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JACKELINE MATIAS ALVES

CÔNICAS
HIPÉRBOLE, PARÁBOLA, ELIPSE E A CIRCUNFERÊNCIA

ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA

JACKELINE MATIAS ALVES, 20

CÔNICAS
HIPÉRBOLE, PARÁBOLA, ELIPSE E A CIRCUNFERÊNCIA

Trabalho de Pesquisa apresentado à Escola
Estadual Professora Silvana Evangelista
como um dos requisitos para obtenção de
nota na disciplina de Matemática.
Professor: Robson

2
SÃO PAULO
2016

...........................................1 Equação da circunferência....................2 4..................6 2................2 5......................................................2 Equação reduzida da hipérbole.............. BIBLIOGRAFIA.........................11 4......2 5..................................................................................................... CIRCUNFERÊNCIA....................5 2..................................................................................................................2 2....................................................................... HIPÉRBOLE...................................... INTRODUÇÃO..............9 3................................................. PARÁBOLA...................................................................................................................2 5....................................................................................................1 Equação da Parábola...............................ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA Sumário 1................................1 Elementos de uma Hipérbole...................................................................................................4 Posiçoes relativas de duas circunferencias........2 4..............................................................................1 Equação da Elipse..........2 5.....................................................2 Posições do ponto em relação á circunferencia..........................................24 3 SÃO PAULO 2016 ...........................2 Equação Geral da Parábola..........................................2 4........ ELIPSE......10 3...

Exposições gerais sobre as seções cônicas são conhecidas antes da época de Euclides (± 325-265 a. Coube a Pierre de Fermat a descoberta de que as seções cônicas podem ser expressas por equações do segundo grau nas coordenadas (x. 2.) não mencionou essa propriedade e não existia um conceito numérico que correspondia ao que chamamos de excentricidade. Por essa razão. toda curva cuja equação é do segundo grau pode ser obtida a partir da interseção de um cone circular reto de duas folhas com um plano. porém.C. ou simplesmente de cônicas.C.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA 1. em seu célebre tratado sobre as seções cônicas. as mais usuais referem-se à propriedade foco diretriz dessas curvas. mostramos que uma seção cônica é uma curva cuja equação cartesiana é do segundo grau. Neste trabalho. cuja equivalência é mostrada na Geometria Elementar.) e existe uma diversidade de definições para elas.y). Atualmente. as curvas cujas equações são do segundo grau são chamadas de seções cônicas. INTRODUÇÃO As seções cônicas são curvas obtidas pela interseção de um cone circular reto de duas folhas com um plano. PARÁBOLA 4 SÃO PAULO 2016 . Apolônio de Perga (± 262-190 a. e inversamente.

ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA Algumas definições de figuras geométricas surgem da intersecção de outras figuras. Suponha um eixo d vertical e dois pontos F e V. Determinaremos uma sequência de pontos os quais deverão estar à mesma distância de F e d. Como exemplo citamos o surgimento da parábola através da intersecção transversal de um cone. para tal verificação determinamos uma expressão matemática responsável por essas comprovações: Onde: 5 SÃO PAULO 2016 . Veja figura: De uma forma mais detalhada e utilizando conceitos matemáticos em relação aos estudos da Geometria Analítica. podemos definir as condições de formação de uma parábola através da utilização de um plano de coordenadas cartesianas. Observe: A parábola é formada pela união de todos os pontos do plano que estão à mesma distância do ponto F (foco) e da reta vertical d. de acordo com a representação: A distância entre a reta vertical d e o ponto V deve ser a igual à distância entre os pontos V e F. Todos os pontos do plano que possuem essa característica pertencem à parábola.

Diretriz y = -c e foco F (0. F: foco da parábola c: coeficiente que indica a distância do foco ao vértice.1. 2. Além destes dois elementos ainda temos o ponto V. Equação da Parábola  Elementos de uma parábola: Dada uma reta d e um ponto F.: 1º: V (0.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA V: vértice da parábola. determinando a concavidade da parábola. vamos analisar a equação de quatro casos particulares onde o vértice das parábolas se encontram na origem dos eixos no plano cartesiano.0). definimos parábola como o lugar geométrico dos pontos A equidistantes parábola conta do com ponto F e os da reta seguintes d.  Equação da parábola com vértice na origem Antes de fornecermos a equação geral da parábola. vértice da parábola e a reta que passa pelos pontos V e F que é chamada de eixo de simetria. elementos: A reta d é chamada de diretriz da parábola e o ponto F é o ponto focal. ou foco da parábola. c) 6 SÃO PAULO 2016 .

