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GABARITO COMENTADO

REGIMENTO INTERNO DO TJDFT
1.
(E) A jurisdição alcança também os
Territórios.
2.
(C) Parágrafo único do art. 2o.
3.
(F) São três Câmaras Cíveis e uma
criminal, as quais se subdividem em seis turmas
cíveis e três turmas criminais. A Presidência da
Câmara cabe ao Desembargador mais antigo no
órgão em rodízio anual. (parágrafo único do art.
2o - art. II e § I ° do art. II).
4.
(E) Também o Conselho da
Magistratura (art. 2°, I, c).
5.
(E) São três Câmaras Cíveis e uma
criminal, as quais se subdividem em seis turmas
cíveis e três turmas criminais. A Presidência da
Câmara cabe ao Desembargador mais antigo no
órgão em rodízio anual. (parágrafo único do art.
2o - art. II e § 1º do art. I I).
6.
(E) O Conselho Especial compõe-se de
dezessete desembargadores, enquanto o Pleno
compõe-se da totalidade dos desembargadores.
O Conselho Especial, assim como o Pleno,
desempenha
funções
jurisdicionais
e
administrativas (art. 2o, I, a e b).
7.
(E) Não há Câmara com atribuição
administrativa (parágrafo único do art. 2o).
8.
(E) Antônio comporá a Turma da qual
provier o novo Corregedor (art. 3o, § 2o, II).
9.
(C) (§ 1º do art. 3o)
10.
(E) Eles integram o Conselho Especial
e o Conselho da Magistratura sem exercerem no
primeiro as funções de relator e de revisor (§ I °
do art. 3o).
11.
(C) (§ 1º do art. 3o)
12.
(C) Exercem a função de relator no
Conselho da Magistratura, mas não no Conselho
Especial (§ 1º do art. 3o).
13.
(E) Integram o Conselho Especial e o
Conselho da Magistratura sem exercerem no
primeiro as funções de relator e de revisor (§ 1º
do art. 3o).
14.
(C) O impedimento é somente com
relação a parentes de até terceiro grau. Primo é
parente de quarto grau, então não há
impedimento, (art. 5o).
15.
(E) Nos julgamentos do Conselho
Especial, a intervenção de um desembargador
parente determinará o impedimento do outro
(parágrafo único do art. 5o). O Conselho
Especial não é composto de todos os membros
do Tribunal, mas apenas de 17 membros, sendo
nove mais antigos e oito eleitos pelo Pleno.
16.
(E) Não poderá ter assento na mesma
Turma ou Câmara os desembargadores cônjuges
ou parentes em linha reta ou colateral até o
terceiro grau. Irmão é parente em segundo grau
na linha colateral (art. 5o).

17.
(E) Se empossado simultaneamente
mais de um desembargador, a indicação da
preferência por Turmas dar-se-á na ordem
decrescente de antigüidade. Assim, Armando
teria preferência na escolha, pois é o mais antigo
(art. 4o).
18.
(C) (art. 4o)
19.
(C) (art. 5o)
20.
(C) (parágrafo único do art. 5o)
21.
(C) (art. 4o)
22.
(E) Desembargadores cônjuges não
podem ter assento na mesma Turma ou Câmara
(art. 5 ).
23.
(E) Desembargadores cônjuges não
podem ter assento na mesma Turma ou Câmara
(art. 5°).
24.
(E) Os membros escolhidos pelo
critério de antigüidade serão substituídos de
acordo com a ordem decrescente dessa,
excluídos os suplentes (art. 6o, § 7o, II).
25.
(E) O quorum de dois terços é para
julgamentos especiais. O Conselho pode se
reunir com a maioria absoluta (o número inteiro
que se seguir à metade de seus membros, ou
seja, nove desembargadores) (art. 7o).
26.
(E) O órgão especial (Conselho
Especial) é composto de 17 desembargadores
(art. 6o).
27.
(E) A lista tríplice é formada para
escolha dos membros do MP e de advogados,
não para juízes.
28.
(E) O julgamento do habeas corpus
impetrado contra o Governador do Distrito
Federal é da competência do STJ. Há mandados
de segurança impetrado contra autoridades de
menor hierarquia que são julgados pelas Varas
de Fazenda Pública.
29.
(E) (compete ao Conselho Especial)
(art. 8o, I, c).
30.
(E) As ações cíveis são processadas na
justiça comum, de Primeira Instância. Ao
Conselho Especial compete processar as ações
penais originárias contra os juízes (art. 8o, I, b).
31.
(C) Compete ao Conselho Especial
julgar o conflito de competência entre órgãos e
entre desembargadores do próprio Tribunal.
32.
(C) (art. 8o, I, e).
33.
