ALIMENTAÇÃO EQUILIBRADA

ÍNDICE
1. Introdução ………………………………………………… ………………….. 2. Enquadramento Legal…………………………………… ………………….. 3. Caracterização do público-alvo………………………… ………………...... 4. Problemas e necessidades……………………………… ………………….. 5. Objectivos gerais /específicos………………………… ……………………. 6. Temáticas …………………………………………………… ……………….. 7. Actividades/Metodologias ……………………………… …………………... 8. Recursos …………………………………………………… ………………… 9. Indicadores de avaliação ……………………………… …………………… 10. Conclusão ………………………………………………… ………………… 10.1. Avaliação do projecto …………………………… …………………… 10.2. Considerações finais……………………………… ………………… Bibliografia …………………………………………………… …………………. Anexos ………………………………………………………… ………………… 2 3 5 5 6 6 7 7 8 9 9 9 10 11

Educar para Estilos de Vida Saudáveis: Metodologias de Intervenção na Escola

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1. INTRODUÇÃO
“A saúde é o bem mais precioso que se deve possuir”, diz o ditado e é bem certo! Com base nesta máxima da sabedoria popular e com o intuito de viver melhor, isto é, com mais qualidade e durante um período maior de tempo, o mundo tem que adoptar estilos de vida saudáveis. Os comportamentos saudáveis não nascem connosco, mas adquirem-se e combatem-se comportamentos de risco. A escola é o local privilegiado para adquirir esses hábitos. É neste contexto que surge o papel da Educação para a Saúde nas escolas. Assim, o Trabalho Projecto que nos propomos apresentar, representa o desenvolvimento prático das ideias supracitadas. Consideramos que todas as temáticas previstas para este projecto são importantes e serão desenvolvidas nos Projectos individuais de cada elemento do grupo, na escola. Concretamente neste trabalho, que se destina a uma avaliação precisa desta formação, propomos tratar o tema da Educação Alimentar/Actividade Física em particular, deixando Os as outras anos temáticas trouxeram serem particularizadas substanciais na na especificidade de cada escola. últimos mudanças sociedade. Neste sentido, a alimentação também sofreu alterações com consequências directas na saúde global de cada indivíduo. Visto
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que o problema da obesidade infantil tem vindo a apresentar valores crescentes e preocupantes em Portugal, em que 30% de crianças apresentam sobrepeso e mais de 10% são obesas, é urgente incentivar comportamentos e hábitos alimentares saudáveis. Cabe às escolas criar espaços dinamizadores, valorizadores, assim como uma boa oferta alimentar. Além destes factores, pesou também na nossa escolha um estudo a realizar nas escolas, orientado pela Plataforma Contra a Obesidade, na qual a Direcção Geral de Saúde e a Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular são parceiros. Para integrar a amostra representativa das crianças portuguesas, foi seleccionada, aleatoriamente, uma das escolas (ou seja, a escola sede do Agrupamento de Escolas do Sabugal) à qual pertence um dos elementos do grupo de trabalho.

2. ENQUADRAMENTO LEGAL
Uma nova visão da saúde, veio alertar os profissionais e os políticos para a importância de uma abordagem pluridisciplinar da “problemática da saúde”, incluindo uma dimensão técnico-científica que sublinha a importância da prevenção, da protecção e da promoção; assim como uma dimensão social e cultural, levando a uma melhoria nas condições de vida do cidadão e a um conceito de saúde mais alargado. A Promoção e Educação para a Saúde é um processo que inclui como objectivos levar as pessoas, no caso das escolas, os jovens a

