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ENSAYOS

MONTAIGNE
TOMO

PRIMERO

ENSAYOS
DE

MONTAIGNE
SEGUIDOS

DE TODAS SUS CARTAS CONOCIDAS HASTA EL DÍA
T r a d u c i d o s p o r p r i m e r a vez e n
CON

LA VERSIÓN

DE

TODAS

LAS

CITAS

castellano
GRIEGAS Y LATINAS

QUE CONTIENE EL TEXTO,
NOTAS EXPLICATIVAS DEL TRADUCTOR
Y ENTRESACADAS DE LOS P R I N C I P A L E S COMENTADORES,
UNA INTRODUCCIÓN Y UN ÍNDICE ALPABÉTICO
POR

CONSTANTINO

ROMÁN

Y

SALAMERO

TOMO P R I M E R O

PARÍS
CASA

EDITORIAL

GARNIER

HERMANOS

6 , RUE DES S A I N T S - P È R E S , 6

Al Exento. Como el nombre de Usted significa una vida de integridad sin facha dedicada al servicio de nuestro país. á pe- . útil á todos los hombres. Española. he querido queá la cabeza de esta traducción castellana délo s E N S A Y O S D E M O N T A I G N E . me complazco en estamparlo aquí. deseando sólo que la dura aunque no ingrata tarea de interpretar un autor tan genial merezca la aprobación de los literatos españoles. Señor de la Real Don FRANCISCO Academia SILVELA. Amente cuatro años ha de España. — figurase el nombre de un español ilustre. consagrándola asi á la patria en la persona de uno de sus más dignos representantes. — « libro ingenuo y de buena fe». de que son muestra espléndida sus discursos políticos y jurídicos y el hermoso libro de S O R M A R I A D E A G R E D A . para que el más humano de los filósofos adquiera asi carta de naturaleza entre nosotros y en los pueblos de lengua española. al par que el amor á las letras.

á F e l i p e de C o m m i n e s . L a p r o s a d e l o s Ensayos es entre t o d a s la m á s original. filósofo. la e n q u e todo espíritu c u l t i v a d o e n c u e n t r a . C O N S T A N T I N O París. m . s. e n v i d i a d o h a s t a d e a q u e l l o s que d u r a n t e toda s u v i d a s e ejercitaron e n el arte d e escribir. á l o s q u e supieron r e v e s t i r las i d e a s m á s o r i g i n a l e s . b. entre o n c e . la m á s v i v a . m a y o r núm e r o d e b e l l e z a s . el último día d e febrero d e 1533. 1S0S. nació en el castillo d e M o n t a i g n e (de d o n d e s u s a s c e n d i e n tes tomaron el n o m b r e ) . tiene el honor de ser de Usted admirador afectísimo. e n c a n t o s y s o r p r e s a s . s i e m p r e s e c o l o c a á M o n t a i g n e e n el l u g a r m á s h o n o r í f i c o . en l o s c o n f i n e s del P é r i goi d. evitables unos é inevitables que esta versión abunda. C u a n d o entre l o s p r o s i s t a s c l á s i c o s f r a n c e s e s s e cita á l o s p r i m e r o s m a e s t r o s . 5 de marzo de R O M Á N Y S A L A M E R O . p o e t a y p e n s a d o r o r i g i n a l e n c u a n t o s ó r d e n e s d e i d e a s s u espíritu s e detuvo ó ponderó.DEDICA! ORIA sar de los defectos. en Estimando profundamente la distinción que Usted le otorga al acoger con benevolencia este trabajo. sin n e c e s i d a d d e b u s c a r l a s ni de descubrirlas. Miguel Eyquem. M o n t a i g n e . INTRODUCCIÓN q. reflejo fiel d e u n o d e los e n t e n d i m i e n t o s m á s p e r s p i c a c e s y analíticos q u e r e g i s t r a n l o s a n a l e s literarios d e t o d o s l o s pueblos. s ó l i d a s y verdad e r a s c o n estilo inimitable. la m a r q u e s a de S é v i g n é y el d u q u e de S a n S i m ó n . otros. señor de Montaigne.

E N S A Y O S M O T A ! I <2 DE O N E .

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ENSAYOS MONTAIGNE TOMO PRIMERO .

6 . NOTAS EXPLICATIVAS DEL TRADUCTOR Y ENTRESACADAS DE LOS P R I N C I P A L E S COMENTADORES.P È R E S . RUE DES S A I N T S . UNA INTRODUCCIÓN Y UN ÍNDICE ALPABÉTICO POR CONSTANTINO ROMÁN Y SALAMERO TOMO P R I M E R O PARÍS CASA EDITORIAL GARNIER HERMANOS 6 .ENSAYOS DE MONTAIGNE SEGUIDOS DE TODAS SUS CARTAS CONOCIDAS HASTA EL DÍA T r a d u c i d o s p o r p r i m e r a vez e n CON LA VERSIÓN DE TODAS LAS CITAS castellano GRIEGAS Y LATINAS QUE CONTIENE EL TEXTO.

para que el más humano de los filósofos adquiera asi carta de naturaleza entre nosotros y en los pueblos de lengua española. Como el nombre de Usted significa una vida de integridad sin ficha dedicada al servicio de nuestro país.Al Exento. me complazco en estamparlo aquí. al par que el amor á las letras. — figurase el nombre de un español ilustre. Amente cuatro años ha de España. consagrándola asi á la patria en la persona de uno de sus más dignos representantes. de que son muestra espléndida sus discursos políticos y jurídicos y el hermoso libro de S O R M A R I A D E A G R E D A . á pe- . he querido queá la cabeza de esta traducción castellana délo s E N S A Y O S D E M O N T A I G N E . Señor de la Real Don FRANCISCO Academia SILVELA. Española. — « libro ingenuo y de buena fe». útil á todos los hombres. deseando sólo que la dura aunque no ingrata tarea de interpretar un autor tan genial merezca la aprobación de los literatos españoles.

la e n q u e todo espíritu c u l t i v a d o e n c u e n t r a .DEDICA! ORIA sar de los defectos. á l o s q u e supieron r e v e s t i r las i d e a s m á s o r i g i n a l e s . L a p r o s a d e l o s Ensayos es entre t o d a s la m á s original. s. entre o n c e . sin n e c e s i d a d d e b u s c a r l a s ni de descubrirlas. M o n t a i g n e . 1S0S. e n c a n t o s y s o r p r e s a s . la m a r q u e s a de S é v i g n é y el d u q u e de S a n S i m ó n . filósofo. C O N S T A N T I N O París. otros. Miguel Eyquem. en l o s c o n f i n e s del P é r i goi d. b. reflejo fiel d e u n o d e los e n t e n d i m i e n t o s m á s p e r s p i c a c e s y analíticos q u e r e g i s t r a n l o s a n a l e s literarios d e t o d o s l o s pueblos. INTRODUCCIÓN q. m a y o r núm e r o d e b e l l e z a s . el último día d e febrero d e 1533. s i e m p r e s e c o l o c a á M o n t a i g n e e n el l u g a r m á s h o n o r í f i c o . nació en el castillo d e M o n t a i g n e (de d o n d e s u s a s c e n d i e n tes tomaron el n o m b r e ) . 5 de marzo de R O M Á N Y S A L A M E R O . en Estimando profundamente la distinción que Usted le otorga al acoger con benevolencia este trabajo. á F e l i p e de C o m m i n e s . e n v i d i a d o h a s t a d e a q u e l l o s que d u r a n t e toda s u v i d a s e ejercitaron e n el arte d e escribir. evitables unos é inevitables que esta versión abunda. tiene el honor de ser de Usted admirador afectísimo. la m á s v i v a . señor de Montaigne. C u a n d o entre l o s p r o s i s t a s c l á s i c o s f r a n c e s e s s e cita á l o s p r i m e r o s m a e s t r o s . p o e t a y p e n s a d o r o r i g i n a l e n c u a n t o s ó r d e n e s d e i d e a s s u espíritu s e detuvo ó ponderó. s ó l i d a s y verdad e r a s c o n estilo inimitable. m .

nació en el castillo d e M o n t a i g n e (de d o n d e s u s a s c e n d i e n tes tomaron el n o m b r e ) . reflejo fiel d e u n o d e los e n t e n d i m i e n t o s m á s p e r s p i c a c e s y analíticos q u e r e g i s t r a n l o s a n a l e s literarios d e t o d o s l o s pueblos. 5 de marzo de R O M Á N Y S A L A M E R O . á F e l i p e de C o m m i n e s . la e n q u e todo espíritu c u l t i v a d o e n c u e n t r a . sin n e c e s i d a d d e b u s c a r l a s ni de descubrirlas. el último día d e febrero d e 1533. L a p r o s a d e l o s Ensayos es entre t o d a s la m á s original. señor de Montaigne. C O N S T A N T I N O París. INTRODUCCIÓN q. evitables unos é inevitables que esta versión abunda. la m a r q u e s a de S é v i g n é y el d u q u e de S a n S i m ó n . filósofo. entre o n c e . en Estimando profundamente la distinción que Usted le otorga al acoger con benevolencia este trabajo. e n c a n t o s y s o r p r e s a s . 1S0S. s i e m p r e s e c o l o c a á M o n t a i g n e e n el l u g a r m á s h o n o r í f i c o .DEDICA! ORIA sar de los defectos. m . m a y o r núm e r o d e b e l l e z a s . M o n t a i g n e . en l o s c o n f i n e s del P é r i goi d. otros. C u a n d o entre l o s p r o s i s t a s c l á s i c o s f r a n c e s e s s e cita á l o s p r i m e r o s m a e s t r o s . tiene el honor de ser de Usted admirador afectísimo. s ó l i d a s y verdad e r a s c o n estilo inimitable. s. Miguel Eyquem. p o e t a y p e n s a d o r o r i g i n a l e n c u a n t o s ó r d e n e s d e i d e a s s u espíritu s e detuvo ó ponderó. la m á s v i v a . á l o s q u e supieron r e v e s t i r las i d e a s m á s o r i g i n a l e s . e n v i d i a d o h a s t a d e a q u e l l o s que d u r a n t e toda s u v i d a s e ejercitaron e n el arte d e escribir. b.

c a p . u n o d e los m á s a f a m a d o s d e aquel tiempo. Su d e s i g n i o iba a d e m á s á otro fin e n c a m i n a d o : q u i s o j u n t a r m e con el pueblo y la condición h u m a n a q u e h a m e n e s t e r d e n u e s t r a ayuda. El estudio del latín y la literatura latina constituían e n t o n c e s la b a s e d e la e d u c a c i ó n d e t o d o s l o s a d o l e s c e n t e s . á un p o b r e l u g a r d e los s u y o s . C i n c o a ñ o s a n t e s h a b í a contraído un m a t r i m o n i o « d e r a z ó n » c o n F r a n c i s c a de la C h a s s a i g n e . s e e n c u e n t r a n disemin a d o s en l o s Ensayos. s u padre le e n c o m e n d ó á u n preceptor a l e m á n . y vivir así el t i e m p o que le q u e d a b a d e v i d a . c o n lo cual á la e d a d de s e i s a ñ o s tuvo s u latín « tan presto y á la m a n o » c o m o el m á s c o n s u m a d o d e los h u m a n i s t a s . y así lo hizo c u a n d o m u r i ó s u padre e n el m e s d e julio de 1570. p a r a q u e m e criara. lib. r e c o g i ó s e e n s u pacífica m o r a d a « e n el a ñ o d e N u e s t r o S e ñ o r (1571). P o r el g r i e g o 1. hija de u n o de s u s c o l e g a s e n la m a g i s t r a t u r a . de q u i e n M o n t a i g n e n o s h a b l a con s i n g u l a r a m o r filial. al aire libre y c o m o l o s q u e dirigieron s u e d u c a c i ó n pensaran q u e el m u c h o tiemp o e m p l e a d o e n el estudio del latín e r a la c a u s a d e q u e l o s e s c o l a r e s n o l l e g a r a n á a l c a n z a r « l a perfección científica y el temple d e a l m a d e l o s antig u o s griegos y romanos 3 « . á p e s a r d e e n c o n t r a r s e e n a q u e l c u e r p o e n s u v e r d a d e r o m e d i o s o c i a l . T o d o s l o s datos d e s u b i o g r a f í a . . 3 . cap. c a p . si n o por g u s t o .. á la e d a d d e treinta y o c h o a ñ o s . y allí m e d e j ó m i e n t r a s e s t o v e al c u i d a d o d e la nodriza. para r e p o s a r s e e n el r e g a z o d e las d o c t a s v í r g e n e s . ra. Ensayos. p e r m a n e c i ó h a s t a l o s trece a ñ o s . XXT.. y M o n t a i g n e nunc a llegó á p o s e e r l o . s u m a d r e era d e o r i g e n e s p a ñ o l . L o s p r i m e r o s a ñ o s de s u infancia transcurrieron e n l o s c a m p o s . c o n s a g r a n d o al r e p o s o y á la libertad el a g r a d a b l e y s o s e g a d o a p o s e n t o herencia d e s u s a n t e p a s a d o s ». a c o s t u m b r á n d o m e á la m á s b a j a y c o m ú n m a n e r a d e v i v i r : i l a y n a pvs libertatis ett beac moralu* venler.IX INTRODUCCION INTRODUCCIÓN y doce de la m a ñ a n a S u padre d e s c e n d í a de u n a a n t i g u a familia d e c o m e r c i a n t e s d e B u r d e o s . pero d e t o d o s m o d o s e s lo cierto q u e s e c o n s a g r ó e n c u e r p o y e n espíritu al d e r e c h o . por n e c e s i d a d . D e s p u é s d e la muerte d e s u a m i g o . d e c o n t a r e n él par i e n t e s y d e haber c o n o c i d o allí á s u a m i g o L a boétie. a n i v e r s a rio d e s u n a c i m i e n t o . N o s e s a b e si l o s hizo e n B u r d e o s ó e n T o losa. de m e m o r i a indeleble. III. v í s p e r a d e l a s c a l e n d a s de marzo. II. E n el c o l e g i o d e Guiena. c a d a v e z q u e s u n o m b r e a p a r e c e citado en s u obra. 2. y a u n d e s p u é s . U n a vez g a n a d o el s o s i e g o espiritual q u e a n s i a ba. apenas salió de los b r a z o s de la nodriza. D e s u s e s t u d i o s jurídicos n o h a y noticias prec i s a s . s e p a s a b a c o n rapidez e x t r e m a . M o n t a i g n e s ó l o b u s c ó u n a o c a s i ó n propicia p a r a a b a n d o n a r la m a g i s t r a tura. — Ensaijoi. S á b e s e t a m b i é n q u e e s t e i m portante c a r g o n o s a t i s f i z o s u s i d e a l e s . p u e s d e s d e m u y t e m p r a n o perteneció á la m a g i s tratura d e B u r d e o s . lib. y que lejos d e inspirarle a m o r le c a n s ó al p o c o t i e m p o d e ejercerlo. p a r a á e l l a s u n i r m e y o b l i g a r m e . y c u y o s p r o f e s o r e s f u e r o n l o s m á s c é l e b r e s m a e s t r o s d e la é p o c a . Libro I . El b u e n p a d r e q u e Dios m e d¡ó envióme d e s d e la c u n a . a u n q u e p o c o duradera. h a s t i a d o d e l a r g o t i e m p o atrás de la e s c l a v i t u d del p a r l a m e n t o y d e l o s p ú blicos e m p l e o s . c o m o t a m b i é n a l g u n o s de los r e l a t i v o s á s u padre. d e s p r o v i s t a de g r a n d e s a c o n t e c i m i e n t o s . por e s t a razón t a m b i é n en ¡a pila bautismal m e colocó en m a n o s de g e n t e s c»va fortuna era d e l a s m á s a b y e c t a s . e n m e d i o d e la s e g u r i d a d y la calm a . quien s ó l o e n a q u e l l a l e n g u a le h a b l a b a . c o n el cual contrajo u n a a m i s t a d . p u e s c o n s i d e r a b a q u e yo d e b í a m i r a r m e jor hacia q u i e n m e t i e n d e los brazos q u e & q u i e n m e v u e l v e la e s p a l d a . x n i . y q u e s e g r a d u ó e n l e y e s . s e g ú n lo declara en v a r i o s pas a j e s d e s u obra.

P o r otra parte. Con s u s e s c r i t o s n o b u s c a b a el r e n o m b r e ni la g l o r i a . M o n t a i g n e s e burla de la e r u d i c i ó n . u n a v e z d e c i d i d o á « t r a n s 1 .. 2 . 427. c o m e n t á n d o s e y a n o t á n d o s e . l l a m á n d o l a e n t e c a s i n m o t i v o justificado.X INTRODUCCIÓN* A s í r e z a u n a i n s c r i p c i ó n latina q u e c o l o c ó Mont a i g n e e n la pared de s u g a b i n e t e p a r a que el r e c u e r d o de s u d e t e r m i n a c i ó n p e r m a n e c i e r a g r a b a d o e n s u m e m o r i a . n i n g ú n deseo a b r i g a d e u s u r p a r los privilegios d e q u e gozan. y que. y alli le mostré m i c h a s m a n e r a s d e e x p r e s a r s e f a m i l i a r e s .. t r a n s c u r r e n tod o s s u s d í a s y c a s i todas l a s h o r a s d e c a d a día. N o p u e d e s o p o r t a r los o l o r e s p e s t i l e n t e s . no le ocultó q u e babia t r o p e z a d o e n m i c h o s p a s a j e s d e s u o b r a con u n no s é q u é del h a b l a r gascón. c r e í a b u e n o s u s t r a e r s e á l o s e m p u j o n e s d i a r i o s d e la e x i s t e n c i a q u e s e v i v e . M a s n o h a y que c r e e r al pie de la letra este p r o p ó s i t o tan radical. n i n g u n a n e c e s i d a d tenía d e p e r m a n e c e r c o m o literato s ó l o al a l c a n c e d e los d o c t o s d e la é p o c a . p i g . e s evidente. tomo III. ni s i q u i e r a por a u t o r ni h a c e d o r de l i b r o s s e tenia. bien b o a t a d o . á r e s p e t a r e n s u e s t i l o h a s t a l o s i d i o t i s m o s que t a n t o e s c a n d a l i z a ban á E s t e b a n P a s q u i e r 2 . no á los f r a n c e s e s sino solamente á los gascones ». a ñ a d o . le llevé á m i o o a r t o . § 1 ) . d a d a la n a t u r a l e z a d e s u espíritu ( m á s rico e n comentarios que alacena de c o s a s p a s a d a s ) y s u g é n e r o d e v i d a anterior. Allí en s u «librería». i n s t a l a d a e n el p i s o s e g u n d o d e la torre d e su castillo. y a e n l a s c i u d a d e s . De todos m o d o s Montaigne s e g u a r d a r á bien d e c o m p e t i r con los doclo r e s c o n s u m a d o s de P a r í s . M o n t a i g n e e s friolero y s e c o n s t i p a f á c i l m e n t e . q u e s u a m b i c i ó n n a d a e s p e r a b a de e l l a . L o s infolios q u e c o n s t a n t e m e n t e m a n e j a b a bastábanle c o m o t e m a de s u s o b s e r v a c i o n e s : l o s e s t a n t e s d e s u biblioteca e s t a b a n bien repletos de s e l e c t o s libros que s u p l í a n l o s c o n t a d o s v a c í o s de s u e x c e l e n t e m e m o r i a . p u n t u a l m e n t e descrita en el libro III d e l o s Ensayos. ni c o n n i n g ú n otro h u m a n i s t a de s u época. ni t a m p o c o d e s u s c i t a r su e n v i d i a . y bajo el coleto p e r f u m a d o e n c o n t r a r e m o s y a u n a pellica de liebre ó y a el p l u m ó n de buitre. q u e la i d e a d e escribir s e le h a b í a m e t i d o entre ceja y ceja. Dejándolos gozar e n c a l m a d e l p l a c e r q o e p r o c u r a el d i s p u t a r m e t ó d i c a m e n t e . o b s e r v á n d o s e . s o b r e t o d o c u a n d o la m o d a tiene a l g o de m o l e s t o ó d e s m a ñ a d o . decidido á s e r « é l m i s m o » . — Cénac Moncaut. q u e n o s e p r o p u s o n u n c a competir c o n Justo L i p s i o . y s u v i d a lo prueba d e s o b r a . d e q u i e n fué a m i g o . E s t e e r u d i t o r e f i e r e en s u s Carlas (libro XVIII. si el tiempo e s frío. distante mil l e g u a s d e la moda. Heidelberg ó R o t t e r d a m . el v e s t i d o s e r á g r u e s o . « L o que M o n t a i g n e q u i e r e s i g n i f i c a r . c o n s i d e r a n d o c o m o L a r r a « q u e e s e x c e l e n t e c o s a s o b r e todo para el q u e n o tiene o t r a ». « q u e h a b i e n d o e n c o n t r a d o á Montaigne e n los Estados d e Blois. q u e alimentaban los temibles infolios de éstos. e s c u c h á n d o s e v i v i r . princip i a n d o por r e s g u a r d a r s e c o n un s i m p l e g o r r o . e s t e propósito f o r m a d o . INTRODUCCIÓN XI cribir s u s h u m o r e s f a n t á s t i c o s ». uno s o b r e otro. A u n q u e n o a b i e r t a m e n t e . l e y e n d o y r e g i s t r a n d o o t r a s s u s a u t o r e s predilectos. concluye por e n c a s q u e t a r s e d o s s o m b r e r o s . d o n d e t o i i a su libro. ó d e l a s b i b l i o t e c a s . ni figurarse á M o n t a i g n e e n c e r r a d o e n s u v i v i e n d a c o m o un e r m i t a ñ o . y a e n la corte. . Ilistoire du earaclere el de l'esprit franfais depuis les lemps les plus reculé* jusqu'a la Reuaissance. y c o m o no q u i s i e r a c r e e r m e . e s q u e h a b í a y a s u f i c i e n t e m e n t e v i v i d o la e x i s t e n c i a a c t i v a . por lo cual lleva s i e m p r e coleto y g u a n t e s p e r f u m a d o s . a u n q u e e n e s t o último s e d e s c u b r a m á s d e un a s o m o d e coquetería. bien a b o t o n a d o . y él bien lo s a b í a . 1868. » C o n t a n d o m á s c o n l o s n a t u r a l e s r e c u r s o s de s u e s p í r i t u que c o n l o s d e la e r u d i c i ó n \ e n la cual l e s o b r e p a s a b a n m u c h o s de s u s c o n t e m p o r á n e o s . C a m b r i d g e . Él m i s m o n o s traza d e s u p e r s o n a el retrato m á s m i n u c i o s o y a c a b a d o : « S u traje e s s i e m p r e n e g r o ó b l a n c o (detesta los c o l o r e s a b i g a r r a d o s ) . P a r í s . q u e M o n t a i g n e e c h a por l o s s u e l o s . en el a ñ o 1388. dictando u n a s v e c e s .

dirigida por M. ó d e s pierta s u c u r i o s i d a d y e x c i t a s u c o m p r e n s i ó n . n u n c a pudo habituarse á la c e r v e z a . ¿ E s a c a s o b u e n b e b e d o r ? Cuartillo y m e d i o por comida le b a s t a . Mezcla s u bebida d o s ó tres h o r a s a n t e s de t o m a r la. El v a lor moral de e s t e escrito. le d i s g u s t a verlos: forman una multitud c o m o cualesq u i e r a otra. m a s n o de la sal en el p a n . P e r o ¿por qué l e e m o s con tanta c o m p l a c e n c i a los Ensayos. Ike essayist. la c a r n e . l o s i n c i d e n t e s insig1. p u e s n o i g n o r a q u e todo e s p e c t á c u l o encierra e n sí u n a e n s e ñ a n z a p a r a q u i e n d e él s a b e e x t r a e r l a . E s t a c o n s t a n t e m u t a c i ó n form a s u s delicias. P r é s t a s e d e b u e n g r a d o á l a s c o s t u m b r e s del p a í s que a t r a v i e s a . R e a l m e n t e poca c o s a ó n a d a absolutamente. — Lon XIII « L a p r i m e r a edición d e l o s Ensayos apareció e n B u r d e o s h a c i a el m e s d e m a r z o d e 1580 en d o s v o l ú m e n e s d e t a m a ñ o diferente vy d e s i go u a l m e n t e c o m p a c t o s . B a i l a mal.» A u s e n t á n d o s e d e s u tierra el 2 2 d e j u n i o d e 1580. 467 y 458. L o s p o r m e n o r e s d e e s t a e x p e d i c i ó n cons i g n ó l o s e n un Diario de ciaje. cortar u n a p l u m a v e n s i l l a r un caballo. ¡lontaipne d r e s .. L o q u e m á s le l l a m a la a t e n c i ó n . 1S5Í. e s m a y o r q u e el literario: « S u interés e s primordial p a r a el c o n o c i m i e n t o espiritual del viajero \ el cual dicta y d e s c r i b e á lo v i v o todo c u a n to v e y le i n t e r e s a por c u a l q u i e r c o n c e p t o . Litti- . tomo I . n o sabe trinchar. pero 110 dura. amplios y vivientes. VIII d e la llisloire de la Langue el de la ralure franfaise. S e i m p a c i e n t a por l a s c o s a s m á s i n s i g n i f i c a n t e s : por u n a c h i n e l a q u e le s i e n t a m a l . y las-multitudes le s o n i n g r a t a s . otras los d e d o s y. N i n g u n o d e e s t o s d e t a l l e s s e le q u e d a en el tintero. con el adit a m e n t o d e la tercera parte ó la m i t a d d e a g u a .. al e n t e n d e r de a l g u n o s críticos. Bayle-Saint-John. d e s c u b i e r t o y d a d o á luz e n el s i g l o p a s a d o . á v e c e s s e m u e r d e la l e n g u a . tiene l a s p i e r n a s e n el aire. d o n d e todo ello e s t á a n o t a d o 1 ? » I. M u c h o s m a n j a r e s j u n t o s . Al llegar aquí m u c h o s j u e c e s s e preg u n t a n : ¿y qué n o s importa todo eso? escandalizad o s de tan d e s c o m u n a l egotismo. f r e c u e n t e m e n t e s e r a s c a u n a oreja.INTRODUCCIÓN XII INTRODUCCIÓN v u n p a ñ u e l o i g u a l m e n t e s a t u r a d o de e s e n c i a s . T o d o le i n t e r e s a . t e m e la e s c a r c h a . g u s t a de l o s p e s c a d o s y d e las c a r n e s s a ladas. Montaigne decidió viajar d e s p u é s de publicada. C o m o buen borg a l é s d e l i c a d o en p u n t o á v i n o s . De P a r í s s e dirigió á A l e m a n i a y l u e g o á S u i z a é Italia. la prefiere p o c o cocida. » «El viajero e s e n c a n t a d o r : a p l i c a d o á v e r l o t o d o y á penetrarlo todo. las c o s a s m e n u d a s . Pablo Bonnnfon. y d e e s t a tarea s e e n c a r g a s u c o p e r o . C u a n d o d e s c a n s a . y g u s t a d e la lluvia. y lo que a n o t a d e preferencia s o n l o s r a s g o s particulares. j u r a por D i o s . Com e d e p r i s a . v i a j a s ó l o por el placer d e c a m b i a r de tierras. P e t i t d e J a l l e v i l t e . E s u n a c o s t u m b r e que s u p a d r e le ha l e g a d o . e n d o s v o l ú m e n e s . y quisiera siempre marchar adel a n t e : tan despierto e s t á s u espíritu y tan i n s a c i a ble e s s u d e s e o d e aprender. por lo cual s e s i e n t a a l g o d e s p u é s que l o s d e m á s . e s torpe para p l e g a r u n a carta. p e r m a n e c i ó d e ella s e p a r a d o h a s t a el 30 d e n o v i e m b r e d e 1581. L a cienc i a d e la b u c ó l i c a n o le e s indiferente ni m u c h o m e n o s . to-nn H!. pero no g u s t a p e r m a n e c e r l a r g o tiempo á la m e s a . c a p . por e s o n o s e deja e s c a p a r n a d a y todo lo c o n s i d e r a c o n la i m p a r c i a l i d a d m á s invariable. A v e c e s p i e n s a e n alta voz. á fin d e m e j o r penetrar la m a n e r a d e s e r d e s u s habitantes. así c o m o para procurar á s u curiosidad h o r i z o n t e s m á s dilatados. p á g s . a biography. v le ha s u c e d i d o sorprei> d e r s e i n j u r i á n d o s e á sí m i s m o . B u s c a n d o d e s c a n s o á s u labor. por u n a c o r r e a p u e s t a del r e v é s . C o m e con apetito e n v i d i a b l e .

« En el á n g u l o septentrional q u e f o r m a b a n las c a l l e s d e los Mínimos y d e l a s H i m m i t a s e s t a b a s i t u a d a en B u r d e o s la r e s i d e n c i a d e Montaigne. E s t e cargo tenia por e n t o n c e s cierto l u s t r e é i m p o r t a n c i a política. recibió d e B u r d e o s la n u e v a d e h a b e r s i d o n o m b r a d o a l c a l de 1 de e s t a ciudad el 1. De b u e n a g a n a s e h u b i e r a s u s t r a í d o al h o n o r q u e n o b u s c a b a y que de m o d o tan i n e s p e r a d o le s a l í a al e n c u e n t r o . hizo penetrar e n s u s a d m i n i s t r a d o s la ¡dea d e que n o habían de esperar d e él g r a n d e s c o s a s . T o d o lo p e n e t r a á la carrera.° d e a g o s t o de 1583. M. c o m o v a r ó n p r u d e n t e . q u e e x i s t í a n todavía h a c i a el año 1811. e n la h e r m o s a l e n g u a e n que f u e r o n e s c r i t a s . p e r o la intervención del rey de F r a n c i a E n r i q u e III. y por fin. d e s d e el siglo i r a . que e n el solicitar f u e r a n c o m e d i d o s . Distinguíase d e la otras c a s a s del barrio p o r s u s t e j a d o s . y l o s d o s a ñ o s de alcaldía t r a n s c u r r i e r o n s i n i n c i d e n t e alg u n o y á la s a t i s f a c c i ó n de t o d o s . t r a z a d a s por u n a m a n o que d e s d e la niñez a c a rició l a s o b r a s m a e s t r a s d e p o e t a s é h i s t o r i a d o r e s . tanto su e s p í r i t u s e h a l l a con el a n á l i s i s familiarizado. q u e eran el término de s u s a n d a n z a s . f e c h a e n que e x p i r a ba el período d e s u m a n d o .» D e la L o r e n a y la A l s a c i a e n c a m i n ó s e h a c i a Suiza. y l e s r o g ó . d i r i g i é n d o s e h a c i a R o m a y l o s b a ñ o s d e la V i l l a . . q u e le m a n i f e s t ó s u v o l u n t a d l e v e r al n u e v o a l c a l d e «cumplir el d e b i d o servicio del c a r g o que le pertenecía».En 1843 escribía e s t a s l i n e a s el a r q u e ó l o g o bórdales B o r n a d a u . q u e e r a m u y modesto. en él s e e n c u e n t r a n t o d o s los croquis y todos los bosquejos incoherentes tomad o s y a n o t a d o s al a c a s o . p o r h a b e r d e j a d o de s e r electivo. n o le c o n s i n tió y a dudar un m o m e n t o . q u o pci> dio luego. l o s j u r a d o s de B u r d e o s le notificaban o f i c i a l m e n t e s u elección y le r o g a b a n c u a n t o a n t e s el r e g r e s o . e n c o n t r ó la carta e n q u e 1 . E s t e h o n o r v i n o á d e s c o n c e r t a r s u s proyectos d e viajero y á contrariar todos s u p l a n e s . d e s c o n t e n t o d e n o h a b e r v i s t o el D a n u b i o ni otros m u c h o s l u g a r e s q u e s e h a b í a p r o m e t i d o visitar. el día 7 de s e p t i e m b r e de 1581 por la m a ñ a n a . c u á n d o y c ó m o s e p r e sentan. A c o s t u m b r a d o m á s á la m e d i t a c i ó n q u e al g o b i e r n o d e l o s h o m b r e s . d e tal s u e r t e que e n 1. c u b i e r t o s do pizarra.° de octubre. A g r a v a d a por u n a parte la situación por la m u e r t e del d u q u e d e A n j o u q u e c o n v i r t i ó al r e y d e N a v a r r a en h e r e d e r o de la c o - . s e veía a u n no h a m u c h o un patio p e q u e ñ o cu v a e n t r a d a decoraban l a s a r m a s d e Montaigne. Se i g n o r a la f e c h a p r e c i s a en que d e s a p a r e c i e r o n l a s h u e l l a s d e e s t a v i v i e n d a . E s t e Diario de viaje e s el álbum de u n artista e n m a r c h a . F r e n t e á e s t e p a l a c i o . . E n c o n t r á n d o s e e n l o s b a ñ o s d e la V i l l a . a r m o n i z a n d o así c o n el interés de s u i n s t r u c c i ó n l o s c u i d a d o s que s u s a l u d e n d e b l e exig í a . E l m i s m o príncipe le d i s p e n s ó lueg o el h o n o r d e visitarle e n s u castillo m o s t r á n d o l e a s í el r e c o n o c i m i e n t o q u e por bus b u e n o s oficios le g u a r d a b a . Millin. s e g ú n t e s í l i e a otro anticuario de la m i s m a ciudad. tocó la tierra italiana i n t e r n á n d o s e por Trento y V e n e c i a . M o n t a i g n e . bien que e l i g i e n d o á M o n t a i g n e c o m o c o n f i d e n t e le d i e s e fe cabal de q u e s u s i n t e n c i o n e s n o eran t u m u l t u a r i a s . T o d a la g r a n d e z a y m a j e s t a d d é l a s r u i n a s rom a n a s sentidas están en las páginas de este viaje.n i ñ e a n t e s d e la vida diaria. D e r e g r e s o á R o m a el 1. P o r f o r t u n a l o s espíritus en a q u e l e n t o n c e s t e n d í a n m á s q u e á la r e v u e l t a al s o s i e g o y á la c o n c i l i a c i ó n . sólo s e s a b e . L o s partidos c o m e n z a r o n á m o s t r a r s e d e s a p a c i b l e s y el rey d e N a v a r r a ( d e s p u é s Enrique IV) á dar m u e s t r a s p a l m a r i a s d e s u s d e s e o s . M e s y m e d i o d e s p u é s s e hallaba d e vuelta e n s u castillo. a d e m á s .° d e a g o s t o precedente. El itinerario fué c a p r i c h o s o . E s t a s e g u n d a etapa fué m á s a g i t a d a que la prec e d e n t e . lo c u a l M o n t a i g n e c o n s i g n ó r e g o c i j a d o en s u s Efemérides. y l u e g o a t r a v e s ó B a v i e r a para d e s c e n d e r d e n u e v o al Tirol. fué e l e v a d o n u e v a m e n t e al m i s m o c a r g o .

ha s i d o objeto d e ataques y b u r l a s d e parte d e a l g u n o s c e n s o r e s m o d e r n o s . Si s u c o n ducta e s t á e x e n t a d e h e r o í s m o . G u i e n a y G a s c u f i a fueron el principal e s c e n a r i o de e s t a s lu c h a s . Otros h u b i e r a n querid o v e r e n M o n t a i g n e un héroe. 22) y s i g u i e n t e s . escribe el s e ñ o r B o n n e f o n . c o n todas s u s c u a l i d a d e s d e h o m b r e razonable. lleno de filosofía y sabi1. de l a s c u a l e s n u e s t r o a u t o r dice « que llenar o n d e o d i o s parricidas los e s f u e r z o s f r a t e r n a l e s » . p á g . Noutcaux Lunilitomo VI. 464. s i n c o n s i d e r a r q u e el h e r o í s m o g u e r r e r o y la filosofía s e a v i n i e r o n bien rara vez. lo que s e l l a m a la locura s a n t a y el f u e g o del sacrificio g e n e r o s o . i m p o s i b l e de s o s t e n e r . por n o haber a f r o n t a d o s e r e n a m e n t e l a s dificultades d e s u cargo h a s t a el último m o m e n t o \ » ¿ H u b o a l g u i e n . « E s c r i t o r e s m u y e x p e r t o ? e n el v a l o r ajeno. ¿ c r e y ó conv e n i e n t e justificarse e n los Ensayos? Tampoco. P a r a un h o m b r e e n c u y o s a c t o s t o d o s presidía s i e m p r e la m o d e r a c i ó n m á s e x t r e m a d a era é s t a u n a situación difícil. M o n t a i g n e a n h e l a b a q u e el último día d e su m a n d o f u e r a llegado. Él m i s m o .r o ñ a d e F r a n c i a . c u a n d o u n a terrible e p i d e m i a v i n o á a g r a v a r la situación que las discordias civiles habían cread o . S u c a s a estaba s i t u a d a precisam e n t e e n l a s i n m e d i a c i o n e s del l u g a r d o n d e l o s horrores n o s e d a b a n t r e g u a ni r e p o s o . han c o n d e n a d o el p r o c e d e r de M o n t a i g n e . y precisamente se encontraba a u s e n t e d e s u c i u d a d e n el m o m e n t o del peligro.B e u v e . p o r q u e s i n d u d a en ello n o vier o n m o t i v o d e c e n s u r a . Obra c i t a d a . pá~s. a ñ a d e el crítico c o n m a l i c i a c a s i pérfida. al cual rechazaba p r e s t a r obediencia. p o r lo que á la h o m b r í a d e bien toca. que fué m a e s t r o c o n s u m a d o e n el arte de s a c a r todo el partido p o s i b l e d e l a s flaquez a s d e e s c r i t o r e s v i v o s y m u e r t o s . y la indiferencia y a p a r t a m i e n t o del c o m b a t e m á s imp o s i b l e s todavía. n a d a tiene p o r qué c e n s u rársela \ » E n m e d i o d e la c a l m a d e s u retiro s o r p r e n d i e ron á M o n t a i g n e l o s s a n g r i e n t o s e s p e c t á c u l o s d e la g u e r r a civil. m o d e r a d o . hizo creer á a l g u n o s que quien tan d e c e r c a l a s v e í a hubiere preferido perm a n e c e r á e l l a s indiferente. á l a s c u a l e s falta s ó l o cabalm e n t e a q u e l l o que n o e s y a la filosofía ni la prudencia. A l o que s e v e . que e n su t i e m p o le r e c r i m i n a r a por esta a u s e n c i a ? N o v e o n i n g u n o . E s t a c i r c u n s t a n c i a q u e n o le e c h a r o n e n c a r a s u s c o n t e m p o r á n e o s . tal c o m o s i e m p r e m e lo h e representad o . r e c o n o z c o el M o n t a i g n e v e r d a d e r o . hizo m a l e n e n s a ñ a r s e así c o n un filósofo q u e n u n c a e n c o m i ó s u b r a v u r a y m e n o s aún s u h e r o i c i d a d . s o b r e todo de los m u e r t o s . p r u d e n t e . y por otra c o n la L i g a . M o n t a i g n e acertó á s e r leal á s u r e y s i n q u e por e l l o perdiera la b u e n a v o l u n t a d del de N a v a r r a . p e n s ó q u e n o h a b í a n i n g u n a nec e s i d a d d e ello. se p r e g u n t a .» «En s u c o n d u c t a . ó que c o m o tal s e hubiera m o s t r a d o . q u e por e n t o n c e s c o m e n z ó á r e v o l v e r s e c o n t r a un príncipe h u g o n o t e . duría i n t e g é r r i m a s . L a interpretación torcida d e a l g u n o s p a s a j e s e n q u e M o n t a i g n e h a b l a directamente ó alude á e s t a s l u c h a s entre h e r m a n o s . . S a i n t e . » Sainte-Beuve. L o s b o r d a l e s e s h u í a n á b a n d a d a s s i n q u e ning ú n r e m e d i o acertara á r e t e n e r l o s e n la ciudad P o r a q u e l l o s d í a s a c a b a b a la m i s i ó n d e Montaigne c o m o gobernante. 1. c o n s a g r a á M o n t a i g n e f u n c i o n a r i o públic o un artículo i m p r e g n a d o d e ironía. bien q u e s e m a n t u v i e r a á la altura del v i g o r q u e l a s c i r c u n s t a n c i a s e x i g í a n . á quien seguramente las g e n e r a c i o n e s v e n i d e r a s n o colocarán al par de n i n g ú n g l o r i o s o c a u d i l l o .

x v . — A p e n a s el n ú m e r o s u f i c i e n t e para f o r m a r u n a c o m p a ñ í a cabal d e g e n t e armada. y e s t o e s sin d u d a lo q u e c o n s t i t u y e e n ellos el prim e r e n c a n t o . P a r í s . m i r a r al porvenir y no r e s i g n a r s e A i r viviendo en m e d i o de s e r v i d u m b r e s d e s h o n r o s a s .í d o de M o n t a i g n e . s e g u i r é al b u e n partido h a s t a la metralla. 1836. la actividad y la bravura. • p e r s u a d i d o de q u e el b u e n c i u d a d a n o d e b e m o s t r a r s e celoso p o r las cosas públicas. bien q u e el r a z o n a m i e n t o q u e para de ello c o n v e n c e r s e e m p l e a r a pudiera i n d u c i r l e á la tranquilidad: «La d e f e n s a . v 110 t e m o confesarlo. Ni tengo m á s guarda ni centinela que la q u e l o s a s t r o s m e p r o c u r a n 1 . 2 . s i n e m b a r g o . p á g . dice. c a p . Elul's sur illisioire de France el sur qnelques poims de Misione moderne. e n E n r i q u e de N a v a r r a . p e r o s e e n g a ñ ó e n s u s p r e d i c c i o n e s cuando s u p u s o que p o r n o e n c o n t r a r s e s u castillo fortificado t a m p o c o h a b í a d e s e r a s a l t a d o . a u n q u e r e a l m e n t e d e otro m o d o t a m p o c o a c a s o lo hubiera s i d o . y c u y o cometido e s m e n o s el d e prohibir la e n t r a d a q u e el d e f r a n q u e a r l a con amabilidad y buena gracia. y 1. q u e e n s u v i d a n o dejó n i n g u n a nuella d e ardor b é l i c o . c o n f o r m e á la c e r e m o n i a y u s a n z a a n t i g u a s . p i g s . e n c o n t r a r í a m o s entre l o s b u e n o s ? s e p r e g u n t a . l o s que e n p r o v e c h o d e la v e n t a j a p e r s o n a l e n a r b o l a b a n el e s t a n d a r t e de l a s c o s a s s a n t a s . s e coloca abiertam e n t e del lado del c a t o l i c i s m o y del m o n a r c a . s i g u i e n d o el d e s i g n i o d é l a v i e j a . a q u e l l o s á q u i e n e s en la l u c h a n o g u i a b a el a m o r á s u religión ni á s u r e y : « ¿ C u á n t o s . lo cual l e s s i r v e s i e m p r e de pretexto y e x c u s a : a q u e l l o que s e realiza v a lientemente se considera siempre como honroso c u a n d o l a j u s t i c i a e s m u e r t a . m a s si d e ello n o h a y n e c e s i d a d ineludible. y o e n c e n d e r í a f á c i l m e n t e u n a candela á s a n M i g u e l y o t r a al diablo. m a s e x c l u s i v a m e n t e si así lo p u e d o : que M o n t a i g n e s e a b i s m e c o n la r u i n a pública. la dulzura d e s u s c o s t u m b r e s y la b e n i g n i d a d d e s u c o n c i e n c i a ' . P e r o n o por e l l o deja de tributar p l e n a j u s t i c i a á los t a l e n t o s y virtudes de s u s a d v e r s a r i o s . s e burla finamente del mié.B e ü v e . Y o debilité l a s i n t e n c i o n e s d e los s o l d a d o s a p a r t a n d o d e s u e m p r e s a el r i e s g o de todo a s o m o de g l o r i a m i l i t a r . Se ve q u e s e mezcló e n l a s g u e r r a s civiles i m p u l s a d o por los motivos m á s p u r o s . a g r a d e c e r é á la fortuna q u e s e s a l v e . No h a y ni nna sola p a g i n a de s n s e s c r i t o s en q u e no s e s i e n t a l a t i r el corat ú n d e u n h o m b r e h o n r a d o . É c h a s e d e v e r . n o e s t á cerrada para n a d i e que á s u s p u e r t a s l l a m a . y la d e s c o n f i a n z a la o f e n s a . 2 . ni m e n o s un h é r o e 1 » . llegando á e n s a l z a r h a s t a l o s pamphlets de los hugonotes. L a n u s s c .» C o m o h o m b r e d e s u tiempo. x v . a u n q u e s e m e j a n t e o p i n i ó n e s c a n d a l i c e al c l é r i g o e n c a r g a d o e n R o m a d e j u z g a r la d o c t r i n a d e l o s Ensayos. Libro II. « que proceden á v e c e s de buenas m a n o s . si l o s c o n t á r a m o s . I'aris. e n l o s Ensayos que M o n t a i g n e hubiera q u e r i d o s u s t r a e r s u r i n c ó n de la t e m p e s t a d . H á g o l e s la c o n q u i s t a d e mi c a s a c o b a r d e y traidora. o b e d e c i e n d o á s u conciencia. . » 1. » Y m á s adelante a ñ a d e : « A la v e r d a d . » . c a p .A u g u s t o T r o g n o n . s i n s u b l e v a r s e ni exaltarse. y cuanto mi deber m e lo c o n s i e n t e e m p l é o l o en s u c o n s e r v a c i ó n 2 . tiene por toda g u a r d a u n portero. L o que entre otras c o s a s le apartó d e s e r c a u dillo. A s í e n La N o u e a l a b a la c o n s t a n t e b o n d a d . M o n t a i g n e v i ó c o n r e s i g n a c i ó n s u hogar saqueado y s u tranquilidad ausente con r e s i g n a c i ó n t a m b i é n . Libro II. fué la e s c a s a fe q u e le i n s p i r a b a n s u s a d v e r s a r i o s . atrae el a t a q u e . por M. 68. Montaigne. l o m i s m o que soportó t o d a s l a s d e s d i c h a s d e la vida. y p a r a probarlo cita t e x t o s c u i dadosamente escogidos. y como él núarao lo d e c l a r a . 1895. en Teodoro de Béze reconoce u n o ' d e los m á s g r a n d e s p o e t a s d e s u tiempo. Q u i e n así s e e x p r e s a « n o e s un e s c é p t i c o .S a i n t e . 27Í y 275.

que l l a m a r a á a l g u n o s gent i l h o m b r e s . L a primera e s m á s altison a n t e que la s e g u n d a .» R e c o g i d o e n la biblioteca de s u c a s a s o l a r i e g a .» A la d e r e c h a del v e s t í b u l o d e la U n i v e r s i d a d d e B u r d e o s . á lo cual le c o n v i d a b a « la liberalidad de los a ñ o s » y « el f a v o r del p ú b l i c o » y a g a n a d o .XX INTRODUCCIÓN que e s g r a n l á s t i m a no ver o c u p a d a s e n mejor empleo. II. h a b i e n d o leído á los diez y ocho aiios los p r i m e r o s libro» d e los Ensayos. y c o m o el s a c e r d o t e l l e g a r a a la e l e v a c i ó n del Corpus Doniini. d o n d e s e le arraigó u n a i n f l a m a c i ó n e n la g a r g a n t a de g r a v e d a d tan g r a n d e que p e r m a n e c i ó tres d í a s e n t e r o s s i n poder hablar. h a c i e n d o a d e m á s n o t a b l e s adiciones á los dos primeros libros y correcciones l i g e r a s ó c a s i i n s i g n i f i c a n t e s al texto y a existente. la c a b e z a j u n t o al c a s c o guerrero. y lo a c a b ó d e m e d i a d o s d e 1585 á l o s c o m i e n z o s d e 1588. M o n t a i g n e m u r i ó c r i s t i a n a m e n t e . XVII. heredera de t o d o s y d e c a d a u n o d e s u s b i e n e s . con i n s c r i p c i o n e s d e m á r m o l : tendida s o b r e la t u m b a e s t á la e s t a t u a de M o n t a i g n e . x v i l . (Véase lib. e n el tercer libro sobre todo. e n r i q u e c i d o c o n la lectura de los b u e n o s libros. o r d e n a r o n decir la INTRODUCCIÓN XXI m i s a e n la c á m a r a . M o n t a i g n e e m p l é o s e c o m o s i e m p r e e n s u s medit a c i o n e s y lecturas. e n el a ñ o 1592. P o r lo cual s e v e í a o b l i g a d o á recurrir á s u p l u m a para e x p r e s a r s u s v o l u n t a d e s . y como s i n t i e r a s u fin a c e r c a r s e . P r e s e n t e s q u e fueron. a u n q u e de él n o fué testigo o c u l a r : « A c a b a r o n s u s h o r a s e n s u c a s a de M o n t a i g n e . la cual n o s e p r o p u s o j a m á s tener otro m a r i d o que s u h o n o r . r o g ó á s u mujer por medio de un corto escrito. cumplidos los cincuenta y nueve de s u edad. nieto de Grimond Remond. 3. que había s i d o s u a m i g o . á fin d e d e s p e d i r s e de e l l o s . q u e e s t á c a s a d a e n b u e n a c a s a . que fué un h e r m o s o e s p e j o del interior d e s u a l m a . Esteban Pasquier. Sobre la t u m b a h a y g r a b a d a s d o s i n s c r i p c i o n e s . É s t a e s la s e ñ o r i t a de J a r s q u e pertenece á m u c h a s grandes y nobles familias de París. s e v e h o y s u s e p u l c r o . . g r i e g a la u n a y latina la otra. y h a l l á n d o s e e n e s t e último acto de fe rindió á D i o s s u espíritu. c e ñ i d o c o n s u cota d e malla. En i ü 8 8 c o n o c i ó á Montaigne en Paris. c o m o á c u e r p o perdido. que le e m p u j a r o n á s e r m e n o s tímido y « m á s arroj a d o ». la otra. hijo de Pedro. c u y a t r a d u c c i ó n e s la s i guiente: A Miguel de Montaigne. s u hija a d o p t i v a . perigordano. refiere así s u fin. l o s brazales á un lado y un libro á s u s pies. Este honor le f u é o t o r g a d o d u r a n t e su viaje á Italia. en s u castillo. y cuando éste volvió á Gascuña i n s e r t ó en las a d i c i o n e s m a n u s c r i t a s d e s u obra un elogio d« s u joven a d m i r a d o r a . y s o b r e t o d o s l o s o t r o s la d e l o s Ensayos del s e ñ o r de M o n t a i g n e 3 . E s un m o n u m e n to d e piedra del m á s puro R e n a c i m i e n t o . c o n l a s m a n o s j u n t a s . P u e d e l e e r s e s u elogio e n el lib. Caballero de la orden de San Miguel. II. m á s bien adicion a n d o q u e s u p r i m i e n d o . . s u s v e c i n o s . m á s a l e c c i o n a d o tod a v í a que e n las p r e c e d e n t e s por l a s e n s e ñ a n z a s d e la e x i s t e n c i a . ) 2. María de J a r s . e s t e p o b r e h i d a l g o s e l a n z ó lo m e n o s m a l q u e p u d o s o b r e s u l e c h o . al final. S u s ú l t i m o s a ñ o s transcurrieron así. p e r m i t i é n d o s e c o n el lector libertades m a y o r e s . exalcalde de Bur1. el día 13 de s e p t i e m b r e . c a p . c a p . a u n q u e e n realidad n a d a h a b í a detenido n u n c a s u pluma. s e ñ o r i t a d e G o u r n a y . f u é la h e r e d e r a de s u s e s t u d i o s . D e j ó d o s h i j a s : u n a q u e n a c i ó de s u m a t r i m o n i o . modificand o c o n s t a n t e m e n t e s u s e s c r i t o s . E n e s t a é p o c a e m p e z ó el tercer libro de los Ensayos. nació e n París en 1üo6. s u a u t o r le inspiré u n a adoración v e r d a d e r a . á lo m e n o s e n lo tocante á la expresión de las ideas generales. ciudadano romano 3 . .

despues de haber á las puertas de la muerte 000 f í esfuerzo contra los ataques enemigos de una enfermedad implacable. L!b. l l e g a n d o á escribir a l g u n o s q u e el tono y el d i a p a s ó n del h a b l a r p e r m a n e c e n c o n s t a n t e s . G a d o s IX. y 2. sin adulación ni injuria. I. á Francisco I v á Enrique IV y e s o que al p r i m e r o l e p e s ó d e m a s i a d o l a coror déos. que n o d o m i n a s o l a m e n t e e n l a s g e n t e s s u p e r f i c i a l e s . nivelando.COj:dra contri los ataques del dolor. sus escritos con sus acciones. p e r e z o s a s d e espíritu ó dé a l c a n c e s cortos. q u e l u e g o repitió L a B r u y è r e y e n q u e L a H a r p e y cien otros críticos p o s t e r i o r e s s e f u n d a m e n t a r o n para decir q u e l o s Ensayos s o n del principio al fin u n a conv e r s a c i ó n c o n el lector.XXII INTRODUCCIÓN INTRODUCCIÓN déos. Hombre nacido para gloria de la naturaleza. y h a s t a s e e l e v a á la e l o c u e n c i a m á s s u p r e m a e n *el capítulo b . de suerte que. tanto p e s a s o b r e n o s o t r o s la a p r o b a c i ó n d e l o s s i g l o s y la c o s t u m b r e de verlos por otros grandes hombres ensalzados. E n r i q u e n i XXIII n a . hizo con la gracia de Dios una hermo a pausa á una hermosa existencia. enfin. II C o m o e n literatura e s m á s frecuente y m e n o s c o s t o s o p r o v e e r s e d e j u i c i o s a j e n o s que f o r m a r l o s p r o p i o s con la lectura d e l o s a u t o r e s d e q u i e n e s se habla. perora. habiendo hecho siempre propósito en su fortificada t f l T ? Una. como san Agustín. que c o m p r e n d e n toda la a n t i g ü e d a d tal y c o m o en s u tiempo s e c o m p r e n d í a . aunque él fuera de condición median a . rehgioso observador de las leyes y de la religión de sus mayores a as cuales jamás infirió la más leve ofensa . y m e n o s que e n l u g a r a l g u n o en s e p u l c r o s 6 i n s cripciones. fineza de espíritu. pero e s c o s a s a b i d a q u e aquel epíteto á nadie se escatimó nunca m e n o s que á los soberanos. cuya dulzura de costumbres. E n f í r n ? 1 0 3 •' K r a D C Í S C 0 ' ' a i¡dióy ob - " I U U S a ia iglesia d e los B e r n a r d o s d e BnrEDrÍ< í U e » • » • " « « • » H. que tuvo por amigos á los soberanos más ilustres. E s t a m a l a c o s t u m b r e de hablar d e o í d a s . y murió el 13 de septiembre del año 1592 d e nuestra salvación. prenda de s u dolor B i e n que s e a d i s c u t i b l e el que s u s a c c i o n e s fueran s i e m p r e de p a r c o n s u s escritos e n t o d o s l o s respectos. quien e s p a r e c e n infundir cierto t e m o r al formular j u i c i o s o b r e ellos. e s m á s g e n e r a l m e n t e s e g u i d a c u a n d o se trata de l o s g r a n d e s e s p í r i t u s de o t r a s é p o c a s . a u n q u e á v e c e s v a y a n diluidos c o n c o l o r e s d e frágil i n t e n s i d a d y e n apariencia s e m e j e n n u e v o s . á los más grandes señores de Francia. y hasta á los caudillos del partido extraviado. bajo c u y o s reinad o s v i v i ó el a u t o r d e l o s Ensayos K Sólo á dos puede aplicárseles. Vivió cincuenta y nueve anos siete m e s e s y once dias. s i n fijarse e n q u e M o n t a i g n e diserta c u a n d o le a c o m o d a . c a p . A s í d e M o n t a i g n e v i é n e s e de r e m o t o s t i e m p o s repitiendo la c o n o c i d a f r a s e d e P a s c a l . le erigió este monumento. que gozo del favor popular. facilidad de elocucion y puntualidad en el juzgar fueron consideradas como por cima de la humana condición . i v . llorando la pérdida de este esposo fiel y constantemente amado. M o n t a i g n e . e J ™ ? Lachassaigne. v e m o s q u e l a s m i s m a s i d e a s y l o s m i s m o s p a r e c e r e s s e repiten s o b r e un e s c r i t o r c o n m o n o tonía d e s e s p e r a n t e . y s e c o m p r e n d í a bien. refiere a n é c d o t a s ent r e s a c a d a s de s u s n u m e r o s a s l e c t u r a s . pensaba que las pompas f u n e r a l e s «servían m e n o s para H f S í í T P d 105 £ l a m U e r t ° S P a r a 61 — h Í S t 0 r i a ^ ^ f°í !1 m e c i e r o n el d i c t a d o I d e g r a n d e s t o d o s l o s m o n a r c a s .

s ó l o s e d e t e r m i n ó á m a n e j a r la p l u m a c u a n d o crey ó c o n o c e r á l o s h o m b r e s . c o m o q u e d a dicho. c o m o e s c r i b e un crítico m o d e r n o . Si e x a m i n a r s e e s progresar. E n v i d i a b l e facultad q u e p o c o s p o s e e n y é s t o s . y l o s e s t u d i ó para m e jor c o n o c e r s e y s o n d e a r s e á sí m i s m o . del m u n d o y d e l o s e m p l e o s públicos. q u e t a m b i é n escribió s i e m p r e s i n a s o m o a l g u n o d e h i n c h a z ó n . L a primera e d i c i ó n d e l o s Ensayos a p a r e c i ó . ¡ D i o s m í o ! ¡Cuán i n t e n s o e s el buen sentido d e que s u libro está repleto!» 1 E n la literatura f r a n c e s a del s i g l o x v i y en toda la historia del espíritu f r a n c é s d e s c u e l l a n l o s Ensar yos c o m o obra s i n p a r v característica. Montaigne tuvo á la v i s t a s u obra c a s i h a s t a la h o r a d e s u m u e r t e . lo cual n o e s m u c h o a v e n t u r a r r e c o r d a n d o q u e Montaigne e s u n escritor a i s l a d o . V e r d a d e s q u e p o c o s a u t o r e s h a n e s c r i t o con n a t u r a l i d a d m a y o r y m e n o s s o n t o d a v í a l o s que f o r m u l a r o n v e r d a d e s s o b r e el h o m b r e y la soc i e d a d c o n m a y o r s e n c i l l e z ni con l l a n e z a mayor. d e tal suerte q u e s u autor ni tuvo a n t e c e s o r e s ni t a m p o c o desc e n d i e n t e s . p á g . y p u e d e a s e g u r a r s e . e n que i n c l u y ó los tres lib r o s tal y c o m o hoy s e leen. A m o r bien justificable á p e s a r del d e s d é n que e n a l g u n o s p a s a j e s s i m u l a por s u s escritos. c o n intermision e s l a r g a s y cortas. que en el talento de M o n t a i g n e h a y a l g o q u e s e d e s v í a del carácter g e n e r a l del espíritu de s u n a c i ó n . y á p e s a r d e que d i g a que escribió s ó l o p a r a que l o s que en v i d a le c o n o c i e r o n m a n t u v i e r a n m á s dilatado s u r e c u e r d o y m á s v e r a z . a d e m á s . a u n c u a n d o al pie d e la letra n o d e b a m o s o t o r g a r l e crédito. P o r e s o m a d a m e d e S é v i g n é . j a m á s e n n i n g u n a literatura h u b o un espíritu c o m p a r a b l e e n p r o g r e s o s al d e un h o m b r e c u y a v i d a no t u v o otro fin q u e el e s t u d i o d e s u propia a l m a . E s t a o c u p a c i ó n que n u e s t r o autor l l a m a secund a r i a . d e c í a de é l : « ¡ Cuán g r a n d e e s s u a m a b i l i d a d y c u á n e x q u i s i t a s u comp a ñ í a ! E s m i a n t i g u o a m i g o . y q u e h a s t a las a f e c c i o n e s y l o s g o c e s . q u e n o s e inquiere de lo que le c i r c u n d a s i n o p a r a m e j o r p r o f u n d i z a r s e . y nunca omitiendo. e n 1580. v por c o n s i g u i e n t e t u v o c u a l i d a d e s s o b r a d a s p a r a juzg a r el espíritu d e M o n t a i g n e . E d u c a d o n o s ó l o intelectual s i n o f í s i c a m e n t e por u n padre c u y o s cuid a d o s solícitos M o n t a i g n e ha transcrito á la posteridad e n el c é l e b r e capítulo de la Educación. duró n u e v e a ñ o s . Modificando y a u m e n tando sin cesar. Véase lomo I. e n la Apología de Rai- mundo Sabunde. ó c o m o un q u í m i c o c u a n d o d e s c o m p o n e un cuerpo. d e 1571 á 1580. á que t o d o s n o s e n t r e g a m o s por instinto.XXIV INTRODUCCIÓN m á s f a m o s o del libro II. c o n e s c a s a s c i t a s l a t i n a s v m e n o s texto q u e la s e g u n d a de 1588. y q u e e n s u s v e n a s había s a n g r e s a j o n a 1 y e s p a ñ o l a . h a c i e n d o á l o s treinta y n u e v e a ñ o s p r o p ó s i t o decidido d e r e c o g e r s e e n s u c a s a p a r a p o n e r por escrito l a s q u e él n o m b r a b a « s u s f a n t a s í a s » . 514. q u e en t o d a é p o c a fueran m á s a s e q u i b l e s á la nobleza. l o s p e s a . m i d e y tantea c o m o un i n g e n i e r o c u a n d o e j e c u t a el trazado de un p l a n o . l a n z a d o casi e n p l e n a a d o l e s c e n c i a e n la carrera 1 . P o c o s escritores h u b o j a m á s c o l o c a d o s e n cond i c i o n e s m á s a d e c u a d a s para dotar al m u n d o de u n a obra original y g e n i a l . L a g r a c i a y el buen s e n t i d o d e s b o r d a n t e s en la obra d e R a b e l a i s y en l o s espíritus d e otro t e m p l e que le precedieron. y á f u e r z a d e serlo para mí e s c o m p l e t a m e n t e n u e v o . y Mont a i g n e era n o b l e . frecuentador del trato d e l o s rey e s y d e l o s g r a n d e s y por último viajero c u r i o s o . en n a d a s o n c o m p a r a b l e s al carácter d e los Ensayos.

c o m o v i v i e r a e n la convicción de q u e e s t o e s l o m e n o s m a l o y q u e aqueh a b í a " q U G 8 6 1 0 S U S t Í t U y e e m P e o r a q u e antes El autor de l a s Cartas persas califica de poeta á Montaigne é s t e n o hubiera g u s t a d o g r a n cosa del dictado. L o s a d v e r s a r i o s d e M o n t a i g n e e n el s i g l o x v n .. d e b í a s e r p o c o apto y menos inclinado al e j e r c i c i o d e los p ú b l i c o s e m p l e o s . s e a cual fuere e l a s u n t o de que hable (la a m i | t PaWo Slapfér! ^ taigne. y d e s e g u r o que n o a l c a n z a r á d e cerca ni de l e j o s á i m a g i n a r n a d a comparable. Sbatesbury. al h o m b r e m e j o r provisto y a m u e blado d e todo el s a b e r de l a s c i v i l i z a c i o n e s g r i e g a y r o m a n a . f a m i l i a r i z a d o c o n la l e n g u a latina antes que c o n la propia. la m u e r t e ) . s e i n g i e r e e n v u e s t r a lalior tendiéndoos u n » liberal é inagotable d e riquezas y e m b e l l e c i m i e n t o s . Inv í t e s e al h o m b r e m á s c o n o c e d o r d e la a n t i g ü e d a d c l á s i c a á q u e e s c r i b a el capítulo m á s endeble de l o s Ensayos. m e r c e d á la ejercitación e n t o d o s s e n t i d o s que d e s u estilo h a b í a practicado. T.X X V I INTRODUCCIÓN p o c o s m e n o s a u n t r a í a n de p e r f e c c i o n a r ni de cultivar. fiel retrato y reflejo palpitante de l a s h u m a n a s f o r t a l e z a s y flaquezas. U n cabal y tan cumplido. c o m o e s c r i b e Villemain A m a m a n t a d o d e s d e n i ñ o e n los e s c r i t o s d e la a n t i g ü e d a d . Me contraría el q u e s e v e a lan e x p u e s t o al s a q u e o d e los q u e le f r e c u e n t a n . s o n los q u e m á s h o n d a huella ejercieron 1. q u i e n e s t e m í a n c o n v e r s a r c o n él e n e s a l e n g u a . y m e d i o e f i c a z c u a l n i n g u n o d e s e r en todo m o m e n t o d u e ñ o d e s u s a c c i o n e s . s e a m o n t o n a n y a v a s a l l a n e n los Ensayos. á q u i e n s e g u í a s ó l o por a c e p t a r lo e s t a b l e c i d o .. l o s autores q u e c o n m a y o r a s i d u i d a d s e v e n c i t a d o s por M o n t a i g n e . s u g e r i d a s por todos los o b j e t o s del m u n d o m a t e r i a l . Elogio de Montaigne. 1812.' » S CUatr ° "*)'omac'a: g r a n d e S P ° l o s ^ M m i n a ^ ^ estú^)8— e l a s : Pla. a c o m o d a d o al h o m b r e d e t o d a s las é p o c a s y d e t o d o s l o s t i e m p o s . c a p . h a s t a el e x t r e m o d e ser a d v e r s a r i o temible d e l o s h u m a n i s t a s m á s a f a m a d o s . . q u i e n s i n emb a r g o v i v i ó e n u n a é p o c a d e g u e r r a s sangrienta^ e n que todos l o s e s p í r i t u s a n d a b a n a l b o r o t a d o s i o c o s . la g l o r i a . T o d o lo cual h a c e que M o n t a i g n e hable de l a s i d e a s c u a l si f u e r a n o b j e t o s que s e tocan y se v e n . e n q u i e n p o r añadidura s e j u n t a b a u n a d o s i s n o p e q u e ñ a d e d u d a é indec i s i ó n p e r m a n e n t e s . y d e a l c a n z a r todo el s u p r e m o saber q u e al h o m b r e e s d a d o p o s e e r . viviente y m e t a m o r f o s e a d o . S i n d u d a q u e S é n e c a y Plutarco s . E n vez de vivir la v i d a . i. s e a c u a l f u e r e el a s u n t o e x t r a v a g a n t e q u e traigáis e n t r e las m a n o s . qu? j a m a s c o d i c i ó y q u e s ó l o á viva f u e r z a aceptó ¿or n o d e s o b e d e c e r á s u rey. q u e s i n retroceder ante n i n g u n a . Mas de P l u t a r c o m e d e s h a g o d i f í c i l m e n t e : e s tan u n i v e r s a l . h a b i e n d o contribuido por otra parte á q u e s e l e h a y a a p l i c a d o el dictado da e g o í s t a Un h o m b r e así. Tal n o fué el c a s o d e M o n t a i g n e . y p o r poco q u e yo rae a c e r q u e no lo dejo sin a r r a n c a r l e m u s l o ó ala. lo cual h a c e m á s a d m i r a b l e v m á s singular s u espíritu. d e gobernarlas v de g o b e r n a r s e . la v i d a n o s arrastra s i n c o n s e n t i r qua n o s d e m o s c u e n t a c a b a l d e n u e s t r o s a c t o s e n medio d e s u t o r b e l l i n o v o r a g i n o s o . q u e para rebajar s u m é r i t o dijeron que s i n l o s a n t i g u o s n a d a q u e d a b a que v a l i e r a la p e n a e n los Ensayos. Moa- ' J tad. P a r í s . e n s u libro s e e n c u e n t r a la quinta e s e n c i a del s a b e r de g r i e g o s y r o m a n o s . a u n q u e b i e n lo m e r e c e si c o n él Mont e s q u i e u q u i s o s i g n i f i c a r la plasticidad c o n que exterioriza h a s t a l o m á s r e c ó n d i t o d e s u a l m a las i m á g e n e s que s i n i n t e r v a l o s e s u c e d e n e n s u pros a . . q u e en c u a l e s q u i e r a ocasión. — L i b . 111.ón ' 5'alobranctie. n o pudieron i m a g i n a r herejía m a y o r .

