CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL

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Professor Tiago Queiroz
,) direitos sociais (arts. -o e &., ) /) direitos à nacionalidade (art. &*) )) direitos pol0ticos' direitos democr1ticos' direitos de participação pol0tica' liberdades( participação (arts.&/ a &2) Como o edita" e(ige !o )e!ime to some te dos Direitos e De&eres I di&iduais e Co"eti&osreprese tados o Cap%tu"o I do T%tu"o II da Co stitui34o 5edera"- espe!ifi!ame te o artigo +,- iremos os "imitar a e"es* Co stitui34o da Rep#$"i!a 5ederati&a do Brasi" /?@@ TATULO II DOS DIREITOS E BARANTIAS 5UNDACENTAIS

DIREITO CONSTITUCIONAL
Caro(a) aluno (a), O programa de Direito Co stitu!io a" para o Co !urso P#$"i!o para i gresso aos !argos da Po"%!ia Ci&i" do Estado do Rio de 'a eiro e(ige !o )e!ime to dos arts* +,- ./ ao 00- 01 ao 2/ e /22 da Co stitui34o 5edera"* 6amos os "imitar a estes artigos- uma &ez 7ue as 7uest8es de pro&a &ersar4o so$re e"es- mas uti"izaremos os !o !eitos doutri 9rios e!ess9rios para o me")or e te dime to* Com re"a34o aos arts* 01 ao 2/- os mesmos ser4o a a"isados em Direito Admi istrati&o* Programa Ofi!ia": I* Co !eito de Co stitui34o; II* Direitos e De&eres I di&iduais e Co"eti&os; III* Orga iza34o do Estado 5edera" Brasi"eiro: reparti34o de !ompet< !ias; I6* Segura 3a P#$"i!a a Co stitui34o 5edera"; 6* Admi istra34o P#$"i!a e Ser&idores P#$"i!os Ci&is I* CONCEITO DE CONSTITUI=>O Constituição é o ato de constituir, de estabelecer, de firmar, ou, ainda, o modo pelo qual se constitui uma coisa, um ser vivo, um grupo de pessoas. Juridicamente, porém, Constituição deve ser entendida como a lei fundamental e suprema de um Estado, que contém normas referentes à estruturação do Estado, à formação dos poderes p blicos, forma de governo e aquisição do poder de governar, distribuição de compet!ncias, direitos, garantias e deveres dos cidadãos.

CAPATULO I DOS DIREITOS E DE6ERES INDI6IDUAIS E COLETI6OS Art* +, 3odos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer nature4a, garantindo(se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no 5a0s a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes% I ( 6omens e mul6eres são iguais em direitos e obrigaç7es, nos termos desta Constituição' II ( ninguém ser1 obrigado a fa4er ou dei+ar de fa4er alguma coisa senão em virtude de lei' III ( ninguém ser1 submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante' I6 ( é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato' 6 ( é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indeni4ação por dano material, moral ou à imagem' 6I ( é inviol1vel a liberdade de consci!ncia e de crença, sendo assegurado o livre e+erc0cio dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias' 6II ( é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assist!ncia religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva'

II* DIREITOS E DE6ERES INDI6IDUAIS E COLETI6OS
"s #ireitos $undamentais se dividem em cinco grupos% &) direitos individuais' liberdades civis' liberdade( autonomia (art.)o) *) direitos coletivos' liberdade de e+pressão coletiva (art. )o)
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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL 6III ( ninguém ser1 privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosAfica ou pol0tica, salvo se as invocar para e+imir(se de obrigação legal a todos imposta e recusar(se a cumprir prestação alternativa, fi+ada em lei' IE ( é livre a e+pressão da atividade intelectual, art0stica, cient0fica e de comunicação, independentemente de censura ou licença' E ( são inviol1veis a intimidade, a vida privada, a 6onra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indeni4ação pelo dano material ou moral decorrente de sua violação' EI ( a casa é asilo inviol1vel do indiv0duo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação Budicial' EII ( é inviol1vel o sigilo da correspond!ncia e das comunicaç7es telegr1ficas, de dados e das comunicaç7es telefCnicas, salvo, no ltimo caso, por ordem Budicial, nas 6ipAteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal' EIII ( é livre o e+erc0cio de qualquer trabal6o, of0cio ou profissão, atendidas as qualificaç7es profissionais que a lei estabelecer' EI6 ( é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necess1rio ao e+erc0cio profissional' E6 ( é livre a locomoção no territArio nacional em tempo de pa4, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens' E6I ( todos podem reunir(se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao p blico, independentemente de autori4ação, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas e+igido prévio aviso à autoridade competente' E6II ( é plena a liberdade de associação para fins l0citos, vedada a de car1ter paramilitar' E6III ( a criação de associaç7es e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autori4ação, sendo vedada a interfer!ncia estatal em seu funcionamento'
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EIE ( as associaç7es sA poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão Budicial, e+igindo(se, no primeiro caso, o trDnsito em Bulgado' EE ( ninguém poder1 ser compelido a associar(se ou a permanecer associado' EEI ( as entidades associativas, quando e+pressamente autori4adas, t!m legitimidade para representar seus filiados Budicial ou e+traBudicialmente' QUESTFES DE PRO6AS ANTERIORES NCEGU5R' H INSPETOR DE POLACIA CI6IL H PCER' H .II/ &) :o Erasil, os destinat1rios dos direitos individuais são% a) apenas os brasileiros e os estrangeiros residentes no pa0s' b) apenas os estrangeiros' c) os brasileiros, os estrangeiros residentes e os não residentes no Erasil' d) apenas os brasileiros natos' e) somente o brasileiro nato e o naturali4ado. =rt. )F, Caput NCEGU5R' J ANALISTA 'UDICIKRIO J KREA ADCINISTRATI6A J TREGR' J .II/ *) 9elativamente à aplicação das normas constitucionais definidoras de direitos e deveres individuais e coletivos, contidas no art. )F da Constituição $ederal de &.GG, é correto afirmar que% a) em nen6uma 6ipAtese podem ser aplicadas, por e+emplo, a turistas' b) aplicam(se e+clusivamente a brasileiros e estrangeiros residentes em nosso territArio' c) destinam(se apenas aos brasileiros aqui residentes' d) sua aplicabilidade depende, de regra, de leis regulamentadoras, por não possu0rem aplicabilidade imediata' e) possuem, de regra, aplicação imediata, e podem, em certos casos, ser aplicadas também a estrangeiros não(residentes.

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL =rt. )F, Caput NCEGU5R' H TLCNICO 'UDICIKRIO J KREA ADCINISTRATI6A H TREGR' J .II/ ,) =s normas do art. ).F da Constituição $ederal de &.GG destinam(se% a) a brasileiros e portugueses apenas' b) a brasileiros e estrangeiros residentes no 5a0s e, em certos casos, também a estrangeiros não residentes' c) e+clusivamente aos estrangeiros que possu0rem bens imAveis no Erasil' d) somente aos brasileiros natos' e) aos brasileiros natos e naturali4ados, e não aos estrangeiros, em qualquer 6ipAtese. =rt. )F, Caput NCEGU5R' H INSPETOR DE POLACIA CI6IL H PCER' H .II/ /) " princ0pio da legalidade indica que% a) o poder p blico e o particular possuem o mesmo campo de atuação ante a limitação do ordenamento Bur0dico, pois ambos obedecem ao princ0pio da legalidade estrita' b) o tratamento de todos perante a lei deve ser igualit1rio' c) sA por meio das espécies normativas devidamente elaboradas conforme as regras do processo legislativo constitucional, pode(se criar obrigaç7es para os indiv0duos' d) a Constituição forma uma totalidade na medida em que procura 6armoni4ar todos os seus dispositivos, presumindo(se que suas normas não são colidentes entre si' e) a Constituição est1 no 1pice do ordenamento Bur0dico nacional e 61 casos em que a norma Bur0dica pode contrari1(la material ou formalmente, sem da0 advir uma inconstitucionalidade. =rt. )F, 88H ESA5 J TLCNICO DE 5INAN=AS E CONTROLE J S5C H .III )) #as afirmaç7es abai+o, assinale a que mel6or se aBusta ao conceito do princ0pio da legalidade.

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a) 5or força do princ0pio da legalidade, o particular pode fa4er tudo o que a lei não pro0be, enquanto os poderes p blicos somente podem fa4er o que a lei autori4a. b) 5or força do princ0pio da legalidade, uma profissão somente pode ser desempen6ada depois de regulada por lei. c) 5or força do princ0pio da legalidade, não é poss0vel que a lei estabeleça diferenciaç7es entre pessoas, em ra4ão do seu se+o. d) " princ0pio da legalidade consiste na proibição de que lei ven6a a preBudicar direito adquirido, ato Bur0dico perfeito ou a coisa Bulgada. e) #e acordo com o princ0pio da legalidade, a lei pode retroagir para fi+ar penas mais rigorosas, em casos de crimes 6ediondos. =rt. )F, 88 H ESA5 H AUDITORH5ISCAL DA PRE6IDMNCIA SOCIAL H INSS H .II. -) ;upon6a que um rapa4, inconformado com o término de um longo namoro, queira vingar(se da antiga namorada, criando um s0tio (site) na internet, em que divulga fotografias da moça, e+pondo(a ao p blico de modo ve+atArio. " rapa4, no s0tio que criou, invoca a liberdade de e+pressão como fundamento do seu comportamento. I vista disso, assinale a opção correta. a) " comportamento do rapa4 é ileg0timo do ponto de vista constitucional, porquanto a liberdade de comunicação somente protege a manifestação de idéias e pensamentos e+pressos por meio verbal J não protegendo a divulgação de fotografias. b) #emonstrado que o constituinte de &.GG, ao elaborar o te+to constitucional, não tin6a em mente a internet como meio de comunicação, não se pode di4er que a garantia da liberdade de e+pressão possa ser invocada em casos de manifestaç7es feitas em tal meio eletrCnico. c) = moça retratada poder1 pedir indeni4ação pelos danos materiais que a divulgação das fotografias l6e ten6a causado, mas, por conta da garantia da liberdade de e+pressão, não poder1 e+igir que as fotos seBam retiradas do site. d) ;e a moça tiver sofrido preBu04o econCmico com a divulgação das fotografias, poder1 pedir indeni4ação por danos materiais, que poder1 ser cumulada com indeni4ação por danos morais.

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL e) 8nvocando o direito de resposta, ser1 leg0timo que a moça crie também um s0tio na internet, em que divulgue segredos 0ntimos do antigo namorado, mantendo(o à disposição do p blico, enquanto o seu antigo namorado não desativar o s0tio que desenvolveu. =rt. )F, @ H ESA5 H AUDITOR 5ISCAL DO TESOURO CUNICIPAL J PRE5EITURA DE NATALGRN J .II/ 2) =ssinale a opção correta. ( Kuestão =daptada ) a) Lunido de autori4ação Budicial, o agente p blico pode ingressar, a qualquer 6ora, no domic0lio de um particular. b) :o e+erc0cio de atividade de fiscali4ação tribut1ria, o servidor p blico est1 legitimado a ingressar em escritArio profissional de investigado, independentemente de sua autori4ação ou de autori4ação Budicial, desde que o faça durante o dia. c) = correspond!ncia pessoal de indiv0duo suBeito a investigação por Argão de fiscali4ação tribut1ria pode ser aberta pelo agente p blico que a esteBa condu4indo, desde que ele ten6a motivo suficiente para crer que a correspond!ncia au+iliar1 as suas averiguaç7es. d) = alegação de crença religiosa não pode, em nen6uma 6ipAtese, ser invocada para que o indiv0duo se e+ima de cumprir obrigação a todos imposta por lei. e) M poss0vel a cumulação de danos morais com danos materiais em indeni4ação por viol!ncia ao direito à intimidade, à imagem ou à 6onra do indiv0duo. =rt. )F, @ H

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a) Lesmo que a violação à intimidade de uma pessoa não l6e ten6a causado nen6um preBu04o material, ainda assim, esta mesma pessoa tem o direito a indeni4ação por danos morais. b) Como regra, uma profissão somente pode ser e+ercida pelos indiv0duos depois de a lei t!(la regulamentado, fi+ando qualificaç7es profissionais que devem ser necessariamente atendidas. c) "s direitos e garantias individuais consagrados na Constituição $ederal, como regra, somente geram direitos subBetivos aos indiv0duos depois de regulados pelo legislador ordin1rio. d) = não ser durante o dia, e por determinação Budicial, ninguém pode entrar na casa de outrem sem o seu consentimento e+presso. e) " e+erc0cio leg0timo do direito de reunião em locais abertos ao p blico depende de prévia autori4ação da autoridade p blica competente em matéria de segurança p blica. =rt. )F, @ H NCEGU5R' H INSPETOR DE POLACIA CI6IL H PCER' H .II/ .) 5oliciais da #elegacia de 9epressão a Entorpecentes entram em resid!ncia situada em 1rea carente do Lunic0pio do 9io de Janeiro, a partir de investigaç7es, às duas 6oras da madrugada, encontrando em seu interior grande quantidade de Ncloridrato de coca0naO, guardada por dois indiv0duos. Kuanto ao princ0pio da inviolabilidade do domic0lio, pode(se afirmar que% a) a pol0cia agiu corretamente, porque dilig!ncias em 1reas carentes dispensam mandado Budicial' b) a equipe policial ser1 responsabili4ada, pois é vedada de forma absoluta a entrada noturna da pol0cia em casa de indiv0duo' c) por não se tratar de 6ipAtese de prestação de socorro, e+ceção ao princ0pio da inviolabilidade do domic0lio, a intervenção policial foi incorreta' d) a 6ipAtese apresentada é de flagrante delito, em tese, e+ceção ao princ0pio da inviolabilidade do domic0lio' e) a pol0cia agiria com correção se dispusesse de mandado Budicial, indispens1vel para aquela dilig!ncia. =rt. )F, P8

ESA5 H ASSISTENTE DE CNANCELARIA J CINISTLRIO DAS RELA=FES EETERIORES H .II. G) =ssinale a opção correta.

