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01) Os mecanismos efetores da resposta imune inata resultam no processo

inflamatório:
- Os neutrófilos são os primeiros fagócitos a migrarem para o sítio de inflamação
- Macrófagos produzem mediadores inflamatórios (citocinas e quimiocinas) que
recrutam novas células fagocitárias para o local de infecção
- A ação de citocinas e outros mediadores inflamatórios induz aumento da
permeabilidade do vaso, aumentando o extravasamento de liquido para o interstício
resultando em edema
- A marginação dos leucócitos deve-se a diminuição da velocidade do fluxo sanguíneo
e também a interações entre moléculas adesivas dos leucócitos e do endotélio
02) Um grupo de pesquisa investiga a ação neutralizante de um anticorpo contra
uma molécula expressa na superfície celular de bactérias Biomedicus
streptococcos. Este anticorpo liga-se ao antígeno que medeia a ligação da
bactéria ao macrófago. Considerando esta situação, podemos afirmar que:
I – a bactéria ficará opsonizada pelo anticorpo facilitando a fagocitose por macrófagos
III – macrófagos possuem receptores para a porção Fc do anticorpo podendo realizar
a fagocitose via interação com este receptor.
03) Células NK tem parte importante no sistema imune inato, principalmente em
respostas imune a tumores como em infecções virais. Células NK cells
distingue células infectadas e tumorosas de uma normal de células não
infectadas por reconhecimento de alterações nos níveis da molécula de
superfície chamada de MHC - classe I (Complexo de Histocompatibilidade
Principal). As células NK são ativadas por citocinas chamadas interferons.
Células NK ativadas liberam grânulos citotóxicos que destroem as células alvo.
Elas recebram a denominação de "natural killer" pois não necessitam de
ativação primária para responder contra as células alvo. Portanto, sobre a
função efetora das células NK, podemos afirmar que:
- A expressão reduzida de moléculas de MHC classe I por células infectadas por vírus
ou células tumorais induz a atividade citotóxica das células NK, portanto com
aliberação dos grânulos estas células são capazes de eliminar as células alvo.
04) Macrófagos e neutrófilos são células com capacidade fagocítica. A
fagocitose é mediada pela interação de receptores na superfície do fagócito com
moléculas na superfície do microrganismo. Os receptores da superfície do
fagócito são capazes de reconhecer moléculas do microrganismos que são
chamadas de “padrões moleculares”. Após este reconhecimento, macrófagos e
neutrófilos são ativados e exercem sua função efetora. Sobre a atividade de
fagócitos, podemos afirmar que:
I – macrófagos ativados liberam citocinas pró inflamatórias, agindo sobre o endotélio e
outras células do sistema imune
IV – macrófagos tem a função de apresentação de antígeno, microbicida pela
produção de radicais intermediários de oxigênio e nitrogênio, ativação da resposta
inflamatória pela secreção de citocinas e também participam do processo cicatricial
05) “Há uma batalha constante entre microrganismos e fagócitos. Se a batalha é
vencida, o organismo sobrevive, se não ele more. Em ambos os casos, o custo
desta batalha é a inflamação que leva a destruição do tecido. A habilidade dos
fagócitos eliminarem os microrganismos e degradá-los é dada pelos
“fermentos” que estas células são capazes de produzir.” Estas palavras são de
Elie Metchnikoff, quem descreveu o processo de fagocitose. Quando ele
menciona “fermentos” no texto, ele refere-se a:
- Ao chamado burst respiratório, que significa a produção de radicais de oxigênio e
nitrogênio.