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sentirem-se competentes, felizes e valorizados, ao adoptar e manter estilos de vida saudáveis. A Educação para a Saúde não pode ter só uma abordagem com base na informação, implica uma resposta organizada do sistema, a fim de que esta mude a vida das pessoas. Assim, neste contexto escolar, os Projectos de Educação para a Saúde devem de 31/10/2005; -Relatório final do Grupo de Trabalho da Educação Sexual, de 07/09/2007 -Despacho nº25995/2005; -Lei 120/99, de Agosto de 1999; -Despacho de SEE de 27 de Setembro de 2006. Particularizando a área de Educação Alimentar/Actividade Física, a OMS demonstra enorme preocupação com questões relativas a consumos alimentares, sobretudo da população jovem. Segundo dados deste organismo, a obesidade apresenta uma prevalência superior à desnutrição e às doenças infecciosas. Supõe-se que a obesidade seja a epidemia do século XXI. É a segunda causa de morte e é passível de prevenção. Prevenir desde cedo erros alimentares pressupõe a diminuição de custos para a sociedade. A Educação Alimentar não é um problema da actualidade, muito embora tenha vindo a ganhar um estatuto de crescente importância. Hoje em dia, assiste-se ao aumento substancial da ingestão calórica e o ser humano não está preparado para esse desequilíbrio. Ao alargar o conceito de saúde ao bem-estar psicossocial e familiar, a OMS levanos a reflectir no despoletar de desequilíbrios individuais, tantas vezes na origem de comportamentos de risco. A anorexia e a obesidade são fonte de problemas sócio-familiares complexos cuja repercussão pode estender-se ao longo da vida, deixando marcas
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orientar-se pelos seguintes documentos:

-Relatório preliminar do Grupo de Trabalho da Educação Sexual,

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difíceis de apagar. A prevenção será a principal aposta, esta é indissociável da informação. Assim, escolhe melhor quem estiver melhor informado. A União Europeia incentiva o papel da escola no combate à obesidade, prevendo a não oferta de guloseimas (doces e batatas fritas) e a limitação de produtos com elevados teores de sal, açúcar e gordura. A quantidade e a qualidade de géneros alimentícios, sólidos ou líquidos, ingeridos em meio escolar, têm um impacto enorme na saúde e bem-estar dos jovens. Os jovens passam muitas horas na escola onde ingerem grande parte dos alimentos. Os bufetes escolares são espaços de capital importância. Cabe às escolas planear refeições, não só equilibradas do ponto de vista nutricional, mas também agradáveis e apelativas, proporcionando um equilíbrio nutricional e alimentar à maioria dos alunos e respeitando as suas especificidades. Os Pais e Encarregados de Educação têm um papel fundamental na Educação Alimentar. Compete-lhes o papel de transmitir saberes, revelando condutas alimentares que ajudem a construir modelos de comportamentos salutares. Assim, também compete aos pais incentivar os filhos a serem fisicamente activos. Os pais devem “imaginar/inventar” formas de promover a actividade física. Em Portugal deve seguir-se o que melhor se adeque à realidade das nossas escolas. A Educação Alimentar consta dos currículos dos diferentes ciclos de ensino. No final do 3º ciclo os alunos devem ser capazes de discutir a importância de aquisição de hábitos individuais e comunitários que contribuam para o equilíbrio da vida, articulando os princípios da alimentação racional, a oferta alimentar da escola e o modelo transmitido pelos adultos de referência. Destacamos ainda a principal legislação que regulamenta a Educação Alimentar em meio escolar: -Circular nº11/DGIDC/2007; -Circular nº14/DGIDC/2007; -Aditamento à Circular nº15/DGIDC/2007;
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-Educação Alimentar em meio escolar – Referencial para uma oferta alimentar saudável.

3. CARACTERIZAÇÃO

DO PÚBLICO-ALVO

Uma vez que o grupo de trabalho é composto por quatro elementos, o público-alvo será de três Agrupamentos de Escolas e de uma Escola Secundária com 3ºCEB diferentes. Generalizando, este plano de trabalho destina-se a alunos de agrupamentos e escolas de pequenas dimensões, em que a média de idades está compreendida entre os 12 e os 16 anos aproximadamente (3º ciclo). São alunos oriundos de um meio essencialmente rural, de classes socio-económicas média e média baixa, onde a ausência de informação é frequente e as famílias disfuncionais são cada vez mais frequentes.

4. PROBLEMAS

E

NECESSIDADES

Após análise da realidade escolar foram detectados problemas e necessidades comuns no meio em análise que se discriminam a seguir:  Não frequência do refeitório: muitos alunos optam por não fazer as suas refeições no refeitório da escola procurando locais alternativos.

