dez-99 e dez-2012) e PIB per Capita (US$ PPP) em 1999

600% Vietnã 500% Produção Física de Manufaturas cresceu China 35,1% no Brasil no período, mas deveria
600%
Vietnã
500%
Produção Física de Manufaturas cresceu
China
35,1% no Brasil no período, mas deveria
crescer 72,2%
400%
300%
200%
Índia
100%
Coreia do Sul
Polônia
Hungria
Irlanda
Russia
Taiwan
Brasil
Áustria
Chile
México
Estados do Unidos
Indonésia
0%
África do Sul
Portugal
Grécia
-100%
0
5000
10000
15000
20000
25000
30000
35000
40000
45000

Fonte: Banco Mundial, CSHG, Haver

Investimento Público (% das Receitas Primárias) Junho de 2013 2011 27.4 24.7 19.9 19.7 17.5 15.6

Investimento Público (% das Receitas Primárias)

Junho de 2013

2011

27.5 27.4

25.5 24.8 24.7

20.0 19.9 19.7

17.5

15.6 13.1 13.0 12.0 11.9 11.1 10.6 10.5 10.1 8.5 8.2 Chile Peru Coréia do Sul
15.6
13.1 13.0
12.0
11.9 11.1
10.6 10.5 10.1
8.5
8.2
Chile
Peru
Coréia do Sul
Tailândia
Índia
México
Taiwan
Hungria
Média
Emergentes
África do Sul
Colômbia
Ucrânia
Egito
Rep. Checa
Malásia
Rússia
Bulgária
Turquia
Polônia
Brasil

Fonte: Banco Mundial, CSHG, Haver

PDP* e investimentos como % do PIB

14 13,5 12 10 8 6 4 2 0 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007
14
13,5
12
10
8
6
4
2
0
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Pessoal ativo
Demais
INSS
Pessoal inativo
PDP
Investimentos

Bilhões em 2012

PDP Investimentos

  • 1997 19

229

  • 2012 59

591

Diferença 362 41
Diferença 362
41

Fonte: STN, IBGE, CSHG. *PDP: Pagamento Direto a Pessoas (termo criado por Raul Velloso): soma de remunerações de funcionários e governos + benefícios diretos ao “bolso do cidadão” (por exemplo, aposentadoria, seguro)

Breakdown - resultados do fundo Junho de 2013

Breakdown - resultados do fundo

Junho de 2013

31-dez-2012 a 28-jun-2013

Resultado Real do Verde - rentabilidade ex CDI

 

Junho - 13

Acumulado

I) Book Moedas

2013

Dólar futuro

1.03

1.09

Cupom cambial

-0.17

0.69

Opções de dólar

1.03

2.06

Moedas

-0.46

0.11

Resultado Moedas

1.43

3.95

 

II) Book Renda Fixa

DI pré

2.41

5.97

Opções de IDI

0.14

0.64

Swaps Inflação

-0.24

-0.82

RF Inflação

-0.23

-1.65

Global Rates

-0.78

-2.07

Crédito

-0.31

-0.52

Resultado Renda Fixa

0.99

1.55

 

III) Book Ações

Resultado Ações

-2.90

-0.39

 

CDI

0.59

3.43

Moedas (I)+Renda Fixa (II)+Outros

1.65

4.24

Ações(III)

-2.90

-0.39

Custos

0.15

-1.38

Resultado do Fundo

-0.51

5.90

Para todos os ativos que utilizamos caixa, as rentabilidades expressas acima já são reais (ex CDI)

10% 3.95% 0.39% 9% 8% 1.26% 7% 5.90% 6% 1.38% 1.55% 5% 4% 3.43% 3% 2%
10%
3.95%
0.39%
9%
8%
1.26%
7%
5.90%
6%
1.38%
1.55%
5%
4%
3.43%
3%
2%
1%
0%
CDI
Book
Book
Book
Outros Custos
Total
Renda
Moedas
Ações
Fixa

Fonte: Credit Suisse Hedging-Griffo

Objetivo CSHG VERDE FIC FIM Relatório Gerencial 28/06/2013 Fundo multimercado que tem como objetivo buscar rentabilidade

Objetivo

CSHG VERDE FIC FIM

Relatório Gerencial

28/06/2013

Fundo multimercado que tem como objetivo buscar rentabilidade acima do Certificado de Depósito Interbancário - CDI.

Público Alvo

Fundo destinado ao público em geral, observados os valores mínimos de aplicação inicial, permanência e movimentação constantes no prospecto.

