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CORRIMÃO TUBULAR FIXADO EM GUARDA-CORPO Descrição Constituinte  Tubo de aço carbono galvanizado, tipo
CORRIMÃO TUBULAR FIXADO EM GUARDA-CORPO
Descrição
Constituinte
 Tubo de aço carbono galvanizado, tipo industrial,
Ø=11/2’, espessura=2,25mm.
 Tubo de aço carbono galvanizado em curva de raio=
3cm, tipo industrial, Ø1 1/2’, esp. = 2,25mm.
 Em alvenaria, fixação com grapa a cada 100cm no
máximo. A grapa deve penetrar no mínimo 9cm
na alvenaria.
 Em tubo de Ø=2’, fixação com parafuso e porca.
 Chapa de ferro galvanizado Ø=1 1/2’ x ¼’.
O
parafuso deve ser bem apertado para evitar
 Chapa de ferro galvanizado Ø=70mm, esp.:3mm (para
fixação na alvenaria)
falta de rigidez no corrimão.
 Grapa de barra chata de ferro galvanizado de 1 ½” x
1/8” (para fixação na alvenaria)
 As extremidades devem ser finalizadas em curva,
avançando 30cm em relação ao final da escada.
 Barra chata de ferro galvanizado de 1 ½’ x 1/8’ (para
fixação no guarda-corpo)
RECEBIMENTO
 Tubos, barras e chapas devem ter,
necessariamente, as bitolas indicadas;
Acessórios
 Não serão aceitos corrimãos com rebarbas,
Parafusos de aço zincado Ø=8mm (5/16’), cabeça
sextavada, com porca (para fixar no guarda-corpo)
Acabamentos
empenados, desnivelados, fora de prumo ou de
esquadro, ou que apresentem quaisquer defeitos
decorrentes do manuseio, transporte ou
montagem.
 Tubos, barras e chapas:
-
Pintura esmalte sintético sobre fundo para
 Verificar se as soldas nos tubos estão contínuas
em toda a extensão da área de contato;
galvanizados.
 Pontos de solda e corte:
-
Galvanização a frio; fundo para galvanizado e
pintura esmalte sintético.
 Exigir certificado de galvanização a fogo, emitido
pela empresa galvanizadora, para todos os tubos,
barras e chapas ou nota fiscal discriminada do
fornecedor;
Protótipo comercial
 Verificar o tratamento dos pontos de solda e
corte com galvanização a frio;
 Galvanização a frio:
- QUIMATIC (CRZ)
- GLASURIT (Glacozinc)
 Verificar a aderência e a uniformidade da camada
de pintura, atentando para que não apresentem
falhas, bolhas, irregularidades ou quaisquer
defeitos decorrentes da fabricação e do
manuseio.
APLICAÇÃO
 Verificar a rigidez do conjunto.
Em escadas, de acordo com as medidas básicas e com
as adaptações e detalhes necessários para cada
situação específica, seguindo os critérios:
SERVIÇOS INCLUÍDOS NOS PREÇOS
 Corrimão montado e instalado.
-
Devem ser constituídos, inclusive nos patamares;
-
Utilizar corrimãos intermediários quando a largura
de cada lance for superior a 2,20m, mantendo
largura livre mínima de 1,20m e máxima de 1,80m
entre os corrimãos.
 Galvanização a frio, fundo para galvanizados e
pintura.
CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO
EXECUÇÃO
— por comprimento em projeção horizontal
instalado.
m
 Rebarbas nas emendas e cortes do tubo, barras e
chapas.
NORMAS
 As soldas dos tubos devem ser contínuas em toda
extensão da área de contato.
 NBR 9050 - Acessibilidade a edificações,
mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.
 Antes da aplicação do fundo para galvanizados, toda a
superfície dos tubos, barras e chapas deve estar
completamente limpa, seca e desengraxada.
 NBR 9077 - Saídas de emergência em edifícios.
 Todos os locais onde houver pontos de solda e/ou
corte devem estar isentos de poeira, gordura, graxa,
sabão, ferrugem ou qualquer outro contaminante
(recomenda-se limpeza mecânica com lixa de aço ou
jato abrasivo grau2, para receber 1 demão, a pincel,
de galvanização a frio – tratamento anticorrosivo
composto de zinco)
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e padrões – GNOP
03/03
Elaboração 07/14
Versão
1

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

14.2 GUARDA-CORPOS Página 1 de 5
14.2
GUARDA-CORPOS
Página 1 de 5

Normas

A Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT, uma das bases desse Guia, publicou duas normas pertinentes sobre “Guarda-

Corpo”:

NBR 9077:2003 Saídas de emergência em edifícios e

NBR 9050:2004 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.

Aqui, a NBR 9050 não esclarece muita coisa e as condições que determinam a necessidade do guarda-corpo e suas características são

encontradas na NBR 9077, como segue.

Definição

É dada pela NBR 9077:01:

Guarda ou Guarda-Corpo barreira protetora vertical, maciça ou não, delimitando as faces laterais abertas de escadas, rampas,

patamares, terraços, balcões, galerias e assemelhados, servindo como proteção contra eventuais quedas de um nível para outro.

Geral

Sempre que houver um desnível 19cm, corredores, balcões, terraços, mezaninos, patamares, escadas, rampas, saídas de emergência, serão protegidas por guarda-corpo;

Exceto em ocupações industriais, comerciais de alto risco, atacadistas e depósitos, onde são proibidas, as guardas constituídas por balaustradas, grades, telas e assemelhados, isto é, as guardas vazadas devem:

1. Ter balaústres verticais, longarinas intermediárias, grades, telas, vidros de segurança laminados ou aramados e outros, de modo que uma esfera de15 cm de diâmetro não possa passar por nenhuma abertura;

2. Ser isentas de aberturas, saliências, reentrâncias ou quaisquer elementos que possam enganchar em roupas;

3. Ser constituídas por materiais não estilhaçáveis, exigindo-se o uso de vidros aramados ou de segurança laminados, se for o caso.

Dimensionamento

A altura das guardas, internamente, deve ser no mínimo, de 1,05 m ao longo dos patamares, corredores, mezaninos, e outros, podendo ser reduzida para até 92 cm nas escadas internas, quando medida verticalmente do topo da guarda a uma linha que una as pontas dos bocéis ou quinas dos degraus.

A altura das guardas em escadas externas, de seus patamares, de balcões e assemelhados, quando a mais de 12,00 m acima do solo adjacente, deve ser de, no mínimo, 1,30 m, medido como especificado.

deve ser de, no mínimo, 1,30 m, medido como especificado. Haverá guarda-corpo, sempre que houver desnível
deve ser de, no mínimo, 1,30 m, medido como especificado. Haverá guarda-corpo, sempre que houver desnível
deve ser de, no mínimo, 1,30 m, medido como especificado. Haverá guarda-corpo, sempre que houver desnível
deve ser de, no mínimo, 1,30 m, medido como especificado. Haverá guarda-corpo, sempre que houver desnível

Haverá guarda-corpo, sempre que houver desnível ≥ 19cm não protegido por paredes adjacentes

desnível ≥ 19cm não protegido por paredes adjacentes 14 Departamento de Engenharia – DENGE Gerência
desnível ≥ 19cm não protegido por paredes adjacentes 14 Departamento de Engenharia – DENGE Gerência
desnível ≥ 19cm não protegido por paredes adjacentes 14 Departamento de Engenharia – DENGE Gerência

14

Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP

Elaboração

julho/2014

Versão

1

Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 63

63

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

14.2. GUARDA-CORPOS Página 2 de 5
14.2.
GUARDA-CORPOS
Página 2 de 5

NBR 9077:2001 Exigências estruturais

As guardas de alvenaria ou concreto, as grades de balaustradas, as paredes, as esquadrias, as divisórias leves e outros elementos de construção que envolva as saídas de emergência devem ser projetados de forma a:

Resistir a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou calculadas para resistir a uma força horizontal de 730 N/m aplicada a 1,05 m de altura, adotando-se a condição que conduzir a maiores tensões;

Ter seus painéis, longarinas, balaústres e assemelhados calculados para resistir a uma carga horizontal de 1,20kPa aplicada à área bruta da guarda ou equivalente da qual façam parte; as reações devidas a este carregamento não precisam ser adicionadas às cargas especificadas na alínea precedente.

14
14
às cargas especificadas na alínea precedente. 14 ATENÇÃO A altura das guardas-corpos em escadas externas,
às cargas especificadas na alínea precedente. 14 ATENÇÃO A altura das guardas-corpos em escadas externas,
às cargas especificadas na alínea precedente. 14 ATENÇÃO A altura das guardas-corpos em escadas externas,

ATENÇÃO

A altura das guardas-corpos em escadas externas, de seus patamares, de balcões e assemelhados, quando a mais de 12,00 m acima do solo adjacente deve ser de no mínimo 1,30 m.

m acima do solo adjacente deve ser de no mínimo 1,30 m. Departamento de Engenharia –
m acima do solo adjacente deve ser de no mínimo 1,30 m. Departamento de Engenharia –
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1

Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 64

64

PRÉ-ENTREGA ACESSIBILIDADE FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO (Unificar a Ficha de Identificação no caso de
PRÉ-ENTREGA
ACESSIBILIDADE
FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO
(Unificar a Ficha de Identificação no caso de vários cadastros)
CORREIOS
REGIONAL
RESPONSÁVEL ADMINISTRATIVO: DEPARTAMENTO/SETOR
FONE DE CONTATO
UNIDADE/EDIFÍCIO
MCU
ENDEREÇO
CEP
TIPO(S) DE OCUPAÇÃO
(
) Operacional
(
) Administrativo
(
) Agência
(
) Cultural
(
) Saúde
TIPO DE APROPRIAÇÃO
(
) Próprio
(
) Alugado
(
) Cedido
(
) Outro – especificar
FINALIDADE DO SERVIÇO/OBRA
ANO DE CONSTRUÇÃO
EDIFÍCIO TOMBADO
( ) NÃO ( ) SIM – Órgão de tombamento
Nº DE PAVIMENTOS DO EDIFÍCIO
Nº DE PAVIMENTOS OCUPADOS
PELODEPARTAMENTO/SEÇÃO
Nº DE PAVIMENTOS PARA INTERVENÇÃO
ÁREA DO TERRENO
ÁREA DO EDIFÍCIO
ÁREA DE INTERVENÇÃO
QUANTIDADE DE ENTRADAS
QUANTIDADE DE ENTRADAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE RAMPAS
QUANTIDADE DE RAMPAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE ESCADAS
QUANTIDADE DE ESCADAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE ELEVADORES
QUANTIDADE DE ELEVADORES ACESSÍVEIS
PROBLEMAS RECORRENTES
VISTORIADORES
OBSERVAÇÕES
GOOGLE EARTH
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GOOGLE HEART
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Gerência Corporativa de Normas e padrões – GNOP
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CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº7 GUARDA-CORPOS LEGISLAÇÃO SITUAÇÃO
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº7
GUARDA-CORPOS
LEGISLAÇÃO
SITUAÇÃO CONFERIDA
OBSERVAÇÃO
Lei /
Item
Norma
A construção de edificações de uso privado multifamiliar
e a construção, ampliação ou reforma de edificações de
Decreto
1
Art. 18
5.296:04
uso coletivo devem atender aos preceitos da
acessibilidade na interligação de todas as partes de uso
comum ou abertas ao público, conforme os padrões das
normas técnicas de acessibilidade da ABNT.
GUARDA-CORPO
ABNT NBR
Se existente, o guarda-corpos possui altura mínima de
3
6.7.2
9050:04
1,05m.
2
4.8.1.1
Qualquer desnível ≥ 19cm está protegido por guarda-
corpos.
No caso dos Guarda-corpos serem compostos por
balaústres verticais, longarinas intermediárias, grades,
4.8.1.4
telas, vidros de segurança laminados ou aramados e
4
a
outros, a distância entre esses garante que uma esfera
de15 cm de diâmetro não possa passar por nenhuma
abertura;
Ser isentas de aberturas, saliências, reentrâncias ou
4.8.1.4
5
b
ABNT NBR
quaisquer elementos que possam enganchar em
roupas;
9077:01
São constituídos por materiais não estilhaçáveis,
4.8.1.4
6
exigindo-se o uso de vidros aramados ou de segurança
c
laminados, se for o caso.
Resistem a cargas transmitidas por corrimãos nelas
4.8.1.4
fixados ou calculadas para resistir a uma força horizontal
7
a
de 730 N/m aplicada a 1,05 m de altura, adotando-se a
condição que conduzir a maiores tensões.
A altura das guardas em escadas externas, de seus
8
4.8.1.3
patamares, de balcões e assemelhados, quando a mais
de 12,00 m acima do solo adjacente deve ser de no
mínimo 1,30 m.
9
10
DETALHE SEM ESCALA
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
ITEM
SIM
NÃO
PARCIAL
NÃO SE
APLICA
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO – GUARDA-CORPOS Folha PLANTA DE LOCAÇÃO
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO – GUARDA-CORPOS
Folha
PLANTA DE LOCAÇÃO DAS FOTOS
DETALHE/OBSERVAÇÃO
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
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CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

14.3. DEGRAUS ISOLADOS Página 1 de 4
14.3. DEGRAUS ISOLADOS
Página 1 de 4

Desníveis

Desníveis de qualquer natureza serão evitados em rotas acessíveis:

Desníveis de até 5mm não demandam tratamento especial;

Desníveis superiores a 5mm e inferiores a 15mm serão tratados em forma de rampa com inclinação máxima de 1:2 (50%);

em forma de rampa com inclinação máxima de 1:2 (50%); ATENÇÃO Desníveis > 15mm são considerados
ATENÇÃO Desníveis > 15mm são considerados degraus e como tal devem ser tratados Dimensionamento de
ATENÇÃO
Desníveis > 15mm são considerados degraus e como tal devem ser tratados
Dimensionamento de degraus isolados
 Degraus isolados: recomenda-se espelho com altura entre 15cm e 18cm.
 Evitar espelhos com dimensão entre 1,5cm e 15cm.
Sinalização visual e tátil de degraus
14
Segundo A ABNT NBR 9050:04, todo degrau deve ter sinalização visual na
borda do piso;
 Cor contrastante com a do piso;
 Medir entre 2cm e 3 cm de largura;
Pode ser restrita à projeção dos corrimãos laterais, com no mínimo
20cm de extensão.
Deverá ser colocada sinalização tátil de alerta perpendicularmente ao
sentido do deslocamento:
 Em cor contrastante com a do piso;
 Com largura entre 25cm e 60cm;
 Afastada, no máximo, em 32cm do ponto onde ocorre a mudança do
plano.
Corrimão em escadas
 Em degraus isolados o corrimão deve ser instalado em ambos os lados;
 Empunhadura entre 3cm e 4cm;
 Distância da parede ou do guarda-corpo ≥ 4cm;
 Os corrimãos laterais serão contínuos e sem interrupção;
 Degraus com mais de 2,40m de largura deve ter corrimão
intermediário;
 Não é necessária a utilização de anel nem da sinalização Braille.

ATENÇÃO A projeção dos corrimãos pode incidir dentro da largura mínima admissível da rampa em até 10 cm de cada lado.