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 Consumo excessivo de açucares: muitos alunos optam por abusar de doces e bebidas açucaradas preterindo o pão ou a fruta.  Consumo de alimentos em espaços exteriores à escola: muitos alunos consomem alimentos em locais exteriores à escola (cafés e bares) optando por alimentos e bebidas pobres do ponto de vista nutricional e com muitos aditivos.  No bar da escola não há fruta: esta opção decorre da falta de adesão por parte dos alunos.  Obesidade/Excesso de peso: observa-se um incremento de alunos com obesidade/excesso de peso no espaço escolar.  Anorexia: observa-se alguma tendência de extrema magreza em alguns alunos que poderão levar a este desequilíbrio.

5. OBJECTIVOS GERAIS / ESPECÍFICOS
Tendo em conta os problemas e necessidades referenciados, o presente projecto de trabalho visa atingir os objectivos que passamos a apresentar: Objectivo Geral:  Modificar hábitos alimentares. Objectivos Específicos  Evitar Consumo de excesso de açúcares.  Prevenir a diabetes tipo 2 em alunos.  Promover a frequência do refeitório pelos alunos e funcionários da escola.  Dinamizar e motivar para o consumo de fruta e vegetais na Escola.  Analisar criticamente publicidade aos alimentos.

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 Analisar criticamente modelos de beleza dominante.  Propor valores em relação ao corpo e à figura corporal alternativos aos dominantes.  Aceitar bem a sua figura corporal.

6. TEMÁTICAS
No âmbito do tema da Educação Alimentar/Actividade Física pretendemos abordar especificamente os seguintes conteúdos:  Alimentação saudável  Higiene e Segurança Alimentar  Publicidade Alimentar  Imagem corporal

7. ACTIVIDADES/ METODOLOGIAS
Muitas poderiam ser as actividades/metodologias a

implementar na abordagem dos conteúdos seleccionados com alunos do 3ºciclo de escolaridade básica. Apresentamos algumas sugestões que nos parecem conduzir ao sucesso dos objectivos pretendidos; as respectivas planificações mais detalhadas encontram-se nos anexos. - Concurso da Mesa Equilibrada; - Concurso “ O nome do nosso Restaurante” - A Roda dos Alimentos ao Vivo; - Comemoração do Dia da Alimentação e da Saúde; - Caminhada com piquenique saudável;
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- Acções de formação; - Rastreios de factores de risco de doenças cardiovasculares e de diabetes; - Exposição de trabalhos; - Livros de receitas; - Promoção de produtos saudáveis; - Formação Cívica: Imagem corporal e publicidade alimentar.

8. RECURSOS
Humanos Físicos Financeiros
- Da Escola - Patrocínios verde

- Equipa da Educação - Refeitório e Bar para a Saúde Responsável SASE - Directores de Turma Funcionários refeitório e bar Física. - Biblioteca do - Pavilhão Polivalente Espaço envolvente Computadores, e Bibliografia

do - Sala de aula

- Grupo de Educação Internet Videoprojector adequada

9. INDICADORES

DE

AVALIAÇÃO

Os Indicadores de Avaliação referidos podem ser medidos de forma directa ou indirecta por recolha de elementos. Assim, dependendo da actividade, consideramos os seguintes:
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Indirectos:
- Aumento da frequência do Refeitório por contabilização do número de refeições vendidas no início do ano e no final do ano; - Diminuição da venda de bebidas/alimentos açucarados no bar da escola e aumento da venda de alimentos saudáveis no inicio do ano e no final do ano; - Maior consumo de fruta e legumes (bar e cantina) no início e no final do ano; - Redução do número de casos de distúrbios alimentares identificados;

Directos:
Questionários realizados aquando da realização das actividades que podem ter os seguintes parâmetros: Parâmetros de Avaliação Gostei da Actividade Aprendi alguma coisa nova com a Actividade Devem fazer mais actividades deste tema Aspectos que podem ser melhorados: 1 2 3 4 5

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10. CONCLUSÃO

10.1. Avaliação do Projecto
A avaliação do Projecto será feita à medida que se vão desenvolvendo as actividades através de questionários, fichas e relatórios descritivos das actividades. Periodicamente turma. serão elaborados relatórios sobre o desenvolvimento das temáticas nos currículos disciplinares em cada

10.2. Considerações finais
Investindo na Promoção e Prevenção da Saúde, conseguiremos uma escola mais saudável e feliz. A alimentação saudável satisfaz necessidades, ao mesmo tempo que é fonte de prazer e cultura. A actividade física ou desporto, que hoje em dia só é praticada por 23% da população Portuguesa, dos 15 aos 74 anos, deverá ser incentivada, para que contribua para vida mais saudável. Pensamos que a efectivação deste nosso projecto contribuirá para a construção de Estilos de Vida Saudáveis.