Classificação Anbima: Multimercados Macro

Gestor: Credit Suisse Hedging-Griffo Asset Management S.A

Características

Data de início

02/01/1997

Aplicação Mínima:

5,000.00

Saldo Mínimo:

5,000.00

Movimentação Mínima:

2,000.00

Cota:

Fechamento

Cota aplicação:

D+0

Cota resgate:

D+0

Liquidação resgate:

D+1

Taxa de saída antecipada:

Não há

Taxa de administração:

1,50% a.a ¹

Taxa de performance:

20% que exceder a 100% do CDI.

Este fundo está fechado para novas aplicações. ¹ A taxa de administração máxima paga pelo FUNDO, englobando a taxa de administração acima e as taxas de administração pagas pelo FUNDO nos fundos que poderá eventualmente investir será de 2,00% a.a.

Admite Alavancagem: Sim

Administrador: Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora De Valores S.A.

CSHG VERDE FIC FIM x CDI

9000% Fundo CDI 8000% 7000% 6000% 5000% 4000% 3000% 2000% 1000% 0% -1000% jan-97 jan-98 jan-99
9000%
Fundo
CDI
8000%
7000%
6000%
5000%
4000%
3000%
2000%
1000%
0%
-1000%
jan-97
jan-98
jan-99
jan-00
jan-01
jan-02
jan-03
jan-04
jan-05
jan-06
jan-07
jan-08
jan-09
jan-10
jan-11
jan-12
jan-13

Calculado até 28/06/2013

Performance

Fundo

CDI

Retorno anualizado

30.35%

16.45%

Desvio padrão anualizado **

9.34%

0.38%

Índice de sharpe **

1.49

-

Rentabilidade em 12 meses

15.36%

7.20%

Número de meses negativos

24

-

Número de meses positivos

173

197

Número de meses acima de 100% do CDI

65

-

Número de meses abaixo de 100% do CDI

132

-

Maior rentabilidade mensal

63.45%

3.28%

Menor rentabilidade mensal

-8.91%

0.48%

Patrimônio líquido

R$

3,222,378,326.97

Patrimônio médio em 12 meses

R$

3,074,435,084.08

** Calculado desde 02/01/1997 até 28/06/2013

Rentabilidades (%) *

Volatilidade anualizada (Desvio padrão - média 40 dias)

50.0% Fundo CDI 45.0% 40.0% 35.0% 30.0% 25.0% 20.0% 15.0% 10.0% 5.0% 0.0% mar-97 mar-98 mar-99
50.0%
Fundo
CDI
45.0%
40.0%
35.0%
30.0%
25.0%
20.0%
15.0%
10.0%
5.0%
0.0%
mar-97
mar-98
mar-99
mar-00
mar-01
mar-02
mar-03
mar-04
mar-05
mar-06
mar-07
mar-08
mar-09
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mar-12
mar-13
 

Acum.

Jan

Fev

Mar

Abr

Mai

Jun

Jul

Ago

Set

Out

Nov

Dez

Ano

CDI

Fdo.