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL NCEGU5R' H O5ICIAL DE CARTORIO DE POLACIA CI6IL J PCER' H .II/ &Q) = entrada de equipe policial na casa de um indiv0duo é poss0vel% a) a qualquer 6ora do dia ou da noite a critério da autoridade policial' b) a qualquer 6ora do dia ou da noite desde que os policiais possuam um mandado da autoridade Budicial competente' c) em caso de flagrante delito, ou desastre, e+ceto para prestar socorro, ou durante o dia, por determinação Budicial' d) com o consentimento do morador, em caso de flagrante delito, ou desastre, ou para prestar socorro, ou durante o dia por determinação Budicial' e) a inviolabilidade do domic0lio é absoluta. =rt. )F, P8 H NCEGU5R' H DELEBADO DE POLACIA CI6IL H PCER' H .III &&) C6egou ao con6ecimento do delegado de pol0cia que #edé, procurado traficante de drogas foragido 61 cento e vinte dias, contra quem e+iste mandado de prisão, encontra(se no interior de sua resid!ncia e domic0lio, e que est1 prestes a viaBar definitivamente para o e+terior. 5ara agir em respeito aos direitos e garantias individuais, a autoridade policial dever1% a) dirigir(se pessoalmente ao local e prender #edé, mesmo que à noite, por se tratar de crime assemel6ado aos 6ediondos' b) determinar que seBa cumprido o mandado, entrando os agentes da pol0cia na casa e prendendo o indiv0duo, desde que durante o dia' c) solicitar o comparecimento ao local do promotor de Bustiça, autoridade cuBa presença legitima a prisão, ainda que durante a noite' d) solicitar a participação da pol0cia federal para a prisão, ante o risco de pr1tica futura de tr1fico para o e+terior' e) representar ao Bui4 competente pela e+pedição de mandado de prisão especial, que possa ser cumprido em qualquer local e 6or1rio. =rt. )F, P8

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NCEGU5R' H TLCNICO 'UDICIKRIO J KREA ADCINISTRATI6A H TREGR' J .II/ &*) ;obre a inviolabilidade do domic0lio do indiv0duo, é incorreto afirmar que% a) o ingresso de qualquer pessoa, inclusive autoridades p blicas, pode ocorrer quando autori4ado pelo morador' b) trata(se de princ0pio de nature4a absoluta, não admitindo qualquer tipo de e+ceção' c) pode ocorrer a entrada, sem autori4ação do morador, em caso de flagrante delito' d) o ingresso para prestar socorro independe de consentimento do morador' e) a ordem Budicial não legitima a entrada, sem consentimento do morador, durante a noite. =rt. )F, P8 NCEGU5R' H O5ICIAL DE CARTORIO DE POLACIA CI6IL J PCER' H .II/ &,) 3endo em vista a inviolabilidade das comunicaç7es telefCnicas e a lei que regulamentou a parte final do inciso P88, do art. )R, da Constituição da 9ep blica, assinale a opção 8:C"99E3=% a) = aus!ncia da >ei nR ..*.-S.- implicou o não recon6ecimento da licitude de qualquer prova col6ida por escuta telefCnica, ainda que a mesma fosse precedida de ordem Budicial. b) = quebra do sigilo dos dados telefCnicos pode ser ordenada por uma comissão 5arlamentar de inquérito, desde que se observe o princ0pio da colegialidade. c) ;egundo a Burisprud!ncia, é admiss0vel a utili4ação da prova il0cita no processo penal, desde que ver0dica, para beneficiar o réu, caso em que continuar1 a ser imprest1vel para condenar o pretenso autor do crime. d) =s provas obtidas sem observDncia dos requisitos constitucionais pertinentes à interceptação telefCnica serão, igualmente, inquinadas de nulidade. e) ;egundo a Burisprud!ncia do ;upremo 3ribunal $ederal, desde que observados os requisitos constitucionais, a interceptação de comunicação telefCnica é meio l0cito para captação de provas em qualquer processo Budicial ou administrativo. =rt. )F, P88

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL ESA5 J AUDITOR 5ISCAL DA RECEITA 5EDERAL H .II/ &/) :os casos de interceptação telefCnica, a Constituição $ederal, no inciso P88, do artigo ) o, abriu uma e+ceção, qual seBa, a possibilidade de violação das comunicaç7es telefCnicas, desde que presente o seguinte requisito% a) inB ria grave apurada em regular ação penal b) inquérito policial seguido de autori4ação Budicial c) ordem do Bui4, para fins de investigação criminal ou instrução processual penal, nas 6ipAteses e na forma que a lei estabelecer d) ordem Budicial para fins de investigação civil ou penal e) ordem Budicial, para fins de investigação penal ou instrução processual civil, nas 6ipAteses ta+ativamente descritas na lei ou no regulamento =rt. )F, P88 NCEGU5R' J O5ICIAL DE 'USTI=A A6ALIADOR J CB'GR' H .II/ &)) = Constituição recon6ece como fundamental o direito de associação. ;obre o e+erc0cio desse direito, analise as afirmativas a seguir% 8 ( = criação de associaç7es não depende de autori4ação. 88 ( =s associaç7es podem ter a sua atividade suspensa por determinação Budicial, não 6avendo necessidade de trDnsito em Bulgado. 888 ( =s associaç7es podem representar seus filiados Budicial ou e+traBudicialmente quando e+pressamente autori4adas. =(s) afirmativa(s) verdadeira(s) éSsão somente% a) 8 e 88' b) 8 e 888' c) 88 e 888' d) 8, 88 e 888' e) nen6uma. =rt. )F, PP8 H PPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP EEII ( é garantido o direito de propriedade' EEIII ( a propriedade atender1 a sua função social'
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EEI6 ( a lei estabelecer1 o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade p blica, ou por interesse social, mediante Busta e prévia indeni4ação em din6eiro, ressalvados os casos previstos nesta Constituição' EE6 ( no caso de iminente perigo p blico, a autoridade competente poder1 usar de propriedade particular, assegurada ao propriet1rio indeni4ação ulterior, se 6ouver dano' EE6I ( a pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabal6ada pela fam0lia, não ser1 obBeto de pen6ora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva, dispondo a lei sobre os meios de financiar o seu desenvolvimento' EE6II ( aos autores pertence o direito e+clusivo de utili4ação, publicação ou reprodução de suas obras, transmiss0vel aos 6erdeiros pelo tempo que a lei fi+ar' EE6III ( são assegurados, nos termos da lei% a) a proteção às participaç7es individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e vo4 6umanas, inclusive nas atividades desportivas' b) o direito de fiscali4ação do aproveitamento econCmico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores, aos intérpretes e às respectivas representaç7es sindicais e associativas' EEIE ( a lei assegurar1 aos autores de inventos industriais privilégio tempor1rio para sua utili4ação, bem como proteção às criaç7es industriais, à propriedade das marcas, aos nomes de empresas e a outros signos distintivos, tendo em vista o interesse social e o desenvolvimento tecnolAgico e econCmico do 5a0s' EEE ( é garantido o direito de 6erança' EEEI ( a sucessão de bens de estrangeiros situados no 5a0s ser1 regulada pela lei brasileira em benef0cio do cCnBuge ou dos fil6os brasileiros, sempre que não l6es seBa mais favor1vel a lei pessoal do Tde cuBusT'

QUESTFES DE PRO6AS ANTERIORES NCEGU5R' J TLCNICO 'UDIC* 'URACENTADO J CB'GR' J .II/

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL &-) = Constituição, no art. )F, inciso PP88, assegura o direito de propriedade mas permite ao poder p blico, no inciso PP@ do mesmo artigo, no caso de iminente perigo p blico, usar temporariamente a propriedade particular, assegurado ao propriet1rio direito de indeni4ação posterior, se 6ouver dano. Essa modalidade de intervenção do Estado na propriedade privada é denominada% a) desapropriação' b) tombamento' c) requisição' d) servidão administrativa' e) limitação administrativa. =rt. ), PP@ ESA5 J AUDITOR 5ISCAL DA RECEITA 5EDERAL H .II/ &2) " regime Bur0dico da propriedade tem seu fundamento na Constituição. Esta garante o direito de propriedade, desde que este atenda a sua função social. =ssinale a opção que não interfere com o direito de propriedade amplamente considerado. a)8nviolabilidade da 6onra e imagem das pessoas. b) #esapropriação por necessidade ou utilidade p blica, ou interesse social. c) #ireitos autorais e sua utili4ação, publicação ou reprodução de obras d) 5roteção às participaç7es individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e vo4 6umanas, inclusive nas atividades desportivas. e) <so de propriedade particular. ESA5 J TLCNICO 'UDICIKRIO J T'GCE &G) =ssinale a assertiva correta. a) = liberdade de e+pressão da atividade intelectual, art0stica, cient0fica e de comunicação não admite qualquer restrição ou limitação por parte do 5oder 5 blico, pois isto equivaleria ao restabelecimento da censura prévia. b) = pequena propriedade rural, trabal6ada pela fam0lia, não ser1 obBeto de pen6ora para pagamento de d0vida decorrente de atividade produtiva. c) " legislador poder1 outorgar ao B ri compet!ncia para con6ecer também de crimes culposos contra a vida.

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d) " uso de propriedade particular pelo 5oder 5 blico depende de indeni4ação prévia. e) = liberdade de e+erc0cio de qualquer trabal6o, assegurada a constitucionalmente, torna invi1vel que lei ordin1ria, de qualquer forma, restrinBa essa liberdade. =rt. )F, PP@8 PPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP EEEII ( o Estado promover1, na forma da lei, a defesa do consumidor' EEEIII ( todos t!m direito a receber dos Argãos p blicos informaç7es de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no pra4o da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cuBo sigilo seBa imprescind0vel à segurança da sociedade e do Estado' EEE"I6 ( são a todos assegurados, independentemente do pagamento de ta+as% a) o direito de petição aos 5oderes 5 blicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder' b) a obtenção de certid7es em repartiç7es p blicas, para defesa de direitos e esclarecimento de situaç7es de interesse pessoal' EEE6 ( a lei não e+cluir1 da apreciação do 5oder Judici1rio lesão ou ameaça a direito' EEE6I ( a lei não preBudicar1 o direito adquirido, o ato Bur0dico perfeito e a coisa Bulgada' EEE6II ( não 6aver1 Bu04o ou tribunal de e+ceção' EEE6III ( é recon6ecida a instituição do B ri, com a organi4ação que l6e der a lei, assegurados% a) a plenitude de defesa' b) o sigilo das votaç7es' c) a soberania dos veredictos' d) a compet!ncia para o Bulgamento dos crimes dolosos contra a vida' EEEIE ( não 61 crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal'

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL EL ( a lei penal não retroagir1, salvo para beneficiar o réu' ELI ( a lei punir1 qualquer discriminação atentatAria dos direitos e liberdades fundamentais' ELII ( a pr1tica do racismo constitui crime inafianç1vel e imprescrit0vel, suBeito à pena de reclusão, nos termos da lei' ELIII ( a lei considerar1 crimes inafianç1veis e insuscet0veis de graça ou anistia a pr1tica da tortura , o tr1fico il0cito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes 6ediondos, por eles respondendo os mandantes, os e+ecutores e os que, podendo evit1(los, se omitirem' ELI6 ( constitui crime inafianç1vel e imprescrit0vel a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado #emocr1tico' QUESTFES DE PRO6AS ANTERIORES ESA5 H ANALISTA DE 5INAN=AS CONTROLE H A5CGSTN H .II. E =rt. ), PPP@8

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ESA5 J AD6OBADOHBERAL DA UNI>O *Q) =ssinale a opção correta% a) :o direito constitucional brasileiro, o princ0pio do direito adquirido protege contra mudança das situaç7es estatut1rias ou dos regimes Bur0dicos. b)=s leis de ordem p blica aplicam(se de imediato, independentemente da proteção ao ato Bur0dico perfeito e ao direito adquirido. c)= aplicação da lei que amplia os pra4os de prescrição aquisitiva ou e+tintiva às situaç7es em curso viola o princ0pio do ato Bur0dico perfeito. d)= tentativa de alteração, mediante lei, de situação Bur0dica submetida a termo ou a condição insuscet0vel de ser modificada a arb0trio de outrem atenta contra o princ0pio constitucional do direito adquirido. e);egundo a Burisprud!ncia pac0fica do ;upremo 3ribunal $ederal, o princ0pio do direito adquirido afirma(se inclusive em face de alteração introdu4ida mediante Emenda Constitucional. =rt. ), PPP@8 EL6 ( nen6uma pena passar1 da pessoa do condenado, podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser, nos termos da lei, estendidas aos sucessores e contra eles e+ecutadas, até o limite do valor do patrimCnio transferido' EL6I ( a lei regular1 a individuali4ação da pena e adotar1, entre outras, as seguintes% a) privação ou restrição da liberdade' b) perda de bens' c) multa' d) prestação social alternativa' e) suspensão ou interdição de direitos' EL6II ( não 6aver1 penas% a) de morte, salvo em caso de guerra declarada, nos termos do art. G/, EIE' b) de car1ter perpétuo' c) de trabal6os forçados'

&.) ;upon6a que uma lei estabeleça a proibição de que se pactue, em contratos entre particulares, cl1usula prevendo multa pelo atraso no pagamento de aluguéis. @oc! assinou, antes da lei, um contrato em que se previa o pagamento de multa desse tipo. =ssinale a opção correta. a) = nova lei afeta o contrato anterior, anulando(o na sua integralidade, por ser de ordem p blica. b) = nova lei não afeta a validade da cl1usula de multa anteriormente pactuada, em virtude da garantia constitucional da coisa Bulgada. c) = nova lei não afeta a validade da cl1usula de multa anteriormente pactuada, em virtude da garantia constitucional do ato Bur0dico perfeito. d) = nova lei não afeta a validade de todo o contrato anteriormente celebrado, mas apenas a validade da cl1usula de multa, uma ve4 que não se pode argUir nem a garantia da coisa Bulgada, nem a do ato Bur0dico perfeito contra lei de manifesto interesse social. e) Em virtude do princ0pio da igualdade de todos perante a lei, os contratantes que previram a cl1usula de multa deverão necessariamente desistir da cl1usula de multa, para que o contrato de aluguel não seBa considerado inv1lido.
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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL d) de banimento' e) cruéis' EL6III ( a pena ser1 cumprida em estabelecimentos distintos, de acordo com a nature4a do delito, a idade e o se+o do apenado' ELIE ( é assegurado aos presos o respeito à integridade f0sica e moral' L ( às presidi1rias serão asseguradas condiç7es para que possam permanecer com seus fil6os durante o per0odo de amamentação' LI ( nen6um brasileiro ser1 e+traditado, salvo o naturali4ado, em caso de crime comum, praticado antes da naturali4ação, ou de comprovado envolvimento em tr1fico il0cito de entorpecentes e drogas afins, na forma da lei' LII ( não ser1 concedida e+tradição de estrangeiro por crime pol0tico ou de opinião' LIII ( ninguém ser1 processado nem sentenciado senão pela autoridade competente' LI6 ( ninguém ser1 privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal' L6 ( aos litigantes, em processo Budicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditArio e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes' L6I ( são inadmiss0veis, no processo, as provas obtidas por meios il0citos' L6II ( ninguém ser1 considerado culpado até o trDnsito em Bulgado de sentença penal condenatAria' L6III ( o civilmente identificado não ser1 submetido a identificação criminal, salvo nas 6ipAteses previstas em lei' QUESTFES DE PRO6AS ANTERIORES ESA5 H ANALISTA DE ASSUNTOS 'URIDICOS J SERPRO H .II/ *&) =ssinale a opção em que consta pena não vedada pela Constituição entre nAs. a) 5ena de car1ter perpétuo b) 5ena de morte em tempos de pa4 c) 5ena de perda de bens
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d) 5ena de banimento e) 5ena de trabal6os forçados
=93. ), P>@88