E s t e critico. m o s t r á n d o l a s u n a s v e c e s c o n lapidaria c o n c i s i ó n . que a g u z a r a n s o espíritu p a r a i n v e n t a r t o r m e n t o s i n u s i t a d o s y n u e v o s g é n e r o s d e m u e r t e . q u e u n critico d e s u siglo (Pasqoier) le c e n s u r ó . T o d a s l a s i d e a s que c o n s t a n t e m e n t e preocupan á l a s s o c i e d a d e s e n g e n e ral y al h o m b r e en particular. Ronsard q u e r í a t a m b i é n q u e el t é r m i n o ainsin (idiotismo p a r i s i é n y gascón j u n t a m e n t e ) f u e s e e m pleado a n t e s d e vocal. Apenas podía yo p e r s u a d i r m e a n t e s d e h a b e r l o visto con m i s propios ojos d e q u e e x i s t i e r a n a l m a s tan f e r o c e s q u e por el solo placer d e m a l a r c o m e t i e r a n m u e r t e s sin c u e n t o . c u y o s e s t u d i o s s o b r e l i t e r a t u r a i n g l e s a son todos i n t e r e s a n t e s . q u e c a y e r o n e n d e s u s o .R o y a l le c o l g a r o n también e s e m o t e odioso. de los m á s p r o f u n d o s y r e l e v a n t e s . a s í l o declara él m i s m o e n el capítulo de La Educación. i p e s a r de lo c u a l no h e logrado f a m i l i a r i z a r m e con tan atroces e s p e c t á c u l o s . l a s p á g i n a s que le c o n s a g r a . y m á s que n i n g u n o s otros a p a r e c e n c o m e n t a d o s e n s u s p á g i n a s . p a r a rea l z a r l a s é i m p r i m i r l a s e n la m e n t e del lector sin pretender a p a r e c e r erudito ni d o c t o . . H a n s e contado m á s de d o s c i e n t a s s e s e n t a e x p r e s i o n e s e m p l e a d a s p o r Montaigne. examinó la influencia de Montaigne sobre S h a k e s p e a r e . En el Museo Británico se g u a r d a o n e j e m p l a r i n g l é s d e l o s Ensayos anotado por el g r a n c o m e d i a n t e . p á g . q u e c o r t a r a n y d e s m e n u z a r a n los c u e r p o s . sin provecho. Montaigne h a i n v e n t a d o ó e m p l e a d o a u d a z m e n t e u n n ú m e r o g r a n d e d e p a l a b r a s . M o n t a i g n e las a n a tomiza v í a s vivifica. VL lenguaje que ha envejecido á trechos \ creeríase leer á un g r a n e s c r i t o r de n u e s t r o s días. de los g e m i d o s y e s t r e m e c e d o r a s voces d e un m o r i b u n d o q u e a c a b a s u s h o r a s lleno de a n g u s t i a . s i n tener e n cuenta que e r a c o s t u m b r e d e la é p o c a el que todo autor a p o y a r a s u s d i c h o s c o n s e n t e n c i a s antiguas. E n t r e t a n t o s l i b r o s v i g o r o s o s c o m o el s i g l o xvi produjo e n F r a n c i a n i n g u n o h a y tan v i v o y const a n t e m e n t e m o d e r n o c o m o los Ensayos. P a r i s . Véase e l | i\>ro II. Sin el 1 . n i n g ú n horror s e v e en l o s h i s t o r i a d o r e s a n t i g u o s s e m e j a n t e á l o s q u e todos los d í a s p r e s e n c i a m o s . m u c h a ? d e e n t r e las c u a l e s q u e d a r o n luego e n el u s o c o r r i e n t e . del cual sin d u d a t u v o o c a s i ó n d e conocer e j e m p l a r e s vivient e s e n la s o c i e d a d d e s u t i e m p o . á n a d i e peor a p l i c a d o sin duda. sin e n e m i s t a d . 184. ) 2. L o s que e n p r e s e n c i a do l a s i d e a s modernas 1. y e s t e n ú m e r o a u m e n t a r í a m u c h o si s e i n c l u y e r a n las n u e v a s acepciones q u e p r e s t ó ¿ l a s p a l a b r a s y a u s a d a s en s u época. dolencia d e t o d a s las é p o c a s . á l o q u e s i n d u d a c o n t r i b u y ó Montaigne con su maravillosa pluma. d i b u j á n d o l a s otras. L o s i r a c u n d o s filósofos de P o r t . c a p . To vivo e n u n a ¿Roca p r ó d i g a en e j e m p l o s i n c r e í b l e s d e c r u e l d a d ocasionad o s p o r l a licencia d e n u e s t r a s g u e r r a s i n t e s t i n a s . y la que m á s s e aleja d e lo p e d a n t e s c o e s la e n M o n t a i g n e habitual. — P h i l a r e t e Chasles. s i n o penetrando todo el a l c a n c e d e lo que s i e n t e y analiza. penetrando e n f i n h a s t a l o s menores resquicios de las conciencias m á s famos a s c o n m i r a d a c e r t e r a y clarividente. t r a z a n d o d e él un p a r a l e l o c o n la verdadera filosofía. Éludes sur le Seitiéme Siècle en France. siendo sin e m b a r g o d e creación felicísima. Citaré s o l a m e n t e diversion y enfantillage. (En lo q u e P h i l a r è t e Chasles no a n d u v o a f o r t u n a d o f u é en p r e s e n t a r n o s ai P a d r e Feijoo c o m o discípulo ó i m i t a d o r d e Montaigne. a u n c u a n d o algunos q u i z á s con razón s e hayan t a c h a d o de superficiales. j u z g a n d o lo p e r m a n e n t e e n el h o m b r e d e o t r a s é p o c a s y e n el de la s u y a . Conocidas son s u s p a l a b r a s g a s c o n a s ainsin p o r ainsi . A d e m á s hay m u c h a s m a n e r a s de citar. 1876. el cual c o r r a b o r a y a f i a n z a s u s personal e s e x p e r i e n c i a s c o n v e r s o s de H o m e r o y de Virgilio. p r o t e s t a n d o c o n tonos a m a r g o s c o n tra la c o r r u p c i ó n de s u t i e m p o 2 (lo cual n o s le m u e s t r a m e n o s e g o í s t a d e lo que él m i s m o s e creía). a d m i r a n d o c u a n t o d e g r a n d e n o s t r a n s m i tió la cultura a n t i g u a . p o r el solo d e l e i t e d e d i s f r u t a r el grato e s p e c t á c u l o d e las c o n t o r s i o n e s y m o v i m i e n t o s dignos d e compasion y l á s t i m a . s o n d e la m a y o r eficacia para apartar á todo espíritu d e e s e m a l c o n t a m i n o s o . por el c ú m u l o de citas e n que s u o b r a a b u n d a . con quien ni á cien l e g u a s g u a r d a a q u é l la analogía m á s r e m o t a . consagrándola muchos e l o g i o s en los Ensayos \ M o n t a i g n e d e t e s t a b a el p e d a n t i s m o . por eso s e s i r v e de la t r a d u c c i ó n de A m y o t . Del griego s e c o n f i e s a i g n o r a n t e y d e c l a r a q u e n o g u s t a leerlo p o r q u e n o lo c o m p r e n d e s i n o á m e d i a s . cap. — L i bro II. x i . q u e fué como c l á s i c a y a u n c o m o o b r a o r i g i n a l c o n s i d e r a d a en F r a n c i a .en s u espíritu. ó con f r a s e s d e Tácito y Julio C é s a r . as ture por à celte heure.

de los c u a l e s la bondad de Luis XVI logró p o r fin b o r r a r l o s . produciend o e n el espíritu. p u e s bien que c o n o c i e r a c u a n t o los d e m á s a n t e s d e s u é p o c a h a b í a n y a dic h o . la gloria. Montaigne hombre público. s i n que n a d a le intimide para c o n s i g n a r h a s t a lo m o n s t r u o s o á j u i c i o d e l o s d e m á s y a u n al s u y o p r o p i o . p u e s a u n c u a n d o fuera. E n e m i g o d e e s e otro s a b e r que s ó l o d e l o s l a b i o s s u r g e y q u e forma el caudal único d é l o s p e d a n t e s . U n i c a m e n t e l a s i d e a s q u e . — Lib. Juicio. que n o ejercita. p á g . I « Espíritu o n d e a n t e y d i v e r s o >. E x i s t e cierto r e s p e t o y un d e b e r d e h u m a n i d a d q u e nos liga no ya sólo á l o s a n i m a l e s . c a s i i n c a p a z d e s a c r i f i c i o s . A u n d e s p u é s d e l e í d o s y e s t u d i a d o s los e s c r i t o s d e l o s filósofos a n t i g u o s s o b r e el a m o r .1c un an¡. m a s no s i n d e s p l e g a r p a r a cilo u n a voluntad tenaz.í mal inocente e i n d e f e n s o de q u i e n n i n g ú n d a ñ o r e c i b i m o s . En el capítulo De la Amistad. que p a s a d e m a n o e n m a n o . s u amistad c o n p r í n c i p e s y c a u d i l l o s p o c o h u m a n o s y enemig o s del p u e b l o . su. y glorifica la q u e á L a b o é t i e p r o f e s ó . Lo q u e s o b r e lodo d e b e m o s a g r a d e c e r l e e s el h a b e r . N i n g ú n a n i m a l cae en m i s m a n o s que no le d e j e i n m e d i a t a m e n t e e n l i b e r t a d . y predica la afección para con los a n i m a l e s y h a s t a p a r a c o n las plant a s 2. J a m á s p u d e c o n t e m p l a r sin dolor la p e r s e c u c i ó n y la m u e r t e .o e n c o n t r a n d o n i n r f a r e c u r s o p a r a s a l v a r s e . n o s p e r t e n e c e n por entero. s e g ú n se n o s m u e s t r a . la a m i s tad. por a n t i g u o que s e a el t e m a e l e g i d o . c o m u n m e n t e acont e c e q u e el ciervo. la tristeza. i n c l u s o el de la atracción de los s e x o s . c o m o l a s c e n s u r a s q u e p r o p i n a á l a s q u e e n sil t i e m p o m o v i d o s p o r d e s e o s h o n r a d o s trataban de c a m b i a r el o r d e n d e c o s a s e s t a b l e c i d o . s i n t i é n d o s e ya sin a l i e n t o ni f u e r z a s . la m u e r t e y e n g e n e r a l c u a n t a s p a s i o n e s al h o m b r e a v a s a l l a n . y el e g o í s m o que v e n del principio al fin d e s u o b r a . s a b e r inútil q u e á n a d a pued e aplicarse. s e r i n d e y tiende á l o s m i s m o s p i e s d e s u s perseguidor e s . c o m o habla d e las c o s a s s e g ú n el influjo que p r o d u c e n e n s u espíritu.« Revue C o n t e m p e r á i s » . la bond a d d e s u a l m a s e v e y s e t o c a en m u c h a s elocuentes páginas en que c o n d e n a los tormentos n o a b u s a d e s u p o d e r d e g r a n s e ñ o r contra los h u m i l d e s . fl tomo XXI. M o n t a i g n e lo c o n s i d e r a c o m o m o n e d a inútil y d a ñ o s a . e n a l t e c e el a m o r filial. 2.e l p r i m e r o q u i z á s en Francia . p e n e t r a n d o en la mente. sentir é idear tal alteza en el a m o r al a m i g o y colocarlo por c i m a de c u a n t o s o t r o s s e n t i m i e n t o s el h o m b r e e s capaz d e e n g e n d r a r y a l i m e n t a r . P i l á g o r a s los c o m p r a b a á los pescador e s y p a j a r e r o s p a r a h a c e r con ellos o l r o t a n t o . Por e s o dijo Guez d e B a l z a c d e l o s Ensayos q u e s u au. t a m b i é n á los á r b o l e s y á l a s p l a n t a s . e n ella s u f r a n l u e g o u n a g e s t a c i ó n l a b o r i o s a y dilatada. e n c u é n t r a s e en M o n t a i g n e la n o v e d a d y la frescura c o n que s a b e r e v e s t i r l a s . to fijo lo que iba á decir. — P e d r o Clemente. r. sólo á medias razonable. el h e r o í s m o . s u p l u m a trad u c e e n a u d a c e s i m á g e n e s c u a n t a s i d e a s cruzan por s u m e n t e s i n c u i d a r s e p o c o ni m u c h o d é l o que prometiera en el título del c a p í t u l o q u e escribe. II. cap. S ó l o un espíritu g e n e r o s o p u d o c o n c e b i r . h á b i t o s de desi- . p i d i é n d o l e s g r a c i a con s u s l á g r i m a s . A s í r e c o m e n d a b a M o n t a i g n e á l o s m a e s t r o s que e d u c a r a n á s u s d i s c í p u l o s . el cual e n realidad e s m á s aparente q u e r e a l . ¡ y l l e v a n d o al lector de s o r p r e s a en s o r p r e s a .j tor. prescindiendo e s p o n t á n e a m e n t e u n a s v e c e s y de intento otros de t o d o o r d e n p e d a g ó g i c o y didáctico. 23b. bien q u e s u p i e r a lo q u e d e c í a . c o m o e n e m i g o del rigor c o n l a s c r i a t u r a s .X X X INTRODUCCIÓN j u z g a n s u s i d e a s e n c u e n t r a n e n él g r a v e s reparos.considerado como a f r e n i o s a s l a s l o r l u r a s y suplicios feroces q u e dur a n t e tanlo tiempo d e s h o n r a r o n n u e s t r o s C ó d i g o s . n e c e s a r i a m e n t e n o s p r e s e n t a s i e m p r e a l g o n u e v o . a u n q u e e x a c t o á veces. y así s o n c u a n t a s l e c c i o n e s e n los Ensayos s e encierran. ni á la vida c o l e c t i v a ni á la individual. el cual le d e b e m u c h a parte de s u g l o r i a literaria. n o sabía á pun- 1. M o n t a i g n e transp o n e l a s alturas á q u e t o c a r o n C i c e r ó n y Aristót e l e s .

III. r e c r i m i n a n d o l o s principios o p u e s t o s á la n a t u r a l e z a q u e e n s u é p o c a e s t a b a n e n b o g a y que s ó l o á f o r m a r p e d a n t e s s e r v í a n . bien que n u e s t r o filós o f o d i g a « que hablará n a d a m á s q u e d e lo que e n t i e n d e ». d e qué d e su pasión: leedle á León Hebreo y á Ficen.. n o e s m á s que la a p l i c a c i ó n d e lo que M o n t a i g n e había e x p u e s t o d o s s i g l o s a n t e s \ Para é s t e e s la v i d a la ciencia s u p r e m a por c i m a d e la cual n i n g u n a s o b r e s a l e . que s u r e s i s t e n c i a s e p o n g a á p r u e b a a n t e el frío y el calor. y nosotros m i s m o s al cabo d e t r e s c i e n t o s años los r e l e e m o s con p l a c e r y provecho g r a n d e s . Vo no e n c u e n t r o en Aristóteles la m a y o r p a r l e d e m i s a n í m i c o s movimientos o r d i n a r i o s . c o n lo 1. El e s t u d i o de l a s l e n g u a s . i n c u l c a n d o la dulzura e n los maestros y h a b l a n d o l a r g a m e n t e d e l o s m e d i o s que c o n él s e practicaron para e d u c a r l e . u n a disciplin a á que n o t o d a s l a s n a t u r a l e z a s p u e d a n s o m e terse y que e x c l u y e á l a s e n d e b l e s . o l v i d á n d o s e s ó l o de l o s p r i n c i p i o s relig i o s o s q u e R a b e l a i s s e ñ a l a . principio e n que r e s p l a n d e c e la j u s t i c i a . extrayendo la e s e n c i a de l a s m á x i m a s m á s l u m i n o s a s de la filosofía. — Lib. p u e s nadie e x p r e s ó j a m á s d e un» m a n e r a tan s a b r o s a ó elocuente una d o c t r i n a m á s s a n a y s a l u d a b l e . tan sólidos y f u n d a m e n t a l e s s o n t o d o s ellos. do el se h a b l a en esos libros d e s u s p e n s a m i e n t o s y a c c i o n e s . R e n i e g a d e la v i o l e n c i a e n el e n s e ñ a r y recom i e n d a la dulzura c o m o la m á s e x c e l e n t e c o n s e j e r a del m a e s t r o s i n q u e por ello p u e d a de b l a n d o calificarse s u s i s t e m a . d i f e r e n t e al c o m ú n y natural. l a s g r a n d e s líneas d e c o n d u c t a á q u e d e b e s o m e t e r s e á un j o v e n de la n o b l e z a . c o m o J e n o fonte r e c o m e n d a b a á l o s j i n e t e s el m a r c h a r por las sendas m á s e s c a b r o s a s y quebradas. c ó m o el d i s c í p u l o p u e d e s i n t e n s i ó n d e espíritu s a c a r p r o v e c h o de c u a n t o le c i r c u n d a . s i n o m á s bien d e h u m a n o y e x c e l e n t e . y a n t e el vicio y la v i r t u d . E s é s t a . la m a n e r a d e h a c e r l o s y el t i e m p o e n que deben practicarse. y lo m i s m o á quienes s e le s u m i n i s t r a . s i n o c o n a r r e g l o á l o s s u y o s propios. p á g . El capítulo n del Emilio. q u e no e s llano ni e s t á s e m b r a d o d e flores. L ó e t e y Rousseau. pero t o d a s s o n aplicables á l o s p l e b e y o s . ó p o r mejor decir. . a p e n a s hic i e r o n otra cosa en sus mejores p á g i n a s p e d a g ó g i c a s q u e d e s e n v o l v e r los principios d e Montaigne. p u e s la aristocracia d e l o s e s p í r i t u s h a e x i s t i d o s i e m p r e s i n la del linaje. N i n g ú n p e d a g o g o ha d e j a d o d e i n s p i r a r s e en l o s p r i n c i p i o s que M o n t a i g n e e x p u s o . Mi p a j e s e siente e n a m o r a d o y s e d a cmcnH INTRODUCCIÓN XXXIII cual resulta q u e « se n o s e n s e ñ a á vivir c u a n d o la vida ya pasó Quiere q u e s u d i s c í p u l o s e a fuerte d e á n i m o y d e c u e r p o . * . 2 . l o s viajes. p o r modo ariííicimJ. a j e n a á toda s u e r t e de p r i v i l e g i o s . el d e M o n t a i g n e e s más práctico. M a s e s lo cierto que s e g ú n ella s e p o n e n e n j u e g o t o d a s l a s fuerzas del h o m b r e para colocarle e n d i s p o s i c i ó n de e m p r e n d e r el p e n o s o viaje de la e x i s t e n c i a . s i n d u d a . La n u s s e . M e n o s a m p l i o que el d e R a b e l a i s en s u s p l a n e s . —M. L a s ciencias tratan de las cosas con fineza d a m a s i a d a . y q u i e r e q u e s e c o n s i d e r e á l o s hijos n o c o n f o r m e á l o s m e r e c i m i e n t o s de s u s padres. q u e é s t a la practique c o m o tal y n o deje d e c o m e t e r aquél por flojedad y m e n o s p o r que lo d e s c o n o z c a . e n que R o u s s e a u trata de la e d u c a c i ó n de s u h é r o e . M o n t a i g n e e x p o n e un s i s t e m a c a s i c o m p l e t o de e d u c a c i ó n . y cuantisimos oíros d e s p u é s de e l l o s . cap. y s i n e m b a r g o no e n t i e n d e jota. o b r a c i t a d a . quiere que d e s d e los com i e n z o s v a y a n á ella e n c a m i n a d o s los principios del m a e s t r o y se revela c o n t r a la c o s t u m b r e pern i c i o s a de embutir c o n o c i m i e n t o s v a n o s 2 . S u s d o c t r i n a s s e dirigen á un j o v e n noble. lo cual justifica a l g ú n tanto el olvido.. alli s e los c u b r i ó y r e v i s t i ó con otro t r a j e p a r a el uso de la e s c u e l a : ¡ q n i e r a Dios q u e asi hayan o b r a d o los fllosoíos c u e r d a m e n t e ! Si yo p e r t e n e ciera al oficio n a t u r a l i z a r í a el a r t e tanto como ellos artificializaron l a n a t u r a leza.XXXII d i a y d e e m b r u t e c i m i e n t o . 193. al cual i n f o r m a el espíritu e x a g e r a d o de u n a o b r a e n que todo se a u m e n t a y centuplica.

que quizás exagera (lamente la c o n s i d e r a c o m o i n n e c e s a r i a y perjudicial para la v i d a m o d e r n a . R a b e l a i s . E s t e capítulo f o r m a e l c o m p l e m e n t o del anterior. l a s p a l a b r a s con que s e e x p r e s e llanas y d e s p r o v i s t a s d e todo a p a r a t o . ¿ D e s e o b u s c a r consuelo p a r a mi ó p a r a l o s d e m á s ? P u e s s e lo pido p r e s t a d o á C i c e r ó n . á q u i e n l o s libros hicieron g r a n capiián s m n e c e s i d a d de e x p e r i e n c i a . Y e s o que la calidad de a q u é l l o s n o p u e d e s e r m á s e x i m i a . l o s e s t u d i a b a c o m o n o s o t r o s ? E c h é m o n o s de tal s u e r t e en brazos d e los d e m á s . m e j o r e s cuanto m á s v u l g a r e s : « ¡ P l u g u i e r a á Dios. dice. e x t r a e n el j u g o d e d i v e r s a s flores y l u e g o e l a b o r a n la m i e l . c o m o g e n e r a l m e n t e a c o n t e c e . d e t e s t a b a la c i e n c i a inútil c o m o R a b e l a i s f u s t i g a b a la c i e n c i a sin c o n c i e n c i a : « L a s abejas. b u s c a r a r m a s c o n t r a el t e m o r de la m u e r t e ? Encuént r e l a s á e x p e n s a s d e S é n e c a . e d i f i c a n d o d e e s t e m o d o s u s a b e r y su d i s c e r n i m i e n t o . I. así l a s n o c i o n e s t o m a d a s á otro. ¿ P e n s a r n o s a c a s o q n e L u c n l o .» M o n t a i g n e c o m p r e n d i ó que el e s t u d i o del latín / el del g r i e g o s o n d o s h e r m o s o s o r n a m e n t o s . Entre t o d o s los p e d a g o g o s y r e f o r m i s t a s del s i g l o x v i ( n i n g u n a de e s t a s palabras f u e r o n n u n c a d e s u a g r a d o ) . y explica el m e d i o que c o n él s e e m p l e ó p a r a q u e s i n gran e s f u e r z o c o n c l u y e r a p o r s a b e r el p r i m e r o d e s d e la edad de s e i s a ñ o s . t o d o s e e n c u e n t r a tratado en e s e capítulo por m o d o a m p l i o y l u m i n o s o . en estilo a m a b l e . cap. R a m u s . l a s perjudica y l a s d a ñ a . r e c u r s o s b a s t a n t e s p a r a d e s c u b r i r las r e l a c i o n e s d é l o s o b j e t o s y l a s l e c c i o n e s d e las lect u r a s \ d e j a n d o a m p l i o l u g a r á s u discernimiento s i n c o n s e n t i r q u e l a m e m o r i a lo atropelle ni lo atrofie.XXXIV rif. facilidad y s e n c i l l e z d e s u doctrina. El discípulo p o s e e e n s u p r o p i o e s p í r i t u . m u y l e j o s de p o n e r l o s g r a v e s ni de contristarlos. pero que « n o s c u e s t a n d e m a s i a d o c a r o s » . dice. s « L a s m á x i m a s d e la filosofía a l e g r a n y reg o c i j a n á los q u e d e e l l a s tratan. No m e g u s t a esa capacidad relativa y m e n d i g a d a .Lib. m e r c e d á u n a direcc i ó n hábil. Ií 1 t itl í i i m o d o el m a e s t r o h a de e s t u d i a r l a s cualidades del m i s m o para d e d u c i r de e l l a s la p e d a g o g í a á c a d a u n o a p l i c a b l e . lo cual da lugar á que la r a z ó n s e e s t a n q u e ó s e abastarde d e b i e n d o ser lo p r i m e r o que t e n í a que ejercitarse y cultivarse. S a d o l e t . q u e a n i q u i l a m o s n u e s t r a s p r o p i a s f u e r z a s . E r a s m o . » « S ó c r a t e s s e c o l o c a b a al n i v e l d e s u e s c o l a r p a r a m a y o r p r o v e c h o . D e s p u é s d e todo e s la m a n e r a m á s práctica d e a f r o n t a r e s t a parte difícil de la e d u c a c i ó n . x x i v M o n t a i g n e q u i s o que lo que s e e s t u d i a b a s e a p r e n d i e r a fácilmente. Lutero. e s M o n t a i g n e quien dejó s e n t a d a s reglas m á s fundamentales. T o d o el e s t u d i o y todo el trabajo . En mi m i s m o h u b i e r a encontrado a m b a s cosas si en en ello s e m e h u b i e r a e j e r c i t a d o . ¿ Quiero yo. d a n t i s m o y d e l o s p e d a n t e s : la ciencia d e b e ser a m a b l e y g r a t a . r e g o c i j a d o y c o n s i s t e n t e . y q u e l u e g o d e s a b i d o s i r viera para a l g o . la cual e n c o n t r a r o n e n u n e s t a d o l a m e n t a b l e . » « A r i s t ó f a n e s el g r a m á t i c o r e p r e n d í a d e s a c e r t a d a m e n t e e n E p i c u r o la sencillez de l a s p a l a b r a s . y n o tomillo ni m e j o r a n a . que á mí m e b a s t a r a n l a s q u e s e e m p l e a n e n l o s m e r c a d o s de P a r í s ! » « L a e l o c u e n c i a que aparta n u e s t r a atención d e las c o s a s . nuestro L u i s V i v e s . p r u d e n t e s no p o d e m o s serlo s i n o con n u e s t r a s f u e r z a s e x c l u s i v a s » . i m :: f! i r I 41 v I . e n que M o n t a i g n e r e n i e g a e l o c u e n t e m e n t e del pe1. l a s t r a n s f o r m a r á y modificará n u e s t r o discípulo para c o n e l l a s ejecutar u n a o b r a que le pertenezca. a u n c u a n d o n o s f u e r a licito t o m a r á otro la s a b i d u r í a . p e r e j e m p l o . duraderas y humanas. C h a r r o n y Saliat e n c a m i n a r o n s u s e s f u e r z o s al m e j o r a m i e n t o de la e d u cación d e los j ó v e n e s . . q u e e s p r o d u c t o s u y o . e s t e r i l i z a d a y a g o s t a d a por la m á s ruin y rutinaria d e l a s e s c o l á s t i c a s . q u e m u c h o s quieren a h o r a suprimir p a r a alivio de l o s « p á l i d o s y h u e r o s b a c h i l l e r e s i c o m o i r r e s p e t u o s a m e n t e dijo n o ha m u c h o un adversario de esta e n s e ñ a n z a .

harán bien en m e d i t a r este capítulo de la Educación q u e vale tanto c o m o los i r a c u n d o s escritos de l o s p r o t e s t a n t e s d e s u época. en el s e n t i d o m á s detestable de la e x p r e s i ó n . y la medula. queda ahogado por aprestos tan dilatados.. s i n o s o y del m u n d o . lo que hay de vivo y provechoso. S u filosofía c o n c u e r d a de todo e n todo con l o s principios d e s a n t o T o m á s . definiciones. Quiero razonamientos que descarguen desde luego sobre lo más difícil de la duda.' e s el e s p e j o e n que para c o n o c e m o s fielmente d e b e m o s contemplar n u e s t r a i m a g e n ... los de Cicerón languidecen alrededor del asunto : son útiles para la discusión. M o n t a i g n e s u p o a p r e c i a r l a s en lo q u e valían. la ingeniosa contextura de palabras y argumentaciones para nada me sirve. h i s t o r i a d o r e s y p o e t a s de s u é p o c a ó p r ó x i m o s á ella. divisiones y etimologías consumen la mayor parte de su obra. lo mismo que cualquiera otra que se la asemeje : sus prefacios. charlatán d e m a r c a y pobre de i d e a s . y l o s críticos d e espíritu m á s abierto han llegado á las conclusiones á que Montaigne llegó d e s p u é s d e tres s i g l o s t r a n s c u r r i d o s . « P r e g u n t a d o S ó c r a t e s por s u patria.del m a e s t r o para c o n el discípulo n o d e b e n ir enc a m i n a d o s á distinta m i r a que á la f o r m a c i ó n de éste. no sutilezas gramaticales. l a s o p i n i o n e s de M o n t a i g n e en el capítulo Délos Libros y en muc h o s p a s a j e s de l o s Ensayos. añade.» 1 E l c o m e r c i o de los h o m b r e s c o n s i d é r a l o « c o m o m e d i o m a r a v i l l o s a m e n t e a d e c u a d o al desarrollo del e n t e n d i m i e n t o . » T e o d o r o M o m m s e n 110 c e n s u r ó c o n penetración m a y o r á C i c e r ó n e n s u Historia de Roma c u a n d o l e l l a m a d e u n a m a n e r a a l g o i n d e l i c a d a estilista de p r o f e s i ó n . q u e M o n t a i g n e c u a n d o e s c r i b e s o b r e el orador r o m a n o . contra las c u a l e s no s e r e b e l ó por n o trastornar s u tranquilidad m a g n í f i c a . s o n hoy d e igual va- . que l o s c r o n i s t a s . s i n o p a r a frotar y l i m a r nuestro cerebro c o n el d e l o s d e m á s : p a r a c o n o c e r el espíritu y l a s c o s t u m b r e s de l o s p a í s e s q u e s e r e c o rren ».. v fué y e s hoy t o d a v í a . e s t á n j u z g a d o s c o n el criterio m á s a m p l i o y el g u s t o m á s c o n s u m a d o . c o m o i g u a l m e n t e la v i s i t a de p a í s e s extranjeros. y n o para a p r e n d e r e n ellos c o s a s baladíes. s e g ú n el cual « l a v i d a de un s e r e s tanto m á s perfecta c u a n t o con m a y o r plenitud e s capaz d e obrar s o b r e sí m i s m o » . L a s b e l l e z a s d e R o n s a r d que Boileau menospreciaba. s i n d e s v i a r s e d e l o s t o n o s c o r t e s e s p r o p i o s del g e n t i l h o m b r e y h a c i e n d o ver e n qué f u n d a m e n t ó s u idea : L o s que e n M o n t a i g n e v e n un e g o í s t a bien acom o d a d o c o n las i d e a s t o d a s d e s u t i e m p o . autor d e e m p l a s t o s . y creía que la s e d a h o g a b a y a h a s t a á l o s caníbales. n o r e s p o n d i ó s o y de A t e n a s . p a r a n o imitar al cura d e u n lug a r . de cons e c u e n c i a s m á s f e c u n d a s . q u i e n c u a n d o l a s v i ñ a s allí s e h e l a b a n a s e g u r a b a que la c a u s a del m a l era un « c a s t i g o del cielo » que el S e ñ o r e n v i a b a al g é n e r o h u m a n o . tales procedimientos lógicos y aristotélicos son inadecuados . » « E l u n i v e r s o e n t e r o . Lo que yo busco son razones firmes y sólidas que me enseñen desde luego á sostener mi fortaleza. Su manera de escribir me parece pesada. y s e g u i r á s i é n d o l o . L o m i s m o l o s poetas é h i s t o r i a d o r e s latinos. que no trato de aumentar mi elocuencia ni mi saber. p r o v e c h o s a s y pacíficas. yo quiero que se entre desde luego en materia. como menospreció el s i g l o s i g u i e n t e . á q u i e n c o m o tal a d m i r a b a . naturaleza d e p e r i o d i s t a . sin rodeos ni circunloquios. Para mí. el foro ó el pulpito. donde nos queda el tiempo necesario para dormitar y dar un cuarto de hora des- C o m o crítico literario y h u m a n i s t a . lor que el día e n que s e e s c r i b i e r o n .

2 . — Libro 111. — L i b . ya r e p a r o en la p u r e z a y pulidez inimitables de s u l e n g u a j e . Ya le considero e n si m i s m o . x. ante quienes todo debe explanarse con objeto de ver lo que produce mayor efecto 1 . lee á C é s a r c o n r e v e r e n c i a y respeto m a y o r e s de l o s q u e g e n e r a l m e n t e s e e x p e r i m e n t a n e n l a s o b r a s h u m a n a s 2 . en q u e s o b r e p a s ó no sólo á todos los h i s t o r i a d o r e s . c a p . y proceden a c e r t a d a m e n t e al escribir c o n a u t o r i d a d y al acom o d a r n u e s t r a s i d e a s á l a s s u y a s . orden: Marcial.'o asaz conciso corriendo p o r cima d e h e r m o s a s m u e r t e s c u a l si t e m i e r a c a n s a r n o s con s u multiplicación c o n s t a n t e y d i l a t a d a . E n t r e l o s a u t o r e s d e m e r o entrenimiento prefiere á B o c c a c c i o . x x x v i . e n s u s acciones y e n lo milagroso d e s u g r a n deza". c a p . Lib. El Heptameron y Rabelais. 2. las p r i v a d a s de nosotros. h a b l a de s u s propios e n e m i g o s con s i n c e r i d a d tal q u e . a t r i b u y é n d o l e s p a l a b r a s a d e c u a d a s . a u n s i e n d o niño. 3. He r e c o r r i d o de cabo á rabo las h i s t o r i a s d e Tácito. le e n o j a r o n . q u e e s t a alma adorm e o i d a no s e d e j a c o s q u i l l e a r p o r Ariosto y ni s i q u i e r a p o r el b u e n Ovidio? U e s p o n t a n e i d a d y f a c u n d i a d e é s t e m e e n c a n t a r o n e n otro t i e m p o . d e tal s u e r t e q u e á veces le oncnenl. y d e e n t r a m b o s prefiere á l o s primeros. Asi se habla á los jueces. e s u n libro p a r a e s t u d i a r y a p r e n d e r . habiendo d e s e g u i r e s p e c i a l m e n t e las v i d a s d e los e m p e r a d o r e s d e su tiempo. c a p . tan e x t r e m a s y d i v e r s a s en t o d a s u e r t e d e f o r m a s . m e j o r q u e un libro p a r a leer. la v e r d a d s e a d i c h a . d e la c o n d i c i ó n y temp e r a m e n t o de l o s príncipes d e d u c e n máximas. II. M o n t a i g n e n o e s un e x c é p tico. cuya voluntad quiere ganarse con razón ó sin ella. puesto q u e a l b e r g a c r e e n c i a s a r r a i g a d a s hasta s o b r e l a s c o s a s en que m á s difícil e s llegar á 1 . « c o m o Froissard. L o s m a e s t r o s e n el género « t i e n e n la h a b i l i d a d d e e s c o g e r lo que e s d i g n o da ser s a b i d o . é hizo el c o n o c i m i e n t o de T á c i t o y a en la e d a d m a d u r a y lo « l e y ó de un t i r ó n 3 ». ¿ A ñ a d i r é a d e m á s . cosa q u e m e a c o n t e c e r a r a vez. L a s Geórgicas y el libro V d e la Eneida s o n para él la obra m a e s t r a del ú l t i m o . II. enliendo q u e p u e d e r e p r o c h á r s e l e el q u e no h a b l e m i s d e si m i s m o : tan i n n u m e r a b l e s h a z a ñ a s no p u d i e r o n p o r él s e r r e a l i z a d a s á no h a b e r s i d o m á s g r a n d e de lo q u e r e a l m e n t e s e nos m u e s t r a e n s u libro II. todo lo cual. que s o n l o s m á s abund a n t e s . q u e si f u e r a n b a t a l l a s ó r e v u e l t a s lo q u e historiase.xxxvm INTRODUCCIÓN pués de comenzada la oración con el hilo del discurso. ó sea q u e . Hay en Tácito m á s discernimiento q u e deducción histórica. — S a i n t e B e u v e dijo q u e h a b í a i m a g i n a d o un estudio s o b r e s u Dogmatismo. t a n t a s n o t a b l e s acciones c o m o p r i n c i p a l m e n t e la c r u e l d a d de a q u é l l o s o c a s i o n a b a e n s u s s u b d i t o s . el buen O v i d i o y A r i o s t o 2 placiéronle' e n l o s prim e r o s a ñ o s . p o r o s a d o ó t e m e r a r i o q u e p a r e z c a . a c i e r t a n á e l e g i r entre d o s relaciones ó t e s t i g o s el m á s v e r o s í m i l . c o m o Cicerón dice. e s t á al a l c a n c e d e bien pocos. y m á s p r e c e p t o s q u e n a r r a c i o n e s . Entre t o d o s l o s a u t o r e s M o n t a i g n e c o l o c a e n el l u g a r m á s m e r i t o r i o á l o s h i s t o r i a d o r e s y á los filósofos. á los niños y al vulgo. s m o á t r e c h o s á Cicerón m i s m o . Manilio. H o r a c i o y V i r g i l i o . s e n t a r ó j u z g a r el e s c e p t i c i s m o de M o n t a i g n e . L o s p o e t a s l a t i n o s g u s t ó l o s por este 1. Hace v e i n t e años q u e a p e n a s r e t e n g o libro en m i s m a n o s u n a hora s e g u i d a . . salvo l a s f a l s a s a p a r i e n c i a s con q u e p r e t e n d e r e v e s t i r la c a u s a q u e d e f i e n d e y su a m bición p e s t i l e n t e . e n el capítulo De los 1 hombres más relevantes h a c e d e H o m e r o un e l o g i o tan h e r m o s o q u e a c a s o n o h a y a s i d o n u n c a s u p e r a d o . E s t a m a n e r a de h i s t o r i a r e s con m u c h o la m á s ú t i l : las agitaciones p ú b l i c a s d e p e n d e n m á s del acaso. — generalmente se han empleado r a z o n e s i n a d m i s i b l e s . L o s A m a d i s e s . x. II. L o s h i s t o r i a d o r e s m e d i a n o s . x. Tan lleno e s t á de s e n t e n c i a s q u e por t o d a s p a r l e s s e e n c u e n t r a h e n c h i d o d e e l l a s : e s un s e m ü l e a o de d i s c u r s o s m o r a l e s y políticos p a r a o r n a mento y provisión d e a q u e l l o s q u e o c u p a n a l g ^ n r a n g o e n el m a n e j o del m u n d o . d e s u e r t e que e n s u s Crónicas c a d a cual p u e d e s a c a r tanto p r o v e c h o c o m o ent e n d i m i e n t o t e n g a » . N o g u s t a d e l o s « d i t i r a m b o s petrarquistas y esp a ñ o l e s » . c a p . tenia á s u disposición un a s u n t o m á s f u e r t e y a t r a y e n t e q u e c o n s i d e r a r y n a r r a r . «que s o n s u f u e r t e por s e r g r a t o s y d e lectura fácil. y e n tiendo lo contrario d e lo q u e él i m a g i n a b a . y por e n c o n t r a r s e e n e l l o s la p i n t u r a del hombre c u y o c o n o c i m i e n t o b u s c a s i e m p r e ». No conozco a u t o r q u e s e p a m e z c l a r á un • r e g i s t r o p u b l i c o * de las c o s a s t a n t a s c o n s i d e r a c i o n e s de c o s t u m b r e s é inclinaciones p a r t i c u l a r e s . P r e f i e r e los s e n c i l l o s á l o s m a e s t r o s en el arte. hoy apenas si m e i n t e r e s a n . t o d o lo e s t r o p e a n y m a l b a r a t a n » . que n o lo e s s i n o á m e d i a s . Al combatir. Lib. q u e c o m p u s o la historia s i n a d o r n o s ni form a s r e b u s c a d a s . v m .

Diego d e Císneros). q u e c r e í a d i g n a d e s e r c o n s e r v a d a . p o r q u e m e n o s q u e d e t o d o a l a r d e a b a d e profeta á p l a z o s breves ó c o r t o s . 148. « puesto q u e á c a d a r a z o n a m i e n t o p u e d e o p o n e r s e otro contrario d e igual s o l i d e z q u e el refutado ». h a tenido la generosidad de e n v i a r m e la descripción d e t a l l a d a y p u n t u a l í s i m a de e s e trabajo. l a s h u r r a c a s .» 1 P o r q u e M o n t a i g n e t u v i e r a de n u e s t r o valer una idea pobre y r a q u í t i c a . La copia d e a l g u n o s c a p í t u l o s del m a n u s c r i t o q u e el s e ñ o r Roca m e r e m i t o m e h a p e r m i t i d o f o r m a r idea d e la traducción . Articulo de la Ite lue Contemporainr. L a n u s s e . e s irrefutable. con la ortografía m i s m a d e la é p o c a . l o s m o n o s . u n a s v e c e s p o r i n t e r p r e t a r s e el texto d e m a s i a d o á la l e t r a . y hoy s e g u a r d a en l a s a l a d e m a n u s c r i t o s d e la Biblioteca Nacional d e Madrid. n o e r a p e s i m i s t a . Muchas cosas están t r a s l a d a d a s en sabroso c a s t e l l a n o . d e q u i e n e s e n a l t e c e l a s certeras a p l i c a c i o n e s del instinto para la v i d a . l a s h o r m i g a s . y le r e p o n g a n « r e s u e l t a m e n t e c o n la opulenta filosofía m o d e r n a e n la m a n o y s u infinita variedad de t o n o s y d e a c e n t o s . p o r q u e e s s e g u r o q u e s e r á leida con i n t e r é s . al p i n á c u l o d e la s e n s a t e z m á s lúcida. p á g . En a l g u n a s p a r t e s s e ve q u e n o penetró m u y h o n d a m e n t e los m a t i c e s y delicadezas de que el texto e s t á e s m a l t a - . y m á s todavía s o b r e l a s m á s e l e v a d a s . tomo II. e n lo c u a l t e n i a razón q u e le s o b r a b a . E n l o s d e s t i n o s f u t u r o s del h o m b r e y de la h u m a n i d a d s o b r e l a tierra n o p e n s ó g r a n cosa. t e n d i e n d o suces i v a m e n t e á la p e r f e c c i ó n 2 ». Julio Levallois. a s í lo crey e r a n . por tos principios e s p a r c i d o s aquí y allá e n los Ensayos. N i e g a s ó l o la o m n i p o t e n c i a d é l a razón h u m a n a . Mi e x c e lente amigo el señor don P e d r o Roca. é s t a e s b a s t a n t e liel y bien h a blada. ó al men o s bien h a l l a d o s e e n c o n t r a b a c o n la existencia. o b r a citada. La ortodoxia y el e s lado del t r a d u c t o r no le c o n s i n t i e r o n t r a n s c r i b i r los p a s a j e s o m a l s o n a n t e s y m e nos b i e n s o n a n t e s » q u e h o n r a d a m e n t e s e ñ a l a . y entiende c o m o los q u e c o n Molière en el s i g l o x v n y e n t i e m p o s p o s t e r i o r e s p e n s a b a n que e n casi todas n u e s t r a s d i s c u s i o n e s . que el hombre irá m e j o r á n d o s e y d e s a r r o l l á n d o s e . h a s t a el capitulo LVII inclusive. M e n o s q u e n a d i e creyó que la humanidad n o saliera n u n c a del e s t a d o en que la e n c o n t r ó en s u é p o c a en p u n t o á g o b i e r n o y c o s t u m b r e s . — L a r r a escribió « q u e e n m a t e r i a de cosas opinables t o d a s l a s r a z o n e s son p e o r e s ». erudito y m u y lino conocedor de casi todo cuanto en e l l a s e g u a r d a . q u e a q u i t r a n s cribo Integra. tomo LXX. c o m o d e s p u é s estuvo en m o d a . III É s t a e s la vez primera que l o s Ensayos s a l e n ú luz en c a s t e l l a n o 1 : E n s u traducción h e p u e s t o t o d a la b u e n a vo1. s e ñ o r de Montaña» (traducidos do f r a n c é s en español p o r el L. « el r a z o n a m i e n t o a n i q u i l ó Ta razón. — L Montaigne. l o s perros y l o s e l e f a n t e s . p r o t e s t a n t e y h a s t a socialista. p á g s . y s o s t i e n e que é s t a tiene un límite. como e s sabido. lo m i s m o p o r los q u e g u s t a n d e e s t o s c u r i o s o s r e b u s c o s q u e por los d e s p o s e í d o s d e a m o r á los p a p e l e s viejos. y q u i z á s o t r a s p o r no h a b e r e n t e n d i d o el s e n t i d o r e c t a m e n t e .i a m a n u s c r i t a de Montaigne con e s t e t i t u l o : • E x p e r i e n t i a s y v a r i o s d i s c u r s o s da Miguel. A n a l i z a n d o a s í . aun c u a n d o a l g u n o s e s c r i t o r e s . la Conscience moderne. p e r d i e n d o d e vista el c o n j u n t o . a u n q u e algo o b s c u r a e n a l g u n o s p a s a j e s . s e cita u n a t r a d u e d . c u a n d o e n realidad s e e l e v a e n t o d a s l a s c o s a s s o b r e q u e discurre. v i v i d a y dilatada. e n t o d o l o cual n a d i e h a b r á j a m á s que c o n r a z o n e s v a l e d e r a s y d e f i n i t i v a s p u e d a contradecirle. p o r q u e . d e m o s t r a r í a s e f á c i l m e n t e q u e M o n t a i g n e dijo y p r o b ó l o s m a y o r e s a b s u r d o s . En el catálogo d e Gallardo. m a s n o h a y que d e d u c i r d e él ni c r e e r i n f u n d a d a m e n t e q u e M o n t a i g n e n o s c r e y e r a i n f e r i o r e s ó m á s t o r p e s que l o s g o r r i o n e s . El t r a d u c t o r e n c a r e c e las diQcultades sin cuento con q u e tropeió e n s u t r a b a j o . C o m p r e n d e sólo el libro I. que q u i s i e r a n verle demócrata. c o m o en casi-todos nuestros s i s t e m a s . 2. superioridad el instinto d e l o s a n i m a l e s á la intelig e n c i a del h o m b r e .t e n e r l a s . P a r a combatir el o r g u l l o d e la r a z ó n humana. Tal y c o m o el r a z o n a m i e n t o e s t á l l e v a d o . 194 á 233. n ú m e r o 1838. d e u n a m a n e r a f r a g m e n t a r i a . traspuesto el cual n o p u e d e y a a n d a r u n p a s o sin dar en tierra. M o n t a i g n e 110 c r e e e n l a s consecuencias á q u e el ejercicio d e la razón n o s l l e v a . bibliotecario e n d i c h a sección. e n la época del licenciado Cisn e r o s solíamos e s c r i b i r con m a y o r e s e s c r ú p u l o s q u e hoy. en la Apologia l l e g a M o n t a i g n e á s o b r e p o n e r en 1.

Philosophos s e lian h a l l a d o . y tanto m e n o s a m i s t a d e s q u a n t o tienen m a s mezcla d e otra c a u s a . E s c r i b e . d e E s t e u a n de la P. No hago. Mas. y q u e la riqueza del vno s e a la pobreza del otro. y que t a m b i é n e n g e n d r á b a m o s piojos y gusanos. 9. Unrat. Es m i hijo. P o r q u e p a r t i c u l a r m e n t e e n e s l a p a r l e d e los dones de n a t u r a l e z a no reconozco q u i e n s e le p u e d a c o m p a r a r . o r i g . Escogió el m a s h e r m o s o p u e s t o . o fin. que honr r a r á todo lo d e m á s d e s l a o b r a . Bibl. q u e debia á s u s hijos. p a r a no c a u s a r v n a i n d e c e n t e p r i u a n z a . q u e a q u e l l o h a b í a también procedido del. Por lo q u a l m e h a parecido. e s e s t e . Y m u c h o h a que anda e n t r e l a s m a n o s d e g e n t e d e e n t e n d i m i e n t o . m a s en la otra y mejor p a r l e q u e d o corto. o el Ínteres. q u e d e la j u s t i t i a . q u e e s m u c h o si 1a f o r t u n a l l e g a á e s t o v n a vez en t r e s siglos. Lo que arriba mujer hermosa parece. puede s e r s u l u g a r . que i la c o m p a ñ í a . . con m á s 4 de índice. P o r q u e mi s a b e r no p a s s a tan a d e l a n t e . p o r h e r e d e r o d e s u B i b l i o t t e c a y p a p e l e s ) f u e r a de los libros d e s u s o b r a s . No ay c o s s a á q u e p a r e z c a h a b e r n o s m a s inclinado la naturaleza. y libertad y esta no tiene a c t i o n . q u e c o n c u r r a n lanías cossas p a r a f u n d a r l a . p o r q u e e s g a l a n t e y lleno l o p o s s i b l e . Nc e s e s t o p o r q u e yo no a y a p r o b a d o . Ln semidmtre voluntaria. señor de Montaña » [traducidos d e f r a n c é s en español p o r el L. q u e yo 1« c*noci m a s a d e l a n t a d o . q u e la afficion y a m i s t a d . Mas no h a quedado del sino e s t e d i s c u r s o . Mss. p o r q u e la a m i s t a d s e a l i m e n t a d e la c o m u n i c a r o n . Y Aristóteles riize. La traducción c o m p r e n d e s o l a m e n t e el libro 1. q u e d i c e a s i : n e c e s s i d a d c o m ú n . s e e n c u e n t r e n y c h o q u e n m u c h a s v e z e s . y lleno de a m o r el n o m b r e de h e r m a n o . 2. P a r a q u e el l e c t o r j u z g u e de e s t a antigua versión y p u e d a c o m p a r a r l a con la m o d e r n a . y e n t r e t i e n e son t a n t o m e n o s p e r f e c t a s . 9. poet. 4. tan c n t e r a j p e f e c t a . la n a t u r a l . Madrid — P supl. la h o s p i t a l e r a y la v e n e r e a no c o n c u r r e n en e s t a n i j u n - AMISTAD t a s . y a u n acaso. todo lo q u e p u e d e s t r . y los h e r m a n o s también. q u e e l l a m i s m a . 3. me lomó g a n a de i m i t a r l e . á la m i s m a a y e n ellas tanto m e n o s de n u e s t r a election. P o r q u e m e lo m o s t r a r o n m u c h o a n t e s q u e yo v i e s s e al a u c t o r . p o r h a b e r s e r u i d o d e medio p a r a n u e s t r a primera fam i l i a r i d a d . m a s caso del por h a b e r salido d e l m i s m o v i e n t r e . p o r q u e e n g e n e r a l todas las a m i s t a d e s q u e el d e l e v t e . y g r a c i o s a s solo en lo vario. y e x t r a o r d i n a r i o . El contra uno. no sin b i e n g r a n d e y merecida rec o m e n d a t i o n . — 194} > Experienlias y varios discursos de Miguel. malo. h u b i e r a t o m a d o v n i n t e n t o como el m i ó .oitie. q u e d e s d e ñ a b a n e s t a c o s t u r a n a t u r a l . dize. á quien P l u t a r c o q u e r í a inducir. T e s t i g o Aristippo. con la muerte e n t r e los d i e n t e s . Moral. á q u e s n a c o r d a s s e con s u h e r m a n o . q u e no sea el m e j o r . •>. de la concordia f r a t e r n a l . Considerando la disposition d é l a o b r a d e r a pintor-. q u e c o n s e r u a m o s e n t r e n o s o t r o s . sin cierta t g u r a . 6. q u e los h e r m a n o s . . las p a r l i j a s . d o n d e los p a d r e s m a t a b a n s u s h i j o s . Art. lodo de letra del t r a d u c t o r . t r a d u c i e n d o s o l a m e n t e las i d e a s . A la verd a d e s lindo n o m b r e . v a l i e n t e y perfecto s e g u n el a r l e . Esto e s todo. si bien yo e s t o y particularmente obligado á e s t e d i s c u r s o . a d o n d e los hijos por c o s t u m b r e m a t a ban á s u s p a d r e s : y o t r a s . c o n s e q u e n t i a . y c u e r p o s m o n s t r u o s o s c o m p u e s t o s d e d i v e r s o s m i e m b r o s . v i é r a m o s m u c h a s c o s s a s r a r a s . m a s e s vn h o m b r e á s p e r o . Y el otro. Ni las q u a t r o e s p e c i e s a n t i g u a s . P o r q u e ni todos los p e n s a m i e n t o s s e c r e t o s de los p a d r e s s e p u e d e n c o m u n i c a r á los hijos. od. y creo. q u e q u a n d o le a p r e t a b a n con la a f f i c i o n . Cap. sin o r d e n . l o lian d e s p u e s b i e n p r o p i a m e n t e rebaptizado. Es f u e r z a . y e n e s t a p a r t e . La d e los hijos con s u s p a d r e s m a s e s r e s p e c t o . q u e s o n v i z a r r a s . Ab. Fui para mis hermanos conocido Con ánimo de padre enternecido lie a q u i la r e s e ñ a completa del m a n u s c r i t o : (Depto. Que son á la v e r d a d e s t a s d i s c u r s o s sino pintaras al fresco. q u e m e atreva á c o m p r e n d e r l a o b r a d e vn rico q u a d r o . que intituló. la c o r r e s p o n d e n t e . y por e s l a c a u s a h i z i m o s yo y el n u e s t r o p a r e n t e s c o . ni las a d v e r t e n t i a s y correctiones (que t s v n o de los p r i m e r o s officios d e la a m i s t a d ) no las p u e d e n e x e r e i l a r los hijos son los p a d r e s . et ipse Notas in fralret ai i mi paterni. q u e c i e r t a m e n t e no s e i e e n m u c h a s i g u a l e s . m a s la mezcla do b i e n e s . Diego d e Cisneros. e n c a m i n á n d o m e p o r e s t e modo la amistad. y m u y s a t i s f e c h o m e c o n s i d e r a r é si acerté á reflejar fielmente e n n u e s t r a l e n g u a las m o v i b l e s ideas de un espíritu tan p r o f u n d o y e s - do. 27. q u e no p u e d e h a l l a r s e e n t r e ellos por la g r a n d e d e s i g u a l d a d y offenderiase por v e n t u r a l a s obligationes d e n a t u r a l e z a . e s m i p a r i e n t e . A g o r a el vltimo puncto de su perfectioa 4. diziendo. Nac. y el vacio alred e d o r lo llenó d e p i n t u r a s ai f r e s c o . . por c u i t a r el e m b a r a z o . q u e e n g e n d r a n las v e r d a d e r a s y p e r f e c t a s a m i s t a d e s . famoso por n u e s t r a s g u e r r a s c i u i l e s .XLII l u n t a d y atención d e q u e e s d i g n o un a u t o r de tal m a g n i t u d . p o r el t i e m p o q u e Dios q u i s o . Mas los q u e lo h a n i g n o r a d o . q u e el no lo vio j a m a s d e s p u e s que se le escapó d e su p o d e r : y a l g u n a s o t r a s m e m o r i a s s o b r e el Edicto d e Enero. ni de p o r s i . p r e s b í t e r o ] . h a b i e n d o de e n c a m i n a r s u s p r e t e n s i o n e s á s u s a u g m e n t o s por la m i s m a s e n d a y c a m i n o . en la p r i m e r a iou e n t u d a l honor d e la libertad c o n t r a l o s t y r a n n o s d e l U . Y ay b i e n q u e hazer par» e n t e n d e r . ni p r o p o r t i o n sino c a s u a l y f o r t u i t a ? Desinil in piscem mulier /ormosa superne. En la parle s u p e r i o r d e r e c h a tiene ca la C. y q u e n o s a c e r c a r a n mucho al honor d e la a n t i g ü e d a d . Es vn d i s c u r s o . q u e tengo. t o m a r u n o p r e s t a d o . y m« dio la p r i m e r a n o t i l i a d e su n o m b r e . por h a b e r procedido d e l . o necio. Son m e n e s t e r . lo q u e yo h e p o d i d o r e c o b r a r d e s u s r e l i q u i a s (yoi q u i e n con v n a a m o r o s a r c c o m e n d a t i o n d e x ó p o r s u t e s t a m e n t o . la D E LA y g e n e r o s a s . y n a t u . o p a r t i c u l a r forxa. y q u e procedía de v n a f a m o s a familia c o n t i n u a d a d e p a d r e á hijo. Si e n la e d a d . B a s t a e s t e s e g u n d o p u n t o voy b i e n c o n m i pintor. y m e d i o d e c a d a pared. q u e t e n d r á n a u n en otra p a r l e aqui. á la m e d i d a . y el m a s s u a v e h a s t a su p o s t r e r a vegez. o f r u c t o e n la a m i s t a d .ixo remata en pete. coloco a q u i el comienzo del capitulo XXVil. c o m o p o r m o d o d e p r u e b a . la familiar. de escribir s u i m a g i n a t i o n e s . Ms. y e n t r e n u e s t r o s hombres no s e v e e en v S o r a s t r o a l g u n o d e l l a . 1. q u e á e s t a s a m i s t a d e s n o s obliga la ley y la obligation n a t u r a l . y relatiun. c o m o se h a l l a r a n e n t r e e s t o s ? El p a d r e y el hijo p u e d e n s e r d e complexión del todo d i f f e r e n t e . q u e s e a m a s p r o p i a m e n t e s u y a . par» c i f r a r vn q u a d r o t r a b a j a d o con t o d a la p e r f e c i o n de s u scienlia. a l m e n t e el vno d e p e n d e d e la r u i n a del o t r o . Nationes s e h a n h a l l a d o . q u e p u d i e r a c o m p o n e r .« d e la o b r a de Montaigne y ocupa 141 p á g s . p o r h a b e r tenido el m e j o r p a d r e . q u a n t o & e s t a p a r l e . Y a d e m a s deslo. q u e h u b o j a m a s . lib. e s t o e n t i b i a e n e x t r e m o y relaxa e s t a vnion f r a t e r n a l . s e p u s o á e s c u p i r . q u ' i los b u e n o s l e g i s l a d o r e s tienen mas cuyd a d o d e la a m i s t a d . de no s e p o d e r s u p o r t a r los v n o s á los o t r o s . e x e m p l a r . q u e yo h e h e c h o s a c a r á l u z .

