Sérgio Luis Beckel Flor

Assunto: Local: Início: Fim: Recorrência: Status da reunião: Participantes necessários: Categorias: Prof. Lelis Espartel Começou questionando a questão da atitude. Pg. 6 da apostila. Dizeres da página 10, na qual faz comentários sobre o que é atitude. Trabalhou a idéia de que atitude remete à questão da açào e do desejo do indivíduo diante de situações e/ou marcas. Realizou a dinâmica de expor-nos à 10 marcas: Ipiranga: Quebrada, cara e com dificuldade de atender-me. Portobello: Qualidade Sadia: Qualidade e sabor Hering: Conforto, cara, gostosa no corpo. Nem sempre durável. Coca-cola: gostosa, mas nem sempre refrescante. Vício. Bonaqua: Não conheço. Tam: Medo GM: Cara, mas confortável. Confiável. Nike: Cara e produtos bem feitos. Macdonalds: Gostoso, rápido e confiável. As atitudes são formadas com base na experiência do conhecimento do produto ou da marca. O fato é que existem atitudes com relaçào ao produto, as quais podem ser neutras, negativas ou positivas. ** Nota: Houve a discussão da marca Ronaldo Nazário a respeito do fato de que ele pode ter destruido sua imagem. Deixará o resíduo à longo prazo. Talvez possa reverter. Outro exemplo é GM e Fiat. Ambas fazem pesados investimentos para reverter a imagem negativa (atitude) referente à percepção do cliente / consumidor.** Uma das formas de fazer a concepção da atitude com relação à marca se dá pelo julgamento, na qual atribuimos valor / princípios ao fato. Trouxe o exemplo das empresas "Romário". Na qual as empresas entregam bons produtos, contudo existe a possibilidade de contratarem mão-de-obra infantil. Um dos colegas fez a seguinte pergunta: "É válido utilizar a imagem de celebridades? É considerada uma estratégia de posicionamento chamada endosso. O impacto é questionável, pois atualmente existem muitas empresas revendo a utilização dessa estratégia. Para conhecer valores de marcas, visite www.interbrand.com. Entào nessa estratégia é bom lembrar que é um negócio de risco, ou seja, utilizar-se de celebridades. Basta lembrar do "cara da Bombril" ou Michael Jackson como garoto propaganda mundial da Pepsi na década de 80. TRES DIMENSOES Cognição: Pensamento e crenças sobre objetos. Raciocínio. Vale para pessoas, marcas ou empresas. Também produtos.
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CC - Comportamento do Consumidor Unisinos - sala 5A306, 3º andar - Sec. MBA sex 9/5/2008 19:15 sex 9/5/2008 22:15 (nenhuma) Organizador da conferência Tatiane Machado (tat_machado@hotmail.com); 'Simoni Fernanda Rohden'; mosaicomp@uol.com.br; taiscpaixao@gmail.com Unisinos

Exemplo: compra de passagens aéreas pela internet. Conveniência (pg. 11) Afeto: Sentimentos, emoções. Questões afetivas. Exemplo: pg. 12 - 'comprar passagens pela internet é emocionante' Ação (conativa): Trabalha a idéia do que fez, faz ou fará. Exemplo pg.12 Nosso comportamento de compra segue hierarquias. Pg. 13 Dinâmica do quadro: 1) Compra do Imóvel ou itens caros (passa-se pela avaliaçào financeira, existe a questão emocional e após parte-se para a ação). 2) Thaís (Sapatos, Eletrônicos, Bolsas, Vinhos) - Existe o afeto inicial, parte-se para ação e após é feita a reflexão. 3) Alimentos, Liquidação. Entretanto, existem produtos que se encaixarão em outras categorias cuja dependência está diretamente ligada ao pensamento e visão do consumidor. Pode-se comprar um item caro por impulso, pois dependerá da pessoa. Na realidade nào importa muito o produto em si, mas sim a forma individual com que a pessoa processa a compra em si. Satisfação por muito tempo foi vista como uma fórmula. Agora há pouco o marketing começou a visualizar como emoção. O plano cartesiano não serve para explicar emoção. A discussão atual de marketing faz uso do lado sentimental. (pg. 13) Possuimos a racionalidade limitada, pois apesar de existirem várias variáveis cognitivas, o fato é que na hora da compra foi utilizar duas a três e a emoção tomará partido na compra. As decisões de compras possuem componentes afetivos, ou seja, não são sempre cognitivos. Temos o mecanismo de associar emoções com situações positivas, mas existem as negativas tais como: comprar algo que ao usar em casa não funciona! No entanto, o grande problema de operacionalizar emoções em marketing é a medição. Pg. 14 - Escala de Plutchik. Exemplo: Medo: Pode variar de timidez ao terror. Evitando as situaçòes extremas, o problema maior se dará na percepçào, qualificaçào e quantificação dentro da escala. O lance é procurar mensurar. ** Nota: Produzir uma pesquisa quantitativa na qual se possa cruzar o nível de autoconhecimento com o comparativo da capacidade de auto-identificar o próprio processo emocional ** ** Dica de livro: Obra 1: O erro de Descartes / Obra 2: O mistério da Consciência. Cia das Letras. Livro de Neurologia do António Damázio. Realiza a análise do cérebro. Houve o comentário dos grupos relativos ao fato de que se pode operacionalizar algum conhecimento adicional com a teoria de Daniel Gollemann, Inteligência Emocional. Existem variáveis de contexto de mercado que afetam a percepçào do consumidor. Veja por exemplo características de mercado. "O clima influencia o comportamento do consumidor". Ex. Coca-cola. As vezes está em dilema com os países. Porque o povo possui características pessoais quanto ao consumo do produto.

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