F) =d (P.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA Como d (P. -c) Como d (P.0) Diretriz y=c e foco F (0. P’) temos que: 2º caso: V (0.0) 7 SÃO PAULO 2016 . P’) temos que 3º: V (0.0) Diretriz x=-c e foco F (c. F) =d (P.

P’) temos que 4º caso: V (0.0) Diretriz x=c e foco F (-c.0) Como d (P. F) =d (P. F) =d (P.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA Como d (P. P’) temos que 8 SÃO PAULO 2016 .

Quanto ao sinal. demos preferência à demonstração da equação geral. percebemos que quando c>0 a concavidade está voltada para o lado positivo do eixo e quando c<0 a concavidade está voltada para o lado negativo do eixo. temos as equações x² = 4cy. Note que para as duas primeiras equações a diretriz é paralela ao eixo Ox e para as demais. x² = -4cy.yv). V (0. para parábolas com vértice na origem. Demonstração: Dada a parábola de foco F (xf.F)=d(P. como no gráfico a seguir: Temos que d(P.y) pertencente à parábola.P'). vértice V(xv.0). logo.y). da seguinte forma: E. podemos substituí-los por 2a onde a = d (F. Ressaltamos ainda que 4c que aparece em todas as equações é igual a duas vezes a distância do foco ao vértice ou do vértice à diretriz. d) assim.2. a diretriz é paralela ao eixo Oy.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA Assim. apenas justificam o processo com alguns exemplos particulares para confirmar a veracidade da afirmação. as equações podem ser escritas da seguinte forma: 2. ter a confirmação bem embasada de sua veracidade. Aqui. podemos localizar o ponto P’(xd. alguns autores apenas acrescentam as coordenadas do vértice às equações encontradas acima. yv). y² = 4cx e y² = -4cx. para que fique bem claro de onde saiu cada elemento da equação e assim. 9 SÃO PAULO 2016 . Equação geral da parábola Para a equação geral. diretriz d: x=xd e o ponto P(x. assim.

10 SÃO PAULO 2016 . ELIPSE Elipse é o conjunto dos pontos de um plano cuja soma das distâncias do ponto 1 ao ponto 2 é a constante 2a (2a > 2c). Para a demonstração de uma parábola com diretriz d: y = yd o processo é análogo.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA Desta forma encontramos a equação da parábola com diretriz d: x=xd . elipse é o conjunto dos pontos do plano cuja soma das distâncias à F1 e F2 é a constante 2a (2a > 2c). O que é uma Elipse? Definição: Dados dois pontos quaisquer do plano F1 e F2 e seja 2c a distância entre eles. 3.

Logo.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA Elementos da Elipse: F1 e F2 → são os focos C → Centro da elipse 2c → distância focal 2a → medida do eixo maior 2b → medida do eixo menor c/a → excentricidade Há uma relação entre os valores a.1. os focos têm coordenadas F1( . Nesse caso.c . 0) e F2(c . Equação da Elipse. 0). 1º caso: Elipse com focos sobre o eixo x. a equação reduzida da elipse com centro na origem do sistema cartesiano e com focos sobre o eixo x será: 11 SÃO PAULO 2016 . b e c→ a2 = b2+c2 3.

os focos apresentam coordenadas F1(0 . Exemplo 2. Solução: temos que 12 SÃO PAULO 2016 . Assim. a equação reduzida da elipse com centro na origem do sistema cartesiano e com focos sobre o eixo y será: Exemplo 1. Determine a equação reduzida da elipse com focos sobre o eixo x. c). -3) e que o eixo menor mede 8. Nesse caso. -c) e F2(0 . Determine a equação reduzida da elipse sabendo que um dos focos é F1(0 . com eixo maior medindo 12 e eixo menor 8. Solução: temos que 2a = 12 → a =6 2b = 8 → b = 4 Assim.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA 2º Caso: Elipse com focos sobre o eixo y.

ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA Se F1(0 . 2b = 8 → b = 4 Usando a relação notável: a2 = b2+c2. HIPÉRBOLE Definição: Sejam F1 e F2 dois pontos do plano e seja 2c a distância entre eles. obtemos: a2 = 42+32 → a2 = 16 + 9 → a2 = 25 → a = 5 Assim. 13 SÃO PAULO 2016 . a equação reduzida da elipse será: 2 2 2 2 2 2 2 2 4. obtemos: a = 4 +3 → a = 16 + 9 → a = 25 → a = 5 Assim. a equação reduzida da elipse será: Se F1(0 . 2b = 8 → b = 4 Usando a relação notável: a = b +c . hipérbole é o conjunto dos pontos do plano cuja diferença (em módulo) das distâncias à F1 e F2 é a constante 2a (0 < 2a < 2c). -3) → c = 3 e o foco está sobre o eixo y. -3) → c = 3 e o foco está sobre o eixo y.

Fica claro que nesse caso focos terão os coordenadas F1 (-c . b e c → c2 = a2 + b2 4.2 Equação reduzida da hipérbole 1º caso: Hipérbole com focos sobre o eixo x.1 Elementos de uma Hipérbole: F1 e F2 → são os focos da hipérbole O → é o centro da hipérbole 2c → distância focal 2a → medida do eixo real ou transverso 2b → medida do eixo imaginário c/a → excentricidade Existe uma relação entre a. Assim.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA 4. a equação reduzida da elipse com centro na origem do plano cartesiano e focos sobre o eixo x será: 14 SÃO PAULO 2016 . 0) e F2( c . 0).

c). obtemos: c2 = a2 + b2 → 52 = 32 + b2 → b2 =25 – 9 → b2 = 16 → b = 4 Assim. -c) e F2(0 . 0) → c = 5 Da relação notável. focos F1(5 .ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA 2º caso: Hipérbole com focos sobre o eixo y. a equação reduzida da elipse com centro na origem do plano cartesiano e focos sobre o eixo y será: Exemplo 1. a equação reduzida será dada por: Exemplo 2. Neste caso. Solução: Temos que F2(0. 0) e F2(5. Assim. 0) e F2(5. Encontre a equação reduzida da hipérbole que possui dois focos com coordenadas F2 (0. 10) e eixo imaginário medindo 12. os focos terão coordenadas F1 (0 . Solução: Temos que 2a = 6 → a = 3 F1(-5. 10) → c = 10 2b = 12 → b = 6 15 SÃO PAULO 2016 . 0). Determine a equação reduzida da hipérbole com eixo real 6.

5.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA Utilizando a relação notável. Determine a distância focal da hipérbole com equação Solução: Como a equação da hipérbole é do tipo temos que a2 = 16 e b2 =9 Da relação notável obtemos c2 = 16 + 9 → c2 = 25 → c = 5 A distância focal é dada por 2c. obtemos: 102 = a2 + 62 → 100 = a2 + 36 → a2 = 100 – 36 → a2 = 64 → a = 8. a distância focal é 10. 2c = 2*5 =10 Portanto. Essa distância é denominada raio r da circunferência. que estão a uma mesma distância de um determinado ponto. CIRCUNFERÊNCIA A circunferência é o conjunto de todos os pontos de um plano. a equação reduzida da hipérbole será dada por: Exemplo 3. Assim. 16 SÃO PAULO 2016 . chamado centro. Assim.

a C=360°. A e B. em uma circunferência de centro O. teremos um arco nulo e outro de uma volta.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA O comprimento C de uma circunferência de raio r pode ser determinado retificando-se a circunferência:  Arcos e ângulos Consideremos dois pontos. AÔB = ângulo central O ângulo central determina na circunferência dois arcos de circunferência: Se A e B forem coincidentes. é aquele cujo comprimento é igual ao raio da circunferência em que esta contido. O arco de uma volta corresponde. o ângulo formado pelos segmentos OB e AO. 17 SÃO PAULO 2016 . com o vértice no centro. é denominado ângulo central. Arcos de 1° é aquele cujo comprimento é igual a 1/360 do comprimento da circunferência. portanto. Arco de um radiano (1 rad).  Grau e Radiano As unidades de medida de arcos são grau e radiano.

ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA Se 1 rad é a medida de um arco cujo comprimento (retificado) é igual a 1r.1 EQUAÇÃO DA CIRCUNFERÊNCIA 18 SÃO PAULO 2016 . então 2 rad é a medida de um arco de comprimento igual a 2r. ambos na mesma unidade de medida. Logo: Denomina-se medida de uma arco em radianos a razão entre seu comprimento e o comprimento do raio da circunferência em que está contido. 5. portanto. C = 2μr. μrad é a medida de um arco de comprimento igual a μr e 2 μrad é a medida de um arco de comprimento e 2 μr. O arco de uma volta corresponte.