(C) Ao Tribunal compete processar e
julgar os Secretários somente pela prática de
crimes comuns e
de responsabilidade, excetuados os eleitorais
(art. 8o, I, a).
34.
(C) Compete ao Conselho julgar os
incidentes nos processos de sua respectiva
competência (art. 20, II).
35.
(C) (Art. 8o, I, a).
36.
(E) Serão julgados pelo Conselho
Especial (art. 8o, I, c).
37.
(E) (excetos os eleitorais) (art. 8o, I, a).
38.
(E) (excetos os eleitorais) (art. 8°, I, b).

c). (C) (art. 57. I. passará a presidência a um dos desembargadores que lhe suceder na ordem de antigüidade (art. 22). (E) A competência é do STJ. (C) (V) (parágrafo único do art. 36) 83. (C) (art. a) 42. o juiz titular ou suplente do TRE terá por encerrado o seu mandato na Justiça Eleitoral (art. (E) Ao Conselho Especial compete apenas a declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo distrital em face da Lei Orgânica do Distrito Federal e não da Constituição Federal. 25). 53. I I e § Io) 51. IV). Turma) da qual proveio o acórdão objeto dos embargos (art. o presidente da Câmara passará a presidência a um dos desembargadores que lhe suceder na ordem de antigüidade. (E) Pode haver recondução tantas vezes quanto entender necessário o Tribunal Pleno (§ 3o do art. (E) A delegação é feita por ato conjunto dessas duas autoridades (parágrafo único do art. I. (E) Serão julgados pelo Conselho Especial (art. (C) (parágrafo único do art. (E) Não é necessário excluir nenhum dos membros da Câmara. 56. 21. 38). /). processo do qual seja relator ou revisor. 60. observada a ordem decrescente de antigüidade (art. 11). f). (E) A competência para o julgamento do conflito de competência entre órgãos do Tribunal é do Conselho Especial (art. 72. (E) Antônio comporá a Turma de onde provier o novo Corregedor (art. 58. 11). 49. 20. c) 40. o Presidente vota em caso de desempate e quando o julgamento depender de quorum especial (§ 1º ° do art. (C) (art. (E) Serão presididas pelo desembargador mais antigo do órgão em rodízio anual. (C) (art. (C) (art. § 3o). (parágrafo único do art. (C) (art. (E) Ao ser empossado como desembargador. (E) Não existe a Câmara Administrativa. No Conselho. 16) 63. coincidindo a duração do mandato com o ano judiciário. 27) 73. 11). salvo na hipótese de licença se houver contraindicação médica. c). I I). 71. 38) . 55. (E) O corregedor de justiça que compõe a comissão de acompanhamento de estágio probatório é membro efetivo e permanente. 11. (C) (art. 65. I. 46. antes do afastamento. I. 47. 30. (C) (art. (E) No caso de posse coletiva de desembargadores pelo critério do quinto constitucional. 8°. 82. 2a parte). pois esta é da competência do Supremo Tribunal Federal. 8o. deverá ser levada em consideração a precedência do advogado (art. 2o). 67. Câmara. 68. 8o. 48. salvo se ocorrer permuta (§ 3o do art. 44. 76.8°. processo do qual seja relator ou revisor. 21). 20. 77. (C) (art. 50. (E) O empossando poderá constituir procurador com poderes especiais para prestar o compromisso perante o Presidente do Tribunal (art. 26. /) 43. (C) (art.39. (E) Somente os deputados distritais podem ser julgados pelo Conselho Especial. (E) Não haverá compensação do período trabalhado nas férias ou nos afastamentos (art. § 1o. V). 3o. 69. 45. 8°. quando chamado a julgamento. 62. (C) (§ 3o do art. (§ 1º do art. 11) 55. 75. II). 27). 30. (E) Roberto será substituído por outro desembargador. (C) (§2° do art. o Presidente. A duração do mandado coincidirá com o ano judiciário (§ 1ºdo art. 8o.l. § 4o. da LOJ). (C) (art.g) 41. 17) 64. (C) (art. em rodízio anual. 78. (E) A competência é do Presidente do Tribunal (art. I I). devendo passar a presidência a um dos desembargadores que lhe suceder na ordem de antigüidade (§ i° do art. (C) (art. (E) Votarão quando o julgamento exigir quorum qualificado para apuração do resultado ou quando houver empate (§ 1 ° do art. (E) Os embargos de declaração serão julgados pelo mesmo órgão julgador (Conselho. Os deputados estaduais devem ser julgados pelo Tribunal do respectivo Estado (art. 33) 80. (art. 21). (E) Quando chamado a julgamento. 87 e § 1o) 84. 11) 54. 81. (E) A presidência das Câmaras cabe ao desembargador mais antigo no órgão. I). 74. 8o. I I) 52. b). I. 2o). (C) (§ 1º do art. § 1o). (E) Poderá participar das sessões administrativas e das sessões dos órgãos jurisdicionais para proferir decisões nos processos em que. (E) Na Câmara. 31) 79. (E) São julgados pelo Conselho Especial (art. I. 23) 70. (E) Trata-se de atribuição dos presidentes dos órgãos julgadores e não do relator (art. 59. 11) 61. 66. (E) São convocados membros de outra Câmara (§ 2o do art. 8°. (C) (§ T do art. houver pedido vista.