ESA5 H O5ICIAL DE CNANCELARIA J CINISTLRIO DAS RELA=FES EETERIORES J .II. **) ;upon6a que um brasileiro nato, um brasileiro naturali4ado e dois estrangeiros ten6am cometido um crime contra o patrimCnio num pa0s estrangeiro. 3odos os quatro vieram, depois, se esconder no Erasil. <m dos estrangeiros, depois do crime, também se naturali4ou brasileiro. Lais tarde, o pa0s em que o crime foi cometido pediu a e+tradição dos quatro. Considerando o fator da nacionalidade, quantos desses criminosos poderão ser e+traditadosV a) =penas um deles. b) =penas dois deles. c) =penas tr!s deles. d) 3odos os quatro. e) :en6um deles. =rt. ), >8 ESA5 J AD6OCACIAHBERAL DA UNI>O *,) =ssinale a opção correta% a) M leg0tima a e+tradição de brasileiro naturali4ado. b) ;egundo a Burisprud!ncia do ;upremo 3ribunal $ederal, é leg0tima a e+tradição de portugu!s beneficiado com o estatuto da igualdade. c) = Constituição brasileira admite a e+tradição nos casos de crimes pol0ticos ou de opinião. d) = Burisprud!ncia do ;upremo 3ribunal $ederal admite a e+tradição de pessoas que enfrentam, nos pa0ses requerentes, acusaç7es que poderão acarretar a sua condenação à pena de morte. e) " brasileiro naturali4ado poder1 ser e+traditado no caso de comprovado envolvimento em tr1fico de drogas. =93. ), >8

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL ESA5 H ABENTE 5ISCAL DE TRIBUTOS ESTADUAIS H SE5AQ H .II/ */) =ssinale a opção correta. a) #emonstrado, num processo administrativo, que uma associação vem reiteradamente descumprindo obrigaç7es legais de ordem tribut1ria e praticando atos nocivos ao interesse p blico, pode ser decretada, no mesmo processo, a suspensão das suas atividades ou a sua dissolução compulsAria. b) " direito de um grupo de pessoas de se reunir em lugar aberto ao p blico, para reali4ar manifestação de cun6o pol0tico subordina(se à prévia autori4ação de autoridade policial. c) " princ0pio constitucional da ampla defesa não e+ige que seBam admitidas todas as provas requeridas pelo acusado num processo administrativo. d) #urante o dia, agentes p blicos de repartição de fiscali4ação tribut1ria podem entrar na resid!ncia ou no escritArio de pessoa sob a sua investigação, independentemente de autori4ação Budicial, sempre que isso seBa indispens1vel para preservar provas teis à instrução de um processo administrativo. e) = lei pode criar a obrigatoriedade de filiação de trabal6adores ao sindicato da sua categoria. =rt. ), >@ H ESA5 H ANALISTA DE CERCADO DE CAPITAIS G INSPETOR J C6C J .II/ *)) =ssinale a opção correta. (Kuestão =daptada) a) " direito de reunião somente pode ser e+ercido depois de obtida autori4ação da autoridade administrativa competente. b) Em caso nen6um a pol0cia pode entrar na casa de alguém sem o seu consentimento ou sem mandado Budicial. c) 3anto no processo penal, como também no processo c0vel ou administrativo são inadmiss0veis as provas obtidas por meios il0citos. d) = e+pressão p blica de opini7es sobre outras pessoas, mesmo que ofensiva e degradante, nunca constitui ato il0cito, uma ve4 que a Constituição pro0be a censura. e) ;omente o Bui4 e o membro do Linistério 5 blico t!m compet!ncia para decretar a prisão de
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indiv0duos, que ten6a por finalidade assegurar o andamento do processo penal. =93. ), >@8 NCEGU5R' H DELEBADO DE POLACIA CI6IL H PCER' J .II/ *-) =cerca da identificação criminal Constituição, assinale a alternativa correta% na

a) :o te+to constitucional a identificação criminal equivale à identificação civil, sendo l0cito ao #elegado de 5ol0cia Civil identificar criminalmente todos aqueles que estão civilmente identificados. b) =s 6ipAteses de identificação criminal se subsumem e+clusivamente ao Bu04o de discricionariedade do #elegado de 5ol0cia Civil que preside o inquérito policial. c) = aplicação do princ0pio da ra4oabilidade permite a identificação criminal sempre que 6ouver fundada suspeita de adulteração no documento apresentado pelo civilmente identificado. d) Configura ofensa aos princ0pios do contraditArio e da ampla defesa a identificação criminal do civilmente identificado, em qualquer 6ipAtese. e) = aplicação do princ0pio da proporcionalidade apenas torna poss0vel a identificação criminal na 6ipAtese de o indiciado não estar civilmente identificado. =93. )F, >@888 H 5'B J TLCNICO DE CONTROLE EETERNO J TCCGR' J .III *2) = alternativa que guarda pertin!ncia e adequação quanto aos #ireitos e Warantias $undamentais insculpidos no 3e+to Constitucional é% =) a publicidade dos atos processuais não poder1 ser restringida por lei, uma ve4 que ela é princ0pio constitucional e+presso no art. ,2, caput E) a quebra de sigilo da comunicação telefCnica poder1 fa4er prova em processo penal ou c0vel, desde que autori4ada por determinação Budicial, em observDncia ao princ0pio da legalidade C) a obtenção de certid7es em repartiç7es p blicas, para defesa de direitos e esclarecimento

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL de situaç7es de interesse pessoal, é assegurada a todos, independentemente do pagamento de ta+as #) o contraditArio e a ampla defesa nos processos Budiciais estão assegurados constitucionalmente, embora quanto aos processos administrativos eles não esteBam e+pressamente mencionados na >ei Laior. =93. ), >P NCEGU5R' J O5ICIAL DE 'USTI=A A6ALIADOR J CB'GR' J .II/ *G) #e acordo com as normas constitucionais em vigor, relativas aos direitos e garantias fundamentais, analise as afirmativas a seguir% 8 ( = quebra de sigilo da comunicação telefCnica pode ser autori4ada somente por determinação Budicial, para fa4er prova em processo penal ou c0vel. 88 ( = Constituição somente assegura o contraditArio e a ampla defesa nos processos Budiciais, não mencionando e+pressamente os processos administrativos. 888 ( = lei não poder1 restringir a publicidade dos atos processuais. =(s) afirmativa(s) verdadeira(s) éSsão somente% a) 8 e 88' b) 8 e 888' c) 88 e 888' d) 8, 88 e 888' e) nen6uma. =rt. ), >P 5'B H CONTROLADOR DE ARRECADA=>O CUNICIPAL H SC5GR' H .II0 *.) = alternativa que não corresponde a um direito ou a uma garantia constitucional é% =) aos litigantes, em processo Budicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditArio e a ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes E) não 6aver1 prisão civil por d0vida, salvo a do respons1vel pelo inadimplemento volunt1rio e inescus1vel de obrigação aliment0cia e a do deposit1rio infiel
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C) são inviol1veis os sigilos da correspond!ncia e das comunicaç7es telefCnicas, salvo por ordem Budicial, para fins criminais ou civis #) a lei sA poder1 restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o e+igirem =rt. ), >P NCEGU5R' H PAPILOSCOPISTA DE POLACIA CI6IL J PCER' H .II/ ,Q) "s direitos e deveres individuais e coletivos encontram guarida no art. )F da C9$ESGG. #e acordo com a disciplina veiculada pelo dispositivo em questão, analise as seguintes proposiç7es% 8 ( = casa é asilo inviol1vel do indiv0duo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador. 9essalva(se a possibilidade de ingresso na casa, sem consentimento do morador, somente quando for caso de flagrante delito ou para cumprimento de determinação Budicial. 88 ( Em regra, admite(se o ingresso em resid!ncia para cumprimento de determinação Budicial, mesmo sem o consentimento do morador, nos per0odos diurno ou noturno. 888 ( ;alvo nas 6ipAteses previstas em lei, o civilmente identificado não ser1 submetido a identificação criminal datiloscApica. 8@ ( :ão 6aver1 penas de morte (salvo em caso de guerra declarada), de car1ter perpétuo e de trabal6os forçados, dentre outras. @ ( = prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados em até */ 6oras ao Bui4 competente, devendo o preso, nos termos do art. ).F >P888 da C$SGG, ser informado do direito de permanecer calado, embora o sil!ncio possa ser interpretado em seu desfavor. =s afirmativas corretas são somente% a) 8 e @' b) 888 e 8@' c) 8, 888 e 8@' d) 8, 88, 888 e 8@' e) 8, 88, 888, 8@ e @. PPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP LIE ( ser1 admitida ação privada nos crimes de ação p blica, se esta não for intentada no pra4o legal'

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL LE ( a lei sA poder1 restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o e+igirem' LEI ( ninguém ser1 preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade Budici1ria competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei' LEII ( a prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao Bui4 competente e à fam0lia do preso ou à pessoa por ele indicada' LEIII ( o preso ser1 informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado, sendo(l6e assegurada a assist!ncia da fam0lia e de advogado' LEI6 ( o preso tem direito à identificação dos respons1veis por sua prisão ou por seu interrogatArio policial' LE6 ( a prisão ilegal ser1 imediatamente rela+ada pela autoridade Budici1ria' LE6I ( ninguém ser1 levado à prisão ou nela mantido, quando a lei admitir a liberdade provisAria, com ou sem fiança' LE6II ( não 6aver1 prisão civil por d0vida, salvo a do respons1vel pelo inadimplemento volunt1rio e inescus1vel de obrigação aliment0cia e a do deposit1rio infiel' LE6III ( conceder(se(1 T6abeas(corpusT sempre que alguém sofrer ou se ac6ar ameaçado de sofrer viol!ncia ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder' LEIE ( conceder(se(1 mandado de segurança para proteger direito l0quido e certo, não amparado por T6abeas(corpusT ou T6abeas(dataT, quando o respons1vel pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade p blica ou agente de pessoa Bur0dica no e+erc0cio de atribuiç7es do 5oder 5 blico' LEE ( o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por% a) partido pol0tico Congresso :acional' com representação no

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LEEI ( conceder(se(1 mandado de inBunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne invi1vel o e+erc0cio dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania' LEEII ( conceder(se(1 T6abeas(dataT% a) para assegurar o con6ecimento de informaç7es relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de car1ter p blico' b) para a retificação de dados, quando não se prefira fa4!(lo por processo sigiloso, Budicial ou administrativo' LEEIII ( qualquer cidadão é parte leg0tima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimCnio p blico ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimCnio 6istArico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada m1(fé, isento de custas Budiciais e do Cnus da sucumb!ncia' LEEI6 ( o Estado prestar1 assist!ncia Bur0dica integral e gratuita aos que comprovarem insufici!ncia de recursos' LEE6 ( o Estado indeni4ar1 o condenado por erro Budici1rio, assim como o que ficar preso além do tempo fi+ado na sentença' LEE6I ( são gratuitos para os recon6ecidamente pobres, na forma da lei% a) o registro civil de nascimento' b) a certidão de Abito' LEE6II ( são gratuitas as aç7es de T6abeas( corpusT e T6abeas(dataT, e, na forma da lei, os atos necess1rios ao e+erc0cio da cidadania. X &F ( =s normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais t!m aplicação imediata. X *F ( "s direitos e garantias e+pressos nesta Constituição não e+cluem outros decorrentes do regime e dos princ0pios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a 9ep blica $ederativa do Erasil seBa parte.

b) organi4ação sindical, entidade de classe ou associação legalmente constitu0da e em funcionamento 61 pelo menos um ano, em defesa dos interesses de seus membros ou associados'
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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL QUESTFES DE PRO6AS ANTERIORES NCEGU5R' H O5ICIAL DE CARTORIO DE POLACIA CI6IL J PCER' H .II/ ,&) ;ão e+emplos de 9emédios Constitucionais% a) possibilidade do cumprimento de prestação alternativa ao e+imir(se, o indiv0duo, de obrigação legal a todos imposta na forma da lei' b) a inafiançabilidade e a insuscetibilidade da graça ou anistia nos casos de pr1tica da tortura, o tr1fico il0cito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes 6ediondos' c) a inafiançabilidade e a imprescritibilidade do crime de racismo' d) direito de petição, 6abeas corpus, mandado de segurança, mandado de inBunção, 6abeas data e ação popular' e) a pena de morte, a pena de car1ter perpétuo, os trabal6os forçados, o banimento e os trabal6os cruéis. NCEGU5R' H O5ICIAL DE CARTORIO DE POLACIA CI6IL J PCER' H .II/ ,*) ;obre o habeas corpus, é correto afirmar que% a) é cab0vel ação de 6abeas corpus em relação às puniç7es disciplinares militares em qualquer uma das armas e, ainda, em sede de corporaç7es militares estaduais' b) sob o prisma constitucional, a ação de 6abeas corpus limitar(se(1 a tutelar a liberdade ambulatorial do paciente, não admitindo cumulação de pedido de indeni4ação por danos morais ou materiais sofridos em ra4ão do encarceramento indevido' c) o direito constitucional brasileiro apenas consagrou o 6abeas corpus liberatArio, e+cluindo o preventivo' d) tanto o paciente quanto o impetrante de um 6abeas corpus serão, necessariamente, pessoas f0sicas' e) a autoridade coatora na ação de 6abeas corpus é necessariamente um agente do poder p blico ou de entidade governamental. de entrada e sa0da.