09) Linfócitos T reconhecem antígenos protéicos. Sabe-se que esta bactéria contêm duas moléculas com elementos antigênicos. ativando a cascata de complemento pela via clássica 07) O gráfico abaixo mostra a concentração plasmática de várias proteínas sérica após a injeção de LPS (estímulo inflamatório). Além desta proteína. sobre as quais é correto dizer que: I .a ligação da proteína ligadora de manose ao microrganismo desencadeia a ativação do sistema complemento 08) Qualquer resposta imune envolve. Assim. Uma delas é um polissacarídeo de membrana chamado SUCRE.06) Complemento é o termo genérico para descrever uma série complexa de proteínas que desempenham importante papel na defesa do organismo.Reconhecimento. Seu genoma é constituído por uma molécula de RNA de polaridade positiva que contém aproximadamente 9. que podem ser moléculas alvo para elaboração desta vacina. ativação: expansão e diferenciação. envelopado que pertence à família Flaviviridae. A maior curva refere-se a concentração de proteína C reativa. a elaboração de uma reação dirigida ao antígeno. tente ajudar os pesquisadores a escolher a melhor abordagem para desenvolvimento desta vacina. memória. efetora.500 nucleotídeos que codificam as informações para a replicação viral. A análise do complemento total e suas frações fornece importantes informações de valor diagnóstico e como índice laboratorial de atividade da doença. uma proteína altamente expressa na superfície desta bactéria. refletindo a habilidade do soro testado em lisar 50% de uma suspensão padronizada de hemácias de carneiro recobertas por soro de coelho. Considerando a ativação do sistema complemento ocorrida no teste de CH50.algumas proteínas como proteína C reativa e a proteína ligadora de manose são opsoninas III .Células apresentadoras de antígenos entrem em contato com linfócitos T específicos no órgão linfóide secundário 10) Pesquisadores estão desenvolvendo uma vacina contra uma bactéria avassaladora que surgiu recentemente e foi a causadora de uma pandemia. que é produzida pelo fígado na presença de inflamação recente.Pesquisador C: testar apenas o antígeno PEPTI pois ele sabe que linfócitos B e linfócitos T são capazes de reconhecer este antígeno. A segunda é a PEPTI. podemos dizer que: . usando anti-soro específico para frações individuais. com a finalidade de eliminá-lo do organismo. primeiramente. Considere o gráfico abaixo e em seguida responda quais são as fases desta resposta imunológica? . A quantificação do complemento total e frações pode ser realizada por ensaios hemolíticos ou por imunodifusão radial. que não foi encontrado em nenhum outro tipo de microrganismo. levando ao desenvolvimento de células B de memória. apontando qual pesquisador está correto em seu raciocínio: . o complemento total ou CH50 é medido em unidades hemolíticas. 11) O vírus da hepatite C (VHC) é um vírus pequeno (aproximadamente 50 nm). para que isso ocorra é necessário que: . .As hemácias de coelho estão opsonizadas por anticorpo. também são produzidas no fígado outras proteínas de fase aguda. o reconhecimento do antígeno e posteriormente. Considerando a diferença de resposta imunológica frente a um antígeno protéico e não protéico. declínio (término).

O perfil sorológico observado no par em questão foi : mãe (IgG SR e IgM SR) e criança (IgG SR e IgM SR).secretado durante a resposta imune primária frente a antígenos T independentes . está presente no colostro IgM . Para que linfócitos específicos respondam a estes vírus.reações alérgicas e infeccções parasitárias IgG . a vacina em questão é administrada em duas doses. realiza-se uma aplicação inicial e. ou seja. é aplicada uma dose de reforço. A investigação dos isotipos de Imunoglobulinas no soro é importante devido as propriedades físicas e químicas de cada isotipo. nunca teve citomegalovirose e está com rubéola 14) Uma mulher descobriu que estava com toxoplasmose na 16ª semana de gestação.a IgM não ultrapassa a barreira placentária.é componente do receptor para antígeno na membrana de linfócitos B IgE . Quando a criança nasceu. enquanto 60% evoluirão para hepatite C crônica progressiva.Está imune a toxoplasmose. Sabe-se que. . 16) Relacione o isotipo de imunoglobulina a sua função IgD . Sendo válido considerar que: II – antígenos virais podem ser apresentados no contexto MHC classe I para os linfócitos T citotóxicos que lisarão diretamente os hepatócitos III – antígenos virais que sejam provenientes da fagocitose células hepáticas apoptóticas podem eventualmente ser apresentados via MHC classe II para linfócitos T auxiliares 12) O gráfico abaixo representa a dinâmica da produção de anticorpos após a administração de uma vacina. soro não-reagente (negativo). Onde SR significa Soro reagente (positivo) e SNR. 15) Sobre a resposta de linfócitos B a antígenos T independentes é correto afirmar que: .(26) Além disto.a pesquisa das classes IgM e IgG separadamente nas reações imunológicas é importante para caracterizar a fase da infecção (aguda ou crônica) III. 25% têm doença assintomática com aminotransferases persistentemente normais e lesões histológicas leves. sem necessitar do auxilio de células T.imunidade de mucosas. foi realizado exame sorológico e descobriuse que a criança estava com toxoplasmose congênita.A ativação de linfócitos B é dada pela interação de seu receptor com o antígeno. no segundo contato a resposta é melhor devido a existência da memória imunológica. O vírus da hepatite C infecta os hepatócitos. Neste contexto. Toxoplasmose: IgM negativo e IgG positivo. após certo período de tempo. de modo que ela constitui um marcador de infecção se for encontrada no organismo da criança. faz-se necessária a apresentação de antígenos. de um mesmo paciente: Rubéola IgM positivo e IgG positivo.atravessa a placenta e facilita a fagocitose de bactérias IgA . 13) Observe os resultados sorológicos a seguir. Citomegalovirus: IgM negativo e IgG negativo. e a presença de antígenos virais estimula uma resposta imunológica.Aproximadamente 15% dos indivíduos infectados pelo VHC eliminam o vírus espontaneamente.O nível de anticorpos após a dose de reforço é mais elevado porque o organismo já havia sido sensibilizado com o antígeno no primeiro contato (dose sensibilizadora) e. Sendo assim. cerca de 20% dos pacientes com hepatite C crônica evoluem para cirrose em dez ou 20 anos e podem evoluir para óbito em decorrência das complicações da cirrose ou hepatocarcinoma. é correto dizer que : I. é correto afirmar que: .