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11. BIBLIOGRAFIA
- Amos, Janine. Que efeitos tem a obesidade no Corpo e Mente de Jamal?. Everest Editora - Comer e crescer com prazer. Azeite Gallo, colaboração de Drª Helena Cid e Leonor Carneiro. - Carmo, Isabel. 222 Perguntas e Respostas para emagrecer e manter o peso de uma forma equilibrada. Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2006. - Educação Alimentar em meio escolar – Referencial para uma oferta alimentar saudável. Ministério da Educação / DGIDC, 2006. - Guia Comer bem… Crescer Saudável. Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto e Instituto do Consumidor, Lisboa, 2005. - Guia: Nutrientes, Aditivos e Alimentos. Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto e Instituto do Consumidor, Lisboa, 2004. - Guia: Os Alimentos na Roda. Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto e Instituto do Consumidor, Lisboa, 2004 - Guia de Segurança Alimentar em Ambiente Escolar. Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto e Instituto do Consumidor, Lisboa, 2004. - Relatórios do Grupo de Trabalho da Educação Sexual: - Relatório Preliminar, Lisboa, 31 de Outubro de 2005 - Relatório de Progresso, Lisboa, 4 de Janeiro de 2007 - Relatório Final, Lisboa, Lisboa, 7 de Setembro de 2007
- Legislação:

-Lei 120/99 de Agosto de 1999; -Despacho nº25995/2005;
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-Despacho de SEE de 27 de Setembro de 2006.
- Webgrafia: - Educar para estilos de Vida Saudáveis: Metodologias de Intervenção na Escola - CD-ROM com documentação – Turma 3 - Guarda (18.04.2008 a 02.06.2008) – Ministério da Educação, DREC e DGIDC

Anexos

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COMEMORAÇÃO
Conteúdos Objectivos
- Promover o equilíbrio e o bemestar dos nossos adolescentes e jovens. - Sensibilizar para hábitos alimentares correctos. - Promover o gosto, a escolha e o acesso a uma alimentação saudável. - Diagnosticar situações de distúrbios alimentares. - Informar sobre causas/ consequências e formas de controlo de distúrbios alimentares. - Informar sobre a prevenção de doenças através da alimentação.

DO

DIA MUNDIAL

DA

ALIMENTAÇÃO
Actividades

E

DIA MUNDIAL
Público -Alvo

DA

Competências a desenvolver
- Saber seleccionar alimentos saudáveis e saber elaborar ementas saudáveis e equilibradas, aplicando o modelo da Roda dos alimentos. - Desenvolver motivação e gosto para o consumo de fruta e vegetais. - Desenvolver o gosto pela prática de exercício físico. - Conhecer riscos para saúde de uma alimentação desequilibrada. - Evitar o consumo exagerado de açúcares – Prevenir a Diabetes tipo 2. - Analisar criticamente publicidade aos alimentos.

C

Alimentaçã o Saudável Imagem corporal

Comemoração do Dia Mundial da Alimentação: - Concurso “Mesa Equilibrada” - Construção de uma Roda de alimentos “ao vivo”.

Alunos do 3º Ciclo Comunida de escolar

D

P d P

- Elaboração de um livro de
receitas saudáveis e conselhos sobre alimentação saudável. - Sessão de Aeróbica, Step ou Ioga aberta à comunidade escolar. Comemoração do Dia Mundial da Diabetes: - Rastreio da Glicemia - Fórum Debate: Brainstorming ou “tempestade de ideias”: O que é a Diabetes?; Consequências da doença; Como prevenir a Diabetes. (O debate contará com a participação de médicos, enfermeiros, professores e alunos). Para terminar, propor-se-ia a exploração de alguns anúncios publicitários sobre alimentação – aspectos positivos e negativos.

C

Publicidade Alimentar Higiene e Segurança Alimentar

E P

c

T

f s

T

c

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COMEMORAÇÃO
Conteúdos Objectivos
- Promover o equilíbrio e o bem-estar dos nossos adolescentes e jovens. - Sensibilizar para hábitos alimentares correctos. - Promover o gosto, a escolha e o acesso a uma alimentação saudável. - Diagnosticar situações de distúrbios alimentares. - Informar sobre causas/ consequências e formas de controlo de distúrbios alimentares; prevenção de doenças através da alimentação.