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NCEGU5R' H INSPETOR DE POLACIA CI6IL H PCER' H .II/ ,,) 8ndique a pessoa impossibilitada de figurar no pAlo ativo da ação de habeas corpus% a) estrangeiro, em causa prApria' b) menor de idade, em favor de outrem' c) pessoa Bur0dica, em defesa de pessoa f0sica' d) o politicamente incapa4' e) o Lagistrado, na qualidade de Bui4. =93. ), >@888 NCEGU5R' H PAPILOSCOPISTA DE POLACIA CI6IL J PCER' H .II/ ,/) =cerca dos Nremédios constitucionaisO disciplinados no art. )F da C9$ESGG, aprecie as seguintes proposiç7es% 8 ( =dmite(se a impetração de mandado de segurança contra ato de particular praticado no e+erc0cio de atribuição do 5oder 5 blico que l6e ten6a sido delegada. 88 ( #escabe mandado de segurança quando o direito a ser tutelado for amparado por 6abeas corpus ou 6abeas data. 888 ( " 6abeas corpus pode ser impetrado pelo prAprio paciente, por terceira pessoa em favor do primeiro J mesmo que desprovida de capacidade postulatAria J ou ainda pelo Linistério 5 blico. 8@ ( " mandado de segurança coletivo somente poder1 ser impetrado por partido pol0tico com representação no congresso nacional, por organi4ação sindical ou entidade de classe de Dmbito nacional, em funcionamento 61 pelo menos um ano e no interesse de seus membros. @ ( Caber1 a concessão de 6abeas data para assegurar o con6ecimento de informaç7es relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de car1ter p blico, bem como para a retificação de dados, quando não se prefira fa4!(lo por processo sigiloso, Budicial ou administrativo. Julgando as assertivas, assinale% a) se cinco estiverem corretas' b) se quatro estiverem corretas' c) se tr!s estiverem corretas' d) se duas estiverem corretas' e) se uma estiver correta.

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL NCEGU5R' H DELEBADO DE POLACIA CI6IL H PCER' J .III ,)) #r. Earbosa, advogado, solicitou ao delegado de pol0cia vistas sobre um inquérito policial, sendo seu pedido negado pela autoridade policial, pois nos autos constavam informaç7es que poderiam levar à fuga daquele que seria indiciado. 8nconformado, o advogado ameaçou propor ação Budicial contra o ato do delegado. =nalisando a conduta do delegado e do advogado, face aos direitos e prerrogativas de todos os envolvidos, é correto afirmar que% a) o delegado agiu corretamente, pois prevalece, em sede de inquérito, o princ0pio in dubio pro societate' b) deveria o advogado impetrar habeas data, para garantir seu direito de acessar informaç7es a respeito da pessoa de seu cliente, constante de banco de dados oficial' c) o advogado estaria praticando os crimes de resist!ncia e desobedi!ncia, por se opor à e+ecução de ato legal e por desobedecer a ordem legal de funcion1rio p blico' d) nen6uma ação constitucional poderia ser utili4ada pelo advogado, ante a nature4a administrativa do inquérito, cuBos v0cios não contaminariam eventual ação penal' e) o advogado poderia impetrar mandado de segurança, no qual figuraria o delegado como autoridade coatora, para garantir seu direito de consultar os autos do inquérito. =93. ), >P8P NCEGU5R' J ANALISTA DE TECNOLOBIA J KREA DE DIREITO J INPI H .II. ,-) Com relação aos direitos e fundamentais, analise as afirmativas% garantias

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=(s) afirmativa(s) verdadeira(s) éSsão somente% a) 8 b) 88 c) 888 d) 8 e 88 e) 8 e 888 5'B J TLCNICO DE CONTROLE EETERNO J TCCGR' J .II0 ,2) #as alternativas abai+o, aquela que tra4 descrição adequada sobre os remédios constitucionais é% =) o habeas corpus impetrado contra ato coator imputado à 3urma 9ecursal, e+istente no Dmbito dos Jui4ados Especiais da Justiça local, é de compet!ncia origin1ria do 3ribunal de Justiça do Estado, que ir1 process1(lo e Bulg1(lo E) o mandado de inBunção tem por pressuposto a e+ist!ncia de norma regulamentadora de te+to constitucional que assegure o e+erc0cio dos direitos às liberdades constitucionais e às prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania C) o habeas data impetrado com obBetivo de assegurar o con6ecimento de informaç7es relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais, dispensa o pagamento das custas processuais incidentes, desde que alegada e provada a insufici!ncia de recursos #) o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por partido pol0tico com representação no Congresso :acional, organi4ação sindical, entidade de classe ou associação legal(mente constitu0da e em funcionamento 61 pelo menos um ano, em defesa dos interesses de seus membros ou associados

8 ( " contraditArio e a ampla defesa, como princ0pios constitucionais, são aplicados aos processos administrativos e Budiciais. 88 ( " mandado de inBunção é uma garantia constitucional que vai viabili4ar o acesso do impetrante às informaç7es a seu respeito, e+istentes em banco de dados de car1ter p blico. 888 ( = ação popular poder1 ser aBui4ada por qualquer brasileiro que ten6a plena capacidade civil.
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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL ESA5 H ABENTE 5ISCAL DE TRIBUTOS ESTADUAIS H SE5AQ H .II/ ,G) Em seguida a uma acusação de pr1tica de fatos graves, um servidor p blico foi demitido do seu cargo. 8nconformado com a decisão, entendendo que o processo administrativo que precedeu a punição não respeitou o seu direito de ampla defesa, o servidor demitido quer anular em Bu04o à punição. 8ndique, entre as aç7es abai+o relacionadas, a mais apropriada para um tal propAsito. a) Habeas corpus b) Landado de segurança c) =ção civil p blica d) Landado de inBunção e) =ção popular ESA5 H ANALISTA DE CONTROLE EETERNO H ACE H TCU H .II. ,.) =ssinale a opção correta. a) = testemun6a convocada para depor perante uma Comissão 5arlamentar de 8nquérito no Dmbito do Congresso :acional e que entenda ileg0tima a sua convocação pode impetrar habeas corpus para se livrar da convocação. b) " servidor demitido do serviço p blico e que, por isso, viu(se impedido de entrar livremente na sua antiga repartição, pode aBui4ar habeas corpus para impugnar o ato de demissão. c) " habeas data é o instrumento adequado para se con6ecer e retificar informação relativa ao impetrante em bancos de dados de qualquer entidade p blica ou privada. d) C6ama(se coletivo o mandado de segurança impetrado por mais de um impetrante. e) " mandado de inBunção é meio apto para se pleitear e+tensão de vantagem funcional concedida apenas a um segmento do funcionalismo p blico, sob o argumento de que outras carreiras t!m os mesmos conte dos ocupacionais, merecendo, pois, id!ntico tratamento legislativo. ESA5 H ANALISTA DE CERCADO DE CAPITAIS G INSPETOR J C6C J .II/ /Q) <ma autoridade proibiu que João ingressasse em certa repartição p blica, onde João pretendia tratar de assunto do seu interesse. #e que garantia
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constitucional pode(se valer João para desafiar em Bu04o a ordem que l6e parece inBustaV a) Landado de segurança b) Landado de inBunção c) Habeas data d) Habeas corpus e) =ção popular ESA5 H ASSISTENTE DE CNANCELARIA J CINISTLRIO DAS RELA=FES EETERIORES H .II. /&) = respeito da ação popular é correto di4er% a) 3oda ação popular contra Linistro de Estado ou 5residente da 9ep blica deve ser aBui4ada perante o ;upremo 3ribunal $ederal. b) " estrangeiro pode aBui4ar a ação popular, desde que para defender um direito seu, violado pelo ato atacado na demanda. c) 5ode(se propor ação popular visando a anular ato administrativo que ofenda, a um sA tempo, a moralidade administrativa e o patrimCnio p blico. d) "s sindicatos e as associaç7es de classe de Dmbito nacional t!m legitimidade para propor ação popular. e) ;omente o Linistério 5 blico pode propor ação popular. ESA5 J TLCNICO DE 5INAN=AS E CONTROLE JS5C H .III /*) ;upon6a que um servidor p blico ten6a sido demitido do seu cargo, depois de ter sido acusado de fato que era ao mesmo tempo falta administrativa e crime comum. " servidor entende que não l6e foi assegurado o direito da ampla defesa no processo administrativo. =ssinale a opção que indica garantia constitucional em princ0pio adequada para que o servidor se insurBa contra a demissão. a) Habeas corpus b) Habeas data c) mandado de segurança d) mandado de inBunção e) argUição de descumprimento de preceito fundamental

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL NCEGU5R' J ANALISTA 'UDICIKRIO H KREA 'UDICIKRIA H TREGR' H .II/ /,) Com relação aos direitos e garantias previstos na Constituição, é correto afirmar que% a) o brasileiro naturali4ado, mesmo eleitor, não poder1 propor ação popular' b) o mandado de inBunção é uma garantia constitucional que vai permitir o acesso do impetrante às informaç7es a seu respeito e+istentes em banco de dados de car1ter p blico' c) a pena de morte não pode ser aplicada em nen6uma 6ipAtese por ser o direito à vida um dois direitos fundamentais' d) o mandado de inBunção ainda não foi regulamentado por lei, ra4ão pela qual não pode ser aplicado' e) o partido pol0tico, sem representação no Congresso :acional, não pode propor mandado de segurança coletivo. CAIS QUESTFES DE PRO6AS ANTERIORES J ART* +, H TODOS OS INCISOS NCEGU5R' H INSPETOR DE POLACIA CI6IL H PCER' H .II/ &) =inda com relação aos direitos individuais previstos no artigo )R da Constituição da 9ep blica, pode(se afirmar que% a) são imprescrit0veis, inalien1veis, universais, secund1rios e imut1veis' b) são variaç7es do direito à vida, à liberdade, à segurança, à igualdade e à propriedade' c) estão previstos apenas no artigo )R da Constituição da 9ep blica' d) o artigo )R é uma proteção do Estado em face dos indiv0duos' e) no artigo )R e+istem apenas direitos individuais. NCEGU5R' H INSPETOR DE POLACIA CI6IL H PCER' H .II/ *) =ssinale a 6ipAtese que corresponde a um direito coletivo% a) direito de associação' b) direito de propriedade' c) direito de petição' d) direito ao contraditArio' e) direito à integridade f0sica do preso.
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Professor Tiago Queiroz
NCEGU5R' H DELEBADO DE POLACIA CI6IL H PCER' H .II/ ,) =ssevera o artigo )R da Constituição da 9ep blica que% a) as associaç7es sA podem ser dissolvidas por decisão Budicial transitada em Bulgado' b) a liberdade de reunião, por ser um direito individual de e+pressão coletiva, est1 submetida a uma reserva legal simples' c) os tratados internacionais que versem sobre direitos e garantias fundamentais terão aplicação imediata e incondicionada em todo territArio nacional' d) o princ0pio da presunção da inoc!ncia ilide a prisão cautelar caso o preso não seBa informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado' e) a interceptação de comunicação telefCnica est1 submetida a uma reserva legal qualificada. NCEGU5R' H DELEBADO DE POLACIA CI6IL H PCER' H .II. /) = comple+idade da viv!ncia social pAs( globali4ação e+ige cada ve4 mais a especificação de direitos e garantias fundamentais, obBetivando a manutenção da dignidade da pessoa 6umana, preceito fundamental da nossa >ei Laior. #entro desse conte+to, pode(se afirmar corretamente que% a) os direitos de )Y geração representam os advindos da realidade virtual que compreendem o grande desenvolvimento da cibernética na atualidade, implicando o rompimento de fronteiras, estabelecendo conflitos entre pa0ses com realidades distintas, via internet' b) os direitos de /Y geração são os direitos transindividuais, mas também observados como coletivos ou difusos, basicamente relacionados com os direitos ao meio ambiente equilibrado, ao desenvolvimento econCmico e à defesa do consumidor' c) os direitos de ,Y geração são os direitos de manipulação genética, relacionados à biotecnologia e à bioengen6aria, que tratam de quest7es sobre a vida e a morte e que requerem uma discussão ética prévia' d) os direitos de *Y geração são os direitos individuais, preservando a liberdade do indiv0duo em detrimento dos abusos legislativos do Estado' e) os direitos de &Y geração outorgam limites ao Estado, consagrando os direitos sociais, buscando

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL o atendimento às necessidades m0nimas da pessoa 6umana. 5'B J 5ISCAL DE RENDAS DO CUNICAPIO DO RIO DE 'ANEIRO J SC5GR' H .II0 )) = correspond!ncia entre os valores e as aspiraç7es de um povo e o te+to constitucional confere a este ltimo% =) legalidade E) adequação C) legitimidade #) congru!ncia tem1tica 5'B J 5ISCAL DE RENDAS DO CUNICAPIO DO RIO DE 'ANEIRO J SC5GR' H .II0 -) = idéia de não caber ao Judici1rio anular uma lei quando puder preserv1(la num dos sentidos que ela comporte, e que esteBa em consonDncia com a Constituição, importa naquilo que se denomina% =) controle de constitucionalidade com redução de te+to E) interpretação conforme à Constituição C) controle concentrado da Constituição #) aplicabilidade imediata da norma ESA5 H ANALISTA CONTKBIL DO BANCO CENTRAL J BACEN J .II/ 2) =ssinale a opção correta. a) "s membros do Linistério 5 blico podem decretar a prisão, por ordem escrita e fundamentada, de pessoa suspeita de cometimento de crime definido em lei como 6ediondo. b) " preso é obrigado a responder às perguntas que l6e são feitas pela autoridade competente sobre os fatos que levaram à sua prisão, sob pena de sofrer as sanç7es cab0veis por desobedi!ncia. c) <m contrato de compra e venda, que ten6a estipulado o pagamento, em ,- meses, não fica afetado por uma lei posterior à celebração do aBuste, que determine que nen6um contrato pode fi+ar pra4o de pagamento superior a &* meses. d) = =dministração pode recusar(se a certificar fatos, sempre que a certidão possa ser usada em Bu04o contra o prAprio Estado. e) = lei que torna mais severa a punição de um certo crime deve ser aplicada com relação a fatos
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ocorridos antes dela, desde que ainda esteBa em curso o processo criminal aberto para apurar o evento. ESA5 H ANALISTA DE COCLRCIO EETERIOR J CDIC H .II. G) =ssinale a opção correta. a) :os termos da Constituição, todas as pessoas indiciadas em inquérito policial devem ser submetidas à identificação criminal. b) :inguém no 3erritArio :acional pode ser preso, a não ser por determinação da autoridade Budici1ria competente. c) = assist!ncia Bur0dica integral e gratuita que a Constituição assegura que o Estado prestar1 aos que comprovarem insufici!ncia de recursos abrange tanto processos c0veis como criminais. d) M contr1ria à Constituição toda norma de direito penal que possua regras com efeitos retroativos. e) :os termos e+pressos da Constituição de &.GG, somente por meio de lei federal, da iniciativa do 5residente da 9ep blica, pode se conceder anistia por crime de terrorismo. ESA5 H ANALISTA DE 5INAN=AS E CONTROLE H A5C J .II. .) =ssinale a opção correta. a) M ileg0timo, por ferir a garantia constitucional da ampla defesa, todo indeferimento de prova pedida por acusado em processo administrativo. b) " indiv0duo que invoca motivo de crença religiosa para se e+imir de obrigação legal a todos imposta e que se recusa a cumprir prestação alternativa fi+ada em lei pode ser privado de direitos. c) :ão se pode declarar inconstitucional uma lei pelo fato de ela ser manifestamente desarra4oada. d) " membro do Linistério 5 blico pode decretar a prisão de pessoa submetida à sua investigação criminal, sempre que isso for necess1rio para proteger testemun6as do caso. e) 5orque a vida privada é inviol1vel, repugna ao sistema constitucional brasileiro a quebra de sigilo banc1rio.