linfotoxina. associados a MHC de classe II ou MHC de classe I. 23) O tétano é uma doença grave e potencialmente fatal. causada por uma toxina . . 22) Microrganismos intracelulares que encontram refúgio fora dos fagossomos e em células não fagocíticas não podem ser eliminados por ativação de fagócitos mediada por células T. e a diferenciação das células T naive em células efetoras e de memória.17) As células responsáveis pela especificidade da imunidade celular são os linfócitos T.Linfócitos T CD4+ reconhecem moléculas de MHC do tipo II + peptídios processados. enquanto que linfócitos TCD8+ reconhecem moléculas de MHC do tipo I + peptídios. após reconhecerem os antígenos. e esta é a função dos CTLs. . então. Qual alternativa esta correta: . 19) Diferentes tipos de microrganismos desencadeiam respostas protetoras de células T distintas.O CD28 libera sinais que aumentam muitas respostas das células T ao antígeno. as quais secretam IL-4 e IL13. denominado CTLA-4.O Fator de transcrição GATA-3. capaz de ligar as moléculas B7 com afinidade muitas vezes superior à de CD28. amplifica as respostas Th1. tais como a IL-2.A via co-estimuladora mais bem caracterizada na ativação da célula T envolve o CD28. isso não é suficiente para ativação do linfócito Th. Os CTLS destroem as células alvo por dois mecanismos principais: . 21) As subpopulação mais bem definidas de células T efetoras da linhagem auxiliar CD4+ são as células Th1 e Th2. 2) O ligante de Fas (FasL) é expresso em CTLs ativados. 20) As células Th0 podem se diferenciar em células Th1 ou Th2. se acopla ao Faz na superfície das células-alvo e induz a apoptose. .A perforina é exocitada nos grânulos do CTL e se polímera na membrana plasmática da célula-alvo para formar poros. estes linfócitos T. As citocinas produzidas na resposta imune inata a microrganismos ou no início das respostas imunes adaptativas influenciam a diferenciação das células T CD4+ naive em células Th1 ou Th2.Células Th1 CD4+ e Células T CD8+ reconhecem peptídios antigênicos de microrganismos fagocitados. causam a ativação de outros tipos celulares. As granzimas também são exoxitadas nos grânulos do CTL.As células T CD4+ que se diferenciam em células Th1 secretam IFN-y. penetram nas células-alvo através dos poros da perforina e induzem a apoptose da célula-alvo.Uma vez ativado. TNF e IL-2 ou podem se diferenciarem em células Th2. O único modo de erradicar infecções estabelecidas por tais microrganismos é eliminar as células infectadas. que serão. 18) Embora seja necessário que um antígeno seja processado e exposto na membrana da célula associado a moléculas do MHC. . Para que um linfócito seja ativado é necessário que ocorra a interação de diversas moléculas de superfície com ligantes específicos das mesmas na membrana das APCs . . a produção de citocinas. De maneira geral. o linfócito T passa a expressar em sua membrana outra molécula. respectivamente. incluindo a sobrevivência da célula. os efetores da imunidade celular. causando a eliminação dos microrganismos ou células que apresentam os antígenos que desencadearam a resposta. uma molécula de superfície das células T que se liga à moléculas coestimuladoras B7-1 (CD80) e B7-2 (CD86). expressas nas APCs ativadas. e produzem citocinas que ativam os fagócitos a destruir os microganimos e estimulam a inflamação.