21) « q u e habiéndola i n t e n t a d o m u c h o s hombres graues. escrito desde el día 16 al 28 d e agosto d e 1637 y f i r m a d o y rubricado por él en Madrid. q u e noté arriba. diré. y el señor Don Balthasar d e Zúñiga. Pero la traduction en verso e s m u y d i f i c u l t o s a . por cuya o r d e n y respecto se hizo. y yo en E s p a ñ a (donde nací). si mandándole su amigo Tiberio Graccho poner fuego á los templos. § 22. al medio. d i r é . El desta traduction. se lee i (fol. 4 folios. La tnica y principal amistad sin ser perjuro. y su Embaxador en Francia y Flandes. q u e se dexa capítulos enteros. p o r q u e en otra lengua no se que n a d i e le aya traducido m a s d e *n la forma. porque Baudio p r o f e s s a en Holanda la Heregia. y lot hijos » « La nona. q u e cita y refiere este. § 15. 2o. hablando d e vna alma señora d e s u s passiones. dize q u e el maestro h a g a al discípulo. m e s y año en q u e se comenzó á escribir. Lorenzo Iturrizarra. § 16. q u e propone en estos libros no es todauia conforme en algunas cossas á la d e la sancta Iglesia Romana. q u e hizo y escribió en el libro I destos Propositos. y tiene necessidad d e leerse con m u c h a cautela. Los milagros de la misma naturaleia » « E n el mismo cap.c r u t a d o r . 2 f o l . II de dicho Catálogo. como los luteranos. traduxo algunos c a p í t u l o s desle auctor. 11. § 5. 19. ni menos impreso. n ú m . d i r é . en el cap. En este prólogo. uazen de la costumbre » « La sexta. y los q u e yo he Botado. § 14. 27. ó duro. » «La primera d e s t a s propositiones sea. en el c a p . d e manen q u e los versos hago v e r s o s e s p a ñ o l e s y la prosa dexo en prosa. El traductor combate y condena cada una d e e s a s proposiciones por su relación con algunas muy peligrosas y dañosas. y es la q u i n t a proposition. canónigo de la sancta iglesia cattedral de Cuenca. Lo primero h e corregido y e m e n d a d o las propositiones malsonantes. e n el c a s o p r e s e n t e . Lo segundo h e ajustado los l u g a r e s griegos. de m a n e r a q a e ha sido forzoso imprimir el libro 1. Es sin duda el ms. del Consejo de su Mageslad. q u e preguntando & Cave Blosio. cerca del fio. p o r q u e se quedan b a n d o de traducir y a d o r n a r e n la forma. en Madrid. calvi nistas y anabaptistas de Alemania y Francia y los alumbrados de E s p a ñ a y otras . en esta última fecha. q u e notó Baudio. d í r e . y sin borrar quasi nada. He puesto & la m a r g e n las citas q u e h e bailado en las impresiones f r a n c e s a s m a s correctas y a ñ a d i d o algunas b r e u e s notas. q u e merecen ser borrados. p o r s e r yo todo suyo. Discurso del traductor cerca de la persona del seilor de Montaña. 30. libftt Del espíritu d e la t r a d u c c i ó n puede j u z g a r s e por las siguientes palabra» d¿ ladar á ella. Jfo es un singular argumento no esti en nuestra mana » « La duodezima. en el c a p .a Fe y obcdcntia a la Iglesia Catholica y Romana. y assi s e dedica y consagra á su n o m b r e illustrissimo. ni q u e d a offendido el sentido. en Madrid.* s o l o sin los dos q u e le siguen en el auctor. en el c a p .» como se l e e e n el Catálogo de Gallardo. q u e muchos. 10 de septiembre 1637 y no 1. que I« passe todo por el cedazo de la razón. Lo tercero h e traducido los l u g a r e s q u e cita d e otros a u c t o r e s latinos y griegos y los d e m á s . cap. q u e sale e s t e p r i m e r o . § 1. 1838 del t . la doctrina. : el aprobante es el L. ó no p u d i e r o n hazer cossa que siruiesse. pone entre estos bienes las mugeres. y el vicario que dais licencia por lo eclesiástico e l L . en el mismo lugar.. y los de sus Experienlias. y en a l g u n a s propositiones neccssita d e correction y emienda. Que este Auctor sea en su persona. t o d a s l a s i m á g e n e s de que el libro d e M o n t a i g n e e s t á s e m b r a d o . al que no es otro. De qxt es gran prueba y durara eternamente sin resolulion y sin acuerdo » « Parece q u e bastará e s t o p a r a d e s e n g a ñ o de l a daina citada » Refiérese á la hija de Montaigne q u e en su Prefación Apologética no reparó en lodos esos lugares d e mala doctrina q u e el traductor acaba de citar « para a s s e g u r a r . á quien no se p u e d e resistir. tratando q u e entre los amigos todos loe bienes deben s e r en effecto comunes. § 19. q u e publico traducido. á 9 de s e p t i e m b r e 1637. y i n t e r r u m p i r la traduction. Precédenla la vida del a u t o r « s a c a d a quasi del todo de s u s escritos». y un prólogo (21 folios) del traductor a c e r c a d e l autor y s u s libros. trascuadernillo de ocho hojas d e p a p e l l a fecha d e día. la q u e pone en el cap. y varios Discursos. En el qual sob r e h a b e r puesto mucho t r a b a x o y cuydado en la traduction. q u e si. h a b l a n d o d e l a s diflcullades q u e ofrece l a traducción. Las leyes de la conscientia. sin d u d a por errati d e impresión q u e f á c i l m e n t e s o explica por l a disposición d e las dos cifras que componen el n ú m e r o 10. 23 folios. 1 fol. si bien no serán los mismos estos. en el mismo cap. del Consejo d e su Magestad. que tengo notadas en este libro I. y su intention catholico. y d e los Supremos d e Castilla y de la General Inquisition. refiere el Auctor.q u e no se dexan entender bien. La instantia g r a n d e de machos h o m b r e s principales y c u r i o s o s . por e s l a s p a l a b r a s : El genio de Sócrates alguna cossa de iuspiration dinina » «La segunda. y que no assiente cossa en su cabeza por sola auctoridad y en crédito » « La séptima. 22. la Religión Catholica Romana Propondré aqui a l g u n a s de las propositiones. y doctos en las lenguas italiana y española d e s i s t i e r o n della. Esta hase hecho seüora U terdadera y soberana libertad » « L a q u a r t a . § l l . si tuuiere alguno. se deberá al señor Don Pedro P a c h e c o . que es yo » s La dezima. en el cap. q u e lo quisiere e x a m i n a r . t r a d u c i d o s del 17 al 29 d e junio d e 1637. pero con t a n t a s faltas y corrales. dice q u e « si bien m u e s t r a ser catholico Romano en su persona. en el cap. y la defiende: no obstante.. le o b e d e c e r í a ? Respondio. el cual refiriéndose al autor. en el mismo cap. 4. las quales con las d e m á s van corregidas en la traduction y emendadas d e m a n e r a q u e ne puede offender la doctrina. ha hecho a p r e s u r a r esta impresión. confiriendo el original Francés con la Traduction Española. y le s e g u i r á n en la impresión. q u e ay algunos lugares en estos libros. » Siguen á la traducción l a s licencias p a r a imprimirse. traductor.» Pergamino.. §I Díxo bien Baudio. § 20. y las menos biensonantes. la advertencia del autor a l l e e t o r . q u e m e parecieron n e c e s s a r i a s p a r a la i n t e l i g e n c i a mayor del texto. latinos. q u e s e h a r a d e s p u e s desta. y la «prefación apologética» de aquél por su hija. y acaulelar al lector en m a t e r i a d e la Religión del Auctor y doctrina d e s u s libros». q u e parece s a c r i l e g a — » « La octava. 53. italianos y franceses d e otros auctores. y el r e s u l t a d o total arroja q u e la traducción se principió el 11 d e mayo d e 1634 y se c o n c l u y ó el 12 d e septiembre d e 1636. diré . como v e r á el curioso. y el modo d e h a b l a r licencioso. d í r e . Lo otro porque i todo mal passar y corlar cabo i todos otros ineouuenientes > « La tercera. se p r u e b a d e la protestation de '. mismo.. ni la intention del Auctor. q u e andan manusscrij. Y apprueba esta esta r e s p u e s t a . en el c a p . que deiimes naie* de la naturaleza.tos. Pedro Blasco.. Apostolico y Romano. a p p r u e b a la Polygamia en los Cannibales » c La vndezír a. siruiendomede v a r i a s impresiones del m i s m o libro en francés. luego d e s p u é s d e lo dicho a ñ a d e . ni se goza el f r u t t o q u e s e p r e t e n d e d e la l e c t u r a . y no es obra possible al francés por no ser si lengua tan capaz como la n u e s t r a . 56. Interpretar' y exteriorizar e n otra leng u a la v i v e z a y el t o n o de un g r a n p r o s i s t a . § 22. Como el traductor i t a l i a n o .

sino solo como p o r 5 1 . Y q u a n t o m a s por menudo escribió s u s e x p e r i e n i í a s . e t c . El m a n u s c r i t o de Cisneros e s t á lleno d e c o r r c c o o n e s y e n m i e n d a . y ella m e r e c e .-V. o d o d e d i s p u l a . los q u e los l e y e r e n c o r r i d o s y a d o r n a d o s d e n u e u a s flores d e Poesía E s p a ñ o l a . y menuda y larga exper. ni assenlandolo por v e r d a d e r o . Y los d e s e o s p l a u s i b l e s d e e s t e d . a n t i g u o . Y d e s p u é s de e n g o l f a r s e el t r a d u c t o r e n u n a l a r g a disquisición v criticad« las opiniones do d i c h a d a m a a c e r c a de la suficiencia v ciencia de s u padre» del concepto d e la filosofía ó t e o l o g í a m o r a l . o passion h u m a n a El mismo r. . á p e s a r d e h a b é r m e l o ofrecido m u y g e n e r o s o . r s c . p a r a q u e no t e n g a E s p a n a e n e s a m a t e r i a . q u e e s la p u b l i c a d a por J. q u a s i en c a d a cap'ilulo. h a b l a n d o d e la p r e s t a c i ó n d e la fe católica r o m a n a del autor.p c r a c i ó n . aquí s e encontrará p u n t u a l m e n t e transcrito e n c a s t e l l a n o el t e x to íntegro de la e d i c i ó n m á s c o m p l e t a d e l o s Ensayos. La s e g u n d a . .? y q u e e s i o s libros corregidos s e comuniquen S 6 n . y £ signe erudition. sino el modo de e n s e ñ a r l a s y a p p r e n c i e r l a s . y todos los hijos d e s t e s i g l o d e s e n g a ñ a r a s a b e r v i u i r consigo y con los otros. nacido e n la t i e r r a m i s m a d e Montaigne. c o s a d e que n i n g u i traductor p o d r á j a m á s v a n a g l o r i a r s e \ P o r lo q u e t o c a á la fidelidad. a n t e s de propos. como dclla consta! 1 fn L pfr.^K0.nhab a SC8Un ' a razón. p e r o liberticidas. . M. con e s l a s g e n e r o s a s f r a s e s : «En e s t a m i s m a Prolestaticn s e f u n d a n las excusas part i c u l a r e s q u e tienen las p r o p o n i i n e s d e m e n o s b u c n a d o c t r i n a . q u e los h a n visto e n F r a n c é s . La m a n e r a . » Y añade: «No solo esto paró en las e x p c n c n i i a s .ilosophia. q u e v s a . en el grado q u e debo.no h a n reconocido los g r a n d e s ingenios. y se diuiei te s a l t a n d o de r e p e n t e d e u n a s c o s s a s á o i r á s . E s t a s d o s e x c u s a s d o c | a r a e l mismo cxprcssamcnle en s u ^ : en e s t a s p r o p o s . y Plotino. que no CCnS ¡'ra d e . . R o u a n e l e s conocido y e s t i m a d o en E s p a n a por s u s t r a d u c c i o n e s y e s t u d i o s d e l t e a t r o a n t i g u o e s p a ñ o l y la poesía popular. no m e f u e posible utilizar al c o n c u r s o . q u e inuidíar en F r a n c i a . Y este p i e n s o q u e f u e e l p e n s a m i e n t o d e s t a Dama y d e s u Padre. de s u propia l e t r a . . v m a t e r i a s y a s s u m p i o s que trata. L rt* e s l 0 . a m e n de n e g a r el libre a r b i t r i o y a u t o r i z a r el libre e x a m e n y legitimar el perjurio. o n d e VoUaue s e e o c u r r i ó mejorar el espíritu y las bellezas de Homero. . los t r a d u c t o r e s s e g u í a n y a el e j e m p l o ' el d e las p a r a d o j a s . casi s i e m p r e e s c r u p u l o s a y concienzuda. C i l U r a . León Rouanct y E d u a r d o Diaz. p a s ó h a c e t i e m p o felizmente.on) e s c r i b e o s l a Dama. Es de suponer q u e tampoco c o n c l u y e r a d e t r a d u c i r los libros II y . a r r i e s g a d a T P r o p e n s a á i n t e r p r e t a c i o n e s v a r i a s . j u n t o con la diflicullad del lenguage Francés. MM. . a F e d o g m a t i z a n d o . Quanlo a lo d e m á s q u e s o b r e e s t e punto (§ h a s l a el 21 de la Prefat. Pablo Bonnefon. varón noble y ca. Y la Haon d e s u s libros p u e d e con e x c e l e n t i a e x c u s a r á q u a l q u i e r a la d e P u a r c o y S e n e c a . u d 0 ¿ u Z T J T \ °P . las q u a l e s contienen m u c h a m a l i t i a y a s l u t i a viciosa. como tiene la a p p a r i e n t i a . e s p e r o no h a l l a r a n e n q u e ropezar ni de q u e s e offender Colegimos d e aqui vn i l u s t r e y b r c u e elogio d e l ^ e ñ o r d e Montaña. . el b u e n licenciado Cisneros estimó al señor d e Montaña (asi le l l a m a b a t a m b i é n Quevedo) e n todo cuanlo v a h a s u o b r a . q u e s e u . Diaz. por no conforr u a r s e a l g u n a s con la ley n a t u r a l d i v i n a y la razón n a t u r a l . p o r q u e no c o n d e n a las scieniias. -o. L a m o d a d e l a s v e r s i o n e s eleg a n t e s . M. phrasses y modos d e h a b l a r . ni m e t h o d o a l g u n o d e doctrina. y .a r ¿ q u e h a b l a este Auclor 0 s¡011 h u m a . las propositíones q u e le notamos arrifa y ° " ' a s m u c h a s . que no es tan malo. p o r s u g r a n discreción y s a b i d u r í a . p u e s t o q u e s u t r a b a j o no llegó á i m p n m . y lo q u e ella l l a m a Pl. ^ 1 Debo c o n s i g n a r aqui los n o m b r e s do dos e s c r i t o r e s distinguidos. q u e tuvo d e t r a s l a d a r l a e n c a s t e l l a n o e s tanto m i s d i g n a d e elogio cuanto q u e p o r a q u e l tiempo :y t a m b i é n d e s p a é s . P a r a c o n s e g u i r l o sería n e c e s a r i o sentir y p e n s a r c o n la m i s m a intensidad p a r l e s p r o f e s a b a n en c u a n t o á | o s i m p u l s o s del propio e s p í r i t u . A D i o s . L e c l e r c e n 1826 de que s e h a b l a e n la advertencia q u e s e l e e r á m á s a d e l a n t e . e * » e r i d a d en s u Prolestation. s u . q u e les e n s e ñ a h s a b e r viuir consigo.abo. sabio. e s c r i b e e s l a s p a l a b r a s : «No pienso q u e m e r e c e n t a n t a r e p r e h e n s i ó n . j b a z o g a l a n t e r í a y s e precia d e s t a l i b e r t a d y licentia. q u e se hallan e n e s t o s libros. c i n e r a r i o p o r lo m e n o s . n o t a n d o h a s t a las c i r c u n s t a n t i a s d e las aciioncs j p a r t e s d e s h o n e s t a s . » « Todo lo dicho bien c o n s i d e r a r .cnl. .i v x a r de a p a r t a r s e o o p p o n e r s e en algo al juicio d e ¡a d o c t r i n a d e la F e . cauallero de la o r d i n d e S a n c t i s p i r í t u s d e Francia y F r a n c é s d e n a t i o n . K f a n t e s algu ñas de edificacion° vPolíticos y Estadistas g r a n r . lo a. al c u a l . q u e v e r a l e y e n d o l e el que n o t a r e n u e s t r a s correcliones. e e l°n .» _ Como s e ve por e s t a r e s e ñ a . r a y m a v o r e s la b u e n a v catholica intenlion del Auclor. o n c s s e g ú n c i n e s t a t ¡ o n . e n que el traductor aderezaba á s u a l b e d r í o al autor q u e caía en s u s m a n o s .a de Estado y Corte. c o n f o r m á n d o s e con e s t a d o c t r i n a . beneficiándole con el s u y o T con s u s p r o p i a s i n s p i r a c i o n e s .l o r e c o n o c e r á n y e x p e r i m e n t a r a n agora m e j o r . — El Ldo. y con Dios v con fus p r o x i m o s . l o s q u e d e s p r e c i a n e s t a s scieniias v (ratas solo de la p r a c t i c a . ^ ^ j T T c f i ^ S * ^ S Í k S í S ^ qufe el autor q u e s e interpreta. q a e p r 0 p o n e .» Y t e r m i n a . los i g n o r a n t e s y e s c r u p u l o s o s finalmen e si no h a l l a r e n q u e d e p r e n d e r . h a viajado d u r a n t e t r e s anos por n u e s t r o p a í s y escrito un i n t e r e s a n t e libro con el Ululo d e De M. el q u e pudiendo yde^ Y juicio v e r d a d e r o d e la Fe y de la Iglesia. l . T a n t o c o m o s e ñ a n z a s d e Caualleria y Corte. q u i z á s el h o m b r e m e j o r m f o r m a d o de a J » i s ¡ e o t o d o c u a n t o con Montaigne y los £ « « » « so relaciona. y d e s u s a d o e n g r a n p a r l e . P o r q u e la p r h E . j u ¡ c ¡ 0 v s e n l ¡ d o d e . tanto m a s f a l t ó en la simplicidad y h o n e s t i d a d C r i s t i a n a .» ^. c i u d a d a n o R o m a n o . á q u i e n e s soy d e u d o r do m u c h a s a c l a r a c i o n e s del texto e n t a n t o s l u g a r e s o b s c u r o y de i n t e r p e l a c i ó n d u d o s a . y d e J a s a n c l a Iglesia Coligese d e aqui. La t e r c e r a e s .e s c o s a casi i m p o s i b l e . q u e p r o t e s t a s e r c a t h o l i c o Romano. c o e n «o tocante á q u e Montaigne s e l e y e r a « corregido y a d o r n a d o con n u e v a s flores de poesía española p a r a q u e no t u v i e r a E s p a ñ a en e s t a m a t e r i a q u e e n v i d i a r á F r a n c i a j s no f u e r o n realizados. oTheo logia Moral e n su P a d r e .holico. s e g ú n la ingeniosa e x p r é s . q u e esliende también á l i s palabras. no e s s i n o la P r u d e n t i a p a r a s a b e r viuir entre los hombres » Luego s e e x p l a y a en e s t a b l e c e r l a diferencia q u e e x i s t e e n t r e la sabidiiriaí teología n a t u r a l y la filosofía ó t e o l o g í a moral p a r a v e n i r á p a r a r en que «el p a d r e d e s l a Dama p a r e c e q u e a p o r e n d i ó d e las e x p e r i e n i í a s propias de su vid» y de las a g e n a s por medio d e l a ü c i o n . liaze la traduclion difiicultosissima. q u e por s e r cath^ i ico no propone n a d a . Diego d e Cisneros (Rúbrica).io huye. y otros d e los a n t i g u o s g r a n d e s Plnlosophos. y s e r contrarias otras a las leyes del matrimonio é i n d u c i r 4 la d c s e . g n o e c l e s l a s t . c n Madrid a 28 d e Agosto d e 1637. no o b s e r u a orden.

p e l i g r o s o s . pero l a s omitimos por no o f r e c e r n i n g ú n i n t e r é s filosófico ni bibliográfico. y en e s t e c a s o . les Protaleurs frangís du x v i . como e . y sus « f a n t a s í a s ». o n van p u e s t o s al p.on q u e el ¡¡anual n o consigna. . En ellos el filosofo mmo a ' ^ n á la e negando la posibilidad de f u n d a m e n t a r ningún s . tuvo s u o r i g e n i n d u d a ble e n la. p o r el s a g r a d o o b e d e c e r q u e i m p o n e la voluntad de u n a m e m o r i a e x i m i a . c . E n e s t e p u n t o d e la exactitud. T o d o d e p e n d e d e hallarse bien i m p r e g n a d o d e él y d e b u s c a r á toda costa. E l m o r a l i s t a C h a r r o n . M o n t a i g n e escribió que m a l d e c i r í a d e s d e s u t u m b a á l o s que torcieran ó a d u l t e r a r a n s u s i d e a s por torpeza ó m a l e fe. deslizándose también. P a s c a l . B o s s u e t y V a u v e n a r g u e s e n m u c h o s pas a j e s d e s u s o b r a s s e i n s p i r a r o n d e cerca e n é l . e n u m e r a r algu- del s i g l o x v i . L a fortuna literaria d e los Ensayos ha ido crec i e n d o c o n el t r a n s c u r s o del t i e m p o \ E l francés 1. 178. e s c a u s a de q u e M o n t a i g n e s e a h o y m á s citado que leído. por a r r i e s g a d o s . veinte y n el XTU i' ' I . 1 Ningún libro rué m á s estudiado ni m á s med.endose d e p r u e b a s y argumentos análogos d 'os q u e Pascal e m p l e a . y m u c h a s o t r a s i m p r i m i r al estilo ciert o s a i r e s d e a r c a í s m o q u e á mi e n t e n d e r n o s i e n tan mal e n la v e r s i ó n de u n a o b r a del s i g l o xvi a u n q u e 110 por ello c r e a c o n a l g u n o s e r u d i t o s que n u e s t r a m a n e r a a c t u a l d e escribir el c a s t e l l a n o . en el siglo x v i se publicaron nueve ediciones.e de las páginas algunos de los Pensamento. se a b r a z a a e l a dosaforadamente y luego. a d e m á s . u n a y c i e n v e c e s . 3 En la Apología de Raimundo Sa^nde y en otros o p i atos d e e s t a e d . L a B r u v é r e . abriendo los ojos.el d e c o r o del c a s t e l l a n o lo c o n s i e n t e . p u e s aparte de que s u lectura e s insustituible. s . Apología de Raimundo Sabunde2. por el r e s p e t o que todos d e b e m o s á l o s g r a n d e s h o m b r e s q u e n o s legaron ei espíritu d e s u é p o c a . que p a c i e n t e m e n t e y c o n paternal c a r i ñ o elaboró. á sabiendas ó por defecto de comprensión. d e lo cual pueden v e r s e m u c h o s e j e m p l o s l e y e n d o d e s pacio a m b o s l i b r o s 3 . Amaba m u c h o s u libro. m á s bien m e hubiera c o n s i d e r a d o c u l p a b l e d e h a b e r s u p r i m i d o ó m o d i f i c a d o la e x p r e s i ó n m á s m í n i m a . v e r í a s e que L a R o c h e f o u c a u l t . iogún Brunet. cn ellos elige todos s u s argumentos contra la razón h u m a n a . ^ s P e n s a m i e M o s son. a u t o r ñas m á s . . la e x p r e s i ó n y el g i r o que aproximada ó puntualmente puedanVeflejarlo. s e a insuficiente p a r a reflejar el espíritu de un a u t o r por lejano que d e nuestra é p o c a s e e n c u e n t r e . c m a Conclus.c. las i d e a s m i s m a s d e M o n t a i g n e f o r m u l a d a s en idénticas palabras. . E«ta d e s e m e j a n z a del i d i o m a s u b e d e punto aquí porque e n aquel e n t o n c e s el h a b l a f r a n c e s a n o s e había fijado t o d a v í a . Xos seria fácil. a i g o diferente del actual e n la c o n s trucción g r a m a t i c a l y e n el v o c a b u l a r i o . <abido. Moliére. Y es verdadera lástima que no s e a m á s estudia do. hablo d e la b u e n a . pero al d a r en t i e r r a y al enconlrar la cruz cn su ca. á v e c e s m e he permitido forjar a l g u n a palabra q u i z á s n o muy l e g í t i m a . P o r e s o n o h e r e t r o c e d i d o ante n i n g ú n c o n c e p t o . l a n z a al q u e f u é su guia un a n a t e m a t a n t o m a s l e r n b e cuanto el q u e lo f u l m i n a carece a ú n d e s e g u n d a d cabal en s u s P ° P ' a s f u e ' ¡ z a s . y a d e m á s porque l o s e s c r i t o r e s d e g e n i o s e p e r m i t e n c o n razón libertades m a y o r e s c o n el l e n g u a j e de s u é p o c a q u e l o s d e iniciativa v talento s e c u n d a r i o s .lado por Pascal q u e \os Euayor.E u g e n i o Réaume. c o n que h a y a tropezado . e x p r e s i ó n . ni p u n t o d e vista. U n a parte del talento d e P a s c a l \ s i n d u d a la m á s f u n d a m e n t a l y d u r a d e r a . d e ellos e s t á a h i l o . E l autor de l a s Provinciales transcribía al c o m p o n e r . val. e n t ¡ del escepticismo .stecle. q u e fué s u v i d a entera. añade.on dcnnca á la q u e Montaigne establece cn la Apología de Rammdo Sabunde. F e n e l o n . h e t e r o d o x o s ó libert i n o s (que d e t o d o h a y en l o s Ensayos).da en v e d e saludarla p r u d e n t e m e n t e como su m a e s t r o . como Monlaigne. e l b o s q u e j o d e u n a a p o l o g i a d e l c n s lianismo. Pa ' ' J . c o m o c a s o ú n i c o e n l a s letras f r a n c e s a s . quiz á s s i n d a r s e c u e n t a d e ello. q u e Pascal dejó sin c o n c l U r . h e s e g u i d o s i n d e s v i a r m e la letra del texto. El librero Abel LWngelier publicó en París (1604) una c u n o s a ed. n n c c c n e l x v i i i . por l a p e h g r o s a p e n d . en q u e P a s e . mi r e s p e t o h a ray a d o en la s u p e r s t i c i ó n . . p á g .

par X. » Los m i s m o s a u t o r e s a c o g e n con f r u i c i ó n . t r a d u c t o r d e L o c k e y d e Los Cautivos de P l a u l o . n o d e s c e n d i ó n u n c a á s e m e j a n t e s pobrezas d e g a c e t i l l a p a r a c e n s u r a r l o s Ensayos. f o l s . 231 à G23. p e r o g e n e r a l m e c i í se alaban s u s curiosas ñolas e r u d i t a s y gramaticales. v). c u y a m e n t e e r a m á s a l t a . t o m o II. Leclerc c o n s i g n a e n el p r ó l o g o citado el r e c o n o c i m i e n t o que le deben todos l o s a m a n t e s y a d m i r a d o r e s de Montaigne. Publicó cinco e d i c i o n e s de los Ensayos e n los a ñ o s d e 172Í.1 del a b o g a d o S e r v a n . 173 y 174. P a r i s . y e l q u e h a y a h o m b r e s d e tálenlo q u e no desc u b r a n su v e n e n o . p à g s . Se !e c e n s u r a por h a b e r r e j u v e n e c i d o la o r t o g r a f í a de Montaigne. E n t r e éstos m e r e c e C o s t e 3 un l u g a r d e l o s m á s h o n o r í f i c o s . i n d i g n a á t r e c h o s d e la n o m b r a d i a a u s t e r a q u e amb o s d i s f r u t a r o n . e n esta t r a d u c c i ó n l a s n o t a s s o n c o n t a d a s . ó bien el popular Viaje del joven Anacarsis s i m p l e m e n t e . C o m o s e v e r á . de P o r t e t s . y c u y o fin principal e s e x p l i c a r lo que n o n e c e s i t a e x p l i c a c i ó n ó aclarar lo q u e n o e s o s c u r o . c o m o d e c í a P a s c a l . 1S2Ì:. Lond r e s . A r n a u l d y Nicole a t a c a r o n á Montaig n e c o n v e r d a d e r a s a ñ a . e s f o r z a d o e n aclarar y explicar el texto d e l o s Ensayos. i n t e n t a n d o rectificar a l g u n a s 1. 1739 y 1745. M a l e b r a n c h e y l o s s o l i t a r i o s d e Port-Royal en el s i g l o x v n s e m o s t r a r o n contra M o n t a i g n e injust o s é i r a c u n d o s 1 . 2 . 11. e s t á r e p l e t o de un número tan grande de infamias v e r g o n z o s a s y de tantas máximas epicúreas a i m p í a s . « Sin e m b a r g o . calca los Ensayos del principio al fin e n e s a o b r a . 1727. OEuvrcs de monsieur de Saint-Evremoud. cap. — Tomo VI. d e los c u a l e s Leclerc s a c ó a l g u n a s n o t a s p a r a s u edición. Otra c l a s e d e apostillas reciben todavía crédito d e l o s traductores de o b r a s c l á s i c a s : l a s advertenc i a s a d m i r a t i v a s y e n c o m i á s t i c a s en que s e a n u n cia al lector c ó m o . 513 y 537). y a u t o r d e u n a Defensa de Labruyérf. q u e p a r e c e s o r p r e n d e n t e e l q u e d u r a n t e t a n t o tiempo s e le h a y a sop o r t a d o e n l a s m a n o s d e t o d o s . y h a b l a d o un m o d o idéntico al e n q u e M o n t a i g n e s e e x p r e s a ( v é a s e l i b . V é a s e u n a m u e s t r a d e l a m a n e r a i n j u s t a como le juzgaron: «No e s la v a n i d a d e l p e c a d o m á s g r a v e d e e s t e a u t o r . v . I I . a p r o p i á n d o s e m u c h a s v e c e s s u s i n terpretaciones s i n citar s u n o m b r e . Los Comentarios históricos y críticos sobre los Ensayos. ó por lo m e n o s c o m o i n n e c e s a r i a s . «lapiedad c r i s t i a n a a n i q u i l a el y o h u m a n o . P a s c a l . y const a n t e m e n t e s e g u i r á l e y é n d o s e : el h a b l a r abierta y f r a n c a m e n t e d e sí m i s m o n o e s q u i z á delecto m a y o r q u e el h a c e r p r o p ó s i t o d e l i b e r a d o d e n o hablar n u n c a . Choix des CEuvres inidites de Sertau. » Con i g u a l e s p a l a b r a s p r i n c i p i a e l c a p . » M u c h o s e s c r i t o r e s s e h a n . ó la m a n e r a c ó m o s e trata 2 . d e s p o j á n d o l o s de paso de toda s u originalidad y frescura. editor y a n o t a d o r d e La F o n t a i n e . 3. o l v i d á n d o s e d e c o n s i g n a r q u e t a m b i é n t u v o un s e c r e t a r i o c u a n d o f u é consejero d e l p a r l a m e n t o d e B u r d e o s . 1. ni s i q u i e r a c u a n d o á ello o b l i g a el asunto d e q u e s e trata. y que las p e r s o n a s que h a b r á n de leer á M o n t a i g n e e n c a s t e l l a n o t a m p o c o habían m e n e s ter d e m á s . avocai gincralau l'arlament ble. p o r q u e e s t o e s t á al a l c a n c e d e todos los consejeros y lo otro no. 473.E v r e m o n d . c u á n d o y d ó n d e deben ir derechos su entusiasmo ó aprobación. escribió: « N a d i e e s t á e x e n t o de d e c i r i n s u l s e c e s . e s o s a u t o r e s l e l e y e r o n .del libro De la Sagesse. p á g s . C u a l q u i e r libro ó diccionario d e l o s muchos existentes sobre Antigüedades griegas y romanas me hubiera suministrado buena cosecha d e ellas. considerándola como i n g e n i o s í s i m a . 1725. d* Greno- . c a p . y t a m b i é n p o n e r l a s c o s a s e n s u lugar c u a n d o e s t a b a n y a e n el que mejor l a s pertenecía. lo m a l o e s d e c i r l a s presuntuosam e n t e . P e d r o C o s t e . cap. q u e e n s u é p o c a fué llamad o d i v i n o s i n c a u s a j u s t i f i c a d a . escribe S a i n t . x x d e la Lógica. y la civilidad lo e s c o n d e y lo s u p r i m e ». c a d a u n o e n s a l z a y s e h u e l g a c o n lo q u e p u e d e y c o m p r e n d e s i n n e c e s i dad de que n a d i e s e lo a d v i e r t e de a n t e m a n o . x n . y lib. p o r q u e . T o d a s l a s h e c o n s i d e r a d o com o inútiles. P a r l e t e r c e r a . la o b s e r v a c i ó n d e u n « a u l o r c é l e b r e de s u t i e m p o » . 1725. Estas advertencias s o n a u n m á s inútiles que las o t r a s y m á s insoportables t a m b i é n . Y o creo que el texto n o t e n í a n e c e s i d a d d e m a y o r n ú m e r o para s e r e x a c t a m e n t e comprendido. III. el cual e c h ó d e v e r q u e Montaigne e n d o s p a s a j e s d e s u libro a d v i e r t e a l m u n d o q u e hab í a tenido un p a j e e n s u c a s a y á s u s e r v i c i o (lib. C e n s u r a n d o a q u é l l a c o m p l a c e n c i a con q u e Montaigne t r a n s c r i b e h a s t a los d e t a l l e s m á s n i m i o s q u e á su p e r s o n a s e r e f i e r e n . s i n e x a g e r a c i ó n p u e d e a s e g u r a r s e que s o b r e s u s huellas han c a m i n a d o t o d o s l o s q u e le s i g u i e r o n e n la tarea. i d e l libro III d e los Ensayos. c a p .

B o r d e a u x . lujur i o s o . liberal. Quien s e estudie atentamente e n c o n t r a r á e n s u j u i c i o igual volubilidad y discordancia. i. una serie de obras q u e s e refieren especial ó inciden t a l m e n t e á M o n t a i g n e . escritos de parientes . Y o no p u e d o formular n i n g u n o sobre mí que s e a c o n c l u y e n t e . U b r a H . legado p o r el d u q u e d A u m a l e i la A c a d e m i a f r a n c e s a con todas s u s r i c a s colecciones. a b u n d a e n n o t a s i n t e r e s a n t e s . torpe. obras m a n u s c r i t a s é i m p r e s a s del d o c t o r P a yen relativas á Montaigne. que j u z g a r a n d e igual m o d o d e la m i s m a c o s a . 1 . otra d e treinta y siete o b r a s q u e p e r t e n e c i e r o n á M o n t a i g n e . lnrentaire de la collection des ouvrages el documento sur itichel de Mon¡fullotaigne. s i n o e n un m i s m o h o m b r e á distintas h o r a s . la cual c o m p r e n d e multitud d e artículos d e p e r i ó d i c o s y 1. c o n f o r m e á l a s c i r c u n s t a n c i a s y á l a s c o s a s que la i m p r e s i o n a n : v e r g o n z o s o . x n i . de b u e n . Heno d e n o t a s de Montaigne. n o s o l a m e n t e e n distintos h o m b r e s . C u v i l l i e r . una colección de las traducciones de Montaigne en alemán. d e los c u a l e s 130 s o n i m p r e s i o n e s diferentes d e l o s Ensayos. p u b l i c a d o e n 1877 por el bibliotecario M. f r a n c a s y abiertas. publicado en el Bulletin du IliHiophile. ó el m o n o . 026. sabio. malh u m o r a d o . P o r e s o escribió. El doctor P a y e n s e p r o p u s o dar á luz u n a edición definitiva d e t o d o s l o s e s c r i t o s del filósofo. l a s veo e n mí s u c e s i v a m e n t e . A l g u n o s e s c r i t o r e s que e s t u d i a r o n á Montaigne l i g e r a m e n t e . i n s o l e n t e . si bien e s m e n o s i m p o r t a n t e q u e la d e l doctor Payen. el doctor P a y e n . q u e s u a u t o r ( J . se e n t r e t u v i e r o n en encontrar en él c o n t r a d i c c i o n e s . cap. i n g e n i o s o . 927 928 y 9 2 9 ) . sin c o n f u s i ó n y sin m e z c l a : Distingo e s el t é r m i n o m á s u n i v e r s a l d e mi l ó g i c a \ » Y en otra p a r t e 2 : « N u n c a h u b o d o s hombres i .F l e u r y . F. s e g ú n o t r o s le nombraban. seg ú n la dirección á q u e m e inclino. E l c a t á l o g o d e s u s c o l e c c i o n e s . p e r o siempre e n a r m o n í a con s u espíritu y s u m a n e r a d e analiz a r s e y d e a n a l i z a r á l o s d e m á s . Libro III. y e s imposible ver dos opiniones idénticamente i g u a l e s . librepensador ó a t e o . s e r e c o m i e n d a n s ó l o por la buen a fe q u e s u a u t o r p u s o al e s c r i b i r l o s . v e r a z . c o m o hizo N a i g e o n . .t a l a n t e . á s u s p a r i e n t e s ó á s u s a m i g o s . bien que á é s t o s últimos n o s i e m p r e a c o m p a ñ e toda la b u e n a fo que debe presidir en un libro c u y o p r e l i m i n a r h a c e de ella profesión expresa. c a p . Gabriel R i c h o u c o m p r e n d e la serie c o m p l e t a d e todas las c o l e c c i o n e s d e M o n t a i g n e . y n o u n a s i n o m u c h a s v e c e s y e n d i f e r e n t e s lugar e s de s u libro: « T o d a s l a s i d e a s m á s contradictorias s e e n c u e n t r a n e n mi a l m a e n a l g ú n modo. á princ i p i o s del s i g l o a c t u a l . hablador. t a r e a harto fácil p u e s t o que las suministra c o p i o s a s . En la biblioteca del palacio d e Chanlilly. inglés. Payen. ignorante. Dn César de Uo iUigne. taciturno. h o l a n d é s é italiano. 2 . B. casto. h a y un e j e m p l a r d e l « Comentarios de C é s a r . m e n t i r o s o . 1877A d e m á s d e e s l a colección h a y otra e n la m i s m a biblioteca c o m p u e s t a d e c u a tro legajos ( n ú m s . Igual juicio d e b e n m e r e c e r l o s editores que d a n á luz l o s Ensayos i n t e r p r e t a n d o la doctrina d e e l l o s d e s d e el p u n t o d e v i s t a católico ó protestante. el a m i g o de Diderot. y m u r i ó s i n v e r s u s d e s e o s realizados.i d e a s c o n a r g u m e n t o s p o c o s a t i s f a c t o r i o s y menos a ú n c o n v i n c e n t e s . m u e r t o en P a r í s e n 1810). » R e c i e n t e m e n t e hubo un h o m b r e e n F r a n c i a c u y a v i d a toda fué c a s i e x c l u s i v a m e n t e á M o n t a i g n e y á s u s o b r a s c o n s a g r a d a . a m i g o s y contemporáneos de Montaig n e . e n j u n t o 413 n ú m e r o s . c o m p u s o p a r a u n a edición de Montaigne q u e no llegó b publicarse. Bastide. e n n i a r i o de 1836. casi t o d a s por él firmadas y a l g u n a s anotadas 1 . S u n o m b r e d e b e figurar j u n t o c o n el d e C o s t e p a r a t o d o s l o s a d m i r a d o r e s d e l o s Ensayos. el conserves á la Ribliotkéijuc na!. reunís par te docteur J. S o b r e e s t e libro v e r s a t u c u r i o s o a r t i c u l o de M. a v a r o y p r ó d i g o : todas a s t a s c u a l i d a d e s . sencillo y s ó l i d o .

i . caps. q u e f o r m a p a r l e de la colección le* Grands Écrivains fraiifais y Montaigne et sa famille. quedan de M o n t a i g n e m u c h o s r i n c o n e s p o r e s t u d i a r . la cual s o m o s i n h á b i l e s é i n c a p a c e s d e d e s e c h a r . d i c h o s e a c o n la v e n e r a c i ó n que tan respetables v a r o n e s d e b e n m e r e c e r . s i n e n c o n t r a r n a d a q u e deje de p a r e c e m o s n u e v o é i n e s p e r a d o . 2. libro 11. y d e s d e l a s prim e r a s p a l a b r a s o s e n c o n t r a r é i s o r i e n t a d o s . y el autor d e l o s Ensayos merece q u e un g r a n espíritu s e o c u p e d e e s t e trabajo por tratarse de u n o d e los m á s o r i g i n a l e s .j u l i o de 1836. d e c a n o de la Facultad d e l e t r a s d e B u r d e o s : Montaigne. El c a r d e n a l del P e r r o n l l a m a b a al l i b r o d e Montaigne « e l breviario d e l a s g e n t e s h o n r a d a s » . . M a l e b r a n c h e . un g l o s a r i o m a n u s c r i t o de M o n t a i g n e y m u c h a s c a r t a s p a r t i c u l a r e s dirigidas al-doctor P a y e n . l l e v ó s u crítica casi á la anim o s i d a d y al odio e n s u libro d e la Investigación de la verdad 8. S a i n t e . e s el escritor m o d e r n o q u e c o n m a y o r profundid a d . 536 y 537. H u e t . s o b r e todo. M o n t a i g n e t a m b i é n lo s i n t i ó así c u a n d o escribió 1. esfuerzo que s o m o s m á s i n c a p a c e s t o d a v í a d e realizar. h o y difíciles de a b o r d a r e n l a s publicac i o n e s d o n d e s a l i e r o n . P o d é i s recorrer repetidas v e c e s el m i s m o p a s a j e sin que f u n d a d a m e n t e o s s e a dable decir q u e lo hab é i s leído. Y bien mirado. 1638-1721. «Abridlos por c u a l q u i e r c a p í t u l o . r e l a t i v a s á él. emprende s u marcha sin q u e a d i v i n e m o s s i q u i e r a el l u g a r h a c i a el cual v a á e n c a m i n a r n o s . h a s t a q u e p o r fin l l e g a m o s á aprenderla d e m e m o r i a . Este 1. q u e n o trató en b u e n o s t é r m i n o s e s t e breviario. 3. Merecen s e r e s t u d i a d o s los dos l i b r o s d e M. aparte d e l a s n i m i e d a d e s citadas. «el p r i m e r literato del s i g l o » . p á ? s .B e u v e . á q u i e n p o c o h a u n individuo de la A c a d e m i a f r a n c e s a l l a m a b a . parte t e r c e r a . s o pena de convertirnos en espíritus puros. obispo d e A v r a n c h e s 3 . o r i g i n a l i d a d y d i s c e r n i m i e n t o filosófico ha e s t u d i a d o y c o m p r e n d i d o el g e n i o d e Montaigne 1 e n s u Historia de Port-Royal y e n l a s Camenes da lundi -. U n crítico i n g l é s e s c r i b e d e l o s Ensayos-.r e v i s t a s . y c o m o t r a s si n o deja huella n i n g u n a . Híchirche de la YériU. IX y XI. Otro prelado. P a r í s 1S97. P a b l o S l a p f e r . a c a s o con razón cabal. n y n i . ó m á s bien la m a r a v i l l o s a p l u m a c o n que é s t e lo describe y el pincel m á g i c o c o n q u e lo retrata. Wetlminsler ñttiew. explorar y s a c a r á luz. 2. a b r i l . p u e d e p a s a r s e la v i s t a diez v e c e s por la m i s m a p á g i n a . Hay g e n t e s que no leyeron n u n c a otro a u t o r que M o n t a i g n e y q u e lo l e e n constantemente » L o s h o m b r e s a u s t e r o s del s i g l o X V I I c e n s u r a r o n m á s q u e todo en l o s Ensayos el l a d o p u r a m e n t e h u m a n o y flaco d e la personalidad de Montaigne. M o n t a i g n e n o s c o n d u c e s i n que s e p a m o s dónde n o s lleva. y c u y a lectura p u e d e s u s p e n d e r s e s i n dejar s e ñ a l a l g u n a d o n d e la h a y á i s interrumpido. Libro III. d e c í a que en su é p o c a a p e n a s s e e n c o n t r a b a u n g e n t i l h o m b r e entre l o s que v i v í a n lejos de P a r í s « q u e p a r a disting u i r s e d e l o s v u l g a r e s c a z a d o r e s d e liebres no tuviera un M o n t a i g n e s o b r e la c h i m e n e a d e su cas a » . P e r m a n e c e m o s c o n él imposibil i t a d o s d e a s c e n d e r ó d e s c e n d e r por el a n á l i s i s o la s í n t e s i s . De la Imaginación. Tomos IV. A p e s a r d e t o d a la penetración de e s t e crítico i n s i g n e . e s u n o de e s o s l i b r o s que c o m i e n z a n e n cada p á g i n a . E s t a preciosa col e c c i ó n s e g u a r d a h o y e n la B i b l i o t e c a N a c i o n a l de París. hac e m o s m a l e n r e b e l a r n o s c o n t r a e s a s materialidad e s y m e n u d e n c i a s . prolund o s v g r a n d e s entre t o d o s l o s filósofos habidos. q u e á p e s a r n u e s t r o constituy e n u n a parte e s e n c i a l d e n u e s t r a n a t u r a l e z a .

q u e no sólo como literatos son g u s t a d o s del público. s e l v á t i c o . y que m a y o r m e n t e el lector d e b e p e r d o n a r m e . pig. ¡Ojalá s u c e d a lo m i s m o á los que lean M o n t a i g n e en c a s t e l l a n o ! c . renunciando y a b a n d o n a n d o s u s propios m e d i o s . d o n d e n a d i e m e a y u d a ni e n m i e n d a m i s y e r r o s . Y. . P a r í s . 4S. x n . c a p . . Para realizar el e n m p l í m i e n t o de m i designio e s c r i b o en mi casa. M » ' do Sévigné. . . d o n d e c o m u n m e n t e no f r e c u e n t o n i n g ú n h o m b r e q u e e n t i e n d a el latín de s u pater notter y del f r a n c é s algo m e n o s . durante l o s c u a l e s c o n n a d a t r o p e c é que m e pareciera i n s i g nificante ó m e d i a n o . » L o s Ensayos podrían c o m p a r a r s e á u n a s e l v a a r m o n i o s a de corpulentos y f r o n d o s o s á r b o l e s á c u y a b e n é f i c a s o m b r a se e x t i e n d e n toda la cordura y toda la prudencia hum a n a s . sino i q u i e n e s é s t e t r a t a como á a m i g o s d e corazón y hacia los c u a l e s un sentimienti m á s a f e c t u o s o q u e la admiración a r r a s t r a i n c e s a n t e m e n t e á los l e c t o r e s : Mon t a i g n e . P e r o e s t e inconveniente e r a m á s i n s u p e r a b l e p a r a m í que t o d o s los otros. y m e e s c u c h a .INTRODUCCIÓN « q u e pretender h a c e r el p u ñ a d o m á s grande que el p u ñ o . cuya brillante p l u m a traducía l a s ideas en d e l i c a d a s imágenes. — Emersoti.—A. s . \ l i e p r o c u r a d o e x p l i c a r m e las v e r d a d e r a s c a u s a s de la p o p u l a r i d a d de c i e r t o s a u t o r e s . dejándose alzar y realzar por l o s q u e s o n p u r a m e n t e celestes V Joubert. Q u i e n c o n p r o v e c h o acierte á meditarlos p e n e t r a r á la e s e n c i a d e la s a b i d u r í a verdadera Mejor aquí que en parte a l g u n a se cumple lo q u e reza aquel v e r s o q u e r e f i r i é n d o s e á otros libros escribió un poeta: C'est avoir profité que de savoir s'y plaire. se enriquece e n p r u d e n c i a y c o r d u r a . v . en pais y sin d u d a m e h a b r á h e c h o incurrir en tropiezos q u e q u i z á s M o n t a i g n e m e p e r d o n a r í a . 1S37. p e r t e n e c e n á e s t a clase. d e c í a h a b l a n d o de s u p e r s o n a y d e sus escritos: « Y o n o s o y m á s que un tronco sonoro. 2. á m e d i d a q u e m á s e n e l l o s m e interné. . Vi net Essais de Philosophir morale el de Uorale religieusc. El h o m b r e s e e l e v a r á si milagrosam e n t e D i o s le t i e n d e s u s m a n o s . a n t e s bien fui s u c e s i v a m e n t e e n c o n t r a n d o . 1. s i r v a á e x p l i c a r e s t e e x c e s o la s i m p a t í a y el a m o r que m e i n s p i r a r o n 1 m á s d e tres a ñ o s de s u continuo comercio y meditación. y s u s i d e a s s o b r e el gobierno de la son la expresión j u s t a é i n m u t a b l e d e l espíritu h u m a n o . pero quien á m i s o m b r a se s i e n t a . Y si a c a s o m e e x t r a l i m i t é e n el e l o g i o d e l o s Ensayos. Voltaire. c a p . Libro II. R. vida 3. La Fontaine. n u e v a s c o s a s q u e alabar y admirar. y esper a r dar u n a z a n c a d a m a y o r de lo que la longitud d e n u e s t r a s p i e r n a s c o n s i e n t e n e s imposible y m o n s t r u o s o . la b r a z a d a m a y o r que l o s brazos. Y al dejar al lector e n t r e g a d o al coloquio grato y s u s t a n c i o s o que l e procurarán l a s siguientes p á g i n a s . p a i s a n o d e M o n t a i g n e . Montaigne habló como u n ülósofo. la v e n e r a c i ó n y el r e s p e t o con que las transcribí m e h a c e p e n s a r que a c a s o hubiera sido n e c e s a r i o para reflejar c u m p l i d a m e n t e las ideas q u e revisten disfrutar la c a l m a d e que s u autor g o z ó al c o m p o n e r l a s 3 . — Libro III.

Á mi e n t e n d e r n o hay s i n o d o s f u e n t e s a u t é n t i c a s d e este texto : la e d i ción publicada e n 1595.I ADVERTENCIA DEL EDITOR1 El texto d e los Ensayos de M o n t a i g n e . É s t o s s o n . en 8. d . y la d e 1802. literato y e r u d i t o f r a n c é s (1780-1866). l o s s o l o s f u n d a m e n t o s del texto c o m p l e t o . que n o figuran ni e n la d e 1588 ni e n l o s s u p l e m e n t o s m a n u s c r i t o s que h a n l l e g a d o á n o s o t r o s . d e B u r d e o s . t e n í a n e c e s i d a d d e s e r h o y c o n v e r t i d o d e n u e v o . a u n q u e reciente. D e las d o s edi1.« mayor). e d i c i ó n . F u é escrita p o r J o s c . y m á s tarde á la biblioteca pública de e s t a c i u d a d . s u hija adoptiva. por la s e ñ o r i t a d e G o u r n a y . (5 vol.V i c t o r Leclerc. h e c h a c o n otro e j e m p l a r corregido que p a s ó del c a s t i l l o d e M o n t a i g n e á l o s B e r n a r d o s . e n p r e s e n c i a d e un ejemplar c o r r e gido q u e é s t a había recibido d e la c o n f i a n z a d e la familia. á s u primitiva pureza. c u y o texto e s el m i s m o que M o n t a i g n e h a b í a publicado e n 1588 con adic i o n e s m a n u s c r i t a s del e j e m p l a r d e B u r d e o s y n u m e r o s o s p a s a j e s d e la e d i c i ó n d e 1595. á lo q u e y o h e p o d i d o inferir. tres a ñ o s d e s p u é s d e la m u e r t e del autor. m e d i a n t e u n a crítica s e v e r a . f r e c u e n temente adulterado. original en parte. P r e c e d e á la edición d e 1826 p u b l i c a d a e n P a r í s p o r el editor L e f é v r e .

n o contieE= s i n o l o s d o s p r i m e r o s libros. y e s e x t r a ñ o que e s t o s e h a y a h e c h o n o t a r tan p o c o : la a u t o r a parece a v e r g o n z a d a d e s u c o n d e s c e n d e n c i a . L a s m i s m a s c o r r e c c i o n e s d e la s e ñ o r i t a de Gournay. osadía s e m e j a n t e á l o s f u t u r o s editores : « N a d i e d e s p u é s d e mí tendrá d e r e c h o á p o n e r aquí la m a n o con la intención que m e a n i m ó . Hizo variantes á p e s a r s u y o . la e d i c i ó n d e 1635. y c o n e s c a s a s citas. L a s i n s o l e n c i a s y hasta l o s a c a b a m i e n t o s d e r e p u t a c i o n e s q u e y o v e o t o d o s los d í a s practicarse e n e s t e s i g l o impertinente. ni celo igual al m í o . encontrada. á a q u e l l o s q u e l o intentaren. p r o h i b i e n d o . hubiera concluido por d e s a p a r e c e r por c o m p l e t o n u e s t r o autor. c o m o t a m p o c o la aprobación del a u t o r . 2 vol. y a e n la dicción. aun c u a n d o f u e s e n tan contadas c o m o ella dice (lo cual n o e s e x a c t o ) . e n 1634. trata d e a t e n u a r s u falta c u a n t o la e s dable. a u n q u e fueran m á s acertadas. pues m o s t r ó e n t o d a o c a s i ó n un r e s p e t o tan religión h a s t a por l a s p a l a b r a s m á s i n s i g n i f i c a n t e s de su padre adoptivo (y por las s u y a s también) que i la c a b e z a d e la c o l e c c i ó n d e s u s p r o p i a s obra? publicada e n 1626. s e r í a n s i e m p r e contrarias á la s a n a crítica. c u a l q u i e r a q u e s e a . l a n z ó e n c o n s e c u e n c i a este a n a t e m a c o n t r a el a u d a z q u e o s a r a modificarlas: « Si e s t e libro m e s o b r e v i v e . que tuvo también á c a r g o el publicarla. e n 4. f u é a m p l i a d a todavía p« M o n t a i g n e con g r a n n ú m e r o de observaciones i c i t a s . y n o o b s tante s e apercibió d e s d e e n t o n c e s á modificar el texto d e l o s Ensayos. » T a n s i n g u l a r a m e n a z a . quinta cclición} aum e n t a d a c o n u n tercer libro y s e i s c i e n t a s adicioneá l o s d o s p r i m e r o s .1 arbitrarios c o n el d e s i g n i o d e r e j u v e n e c e r el estik y de h a c e r la obra m á s fácil d e s e r leída. e n folio). prohibo á toda p e r s o n a .° m e n o r ) . En las ú l t i m a s p á g i n a s de s u prefacio d e 1635 lo c o n f i e s a . una. 1 vol. p u e s t o q u e n a d i e podría e m p l e a r igual r e v e r e n c i a . la obra de s u a m i g o . q u e r i e n d o h a c e r d e M o n t a i g n e un escritor de s u s s i g l o s r e s p e c t i v o s ! G r a c i a s á e l l o s . y r e m i t e al ejemplar viejo y auténtico. después de la muerte del autor. . suprimii in c a m b i a r j a m á s n i n g u n a c o s a . d e d i c a d a á R i c h e l i e u . ni a c a s o tan particular c o n o c i m i e n t o del libro. otra. la d e 1588 ( P a r í s . y s i n d u d a l a s debió mirai c o m o u n a p r o f a n a c i ó n y c o m o un sacrilegio. i g n o r a n ó n o recuerdan que la s e ñ o r i t a d e G o u r n a y . A s í . misada y aumentada por el mismo con una tercm parte más de materiales que las precedentes impresiones. durante l o s cuatro ú l t i m o s a ñ o s de s u vida. L o s que m e c e n s u r e n por n o haber incluid-: entre l a s a u t o r i d a d e s s o b r e q u e s e f u n d a el texK d e M o n t a i g n e la e d i c i ó n de 1635. añadir. por prestar o b e d i e n c i a á l o s libreros que á ello la habían o b l i g a d o . Todos e s t o s a u m e n t o s n o s e c o n o c i e r o n h a s t a que se dio á luz la e d i c i ó n p o s t u m a d e 1595. » ¡ P r e c a u c i ó n v a n a ! ¡ C u á n t o s editores han s e g u i do el e j e m p l o q u e ella tuvo la d e s g r a c i a de iniciar. á los q u e prefieran el v e r d a d e r o texto. y a e n l a s i d e a s . dice el título. . e s c r i t a s al m a r g e n ó e n h o j a s sueltas. m e n o s extensos dt lo que en el día s o n . a u n q u e para ello c a r e c i e r a d e autoridad. la d1580 ( B u r d e o s . . de s u padre. m e a n i m a n á lanzar e s t a i m p r e c a c i ó n . ejecutó en ella m u c h o s cambio. que la mayor parte d e l o s literatos y b i b l i ó g r a f o s han proclamadc la m e j o r d e todas.e i o n e s publicadas por el autor m i s m o . la repitió al fin de la s e g u n d a tirada de s u s e s c r i t o s . en folio (1595). d e s e r c o n s i d e r a d o s c o m o d e t e s t a b l e s á los o j o s de l a s g e n t e s de h o n o r y c o m o v i o l a d o r e s de un s e p u l c r o i n o c e n t e . bajo pena.

1 6 0 0 y 1608. 1582. de 1595 ( L y ó n . s u texto ofrece l a g u n a s de d o s c l a s e s : l a s h o j a s s u e l t a s que incluían a d i c i o n e s m á s e x t e n s a s . á v e c e s faltan f r a s e s i m p o r t a n t e s . Aparte de un número considerable de e x p r e s i o n e s que M o n t a i g n e fortificó d e s p u é s y de p á g i n a s e n t e r a s q u e p e r f e c c i o n ó . . ó c o n f o r m e á la de P a r í s . P a r í s . para que n o s e d i g a que la s e ñ o r i t a d e G o u r n a y e s la q u e hizo hablar así á M o n t a i g n e .). el d e s t i n a d o á la i m p r e s i ó n . 159S. c o m o texto original d e l o s Ensayos. la d e 1595 y la d e 1802. L a H a y a . B u r d e o s . L a e d i c i ó n de Coste. para fijar el texto d e s u e d i c i ó n . 1 6 1 1 . P a r í s . h a s t a la prim e r a e d i c i ó n que p u b l i c ó P e d r o Coste. d o n d e h a b í a ido á c o n s o l a r á la v i u d a y á la hija d e M o n t a i g n e . p á g i n a 333. 1653. q u i e n e s la e n t r e g a r o n l o s Ensayos tal y c o m o el a u t o r l o s p r e p a r a b a para imprimirlos d e n u e v o . y c u y c p u r i s m o no fué a j e n o s i n d u d a á la v o l u n t a d de l o s libreros. etc. á p e s a r de haber recurrido á los otros t e x t o s . 1580. etc. » Otro e j e m p l a r d e la e d i c i ó n de 1588. 1 6 0 9 . P u e d e j u z g a r s e lo d e f e c t u o s o d e e s t e texto p o r e s t e s o l o e j e m p l o que e s c o j o entre u n a multitud de o t r o s a n á l o g o s . c a r g a d o t a m b i é n de n o t a s . L o n d r e s . 1587). ó s o b r e la d e 1635. L o n d r e s . Y o creo que e s m u y inferior al que la familia d e M o n t a i g n e c o n f i ó á la s e ñ o r i t a de Gournay. id 1617. c i t a r s e m á s que d o s e d i c i o n e s c o m p l e t a s q u e s e a n e n t e r a m e n t e orig i n a l e s . E s t e erudito. y q u e e s t a b a n i n d i c a d a s por u n a l l a m a d a . T o d a s las d e m á s i m p r e s i o n e s lian s i d o h e c h a s ó c o n f o r m e á la de B u r d e o s . 1610 y 1652.el cual f u n d ó la A c a d e m i a el m i s m o a ñ o . P a r í s . ó v a l g o menos 1 ? E n verdad v a l g o m u c h o m á s . 1759. A m s t e r d a m . m a s . i. El texto e n q u e n o a p a recen e s t a s l í n e a s e l o c u e n t e s n o e r a . c o m o las tres que la s i g u i e r o n ( P a r í s . p u b l i c a d a en L o n d r e s e n 1724. ¿ C u á l d e é s t a s e s preferible 1 ? P a r a m í . capitulo v m : « ¡Oh a m i g o m í o ! ¿ v a l g o y o m á s por c o n s e r v a r la m e m o ria de n u e s t r a c o m u n i c a c i ó n . por c o n s i g u i e n t e . pero s e conformó todavía m u c h o c o n él. 1725. É s t e e s el q u e s e hizo c é l e b r e á p r i n c i p i o s d e s i g l o . « L a s e ñ o r a de M o n a i g n e . y el q u e N a i g e o n cotejó para la e d i ción de 1802. 1 5 8 0 . e n r i q u e cidos con l o s ú l t i m o s r a s g o s que t r a z a r a la m a n o de s u e s p o s o . v i ó con r a z ó n q u e el e j e m p l a r d e 1635 n o debía tomarse ciegamente por modelo. tan d i g n o d e r e c o n o c i m i e n t o por s u s dilatados e s t u d i o s sobre el t e x t o y l a s citas de M o n t a i g n e . dice a q u é l l a e n s u breve prefacio d e 1 5 9 8 . Tomo 1. L e y d e n . careció d e r e c u r s o s nuevos y se sirvió de materiales ya conocidos. n o c a b e d u d a que la p r i m e r a . 1617). libro II. s u s e n t i m i e n t o m e c o n s u e l a y m e h o n r a : ¿ n o e s j u n t a m e n t e u n oficio p i a d o s o y grato d e mi vida el practicar e s t e culto para siempre ¿ H a y placer a l g u n o que e q u i v a l g a á esta privación? » Bien s e ve que e s Montaigne el que así habla. m e l o s e n t r e g ó para que s a l i e r a n á luz. de fijo. 1 7 2 7 . q u e d ó e n p o d e r de la familia de M o n t a i g n e y fué l u e g o d e p o s i t a d o en el c o n v e n t o de l o s B e r n a r d o s de B u r d e o s c o m o arriba q u e d a d i c h o . a p e n a s si merece atención a l g u n a . 1739 y 17-15. m e r e c i ó r e i m p r e s i o n e s f r e c u e n t e s : P a r í s . puede t o d a v í a interesar c o m o m o n u m e n t o e n cuanto á las m o d i f i c a c i o n e s del l e n g u a j e . R ú a n . Coste. 1 7 5 4 . L a s e ñ o r i t a d e G o u r n a y la publicó á s u r e g r e s o d e G u i e n a . t r o z o s m u y e x t e n s o s d e q u e no s e advierte n i n g u n a huella en l a s m á r g e n e s . fueron s e p a r a d a s prob a b l e m e n t e para u n i r l a s al e j e m p l a r preferido . q u e ha s i d o c o n s t a n t e m e n t e reproducida (París. N o p u e d e n . 1 5 9 5 . P a r í s .

ni siquiera e n la e d i c i ó n d e 1o9d. que a p a r e c i e r o n en 1820. indica l a s d e C o s t e . s i n o s ó l o privado y f a m i l i a r . la letra C. ni c o n ella trabajo para mi g l o r i a . y que la s e ñ o r i t a de G o u r n a v respetó bien p o c o . las d e E l o y J o h a u n e a u . habría echado mano de adornos prestados. L. D e s d e el c o m i e n z o te advertirá q u e c o n él n o p e r s i g o n i n g ú n fin t r a s c e n d e n t a l . E. . Mis d e fectos s e reflejarán á lo v i v o : m i s i m p e r f e c c i o n e s . y por este medio conserven m á s completo y m á s vivo el c o n o c i m i e n t o q u e de mí t u v i e r o n . quiero s ó l o m o s t r a r m e e n mi m a n e r a de s e r s e n c i l l a . que f u e r o n p u b l i c a d a s e n la e d i c i ó n d e 1 8 0 2 .E l e j e m p l a r d e B u r d e o s n o e s . que v i e r o n la luz e n 1818. y A . natural y ordinaria.". N . E n la firma de l a s n o t a s . pero no. lector. ' EL A U T O R AL LECTOR É s t e e s un. t a m p o c o m e p r o p o n g o c o n mi o b r a prestarte ning ú n s e r v i c i o .. s i n e m b a r g o por e s o m e n o s i n t e r e s a n t e p a r a la crítica. J. J- v. libro d e b u e n a fe. A p r o v e c h é m o s l a s pero n o d e s f i g u r e m o s la obra de M o n t a i g n e por el placer de s e g u i r á la letra un texto que Montaigne m i s m o había abandonado. c u a n d o y o m u e r a (lo que a c o n t e c e r á pronto). p u e d a n e n c o n t r a r en él a l g u n o s r a s g o s d e mi c o n d i c i ó n y h u m o r . l a s d e N a i g e o n . D. s i n estudio ni artificio. p u e s la parte m a n u s c r i t a n o s da t e s t i m o n i o fiel d e la o r t o g r a f í a q u e el autor e m p l e ó . q u e m i s f u e r z a s n o a l c a n z a n al l o g r o d e tal d e s i g n i o . Si mi o b j e t i v o hubiera s i d o b u s c a r el f a v o r del m u n d o . p o r q u e s o y y o m i s m o á q u i e n pinto. de a l g u n a s c o r r e c c i o n e s a c e r t a d a s y d e alg u n a s f r a s e s c o r t a s que n o f u e r o n h e c h a s ni incluidas en el otro ejemplar. l a s d e A m a u r y D u v a l . Lo c o n s a g r o á la c o m o d i d a d particular d e m i s p a r i e n t e s y a m i g o s para q u e .

y mi manera reverencia de ser pública pertenecido á esas lo ingenua. E l e m p e r a d o r C o n r a d o III. CAPÍTULO De Montaigne. p r i n c i p e del E p i r o . que t e n i a c e r c a d o á Guelfo. vió t r e s f r a n c e s e s n o b l e s que con u n valor heroico q u e r í a n c o n t r a r r e s t a r los e s f u e r z o s d e los v e n c e d o r e s . h a b i e n d o la víctima i n t e n t a d o a p a c i g u a r l a cólera del s o b e r a n o con toda s u e r t e de h u m i llaciones y de súplicas. es c o n m o v e r l o s p o r sumisión á c o n m i s e r a c i ó n y p i e d a d . Así. E d u a r d o . m e d i o s en todo c o n t r a r i o s . naciones que tanto que la hubiera yo Si s e d i c e q u e vi- v e n t o d a v í a bajo la d u l c e libertad d e las primitivas ENSAYOS D E M O N T A I G N E leyes de la n a t u r a l e z a . i. p e r s o n a j e c u y a condición y f o r t u n a t i e n e n t a n t a s p a r t e s d e grandeza. resolución y firmeza. á 12 días del mes de junio de 1580 años. 1 . La c o n s i d e r a c i ó n y r e s p e t o d e virtud tan noble detuvo p r i m e r a m e n t e su c ó l e r a . S c a n d e r b e r g . tal r e s o l u c i ó n detuvo la f u r i a de su dueño. A d i ó s . lo c u a l n o e s razón para q u e e m p l e e s tu v a g a r e n un asunto tan frivolo y tan baladí. y m e r c e d á l o s tres caballeros comenzó á mirar misericordiosamente á todos los d e m á s m o r a d o r e s d e l a ciudad." h a b i e n d o sido dur a m e n t e ofendido p o r los l e m o s i n e s y a p o d e r á d o s e luego d e su c i u d a d p o r m e d i o d e las a r m a s . e n t r e g a dos á la c a r n i c e r í a . p r i n c i p e de Gales. E s t e e j e m p l o p o d r á s e r i n t e r p r e t a d o d e distinto m o d o p o r aquellos q u e no t e n g a n nolicia de la p r o d i g i o s a f u e r z a y v a l e n t í a de este p r í n c i p e . lector. q u e le pedían favor a r r o j á n d o s e á sus pies. y su cólera f u é implacable h a s t a el m o m e n t o e n q u e . el q u e d u r a n t e tanto t i e m p o g o b e r n ó n u e s t r a G u i e n a . q u e s e g u í a á u n o de sus soldados p a r a m a t a r l o . te a s e g u r o q u e m e h u b i e s e pintado bien de mi grado de cuerpo entero y c o m p l e t a m e n t e d e s n u d o . s a b e q u e y o LIBRO P R I M E R O m i s m o s o y el c o n t e n i d o d e m i libro. POR DIVERSOS CAMINOS SE PRIMERO LLEGA Á SEMEJANTE FIN El modo m á s f r e c u e n t e d e a b l a n d a r los c o r a z o n e s de aquellos á q u i e n e s h e m o s ofendido. s i r v i e r o n p a r a el logro del mismo fin. c u a n d o tienen la v e n g a n za en su m a n o y e s t a m o s b a j o su dominio. p u e s . p e n e t r a n d o m á s a d e n t r o en la ciudad. en consienta. no le d e t u v i e r o n en su e m p r e s a los g r i t o s del pueblo. á veces la b r a v u r a . m u j e r e s y n i ñ o s . q u i e n h a b i é n d o l e visto t o m a r d e t e r m i n a c i ó n tan d i g n a le c o n c e d i ó su g r a c i a . resolvió d e p r o n t o h a c e r l o f r e n t e con la e s p a d a en la m a n o .