Degraus isolados - síntese
Degraus isolados - síntese
Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP

Elaboração

julho/2014

Versão

1

Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 68

68

PRÉ-ENTREGA ACESSIBILIDADE FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO (Unificar a Ficha de Identificação no caso de
PRÉ-ENTREGA
ACESSIBILIDADE
FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO
(Unificar a Ficha de Identificação no caso de vários cadastros)
CORREIOS
REGIONAL
RESPONSÁVEL ADMINISTRATIVO: DEPARTAMENTO/SETOR
FONE DE CONTATO
UNIDADE/EDIFÍCIO
MCU
ENDEREÇO
CEP
TIPO(S) DE OCUPAÇÃO
(
) Operacional
(
) Administrativo
(
) Agência
(
) Cultural
(
) Saúde
TIPO DE APROPRIAÇÃO
(
) Próprio
(
) Alugado
(
) Cedido
(
) Outro – especificar
FINALIDADE DO SERVIÇO/OBRA
ANO DE CONSTRUÇÃO
EDIFÍCIO TOMBADO
( ) NÃO ( ) SIM – Órgão de tombamento
Nº DE PAVIMENTOS DO EDIFÍCIO
Nº DE PAVIMENTOS OCUPADOS
PELODEPARTAMENTO/SEÇÃO
Nº DE PAVIMENTOS PARA INTERVENÇÃO
ÁREA DO TERRENO
ÁREA DO EDIFÍCIO
ÁREA DE INTERVENÇÃO
QUANTIDADE DE ENTRADAS
QUANTIDADE DE ENTRADAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE RAMPAS
QUANTIDADE DE RAMPAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE ESCADAS
QUANTIDADE DE ESCADAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE ELEVADORES
QUANTIDADE DE ELEVADORES ACESSÍVEIS
PROBLEMAS RECORRENTES
VISTORIADORES
OBSERVAÇÕES
GOOGLE EARTH
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Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº 8 DESNÍVEIS E DEGRAUS ISOLADOS
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº 8
DESNÍVEIS E DEGRAUS ISOLADOS
LEGISLAÇÃO
SITUAÇÃO CONFERIDA
OBSERVAÇÃO
Lei /
Item
Norma
A construção de edificações de uso privado multifamiliar e
a construção, ampliação ou reforma de edificações de uso
Decreto
1
Art. 18
5.296:04
coletivo devem atender aos preceitos da acessibilidade na
interligação de todas as partes de uso comum ou abertas
ao
público, conforme os padrões das normas técnicas de
acessibilidade da ABNT.
DESNÍVEIS (em rota acessível)
ABNT NBR
Os desníveis existentes no piso, com altura entre 5 mm e
2
6.1.4
9050:04
15 mm, são tratados em forma de rampa com
i ≤ 50%
DEGRAUS ISOLADOS (em Rota Acessível)
3
6.6.2
ABNT NBR
Eventuais degraus isolados existentes em Rota Acessível
têm altura entre 15 cm e 18 cm.
9050:04
A
inclinação transversal do degrau isolado é no máximo
4
6.6.4.2
1%
CORRIMÃOS
5
6.7.1.1
Eventuais degraus isolados existentes em Rota Acessível
recebem corrimãos em ambos os lados.
A
6
altura do corrimão existente nos degraus isolados da
Rota Acessível tem altura fixa de 92cm
6.7.1.6
7
Caso exista um corrimão inferior no degrau isolado de
uma Rota acessível, esse tem altura fixa de 70 cm
ABNT NBR
O corrimão é contínuo, sem arestas vivas ou
9050:04
8
protuberâncias e suas extremidades tem acabamento em
6.7.1.2
curva.
9
10
6.7.1.4
O(s) corrimão(s) estão afastado em 4 cm no mínimo da
parede.
Os(s) corrimãos(s) laterais, dos degraus isolados existentes
numa Rota Acessível, prolongam-se no mínimo 30 cm
antes do início e no término do(s) degrau(s).
SINALIZAÇÃO VISUAL E TÁTIL
Desníveis maiores que 1,5cm, são tratados como degraus
5.14.1.2
11
recebem piso tátil de alerta instalado a no máximo 32 cm
c
ABNT NBR
9050:04
12
5.13
do início da mudança de plano.
Desníveis maiores que 1,5cm, são tratados como degraus
e recebem sinalização visual na borda do piso e essa tem
cor contrastante com a do piso mede entre 2 cm e 3 cm de
largura e está no mínimo com 20cm de extensão.
DETALHE SEM ESCALA
Responsável Técnico
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CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
ITEM
SIM
NÃO
PARCIAL
NÃO SE
APLICA
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO – DESNÍVEIS E DEGRAUS ISOLADOS Folha PLANTA
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO – DESNÍVEIS E DEGRAUS ISOLADOS
Folha
PLANTA DE LOCAÇÃO DAS FOTOS
DETALHE/OBSERVAÇÃO
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

14.4. ESCADAS FIXAS E RETAS Página 1 de 6
14.4. ESCADAS FIXAS E RETAS
Página 1 de 6

As escadas e degraus isolados constituem um dos maiores obstáculos à acessibilidade. Prejudicam a locomoção de idosos, deficientes visuais e principalmente as pessoas em cadeira de rodas, para os quais é uma barreira intransponível. As escadas fixas e os degraus em rota acessível estarão associados à rampa ou equipamento de transporte vertical (elevadores e plataformas).

Dimensionamento Segundo a NBR 9050:2004 as escadas devem garantir:  Os degraus não terão espelhos
Dimensionamento
Segundo a NBR 9050:2004 as escadas devem garantir:
Os degraus não terão espelhos vazados;
O bocel ou espelho inclinado quando utilizados terão a
projeção da aresta menor que 1,5cm sobre o piso:
Nas escadas fixas os espelhos terão altura constante em
toda a escada e dimensões:
- Pisos (p): 28cm< p < 32cm;
- Espelhos (e): 16cm < e < 18cm;
- Atenderá: 63cm < p +2e < 65cm
As escadas com lances curvos ou mistos atenderão a NBR
9077;
Inclinação vertical menor que 1%;
Largura mínima recomendável é de 1,50m e a admissível
de 1,50m;
O primeiro e último degrau de cada lance de escada
distará 30cm da circulação;
Patamar a cada 3,20m de altura, ou quando houver
mudança de direção, com no mínimo 1,20m de largura;
mudança de direção, com no mínimo 1,20m de largura; Sinalização Segundo a NBR 9050 a sinalização
Sinalização Segundo a NBR 9050 a sinalização das escadas contemplará:  Sinalização Visual - terá
Sinalização
Segundo a NBR 9050 a sinalização das escadas contemplará:
 Sinalização Visual - terá sinalização visual na borda do
piso, em cor contrastante com o piso, medindo entre 2 e 3
cm de largura e mínimo de 20cm de extensão
 Sinalização Tátil de Alerta - será instalada no início e no
término de escadas, em cor contrastante com o piso, com
largura entre 25 e 60cm, afastada de no máximo 32cm da
mudança de plano.
 Rotas de fuga – quando incorporarem escadas de
emergência deve-se prever áreas de resgate com espaço
reservado e demarcado, dimensionados conforme M.R.,
em local ventilado e fora do fluxo da circulação.
M.R., em local ventilado e fora do fluxo da circulação. 14 Departamento de Engenharia – DENGE

14

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Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP

Elaboração

julho/2014

Versão

1

Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 72

72

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

14.4. ESCADAS FIXAS E RETAS Página 2 de 6
14.4. ESCADAS FIXAS E RETAS
Página 2 de 6

Corrimão

Em degraus isolados o corrimão deve ser instalado em ambos os lados;

Empunhadura entre 3cm e 4cm;

Distância da parede ou do guarda-corpo 4cm;

Os corrimãos laterais serão contínuos e sem interrupção;

Degraus com mais de 2,40m de largura deve ter corrimão intermediário;

Sinalização Braille, informando sobre os pavimentos no início e no fim das escadas fixas instalada na geratriz superior do prolongamento horizontal do corrimão;

Anel com textura contrastante com a do corrimão, instalado 1m antes das extremidades;

com a do corrimão, instalado 1m antes das extremidades; ATENÇÃO A projeção dos corrimãos pode incidir

ATENÇÃO A projeção dos corrimãos pode incidir dentro da largura mínima admissível da rampa em até 10 cm de cada lado.

Quando se tratar de escadas ou rampas com largura superior a 2,40 m é necessário instalar corrimão intermediário. Os corrimãos intermediários somente devem ser interrompidos quando o comprimento do patamar for superior a 1,40 m, garantindo o espaçamento mínimo de 0,80 m entre o término de um segmento e o início do seguinte.

m entre o término de um segmento e o início do seguinte. Corrimão em escadas e

Corrimão em escadas e degrau(s) isolado(s)

Diferenças entre a NBR 9050:2004 e a NBR 9077:2001

Diferenças entre a NBR 9050:2004 e a NBR 9077:2001 DICA As orientações da NBR 9050 são
Diferenças entre a NBR 9050:2004 e a NBR 9077:2001 DICA As orientações da NBR 9050 são
Diferenças entre a NBR 9050:2004 e a NBR 9077:2001 DICA As orientações da NBR 9050 são

DICA

As orientações da NBR 9050 são mais restritivas que as da NBR 9077:2001 e devem ser seguidas sempre que as escadas ou degrau(s) isolado(s) compuserem uma Rota Acessível. A NBR 9077 pode ser seguida nos casos onde as escadas ou degrau(s) isolado(s) não componham uma Rota Acessível.

ou degrau(s) isolado(s) não componham uma Rota Acessível. 14 Departamento de Engenharia – DENGE Gerência
ou degrau(s) isolado(s) não componham uma Rota Acessível. 14 Departamento de Engenharia – DENGE Gerência
ou degrau(s) isolado(s) não componham uma Rota Acessível. 14 Departamento de Engenharia – DENGE Gerência

14

Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP

Elaboração

julho/2014

Versão

1

Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 73

73

PRÉ-ENTREGA ACESSIBILIDADE FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO (Unificar a ficha de identificação no caso de
PRÉ-ENTREGA
ACESSIBILIDADE
FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO
(Unificar a ficha de identificação no caso de vários cadastros)
CORREIOS
REGIONAL
RESPONSÁVEL ADMINISTRATIVO: DEPARTAMENTO/SETOR
FONE DE CONTATO
UNIDADE/EDIFÍCIO
MCU
ENDEREÇO
CEP
TIPO(S) DE OCUPAÇÃO
(
) Operacional
(
) Administrativo
(
) Agência
(
) Cultural
(
) Saúde
TIPO DE APROPRIAÇÃO
(
) Próprio
(
) Alugado
(
) Cedido
(
) Outro – especificar
FINALIDADE DO SERVIÇO/OBRA
ANO DE CONSTRUÇÃO
EDIFÍCIO TOMBADO
( ) NÃO ( ) SIM – Órgão de tombamento
Nº DE PAVIMENTOS DO EDIFÍCIO
Nº DE PAVIMENTOS OCUPADOS
PELODEPARTAMENTO/SEÇÃO
Nº DE PAVIMENTOS PARA INTERVENÇÃO
ÁREA DO TERRENO
ÁREA DO EDIFÍCIO
ÁREA DE INTERVENÇÃO
QUANTIDADE DE ENTRADAS
QUANTIDADE DE ENTRADAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE RAMPAS
QUANTIDADE DE RAMPAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE ESCADAS
QUANTIDADE DE ESCADAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE ELEVADORES
QUANTIDADE DE ELEVADORES ACESSÍVEIS
PROBLEMAS RECORRENTES
VISTORIADORES
OBSERVAÇÕES
GOOGLE EARTH
Inserir imagem
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº 9.1 ESCADAS FIXAS LEGISLAÇÃO SITUAÇÃO
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº 9.1
ESCADAS FIXAS
LEGISLAÇÃO
SITUAÇÃO CONFERIDA
OBSERVAÇÃO
Lei/
Item
Norma
A
construção de edificações de uso privado multifamiliar e a
construção, ampliação ou reforma de edificações de uso coletivo
Decreto
1
Art. 18
5.296:04
devem atender aos preceitos da acessibilidade na interligação de
todas as partes de uso comum ou abertas ao público, conforme os
padrões das normas técnicas de acessibilidade da ABNT.
DIMENSIONAMENTO
2
Os
degraus que integram uma Rota Acessível têm espelhos vazados;
6.6.1
O
bocel ou espelho inclinado quando utilizados terão a projeção da
3
aresta menor que 1,5cm sobre o piso
6.6.3
4
Nas escadas fixas os pisos têm dimensão (p) constante e obedecem
as relações:
A e C
28 cm < p < 32 cm e 63 cm < p +2e < 65 cm
ABNT NBR
5
9050:04
6.6.3 b
Nas escadas fixas os espelhos têm dimensão constante e obedece a
relação: 16 cm < e < 18 cm
6
6.6.4.2
A inclinação transversal não excede 1%
7
A largura da escada foi estabelecida pelo fluxo de pessoas
6.6.4.3
8
A escada em Rota Acessível tem largura ≥ 1,20m
9
6.6.4.4
O 1º e último degrau de um lance dista no mínimo 30 cm da área de
circulação adjacente
PATAMARES
10
6.6.5.1
Existe um patamar a cada 3,20m de altura, ou na mudança de
direção, com no mínimo 1,20m de largura.
Entre os lances de escada existe dimensão longitudinal mínima de
11
1,20 m.
ABNT NBR
6.6.5.2
9050:04
12
Os patamares situados na mudança de direção têm dimensão igual à
largura da escada.
13
A
inclinação do patamar na escada interna é no máximo 1%;
6.6.5.3
14
A inclinação do patamar na escada externa é no máximo 2%
SINALIZAÇÃO VISUAL E TÁTIL
A
Sinalização Tátil de Alerta está instalada perpendicularmente ao
sentido do deslocamento no início e término de escadas fixas em
5.14.1.2
15
C
ABNT NBR
9050:04
cor contrastante com a do piso, com largura entre 0,25 m a 0,60 m,
afastada de 0,32 m no máximo do ponto onde ocorre a mudança do
plano.
Nas escadas que interligam os diversos pavimentos, inclusive nas de
16
5.15.1.2
emergência, junto à porta corta-fogo, existe sinalização tátil e visual
informando o número do pavimento.
GUARDA-CORPOS
ABNT NBR
17
6.7.2
9050:04
As escadas fixas não isoladas das áreas adjacentes por paredes
dispõem de guarda-corpo associado ao corrimão.
No caso dos Guarda-corpos serem compostos por balaústres
verticais, longarinas intermediárias, grades, telas, vidros de
4.8.1.4
18
segurança laminados ou aramados e outros, a distância entre esses
a
garante que uma esfera de15 cm de diâmetro não possa passar por
nenhuma abertura;
4.8.1.4
São isentas de aberturas, saliências, reentrâncias ou quaisquer
19
b
elementos que possam enganchar em roupas;
ABNT NBR
4.8.1.4
São constituídos por materiais não estilhaçáveis, exigindo-se o uso
20
9077:03
c
de
vidros aramados ou de segurança laminados, se for o caso.
Resistem a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou
4.8.1.4
calculadas para resistir a uma força horizontal de 730 N/m aplicada
21
a
a
1,05 m de altura, adotando-se a condição que conduzir a maiores
tensões.
A altura das guardas em escadas externas, de seus patamares, e
22
4.8.1.3
assemelhados, quando a mais de 12,00 m acima do solo adjacente
deve ser de no mínimo 1,30 m.
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
ITEM
SIM
NÃO
PARCIAL
NÃO SE
APLICA
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº 9.2 ESCADAS FIXAS LEGISLAÇÃO SITUAÇÃO
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº 9.2
ESCADAS FIXAS
LEGISLAÇÃO
SITUAÇÃO CONFERIDA
OBSERVAÇÃO
Lei/
Item
Norma
CORRIMÃOS DAS ESCADAS FIXAS
23
6.7.1.1
Existe corrimão de ambos os lados das escadas
24
O corrimão tem largura/seção entre 3 cm e 4,5 cm
6.7.1.2
25
A
empunhadura do corrimão permite firmeza para deslizar a mão.
A
26
altura do corrimão existente nos degraus isolados da Rota
Acessível tem altura fixa de 92 cm
6.7.1.6
27
Caso exista um corrimão inferior no degrau isolado de uma Rota
acessível, esse tem altura fixa de 70 cm.
O
corrimão é contínuo, sem interrupção nos patamares, sem
28
6.7.1.2
arestas vivas ou protuberâncias e suas extremidades tem
acabamento em curva.
29
4.6.5
O(s) corrimão(s) estão afastado em 4 cm no mínimo da parede.
Os(s) corrimãos(s) laterais existentes numa Rota Acessível
30
6.7.1.4
prolongam-se no mínimo 30 cm antes do início e no término do(s)
degrau(s).
ABNT NBR
9050:04
31
6.7.1.7
Os corrimãos laterais são contínuos e sem interrupção também
nos patamares.
32
6.7.1.5
33
5.12-a
As extremidades do corrimão tem acabamento em curva,
desenho contínuo sem protuberâncias ou arestas.
O corrimão está sinalizado com anel de textura contrastante com
o corrimão e instalado a1m antes das extremidades.
O
corrimão possui sinalização braile informando sobre os
34
5.12-b
pavimentos no início e no final da escada fixa (não se aplica a
degraus isolados)
35
Se o(s) degrau(s) ou escada tem largura ≥ 2,40m, esses também
possui corrimão central.
No caso da existência de patamar numa escada de largura ≥
6.7.1.8
36
2,40m, o corrimão intermediário (se existente) é contínuo ou
apesar de interrompido garante um espaçamento mínimo de
80cm entre o término de um e o início do outro.
ABNT NBR
37
4.8.3.2
9077:03
Os corrimãos resistem a uma carga de 900N aplicada em qualquer
ponto dele.
SINALIZAÇÃO VISUAL E TÁTIL
A
Sinalização Tátil de Alerta está instalada perpendicularmente ao
sentido do deslocamento no início e término de escadas fixas em
ABNT NBR
5.14.1.2
38
cor contrastante com a do piso, com largura entre 0,25 m a 0,60
9050:04
C
m,
afastada de 0,32 m no máximo do ponto onde ocorre a
mudança do plano.
Nas escadas que interligam os diversos pavimentos, inclusive nas
39
5.15.1.2
de emergência, junto à porta corta-fogo, existe sinalização tátil e
visual informando o número do pavimento.
ROTA DE FUGA
Na rota de fuga que incorpora escadas de emergência, existem
ABNT NBR
40
6.3.3
9050:04
áreas de resgate com espaço reservado e demarcado para o
posicionamento de pessoas em cadeiras de rodas, dimensionadas
de acordo com o M.R.
A
41
área reservada para o M.R. – Módulo de Referências na escada
de emergência fica fora do fluxo de pessoas.
DETALHE SEM ESCALA
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
ITEM
SIM
NÃO
PARCIAL
NÃO SE
APLICA
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE LEVANTAMENTO CADASTRAL – ESCADA FIXA INTRUÇÕES GERAIS  Inserir
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
LEVANTAMENTO CADASTRAL – ESCADA FIXA
INTRUÇÕES GERAIS
 Inserir croqui da escada e circulações adjacentes;
 Colocar dimensões dos degraus: largura do piso; altura do espelho e largura da escada;
 Numerar os degraus;
 Colocar corrimão e suas dimensões: seção; altura do piso; suporte de carga; material; fixação, etc.;
 Indicar sinalização braile e anel no corrimão;
 Cotar distancia da parede o fluxo do trânsito diferenciando as pessoas e de mercadorias
 Indicar a circulação de maior movimento/tipo de fluxo: pessoas e de cargas;
 Locar a existência de piso tátil de alerta, suas dimensões e locação;
 Colocar a sinalização visual na borda;
 A escada faz parte de uma rota de fuga;
 Se a escada tiver largura ≥ 2,40m, perceber a existência de corrimão intermediário e no caso de patamar, se o corrimão é
contínuo ou interrompido, as dimensões do patamar e a distância entre o final de um corrimão e o início do outro.
CROQUI
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO – DESNÍVEIS E DEGRAUS ISOLADOS Folha PLANTA
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO – DESNÍVEIS E DEGRAUS ISOLADOS
Folha
PLANTA DE LOCAÇÃO DAS FOTOS
DETALHE/OBSERVAÇÃO
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