(C) Em qualquer caso será pública a proclamação do resultado (parágrafo único do art.44). (E) Os trabalhos poderão ser prorrogados sempre que necessário. inclusive no período matutino (§ 2o do art. Não alteram a classe. 90. (E) Terão o prazo de quinze minutos. (E) Os desembargadores ausentes à leitura do relatório poderão votar somente se considerarem habilitados e não tenha havido sustentação oral (art. (E) Para efeito de substituição. 84) 189. embargos de declaração etc. 39). 48). (E) O Juiz deverá ser escolhido pela maioria absoluta do Conselho Especial (art. (E) Os processos em que houver pedido liminar ou que exijam urgência terão preferência na autuação (art. para o término de julgamento já iniciado ou por deliberação da maioria dos desembargadores presentes (§ 1º do art. Caso o tribunal expressamente delibere instaurar investigação criminal. 91). (E) Será registrado como inquérito. 85) 191. observada a ordem decrescente de antigüidade. 85). (E) Deverá ser convocado o desembargador mais antigo depois do substituído (art. 88). 44). 81). 101. . as exceções de impedimento ou de suspeição. deverá ser observada a ordem decrescente de antigüidade no órgão (art. 100. (C) (§ 2o do art. (C) (art. 178. (C) Para efeito da substituição. 86. 82). (C) (art. (E) As sessões extraordinárias poderão ser convocadas para qualquer dia útil. (E) A ocorrência de pedido de vista não impedirá a votação dos desembargadores que se sintam habilitados (§ 2o do art. 39). 85) 190. 48) 105. 84). 106. 84). 35 e 37). 87).85. salvo na ação penal originária em que o prazo será de uma hora. 91. 188. (E) Será registrada como inquérito. 83). 99. 48) 108. (C) (art. (C) (A convocação será feita somente se o afastamento for por período superior a trinta dias e para substituição nas Câmaras e Turmas) (art. o substituto acumulará as funções próprias de seu cargo (§ 1º do art. será obedecida a ordem decrescente de antigüidade no órgão (art. (E) A escolha compete ao Conselho Especial (art. (E) Será convocado para presidir o julgamento o desembargador. (C)(§ 1ºdo art. § 3o. 96. 59) 94. (art. 89. (E) Em qualquer caso será pública a proclamação do resultado (parágrafo único do art. 187. a partir do substituído. 81). (E) A substituição é feita em caso de afastamento por mais de 30 dias (art. Vamos fazer uma pausinha para respirar? Rs! Força na peruca! 183. I 185. observada a ordem decrescente de antigüidade. 59). 48). 40). (E) A oposição de embargos de declaração não altera a classe nem enseja redistribuição. prorrogável a critério do presidente do Conselho Especial (art. 45). 39). (C) Somente após a proclamação do resultado do julgamento é que não se poderá modificar o voto (art. (E) Não somente os autos do inquérito policial. 103. 184. 44 e § 9o do art. 42). (§ 1 ° do art. 181. (E) Poderá participar das sessões administrativas e também das sessões judiciais para proferir voto de vista (art. (§ 2º do art. 88. 177. (E) A substituição somente será nas Câmaras e nas Turmas (§ 9o do art. (E) Somente se for determinado pelo Relator (inciso VII. 44). (E) Os trabalhos poderão ser prorrogados sempre que necessário. (E) Se houver pedido de reunião em Conselho para esclarecimentos. 82). (E) Não comportará sustentação oral o julgamento de agravos de qualquer espécie. (art. 182. art. 48). 97. 179. 102. Somente é registrado como ação penal após o recebimento da denúncia ou da queixa. Os agravos regimentais. (C) (art. será autuada como ação penal (§ 1º do art. a partir do substituído. 92. (C) (art. 192. 48). não integrando o Tribunal Pleno e o Conselho Especial (art. 95. 48). 104. (E) Nem sempre. (C) Quando a substituição for por período igual ou inferior a trinta dias. 42) 98. 82) 180. (E) será julgado após os processos adiados ou com pedidos de vista (§ 2o do art. 87. para o término de julgamento já iniciado ou por deliberação da maioria dos desembargadores presentes (§ 1º do art. 81). (E) Estes serão substituídos pelos demais desembargadores. de reclamação e de conflito de competência (§ 3o do art. (C) (art. 40). 39). 47) 107. 45) 93. deverão se retirar da sala as partes e seus advogados (art. mas também qualquer notícia de crime cujo julgamento seja de competência originária do Tribunal (§ 1 ° do art. de embargos de declaração. (E) Somente os juízes de direito que obtiverem votação favorável da maioria absoluta dos membros do Conselho Especial (art. 186. 48). (§ 2o do art.