A d i ó s . q u e le pedían favor a r r o j á n d o s e á sus pies. resolución y firmeza. E d u a r d o . resolvió d e p r o n t o h a c e r l o f r e n t e con la e s p a d a en la m a n o . s i r v i e r o n p a r a el logro del mismo fin. que t e n i a c e r c a d o á Guelfo. á 12 días del mes de junio de 1580 años. no le d e t u v i e r o n en su e m p r e s a los g r i t o s del pueblo. S c a n d e r b e r g . tal r e s o l u c i ó n detuvo la f u r i a de su dueño. y m e r c e d á l o s tres caballeros comenzó á mirar misericordiosamente á todos los d e m á s m o r a d o r e s d e l a ciudad. p r i n c i p e del E p i r o . e n t r e g a dos á la c a r n i c e r í a ." h a b i e n d o sido dur a m e n t e ofendido p o r los l e m o s i n e s y a p o d e r á d o s e luego d e su c i u d a d p o r m e d i o d e las a r m a s . lector. p r i n c i p e de Gales. q u i e n h a b i é n d o l e visto t o m a r d e t e r m i n a c i ó n tan d i g n a le c o n c e d i ó su g r a c i a . q u e s e g u í a á u n o de sus soldados p a r a m a t a r l o . naciones que tanto que la hubiera yo Si s e d i c e q u e vi- v e n t o d a v í a bajo la d u l c e libertad d e las primitivas ENSAYOS D E M O N T A I G N E leyes de la n a t u r a l e z a . i. en consienta. lo c u a l n o e s razón para q u e e m p l e e s tu v a g a r e n un asunto tan frivolo y tan baladí. La c o n s i d e r a c i ó n y r e s p e t o d e virtud tan noble detuvo p r i m e r a m e n t e su c ó l e r a . el q u e d u r a n t e tanto t i e m p o g o b e r n ó n u e s t r a G u i e n a . p e r s o n a j e c u y a condición y f o r t u n a t i e n e n t a n t a s p a r t e s d e grandeza. te a s e g u r o q u e m e h u b i e s e pintado bien de mi grado de cuerpo entero y c o m p l e t a m e n t e d e s n u d o . vió t r e s f r a n c e s e s n o b l e s que con u n valor heroico q u e r í a n c o n t r a r r e s t a r los e s f u e r z o s d e los v e n c e d o r e s . p u e s . p e n e t r a n d o m á s a d e n t r o en la ciudad. m e d i o s en todo c o n t r a r i o s . E s t e e j e m p l o p o d r á s e r i n t e r p r e t a d o d e distinto m o d o p o r aquellos q u e no t e n g a n nolicia de la p r o d i g i o s a f u e r z a y v a l e n t í a de este p r í n c i p e . s a b e q u e y o LIBRO P R I M E R O m i s m o s o y el c o n t e n i d o d e m i libro. h a b i e n d o la víctima i n t e n t a d o a p a c i g u a r l a cólera del s o b e r a n o con toda s u e r t e de h u m i llaciones y de súplicas. á veces la b r a v u r a . CAPÍTULO De Montaigne. c u a n d o tienen la v e n g a n za en su m a n o y e s t a m o s b a j o su dominio. 1 . m u j e r e s y n i ñ o s .y mi manera reverencia de ser pública pertenecido á esas lo ingenua. Así. E l e m p e r a d o r C o n r a d o III. POR DIVERSOS CAMINOS SE PRIMERO LLEGA Á SEMEJANTE FIN El modo m á s f r e c u e n t e d e a b l a n d a r los c o r a z o n e s de aquellos á q u i e n e s h e m o s ofendido. es c o n m o v e r l o s p o r sumisión á c o n m i s e r a c i ó n y p i e d a d . y su cólera f u é implacable h a s t a el m o m e n t o e n q u e .

Dionisio el Antiguo. P r e c i s o es r e c o n o c e r q u e e l h o m b r e es cosa p a s m o s a m e n te v a n a . y que es bien difícil f u n d a m e n t a r sobro él juicio c o n s t a n t e y u n i f o r m e . la A s a m b l e a se disolvió e n s a l z a n d o g r a n d e m e n t e las proezas d e e s t e p e r s o n a j e . E s t a s . y o c u l t a m e n t e a r r o j ó al m a r al vencido.d u q u e de B a v i e r a . h a b i é n d o s e h e c h o d u e ñ o e s p u é s de m u c h o s o b s t á c u l o s de la ciudad de Gaza. a b a n d o n a d o de los s u y o s . P u e d e d e c i r s e q u e el c o n m o v e r s e y a p i a d a r s e es efecto d e la d u l z u r a . E n t o n c e s A l e j a n d r o le ijo. en c o n s i d e r a c i ó n á la virtud y m a g n a n i m i d a d del c i u d a d a n o Z e n ó n . c u b i e r t o todo d e sangre y heridas. q u e d e s p u é s d e g r a n d e s y p r o l o n gados obstáculos consiguió h a c e r s e d u e ñ o d e la c i u d a d de Reggio y del capitán F i t ó n . ei e m p e r a d o r e x p e r i m e n t ó p l a c e r t a n t o de tal v a l e n t í a . p o r no h a b e r q u e r i d o e n t r e g a r su país en las m a n o s d e un t i r a n o . P o m p e y o perd o n ó á la c i u d a a e n t e r a 'de" t o s m a m e r t i n o s . q u e e c h ó s o b r e si las f a l t a s p ú b l i c a s . bondad y b l a n d u r a d e alma. Díjole p r i m e r a m e n t e que el día a n t e r i o r habla m a n d a d o a h o g a r á su h i j o y á toda su familia. e n c o n t r ó á Betis q u e la d e f e n d í a con u n valor d e que A l e j a n d r o h a b í a s e n t i d o los e f e c t o s . y no pidió o t r a g r a c i a sino r e c i b i r él solo todo el castigo. á q u i e n a m e n a z a b a con el castigo p r ó x i m o d e los dioses. haré que profiera gemidos y quejas. que h a b i e n d o c o n d e n a d o á m u e r t e á sus c a p i t a n e s p o r h a b e r c o n t i n u a d o su m a n d o un t i e m p o m á s largo q u e el prescrito y o r d e n a d o de a n t e m a n o . con las a r m a s h e c h a s pedazos. d a b a n c l a r a s m u e s t r a s que r e caían en d e s p r e s t i g i o del j e f e y d e su v i c t o r i a y a d v i r t i e n d o q u e iban a b l a n d á n d o s e a n t e la vista d e u n a virtud tan r a r a y que a m e n a z a b a n i n s u r r e c c i o n a r s e y a u n a r r a n c a r á r i t ó n d e e n t r e las m a n o s d e sus v e r d u g o s . no quiso c o n d e s c e n d e r á c o n d i c i o n e s m á s suaves. s a l i e r a n á pie con su h o n o r salvo y con lo q u e p u d i e r a n llevar consigo. » E l h é r o e á q u i e n tales p a l a b r a s iban d i r i g i d a s . m a n d ó q u e se oradasen los t a l o n e s . e n t o n c e s A l e j a n d r o . á sus h i j o s y al d u q u e m i s m o . con tanta m á s r a z ó n c u a n t o que A' ven a q u e l l a s a l m a s ( a s e d i a d a s y p r o b a d a s p o r los dos medios) d o b l e g a r s e a n t e el u n o p e r m a n e c i e n d o i n a l t e r a b l e s a n t e el o t r o . alabó su p r o p i a c o n d u c t a . preciso es q u e s u f r a s t o d a s u e r t e a e t o r m e n tos. p o r m á s satisfacciones c o b a r d e s y viles q u e s e le o f r e c i e r o n . h o m b r e valiente y h o n r a d o q u e nab'ia d e f e n d i d o l i e r ó i c a m e n t e la plaza. d i j o : « ¿ H a doblado s i q u i e r a la r o d i l l a ? ¿ S e l e ha oído tan sólo u n a voz d e s ú p l i c a ? Yo d o m a r é ese silencio. quiso t o m a r un t r á g i c o e j e m p l o d e v e n g a n z a c o n t r a él. p u e s yo me i n clino en e x t r e m o á la m i s e r i c o r d i a y á la m a n s e d u m b r e . Si bien la p i e d a d es u n a pasión viciosa á los ojos d e los estoicos. no g a n ó n a d a con ello p a r a si ni p a r a sus c i u d a d a n o s . combatía aún rodeado de macedonios ue le a s e d i a b a n p o r t o d a s p a r t e s . a u e t e n í a n u n corazón m a g n á n i m o . Betis solo. E p a m i n o n d a s . pero n o q u e se t r a n s i j a con sus debilidades. el v e n c e d o r p u s o t é r m i n o al m a r t i r i o . absolvió á d u r a s p e n a s de todo castigo á P e l ó p i d a s . q u i e r e n éstos que se s o c o r r a á los afligidos. s e g u r o d e si m i s m o y con r o s t r o a r r o g a n t e y altivo. á lo cual F i t ó n s e limitó á r e s p o n d e r que los suyos h a b í a n a l c a n z a d o la d i c h a u n día a n t e s que él. lejos d e c o n d e n a r l e . todos los q u e p u e d a n e m p l e a r s e c o n t r a un c a u t i v o . el m á s valeroso d e los h o m b r e s y tan h u m a n o a r a los vencidos como A l e j a n d r o . c o n t r a í a cual e s t a b a muy e x a s p e r a d o . q u i s i e r o n e c h a r s o b r e s u s h o m b r o s á su m a r i d o s . De t a l modo. B e t i s . y si n o p u e d o a r r a n c a r l e u n a palabra. m a s el d e s d e ñ a r las l á g r i m a s y lloros como i n d i g n o s d e la s a n t a i m a g e n d e la fortaleza. De e n t o n c e s en a d e l a n t e t r a t ó con h u m a n i d a d á su e n e m i g o y á s u s t r o p a s . y le hizo asi a r r a s t r a r vivo. A m b o s m e d i o s a r r a s t r a r i a n m e f á c i l m e n t e . tal a t e s t i g u a el pueblo d e T e b a s . variable y o n d e a n t e . e s t é n m á s s u j e t a s á a q u e l l a virtud. E s o s e j e m p l o s me p a r e c e n m á s a d e c u a d o s . Luego" le d e s p o j ó d e sus vestiduras. y con el r o s t r o s e r e n o p r e g o n a b a á voces la c a u s a h o n r o s a y gloriosa de su m u e r t e . c o n t r a r i a d o p o r el g r a n t r a b a j o a u e le h a b í a costado la victoria (pues e n t r e otros d a ñ o s h a b í a recibido dos h e ridas en su p e r s o n a ) : « No a l c a n z a r á s la m u e r t e a u e p r e t e n d e s . ¿ A c o n teció a u e la f u e r z a del v a l o r f u e s e e n el m o n a r c a tan n a t u r a l que p o r no a d m i r a r l a la r e s p e t ó m e n o s ? ¿ ó q u e . que á m i e n t e n d e r . q u e lloró de satisfacción y se a m o r t i g u ó en él toda la t e r r i b l e e n e m i s t a d q u e h a b í a profesado al d u q u e . m e j o r m e d e j a r í a llevar á la c o m p a s i ó n que al p e s o del delito.» Y conv i r t i e n d o su c ó l e r a e n r a b i a . De todas s u e r t e s . como son las d e las m u j e r e s . le e n t r e g ó á los v e r dugos y le a r r a s t r ó p o r la c i u d a d . que no protestó c o n t r a la a c u s a c i ó n . e s p r u e b a d e un a l m a v a l i e n t e é i m p l a c a b l e q u e t i e n e e n e s t i m a y en h o n o r u n v i g o r r e s i s t e n t e y obstinado. h a s t a en l a s a l m a s m e n o s g e n e r o s a s la s o r p r e s a y la a d m i r a c i ó n p u e d e n d a r m a r g e n á un efecto p a r e c i d o . d e s g a r r a r l e y d e s m e m b r a r l e a m a r r a d o á l a t r a s e r a de u n a c a r r e t a . P o r m a n e r a c o n t r a r i a á lo que p r e g o n a n mis p r i m e r o s e j e m p l o s . y los c i u d a d a n o s n o osaron s i q u i e r a t o m a r las bolas p a r a v o t a r . P e r o Fitón m a n t u v o su s e r e n i d a d y valor. e n l u g a r d e a n i m a r s e con la brav u r a d e l e n e m i g o vencido. f l a g e l á n d o l e i g n o m i n i o s a v cruelmente y cargándole además de injurias y denuestos. c e n s u r ó al pueblo d e u n a m a n e r a a r r o g a n t e y o r g u l l o s a . E l h u é s p e d de S i l a . se m a n t u v o sin d e cir p a l a b r a a n t e t a l e s a m e n a z a s . viend o su silencio a l t a n e r o v o b s t i n a d o . h a b i e n d o p r a c t i c a d o virtud s e m e j a n t e e n la ciudad de P e r u s a . d e d o n d e provien e q u e las n a t u r a l e z a s m á s d é b i l e s . L e y e n d o Dionisio en los ojos de la m a y o r p a r t e de sus soldados que éstos. p o r el c o n t r a r i o . los n i ñ o s y el v u l g o . q u e c o n s e n t i r s o l a m e n t e e n q u e las d a m a s nob l e s sitiadas que a c o m p a ñ a b a n al d u q u e .

e n q u i e n se c i f r a b a el apoyo y h o n o r de la casa. Los italianos. s u f r i ó dolor tal al v e r la de u n o d e sus a m i g o s : « Es. r e y d e Egipto. que sólo el ú l t i m o d o l o r h a podido s i g n i f i c a r s e en l á g r i m a s . h a b i e n d o sabido e n T r e n t o . p r o v o c á n d o l e á q u e l e s h i c i e r a m o r i r de u n a m a n e r a h o n r o s a . p e r o h a b i e n d o o b s e r v a d o q u e u n o d e sus a m i g o s i b a e n t r e los c a u t i v o s . h a b i e n d o el a r t i s t a agotado los ú l t i m o s r e c u r s o s d e su a r t e . C A P Í T U L O II DE LA TRISTEZA Yo soy de los m á s e x e n t o s d e esta pasión y n o s i e n t o hacia ella n i n g u n a i n c l i n a c i ó n ni a m o r . Diriguisse m a l i s p a r a e x p r e s a r la s o m b r í a . XI. l a c o n c i e n c i a . d e mòdo q u e el a l m a . y e n s a n c h a r s e á su albedrío : El vi» vlx t a n d e m voci l a x e t a dolore e s t ». OVIDIO. Melam. y no se detuvo s i n o e n l a s p e r s o n a s i n d e f e n s a s . d o n d e se e n c o n t r a b a . como a l g u n o s dias d e s p u é s á uno d e sus s e r v i d o r e s le a c o m e t i e s e l a m u e r t e . en n i n g u n o d e los c u a l e s se vió intento de h u i r . y luego igual d e s g r a c i a d e otro h e r m a ' n o ' m e n o r . d e s h a c e r s e . y q u e al r a y a r á tal a l t u r a no pudo c o n c a l m a c o n t e m p l a r l a e n o"tro sin el d e s p e c h o de la e n v i d i a ? ¿ ó q u e en la i m p e t u o s i d a d n a t u r a l de su c ó l e r a f u e s e i n c a p a z d e c o n t e n e r s e ? Cierto q u e si e s t a pasión h u b i e r a podido d o m i n a r l a el m o n a r c a . m u d a y s o r d a estupidez q u e n o s agobia c u a n d o los m a l e s n o s d e s o í a n . e s de c r e e r que la h u b i e r a s u j e t a d o e n la t o m a y desolación de la ciudad d e T e b a s . y viendo j u n t o á él á su hija. todos los a m i g o s d e l r e y l l o r a b a n y se l a m e n t a b a n en su d e r r e d o r m i e n t r a s é l p e r m a n e c í a q u e d o sin d e c i r palab r a . la n u e v a d e la m u e r t e do su h e r m a n o m a y o r . la v i r t u d . t r a n s f o r m a d a en roca. i. q u e no i n t e n t a r a v e n g a r s e al e x h a l a r el ú l t i m o s u s p i r o . C u e n t a la historia q u e P s a m e n i t o . H e aquí p o r qué los poetas simulan á la d e s g r a c i a d a N i o b e . viejos. y p e r d i e n d o la c a l m a s e llenó de ost e n s i b l e p e n a d e tal modo. p e r o la v e r d a d del caso f u é . a u n q u e la s o c i e dad haya c o n v e n i d o c o m o j u s t a r e m u n e r a c i ó n h o n r a r l a con su favor especial. r e s p o n d i ó . al l l e g a r al p a d r e de la vícima le r e p r e s e n t ó con el r o s t r o cubierto. f u é muy s e n s i b l e á esta n u e v a . Tal s u c e s o p o d r í a e q u i p a r a r s e á lo a c o n t e c i d o no h a m u c h o á u n o de n u e s t r o s p r í n c i p e s que. y la h i s t o r i a lo c o m p r u e b a : C a m b i s e s . viendo en a q u e l m o m e n t o q u e c o n d u c í a n á s u h i j o á l a m u e r t e . A n i n g u n o a b a t i e r o n t a n t o l a s h e r i d a s del c o m b a t e . d a n a o luego l i b r e salida á las l á g r i m a s y á los suspiros. t a m b i é n p r i s i o n e r a y c o n v e r t i d a en s i r v i e n t e á q u i e n se e n v i a b a á b u s c a r a g u a . q u e e s t a n d o lleno y s a t u r a d o d e tristeza. t r a n s i d o s y como tullidos. q u e nos s e n t i m o s sobrecogidos. la h a n l l a m a d o m a l i g n i d a d . Petrificada por el dolor. 304. q u e p e r d i ó p r i m e r o siete h i j o s y e n s e g u i d a o t r a s t a n t a s hijas. Lo m i s m o p o d r í a decirse el h e c h o a n t e r i o r m e n t e citado. p a r a r a y a r en lo e x t r e m o . VI. la s e g u n d a e s p e r a n z a . la m á s leve a ñ a d i d u r a hizo u e su s e n t i m i e n t o se d e s b o r d a s e . los dos p r i m e r o s s o b r e p a s a r o n con m u c h o todo m e d i o de e x p r e s i ó n . como si n i n g u n a actitud h u m a n a p u d i e r a e x p r e s a r a m a r g u r a tan e x t r e m a . . E l e c t i v a m e n t e . q u e a l g u n o s t o m a r o n d e ello pie p a r a s u p o n e r que no le h a b í a llegado á lo vivo m á s que la ú l t i m a d e s g r a c i a . m á s c u e r d o s . m u j e r e s y niños. y h a b i e n d o s u f r i d o a m b a s p é r d i d a s con u n a r e s i g n a c i ó n e j e m p l a r . h a biendo sido d e r r o t a d o y h e c h o p r i s i o n e r o p o r C a m b i s e s . 131. s i e m p r e loca v como tal s i e m p r e c o b a r d e y b a j a : los estoicos p r o h i b i a r la t r i s t e z a á sus d i s c í p u l o s . n a d i e pidió g r a c i a ni m i s e r i c o r d i a . p a r a h a c e r d e todos ellos t r e i n t a mil esclavos. al c o n t r a r i o . el s e n t i m i e n t o q u e un dolor ocasiona. p o r q u e es u n a c u a l i d a d s i e m p r e p e r j u d i c i a l . al v e r p a s a r á cuchillo c r u e U m e n t e t a n t o s h o m b r e s v a l e r o s o s desprovistos de d e f e n s a : s e i s mil r e c i b i e r o n la m u e r t e . Eneida. » Me p a r e c e que se r e l a c i o n a con estos e j e m p l o s la ¡dea d e a q u e l p i n t o r d e la a n t i g ü e d a d que tenienclo que r e p r e s e n t a r en el sacrificio d e Ifigenia el d u e l o d e los a s i s t e n t e s s e g ú n el g r a d o d e p e s a r que c a d a u n o l l e v a b a en la m u e r t e d e a q u e l l a j o v e n h e r m o s a é i n o c e n t e . E l e s p e c t á c u l o d e a q u e l d o l o r no e n c o n t r ó p i e d a d a l g u n a . u n soldado d e á caballo d e s c o n o 1. todos s e h i c i e r o n f u e r t e s a n t e al e n e m i g o victorioso. y n o bastó todo el e s p a cio de u n día p a r a s a c i a r l a sed de v e n g a n z a : e s t a c a r n i c e r í a d u r ó h a s t a q u e f u é d e r r a m a d a la ú l t i m a gota d e s a n g r e . y con la c e g u e d a d de la d e s e s p e r a c i ó n c o n s o l a r su m u e r t e con la d e a l g ú n e n e m i g o . feo y e s t ú p i d o o r n a m e n t o . y con los ojos fijos e n la t i e r r a . en el m u n d o se d i s f r a z a n con ella la sabid u r í a . Ovidio e s c r i b e : Diripulque mala. i n f o r m á n d o s e d e p o r qué P s a m e n i t o no se había conmovido a n t e l a d e s g r a c i a de su hijo ni la de su h i j a . V I R G I L I O .la c o n s i d e r a s e sólo c o m o p a t r i m o n i o s u y o . s o b r e p a s a n d o n u e s t r a r e s i s t e n c i a . E n la g u e r r a q u e el r e y F e r n a n d o hizo á la v i u d a de J u a n \3e H u n g r í a .. agobiada d e p é r d i d a s . e l dolor d e j a al fin paso á s u voz. r e y de P e r s i a . d e b e t r a s t o r n a r el a l m a toda é i m p e d i r l a la l i b e r t a d de s u s a c c i o n e s : como nos a c o n t e c e c u a n d o r e c i b i m o s s ú b i t a m e n t e u n a m a l a n o t i c i a . e m p e z ó á g o l p e a r s e l a c a beza y á d e j a r s e g a n a r p o r l a desolación. j u n t o á B u d a . p a r e c e d e s p r e n d e r s e . é imposibilitados d e todo m o v i m i e n t o . m a n t ú v o s e en igual disposición.

98. — E s t o s v e r s o s s o n i m i t a c i c n d e u n a o d a d e S a f o . y r e c h a z a los q u e h a c e r e s superfluos y los p e n s a m i e n t o s y p r o p ó s i t o s baldíos. 3 . ' i l u m o v e r s o del s o n e t o 137. á c a u s a d e h a b e r s e c o n d u c i d o v a l e r o s a m e n t e e n u n a a l g a r a d a d o n d e e n c o n t r ó la m u e r t e . A m á s d e la m u j e r r o m a n a que m u r i ó p o r el goce que la ocasionó el r e g r e s o d e su lnjo de l a d e r r o t a d e C a n a s . el q u e s e conoce n o s e i n t e r e s a p o r aquello en q u e n a d a le va ni le v i e n e . gemina tegunlur L u m i n a n o e t e *. Eneida. v. p a r a l l e v a r n o s á r e f l e x i o n a r s o b r e lo q u e a c o n t e c e r á . l a falsa i m a g i n a c i ó n . a c t o II. III. s u s á n g r e s e h i e l a . C u a n d o l i g e r a s s e f o r m u l a n . sin p r o f e r i r p a l a b r a . e t longo vix t á n d e m t e m p e r e fallir ' . Yo m e siento lejos de tan a v a s a l l a d o r a s p a s i o n e s . I'ET. tonius s u b artus F l a m m a d i m a n a t . p e r m a n e c i ó de pie. Cbi p u d dlr c o m ' e g l i a r d e . No e s t a m o s n u n c a c o n c e n t r a d o s en n o s o t r o s m i s m o s . sin p a r p a d e a r . ' i J . nos s o r p r e n d e d e igual m o d o : ü t m e conspcxil v e n i e n t e m . mi l e n g u a s e t r a b a . c a e p o r t i e r r a y solo l a r g o t i e m p o d e s p u é s c o n s i g u e r e c o b r a r s u voz. s e ñ o r a l e m á n . La s o r p r e s a d e u n a d i c h a q u e n o e s p e r á b a m o s . d e lo cual n a c e á v e c e s el d e c a i m i e n t o fortuito q u e s o r p r e n d e á los e n a m o r a d o s tan á d e s t i e m p o . 3 0 6 . Arma a m e n s vídit. el deseo. El e s p í r i t u á q u i e n lo p o r v e n i r p r e o c u p a e s s i e m p r e d e s d i c h a d o . i m p r i m i é n d o n o s coiuo á tantos otros.. Carm. Diodoro el dialéctico.I » \ C . Sófocles y Dionisio el T i r a n o f e n e c i e r o n d e placer. D i r í g n i t v i s a in m e d i o . t o m a d o d e la n a t u r a l c u r i o s i d a d . . q u e le p r o d u j o u n a fiebre m o r t a l . El q u e h u b i e r a d e r e a l i z a r su d e b e r . dominado p o r u n a pasión e x t r e m a d e v e r g ü e n z a á c a u s a de no e n c o n t r a r un a r g u m e n t o . 3. b. p e r o d e n i n g u n o tanto c o m o d e Raisciac.f a l t a n p a r a h a b l a r . y la f r i a l d a d q u e los d o m i n a p o r l a f u e r z a d e un a r d o r e x t r e m o en el m o m e n t o m i s m o del acto a m o r o s o . m á s celosa d e n u e s t r a acción q u e d e n u e s t r a ciencia. si-úut te. c o m o t r a s t o r n a d a p o r u n a visión h o r r i b l e p e r m a n e c e i n m ó v i l .cido se d i s t i n g u i ó h e r o i c a m e n t e . p o r él a r d i e n t e m e n t e d e s e a d a . e n el vivo y m á s e n é r g i c o c a l o r del a c c e s o cuando lanzamos nuestras quejas y proferimos nuestras p e r s u a s i o n e s . s e a p r o x i m ó p a r a v e r quiéu e r a . No e s m u y g r a n d e el a m o r q u e p u e d e e x p r i . L e s b i a . m t g i ñ s exlerrila inonstris. p r o f e s a la e s t i m a c i ó n d e si m i s m o a n t e s que l a de n i n g u n a o t r a cosa. c t Trola c i r c j n . H a b i e n d o éste recogido el c a d á v e r . ¡ o h . c o m o si n u e s t r o influjo s o b r e lo p o r v e n i r f u e r a m e n o r que el q u e p u d i é r a m o s t e n e r s o b r e lo p a s a d o . . a d s p e x i . h a s t a q u e la v e h e m e n c i a d e l a t r i s t e z a . el a l m a e s t á d e m a s i a d o llena de p e n s a m i e n tos profundos y la materia abatida y languideciendo de a m o r .. Labitur. u n a l l a m a s u t i l c o r r e por m i s v e n a s . Ilipp. s i e m p r e p e r m a n e c e m o s m á s a l l á : el t e m o r . y luego q u e le r e t i r ó l a a r m a d u r a . . tocan el m á s c o m ú n de los h u m a n o s e r r o r e s . c o n t e m p l a n d o fijamente eV c u e r p o . v T a l v a acabó sus días en C ó r c e g a . e n c u a n t ? r e c o n o c e por l o d t s l a d o s l a s a r m a s t r o y a n a s . No e s . Ante t u v i s t a . m u r i ó i n s t a n t á n e a m e n t e . e n n u e s t r o p r o pio siglo al pontífice L e ó n X . f u e r a d e si. sonitu s u o p l e Tinniunt a u r e s . ingentes slupcnt '. y su a r r o j o f u é a l a b a d o p o r todos.Í . 4. h a b i é n d o s e l e notificado l a t o m a d e Milán. leyendo las n u e v a s de los h o n o r e s q u e el s e n a d o r o m a n o le h a b í a t r i b u t a d o . no e s g r a n d e m i r e c e l o y p r o c u r o a d e m á s solidificarlo y e n d u r e c e r l o todos los días con la r e flexión.. e s c e n . 1 . v e r í a q u e su p r i m e r c u i d a d o e s c o n o c e r lo q n e r e a l m e n t e se es y lo q u e m e j o r se a c o m o d a á c a d a uno . si p u e d e l l a m a r s e e r r o r aquello á q u e la n a t u r a l e z a nos e n c a m i n a p a r a la r e a l i z a c i ó n de su o b r a . q u e fué traducida porBoilcau. T o d a s las pasiones que se p u e d e n a q u i l a t a r y g u s t a r s o n m e d i o c r e s : Cur® leves loquuutur. Calamitosus est animus futuri anxiiis El s i g u i e n t e p r e c e p t o es m u y citado p o r P l a t ó n : « C u m >le con tu d e b e r y c o n ó c e t e . s . le hizo c a e r m u e r t o d e r e p e n t e . p u e s . CAPÍTULO III COMO L O P O R V E N I R N O S P R E O C U P A M Á S Q U E L O PRESENTE Los que a c u s a n á los h o m b r e s de m a r c h a r c o n s t a n t e m e n t e con la boca a b i e r t a e n pos d e las cosas v e n i d e r a s . c a l o r o s s a r e l i q u i t . E s t o a u m e n t ó l a c o m p a s i ó n en los a s i s t e n t e s : el caballero sólo. r e c o n o c i ó en el m u e r t o á su propio hijo. h a b i e n d o postrado su e s p í r i t u . y el u n o e q u i v a l e al o t r o . q u e l i a s t a las f u e r z a s m<.. Epiit.am. con q u e c o n f u n d i r á su a d v e r s a r i o . e ¡n picciol f u o c o d i c e n los e n a m o r a d o s h a b l a n d o de u n a pasión e x t r e m a : Misero q u o d o m n e s Eripit s c n s u s m i l i i : r. V n i G i n o . SÉXECA. á veces h a s t a d e s p u é s d e n u e s t r a vida. CATULO. q u e s e p r e n d ó d » u n a t a n s i n g u l a r v i r t u d . L e s b i a ! v c o m e p e r d i d o d e t a l m o d o . h a b l a n d o en público. I I n f e l i z d e m í ! El a m o r t r a s t o r n a t o d o s MIS s e n t i d o s . 2. le d o m i n ó tal exceso d e a l e g r í a . n i h i l e s t s u p e r mi Quod loquar a m e n s : Lingua sed torpct. En c u a n t o m e v e v e n i r . c u a n d o e x t r e m a s son m u d a s . la e s p e r a n z a nos e m p u j a n h a c i a lo v e n i d e r o y nos a l e j a n d e la c o n s i d e r a c i ó n d e los h e c h o s a e t u a l e s . r e s u e n a n e n m i s o í d o s m i l r u i d o s c o n f u s o s y la l o b r e g u e z «'c la n o c h e e n v u e l v e m i s o j o s . y nos e n s e ñ a n á c i r c u n s c r i b i r n o s á los b i e n e s p r e s e n t e s y á c o n t e n t a r n o s c o n ellos. 607. » C a d a u n o de los dos mieintros d e esta m á x i m a e n v u e l v e en g e n e r a l todo n u e s t r o d e b e r . Asi c o m o 1 1. SÉNECA. Ll. Y un testimonio inás n o t a b l e todavía de la debilidad h u m a n a .

r e s p o n d i ó : « P o r q u e n o veo o t r o m e d i o d e e v i t a r t u s c o n t i n u a s m a l a s a c c i o n e s . r. y a n t e s p r e f i r i ó p a s a r l o á viva f u e r z a e x p o n i é n d o s e á los a z a r e s del c o m b a t e . los h u m a n o s i m a g i n a n q u e u n a p a r l e d e s u ser les sobrevive. t a m p o c o p u e d e c o n s i d e r a r s e como feliz si su f a m a s e d e s p r e s t i g i a y si su d e s c e n d e n c i a es m i s e r a b l e . s e h a c í a n c o r t a d u r a s en la f r e n t e en señal d e duelo. h a b i e n d o sido vencidos los sitiados s e v i e r o n obligados á d e j a r las llaves de la f o r taleza j u n t o al c a d á v e r . » P e r o los u n i v e r s a l e s y p ú blicos testimonios que d e s p u é s d e su m u e r t e se d i e r o n y se d a r á n s i e m p r e q u e se t r a t e d e p r i n c i p e s p e r v e r s o s como"él y d e m á s r e y e s tiránicos. a y u d e m o s con n u e s t r a r e c o m e n d a c i ó n sus acciones i n d i f e r e n t e s . C o n c e d a m o s al o r d e n político el s u f r i r l o s p a c i e n t e m e n t e . si n o f u e r a c o s t u m b r e d e todos los tiempos. j u s t o es q u e lo p u e d a s o b r e su r e p u t a c i ó n y los b i e n e s d e sus sucesores. la m a y o r p a r t e de sus t r o p a s f u é d e p a r e c e r que se p i d i e r a u n s a l v o c o n d u c t o á los v e r o n e s e s . h u b i e r a u n a c o s t u m b r e t a n poco s i n c e r a como l a d e q u e voy á h a b l a r . ¿qué s a n o e s p í r i t u p u e d e r e p r o b a r l o s ? Me c o n t r a r i a q u e en pueblo t a n bien g o b e r n a d o como el de los l a c e d e m o n i o s . q u e q u i e n e n vida j a m á s h a b í a t e n i d o m i e d o á s u s e n e m i g o s . asi a t r i b u í a n al r a n g o l a a l a b a n z a q u e sólo al m é r i t o p e r t e n e c e . a u n q u e s e a n i n d i g n o s . « no s i e n d o propio. De lo i . m i e n t r a s q u e su a u t o r i d a d h a m e n e s t e r d e n u e s t r o apoyo . c e r c a d e P u y . te odio como m e r e c e s . así c o m o los ilotas. p e r o t a n t o l a e s t i m a como la afección la d e b e m o s ú n i c a m e n t e á su v i r t u d . al t r a v é s d e V e r o n a . Ellos s o n l o s c o m p a ñ e r o s . Inseguros del porvenir. todos los c o n f e d e r a d o s y v e c i n o s . no s o l a m e n t e llevar el cuidado de n u e s t r a s vidas m á s allá de e s t e m u n d o . D e b e m o s s u m i s i ó n y o b e d i e n c i a i g u a l m e n te á todos los r e y e s . y p r i n c i p a l m e n t e el r e c h a z a r á los b u e n o s s u b d i t o s la g l o r i a de h a b e r fiel y r e v e r e n t e m e n t e servido á u n d u e ñ o cuyas i m p e r f e c c i o n a s le e r a n bien conocidas. asi q u e p o d e m o s r e p o n e r al d i c h o de Solón que j a m á s h o m b r e a l g u n o e s feliz p u e s t o q u e n o a l c a n z a tal d i c h a s i n o que c u a n d o ya no axxste : Quisquam Vix r a d i c i l u s e v i t a s e tollil. . » P r e g u n t a d o el o t r o p o r q u é p r e t e n d í a d a r l e m u e r t e . c a d a cual e n s a l z a á su r e y á la p r i m e r a lin e a del v a l e r y á la g r a n d e z a s o b e r a n o s . P u e d e r e p r o b a r s e la m a g n a n i m i d a d d e a q u e l l o s d o s soldados q u e i n t e r r o g a dos p o r N e r ó n . E s u n a c o s t u m b r e q u e lleva consigo v e n t a j a s s i n g u l a r e s p a r a las n a c i o n e s e n q u e se obs e r v a y d i g n a de s e r d e s e a d a p o r todos los buenos p r i n c i p e s q u e t i e n e n motivos d e q u e j a de q u e su m e m o r i a se t r a t e como la d e los m a l o s . la que juzgo m á s f u n d a m e n t a d a es a q u e l l a p o r v i r t u d de la cual se e x a m i n a n las a c c i o n e s d e los p r i n c i p e s y s o b e r a n o s desp u é s de su m u e r t e . g e n e r a l del e j é r c i t o v e n e c i a n o . c o s a s q u e á veces p o n e m o s p o r c i m a d e la p r o p i a e x i s t e n c i a . en A u v e r n i a . cualquier a q u e su í n d o l e h u b i e r a sido. si n o los d u e ñ o s d e las l e y e s : lo que la j u s t i c i a n o ha podido v e n c e r en su vida. Nec r e m o v e t s a t i s a p>uj C v corpore s e s e . Apenas si s e v e un h o m b r e c u e r d o q u e s e s u s t r a i g a t o t a l m e n t e á la e x i s tencia. y p r o c l a m a b a n con gritos y l a m e n t o s q u e el m o n a r c a c u y a m u e r t o l l o r a b a n . h a b i e n d o m u e r t o e n las g u e r r a s q u e éstos sostuvieron e n el B r e s c i a n o y su c a d á v e r t r a s l a d a d o á Ven e c i a . u n a vez m u e r t o les m o s t r a s e a l g ú n t e m o r ». h a c e n j u s t i c i a p a r t i c u l a r á e x p e n s a s d e la j u s t i c i a pública. Asi p e r d i ó Nicias la q u e g a n a r a e n b u e n a lid s o b r e los c o r i n t i o s . y no p u e d e n l i b e r t a r s e d e e s t e c u e r p o q u e p e r e c e y c a e . . p e r o T e o d o r o Trivulcio se negó á ello. sin e m b a r g o . I I I . e r a el m e j o r s o b e r a n o q u e h a b í a n tenido . p e r o u n a vez a c a b a d a s n u e s t r a s r e l a c i o n e s . . h o m b r e s y m u j e r e s i n d i s t i n t a m e n t e . el u n o p o r q u é n o le q u e r í a b i e n : « T e q u e ría. q u i t a n d o á l a p o s t e r i d a d tan c o n v e n i e n t e r e c u r s o . 8 9 0 y 8 0 5 . B a r t o l o m é de Alviani. M i e n t r a s nos a g i t a m o s s o b r e la t i e r r a . ciudad e n e m i g a . Aquellos q u e p o r r e s p e t o de a l g ú n beneficio r e c i b i d o elogian c í n i c a m e n t e la m e m o r i a d e un p r i n c i p e ind i g n o d e tal h o n o r . asi el h o m b r e p r u d e n t e se a c o m o d a á lo a c t u a l y n u n c a s o d i s g u s t a consigo m i s m o . en caso a n á l o g o y p o r virtud de las leyes g r i e g a s . s i n o t a m bién c r e e r que c o n f r e c u e n c i a los f a v o r e s celestiales n o s a c o m p a ñ a n al s e p u l c r o y s i g u e n á n u e s t r o s restos. y no le e r a ya posible d e j a r bien p u e s t o el pabellón. q u e e n sus e s c r i t o s todo lo a b a r c a y c o m p r e n d e . A g e s i l a o a s e g u r ó el triunfo q u e e s t u v o á p u n t o d e p e r d e r s o b r e los beocios. i n c e n d i a r i o y c h a r l a t á n . E p i c u r o d i s p e n s a á sus d i s c í p u l o s de la p r e v i s i ó n y p r e o c u pación del p o r v e n i r . y sólo al de l a c a t e g o r í a m á s d e p u r a d a . E n t r e las leyes q u e se r e f i e r e n á las d e f u n c i o n e s . por espíritu d e p r e o c u p a c i ó n n o s t r a s l a d a m o s d o n d e nos p l a c e • m a s c u a n d o la vida nos e s c a p a n o t e n e m o s n i n g u n a c o m u n i c a c i ó n con las cosas de p o r a c á . R a s g o s s e m e j a n t e s p o d r í a n p a r e c e r e x t r a ñ o s . e t Vindical B e l t r á n D u g u e s c l i n m u r i ó en el c e r c o del castillo de R a n d ó n . E n e f e c t o . el q u e p e d í a al enemigo un cadáver para darle sepultura renunciaba por e s t e h e c h o á la victoria. et j e c i t : Sed facit e s s e s u ¡ q u i d d a m s u p e r inscius i p s e . h a b l a de la f r a s e d e Solón que d i c e : « N a d i e a n t e s d e m o r i r p u e d e c o n s i d e r a r s e d i c h o s o » . Aristóteles. h a s t a el m i s m o que ha vivido y m u e r t o á m e d i d a de sus deseos.o e s r a z ó n el n e g a r á la j u s t i c i a y á n u e s t r a l i b e r t a d la e x p r e sión d e n u e s t r o s v e r d a d e r o s s e n t i m i e n t o s .la l o c u r a con n a d a se satisface. C u a n d o m o r í a n sus r e y e s . le contestó. c u a n d o e r a s b u e n o . p e r o d e s d e q u e te h a s convertido en p a r r i c i d a . decía. Tito Livio d i c a v e r d a d c u a n d o e s c r i b e « q u e el l e n g u a j e de los q u e v i v e n á e x p e n s a s d e los m o n a r c a s está s i e m p r e lleno de o s t e n t a c i o n e s v a n a s y t e s t i m o n i o s f a l s o s » . y p o r el c o n t r a r i o . LUCRECIO.

y en r e d u c i r todo el s é q u i t o á u n c r i a d o con u n a farola. q u e le h a b í a oído d i s p o n e r s e m e j a n t e s p r e p a r a t i vos. e s t i m a n d o q u e e s t o a y u d a r í a á c o n t i n u a r l a s g l o r i a s q u e él h a b í a a l c a n z a d o e n las lides c o n t r a a q u é l l o s A l g u n o s i n d i o s de A m é r i c a e n t r a b a n en c o m b a t e c o n t r a los e s p a ñ o l e s llevando el e s q u e l e t o d e uno d e sus jefes. m a s los s e g u n d o s s u p o n e n l a i d e a de la acción. Tal fué el p r o c e d e r d e M a r c o Emilio Lèpido. E d u a r d o I. atorm e n t a d o p o r f u e r t e s dolores d e p i e d r a . tan d i g n o de m e m o r i a como los p r e c e d e n t e s . e n t r e otros de sus r e l e v a n t e s m é r i t o s . y m e e n c o m e n d a r é á l a voluntad do f . ¿ T e s t i m o n i a f r u g a l i d a d y t e m p l a n z a el e v i t a r los gastos y beneficios d e cuyo d i s f r u t e y c o n o c i m i e n t o no p o d e m o s ya d a r n o s c u e n t a ? Es c u a n d o m á s u n a privación s e n c i l l a y d e poco coste. cada c u a l los d i s p u s i e r a con a r r e g l o á s u e s t a d o d e f o r t u n a . r e y d e E s c o c i a . e m p l e a n d o m u c h o s e j e m p l o s y razones p a r a d e m o s t r a r que tal h o n o r p e r t e n e c í a l e g í t i m a m e n t e á un homb r e d e su r a n g o . y ni a n t e su p r o p i o m é d i c o . ocupó s u s u l t i m a i h o r a s con u n c u i d a d o i n t e n s o en d i s p o n e r la c e r e m o n i a de su e n t i e r r o . si u n a g r a n n e c e s i d a d no me obliga á ello. otros pueblos a m e r i c a n o s l l e v a b a n á la g u e r r a los c a d á v e r e s d e los m á s b r a v o s q u e h a b í a n p e r e c i d o e n las batallas p a r a q u e la f o r t u n a les f u e r a f a v o r a b l e y les sirviesen de e s tímulo. no m u e s t r o á los ojos de n a d i e l a s p a r t e s del c u e r p o que el decoro obliga á t e n e r g u a r d a d a s . en su casa señorial. q u e soy l i b r e de p a l a b r a . p o r j u r a m e n t o s o l e m n e . el cual irohibió á sus h e r e d e r o s q u e p a r a él se llevaran á cabo as c e r e m o n i a s a c o s t u m b r a d a s en tales casos. j a m á s tuvo c r i a d o de t a n t a confianza a u e le p e r m i t i e r a v e r l e c u a n d o h a c i a sus m e n e s t e r e s . q u e no e s t a b a p o r e m p e z a r a volver l a e s p a l d a al e n e m i g o e n los ú l t i m o s m o m e n t o s d e su v i d a . Yo. O t r a preocupación o p u e s t a . m e a c o m o d a r é á l a c o s t u m b r e g e n e r a l . y c u a n t o á los h u e s o s . que no h a y p a r a q u é i n s i s t i r . m a n t u v i e r o n d u r a n t e todo el t r a n s c u r s o d e su vida u n especial c u i d a d o d e r e v e r e n c i a á las p r á c t i c a s religiosas. E n p u n t o á e n t i e r r o . distinguido asi e n l a paz c o m o en l a g u e r r a : a c a b a n d o sus días. D i s g u s t ó m e la relación q u e un noble m e hizo d e un par i e n t e mío. d á n d o l e s i e m p r e l a victoria en las e x p e d i c i o n e s q u e dirigía. c u a n d o ya s e s i n t i ó sin a l i e n t o . El filósofo Lycón o r d e n a c u e r d a m e n t e á s u s a m i g o s que depositen su c u e r p o d o n d e m e j o r l e s parezca. h a l l á n d o s e m o r i b u n d o obligó á su hijo. en consideración de la b u e n a e s t r e l l a q u e en vida h a b í a t e n i d o . y á su m i s m o sob e r a n o . y consiste en c u i d a r s e a e u n modo meticuloso. á c a u s a de sus a c c i o n e s . quiso que l e a r r a n c a r a n la piel d e s pués de m u e r t o y q u e con ella h i c i e r a n u n t a m b o r p a r a toc a r l o en las g u e r r a s q u e e n a d e l a n t e se s o s t u v i e r a n c o n t r a sus e n e m i g o s . c o m o si el destino h u b i e r a f a t a l m e n t e u n i d o la victoria á s u s despojos. Los p r i m e r o s e j e m p l o s n o a t r i b u y e n á los m u e r t o s virtud m á s q u e p o r r e p u t a c i ó n a l c a n z a d a . les dice q u e no s e a n ni d e m a s i a d o m e z q u i n o s ni suntuosos con exceso. s e r i a mi p a r e c e r que e n esta como en todas las d e m á s cosas d e la vida. M e es n e c e s a r i o c o n s i g n a r e s t e o t r o e j e m p l o . p u e s asi su h i s t o r i a d o r como aquel m o n a r c a . en o r d e n a r el e n t i e r r o c o n f o r m e á l a m á s feroz e c o n o m í a . m a n d ó á su m a e s t r e s a l a q u e Te t e n d i e r a al pie d e u n á r b o l de modo q u e p u d i e s e m o r i r con el r o s t r o f r e n t e al e n e m i g o . Quizás m á s d i g n a de s e ñ a l a r s e s e a la acción del c a p i t á n B a v a r d o . d e j a n d o á un lado los n u e s t r o s . ya largos. y p r ó x i m o á c a e r del caballo. m o s t r a b a s u s d e s n u - deces. E l e m p e r a d o r M a x i m i l i a n o . c o n v i e r t e n en tron é l a silla d e s e r v i c i o . bisabuelo del r e y F e l i p e a c t u a l m e n t e en vida. p e r o e n t r e sus c a p r i c h o s tenia el s i g u i e n t e . A t a n supersticioso e x t r e m o llevó su h á b i t o el p r í n c i p e d e que hablo. r e y d e I n g l a t e r r a . A p e n a s h e visto otro caso d e vanidad t a n p e r s e v e r a n t e . Si hub i e r a n e c e s i d a d d e o r d e n a r tales a p r e s t o s . c o m o lo liizo. y en c u a n t o á los funerales. J u a n Z i s k a . o c u l t á b a s e p a r a o r i n a r t a n c u i d a d o s a m e n t e como u n a d o n cella. atribúyolo á c o s t u m b r e piadosa. r e s pondió q u e n o le p a r e c í a b i e n . c u a l e s q u i e r a q u e ésta f u e s e . El m a n d a t o que C i r o hizo á s u s hijos d e q u e ni éstos ni n a d i e viese ni t o c a s e su c u e r p o luego q u e el a l m a se d e s p r e n d i e r a d e la m a t e r i a . á q u i e n se a l a b a p o r ello. que los r e s e r v a s e p a r a llevarlos c o n s i g o en las b a t a l l a s s i e m p r e que h u b i e r a d e s o s t e n e r g u e r r a c o n t r a los e s c o c e s e s . O b t e n i d a q u e f u é la p r o m e s a . m e p a r e c e h e r m a n a r s e con la a n t e r i o r . q u e t r a s t o r n ó la B o h e m i a d e f e n d i e n d o los e r r o r e s d e W i c l e f . q u e c u a n d o d e j a r a d e existir h i c i e r a c o c e r su c u e r p o p a r a s e p a r a r así la c a r n e de los huesos y q u e e n t e r r a s e a q u é l l a . h a b i e n d o c o m b a t i d o m i e n t r a s p a r a ello le qued a r o n f u e r z a s . ni a n t e n i n g u n a o t r a p e r s o n a . bien c o n t r a r í o al d e los p r i n c i p e s q u e . y q u e la p e r s o n a que se los s u j e t a s e t u v i e r a los ojos v e n d a d o s . q u e dispuso e x p r e s a m e n t e e n su t e s t a m e n t o q u e le a t a s e n oien los calzoncillos c u a n d o m u r i e s e . h a b i e n d o "observado e n l a s d i l a t a d a s g u e r r a s que sostuvo con R o b e r t o . y a c o n s e j á n d o l e q u e s e r e t i r a s e del c o m b a t e . suplicóle q u e los de su casa f u e r a n t a m b i é n d e la comitiva. p a r a el d e s p a c h o d e s u s m á s u r g e n t e s n e g o c i o s . p r o p e n d o sin e m b a r go p o r t e m p e r a m e n t o al p u d o r . q u i e n s i n t i é n d o s e h e r i d o de m u e r t e p o r u n a r c a buzazo.cual h a y t a n t o s e j e m p l o s a n t i g u o s . e n los ú l t i m o s i n s t a n t e s . d e q u e t a m b i é n p o d r í a e n c o n t r a r a l g ú n e j e m p l o e n a l g u n a s tamilias. e r a un p r i n cipe á a u i e n a d o r n a b a n muy b r i l l a n t e s dotes y e n t r e o t r a s u n a bel! eza física s i n g u l a r . c u á n t o su p r e s e n c i a h a c i a g a n a r á s u s e m p r e s a s . é hizo q u e todos los n o b l e s q u e le visitaron le d i e r a n p a l a b r a d e a s i s t i r á l a c e r e m o n i a . pareció e x p i r a r c o n t e n t o l u e g o q u e hubo o r d e n a d o á su gusto el a c o m p a ñ a m i e n t o del cortejo f ú n e b r e .

. Tuscul. 30. SAN AGUSTÍN. I I . n i n g u n a p a l a b r a d u r a tuvo p a r a los q u e le j u z g a b a n . p e r d i ó todos los beneficios d6 u n a victoria decisiva p o r no i n c u r r i r en igual d e s g r a c i a q u e los a n t e r i o r e s .. SFCXECA.. qucut. E n n i o c o n c e d e e l s e n t i m i e n t o del r e p o s o á u n c u e r p o sin alma: Ñeque sepulcrum q u o recipiatur. sino q u e se e n c u e n t r e s i t u a d o en l u g a r c o n v e n i e n t e : Venlus ut amittil vires. del propio modo que la d e los a n í m a l e s vivos. Y con el fin d e que p o r d e j a r sin c u m p l i m i e n to las p r o m e s a s que él y s u s c o m p a ñ e r o s h a b í a n h e c h o á las divinidades p o r h a b e r l e s otorgado u n tan señalado t r i u n fo. 1. 402. Cor. spatio diffusus inani*. p a r e c e q u e m e siento m á s aliviado.. e x t r e m a d a m e n t e p r o p e n s o al mal d e gota.. v se sacrificó á s u s caudillos p o r q u e d e s p u é s d e la victoria' s i g u i e r o n l a c o n d u c t a q u e l a ley de la g u e r r a les b r i n d a r a . sin t i t u b e a r . CICEHÓTÍ. en l u g a r de e m p l e a r sus p a l a b r a s en d e f e n s a d e s u c a u s a y d e h a c e r flagrante la e v i d e n t e i n j u s t i c i a d e un d e c r e t o tan c r u e l . á q u i e n los m é d i c o s h a b í a n prohibido r i g o r o s a m e n t e q u e c o m i e r a c a r n e s saladas. l a i r a celeste no d e s c a r g a r a s o b r e los c o n d e n a d o r e s . FALTAN U n noble f r a n c é s . A ñ o s d e s p u é s la f o r t u n a les i n f r i n g i ó el m i s m o c a s t i g o : C a b r i a s . y la c a r n e m o n t e s i n a c a m b i a d e n a t u r a l e z a y s a b o r en los s a l a d e r o s . A q u e l c o m b a t e f u é el m á s r e ñ i d o . non neghgeudus in no- Y m u y s a n t a m e n t e e s c r i b e un p a d r o do la I g l e s i a : Cura tío funeris. opud Cíe. q u o j a c e a s . nos o c a s i o n a dolor el q u e n o e n c u e n t r e m a t e r i a c o n q u e t r o p e z a r . nisi robore d e n s ® Occurrant s i l v a . Al p u n t o *in p r o f e r i r u n a p a l a b r a m á s . d i s i p á n d o s e e n l a v a g u e d a d del a i r e . q u e r i e n d o r e c o g e r a l g u n o s c a d á v e r e s q u e flotaban en el m a r d e j ó s a l v a r s e un n ú m e r o i m p o r t a n t e d e e n e m i g o s . D i a m ó n explicó en q u é c o n s i s t í a n a q u é l l a s . c o r p u s r e q u i e s c a t a m a l i s * ? I g u a l m e n t e l a n a t u r a l e z a nos m u e s t r a q u e a l g u n a s cosas m u e r t a s g u a r d a n todavía r e l a c i o n e s ocultas con la vida : el vino se a l t e r a en las b o d e g a s al t e n o r de los c a m b i o s q u e las e s t a c i o n e s p r o d u c e n las vides. sin q u e r e r s i q u i e r a oír s u s d e f e n s a s . poco m e falta p a r a a e t e s t a r c o n i r r e c o n c i l i a b l e odio l í d a d o m i n a c i ó n p o p u l a r . eonditio sepultura. El o r d e n d e los f u n e r a l e s . ííomb r e dotado de g r a n d e s v i r t u d e s m i l i t a r e s y políticas. LUCANO. l o c o ? Quo non n a t a j a c e n t *. 1. H a c e m á s odiosa t o d a v í a esta ejecución la varonil y «ener o s a c o n d u c t a de D i o m e d ó n . e n c a m i n ó s e ai s u plicio con heroico c o n t i n e n t e . y s e c o m p l a c e n viendo su m a r m ó r e a r e p r e s e n t a c i ó n f u n e r a r i a . p o s t o b i t u m . Totus locus est eontemnendus stris hic in nobis. m a l d i c i e n d o u n a s veces de las s a l c h i c h a s y o t r a s d e la l e n g u a de vaca y del j a m ó n . el c u a l . Tuscul. ¡ Dichosos los q u e s a b e n h a c e r q u e sus sentidos gocen e n p r e s e n c i a de U insensibilidad y vivir de su m u e r t e ! C u a n d o viene á m i m e m o r i a la i n h u i r a n a i n j u s t i c i a del pueblo a t e n i e n s e . 2 . al precepto facultativo : <• M e n e s t e r e s q u e yo e n c u e n tre á m a n o a l g u n a c a u s a á q u e a c h a c a r mi m a l . el m á s e n c a r n i z a d o que los g r i e g o s l i b r a r a n p o r m a r con sus e s c u a d r a s . habeat portum corporis . al d e c i r de a l g u n o s . q u e l e s hicieron p a g a r bien c a r a su i m p o r t u n a superstición : Quaeris. 4 J . Y c o m o el v i e n t o p i e r d e su f u e r z a s si l a s e s p e s a s s e l v a s no irritan s i f u r o r . á los valientes c a p i t a n e s q u e acab a b a n de g a n a r c o n t r a los l a c e d e m o n i c s el c o m b a t e naval q u e se libró c e r c a de l a s islas Arginc/isas. E s u n c u i d a d o q u e d e b e m o s d e s e c h a r p a r a n u e s t r a s p e r s o n a s . 2. a d e l a n t á n d o s e p a r a h a b l a r á sus j u e c e s . d a r el g o l p e e n vago. y así como p a r a q u e la vista d e un p a n o r a m a s e a a g r a d a b l e . ENNIO. 3. q u e le p r e g u n t a en el m o m e n t o d e su m u e r t e c ó m o q u i e r e s e r e n t e r r a d o : • Como m e j o r te c u a d r e . Ubi i e m i s s a h u m a n a v i t a . 1 . Lejos d e ti p a r a s i e m p r e l a paz d e los s e p u l c r o s d o n d e el c a n s a d o c u e r p o b a i l a por ñ n el d e s c a n s o . q u e e r a l a ocasión ú n i c a en q u e le e r a licito h a b l a r . v . rogó sólo á los dioses q u e c o n v i r t i e r a n l a s e n t e n c i a en beneficio de los q u e la d i c t a r o n . m e j o r p r e f e r i r í a i m i t a r ¡i los q u e vivos y r o z a g a n t e s a r r e g l a n y h a s t a d i s f r u t a n del o r d e n y disposición de su s e p u l c r o . a c o s t u m b r a b a á r e p o n e r . a c t . m a s no p i r a n u e s t r o s d e u d o s . quam subsidia mortuorum P o r eso S ó c r a t e s r e s p o n d e á C r i t é n . CAPÍTULO CÓMO E L ALMA D E S C A R G A IV SUS PASIONES SOBRE CUANDO LOS VERDADEROS LA OBJETOS FALSOS. I LI la m e j o r p a r t e en el c o m b a t e c o n t r a Pollis. h a b i e n d o tenido 1. es n e c e s a r i o q u e no e s t é p e r d i d o ni e x t r a v i a d o en la v a g u e d a d del a i r e . l a elección d e s e p u l t u r a y la s o l e m n i d a d d e l a s h o n r a s f ú n e b r e s s o n m e n o s n e c e s a r i o s p a r a la t r a n q u i l i d a d d e los m u e r l o s q u e p a r a e l c o n s u e l o d e los v i v o s . » Si el t e m p l e de m i a l m a a l c a n z a r a á tanto. Dei. a u n q u e en el fondo m e p a r e z c a /a m á s j u s t a y natur a l . magis sunt vicorum solatia. Troad.a q u e l l o s que á la h o r a d e mi m u e r t e m e r o d t e n . u n o de los c o n d e n a d o s . luego de h a b e r oído el d e c r e t o que le c o n d e n a b a . pompa exsequiarum. q u e hizo m o r i r sin r e misión. b r o m e a n do. g e n e r a l d e las f u e r z a s m a r í t i m a s . ¿ Q u i e r e s s a b e r d ó n d e i r á s c u a n d o m u e r a s ? D o n d e e s t á n l a s c o s a s por n a c e r . a l m i r a n t e d e E s p a r t a en l a isla de Naxos. De Cieií. 4 5 . » De la propia s u e r t e q u e c u a n d o a l z a m o s el brazo p a r a s a c u d i r un g o l p e . 111. m e j o r q u e d e t e n e r s e á r e c o g e r y d a r s e p u l t u r a á sus m u e r tos.

En el libro a u e t r a t a d e l Rrjioso del espíritu. Publio y Cneo Escipion. los q u e h a n p e r d i d o al h e r m a n o q u e r i d o á q u i e n l l o r a s . El q u e s e sirve d e m a l a s a r t e s y logra su deseo. desafio al dios -Neptuno. como dice e s t e a n t i g u o p o e t a en u n p a s a j e de P l u t a r c o : Point no s e f a u l t c o u n o u c e r a u x a (Taires. Ciro o c u p ó todo un e j é r c i t o d u r a n t e v a r i o s dias e n v e n g a r s e del rio Gimió. falta de o b j e t o a d e cuado. s e r e p l i e g a . . q n e c a d a c u a l comenzó d e r e p e n t e á llorar y á g o l p e a r s e la c a b e z a . no valiéndose d e s o r p r e s a s ni e m b o s c a d a s n o c t u r n a s . p e r o sólo se da p o r bien d e r r o - 2i0. p o r el t e m o r q u e h a b í a e x p e r i m e n t a d o al c r u z a r l o . con lo c u a l e n c o n t r ó su r u i n a . a c a s o . i v de l a l r a d . a m b o s s o n s i e m p r e defectos que m a r c h a n á 1. q u e la p a r t e afectiva q u e existe en todos los h u m a n o s . como si é s t a t u v i e r a oídos p a r a e s c u c h a r l o s . Se rotat in r u i n a s . con r a z ó n ó sin ella. V I . 37. C a l í g u l a demolió u n a h e r m o s a v i v i e n d a p o r el p l a c e r q u e su i n a d r e h a b í a en ella d i s f r u t a d o . V e m o s pues. le c o n c e d i ó a l e u n o s días de t r e g u a . s e r e v u e l v e n c o n t r a la p i e d r a ó el h i e r r o que los h a h e r i d o . Con todo lo c u a l q u e r í a m o s t r a r s e . 2. s e extravia en si m i s m a si n o se la p r o p o r c i o n a objeto d e t e r m i n a d o . a p a r e n t ó d e s e a r l l e g a r á un a c u e r d o . Asi la o s a d e P a n o n i a m á s feroz d e s p u é s d e h e r i d a . d e d e s e s p e r a c i ó n y c ó l e r a g o l p e a b a su cabeza c o n t r a la m u r a l l a . e n lo c u a l es m e n o s e x c u s a b l e q u e los p r i m e r o s . i n d i g n o de su a l t e z a . d e Amyot. á e j e m p l o d e los tracios q u e . v en m e d i o d e la p o m p a de los j u e g o s c i r c e n s e s . q u e e r a . CAPÍTULO 81 EL JEFE DE UNA A PLAZA V SITIADA DEBE Ó NO SALIR PARLAMENTAR Lucio Marcio. facilitando asi á su e n e m i g o r e c u r sos. y escribió u n c a r t e l d e d e s a f i o al m o n t e Atos. u i n q u e tales actos t i e n e n quizás m á s d e f a n f a r r ó n » ría que de e s t u p i d e z . distraído. q u e p e r m a n e c e ociosa. g u a r d a d o r d e las c o s t u m b r e s d i g n a s de m e m o r i a . hizo q u e q u i t a r a n su i m a g e n de la c a t e g o r í a q u e le p e r t e n e c í a e n t r e los d e m á s dioses p a r a v e n g a r s e de s u s i r a s . p a r a d a r con algo con q u é c h o c a r ? No son las r u b i a s t r e n z a s q u e d e s g a r r a s . el r e y . XXV. El s e n a d o r o m a n o . Cu¡ j a c u l u m p a r v a Libys a m e n t a v i t h a b e n a . v si á tanto a l c a n z a b a su a u t o r i d a d . no t a n t o la estupidez como l a v a n i d a d p e r t i n e n t e á la n a c i ó n á q u e se achac a b a el c u e n t o . y s e v e n g a n á d e n t e l l a d a s s o b r e su p r o p i o c u e r p o . P l u t a r c o dice. C é s a r Augusto. legado de los r o m a n o s en la g u e r r a c o n t r a P e r s e o . d e v u é l v e m e m i s l e g i o n e s ! » Los p r i m e r o s se d i r i g í a n al p r o p i o Dios ó a l a fort u n a . P o r v i r t u d de a q u e l p r o c e d e r r e c h a z a r o u al m é dico t r a i d o r que P i r r o les envió y á los faliscos el p r e c e p tor desleal. j u r ó v e n g a r s e d e tal o f e n s a . ni la b l a n c u r a d e ese p e c h o que d e s p i a d a d a golpeas. g r i t a n d o : « ] V a r o . Tilo Livio d i c e . dice : Jlere omnes repente et offensare capita. q u e t a m p o c o se c r e y e s e en él. o p o r t u n i d a d y t i e m p o p a r a a p e r c i b i r s e m e j o r á la l u c h a . r e f i r i é n d o s e á los q u e tien e n c a r i ñ o á los p e r r i l l o s y á las m o n a s . q u e n u e s t r a a l m a a n t e s se e n g a ñ a á sí m i s m a e n d e r e z á n d o s e á u n objeto frivolo ó fantástico. II ne l e u r c h a u l t d e t o u t e s nos c h o l e r e s ' . del d a ñ o q u e r e c i b i e r o n : P a n n o n i s h a u d a l i t e r p o s l ¡ctura saevior u r s a . q u e r i e n d o g a n a r el tiempo de q u e h a b í a m e n e s t e r p a r a o r g a n i z a r su e j é r c i t o . q u e b r a n t a d a y c o n m o v i d a . s e g ú n Un c u a l e s v e n c e r p o r la f u e r z a e r a m e n o s glorioso q u e v e n c e r p o r el e n g a ñ o . no d a n d o comienzo á una guerra s i n ' a n t e s haberla declarado. t e l u m q u e ¡rata r e c e p t u m Impelit. h a b i e n d o perdido u n a batalla bajo el m a n d o d e Quintino v a r o e n A l e m a n i a . acusó tal p r á c t i c a como e n e m i g a d e la a n t i g u a .d e igual modo p a r e c e q u e el a l m a . s e g ú n los miembros de aquel cuerpo. 1. ¿ Á c u á n t a s c a u s a s no a c h a c a m o s los m a l e s q u e nos acont e c e n ? ¿ E n q u é no nos f u n d a m o s . Los c a m p e s i n o s d e c í a n c u a n d o yo e r a mozo q u e el r e y de u n a n a c i ó n v e c i n a . c u a n d o t r u e n a ó r e l a m p a g u e a . combatir frente á frente. q u e la calvicie a l i g e r a el d o l o r . H a b l a n d o Tito Livio del e j é r c i t o r o m a n o q u e peleaba en E s p a ñ a d e s p u é s de l a p é r d i d a d e los dos h e r m a n o s . rey de M a c e d o n i a . y a ñ a d e b r o m e a n d o : « P e n s a b a . y á veces desp u é s de h a b e r s e ñ a l a d o p r e v i a m e n t e l a h o r a y el l u g a r d e la batalla. LCCANO. p e r s i g u i é n d o l o y daiulo vuol l a s c o n é l . los g r a n d e s c a p i t a n e s 2. ni de h u i d a s a p a r e n t e s v a t a q u e s i n e s p e r a d o s . a n t e s q u e p e r m a n e c e r ociosa se f o r j a c u a l q u i e r a . s e d a p o r s a t i s f e c h o . la par. El filósofo Bión h a b l a de u n r e y á q u i e n la p e n a hizo a r r a n c a r s e los c a b e l l o s . T a l e r a el p r o c e d e r de los r o m a n o s e n oposición á la sutileza g r i e g a y á la a s t u c i a p ú n i c a . y m e n o s a ú n c u a n d o . c . p o r frivolo q u e sea. h a b i e n d o r e c i b i d o de Dios u n a t u n d a de palos. p r e c i s a e n t o d a ocasión p r o c u r a r l a a l g ú n fin e n el cual se e j e r c i t e . h a b i e n d o sido sorp r e n d i d o p o r u n a t o r m e n t a en el m a r . N u n c a a c a b a r í a m o s de e s c r i b i r v i t u p e r i o s c o n t r a los des ó r d e n e s de n u e s t r o e s p í r i t u . y f u riosa q u i e r e m o r d e r el acero q u e la d e s g a r r a . « ¿ Q u i é n no ha visto m a s c a r y t r a g a r las c a r t a s ó los d a d o s á m u c h o s q u e p e r d i e r o n e n el j u e g o su d i n e r o ? J e r j e s azotó al m a r . a r r o j a n flechas al cielo p a r a c a l m a r las iras de la n a t u r a l e z a . p a r a ello o r d e n ó q u e d u r a n t e diez a ñ o s ni se r e z a s e ni s e h a b l a s e del Criador. E n fin. c l s c c u m f u g i e n t e m c i r c u i t liaslam *. busca en otra p a r t e la c a u s a d e t u s q u e j a s . Asi los a n i m a l e s llevados d e su f u r o r .