DO

DIA MUNDIAL

DA

SAÚDE

E DO

“MÊS

DE

MAIO – MÊS
PúblicoAlvo

Competências a desenvolver
- Conhecer consequências dos erros alimentares e formas de prevenção de distúrbios alimentares. - Evitar o consumo exagerado de alimentos ricos em gorduras, sal e açucares; - Desenvolver motivação para o consumo de fruta e vegetais; - Saber aplicar normas de higiene e segurança alimentar. - Analisar criticamente rótulos das embalagens e a publicidade aos alimentos. - Desenvolver o gosto pela prática de actividade física. - Saber seleccionar alimentos saudáveis. - Almoçar com mais frequência na cantina.

Actividades
Comemoração do Mundial da Saúde: Dia

Alimentação Saudável Imagem Corporal Publicidade Alimentar Higiene e Segurança Alimentar

– Feira da Saúde: apresentação e exposição de trabalhos elaborados pelos alunos; - Rastreios à comunidade de tensão arterial, colesterol e IMC. (a dinamizar pelos professores do grupo de Biologia, conjuntamente com os alunos do 8ºano); - Projecção do filme “Geração Fast Food”, exploração final da mensagem que a história transmite – para as turmas de 9º ano. - ”Barómetro de atitudes”- A partir de um conjunto de frases relativas à Alimentação/Actividade física– Concordo/Discordo – para as turmas do 7ºano. “Mês de Maio – Mês do Coração” - Caminhada/Percurso pedestre com piquenique saudável. - Concurso de Ideias “O nome do nosso Restaurante”

Alunos do 3ºCiclo e Comunida de escola

Comunida de escolar Alunos do 3ºCiclo

FORMAÇÃO CÍVICA
Conteúdos Imagem Corporal Competências a desenvolver -Analisar criticamente os modelos de beleza dominante. Actividades -Passagem do filme “Super Size Me” e discussão da obesidade com passagem para a questão da imagem 15 Público - Alvo Alunos do 3º Ciclo

Col

Di

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-Propor valores, em relação ao corpo e à figura corporal, alternativos aos dominantes. - Aceitar bem a sua figura corporal; - Desenvolver a autoestima.

associada às causas da alimentação incorrecta. - Realização da actividade do “Barómetro de atitudes” com ideias -preconceitos relativos aos ideais de beleza; - Lista: O que gosto / o que não gosto no meu corpo. Discussão em pequenos grupos. - Esclarecimento e discussão sobre Anorexia e Bulimia.

co

Publicidade Alimentar -Analisar criticamente publicidade aos alimentos. - Interpretar rótulos das embalagens de alimentos. -Saber seleccionar alimentos saudáveis

-Passagem de spot´s publicitários sobre alimentos. - Análise da informação nutricional do rótulo do alimento em causa. - Desconstrução do anúncio publicitário por confronto com a Roda dos alimentos e tabelas de aditivos. - Construção de anúncios publicitários a alimentos saudáveis.

OUTRAS ACTIVIDADES
Conteúdos Objectivos Actividades Colaboradore s Professores de Área de Projecto, de Formação Cívica e outros do Conselho de Turma Públic o– Alvo Alunos do 3º Ciclo

Alimentaçã o Saudável

- Promover o equilíbrio e o bemestar futuro dos nossos jovens e adolescentes - Sensibilizar para hábitos alimentares correctos - Promover o gosto, a escolha e o acesso a uma alimentação saudável;

- Elaboração de “Ementa da Cantina”. - Semana: da fruta; batidos; iogurtes; leite; água… - Promoção de produtos saudáveis (a preço de custo) no bufete da escola: leite iogurtes, fruta, batidos de fruta - Acções de formação para profissionais envolvidos na aquisição, venda e confecção de alimentos.

Higiene e segurança alimentar

Auxiliares da Acção Educativa. Técnicos do 16

Comuni dade Escolar

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- Alterar a oferta alimentar – bufete e cantina - Desenvolver capacidades de selecção de alimentos saudáveis

SASE e funcionários do bufete e cantina Técnicos de Saúde convidados

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