a substituição do Presidente deverá ser feita pelo Primeiro e Segundo Vice-Presidentes. IV). 25. 22. (E) 14. (E) Não é qualquer crime. f). I.c. (C) (art. LEI DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA DO DF 1. b). 14). então é permitido ter assento no mesmo órgão (art. 35. (C)(§ 1º do art.l. I. 87) 200. l. (C) (art. 87). exceto os eleitorais. (C) A lei veda apenas os parentes até o terceiro grau. nos termos da Constituição Federal (art. encaminhará os autos por despacho à redistribuição (parágrafo único do art.. g). (C) Compete ao TJ julgar as ações rescisórias de seus julgados (art. 1o. (C)(§ 1º do art. salvo para apurar a prática de infração penal atribuída a juiz (§ 1º do art. o julgamento poderá ser realizado em sessão secreta. 33. I. (E) Os desembargadores que não presenciaram a leitura do relatório poderão votar caso se sintam habilitados e não tenha havido sustentação oral (art. (C) (art. 12). (E) As questões de mérito somente serão votadas se as preliminares forem rejeitadas (§ 2o do art. 90) 198. 8o. (art. III). (C) Não há essa previsão no art. Irmãos são parentes na linha colateral em segundo grau (art. 8o. 19. 23. 8o. (C) A banca examinadora relaciona esta questão na parte da prova referente à LOJDFT. I.) 28. I. 4o). exceto os eleitorais)) (art. 11. da CF).697/2008). (C) (art. 5o) 13. 31. (E) O Corregedor poderá delegar a juízes a realização de correição nas serventias judiciais e a presidência de processos administrativos disciplinares. I. 34. da CF). (E) O Tribunal tem Jurisdição no Distrito Federal e nos Territórios (art. 3. 5o). 8o. (C)(§§ 1º e 2o do art. 15). a). (E) A competência é do Tribunal de Justiça (art. Mesmo assim a questão está correta. I. c. 7. (E) A ocorrência de pedido de vista não impedirá a votação dos desembargadores que se sintam habilitados (§ 2o do art. (E) O Conselho da Magistratura é um dos órgãos que compõem a Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (art. 15. 8o. 196. 5. 105. 8) 29. o). 85) 195. 2o. 7o). 1o. poderá requerer o julgamento simultâneo (art. (E) (Somente juízes de direito) (parágrafo único do art. atendendo ao interesse público. 90). 197. (E) Não é qualquer crime. mas nas ações penais de competência originária do Tribunal. III) 2. 7o). 21. (E) A competência para julgar os habeas corpus impetrado contra o Governador do Distrito Federal é do STJ (art. I. (E) Não poderão ter assento na mesma Turma ou Câmara desembargadores cônjuges ou parentes em linha reta ou colateral. 20.(C) (art. 4. 8o. 6o). c) 26.193. que dispõe sobre a competência do Tribunal de Justiça. 105. nada se referindo ao Conselho Especial. Primo é parente de quarto grau. 105. (C) Quando o relator verificar a existência de processo sobre a mesma questão jurídica de outro. a sessão é pública. (E) Trata-se de Lei Federal (n° 11. 8o. 7o) 16. (E) O voto só não poderá ser modificado após a proclamação do resultado do julgamento (art. (E) Os mandados de segurança são julgados pelo Tribunal de Justiça (art.g) 27. 194. (E) Faltando menos de seis meses para o término do mandato. (E) Não poderão ter assento na mesma Turma desembargadores cônjuges (art. e a destes ou do Corregedor pelo desembargador mais antigo (§ 1º do art.(C)(art. 4o). a). inclusive por afinidade até o 3o grau. 30.8°. (E) Não obrigatoriamente. (C) (art. mas "em geral" (art. I. (E) A competência para julgar e processar o Governador do DF é do STJ (art. 18. 8o. (E) O STJ é competente para julgar habeas corpus contra ato do governador do DF e o TJDFT é competente para julgar mandado de segurança impetrado contra ato da mesma autoridade. 24. 32. 6. 12. 199. 7o) 17. 3o). 86). Em regra. (C) (§ 5o do art. 5o) 10. ressalvados os eleitorais (art. (E) Os Tribunais do Júri são órgãos que compõem a Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (art. I. 7o). 9. sucessivamente. c). 88). (E) Verificando o relator que a competência para a causa é de outro órgão. (C) A competência do Tribunal para julgar os crimes cometidos por Secretários de Governo é somente quanto aos crimes comuns e de responsabilidade. 8. (E) A jurisdição do Tribunal abrange também os Territórios (art. . c) (art. 8o. 91). (C) (art. 2o. (E) Fixa-se não necessariamente.