-Menos e s c r u p u l o s o s n o s o t r o s . El h o m b r e virtuoso y p r u d e n t e d e b e s a b e r q u e la sola victoria v e r d a d e r a e s la q u e p u e d e n a p r o b a r el h o n o r y la b u e n a f e FLOBO I 12 3. q u e defendían áMouson peleando cont r a el d u q u e d e N a s s a u . p r e c i s a a ñ a d i r u n trozo de Ja del z o r r o . E n el r e i n o de T e r n a t e . .0S a c o ' e " t o s ' d e s t i n a la vic- señor del E s c u t se a c e r c ó p a r a p a r l a m e n t a r . al que sale d e tal s u e r t e q u e l a v e n t a j a y s e g u r i d a d p e r m a n e c e n d e su p a r t e . q u e h a b i é n d o s e p r o d u cido a l g ú n d e s o r d e n d u r a n t e la e n t r e v i s t a . se sintió s i n g u l a r m e n t e r e c o n o c i d o al e n e m i g o . el castillo q u e d ó e n t e r a m e n t e d e s t r u i d o . hizo q u e m a r g r a n p a r t e del castillo. a n rae. d e s p u é s d e h a b e r dado la siguiente noble r e s p u e s t a : « N o estimo q u e otro sea m á s t u e r t e que yo. así ofensivas como d e f e n s i v a s v a n á e m p l e a r s e e n la l u c h a tal f o r m a l i d a d c u m p l i d a . á l a m e r c e d del cual se e n c o m e n d ó . que a d v e r t í a n á éstos un m e s a n t e s d e e c h a r las t r o p a s al campo p o r medio del c o n t i n u o t o q u e d e l a c a m p a n a . y p r a c t i c a m o s l a d o c t r i n a de L i s a n d e r . d a m o s la p a l m a sólo al que v e n c e . en tanto que d i s p o n g a d e m i e s p a d a ». en la ciudad d e N o r a . T e n g o s i e m p r e confianza en la b u e n a fe de los d e m á s .de et sapiens sciet et integra dignitate. E u m e n e s . q u e m a n d a b a la plaza. <• que j a m á s el g o b e r n a d o r de u n a fortaleza sitiada s a l g a á p a r l a m e n t a r ». calificaban d e traición el q u e d u r a n t e las g e s tiones p a r a l l e g a r á un a c u e r d o s e les h a b í a s o r p r e n d i d o y dejado m a l t r e c h o s . q u i e n fué c e r c a d o en el castillo de C o m m e r c y p o r los i n g l e s e s . obligado p o r A n t í g o n o q u e la sitiaba á salir p a r a h a b l a r l e . E s principio recibido e n t r e todos n u e s t r o s g u e r r e r o s . Los a n t i g u o s florentinos e s t a b a n tan lejos de a l c a n z a r p o r s o r p r e s a v e n t a j a s o b r e sus enemigos. Pongamos 4 p r u e b a el e s f u e r z o d e n u e s l r o s p e c h o s 'para T e r si e r e s t a Ü Z . B a r t o l o m é d e B o n n e s . m a s sin e m b a r g o no d e b e conced e r s e crédito de u n o s p a r a otros h a s t a que las ú l t i m a s form a l i d a d e s e s t é n bien d e t e r m i n a d a s . testimonio de ello es el caso de E n r i q u e d e Y a u x . q u e l l a m a b a n Martinella. caballero d e la C h a m p a g n e . V i r t u t e e x p e r i a m u r *. como h i z o e n la c i u d a d de Reggio el c o n d e Guido de R a n g a n (si c o n c e d e m o s crédito á Bellay. el cual decía« Donde no b a s t a l a p i e l del león. vir salea sanctus fi. sino p o r el v a l o r . D e d ú c e s e de aquí que e s a s b u e n a s g e n t e s no h a b í a n a c e p t a d o c o m o j u s t a esta h e r m o s a s e n t e n c i a : Dolus. ceram esse parabitur\ añade Cicerón. n o sólo el s e ñ o r del Escut y los suyos se v i e r o n debilitados. p r e f i e r o e n t r e g a r m e á la f r a n q u e z a y crédito en la lealtad a j e n a . Eam qux. n o consintió en a u a n d o n a r su puesto h a s t a q u e Antígono le dió á su s o b r i n o en r e h e n e s c o n f o r m e h a b í a pedido. sin e m b a r g o . De V a u x f u é invitado á p a r l a m e n t a r en su p r o v e c h o p o r el sitiador. si sus e n e m i g o s no l l e g a n á un a c u e r d o . número de c o m b a t i e n t e s . 2. » L a s m á s f r e c u e n t e s o c a s i o n e s d e s o r p r e s a s e s a c a n d e esta s e n t e n c i a . p u e s Guicciardini a s e g u r a q u e f u é él el a u t o r del hecho). de m o d o q u e el f u e g o a m e n a z a b a a c a b a r con las vidas d e los q u e se h a l l a b a n d e n t r o . D i s c ú l p a s e . sino que Alejandro Trivulcio f u é m u e r t o y el p r o p i o del Escut vióse obligado. e n f r a n c a y a b i e r t a l u c h a . y d e clarado a m p l i a m e n t e las fuerzas de que disponen. c u a n d o el EI¿Í¡£O? ¡ M P 0 R T A CIUE S E LRIÜNÍE EN B U E N A Ó EN M A L A L I D ? VIRGILIO. S i e m p r e h a sido abandon a r s e al a z a r el fiarse e n la licencia de u n ejército victorioso. c o n d u c t a que acaso h u b i e r a sido veroíimil en otros siglos. c u a n d o m i e t e r m i n a c i ó n h i c i e r a s u p o n e r ó p r e s u m i r la d e s e s p e r a c i ó n ó la falta d e v a l o r . no p o r el e n g a ñ o n i el azar. Como queda dicho en el capitulo a n terior n u e s t r o m o d o d e o b r a r se a p a r t a e n t e r a m e n t e d e tales c o s t u m b r e s l e j a n a s . § e r o mal de mi g r a d o m e e n c o m e n d a r í a á ella. p o r q u e p e r m a neció a q u é l tan c e r c a d e su fortaleza. p a r a m e j o r d e f e n s a . es c o s t u m b r e n o e m p r e n d e r g u e r r a a l g u n a sin h a b e r l a a n t e s a n u n c i a d o . A p e n a s llegó el f u e g o á la m i n a . no se le ocultaba. Vosne v e l i t . de ejército á e j é r c i t o . en a t e n c i ó n á q u e el s e g u n d o e r a el m á s f u e r t e . a n v i r t u s q u i s in h o s l e r e q u i r a t *? Refiere Polibio q u e los a q u e o s d e t e s t a b a n en sus g u e r r a s todo propósito e n g a ñ o s o .16 ENSAYOS DE MONTAIGNE tado el q u e r e c o n o c e h a b e r l o sido. m u n i c i o n e s y q u é g é n e r o de a r m a s . q u i d v e f e r a l . CAPÍTULO HORA PELIGROSA DE LOS VI PARLAMENTOS P o c o ha h e visto en el t e r r i t o r i o de mis vecinos d e M u s s i d á n q u e los que f u e r o n a r r o j a d o s p o r n u e s t r o ejército y sus aliados. no t i e n e n a q u é l l o s i n c o n v e n i e n t e en s e r v i r s e de c u a n t o s m e d i o s e s t á n e n su m a n o p a r a l o g r a r l a victoria. á s e g u i r al c o n d e y á cobijarse bajo la b u e n a fe de éste al r e s g u a r d o del peligro en la ciudad. F u é esto m a l visto en tiempos r e c i e n t e s y r e p r o c h a d o á los s e ñ o r e s de M o n t mord y de 1 Assigny. f o r s . n o e s t i m a n d o victoria b u e n a m á s que a q u e l l a e n q u e l o s e s f u e r z o s del e n e m i g o f u e r o n bien abatidos. e n c a s o c o n t r a r i o . que figura e n t r e las n a c i o n e s q u e líos c o m p l a c e m o s e n l l a m a r b á r b a r a s . y asi lo h i z o . No l e s fué m a l á a l g u n o s fiándose en la p a l a b r a del sitiad o r . y a u n e n t o n c e s q u e d a todavía b a s t a n t e e n q u e p e n s a r . a l e g a n d o q u e e r a d e razón que saliese á su e n c u e n t r o . r e g n a r e e r a . Como su c o m p l e t a r u i n a . victoriam.

Y e x p r e s á n d o s e todavía de modo más generoso. s e q u e viro v w Conlulit. logrando así que a c a b a r a n las h o s t i l i d a d e s . que defendía la ciudad. e n c o n t r ó á s u r e g r e s o la plaza tomada.n y . ya á la p e r i c i a . Eneida. así como de su falta de valor. S i e m p r e que para ello tropezamos con ocasión favorable nos prevalemos de la torpeza de n u e s t r o s enemigos. ó hizo con ellos pacto de c o n s i d e r a r l o s como amigos del pueblo r o m a n o asi como de e n t r a r en el territorio como en ciudad confed e r a d a . rey de I n g l a t e r r a . aconteció el hecho. y después de h a b e r llevado á cabo un furioso ataque. le p e r s i g ú e le alcanza y le ataca d e Ircnte. n e c j a c t a caecum d a r é c ú s p i d e r n l m i s : Obvius a d v e r s o q n e o c c n r r i t . comenzó á p a r l a m e n t a r desde un baluar e. Nadie debe s a c a r provecho de la ignorancia a j e n a . h a u d turlo melior. y B e r t h e v i l l e . a quien querían p e r s u a d i r p a r a que se a p r o v e c h a r a de la ventaja que la oscuridad y la n o c h e le proporcionaban para a t a c a r á Darío: . h a b i e n d o puesto todo su conato en a p o d e r a r s e de la ciudad de P h o c e s no consiguió su intento á causa de la s i n g u l a r proeza dc'sus habitantes. habiendo ya adelantado tanto que se d a b a ya por hecho. a p o d e r á r o n s e de la ciudad é hicieron nn gran destrozo. n i l a n z a r u n solo dardo q u e los ojos de s u enemigo no p u e d a n v e r p a r t i r . Yo sé de a l g u n o s q u e h a n i n t e r p r e t a d o este principio de diverso modo. C u e n t a la g u e r r a con privilegios r a z o n a b l e s que la razón no a p r u e b a . ni yo tampoco. p a d r e del e m p e r a d o r Carlos V. rc-spondio. oietorúe pudeat2. X. el s e ñ o r Juan Ro1. » Atque i d e m f u g i c n l e m h a u d est d i g n a t u s Oroden S l e r n e r e . M a s tarde. pero el filósofo Crisipo no hubiera sido de este p a r e c e r . no esta en mi ir en busca de victorias de mala ley : malo me fortuna* pxnileat. en el siglo de Roma en que florecieron los m á s justos c a p i t a n e s v en que las milicias estaban m e j o r r e g i m e n t a d a s . Fú il v i n c e r s e m p r e m a i laudabil c o s a . h a b i é n d o l e sitiado el e m p e r a d o r e n persona. F a b r i c i o Colona. las de A u b i . A u n q u e merezca ¿rran crédito en tales cosas. Lucio Emilio Regilo. l u g a r t e n i e n t e del citado conde salido á p a r l a m e u tar. y a n t e s u s ojos vió que s a q u e a r o n b u e n a parte de Ja plaza : la v e n g a n z a y la avaricia s o b r e p u j a r o n la autoridad del jefe.De n i n g ú n modo. de O/fir. El s e ñ o r de Aubigny puso cerco á Capua. asi como la disciplina militar. para d e s i g n a r l e de u n a m a n e r a más honrosa. C Mejor q u i e r o q u e j a r m e d e mi m a l a f o r t u n a q u e a v e r g o n z a r m e de la victo- " 3 'Íi\*a U ívo *Masenco'no s e d i g n a d e r r i b a r á Orodcs e n s u f u g a . a d v e r s a r i o d e l e n g a n o q u i e r e v e n c e r solo p o r el esfuerzo de s u valor. y no se cumple aquí la m á x i m a Neminem id arjere. s e d forlibus a r n u s CAPÍTULO . y acabó con todos. c o n vino con don F e l i p e . que se d e f e n d i e r o n á maravilla. ni de los dioses ni de los h o m b r e s . 17. III. Va s e d e b a la victoria al a z a r . p r e t o r r o m a n o . en Ligny. sin e m b a r g o . como e x p e r i m e n t a d o capitán y filósofo de los p r i m e r o s discípulos de Sócrates. H a b i e n d o dicho guer r e r o a j u s t a d o u n a t r e g u a de siete días con los argianos tres solamente eran pasados cuando cargó s o b r e ellos h a llándose dormidos. habiendo i n c u r r i d o en el desacierto de salir á parlam e n t a r con el condestable. s i e m p r e e s gloriosa. f u é ésta tomada por sorp r e s a . en que le h i c i e r a e n t r e g a del duque do 1. Vincasi o p e r f o r t u n a o p e r i n g e g n o dicen los que asi o b r a n . euarn Vil QUE LA INTENCIÓN JUZGA N U E S T R A S ACCIONES Dícese que la m u e r t e nos libra de todos nuestros compromisos. los españoles p e n e t r a r o n en la plaza y procedieron como si h u b i e r a n g a n a d o la victoria. 0 . el g r a n A l e j a n d r o Polipercón. aquél estaba p o r cima de toda justicia. ut ex alterius prcedetur inseitia 1 mero. donde el conde de B n e n n e e j e r cía el mando. E n r i q u e VII. El m a r q u é s de P e s c a r a sitiando a Genova. AmosT °2. ni tampoco la p i e r n a p a r a que caiga. d u r a n t e esta operación la ciudad se e n c o n t r ó t o m a d a . pero me sor- p r e n d e la extensión que Jenofonte da á aquéllos á juzgar por las ideas y por las diversas expediciones del e m p e r a dor de quien escribió las hazañas. d o n d e el duque Octavio F r e g o s o m a n d a b a bajo la protección f r a n cesa. VIRGILIO. m i e n t r a s sus g e n t e s se habían descuidado algún tanto. no estuvo en las m a n o s del p r e t o r el c o n t e n e r á s u s soldados. mas h a b i é n d o s e efectuado la e n t r a d a en compañía de su ejército p a r a d a r m a y o r p o m p a al espectáculo.'8 E N S A Y O S DE MONTAIGNE La o b s e r v a n c i a de la p a l a b r a dada á a n a ciudad que se rinde quedó g e n e r a l m e n t e incumplida al d e j a r la e n t r a d a libre á los soldados v e n c e d o r e s . Los dioses vengaron tan pérfida r sutileza. R e c i e n t e m e n t e en Ivoy. 7 3 i . alegando como d e fensa de su p r o c e d e r que en el convenio hecho no se había nal) ado de las noches. pues decía que aquellos que compiten en la c a r r e r a deben e m p l e a r todos los r e c u r s o s de que disponen. p o r m á s esfuerzos que hizo. pero e n m a n e r a alguna les es licito p o n e r m a n o e n el adversario p a r a detenerle. En ocasión de c e l e b r a r s e u n p a r l a m e n t o e n t r e los magistrados de la ciudad de Casilinum. C i c e n ó s . Decía C l e ó m e n e s que cualquiera que f u e r a el daño que al e n e m i g o se luciera en la g u e r r a . estando ya de a c u e r d o a m b o s caudillos. en B a r r o i s . hijo del e m p e r a d o r Maximiliano. vo no puedo a c e p t a r c o m o buenos esos privilegios en todas sus partes. y que e r a a d e m á s a j e n o á ley n i n g u n a . estando y a a punto de ratificarse. .

si no se los ocupa en l a b o r d e t e r m i n a d a que los s u j e t e y c o n t r a i g a se l a n z a n d e s o r d e n a d a m e n t e en el vago campo de las fantasías. ni al p r e t e n d e r b o r r a r falta tan g r a v e m e d i a n t e s a c r i f i c i o tan escaso. El a l m a se p i e r d e c u a n d o no tiene u n fin establecido. p a r e c i ó m e no p o d e r prest a r beneficio m a y o r á mi espíritu q u e d e j a r l o en p l e n a l i b e r t a d . P e r o el r e y d e I n g l a t e r r a . t o m a cien v e c e s m á s c a r r e r a q u e c u a n d o el j i n e t e lo 1. s u e n e m i g o . El e s p í r i t u s e e x t r a v i a e n l a o c i o s i d a d . Q u i s q u í s u b i q u e h a b i t a t . Alusión á los q u i s t e s d e l o v a r i o . 4. n i a l a p l a z a r cosa t a n u r g e n t e . a u t radiantis i m a g i n e l u n a . sin e m b a r g o a la h o r a de m o r i r o r d e n ó á s u hijo en el t e s t a m e n t o q u e dier a m u e r t e á Suffol en c u a n t o él h u b i e r a e x h a l a d o el ú l t i m o s u s p i r o . F o r j á n d o s e q u i m e r a s q u e s e m e j a n á los e n s u e ñ o s d e u n e n f e r m o . Con s e m e j a n t e p r o c e d e r n a d a h a c e n de eficaz. 3.VIRGILIO. asi a c o n t e c e con los e s p í r i t u s . s e e l e v a . s u m m i q u e ferit loquaeria tecti * . Máxime n u s c u a m h a b i t a t Yo. Eneida. y llevándolo h a s t a m á s a l l á del s e p u l c r o . j a m q u e s u b auras Erigitur. en e s a t r a g e d i a d e los c o n d e s d e H o r n y H e g m o n d q u e el d u q u e d e A l b a nos hizo v e r en B r u s e l a s hubo toda s u e r t e d e a c o n t e c i m i e n t o s n o t a b l e s . q u e se d e t u viese d o n d e t u v i e r a p o r c o n v e n i e n t e . J u e c e s i n j u s t o s que j u z g a n c u a n d o c a r e c e n ya d e c o n o c i m i e n t o d e c a u s a . i r r i t a n d o al o f e n d i d o cont r a su m e m o r i a . d a n éstos m u e s t r a d e e s t i m a r en poco su propio h o n o r . * CAPÍTULO DE LA VIII OCIOSIDAD Como v e m o s los t e r r e n o s baldíos. p o r esto. como t a m p o c o el a r q u i t e c t o d e q u e n o s h a bla Heródoto. si p u e d o . l a e j e c u c i ó n d e su deslealtad. con lo cual e s p e r a b a que p u d i e r a en lo sucesivo a d q u i r i r m a y o r m a d u r e z . El c o n d e de H e g m o n d . su satisfacción d e b e s e r m á s j u s t a y m e r i t o r i a • ia p e n i t e n c i a exige el sacrificio. su s e ñ o r . C u a n d o el caballo escapa solo. d i s p o n e r s e á e n t r e g a r l o s p o r su t e s t a m e n t o . si son f e c u n d o s y f é r tiles. a u n c u a n d o h u b i e s e sobrevivido al conde de H o r n . e s t a r en todas p a r t e s no es e n c o n t r a r s e en n i n g u n a . f a l t a n d o á la p a l a b r a d a d a p o r d e s i g n i o . v a n ® F i n g u n t u r s p c c i e s *. 22. m a s yo c r e o q u e . Omnia pervolitat late l o c a . No p o d e m o s m a n t e n e r n o s m á s a l l á de n u e s t r a s f u e r z a s ni de n u e s t r o s m e d i o s . d e q u e m i m u e r t e diga n a d a que m i v i d a n o h a y a s o s t e n i d o y a b i e r t a famente declarado. Eneida. E s t e debe s e r m a y o r c u a n t o que p a g a n á r e g a ñ a d i e n t e s . en ella se f u n d a n y e s t a b l e c e n p o r n e c e s i d a d todas l a s r e g l a s del d e b e r del h o m b r e . d e s p u é s d e su m u e r t e . . como Variara s e m p e r d a n t otia m e n t e m *.20 ENSAYOS DE MONTAIGNE Siiffol d o /a R o s a l l a n c a . q u e ú l t i m a m e n t e m e he recogido e n mi c a s a decidido en c u a n t o de m i v o l u n t a d d e p e n d a á p a s a r en reposo y solo la poca vida q u e m e queda. n o h a y n a d a tan r e a l en n u e s t r o a l b e d r i o c o m o la v o l u n t a d . LUCASO. T o d a v í a son m á s d i g n o s de r e p r e n s i ó n los que g u a r d a n l a d e c l a r a c i ó n de a l g u n a odiosa v o l u n t a d h a c i a el p r ó j i m o p a r a sus ú l t i m o s i n s t a n t e s . a b a n d o n a d o á sus propias t u e r z a s . y no hay e n s u e ñ o n i l o c u r a que el e n t e n d i m i e n t o n o e n g e n d r e en a g i t a c i ó n s e m e j a n t e : Velut ®gri somnia. rogó con g r a n d e i n s i s t e n c i a q u e s e le h i c i e r a m o r i r el p r i m e r o á fin d e p a g a r con su v i d a la del c o n d e d e H o r n . con la c o n d i c i ó n d e q u e n o a t e n t a r í a c o n t r a l a v i d a d e dicho d u q u e . d e s c i e n d e y h i e r e el a r t e s o n a d o t e c h o con s u s m o v i b l e s reflejos. p o b l a r s e de mil s u e r t e s de h i e r b a s e s p o n t á n e a s é inútiles. o c u r r e p r e c i s a m e n t e lo contrario. el cual g u a r d ó I e a l m e n t e d u r a n t e toda su vida el secreto del l u g a r e n que s e e n c o n t r a b a n los t e s o r o s del r e y de Egipto. Yo m e g u a r d a r é . n o p u e d e e n c o n t r a r e x c u s a r. Sicut a q u ® t r e m u l u m labris ubi lumen a h e n i s Solé r e p e r c u s s u m . I V . P o c o ha. el c o n d e de H e g m o n d q u e t e n i a su a l m e y v o l u n t a d s u j e t a s á su p r o m e s a . bien que la Jacuitad d e e f e c t u a r l a n o e s t u v i e r a en su m a n o . pues como suele d e c i r s e . V I H . 2. h a biéndola ocultado toda su v i d a . y p o r q u e n u e s t r o s e s f u e r z o s y e j e c u c i o n e s n o r e s i d e n e n m o d o a l g u n o en n u e s t r o p o d e r . y al m o r i r lo d e s c u b r i ó á s u s hijos. q u e h a b í a h u i d o y b u s c a d o asilo en los P a í s e s B a j o s . q u e d a b a sin d u d a libre de su d e b e r . n o h a b i e n do s a b i d o h a c e r e x t i n g u i r s u odio p o r el r e s p e t o d e la m u e r t e m i s m a .or h a b e r dejado p a r a d e s p u é s d e l a m u e r t e . Así. L a m u e r t e n o d e s c a r g ó al p r i m e r o d e la fe p r o m e t i d a . y q u e p a r a q u e p r o d u z c a n p r o v e c h o s a m e n t e es p r e ciso cultivarlos y s e m b r a r l o s d e d e t e r m i n a d a s s e m i l l a s p a r a n u e s t r o s e r v i c i o . bajo cuya f e y s e g u r i d a d su c o m p a ñ e r o s e e n t r e g o al d u q u e . Asi c u a n d o e n u n v a s o d e b r o n c e u n a o n d a a g i t a d a r e f l e j a l a i m a g e n d e l s o l ó l o s p á l i d o s r a y o s d e la l u n a . la l u z v o l t e a i n c i e r t a . H e visto a l g u n o s h o m b r e s q u e e n vida r e t u v i e r o n á ' s a biendas i n t e r e s e s a j e n o s . y el s e g u n d o p u d o e s t a r l i b r e sin s u c u m b i r . e n g e n d r a n d o mil i d e a s d i f e r e n t e » . y asi como v e m o s á las m u j e r e s p r o d u c i r solas m o n t o n e s i n f o r m e s de c a r n e y que p a r a q u e r e s u l t e u n a g e n e r a c i ó n p r o v e c h o s a y n a t u r a l es n e c e s a r i o d e p o s i t a r e n ellas otra semilla. y m e n o s t o d a v í a su c o n c i e n c i a . 7 0 1 .

como s u e l e h a c e r casi todo el m u n d o . ó a l t e r a n y t r a s t o r n a n aquello q u e es v e r d a d e r o . y d e un defecto n a t u r a l h a c e n u n defecto d e c o n c i e n c i a : « Olvidó. Si m e h a l l a r a favorecido p o r tal facultad h u b i e r a e n s o r d e c i d o á mis a m i g o s con m i c h a r l a . sin d a r s e t r e g u a ni reposo. vale t a n t o como i r c o n t r a su c o n c i e n c i a . p o r consiguiente. de falta de s e n s a t e z : no e s t a b l e c e n distinción a l g u n a e n t r e m e m o r i a y e n t e n d i m i e n t o . C A P Í T U L O IX DE L O S M E N T I R O S O S No h a y n i n g ú n h o m b r e m á s d e s a c e r t a d o que yo p a r a hab l a r d e m e m o r i a . A d e m á s de la f a l t a n a t u r a l q u e e x p e r i m e n t o ( e n v e r d a d vista su n e c e s i d a d P l a t ó n h a c e bien en n o m b r a r l a d i o s a g r a n d e y p o d e r o s a ) si e n m i p a í s q u i e r e n s e ñ a l a r á un hombre" falto de s e n t i d o . » A d e m á s . los l u g a r e s y libros q u e veo p o r s e g u n d a ó t e r c e r a vez. los a s u n t o s . a s e g u r a n q u e d e c i r m e n t i r a es d e c i r cosa falsa q u e s e tomó p o r v e r d a a e r a . y que. esto no se r e l a c i o n a s i n o con los que dicen algo c o n t r a r i o á lo q u e s a b e n . como si me a c u s a r a . Algo une sirve d e consuelo e n esta falta de m e m o r i a el c o n v e n c i m i e n t o de q u e es un m a l d e q u e m e valgo p a r a c o r r e g i r otro peor. f o r m a n idea d e m i afección p o r mi m e m o r i a . tantos m o n s t r u o s fantásticos. d i g n o de g a n a r r e p u t a c i ó n y n o m b r a d i a . p u e s sólo m e r c e d á la m e m o r i a se a l m a c e n a n las e s p e c i e s q u e el juicio no p r o c u r a . B i e n sé q u e ios retóricos establecen diferencia entre mentir y decir m e n t i r a . Como rezan v a r i o s e j e m p l o s s e m e j a n t e s del p r o g r e s o d e la n a t u r a l e z a . m i e n t r a s buscan el p u n t o p a r a c e r r a r el p a s o : m a r c h a n f a r a m a l l e a n d o v a r r a s t i ú n d o s e como homb r e s q u e s u c u m b e n d e debilidad. éstos ó lo i n v e n t a n todo á su guisa. en latin. E s cosa l a m e n t a b l e . al d e s p e r t a r en m i la facultad q u e yo poseo d e m a n e j a r l o s y e m p l e a r l o s . p a r a n o e c h a r en olvido la o f e n s a q u e h a b í a r e c i b i d o d e los a t e n i e n ses. y q u e l a definición de l a p a l a d r a mentir. d e d o n d e n u e s t r a l e n g u a la h a t o m a d o . que f á c i l m e n t e h u b i e r a g e r m i n a d o en m i y el cual es la a m o i c i ó n . S o b r e todo son p e l i g r o sos los viejos en q u i e n e s p e r m a n e c e vivo el r e c u e r d o de las cosas p a s a d a s y q u e p e r d i e r o n la m e m o r i a d e s u s repeticion e s . no s e a c u e r d a de s u s a m i g o s . h a c i a q u e u n p a j e le r e p i t i e r a al oído t r e s v e c e s . la a u s e n c i a de m e m o r i a h a fortificado en m i o t r a s facultades á m e d i d a q u e ésa m e ha f a l t a d o . E q u i v ó c a n s e t a m bién no h a c i é n d o m e justicia. siemp r e q u e s e s e n t a b a á la m e s a : • S e ñ o r . m i d i s c u r s o p o r l a m i s m a razón tampoco es m u y e x t e n s o ni dilatado. p u e s p o r e x p e r i e n c i a se ve q u e las m e m o r i a s e x c e l e n t e s suelen a c o m p a ñ a r á los juicios débiles. yo lo veo p o r a l g u n o s d e m i s a m i g o s . h a c e r ó c a l l a r esto ó aquello p o r la e s t i m a c i ó n q u e m e tiene. T o d a s las d e m á s son en mi viles y c o m u nes. h e c o m e n z a d o á p o n e r l o s p o r escrito. dicen d e ól q u e n o t i e n e m e m o r i a . e s p e r a n d o con el tiempo que se averg ü e n c e al c o n t e m p l a r i m a g i n a c i o n e s t a l e s . He visto r e l a c i o n e s m u y a g r a d a b l e s c o n v e r t i r s e e n a b u r r i d a s en la boca d e u n a n c i a n o . Q u e se disi* mulé. c u a n d o m e quejo de l a falta d e l a mía m e r e p r e n d e n y no q u i e r e n c r e e r m e . de t e n e r b u e n a m e m o r i a f á c i l m e n t e s e g u i r í a las h u e l l a s a j e n a s . y si no lo es. E s cosa h a r t o difícil c e r r a r u n a relación y c o r t a r l a u n a vez q u e s e ha c o m e n z a d o . a c o r d a o s de los a t e n i e n s e s . p e r o n o m e p e r j u d i c a . n o lo hago n u n c a . es difícil . al p o n e r l a en su l u g a r u n i n t e r l o c u t o r . q u e p a r a p o d e r c o n t e m p l a r á mi gusto l a i n e p t i t u d y s i n g u l a r i d a d de los m i s m o s . r e t r o c e d e n e n su n a r r a ción. como decía C i c e r ó n . hav t a n t a r a z ó n p a r a m a l d e c i r d e su feliz m e m o r i a como d e s u j u i c i o d e s d i c h a d o . c a r g á n d o l a con t a n inútiles detalles. m i espíritu ocioso e n g e n d r a t a n t a s q u i m e r a s . p o r q u e cada u n o d e los c i r c u n s t a n t e s las h a b í a oído cien v e c e s p o r lo m e n o s . e s t a s ú p l i c a ó esta p r o m e s a . a p a r t e d e s e r e x c e l e n t e amigo. L a s e g u n d a v e n t a j a d e l a falta d e m e m o r i a consiste e n r e c o r d a r m e n o s las o f e n s a s r e c i b i d a s . d i c e n . pues. en el r e s p e c t o s i g u i e n t e : q u i e n como yo n o s a b e h a c e r bien n a d a . A h o r a bien. sin o r d e n n i c o n c i e r t o . p e r o e n c u a n t o á m e m o r i a m e c r e o un e n t e s i n g u l a r y r a r o . á los c u a l e ? m e r e f i e r o . se m e o f r e c e n s i e m p r e como u n a n o vedad. Darío. a l a r g a r í a n e n d e m a s í a mis disert a c i o n e s . p a r a ello seria m e n e s t e r un protocolo. sin h a c e r l o c o n s i s t i r e n malicia y m u c h o m e n o s en u n a m a l i c i a q u e s e o p o n e a b i e r t a m e n t e á mi c a r á c t e r . p u e s es t a n e s c a s a l a q u e t e n g o que no c r e o q u e h a y a en el m u n d o n a d i e á q u i e n falte m á s que á m i esta facultad. No sin r a z ó n s e dice q u e o u i e n n o se s i e n t a f u e r t e de m e m o r i a debe a p a r t a r s e de la m e n t i r a . p e r o d e j a r d e c u i d a r m e del e n c a r g o q u o un a m i g o m e ha confiado. a h o g a n todo el i n t e r é s .c o n d u c e . A u n e n t r e las p e r s o n a s d o t a d a s d e tacto veo m u c h a s q u e q u i e r e n y n o p u e d e n a p a r t a r s e d e la c a r r e r a e m p r e n d i d a . yo p u e a o f á c i l m e n t e olvidar. que si lo q u e r e f i e r e n e s i n t e r e s a n t e . lo c u a l a g r a v a m i s i t u a c i ó n . u u e s p í r i t u l a n g u i d e c e r í a p o r no e j e r c e r sus p r o p i a s facultades. C u a n d o c a m b i a n y d e s f i g u r a n u n a cosa. 110 se h a a c o r d a d o d e decir. ve que p a r a ellos l a s m i s m a s p a l a b r a s q u e a c u s a n m i e n f e r m e d a d r e p r e s e n t a n la i n g r a t i t u d .» A la v e r d a d . p u e s n o p u e d e s o p o r t a r la falta d e m e m o r i a q u i e n e s t á s u m i d o e n los negocios del m u n d o . á m e d i d a que la m e m o r i a l e s r e p r e s e n t a d caso d e q u e h a b l a n p o r todas sus fases. mi defecto. q u e se sirve de las e x l r a n a s o p i n i o n e s p o r tenerla-? p r e s e n t e s e n l a m e n t e . n a d a h a y q u e m e j o r p r u e b e la f u e r z a de un caballo q u e el q u e se p a r e n e t o v e n r e d o n d o .

con m u c h o mayor motivo que otros pecados. y había recibido d e su señor la misión de disculparle á los ojos del m o n a r c a á causa de u n suceso de i m p o r t a n c i a grave. sin perjuicio de sus i n t e r e s e s . para c u b r i r las a p a riencias. disgustóse por ello' lo cual á mi ver dió l u g a r á lo que sucedió después. I. p u e s estas c i r c u n s t a n c i a s en las cuales q u i e r e n p r e s c i n d i r de su fe y de su conciencia. y n o podía descubrir. bien en los a s u n t o s que negocian. llamado Maravilla. otras a m a r i l l o . hija del rey de D i n a m a r c a . CAPÍTULO i x 25 que u n a cara. es p e r e g r i n o el t r a b a j o que cuesta y lo imposible q u e es llevarla á buen c a m i n o . que habiéndolo advertido el e m p e r a d o r . El rey F r a n c i s c o I se a l a b a b a de h a b e r arrollado por medio de tales artes á F r a n c i s c o T a v e r n a . Nal. Si conociéramos todo su h o r r o r y t r a s c e n d e n cia. ae donde r e s u l t a que t r a t á n d o s e de la m i s m a cosa. No m e d e t e r m i n o á a s e g u r a r que yo f u e r a capaz p a r a salir de u n d u r o aprieto ó de un peligró evidente y e x t r e m o . so pretexto de u n a m u e r t e misteriosa. No somos h o m b r e s ni estamos ligados los unos á los otros más que por . E r a este legado h o m b r e famosísimo en la ciencia de la c h a r l a . y f u é q u e . á una C iersona de un modo. habiéndose acomodado p r i m e r a m e n t e e n su memoria é impreso en ella p o r la via del conocimiento y de la ciencia. De lo cual h e tenido e x p e r i e n c i a frecuente en casos graciosos ocurridos á e x p e n s a s de los que form a n c o n s t a n t e m e n t e el propósito de s e r de la m i s m a opinión de la p e r s o n a á quien h a b l a n . De todos modos acontece q u e . F r a n c i s c o T a v e r n a se e n c a r g ó d e t e r g i v e r s a r lo acontecido (el r e y había reclamado á todos los principes de la cristiandad y al duque mismo). q u e es al p r e s e n t e d u e ñ a do L o r e n a ) . y desde que la l e n g u a tomó esa falsa dirección. despachado con c a r tas secretas y p a r t i c u l a r e s instrucciones como e m b a j a d o r . la m e n t i r a no tuviera más Ío r t u n a esta clase de h o m b r e s L I B R O i . como no hay n i n g u n a impresión c o n t r a r i a que choque á su falsedad". tanto m e n o s s e m e j a n e q u i v o c a r s e . y las c i r c u n s t a n c i a s del p r i m e r a p r e n d i z a j e . e m b a j a d o r de F r a n cisco Sforza. ésta carece de todo fundamento. el í ® H r i n h n i t o 1 I é incierto. bien p o r d a r satisfacción á los g r a n d e s . P u m o . la perseguiríamos á s a n g r e y fuego. tampoco acen p e r d e r el recuerdo de la p a r t e falsa ó bastarda. pero que en a p a r i e n c i a s i m u l a r a residir en el país p o r s u s negocios particulares. como la m e n t i r a es u n c u e r p o vano y sin fundam e n t o . si ésta no es fuerte y bien templada. para e s t a r i n f o r m a d o de las cosas de Italia. De modo q u e dos h o m b r e s d e n a c i o n e s d i s t i n ü s no son h o m b r e s coranap a r a d o s el u n o con >n el o t r o . á quien habían llevado á Milán sus negocios 1. preciso es que sus p a l a b r a s se diversifiquen á m e d i d a que aquéllas c a m b i a n . P i m í o dice que nos e n c o n t r a m o s más á ¡>usto e n c o m p a ñ í a de u n p e r r o conocido que en la de u n h o m b r e cuya veracidad de l e n g u a j e desconocemos. quien. estando s u j e t a s á cambios frecuentes. d u q u e do Milán. y que se les a t o r m e n t a por acciones irreflexivas que c a r e c e n a e i m p o r t a n c i a y c o n s e c u e n c i a . esa r c i é n d o s e de diversas s u e r t e s e n el espíritu. de e m p l e a r u n a d e s c a r a d a y s o l e m n e m e n tira. estaríamos m e j o r dispuestos p a r a conocer aquella. p a r é c e n m e s e r las faltas que d e b i e r a n á todo trance combatirse : a m b a s cosas crecen con ellos. los cuales no ven que si la reputación la a c o m p a ñ a . Es á la verdad la m e n t i r a un vicio maldito.24 E X S A Y O S DE MONTAIGNE que se desconcierten. . uno soto [ c o n d u c e á él.. v en sus declaraciones relató mil p a t r a ñ a s . m a s el reverso de la verdad reviste cien mil figuras y se extiende por un campo indefinido. s a s t r e . tal cual es. pues tomaríamos por cierto fo opuesto á lo que dij e r a el e m b u s t e r o . el duque mando que le cortaran la cabeza de noche. Vil. las cuales no t i e n e n i n c o n v e n i e n t e en inc u r r i r en este vicio. u n a s veces dicen gris. que no p u e d e t e n e r el pie tan seguro ni asentado. p e r m a n e c i ó tanto tiempo cerca de ese p e r s o n a j e . de donde había sido e x pulsado. A esta comisión se prestó un caballero milanés. El rey. á o t r a de m a n e r a distinta. l a palaJjra. y algo m e n o s la t e s t a r u d e z . caballerizo de la •casa r e a l . habiendo el proceso durado sólo dos días. Los nitagoricos c r e e n que el bien es cierto y limitado. llisl. escapa fácilmente á la m e m o r i a . e n a t e n c i ó n á que su idea. incluso del ducado de Milán. lo cual era posible fing i r porque el poder del d u q u e dependía más del e m p e r a dor (sobre todo en aquella época en que p r e p a r a b a el m a t r i m o n i o con su sobrina. p o r errores inocentes. Y si por a c o m o d a n opiniones tan cont r a r i a s ¿en qué se convierte tan h e r m o s o a r t e ? ¡ á m á s de >¡ue i m p r u d e n t e m e n t e ellos m i s m o s se desconciertan con tanta f r e c u e n c i a ! P o r q u e . e n t r e oirás que su s e ñ o r j a m a s consideró al m u e r t o sino como gentilhombre privado y subdito suyo. decidió enviar c e r c a de Sforza un g e n t i l h o m b r e que le sirviera de hecho de e m b a j a d o r . T r a b a j a en m i casa u n buen m u c h a cho. Yo c r e o que de ordinario se castiga á los muchachos sin c a u s a justificada. Si como la v e r d a d . ¿ de qué m e m o r i a no h a b r í a n m e n e s t e r p a r a a c o r d a r s e de t a n t a s f o r m a s diversas como forjaron de u n mismo a s u n t o ? En mi tiempo he visto e n v i d i a r á alg u n o s esta clase de habilidad. Ut externus alieno non sit homines viceEl l e n g u a j e falso e s en efec to m u c h o m e n o s sociable que el silencio. que tal personaje tuviera n i n g u n a relación ni comunicación con nosotros. La mentira sola. á quién j a m á s oí decir verdad más que cuando l e conviene. p o r donde acontece que c o m u n m e n t e vemos m e n t i r á p e r s o n a s que por otros respectos son excelentes. En aquellos otros que i n v e n t a n fondo y forma. y llevando a d e m á s otras de recomendación p a r a el d u q u e e n favor de s u s a s u n t o s particulares. Mil caminos desvian del fin. es difícil que no se p r e s e n t e á la i m a g i n a c i ó n desaloj a n d o la falsedad.

como a c o n t e c e c u a n d o el a g u a p u g n a p o r salir d e u n depósito q u e r e b a s a y n o e s b a s t a n t e g r a n d e el b o q u e t e de d e s a g ü e . h a b i é n d o s e l a s c o n un h o m b r e d e t a n a g u z a d o olfato c o m o F r a n c i s c o I. a b a n d o n a d a á si m i s m a se a r r a s t r a y l a n g u i d e c e . y t a r e a m á s a p t a del juicio la lentitud y el reposo. tal es al m e n o s m i opinión. que d e b í a m á s á la f o r t u n a q u e á la actividad y diligencia de su e s p í r i t u . Q u i e n p e r m a n e c e m u d o si c a r e c e de tiempo p a r a p r e p a r a r su discurso y a q u e l á quien el tiempo no p r o c u r a v e n t a j a s de h a b l a r m e j o r se e n c u e n t r a n en igual caso. y en tales nat u r a l e z a s lo q u e l i b r e m e n t e y como j u g a n d o no se p r o d u c e .particulares. P u e d e s u p o n e r s e cómo f u é cogido en l a t r a m p a . el a b o g a d o tiene por necesidad que improvisar y ser apto para ía'polémica. E l p a p a Julio II envió u n e m b a j a d o r al r e y d e I n g l a t e r r a p a r a i m p u l s a r l e á l a g u e r r a c o n t r a el r e y F r a n c i s c o . de lo cual. Asi c o m o se r e c o m i e n d a á las d a m a s los j u e g o s y ejercicios c o r p o r a l e s q u e c o n t r i b u y e n a l a c r e c e n t a m i e n t o de su b e lleza. que e n cualq u i e r a ocasión e s t á n p r e s t o s á l a r e s p u e s t a . asi v e m o s que e n t r e los q u e poseen el d e l a e l o c u e n c i a . E s t a cualidad de a l g u n o s h o m b r e s la conozco yo p o r e x p e r i e n c i a p r o p i a . E s t a e l o c u e n c i a . el deseo d e t r a b a j a r con acierto y el r e c o g i m i e n t o del e s p í r i t u . n u n c a h a b l a n n a d a que a n t e s no h a y a n bien m e d i tado y r e f l e x i o n a d o . h o m b r e a d i e s t r a d o e n el foro y tenido en g r a n r e p u t a c i ó n c o m o abogado. p o r d e s i g n i o propio. e r a un a u x i l i a r d e F r a n c i a . o t r o s . ni m u c h o m e n o s q u e f u e r a su r e p r e s e n t a n t e . Sin e m b a r g o . h á c e n l e e n c o n t r a r dificultades. CAPÍTULO DEL HABLAR PRONTO X Ó TARDÍO No á todos f u e r o n c o n c e d i d o s todos los d o n e s . á lo c u a l el p o b r e h o m b r e . c o m o el r e y d e I n g l a t e r r a ins i s t i e r a e n su r e s p u e s t a s o b r e los o b s t á c u l o s q u e veía p a r a d i s p o n e r l o s p r e p a r a t i v o s n e c e s a r i o s con q u e c o m b a t i r á un s o b e r a n o tan p o d e r o s o . la agitación c o n s t i t u y e su vida y su e n c a n t o . lo i m p r e v i s t o t i e n e m á s . p o r la n o c h e . ocurrió que el s e ñ o r P o y e t . c o n v i e n e l a abogacía. q u e n o e r a o t r a que l a de e m p u j a r l e d e s d e luego á l a l u c h a . m e n o s vivos. sin e m b a r g o d e lo cual. La l a b o r del abogado" e s m e n o s viable q u e la del p r e d i c a d o r . p o r c i e r t a a r i d e z y r u d e z a q u e la l a b o r i m p r i m e en las p a r t e s laboriosas del i n g e n i o . tal g é n e r o d e e l o c u e n c i a n e c e s i t a q u e el o r a d o r no sea a g i t a d o . llevóle p o r íin al p u n t o de l a e j e c u c i ó n . y h a b i é n d o l a bien p r e m e d i t a d o de a n t e m a n o (algunos d i c e n que ya l a traía r e d a c t a d a d e P a r í s ) . P o r e s t a s p a l a b r a s . s i n t i é n d o s e i n c a p a z el a b o g a d o f u é precisó q u e el c a r d e n a l del Bellay h i c i e s e de o r a d o r en la c e r e m o n i a . y sus d i s c u r s o s no s o n n u n c a i n t e r r u m p i d o s . p u e s tal e s t a d o s e r i a d e m a siado t i r a n t e . en la e n t r e v i s t a del p a p a C l e m e n t e con el rey d e F r a n c i a . q u e se llevó á cabo c o m o q u e d a d i c h o . si yo tuviese q u e a c o n s e j a r q u é g é n e r o d e e l o c u e n c i a d e l a s dos c i t a d a s conviene m á s al p r e d i c a d o r y al abogado. y q u e s a c a b a g r a n p a r t i d o c u a n d o le i n t e r r u m p í a n . y c e r c á n d o l e p o r todos lados. s i n o m á s bien s o l i c i t a d o . a c o m p a ñ a s i e m p r e á aquellos que n o p u e d e n s o s t e n e r u n a m e d i t a c i ó n c o n t i n u a d a . y que. c o n f u n d i d o p o r completo. á lo m e n o s en F r a n c i a . A d v e r t i d o d e ello el p a p a f u é r o n l e c o n f i s c a d o s todos los b i e n e s y faltóle poco p a r a p e r d e r la vida. y c o m o á e s c o n d i d a s . facilidad y r é p l i c a tan o p o r t u n a s . E n la n a t u r a l disposición d e m i espíritu n o m e e n c u e n t r o en mi e l e m e n t o . el d u q u e n o h u b i e r a c o n s e n t i d o q u e h u b i e s e t e n i d o l u g a r d u r a n t e el dia. L u e g o que f u é c o n o c i d a su misión. u n o s tienen la p r o n t i t u d . T e m í a n sus a d v e r s a r i o s mortificarle d e miedo que la cólera no d u p l i c a r a la f u e r z a de su e l o c u e n cia. e n c o n t r a m o s m e j o r e s a b o g a d o s q u e p r e d i c a d o r e s . e n t i e n d o que el q u e no s e a i m p r o v i s a d o r es m á s a p t o p a r a o r a d o r s a g r a d o . e n e s t a c r e e n c i a el p a p a m a n d ó al rey el a r g u m e n t o del d i s c u r s o que le p a r e c í a m á s a p r o p i a d o á las circ u n s t a n c i a s . r e s p o n d i ó p a r a e c h á r s e l a s de sencillote. tampoco se a l c a n z a p o r n i n g ú n otro m e d i o . y que e r a e n todo c o n t r a r i o al del d i s c u r s o p r e p a r a d o p o r el s e ñ o r P o y e t . A d e m á s d e esto. C u é n t a s e q u e S e v e r o Casio h a b l a b a m e j o r sin p r e p a r a c i ó n a l g u n a . d e m a s i a d o e n t e n s i ó n y c i r c u n s c r i t o en su e m p r e s a . bien a j e n a s á su m i s i ó n . c o m o a c o n t e c í a á Casio. E l r e y á su vez. a c o r r a l á n d o l e con diversas o b j e c i o n e s y p r e g u n t a s . d e modo q u e l a a r e n g a d e é s t e f u é ya inútil y le e r a n e c e s a r i o p r o n u n c i a r la o t r a . p r e c i s a el c a l o r y q u e las f a c u l t a d e s se d e s p i e r t e n p o r las o c a s i o n e s i n e s p e r a d a s y f o r t u i t a s . el pontífice t e m i ó q u e el o r a d o r n o estuviese todo lo p r u d e n t e q u e e r a m e n e s t e r y q u e pudiera o f e n d e r á los e m b a j a d o r e s d e los d e m á s p r i n c i p e s q u e le r o d e a b a n . A los que" poseen a q u e l l a c u a l i d a d o c u r r e l e s á v e c e s que n o h a n m e n e s t e r e s t a r conmovidos ni mortificados p o r s u s pasione s p a r a l l e g a r á l a e l o c u e n cia. el m i s m o dia q u e t e nia q u e p r o n u n c i a r l a . añadiendo además que no sabia que pertenec i e r a á l a c a s a del s o b e r a n o . al q u e p o r el c o n t r a r i o lo es. El o r a d o r s a g r a d o d i s p o n e s i e m p r e del tiempo n e c e s a r i o p a r a p r e p a r a r s u s o r a c i o n e s . reci- bió la comisión de p r o n u n c i a r u n a a r e n g a a n t e el p a p a . q u e p o r r e s p e t o á su m a j e s tad. ó s e a q u e el e m b a j a d o r . De a l g u n o s otros d e c i m o s q u e d e n u n c i a n el a c e i t e y l a l á m p a r a . el e m b a j a d o r replicó t o r p e m e n t e que él p o r su p a r t e l o s h a b í a pesado t a m b i é n y se los h a b í a h e c h o p r e s e n t e s al p a p a . P a r e c e q u e e s m a s a d e c u a d a l a b o r del e s p í r i t u la improvisación y el r e p e n t i z a r . el r e y i n f i r i ó lo q u e s e c o r r o b o r ó d e s p u é s .

N a d a s e g a n a con s a b e r lo i r r e m i s i b l e . la compañía. nuestra religión los h a abolido. dependía de los augurios que de ellos se alcanzaban.. por los s u e ñ o s y por los p r o d i g i o s . la misma afección que profesaba al rey se lo impedía. ¿ P o r q u é . s o b e r a n o m a e s t r o d e los d i o s e s . sea cual fuere la constelación que hubiera contemplado. 5 7 . 6. CICERÓN. los espíritus. sin embargo. cerca de él. mucho tiempo antes de la venida de Jesucristo habían comenzado ya á caer en descrédito. y contribuirá á que yo mismo me asombre de mi incertidumbre. 3. los sueños y otras cosas. asi públicas como privadas. de Nal. que tenían por fundamento la anatomía de los animales muertos en los sacrificios. no perdimos. si mortalis ultra Fas trepidat. ut nihilpossitesse eontemptius^t Pero en cuanto á los demás pronósticos. cada cual habla del ingenio. y había sido muy favorecido por nuestra corte y por el monarca.. deor. al vuelo de las aves (Aves quasdam. Sollicitis v i s u m m o r t a l i b u s a d d e r e c u r a r a Noscant v e n t u r a s u t d i r á p e r o m i n a c i a d o s ? Sit s u b i t u m . multa portentis3). ^ z x . y luego no sé lo que con ella quise decir . Suele acontecerme también que la inspiración me favorece más que el raciocinio. y también ante sus amigos. III. Los d i o s e s d e j a n p o r p r u d e n c i a en l a o s c u r i d a d m á s t e n e b r o s a los a c o n t e - 2. el tono mismo de mi voz sacan más partido de mi espíritu que el que yo encuentro cuando á solas lo sondeo y ejercito. deor. se decidió á cambiar de partido. 3.fuerza que yo. CICERO». y q u e é s t e p u e d a al m e n o r e s p e r a r t e m b l a n d o ! LCCANO. dejemos tales distingos. 2. a ñ a d i s t e á l a s d e s d i c h a s d e los h u m a n o s esta triste i n q u i e t u d ? ¿ Por q u é h a c e r l e s conocer m e d i a n t e horrorosos p r e s a g i o s s u s d e s a s t r e s f u t u r o s ? ¡Haz q u e n u e s t r o s m a l e s n o s c o j a n d e ¡roposv i s o . se dejó influir tan fuertemente por los pronósticos que corrían por todas partes en provecho de Carlos V. á quien debía la merced del marquesado. al curso de los ríos (Multa cernunt aruspices. y otros en que la antigüedad fundamentaba la mayor parte de las em presas que acometía. y en desventaja nuestra (hasta en Italia. Pero condújose cual hombre trabajado por pasiones encontradas. s i t c ® c a f u t u r i ílens hominum f a t i . que en Roma por esta creencia do nuestra ruina se perjudicaron nuestros fondos públicos). y eso después de habérsela disputado durante largo tiempo.. multa vatieinationibus. 1 . de Nal. llidetque. P r u d e n s futuri temporis exitum Caliginosa nocte premit d e u s . multa oraculis declarantur. que fué confiscado á su hermano. I I . cui licet i n d i e m D i x i s s e : VIXI. II. entre nosotros todavía algunos medios de adivinación por medio de los astros. rerum augurandarum causa natas esse putamus2). las figuras corporales. y careciendo además de razón para ello. me parece muy digno de consideración: mandaba éste las tropas del rey Francisco en Italia. Quedan. y a u n a n t e s . non modo nostra asíate. q u o d e u m q u e p a r a s . según la fuerza del suyo).. r e c t o r O l v m p i . deor. En ocasiones escribiendo se me escapa alguna sutileza (bien se me alcanza : insignificante al entender de otro. pues disponiendo á su arbitrio de fuerzas y ciudades. ni un solo hombre. según Platón. generalmente mas claro que la luz del mediodía. 1. teniendo el ejército enemigo. No teniendo ocasión de cambiar de bando. CICERÓN. y las tropas francesas sin la menor sospecha de traición. He aquí por quó el ejemplo de Francisco. en su daño. I I . Ule p o t e n s s u i . y cuya constitución interna. a veces cualquiera otro descubre su sentido antes que yo. después de condolerse con frecuencia ante los suyos de los males que veía cernerse sobre la corona de Francia. m u c h o s s u c e s o s s o n a n u n c i a d o s p o r l o s o r á c u l o s y o t r o s por lus a d i v i n o s . 64. puntiaguda para el mío. ¿ P o r q u é en n u e s t r o s d í a s . la ocasión. II. si es que puede haber elección ni comparación posibles en cosas de tan poca monta. que mandaba Antonio de Leyva. á los rayos. C r e e m o s q u e liav a v e s q u e n a c e n e x p r e s a m e n t e p a i a s e r v i r a l a r t e da los a u g u r e s . De modo que en mi las palabras aventajan á los escritos. apenas si dejaría ninguna transcrita. non cduntur. 63. Sólo nos enajenaron la ciudad de Fossano. multa augures provident. 4 . todos los cuales acreditan 1. C A P Í T U L O XI DE LOS PRONÓSTICOS Por lo que toca á los oráculos. al patear de las gallinas. Cicerón pretende buscar la causa de este decaimiento. sin e m bargo.. marqués ae Saluzzo. n o s e c o n f i a va en t a l e s o r á c u l o s ? E x i s t e a l g o q u e s e d e s d e ñ a t a n t o c o m o el t r i p o d c d e Üelfos ? CICERÓN dt ÍM I T A R . la curiosidad furiosa de la h u m a n a naturaleza. L s t u s q u e d e g e t . quo se p r e ocupa de las cosas venideras como si no tuviera bastante con digerir las presentes: C u r h a n c tibí. los a u g u r e s p r e v é n t a m b i é n u n n ú m e r o i m p o r t a n t e . miserum est enim nihil proficientem anae'2. liceal sperare timenti Ne utile quidern est seire quid futurum sit. Si suprimiera todas las frases en que tal me acontece. q u e el p o r v e n i r s e a d e s c o n o c i d o p a r a e l h o m b r e . 2 . sed jamdiu. á pesar de todo. donde estas profecías habían encontrado tantos crédulos. Los a r ú s p i c e s v e n m u c h a s c o s a s . multa somniis.a casualidad me hará ver luego claramente su alcance. e r a s vel a t r a Nube polum paler occupato Vel s o l é puro *. . d e Na!. 1 4 . y dice: Cur isto modo jam oraeula Delphls. p u e s e s n n a d e s d i c h a a t o r m e n t a r s e e n v a n o .

así ramo sus n o m b r e s y fisonomías. serian capaces d e e n c o n t r a r en los e s c r i t o s c u a n t a s . No los t e n g o p o r m á s v e r a c e s p o r q u e a l g u n a vez a c i e r t e n . quod u l t r a eat Odesit c u r a r e ' ^ S e e n g a ñ a n los q u e c r e e n e n el p r i n c i p i o s i g u i e n t e de Cicerón : ista sic reeiproeantur. e s t a n d o en S a m o t r a c i a . abad. c a l a b r é s q u e p r e d e c í a todos los p a p a s v e n i d e r o s . y se ríen del mortal q u e l l e r a s u s inquietudes m á s lejos . HORACIO. S e r i a i r p o r m e j o r c a m i n o q u e h u b i e s e u n a r e g l a para e q u i v o c a r s e s i e m p r e . p u e d e r e i n t e g r á r s e l e al país. de Divin. se g u a r d a r á bien d e inquietarse por el porvenir. p o r q u e e s t a c i r c u n s t a n c i a t i e n e m u c h o de r a r a . et. 1. los q u e e s t á n d o t a dos del a r t e sutil de a c o m o d a r m i s t e r i o s y d e d e s c i f r a r l o s . CICEROS de Ditin. alguna vez s e ha d e acertar. 3. a . -29 v siguientes. Por lo q u e toca á los q u e c o m p r e n d e n el lenguaje d e las aves y á Ioi q u e consultan el hígado d e un animal m e j e r q u c s u propio raciocinio. E n todos los E s t a d o s s e h a d e j a d o s i e m p r e á l a f o r t u n a u n a buena p a r t e en la g o b e r n a c i ó n d e los negocios. os feliz: sí>l*-6s_diclias« lle 10 q W £ l U l l i g d e J e c M ^ . f u e r a n s i e m p r e i m p o r t a n t e s v d i g n a s d e llegar al fin. como f r e c u e n t e s e r a n en S ó c r a t e s . v e h e m e n t e y fortuito.3 0 ENSAYOS DE MONTAIGNE I. ' ' ' ' 1. en u n a l m a tan bien g o b e r n a d a como la d e e s t e filósofo. q u e d e la p r o p i a s u e r te q u e los e s p í r i t u s a g u d o s y ociosos. Magis a u d i e n d u m q u a m a u s c u l l a n d u m ccnseo 3 . a c h a c a á a q u é l l a l a solución de muc h o s casos i m p o r t a n t e s . E l d e m o n i o d e S ó c r a t e s e r a acaso u n cierto i m p u l s o d e su v o l u n t a d que se a p o d e r a b a d e él sin el d i c t a m e n d e su raciocinio. HA fuwtriiVíñn c o n d u c i d o s f u e r a . colofonio. A tales i m p u l s o s d o j yo m á s a u t o r i d a d q u e á la reflexión. y si los b u e n o s e m p e o r a n de naturaleza. si dii sint. H a y q u i e n e s t u d i a y c o m e n t a los c a l e n d a r i o s p a r a explí c a r s e el p r e s e n t e y a d i v i n a r el p o r v e n i r . de Diriu. d e t e n e r s e e n b a g a t e l a s s e m e j a n t e s . no es p e r e g r i n o q u e e n u n c i e la v e r d a d y l a m e n t i r a : quis estenim. los h o m b r e s P O C O s e g u r o s d e sus f u e r z a s . pues facilita m a r a v i l l o s a m e n t e tal designio el l e n g u a j e obscuro. d e a s a p e t e c i e r a n . Odas. . i n t e n t ó d e s a r r a i g a r toda s u e r t e d e a d i v i n a c i ó n . P o r lo que á m i toca. "Vo h u b i e r a q u e r i d o r e c o n o c e r p o r mis p r o p i o s ojos a q u e l l a s dos m a r a v i l l a s : el l i b r o de J o a q u í n . y el d e L e ó n . sit dioinatio 2 . Con m á s r a z ó n dice Pacuvio: Nara istis qui linguam avium intellígunt. v t a n d e p u r a d a p o r el n o i n t e r r u m p i d o ejercicio de la t e m p l a n z a y la virtud. C a d a cual s i e n t e en si m i s ino a l g ú n a m a g o d e e s a s a g i t a c i o n e s á que d a m a r g e n u n impulso p r o n t o . II. y los n a c i d o s de m a t r i m o n i o s m a l o s sean f u e r a . c u e n t e s . 111. q u e f u e ron en m a y o r n ú m e r o . ahí no se v e n sino l a s o f r e n d a s d e los q u e se l i b r a r o n . » Dice Cicerón. q u e p r e d e c í a los p a t r i a r c a s y e m p e r a d o r e s g r i e g o s .. s o b r e n o m b r a d o el ateo. d i a : ^ P T i ' ^ q u e m a ñ a n a J ú p i t e r empaneTaaíTMsfeiS' con tristes n u b e s ó n o s c o n c e d a ' u n (tía sereno. 6 . Un espíritu satisfecho del p r e s e n t e . v l a s p a l a b r a s y c i e n c i a del idolo. non aliquandoeollineet'*. Con m i s \ propios ojos h e tenido ocasión d e a d v e r t i r q u e en los t r a s ' t o r n o s públicos.. % 59. . 16. Sólo quien es dueño d e si mismo. las d e los que p e r e c i e r o n . U n l a b r a d o r q u e a r a b a u n campo vió s u r g i r d e la t i e r r a á T a g e s . no figuran p a r a n a d a . Si a l g u n o d e éstos meinra. entien do yo q u e v a l e roás o¡rlos q n e creerlos. i n creíble y p r o d i g i o s a . el e m p e r a d o r . d i j é r o n l e .ailiis ¡u praesens a n i m a s . 6. y se d e c a n t a m u c h o lo q u e p o r r a r a casualidad se adivina. v da t a n t a i m p o r t a n c i a á esta elección fortuita. 1.. 2. dii sint. y son tan p e r e g r i n a m e n t e dichosos. c o n t e s t ó . al cual s u s a u t o r e s n o d a n n i n g ú n s e n t i d o claro a fin de que la p o s t e r i d a d p u e d a a p l i c a r l e el q u e m e j o r l a acomode. ut et. s e m i d i ó s d e r o s t r o infantil p e r o d e senil p r u d e n c i a . a u n q u e t e m e r a r i a s y s e v e r a s . . puede desterrárselos. qui totum diemjaculans. . s ! se tira todo el d i a á la s u e r t e . El t a n c e l e b r a d o a r t e d e a d i v i n a c i ó n de los toscanos n a ció del m o d o s i g u i e n t e . q u e e n c e r r a ban los p r i n c i p i o s d e a d i v i n a c i ó n . « Y q u é p e n s á i s a h o r a . He aquí su d i l e m a : Si existe la adivinación. vosotros q u e c r e e i s que los dioses m e n o s p r e c i a n o c u p a r s e de las cosas h u m a n a s . C a d a c u a l a c u d i ó al l u g a r del h a llazgo. q u e sólo J e n ó f a n e s . . P l u s q u e ex alieno jecore sapiunt quam ex sno. p u e s á n a d i e se le o c u r r e t o m a r nota de s u s d e s d i c h a s c u a n t o é s t a s s o n m á s o r d i n a r i a s y f r e ! cimientos venideros. como en o t r a s u p e r s t i c i ó n c u a l q u i e r a . v e r o s í m i l e s que t a l e s inclinaciones. si dioinatio sit. apud Cíe. e n t r e todos loa filósofos q u e r e c o n o c i e r o n la e x i s t e n c i a d e los dioses. a b u s c a r ) e n el cielo la c a u s a d e su mal por a c c i o n e s r e p r o c h a b l e s . y diciéndolo todo. PACUVIO. q u é decís de t a n t o s h o m b r e s salvados p o r su a y u d a ? — E s bien sencillo. q u e debe. a a l g u i e n q u e le m o s t r ó en un templo m u c h a s o f r e n d a s y c u a d r o s llevados p o r g e n t e s q u e s e h a b í a n salvado d e un naufragio : . m e j o r p r e f e r i r í a g o b e r n a r m i s actos por I la s u e r t e d e los d a d o s q u e en virtud d e p a t r a ñ a s s e m e j a n t e s .. en su t r a t a d o d e política. \ s e l a n z a n . a m b i g u o y fantástico d e la j e r g a p r o f é tica. hay d i o s e s : si h a y dioses hay adivinación. y los h e e x p e r i m e n t a d o tan d é b i l e s en razón y violentos en p e r s u a s i ó n y d i s u a s i ó n . r e s pondió del modo s i g u i e n t e . D i á g o r a s . 2O. q u i e r e . p o r ellos m e d e j o llev a r t a n útil y f e l i z m e n t e q u e podría decirse que encierran algo d e la inspiración divina. que o r d e n a q u e los hijos n a c i d o s d e m a t r i m o n i o s h o n r a d o s s e a n e d u cados en el país. f u e r o n c u i d a d o s a m e n t e recogidas y g u a r d a d a s p o r espacio de m u c h o s siglos. CICERÓK. No es por tanto p e r e g r i n o q u e h a y a m o s visto a l g u n a s veces en su daño á a l g u n o s e s p í r i t u s elevados.. . Odas. e n t r e o t r a s cosas. P l a t ó n . que los m a t r i m o n i o s se h a g a n e c h a n d o la s u e r t e e n t r e los buenos. HORACIO. Si a l g u n o d e éstos m e j o r a d e condición..