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL ESA5 H ANALISTA DE 5INAN=AS E CONTROLE J A5C J .III &Q) =ssinale a opção correta a respeito dos direitos e garantias individuais. a) ;egundo entendimento B1 assentado, os direitos e garantias e+pressos em normas constantes de tratados internacionais de que o Erasil fa4 parte t!m estatura constitucional e constituem cl1usulas pétreas. b) "s direitos e garantias individuais, como regra, t!m a sua aplicabilidade dependente de lei que os regulamente. c) 5ara o e+erc0cio do direito de reunião pac0fica, sem armas e em lugar aberto ao p blico, não se e+ige prévia autori4ação da autoridade administrativa, mas se e+ige que a ela seBa dirigido prévio aviso. d) ;egundo o princ0pio do Bui4 natural, não se pode despoBar alguém da sua liberdade ou da sua propriedade sem que se l6e assegure o direito ao contraditArio. e) " e+erc0cio do direito de criar associação depende de autori4ação da autoridade p blica competente, nos termos da lei. ESA5 H O5ICIAL DE CNANCELARIA J CINISTLRIO DAS RELA=FES EETERIORES H .II. &&) =ssinale a opção correta. a) Em nen6um caso os brasileiros não(residentes no Erasil são alcançados pela declaração de direitos fundamentais inscrita na Constituição $ederal. b) " princ0pio da igualdade entre 6omens e mul6eres fulmina de inconstitucionalidade todo o tratamento legislativo diferenciado em ra4ão do se+o do destinat1rio da norma. c) " direito fundamental à vida é tido pelo constituinte como direito absoluto, insuscet0vel de qualquer restrição por parte do Estado. d) =s provas obtidas por meio de escuta telefCnica il0cita não podem ser aproveitadas em processo Budicial, mas podem servir de elemento de convicção no processo administrativo, na medida em que revelem a verdade obBetiva. e) " propriet1rio de um bem cuBo uso foi requisitado pela autoridade competente em caso de perigo p blico não tem direito a ser indeni4ado
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pelo uso do bem, sendo apenas ressarcido se 6ouver dano. ESA5 H ESPECIALISTA EC POLATICAS PUBLICAS E BESTOR BO6ERNACENTAL J CPOB H .II. &*) ;obre os direitos fundamentais, assinale a opção correta. a) :ão se pode invocar direito adquirido contra lei de ordem p blica. b) Wravação il0cita de conversa telefCnica não pode ser aceita em processo Budicial, mas nada impede que os dados por ela obtidos seBam aproveitados em processo administrativo, se indispens1veis para a descoberta da verdade real. c) = gravação de conversa telefCnica pode ser autori4ada por autoridade Budicial, para fins de instrução de processo administrativo disciplinar. d) " e+erc0cio de qualquer profissão depende da respectiva regulamentação por lei. e) = Constituição não impede que a lei possa retroagir para beneficiar o particular em face do poder p blico ESA5 H ESPECIALISTA EC POLATICAS PUBLICAS E BESTOR BO6ERNACENTAL J CPOB H .II. &,) =ssinale a opção correta. a) " particular não pode se opor a que um bem seu seBa requisitado para o enfrentamento de iminente perigo p blico, devendo o uso do bem ser necessariamente indeni4ado ao ser restitu0do ao propriet1rio. b) " duplo grau de Burisdição não foi erigido pelo constituinte de &.GG ao n0vel de direito individual fundamental. c) =utoridade policial pode dissolver compulsoriamente associação nefasta ao interesse p blico. d) 3odas as provas requeridas pelo acusado num processo administrativo devem ser admitidas pela autoridade que o preside, sob pena de ofensa à garantia da ampla defesa. e) 3odo o brasileiro nato é parte leg0tima para propor ação popular, visando a anular ato lesivo ao patrimCnio p blico.

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL ESA5 H ESPECIALISTA EC POLATICAS PUBLICAS E BESTOR BO6ERNACENTAL J CPOB H .II/ &/) =ssinale a opção correta. a) =s normas constitucionais que proclamam direitos sociais, são normas program1ticas e, como tais, não t!m efic1cia Bur0dica, representando apenas programas pol0ticos de ação para os poderes constitu0dos. b) 3odo brasileiro é parte leg0tima para propor ação popular contra ato de administrador p blico lesivo ao patrimCnio p blico. c) Em caso de perigo p blico iminente, a autoridade competente pode usar a propriedade de particular, que somente ser1 indeni4ado, posteriormente, se 6ouver dano. d) = proibição de uso de prova il0cita aplica(se ao processo criminal, mas não ao processo administrativo e c0vel. e) Em nen6uma 6ipAtese a lei penal pode retroagir. ESA5 H ABENTE TRIBUTKRIO ESTADUAL J SE5GCS H .II/ &)) =ssinale a opção correta. a) <m agente da =dministração fa4end1ria tem o poder de dissolver uma associação ou sociedade civil cuBos atos seBam contr1rios aos interesses do fisco. b) = =dministração pode se recusar, segundo um Bu04o de conveni!ncia e oportunidade insuscet0vel de ser impugnado em Bu04o, a fornecer certidão requerida por um indiv0duo, deseBoso de ver esclarecida certa situação do seu interesse pessoal. c) 8ndepende de autori4ação Budicial a escuta telefCnica de indiv0duo suspeito de sonegação fiscal, desde que a escuta se faça por determinação de autoridade fa4end1ria, em processo administrativo regularmente aberto. d) " mandado de inBunção é a garantia constitucional concebida para proteger direito l0quido e certo contra abuso de autoridade p blica. e) = Constituição $ederal pro0be a prisão civil por d0vida, mas admite que seBa preso o respons1vel pelo inadimplemento volunt1rio e inescus1vel de obrigação aliment0cia. ESA5 H ABENTE TRIBUTKRIO ESTADUAL J SE5GCS H .II/
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&-) ;obre os direitos fundamentais, assinale a opção errada. a) :inguém pode ser obrigado a se filiar a sindicato ou a associação de classe. b) Em nen6um caso a Constituição $ederal admite pena cruel. c) = Constituição garante a todo o brasileiro nato não ser e+traditado. d) :en6uma lei penal pode retroagir. e) :en6uma lei ordin1ria, mesmo que seBa de ordem p blica, pode preBudicar ato Bur0dico perfeito ou direito adquirido. ORBANIQA=>O DO ESTADO 5EDERAL BRASILEIRO REPARTI=>O DE COCPETMNCIAS "bserve que o Edital do Concurso pede% "rgani4ação do Estado $ederal Erasileiro% repartição de compet!ncias " 30tulo Constitucional sobre a organi4ação do estado abrange os artigos &G a ,- da C$, entretanto, o Edital limita o estudo ao cap0tulo de repartição de compet!ncias, sendo, desta forma, a matéria e+igida para o concurso, o conte do dos artigos *& a ,, da C$. Para me")or e te dime to- &amos estudar os artigos /@ a 00 da C5*

TATULO III DA ORBANIQA=>O DO ESTADO CAPATULO I DA ORBANIQA=>O POLATICOH ADCINISTRATI6A
Art* /@ ( = organi4ação pol0tico(administrativa da 9ep blica $ederativa do Erasil compreende a <nião, os Estados, o #istrito $ederal e os Lunic0pios, todos autCnomos, nos termos desta Constituição. R /, ( Eras0lia é a Capital $ederal. R ., ( "s 3erritArios $ederais integram a <nião, e sua criação, transformação em Estado ou reintegração ao Estado de origem serão reguladas em lei complementar.

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL R 0, ( "s Estados podem incorporar(se entre si, subdividir(se ou desmembrar(se para se ane+arem a outros, ou formarem novos Estados ou 3erritArios $ederais, mediante aprovação da população diretamente interessada, através de plebiscito, e do Congresso :acional, por lei complementar. R 2, ( = criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de Lunic0pios, far(se(ão por lei estadual, dentro do per0odo determinado por lei complementar federal, e dependerão de consulta prévia, mediante plebiscito, às populaç7es dos Lunic0pios envolvidos, apAs divulgação dos Estudos de @iabilidade Lunicipal, apresentados e publicados na forma da lei. Art* /? ( M vedado à <nião, aos Estados, ao #istrito $ederal e aos Lunic0pios% I ( estabelecer cultos religiosos ou igreBas, subvencion1(los, embaraçar(l6es o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relaç7es de depend!ncia ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse p blico' II ( recusar fé aos documentos p blicos' III ( criar distinç7es entre brasileiros ou prefer!ncias entre si. CAPATULO II DA UNI>O Art* .I ( ;ão bens da <nião% I ( os que atualmente l6e pertencem e os que l6e vierem a ser atribu0dos' II ( as terras devolutas indispens1veis à defesa das fronteiras, das fortificaç7es e construç7es militares, das vias federais de comunicação e à preservação ambiental, definidas em lei' III ( os lagos, rios e quaisquer correntes de 1gua em terrenos de seu dom0nio, ou que ban6em mais de um Estado, sirvam de limites com outros pa0ses, ou se estendam a territArio estrangeiro ou dele proven6am, bem como os terrenos marginais e as praias fluviais' I6 ( as il6as fluviais e lacustres nas 4onas lim0trofes com outros pa0ses' as praias mar0timas' as il6as oceDnicas e as costeiras, e+clu0das, destas, as 1reas referidas no art. *-, 88' 6 ( os recursos naturais da plataforma continental e da 4ona econCmica e+clusiva' 6I ( o mar territorial' 6II ( os terrenos de marin6a e seus acrescidos'
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6III ( os potenciais de energia 6idr1ulica' IE ( os recursos minerais, inclusive os do subsolo' E ( as cavidades naturais subterrDneas e os s0tios arqueolAgicos e pré(6istAricos' EI ( as terras tradicionalmente ocupadas pelos 0ndios. X &F ( é assegurada, nos termos da lei, aos Estados, ao #istrito $ederal e aos Lunic0pios, bem como a Argãos da administração direta da <nião, participação no resultado da e+ploração de petrAleo ou g1s natural, de recursos 60dricos para fins de geração de energia elétrica e de outros recursos minerais no respectivo territArio, plataforma continental, mar territorial ou 4ona econCmica e+clusiva, ou compensação financeira por essa e+ploração. R ., ( = fai+a de até cento e cinqUenta quilCmetros de largura, ao longo das fronteiras terrestres, designada como fai+a de fronteira, é considerada fundamental para defesa do territArio nacional, e sua ocupação e utili4ação serão reguladas em lei. Art* ./ ( Compete à <nião% I ( manter relaç7es com Estados estrangeiros e participar de organi4aç7es internacionais' II ( declarar a guerra e celebrar a pa4' III ( assegurar a defesa nacional' I6 ( permitir, nos casos previstos em lei complementar, que forças estrangeiras transitem pelo territArio nacional ou nele permaneçam temporariamente' 6 ( decretar o estado de s0tio, o estado de defesa e a intervenção federal' 6I ( autori4ar e fiscali4ar a produção e o comércio de material bélico' 6II ( emitir moeda' 6III ( administrar as reservas cambiais do 5a0s e fiscali4ar as operaç7es de nature4a financeira, especialmente as de crédito, cDmbio e capitali4ação, bem como as de seguros e de previd!ncia privada' IE ( elaborar e e+ecutar planos nacionais e regionais de ordenação do territArio e de desenvolvimento econCmico e social' E ( manter o serviço postal e o correio aéreo nacional' EI ( e+plorar, diretamente ou mediante autori4ação, concessão ou permissão, os serviços de telecomunicaç7es, nos termos da lei, que dispor1 sobre a organi4ação dos serviços, a criação de um Argão regulador e outros aspectos institucionais'

