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Acolhimento da População
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Imigrante em Portugal
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CP4 – Processos Identitários
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08-02-2010
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Carlos Santana

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Acolhimento da população imigrante

Noção de imigrante: Considera-se como imigração o movimento de entrada, com


ânimo permanente ou temporário e com a intenção de trabalho e/ou residência, de
pessoas ou populações, de um país para outro.

A imigração em Portugal teve vários momentos ao longo dos tempos, desde a fixação
de vários povos neste canto da Europa durante milhares de anos onde mais tarde viria
a nascer a nação portuguesa, até aos dias de hoje, com a imigração proveniente de
vários pontos do globo, ex-colónias, Europa do leste, Brasil, etc. Hoje também existe a
chamada imigração sénior de luxo, maioritariamente proveniente de países do norte
da União Europeia, que vem com o intuito de passar o resto das suas vidas num país
acolhedor, sossegado e com um bom clima.

Hoje, Portugal ao invés do que aconteceu durante muitos anos em que era um país de
emigrantes (segundo dados do estado português serão mais de 1 milhão o que faz de nós a
sétima maior comunidade de emigrantes no mundo) passou a ser um país de imigrantes,
ou seja, a entrada de pessoas é superior aos que saem.

CP4 – Processos Identitários Página 2


As maiores comunidades de imigrantes em Portugal são os Brasileiros, Ucranianos,
Cabo-verdianos e Angolanos.

Portugal como outros países, até há pouco tempo, eram países exportadores de mão-
de-obra, e por isso ainda estão pouco habituados à recepção de imigrantes. Até 1974
quase que não havia imigrantes em Portugal. Por isso não é de estranhar que o país e o
estado tenha muito poucos programas de integração e protecção dos que vem para cá
viver e/ou trabalhar, abandonando-os a todos os tipos de exploradores. O estado
português, nos últimos trinta anos, cometeu os mesmos erros que tinha acusado
outros países de cometerem em relação aos portugueses imigrantes.

Os imigrantes em Portugal, principalmente os que estão ilegais, são um bom negócio


para os comerciantes e empresários que tentam ganhar dinheiro facilmente
explorando as necessidades mais básicas dos que chegam ao nosso país, e que não
trazem nada, apenas a esperança de melhorar as suas vidas.

Mas, apesar disto, existem várias instituições de apoio e ajuda ao imigrante, como por
exemplo;

1. Obra católica Portuguesa das migrações


2. Conselho Português para os refugiados
3. Cidac
4. Alto-comissariado para a imigração e minorias étnicas
5. Organização internacional para as migrações
6. Associação Portuguesa dos direitos do cidadão

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7. Serviço Jesuíta para os Refugiados Centro Universitário Padre António Vieira
8. ASIL - Apoio Social aos Imigrantes de Leste, Centro de Acolhimento no Poço do
Bispo, antiga esquadra da polícia.
9. Associação Atlas, uma subdivisão da Comissão Nacional para a Legalização.
10. SOS Racismo

Além destas existem ainda as associações de imigrantes, das comunidades existentes


em Portugal e que são enumeras.

Penso que a situação não será perfeita para os que para cá vem, mas também não o é
em nenhum outro país do mundo, pelo menos que eu conheça. Na minha opinião o
que hoje existe em Portugal é muito superior ao que os portugueses encontraram em
outros países para onde foram viver e trabalhar nos anos 60, 70 e 80. Mesmo ainda
hoje, em muitos países estrangeiros, não existem grandes apoios aos imigrantes que lá
chegam.

Os imigrantes em Portugal beneficiam de uma legislação própria e adaptada à sua


situação, como é o caso do decreto-lei n.º 244/98, de 08 de Agosto, que instituiu um
novo regime jurídico da política da imigração. Regula as condições de entrada,
permanência e afastamento de estrangeiros do território nacional, assim como dos
direitos fundamentais dos imigrantes.

Em síntese, penso que a população imigrante, legalizada, é uma mais-valia para o


nosso país, quer social, económica e culturalmente, são pessoas activas, que fazem
descontos e pagam os seus impostos, o que ajuda na sustentabilidade das contas da
segurança social e no equilíbrio das contas públicas. Podem ainda ter um papel
relevante na diminuição do envelhecimento da população portuguesa, porque
normalmente tem bastantes filhos ao contrário do que se passa com os portugueses.

Os imigrantes em Portugal são bem-vindos, desde que sejam para ajudar o nosso país
a desenvolver-se e a evoluir com as mais-valias do seu trabalho do seu conhecimento e
das suas culturas.

CP4 – Processos Identitários Página 4


Para os imigrantes ilegais, que vêm só com o intuito de ganhar dinheiro, que estão cá 5
ou 10 anos, que nunca se legalizam porque não querem, nunca fazem descontos,
nunca contribuem em nada para o país que os acolheu não deixando cá nenhuma
riqueza, julgo que as leis terão que ser muito mais apertadas, terá que haver muito
maior vigilância e castigos mais pesados para eles, apesar da legislação que já existe e
está em vigor como é o caso do decreto-lei n.º 23/2007, de 4 de Julho e que entrou em
vigor em Agosto de 2007.

Trabalho efectuado por:


Carlos Santana
CP4 – Processos identitários
Cencal - 2010

CP4 – Processos Identitários Página 5