III) 69. o julgamento somente poderá ser realizado em sessão secreta. (E) Compete conhecer das representações do Ministério Público para apuração de ato infracional atribuído ao adolescente. 45. 33. nos termos da Constituição Federal (art. I. C) (art. (E) As ações de alimentos são da competência do Juiz da Vara de Família. (C) (art. C) (art. (E) Os embargos de terceiros propostos pelo Distrito Federal ou entidades de sua administração descentralizada serão processados e julgados perante o juízo onde tiver curso o processo principal (parágrafo único do art. mas somente os Oficiais e Praças da PMDF e CBMDF(§ 1º do art. até julgamento final (art. 21. (E) Os crimes falimentares são processados nas Varas de Falências e Concordatas. I. a) 63. (C) Sim. I) 81. I. (E) A competência para dirigir e instruir o processo é do Relator (art. E) Compete ao Juiz-Auditor (art. 56. (C) (art. 36. I). 57. ressalvada a competência dos juízos especializados onde houver (art. (E) Nas ações penais de competência originária do Tribunal. também compõe o Conselho Especial de Justiça (art. E) A Justiça Militar é órgão que compõe a Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (art. a). E) São compostos de quatro juízes militares (art. 21. 15). E) Somente por crimes militares (§ 1º do art. 19. 46. (E) A competência é da Vara da Fazenda Pública (art. (E) Competência da Vara de Família (art. 27. atendendo ao interesse público. E) O Conselho Especial deverá ser composto por quatro juízes militares de patente igual ou superior à do acusado. (E) Não são quaisquer processos criminais. 49. (C) (art. 26). 68. 64. 26. 75. 39). nos termos da Constituição Federal (art. 20. (C) (art. E) É órgão da Justiça Militar do Distrito Federal (Primeira Instância). (Art. 59. 51. V). esta atrairá para si a competência para o julgamento também da contravenção penal. d). 67. (C) A sua competência inicia-se após o julgamento das ações penais. 53. E) O Juiz-Auditor. Os homicídios culposos decorrentes de acidentes de trânsito são julgados pela Vara de Delitos de Trânsito. 19. II). (E) Não há essa previsão na competência do Tribunal do Júri. (E) Será processado na Vara especialidade de Entorpecentes (art. mas sim um juiz de Direito. E) A Competência da Justiça Militar não inclui os civis. 37) 76. 78. por se tratar de crime doloso contra a vida (praticado com intenção de matar). quando o crime relativo a entorpecentes for conexo com outro da competência do Tribunal do Júri (art. 73. E) Não há essa previsão na LOJDFT.1). se for do interesse público. (E) Os embargos serão processados e julgados perante o juízo onde tiver curso o processo principal (parágrafo único do art. Em matéria de Vara da Infância e da Juventude. 37. ainda que anteriores à propositura da ação penal. 14). (E) Compete ao Tribunal do Júri processar os feitos da competência do Tribunal do Júri. não se usa o nome de "ação" nem de "crime". 36. c). 38. I). 41. (E) Se a contravenção penal for praticada em conexão com crime de competência de outra vara. 58. II) 40. . II). 41. 66. (E) A competência é das varas criminais comuns. 39. 36). 70. 27. 44. 77. 39 e § 2o). 26). Homicídio culposo será processado na vara criminal sem especialização. 26). 15). I). 27. I. (E) A competência do Tribunal do Júri é para os crimes dolosos contra a vida. 71. I. I). C)(§ 1º do art. (E) Ao Tribunal do Júri compete o julgamento dos crimes dolosos contra a vida e outros crimes praticados em conexão. (C) (art. 21. 52. 79. (E) São da competência da Vara de Família (art. 42. II) 62. 19). o julgamento poderá ser realizado em sessão secreta. 55. 72. 50. 27. (E) A competência é do Tribunal do Júri. 27. o). 80. 21. (E) Há processos que envolvem interesses de menores e que são da competência da Vara de Família ou da Vara de Órfãos e Sucessões. 65.111) 48. (C) (art. 47. 36). 43. (E) A competência é da Vara de Família (art. 60. (E) Serão processados e julgados perante o juízo onde tiver curso o processo principal (parágrafo único do art. E) A Vara tem jurisdição em todo o território do Distrito Federal. que não é militar. (E) O Juiz de Direito Substituto poderá proceder à fase instrutória dos feitos (parágrafo único do art. (E) Nas ações penais de competência originária do Tribunal. 54. 61.36. 27. 36) 74. (E) A competência para julgar o pedido de unificação das penas é do juiz da Vara de Execuções Penais.