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL EII ( e+plorar, diretamente ou mediante autori4ação, concessão ou permissão% a) os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens' b) os serviços e instalaç7es de energia elétrica e o aproveitamento energético dos cursos de 1gua, em articulação com os Estados onde se situam os potenciais 6idroenergéticos' c) a navegação aérea, aeroespacial e a infra( estrutura aeroportu1ria' d) os serviços de transporte ferrovi1rio e aquavi1rio entre portos brasileiros e fronteiras nacionais, ou que transpon6am os limites de Estado ou 3erritArio' e) os serviços de transporte rodovi1rio interestadual e internacional de passageiros' f) os portos mar0timos, fluviais e lacustres' EIII ( organi4ar e manter o 5oder Judici1rio, o Linistério 5 blico e a #efensoria 5 blica do #istrito $ederal e dos 3erritArios' EI6 ( organi4ar e manter a pol0cia civil, a pol0cia militar e o corpo de bombeiros militar do #istrito $ederal, bem como prestar assist!ncia financeira ao #istrito $ederal para a e+ecução de serviços p blicos, por meio de fundo prAprio' E6 ( organi4ar e manter os serviços oficiais de estat0stica, geografia, geologia e cartografia de Dmbito nacional' E6I ( e+ercer a classificação, para efeito indicativo, de divers7es p blicas e de programas de r1dio e televisão' E6II ( conceder anistia' E6III ( planeBar e promover a defesa permanente contra as calamidades p blicas, especialmente as secas e as inundaç7es' EIE ( instituir sistema nacional de gerenciamento de recursos 60dricos e definir critérios de outorga de direitos de seu uso' EE ( instituir diretri4es para o desenvolvimento urbano, inclusive 6abitação, saneamento b1sico e transportes urbanos' EEI ( estabelecer princ0pios e diretri4es para o sistema nacional de viação' EEII ( e+ecutar os serviços de pol0cia mar0tima, aeroportu1ria e de fronteiras' EEIII ( e+plorar os serviços e instalaç7es nucleares de qualquer nature4a e e+ercer monopAlio estatal sobre a pesquisa, a lavra, o enriquecimento e reprocessamento, a industriali4ação e o comércio de minérios nucleares e seus derivados, atendidos os seguintes princ0pios e condiç7es%

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a) toda atividade nuclear em territArio nacional somente ser1 admitida para fins pac0ficos e mediante aprovação do Congresso :acional' b) sob regime de concessão ou permissão, é autori4ada a utili4ação de radioisAtopos para a pesquisa e usos medicinais, agr0colas, industriais e atividades an1logas' c) a responsabilidade civil por danos nucleares independe da e+ist!ncia de culpa' EEI6 ( organi4ar, manter e e+ecutar a inspeção do trabal6o' EE6 ( estabelecer as 1reas e as condiç7es para o e+erc0cio da atividade de garimpagem, em forma associativa. Art* .. ( Compete privativamente à <nião legislar sobre% I ( direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agr1rio, mar0timo, aeron1utico, espacial e do trabal6o' II ( desapropriação' III ( requisiç7es civis e militares, em caso de iminente perigo e em tempo de guerra' I6 ( 1guas, energia, inform1tica, telecomunicaç7es e radiodifusão' 6 ( serviço postal' 6I ( sistema monet1rio e de medidas, t0tulos e garantias dos metais' 6II ( pol0tica de crédito, cDmbio, seguros e transfer!ncia de valores' 6III ( comércio e+terior e interestadual' IE ( diretri4es da pol0tica nacional de transportes' E ( regime dos portos, navegação lacustre, fluvial, mar0tima, aérea e aeroespacial' EI ( trDnsito e transporte' EII ( Ba4idas, minas, outros recursos minerais e metalurgia' EIII ( nacionalidade, cidadania e naturali4ação' EI6 ( populaç7es ind0genas' E6 ( emigração e imigração, entrada, e+tradição e e+pulsão de estrangeiros' E6I ( organi4ação do sistema nacional de emprego e condiç7es para o e+erc0cio de profiss7es' E6II ( organi4ação Budici1ria, do Linistério 5 blico e da #efensoria 5 blica do #istrito $ederal e dos 3erritArios, bem como organi4ação administrativa destes' E6III ( sistema estat0stico, sistema cartogr1fico e de geologia nacionais' EIE ( sistemas de poupança, captação e garantia da poupança popular' EE ( sistemas de consArcios e sorteios'

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL EEI ( normas gerais de organi4ação, efetivos, material bélico, garantias, convocação e mobili4ação das pol0cias militares e corpos de bombeiros militares' EEII ( compet!ncia da pol0cia federal e das pol0cias rodovi1ria e ferrovi1ria federais' EEIII ( seguridade social' EEI6 ( diretri4es e bases da educação nacional' EE6 ( registros p blicos' EE6I ( atividades nucleares de qualquer nature4a' EE6II ( normas gerais de licitação e contratação, em todas as modalidades, para as administraç7es p blicas diretas, aut1rquicas e fundacionais da <nião, Estados, #istrito $ederal e Lunic0pios, obedecido o disposto no art. ,2, PP8, e para as empresas p blicas e sociedades de economia mista, nos termos do art. &2,, X &F, 888' EE6III ( defesa territorial, defesa aeroespacial, defesa mar0tima, defesa civil e mobili4ação nacional' EEIE ( propaganda comercial. Par9grafo # i!o ( >ei complementar poder1 autori4ar os Estados a legislar sobre quest7es espec0ficas das matérias relacionadas neste artigo. Art* .0 ( M compet!ncia comum da <nião, dos Estados, do #istrito $ederal e dos Lunic0pios% I ( 4elar pela guarda da Constituição, das leis e das instituiç7es democr1ticas e conservar o patrimCnio p blico' II ( cuidar da sa de e assist!ncia p blica, da proteção e garantia das pessoas portadoras de defici!ncia' III ( proteger os documentos, as obras e outros bens de valor 6istArico, art0stico e cultural, os monumentos, as paisagens naturais not1veis e os s0tios arqueolAgicos' I6 ( impedir a evasão, a destruição e a descaracteri4ação de obras de arte e de outros bens de valor 6istArico, art0stico ou cultural' 6 ( proporcionar os meios de acesso à cultura, à educação e à ci!ncia' 6I ( proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas' 6II ( preservar as florestas, a fauna e a flora' 6III ( fomentar a produção agropecu1ria e organi4ar o abastecimento alimentar' IE ( promover programas de construção de moradias e a mel6oria das condiç7es 6abitacionais e de saneamento b1sico'

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E ( combater as causas da pobre4a e os fatores de marginali4ação, promovendo a integração social dos setores desfavorecidos' EI ( registrar, acompan6ar e fiscali4ar as concess7es de direitos de pesquisa e e+ploração de recursos 60dricos e minerais em seus territArios' EII ( estabelecer e implantar pol0tica de educação para a segurança do trDnsito. Par9grafo # i!o ( >ei complementar fi+ar1 normas para a cooperação entre a <nião e os Estados, o #istrito $ederal e os Lunic0pios, tendo em vista o equil0brio do desenvolvimento e do bem(estar em Dmbito nacional. Art* .2 ( Compete à <nião, aos Estados e ao #istrito $ederal legislar concorrentemente sobre% I ( direito tribut1rio, financeiro, penitenci1rio, econCmico e urban0stico' II ( orçamento' III ( Buntas comerciais' I6 ( custas dos serviços forenses' 6 ( produção e consumo' 6I ( florestas, caça, pesca, fauna, conservação da nature4a, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição' 6II ( proteção ao patrimCnio 6istArico, cultural, art0stico, tur0stico e paisag0stico' 6III ( responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor art0stico, estético, 6istArico, tur0stico e paisag0stico' IE ( educação, cultura, ensino e desporto' E ( criação, funcionamento e processo do Bui4ado de pequenas causas' EI ( procedimentos em matéria processual' EII ( previd!ncia social, proteção e defesa da sa de' EIII ( assist!ncia Bur0dica e defensoria p blica' EI6 ( proteção e integração social das pessoas portadoras de defici!ncia' E6 ( proteção à infDncia e à Buventude' E6I ( organi4ação, garantias, direitos e deveres das pol0cias civis. R /, ( :o Dmbito da legislação concorrente, a compet!ncia da <nião limitar(se(1 a estabelecer normas gerais. R ., ( = compet!ncia da <nião para legislar sobre normas gerais não e+clui a compet!ncia suplementar dos Estados.

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL R 0, ( 8ne+istindo lei federal sobre normas gerais, os Estados e+ercerão a compet!ncia legislativa plena, para atender a suas peculiaridades. R 2, ( = superveni!ncia de lei federal sobre normas gerais suspende a efic1cia da lei estadual, no que l6e for contr1rio.

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ra4ão de, no m1+imo, setenta e cinco por cento daquele estabelecido, em espécie, para os #eputados $ederais, observado o que disp7em os arts. ,., X /F, )2, X 2F, &)Q, 88, &),, 888, e &),, X *F, 8. T (*) Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 0"/0#/98 X ,F ( Compete às =ssembléias >egislativas dispor sobre seu regimento interno, pol0cia e serviços administrativos de sua secretaria, e prover os respectivos cargos. X /F ( = lei dispor1 sobre a iniciativa popular no processo legislativo estadual. TArt* .@* = eleição do Wovernador e do @ice( Wovernador de Estado, para mandato de quatro anos, reali4ar(se(1 no primeiro domingo de outubro, em primeiro turno, e no ltimo domingo de outubro, em segundo turno, se 6ouver, do ano anterior ao do término do mandato de seus antecessores, e a posse ocorrer1 em primeiro de Baneiro do ano subseqUente, observado, quanto ao mais, o disposto no art. 22.T (*) Redação dada pela Emenda Constitucional nº 1#, de 0"/0#/9$ TR /, 5erder1 o mandato o Wovernador que assumir outro cargo ou função na administração p blica direta ou indireta, ressalvada a posse em virtude de concurso p blico e observado o disposto no art. ,G, 8, 8@ e @.T (*) %rans&ormado em ' 1º pela Emenda Constitucional nº 19, de 0"/0#/98 TR ., "s subs0dios do Wovernador, do @ice( Wovernador e dos ;ecret1rios de Estado serão fi+ados por lei de iniciativa da =ssembléia >egislativa, observado o que disp7em os arts. ,2, P8, ,., X /F, &)Q, 88, &),, 888, e &),, X *F, 8.T (ar)*ra&o inclu+do pela Emenda Constitucional nº 19, de 0"/0#/98

CAPATULO III DOS ESTADOS 5EDERADOS
Art* .+. "s Estados organi4am(se e regem(se pelas
Constituiç7es e leis que adotarem, observados os princ0pios desta Constituição. X &F ( ;ão reservadas aos Estados as compet!ncias que não l6es seBam vedadas por esta Constituição. TR ., Cabe aos Estados e+plorar diretamente, ou mediante concessão, os serviços locais de g1s canali4ado, na forma da lei, vedada a edição de medida provisAria para a sua regulamentação.T (*) Redação dada pela Emenda Constitucional nº 5, de 15/08/95 X ,F ( "s Estados poderão, mediante lei complementar, instituir regi7es metropolitanas, aglomeraç7es urbanas e microrregi7es, constitu0das por agrupamentos de munic0pios lim0trofes, para integrar a organi4ação, o planeBamento e a e+ecução de funç7es p blicas de interesse comum. =rt. *-. 8ncluem(se entre os bens dos Estados% 8 ( as 1guas superficiais ou subterrDneas, fluentes, emergentes e em depAsito, ressalvadas, neste caso, na forma da lei, as decorrentes de obras da <nião' 88 ( as 1reas, nas il6as oceDnicas e costeiras, que estiverem no seu dom0nio, e+clu0das aquelas sob dom0nio da <nião, Lunic0pios ou terceiros' 888 ( as il6as fluviais e lacustres não pertencentes à <nião' 8@ ( as terras devolutas não compreendidas entre as da <nião.

CAPATULO I6 Dos Cu i!%pios
Art* .?. " Lunic0pio reger(se(1 por lei orgDnica,
votada em dois turnos, com o interst0cio m0nimo de de4 dias, e aprovada por dois terços dos membros da CDmara Lunicipal, que a promulgar1, atendidos os princ0pios estabelecidos nesta Constituição, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos% 8 ( eleição do 5refeito, do @ice(5refeito e dos @ereadores, para mandato de quatro anos, mediante pleito direto e simultDneo reali4ado em todo o 5a0s' TII ( eleição do 5refeito e do @ice(5refeito reali4ada no primeiro domingo de outubro do ano anterior ao término do mandato dos que devam suceder, aplicadas as regras do art. 22, no caso de Lunic0pios com mais de du4entos mil eleitores'T (*) Redação dada pela Emenda Constitucional nº 1#, de 0"/0#/9$