P) = r ou Então. b) e raio r. Observação – A equação normal da circunferência também pode ser apresentada na forma x2 + y2 + Ax – By + C = 0. Observação – Se o centro da circunferência estiver na origem. então a = b = 0. b) e raio r tem equação (x – a)2 + (y – b)2 = r2 (equação reduzida da circunferência). onde 19 SÃO PAULO 2016 .ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA  . e sua equação será: x2 + y2 = r2  Equação geral ou normal Desenvolvendo a equação reduzida (x – a)2 + (y – b)2 = r2. e somente se: d (Q. temos o ponto P (x. Equação reduzida Seja uma circunferência com centro no ponto Q (a. vamos obter: x2 – 2ax + a2 + y2 – 2by + b2 – r2 = 0 Portanto. uma circunferência com centro no ponto Q (a. y) pertencente à circunferência se. x2 + y2 – 2ax – 2by + a2 + b2 – r2 = 0 é a equação geral da circunferência.

5) e raio 2.2 POSIÇÕES DO PONTO EM RELAÇÃO Á CIRCUNFERENCIA • Ponto P interno à circunferência: isso implica que a distância do ponto P até o centro é menor do que o raio da circunferência. B = -2b e C = a2 + b2 – r2 Aplicação Determine as equações da circunferência de centro (1. Solução: Sendo a = 1. b = 4 e r = 3. b = 5 e r = 2. então. temos: Sendo a = 2. então. • Ponto P externo à circunferência: neste caso teremos que a distância do ponto P até o centro é maior do que o raio 20 SÃO PAULO 2016 . temos: (x – a)2 + (y – b)2 = r2 (x – 1)2 + (y – 5)2 = 22 (x – 1)2 + (y – 5)2 = 4 (equação reduzida) (x – 1)2 + (y – 5)2 = 4 x2 – 2x + 1 + y2 – 10y + 25 – 4 = 0 x2 + y2 – 2x – 10y + 22 = 0 (equação geral) 5.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA A = -2a.

temos o caso no qual a distância do ponto P ao centro é igual ao raio. -1) e raio 3. Vejamos algumas situações para realizar esse tipo de análise quanto às posições relativas entre um ponto e uma circunferência. esse estudo você pode acompanhar no artigo Distância entre dois Pontos. B (-4. 21 SÃO PAULO 2016 . E(-4.-1)” Devemos obter duas informações necessárias para realizar os cálculos.2). basta comparar a distância do Ponto ao centro da circunferência com o valor do raio. quando se conhece o raio da circunferência e deseja-se analisar a posição relativa de um ponto a uma determinada circunferência. cujos pontos são: A(-2.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA • Ponto P pertence à circunferência: por fim. D(1. que são as coordenadas do Centro da circunferência e o raio. Com isso é necessário saber como se calcula a distância entre dois pontos. feito isso você será capaz de determinar as posições relativas. da equação reduzida podemos obter facilmente essas duas informações: C (-1.1).1). Portanto. “Analise as posições relativas entre os pontos dados e a circunferência λ: (x+1) 2 + (y+1)2=9 .

se não. Vejamos a representação gráfica das posições relativas desses pontos em relação à circunferência. A distância entre pontos está presente em praticamente toda a geometria analítica. em toda ela. 5.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA Basta calcular as distâncias dos pontos até o centro e comparar com o raio. Veja que apenas com o conceito de distância entre pontos foi possível abordar vários temas da geometria analítica.3 POSIÇÕES DA RETA EM RELAÇÃO Á CIRCUNFERENCIA  Posições relativas entre circunferência e reta Reta externa à circunferência 22 SÃO PAULO 2016 .

Em se tratando de posições relativas entre duas circunferências. a reta s possui um ponto em comum com a circunferência. Nesse caso constatamos que a medida do raio da circunferência é maior que a medida da reta secante. secantes. isto é. D>R Reta tangente à circunferência A reta s é tangente à circunferência de centro O e raio R. os elementos raio.4 POSIÇOES RELATIVAS DE DUAS CIRCUNFERENCIAS No estudo analítico da circunferência. internas ou concêntricas. externas. diâmetro e centro da circunferência são fundamentais para conclusões de diversos problemas e para a determinação da equação que define essa forma geométrica tão importante. D<R 5. por isso podemos dizer que a distância entre centro O até a reta s possui D a mesma medida. = Reta R secante à circunferência A reta s é secante à circunferência de raio R e centro O. Vamos analisar cada caso. elas podem ser: tangentes.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA A reta s é externa à circunferência de centro O e raio R. 23 SÃO PAULO 2016 . a reta intersecta a circunferência em dois pontos. então podemos propor a seguinte situação: a distância do centro da circunferência à reta s é maior que o raio da circunferência.