Acum. CDI

  • 1997 1.15

2.15

0.92

  • 1998 4.37

2.61

2.43

  • 1999 2.43

63.45

7.43

  • 2000 1.87

4.09

0.83

  • 2001 2.41

4.68

0.82

  • 2002 1.98

3.45

1.57

  • 2003 3.12

2.28

2.46

  • 2004 -0.85

3.83

  • 2005 -0.28

4.39

0.78

1.79

3.09

2.82

4.23

2.62

1.99

4.80

-1.37

-3.92

-0.48

1.53

0.73

2.23

1.16

2.54

1.86

3.00

2.52

-0.50

3.13

0.72

3.84

3.33

2.23

4.38

2.19

3.68

-1.68

1.69

1.85

1.09

-0.68

3.79

4.98

3.79

4.48

0.98

1.86

0.11

0.70

4.12

1.10

-2.17

4.80

4.17

1.45

2.01

1.03

1.14

0.93

4.09

4.94

2.70

2.77

6.09

  • 5.32 29.10

1.15

1.90

24.43

  • 29.10 24.43

  • 2.01 67.66

3.34

4.51

28.61

  • 29.86 60.03

  • 4.76 294.66

4.14

5.31

135.40

25.17

100.31

  • 4.02 404.89

0.12

2.62

17.33

  • 27.93 135.02

  • 0.28 556.42

1.58

1.11

17.27

  • 30.01 175.62

10.96

-0.35

4.52

  • 48.72 228.22

19.09

876.24

3.31

-0.94

0.65

2.71

1.95

3.56

6.96

2.30

2.96

  • 42.22 304.64

23.28

1,288.44

  • 22.43 370.06

16.17

1,599.90

1,945.54

  • 20.33 459.37

19.00

  • 2006 0.33

5.96

2.90

  • 2007 -0.00

2.29

2.70

  • 2008 -2.71

0.73

4.40

  • 2009 1.98

4.46

0.97

  • 2010 -1.30

3.71

0.71

  • 2011 3.70

0.48

0.37

  • 2012 1.39

2.75

2.63

  • 2013 1.66

1.40

0.97

3.35

1.16

3.62

11.41

-1.66

1.27

3.65

2.65

4.76

1.22

0.69

4.58

4.37

2.28

1.94

  • 1.71 -0.19

0.33

  • 2.55 -0.87

0.96

  • 0.36 -0.51

1.91

1.74

3.66

-2.46

5.16

1.44

-1.13

2.32

-

1.37

2.89

-3.53

3.68

0.33

2.44

0.43

-

0.60

0.27

-7.32

1.81

0.43

1.18

1.83

-

2.61

1.90

-8.91

0.77

2.84

1.05

1.09

-

2.80

2.12

2.20

2.46

2.19

-0.27

2.19

-

1.24

1.99

1.47

2.19

1.23

2.16

0.77

-

2,512.98

  • 27.74 543.53

15.05

3,316.10

  • 30.74 619.62

11.82

-6.44

12.37

3,096.20

708.64

  • 9.90 4,705.98

  • 50.37 788.66

  • 13.75 875.24

    • 9.74 5,366.93

  • 12.36 988.32

11.59

6,042.75

  • 19.55 1,079.88

    • 8.41 7,243.48

5.90

3.43 7,676.61

1,120.33

Rentabilidade líquida de administração e performance e bruta de impostos.

* Rentabilidade obtida no passado não representa garantia de resultados futuros; Fundos de Investimento não são garantidos pelo administrador do fundo, gestor da carteira, de qualquer mecanismo de seguro, ou ainda, do fundo garantidor de crédito (fgc); Ao investidor é recomendada a leitura cuidadosa do prospecto e o regulamento do fundo de investimento antes de efetuar qualquer decisão de investimento. Caso o índice comparativo de rentabilidade utilizado neste material, não seja o parâmetro objetivo do fundo (benchmark oficial), tal indicador é meramente utilizado como referência econômica. Para obter informações sobre o uso de derivativos, conversão de cotas, objetivo e público alvo, consulte o prospecto e o regulamento do fundo. Verifique a data de início das atividades deste fundo. Para avaliação da performance de fundos de investimento, é recomendável uma análise de, no mínimo, 12 meses. Verifique se este fundo utiliza estratégias com derivativos como parte integrante de sua política de investimento. Tais estratégias, da forma como são adotadas, podem resultar em perdas patrimoniais para seus quotistas, podendo inclusive acarretar perdas superiores ao capital aplicado e a conseqüente obrigação do cotista de aportar recursos adicionais para cobrir o prejuízo do fundo.Verifique-se este fundo está autorizado a realizar aplicações em ativos financeiros no exterior.

Este fundo pode estar exposto a significativa concentração em ativos de renda variável de poucos emissores. Para fundos que perseguem a manutenção de uma carteira de longo prazo, não há garantia de que o fundo terá o tratamento tributário para fundos de longo prazo. Verifique se a liquidação financeira e conversão dos pedidos de resgate deste fundo ocorrem em data diversa do respectivo pedido. A partir de 02/05/2008, todos os fundos de investimento que utilizam ativos de renda variável em suas carteiras deixam de apurar sua rentabilidade com base na cotação média das ações e passam a fazê-lo com base na cotação de fechamento destes ativos. Desta forma comparações de rentabilidade destes fundos com índices de ações devem utilizar, para períodos anteriores a 02/05/2008, a cotação média destes índices e, para períodos posteriores a esta data, a cotação de fechamento. Ouvidoria Credit Suisse Hedging-Griffo - 0800 77 20 100 ou www.cshg.com.br/ouvidoria.

A presente Instituição aderiu ao Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para os Fundos de
A presente Instituição aderiu ao
Código ANBIMA de Regulação e
Melhores Práticas para os
Fundos de Investimento.

Sistema: INFINITE

Report ID: D60CC056455974753F3EE6BBF5760052