y m á s d e u n o h u b o q u e p o r h a b e r a l z a d o la m a n o ó L I B R O I . que s i n q u e el m a r q u é s viese q u e d i s p a r a b a n c o n t r a él se e c h ó á u n lado. p e r o o t r a s con los m o v i m i e n t o s del c u e r po m á s bien se r e c i b e el d i s p a r o q u e se evita. c o m i s a r i o d e la a r t i l l e r í a . n i d e q u e el e n e m i g o p u d i e r a a p o d e r a r s e .la m i r a a l t a ó baja en cosa tan i n s t a n t á n e a ? £uede í a y o r razón h a y p a r a c r e e r q u e la f o r t u n a favorece el e s - p a n t o u n a s veces. no p u d i e n d o c o n s e g u i r a b r i r l a falange p e r s a . s i n o t a m b i é n l a u dables. Llora. ' q u e l e s valió la victoria. A l g u n o s p u e b l o s belicosos a p e l a b a n e n los c o m b a t e s á la f u g a como p r i n c i p a l v e n t a j a . r e p o n e el filósofo. e n la expedición á P r o v e n z a q u e c o n t r a noso t r o s e m p r e n d i ó el e m p e r a d o r C a r l o s V . q u i e n d e f e n d í a el v a l o r d i c i e n d o « q u e consistía en m a n t e n e r s e firme en su p u e s t o c o n t r a el a d v e r s a r i o ». sin a l t e r a c i ó n a l g u n a . tuvo el b u e n a c u e r d o d e a g a c h a r s e . q u i e n e s le m o s t r a r o n al s e ñ o r d e V i l l i e r s . s i t u a d a e n las t i e r r a s q u e l l a m a n del V i c a r i a d o . hizo r e i r p o r lo m e n o s á sus c o m p a ñ e r o s . i n f e c c i o n á n d o l a y c o r r o m p i é n d o l a . nación h e c h a m á s que n i n g u n a á c o m b a t i r á pie firme. s i n o q u e va p e n e t r a n d o h a s t a el l u g a r d o n d e la razón s e enc u e n t r a . s e sobrecoja p o r e j e m p l o a n t e la t e m p e s t a d del cielo. viendo p o n e r fuego á u n a pieza q u e se h a l l a b a f r e n t e á él. No obstante. p e r s i g u i é n d o l a s . IV. L a c o n s t a n c i a consiste p r i n c i p a l m e n t e en s o p o r t a r á pie firme las d e s d i c h a s i r r e m e d i a b l e s . . p u e s ¿ q u é m a t e r i a de reflexión h a b e r en .mcce I n a l t e r a b l e Eneida. E l p e r i p a t é t i c o n o se libra d e l a s p e r t u r b a c i o n e s . d e no h a b e r l o h e c h o asi. Á lo cual r e p u s o I n d a t h y r s e s . e n los c a ñ o n e o s es p e l i g r o s o m o v e r s e del l u g a r que s e o c u p a p o r el t e m o r d e l d i s p a r o . p e r o q u e si t a n t a e r a su v o l u n t a d d e atacarle. 1 . L o r e n z o d e Médicis.ENSAYOS DE MONTAIGNE CAPITULO XII DE LA FIRMEZA L a ley d e resolución y firmeza no n o s o r d e n a que d e j e m o s de evitar. que se p a s e a b a n p o r las a r e n a s . g r a c i a s á lo cual n o f u é h e r i d o . V e d d e u n m o d o c o n c l u y e n t e c u á l es el est a d o del e s t o i c o : Mcns i m m o t a m a n c t . y lo m i s m o a n t e las o t r a s p a s i o n e s . m e e s t r e m e z c o . en ocasión q u e sitiaba á Mandolfo. c o n s i e n t e n q u e c o m o a n t e u n a s u j e c i ó n n a t u r a l . p e r o l a s modera. p e r o d i v e r s a m e n t e en la s e g u n d a . que n o procedía asi por t e m o r á D a r í o n i á h o m b r e viviente. m u y al c o n t r a r i o . que en la j o r n a d a d e P l a t e a . S ó c r a t e s en un diálogo d e P l a t ó n s e b u r l a d e L a c h e s . s e r í a acaso c o b a r d í a d e r r o t a r a l e n e m i g o d e j á n d o l e un l u g a r ? y apoya su dicho con l a a u t o r i d a d d e H o m e r o . p u e s l a i m p r e s i ó n q u e las p a s i o n e s p r o c u r a n . plaza d e Italia. puesto q u e no t e n í a t i e r r a s cultivadas. que a l a b a e n E n e a s la ciencia de h u i r . ciudades ni casas q u e d e f e n d e r . tanto m á s c u a n t o q u e p o r la violencia y r a p i d e z lo t e n e m o s p o r inevit a b l e . Y c o m o L a c h e s . d e n i n g ú n m o d o e s en él superficial. l a c r y m ® v o l v u n t u r i n a n e s ' . el d i s p a r o que le pasó r o z a n d o p o r la cabeza. h a l l á n d o s e r e c o n o c i e n d o la villa d e A r l é s y h a b i e n do a b a n d o n a d o el a b r i g o que le p r o p o r c i o n a r a un molino d e viento. yo 110 c r e o que estos m o v i m i e n t o s s e a n r e f l e x i v o s . v o l v i e n d o l a e s p a l d a al e n e migo con m á s peligro p a r a é s t e q u e h a c i é n d o l e f r e n t e : los turcos t i e n e n algo d e e s t a c o s t u m b r e . S ó c r a t e s a l e g a á su vez el e j e m p l o d e la i n f a n t e r í a l a c e d e m o n i a . s i e m p r e y c u a n d o q u e el juicio p e r m a n e z c a salvo y e n t e r o . p a d r e d e Catalina. Yo no p u e d o r e m e d i a r l o : si el ruido d e u n a r c a b u z a z o h i e r e de i m p r o viso mis oídos. h a s t a la palidez y l a c o n t r a c ción . el cual le a p u n t ó y d i s p a r ó con tanto a c i e r t o u n a c u l e b r i n a . m a s su e s p i r i t a [ rxr. todos los medios lícitos p a r a l i b r a r n o s d e n u e s t r o s m a l e s son. sin p r e s t a r n i n g ú n a l b e r g u e al s u f r i m i e n t o ni al e s p a n t o . S i n e m b a r g o . el m a r q u é s d e Guast. A l g u n o s años a n tes. p a r a s i m u l a r asi u n a falsa h u i d a y c o n s e g u i r r o m p e r y disolver las f u e r zas p e r s a s . no s o l a m e n t e p e r m i t i d o s . En c u a n t o al q u e n o es filósofo a c o n t e c e lo m i s m o en la p r i m e r a p a r t e . f u é advertido p o r los s e ñ o r e s d e B o n n e v a l y p o r el s e n e s c a l d e A g e nois. d u q u e d e U r b i n o . Á d e c i r v e r d a d . 149. sino que a q u é l l a e r a s i m p l e m e n t e l a m a n e r a de m a r c h a r de su ejército. q u e se a p r o x i m a r a p a r a v e r d e c e r c a e l sitio d e sus a n t i g u a s s e p u l t u r a s . los m a l e s y d e s d i c h a s q u e nos a m e n a z a n n i p o r c o n s i g u i e n t e q u e a b a n d o n e m o s el t e m o r d e q u e n o s s o r p r e n d a n . ó d e un edificio que s e d e r r u m b a . r e c o n o c e tal c o s t u m b r e e n los escitas y g e n e r a l m e n t e en las f u e r z a s d e c a b a l l e r í a . deliberó d e s v i a r s e y p e r m a n e c e r a t r á s . lo c u a l h e visto que a c o n t e c e á otros q u e son m á s valientes q u e yo. P o r m a n e r a q u e no hay e s f u e r z o a l g u n o que no e n c o n t r e m o s e x c e l e n t e si n o s sirve p a r a p r e s e r v a r n o s del g o l p e q u e n o s a m e n a z a . volviendo d e su a c u e r d o . R e f i é r e s e d e los escitas q u e c u a n d o D a r í o f u é á s u b y u g a r l o s hizo al rey de los m i s m o s m u c h o s r e p r o c h e s p o r q u e le veía r e t r o c e d e r a n t e él e v i t a n d o asi u n e n c u e n t r o . y que su razón p e r m a n e z c a intacta. en tanto que d e n u e s t r a s f u e r z a s d e p e n d a . Los estoicos n o e n t i e n d e n q u e el a l m a do s u s discípulos p u e d a d e j a r de r e s i s t i r á l a s p r i m e r a s visiones y f a n t a s í a s que la a s a l t a n . y q u e allí t e n d r í a c o n q u i e n e n t e n d e r s e á sus ancnas. le h u b i e r a dado en el v i e n t r e . ¿ P u e s q u é . q u e así s e l l a m a b a el m o n a r c a . j u z g a al t e n o r d e l a s p a s i o n e s a u e le t r a b a j a n y s u s a c c i o n e s s e c o n f o r m a n con ellas. C A P Í T U L O XII 33 bajado la cabeza. e s t r a t a g e m a . á favor del cual se había a p r o x i m a d o .

de p r e c i sar N a c e de este principio la c o s t u m b r e de castigar en n u e s t r a s g u e r r a s . que I . menos el capitan y el enseña. habiéndose a p o d e r a d o por la f u e r z a de las a r m a s . El condestable hizo a h o r c a r á todos los que se hallaban d e n t r o de la fortaleza. que el de mayor e s p r e n d a s se e n c u e n t r e a n t e s que los d e m á s en el lugar señalado. siendo g o b e r n a d o r de T u r i n . e s un conocimiento muy útil el del t r a t o de gentes. d e j a n d o asi al p a p a d o s ó tres días p a r a que efectuase su e n t r a d a . El condestable de M o n t m o r e n c y en el cerco do Pavía estuvo e n c a r g a d o de a t r a v e s a r el T e s i n o p a r a instalarse e n los barrios de S a n A n t o n i o . oponíase á la realización de la o r d e n u n a t o r r e con g e n t e a r m a d a que había e n el e x t r e mo del puente. del castillo de V i llano. aunque no fuese m á s q u e p o r t e m o r de equivocarse de camino. v que se defendió o b s t i n a d a m e n t e h a s t a la d e r r o t a . . llegando el e m p e r a d o r d e s p u é s de él. Si alguien se ofende. á q u i e n e s el s e r demasiado f o r m u l i s t a s hacía i m p o r t u n o s por todo e x t r e m o . Yo suelo o l v i d a r m e d e a m b a s cosas. Yo he sido e n mi n i ñ e z e d u c a d o con todo e s m e r o y he vivido siempre e n la b u e n a s o c i e d a d . sino cada ciudad y cada prolesión tienen u s a n z a s y c e r e m o n i a s q u e les son peculiares. s e g ú n los principios d e la ciencia militar. a los que se obst i n a n en d e f e n d e r u n a plaza que. t r a t á n d o s e de u n igual y más todavía t r a t á n d o s e d e u n superior. á veces con la m u e r t e . D e s p u é s de e s t e h e c h o . e n la e n t r e v i s t a del pontífice Clemente y del r e y F r a n c i s c o . éste o r d e n ó todos los requisitos n e c e s a r i o s p a r a el r e c i b i m i e n t o y se alejó de la ciudad. en esta m i s m a c i u d a d : el capitan S a n Bonv y todas s u s g e n t e s f u e r o n m u e r t o s en la toma de ^ í o r q u e la idea del valor ó cobardía d e l lugar se juzgar. He conocido m u c h o s h o m b r e s descorteses por su exceso d e cortesanía. ¿ P a r a qué e n t o n c e s evitar la s e r v i d u m b r e palaciega si u n o la lleva á su propio asilo? Es también u n a prescripción recibida en todas las j u n t a s que á los miembros menos i m p o r t a n t e s c o r r e s p o n d e h a l l a r s e los primeros en el l u g a r d e s i g n a d o . no desconozco. desd e luego. no fáciles. N o y a c a d a país. * o r l l f k a c i « n p e ^ e i » y d e p o c a d e f e n s a . p o r anticiparse á quien va á visitarle p o r g r a n d e s títulos que éste tenga. M e j o r e s q u e yo le o f e n d a u n a vez sola. que es f a l t a r á la b u e n a u s a n z a el que u n noble a b a n d o n e su casa. mas n u n c a por i g n o r a n c i a . obstinación y locura á quien no conoce los l i n d e r o s del bien o b r a r .ENSAYOS DE MONTAIGNE CAPÍTULO CEREMONIAS DE LA XIII ENTREVISTA DE REYES No h a y a s u n t o p o r insignificante que sea que no merezca figurar e n esta r a p s o d i a . c o m o nos c o n s i e n t e producir el nuestro. Igual c o n d u c t a siguió el capitán Martin del Beilay. Como la belleza y la g r a c i a . traspuestos éstos. y que e s más r e s p e t u o s o y u r b a n o e s p e r a r l e p a r a acogerle. Si tai c o s t u m b r e no se p r a c t i c a r a . debe s e r a b a n d o n a d a . y asi nos a d i e s t r a p o r el ejemplo de los otros. todo lo que g u a r d a b a la fortaleza fué destruido polla furia de sus soldados. no e n c o n t r a r s e en su casa c u a n d o a q u é l l o s n o s anunciaron d e a n t e m a n o visitarnos. q u e u n exceso de valor c o n d u c e á la t e m e r i d a d . La r e i n a a e N a v a r r a advierte á este propósito. lo cual f u e r a u n a p e r p e t u a sujeción. . el segundo dió l u g a r á a q u é l p a r a q u e se hallase el p r i m e r o . por tanto. a quienes hizo a h o r c a r y e s t r a n g u l a r p o r su obstinación. como todas las d e m á s b u e n a s prendas. Me gusta p r a c t i c a r l a s y seguirlas. como suele h a c e r s e con f r e c u e n c i a . e n M a r s e l l a . DIO. en este caso no se es p o r ello menos u r b a n o . y p a r a ello se f u n d a n en que tal p r o c e d e r testifica q u e e s el de mayor categoría á quien los i n f e r i o r e s van á b u s c a r . P o r lo d e m á s . las leyes de la cortesía f r a n c e s a y h a s t a p o d r í a e n s e ñ a r l a s . a n t e s de q u e el propio soberano se encontrara j u n t o á él. a u n t r a t á n d o s e de la propia casa del mismo en q u e la r e u n i ó n t i e n e l u g a r . saliéndoles al e n c u e n t r o . de tal suerte. DE LA ACAD. el h o m b r e se e n c u e n t r a e n mal camino. el propio condestable a c o m p a ñ a n d o al delfín e n el -viaje que éste llevó á cabo del otro lado de la f r o n t e r a . y en mi casa h a g o c u a n t a s economías m e son posibles en lo tocante á f ó r m u l a s y ceremonias. En n u e s t r o s usos ordinarios de la vida s e r í a falta de c o r t e s í a . Ño obstante. c u a n d o el p a p a y el emperad o r c e l e b r a r o n u n a e n t r e v i s t a en Bolonia. Del propio modo. CAPÍTULO DEL CASTSOO POR OBSTINARSE DE SIN UNA XIV FUNDAMENTO EN LA DEFENSA PLAZA La valentía. en v e r d a d . las simpatías de los d e m á s . la i m p u n i d a d de la acción f u e r a causa de oue c u a l q u i e r bicoca 1 bastase á d e t e n e r u n ejercito."pero no tan s e r v i l m e n t e que mi vida y costumbres padezcan por ello: hay f ó r m u l a s penosas que deben d e j a r de p r a c t i c a r s e p o r discreción. nos h a c e g a n a r . y que hasta con a c o m p a ñ a r l e c u a n d o acabó su visita. que tengo p o r vanos oficios. con t a n t a m á s razón cuanto que á los de mayor c a t e g o r í a c o r r e s p o n d e h a c e r e s p e r a r . que yo lo sea todos los días. Es c o s t u m b r e g e n e r a l m e n t e aceptada en l a s e n t r e v i s t a s de tales príncipes. m e r e s i g n o . por la estimación y c o n t r a p e s o de las f u e r z a s sitiadoras (pues tal h a r í a c u e r d a m e n t e f r e n t e á dos culebrinas. tiene «us límites.

como a s e g u r a aquel historiador. e s lo cierto que la S S t m a s . d e t r á s del ejército. P r e c i s ° . Más v a l e qGe el d e l i n c u e n t e s e a v e r g ü e n c e d e s u c u l p a q u e d e r r a m a r s u s a n g r e . h a l l a f u n d a d a en p a r t e la opinión dé . CAPÍTULO UN RASGO DE ALGUNOS XVI EMBAJADORES En mis viajes a c o s t u m b r o p a r a a p r e n d e r algo e n la c o municación con los d e m á s (que e s s i e m p r e u n excelente medio de instruirse) á llevar la conversación á aquellas m a t e r i a s q u e mis i n t e r l o c u t o r e s conocen m e j o r : 1. quam effundere P a r e c e que l a s leyes r o m a n a s i m p o n í a n también la m u e r t e á los que i n c u r r í a n en el delito de huida. Apologética. quien fué V 1 .c o ® ° t a m b i é n la que establece que no se r e s p o n s a b l e s a u n j u e z ó á un abogado d é l a s faltas sol por i g n o r a n c i a c o m e t i e r e n . sino en e n e migos declarados. habiendo sido instituido g o b e r n a d o r de F u e n t e r r a b i a p o r e l mariscal de C h a b a n n e s . fiera y altiva é inspirada por u n despotismo b á r b a r o . so c o r r e el riesgo de i n c l i n a r u n poco la balanza de este lado y acontece por ello q u e a l g u n o s tienen formada tan grandi idea de si m i s m o s y de los medios con que cuentan. . TERTILIJKO. m a s es de t e m e r que la v e r g ü e n z a á que se somete á ios sold a d o s . e n o c a s i ó n e n que se hallaba en un b a n q u e t e el proceso d e l s e ñ o r de Vervins. y despojado ue nobleza. e s p e r a n d o p o r tal medio que con la v e r g ü e n z a v d e s h o n r a r e c o b r a s e n el valor que habían perdido. vestidos de m u j e r . c u a n d o e n t r ó e n esta plaza el conde de N a n s a u . y que a í t e s de éste las leyes O as imponían la m u e r t e á los que habían buido en una !a. Suffunaere malis hominis sanguinem. en sustitución del s e ñ o r del Lude. como se ve por las fórm u í a s de intimación y d e s a f i o que e m p l e a b a n los principes de Oriente y s u s s u c e s o r e s actuales. T " e n a q u e s e c o n d e n e á m u e r t e á los herétis eido s I . no f u é la m u e r t e . De todos modos. P o r tal p r o c e d e r fué cond e n a d o á la d e g r a d a c i ó n . pues e n estas u l t i m a s s u j e t á m o n o s á nuestro proceder. dice que se c o n d e n a b a á los que huían s o l a m e n t e á que p e r m a n e c i e s e n e n t r e los Érisioneros. y la misma p e n a se aplicó á otros m á s tarde. y en la m i s m a g u e r r a á los que siguieron á Cneo Fulvio e n su d e r r o t a . encontraron algunos Estados en los c u a l e s se p r a c t i c a b a la siguiente lev universal ó i n v i o l a b l e m e n t e : el enemigo que había s £ vencido e n p r e s e n c i a d e l r e y ó del l u g a r t e n i e n t e de éste no t e m a n i n g ú n d e r e c h o á g r a c i a ni rescate. según las leyes a n t i g u a s . U l t l l ? a P e n a P ° r h a b e r h e c h o entrega al e n e m i g o de la p l a z a d e Bolonia. victorioso y armado. ñ ° J e d a d y desacierto. su r e p u t a c i ó n y el r e s p e t o que le rocíea. E n tiempo de n u e s t r o s p a d r e s . y e n a q u é l l a s . Es lógico que se establezca d i f e r e n c i a e n t r e las culpas que t i e n e n su origen e n n u e s t r a debilidad y l a s q u e p r o v i e n e n de n u e s t r a malic i a . d e 0piI lón q u e T 1?° ? el castigo sólo debía aplif i l a s f a l t a s c o m e t i d a s c o n t r a n u e t t r a conciencia.. á p o d e r h a c e r l o . P o r m a n e r a que. c u a n d o existe u n a taita g r o s e r a . d e caer en m a n o s de un j u e z e n e m i g o . contraviniendo los p r i n c i p i o s de la razón que la naturaleza nosotros . d e r \ a r a m u e r t e á u n soldado. que n¡ pareciéndoles ni v e r o s í m i l que h a y a n a d a capaz de hacerles trente. con motivo de h a b e r l e r e f e r i d o . e n t r e g ó la plaza á los españoles.cometería la locura de no r e t i r a r s e a n t e treinta cañonesl en la cual idea e n t r a t a m b i é n la g r a n d e z a del principe con q u i s t a d o r . como que podemos t e s t i m o n i a r e n n u e s t r o a b o n o la m i s m a n a t u r a l e z a que nos S h K f r . y asi su p e r s o n a como la de s u s d e s c e n d i e n t e s d e c l a r a d a s plebeyas. que sobrepase lo o r dinario. g u a r d a r s e . La s e n t e n c i a f u é ejecutada en L y ó n . h a y razón p a r a t o m a r l a como p r u e b a suficiente d e m a l d a d y malicia y p a r a castigarla como tal. como tales sometidas á impuesto ó inhabilitadas. Análogo castigo s u f r i e r o n d e s p u é s todos los n o bles que se hallaron en Guisa. sin e m b a r g o . los convierta no ya e n a m i g o s débiles. s o b r e todo. demostrada. p a r a el ejercicio de las a r m a s . p u e s Ainiano Marcelino dice que el e m p e r a d o r J u l i a n o c o n d e n ó á diez de s u s soldados que volvieron la e s p a l d a e n u n e n c u e n t r o con los p a r t o s . el s e ñ o r de F r a n g e t . 1 d u r o castigo que aplicó el pueblo r o m a n o á los soldados que huyeron de C a n a s . de ignorancia ó cobardía. pasan a c u c h i l l o allí donde e n c u e n t r a n resistencia m i e n t r a s les d u r a la b u e n a fortuna. s . v prece P t 0 s e . que f u é l u g a r t e n i e n t e de la c o m p a ñ í a del mariscal de Chatillón. E n otro pasaje. bajo la e n s e ñ a del bagaje. f r e c u e n t e d e castigarla es la vergüenza é igb r é e s e q u e t a l p e n a f u é impuesta primeramente por el legislador C a r o n d a s . En el lugar p o r donde los E i g u e s e s comenzaron la c o n o u i s t a de las Indias. á la p e n a de d e g r a d a c i ó n y luego á la de m u e r t e . Este legislador o r d e n ó que los cobardes fuesen por espacio de tres dias expuestos en la plaza pública. CAPÍTULO XV CASTIGO DE LA COBARDÍA Á un p r í n c i p e que e r a al propio tiempo valeroso capitán be oído s o s t e n e r el p r i n c i p i o de que no es licito por co? f K d ' ^ c o n . m í n ^ J ^ r q u e á l a c o l > a r d i a toca.

ilalioM 43. el labrador de sos do s u s h e r i d a s y el pastor d e s u s r e b a ñ o s . h a s t a el e x t r e m o de ocultarle las palabras i n j u r i o s a s que quedan escritas. el z a p a t e r o . conti 'I p a s t o r gli a r m e n t i *. Ved cómo C é s a r se esfuerza p a r a d a r n o s á conoc e r su c o m p e t e n c i a e n la construcción de puentes y máq u i n a s de g u e r r a . Eplst. yo confieso que no quisiera estar servido por emisarios s e m e j a n t e s en mis exiguos negocios. q u e d e n en poder del soberano ó a m o . todos en la profesión que han elegido y de cuyo d e s e m p e ñ o son capaces. de modo q u e cada cual d e b e t r a b a j a r sólo e n aquello q u e le c o m p e t e : el arquitecto. siguiendo la relación d e su h i s t o r i a . a q u e l á quien los r o m a n o s e s t i m a r o n einco veces feliz. desde aquel m o m e n t o so a m a r r a r í a u n a c u e r d a al cuello p a r a pedirle misericordia (y algo debía participar de s e m e j a n t e idea. p a r a c o n s t r u i r con él eierta m á q u i n a de g u e r r a . creyendo con ello a d q u i r i r r e p u t a c i ó n nueva. El p e s a d o b a e y H O R A C I O . optat a r a r e c a b a l l u s *.. los creo de buena fe c u a n d o h a b l a n de la t e m p e r a t u r a del aire. Se y e r r a en el ejercicio de un cago c u a n d o p a r a obedecerlo se e c h a m a n o de la discreción y no de la sumisión. pero se esforzaba en r e c o m e n d a r s e p r i n c i p a l m e n t e como poeta. ciencia á que e r a a j e n o p o r completo. 1. dispensas y matrimonios. como han acontecido. c e n s u r a s de la iglesia. m e detengo a n t e s que en otra cosa e n el estilo y l e n g u a j e . si c o r t e s a n o s . Al bifolco d e i t o r i . Trad. p u e s suele a c o n t e c e r que c a d a cual habla de m e j o r gana de cualquiera otra profesión que de la que e j e r c e . pues a d u l t e rarle ú ocultarle la verdad por t e m o r de que saque de ella alguna torcida consecuencia y que esto le irrogue perjuicio. de s u v a l e n t í a y acierto en la dirección de s u s e j é r c i t o s : s u s e m p r e s a s acredítanle de excelente capitán . y c u a n t o m e n o s habla de las cosas propias de su a r t e . e n un barco. todo son desaciertos. pero en cambio se e x t e n d i ó e n l a r g a s y m a g i s t r a l e s consid e r a c i o n e s sobre el plano de u n a fortificación. que e r a n n u e s t r o s e m b a j a d o r e s . h o m b r e muy e n t e n dido en cosas diplomáticas. en lo que á este c a r g o i n c u m b e . L a n g e y a ñ a d e q u e Carlos e m p l e ó m u c h o s u l t r a j e s c o n t r a F r a n c i a .Bastí al n o c c h i c r o r a g i o n a r de' v e n t i . p a r é c e m e que el deber del servidor e s r e p r e s e n t a r fielmente las cosas por e n t e r o . desafiando t a m bién al rey á pelear en camisa. Que el piloto s e y u n t a s . el g u e r r e r o d<•. P . todos a s p i r a n á t e n e r libertad y á e j e r c e r autoridad. e le s u e p i a g b e Conti '1 g u e r r i e r . quien abandonó la m e d i c i n a p a r a a l c a n z a r la reputación de poeta detestable. A h o r a b i e n . Un abogado á quien enseñaron u n a habitación l l e n a de libros de su profesión y de otras c i e n c i a s . e n c o n t r á n d o s e p r e sentes el obispo de Macón y el s e ñ o r del Velly. viniendo de tal persona y proferidas en asamblea tan i m p o r t a n t e . si diplomáticos. no e n c o n t r ó ocasión a l g u n a de h a b l a r de ellos. de s u e r t e que al s u p e r i o r n a d a le es tan grato de p a r t e de los que le sirven como la obediencia i n g e n u a y sencilla. p e r o nos gusta u s u r p a r el do otro . de suerte que la libertad de o r d e n a r . so pretexto de competencia. Si éstos son e x c l u s i v a m e n t e literatos. c u a n d o se e n c o n t r a b a en Asia. e n las c o s t u m b r e s y c e r e m o n i a s . dijo que si s u s capitanes y soldados f u e r a n de la misma valia y competencia militar que los del rey. m á s a ú n e n ocasión c o m o a q u e l l a . si médicos. q u i s i e r a I t e r a r la ligera s i l l a : el caballo t i r a r del a r a d a 14. ciaciones. el p i n t o r . en las leyes. de los temper a m e n t o s de los p r í n c i p e s y de sus h e r i d a s y enfermedades. m a n d ó á un i n g e n i e r o griego qua le llevase de A t e n a s el m á s g r a n d e de dos palos m a y o r e s de navio que había visto en aquella ciudad. II. colegir y j u z g a r . De todas s u e r t e s . en los r e g l a m e n t o s urbanos y cosas a n á l o g a s . A c o s t u m b r o en m i s l e c t u r a s á Ajarme muy detenidament e en el oficio d e s u s a u t o r e s por el motivo "dicho. C u a l q u i e r pretexto nos basta p a r a s u s t r a e r n o s d t f m a n dato que se nos e n c o m i e n d a . c o n f o r m e con h a b l a r d e los vientos. Dionisio el Viejo e r a guerrero c o n s u m a d o como á su situación convenia. El ingeniero. Dicno señor de L a n g e y . PROPERCIO. no p a r o m i e n t e s más que en las controv e r s i a s del d e r e c h o . sino también e n p r u d e n c i a y buen consejo. De esta s u e r t e . entiendo que tal p r o c e d e r incumbe sólo al que d a Ta ley. no ya sólo en a u t o r i d a d . al d a r c u e n t a á su s o b e r a n o de estas cosas disimuláronle la mayor parte.43. a ñ a d e que n u e s t r o s "embajadores. tomóse la libertad de p r o c e d e r en el e n c a r g o . con la espada y el puñal. Oplat e p h i p p i a p i g e r . C r a s o . B u e n a p r u e b a de esto es el r e p r o c h e q u e dirigió A r q u i d a m o á P e n á n d e r . y d e j a r l e i g n o r a n t e de sus negocios. si guerreros. no a quien debe s u p o n e r s e inferior. i . arte en q n e casi n a d a e n t e n d í a . yo e n c u e n t r o m u y extraño que u n e m b a j a d o r se p e r m i t a a b u s a r asi de lo que su d e b e r le o r d e n a c o m u n i c a r á su s o b e r a n o . P o r esta razón d i r é que lo que en otro autor h u b i e r a p a sado p o r alto sin i n c o n v e n i e n t e . llamó p o r e x t r e m o mi a t e n ción en la historia del s e ñ o r de L a n g e y . mas q u i e r e m o s t r a r s e como buen i n g e n i e r o . El caso e s como s i g u e : luego de h a b e r dado c u e n t a de las admoniciones del e m p e r a d o r Carlos V e n el consistorio de Roma. en los asuntos eclesiásticos. colocado en la escalera de la c a s a . q u e cien capitanes y soldados veían todos los días sin r e p a r a r ni p a r a r m i e n t e s . I. y p r i n c i p a l m e n t e lo que n a t u r a l m e n t e se d e s p r e n d e de las e m p r e s a s en que individ u a l m e n t e h a n t o m a d o p a r t e . e n las nego1. e n t r e o t r o s . p u e s lo repitió dos ó tres veces en distintas ocasiones). no al que la r e c i b e . si j u r i s c o n s u l t o s . prácticas y convenios políticos y en la m a n e r a cómo los c o n d u j e r o n . si teólogos. al c u r a d o r y maestro.

En efecto. h a s t a e n t r e los soldados. L I B R O I . ya d u e n d e s y q u i m e r a s . QtlSTO CCHCIO. c u a n d o se a p o d e r a ron d e la plaza de S a n P a b l o el c o n d e de B u r é n y el s e ñ o r d e R e u . á q u i e n el m i e d o r e p r e s e n t a ya sus b i s a b u e l o s q u e s a l e n del s e p u l c r o e n v u e l tos en sus s u d a r i o s . E s el miedo u n a pasión e x t r a ñ a y los m é d i c o s a f i r m a n que n i n g u n a o t r a h a y m á s p r o p i c i a á t r a s t o r n a r n u e s t r o juicio. s o b r e c o g i ó y heló el á n i m o d e u n noble. C r a s o el m á s pequeño. que éstos se v e n p r e c i s a d o s á p e d i r c o n f r e c u e n c i a n u e v a s órdenes. bajo el c o n s u l a d o d e S e m p r o n i o . sino q u e d i r i g e n con su c o n s e j o la v o l u n t a d del s o b e r a n o . Los h o m b r e s c o m p e t e n t e s c e n s u r a n l a c o s t u m b r e . q u e en su opinión era"el m á s a d e c u a d o p a r a el caso. c u a n t a s veces les ha convertido u n r e b a ñ o d e o v e j a s en e s c u a d r ó n d e coraceros. L o s e m b a j a d o r e s t i e n e n por lo c o m ú n u n a misión m á s a b i e r t a . sin h a b e r recibido h e r i d a a l g u n a . y desconozco poiqué s u e r t e de m e c a n i s m o el m i e d o o b r a en nosotros. N a d a m e h o r r o r i z a m á s q u e el m i e d o y á n a d a debe t e 1. e n g e n d r a t e r r i b l e s a l u c i n a ciones. Asi. conoció su situación y volvió á e n t r a r p o r d o n d e s e h a b í a lanzado. f u e r a de la c i u d a d . d e e n c o m e n d a r tan sin libertad sus i n s t r u c c i o n e s á s u s a g e n t e s y l u g a r t e n i e n t e s . a r r o j ó s e al t r a v é s del g r u e s o de l a s c o l u m n a s e n e m i g a s . lo cual ha p r o d u c i d o f r e c u e n t e s p e r j u i c i o s en los n e g o c i o s del Estado. p e n s a n d o g u a r e c e r s e d e n t r o d e l a c i u d a d . q u e d ó tan p a s m a d o y t r a n s i d o q u e s e vió imposibilitado d e h u i r . que se a p r e s t a b a n en orden de batalla. no viendo sitio p o r d o n d e e s c a p a r c o b a r d e m e n t e . III. p u e s d o m i n a d o p o r u n miedo h o r r i b l e a r r o j ó s e f u e r a d e la plaza p o r u n a c a ñ o n e r a y fué d e s c u a r t i z a d o p o r los s i t i a d o r e s . n o s o n sólo s i m p l e s e j e c u t o r e s ."como se lee del e m p e r a d o r Teófilo. l l a m a d o M a n u e l . » E x p r e s a el m i e d o su ú l t i m a f u e r z a c u a n d o nos e m p u j a h a c i a los actos esforzados. q u e cayó en t i e r r a m u e r t o en l a b r e c h a . E n el c e r c o d e la m i s m a fué m e m o r a b l e el t e r r o r q u e oprimió. a f r o n t a n d o igual r i e s g o c o m o el q u e t u v i e r a n que h a b e r d e s p l e g a d o p a r a a l c a n z a r u n a gloriosa victoria. c u a n d o vió las t r o p a s del c o n d e s t a b l e . E s t u p e f a c t o . todavía usada hoy e n t r e los r e y e s de P e r s i a . m i e n t r a s tal pasión d o m i n a . h e visto m u c n a s g e n t e s á q u i e n e s el miedo h a llevado á la i n s e n s a t e z . p u e s vale m á s q u e p e r d á i s la v i d a q u e no q u e caigáis p r i s i o n e r o y p e r d á i s el i m p e r i o . con l a b a n d e r a en la m a n o . 11. S t a r d í a s en l l e g a r p o r lo d i l a t a d o d e a q u e l i m p e r i o . En u n o d e los e n c u e n t r o s d e G e r m á n i c o c o n los a l e m a n e s . p o r dos c a m i n o s o p u e s t o s . y le d i j o : « Si no m e seguís. ya b r u j o s en f o r m a d e lobos. a m i g o s en 1. h u y e ron v e r g o n z o s a m e n t e . la c r u z b l a n c a en la c r u z roja y vice v e r s a .I miedo s e h o r r o r i z a de todo h a s t a d e a q u e l l o q u e p u d i e r a s o c o r r e r l e . c r e y e n d o q u e e r a n los d e l a p l a z a q u e iban á salir. y q u e i n v i t a b a á a q u é l l a á i n t e r p o n e r su d i c t a m e n ? CAPÍTULO DEL XVII MIEDO Obstupui. D e j a n d o á un lado el v u l g o . y llevó á P . D e b e c o n s i d e r a r s e a d e m á s que l a o b e d i e n c i a estricta no e s p e r t i n e n t e sino en el c a s o e n q u e l a s ó r d e n e s s e a n bien p r e f i j a d a s y d e t e r m i n a d a s . y e n d o á d a r en derec h u r a al sitio d o n d e s e e n c o n t r a b a el e n e m i g o . el vox f a u c i b u s haesit No soy b u e n n a t u r a l i s t a s e g ú n d i c e n . la voz s e a p a g a e n m i g a r g a n t a y s e erizan m i s cabellos. le s a c u d i ó f u e r t e m e n t e c u l i si le d e s p e r t a r a de un s u e ñ o p r o f u n d o . dos g r u e s a s c o l u m n a s de e j é r c i t o p a r t i e r o n . V I B G J L I O . u n a h u í a de d o n d e salía la o t r a . adeo pavor etiam auxilia formidat1. rosales y c a ñ a v e r a l e s e n c a b a l l e r o s y l a n c e r o s . á c a u s a del h o r r o r q u e de ellas se a p o d e r ó . CAPÍTULO XVII 41 e n e m i g o s . E n la p r i m e r a m e m o r a b l e batalla q u e los r o m a n o s p e r d i e r o n c o n t r a A n í b a l . q u i e n en u n a batalla q u e p e r d i ó c o n t r a los a g a r e n o s . F. T e r r o r a n á l o g o a c o m e t e á veces á m u c h e d u m b r e s e n t e r a s . Craso oyó p a c i e n t e m e n t e s u s r a z o n e s y castigóle luego con varios latigazos. f u é a c o m e t i d o d e tal h o r r o r . q u e á la p r i m e r a s e ñ a l d e a l a r m a se a r r o j ó p o r el h u e c o d e u n a m u r a l l a . d i r i g i é n d o s e p a r a su e n c a r g o del m á s t i l á una p e r s o n a del oficio y a n u n c i á n d o l a el uso á que lo destinaba. c u a n d o lo q u e p r o c e d í a c o n f o r m e á la m a r c h a de los negocios no e r a u n a s u j e c i ó n tan g r a n d e . No fué tan a f o r t u n a d o el e n s e ñ a del capitán J u l l e . h a s t a i n t e r n a r s e t r e s c i e n t o s pasos d e n t r o del c a m p o . II. que e n m u c h o s casos d e p e n d e de su a l b e d r í o .E N S A Y O S DE MONTAIGNE p o r v o l u n t a d propia. como a c o n t e c i ó á los dos prim e r o s . He visto c o m i s i o n a d o s q u e h a n sido r e p r e n d i d o s p o r obedienc i a estricta. ya nos d e j a clavados e n la t i e r r a y nos r o d e a d e obstáculos. os m a t a r é . Y a nos pone alas en los t a l o n e s . un p o r t a e s t a n d a r t e que e s t a b a de c e n t i n e l a en el b a r r i o de S a n P e d r o . 77-I. á q u i e n e s el miedo p a r e c e que d e b í a s o r p r e n d e r m e n o s . C u a n d o el c o n d e s t a b l e de B o r b ó n se a p o d e r ó d e Roma. Y Craso. u n e j é r c i t o d e diez mil i n f a n t e s á q u i e n a c o m e t i ó el e s p a n t o . p u e s o p i n a b a q u e el m a n t e n i m i e n t o de la discilina i n t e r e s a b a m á s q u e l a solidez d e l a o b r a q u e t r a t a b a e construir. h a s t a q u e uno de los p r i n c i p a l e s j e f e s de su e j é r c i t o . s t o t e r u n t q u e c o m a . las c u a l e s d e s h i z o p o r un e s f u e r z o maravilloso c a u s a n d o m u c h a s b a j a s e n t r e los c a r t a g i n e s e s . . Eneida. q u e a n t e s no r e a l i z a m o s f a l t a n d o á nuest r o d e b e r y á n u e s t r o h o n o r . ¿ no p a r e c e q u e solicitaba u n a opinión s o b r e su a c u e r d o . y h a s t a e n los m á s s e g u r o s d e cabeza.

El númer o d e g e n t e s á q u i e n e s el m i e d o h a h e c h o a h o r c a r s e . » R e y e s d e M a c e d o m a . Tan cierto es q u e una fuerza s e c r e t a se burla de l a s complace como jugando en r o m p e r las crueles h a c h a s consulares y p i s o * « el orgullo d e n o e s t r o e s p l e n d o r . ¿Qaé d e s c o n s u e l o p u e d e s e r m á s i n t e n s o ni m á s justo que el d e los a m i g o s d e P o m p e y o . c o n v i r t i e r o n su p e n s a m i e n t o á l a pérdida que a c a b a b a n de s u f r i r . q u e m e r c e d al a c c i d e n t e m á s ligero c a m b i a n del modo m á s radical. d e un c o n q u i s t a d o r d e medio m u n d o y e m p e r a d o r d e tantos e j é r c i t o s . CAPÍTULO QUB NO DEBE JUZGARSE DE DE XVIII NUESTRA LA DICHA HASTA DESPUÉS MUERTE Scilicel ultima s e m p e r Expeclar. . q u e la o t r a pasión. q u e pudo a d v e r t i r s e q u e no hicieron m á s q u e a p r e s u r a r á los m a r i n e r o s p a r a h u i r con toda la diligencia p o s i b l e .. los dest e r r a d o s y los s i e r v o s . e n s a n g r e n t a d o s todavía. •2. a h o g ó sin e m b a r g o d e tal s u e r t e el p r i m e r movim i e n t o de s u s a l m a s . q u i e n e s e n c o n t r á n d o s e en su n a v i o f u e r o n e s p e c t a d o r e s d e tan h o r r o r o s a m u e r t e ? El p á n i c o á las n a v e s e g i p c i a s . atacarse. bajo cuyo d o m i n i o Italia h a b í a p e r m a n e c i d o tanto t i e m p o . dicique beatus Ante obitnm nemo s u p r e m a q u e f u ñ e r a debet . E ^ í t o . OVIDIO. <uXst. m á s f u e r t e todavía. ac ludibrio sibi h a b e r e v i d e t n r * . ¿ n o a c a b a d e s u c u m b i r bajo la m a n o d e un v e r d u g o ? ¡ C r u e l d a d i n d i g n a y b a r b a r a ! Miles de e j e m p l o s s e m e j a n t e s podrían c i t a r s e . p u e b l o s y e j é r c i t o s enter o s v e í a n s e con f r e c u e n c i a poseídos p o r él.. ni c o m e n ni beben c o n el n e c e s a r i o r e p o s o . c o n v i r t i é r o n s e en c a r p i n t e r o s y s e c r e t a r i o s de los t r i b u n a l e s en R o m a . a h o g a r s e y c o m e t e r otros actos d e d e s e s p e r a c i ó n . T a m pavor s a p i e n t i a m o m n e m mihi ex animo expectora! H a s t a á los q u e r e c i b i e r o n b u e n n ú m e r o de h e r i d a s en a l g ú n e n c u e n t r o d e g u e r r a .da d i e s bomini est. Tal f u é el que I p r o d u j o en C a r t a g o u n a d e s o l a c i ó n h o r r o r o s a : se oian voc e s y g r i t o s d e e s p a n t o . por la v a r i e d a d é i n c e r t i d u m b r e de las cosas h u m a n a s . h a b í a deten i d o en s u s p e c h o s . lii. Nadie puede considerarse dichos o antes del último instante de su vida.. VI. L a m á s h e r m o s a de l a s r e i n a s . Los q u e v i v e n en c o n t i n u o s o b r e s a l t o p o r temer d e p e r d e r sus b i e n e s . q u e c o m e n z a b a n á aproximárs e l e s . El horror ha a l e j a d o la e n e r g í a lejos d e m i coraron. v e í a s e á los m o r a d o r e s d e l a ciudad s a l i r d e s u s c a s a s d o m i n a d o s p o r la a l a r m a . 1. t i r a n o s d e Sicilia. 1231. s u c e s o r e s del g r a n A l e j a n d r o . l i b r e s ya de todo t e m o r . y s e r d e s t e r r a d o s ó s u b y u g a d o s . de tal modo s o b r e p u j a en cons e c u e n c i a s t e r r i b l e s á todos los d e m á s a c c i d e n t e s . nos enseñ a que es m á s i m p o r t u n o é i n s o p o r t a b l e q u e l a misma muerte. y q u e s e g ú n ellos p r o c e d í a de u n i m p u l s o c e l e s t e . V. m u r i ó p r i s i o n e r o e n L o c h e s . Csque adeo r e s h u m a n a s vis abdita q u w d a m Obterit. ó s e a : « q u e c u a l q u i e r a q u e s e a la b u e n a f o r t u n a d e los h o m b r e s . t f e t s m . E n tiempo d e n u e s t r o s p a d r e s . la d e s d i c h a hizo u n s u p l i c a n t e m i s e r a b l e d e los a u x i l i a r e s d e u n r e y d e E g i p t o : a tal p r e c i o a l c a n z ó P o m p e y o que su vida se p r o l o n g a r a cinco ó s e i s m e s e s m á s . están s i e m p r e s u m i d o s e n a n g u s t i a p r o f u n d a .7cv¡. 8 . p e r o P r í a m o a esa e d a d tampoco fué d e s g r a c i a d o .í. R e c o n o c í a n l o s g r i e g o s o t r a clase d e m i e d o q u e no tenía por o r i g e n el e r r o r d e n u e s t r o e n t e n d i m i e n t o . et pulchros fasces. El h o m b r e d e b e s i e m p r e e s p e r a r su fin. y d i e r o n r i e n d a s u e l t a á lamentaciones y lloros. LUCRECIO.i n e r s e t a n t o c o m o a l m i e d o . v i u d a del r e y m a s g r a n d e de toda la c r i s t i a n d a d . e n ped a n t e s d e C o r i n t o . p u e s p a r e c e q u e así c o m o las t o r m e n t a s y t e m p e s t a d e s s e i n d i g n a n c o n t r a la altivez y orgullo d e n u e s t r a s f á b r i c a s h a y t a m b i é n a i l a a r r i b a envidiosos e s p í r i t u s de l a s g r a n d e z a s d e a q u í a b a j o . 1. «pJ¿ClC. s u e l e n vivir a l e g r e m e n t e . stevasque s e c u r e s Proealeare. h e r i r s e y m a t a r s e u n o s á otros como si h u b i e r a n sido enem i g o s que t r a t a r a n d e a p o d e r a r s e de l a c i u d a d : todo fué d e s o r d e n y f u r o r h a s t a el m o m e n t o en q u e p o r medio de •oraciones y sacrilícios a p l a c a r o n la i r a d e los dioses. en el i n s t a n t e mismo d e la e j e c u c i ó n . es pos i b l e h a c e r l o s c o g e r l a s a r m a s el día s i g u i e n t e . mas los o u e t o m a r o n m i e d o al e n e m i g o ni s i q u i e r a o s a r á n mirarle á l a c a r a . P o r eso Agesilao r e p u s o a a l g u i e n q u e c o n s i d e r a b a dichoso al r e y de P e r s i a p o r h a b e r s u b i d o muy j o v e n al t r o n o : « E n e f e c t o . h a s t a q u e l l e g a d o s á T i r o . e x c l a m ó : « ¡ O h S o l ó n ! j Solón 1 » Noticioso d e ello Ciro é i n f o r m a d o de lo que significaba. urs. A •este m i e d o l l a m a r o n los a n t i g u o s terror pánieo. Los n i ñ o s c o n o c e n el c u e n t o del rey C r e s o á e s t e propósito : h a b i e n d o sido h e c h o p r i s i o n e r o p o r Ciro y c o n d e n a d o á m u e r t e . d é c i m o d u q u e de M i l á n . hizo c o m p r e n d e r a U-eso que á e x p e n s a s suyas c o m p r e n d í a la a d v e r t e n c i a que boion le h a b í a h e c h o en oí*o t i e m p o . d e s p u é s de h a b e r p e r m a n e c i d o diez a n o s e n c a r c e l a d o . e n tanto <jue los p o b r e s . Ludovico Sforza. éstos no p u e d e n ñ a m a r s e dichosos h a s t a q u e h a y a n t r a s p u e s t o el u timo día de su vida ».

T a n v e r d a d e r o es e s t e principio que el e s tudio y la c o n t e m p l a c i ó n p a r e c e q u e a l e j a n n u e s t r a a l m a de n o s o t r o s y la d a n t r a b a j o i n d e p e n d i e n t e de la m a t e r i a . E n e f e c t o . ¡ AY! yo h e v i v i d o un dia d e m á s . y todo su t r a b a j o t e n d e r e n conclusión á g u i a r n o s al b u e n vivir y á n u e s t r a í n t i m a satisfacción. ó los m ú l t i p l e s a c c i d e n t e s de la h u m a n a e x i s t e n c i a no nos llegan á lo vivo. v¡£ur y valor.Y diriase q u e a veces la f o r t u n a a c e c h a con ojo avizor el ú l t i m o d i a d e n u e s t r a vida p a r a m o s t r a r s u p o d e r de ecliap o r t i e r r a e n u n m o m e n t o lo q u e h a b i a edificado en dilatados años. el día j u e z de todos los d e m á s . q u e la i n t e g r i d a d d e á n i m o y bondad d e vida. m u c h o h a b r í a que desc o n t a r a q u i e n j u z g a r a sin t e n e r p r e s e n t e el h o n o r y grandeza d e su fin. y c o n s i e n t e n que m a n t e n g a m o s n u e s t r o r o s t r o t r a n q u i l o . Yo r e m i t o á la m u e r t e toda l a experiencia d e m i s e s t u d i o s : e n t o n c e s v e r e m o s si m i s d i s c u r s o s salen d e la boca ó del c o r a z ó n . s e g ú n mi m a n e r a d e v e r . en m a y o r g r a d o todavía d e lo q u e s u s e s p e r a n z a s d e s e a b a n . preciso es h a b l a r claro. Hay m u e r t e s v a l e r o s a s y a f o r t u n a d a s : h e visto c o r t a r s e el hilo de u n a e x i s t e n c i a . H e visto m u c h a s g e n t e s á quienes la m u e r t e h a dado r e p u t a c i ó n en bien ó en mal á toda su vida p a s a d a . h a c i é n d o n o s e x c l a m a r con L a b e r i o : Nimirum ac d i e Una p l u s vixi mihi. E n v e r d a d . LUCRECIO. C u a l e s q u i e r a q u e s e a n las ideas d e los filósofos. Al j u z g a r d e la vida de mis s e m e j a n t e s m i r o s i e m p r e cuál ha sido su fin. d e v i d a a b o m i n a b l e ó i n f a m e y los tres 1. III. c u m p l í a s e su v o l u n t a d . No n o s d e t e n g a m o s en e s a s f u g a c e s b a g a t e l a s . Si de o t r a m a n e r a o c u r r i e s e . CAPITULO XIX QUE F I L O S O F A R E S P R E P A R A R S E A M O R I R Dice Cicerón cjue filosofar no es o t r a cosa que d i s p o n e r se á l a m u e r t e . Epist. casi p e r f e c t a . el ú l t i m o fin d e n u e s t r a vida es el deleite. . sin d u d a el m á s difícil. se las d e s d e ñ a r í a d e s d e luego. SÉNECA. P r e g u n t a d o E p a m i n o n d a s si se consider a b a c o m o m á s feliz q u e C a b r i a s é I f i c r a t e s . II. s u e g r o d e P o m p e y o . ó n u e s t r a razón nos burla. d e b e m o s h a c e r n o s c a r g o d e la a d v e r t e n c i a de Solón. p r e c i s o es m o s t r a r lo q u e h a v d e bueno y d e c o n c r e t o e n el fondo d e n u e s t r a a l m a . c o mo dice la S a g r a d a E s c r i t u r a . ó en otros t é r m i n o s . p e r o e n el último papel q u e en l a vida d e s e m p e ñ a m o s . transcurramus soleríissimas nugas1] h a y en ellas m á s tesón y falta d e b u e n a fe d e las q u e d e b e n existir e n u n a p r o f e s i ó n tan s a n t a . Dios lo h a q u e r i d o asi. cuyos p r o g r e s o s rnaiavillosos a v a n z a b a n sin c e s a r . saturnales. MACROBIO. t o m a n d o e n c i e r t o m o d o un a p r e n d i z a j e y s e m e j a n z a de l a m u e r t e . e n la flor d e su c r e c i m i e n t o . m a s sea cual f u e r e el p e r s o n a j e q u e el h o m b r e pinte. n a d a h a y q u e d i s i m u l a r . c u y a c a u s a e m a n a m á s 1 . P l á c e m e h a c e r r e s o n a r e n sus oídos esta p a labra q u e les es t a n d e s a g r a d a b l e . respondió q u e p a r a d a r u n a c o n t e s t a c i ó n j u s t a p r e c i s a b a que los tres h u b i e r a n s u c u m b i d o . a u n en lo t o c a n t e á la v i r t u d m i s m a * . a l g u i e n cuyos designios. m a s en m i t i e m p o h a n m u e r t o tres h o m b r e s e x e c r a b l e s . 2. 117. E n c u e n t r o n a t u r a l que Solón m i r a s e al p o r v e n i r y dijese que a u n la m i s m a dicha h u m a n a q u e d e p e n d e de la t r a n q u i l i d a d y c o n t e n t a m i e n t o de u n e s p í r i t u b i e n n a c i d o y de la r e s o l u c i ó n y s e g u r i d a d de un a l m a bien o r d e n a d a . 2. q u a m v i v e n d u m f u i t Asi e s q u e . pues ¿ q u i é n p a r a r í a m i e n t e s e n el q u e a f i r m a r a que el d e signio q u e deo e m o s p e r s e g u i r es el dolor y la m a l a n d a n z a ? L a s d i s e n s i o n e s e n t r e l a s d i v e r s a s s e c t a s de filósofos en esto p u n t o son sólo a p a r e n t e s . c u a n d o l a hora de la m u e r t e nos e s l l e g a d a . c o n t a n t a m á s r a z ó n . a c a b a r o n sus días de u n a m a n e r a p l á c i d a y o r d e n a d a . e n t o n c e s la m á s c a r a cae y el h o m b r e solo a p a r e c e . e n c u a n t o p r e t e n d í a . no podían s e r i n t e r r u m p i d o s . Montaigne e m p l e a casi s i e m p r e la p a l a b r a v i r t u d e n la acepción l a t i n a . ó no debe e n c a m i n a r s e sino á nuestro c o n t e n t a m i e n t o . He a q u í p o r q u é se d e b e n en e s t e ú l t i m o m o m e n t o probar y e x p e r i m e n t a r todas las d e m á s a c c i o n e s d e n u e s t r a vida: aquél es el d i a m a g n o . lo m i s m o e x p r e s a con e l l a la f u e r z a . 7. y u n a de las cosas q u e m á s m e i n t e r e s a n e n l a mía es q u e a q u é l se deslice de u n a m a n e r a t r a n q u i l a y s o s e g a d a . E s c i p i ó n . se rehabilitó p o r su b u e n a m u e r t e d e la m a l a opinión q u e p o r su vida h a b í a m e r e c i d o . que no h u b i e r a debido vivir. P o r q u e e n t o n c e s la n e c e s i d a d a r r a n c a p a l a b r a s s i n c e r a s d e n u e s t r o s pac h o s . c u a n t o q u e se t r a t a d e un filósofo p a r a c u y a s e c t a los b i e n e s y los m a l e s d é l a fortuna son i n d i s t i n t o s y casi i n d i f e r e n t e s . et e r i p i t o r p e r s o n a m a n e t r e s s . d i c e un e s c r i t o r a n t i g u o . y q u e significa el placer s u p r e m o y excesivo c o n t e n t a m i e n t o . toda la s a b i d u r í a y r a z o n a m i e n t o s del m u n d o s e c o n c e n t r a n en un p u n t o : el de e n s e ñ a r n o s á no t e n e r m i e d o d e m o r i r . T o d a s las o p i n i o n e s del m u n do c o n v i e n e n e n ello : el p l a c e r es n u e s t r o fin. O bien los bellos d i s c u r s o s q u e la filosofía nos s u m i n i s t r a n o los aplicamos m á s q u e p o r b i e n p a r e c e r . 57. q u e debe j u z g a r todos mis pasados a ñ o s . a u n q u e las d e m o s t r a c i o n e s q u e lo p r u e b a n vayan p o r distintos c a m i n o s . n o s e s u p o n g a n u n c a en ningún h o m b r e h a s t a q u e n o se le h a y a visto r e p r e s e n t a r el último acto de la c o m e d i a . s i e m p r e s e h a l l a r á n e n el r e t r a t o las h u e l l a s del p i n t o r . P u e d e en todo lo d e m á s h a b e r a p a r i e n c i a s y s i m u l a c i o n e s . m á s a m p l i a y c o m p r e n s i v a q u e la a c t u a l . y s o b r e p a s ó con su m u e r t e el p o d e r v r e n o m b r e á q u e p o r s u s a c c i o n e s con su vida a s p i r a r a . el día. N a m v e r a voces t u m d c m u m pectore a b ¡mo E j i e i u n i u r .

Y d i r i a s e q u e a veces la f o r t u n a a c e c h a con ojo avizor el
ú l t i m o d i a d e n u e s t r a vida p a r a m o s t r a r s u p o d e r de ecliap o r t i e r r a e n u n m o m e n t o lo q u e h a b i a edificado en dilatados años, h a c i é n d o n o s e x c l a m a r con L a b e r i o :
Nimirum ac d i e
Una p l u s vixi mihi, q u a m v i v e n d u m f u i t

Asi e s q u e , d e b e m o s h a c e r n o s c a r g o d e la a d v e r t e n c i a de
Solón, c o n t a n t a m á s r a z ó n , c u a n t o q u e se t r a t a d e un
filósofo p a r a c u y a s e c t a los b i e n e s y los m a l e s d é l a fortuna
son i n d i s t i n t o s y casi i n d i f e r e n t e s . E n c u e n t r o n a t u r a l que
Solón m i r a s e al p o r v e n i r y dijese que a u n la m i s m a dicha
h u m a n a q u e d e p e n d e de la t r a n q u i l i d a d y c o n t e n t a m i e n t o de
u n e s p í r i t u b i e n n a c i d o y de la r e s o l u c i ó n y s e g u r i d a d de
un a l m a bien o r d e n a d a , n o s e s u p o n g a n u n c a en ningún
h o m b r e h a s t a q u e n o se le h a y a visto r e p r e s e n t a r el último
acto de la c o m e d i a , sin d u d a el m á s difícil. P u e d e en todo lo
d e m á s h a b e r a p a r i e n c i a s y s i m u l a c i o n e s . O bien los bellos
d i s c u r s o s q u e la filosofía nos s u m i n i s t r a n o los aplicamos
m á s q u e p o r b i e n p a r e c e r ; ó los m ú l t i p l e s a c c i d e n t e s de la
h u m a n a e x i s t e n c i a no nos llegan á lo vivo, y c o n s i e n t e n que
m a n t e n g a m o s n u e s t r o r o s t r o t r a n q u i l o ; p e r o e n el último
papel q u e en l a vida d e s e m p e ñ a m o s , c u a n d o l a hora de la
m u e r t e nos e s l l e g a d a , n a d a h a y q u e d i s i m u l a r , preciso es
h a b l a r claro, p r e c i s o es m o s t r a r lo q u e h a v d e bueno y
d e c o n c r e t o e n el fondo d e n u e s t r a a l m a .
N a m v e r a voces tura d c m u m pectore a b ¡mo
E j i c i u n i u r ; et e r i p i t o r p e r s o n a m a n e t r e s s .

He a q u í p o r q u é se d e b e n en e s t e ú l t i m o m o m e n t o probar
y e x p e r i m e n t a r todas las d e m á s a c c i o n e s d e n u e s t r a vida:
aquél es el d i a m a g n o , el día j u e z de todos los d e m á s , el
día, d i c e un e s c r i t o r a n t i g u o , q u e debe j u z g a r todos mis
pasados a ñ o s . Yo r e m i t o á la m u e r t e toda l a experiencia
d e m i s e s t u d i o s : e n t o n c e s v e r e m o s si m i s d i s c u r s o s salen
d e la boca ó del c o r a z ó n . H e visto m u c h a s g e n t e s á quienes la m u e r t e h a dado r e p u t a c i ó n en bien ó en mal á toda
su vida p a s a d a . E s c i p i ó n , s u e g r o d e P o m p e y o , se rehabilitó
p o r su b u e n a m u e r t e d e la m a l a opinión q u e p o r su vida
h a b í a m e r e c i d o . P r e g u n t a d o E p a m i n o n d a s si se consider a b a c o m o m á s feliz q u e C a b r i a s é I f i c r a t e s , respondió
q u e p a r a d a r u n a c o n t e s t a c i ó n j u s t a p r e c i s a b a que los tres
h u b i e r a n s u c u m b i d o . E n e f e c t o , m u c h o h a b r í a que desc o n t a r a q u i e n j u z g a r a sin t e n e r p r e s e n t e el h o n o r y grandeza d e su fin.
Dios lo h a q u e r i d o asi, m a s en m i t i e m p o h a n m u e r t o tres
h o m b r e s e x e c r a b l e s , d e v i d a a b o m i n a b l e ó i n f a m e y los tres
1. ¡ AY! yo h e v i v i d o un dia d e m á s , que no h u b i e r a debido vivir. MACROBIO,
saturnales,
II, 7.
2. P o r q u e e n t o n c e s la n e c e s i d a d a r r a n c a p a l a b r a s s i n c e r a s d e n u e s t r o s pac h o s ; e n t o n c e s la m á s c a r a cae y el h o m b r e solo a p a r e c e . LUCRECIO, III, 57.

a c a b a r o n sus días de u n a m a n e r a p l á c i d a y o r d e n a d a , casi
p e r f e c t a . Hay m u e r t e s v a l e r o s a s y a f o r t u n a d a s : h e visto
c o r t a r s e el hilo de u n a e x i s t e n c i a , cuyos p r o g r e s o s n i a i a villosos a v a n z a b a n sin c e s a r , e n la flor d e su c r e c i m i e n t o ;
a l g u i e n cuyos designios, s e g ú n mi m a n e r a d e v e r , no podían
s e r i n t e r r u m p i d o s ; c u m p l í a s e su v o l u n t a d , e n c u a n t o p r e t e n d í a , en m a y o r g r a d o todavía d e lo q u e s u s e s p e r a n z a s
d e s e a b a n , y s o b r e p a s ó con su m u e r t e el p o d e r v r e n o m b r e
á q u e p o r s u s a c c i o n e s con su vida a s p i r a r a . Al j u z g a r d e
la vida de mis s e m e j a n t e s m i r o s i e m p r e cuál ha sido su fin,
y u n a de las cosas q u e m á s m e i n t e r e s a n e n l a mía es q u e
a q u é l se deslice de u n a m a n e r a t r a n q u i l a y s o s e g a d a .