14.5. ESCADAS FIXAS COM LANCES MISTOS Página 1 de 1
14.5. ESCADAS FIXAS COM LANCES MISTOS
Página 1 de 1

Escadas com lances mistos

NBR 9077:2001

1. As escadas de lances mistos, ou em leque

poderão compor uma Rota Acessível quando:

2. Os degraus que compões o lance forem

exatamente iguais;

3. As linhas dos bocéis convergirem para um ponto

centro de circunferência;

4. Tiverem escaparate ≥ 97 cm, para degraus com

largura =32 cm;

5. Tiverem escaparate ≥ 1,375 m, para degraus com

largura = 27 cm;

6. Os degraus em leque devem ser balanceados de

acordo com as regras da boa técnica, utilizando-se um dos sistemas de balanceamento recomendados, com largura (L) constante na Linha de Percurso.

7. Quando enclausuradas, for constituída com

material incombustível;

8. Quando não enclausuradas, além da

combustibilidade, oferecer nos elementos estruturais

resistência ao fogo de, no mínimo, 2 h;

9. Ter os pisos dos degraus e patamares revestidos

com materiais resistentes à propagação superficial de chama, isto é, com índice "A" da NBR 9442;

10. Ser dotadas de corrimãos e guarda-corpos

conforme já especificado;

11. Atender a todos os pavimentos, acima e abaixo da

descarga, mas terminando obrigatoriamente no piso desta, não podendo ter comunicação direta com outro lanço na mesma prumada, ver figura.

12. Ter os pisos com condições antiderrapantes, e

que permaneçam antiderrapantes com o uso;

13. Os acessos devem permanecer livres de quaisquer

obstáculos, tais como móveis e divisórias móveis, locais para exposição de mercadorias, e outros, de forma permanente, mesmo quando o prédio esteja supostamente fora de uso;

14. O lanço mínimo deve ser de três degraus e o

lanço máximo, entre dois patamares consecutivos, não deve ultrapassar 3,70 m de altura.

15. As paredes das caixas de escadas, das guardas dos

acessos e das descargas devem ter acabamento liso.

16. As caixas de escadas não podem ser utilizadas

com depósitos, mesmo por curto espaço de tempo,

para a localização de quaisquer móveis ou equipamentos, exceto os previstos pelo Corpo de Bombeiros.

17. Nas caixas de escadas, não podem existir

aberturas para tubulações de lixo, passagens para a

rede elétrica, centros de distribuição elétrica, armários para medidores de gás e assemelhados, excetuadas as escada não enclausuradas em edificações (de baixa e de média altura);

18. Não são admitidas escadas com lanços mistos em

edificações com ocupação/uso para locais de reunião de público, como: Centros Esportivos; áreas para

exposições, locais de refeição e para locais de serviços de saúde;

19. Além dessas, seguir as orientações já colocadas

para medida de piso, altura e patamares das escadas.

14
14
para medida de piso, altura e patamares das escadas. 14 Linha de percurso de uma escada
para medida de piso, altura e patamares das escadas. 14 Linha de percurso de uma escada

Linha de percurso de uma escada Linha imaginária sobre a qual sobe ou desce uma pessoa que segura o corrimão da bomba, estando afastadas 0,55m da borda livre da escada ou da parede. Nota: Sobre esta linha, todos os degraus possuem piso de largura igual, inclusive nos locais em que a escada faz deflexão. Nas escadas de menos de 1, 10 m de largura, a linha de percurso coincide com o eixo da escada, ficando, pois, mais perto da borda

de menos de 1, 10 m de largura, a linha de percurso coincide com o eixo
de menos de 1, 10 m de largura, a linha de percurso coincide com o eixo
com o eixo da escada, ficando, pois, mais perto da borda Departamento de Engenharia – DENGE
Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP

Elaboração

julho/2014

Versão

1

Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 79

79

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

Escadas com lances curvos

NBR 9077:2001

14.6. ESCADAS FIXAS COM LANCES CURVOS Página 1 de 1
14.6. ESCADAS FIXAS COM LANCES CURVOS
Página 1 de 1

As escadas fixas com lances curvos ou mistos devem atender a ABNT NBR 9077:2001.

As escadas com lances curvos poderão compor uma Rota Acessível quando:

1. Quando as escadas curvas não forem enclausuradas;

2. Quando o edifício não for um Centro esportivo;

3. Os degraus que compões o lance forem exatamente iguais;

4. As linhas dos bocéis convergirem para um ponto centro de circunferência;

5. Tiverem escaparate 97 cm, para degraus com largura =32 cm;

6. Tiverem escaparate 1,375 m, para degraus com largura = 27 m;

7. Tiverem larguras entre 1,10 m (observe que no caso de uma Rota Acessível o mínimo admissível é de 1,20 m) e 1,65 m e sem corrimão intermediário

8. A borda interna (borda de bomba) do degrau em posição desfavorável deve ter, no mínimo, 15 cm;

9. A inclinação transversal não deve exceder 1%;

10. O primeiro e último degraus devem distar no mínimo 30 cm da área de circulação adjacente

REVISÃO

Largura

As larguras das escadas devem atender aos seguintes requisitos:

a) ser proporcionais ao número de pessoas que transitarem em caso de

emergência, conforme 4.4 da NBR 9077:01;

b) ser medidas no ponto mais estreito da escada ou patamar, excluindo os

corrimãos (mas não as guardas ou balaustradas), que se podem projetar

até 10 cm de cada lado, sem obrigatoriedade de aumento na largura das

escadas;

c) ter, quando se desenvolver em lanços paralelos, espaço mínimo de 10

cm entre lanços, para permitir localização de guarda ou fixação do corrimão. Dimensionamento de degraus e patamares

Os degraus devem:

a) Altura h compreendida entre 16,0 cm e 18,0 cm, com tolerância de

5mm;

b) ter largura b (ver Figura 4) dimensionada pela fórmula de Blondel 63 cm (2h + b) 64 cm

c) ser balanceados quando o lanço da escada for curvo (escada em leque),

caso em que a medida do degrau (largura do degrau) será feita segundo a

linha de percurso e a parte mais estreita não tenha menos de 15 cm;

d)

Ter, num mesmo lanço, larguras e alturas iguais e, em lanços sucessivos

de

uma mesma escada, diferenças entre as alturas de degraus de, no

máximo, 5 mm;

e) ter bocel (nariz) de 1,5 cm, no mínimo, ou, quando este inexistir, o

balanço da quina do degrau sobre o imediatamente inferior com este mesmo valor mínimo. Sinalização das escadas

a) Todo o degrau terá sinalização visual na borda do piso em cor contrastante do acabamento medindo entre 2 e 3 cm de largura e com no mínimo 20 cm de comprimento;

b) É recomendável que os corrimãos das escadas sejam sinalizados com anel de textura contrastante com superfície do corrimão, instalado 1m antes das extremidades e sinalização em Braille informando sobre os pavimentos no início e final, instalada na geratriz superior do prolongamento horizontal do corrimão;

c) Instalar no piso a sinalização tátil de alerta, no início e no término da escada, perpendicularmente ao sentido de deslocamento, em cor contrastante com a do piso, com largura entre 25 cm e 60 cm, afastada de 32cm, no máximo, do ponto onde ocorre a mudança de plano;

d) Nas escadas que ligam vários pavimentos, inclusive na de emergência junto a porta corta-fogo, instalar sinalização tátil e visual informando o número do pavimento

tátil e visual informando o número do pavimento 14 Departamento de Engenharia – DENGE Gerência
tátil e visual informando o número do pavimento 14 Departamento de Engenharia – DENGE Gerência
14
14
Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP

Elaboração

julho/2014

Versão

1

Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 80

80

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

14.7. ESCADAS E ESTEIRAS ROLANTES Página 1 de 1
14.7. ESCADAS E ESTEIRAS ROLANTES
Página 1 de 1

Escada Rolante e escada rolante com degrau para cadeira de roda

1. A sinalização tátil de alerta deve ser instalada no início e no término da escada rolante, em cor contrastante, em cor contrastante dom o piso, com largura entre 25cm e 60cm afastada de 32cm no máximo do ponto onde ocorre a mudança de plano;

2. Na escada rolante com plataformas para cadeira de rodas:

Deve haver sinalização visual e tátil informando instruções de uso;

 Deve haver sinalização visual informando a obrigatoriedade de acompanhar a pessoa em cadeira de
 Deve haver sinalização visual informando a obrigatoriedade de acompanhar a pessoa em cadeira de rodas por pessoal habilitado,
durante a sua utilização;
 Deve haver dispositivos de comunicação para a solicitação de auxílio em todos os pavimentos atendidos.
14

Esteiras rolantes horizontal ou inclinada

1. A sinalização tátil de alerta deve ser instalada no início e no término da escada rolante, em cor contrastante, em cor contrastante dom o piso, com largura entre 25cm e 60cm afastada de 32cm no máximo do ponto onde ocorre a mudança de plano;

2. Deve haver sinalização visual e tátil informando as instruções de uso;

3. Nas esteiras com inclinação maior que 5%, deve haver sinalização visual informando a obrigatoriedade de acompanhamento por pessoal habilitado durante sua utilização por pessoal em cadeiras de rodas;

4. Nos pavimentos atendidos pela esteira rolante deve haver dispositivo de comunicação para solicitação de auxílio

5. Largura 80cm;

6. Piso antiderrapante.

de auxílio 5. Largura ≥ 80cm; 6. Piso antiderrapante. Sinalização das escadas e esteiras colantes com

Sinalização das escadas e esteiras colantes com os símbolos complementares

Os símbolos complementares que devem ser usados para indicar facilidades existentes nas edificações. São compostos por figuras inseridas em quadrados ou círculos. No caso das escadas rolantes:

em quadrados ou círculos. No caso das escadas rolantes: Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa
Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP

Elaboração

julho/2014

Versão

1

Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 81

81

PRÉ-ENTREGA ACESSIBILIDADE FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO (Unificar a Ficha de Identificação no caso de
PRÉ-ENTREGA
ACESSIBILIDADE
FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO
(Unificar a Ficha de Identificação no caso de vários cadastros)
CORREIOS
REGIONAL
RESPONSÁVEL ADMINISTRATIVO: DEPARTAMENTO/SETOR
FONE DE CONTATO
UNIDADE/EDIFÍCIO
MCU
ENDEREÇO
CEP
TIPO(S) DE OCUPAÇÃO
(
) Operacional
(
) Administrativo
(
) Agência
(
) Cultural
(
) Saúde
TIPO DE APROPRIAÇÃO
(
) Próprio
(
) Alugado
(
) Cedido
(
) Outro – especificar
FINALIDADE DO SERVIÇO/OBRA
ANO DE CONSTRUÇÃO
EDIFÍCIO TOMBADO
( ) NÃO ( ) SIM – Órgão de tombamento
Nº DE PAVIMENTOS DO EDIFÍCIO
Nº DE PAVIMENTOS OCUPADOS
PELODEPARTAMENTO/SEÇÃO
Nº DE PAVIMENTOS PARA INTERVENÇÃO
ÁREA DO TERRENO
ÁREA DO EDIFÍCIO
ÁREA DE INTERVENÇÃO
QUANTIDADE DE ENTRADAS
QUANTIDADE DE ENTRADAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE RAMPAS
QUANTIDADE DE RAMPAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE ESCADAS
QUANTIDADE DE ESCADAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE ELEVADORES
QUANTIDADE DE ELEVADORES ACESSÍVEIS
PROBLEMAS RECORRENTES
VISTORIADORES
OBSERVAÇÕES
GOOGLE EARTH
Inserir imagem
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº10 ESCADAS E ESTEIRAS ROLANTES LEGISLAÇÃO
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº10
ESCADAS E ESTEIRAS ROLANTES
LEGISLAÇÃO
SITUAÇÃO CONFERIDA
OBSERVAÇÃO
Lei /
Item
Norma
ESCADAS ROLANTES
1
6.8.6.1 Possui sinalização visual com instruções de uso
A
escada rolante possui Piso Tátil de Alerta com largura entre 25
2
cm
e 60 cm, localizado antes do início e após o término da escada.
ABNT NBR
3
5.14.1.2 O piso tátil de alerta tem cor contrastante com o piso adjacente
9050:04
C
4
O piso tátil de alerta está distante da mudança de plano num
máximo a 32 cm.
5
5.4.4.3
Está sinalizada com o símbolo de circulação
ESCADAS ROLANTES COM PLATAFORMA PARA CADEIRA DE RODAS
Possui sinalização visual e tátil com instruções para o uso da
6
plataforma
6.8.6.2
7
ABNT NBR
Existe sinalização visual informando da obrigatoriedade de
acompanhamento por pessoal habilitado
9050:04
8
6.8.5.3
Possui dispositivo de comunicação para solicitação de auxílio por
pessoas em cadeiras de rodas
9
5.4.4.3
Está sinalizada com o símbolo de circulação
ESTEIRAS ROLANTES
10
6.8.5.1
Possui sinalização visual dom instruções de uso
A
esteira rolante possui Piso Tátil de Alerta com largura entre 25
11
cm
e 60 cm, localizado antes do início e após o término da escada.
5.14.1.2
12
O piso tátil de alerta tem cor contrastante com o piso adjacente
C
13
O piso tátil de alerta está distante da mudança de plano num
máximo a 32 cm.
ABNT NBR
14
A esteira tem menos que 5% de inclinação
9050:04
A
esteira com mais de 5% de inclinação possui sinalização visual
5.8.5.2
15
informando a obrigatoriedade de acompanhamento de pessoa
habilitada durante a utilização por pessoa em cadeira de rodas.
16
5.4.4.3
Está sinalizada com o símbolo de circulação
17
6.8.5.3
Nos Pavimentos atendidos pela esteira existe dispositivo de
comunicação para solicitação de auxílio
18
DETALHE SEM ESCALA
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
ITEM
SIM
NÃO
PARCIAL
NÃO SE
APLICA
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO – DESNÍVEIS E DEGRAUS ISOLADOS Folha PLANTA
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO – DESNÍVEIS E DEGRAUS ISOLADOS
Folha
PLANTA DE LOCAÇÃO DAS FOTOS
DETALHE/OBSERVAÇÃO
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

Página 1 de 18
Página 1 de 18

14.8.

RAMPAS

Definição

Restringindo a definição para o vocabulário técnico utilizado na solução à acessibilidade arquitetônica temos que rampa é a inclinação da superfície de piso longitudinal ao sentido do caminhamento. Consideram-se rampas aquelas com declividade igual ou superior a 5%.

rampas aquelas com declividade igual ou superior a 5%. O Projeto Em acessibilidade as condições de
rampas aquelas com declividade igual ou superior a 5%. O Projeto Em acessibilidade as condições de

O Projeto

Em acessibilidade as condições de deslocamento em ambientes edificados referem-se à possibilidade de qualquer pessoa poder movimentar-se ao longo de percursos horizontais e verticais (saguões, escadas, corredores, rampas, elevadores) de forma independente, segura e confortável, sem interrupções e livre de barreiras físicas para atingir os ambientes que deseja.

As rampas são uma alternativa, não só às escadas, mas também às plataformas e elevadores quando é necessário vencer um desnível e ao mesmo tempo assegurar o acesso a quem tem dificuldade de locomoção. Apresenta-se como boa solução técnica e estética e apesar de aparentemente simples, acabam sendo um problema quando mal resolvidas, principalmente quando se desconhece as normas para o cálculo da inclinação e de acessibilidade.

De fato, quanto maior a altura a ser vencida, menor será a sua inclinação; nos percursos longos deve haver locais de repouso; existirão patamares junto às portas e aos bloqueios, são algumas das determinantes que nos obrigam a reservar uma boa área para que a sua implantação seja correta.

Além de atender as normas e propiciar boas condições de deslocamento, inclui-se aqui o uso de corrimões e das guias de balizamento quando não estão construídas entre paredes, devem-se fornecer informações a todos como pictogramas, braile, que podem ser reconhecidos por analfabetos, crianças e deficientes visuais.

Considerando que é muito mais fácil e barato projetar ambientes acessíveis do que adaptar ambientes já construídos deve-se aproveita a fase de projeto para adotar

os critérios do Desenho Universal em toda oportunidade que se apresentar.

O projeto de qualidade observa a igual importância dos

acessos e não cria entradas separadas e distantes. Soluções inadequadas são feitas principalmente nas adequações de

espaços existentes onde se devem evitar soluções que segreguem ou discriminem usuários como construir uma rampa na entrada de serviço, nesse caso a melhor solução é adotar um acesso utilizando recursos mecânicos, como as plataformas elevatórias.

recursos mecânicos, como as plataformas elevatórias. Piso  Os pisos devem ter superfície regular, firme,
recursos mecânicos, como as plataformas elevatórias. Piso  Os pisos devem ter superfície regular, firme,
recursos mecânicos, como as plataformas elevatórias. Piso  Os pisos devem ter superfície regular, firme,

Piso

Os pisos devem ter superfície regular, firme, estável e antiderrapante sob qualquer condição;

Não provoque trepidação em dispositivos com rodas (cadeiras de rodas ou carrinhos de bebê).

Admite-se inclinação transversal da superfície até 2% para pisos internos e 3% para pisos externos.

Recomenda-se evitar a utilização de padronagem na superfície do piso que possa causar sensação de insegurança (por exemplo, estampas que pelo contraste de cores possa causar a impressão de tridimensionalidade).

 Desníveis superiores a 5mm e inferiores a 15mm serão tratados em forma de rampa
 Desníveis superiores a 5mm e inferiores a 15mm serão
tratados em forma de rampa com inclinação máxima
de 1:2 (50%);
Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP

Elaboração

julho/2014

Versão

1

14
14
– DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 14 85

85

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

Página 2 de 18
Página 2 de 18

14.8.

RAMPAS

Dimensionamento

INCLINAÇÃO Segundo a NBR 9050:04 a inclinação das rampas é calculada segundo a equação:

a inclinação das rampas é calculada segundo a equação: Onde: i = inclinação em porcentagem ;

Onde:

i = inclinação em porcentagem;

h= altura do desnível; C = comprimento da projeção horizontal

14
14

Tabela 1 Dimensionamento de rampas

i

Inclinação por segmento

h

Altura máxima por segmento

Quantidade máxima de segmentos

5% (1:20)

1,5m

Sem limite

5% < i ≤ 6,25 (1:16)

1,0 m

Sem limite

6,25 < i ≤ 8,33 (1:12)

0,8m

15

Em reformas, quando esgotadas as possibilidades de soluções que atentem integralmente a tabela anterior , podem ser usadas inclinações superiores a 8,33% (1:12) até 12,5% (1:8), conforme:

Tabela 2 Dimensionamento de rampas em situações excepcionais

i

Inclinação por segmento

h

Altura máxima por segmento

Quantidade máxima de segmentos

8,33% ≤ i <10 (1:10)

0,20 m

4

10 ≤ i ≤12,5 (1:8)

0,075m

1

Como determinar a inclinação de rampa existente

Posicionando a régua com nível de forma a deixá-la reta, utilizamos a trena ou alguma outra régua, para medir o desnível. E assim podemos aplicar a fórmula de cálculo da inclinação de rampa:

aplicar a fórmula de cálculo da inclinação de rampa: Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa
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Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP

Elaboração

julho/2014

Versão

1

Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 86

86

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

Página 3 de 18
Página 3 de 18

14.8.

RAMPAS

INCLINAÇÃO TRANSVERSAL A inclinação transversal não pode exceder 2% em rampas internas e 3% em rampas externas.

GUIAS DE BALIZAMENTO Quando não houver paredes laterais as rampas devem incorporar Guias de Balizamento com altura mínima de 5 cm, instaladas ou construídas nos limites da largura da rampa e na projeção dos Guarda-Corpos.

LARGURAS Admite-se que uma faixa com 1m de largura possa absorver um fluxo de tráfego de 25 pedestres por minuto, em ambos os sentidos. Assim, a largura mínima recomendável para as rampas em rotas acessíveis é de 1,50m, sendo o mínimo admissível de 1,20;

é de 1,50m, sendo o mínimo admissível de 1,20; Em edificações existentes, quando as larguras indicadas
é de 1,50m, sendo o mínimo admissível de 1,20; Em edificações existentes, quando as larguras indicadas

Em edificações existentes, quando as larguras indicadas forem impraticáveis, poderão ser executadas rampas com largura mínima de 90 cm com segmentos de no máximo 4 m.

forem impraticáveis, poderão ser executadas rampas com largura mínima de 90 cm com segmentos de no
forem impraticáveis, poderão ser executadas rampas com largura mínima de 90 cm com segmentos de no
14
14

Segundo a NBR 9050:04, a largura das rampas é estabelecida de acordo com o fluxo de pessoas.

Nos locais onde os fluxos forem comprovadamente maiores que 25 pedestres por minuto, as dimensões de 1,20m e 1,50 m indicadas devem ser revistas e sua largura será calculada em função do fluxo de pedestres. Para isso utiliza-se a seguinte equação:

Onde: L = largura da Faixa Livre F = fluxo de pedestres estimado ou medido
Onde:
L
= largura da Faixa Livre
F
= fluxo de pedestres estimado ou medido no horário de pico
(pedestres por minuto)
K
= 25 pedestres por minuto
∑i = somatório dos valores adicionais relativos aos fatores de
Fatores de impedância: Elementos ou condições que possam
interferir no fluxo de pedestres.
impedância
Valores de impedância:
São exemplos de fatores de impedância: mobiliário urbano,
entradas de edificações junto ao alinhamento, vitrines junto ao
 0,45m junto a vitrines ou comercio no alinhamento
 0,25m junto a mobiliário urbano;
alinhamento, vegetação, postes de
sinalização, entre outros.
 0,25m junto à entrada de edificação no alinhamento

Rampas em curvas

Para rampas em curva, segundo a ABNT NBR 9050:04, a inclinação máxima admissível é de 8,33% (1:12) e o raio mínimo de 3 m, medido no perímetro interno à curva, conforme:

de 3 m, medido no perímetro interno à curva, conforme: Departamento de Engenharia – DENGE Gerência
de 3 m, medido no perímetro interno à curva, conforme: Departamento de Engenharia – DENGE Gerência
Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP

Elaboração

julho/2014

Versão

1

Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 87

87

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

Patamares das rampas

Página 4 de 18
Página 4 de 18

14.8.

RAMPAS

No início e no término da rampa devem ser previstos patamares com dimensão longitudinal mínima recomendável de 1,50m, sendo admissíveis 1,20 m, além da circulação adjacente;

Entre os segmentos de rampa devem ser previsto patamares com dimensão longitudinal mínima de 1,20 m sendo recomendáveis 1,50 m. Os patamares situados em mudança de direção devem ter dimensões iguais à largura da rampa.

direção devem ter dimensões iguais à largura da rampa. As rampas e escadas podem ser obstáculos

As rampas e escadas podem ser obstáculos na circulação horizontal, principalmente para deficientes visuais. Todo obstáculo com altura inferior a 2,10 m será sinalizado com piso de alerta ou outro elemento que delimite sua projeção

piso de alerta ou outro elemento que delimite sua projeção Situação Real 14 Na imagem abaixo
Situação Real
Situação Real
14
14

Na imagem abaixo a escada e a rampa invadem a calçada não obedecem a orientação de manter uma faixa livre para circulação. Além disso, no caso de uma pessoa em cadeira de rodas não encontra largura de calçada suficiente para seguir em frente.

Esta solução além de errada é ilegal – jogue a rampa para dentro do imóvel.
Esta solução além de errada é ilegal – jogue a rampa para dentro do imóvel.
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Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP

Nunca construa a rampa em área pública (calçada) resolva o acesso levando a rampa para dentro do imóvel mesmo que isso diminua a área do Hall Público

Elaboração

julho/2014

Versão

1

para dentro do imóvel mesmo que isso diminua a área do Hall Público Elaboração julho/2014 Versão

88

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

Página 5 de 18
Página 5 de 18

14.8.

RAMPAS

Corrimão em rampas

O corrimão deve ser construído com material rígido, ser firmemente fixados às paredes, barra de suporte ou guarda- corpos, oferecer condições seguras de utilização e serem sinalizados;

O corrimão deve suportar uma força horizontal de 900N (92kgf) aplicada em qualquer ponto do corrimão;

Terá seção circular com diâmetro entre 3 cm e 4,5 cm e devem estar afastados no mínimo 4cm da parede ou de outro obstáculo;

Quando embutido em nichos deve prever também uma distância livre mínima de 15 cm;

Os corrimãos laterais devem prolongar-se pelo menos 30 cm antes do início e após o término da rampa, sem interferir com as áreas de circulação ou prejudicar a vazão;

Excepcionalmente nas edificações existentes onde não for possível prolongar o corrimão esse pode ser feito ao longo da área de circulação ou fixado em parede adjacente;

As extremidades do corrimão devem ter acabamento recurvado, ser fixadas ou justapostas à parede ou piso, ter desenho contínuo, sem protuberâncias;

As rampas que não forem isoladas das áreas adjacentes por paredes devem dispor de guarda corpo associado ao corrimão. (ver detalhes no item “corrimãos”);

A projeção dos corrimãos pode incidir dentro da largura mínima admissível da rampa em até 10 cm de cada lado.

mínima admissível da rampa em até 10 cm de cada lado. 14  Em rampas com
mínima admissível da rampa em até 10 cm de cada lado. 14  Em rampas com
mínima admissível da rampa em até 10 cm de cada lado. 14  Em rampas com

14

Em rampas com largura maior ou igual a 2,40 m é necessária a colocação de corrimão intermediário que só serão interrompidos nos patamares com comprimento superior a 1,40m, garantidos 80 cm de espaçamento mínimo entre o término de um segmento e o início do seguinte;

Deve ser instalado em ambos os lados da rampa e com duas alturas: 92 cm e 70 cm do piso, medidos da geratriz superior;

Os corrimãos laterais devem ser contínuos, sem interrupção nos patamares;

devem ser contínuos, sem interrupção nos patamares; Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa
Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
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Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP

Elaboração

julho/2014

Versão

1

Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 89

89

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

Página 6 de 18
Página 6 de 18

14.8. RAMPAS

Sinalização em rampas  O símbolo de circulação será utilizado para a sinalização da Rota
Sinalização em rampas
 O símbolo de circulação será utilizado para a sinalização da Rota Acessível:
 É recomendável que os corrimãos das rampas sejam sinalizados com anel de textura contrastante
com a da superfície do corrimão, instalado a 1 m antes das extremidades;
 É recomendável que os corrimãos das rampas sejam sinalizados em braile, informando sobre os
pavimentos o início e no final das rampas, instalada na geratriz superior do prolongamento
horizontal do corrimão.
 Deve ser colocado piso tátil de alerta no início e término de rampas, em
 Deve ser colocado piso tátil de alerta no início e término de rampas, em cor
contrastante com a do piso, com largura entre 0,25 m a 0,60 m, afastada de
0,32 m no máximo do ponto onde ocorre a mudança do plano.
0,32 m no máximo do ponto onde ocorre a mudança do plano. PROJETO  Projete espaços

PROJETO

Projete espaços atrativos, valorize os acessos;

Para transpor desníveis projete escadas e rampas próximas assim se permite a livre escolha e se evita a segregação;

Para desníveis pequenos: projete degraus;

Para grandes alturas: projete rampas;

Atenção aos limites da declividade transversal;

Evite no piso das rampas revestimentos ou tratamentos com marcação horizontal pois podem ser confundidas com degraus;

Rampas externas serão descobertas;

Rampas de ligação entre blocos serão cobertas;

Evite a implantação de corrimãos:

quando possível projete rampas com declividade menor que 5%;

Evite a construção de muros de arrimo. Equacione o problema com cotas mais favoráveis;

Na locação de rampas de ligação entre blocos, principalmente nos projetos de reforma, observar que sua localização não interfira na iluminação natural dos ambientes próximos, principalmente nos de permanência prolongada;

14
14
          14 Departamento de Engenharia – DENGE
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Elaboração

julho/2014

Versão

1

Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 90

90

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

Página 7 de 18
Página 7 de 18

14.8.