você deverá procurar recurso através de: . . corpos estranhos e sujeira).A forma mais eficaz de proteção contra a doença seria a imunização ativa. para atendimento. contamina ferimentos. As proteínas do MHC funcionam pois como um sistema de identificação. em virtude de uma picada de serpente peçonhenta. resulta na eliminação de linfócitos T auto-reativos 28) A indução de tolerância nas células CD4+ auxiliares é um mecanismo efetivo para prevenir a resposta imune contra os antígenos proteicos.Linfócitos B maduros podem ser tolerizados nos órgãos linfóides secundários. III.O reconhecimento de antígenos próprios pelos linfócitos T. . a capacidade do nosso sistema imunitário em reconhecer as moléculas próprias – isto é. permitem identificar uma célula como pertencendo a determinado indivíduo. esterco. após encontro com antígenos próprios em altas concentrações . geralmente. isto é. Indique o que deve ser aplicado em cada criança. para se prevenir contra poliomielite. bactéria que. for aplicado uma segunda dose do mesmo antígeno. geralmente produzido em cavalos e administrado por via intramuscular após exposição antigênica. espera-se que o organismo: . em reconhecer o próprio do não-próprio – torna-o capaz de combater moléculas e células estranhas sem danificar as células sadias do próprio organismo. torna-se capaz de produzir a toxina tetânica.Embora eficaz. como marcadores. em um segundo contato com o antígeno nova dose deverá ser administrada em indivíduos não vacinados. encontra-se disponível o soro antitetânico. Esta bactéria é encontrada no ambiente (solo. . Quando o sistema imunológico detecta marcadores diferentes dos que são próprios do organismo desencadeia uma resposta imunológica. pela administração da vacina antitetânica. II. superfície de objetos) sob a forma de esporos (formas de resistência). uma vez que os linfócitos auxiliares são indutores necessários para a resposta às proteínas. sob condições favoráveis (presença de tecidos mortos. Assim. porque já contém anticorpos 25) Um organismo recebeu a primeira dose de antígeno X. que atua em terminais nervosos do homem. produzir anticorpos específicos.A ativação repetida com antígenos próprios resulta na eliminação de linfócitos T auto-reativos .Vacina (porque contém anticorpos) e soro (porque contém antígenos).produzida peloClostridium tetani. respectivamente. após a forte interação entre o linfócito B e um antígeno próprio . Se após algum tempo. induzindo contrações musculares intensas.Produza anticorpos mais rapidamente 26) Duas crianças foram levadas a um posto de saúde: uma delas. Quando contamina ferimentos. 27) O reconhecimento dos elementos próprios (self) e não-próprios (non-self) baseia-se num conjunto de glicoproteínas presentes nas membranas das células. sem a ativação do segundo sinal. o soro antitetânico não gera memória imunológica e.Soro. Estas glicoproteínas são codificadas por um conjunto de genes localizados no cromossoma 6 e constituem o Complexo Maior de Histocompatibilidade (MHC).A tolerância central ocorre na medula óssea. 24) Ao ser picado por uma cobra peçonhenta. e como resposta imune. tanto na resposta imune celular quanto na humoral. Atualmente. a outra.

Se as células TCD4+ reconhecem antígenos peptídicos apresentados pelas APCs que são deficientes em co-estimuladores. Deposição desses complexos imunes nos tecidos ou endotélio vascular pode produzir uma lesão tissuar pela ativação do complemento. . tireoidite de Hashimoto. deleção clonal ou supressão das células T.Os órgãos mais afetados incluem a pele ( urticária. quimiotaxia de polimorfo-nucleares. (Tipo IV) Reação inflamatória decorrente da ocupação dos TCR de linfócitos T présensibilizados antígenos-específicos. as células T sobrevivem. provavelmente. 31) A doença do soro é uma reação que ocorre quando um complexo imune é formado pela ligação do antígeno ( p. mesmo se mais tarde eles forem apresentados por APCs competentes. É . doença de Graves e artrite reumatóide.ex.Hipersensibilidade tipo III 32) Um paciente com febre reumática apresenta dor de garganta com infecção por estreptococos beta hemolíticos.Os dois principais fatores que determinam se um antígeno próprio em particular irá induzir a seleção negativa nos timócitos auto-reativos são concentração do autoantígeno no timo e a afinidade dos timócitos que reconhecem esse auto-antígeno. síndrome de Sjögren.Uma resposta de hipersensibilidade contra penicilina 33) Auto-imunidade é a falha em uma divisão funcional do sistema imunológico chamada de auto-tolerância. sete dias após o início do tratamento com penicilina. uma vermelhidão generalizada. Isso é. ou soro heterólogo) a um anticorpo. de tal modo que resulte em reconhecimento do antígeno sem coestimulação. vasculites). que estão ligados aos mastócitos e basófilos. produzindo complexos antígeno-anticorpos que não são facilmente removidos pelo sistema imunológico. 29) A tolerância periférica é o mecanismo pelo qual as células T maduras que especificamente reconhecem os antígenos próprios dos tecidos periféricos se tornam eventualmente incapazes de responder a esses antígenos. 30) Correlacione: A) Hipersensibilidade do tipo I B) Hipersensibilidade do tipo II C) Hipersensibilidade do tipo III D) Hipersensibilidade do tipo IV (Tipo II) Resulta da interação de anticorpos IgG ou IgM preexistente com antígenos solúveis. formação de anafilotoxinas.articulações (artrites) e rins (glomerulonefrite) A doença do soro é um exemplo: . No entanto. Exemplos famosos incluem a diabetes mellitus tipo 1.A anergia pode ser também induzida nas células T pela administração de antígenos não-próprios. Qualquer doença que resulte deste tipo de resposta é chamada de doença auto-imune. uma droga. . . o paciente apresenta febre de 39. (Tipo I) Iniciada pela interação do alérgeno com anticorpos complementares préformados do isotipo de IgE. lúpus eritematoso sistêmico. (Tipo III) Iniciada pela interação de antígenos insolúveis com anticorpos IgG ou IgM pré-formados.A tolerância periférica é devida a anergia.5°C. o resultado de: .. mas tornam-se incapazes de responder ao antígeno.A ativação da célula T requer o reconhecimento do antígeno e a interação do CD28 nas células T com as moléculas B7 das APCs . que resulta em respostas imunes contra as células e tecidos do próprio organismo.