CAPITULO

XIX

QUE F I L O S O F A R E S P R E P A R A R S E A M O R I R

Dice Cicerón que filosofar no es o t r a cosa que d i s p o n e r se á l a m u e r t e . T a n v e r d a d e r o es e s t e principio que el e s tudio y la c o n t e m p l a c i ó n p a r e c e q u e a l e j a n n u e s t r a a l m a
de n o s o t r o s y la d a n t r a b a j o i n d e p e n d i e n t e de la m a t e r i a ,
t o m a n d o e n c i e r t o m o d o un a p r e n d i z a j e y s e m e j a n z a de l a
m u e r t e ; ó en otros t é r m i n o s , toda la s a b i d u r í a y r a z o n a m i e n t o s del m u n d o s e c o n c e n t r a n en un p u n t o : el de e n s e ñ a r n o s á no t e n e r m i e d o d e m o r i r . E n v e r d a d , ó n u e s t r a
razón nos burla, ó no debe e n c a m i n a r s e sino á nuestro
c o n t e n t a m i e n t o , y todo su t r a b a j o t e n d e r e n conclusión á
g u i a r n o s al b u e n vivir y á n u e s t r a í n t i m a satisfacción, c o mo dice la S a g r a d a E s c r i t u r a . T o d a s las o p i n i o n e s del m u n do c o n v i e n e n e n ello : el p l a c e r es n u e s t r o fin, a u n q u e las
d e m o s t r a c i o n e s q u e lo p r u e b a n vayan p o r distintos c a m i n o s .
Si de o t r a m a n e r a o c u r r i e s e , se las d e s d e ñ a r í a d e s d e luego,
pues ¿ q u i é n p a r a r í a m i e n t e s e n el q u e a f i r m a r a que el d e signio q u e deo e m o s p e r s e g u i r es el dolor y la m a l a n d a n z a ?
L a s d i s e n s i o n e s e n t r e l a s d i v e r s a s s e c t a s de filósofos en
esto p u n t o son sólo a p a r e n t e s ; transcurramus
soleríissitnas nu(/asx-, h a y en ellas m á s tesón y falta d e b u e n a fe d e
las q u e d e b e n existir e n u n a p r o f e s i ó n tan s a n t a ; m a s sea
cual f u e r e el p e r s o n a j e q u e el h o m b r e pinte, s i e m p r e s e
h a l l a r á n e n el r e t r a t o las h u e l l a s del p i n t o r .
C u a l e s q u i e r a q u e s e a n las ideas d e los filósofos, a u n en lo
t o c a n t e á la v i r t u d m i s m a * , el ú l t i m o fin d e n u e s t r a vida
es el deleite. P l á c e m e h a c e r r e s o n a r e n sus oídos esta p a labra q u e les es t a n d e s a g r a d a b l e , y q u e significa el placer
s u p r e m o y excesivo c o n t e n t a m i e n t o , c u y a c a u s a e m a n a m á s
1 . No n o s d e t e n g a m o s en e s a s f u g a c e s b a g a t e l a s . SÉKECA, Epist. 117.
2. Montaigne e m p i c a casi s i e m p r e la p a l a b r a v i r t u d e n la acepción l a t i n a ,
m á s a m p l i a y c o m p r e n s i v a q u e la a c t u a l ; lo m i s m o e x p r e s a con e l l a la t u e r z a ,
vigor y valor, q u e la i n t e g r i d a d d e á n i m o y bondad d e vida.

bien del auxilio de Ja virtud q u e de n i n g u n a -otra ayuda.
Tal voluptuosidad p o r s e r m á s vigorosa, nerviosa, robusta,
viril, no d e j a de s e r m e n o s s e r i a i n e n i e voluptuosa, y debemos d a r l a el n o m b r e de p l a c e r , que es m á s adecuado,
dulce y n a t u r a l , no el de vigor, de donde h e m o s sacado el
n o m b r e . La o t r a v o l u p t u o s i d a d , m á s b a j a , si mereciese
a q u e l h e r m o s o calificativo d e b i e r e aplicársele en concur r e n c i a , no como privilegio: e n c u é n t r a l a vo m e n o s p u r a de
molestias y dificultades que la virtud, y a d e m á s la satisfacción que a c a r r e a e s m á s m o m e n t á n e a , fluida y caduca;
a c o m p a ñ a n vigilias y t r a b a j o s , el s u d o r y la s a n g r e , y estas
pasiones en tantos modos d e s v a s t a d o r a s , producen saciedad
tan g r a n d e que equivale á la p e n i t e n c i a . Nos equivocamos
g r a n d e m e n t e al p e n s a r que s e m e j a n t e s q u e b r a n t o s aguijon e a n y sirven de c o n d i m e n t o á su d u l z u r a (como en la naturaleza, lo c o n t r a r i o se vivifica por su contrario); y también
al a s e g u r a r c u a n d o volvemos á la virtud que parecidos actos
la hacen a u s t e r a é inaccesible, allí d o n d e m u c h o más prop i a m e n t e que á la voluptuosidad e n n o b l e c e n , aguijonean v
realzan el p l a c e r divino y p e r f e c t o que nos proporciona. Es
indigno de la virtud quien e x a m i n a y c o n t r a p e s a su coste
según el f r u t o , y desconoce su uso y "sus gracias. Los que
nos i n s t r u y e n diciéndonos q u e su adquisición es escabrosa
y laboriosa y su goce p l a c e n t e r o , ¿ q u é n o s p r u e b a n con ello
sino que e s ' s i e m p r e d e s a g r a d a b l e ? p o r q u e , ¿qué medio hum a n o a l c a n z a n u n c a al goce absoluto ? Los m á s perfectos se
c o n f o r m a n bien de su g r a d o con a p r o x i m a r s e á la virtud sin
poseerla. P e r o se equivocan e n atención á que de todos los
p l a c e r e s q u e conocemos el propio intento de alcanzarlos
es a g r a d a b l e : la e m p r e s a p a r t i c i p a de la calidad de la cosa
que se p e r s i g u e , p u e s es u n a buena p a r t e del fin y consustancial con él. La beatitud y b i e n a n d a n z a que resplandecen en la virtud i l u m i n a n todo cuanto á ella pertenece y
rodea, d e s d e l a e n t r a d a p r i m e r a , h a s t a la m á s apartada
barrera.
E s , p u e s , u n a de las p r i n c i p a l e s v e n t a j a s que la virtud prop o r c i o n a el menosprecio d e l a m u e r t e , el eual provee nuest r a vida d e u n a dulce t r a n q u i l i d a d y nos suministra un
gusto p u r o y a m i g a b l e , sin q u e n i n g u n a otra voluptuosidad
s e a extinta.' H e aqui por q u é todas las m á x i m a s convienen
e n este r e s p e c t o ; y a u n q u e nos conduzcan de un común
a c u e r d o á desdeñar*el dolor, l a pobreza y las otras miserias
á que la vida h u m a n a está s u j e t a , esto no e s tan importante
c o m o el s e r i n d i f e r e n t e s á la m u e r t e , asi porque esos a c c t
den tes no pesan s o b r e todos (la m a y o r parte de los hombres p a s a n su vida sin e x p e r i m e n t a r l a pobreza, y otros sin
dolor ni e n f e r m e d a d , tal X e n ó f i l o el músico, que vivió ciento seis a ñ o s e n cabal s a l u d ) , como p o r q u e la m u e r t e puede
p o n e r l a s fin c u a n d o nos p l a z c a , y c o r t a r el hilo de todas
n u e s t r a s desdichas. M a s l a m u e r t e es inevitable :

O m n e s eodem c o g i m u r ; omniom
Versatur n r n a scrins, ocius,
Sors exitura, el nos in a s t e m u m
Exsiliura i m p o s i t u r a cymbae * :

y por consiguiente si pone miedo en nuestro p e c h o , es
una causa c o n t i n u a de tormento, que de n i n g ú n modo puede aliviarse. No hay l u g a r de donde no nos venga; podemos volver la cabeza aqui y allá como si nos e n c o n t r á r a m o s
en un lugar sospechoso : qux quasi saxum Tántalo,
semper
impendet2.
Con f r e c u e n c i a n u e s t r o s p a r l a m e n t o s m a n d a n
e j e c u t a r á los c r i m i n a l e s al lugar donde el crimen se cometió; d u r a n t e el camino hacedles p a s a r p o r h e r m o s a s casas,
dispensadles tantos a g a s a j o s como os plazca,
NonSicuUe dapes
Dulcera elaborabunt s a p o r e m ;
Non a v i u m citliaraeque cantos
Somnum reducent * :

/ p e n s á i s acaso que en ello r e c i b i r á n satisfacción, y que el designio final del viaje, teniéndolo fijo en el p e n s a m i e n t o , no
íes h a y a trastornado el gusto de toda comodidad ?
Audit iler, n u m e r a l q u e dios, spatioque viarum
Metitur vitam ; torquolur pesio f u t u r a *.

La m u e r t e es el fin de n u e s t r a c a r r e r a ; el objeto n e c e s a r i o
de n u e s t r a s m i r a s : si nos c a u s a h o r r o r , ¿ c ó m o es posible
d a r siquiera u n paso a d e l a n t e sin fiebre ni t o r m e n t o s ? b l
r e m e d i o del vulgo es no p e n s a r en ella, ¿ m a s de qué brutal estupidez p u e d e p r o v e n i r u n a tan g r o s e r a c e g u e t u d ?
Preciso le e s h a c e r e m b r i d a r al a s n o p o r el rabo :
Qui capite ipse suo inslituit vestigia r e t r o

No es m a r a v i l l a si con f r e c u e n c i a tal es atrapado e n la
red. Sólo con n o m b r a r la m u e r t e se a s u s t a á ciertas g e n t e s ,
y la m a y o r p a r t e se p e r s i g n a n cual si oyeran el n o m b r e
del diablo. P o r eso nadie pone m a n o en su t e s t a m e n t o h a s t a
q u e el médico le d e s a u c i a ; entonces Dios sabe, e n t r e el
h o r r o r y el dolor de la e n f e r m e d a d de qué lucidez de j u i cio disponen los que testan.
P o r q u e esta p a l a b r a lieria con e x t r e m a d a rudeza los oídos
de los r o m a n o s , teniéndola como de mal a g ü e r o , solían
1. Todos e s t a m o s obligados á llegar al mismo t é r m i n o ; l a s u e r t e de cada
uno d e nosotros se e n c u e n t r a e n la n r n a p a r a s a l i r d e ella larde o t e m p r a n o y
hacernos pasar d e la barca fatal al destierro eterno. HORACIO, OÍ. II, 3,2A.
2 . Es s i e m p r e amenazadora, como la roca de Tántalo. CICERÓN, de Finbus» I 18
3. Ni los platos d e Sicilia podrán d e s p o r t a r su paladar ; ni los cánticos «te
las ave«, ni los a o o r t k s d e la lira podrán tampoco devolverle el s u e n o .
H O R A C I O , Ud..

III. 1. 1 8

,

,

.

4. Preocúpase del camino, cuenta los d i a s y mide s u vida por la extensión
de la r u t a , vive sin cesar Atormentado por la idea del suplicio q u o le e s p e r a .
C L A Ü D I A S O , in

R i i f . II, 137.

5. Pueslo q u e eu s u torpeza q u i e r e a v a n z a r echándose a t r á s . LUCRECIO
IV,

IU.

a b l a n d a r l a y e x p r e s a r l a con p e r í f r a s i s : en vez de decir
lia muerto, decían h a cesado de vivir, vivió; con que se
p r o n u n c i a r a la p a l a b r a vida, a u n q u e ésta f u e r a pasada, se
consolaban. H e m o s tomado n u e s t r o difunto señor Juan
de esa costumbre r o m a n a . Como se dice o r d i n a r i a m e n t e la
p a l a b r e j a vale c u a l q u i e r cosa. Yo naci e n t r e once y doce
de la m a ñ a n a , el último día de f e b r e r o de mil quinientos
t r e i n t a y t r e s , c o n f o r m e al cómputo actual que h a c e comenzar el año en e n e r o . H a c e quince días que pasé de los treinta y nueve años, y p u e d o vivir todavía otro tanto. Sin embargo, d e j a r de p e n s a r en cosa tan l e j a n a sería locura.
¡ P u e s q u é ! á j ó v e n e s y viejos ¿ n o s o r p r e n d e la m u e r t e de
igual m o d o ? A todos los a t r a p a como si a c a b a r a n de n a c e r ;
a d e m á s no hay n i n g ú n h o m b r e por decrépito que sea, qué
a c o r d á n d o s e de Matusalén no piense t e n e r por lo menos
todavía veinte años e n el cuerpo. P e r o , ¡ o h pobre loco!
¿ q u i é n h a fijado el t é r m i n o de tu vida? ¿ A c a s o te fundas
p a r a c r e e r que s e a l a r g a , e n el dictamen de los médicos?
Más te valiera fijarte en la e x p e r i e n c i a diaria. A juzgar
p o r la m a r c h a común de las cosas, tú vives p o r gracia ext r a o r d i n a r i a ; has pasado ya los t é r m i n o s acostumbrados
del vivir. Y para que te p e r s u a d a s de que así es la verdad,
p a s a revista e n t r e tus conocimientos, y v e r á s cuántos han
m u e r t o antes de l l e g a r á tu e d a d ; m u c h o s más de los que
la h a n alcanzado, sin d u d a . Y de los que h a n ennoblecido
s u vida con el l u s t r e de s u s acciones, toma n o t a , y yo
apuesto á que h a l l a r á s m u c h o s más que m u r i e r o n antes
que después de los t r e i n t a y cinco años. Es bien razonable
y piadoso t o m a r e j e m p l o de la h u m a n i d a d m i s m a de Jesucristo, que acabó su vida á los t r e i n t a y tres años. El hombre más g r a n d e , p e r o que f u é sólo h o m b r e , A l e j a n d r o , no
alcanzó tampoco m a y o r edad. ¡ Cuántos medios de sorprend e r n o s tiene la m u e r t e !
Quid q u i s q u e v i t e t , n u r a q u a m horaini s a t i s
C a u t u m e s t in h o r a s

Dejando á un lado las c a l e n t u r a s y p l e u r e s í a s , ¿quién
hubiese j a m á s p e n s a d o que todo u n duque de B r e t a ñ a h u biera de s e r ahogado p o r la multitud como lo fué éste á la
e n t r a d a del papa C l e m e n t e , mi paisano, e n L y ó n ? ¿ N o
h a s visto s u c u m b i r en u n torneo á uno de n u e s t r o s reyes,
e n medio de fiestas y r e g o c i j o s ? Y u n o de s u s a n t e p a s a dos, ^ n o m u r i ó de un e n c o n t r ó n con u n c e r d o ? Amenazado
Esquilo de que u n a casa se desplomaría s o b r e él, p a r a nada
le sirvió la precaución ni el e s t a r a l e r t a , p u e s pereció del
golpe de u n a t o r t u g a que en el a i r e se haoía desprendido
de las g a r r a s de u n a g u i l a ; otro halló la m u e r t e a t r a v e 1. El h o m b r e no p u e d e p r e v e r n u n c a , p o r a v i s a d o q u e s e a , el peligro que le
a m e n a i a á c a d a i n s t a n t e . HORACIO, Oí., II, 13, 13.

s a n d o el g r a n o de u n a p a s a ; un e m p e r a d o r con el a r a ñ a z o
de un peine, estando en su t o c a d o r ; Emilio L é p ' d o por h a b e r
tropezado en el u m b r a l de la p u e r t a de su ca¡ a ; Aufidio por
h a b e r chocado al e n t r a r c o n t r a la p u e r t a de la c á m a r a del
Consejo; y h a l l á n d o s e e n t r e los muslos de m u j e r e s , Cornelio
Galo, p r e t o r ; Tigilino, capitán del Gueto en R o m a ; L u d o vico, hijo de Guido de Gonzaga, m a r q u é s de M a n t u a . Más
indigno es que a c a b a r a n del mismo modo Speusipo, filósofo
platónico, y uno de n u e s t r o s pontífices. El infeliz Bebis,
j u e z , m i e n t r a s c o n c e d í a el plazo de ocho días en u n a
causa, expiró r e p e n t i n a m e n t e ; Cayo Julio, médico, d a n d o
u n a u n t u r a e n los ojos de u n e n f e r m o vió c e r r a r s e los
suyos, y en fin, si bien se m e consiente citaré á u n h e r m a n o
mío, el "capitán S a n M a r t í n , de edad de v e i n t i t r é s años, que
iiabía dado ya testimonio de su valer : j u g a n d o á la pelota
recibió u n golpe que le dió en la parte s u p e r i o r del oído
d e r e c h o , y como le dejó sin a p a r i e n c i a a l g u n a de c o n t u sión ni h e r i d a , no tomó precaución de n i n g ú n g é n e r o , p e r o
cinco ó seis h o r a s d e s p u é s m u r i ó á causa de u n a apoplejía
que le ocasionó el accidente.
Con estos ejemplos tan ordinarios y f r e c u e n t e s , que p a s a n á diario a n t e n u e s t r o s ojos, ¿ c ó m o es posible que p o damos desligarnos del p e n s a m i e n t o de la m u e r t e y que á
cada m o m e n t o no se nos figure que nos a t r a p a p o r el
pescuezo? ¿ Q u é importa, m e diréis, que o c u r r a lo que q u i e r a
con tal de que no se s u f r a a g u a r d á n d o l a ? T a m b i é n yo soy
de este p a r e c e r , y de c u a l q u i e r s u e r t e que u n o pueda pon e r s e al resguardo de los males, a u n q u e sea d e n t r o de la
piel de u n a vaca, yo no r e p a r a r í a ni r e t r o c e d e r í a , p u e s m e
oasta v i v i r á mis a n c h a s y procuro d a r m e el m a y o r n ú m e r o
de satisfacciones posible, p o r poca gloria ni e j e m p l a r conducta que con ello m u e s t r e :
P r r c t u l e r i m . . . d e l i r u s i n c r s q u e videri,
Dum m e a d e l e c t c i u m a l a me, vel d e n i q u e f a l l a n t ,
ü u a m s a p e r e , e t ringi

P e r o es locura p e n s a r p o r t a l medio e n r e h u i r la idea de
la muerte. Unos v i e n e n , otros van, otros t r o t a n , d a n z a n
otros, mas de la m u e r t e nadie habla. Todo esto es muy h e r moso, p e r o c u a n d o el m o m e n t o les llega, á si propios, ó
á sus m u j e r e s , hijos ó amigos, les s o r p r e n d e y los coge da
súbito y al descubierto. ¡Y qué t o r m e n t o s , qué gritos, q u é
rabia y qué d e s e s p e r a c i ó n les d o m i n a n I ¿Visteis a l g u n a vez
n a d a tan abatido, cambiado ni c o n f u s o ? Necesario es s e r
previsor. Aun c u a n d o tan estúpida despreocupación pudiese
alojarse en la cabeza de u n h o m b r e de e n t e n d i m i e n t o , lo
cual tengo por imposible, bien c a r a nos c u e s t a luego. Si
1. Consiento en p a s a r p o r loco ó p o r i n e r t e , s i e m p r e q u e el e r r o r m e s e a
g r a t o , ó q u e yo no lo a d v i e r t a , m e j o r q u e s e r avisado y p a d e c e r con m i s a p i e n c i a . H O R A C I O , Epislolat,

II, 2 , 1 2 6 .

f u e r a e n e m i g o q u e pudiéramos evitar, yo a c o n s e j a r í a tomar
a r m a s d e la c o b a r d í a , pero como no se p u e d e , puesto que
nos a t r a p a igual al poltrón y huido que a i valiente y temerario,
Nempe et fagacem persequitur v i r u m ;
N e c parcit imbcllis invenías
Poplilibus t i m i d o q u e l e r g o *,

•y n i n g u n a coraza nos r e s g u a r d a , sea cual f u e r e su temple,
lile licet f e r r o c a u t u s s e c o n d a l e t s e r e ,
Mors l a m e n inciusum p r o t r a h e l i n d e c a p u l *.

s e p a m o s a g u a r d a r l a á pie firme, s e p a m o s combatirla, y
p a r a e m p e z a r á despojarla de su principal ventaja contra
nosotros, s i g a m o s el camino opuesto al o r d i n a r i o ; quitémosle la e x t r a ñ e z a , h a b i t u é m o n o s , acostumbrémonos á
ella. No p e n s e m o s en n a d a con m á s f r e c u e n c i a que en la
m u e r t e ; en todos los i n s t a n t e s t e n g á m o s l a fija en la ment e , y v e á m o s l a e n todos los r o s t r o s ; al v e r tropezar un
c a b a l l o , c u a n d o se d e s p r e n d e u n a t e j a de lo alto, al más
leve pinchazo de alfiler, digamos y redigamos constantem e n t e , todos los i n s t a n t e s : « Nada m e i m p o r t a que sea éste
el m o m e n t o de mi m u e r t e . » E n medio de las fiestas y aleg r í a s t e n g a m o s p r e s e n t e s i e m p r e esta idea del recuerdo de
n u e s t r a c o n d i c i ó n ; no d e j e m o s que el p l a c e r nos domine
ni se a p o d e r e de nosotros h a s t a el punto de olvidar de
c u á n t a s s u e r t e s n u e s t r a alegría se a p r o x i m a á la muerte y
de cuán d i v e r s o s modos estamos a m e n a z a d o s por ella. Asi
h a c í a n los egipcios, que en medio de sus festines y en Jo
m e j o r de s u s b a n q u e t e s c o n t e m p l a b a n u n esqueleto para
q u e sirviese de a d v e r t e n c i a á los convidados :
O m n e m c r e d e d i e m tibí d i l o x i s s e s u p r e m u m :
G r a t a s u p e r v i e n e ! , qu<e non s p e r a b i t u r , hora *.

N o sabemos d ó n d e la m u e r t e nos e s p e r a ; aguardémosla•
e n todas p a r t e s . La premeditación de la m u e r t e es premeditación a e libertad ; quien ha a p r e n d i d o á morir olvida la
s e r v i d u m b r e ; n o hay m a l posible e n la vida para aquei
q u e h a c o m p r e n d i d o bien que la privación de la misma no
e s u n m a l : s a b e r morir- nos libra de toda sujeción y oblig a c i ó n . P a u l o Emilio respondió al emisario que le envió su
p r i s i o n e r o el r e y de Macedonia p a r a r o g a r que no le cond u j e r a e n su t r i u n f o : » Q u e se h a g a la súplica á si mismo.*
A la v e r d a d e n todas las cosas, si la n a t u r a l e z a no vieQe
e n a y u d a , e s difícil que ni el a r t e ni el ingenio las hagan

p r o s p e r a r . Yo no soy melancólico, sino soñador. Nada
íiav de que me h a y a ocupado tanto en toda ocasion como de
p e n s a r en la m u e r t e , a u n e n la época más licenciosa de mi
edad :
Jucundum quum »tas florida ver age re t
H a l l á n d o m e e n t r e l a s d a m a s y en medio de diversiones
y juegos, a l g u i e n creía que m i duelo e r a ocasionado por
la palióA de los celos, ó p o r alguna e s p e r a n z a d e f r a u d a d a ; sin e m b a r g o , e n lo que p e n s a b a yo e r a e * a l g u n o que
¡habiendo sido atacado los días p r e c e d e n t e s de u n a s calent u r a s , al s a l i r de u n a fiesta parecida á la e n que yo me
e n c o n t r a b a , con la cabeza llena de ilusiones y el e s p í r i t u
de contento, murió r á p i d a m e n t e , y a mi m e m o r i a venia
a q u e l v e r s o de Lucrecio :
J a m f u e r i l , n e c post u n q u a m r e v o c a r e licebit *•

Ni éste ni n i n g ú n -otro p e n s a m i e n t o ponían el espanto e n
m i á n i m o . Es imposible que al principio no s i n t a m o s i d e a s
t r i s t e s ; pero insistiendo sobre ellas y volviendo a insistir,
«e familiariza uno sin d u d a ; de otro modo, y p o r lo que a
mi toca, h a l l a r i a m e c o n s t a n t e m e n t e en continuo h o r r o r y
f r e n e s í , pues j a m á s h o m b r e a l g u n o estuvo tan inseguro de
su vida; j a m á s n i n g ú n h o m b r e tuvo m e n o s s e g u n d a d de la
d u r a c i ó n de la suya. Ni la salud que h e gozado hasta hoy,
vigorosa y en pocas ocasiones alterada, p r o l o n g a m i esper a n z a , ni las e n f e r m e d a d e s la acortan : figúraseme á cada
m o m e n t o que escapo á u n g r a n peligro, y sin c e s a r m e r e pito : <> Lo que puede a c o n t e c e r m a ñ a n a , p u e d e muy bien
o c u r r i r dentro de un m o m e n t o - . L o s peligros, riesgos y azar e s nos a c e r c a n poco ó n a d a á nuestro fin, y s i c o n s i d e r a m o s
c u á n t o s accidentes p u e d e n sobrevenir, a d e m a s del que p a rece s e r el que nos a m e n a z a con mayor insistencia, cuantos,
millones de otros pesan sobre n u e s t r a s cabezas, h a l l a r e mos que nos siguen lo mismo en la m a r que en n u e s t r a s
c a s a s en la batalla que en el reposo, frescos que calentur i e n t o s : cerca está de nosotros e n todas p a r t e s : Nemo ai-

tero franilior

III. 18,

vuestra armadura.

1. Cuando mi e d a d florida goMba«n alegre primavera^
í . «oy pronto-el tiempo presente desaparecen y ya no podremos evocarle.

25.

2. Es i n ú t i l q u e o s c u b r á i s d e h i e r r o y b r o n c e ; la m u e r t e os atajará bajo
PROPERCIO, 111,18,

25.

3. I m a g i n a q u e c a d a día e s el ú l t i m o q u e p a r a ti a i u m b r a , y agradecerás el
a m a n e c e r que ya n o e s p e r a b a s . HORACIO, Epist. I, 4, 13.

sui certior *. .Lo

Alguien h o j e a n d o el otro dia mis a p u n t e s e n c o n t r o una
nota de algo que yo quería que se e j e c u t a r a después de mi
m u e r t e ; yo le dije, como e r a la verdad, que h a l l á n d o m e
c u a n d o la escribí á u n a legua de mi domicilio, s a n o
y vigoroso, h a b í a m e a p r e s u r a d o á a s e n t a r l a , p o r q u e n o
t e n i a la certeza de llegar h a s t a mi casa. A h o r a e n todo

1. P e r s i g u e al q u e h u y e , y c a s t i g a s i n p i e d a d al c o b a r d e que vuelve la esp a l d a . H O U A C I O , Oil.

est; nemo ¿n crastinum

que h e de ¿¡ecular e n vida m e a p r e s u r o á r e m a t a r l o ; todo
plazo se m e a n t o j a largo, h a s t a el de u n a hora.

l

r S ! Í l e

es má< w

que.os demás ; -ninguno tampoco está «á,

s e g u r o del dia s i g u i e n t e . SÉNECA, Episl.,

91.

m o m e n t o m e e n c u e n t r o p r e p a r a d o , y la l l e g a d a de la
m u e r t e no m e s o r p r e n d e r á , ni m e e n s e ñ a r á n a d a nuevo. Es
p r e c i s o e s t a r s i e m p r e calzado y p r e s t o á p a r t i r , tanto como
d e n o s o t r o s d e p e n d a , y s o b r e todo g u a r d a r todas las fuerzas d e la p r o p i a a l m a p a r a el caso :
Quid b r e v i f o r t e s j a c u l a m u r » v o
Multa ' ?

d e todas h a b r e m o s m e n e s t e r p a r a tal t r a n c e . U n o se queja m á s que d e la m u e r t e p o r q u e l e i n t e r r u m p e la marcha
d e u n a h e r m o s a v i c t o r i a ; otro p o r q u e le es p r e c i s o largarse
a n t e s de h a b e r c a s a d o á s u h i j a ó a c a b a d o la educación de
s u s h i j o s ; otro l a m e n t a l a s e p a r a c i ó n de su m u j e r , otro ¡a
d e s u hijo, c o m o c o m o d i d a d e s p r i n c i p a l e s d e su vida. Tan
p r e p a r a d o m e e n c u e n t r o , á Dios g r a c i a s , p a r a la hora final,
q u e p u e d o p a r t i r c u a n d o al S e ñ o r le p l a z c a , sin d e j a r por
a c á s e n t i m i e n t o de cosa a l g u n a . De todo p r o c u r o desligarm e . J a m á s h o m b r e a l g u n o s e dispuso á a b a n d o n a r la vida
c o n m a y o r c a l m a , n i s e d e s p r e n d i ó d e todo lazo como yo
e s p e r o h a c e r l o . Los m u e r t o s m á s m u e r t o s son los que ño
p i e n s a n en el ú l t i m o v i a j e :
.. Miser I o m i s e r (aiunt)! o m n i a a d e m i t
Una dios i n f e s t a m i h i tot p r a m i a vitae * ;

y el c o n s t r u c t o r dice :
Manent o p e r a i n t e r r u m p t a , m i n a í q u e
Murorum i n g e n t e s J .

P r e c i s o es n o e m p r e n d e r n a d a d e l a r g a d u r a c i ó n , ó de
e m p r e n d e r l o a p r e s u r a r s e á d a r l e fin. V i n i m o s á la tierra
p a r a las o b r a s y la l a b o r :
Q u u m m o r i a r , m e d i u m s o l v a r et i n t e r o p u s *.

Soy p a r t i d a r i o de q u e s e t r a b a j e y d e que se prolonguen
los oficios d e la vida h u m a n a tanto como se p u e d a , y deseo
que la m u e r t e m e e n c u e n t r e p l a n t a n d o mis coles, pero sin
t e m e r l a , y m e n o s todavía s i e n t o d e j a r m i h u e r t o defectuoso.
He visto m o r i r á un h o m b r e que e n los ú l t i m o s momentos
se q u e j a b a sin c e s a r d e q u e su d e s t i n o c o r t a s e el hilo de la
historia q u e t e n í a e n t r e m a n o s , del q u i n c e ó diez y seis de
nuestros reyes :

l l l u d in b i s r o b u s non a d d u n t : Neo tibí e a r u m
J a m d e s i d e r i u m rerurn s ú b e r insidet u n a ' .

E s preciso d e s p r e n d e r s e d e tales p r e o c u p a c i o n e s , q u e sobre v u l g a r e s son p e r j u d i c i a l e s . Asi como los c e m e n t e r i o s
h a n sido p u e s t o s j u n t o á las iglesias y otros sitios los m á s
f r e c u e n t a d o s d e la c i u d a d , p a r a a c o s t u m b r a r , d e c í a Licurgo,
al bajo p u e b l o , las m u j e r e s y los n i ñ o s , á n o a s u s t a r s e c u a n do v e n á un h o m b r e m u e r t o , y á fin d e q u e el c o n t i n u o esp e c t á c u l o de los osarios, s e p u l c r o s y convoyes f u n e r a r i o s
sea saludable advertencia de nuestra condición:
Quin e t i a m e x h i l a r a r e viris convivía credo
Mos olim, el m i s c e r e e p u l i s s p e c t a c u l a d i r a
C e r t a n i u m f e r r o , srepe et s u p e r ¡psa c a d e n t u m
Pocula, r e s p e r s i s n o n p a r c o s a n g u i n o m e n s i s

y c o m o los e g i p c i o s , d e s p u é s d e sus f e s t i n e s , m o s t r a b a n á
los invitados u n a i m a g e n d e la m u e r t e p o r u n o q u e g r i t a b a : » B e b e , y... a l é g r a t e , p u e s c u a n d o m u e r a s s e r á s lo
m i s m o », asi t e n g o yo la c o s t u m b r e , así t e n g o yo por hábito
g u a r d a r , no sólo e n la m e n t e , s i n o en los labios, la idea y
la e x p r e s i ó n d e la m u e r t e . Y n a d a h a y de q u e m e i n f o r m e
con t a n t a solicitud como d e la d e los h o m b r e s : « q u é p a l a b r a p r o n u n c i a r o n , q u é rostro p u s i e r o n , q u é actitud p r e s e n t a r o n », ni p a s a j e de los libros en q u e ine fije con m á s
a t e n c i ó n ; asi se v e r á q u e e n la elección d e los e j e m p l o s
i p u e s t r o p r e d i l e c c i ó n g r a n d e p o r esta m a t e r i a . Si c o m p u s i e r a yo un libro, liaría un r e g i s t r o c o m e n t a d o d e las d i v e r s a s s u e r t e s de m o r i r . Quien e n s e ñ a s e á los h o m b r e s
á m o r i r e n s e ñ a r í a l o s á vivir. D i c e a r c o c o m p u s o u n a o b r a
d e título análogo, m a s de diverso y m e n o s útil a l c a n c e .
S e m e r e s p o n d e r á , acaso, q u e el h e c h o s o b r e p u j a d e tal
modo la idea, que no h a y m e d i o q u e v a l g a á a t e n u a r l a dur e z a d e n u e s t r o fin. No i m p o r t a . La p r e m e d i t a c i ó n proporc i o n a sin d u d a g r a n v e n t a j a ; y a d e m á s , ¿ n o es ya b a s t a n t e
l l e g a r a l t r a n c e c o n t r a n q u i l i d a d y sin e s c a l o f r í o s ? P e r o h a y
m á s . L a p r o p i a n a t u r a l e z a nos da la m a n o y c o n t r i b u y e á
i n c u l c a r á n i m o e n n u e s t r o e s p í r i t u ; si se t r a t a d e u n a
m u e r t e r á p i d a y v i o l e n t a , el tiempo m a t e r i a l nos falta p a r a
t e m e r l a ; si es m á s l a r g a , a d v i e r t o q u e á m e d i d a q u e la e n f e r m e d a d se a p o d e r a de mí voy t e n i e n d o en m e n o s la vida.
E n t i e n d o q u e tales p e n s a m i e n t o s y r e s o l u c i o n e s d e b e n pract i c a r s e h a l l á n d o s e e n b u e n a s a l u d , y así yo m e c o n d u z c o ,
c o n t a n t a m á s r a z ó n , c u a n t o q u e en mí c o m i e n z a va á fiaq u e a r el a m o r á las c o m o d i d a d e s y la p r á c t i c a del p l a c e r .

1. ¿ P o r q u é en u n a e x i s t e n c i a t a n corta f o r m a r tan v a s t o s p r o v e c t o s ? HORACIO, OI.Y I I , 1 6 , 1 7 .

R

'

2. ¡ Ay, infeliz d e mi 1 e x c l a m a n ; u n solo día, u n i n s t a n t e fatal m e roba todas
las r e c o m p e n s a s de la vida. LUCREOIO, III, 911.
3. P a r t i r é con el dolor de d e j a r s i n a c a b a r m i s edificios s u n t u o s o s . VIRGILIO,
Eneida, IV. 8S.
4. Quiero q u e la m u e r t e m e s o r p r e n d a e n medio de m i s t r a b a i o s . O v a . .
Amor., II, 10,36.

1. No añaden q u e la m u e r t e aleja d e nosotros el p e s a r d e lo q u e a b a n d o n a n o s . LUCRECIO, III, 9 1 3 .

2. A n t i g u a m e n t e se a c o s t u m b r a r á a l e g r a r con homicidios los f e s t i n e s y a pon e r a n t e los ojos d e los i n v i t a d o s c o m b a t e s h o r r o r o s o s de g l a d i a d o r e s ; A v e c e s
éstos caian en medio d e las copas del b a n q u e t e é i n u n d a b a n las m e s a s con s u
s a n g r e . S I L I O ITÁLICO, X I ,

51.

V e o la m u e r t e con m u c h o m e n o s h o r r o r q u e a n t e s , lo cual
m e p e r m i t e e s p e r a r q u e c u a n t o m á s viejo s e a , m á s me res i g n a r é á l a p é r d i d a d e l a v i d a . E n m u c h a s circunstancias
h e t e n i d o ocasión d e e x p e r i m e n t a r la v e r d a d del dicho de
C é s a r , q u i e n a s e g u r a b a que las c o s a s nos parecen más
g r a n d e s d e lejos q u e de c e r c a , y a s í , en p e r f e c t a salud, he
t e n i d o m á s m i e d o á l a s e n f e r m ' e d a d e s q u e c u a n d o las he
s u f r i d o . E l c o n t e n t o q u e m e d o m i n a , el p l a c e r y la salud,
m u é s t r a n m e el estado c o n t r a r i o t a n distinto, que m i fant a s í a a b u l t a p o r lo m e n o s el m a l , el cual creo más duro
e s t a n d o s a n o que p e s a n d o s o b r e m i . E s p e r o que lo propio
m e a c o n t e c e r á con la m u e r t e .
E s t a s m u t a c i o n e s y o r d i n a r i a s a l t e r n a t i v a s nos muestran
c ó m o l a n a t u r a l e z a n o s h a c e a p a r t a r l a vista de nuestra
p é r d i d a y e m p e o r a m i e n t o . ¿ Q u é le q u e d a á u n viejo del
v i g o r d e su j u v e n t u d y d e su e x i s t e n c i a p a s a d a s ?
H e u ! s e n i b u s vil® portio q u a n t a m a n e l 1 !

U n s o l d a d o de la g u a r d i a d e C é s a r , q u e se h a l l a b a molido y
d e s t r o z a d o , pidió al e m p e r a d o r l i c e n c i a p a r a d a r s e la muert e . C é s a r , al c o n t e m p l a r su d e c r é p i t o a s p e c t o , le contestó
i n g e n i o s a m e n t e : « ¿ A c a s o c r e e s h a l l a r t e vivo?» Mas, guiados p o r su m a n o , p o r u n a suave y como i n s e n s i b l e pendiente,
poco á poco, y como p o r g r a d o s , a c é r c a n o s á a q u e l l a miserable s i t u a c i ó n y nos f a m i l i a r i z a con e l l a de tal modo, que 110
a d v e r t i m o s n i n g u n a t r a n s i c i ó n violenta c u a n d o n u e s t r a juv e n t u d a c a b a , lo cual es en v e r d a d u n a m u e r t e m á s dura
q u e el a c a b a m i e n t o de u n a vida q u e l a n g u i d e c e , cual es la
m u e r t e de la vejez. El t r á n s i t o del m a l vivir al no vivir, no
es tan r u d o como el de l a e d a d floreciente á u n a situación
p e n o s a y r o d e a d a de m a l e s . Del c u e r p o e n c o r v a d o se aminor a r o n y a las f u e r z a s , y lo m i s m o las del a l m a ; habituámosla
á r e s i s t i r l o s a t a q u e s de la m u e r t e . P u e s c o m o es imposible
q u e p e r m a n e z c a en r e p o s o m i e n t r a s l a t e m e , si logra ganar
la c a l m a ( c o s a como q u e s o b r e p u j a la h u m a n a condición),
de ello p u e d e a l a b a r s e e n t o n c e s p u e s es h a r t o difícil que
la i n q u i e t u d , el t o r m e n t o y el miedo, n i s i q u i e r a la menor
m o l e s t i a s e a p o d e r e n de ella.
Non v u l l u s i n s t a n t i s t v r a n n i
Mente q n a l i t solida, ñ e q u e A u s t e r
IIIII i n q u i e l i t u r b i d u s A d r u e ,
N e c f u l m i n a r a i s m a g n a Jovis m a n u s * .

C o n v i é r t e s e en d u e ñ a de sus c o n c u p i s c e n c i a s y pasiones,
d u e ñ a d e l a i n d i g e n c i a , de la v e r g ü e n z a , de la pobreza y de

todas las d e m á s i n j u r i a s d e la f o r t u n a . G a n e q u i e n p a r a ello
d i s p o n g a de f u e r z a s tal v e n t a j a . Tal e s la s o b e r a n a y v e r d a d e r a l i b e r t a d q u e n o s c o m u n i c a l a facultad de r e í r n o s
d e la f u e r z a y la i n j u s t i c i a , á l a vez que la de b u r l a r n o s d e
los grillos y d e las c a d e n a s .
In m a n i c e s e t
C o m p e d i b u s , ssevo, t e s u b c u s t o d e t e n e b o .
Ipse d e u s , s i m u l a t q u e v o l a m , m e s o l v e t Opinor.
Huc s e n t i t : B o r i a r . Mors u l t i m a linea r e r u m e s t

N u e s t r a religión no h a t e n i d o m á s s e g u r o f u n d a m e n t o
h u m a n o q u e e l m e n o s p r e c i o de l a vida. No sólo el d i s c e r n i m i e n t o n a t u r a l lo t r a e á n u e s t r a m e m o r i a , sino que e s n e cio q u e t e m a m o s l a p é r d i d a d e u n a cosa, la c u a l e s t a m o s
i n c a p a c i t a d o s d e s e n t i r d e s p u é s . Y p u e s t o q u e d e t a n diversos modos e s t a m o s a m e n a z a d o s p o r la m u e r t e , ¿ n o e s m a y o r la p e n a que o c a s i o n a el m a l d e t e m e r l o s todos p a r a l i b r a r n o s de u n o solo? ¿ N o v a l e m á s q u e v e n g a c u a n d o lo
t e n g a á bien, p u e s t o q u e es i n e v i t a ble? Al q u e a n u n c i ó á
S ó c r a t e s q u e los t r e i n t a t i r a n o s le habían c o n d e n a d o á
m o r i r , el filósofo c o n t e s t ó q u e l a n a t u r a l e z a los h a b í a cond e n a d o á ellos. ¡ Q u é t o r p e z a la d e a p e n a r n o s y a f l i g i r n o s
c u a n d o de t o d o duelo v a m o s á s e r l i b e r t a d o s 1 C o m o el v e n i r á la vida nos t r a e al p a r el n a c i m i e n t o d e t o d a s las c o saos, así l a m u e r t e h a r á d e todas las cosas n u e s t r a m u e r t e .
¿Á q u é c o m e t e r l a l o c u r a de l l o r a r p o r q u e d e a q u í á cien
a ñ o s no v i v i r e m o s , y p o r q u é no h a c e r lo propio p o r q u e
h a c e cien a ñ o s no v i v í a m o s ? L a m u e r t e es el origen d e
n u e v a v i d a ; al e n t r a r en la vida l l o r a m o s y p a d e c e m o s
a u e s t r a f o r m a a n t e r i o r ; n o p u e d e c o n s i d e m r s e c o m o dolor o s o lo que no o e u r r e m á s q u e u n a sola vez. ¿ E s r a z o n a b l e
s i q u i e r a p o n e r tiempo tan dilatado en cosa d e tan c o r t a dur a c i ó n ? El m u c h o vivir y el poco vivir son idénticos a n t e
la m u e r t e , p u e s a m b a s cosas no p u e d e n a p l i c a r s e á lo q u e
n o existe. Aristóteles dice q u e en el rio H v p a n i s h a y a n i malillos c u y a vida n o d u r a m á s que u n d í a ; los q u e de
ellos m u e r e n á las ocho de la m a ñ a n a a c a b a n j ó v e n e s su
e x i s t e n c i a , y los que m u e r e n á las cinco de la t a r d e p e r e c e n d e d e c r e p i t u d . ¿ Q u i é n d e n o s o t r o s no t o m a r í a á b r o m a l a c o n s i d e r a c i ó n d e la d e s d i c h a ó d i c h a d e un m o m e n t o
d e t a n oorta d u r a c i ó n ? L a d e n u e s t r a vida, si la c o m p a r a m o s con l a e t e r n i d a d , ó con l a de las m o n t a ñ a s , ríos, e s t r e llas, á r b o l e s y h a s t a c o n la d e a l g u n o s a n i m a l e s , ¿ n o e s
menos ridicula?
M a s l a p r o p i a n a t u r a l e z a nos obliga á p e r e c e r . « Salid,
nos dice, de este m u n d o c o m o en él h a b é i s e n t r a d o . E l mis-

1. ¡ C u á n p e q u e ñ a e s la p a r t e q u e q u e d a á un a n c i a n o en e l f e s l i n d e la vida!
M A X I M J A N O , reí

PSEODO-GALLCS,

1,16.

2 . Ni la m i r a d a c r u e l del t i r a n o ni el á b r e g o f u r i o s o q u e r e v u e l v e ios mares,
n a d a p u e d e a l t e r a r s u firmeza, ni s i q u i e r a la m a n o t e r r i b l e , la m a n o del 10n a n t e J ú p i t e r . HORACIO, O í I I I , 3, 3.

1. T e c a r g a r é «le c a d e n a s e n p i e s y m a n o s , t e e n t r e g a r é ¿ un c r u e l carcelero. — Algún dios m e l i b e r t a r á en e l m o m e n t o q u e yo q u i e r a . — E s e dios, « s i
l e « r e o , e s U m u e r t e - i a m u e r t e e s e l t é r m i n o de t o d a s l a s c o s a s . HORACIO,
BpUt., I, 16, 76.

5G
rao tránsito que hicisteis de la m u e r t e á la vida, sin pasión
y sin h o r r o r , hacedlo de nuevo de la vida á la muerte. Vuest r o fin es uno de los c o m p o n e n t e s del orden del universo
es u n o de los a c c i d e n t e s de la vida del m u n d o .
Inter se mortales m u t u a vivunt,
Et, q u a s i c u r s o r e s , vil® l a m p a d a t r a d u n t « . '

l l ' P
I I

%

» ¿ C a m b i a r é yo por vosotros esta h e r m o s a contextura de
las c o s a s ? La m u e r t e e s la condición de v u e s t r a natural e z a ; es u n a p a r t e de vosotros mismos ; os huís á vosotros
m i s m o s . L a existencia de que gozáis p e r t e n e c e por mitad
á la vida y á la m u e r t e . El día de vuestro nacimiento os
e n c a m i n a así al m o r i r como al vivir.
Prima, q u a vitam dedit, hora, c a r p s i t « .

y la m i s m a que c o n t e m p l a r á n n u e s t r o s nietos y t a t a r a nietos.
Non a l i u m v i d e r e p a i r e s , a l i u m v e n e p o t e s
Adspicíent«.

» La variedad y distribución de todos los actos de mi c o m e d i a se d e s a r r o l l a n en un solo a ñ o . Si habéis p a r a d o
v u e s t r a atención e n el vaivén de mis cuatro estaciones, habréis visto que c o m p r e n d e n la i n f a n c i a , a d o l e s c e n c i a , virilidad y vejez del m u n d o : con ello ha h e c h o su partida;
después comienza de nuevo, y s i e m p r e acontecerá lo mismo.
V e r s a m u r i b i d e m , a t q u c i n s u m u s u s q u e *.
A t q u e ¡n s e s u a per vestigia volvitur a n n u s 3 .

» N o reside e n mi la facultad de f o r j a r o s nuevos p a s a tiempos :
Nam tibí praeterea quod m a c h í n e r , i n v e n i a m q u e
Quod p l a c e a t , nibil e s t : e a d e m s u n t o m n í a s o m p e r

N a s c e n t e s m o r i m u r ; flnisqne ab origine p e n d e t *.

» Todo el tiempo q.ue vivís se lo quitáis á la v i d a : lo vivís
á e x p e n s a s de ella. El continuo q u e h a c e r de vuestra existencia e s l e v a n t a r el edificio de la m u e r t e . Os encontráis
e n la m u e r t e m i e n t r a s estáis en la v i d a ; p u e s estáis desp u é s de la m u e r t e c u a n d o ya no t e n é i s vida, ó en otros
t é r m i n o s : estáis m u e r t o s d e s p u é s de la v i d a ; mas durante
la vida estáis m u r i e n d o , y la m u e r t e a t a c a con mayor dur e z a al m o r i b u n d o que al m u e r t o , m á s vivamente' y más
e s e n c i a l m e n t e . Si de la vida habéis h e c h o vuestro provec h o , t e n é i s y a b a s t a n t e : idos satisfechos.

I•

Cur non u t p l e n u s vitae conviva r e c e d i s ' ?

.» Si no habéis sabido h a c e r de ella el uso conveniente, si
os e r a inútil, ¿ qué os importa h a b e r l a p e r d i d o ? ¿ P a r a quA
la q u e r é i s t o d a v í a ?
Cur a m p l i u s a d d e r e qoseris,
R u r s u m q u o d p e r e a t m a l e , et i n g r a t u m occidat o m n e » !

ii La vida no es, c o n s i d e r a d a en si m i s m a , ni u n bien ni un
m a l ; es lo u n o ó lo otro s e g ú n v u e s t r a s acciones. Si habéis
vivido u n día lo habéis visto todo: u n día e s igual á siemp r e . No hay otra luz ni otra oscuridad distintas. Ese sol,
e s a l u n a , esas estrellas, e s a a r m o n í a de las estaciones es
i d é n t i c a á la que vuestros abuelos gozaron y contemplaron,

» Dejad á los que vengan el lugar, como los d e m á s os lo
d e j a r o n á vosotros. La igualdad es la p r i m e r a condición de
la equidad. ¿ Q u i é n p u e d e q u e j a r s e a e u n mal que todos
s u f r e n ? E s , pues, inútil que viváis; no r e b a j a r é i s n a d a del
espacio que os falta pa.ra la m u e r t e : p a r a eílo todos v u e s tros e s f u e r z o s son i n ú t i l e s . T a n t o tiempo como p e r m a n e c é i s
e n ese estado de t e m o r , n a d a vale ni a n a d a conduce. Igual
d a que h u b i e r a i s m u e r t o c u a n d o estabais en brazos de
vuestra nodriza:
In v e r a n e s c i s n u l l u m fore m o r t e a l i u m t e ,
Qui possit v i v u s líbi te l u g e r e p e r e m p t u m ,
Stansque jacentem • ?

» Y si á tal estado de ánimo llegarais, no e x p e r i m e n t a r í a i s
descontento alguno;
Nec síbi e n i m q u i s q u a m t u m se, v i t a m q u e r e q u í r t .
Nec d e s i d e r i u m nostri nos afflcil u l l u m

ni desearíais u n a vida cuya p é r d i d a sentís tanto.
» E s la m u e r t e m e n o s digna de s e r temida que nada, si
h u b i e r a a l g u n a cosa m á s insignificante que nada.
1. V u e s t r o s nietos no v e r á n sino lo q u e vieron v u e s t r o s p a d r e s . MAMILIO,
1, 529.
2. F.I h o m b r e d a v u e l t a s c o n s t a n t e m e n t e en el circulo q u e le e n c i e r r a . LU-

1 . Los m o r t a l e s s e p r e s t a n la v i d a p o r un m o m e n t o ; la v i d a e s la carrera de
los j u e g o s s a g r a d o s en q u e la a n t o r c h a p a s a d e m a n o en mano. LUCRECIO. II,

CRECIO, III. 1093.

"5.

GILIO. Geórgicat,

78.

2. La h o r a m i s m a en q u e n a c i m o s d i s m i n u y e la d u r a c i ó n d e n u e s t r a vida.
SÉNECA, Hercul. fur„ a c t . 3, coro, V, 874.
3. Nacer e s e m p e z a r á m o r i r ; el último m o m e n t o de n u e s t r a v i d a es la cotis e u c e n c i a del p r i m e r o . MASILIO, Aslronomic.,
IV, 16.
4. ¿ Por q u é no s a l í s del festin de la v i d a como d e un b a n q u e t e cuando estái»
h a r t o s ? LUCRECIO, I I I ,

951.

5. ¿A q u é q u e r e r m u l t i p l i c a r los d i a s , q a e d e j a r í a i s p e r d e r lo mismo que lo»
a n t e r i o r e s , sin e m p l e a r l o s m e j o r ?

3. El año comienza sin c e s a r de n u e v o la r u t a q u e a n t e s h a r e c o r r i d o . VIRII, 4 0 2 .

4. No puedo e n c o n t r a r n a d a n u e v o n i p r o d u c i r n a d a n u e v o en v u e s t r o f a v o r ;
t o n y s e r á n s i e m p r e los m i s m o s p l a c e r e s . LUCRECIO, III, 898.
5. ¿ N o s a b é i s q u e la m u e r t e no d e j a r á s u b s i s t i r otro individuo idéntico á vosotros. q u e p u e d a g e m i r a n t e v u e s t r a agonía y l l o r a r a n t e v u e s t r o c a d á v e r ?
BACRECIÓ, I I I , 8 9 8 .

6. E n t o n c e s no n o s p r e o c u p a m o s de la v i d a n i de n u e s t r a p e r s o n a . . . entonc e s no nos q u e d a n i n g ú n a m a r g o r d e la existencia. LUCRECIO, 932, 935.

Mallo... moriera m i n a s a c f n o s e s s e p u t a n d n m .
Si m i n u s c s s e p o t e s t , q u a m q u o d nihil e s s e v i d e m u s

•> Ni m u e r t o s ni vivos d e b e c o n c e r n i r n o s ; vivos, porque
e x i s t i m o s ; m u e r t o s , p o r q u e j a n o existimos. N a d i e muere
h a s t a que su h o r a e s llegada": el tiempo que dejáis era tan
vuestro ú os p e r t e n e c í a t a n t o c o m o el q u e transcurrió aa
tes de q u e n a c i e r a i s , y q u e t a m p o c o os c o n c i e r n e .
Hespice e n i m , q u a m nil a d n o s a n t e a c t a v e t u s t a s
•Sempotis fflterni Cuerit *.

* Allí d o n d e v u e s t r a v i d a a c a b a e s t á toda c o m p r e n d i d a . La
utilidad del vivir n o r e s i d e e n el t i e m p o , sino en el uso que
d e la vida se h a h e c h o : tal vivió l a r g o s días o u e vivió poco.
E s p e r a d l a m i e n t r a s p e r m a n e c é i s e n el m u n d o : de vuestra
v o l u n t a d p e n d e , n o d e l n ú m e r o d e a ñ o s el q u e hayáis vivido b a s t a n t e . ¿ P e n s á i s a c a s o n o l l e g a r al sitio donde marcháis sin e e s a r ? No h a y c a m i n o que n o t e n g a su salida. Y
p o r si el m a l d e m u c h o s s i r v e á aliviaros, sabed que el
m u n d o todo sigue la m a r c h a q u e vosotros s e g u í s .
... O m n i a t e , v i t a p c r f u n c t a , s e q u e n t u r

3

.

Todo se e s t r e m e c e al p a r d e vosotros. ¿ H a y algo que 110
e n v e j e z c a c u a n d o v o s o t r o s e n v e j e c é i s y c o m o vosotros env e j e c é i s ? Mil h o m b r e s , mil a n i m a l e s y mil o t r a s criaturas
m u e r e n en el p r o p i o i n s t a n t e q u e v o s o t r o s m o r í s .
Nam nox n u l l a d i e m , ñ e q u e n o c t e m a u r o r a s e q u u t a e s t ,
Quse non a u d i e r i t m i x t o s v a g i t i b u s a>gris
P l o r a t u s , m o r t i s c o m i t é s e t f u n e r i s a t n *.

» ¿ A q u é os s i r v e r e t r o c e d e r ? B a s t a n t e s h a b é i s visto que
se h a n e n c o n t r a d o b i e n h a l l a d o s con la m u e r t e p o r h a b e r ésta
acabado con sus m i s e r i a s . ¿ M a s , h a b é i s visto alguien mal
hallado con e l l a ? G r a n t o r p e z a es c o n d e n a r u n a cosa qw
no h a b é i s e x p e r i m e n t a d o n i e n v o s o t r o s n i e n los demás.
¿ P o r qué tú te q u e j a s (Te m i y del h u m a n o d e s t i n o ? Aunque tu edad no s e a t o d a v í a a c a b a d a , tu vida si lo e s ; un
h o m b r e c i t o es h o m b r e t a n c o m p l e t o como u n h o m b r e ya
f o r m a d o . No se m i d e n p o r v a r a s los h o m b r e s ni sus vida-.
C h i r ó n r e c h a z a la i n m o r t a l i d a d , i n f o r m a d o de las condiciones en q u e se le c o n c e d e p o r el dios m i s m o del tiempo, por
S a t u r n o , su p a d r e . I m a g i n a d c u á n t o m á s p e r d u r a b l e seria
la vida y c u á n m e n o s s o p o r t a b l e al h o m b r e , y c n a n t o más
p e n o s a de lo q u e lo e s l a q u e yo le h e dado. Si la muerte
no se h a l l a r e al c a b o d e v u e s t r o s días, m e m a l d i c i r i a i s sm

c e s a r p o r h a b e r o s p r i v a d o d e ella. De i n t e n t o h e m e z c l a d o
a l g u n a a m a r g u r a , p a r a i m p e d i r o s , e n vista d e la c o m o d i d a d d e su u s o , el a b r a z a r l a con d e m a s i a d a avidez, con i n d i s c r e c i ó n e x t r e m a d a . P a r a llevaros á u n a tal m o d e r a c i ó n ,
p a r a q u e no h u y á i s d e l a vida ni tampoco de la m u e r t e q u e
exijo de vosotros, h e e n t r e v e r a d o la u n a y la o t r a d e d u l zores y a m a r g u r a s . E n s e ñ é á T h a l e s , el p r i m e r o de v u e s t r o s
sabios, q u e el m o r i r y el vivir e r a n c o s a s i n d i f e r e n t e s , poi
eso al q u e le p r e g u n t ó p o r qué n o m o r í a , r e s p o n d i ó l e p r u •
d e n t i s i m a m e n t e : Porque
cía lo mismo.
El a g u a , la tie
r r a , el a i r e , el f u e g o v otros c o m p o n e n t e s d e mi edihcio,
así son i n s t r u m e n t o s de tu vida como d e tu m u e r t e . ¿ P o r
q u é t e m e s tu ú l t i m o d í a ? T u ú l t i m o día c o n t r i b u y e lo mismo á tu m u e r t e q u e los a n t e r i o r e s q u e viviste. E l ú l t i m o
paso no p r o d u c e l a lasitud, la c o n f i r m a . T o d o s los días v a n
á la m u e r t e : el último l l e g a . » T a l e s son los s a n o s a d v e r t i mientos de nuestra madre naturaleza.
Con f r e c u e n c i a he c o n s i d e r a d o p o r q u é e n las g u e r r a s ,
el s e m b l a n t e de l a m u e r t e , ya la v e a m o s en n o s o t r o s m i s m o s va en los d e m á s , nos e s p a n t a m u c h o m e n o s que en
n u e s t r a s c a s a s (si asi n o f u e r a c o m p o n d r i a n s e los e j é r c i t o s
de m é d i c o s v de l l o r o n e s ) ; y s i e n d o la m u e r t e lo m i s m o p a r a
todos, h e c o n s i d e r a d o t a m b i é n q u e la a g u a r d a n c o n i n a y p r
r e s i g n a c i ó n las g e n t e s del c a m p o y las de condición h u m i l de q u e los d e m á s . E n v e r d a d c r e o que todo d e p e n d e del
a p a r a t o de h o r r o r de q u e l a r o d e a m o s , el c u a l pone m á s
m i e d o en n u e s t r o á n i m o que la m u e r t e m i s m a ; los g r i t o s
de las m a d r e s , d e las m u j e r e s y d e los n i ñ o s ; la visita d e
g e n t e s p a s m a d a s y t r a n s i d a s ; la p r e s e n c i a n u m e r o s a d e
c r i a d o s pálidos y llorosos; u n a h a b i t a c i ó n á o s c u r a s ; l a luz
d é l o s b l a n d o n e s ; la c a b e c e r a de n u e s t r o l e c h o o c u p a d a p o r
m é d i c o s y s a c e r d o t e s : e n s u m a , todo es h o r r o r y e s p a n t o
e n d e r r e d o r n u e s t r o : h e n o s ya bajo l a t i e r r a . Los n i ñ o s
t i e n e n m i e d o d e sus propios c a m a r a d a s c u a n d o los v e n
d i s f r a z a d o s ; á n o s o t r o s nos a c o n t e c e lo propio. P r e c i s o e s
r e t i r a r la m á s c a r a lo m i s m o de las cosas que d e las p e r s o nas, y u n a vez q u i t a d a n o h a l l a r e m o s bajo ella á la h o r a de
la m u e r t e n a d a que p u e d a h o r r o r i z a r n o s . Feliz el t r á n s i t o
q u e no d e j a l u g a r á los a p r e s t o s d e s e m e j a n t e v i a j e .

CAPÍTULO

XX

DE LA F U E R Z A DE IMAGINACIÓN.
1. La f r a s e p r e c e d e n t e e s l a t r a d u c c i ó n d e e s t o s dos v e r s o s de LUCRECIO, III
93:I.

„•

i . C o n s i d e r a d l o s siglos s i n n ú m e r o q,ue n o s h a n p r e c e d i d o ; ¿ n o s o n e s o s siglos p a r a nosotros como si n o h u b i e r a n e x i s t i d o j a m á s ? LUCRECIO, 111, 985.
3. Las razas f u t u r a s van Á s e g u i r o s . LIT.RECIO, 111,931.
_ . .
4 . J a m á s la s o m b r í a n o c h e ni l a r i s u e ñ a a u r o r a visitaron l a t i e r r a , s i n « r a «
vez los gritos l a s t i m e r o s d e la i n f a n c i a e n l a c u n a , y los s u s p i r o s del. aour
e x h a l a d o s a n t e un féretro. LUCRECIO, V, 579.

Fortis imaginatio
generat easum
dicen las g e n t e s d i s e r t a s . Yo soy d e a q u e l l o s á q u i e n e s la i m a g i n a c i ó n a v a s a l l a :
todos a n t e su i m p u l s o se t a m b a l e a n , m a s a l g u n o s d a n en
1 . Unal maginación r o b u s t a e n g e n d r a por si m i s m a los a c o n t e c i m i e n t o s .

Mallo... moriera m i n a s acf n o s e s s e p u t a n d n m .
Si m i n u s c s s e p o t e s t , q u a m quod niliil e s s e videmus

•> Ni m u e r t o s ni vivos d e b e c o n c e r n i r n o s ^ vivos, porque
e x i s t i m o s ; m u e r t o s , p o r q u e j a n o existimos. N a d i e muere
h a s t a que su h o r a e s llegada": el tiempo que dejáis era tan
vuestro ú os p e r t e n e c í a t a n t o c o m o el q u e transcurrió aa
tes de q u e n a c i e r a i s , y q u e t a m p o c o os c o n c i e r n e .
Hespice e n i m , q u a m nil a d n o s anteacta vetustas
•Sempotis aeturni Cucrit *.

* Allí d o n d e v u e s t r a v i d a a c a b a e s t á toda c o m p r e n d i d a . La
utilidad del vivir n o r e s i d e e n el t i e m p o , sino en el uso que
d e la vida se h a h e c h o : tal vivió l a r g o s días q u e vivió poco.
E s p e r a d l a m i e n t r a s p e r m a n e c é i s e n el m u n d o : de vuestra
v o l u n t a d p e n d e , n o d e l n ú m e r o d e a ñ o s el q u e hayáis vivido b a s t a n t e . ¿ P e n s á i s a c a s o n o l l e g a r al sitio donde marcháis sin e e s a r ? No h a y c a m i n o que n o t e n g a su salida. Y
p o r si el m a l d e m u c h o s s i r v e á aliviaros, sabed que el
m u n d o todo sigue la m a r c h a q u e vosotros s e g u í s .
... O m n i a t e , vita p c r t u n c t a , s e q u e n t u r 3 .

Todo se e s t r e m e c e al p a r d e vosotros. ¿ H a y algo que 110
e n v e j e z c a c u a n d o v o s o t r o s e n v e j e c é i s y c o m o vosotros env e j e c é i s ? Mil h o m b r e s , mil a n i m a l e s y mil o t r a s criaturas
m u e r e n en el p r o p i o i n s t a n t e q u e v o s o t r o s m o r í s .
Nam nox nulla d i e m , ñ e q u e n o c t e m a u r o r a s e q u u t a e s t ,
Quse non audiorit m i x t o s v a g i t i b u s segris
Ploratus, mortis c o m i t é s e t f u n e r i s a t n *.

» ¿ Á q u é os s i r v e r e t r o c e d e r ? B a s t a n t e s h a b é i s visto que
se h a n e n c o n t r a d o b i e n h a l l a d o s con la m u e r t e p o r h a b e r ésta
acabado con sus m i s e r i a s . ¿ M a s , h a b é i s visto alguien mal
hallado con e l l a ? G r a n t o r p e z a es c o n d e n a r u n a cosa qw
no h a b é i s e x p e r i m e n t a d o n i e n v o s o t r o s n i e n los demás.
¿ P o r qué tú te q u e j a s (Te m i y del h u m a n o d e s t i n o ? Aunque tu edad no s e a t o d a v í a a c a b a d a , tu vida si lo e s ; un
h o m b r e c i t o es h o m b r e t a n c o m p l e t o como u n h o m b r e ya
f o r m a d o . No se m i d e n p o r v a r a s los h o m b r e s ni sus vida-.
C h i r ó n r e c h a z a la i n m o r t a l i d a d , i n f o r m a d o de las condiciones en q u e se le c o n c e d e p o r el dios m i s m o del tiempo, por
S a t u r n o , su p a d r e . I m a g i n a d c u á n t o m á s p e r d u r a b l e seria
la vida y e u á n m e n o s s o p o r t a b l e al h o m b r e , y c n a n t o más
p e n o s a de lo q u e lo e s l a q u e yo le h e dado. Si la muerte
no se h a l l a r e al c a b o d e v u e s t r o s días, m e m a l d i c i r i a i s sm

c e s a r p o r h a b e r o s p r i v a d o d e ella. De i n t e n t o h e m e z c l a d o
a l g u n a a m a r g u r a , p a r a i m p e d i r o s , e n vista d e la c o m o d i d a d d e su u s o , el a b r a z a r l a con d e m a s i a d a avidez, con i n d i s c r e c i ó n e x t r e m a d a . P a r a llevaros á u n a tal tnodei-ación,
p a r a q u e no h u y á i s d e l a vida ni tampoco de la m u e r t e q u e
exijo de vosotros, h e e n t r e v e r a d o la u n a y la o t r a d e d u l zores y a m a r g u r a s . E n s e ñ é á T h a l e s , el p r i m e r o de v u e s t r o s
sabios, q u e el m o r i r y el vivir e r a n c o s a s i n d i f e r e n t e s , poi
eso al q u e le p r e g u n t ó p o r qué n o m o r í a , r e s p o n d i ó l e p r u d e n t í s i m a m e n t e : Porque
cía lo mismo.
El a g u a , la tío
r r a , el a i r e , el f u e g o v otros c o m p o n e n t e s d e mi edificio,
así son i n s t r u m e n t o s de tu vida como d e tu m u e r t e . ¿ P o r
q u é t e m e s tu ú l t i m o d í a ? T u ú l t i m o día c o n t r i b u y e lo mismo á tu m u e r t e q u e los a n t e r i o r e s q u e viviste. E l ú l t i m o
puso no p r o d u c e l a lasitud, la c o n f i r m a . T o d o s los días v a n
ú la m u e r t e : el último l l e g a . » T a l e s son los s a n o s a d v e r t i mientos de nuestra madre naturaleza.
Con f r e c u e n c i a he c o n s i d e r a d o p o r q u é e n las g u e r r a s ,
el s e m b l a n t e de l a m u e r t e , ya la v e a m o s en n o s o t r o s m i s m o s va en los d e m á s , nos e s p a n t a m u c h o m e n o s que en
n u e s t r a s c a s a s (si asi n o f u e r a c o m p o n d r i a n s e los e j é r c i t o s
de m é d i c o s v de l l o r o n e s ) ; y s i e n d o l a m u e r t e lo m i s m o p a r a
todos, h e c o n s i d e r a d o t a m b i é n q u e la a g u a r d a n c o n i n a y p r
r e s i g n a c i ó n las g e n t e s del c a m p o y las de condición h u m i l de q u e los d e m á s . E n v e r d a d c r e o que todo d e p e n d e del
a p a r a t o de h o r r o r de q u e l a r o d e a m o s , el c u a l pone m á s
m i e d o en n u e s t r o á n i m o que la m u e r t e m i s m a ; los g r i t o s
de las m a d r e s , d e las m u j e r e s y d e los n i ñ o s ; la visita d e
g e n t e s p a s m a d a s y t r a n s i d a s ; la p r e s e n c i a n u m e r o s a d e
c r i a d o s pálidos y llorosos; u n a h a b i t a c i ó n á o s c u r a s ; l a luz
d é l o s b l a n d o n e s ; la c a b e c e r a de n u e s t r o l e c h o o c u p a d a p o r
m é d i c o s y s a c e r d o t e s : e n s u m a , todo es h o r r o r y e s p a n t o
e n d e r r e d o r n u e s t r o : h e n o s ya bajo l a t i e r r a . Los n i ñ o s
t i e n e n m i e d o d e sus propios c a m a r a d a s c u a n d o los v e n
d i s f r a z a d o s ; á n o s o t r o s nos a c o n t e c e lo propio. P r e c i s o e s
r e t i r a r la m á s c a r a lo m i s m o de las cosas que d e las p e r s o nas, y u n a vez q u i t a d a n o h a l l a r e m o s bajo ella á la h o r a de
la m u e r t e n a d a que p u e d a h o r r o r i z a r n o s . Feliz el t r á n s i t o
q u e no d e j a l u g a r á los a p r e s t o s d e s e m e j a n t e v i a j e .