RAMPAS

Arquitetônico dos Correios Página 7 de 18 14.8. RAMPAS “Um arquiteto não pode fazer muita coisa,
Arquitetônico dos Correios Página 7 de 18 14.8. RAMPAS “Um arquiteto não pode fazer muita coisa,

“Um arquiteto não pode fazer muita coisa, o que torna ainda mais importante não desperdiçar as poucas oportunidades existentes. Se você acha que não pode melhorar o mundo com o seu trabalho, pelo menos não o piore. A arte da arquitetura não consiste apenas em fazer coisas belas, nem em fazer coisas úteis, mas em fazer ambas ao mesmo tempo.” Hermam Herzberger arquiteto.

ambas ao mesmo tempo.” Hermam Herzberger – arquiteto. Levantamento detalhado da área enfocada É imprescindível
ambas ao mesmo tempo.” Hermam Herzberger – arquiteto. Levantamento detalhado da área enfocada É imprescindível

Levantamento detalhado da área enfocada

É imprescindível analisar as condições existentes, atentando aos objetivos gerais e específicos do projeto, assim como realizar um levantamento detalhado através de trabalho de campo, tanto no caso de novos empreendimentos como em áreas e edificações já existentes.

No caso da alocação de rampas em itinerários para pedestres, a medição ou levantamento detalhado do espaço físico da intervenção, é cogente para que todos os elementos sejam assinalados com precisão e para compatibilizarem-se as rampas com os demais elementos, tais como árvores existentes de difícil realocação, grelhas de sistemas de drenagem, dentre outros

O diagnóstico

Uma vez realizado o levantamento detalhado da área ou objeto de intervenção, deve-se analisar as condições das áreas a serem projetada, estudando-se as atividades desenvolvidas no local e sua funcionalidade, sob os critérios da segurança, conveniência, autonomia e mobilidade, e atentando-se para um espectro amplo de usuários, incluindo-se as necessidades de crianças, idosos, gestantes, pessoas com mobilidade reduzida, pessoas comuns, distraídas ou apressadas.

reduzida, pessoas comuns, distraídas ou apressadas. 14 Essa análise deve ser apoiada nas especificações e

14

Essa análise deve ser apoiada nas especificações e recomendações das normas técnicas vigentes locais e regionais sobre acessibilidade, assim como nas orientações deste Guia.

A partir daí, serão identificadas as barreiras e os aspectos de acessibilidade que devem ser considerados nos projetos, o nível de

acessibilidade recomendado e as prioridades que devem ser eleitas, em função do alcance do projeto.

Não se pode descobrir após concluídas as obras, que por exemplo, um poste de iluminação está situado frente à saída da rampa de pedestres. Isto pode ser evitado se os responsáveis pelos projetos de iluminação e de acessibilidade, houvessem se comunicado desde

o início.

A construção desta rampa sem considerar sua compatibilidade com a localização é totalmente ineficaz, tornando
A construção desta rampa sem considerar sua
compatibilidade com a localização é totalmente ineficaz,
tornando inútil esta adaptação.
Fonte: BID – Guia Operacional de Acessibilidade

Importância de adequação por tipo de deficiência

Pessoas com deficiência auditiva: valorizam o atendimento humano, pois suas dificuldades de comunicação são geradas pela própria especificidade da deficiência;

Deficientes físicos: para estes os maiores investimentos serão realizados em acessibilidade física acesso, circulação, sanitários.

Pessoas com deficiência visual concentram seus anseios nas tecnologias assistidas, pisos táteis da entrada até o ponto de atendimento e funcionários treinados.

Fonte: Coleção FEBRABAN de Inclusão Social

treinados. Fonte: Coleção FEBRABAN de Inclusão Social O guarda-corpo desta rampa só atende as orientações da
O guarda-corpo desta rampa só atende as orientações da NBR 9077:2001 se a distância entre
O guarda-corpo desta rampa só atende as orientações da NBR
9077:2001 se a distância entre as grades for menor que 15 cm.
Não sinalize o caminhamento da rampa com piso tátil; leve em conta que os deficientes
Não sinalize o caminhamento da rampa com piso tátil; leve em conta que
os deficientes visuais preferem usar o caminho mais curto: as escadas e
cadê o guarda-corpo?

Elaboração

julho/2014

Versão

1

Departamento de Engenharia DENGE

Gerência Corporativa de Normas e Padrões GNOP

Versão 1 Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP 91

91

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

14.9. ÁREAS DE DESCANSO Página 8 de 18
14.9. ÁREAS DE DESCANSO
Página 8 de 18

Unifique, aproxime os acessos da entrada principal.

14
14

Observe que falta o guarda-corpo tanto na rampa quanto na escada

Áreas de descanso

Recomenda-se prever uma área de descanso fora da faixa de circulação, a cada 50 m, para piso com até 3% de inclinação, ou a cada 30 m, para piso de 3% a 5% de inclinação;

Para inclinação entre 6,25% e 8,33%, devem ser previstas áreas de descanso nos patamares, a cada 50 m de percurso;

Essas áreas devem estar dimensionadas para permitir a manobra de cadeiras de rodas. Sempre que possível prever bancos com encosto nestas áreas.

que possível prever bancos com encosto nestas áreas. PATAMAR ALARGADO COM BANCOS PARA DESCANSO Fonte:
PATAMAR ALARGADO COM BANCOS PARA DESCANSO Fonte: Pós-graduação – Vanessa Goulart Dorneles
PATAMAR ALARGADO COM BANCOS PARA DESCANSO
Fonte: Pós-graduação – Vanessa Goulart Dorneles
Torne a entrada atrativa: para transpor desníveis projete escadas e rampas associadas assim se permite
Torne a entrada atrativa: para transpor desníveis projete escadas e rampas associadas assim se permite

Torne a entrada atrativa:

para transpor desníveis projete escadas e rampas associadas assim se permite a livre escolha e se evita a segregação.

para transpor desníveis projete escadas e rampas associadas assim se permite a livre escolha e se
para transpor desníveis projete escadas e rampas associadas assim se permite a livre escolha e se
Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
Departamento de Engenharia – DENGE
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Elaboração