97. senão após o levantamento dessas restrições (art. total ou parcial.82. o termo respectivo (parágrafo único do art. (art. C) Quem já for magistrado em outro local ou membro do Ministério Público não precisa obedecer ao limite máximo de idade para ingresso na magistratura (art. E) Compete indicar à nomeação (art. 54). dispensada a requisição (art. 54). (E) Caso o réu manifeste interesse em recorrer. 45). E) Tem jurisdição sobre crimes praticados por Oficiais e Praças da PMDF e do CBMDF. 89. 26). A ele compete realizar casamentos e promover a habilitação (art. 4o). 3o). 3. 9. (C) (art. 100. (E) Compete ao juiz da Vara de Execuções Penais decidir sobre pedidos de remoção. 48) 93. 52. (parágrafo único do art. 86. subsidiariamente. 23. C) (art. 45. 11. E) Não é "necessariamente". 6. a qualquer tempo e independentemente de prévio aviso. E) Juiz de Paz não exerce função jurisdicional. 88. 8. (E) Não se expedirá oficio de baixa dos feitos em que for instituída a tutela ou curatela. as publicações e o estado geral do processo (§ 1º do art. III) 87. filiação. 38) 85. V). 29) 21. 3°. ingresso e permanência de quaisquer presos em estabelecimentos penais (art. salvo nos casos de gratuidade de justiça e isenção legal (art.112/1990 (art. E) São regidos também pela Lei de Organização Judiciária do Distrito Federal e. 26). 16. 22. 25). ingresso e permanência de quaisquer presos em estabelecimentos penais (art. atendendo. E) Funciona em qualquer processo em curso na Vara (art. (E) Compreende todos os processos em trâmite na Vara (art. mas de numeração imediatamente superior (art. E) O cargo de Juiz-Auditor é preenchido por Juiz de Direito da Circunscrição Judiciária de Brasília. E) Juiz de Paz não exerce função jurisdicional. 47) 90. 96. A ele compete realizar casamentos e promover a habilitação (art. 49). 7. 14. 3o). (E) Poderá o juiz realizar inspeção extraordinária. § 4o) 18. identidade ou qualquer outro elemento de qualificação) (Parágrafo único do art. 5o). devidamente qualificados (CPF/CNPJ. 94. absolvição. 20. 13. mas "sempre que possível" (§ 3o do art. E) Terá competência plena. 10. (E) Há também as inspeções especiais (art. 45. 12. deverá conter a natureza do feito. 50). 3o) 5. 4. 92. E) O Tribunal somente poderá recusar pelo voto de 2/3 de seus membros (§ 4o do art. ingresso e permanência de quaisquer presos em estabelecimentos penais (art. 6o). 98. mudança na definição jurídica do fato e anotações de arquivamento. 3o). 84. 95. 19. inclusão ou exclusão de réus ou indiciados e suas qualificações. (C) (art. o nome do autor e do réu. (E) As intimações das sentenças. 1o. o disposto no artigo anterior (art. (E) O acompanhamento não é obrigatório. 45. mas voluntário (§ 3o do art. C) (art. 20). (C) (§ 4o do art. 46). E) Compete indicar para fins de nomeação (art. pela Lei n° 8. (E) Deverão ser comunicadas ao INI. 45. (C) (art. ao INI as transações penais e as suspensões processuais realizadas na forma da Lei n° 9. (C)(art. 49). PROVIMENTO CORREGEDORIA GERAL DA 1. 3o). (E) O juiz poderá solicitar confirmação de autenticidade da carta precatória ou de qualquer outro esclarecimento que julgue necessário ao . IV). impronúncia e extinção de punibilidade. de acórdãos e a entrega do libelo ao réu preso serão feitas por oficial de justiça-avaliador. (C) (art. V). no que couber. 48). 27). (E) Compete ao juiz da Vara de Execuções Penais decidir sobre pedidos de remoção. (E) Não há limitação de idade de 50 quando o candidato já for magistrado ou for membro do Ministério Público (art. 40). (E) A correiçao ordinária é anual (art. 19). C) (art.099. II) 2. (E) O cumprimento de cartas precatórias depende de preparo prévio. no momento da intimação. II) 91. 3o) e a extraordinária é atividade que pode ocorrer a qualquer tempo e sem prévio aviso. à SSP e ao SRD a ocorrência de retificação de nomes. 15. firmará. 17. (C) O acompanhamento não é obrigatório (§ 3o do art. 83. sempre que identificar motivo ensejador para tal procedimento. 52. por ofício ou meio eletrônico. mas não há previsão de provocação de cidadão (§ 4o do art. E) O Juiz é substituído pelo da Vara da mesma competência. 40). E) A indicação é feita em lista sêxtupla pelos órgãos de representação das respectivas classes (§ 2o do art. C) (§ 2o do art. IV). 27). 55). (E) A comunicação. 99. 27). (E) Também são verificadas a numeração das folhas dos autos. de 1995. (E) Compete ao juiz da Vara de Execuções Penais decidir sobre pedidos de remoção.