As infecções repetidas podem ativar linfócitos auto-reativos e levar ao desenvolvimento de doenças auto imune 34) As doenças de hipersensibilidade são classificadas de acordo com o mecanismo de lesão tecidual. Assim. imunidade significava proteção contra doenças. chamadas de anticorpos.Drogas imunossupressoras são usadas como prevenção e tratamento da rejeição de transplante .Além de apresentarem antígeno para linfócitos T. ou seja. e finalmente manifestações clínicas da imunodeficiência 36) Se o órgão de um indivíduo – o doador – for transferido para um outro indivíduo – o receptor – pode-se desenvolver.Tranplante de medula óssea provocam reações de rejeição forte. período de latencia clinica durante o qual a destruição progressiva de células TCD4+. . Se outro órgão do mesmo doador for reimplantado no receptor. se o órgão implantado for de outro doador.Existem dois tipos de respostas adquiridas. sua rejeição. . Historicamente. uma reação inflamatória local que geralmente evolui para necrose e destruição do órgão transplantado.O curso clínico da infecção pelo HIV consiste em uma viremia aguda. .A rejeição hiperaguda ocorre minutos após o transplante e é caracterizada pela trombose de vasos do enxerto .O HIV é um retrovírus que infecta principalmente células T CD4+. 35) Quanto à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS).Reação hiperaguda leva à rejeição irreversível do aloenxerto 36) Sobre imunidade de transplantes: .A hipersensibilidade imediata é causada pela liberação de mediadores pelos mastócitos. em particular contra doenças infecciosas. que são mediadas por diferentes componentes do sistema imunológico. que são produzidas pelos linfócitos B.A imunidade humoral é mediada pelas moléculas presentes no sangue e nas secreções das mucosas.correto afirmar sobre doenças auto-imune: . a rejeição ocorrerá muito mais rapidamente. a rejeição é um fenômeno específico e dotado de memória. As células e moléculas responsáveis pela imunidade formam o sistema imunológico.Xenotransplantes são transplantes de órgõas realizados entre espécies diferentes . Entretanto. depois de alguns dias. .Os mecanismos da imunidade natural fornecem a defesa inicial contra infecções. sendo correto afirmar: . características de uma resposta imunitária. a imunidade humoral e a imunidade celular. e a sua resposta coletiva e coordenada à introdução de substâncias estranhas é chamada de resposta imunológica. que se refere à proteção contra processos legais que os senadores romanos tinham durante o seu mandato.Os antígenos dos aloenxertos que servem como alvo principal de rejeição são as proteínas codificadas no Complexo Maior de Histocompatibilidade (MHC) . tendo risco de doença enxerto-versus.HLA é a denominação do Complexo de Histocompatibilidade na espécie humana . as moléculas de MHC são também responsáveis pelo fenômeno de rejeição de enxerto . assinale a alternativa que descreve uma de suas características: . a rejeição com a mesma velocidade do primeiro caso.hospedeiro. cuja função é eliminar os diversos tipos de microrganismos. e causa destruição porgressiva destes linfócitos . 37) O termo imunidade é derivado da palavra latina imnunitas. .

Th1 e Th2. os quais emigram desse órgão e se distribuem pelos vários órgãos linfóides secundários. Assinale a correta. proliferar e se diferenciar para produzir as moléculas que irão atuar na eliminação dos antígenos.Órgãos linfóides primários são: Timo e medula óssea e os órgão linfóides secundários são: linfonodos e o baço.Os linfócitos T estão localizados principalmente no córtex. 41) Fazem parte dos órgãos linfóides primários ou centrais o timo. medula óssea (ou bursa de Fabricius nas aves) . . . .Especificidade garante que antígenos distintos desencadeiam respostas específicas. 40) Quais são os principais órgãos linfoides primários e secundários nos mamíferos? . suprime a expressão de moléculas MHC de classe II e de citocinas inflamatórias pelos macrófagos 44) Acerca das células envolvidas nas respostas imunológicas e alérgicas . a camada mais externa do córtex contém agregados celulares chamados de folículos. 39) A imunidade contra um microrganismo pode ser induzida pela resposta do hospedeiro a ele ou pela transferência de anticorpos ou de linfócitos específicos para o microrganismo.Os indivíduos que responderam a um antígeno microbiano e estão protegidos contra exposições posteriores aquele microrganismo são considerados imunes. que são os intermediários dessas respostas.As células sanguíneas são produzidas no compartimento hematopoiético da medula óssea.Imunidade ativa é o tipo de imunidade que é induzida pela exposição a um antígeno estranho. situado atrás do estômago mas fora da cavidade peritoneal propriamente dita.Os folículos primários contém principalmente linfóctios B desenvolvidos.A linfa é filtrada pelo córtex e entra nos seios medulares e sai do linfonodo através da veia linfática eferente no hilo.IL-10 é uma citocina Th2 que inibe a secreção de IFNg e IL-2. . .O timo é o órgão onde ocorre a proliferação e diferenciação de células precursoras em linfócitos T. . secretam citocinas que promovem atividades diferentes no sistema imune. pois o indivíduo imunizado desempenha um papel ativo na resposta ao antígeno. Sob o seio subcapsular.Os folículos são as zonas de células B dos linfonodos. porém inativos. entre os folículos. . Marque a resposta correta: . 42) Os linfonodos são órgãos nos quais as respostas imunológicas adquiridas são iniciadas: .A rede de linfáticos e de linfonodos funciona como armadilha para a captação de moléculas estranhas e local onde os linfócitos com receptores específicos para os determinantes antigênicos podem ser ativados. também chamados de células T. sem que haja a necessidade de se esperar uma resposta imunológica ativa. .Imunidade passiva é um método eficaz para conferir resistência rapidamente. 38) Todas as respostas imunológicas humorais e celulares a antígenos estranhos apresentam determinadas propriedades fundamentais que refletem as propriedades dos linfócitos. . .O baço é um ´rgão localizado na região abdominal esquerda superior. 43) Dois subsets de células T funcionalmente distintos..A imunidade celular é mediada por linfócitos T.