Art* .1. " n mero de #eputados à =ssembléia
>egislativa corresponder1 ao triplo da representação do Estado na CDmara dos #eputados e, atingido o n mero de trinta e seis, ser1 acrescido de tantos quantos forem os #eputados $ederais acima de do4e. X &F ( ;er1 de quatro anos o mandato dos #eputados Estaduais, aplicando( s!(l6es as regras desta Constituição sobre sistema eleitoral, inviolabilidade, imunidades, remuneração, perda de mandato, licença, impedimentos e incorporação às $orças =rmadas. !R ., " subs0dio dos #eputados Estaduais ser1 fi+ado por lei de iniciativa da =ssembléia >egislativa, na
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888 ( posse do 5refeito e do @ice(5refeito no dia &F de Baneiro do ano subseqUente ao da eleição' 8@ ( n mero de @ereadores proporcional à população do Lunic0pio, observados os seguintes limites% a) m0nimo de nove e m1+imo de vinte e um nos Lunic0pios de até um mil6ão de 6abitantes' b) m0nimo de trinta e tr!s e m1+imo de quarenta e um nos Lunic0pios de mais de um mil6ão e menos de cinco mil67es de 6abitantes' c) m0nimo de quarenta e dois e m1+imo de cinqUenta e cinco nos Lunic0pios de mais de cinco mil67es de 6abitantes' T6 ( subs0dios do 5refeito, do @ice(5refeito e dos ;ecret1rios Lunicipais fi+ados por lei de iniciativa da CDmara Lunicipal, observado o que disp7em os arts. ,2, P8, ,., X /F, &)Q, 88, &),, 888, e &),, X *F, 8'Z (*) Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 0"/0#/98 (*) Redação dada pela Emenda Constitucional nº ,5, de 1"/0,/,000 T6I ( o subs0dio dos @ereadores ser1 fi+ado pelas respectivas CDmaras Lunicipais em cada legislatura para a subseqUente, observado o que disp7e esta Constituição, observados os critérios estabelecidos na respectiva >ei "rgDnica e os seguintes limites m1+imos% a) em Lunic0pios de até de4 mil 6abitantes, o subs0dio m1+imo dos @ereadores corresponder1 a vinte por cento do subs0dio dos #eputados Estaduais' b) em Lunic0pios de de4 mil e um a cinqUenta mil 6abitantes, o subs0dio m1+imo dos @ereadores corresponder1 a trinta por cento do subs0dio dos #eputados Estaduais' c) em Lunic0pios de cinqUenta mil e um a cem mil 6abitantes, o subs0dio m1+imo dos @ereadores corresponder1 a quarenta por cento do subs0dio dos #eputados Estaduais' d) em Lunic0pios de cem mil e um a tre4entos mil 6abitantes, o subs0dio m1+imo dos @ereadores corresponder1 a cinqUenta por cento do subs0dio dos #eputados Estaduais' e) em Lunic0pios de tre4entos mil e um a quin6entos mil 6abitantes, o subs0dio m1+imo dos @ereadores corresponder1 a sessenta por cento do subs0dio dos #eputados Estaduais' f) em Lunic0pios de mais de quin6entos mil 6abitantes, o subs0dio m1+imo dos @ereadores corresponder1 a setenta e cinco por cento do subs0dio dos #eputados Estaduais'T T6II ( o total da despesa com a remuneração dos vereadores não poder1 ultrapassar o montante de cinco
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Professor Tiago Queiroz
por cento da receita do munic0pio'T -nciso inclu+do pela Emenda Constitucional nº 1, de .1/0./9, T6III ( inviolabilidade dos @ereadores por suas opini7es, palavras e votos no e+erc0cio do mandato e na circunscrição do Lunic0pio'T (*) Renumerado pela Emenda Constitucional nº 1, de .1/0./9, TIE J proibiç7es e incompatibilidades, no e+erc0cio da vereança, similares, no que couber, ao disposto nesta Constituição para os membros do Congresso :acional e, na Constituição do respectivo Estado, para os membros da =ssembléia >egislativa'Z (*) Renumerado pela Emenda Constitucional nº 1, de .1/0./9, TE J Bulgamento do 5refeito perante o 3ribunal de Justiça'T (*) Renumerado pela Emenda Constitucional nº 1, de .1/0./9, TEI J organi4ação das funç7es legislativas e fiscali4adoras da CDmara Lunicipal'T (*) Renumerado pela Emenda Constitucional nº 1, de .1/0./9, (*) Renumerado pela Emenda Constitucional nº 1, de .1/0./9, TEII J cooperação das associaç7es representativas no planeBamento municipal'Z TEIII J iniciativa popular de proBetos de lei de interesse espec0fico do Lunic0pio, da cidade ou de bairros, através de manifestação de, pelo menos, cinco por cento do eleitorado'T (*) Renumerado pela Emenda Constitucional nº 1, de .1/0./9, TEI6 J perda do mandato do 5refeito, nos termos do art. *G, par1grafo nico.T (*) Renumerado pela Emenda Constitucional nº 1, de .1/0./9, /rti*o inclu+do pela Emenda Constitucional nº ,5, de 1"/0,/,000 TArt* .?HA. " total da despesa do 5oder >egislativo Lunicipal, inclu0dos os subs0dios dos @ereadores e e+clu0dos os gastos com inativos, não poder1 ultrapassar os seguintes percentuais, relativos ao somatArio da receita tribut1ria e das transfer!ncias previstas no X )o do art. &), e nos arts. &)G e &)., efetivamente reali4ado no e+erc0cio anterior% 8 ( oito por cento para Lunic0pios com população de até cem mil 6abitantes' 88 ( sete por cento para Lunic0pios com população entre cem mil e um e tre4entos mil 6abitantes' 888 ( seis por cento para Lunic0pios com população entre tre4entos mil e um e quin6entos mil 6abitantes' 8@ ( cinco por cento para Lunic0pios com população acima de quin6entos mil 6abitantes.

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X &o = CDmara Lunicipal não gastar1 mais de setenta por cento de sua receita com fol6a de pagamento, inclu0do o gasto com o subs0dio de seus @ereadores. X *o Constitui crime de responsabilidade do 5refeito Lunicipal% 8 ( efetuar repasse que supere os limites definidos neste artigo' 88 ( não enviar o repasse até o dia vinte de cada m!s' ou 888 ( envi1(lo a menor em relação à proporção fi+ada na >ei "rçament1ria. X ,o Constitui crime de responsabilidade do 5residente da CDmara Lunicipal o desrespeito ao X & o deste artigo.T

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Professor Tiago Queiroz
contribuinte, para e+ame e apreciação, o qual poder1 questionar(l6es a legitimidade, nos termos da lei. X /F ( M vedada a criação de 3ribunais, Consel6os ou Argãos de Contas Lunicipais.

CAPATULO 6 DO DISTRITO 5EDERAL E DOS TERRITORIOS Se34o I DO DISTRITO 5EDERAL
Art* 0.. " #istrito $ederal, vedada sua divisão em Lunic0pios, reger( se(1 por lei orgDnica, votada em dois turnos com interst0cio m0nimo de de4 dias, e aprovada por dois terços da CDmara >egislativa, que a promulgar1, atendidos os princ0pios estabelecidos nesta Constituição. X &F ( =o #istrito $ederal são atribu0das as compet!ncias legislativas reservadas aos Estados e Lunic0pios. X *F ( = eleição do Wovernador e do @ice(Wovernador, observadas as regras do art. 22, e dos #eputados #istritais coincidir1 com a dos Wovernadores e #eputados Estaduais, para mandato de igual duração. X ,F ( =os #eputados #istritais e à CDmara >egislativa aplica(se o disposto no art. *2. X /F ( >ei federal dispor1 sobre a utili4ação, pelo Woverno do #istrito $ederal, das pol0cias civil e militar e do corpo de bombeiros militar. Se34o II DOS TERRITORIOS Art* 00* = lei dispor1 sobre a organi4ação administrativa e Budici1ria dos 3erritArios. X &F ( "s 3erritArios poderão ser divididos em Lunic0pios, aos quais se aplicar1, no que couber, o disposto no Cap0tulo 8@ deste 30tulo. X *F ( =s contas do Woverno do 3erritArio serão submetidas ao Congresso :acional, com parecer prévio do 3ribunal de Contas da <nião. X ,F ( :os 3erritArios $ederais com mais de cem mil 6abitantes, além do Wovernador nomeado na forma desta Constituição, 6aver1 Argãos Budici1rios de primeira e segunda instDncia, membros do Linistério 5 blico e defensores p blicos federais' a lei dispor1 sobre as eleiç7es para a CDmara 3erritorial e sua compet!ncia deliberativa.

Art* 0I. Compete aos Lunic0pios%
8 ( legislar sobre assuntos de interesse local' 88 ( suplementar a legislação federal e a estadual no que couber' 888 ( instituir e arrecadar os tributos de sua compet!ncia, bem como aplicar suas rendas, sem preBu04o da obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos pra4os fi+ados em lei' 8@ ( criar, organi4ar e suprimir distritos, observada a legislação estadual' @ ( organi4ar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços p blicos de interesse local, inclu0do o de transporte coletivo, que tem car1ter essencial' @8 ( manter, com a cooperação técnica e financeira da <nião e do Estado, programas de educação pré(escolar e de ensino fundamental' @88 ( prestar, com a cooperação técnica e financeira da <nião e do Estado, serviços de atendimento à sa de da população' @888 ( promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planeBamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano' 8P ( promover a proteção do patrimCnio 6istArico( cultural local, observada a legislação e a ação fiscali4adora federal e estadual. =rt. ,&. = fiscali4ação do Lunic0pio ser1 e+ercida pelo 5oder >egislativo Lunicipal, mediante controle e+terno, e pelos sistemas de controle interno do 5oder E+ecutivo Lunicipal, na forma da lei. X &F ( " controle e+terno da CDmara Lunicipal ser1 e+ercido com o au+0lio dos 3ribunais de Contas dos Estados ou do Lunic0pio ou dos Consel6os ou 3ribunais de Contas dos Lunic0pios, onde 6ouver. X *F ( " parecer prévio, emitido pelo Argão competente sobre as contas que o 5refeito deve anualmente prestar, sA dei+ar1 de prevalecer por decisão de dois terços dos membros da CDmara Lunicipal. X ,F ( =s contas dos Lunic0pios ficarão, durante sessenta dias, anualmente, à disposição de qualquer
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Professor Tiago Queiroz
atribuindo aos Estados, assim, compet!ncias residuais ou reservadas' c) adotou o constituinte o critério de atribuir aos Estados a compet!ncia material ou administrativa sobre as quest7es de interesse municipal, reservando aos Lunic0pios a compet!ncia legislativa, quando não e+ercitada, em pra4o 61bil, pelo Estado' d) ine+istem 1reas de atuação material ou administrativa concorrente da <nião, Estados e Lunic0pios, posto que cada ente da $ederação deve respeitar os limites previstos na Constituição de &.GG' e) o #istrito $ederal, por não poder e+ercer compet!ncias dos Estados, como a legislativa, e por ser impedida sua divisão em Lunic0pios, culmina por e+ercitar as mesmas compet!ncias legislativas e administrativas que os Lunic0pios. NCEGU5R' H DELEBADO DE POLACIA CI6IL H PCER' H .II/ /) =cerca dos princ0pios constitucionais aplic1veis à segurança p blica, assine a alternativa correta% a) "s estados(membros possuem compet!ncia legislativa plena para legislar acerca da segurança p blica, sendo de compet!ncia da =ssembléia >egislativa, em conBunto com o Wovernador do Estado, deliberar sobre a pol0tica de segurança. b) " problema da segurança p blica é de Dmbito nacional, tendo em vista a ponderação de interesses na Constituição, competindo portanto à <nião, e somente a ela, legislar sobre o tema. c) =cerca de garantias, direitos e deveres das pol0cias civis, o estado(membro limitar(se(1 a estabelecer normas gerais. d) Compete privativamente à <nião legislar sobre normas gerais de efetivo, material bélico, garantias, convocação e mobili4ação das pol0cias militares e corpos de bombeiros militares. e) =os servidores p blicos militares, incluindo os membros das pol0cias militares e dos corpos de bombeiros militares, é l0cita a sindicali4ação, sendo vedado o direito à greve.

QUESTFES DE PRO6AS ANTERIORES NCEGU5R' H O5ICIAL DE CARTORIO DE POLACIA CI6IL J PCER' H .II/ &) :o que tange à forma de estado da 9ep blica $ederativa do Erasil, a afirmativa correta é% a) " #istrito $ederal est1 ausente do rol de entes que comp7em a 9ep blica $ederativa do Erasil. b) " Estado $ederal é caracteri4ado pela e+ist!ncia de v1rias ordens Bur0dicas centrais e parciais. c) ;ão requisitos para a manutenção da $ederação% a rigide4 constitucional, a e+ist!ncia de controle de constitucionalidade e o estabelecimento de cl1usulas pétreas. d) = $ederação pode surgir da reunião de estados, como no caso do Erasil, ou da subdivisão de estados como no modelo norte(americano. e) = capacidade para estabelecer normas é o oposto de descentrali4ação pol0tica. 5'B H CONTROLADOR DE ARRECADA=>O CUNICIPAL H SC5GR' H .II0 *) "s recursos naturais da plataforma continental são considerados bens% =) dos Estados ou 3erritArios costeiros E) dos Lunic0pios costeiros C) dos Estados costeiros #) da <nião NCEGU5R' H DELEBADO DE POLACIA CI6IL H PCER' H .III ,) = distribuição de compet!ncias entre os entes federativos foi elaborada pelo constituinte de &.GG com base em diversos critérios, visando à preservação da $ederação, com resguardo dos interesses da <nião, Estados, Lunic0pios e #istrito $ederal, e ao relacionamento 6armCnico entre os tr!s poderes, sendo e+ato afirmar que% a) certas compet!ncias foram destinadas, em car1ter e+clusivo, a determinados entes, como a de legislar, atribu0da à <nião, sem possibilidade de e+erc0cio suplementar por Estados ou Lunic0pios' b) o constituinte de &.GG, de regra, definiu as compet!ncias administrativas da <nião,
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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL NCEGU5R' H DELEBADO DE POLACIA CI6IL H PCER' H .II. )) Kuando trata da organi4ação da segurança p blica, J";M =$":;" #= ;8>@= (Curso de #ireito Constitucional 5ositivo, &G Y ed., Ed. Lal6eiros, p.2)2) di4 que% N[1, contudo, uma repartição de compet!ncias nessa matéria entre a <nião e os Estados, de tal sorte que o princ0pio que rege é o de que o problema da segurança p blica é de compet!ncia e responsabilidade de cada unidade da $ederação (...).O =ssim, é correto afirmar que é compet!ncia% a) concorrente e+ecutar os serviços de pol0cia mar0tima, aeroportu1ria e de fronteiras, tendo em vista o fortalecimento do princ0pio federativo' b) privativa da <nião legislar sobre normas gerais de organi4ação, efetivos, material bélico, garantias, convocação e mobili4ação das pol0cias militares e corpos de bombeiros militares' c) e+clusiva da <nião legislar sobre compet!ncia da pol0cia federal e das pol0cias rodovi1ria e ferrovi1ria federais' d) privativa da <nião organi4ar e manter a pol0cia civil, a pol0cia militar e o corpo de bombeiros militar do #istrito $ederal' e) comum a organi4ação, garantias, direitos e deveres das pol0cias civis. NCEGU5R' H PAPILOSCOPISTA DE POLACIA CI6IL J PCER' H .II/ -) =cerca da repartição constitucional compet!ncias, assinale a alternativa incorreta% de