julho/2014

Versão

1

Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 92

92

PRÉ-ENTREGA ACESSIBILIDADE FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO (Unificar a Ficha de Identificação no caso de
PRÉ-ENTREGA
ACESSIBILIDADE
FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO
(Unificar a Ficha de Identificação no caso de vários cadastros)
CORREIOS
REGIONAL
RESPONSÁVEL ADMINISTRATIVO: DEPARTAMENTO/SETOR
FONE DE CONTATO
UNIDADE/EDIFÍCIO
MCU
ENDEREÇO
CEP
TIPO(S) DE OCUPAÇÃO
(
) Operacional
(
) Administrativo
(
) Agência
(
) Cultural
(
) Saúde
TIPO DE APROPRIAÇÃO
(
) Próprio
(
) Alugado
(
) Cedido
(
) Outro – especificar
FINALIDADE DO SERVIÇO/OBRA
ANO DE CONSTRUÇÃO
EDIFÍCIO TOMBADO
( ) NÃO ( ) SIM – Órgão de tombamento
Nº DE PAVIMENTOS DO EDIFÍCIO
Nº DE PAVIMENTOS OCUPADOS
PELODEPARTAMENTO/SEÇÃO
Nº DE PAVIMENTOS PARA INTERVENÇÃO
ÁREA DO TERRENO
ÁREA DO EDIFÍCIO
ÁREA DE INTERVENÇÃO
QUANTIDADE DE ENTRADAS
QUANTIDADE DE ENTRADAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE RAMPAS
QUANTIDADE DE RAMPAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE ESCADAS
QUANTIDADE DE ESCADAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE ELEVADORES
QUANTIDADE DE ELEVADORES ACESSÍVEIS
PROBLEMAS RECORRENTES
VISTORIADORES
OBSERVAÇÕES
GOOGLE EARTH
Inserir imagem
GOOGLE HEART
Inserir imagem
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa Responsável de Normas Técnico e padrões – GNOP
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões –
GNOP
Revisão
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº 11.1 RAMPAS EXTERNAS LEGISLAÇÃO
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº 11.1
RAMPAS EXTERNAS
LEGISLAÇÃO
SITUAÇÃO CONFERIDA
OBSERVAÇÃO
Lei /
Item
Norma
A
construção de edificações de uso privado multifamiliar e a
construção, ampliação ou reforma de edificações de uso
Decreto
01
Art. 18
5.296:04
coletivo devem atender aos preceitos da acessibilidade na
interligação de todas as partes de uso comum ou abertas ao
público, conforme os padrões das normas técnicas de
acessibilidade da ABNT.
Na
existência de desnível com altura entre 5 mm e 15 mm, esse
02
6.1.4
é tratado em forma de rampa
03
6.12.1
Há rampa de acesso ao passeio próximo às vagas de
estacionamento para deficiente.
04
6.1.1
A rampa possui declividade menor que 5%
05
6.5.1.6
A edificação é nova e a largura da rampa é de no mínimo 1,20m
06
6.5.1.8
Trata-se de edificação antiga e por isso a rampa tem no mínimo
90 cm de largura e comprimento máximo de 4 m.
07
6.1.6
O piso é de material antiderrapante, não trepidante, firme e
regular.
No início e término da rampa existem patamares com
08
6.5.2.1
dimensão mínima longitudinal de no mínimo 1,20m não
interferindo na circulação adjacente
09
6.6.5.1
Existe patamar sempre que houver mudança de direção da
rampa.
10
6.6.5.2
Os patamares existentes têm dimensões iguais a largura da
rampa
11
4.6.2.5
Os patamares estão isentos de obstáculos que ocupem sua
superfície útil (tal como abertura de portas)
12
Se o desnível é de 1,5m a inclinação é de no máximo 5%.
ABNT NBR
Se
o desnível é de 1 m a inclinação máxima fica entre 5% (1:20)
13
9050:04
6.5.1.2
e 6,25% (1:16).
Se
14
o desnível é de 1,50 m a inclinação máxima fica entre 6,25%
(1:16) e 8,33% (1:12).
Se
a rampa não está entre paredes, possui guia de balizamento
15
6.5.1.7
de no mínimo 5 cm de altura.
16
Se a rampa não está entre paredes, possui guarda-corpos.
A
rampa possui piso tátil de alerta com largura entre 25 e 60
17
cm, colocada antes do início e depois do término da rampa.
5.14.1.2
C
O
piso tátil está colocado a uma distância máxima de 32 cm do
18
início da mudança de plano.
19
6.5.2.3
Tratando-se de rampa interna, sua declividade transversal é de
no máximo 2%.
Se a rampa é em curva, esta possui declividade máxima de
20
6.5.1.9
8,33% (1:12) e raio de 3 m no mín., medidos do perímetro
interno à curva.
Foi previsto áreas de descanso nas rampas a cada 50 m se essa
21
6.4
possui i ≤ 3% e a cada 30 m se i for entre 3% e 5%
22
6.5
Se a rampa possui mais de 50 m e inclinação entre 6,25% e
8,33% existe áreas de descanso nos patamares
23
5.4.4.3
É utilizado o símbolo de circulação para sinalização
GUARDA-CORPO
ABNT NBR
24
6.7.2
Se existente, o guarda-corpos possui altura mínima de 1,05m.
9050:04
No caso dos Guarda-corpos serem compostos por balaústres
verticais, longarinas intermediárias, grades, telas, vidros de
25
4.8.1.4
a
ABNT NBR
9077:01
segurança laminados ou aramados e outros, a distância entre
esses garante que uma esfera de15 cm de diâmetro não possa
passar por nenhuma abertura;
26
4.8.1.4 b
São isentas de aberturas, saliências, reentrâncias ou quaisquer
elementos que possam enganchar em roupas;
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
ITEM
SIM
NÃO
Parcial
Não se
aplica
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº 11.2 RAMPAS EXTERNAS LEGISLAÇÃO
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº 11.2
RAMPAS EXTERNAS
LEGISLAÇÃO
SITUAÇÃO CONFERIDA
OBSERVAÇÃO
Lei /
Item
Norma
GUARDA-CORPOS
São constituídos por materiais não estilhaçáveis, exigindo-se o
4.8.1.4
27
c
ABNT NBR
uso de vidros aramados ou de segurança laminados, se for o
caso.
9077:01
Resistem a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados ou
4.8.1.4
28
calculadas para resistir a uma força horizontal de 730 N/m
a
aplicada a 1,05 m de altura.
CORRIMÃOS DAS RAMPAS
29
6.7.1.1
Existe corrimão de ambos os lados das escadas
30
O corrimão tem largura/seção entre 3 cm e 4,5 cm
6.7.1.2
31
32
A empunhadura do corrimão permite firmeza para deslizar a mão.
Existe corrimão duplo
6.7.1.6
33
A altura dos corrimãos existente na rampa da Rota Acessível tem
altura fixa de 92 cm e 70 cm.
O corrimão é contínuo, sem interrupção nos patamares, sem
34
6.7.1.2
arestas vivas ou protuberâncias e suas extremidades tem
acabamento em curva.
35
4.6.5
O(s) corrimão(s) estão afastado em 4 cm no mínimo da parede.
Os(s) corrimãos(s) laterais existentes numa Rota Acessível
36
6.7.1.4
prolongam-se no mínimo 30 cm antes do início e no término da
rampa.
ABNT NBR
37
6.7.1.4
O prolongamento do corrimão, tanto no seu início quanto no seu
término, não interfere na circulação adjacente.
9050:04
38
6.7.1.7
Os corrimãos laterais são contínuos e sem interrupção também
nos patamares.
39
6.7.1.5
40
5.12-a
As extremidades do corrimão tem acabamento em curva,
desenho contínuo sem protuberâncias ou arestas.
O corrimão está sinalizado com anel de textura contrastante com
o corrimão e instalado a 1m antes das extremidades.
41
5.12-b
O corrimão possui sinalização braile informando sobre os
pavimentos no início e no final da rampa.
42
Se a rampa tem largura ≥ 2,40m, essa também possui corrimão
central.
No caso da existência de patamar numa rampa de largura ≥
6.7.1.8
43
2,40m, o corrimão intermediário (se existente) é contínuo ou
apesar de interrompido garante um espaçamento mínimo de
80cm entre o término de um e o início do outro.
ABNT NBR
44
4.8.3.2
9077:03
Os corrimãos resistem a uma carga de 900N aplicada em qualquer
ponto dele.
45
DETALHE SEM ESCALA
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
ITEM
SIM
NÃO
Parcial
Não se
aplica
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE LEVANTAMENTO CADASTRAL – RAMPA EXTERNA Cadastro – Levantamento de
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
LEVANTAMENTO CADASTRAL – RAMPA EXTERNA
Cadastro – Levantamento de interferências
INTRUÇÕES GERAIS PARA PREENCHIMENTO
Conteúdo mínimo:
1. Inserir croqui da rampa e suas dimensões;
2. Indicar se essa compõe uma Rota Acessível;
3. Indicar a existência de interferências que bloqueiem ou dificultem sua circulação/fluxo
4. Indicar o tipo de piso se está nivelado e dentro das inclinações – transversal (2%) e longitudinal indicadas
5. Destacar a utilização da sinalização tátil no piso;
6. Indicar a existência de patamares e sua interferência, ou não, na circulação adjacente.
7. Indicar à existência de guarda-corpos, seu desenho, dimensões e sua resistência à carga mínima de 730N/m (aproximados 73 kg);
8. Indicar, a existência dos corrimãos, seu desenho, suas dimensões, a existência do prolongamento e sua dimensão e se não apresenta arestas permitindo
o deslizar contínuo das mãos;
9. No de rampas com largura maior que 2,40 m indicar a existência de corrimão intermediário;
10 Indicar a existência de sinalização braile, anel e a sinalização de circulação.
CROQUI
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO – PORTAS E ABERTURAS Folha PLANTA DE
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO – PORTAS E ABERTURAS
Folha
PLANTA DE LOCAÇÃO DAS FOTOS
DETALHE/OBSERVAÇÃO
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
PRÉ-ENTREGA ACESSIBILIDADE FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO (Unificar a Ficha de Identificação no caso de
PRÉ-ENTREGA
ACESSIBILIDADE
FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO
(Unificar a Ficha de Identificação no caso de vários cadastros)
CORREIOS
REGIONAL
RESPONSÁVEL ADMINISTRATIVO: DEPARTAMENTO/SETOR
FONE DE CONTATO
UNIDADE/EDIFÍCIO
MCU
ENDEREÇO
CEP
TIPO(S) DE OCUPAÇÃO
(
) Operacional
(
) Administrativo
(
) Agência
(
) Cultural
(
) Saúde
TIPO DE APROPRIAÇÃO
(
) Próprio
(
) Alugado
(
) Cedido
(
) Outro – especificar
FINALIDADE DO SERVIÇO/OBRA
ANO DE CONSTRUÇÃO
EDIFÍCIO TOMBADO
( ) NÃO ( ) SIM – Órgão de tombamento
Nº DE PAVIMENTOS DO EDIFÍCIO
Nº DE PAVIMENTOS OCUPADOS
PELODEPARTAMENTO/SEÇÃO
Nº DE PAVIMENTOS PARA INTERVENÇÃO
ÁREA DO TERRENO
ÁREA DO EDIFÍCIO
ÁREA DE INTERVENÇÃO
QUANTIDADE DE ENTRADAS
QUANTIDADE DE ENTRADAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE RAMPAS
QUANTIDADE DE RAMPAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE ESCADAS
QUANTIDADE DE ESCADAS ACESSÍVEIS
QUANTIDADE DE ELEVADORES
QUANTIDADE DE ELEVADORES ACESSÍVEIS
PROBLEMAS RECORRENTES
VISTORIADORES
OBSERVAÇÕES
GOOGLE EARTH
Inserir imagem
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº 12.1 RAMPAS INTERNA LEGISLAÇÃO
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº 12.1
RAMPAS INTERNA
LEGISLAÇÃO
SITUAÇÃO CONFERIDA
OBSERVAÇÃO
Lei/Norm
Item
a
A
construção de edificações de uso privado multifamiliar e a
construção, ampliação ou reforma de edificações de uso
Decreto
01
Art. 18
5.296:04
coletivo devem atender aos preceitos da acessibilidade na
interligação de todas as partes de uso comum ou abertas ao
público, conforme os padrões das normas técnicas de
acessibilidade da ABNT.
Na existência de desnível com altura entre 5 mm e 15 mm,
02
esse é tratado em forma de rampa
6.1.4
03
Qualquer desnível maior de 1,5cm é tratado como rampa
04
6.5.1.8
No caso de rampa em edifício existente essa tem largura
mínima de 90 cm num comprimento máximo de 4 m.
05
6.5.1.3
A rampa tem largura mínima de 1,20m
06
6.1.6
O piso é de material antiderrapante, não trepidante, firme e
regular.
No início e término da rampa existem patamares com
07
6.5.2.1
dimensão mínima longitudinal de no mínimo 1,20m não
interferindo na circulação adjacente
08
6.6.5.1
Existe patamar sempre que houver mudança de direção da
rampa.
09
6.6.5.2
Os patamares existentes têm dimensões iguais à largura da
rampa
10
4.6.2.5
Os patamares estão isentos de obstáculos que ocupem sua
superfície útil (tal como abertura de portas)
11
Se o desnível é de 1,5m a inclinação é de no máximo 5%.
Se o desnível é de 1 m a inclinação máxima fica entre 5%
12
ABNT NBR
6.5.1.2
(1:20) e 6,25% (1:16).
9050:04
13
Se o desnível é de 1,50 m a inclinação máxima fica entre
6,25% (1:16) e 8,33% (1:12).
Se a rampa não está entre paredes, possui guia de
14
6.5.1.7
balizamento de no mínimo 5 cm de altura.
15
Se a rampa não está entre paredes, possui guarda-corpos.
A
16
rampa possui piso tátil de alerta com largura entre 25 e 60
cm, colocada antes do início e depois do término da rampa.
5.14.1.
O
piso tátil está colocado a uma distância máxima de 32 cm
17
2 C
do início da mudança de plano.
18
Tratando-se de rampa interna, sua declividade transversal é
de no máximo 2%.
Se a rampa é em curva, esta possui declividade máxima de
19
6.5.1.9
8,33% (1:12) e raio de 3 m no mín., medidos do perímetro
interno à curva.
Foi previsto áreas de descanso nas rampas a cada 50 m se
20
6.4
essa possui i ≤ 3% e a cada 30 m se i for entre 3% e 5%
21
6.5
Se a rampa possui mais de 50 m e inclinação entre 6,25% e
8,33% existe áreas de descanso nos patamares
22
5.4.4.3
É utilizado o símbolo de circulação para sinalização
DETALHE SEM ESCALA
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
ITEM
SIM
NÃO
PARCIAL
NÃO SE
APLICA
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº 12.2 RAMPAS INTERNA LEGISLAÇÃO
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
PLANILHA DE VERIFICAÇÃO nº 12.2
RAMPAS INTERNA
LEGISLAÇÃO
SITUAÇÃO CONFERIDA
OBSERVAÇÃO
Lei /
Item
Norma
CORRIMÃOS DAS RAMPAS
1
6.7.1.1
Existe corrimão de ambos os lados das escadas
2
O
corrimão tem largura/seção entre 3 cm e 4,5 cm
6.7.1.2
3
A empunhadura do corrimão permite firmeza para deslizar
a mão.
4
Existe corrimão duplo
6.7.1.6
A
altura dos corrimãos existente na rampa da Rota
5
Acessível tem altura fixa de 92 cm e 70 cm.
O
corrimão é contínuo, sem interrupção nos patamares,
6
6.7.1.2
sem arestas vivas ou protuberâncias e suas extremidades
tem acabamento em curva.
7
4.6.5
O(s) corrimão(s) estão afastado em 4 cm no mínimo da
parede.
Os(s) corrimãos(s) laterais existentes numa Rota Acessível
8
6.7.1.4
prolongam-se no mínimo 30 cm antes do início e no
término da rampa.
9
ABNT NBR
6.7.1.4
O prolongamento do corrimão, tanto no seu início quanto
no seu término, não interfere na circulação adjacente.
9050:04
10
6.7.1.7
Os corrimãos laterais são contínuos e sem interrupção
também nos patamares.
11
6.7.1.5
As extremidades do corrimão tem acabamento em curva,
desenho contínuo sem protuberâncias ou arestas.
O corrimão está sinalizado com anel de textura
12
5.12-a
contrastante com o corrimão e instalado a 1m antes das
extremidades.
13
5.12-b
O corrimão possui sinalização braile informando sobre os
pavimentos no início e no final da rampa.
14
Se a rampa tem largura ≥ 2,40m, essa também possui
corrimão central.
No caso da existência de patamar numa rampa de largura
6.7.1.8
≥ 2,40m, o corrimão intermediário (se existente) é
15
contínuo ou apesar de interrompido garante um
espaçamento mínimo de 80cm entre o término de um e o
início do outro.
ABNT NBR
16
4.8.3.2
9077:03
Os corrimãos resistem a uma carga de 900N aplicada em
qualquer ponto dele.
GUARDA-CORPO
ABNT NBR
Se existente, o guarda-corpos possui altura mínima de
24
6.7.2
9050:04
1,05m.
Os Guarda-corpos são compostos por balaústres verticais,
4.8.1.4
grades longarinas intermediárias, telas, vidros de
25
a
segurança laminados ou aramados, etc. e a distância entre
esses é menor que 15 cm.
4.8.1.4
São isentas de aberturas, saliências, reentrâncias ou
26
b
quaisquer elementos que possam enganchar em roupas;
ABNT NBR
São constituídos por materiais não estilhaçáveis, exigindo-
9077:01
4.8.1.4
27
se
o uso de vidros aramados ou de segurança laminados,
c
se for o caso.
Resiste a cargas transmitidas por corrimãos nelas fixados
4.8.1.4
ou calculadas para resistir a uma força horizontal de 730
28
a
N/m aplicada a 1,05 m de altura, adotando-se a condição
que conduzir a maiores tensões.
17
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
ITEM
SIM
NÃO
Parcial
Não se
aplica
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE LEVANTAMENTO CADASTRAL – RAMPAS INTERNAS INTRUÇÕES GERAIS PARA
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
LEVANTAMENTO CADASTRAL – RAMPAS INTERNAS
INTRUÇÕES GERAIS PARA PREENCHIMENTO
Conteúdo mínimo:
1. Inserir croqui da rampa e suas dimensões;
2. Indicar se essa compõe uma Rota Acessível;
3. Indicar a existência de interferências que bloqueiem ou dificultem sua circulação/fluxo
4. Indicar o tipo de piso se está nivelado e dentro das inclinações – transversal (2%) e longitudinal indicadas
5. Destacar a utilização da sinalização tátil no piso;
6. Indicar a existência de patamares e sua interferência, ou não, na circulação adjacente.
7. Indicar à existência de guarda-corpos, seu desenho, dimensões e sua resistência à carga mínima de 730N/m (aproximados 73 kg);
8. Indicar, a existência dos corrimãos, seu desenho, suas dimensões, a existência do prolongamento e sua dimensão e se não apresenta arestas
permitindo o deslizar contínuo das mãos;
9. No de rampas com largura maior que 2,40 m indicar a existência de corrimão intermediário;
10. Indicar a existência de sinalização braile, anel e a sinalização de circulação.
CROQUI
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão
1
PRÉ-ENTREGA UNIDADE CEP/MCU ACESSIBILIDADE LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO – PORTAS E ABERTURAS Folha Responsável
PRÉ-ENTREGA
UNIDADE
CEP/MCU
ACESSIBILIDADE
LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO – PORTAS E ABERTURAS
Folha
Responsável Técnico
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e padrões – GNOP
CAU/CREA
Data
Elaboração 07/14
Versão

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

14.10 Página 1 de 18
14.10
Página 1 de 18

EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS

CONDIÇÕES GERAIS

(ABNT NBR 9050:2004)

Na inoperância de equipamento eletromecânico de circulação deve ser garantida a segurança na circulação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida. Para tal, deve-se dispor de procedimentos e pessoal treinado para auxílio;

Quando da inoperância de equipamento eletromecânico de circulação, este deve estar sinalizado;

Quando houver equipamento eletromecânico com utilização assistida ou acompanhada, deve ser previsto dispositivo de comunicação para solicitação de auxílio. Deve ser informada a disponibilidade de acessibilidade assistida;

Elevador vertical ou inclinado

O elevador vertical deve atender integralmente ao disposto na ABNT NBR 13994, quanto à sinalização, dimensionamento e características gerais;

Externamente ao elevador deve haver sinalização tátil e visual informando:

a) instrução de uso, fixada próximo à botoeira;

b) indicação da posição para embarque;

c) indicação dos pavimentos atendidos.

Em elevadores verticais ou inclinados deve haver dispositivo de comunicação para solicitação de auxílio nos pavimentos e no equipamento;

Nos elevadores verticais ou inclinados deve haver sinalização tátil e visual, conforme sinalização tátil e visual estabelecida No Item 9, informando:

a) instrução de uso do equipamento, fixada próximo à botoeira;

b) indicação da posição para embarque;

c) indicação dos pavimentos atendidos.

para embarque; c) indicação dos pavimentos atendidos. 14  Em reformas, quando a dimensão dos poços

14

Em reformas, quando a dimensão dos poços de elevadores tornar a adaptação impraticável, a cabina do elevador pode ter dimensões mínimas conforme 5.2.7 da ABNT NBR 13994:2000, com espelho na face oposta à porta e condições de sinalização conforme descritas no item 9 deste guia.

PLATAFORMAS ELEVATÓRIAS

Introdução

O Decreto 5.296:2004, no seu artigo 27, prevê a utilização das plataformas elevatórias para o transporte de pessoas portadoras de deficiência ou mobilidade reduzida. Não há dúvida que para tornar-se uma Rota Acessível devem-se priorizar as soluções físicas em detrimento das mecânicas, porém devido quase sempre ao pouco espaço disponível isso nem sempre é possível e assim os recursos mecânicos e eletrônicos surgem como alternativa para situações que de outra forma não seriam solucionadas.

Neste Guia, além da NBR 9050:2004, as orientações incluem a NBR 15.655:2009 Plataformas de elevação motorizadas para pessoas com mobilidade reduzida Requisitos para segurança, dimensões e operação funcional. Parte 1: Plataformas de elevação vertical (ISSO 9386-1, MO), traz as orientações para instalação destas plataformas de forma detalhada e em caso de aquisição de equipamentos, especificações ou detalhes técnicos deverá sempre ser consultada.

ou detalhes técnicos deverá sempre ser consultada. * A NBR 9050:04 e a NBR 15655:09 são

* A NBR 9050:04 e a NBR 15655:09 são conflitantes quanto a dimensão da altura máxima a ser vencida pela plataforma de percurso vertical fechada enquanto a norma de acessibilidade (item 6.8.3.2 permite um percurso de até 9m a normatização especifica das plataformas (item 1c) permite apenas 4 m. Use a mais restritiva.

Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP

Elaboração

julho/2014

Versão

1

103
103

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

14.10. Página 2 de 18
14.10.
Página 2 de 18

EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS

PLATAFORMA ELEVATÓRIA DE PERCURSO VERTICAL

1. Em edificações de uso público ou coletivo a plataforma pode vencer desnível de até 2 m;

2. Em edificações de uso público ou coletivo a plataforma pode vencer altura de até 4m;

3. Deve ter fechamento contínuo, sem vãos, em todas as laterais até a altura de 1,10 m do piso da plataforma;

4. Deve possuir dispositivo de comunicação para solicitação de auxílio nos pavimentos atendidos para utilização acompanhada;

5. Deve possuir dispositivo de comunicação para auxilio nos equipamentos e nos pavimentos atendidos para utilização assistida;

6. Na inoperância do equipamento deve-se garantir a segurança das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Para tal deve-se dispor de procedimentos e pessoal treinado para auxílio;

7. Quando o equipamento estiver inoperante, esse deve ser sinalizado;

8. Quando o equipamento tiver utilização assistida ou acompanhada, prever dispositivo de comunicação para

a solicitação de auxílio e informada à disponibilidade de acessibilidade assistida;

9. A velocidade nominal é ≤ 0,15m/s;

10. A carga nominal é ≥ 250Kg, sendo que a carga mínima para o projeto é de 210kg/m² da área livre de piso.

Observe:

Instale botões de chamada nos pavimentos;

Prever resgate do usuário no caso de falta de energia e de falha no equipamento;

Adquirir equipamento com comandos simplificados;

Quando passar através de vigas, usar caixa fechada.