(E) Não atendido voluntariamente o comando da sentença. (E) O horário de expediente forense é das doze às dezenove horas (art. (E) O horário de expediente forense é das doze às dezenove horas (art. (E) (art. (§ 2o do art. 44) 26. 72) A suspensão condicional do processo não se trata de medida urgente. emitida pela Ordem dos Advogados do Brasil. (C) (art. (E) O registro da freqüência poderá ser lançado no sistema eletrônico pela chefia imediata. 77. (E) São gratuitas as certidões expedidas pelos ofícios judiciais e órgãos administrativos da Corregedoria. 63) 33. (E) A carta precatória será devolvida sem cumprimento (parágrafo único do art. priorizando o idoso. 72. (E) (Pode ser feito também pelas partes envolvidas no processo) (art. 27. 45). Somente se fará a autuação do feito se frustrada a conciliação. 58. por seu substituto ou por servidor designado (§ 1 ° do art. IV) 50. salvo motivo justificado (art. certificando-se nos autos (art. V) 47. 63. (C) (art. IX). III). não suspenderá o expediente forense nas respectivas circunscrições judiciárias. (E) 61. 24. 108. (C) (art. da qual deverá constar a descrição das páginas substituídas (§ 3o. 72) A progressão de regime prisional não se trata de medida urgente. (E) O cumprimento de cartas precatórias depende de preparo prévio.seu cumprimento. nos termos do disposto no art. 25. posteriormente. 78. (C)(§ 1º do art. 58). (E) Apenas o Juizado Central Criminal funcionará diariamente no horário das 6 às 24 horas. 116). (E) (art. (E) (art. 35. (§ I ° do art. VII) 42. 58) 29. 57) 28. 105). III). 82). 45. 57. (E) As certidões serão expedidas sem rasuras e com inutilização dos espaços não aproveitados. 64. estiver cadastrado no sistema informatizado do Tribunal e expressamente autorizado pelo procurador constituído (art. (E) É dever do servidor observar a ordem de chegada para atendimento ao público. exceto a de Brasília. (C) (art.SUSEG (art. (C) (§ 2o do art. independentemente de distribuição. 68. b. 72) 44. 62). 106). 54. 72. (C)(§ 1º do art. 77. VII) 39. 121) 67. ser escrito por um funcionário do Juizado e levado à distribuição (§ 1º do art. (C)(§ 1º do art. 9 I). 46). salvo nos casos de gratuidade de justiça e isenção legal (art. 62) 30. num prazo máximo de quarenta e oito horas. estagiários ou partes (§ 4o do art. 58 e art. 40. 62. (C) (art. 65. 32. 82). (E) Ao juiz plantonista compete apreciar pedidos de habeas corpus (art. (E) O sigilo será mantido até que decisão do juízo afaste essa condição. (C)(art. 5o. 113. seu cumprimento far-se-á nos autos principais. 85) 53. (C) (art. 91). 66. 9 I). (C) (art. 41. bastando certificar-se o ato. (C) (art. 78. 37. 55. 78. 58). 46. II) 48. 51. 77. (E) Não serão renumeradas as folhas dos autos quando peças forem desentranhadas. 31. 85) 52. por seu substituto ou por servidor designado (§ 1º do art. 107). (C) (art. III). 65) 36. (E) O estagiário de direito somente estará apto a ter carga dos autos se. (C) É permitido o fornecimento de certidão a pessoa estranha à relação processual. III). I) 38. 59. comunicando-se ao Serviço de Registro de Distribuição a nova fase processual (art. (E) É vedado reter documento de identificação de advogados. a gestante e o deficiente físico (art. XI). 34. hipótese em que se comunicará ao Serviço de Registro de Distribuição para o regular cadastramento. (E) A comemoração de aniversário das cidades do Distrito Federal. II) 43. 65). (E) O pedido pode ser formulado oralmente. (C) (art. (C) (art. salvo expressa autorização do juiz (art. (parágrafo único do art. 72. desde que ela faça requerimento (§ 1º do art. 56. 45). munido da carteira de estagiário ou de declaração que a substitua. E) O pedido oral será transcrito e levado à distribuição. devendo. 60. da Constituição Federal (§ 3o do art. (C) (art. (E) Deverá comunicar imediatamente à Subsecretária de Segurança. 109). (E) É permitido o fornecimento de certidão acerca do processo apenas às partes e seus procuradores. art. III) 49. (Art. II e III) (C) Somente é dispensada a anotação na capa dos autos na vara onde a participação do . substituindo-se as folhas retiradas pela certidão. 72. XXXIV. (E) Nos juizados especiais os pedidos poderão ser feitos oralmente à Secretaria do juizado (§ 1º do art. 59). (E) O registro da freqüência poderá ser lançado no sistema eletrônico pela chefia imediata.