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Professor Tiago Queiroz
e) compete privativamente à <nião legislar sobre direito financeiro, penitenci1rio e econCmico. NCEGU5R' J ANALISTA 'UDICIKRIO H KREA 'UDICIKRIA H TREGR' J .II/ 2) Com relação à <nião, assinale a alternativa incorreta% a) :o e+erc0cio da compet!ncia comum, a <nião vai legislar sobre as normas gerais dos assuntos relacionados na Constituição. b) = lei complementar poder1 atribuir aos Estados a compet!ncia para legislar sobre quest7es espec0ficas das matérias de compet!ncia privativa da <nião. c) Compete à <nião organi4ar, no #istrito $ederal, o 5oder Judici1rio, o Linistério 5 blico e a #efensoria 5 blica. d) "s 3erritArios $ederais, se forem criados, não serão dotados de autonomia pol0tico( administrativa, pertencendo sempre à <nião. e) 5ertencerão aos Estados as terras devolutas que não foram atribu0das à <nião pela Constituição. 5'B J 5ISCAL DE RENDAS DO CUNICAPIO DO RIO DE 'ANEIRO J SC5GR' J .II0 G) = repartição da compet!ncia legiferante na $ederação brasileira é informada pelo princ0pio% =) da subsidiariedade estadual e municipal E) da predominDncia do interesse C) do interesse regional #) do interesse local 5'B H CONTROLADOR DE ARRECADA=>O CUNICIPAL H SC5GR' H .II0 .) >egislar sobre a inelegibilidade de #eputados compete% =) aos Estados e à <nião, sendo o primeiro de forma subsidi1ria E) à <nião, ao #istrito $ederal e aos Estados C) de forma comum à <nião e aos Estados #) privativamente à <nião

a) os Estados podem ser autori4ados, por meio de >ei Complementar, a legislar sobre quest7es afetas a matérias constitucionalmente elencadas como sendo de compet!ncia privativa da <nião' b) quando 6ouver compet!ncia legislativa concorrente, a compet!ncia da <nião limita(se ao estabelecimento de normas gerais, não ficando e+clu0da a compet!ncia suplementar dos Estados' c) compete à <nião, aos Estados e ao #istrito $ederal legislar concorrentemente sobre organi4ação, garantias, direitos e deveres das pol0cias civis' d) compete ao Lunic0pio organi4ar e prestar os serviços p blicos de interesse local, inclu0do o de transporte coletivo'
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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL 5 'B H CONTROLADOR DE ARRECADA=>O CUNICIPAL H SC5GR' H .II0 &Q) = compet!ncia que os Estados possuem para legislarem, na 6ipAtese de inércia da <nião em editar normas gerais, denomina(se% =) compet!ncia relativa E) compet!ncia comum C) compet!ncia supletiva #) compet!ncia absoluta 5'B H CONTROLADOR DE ARRECADA=>O CUNICIPAL H SC5GR' H .II0 &&) = compet!ncia da <nião para legislar sobre o sistema monet1rio e de medidas, t0tulos e garantias dos metais é% =) privativa E) comum C) subsidi1ria #) concorrente ESA5 H ANALISTA DE COCLRCIO EETERIOR J CDIC H .II. &*) ;obre a organi4ação federal brasileira, é poss0vel afirmar% a) os tr!s 5oderes do #istrito $ederal são mantidos e organi4ados pela <nião $ederal. b) em matéria de compet!ncia legislativa concorrente, a compet!ncia da <nião para legislar sobre normas gerais não e+clui a compet!ncia suplementar dos Estados. c) os Lunic0pios somente podem legislar sobre matéria do seu peculiar interesse, não sendo admiss0vel que suplementem a legislação estadual ou federal. d) a Constituição estabelece que todas as il6as oceDnicas e costeiras brasileiras pertencem à <nião $ederal. e) para pCr termo a grave comprometimento da ordem p blica a <nião pode intervir nos Estados( membros ou nos Lunic0pios neles situados.

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Professor Tiago Queiroz
ESA5 H ANALISTA DE 5INAN=AS E CONTROLE EETERNO H A5CE H TCU H .III &,) :os casos de matéria da compet!ncia legislativa concorrente entre Estados(membros e <nião é correto afirmar que% a) 6avendo conflito entre a legislação estadual e a federal, deve prevalecer aquela, no Dmbito do Estado(membro, dado o princ0pio da compet!ncia residual dos Estados. b) os Estados somente podem legislar para suprir as omiss7es da legislação federal. c) a falta de normas gerais editadas pela <nião d1 margem a que cada Estado e+erça compet!ncia legislativa plena sobre a matéria, para atender a suas peculiaridades. d) não 6avendo legislação estadual sobre a matéria, cabe à <nião suprir a omissão, tanto em aspectos de normas gerais como de normas espec0ficas. e) configura 6ipAtese de compet!ncia legislativa concorrente o caso da delegação, pelos Estados( membros, da sua compet!ncia legislativa privativa para a <nião, com reserva de iguais poderes. ESA5 H ESPECIALISTA EC POLATICAS PUBLICAS E BESTOR BO6ERNACENTAL J CPOB H .II. &/) ;obre a repartição de compet!ncias no Estado federal brasileiro, assinale a opção correta. a) Kuanto ao aspecto tribut1rio, a compet!ncia legislativa dos Estados(membros é apenas residual. b) :o Dmbito da compet!ncia legislativa concorrente, sempre que 6ouver conflito entre legislação federal e legislação estadual, aquela deve prevalecer, em face da sua superioridade 6ier1rquica. c) M inconstitucional a lei estadual que, no Dmbito da compet!ncia legislativa concorrente, disp7e sobre normas gerais que a <nião não editou. d) = t0tulo de suplementação da legislação federal, o Lunic0pio tem compet!ncia para legislar sobre 6or1rio de funcionamento das ag!ncias banc1rias no seu territArio. e) = <nião pode autori4ar que os Estados( membros legislem sobre quest7es espec0ficas, compreendidas no Dmbito da sua compet!ncia legislativa privativa.

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL ESA5 H ESPECIALISTA EC POLATICAS PUBLICAS E BESTOR BO6ERNACENTAL J CPOB H .II/ &)) =ssinale a assertiva correta. a) :a $ederação brasileira, a <nião é entidade soberana, enquanto os Estados(membros e o #istrito $ederal são entidades autCnomas. b) = compet!ncia legislativa dos Estados( membros est1 enumerada ta+ativamente na Constituição, sendo inconstitucional, por invasão de compet!ncia, a lei estadual que dispuser sobre o assunto não especificado como prAprio da atividade legiferante de =ssembléia >egislativa. c) Em tema de compet!ncia legislativa concorrente, cabe à <nião estabelecer normas gerais e aos Estados(membros, normas espec0ficas J estas ltimas somente poderão ser promulgadas apAs editadas aquelas regras pela <nião. d) ;omente quando autori4ado por lei complementar federal pode o Estado(membro legislar sobre quest7es espec0ficas de matérias inclu0das na compet!ncia privativa da <nião. e) " Lunic0pio tem compet!ncia legislativa para dispor sobre todo assunto que apresente interesse local. ESA5 H ABENTE TRIBUTKRIO ESTADUAL J SE5GCS H .II/ &-) Kuanto à repartição de compet!ncias legislativas entre a <nião e os Estados(Lembros, assinale a opção correta. a) " Estado(Lembro pode legislar sobre matérias da compet!ncia privativa da <nião, desde que o faça por meio de lei complementar. b) :o Dmbito da compet!ncia concorrente, cabe à <nião legislar sobre normas gerais e espec0ficas, cabendo aos Estados(Lembros apenas a legislação supletiva. c) :o Dmbito da compet!ncia concorrente, ine+istindo lei federal sobre normas gerais, os Estados e+ercerão a compet!ncia legislativa plena, para atender às suas peculiaridades. d) =s compet!ncias dos Estados estão enumeradas de modo e+pl0cito e ta+ativo na Constituição $ederal, cabendo à <nião as compet!ncias não atribu0das e+pressamente aos Estados. e) =os Estados(Lembros incumbe editar a lei orgDnica dos Lunic0pios compreendidos no seu territArio.
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Professor Tiago Queiroz
ESA5 J TLCNICO DE 5INAN=AS E CONTROLE J S5C H .III &2) ;obre as compet!ncias das pessoas Bur0dicas de direito p blico, assinale a opção correta. a) = fiscali4ação, mediante controle e+terno, dos Lunic0pios, no Erasil, é feita e+clusivamente por Argãos estaduais. b) = <nião pode e+ercer todas as compet!ncias atribu0das pela Constituição aos Estados e Lunic0pios, por ser a entidade 6ierarquicamente superior da $ederação. c) Em virtude da soberania dos Estados(membros na $ederação brasileira, as suas Constituiç7es t!m o mesmo n0vel 6ier1rquico da Constituição $ederal. d) Constitui compet!ncia comum da <nião e dos Estados(membros manter relaç7es com Estados estrangeiros. e) = Constituição $ederal reserva aos Estados as compet!ncias que ela prApria não l6es vedar.

TATULO 6 DA DE5ESA DO ESTADO E DAS INSTITUI=FES DECOCRKTICAS CAPATULO III DA SEBURAN=A PÚBLICA
Art* /22 ( = segurança p blica, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é e+ercida para a preservação da ordem p blica e da incolumidade das pessoas e do patrimCnio, através dos seguintes Argãos% I ( pol0cia federal' II ( pol0cia rodovi1ria federal' III ( pol0cia ferrovi1ria federal' I6 ( pol0cias civis' 6 ( pol0cias militares e corpos de bombeiros militares. R /, ( = pol0cia federal, institu0da por lei como Argão permanente, organi4ado e mantido pela <nião e estruturado em carreira, destina(se a% I ( apurar infraç7es penais contra a ordem pol0tica e social ou em detrimento de bens, serviços e interesses da <nião ou de suas entidades aut1rquicas e empresas p blicas, assim como outras infraç7es cuBa pr1tica ten6a repercussão

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL interestadual ou internacional e e+iBa repressão uniforme, segundo se dispuser em lei' II ( prevenir e reprimir o tr1fico il0cito de entorpecentes e drogas afins, o contrabando e o descamin6o, sem preBu04o da ação fa4end1ria e de outros Argãos p blicos nas respectivas 1reas de compet!ncia' III ( e+ercer as funç7es de pol0cia mar0tima, aeroportu1ria e de fronteiras' 8@ ( e+ercer, com e+clusividade, as funç7es de pol0cia Budici1ria da <nião. R ., ( = pol0cia rodovi1ria federal, Argão permanente, organi4ado e mantido pela <nião e estruturado em carreira, destina(se, na forma da lei, ao patrul6amento ostensivo das rodovias federais. R 0, ( = pol0cia ferrovi1ria federal, Argão permanente, organi4ado e mantido pela <nião e estruturado em carreira, destina(se, na forma da lei, ao patrul6amento ostensivo das ferrovias federais. R 2, ( Is pol0cias civis, dirigidas por delegados de pol0cia de carreira, incumbem, ressalvada a compet!ncia da <nião, as funç7es de pol0cia Budici1ria e a apuração de infraç7es penais, e+ceto as militares. R +, ( Is pol0cias militares cabem a pol0cia ostensiva e a preservação da ordem p blica' aos corpos de bombeiros militares, além das atribuiç7es definidas em lei, incumbe a e+ecução de atividades de defesa civil. R S, ( =s pol0cias militares e corpos de bombeiros militares, forças au+iliares e reserva do E+ército, subordinam(se, Buntamente com as pol0cias civis, aos Wovernadores dos Estados, do #istrito $ederal e dos 3erritArios. R 1, ( = lei disciplinar1 a organi4ação e o funcionamento dos Argãos respons1veis pela segurança p blica, de maneira a garantir a efici!ncia de suas atividades. R @, ( "s Lunic0pios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalaç7es, conforme dispuser a lei. R ?, ( = remuneração dos servidores policiais integrantes dos Argãos relacionados neste artigo ser1 fi+ada na forma do X /F do art. ,..
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Professor Tiago Queiroz
QUESTFES DE PRO6AS ANTERIORES NCEGU5R' H INSPETOR DE POLACIA CI6IL H PCER' H .II/ &) "s organismos de segurança p blica que e+ercem atividade de pol0cia Budici1ria são% a) pol0cia federal, guarda municipal e pol0cia civil' b) pol0cia militar, pol0cias ferrovi1ria e rodovi1ria federal' c) corpo de bombeiros militar, pol0cia rodovi1ria federal e pol0cia civil' d) pol0cia civil, pol0cia federal e pol0cia militar' e) pol0cia civil, guarda municipal e pol0cia ferrovi1ria federal. NCEGU5R' H O5ICIAL DE CARTORIO DE POLACIA CI6IL J PCER' H .II/ *) 9elativamente à atividade de ;egurança 5 blica, assinale a alternativa correta% a) = segurança p blica é dever do Estado, cabendo, com e+clusividade, ao 5oder 5 blico a responsabilidade pela preservação da ordem p blica, da incolumidade das pessoas e do patrimCnio. b) Compete privativamente à pol0cia civil estadual a repressão ao tr1fico il0cito de entorpecentes e drogas afins, sem preBu04o da ação fa4end1ria em sua 1rea de compet!ncia. c) "s princ0pios constitucionais referentes à segurança p blica e+igem que, ao abordar qualquer cidadão no cumprimento de suas funç7es, o servidor policial dever1, em primeiro lugar, identificar(se pelo nome, cargo, posto ou graduação e indicar o Argão onde esteBa lotado. d) Is pol0cias civis, dirigidas pelo ;ecret1rio de ;egurança 5 blica do Estado, incubem as funç7es de pol0cia Budici1ria e a apuração de infraç7es penais, e+ceto as militares. e) Is pol0cias civis cabem a pol0cia ostensiva e a preservação da ordem p blica, bem como a e+ecução de atividades de defesa civil, sendo subordinadas aos Wovernadores de Estado.

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CONCURSO PÚBLICO DIREITO CONSTITUCIONAL NCEGU5R' H PAPILOSCOPISTA DE POLACIA CI6IL J PCER' H .II/ ,) = Constituição $ederal fornece, em seu art. &//, as diretri4es da ;egurança 5 blica no ordenamento Bur0dico p1trio. =cerca do tema, assinale a alternativa correta% a) compete à pol0cia federal e às pol0cias civis o e+erc0cio das funç7es de pol0cia mar0tima e aeroportu1ria' b) as pol0cias militares e os corpos de bombeiros militares, considerados forças au+iliares e reserva do E+ército, subordinam(se aos Wovernadores dos Estados, do #istrito $ederal e dos 3erritArios' c) dentre outras atribuiç7es, a pol0cia federal destina(se a apurar infraç7es contra a ordem pol0tica e social ou em detrimento de bens, serviços e interesses da <nião, #istrito $ederal e 3erritArios' d) às pol0cias civis, dirigidas por delegados de pol0cia de carreira, incumbem, ressalvada a compet!ncia da <nião, as funç7es de pol0cia Budici1ria e a apuração de infraç7es penais, inclu0das as militares' e) às pol0cias militares cabem a pol0cia ostensiva, a preservação da ordem p blica e a e+ecução das atividades de defesa civil.

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Professor Tiago Queiroz

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