Existe no mercado plataformas simples e esbeltas que podem ser instaladas ser grandes interferências na
Existe no mercado plataformas simples e esbeltas que podem
ser instaladas ser grandes interferências na edificação. Abaixo
alguns exemplos:
Plataforma aberta
Para alturas de até 2m.
14
14

Requisitos gerais para instalação das plataformas de elevação

1. No dimensionamento do equipamento, levar em conta a frequência da utilização;

2. Proteção contra perigos minimizar o risco nas situações:

a) Riscos de corte, esmagamento, aprisionamento ou escoriação;

b) Emaranhamento;

c) Queda ou tropeço;

d) Choque físico e impacto;

e) Choque elétrico;

f) Fogo atribuível ao uso da plataforma de elevação.

3. Certificar que as dimensões sejam mantidas a despeito de desgaste, corrosão, propagação de ruídos e vibrações em paredes ou estruturas;

4. Observar requisitos específicos do projeto em questão;

5. Assegurar acesso para manutenção, reparo e inspeção;

6. Ter resistência ao fogo, não favorecendo a combustão, nem serem tóxicos; os componentes plásticos da fiação devem ser retardantes a chama e auto extinguíveis;

7. Coeficiente de segurança para o aço e correlatos será 1,6, para outros materiais considerar fator maior;

8. Deve resistir sem deformação permanente às forças impostas pela operação e não afetar a operação normal;

9. Ter proteção contra influências externas, como:

a) Entrada de água e corpos sólidos;

b) Efeitos da umidade, temperatura, corrosão, poluição atmosférica, radiação solar, etc.;

c) Ações da fauna, flora, etc

10. Não permitir o acúmulo de3 umidade no piso da caixa;

11. O equipamento não deve provocar interferência

eletromagnética;

12. Os componentes devem ser protegidos para impedir

risco de danos às pessoas.

Departamento de Engenharia – DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP
Departamento de Engenharia – DENGE
Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP

Elaboração

julho/2014

Versão

1

104
104

ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

Página 3 de 18
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14.10.

EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS

Plataforma elevatória de percurso vertical (continuação)

Plataforma elevatória de percurso vertical (continuação) O ambiente não inclusivo causa:  Impossibilita o
Plataforma elevatória de percurso vertical (continuação) O ambiente não inclusivo causa:  Impossibilita o

O ambiente não inclusivo causa:

Impossibilita o atendimento a uma parcela considerável da população;

Sensação de esquecimento e desconforto;

Situações constrangedoras;

Exclusão social;

Prejuízo financeiro com pagamento de multas;

Prejuízo na imagem institucional. Fonte: FEBRABAN

social;  Prejuízo financeiro com pagamento de multas;  Prejuízo na imagem institucional. Fonte: FEBRABAN
social;  Prejuízo financeiro com pagamento de multas;  Prejuízo na imagem institucional. Fonte: FEBRABAN
 Prejuízo na imagem institucional. Fonte: FEBRABAN Opções de aberturas para entrada/saída da plataforma

Opções de aberturas para entrada/saída da plataforma

Plataforma enclausurada Para alturas de até 4m
Plataforma enclausurada
Para alturas de até 4m
plataforma Plataforma enclausurada Para alturas de até 4m Por outro lado um ambiente acessível garante: 
plataforma Plataforma enclausurada Para alturas de até 4m Por outro lado um ambiente acessível garante: 

Por outro lado um ambiente acessível garante:

Respeito ao direito de ir e vir e a prática da cidadania;

Condições adequadas para a prestação de um atendimento de qualidade;

Novos consumidores e fidelização de antigos clientes;

Reconhecimento como uma empresa cidadã que exerce suas responsabilidades sociais;

Inclusão social.

14

suas responsabilidades sociais;  Inclusão social. 14 PLATAFORMA ELEVATÓRIA DE PERCURSO INCLINADO Apesar do
suas responsabilidades sociais;  Inclusão social. 14 PLATAFORMA ELEVATÓRIA DE PERCURSO INCLINADO Apesar do

PLATAFORMA ELEVATÓRIA DE PERCURSO INCLINADO

Apesar do grande número de modelos disponíveis no mercado, a plataforma elevatória de percurso inclinado não tem norma específica que orienta a sua construção como a plataforma vertical. Existem no mercado alguns modelos esbeltos, mas que não permitem o transporte da cadeira de rodas, outros que permitem o transporte do cadeirante foram simplificados e estão menos barulhentos se sujeitos a uma manutenção adequada permanentemente. Observa-se que a utilização de equipamentos mais pesados, somados ao barulho do alarme sonoro, causa constrangimento as pessoas que o utilizam, assim ao optar por este tipo de equipamento esteja atento para adquirir um equipamento mais moderno que tem seu funcionamento descomplicado e suave.

São diretrizes da NBR 9050:2004, para um bom projeto utilizando plataformas inclinadas:

Pode ser usada em edificações de uso público ou coletivo desde que haja parada programada nos patamares ou pelo menos a cada 3,20m de desnível.

Prever assento escamoteável para o uso de pessoas com mobilidade reduzida;

Na área de embarque da plataforma deve haver sinalização tátil e informando a obrigatoriedade de acompanhamento por pessoal habilitado durante a sua utilização;

Botão de emergência;

Dispositivo de segurança para controle de velocidade;

Dispositivo de comunicação para solicitação de ajuda;

Assento escamoteável para pessoa com mobilidade reduzida;

 Nas plataformas de percurso inclinado deve haver sinalização visual demarcando a área para espera
 Nas plataformas de percurso inclinado deve haver sinalização visual
demarcando a área para espera para embarque e o limite da projeção
do percurso do equipamento aberto ou em funcionamento, conforme
figura ao lado:
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ACESSIBILIDADE

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14.10. EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS Página 4 de 18
14.10. EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS
Página 4 de 18
Sistema para Sistema para escadas retas uma guia
Sistema para
Sistema para escadas retas
uma guia
Plataforma inclinada no destino
Plataforma inclinada no destino
Sistema para escadas curvas 2 guias
Sistema para escadas curvas
2 guias
Instruções de uso próximo da botoeira
Instruções de uso próximo da botoeira
curvas 2 guias Instruções de uso próximo da botoeira “A construção de uma sociedade de plena
curvas 2 guias Instruções de uso próximo da botoeira “A construção de uma sociedade de plena

“A construção de uma sociedade de plena participação e igualdade tem como um de seus princípios a interação efetiva de todos os cidadãos. Nesta perspectiva é fundamental a construção de políticas de inclusão para o reconhecimento da diferença e para desencadear uma revolução conceitual que conceba uma sociedade em que todos devem participar, com direito de igualdade e de acordo com suas especificidades” (Conforto & Santarosa, 2002)

suas especificidades” (Conforto & Santarosa, 2002) Plataforma inclinada na origem ELEVADORES 14 Segundo a ABNT
suas especificidades” (Conforto & Santarosa, 2002) Plataforma inclinada na origem ELEVADORES 14 Segundo a ABNT
Plataforma inclinada na origem
Plataforma inclinada na origem

ELEVADORES

Santarosa, 2002) Plataforma inclinada na origem ELEVADORES 14 Segundo a ABNT em sua NBR 9050, item

14

Segundo a ABNT em sua NBR 9050, item 6.8.2.1, o elevador vertical deve atender integralmente a NBR 13.994, quanto à sinalização, dimensionamento e características gerais. Este item se baseia nessa norma e coloca resumidamente os principais elementos contidos na NBR 13.994:2000 e orienta a consulta-la sempre: seja para reformas ou novos projetos.

ELEVADORES NOVOS

Devem situar-se em locais acessíveis;

O hall dos elevadores deve prover espaço adequado para entrada e saída dos equipamentos com segurança;

O nivelamento do equipamento com o piso existente se limitará a uma tolerância de no máximo 10 mm;

A porta terá sistema corrediço horizontal e automático, simultâneo na cabine e no pavimento;

A entrada terá largura livre mínima de 80 cm e altura livre mínima de 2,10m (a NBR 13994:00 pede 2 m; como se trata de Rota acessível, utilizar as dimensões pedidas na NBR 9050:04);

Em todos os pavimentos a área defronte ao elevador estará livre de obstáculos e:

a) Deve ter sinalização tátil e visual com instruções de uso, próximo a botoeira;

b) Indicação da posição para embarque;

c) Indicação dos pavimentos atendidos;

d) Ter dispositivo de comunicação para solicitação de auxílio nos pavimentos e equipamentos;

e) Ter sinalização tátil e visual;

f) Instruções de uso do equipamento, fixado próximo à botoeira;

g) Indicação da posição de embarque;

h) Indicação dos pavimentos atendidos.

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14.10. Página 5 de 18
14.10.
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EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS Elevadores Novos

As portas devem ter um sistema de reabertura no caso de qualquer obstrução durante o movimento de fechamento. O sistema de reabertura deve atuar sem necessidade de contato físico de pessoa ou objeto na entrada, nas alturas de 50 mm até 1 200 mm acima do nível do piso da cabina com mínimo de 16 feixes de luz.

 Sem permitir o giro completo da cadeira de rodas a distância entre os painéis
Sem permitir o giro completo da cadeira de rodas a
distância entre os painéis laterais será ≥ 1,10m e a distância
entre o painel do fundo e o frontal será ≥ 1,40m;
Para permitir o giro completo da cadeira de rodas a distância
entre o painel do fundo e o frontal deve ser de no mínimo
1,40m
o painel do fundo e o frontal deve ser de no mínimo 1,40m 14 Departamento de

14

painel do fundo e o frontal deve ser de no mínimo 1,40m 14 Departamento de Engenharia
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14.10. Página 6 de 18
14.10.
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EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS Elevadores Novos

Comandos da cabina  A linha de centro do botão mais baixo estará localizada a
Comandos da cabina
A
linha de centro do botão mais baixo estará localizada a 89 cm do piso,
com tolerância de 2,5cm;
A
linha de centro do botão mais alto estará a 135 cm do piso da cabine
com tolerância de 2,5 cm;
A
botoeira da cabina deve ser colocada no painel lateral direito de quem
está de frente para o elevador;
A
linha de centro do botão mais próximo da porta estará a uma
distância ≥ 40 cm do painel frontal da cabine e 50 cm, no mínimo do
painel de fundo;
Os botões terão dimensão ≥ 19 mm, com área mínima de 360 mm²;
deve ser salientes, sem arestas ou facetado e quando operados a
profundidade não deve exceder a 5 mm, conforme:
O
registro da chamada deve ser visível e audível, ajustável entre 35dba e
50dba, com frequência não superior a 1 500Hz, medidos a uma distância
de 1 m do botão acionado. O sinal audível deve ser dado a cada
operação individual do botão, mesmo que a chamada já tenha sido
registrada. Além disso, é permitido dar uma resposta mecânica do
registro da chamada.
A
botoeira da cabina deve ser colocada no painel lateral direito de quem
está de frente para o elevador.
As marcações braile devem ser locadas do lado esquerdo do botão, com
dimensões 7,4 mm x 4,7 mm para cada célula braile. Podem ser de
metal ou plástico rígido, gravadas e com fixação permanente.

Os comandos de emergência devem estar agrupados na parte inferior da botoeira da cabina. No caso de botoeiras horizontais, estarão locadas a esquerda;

Os símbolos serão usados para permitir a fácil identificação dos comandos;

Os comandos secundários podem se localizar a qualquer altura, conforme conveniência;

Os pavimentos devem ser numerados sequencialmente por algarismos arábicos sendo

o

térreo entrada principal designada por 0 (zero), os pavimentos acima do térreo

serão designados por 1, 2, 3, etc. e os pavimentos abaixo do térreo por -1, -2, -3, etc.;

A

identificação dos botões de chamadas na botoeira da cabina deve estar sequenciada

do seguinte modo:

a) Se a botoeira é horizontal, da esquerda para a direita;

b) Se a botoeira tem uma única coluna, de baixo pra cima;

c) Se a botoeira tem várias colunas, da esquerda para a direita e de baixo para cima.

Para acionamento, os botões de chamada devem proporcionar uma força de operação de 1,5 N e 3 N

O

espaçamento vertical livre da parte dativa de dois botões deve ser de 10 mm a 15

 

mm;

O

indicador de posição da cabina deve ser colocado na botoeira ou sobre a abertura

de cada porta, com caracteres iluminados ou digitais, indicando o pavimento onde a cabina está parada;

A

altura mínima do caractere do indicador de posição da cabina não será menor que

16

mm;

A

cada parada da cabina deve soar automaticamente um anúncio verbal que poderá

ser ativado/desativado por botão, localizado na parte inferior da botoeira da cabina e a direita do botão de alarme, será identificado pelo símbolo “S” com altura mínima de

16 mm, em alto ou baixo relevo, de 0,8 mm no mínimo e cor contrastante com o

fundo;

14
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de 0,8 mm no mínimo e cor contrastante com o fundo; 14 Departamento de Engenharia –
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14.10.

EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS Elevadores Novos

Página 7 de 18
Página 7 de 18

Sistema de comunicação

Um meio de comunicação de duas vias deve ser instalado entre o elevador, a casa de máquinas e a portaria com acessibilidade para pessoas com deficiência.

Caso não seja evidente, deverá ser instalada instrução de uso.

Será colocado entre 89 cm e 135 cm do piso da cabina;

O telefone de fácil acesso terá cabo 75 cm.

Se tiver discagem manual essa estará incorporada ao fone;

Terá uma marcação ou o símbolo internacional para telefone ao lado esquerdo do comando ou sobre a caixa do telefone, de cor contrastante com o fundo, com caracteres 16 mm, em alto ou baixo relevo de 0,8 mm no mínimo. Essa marcação será em placa gravada e permanentemente fixada;

Terá marcação braile correspondente a “TEL” ao lado esquerdo do comando, feita de placa de metal ou plástico rígido gravado e permanentemente fixado.

Revestimento do piso da cabina  Terá superfície dura e antiderrapante, permitindo uma fácil movimentação.
Revestimento do piso da cabina
 Terá superfície dura e antiderrapante, permitindo uma fácil movimentação.
 As cores do piso serão contrastantes com as do piso do pavimento. Soleiras não são consideradas.
Corrimão
 Deve ter corrimão de superfície lisa e não deslizante; fixado nos painéis
laterais e no fundo, de modo que a parte superior esteja numa altura entre
89cm e 90 cm do piso acabado, com espaço entre o painel da cabina e o
corrimão de 4cm (tolerância de + 2mm;
14
 O corrimão deve suportar uma força de 700 N, aplicada em qualquer posição,
sem flexionar mais de 6 mm e sem deformação permanente;
 Se não houver continuidade entre os corrimãos instalados a distância entre
eles estará entre 4 cm e 4,5 cm, sem cantos vivos;
 O corrimão terá seção transversal conforme:
Iluminação mínima

Deve ter iluminação elétrica com no mínimo 2 lâmpadas, e assegurar iluminamento médio mínimo de 60lx no nível do piso.

Botões de pavimento

A altura da linha de centro horizontal dos botões estará entre 90 cm e 110 cm. O da subida fica em cima;

Devem ter dimensão mínima de 19 mm com área mínima de 360 mm²;

Devem ser salientes e sem arestas cortantes ou faceadas em relação à placa da botoeira;

Quando operados a profundidade não deve exceder a 5mm;

Devem ser providos de identificação visual para cada chamada registrada que deve extinguir quando a chamada terminada;

O registro da chamada deve ser visível e audível, ajustável entre 35dBA e 50dBA, medido a uma distância de 1 m do botão acionado, com frequência superior a 1500Hz.