podendo-se citar a técnica cirurgica a qual requer grande conhecimento e acurácia. após estimulação por determinados antígenos.IFN-gama. pois fornece para o hospedeiro a informação genética necessária para que ele fabrique o antígeno preservando todas as suas características importantes na indução de uma resposta imune eficiente.assinale a alternativa correta. esta resposta é normalmente mediada para. 48) O Tositumomabe é um anticorpo monoclonal IgG murino radiomarcado com iodo-131. que possui o gene codificador da proteína antigênica.Apesar de 10% dos pacientes tratados com Tositumomabe desenvolverem anticorpos humanos anti-rato.Elas expressam o marcador CD56 em sua membrana celular. .Os linfócitos T auxiliares. Sobre as células NK. tecidos ou órgãos de um indivíduo para outro.familía Herpesviridae) e Vírus da imunodeficiencia Humana ( HIV). Em relação e esse anticorpo. 50) A vacina de DNA é a mais recente forma de apresentação de antígeno que veio revolucionar o campo da vacinologia. . Isso sem gerar os efeitos colaterais que podem aparecer quando são utilizados patógenos vivos. As dificuldades são inúmeras.Quanto a imunologia do transplante.Células de hibridomas. mas é de longa . A imunidade desenvolvida pela vacina de DNA não é imediata. podemos afirmar: . A idéia original nasceu da compreensão de que era possível curar muitas doenças pela implantação de células. . . e os linfócitos auxiliares tipo 2 produzem mais IL-4. Para a infecção pelo Citomegalovírus (CMV.Elas compõem cerca de 5-10% da população de linfócitos periféricos.As moléculas do Complexo Principal de Histocompatibilidade (CPH/MHC) são responsáveis por quase todas as reações de rejeição forte (rápida ou aguda). que será expressa e produzida no interior das células do indivíduo. podem apresentar um perfil de linfocinas que os caracterizarão. Linfócitos T auxiliares do tipo 1 produzem principalmente Interferon Gama. O processo envolve a inoculação direta do DNA plasmidial. A sua função é modulada em parte por interações entre moléculas de HLA de classe I e receptores nas membranas de suas células. IL-2 e Fator de Necrose Tumoral. ou os problemas proporcionados pela produção das vacinas de subunidades em microorganismos. assinale a alternativa correta: . Esse tipo de vacina apresenta uma grande vantagem sobre as demais. formados a partir de esplenócitos de camundongos e células de mieloma. . podemos afirmar: . do tipo imunoglobulinas (KIR). I.Elas lisam células-alvo preferencialmente que não expressem MHC de classe I. 46) Células matadoras naturais (NK) são um importante componente da resposta imune contra infecções virais. IL-5 e IL-10 45) A substituição de órgãos doentes por um transplante de tecido saudável tem sido um objetivo na medicina. a escassez de órgãos e os processos de rejeição.Elas são inibidas de matar células linfóides através da ativação de seus receptores inibitórios. 47) A resposta antigeno-específica de um indivíduo contra uma infecção viral pode ser mediada através da análise de clones de células T respondedores aos antígenos virais e sua produção de citocinas por citometria de fluxo. seu uso não impede a administração de terapias subseqüentes de anticorpos quiméricos 49) Os anticorpos monoclonais são produzidos a partir de quais células? .