76. (C) 98. (E) Não é sempre que a intervenção do Ministério Público deve ser registrada na capa dos autos. 88. (C) Os bens não retirados do Depósito Público no prazo de trinta dias. 182). 143) 80. 192. (E) Não é sempre. deduzindo-se do valor da arrematação as custas do depósito e colocando-se o remanescente à disposição do juiz da causa (art. 141). 116). Ex. (E) A remessa de expediente para publicação no órgão oficial de imprensa restringir-se-á aos atos judiciais que forem estritamente obrigatórios e essenciais (art. (E) Os mandados serão distribuídos aleatoriamente e por meio eletrônico. (C) 77. especial ou comum. 155). em três vias. editais (art. o valor será depositado em banco credenciado e ficará à disposição do juízo. (C) (§ 3o do art. para os fins do disposto no art. 78. IV) 95. (E) Todas as despesas com a remoção de bens para o Depósito Público são de responsabilidade do interessado. (E) 100. 1 75). da qual deverá constar a descrição das páginas substituídas. egressos de instância superior ou oriundos de outros órgãos da justiça. serão dados por perdidos e levados a leilão coletivo. juntando-se aos autos o respectivo comprovante nas quarenta e oito horas subsequentes. 72. (C) (art. 85. cabendo ao juiz da causa determinar as providências necessárias para que sejam depositados em local adequado (art. autorizar sua venda em leilão coletivo. (C) (art. 159). 92. (E) Bens infamáveis. 87. despachos e atos ordinatórios. obedecendo-se critérios de zoneamento e setorização (§ 1º de art. (C)(§ 1º do art. as citações. (C) Em caso de comprovada má-fé (art. 91. (E) Não há previsão no art. V) 97. bastando certificar-se o ato. (E) Não há essa previsão no Provimento. (E) 99. V) 94. salvo impedimento legal) (art. (E) Nos processos originários de outras varas. acompanhadas de guia expedida. 73. (E) Não serão renumeradas as folhas dos autos quando peças forem desentranhadas. datas designadas para realização de atos processuais. explosivos. 153). 121) 71. 192. (E) Recaindo a constrição sobre dinheiro. sendo dispensada essa formalidade quando sua participação for habitual (art. pelo sistema informatizado (art. 75. 89. (§ 3o do art. (E) Quando for o caso de distribuição por dependência. decisões interlocutórias. 192. 139 e § 2o) 79. 130). 138) 83. 118). 178). 74. a contar da data da sua liberação. 93. 81. 82. (C)(art. O depositário público comunicará ao Juiz Coordenador dos Leilões Públicos Coletivos. (E) Não é sempre. e este ao juiz da causa. a existência de bens depositados há mais de doze meses. a distribuição será feita por sorteio manual (§ 1º do art. 96. (E) Na Circunscrição Especial Judiciária de Brasília. substituindo-se as folhas retiradas pela certidão. esta será feita independentemente de despacho do juiz ou de requerimento da parte (art. prosseguir-se-á com a numeração existente (§ 2o do art. (C) A publicação no órgão oficial de imprensa restringir-se-á aos atos judiciais que forem estritamente obrigatórios e essenciais: parte dispositiva da sentença. (C) (art.: Vara de Família. somente quando o afastamento for por prazo superior a dez dias (§ 1 ° do art. cientificadas as partes. 118). 140). Vara Criminal. 90. (C) (art. 116). 130. (C)(art.Ministério Público é habitual (art. 135). (E) . 151). corrosivos ou sujeitos à combustão espontânea não serão guardados no Depósito Público. 192. 144) 84. 23 deste Provimento (o juiz da causa poderá. (E) Quando houver indisponibilidade do sistema informatizado. (parágrafo único do art. IV). intimações e as cartas precatórias encaminhadas por via postal serão entregues ao Serviço de Distribuição de Mandados via ECT. 86. 192. e não do depositário público (art. 70.