O sinal audível deve ser dado a cada operação individual do botão, mesmo que a chamada tenha sido registrada;

Permite-se uma resposta mecânica para a chamada

 Permite-se uma resposta mecânica para a chamada Sinalização nos pavimentos  Junto a cada porta

Sinalização nos pavimentos

Junto a cada porta de entrada deve ser colocado um dispositivo que emita sinais acústico e visual, indicando o sentido em que a cabina se movimenta;

O sinal visual para cada sentido de movimento da cabina deve atender às dimensões mínimas mostradas nas figuras A, B, C ou D, e deve ser visível quando a pessoa estiver próxima da botoeira de chamada.

Quando o sinal visual contiver um elemento linear, este deve apresentar uma dimensão mínima de 10 mm (ver figura C);

Sinais sonoros devem ter um nível sonoro entre 35dBA 55dBA medidos a uma distância de 1 m, e devem ser ajustáveis para atender às condições ambientes;

O sinal sonoro deve soar diferente para subida e descida, no caso de controle coletivo direcional e coletivo de descida:

a) uma nota para subida;

b) duas notas para descida;

c) três tons diferentes para A e B.

Um anúncio verbal automático pode substituir o sinal sonoro;

A linha de centro do dispositivo deve estar entre 1 800 mm e 2 500 mm do piso.

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14.10. Página 8 de 18
14.10.
Página 8 de 18

EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS Elevadores Novos

Identificação do pavimento nos batentes da porta

A identificação do pavimento deve ser afixada em ambos os lados dos batentes das portas, na altura da botoeira de pavimento em todos os pavimentos, e ser visível a partir do interior da cabina e do acesso.

As marcações devem formar um contraste com o fundo e ter dimensões mínimas de 50 mm em alto ou baixo relevo de 0,8 mm;

A altura da linha de centro horizontal dos botões deve estar entre 900 mm e 1 100 mm;

O botão designativo da subida deve ficar em cima;

A marcação Braille de identificação do pavimento deve ser colocada imediatamente abaixo da designação do pavimento;

Estas marcações podem ser em placas gravadas e permanentemente fixadas.

Folga entre as soleiras NM 207:99

A distância horizontal entre a parede da caixa e a soleira ou armação da entrada da cabina ou porta (ou a borda extrema das portas, no caso de portas corrediças) não deve exceder 0,125 m.

O motivo desta exigência é evitar:

a) que pessoa caia na caixa;

b) que pessoa permaneça na folga entre a porta da

cabina e a caixa durante a operação normal do elevador (com este propósito deve ser medida a distância de 0,125 m, principalmente no caso de portas telescópicas simultâneas).

As condições estabelecidas acima não necessitam ser atendidas se a cabina está provida com porta travada mecanicamente que pode somente ser aberta na zona de destravamento de uma porta de pavimento.

Composição da cabina – novas instalações 14
Composição da cabina – novas instalações
14

Uso em caso de emergência

Elevadores não são considerados como meio de evacuação de um prédio em caso de emergência. Deve ser definido um plano para atender aos usuários de cadeira de rodas. Os elevadores podem não ser disponíveis durante um incêndio.

Sistema de proteção e reabertura das portas

As portas devem ter um sistema de reabertura no caso de qualquer obstrução durante o movimento de fechamento. O sistema de reabertura deve atuar sem necessidade de contato físico de pessoa ou objeto na entrada, nas alturas de 50 mm até 1 200 mm acima do nível do piso da cabina com mínimo de 16 feixes de luz.

Sinalização tátil de alerta e direcional

 Junto às portas dos elevadores, em cor contrastante com a do piso, com largura
 Junto às portas dos elevadores, em cor contrastante com
a do piso, com largura entre 0,25 m a 0,60 m, afastada de
0,32 m no máximo da alvenaria, conforme:
 Nas portas de elevadores, quando houver sinalização tátil direcional, esta deve encontrar a sinalização
 Nas portas de elevadores, quando houver sinalização tátil
direcional, esta deve encontrar a sinalização tátil de alerta,
na direção da botoeira, conforme figura:
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ELEVADORES EXISTENTES

14.10. EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS Elevadores Existentes Página 9 de 18
14.10. EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS
Elevadores Existentes
Página 9 de 18

Geral

Estas são orientações resumidas, baseadas principalmente na NBR 13994:2000 e se aplicam a elevadores existentes, que foram determinados a compor uma Rota Acessível para pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida.

Já que muitos elevadores foram projetados e instalados de acordo com exigências cujos padrões são anteriores às exigências de acesso

nos edifícios por pessoa com deficiência as direções aqui propostas visam tornar o equipamento acessível e para isso deverão sofrer alterações.

Caso não seja possível a rigorosa concordância com todas as exigências o equipamento não poderá fazer parte de uma Rota Acessível e outras soluções deverão ser procuradas.

Aqui não se pretende esgotar o assunto e no caso de projetos ou aquisição de equipamentos as normas deverão ser consultadas e aplicadas em sua totalidade.

Localização e acesso

Entre os elevadores existentes, aqueles previstos para o transporte de pessoa portadora de deficiência devem ter os seus acessos adequados para conforme especificado na NBR 9050.

Operação e nivelamento

O elevador deve ter comando automático e ser provido com um sistema de nivelamento próprio que automaticamente leva a cabina

ao piso dos pavimentos, dentro de uma tolerância máxima de 15 mm sob condições normais de carga e descarga.

de 15 mm sob condições normais de carga e descarga. 14 Portas: operação e dimensionamento 

14

Portas: operação e dimensionamento

Devem ter recursos automáticos, como portas tipo corrediça horizontal simultâneas operadas eletricamente, para os pavimentos e para a cabina. Portas guilhotina ou pantográficas são proibidas;

Existindo portas do tipo eixo vertical acionada manualmente, elas podem continuar sendo usadas sob condição que tenham uma largura livre mínima de 760 mm, com ângulo de abertura de 90° (ver figura 12). A máxima força para vencer a inércia e o atrito e mover a porta até um ângulo de 12° deve ser de 35 N e para manter o movimento da porta até a posição aberta deve ser de 30 N. As forças devem ser aplicadas perpendicularmente às portas, no puxador de portas ou a 760 mm do lado da dobradiça.

Deve existir um operador de porta para cabina, acionado eletricamente, que deve abrir a porta da cabina e manter uma largura livre mínima de 80cm. O fechamento da porta da cabina só deve iniciar quando a porta do pavimento estiver fechada;

A largura livre mínima das portas para elevadores com portas simultâneas acionadas por operador elétrico deve ser de 800 mm;

acionadas por operador elétrico deve ser de 800 mm; Largura livre da porta de eixo vertical

Largura livre da porta de eixo vertical

deve ser de 800 mm; Largura livre da porta de eixo vertical Arranjo para acomodar a

Arranjo para acomodar a cadeira de rodas

As portas devem ter um sistema de reabertura nos casos de qualquer obstrução durante o movimento de fechamento. O sistema de reabertura deve atuar sem necessidade de contato físico de pessoa ou objeto na entrada, nas alturas de 50 mm até 1 200 mm acima do nível do piso da cabina com mínimo de 16 feixes de luz;

Para permitir que os usuários entrem e saiam do elevador sem obstruções ou retardamentos, o tempo de porta aberta deve ser ajustável entre 5 s e 15 s.

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14.10. EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS Elevadores Existentes Página 10 de 18
14.10. EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS
Elevadores Existentes
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Cabina

O

1m e a distância mínima entre o painel frontal e o de fundo de 1 250 mm;

Espelho, se existente, deve estar acima do corrimão;

A

 

a

 

instalada no painel lateral esquerdo para quem entra no elevador;

As identificações dos comandos devem estar preferivelmente localizadas ao lado esquerdas do botão correspondente e devem ter cor contrastando com o fundo. Os caracteres devem ter uma altura mínima de 16 mm e ser em alto ou baixo relevo de 0,8 mm no mínimo, conforme figura ao lado;

Os comandos de emergência devem estar agrupados na parte inferior da botoeira da cabina. No caso de botoeiras horizontais, devem estar à esquerda.

Símbolos conforme os mostrados ao lado, devem ser usados para permitir uma fácil identificação dos comandos;

Os comandos não essenciais para a operação automática do elevador pelo usuário em geral podem ser localizados em qualquer altura, conforme a conveniência;

Quando for provida uma nova botoeira na cabina, ela deve preservar a identificação existente dos pavimentos. A marcação braile deve corresponder à identificação dos botões;

A identificação dos botões de chamadas na botoeira da cabina deve estar sequenciada do seguinte modo:

a) se a botoeira é horizontal, da esquerda para a direita;

b) se a botoeira tem uma única coluna, de baixo para cima;

c) com várias colunas, da esquerda para a direita e de baixo para cima.

Para acionamento, os botões de chamada devem proporcionar uma força de operação na parte ativa compreendida entre 1,5N e 3,0N;

O espaçamento vertical livre da parte ativa de dois botões de chamada deve ser de 10 mm a 15 mm;

No caso de acrescentar o esse deve ser colocado na botoeira da cabina ou sobre a abertura de cada porta, para mostrar a posição da cabina no percurso, indicando por caracteres iluminados ou mostrador digital os pavimentos servidos no qual a cabina está parada ou de passagem;

As indicações devem mostrar bom contraste com o fundo e o caractere deve ter uma altura mínima de 16mm;

Para todos os pavimentos servidos, a cada parada da cabina deve soar automaticamente um anúncio verbal;

interior da cabina deve permitir o acesso de uma pessoa em cadeira de rodas e ter a distância mínima entre os painéis laterais de

Para permitir o giro parcial de uma cadeira de rodas, a mínima distância ente as paredes ou entre as paredes e a porta, excluindo o painel de retorno, não deve ser menor do que 1 370mm. A mínima distância do painel de fundo e o frontal não deve ser menor que 1 300 mm;

linha de centro horizontal da parte ativa do botão mais baixo deve estar localizada a uma altura de 890 mm e a linha de centro horizontal da parte ativa do botão mais alto a 1 350 mm, medidas a partir do piso da cabina, com tolerâncias de 25 mm;

Os botões de chamada devem ter uma dimensão mínima de 19 mm, com área mínima de 360 mm2, excluindo-se a aba, podendo ser saliente ou faceado em relação à placa da botoeira;

Os botões quando operados, a profundidade não deve exceder 5mm. Devem ser providos de indicação visual para cada chamada registrada, que deve extinguir-se quando a chamada for atendida;

Quando a botoeira existente da cabina estiver instalada no painel frontal, deve ser instalada uma segunda botoeira no painel lateral;

Para os elevadores com porta de abertura central e os com porta da cabina de abertura lateral em que a porta se fecha para a direita

nova botoeira deve ser instalada no painel lateral direito para quem entra no elevador;

Para os elevadores com porta da cabina de abertura lateral em que a porta se fecha para a esquerda, a nova botoeira deve ser

a porta se fecha para a esquerda, a nova botoeira deve ser Para ativar ou desativar
a porta se fecha para a esquerda, a nova botoeira deve ser Para ativar ou desativar

Para ativar ou desativar o anúncio verbal, deve ser colocado um botão especial localizado na parte inferior da botoeira da cabina e à direita do botão de alarme. Este botão deve ser identificado pelo símbolo "S" (ver desenho acima). Este símbolo deve ter altura mínima de 16 mm, em alto ou baixo relevo, de 0,8 mm no mínimo e deve ter cor contrastando com o fundo.

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Departamento de Engenharia – DENGE
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Elaboração

julho/2014

Versão

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– DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões – GNOP Elaboração julho/2014 Versão 1 14 112

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14.10. EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS
Elevadores Existentes
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Sistema de intercomunicação

Um meio de comunicação de duas vias deve ser instalado entre o elevador, a casa de máquinas e a portaria com acessibilidade para pessoas com deficiência.

Caso não seja evidente, deverá ser instalada instrução de uso.

Será colocado entre 89 cm e 135 cm do piso da cabina;

Se for colocado um telefone, ele pode ser localizado abaixo de 890 mm, medido do piso da cabina;

O telefone de fácil acesso terá cabo 75 cm.

Se tiver discagem manual essa estará incorporada ao fone;

Terá uma marcação ou o símbolo internacional para telefone ao lado esquerdo do comando ou sobre a caixa do telefone, de cor contrastante com o fundo, com caracteres 16 mm, em alto ou baixo relevo de 0,8 mm no mínimo. Essa marcação será em placa gravada e permanentemente fixada;

 Terá marcação braile correspondente a “TEL” ao lado esquerdo do comando, feita de placa
 Terá marcação braile correspondente a “TEL” ao lado esquerdo do comando, feita de placa de metal ou plástico rígido gravado e
permanentemente fixado.
Piso
 O revestimento do piso da cabina deve ter superfície dura e antiderrapante, permitindo uma
movimentação fácil da pessoa portadora de deficiência.
 As cores do piso da cabina devem ser contrastantes com as do piso do pavimento. As soleiras
não são consideradas.
Corrimão
 Deve ter corrimão de superfície lisa e não
deslizante; fixado nos painéis laterais e no fundo, de
modo que a parte superior esteja numa altura entre
89cm e 90 cm do piso acabado, com espaço entre o
painel da cabina e o corrimão de 4cm (tolerância de
+ 2mm);
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 O corrimão deve suportar uma força de 700 N,
aplicada em qualquer posição, sem flexionar mais de
6mm e sem deformação permanente;
 O corrimão pode terminar junto à botoeira da
cabina, ter a extremidade com acabamento
recurvado e ter contraste com os painéis da cabina.
 Se não houver continuidade entre os corrimãos
instalados a distância entre eles estará entre 4 cm e
4,5 cm, sem cantos vivos;
 O corrimão terá seção transversal conforme:

Iluminação mínima

Deve ter iluminação elétrica com no mínimo 2 lâmpadas, e assegurar iluminamento médio mínimo de 60 lux no nível do piso.

Botões de pavimento

A altura da linha de centro horizontal dos botões estará entre 90cm e 110cm. O da subida fica em cima;

Devem ter dimensão mínima de 19 mm com área mínima de 36 mm²;

Devem ser salientes e sem arestas cortantes ou faceados em relação à placa da botoeira;

Quando operados a profundidade não deve exceder a 5mm;

Devem ser providos de identificação visual para cada chamada registrada que deve extinguir quando a chamada terminada;

O registro da chamada deve ser visível e audível, ajustável entre 35dBA e 50dBA, medido a uma distância de 1 m do botão acionado, com frequência superior a 1500 Hz.

O sinal audível deve ser dado a cada operação individual do botão, mesmo que a chamada tenha sido registrada;

Permite-se uma resposta mecânica para a chamada

 Permite-se uma resposta mecânica para a chamada Elaboração julho/2014 Versão 1 Sinalização

Elaboração

julho/2014

Versão

1

Sinalização nos pavimentos

Junto a cada porta de entrada deve ser colocado um dispositivo que emita sinais acústico e visual, indicando o sentido em que a cabina se movimenta;

Sinais sonoros devem ter um nível sonoro entre 35dba e 55dba, medidos a uma distância de 1 m, e devem ser ajustáveis para atender às condições ambientes;

O sinal sonoro deve soar diferente para subida e descida, no caso de controle coletivo direcional e coletivo de descida:

a) uma nota para subida;

b) duas notas para descida;

c) três tons diferentes para A e B.

notas para descida; c) três tons diferentes para A e B. Departamento de Engenharia – DENGE

Departamento de Engenharia DENGE Gerência Corporativa de Normas e Padrões GNOP

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ACESSIBILIDADE

Guia de instruções técnicas de Acessibilidade para apoio ao Projeto Arquitetônico dos Correios

14.9. EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS Elevadores Existentes Página 12 de 18
14.9. EQUIPAMENTOS ELETROMECÂNICOS
Elevadores Existentes
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