onde capturam antígenos e se tornam ativadas. Indique a alternativa que apresenta órgão do camundongo é usualmente utilizado para este procedimento . na tentativa de destruir e circunscrever o parasita. II. -As DCs são decisivas para a determinação da ativação mas não determinam o tipo d e imunidade mediada pelos LTs 54) Os neutrófilos são os leucócitos mais abundantes no sangue periférico. potencializando a ativação de LT e . ele desenvolve um hibridoma específico para uma proteína ou glicoproteína presente na superfície do fungo. evitando sua multiplicação e disseminação. com importante papel nas fases precoces das reações inflamatórias e sensíveis a agentes quimiotáxicos. com disseminação para fígado.Baço 53) As células dendríticas. os macrófagos atuam como APCs. Seu projeto é para trabalhar com o fungo Paracoccidioides brasiliensis (PB) que é o agente etiológico da paracoccidioidomicose (PCM). migrando para os linfonodos regionais. Ribamar já isolou o antígeno de interesse do PB e injetou em um camundongo. são chamadas de anticorpo. O indivíduo geneticamente vacinado passa a produzir tanto os antígenos quanto os anticorpos. mucosas e o sistema fagocítico mononuclear. fígado e intestino. constituindo de 5% a 20% das células mononucleares do sangue. Residem em tecidos pe riféricos. Ogranuloma na PCM representa uma resposta tecidual específica do hospedeiro contra o fungo. As células Natural Killer (NK) têm origem na medula óssea. . quando ligadas ao antígeno. são consideradas uma ponte entre a imunidade inata e a ada ptativa. denominam-se imunoglobulinas e. dão origem a macrófagos e células dendríticas mieloides.A IgG2 e a IgG4 são eficientes na defesa contra antígenos proteicos e a IgG1 e a IgG3 contra antígenos polissacarídeos. quando livres no plasma. assinale a opção correta. a partir de um progenitorcomum aos LTs. nos quais processam e apresentam antígenos proteicos ou lipídicos aos LTs. como pele. adrenais e outros órgãos. recém-formado em biomedicina acabou de passar na prova para o programa de pós-graduação da USP para realizar seu doutorado em imunologia. especializadas na captura e apresentação de antígeno s para os linfócitos. De acordo com a OMS. Passado o tempo necessário. As manifestações clínicas da micose são de doença granulomatosa crônica. ele isola às células de um dos órgãos do animal imunizado e fusiona-as a células de mieloma para obtenção do seu hibridoma. comprometendo especialmente tecidos pulmonares. 51) As imunoglobulinas são as principais moléculas efetoras da imunidade humoral. 52) “Ribamar Lisossomildo da Silva". Na PCM como em outras infecções granulomatosas crônicas. Para tanto. A respeito da resposta humoral. O projeto de Ribamar visa elaboração de um anticorpo monoclonal contra algum epítopo importante do PB.duração. Na inflamação. a resposta imune celular é o principal mecanismo de defesa do hospedeiro. por serem atraídas e ativadas por elementos da resposta inata e viabiliza rem a sensibilização de LT da resposta imune adaptativa. que se apresenta endêmica na América Latina. baço. no tecido conjuntivo ouparênquima de órgãos.Os monócitos constituem 3% a 8 % dos leucócitos circulantes e.

u m processo biológico complexo que envolve componentes vasculares.A resposta dos LB a antígenos peptídicos requer a ajuda dos LT auxiliares e esses a ntígenos são. . 57) Os LB são responsáveis pela imunidade humoral que se caracteriza pela produç ão e liberação de anticorpos capazes de neutralizar. IL-6. produtos de clivagem do SC. os LB devem ser ativados. principalmente linfócitos. predominam elementos da resposta imune adaptativa e as pri ncipais células envolvidas são os neutrófilos e macrófagos 56) Os mediadores da resposta inflamatória são variados e derivam de precursor es plasmáticos e celulares. citocinas. d uas cadeias peptídicas. calor. além da imunoglobulina de membrana. os antíge nos (Ag) contra os quais foram gerados. celulares e uma diversidade de substâncias solúveis. IL-12.Os LB funcionam também como células apresentadoras de antígeno.O complexo do receptor de LB (BCR) inclui. é preciso que o BCR liguese a um epítopo antigênico. o que desencadeia uma sequência de eventos intracelular es. além de apresentar como sinais clínicos característicos rubor. quimiocinas e enzimas proteolíticas.LB pela expressão de moléculas coestimuladoras. na ausê ncia de inflamação. ou até mesmo destruir.Na inflamação aguda. Para tal. após interioriza rem e processarem o Ag ligado ao receptor de superfície (BCR) . Igα e Igβ. As constitutivas são normalmen te produzidas em vários tecidos e recrutam leucócitos. dor e prejuízo funcional. . TNF-α e quimiocinas 55) A primeira defesa do organismo a um dano tecidual é a resposta inflamatória. -As quimiocinas podem ser constitutivas ou induzidas. edema. por isso. peptídeos vasoativos. que culmina na geração de plasmócitos com produção de imunog lobulinas com alta afinidade para o epítopo antigênico que originou a resposta Para ativação. denominados “antígenos T dependentes” . e liberam citocinas proinflamatórias como IL-1. As quimiocinas induzidas (ou inflamatórias) são produzidas por várias célu las em resposta a estímulos inflamatórios e recrutam leucócitos para locais de inflamação. podendo ser classificados de acordo com suas propried ades bioquímicas em: aminas vasoativas. o que acarreta um processo de proliferação e diferenciação. que têm função de dar início à sinalização intracelul ar após o encontro com o antígeno . mediadores lipídicos.