Duas circunferências são consideradas externas quando não possuem pontos em comum. Tangentes externas Duas circunferências são tangentes internas quando possuem somente um ponto em comum e uma exterior à outra. A condição para que isso ocorra é que a distância entre os centros das circunferências deve ser maior que a soma das medidas de seus raios.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA  a) Circunferências tangentes. A condição para que isso ocorra é que a distância entre os centros das duas circunferências seja equivalente à soma das medidas de seus raios. dOC = r1 + r2 b) Tangentes internas Duas circunferências são tangentes internas quando possuem apenas um ponto em comum e uma esteja no interior da outra. dOC > r1 + r2 24 SÃO PAULO 2016 . A condição para que isso ocorra é que a distância entre os dois centros seja igual à diferença entre os dois raios.r2  Circunferências externas. dOC = r1 .

r2 5. Duas circunferências são consideradas secantes quando possuem dois pontos em comum.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA 3. Circunferências secantes. A condição para que isso aconteça é que a distância entre os centros das circunferências deve ser menor que a soma das medidas de seus raios. de y2 = – 7)2 + equações: 9 y2 = 16 25 SÃO PAULO 2016 . a distância entre os centro é nula. dOC < r1 . dCO = 0 Exemplo: Dadas circunferências λ x2 + λ: σ: as (x e σ. Duas circunferências são consideradas internas quando não possuem pontos em comum e uma está localizada no interior da outra. Circunferências internas. Circunferências concêntricas. dCO < r1 + r2 4. Duas circunferências são consideradas concêntricas quando possuem o centro em comum. Nesse caso. A condição para que isso ocorra é que a distância entre os centros das circunferências deve ser equivalente à diferença entre as medidas de seus raios.

Acesso em Maio de 2016. Acesso em Maio de 2016.htm Pereira. G. (Sem data de Publicação). disponível em Brasil Escola: http://brasilescola. (Sem Data de Publicação). Acesso em Maio de 2016. 6. Posições relativas entre um ponto e uma circunferência.com.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA Verifique a posição relativa entre elas.br/matematica/posicoes-relativas-entre-um-ponto-umacircunferencia.colegioweb. A.br/geometria-analiticaii/circunferencia. Circunferência. utilizando a fórmula da distância entre dois pontos. disponível em Colégio Web: http://www. disponível em InfoEscola: http://www. Como a equação de toda circunferência é da forma: (x – x 0)2 + (y – y0)2 = r2. T. BIBLIOGRAFIA Circunferência. Através da equação de cada uma podemos encontrar esses valores. (31 de Maio de 2012).html#ixzz48dpBBx3J Oliveira. Solução: Para resolução do problema devemos saber as coordenadas do centro e a medida do raio de cada uma das circunferências.uol. teremos: Conhecidos os elementos de cada uma das circunferências. vamos calcular a distância entre os centros.com.com/geometria-plana/circunferencia/ 26 SÃO PAULO 2016 .infoescola.

br/matematica/circunferencia-posicoes-relativas.com. (Sem data de publicação). disponível em Brasil Escola: http://brasilescola.uol.com. disponível em Brasil Escola: http://brasilescola.uol. Circunferências: Posições Relativas.bol.htm 27 SÃO PAULO 2016 .htm Rigonatto. M.br/matematica/elipse.htm Silva.br/matematica/parabola. Posição relativa entre duas circunferências.com.ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA SILVANA EVANGELISTA Rigonatto. Parábola.com.uol. disponível em Brasil Escola: http://brasilescola. M. M. (Sem data de Publicação).htm Rigonnato.com. (Sem data de Publicação). Acesso em Maio de 2016. disponível em Mundo Educação .br/matematica/posicao-relativa-entre-duascircunferencias. N. Acesso em Maio de 2016.uol. Elipse.Uol: http://mundoeducacao. Acesso em Maio de 2016. M. M. Acesso em Maio de 2016. N.br/matematica/hiperbole. (Sem data de publicação). Acesso em Maio de 2016. Hipérbole. (Sem data de Publicação). disponível em Brasil Escola: http://brasilescola.htm Silva.uol.