isto é. denominada autotolerânc ia.Assim. Os LT CD8 reconhecem antígenos intracitoplasmáticos apresentados por molécu las MHC de classe I.Os LTh1 produzem grandes quantidades de IL2. Causas intrínsecas. IL-5. na dependência do ambiente de citocinas presente. E mbora morfologicamente indistinguíveis essas células apresentam distintos padrões de citocinas secretadas e. Durante o estímulo fornecido por uma APC. Essa capacidade. componentes da imunidade adquirida como linfócitos com atividade regulatória e citocinas além de fatores hormonais. consequentemente. .As TREGS apresentam altos níveis de CD25 60) Nas doenças autoimunes órgão-específicas e sistêmicas. que induz proliferação de LT (incluin do os próprios LTCD4 de maneira autócrina) e também induz a proliferação e aumenta a cap acidade citotóxica dos LT CD8 . observa-se perda d a capacidade do sistema imunológico do indivíduo em distinguir o que é próprio ( self) daquilo que não é próprio (non-self). .Os LTh17 representam um novo subtipo de LT efetores importantes na proteção cont ra infecção por microorganismos extracelulares 59) Várias evidências demonstram a importância das diferentes populações de L T reguladores na manutenção da autotolerância imunológica e no controle das res postas autoimunes. Com base no texto pode-se afirmar que: .58) Os LTh são subdivididos funcionalmente pelo padrão de citocinas que produzem . que são expressas por praticamente todas as células nucleadas. componentes da im unidade inata como o sistema Complemento e receptores Toll-like. diferentes respostas efetoras. IL-6 e IL-10. Th2 ou Th17. um linfócito precursor Th0 pode se t ornar um linfócito Th1. é mantida nas células imunocompetentes B e T tanto por mecanismos centrais qu anto por periféricos. Fatores ambientais como infecções bacterianas e virais. que e stão sob controle genético. estão e m geral associadas a polimorfismos de moléculas de histocompatibilidade. que produz IL-4.Os pacientes com síndrome de imunodeficiência em que o receptor de INF-γ está au sente sofrem de infecções graves por micobactérias . relacionadas a características do próprio indivíduo. há grande interesse no estudo dessas células e de sua poten cial aplicação no tratamento das doenças autoimunes. favorecendo a produção de anticorpos .A segunda população Th muito importante nas respostas imunes humorais é o LTh2.

Pegsunercepte foi avaliado em pacientes com AR e se mostrou superior ao placebo apenas em um estudo fase II. Diversas citocinas e seus receptores. oncologia. Esse agente não se mostrou eficaz na tera pia de indução da DC. cuja eficácia foi demonstrada no tratamento da A R e da DC . pelo menos de uma parcela de pacientes . entre outras. .No lúpus eritematoso sistêmico a deficiência na depuração de células apoptóticas pa rece contribuir para a fisiopatologia. hematologia. moléculas de adesão e células que particip am da resposta imune. O onercepte é o receptor solúvel p55 recombinante do TNFα que vem sendo estudado no tratamento da psoríase moderada a grave. -Anticorpos monoclonais empregados geralmente são da classe IgG e recebem o sufix o “mab” derivado do termo monoclonal antibody. in cluíndo reumatologia. são alvos da terapia imunobiológica.O papel da susceptibilidade individual determinada por fatores genéticos fica evident e na associação do alelo HLA-B27 com espondilite anquilosante. artrite reativa e artrite pso riásica. como linfócitos B e T. pesticidas e drogas são exemplos de causas extrínsecas .O certolizumabe pegol (CDP870) é o fragmento peguilado da porção Fab de um anti corpo monoclonal anti-TNFα humanizado. gastroenterologia. sendo seu desenvolvimento suspenso.29 . introduzida na década de 1970.Estudos epidemiológicos têm demonstrado a importância de fatores genéticos na susceptibilidade a doenças autoimunes. a taxa de concor dância para doenças autoimunes é maior em gêmeos monozigóticos do que em dizigó ticos 61) A teoria da rede idiotípica. Além da agregação familiar. neurologia. anticor pos monoclonais e receptores solúveis de citocinas. Com base na teoria idiotípica é correto afirmar que: . bem como dos alelos HLA-DRB1 que apresentam o epítopo compartilhado com artrite reumatoide .O idiotopo é a porção da região variável da molécula de imunoglobulina que interage com o antígeno 62) A terapia imunobiológica empregada inclui principalmente citocinas. A terapia imunobiológica é empregada em diferentes especialidades médicas. se baseia na interação recíproca entre as regiões variáveis dos anticorpos produzidos por um dado indi víduo. nef rologia.O lenercepte e o CDP571 são agentes anti-TNFα que não demonstraram benefício cl ínico no tratamento de condições como a DC e AR. .exposição a agentes físicos e químicos como UV.