CAPÍTULO

XX

DE LA FUERZA DE IMAGINACIÓN.
1. La frase precedente e s l a t r a d u c c i ó n d e estos dos v e r s o s de LUCRECIO, III
93:I.

,

i . Consideradlos siglos s i n n ú m e r o q u e n o s h a n p r e c e d i d o ; ¿ n o sonesos siglos para nosotros como si n o h u b i e r a n existido j a m á s ? LUCRECIO, III, 083.
3. Las razas f u t u r a s van Á s e g u i r o s . LI CRECIO, 111,931.
_ . .
4. J a m á s la sombría noche ni l a r i s u e ñ a a u r o r a visitaron l a tierra, sin « r a «
vez los gritos lastimeros d e la i n f a n c i a en l a cuna, y los suspiros del. aour
exhalados ante un féretro. LUCRECIO, V, 579.

Fortis imaginatio
generat easum
dicen las g e n t e s d i s e r t a s . Yo soy d e a q u e l l o s á q u i e n e s la i m a g i n a c i ó n a v a s a l l a :
todos a n t e su i m p u l s o se t a m b a l e a n , m a s a l g u n o s d a n en
1. Una! maginación r o b u s t a engendra por si m i s m a los acontecimientos.

y toda l a n o c h e s o ñ ó q u e tenía c u e r n o s en la cabeza. temblamos. y le l l a m a b a n M a r í a .G e r m á n . . t r a t a b a con el e n f e r m o de los medios q u e p o d í a n p o n e r s e en p r á c t i c a p a r a c u r a r l e . la víctima no t e n í a pulso ni a l e n t a b a . l a h i r v i e n t e j u v e n t u d a r d e con í m p e t u tal. Hay algunos c o n d e n a d o s á m u e r t e e n q u i e n e s el h o r r o r h a c e inútil la torea del v e r d u g o . propio y d e su madre. p r o b á b a l o el h e c h o de q u e m i e n t r a s e r a p r e s a de él. q u e al p a r e c e r s o n a b a n á lo lejos. por s e r m á s b l a n d a s é i m p r e s i o n a bles. y e c h a b a d e v e r sus h e r i d a s y q u e m a d u r a s . e n c a n t a m i e n t o s y o t r a s cosas e x t r a o r d i n a r i a s p r o v e n g a sólo del p o d e r d e la f a n t a s í a . O t r o s el q u e los c u e r p o s s e ' l e v e n de l a t i e r r a .. que s a t i s f a c e e n s u e ñ o s sus a m o r o s o s d e s e o s : s u r a h a b í a s e sellado p r o f u n d a m e n t e en su a l m a . q u e e r a del todo inútil alborotarle. p a r a s e r t r a s p o r t a d o i n s t a n t á n e a m e n t e t a n f u e r a d e si. y con frecuen c í a u s u r p o l a s s e n s a c i o n e s de u n t e r c e r o . v e s t e m q u e c r u e n t e n t . S a n A g u s t í n h a b l a de o t r o á q u i e n b a s t a b a sólo oír g r i t o s l a s t i m e r o s . p e r o olvidábase d e a ñ a d i r que el mal podría c o m u n i c a r s e á mi p e r s o n a . p o r c a r e c e r d e fuerzas nara r e s i s t i r s u i n f l u j o . p u e s la vista de las aneus tías del p r ó j i m o a n g u s t í a m e m a t e r i a l m e n t e . 793. h a b i e n d o h e c h o u n e s f u e r z o al s a l t a r . Sudamos. Q u e el a c c i d e n t e n o e r a fingido sino n a t u r a l . achicharrarle y pincharle hasta que r e c o b r a b a d e n u e v o los s e n t i d o s . t o d a s las p e r s o n a s d e la localidad le c o n o c i e r o n como m u j e r h a s t a l a edad d e v e n t i d ó s a ñ o s . Antioco tuvo recias cal e n t u r a s á c a u s a de l a belleza d e S t r a t o n i c e . q u e su c u e r p o p e r m a n e c í a largo espacio sin r e s p i ración ni s e n s i b i l i d a d . T a n firmemente a r r a i g a n e n ellas l a s c r e e n c i a s . Vota p u e r solvit. viejo. El texto de Montaigne p a r a f r a s e a estos dos v e r s o s de LUCRECIO (IV. P o r e x p e r i e n c i a s é q u e c i e r t a p e r s o n a d e quien p u e d o d a r 1 . p r o f u n d a n t F l u m i n i s i n g e n t e s fluctus. cuya hermo- E n el V i t r y f r a n c é s vi á u n suieto á q u i e n el obispo d e Soissons h a b í a c o n f i r m a d o con el n o m b r e d e G e r m á n . c u e n t a n a n á l o g a s m e t a m o r f o s i s o c u r r i d a s e n Italia en los siglos ú l t i m o s . q u e c r e e n v e r lo q u e n o v e n . gritarle. A la f u e r z a d e i m a g i n a c i ó n a t r i b u y e n a l g u n o s las c i c a t r i c e s del r e y D a g o b e r t o y las l l a g a s de s a n F r a n c i s c o . OVIDIO. 1029) -en l a s d o s l i n e a s q u e los p r e c e d e n 1. y e f e c t i v a m e n t e . Ipbis A u n q u e n o s e a cosa d e s u s a d a v e r q u e le salen cuernos p o r la n o c h e á quien al a c o s t a r s e no los tenia. q u a s i Iransaclis s«epe.t i e r r a . el sucedido d e U p o . y t e n d i d o s s o b r e b l a n d a p l u m a sentimos n u e s t r o c u e r p o agitado p o r sí m i s m o a l g u n a s veces h a s t a m o r i r . y le prop u s o d a r m e ocasión p a r a q u e yo g u s t a s e d e su compañíaq u e fijara s u s ojos e n la f r e s c u r a de mi s e m b l a n t e y su p e n s a m i e n t o e n el v i g o r y a l e g r í a en q u e mi adolescencia r e b o s a b a . c u a n d o yo le conocí. está a d e m á s tan de continuo y tan f u e r t e m e n t e i d e n t i f i c a d a c o n ellas. P o n t a n o y otros a u t o r e s . y pon«o todr e s m e r o y c u i d a d o en h u i r l a . v a n a g l o r i a r s e d e haber lleg a d o á la d e m e n c i a p o r u n exceso d e juicio. Simón T h o m * f a c u l t a t i v o a c r e d i t a d o . . p u e s si la i m a g i n a c i ó n o f r e c e p o d e r en cosas tales. p r o c e d e m e j o r la fantasía al i n c o r p o r a r de u n a vez p a r a s i e m p r e la p a r t e viril e n las j ó v e n e s . R e f i e r e P l i n i o h a b e r visto c a m b i a r s e á Lucio Cosicio d e h o m b r e e n m u j e r el m i s m o día d e sus b o d a s . IBs pagó sici»do m u c h a c h o l a s p r o m e s a s q u e hizo c u a n d o doncella. yo me apodero del m a l q u e v e o y lo g u a r d o d e n t r o de m i . N o me parece m a r a v i l l a q u e l a sola i m a g i n a c i ó n p r o d u z c a las fiebres vi» m u e r t e d s l o s que n o s a b e n c o n t e n e r l a . N o es m a r a v i l l a e n c o n t r a r con f r e c u e n c i a el a c c i d e n t e r e f e r i d o .. y m u c h o s se h a n visto t a m b i é n que al d e s c u b r i r l e s los ojos p a r a l e e r l e s la g r a c i a m u r i e r o n en el cadalso p o r n o p o d e r s o p o r t a r la i m p r e s i ó n . qure f e m i n a v o v e r a t . la cual o b r a m á s q u e en las o t r a s en las a l m a s del v u l g o . de •que l a n a t u r a l e z a le h a b í a p r i v a d o . R e f i e r e C e l so q u e u n s a c e r d o t e l e v a n t a b a su a l m a e n é x t a s i s t a n g r a n d e . a p a r e c i e r o n sus miemb r e s viriles. P u d o . peor de mi g r a d o visito á l o s e n f e r m o s c u y a s a l u d deseo. que aquellos cuyo e s t a d o n o me i n t e r e s a t a n t o : e n fin. E r a . La i m p r e s i ó n de m i f a n t a s í a m e a f e c t a . d e tal s u e r t e q u e f u é imposible v o l v e r l e á la r a z ó n . E n t o n c e s d e c l a r a b a h a b e r oído voces. e s p o r d e m á s m e m o r a b l e . Verosímil e s q u e el crédito que se c o n c e d e á las v i s i o n e s . r e y d e Italia. así d e c í a el m é d i c o al e n f e r m o que su situación pod r í a c a m b i a r . pues. el m é d i c o q u e le asistía. q u e podría e x p o n e r l a s á v e r s e en la situación d e M a r i a . p a l i d e c e m o s y e n r o j e c e m o s a n t e las sacudidas de n u e s t r a i m a g i n a c i ó n . á u n a lucha de toros. y q u e llenase todos sus s e n t i d o s d e tan floreciente e s t a d o . el c a l o r d e su f a n t a s í a hizo que le salier a n . Había éste asistido el día a n t e r i o r con i n t e r é s g r a n d e . Met. E l oír una to» c o n t i n u a d a i r r i t a mis p u l m o n e s y m i g a r g a n t a . Hallándome en u n a ocasión e n Tolosa en c a s a de u n viejo pulmoniaco de a b u n d a n t e f o r t u n a . Casi estoy p o r c r e e r q u e esos b u r l o n e s maleficios con q u e a l g u n a s p e r s o n a s s u e l e n v e r s e t r a b a d a s (y n o se oye h a b l a r de otra cosa) r e c o n o c e n p o r c a u s a la a p r e n s i ó n y el miedo. De b u e n g r a d o p a s a r í a m i vida rodeado sólo d e g e n t e s s a n a s y a l e g r e s . rebu". bien Garbado y soltero. IX. oronibu'. L a p a s i ó n c o m u n i c ó al hijo d e C r e s o l a palabra. Ut. y c o n t a b a q u e . q u e p a r a n o volver al m i s m o p e n s a m i e n t o y vivo deseo. Y p o r v e h e m e n t e d e s e o . Galo Vibio aplicó tan bien su a l m a á la c o m p r e n s i ó n d e la e s e n c i a y v a r i a c i o n e s de la loc u r a q u e p e r d i ó el j u i c i o . Aun hoy h a y c o s t u m b r e e n t r e las m u c h a c h a s del V i t r y de c a n t a r u n o s versos que a d v i e r t e n el peligro d e d a r g r a n d e s b r i n c o s .

es lo cierto que los s i g n o s d e la m e d a l l a so m o s t r a r o n m á s v e n é r e o s que s o l a r e s . p e s á b a l e meaos l a p r e o c u p a c i ó n .aodice. lo c u a l e j e c u t ó . v i v i e n d o en m i casa. p a r a que l a m e d a l l i u p u d i e r a l l e v a r s e e s t a b a s u j e t a á u n c o r d ó n suficientemente largo q u e p o d í a r o d e a r la c a r a . a l e j a d o p o r lo d e m á s de mi n a t u r a J e z a . Yo sé de a l g u i e n á q u i e n p r o c u r ó m e d i o el s a t i s f a c e r s e e n o t r a parte p a r a c a l m a r l o s a r d o r e s de su f u r o r . r e c i t a r a tres veces c i e r t a s oraciones y ejecutara ciertos movimientos. q. E n c o n c l u s i ó n . cuyo p o d e r d e ' r e a l i z a r l o r e s i d í a e n m i s m a n o s . d e s p u é s d e h a b e r p r a c t i c a d o e s c r u p u l o s a m e n t e todas mis i n s t r u c c i o n e s s u j e t a r a bien el c o r d ó n . m e h a b i a h e c h o tan s i n g u l a r p r e s e n t e . que ca^a una d e e s a s t r e s veces se c i ñ e r a el c o r d ó n que yo le daba en la c i n t u r a y se a p l i c a r a l a m e d a l l a q u e con é f iba s u j e t a á los n i l o n e s . H a b í a t e n i d o el a l m a tan i n t r a n q u i l a v los oíaos le c h i l l a r o n tanto p o r mis p a l a b r a s . y la a m e n a z ó con d a r l a m u e r t e . Soy e n e m i g o d e las a c c i o n e s sutiles y fingidas. P e r o m e j o r s e r á que r e f i e r a el caso menudaameiite. y q a e s e dirigiese con t r a n q u i l i d a d c o m p l e t a á su labor. La d e s d i c h a d e q u e hablo no d e b e t e m e r s e sino en los casos e n q u e n u e s t r a a l m a s e e n c u e n t r e e x t r a o r d i n a r i a m e n t e e m b a r g a d a p o r el d e s e o y el r e s p e t o .ue t e n i a g r a b a d a s a l g u n a s figuras c e l e s t e s . t e n i e n d o el c u e r p o en d e t e r m i n a d a p o s i c i ó n . y q u e . C u a n d o tuvo ocasión.fe como d e m i m i s m o . sin o l v i d a r s e de t e n d e r mi t r a j e s o b r e la c a m a . a ñ a d í q n e c u a n d o nos m a r c h á r a m o s s a l i e r a á o r i n a r . no a c e r t ó á d i s f r u t a r d e I. que se h a b í a m o s t r a d o v i goroso con l a s d e m á s m u j e r e s . seguros á S r e s e r v a r l e . F u é un c a p r i c h o r e p e n t i n o y malicioso l o q u e me invitó á tal a c c i ó n . d o que se a c o s t a r a en seguida. como j u g a n d o . casó c o n Laodice. Amasia. y h a c e q u e s e r e s p e t e n . en l a c u a l n o p o d í a h a b e r sospecha a l g u n a d e d e b i l i d a d ni e n c a n t a m i e n t o . m e h i c i e r a u n a s e ñ a l . sin que n a d i e nos o y e r a . y su c u e r p o en la s i t u a c i ó n n o r m a l ) . p a r i e n t a suya. U n c o n d e d e a l c u r n i a d i s t i n g u i d a . q u e yo m e e n c a r g a b a d e p r e s t a r l e u n sei-vicio do a m i g o . c o n v e n i d a p r e v i a m e n t e . á q u i e n lia sido de utilidad grandísima el que u n a m i g o le h a y a a s e g u r a d o q u e se e n c u e n t r a provisto d e u n a c o n t r a b a t e r í a a e e n c a n t a m i e n t o s . de c o m u n i c a r y sorprend e r el e n t e n d i m i e n t o a j e n o . casó c o n u n a h e r m o s a d a m a que a n t e s habia sido m u y solicitada y r e q u e r i d a p o r u n o d e los q u e asistían á la boda. m á s activos q u e prohibitivos. q u i e n asi m e lo confesó. y que era r e m e d i o eficaz c o n t r a l a s insolaciones y el d o l o r d e cabeza. S i el a c t o en si m i s m o n o es vicioso. porque el i m p o r t u n o r e c u e r d o d e l a h i s t o r i a le agobiaba y tiran i z a b a c o n s t a n t e m e n t e . q u e . p r i n c i p a l m e n t e á u n a d a m a de e d a d . de m o d o q u e los c u b r i e r a á los dos. el.Santiago P e l l e t i e r 1 . y a n u d a r l o j u n t o á la garg a n t a . h e r m o s í s i m a joven g r i e g a . c o l o c á n d o l a e n la s u t u r a del c r á n e o . e n c o n t r ó s e d i v i n a m e n t e f u e r t e la n o c h e q u e siguió á las oblaciones y sacrificios. s i e m p r e y c u a n d o que p o r s u h o n o r m e j u r a s e g u a r d a r el m á s p r o f u n d o s e c r e t o . P o r cas u a l i d a d g u a r d a b a y o en mi cofre u n a p i e c e c i t a d e oro delg a d a . D e e n t o n c e s ' e n a d e l a n t e experim e n t ó r e p e t i d a s v e c e s t a n d e s a g r a d a b l e a c c i d e n t e . rey d e Egipto. m e n o s i m p o t e n t e p r e c i s a m e n t e p o r s e r menos p o t e n t e . sino t a m b i é n las p r o v e c h o s a s . Decía la s u e g r a de P i t á g o r a s q o e la rmiier q u e se a c u e s t a con un h o m b r e d e b e con su c h a m b r a d e j a r . q u e d ó c u r a d o por"completa. e n s u e ñ o e s e s t e i d é n t i c o al de q u e voy hablaudo. se a p o d e r a s e de m i bata ( é r a m o s de" e s t a t u r a casi idéntica) y se c u b r i e r a con élla m i e n t r a s p r a c t i c a b a la r e c o m e n d a ción míe le h i c i e r a . Yo l e dije e n t o n c e s . y dije a l c o n d e q u e t a m b i é n él podía c o r r e r peligro de impot e n c i a á c a u s a d e l e n c a n t a m i e n t o de a l g ú n rival. p u e s considerando el m a l c o m o e s p e r a d o y casi i r r e m e d i a b l e . c u a n d o f u é r a m o s á llevarlos l a colación al lecho. n u e s t r a m e n t e no p u e d e r e c h a z a r el que medios tan e x t r a ñ o s no p r o c e d a n d e a l g u n a ciencia a b s i r u s a . T o d a s e s t a s p a t r a ñ a s c o n s t i t u v e n lo principal del e f e c t o . Mas e l s o b e r a n o . Véase la n o t a e n la p a g i n a 508. y que la p r e s i d í a . n o sólo las r e c r e a t i v a s . c r e y e n d o q u e la c a u s a d e su debilidad f u e r a cosa d e b r u j e r i a . y que le r e c o m e n d a b a " ú n i c a m e n t e que d u r a n t e la n o c h e . y que p o n í a á su d i s p o s i ción un m i l a g r o . e n cambio el p r o c e d i m i e n t o si lo e s . e n s a n c h ó s e la c o n t e n c i ó n de s u a l m a . odio las finezas. en cuya c a s a t e n i a l u g a r l a c e r e m o n i a . de q u i e n yo e r a amigo íntimo. si l a s cosas no h a b í a n i d o á m e d i d a d e s u s deseos. que s u f r i ó fos e f e c t o s d e su i m a g i n a c i ó n y me hizo la señal á la h o r a p r e s c r i t a . O c u r r i ó m e s a c a r de él algún. h o r r o r del casa asaltó d e p r o n t o la i m a g i n a c i ó n del o y e n t e é hizole atraves a r s i t u a c i ó n a n á l o g a . y fué que d e c l a r a n d o d e a n t e m a n o l a c a l a m i d a d q u e le amarraba. q u e s e l e v a n t a r a con c-1 p r e t e x t o d e e c h a r n o s de la alcoba. á fin de que no p u d i e r a d e s a t a r s e ni m o v e r s e del l u g a r en q u e lo t e n í a . partido. El d e s p o s a d o hizo e n t r a r en c u i d a d o á sus amigos. y t a m b i é n allí donde todo lo a l l a n ó l a f a c i l i d a d y l a u r g e n c i a p r e c i s a . y q u e p o r la edad se e n c u e n t r a . P e r o e n c o n t r ó a l g ú n r e m e d i o á la ilusión d e q u e e r a v í c t i m a con o t r a p a r e c i d a . y p o r último. h a b i e n d o oído relat a r á un a m i g o s u y o el s u c e s o do u n a e x t r a o r d i n a r i a debilidad en q u e el d e l c u e n t o h a b i a caído c u a n d o m á s necesitado se h a l l a b a d e v i g o r y fortaleza. ' P a r a r e m e diar k d e s d i c h a r e c o m e n d ó l e la d a m a la p r á c t i c a de actos devotos. m u j e r tem e r o s a d e e s t a s b r u j e r í a s . l i b r e m e n t e (encont r á n d o s e su p e n s a m i e n t o d e s p e j a d o y á s u s a n c h a s . todo e s o nos debilita y a c a l o r a . su i n s i g n i f i c a n c i a m i s m a los r e v i s t e de a u t o r i d a d . y h a b i e n d o ofrecido á V e n u s c i e r t a s p r o m e s a s . y d e o t r o . H a c e n m a l las m u j e r e s en a d o p t a r c o n t i n e n t e m e l i n d r o s o y d e c o n t r a r i e d a d . añadien1 .

De todos modos. y también invitar sin esfuerzo. no ya solo de n u e s t r a v o l u n t a d . sino tampoco d e n u e s t r o pensamient o ? No o r d e n a m o s ó n u e s t r o s cabellos que se ericen. aquel á quien la i m a g i n a c i ó n hizo sufrir u n a vez tal p e r c a n c e (no a c o n t e c e esto sino en los prim e r o s a y u n t a m i e n t o s . p o r lo m i s m o q u e son m á s hirvientes y r u d o s . Y los que son en este punto d e n a t u r a l e z a fácil. como 1. no s u p o n e n i n g u n a obediencia del t r a s e r o . p r o c u r e n p o r imaginación contenerse. á q u e a c u s a m o s de impotencia en este p a r t i c u l a r . apoya con otro ejemplo de su época. en ocasión en que no t e n e m o s v i a n d a s ni a g u a á n u e s t r o a l c a n c e p r o h i b i r í a m o s d e buen g r a do á n u e s t r o apetito la excitación y h a r í a m o s que n u e s t r a sed se a p l a c a r a . todo o cual es p r u e b a p a l m a r i a d e la a n i m o s i d a d é ilegalidad d e los a c u s a d o r e s . el espíritu se a l t e r a y d e s p e c h a del accidenie. i n t r a n q u i l a por a l a r m a s diversas. p r o t e s t a n d o q u e los abogados y j u e c e s p i e r d e n el tiempo al e m i t i r quejas y form u l a r s e n t e n c i a s . diciendo que a l g u n o s t i e n e n la facultad d e e x p e l e r vientos m u s i c a l e s . si no. y sin e m b a r go. no pued e n ' e n modo a l g u n o p e r t e n e c e r ni c o n c e r n i r á dicho c o n socio. C a d a cual tiene sus pasiones propias que la despiertan ó a d o r m e c e n sin n u e s t r o c o n s e n t i m i e n t o . en beneficio de mi d e f e n d i d o 2 . cuando de ello no liemos m e n e s t e r . no nos h u b i e r a podido o t o r g a r lo mismo la facultad de h a c e r l o cuando lo t u v i é r a m o s por c o n v e n i e n t e . la l e n g u a e n m u d e c e y la voz s e a p a g a c u a n d o se l a s ' a n t o j a . de h a b e r l e m o t e j a d o por p u r a envidia d e la importancia y d u l z u r a d e sus f u n c i o n e s . ni a n u e s t r a s c a r n e s q u e tiemblen por el deseo ó el temor. p u e d e decirse que no hay ó r g a n o m á s i m p e r t i n e n t e y t u m u l t u a r i o . Y cuando se principia mal. r e c e l o que la vez p r i m e r a es muclio m á s grande el s o b r e c o g i m i e n t o ) . 1 Montaigne p a r o d i a e n e s t e p a s a j e la forma de u n a oración f o r e n s e . si hay siquiera una sola p a r t e d e n u e s t r o c u e r p o que no se oponga con frec u e n c i a m á s que sobrada á la d e t e r m i n a c i ó n de nuestra voluntad. ¡Cuántas veces d e c l a r a n u e s t r o rostro los p e n s a m i e n t o s q u e guardamos s e c r e t o s y n o s traiciona ante las p e r s o n a s que nos rod e a n ! La c a u s a m i s m a q u e vivifica el ó r g a n o d e que ha bu. acaso hiciera c ó m p l i c e s á los otros m i e m b r o s . el eo razón. y s e aplaca. c u a n d o tenemo's necesidad de lo contrario. ¿ A c a s o son sólo los músculos y las venas los q u e s e a p l a c a n ó ponen rígidos. q u e se subleva i m p o r t u n a m e n t e . que c o n c u e r d a n con el tono de voz q u e se les i m p o n e . q u e lleva ya c u a r e n t a a ñ o s obligando á su d u e ñ o á p e e r c o n s t a n t e é ' i n c e s a n t e m e n t e y que le llevará asi al sepulcro. si estuviese yo e n c a r g a d o d e d e f e n d e r su p r o c e d e r . pues e n g e n e r a l . fiero n u n c a o p o n e r s e . el p u l m ó n y el p u l s o . é i g u a l m e n t e los q u e d e s o c u p a n los r í ñ o n e s . y aguarda. p o d r í a m o s i g u a l m e n t e c e n s u r a r l a de rebelión y sedición en o t r o s p u n t o s por su d e s o r d e n y desobediencia. pero no a l c a n z a a tanto n u e s t r o p o d e r . glosador del santo. . El alma d e l v a r ó n . Considerad. la n a t u r a l e z a s e g u i r á la m a r c h a que le acomode y h a b r á o b r a d o a c e r t a d a m e n t e a u n c u a n d o haya dotado á este m i e m b r o d e a l g ú n privilegio p a r t i c u l a r . á c a e r en una perp e t u a m i s e r i a por la desesperación q u e a c a r r e a el primer f r a c a s o . Los c a s a d o s . Tan imp e r i o s a m e n t e se opone á n u e s t r a voluntad. la vista de un o b j e t o grato e s p a r c e i m p e r c e p t i b l e m e n t e en nosotros la llama de una emoción febril. piérd e s e f á c i l m e n t e . q u e m e place c o n s i d e r a r que su c a u s a está i n s e p a r a b l e ó i n d i s t i n t a m e n t e u n i d a á la de un consocio. | Cuantisim a s veces. como tienen p o r suyo todo el tiempo. L o s ó r g a n o s q u e s i r v e n á d e s c a r g a r el vientre se dilatan ó c o n t r a e n p o r si mismos. d e h a b e r todos j u n t o s conspirado c o n t r a él y de h a c e r l e c a r g a r con la responsabilidad de u n a c u l p a c o m ú n . q u e rechaza con a l t i v e z y obstinación i n d o m a b l e s lo m i s m o nuestras sol i c i t a c i o n e s m e n t a l e s q u e las m a n u a l e s . aquél sólo c a r g a con los vidrios rotos.G-l ENSAYOS DE MONTAIGNE t a m b i é n la v e r g ü e n z a y t o m a r l a de nuevo con las enaguas. Sin embargo de q u e se c e n s u r a su rebelión y p o r ello se la condena. llena de agitación y fiebre. n u e s t r o vientre nos coloca en el dintel d e u u a m u e r t e a n f u s t i o s í s i m a ! El e m p e r a d o r q u e nos dió libertad absoluta e p e e r 1 en todas partes. no deben b u s c a r n i a p r e s u r a r el acto si no e s t á n e n disposición de r e a l i z a r l o . sin licencia. P r e f e r i b l e es i n c u r r i r en falta en el estreno déla c ó p u l a n u p c i a l . vista la condición de las p a r t e s . P e r o n u e s t r a voluntad. Lo q u e san Agustín escribe p a r a d e m o s t r a r el poderío d e n u e s t r a voluntad d e alguien q u e o r d e n a b a á su t r a s e r o e x p e l e r tantos pedos como quería. s u s compañeros. la m a n o se d i r i g e con f r e c u e n c i a donde nosotros no la orae- n a m o s que v a y a . Y á Dios p l u g u i e r a q u e hubiese tenido noticia por las historias d e s e m e j a n t e m o n s t r u o s i d a d . p r e c i s a m e n t e lo q u e n o s d a ñ a ? ¿Acaso se d e j a c o n d u c i r por los principios d e n u e s t r a r a z ó n ? E n conclusión diré. a n i m a t a m b i é n . A n t e s de la posesión debe el p a c i e n t e d e cuando e n c u a n d o h a c e r ensayos sin a c a l o r a r s e ni e x t r e m a r s e para a s e g u r a r s e asi de sus fuerzas. Claudio. y también por el t e m o r d e q u e no salga el disp a r o . pues el fin d e éste e s á veces invitar á destiempo. e m p e r a d o r romano. ¿ Q u i e r e en toaa ocasión lo q u e d e s e a r í a m o s q u e q u i s i e r a ? ¿No s u c e d e m u c h a s veces q u e a n h e l a aquello q u e la p r o h i b i m o s . y q u e Vives. Con r a z ó n se ha advertido la indócil r e b e l d í a de este ó r g a n o . m á s i m p o r t u n a m e n t e todavía. las g a n a s d e c o m e r nos a b a n d o n a n c u a n d o se les a n t o j a . 4. nos o c u r r e lo m i s m o q u e con el otro apetito d e q u e a n t e s h a b l ó . q u e persiste en las ocasiones s u c e s i v a s . y p o r a r g u m e n tos y c a r g o s tales. Sé de uno tan t u r b u l e n t o ^ r e b e l d e . ocasión m á s propicia y m e n o s revuelta. p o r o p o n e r n o s á la salida de un solo pedo. s i n que nos d e m o s c u e n t a de ello.

H a m e v e n i d o lo a p u n t a d o á l a m e m o r i a r e c o r d a n d o la r e l a c i ó n q u e m e hizo un boticario que e s t a b a a l servicio de m i d i f u n t o p a d r e . YIHC I L I O . Dicese q u e los b r u j o s t i e n e n d a ñ i n a la m i r a d a : Nescio q n i s t e n e r o s o c u l n s mihi fascinat a g n o s • . v . c r e y e n d o en r e a l i d a d h a b e r l o e x p u l s a d o . podían m a t a r l e con i a m i r a d a . P o r idéntica r a z ó n p r e p a r a n los m é d i c o s d e a n t e m a n o i a f e d e sus p a c i e n t e s en los m e d i c a m e n t o s . III. c u y a m a d r e decía h a b e r sido así c o n c e bida á c a u s a de u n a i m a g e n de s a n j u a n B a u t i s t a que t e nia c o l g a d a [junto al l e c h o . U n a m u j e r que c r e í a h a b e r t r a g a d o un a l f i l e r con el p a n q u e comía. S é q u e un c a b a l l e r o 1 . Los a n i m a i e s m i s m o s v e n s e como n o s o t r o s s u j e t o s al influjo de la i m a g i n a c i ó n .á u n c o m e r c i a n t e e n f e r m i z o . p e r d i ó el estóm a g o y f u é i m p o s i b l e s a l v a r l a . . l o s ojos del u n o e s t u v i e r o n clavados e n los del otro un corto espacio. 6 1 O . a c r e d i tanlo los p e r r o s q u e se d e j a n s u c u m b i r d e d o l o r á c a u s a de la m u e r t e de s u s a m o s . e n las b u b a s y en los m a l e s de los ojos. Hay q u i e n á c a u s a del electo d e su i m a g i n a c i ó n d e j a aquí las e s c r ó f u l a s 1 que su c o m p a ñ e r o l l e v a r á á E s p a ñ a . t e n í a l o detenido . s i n o t a m b i é n c o n t r a el a j e n o . C o n t ó m e h a b e r t r a t a d o largo t i e m p o en Tolosa . q u e se c o m u n i c a n e n t r e sí s u s estados m u tuos. A Carlos. EOIOQ. Y si el facultativo c o n s i d e r a b a q u e no s e h a b í a puesto b a s t a n t e s . sintiósa de p r o n t o l i b r e de todo m a l y dolor. O V I D Í O . el p a c i e n t e se i n s t a l a b a como si r e a l m e n t e se h u b i e s e aplicado e l r e m e d i o y e x p e r i m e n t a b a efecto igual al q u e s i e n t e n l o s que le p r a c t i c a n . u n a p e r s o n a hábil q u e estaba j u n t o á ella c o n s i d e r ó q u e l a cosa n o e r a m á s q u e a p r e n sión.a u t o r a d e l a ú n i c a o b r a i n m o r t a l e n t r e los m o r t a l e s . l a n z a d a r d o s que a l c a n z a n á otro c u e r p o que no e s el s u y o . bien t r a s t o r n a d o p o r su propia i m a g i n a ción.cuerpos á otros. vérnoslos l a d r a r y a g i t a r s e en s u e ñ o s . Multaquc c o r p o r i b u s t r a n s i t i o n e n o c e n t " así la i m a g i n a c i ó n . A l e j a d o el m é d i c o d e la a l c o b a . con todos los p r e p a r a t i v o s a d m i r a b l e m e n t e disp u e s t o s . y 'las e n f e r m e d a d e s p a s a n á veces de u n o s . q u e e s un p u e b l o n a d a c h a r l a t á n ni e m b u s t e r o . el efecto nulo d e s c u b r i ó el e n g a ñ o . <DE Remedio a mor i*. como la q u e p a r i ó un m o r o .. á fin de que el efecto de l a f a n t a s í a s u p l a l a inutilidad d e sus p ó c i m a s . r e c o m e n d á b a l e dos ó t r e s m á s en f o r m a i d é n tica. la m u j e r de ó s t e le p r e s e n t ó v a r i a s veces sólo a g u a tibia. fué n e c e s a r i o volver á las p r e p a r a d a s p o r la f a r macopea. como v e m o s p o r l a s o v e j a s de J a c o b y p o r las p e r d i c e s que la nieve b l a n q u e a en las m o n t a ñ a s . u n a s e ñ o r i t a de las c o n v i d a d a s s e horrorizó t a n t o al s a b e r l o q u e cayó e n f e r m a c o n c a l e n t u r a s . p o r eso la i m a g i n a c i ó n a c t ú a á veces. La a n t i g ü e dad creía q u e c i e r t a s m u j e r e s de Escitia. La p a c i e n t e . y el a m o r como deseo de i n m o r t a l i d a d y espíritu i n m o r t a l . 103. Mirando los ojos d e u n a p e r s o n a qne los tiene m a l o s el mal s e comunica á la q n e los m i r a . Lo propio a c o n t e c e á los a n i m a l e s . g r i t a b a y se a t o r m e n t a b a como si s i n t i e r a en la g a r g a n t a un dolor i n s o p o r t a b l e . p r u e b a evidente d e que p o s e e n a l g u n a virtud ooul a r . S a b e n bien q u e u n o de los m a e s t r o s d e su a r t e les d e j ó escrito q u e hubo p e r s o n a s á q u i e n e s hizo efecto-sólo l a vista de la m e d i c i n a . que t e n i a con s u m a f r e c u e n c i a n e c e s i d a d de d a r s e lavativas y s e las h a c í a p r e p a r a r p o r l o s módicos. con t a n t a s p r o m e s a s falsas de c u r a c i ó n . Las t o r t u g a s y los a v e s t r u c e s i n c u b a n s u s h u e v o s con l a vista sola. q u e p a s a n de u n o s en o t r o s : Dum s p e c t a n oculi l&sos. suizo de nación. h o m b r e sencillo. P o c o h a vióse en m i c a s a un g a t o que a c e c h a b a á u n p á j a r o colocado e n lo alto d e un á r b o l . P o r eso. n o ya c o n t r a el propio c u e r p o . y á los c a b a l l o s r e l i n c h a r y d e s a s o s e g a r s e . 3 .consideraba S ó c r a t e s la g e n e r a c i ó n c o m o acto divino. bien atraído p o r a l g u n a f u e r z a p e c u l i a r del f e l i n o . p a r a tales casos a c o s t u m b r a b a á r e c o m e n d a r s e q u e el espíritu se e n c o n t r a r a en b u e n a disposición." c u a n d o t e n i a n á a l g u i e n m a l a v o l u n t a d . d o n d e . p u e s el e n f e r m o p a g a b a como si l a s h u b i e r a recibido. p e r o como n o h a b í a h i n c h a z ó n ni a l t e r a ción en la p a r t e e x t e r i o r . No s é q u i é n fascina m i s tiernos c o r d e r i n o s con s u m i r a d a m a l i g n a . De la m i s m a s u e r t e q u e u n c u e r p o c o m u n i c a el m a l á su vecino. á su e n t e n d e r . q u e obedecía á a l g ú n pedacito de p a n q u e l a n a b i a a r a ñ a d o al p r e t e n d e r t r a g a r l o . como se ve e n las epidemias. s e e ú n las a l t e r n a t i v a s del m a l . y p o r h a b e r e n c o n t r a d o inútiles las ú l t i m a s . hizo v o m i t a r á l a m u j e r y puso á escondidas en lo que a r r o j ó un alfiler torcido. P o r e x p e r i e n c i a v e m o s q u e l a s m u j e r e s p r o d u c e n en el c u e r p o d e las c r i a t u r a s q u e p a r e n los s i g n o s de sus c a p r i chos. f u é p r e s e n t a d a u n a m u c h a c h a c u b i e r t a de pelos erizados. luego que le p r e s e n t a b a n e l liquido con todos los a d m i n í c u l o s veía s i estaba d e m a s i a d o caliente. l a í d u n t u r e t i p s i . v e h e m e n t e m e n t e s a c u d i d a . J u r a mi testigo que p a r a e c o n o m i z a r el gasto. Es f a m a q u e los a n t i g u o s r e y e s d e Francia tenian el privilegio d e c u r a r q u e h a b í a dado un b a n q u e t e á v a r i a s p e r s o n a s de la b u e n a sociedad se v a n a g l o r i a b a . p e r o yo no doy crédito á l a ciencia d e m á g i c o s y adivinos. p u e s la cosa n o e r a cierta. L o s a m a n t e s d e la c a z a d e h a l c o n e r í a c o n o c e n el c u e n t o del 1. e m p e r a d o r y r e y de B o h e m i a . y luego el p á j a r o se d e j ó c a e r c o m o m u e r t o e n t r e las patas del gato. Todo lo cual p u e d e e x p l i c a r s e p o r la e s t r e c h a unión de la m a t e r i a y el e s p í r i t u . d e h a b e r h e c h o c o m e r á sus invitados un p a s t e l de g a t o . y h é t e m e aquí á n u e s t r o e n f e r m o t e n d i d o boca a b a j o . s u j e t o al mal de piedra. p o r p u r a b r o m a . p e r o q u e en fin a e c u e n t a s n o t o m a b a lavativa a l g u n a . P o r eso .

t o d a s u e r t e d e g a n a n c i a s . n u t r i c i ó n y multiplicación d e c a d a . m e sirven c o m o si f u e s e n a u t é n t i c o s . y asi sucesivamente. Si m e sirvo d e e j e m p l o s que n o c u a d r a n e x a c t a m e n t e c o n los a s u n t o s d e q u e h a b l o . oído. a p o s t a b a que le h a c i a d a r en t i e r r a p o r virtud d e l a sola f u e r z a d e su m i r a d a . me c o n v e n c e de q u e la n a t u r a l e z a no se c o n t r a d i c e e n este p u n t o en su m a r c h a g e n e r a l . en R o m a ó en P a r í s . cuyo oficio e r a v e n d e r las cosas n e c e s a r i a s p a r a los e n t i e r r o s . m i m e d i d a p o d r í a f a l t a r á la suya. en m i s e n t i r misino y c o n f o r m e á las luces d e la r a z ó n . Sólo ellos p u e d e n d e s l i n d a r su fe d e las c r e e n c i a s del p u e b l o . No o c u r r e lo m i s m o q u e con las m e d i c i n a s con los c u e n t o s a n t i g u o s : en éstos es i n d i f e r e n t e q u e la cosa p a s a r a así. Lícito e s en las d i s c u s i o n e s d e filosofía a t e s t i g u a r con cosas v e r o s í m i l e s c u a n d o no e x i s t e n las r e a l e s . s e g ú n c u e n t a n . s e r i a n i n j u s t o s y c e n s u rables. De l a s a c c i o n e s que p a s a n a n t e su vista y q u e s e p r e s t a n á i n t e r p r e t a c i o nes varias opondríanse á prestar juramento ante un juez. y en g e n e r a l á los h o m b r e s p r u d e n t e s . Más aún puede añadirse: examínese cada uno en lo m á s r e c ó n d i t o a e su e s p í r i t u . sin e m b a r g o . f u é lo q u e p r o c u r ó . n o lo a c o n t e c i d o . yo n o voy tan allá. h e c h o ó d i c h o . C a d a c u a l p u e d e a c o m o d a r á la d o c t r i n a s u s e j e m p l o s . e n t r e o t r a s r a z o n e s p o r q u e e n l a s p r i m e r a s el e s c r i t o r no t i e n e q u e d a r c u e n t a s i n o de una verdad prestada. n a c e n y se a l i m e n t a n á costa de n u e s t r o s s e m e j a n t e s . á J u a n ó á P e d r o .h a l c o n e r o . Me invitan a l g u n o s á r e l a t a r los sucesos d e m i t i e m p o . Si m e i m p u s i e r a u n a s u n t o d e t e r m i n a a o . f i j a n d o o b s t i n a d a m e n t e su m i r a d a en la d e u n m i l a n o q u e volaba. como ilegitimas. y g a n a b a la a p u e s t a . á n i n g ú n m é d i c o le es g r a t a ni s i q u i e r a la salud d e sus propios a m i g o s . p u e s debo a d v e r t i r que las h i s t o r i a s q u e traigo a q u i á colación d é j o l a s s o b r e la c o n c i e n c i a de a q u e l l o s en q u i e n e s las e n c o n t r é . el l a b r a d o r se a p r o v e c h a d e la c a r e s t í a d e los trigos . Creo yo q u e l a ocupación d e escribir la h i s t o r i a c o n v i e n e bien á u n teólogo ó á u n filósofo. CAPÍTULO EL BENEFICIO DE UNOS ES XXI PERJUICIO DE OTROS E l a t e n i e n s e D e m a d e s c o n d e n ó á un h o m b r e de su c i u d a d . M i a s s o n l a s r e f l e x i o n e s . los t e s t i m o n i o s fabulosos. e n a t e n c i ó n al n ú m e r o y v a r i e d a d d e los f e n ó m e n o s d e l a n a t u r a l e z a . t e n g o p o r s i s t e m a n o a l t e r a r ni modificar s i q u i e r a las m á s i n ú t i l e s c i r c u n s t a n c i a s : m i c o n c i e n c i a no falsifica n i u n a c o m a . y h a l l a r á q u e n u e s t r o s m á s í n t i m o s d e s e o s e n su m a y o r n ú m e r o . y q u i e n no los t e n g a . y p o r intimo t r a t o q u e t u v i e r a n con u n h o m b r e r e c h a z a r í a n i g u a l m e n t e el r e s p o n d e r con p l e n i t u d de s u s i n t e n c i o n e s . p u e s los n a t u r a l i s t a s a s e g u r a n q u e el n a c i m i e n t o . sin e c h a r m a n o d e c a s o s p a r t i c u l a r e s . P e r o no s a b e n a q u é l l o s que p o r a l c a n z a r la g l o r i a d e S a - lustio no m e p r o c u r a r í a n i n g ú n mal r a t o . en el e s t u d i o q u e a q u í hago d e n u e s t r a s c o s t u m b r e s y t r a n s p o r t e s . E n los e j e m p l o s q u e saco d e lo que h e leído. el propio h o n o r y la práctica d e los m i n i s t r o s d e la religión d é b e s e á n u e s t r a m u e r t e y á n u e s t r o s v i c i o s . los a u x i l i a r e s a e la justicia. E l c o m e r c i a n t e no logra las s u y a s sino m e r c e d á los d e s ó r d e n e s de la j u v e n t u d . si á él a c e r t a r a á t o c a r . E s t a s e n t e n c i a m e p a r e c e d e s a c e r t a d a . de los procesos y q u e r e l l a s q u e c o n s t a n t e m e n t e t i e n e n l u g a r e n t r e los h o m b r e s . losen qlos u e son m á s r a r o s y d i g n o s de m e m o r i a . r e s 1 p o n d e r d e las i d e a s d e p e r s o n a s desconocidas y m o s t r a r ' s u s c o n j e t u r a s como m o n e d a c o r r i e n t e . sino lo q u e p u e d e a c o n t e c e r . p o r eso h e t o m a d o a m i c a r g o el e s c r i b i r sólo s o b r e a q u e l l a s m a t e r i a s q u e se a c o m o d a n á mis f u e r z a s . n i q u e n a d a hay tan c o n t r a r i o á m i estilo como u n a n a r r a c i ó n dilatada. Falto d e a l i e n t o s . e m i t i r í a j u i c i o s que. so p r e t e x t o d e q u e d e su c o m e r c i o q u e r í a s a c a r d e m a s i a d o p r o v e c h o y d e q u e tal beneficio no podía a l c a n z a r l o sin la m u e r t e d e m u c h a s g e n t e s . p o r la p r o x i m i d a d e n que la f o r t u n a m e ha p u e s t o d e los j e f e s de los distintos p a r t i d o s . el a r q u i t e c t o d e la r u i n a d e las c o n s t r u c c i o n e s . q u e n o s e a i n c r é dulo. c u a n t o q u e n i n g ú n p r o v e c h o ni v e n t a j a se a l c a n z a sin el p e r j u i c i o d e los d e m á s . q u e p u e d e n d e m o s t r a r s e p o r la r a z ó n . y s o b r e p a s o en e s c r u p u l o s i d a d á las historias m i s m a s . d e t é n g o m e á c a d a m o m e n t o . De m a n e r a q u e . d e c o n c i e n c i a exacta y exquisita. q u e f u e r a n útiles á la posteridad v e s t u v i e r a n p r e s e n t a d o s d e m o d o q u e nos e n c a m i n a r a n á la v i r t u d . s i e m p r e y c u a n d o q u e s e a n v e r o s í miles. ó do otro m o d o d i f e r e n t e . t a n t o m á s . y c o m o la libertad mía es tan g r a n d e . Todo lo cual c o n s i d e r a do. que otro los a c o m o d e m á s p e r t i n e n t e s . Ignor o m á s q u e u n a c r i a t u r a los vocablos y f r a s e s q u e se a p l i c a n á las c o s a s m á s c o m u n e s . y m á s d e c e r c a . H a y sirvo autor e s cuyo ú n i c o fin e s r e l a t a r los a c o n t e c i m i e n t o s . A c o n t e c i d o ó n o . como e n e m i g o j u r a d o que soy d e toda obligación asidua y c o n s t a n t e . T e n g o p o r m e n o s a v e n t u r a d o escribir s o b r e las cosas p a s a d a s q u e s o b r e las p r e s e n t e s . el mío. P l u t a r c o nos diría s e g u r a m e n t e q u e en sus o b r a s no es él r e s p o n s a b l e si todos sus e j e m p l o s n o son e n t e r a m e n t e a u t é n t i c o s . c o n s i d e r a n d o q u e los veo con ojos m e n o s d e s a p a c i b l e s q u e los d e m á s . s e r i a e s c r i b i r . Léolo y a p r o v é c h o l o i g u a l m e n t e en s o m b r a q u e en c u e r casos d i v e r s o s q u e l a s h i s t o r i a s citan m e §oe . ni á n i n g ú n soldado el sosiego de su c i u d a d . d e m i falta d e c i e n c i a no p u e d o r e s p o n d e r l o m i s m o . s e g ú n a q u e l d i c t a m e n h a b r í a q u e c o n d e n a r . dice un a u t o r cómico griego. q u e . s i e m p r e s e r á la cosa u n r a s g o d e la h u m a n a capacidad q u e yo utilizo.

DE « . s u a u t ™ ' d a d . los i m p r e s i o n a r a n . Más s i n g u l a r es todavía el que á p e s a r de largos intervalos é intermisiones. El p e r f u m e que se d e s p r e n d e de m i coleto lo percibe mi olfato por espacio de tres días. no es cosa insignificante n i ' f l e n t i e n d o que n u e s t r o s raavores vicios e m p r e n d e n su r u t a d e s d e n u e s t r a m á s t i e r n a i n f a n c i a y que n u e s t r a dirección principal se e n c u e n t r a e n c o m e n d a d a á n u e s t r a s nodrizas. .7 0 ENSAYOS DE MONTAIGNE cosa tiene su origen en la c o r r u p c i ó n y a c a b a m i e n t o de Nam qnnrtcnmqiie siiis m u l a t u m finibus exit. pues. v e n e n o . que se a l i m é n t a a t e * " Provisión. 'iué cuando m^nnc i violentar s i e m p r e las leyes de ésta. E s dañoso. de modo que hoy lo oigo como si tal cosa. y p a d r e s hay de simplicidad tal. . c o n t i n u o hoc more e s l ¡llius. El chico le contestó que por fútil pretexto le r e p r e n d í a . en. y por fin de la8 Indias N u e v a s on púeblos ™ encontrár i s I lTi a c i?! g r a n d e s . !I0S nico? qifecarecpmr> <! KT™» d e s c u b r e u í rostro tira- i^lüpl^i h b¡t0 Jlko su estómago r e f r a c t a r i o a^l W e n p n n M y f bla AlhorSi ío 1 . Yo ocupo en mi casa u n a t o r r e e n la cual al toque de diana y al a n o c h e c e r u n a c a m p a n a g r a n d e toca d i a r i a m e n t e el Ave María. no p u e d e n d e j a r de p r o d u c i r u n a h a r m o n í a maravillosa. siendo como son sólidos y lisos.L a cosr. de climas diversos. ni fo que los filósofos juzgan de la música celeste.!^ . que consideran como excelente augurio de alma marcial el v e r á s u s criaturas i n j u r i a r y pegar á un campesino ó á u n lacayo que no se d e f i e n d e n . el v e r a sus hijos e n g a ñ a r á sus c a m a r a d a s maliciosa v d e s l e a l m e n t e . 1 0 d í v i e n t r e d e l a vaca. poco "después m e a c o s t u m b r é á él. y m u c h a s veces h a s t a sin d e s p e r t a r m e . Los h e r r a d o r e s . 6 s e a que estos cuerpos.p a i m a e s t r a violenta y traidora Ella fiia r>n r Z T o l l l \ n c n ' j r t P ° C ° C 0 m 0 s i de ello no n o T d S í u " sea la D í n d S £ & f V ® . quod f u i t a n t e CAPÍTULO DE LA C O S T U M B R E LOS Y DE XXII LA D I F I C U L T A D USOS DE CAMBIAR RECIBIDOS e l o u T n H m ^ n S / ' r P 6 1 . Tal estrépito e s t r e m e c e á la torre misma.t t W s s s K t e t t s ^ » ¿ Í I R F F I S T J F RA""""" « O » . y si bien p a r e c i ó m e i n s o p o r table los p r i m e r o s dias. molineros y a r m e r o s no podrían s o p o r t a r el e s t r u e n d o propio de sus"respectivos oficios si como á nosotros. 1 0 d e I a ^ e r z a de la c o s t u m b r e tobl l t X i í u a d a ñ i ^ í el cuento s i g u i e n t e : u n a a l d e a n a e s desde el í n o m . m a n t e n i é n d o l o s . P a r a las m a d r e s suele s e r cosa de pasatiempo ver que u n niño r e t u e r c e el cuello á un pollo. c u y a voz e s e n t o n c e s más p u r a v m á s i n g e n u a cuanto e s más débil y m á s n u e v a . » D«J. alto g r a d o el excusar tan p e r v e r s a s i n clinaciones f u n d á n d o s e en l a t i e r n a edad y debilidad de l a c r i a t u r a . asi g e r m i n a n y se educan d e s p u é s f r o n d o s a m e n t e a c a b a n d o su desarrollo e n m a n o s de la c o s t u m bre. y que se d i vierte maltratando á un p e r r o ó á un gato. la costumbre e m b o t a n u e s t r o s sentidos. mas el cuarto ya no lo a d vierten sino los c i r c u n s t a n t e s . Nilo. y t o m a n a gracia. n t f f 1 C i a r ^ I I e J v a r e n b r a z o s u n ternerillo tal raodo se biza á X q U C 8 4 . sin e m b a r o o las verdaderas s e m i l l a s y r a í c e s de l a c r u e l d a d . á causa de la continuidad del sonido. "como les o c u r r e á los que viven cerca de los c a m p a n ai-ios. es la n a t u r a l e z a que se exterioriza. y e n la joven de quelia(reoV/ue pn' Í t . T ' !f R e n t a b a con a r a ñ a s . . en segundo 1 « . a d o r m e c i dos como los de los egipcios. d e p e n d a . que no los ejercitamos. A c o s t u m bre p u e d a s i e m p r e establecer y u n i r el efecto de su i m p r e sión sobre n u e s t r o s sentidos. .. c o n f o r m e á l a medida y al tono cuyas variedades les i m p r i m e n movimientos y cadencia. de la tira ni a v de la traición. e n p r i m e r lugar. cuando se f r o t a n y chocan unos con otros. No nos precisa con o c e r l o que se nos relata de los vecinos de las cataratas del. P e r o tales h a r m o nías no las advierten los oídos de los mortales. y por suave P 2ue h a d e i S n ' í 0 n d ^ A s c e n d a m o s o c u r r e un día h u e l l a e n W o ? i a iftal Z l n • d. de langostas hov- inSw % ? < * • «Lrfora . La costumbre. repuso Platón.a n u e s t r a naturaleza.. P l a t ó n r e p r e n d i ó á u n m u c h a c h o que j u g a b a á los dados. por virtud de sus movimientos. y do CUand en buey t o d a v h ln l ' T ° el a n i m a l se invirtió e n t r e sus brazos tumbíe es a n i r n . l a fealdad del e n g a ñ o no depende-de la diferencia de" v¿lox que p u e d e h a b e r e n t r e u n escudo ó u n alfiler. » . Tales comienzos son.

la castidad n o tiene v a l o r sino p a r a los f r u 1. p o r e s t r a m b ó t i c o q u e sea. p r e c í s a l e s c o m p r e n d e r la n a t u r a l d e f o r m i d a d del m i s m o . E n o t r a s . id est. lo cogió con su p u c o m o n o s o t r o s lo c o g e m o s con la m a n o . s e m e j a n t e y d e valor a n á l o g o á n u e s t r a s c o s t u m b r e s y o p i n i o n e s d e c u a l q u i e r a s u e r t e q u e é s t a s s e a n . ó al m e n o s q u e n o se e x p r e s a b a del todo sin r a z ó n . p u e s en la? r e l i g i o n e s . I. al cual d e j e yo de a p o r t a r p o r n a t u r a l p r o p e n s i ó n . lanza ba u n a d a g a y h a c i a c h a s q u e a r un látigo como el m á s exp e r t o d e los c a r r e t e r o s . Los h a b i t a n t e s d e p a í s e s r e m o t o s n o nos p a r e c e r í a n r a r o s ni p e r e g r i n o s . lo m i s m o cuando me e s i n d i f e r e n t e g a n a r ó p e r d e r . L a c o s t u m b r e m e h a b í a h e c h o n o m i r a r la cosa con asco. E n u n a m i s m a nación las d o n c e l l a s llevan al d e s c u b i e r t o las p a r t e s v e r g o n z o s a s . m e n e s t e r es j u z g a r l o s e n l a s c r i a t u r a s como sus a c c i o n e s m á s s e r i a s f n o hay p a s a t i e m p o . T e n í a un noble f r a n c é s l a c o s t u m b r e d e s o n a r s e las n a r i c e s con l a m a n o .ne imbutis qucerere íestimonium veritalis con- Creo firmemente q u e n o pasa p o r la h u m a n a i m a g i n a c i ó n n i n g ú n c a p r i c h o . e n h e b r a b a su a g u j a . cosía escribía. el h á b i t o a d o r m e c e la vista d e n u e s t r o j u i c i o . con el p l i e g u e d e su cuello.. l a m á s f a v o r e c i d a de l a s d a m a s d e su corte t i e n d e la m a n o . que c a r e c i e n d o d e brazos h a b í a a c o s t u m b r a d o tan bien sus pies al servicio que le d e b í a n las m a n o s . ninguna hay. como m e h u b i e r a acontecido á oírla r e f e r i r d e u n a n a c i ó n q u e yo no h u b i e r a visto. p u e s e r a h o m b r e presto á e n c o n t r a r r e s p u e s t a s a t i n a d a s . y p o r cons i g u i e n t e q u e n u e s t r a r a z ó n no e x p l i q u e y apoye. y n u n c a se m i r a á la p e r s o n a á q u i e n t r a t a d e h o n r a r s e .ó se f u n d a m e n t a en la n a t u r a l e z a m i s m a de la falta. bien r a z o n a b l e la conclusión sig l í e n t e : ¿ P o r q u é no e n g a ñ a r á t r a t á n d o s e de escudos. e s t a n d o p o r c i m a d e l a h u m a n a r a z ó n . salvo su e s p o s a é hijos. i n s t i n t i v a m e n t e . Los llamaba sus m a n o s . Vergonzoso e s p a r a u n físico. Estoy c o n v e n c i d o de q u e p o r h a b e r m e a c o s t u m b r a d o d e s d e n i ñ o á m a r c h a r p o r el buen c a m i n o y á n o p o n e r e n g a ñ o s ni falacias en mis j u e g o s i n f a n t i l e s ( m e n e s t e r e s adv e r t i r q u e los d e la n i ñ e z n o son t a l e s j u e g o s . ó m e d i o olvidado. N c h a y q u i e n p u e d a v i g i l a r m e tan de c e r c a . como tampoco n o s o t r o s lo s e r i a m o s p a r a ellos. r e f l e x i o n a r a c e r t a d a m e n t e s o b r e las p e c u l i a r e s del país en q u e vive. cosa en v e r d a d e n e m i g a de n u e s t r a u s a n z a . que sus extrem i d a d e s i n f e r i o r e s h a b í a n olvidado. CICERO!». que c u a n d o m e las h e con u n e x t r a ñ o . ¿ D e q u é poderío n o d i s p o n e sobre n u e s t r o s j u i c i o s y c r e n c i a s ? Hay opinión. D e j e m o s aquí lugar para relatar un cuento. P u e b l o s h a y en q u e s e vuelve l a e s p a l d a á la p e r s o n a q*ue se saluda. p o r ligero q u e sea. D e p e n d e n los m i l a g r o s de n u e s t r a i g n o r a n c i a del m o d o de o b r a r q u e l a n a t u r a l e z a tiene. y las c a s a d a s las ocultan c u i d a d o s a m e n t e . de Nal. su n a t u r a l oficio. E s t o s e f e c t o s d e la c o s t u m b r e d e s c ú b r e n s e todavía meioi en la i m p r e s i ó n que p r o d u c e en n u e s t r a a l m a . q u e m a n e j a b a u n e s p a d ó n y u n a alab a r d a . P e i o volvamos á m i a s u n t o . es i n d i s p e n s a b l e que huyan d e él y n o ya sólo de c o m e t e r l o . j u g a b a á la baraja y á los d a d o s y m a n e j a b a a m b a s cosas con d e s t r e z a tal q u e m a r a v i l l a b a . sino q u e la idea m i s m a les a p a r e z c a odiosa dd c u a l q u i e r s u e r t e que el vicio sea. si c a d a c u a l s u p i e r a . ab animis su. y d e f e n d í a tal hábito. se q u i t a b a el g o r r o . d e s p u é s de h a b e r e x a m i n a d o los e j e m p l o s q u e le p r o c u r a n las cost u m b r e s d e otros pueblos. speculatorem cenatoremque naturce. q u e esto e r a m u c h o m á s r e p u g n a n t e que el a r r o j a r la m a t e r i a en cuestión d o n d e q u i e r a q u e f u e s e . n a d i e se c o m u n i c a c o n el s o b e r a n o sino p o r m e d i o de u n portavoz.que d e b e i n v e s t i g a r sin d e s c a n s o los s e c r e t o s d e la n a t u r a l e z a . q u e n o e n c u e n t r e el e j e m p l o en a l g u n a c o s t u m b r e pública. d o n d e no enc u e n t r a t a n t a r e s i s t e n c i a . E n los j u e g o s d e b a r a j a mi lealtad es idéntica.etudi. como h a c e m o s con todos l a s d e m á s b a s u r a s . Creo que h a b l a b a de u n modo r a z o n a b l e . diciendo q u e q u é privilegio t e n i a lo q u e e x p e l e m o s p o r l a s n a r i c e s p a r a r e c o g e r l o con u n a b u e n a tela ni p a r a q u e lo g u a r d á r a m o s luego cuidados a m e n t e . E n m i casa a c a b o de v e r un h o m b r e c i l l o n a t u r a l de Nantes. No p u e d e . H a y otros en q u e c u a n d o el r e y escupe. p u e s . s i e n d o yo niño. y con ellos cortaba c a r g a b a y d e s c a r g a b a u n a pistola. q u e la c o s t u m b r e no h a y a i m p l a n t a d o como ley allí d o n d e b u e n o le h a parecido. Hallo p u e s . con l a c u a l t a n t a s n a c i o n e s p o p u l o s a s y tantos pers o n a j e s e s c l a r e c i d o s h a n s e visto d o m i n a d o s . Mis propios ojos b a s t a n p a r a q u e m e m a n t e n g a digno. s e r m á s j u s t a esta a n t i g u a s e n t e n c i a : N o n pudetphijsieum. p u e s t o q u e e n g a ñ ó t r a t á n d o s e d e a l f i l e r e s ? No vale r e s p o n d e r q u e e s t a s f a l t a s son i n s i g n i f i c a n t e s y q u e el m u c h a c h o n o p a s a r á á m a y o r e s . ni n a d i e á quien yo r e s p e t e m á s . en cosas p u r a - m e n t e terrenales. 30. n o de la n a t u r a l e z a m i s m a . infinita en m a t e r i a v e n diversidad t a m b i é n i n f i n i t a . u n a tenaz oposición al e n g a n o . es m á s e x c u s a b l e el e x t r a v i o á q u i e n p o r modo s o b r e n a t u r a l n o se e n c u e n t r a s o c o r r i d o p o r el favor divino). sin las m a n o s que nc t e n í a : a r r o j á b a l o s y cogíalos con i n c r e í b l e d e s t r e z a . se p e i n a b a . c u a n d o j u e g o con mi m u j e r y m i h i j a . dcor. p o r e x t r a ñ a quí s e a (y d e j o á u n lado toda la g r o s e r a i m p o s t u r a d e las reli giones. H a y p u e b l o s en q u e . t r á t e s e de c u a r t o s ó de d o b l o n e s . H e visto otro hora bre. el p r e s e n t a r como t e s t i m o n i o s d e la v e r d a d lo q u e no e s sino c o s t u m b r e y prejuicio. por extraordinaria y pereg r i n a q u e s e a . el d i n e r o q u e yo le di (pues g a n a b a sivida m o s t r á n d o s e á todo el m u n d o ) . y e n o t r a n a c i ó n los m á s p r ó x i m o s al m o n a r c a s e b a j a n al suelo p a r a r e c o g e r con u n t r a p o s u s b a s u r a s . E s i n d i s p e n s a b l e i n c u l c a r en la n a t u r a l e z a d e la n i ñ e z el odio al vicio. . y c o m p a r a r las u n a s con las o t r a s Es la h u m a n a r a z ó n u n a t i n t u r a i n f u s a .

m e j i l l a s . c u a n d o u n c o m e r c i a n t e se casa. sin e m b a r g o . y á v e c e s d o c e : y en estos m i s m o s países c r é e s e p e l i g r o s a m e n t e m o r t a l d a r de m a m a r al n i ñ o el día q u e n a c e . s e l e v a n t a n los h o m b r o s y s e b a j a la c a - beza. e n q u e las m u j e r e s v a n á la g u e r r a c o n sus m a r i d o s y t o m a n p a r t e . n o sólo en e l c o m b a t e . a n u a l m e n t e . y los s a c e r d o t e s se saltan los ojos p a r a e n t r a r e n c o m u n i c a c i ó n con los e s p í r i t u s y c o n s u l t a r los o r á c u l o s . y á l a s m u j e r e s no l e s asiste tal d e r e c h o . y asi s u c e s i v a m e n t e . en q u e los h o m b r e s llevan la c a r g a en la c a b e z a y las m u j e r e s en las e s p a l d a s . y e n otros sitios p o r p á j a r o s . en q u e c u a n d o el r e y s e c o n s a g r a p o r e n t e r o á la vida c o n t e m p l a t i v a y a b a n d o n a su c a r g o . o r e j a s y pies. á t e n o r d e las n e c e s i d a d d e c a d a u n o . en q u e el p r o c e d i m i e n t o e n uso p a r a j u r a r c o n s i s t e e n t o c a r la t i e r r a m i r a n d o al s o l . e n t o n c e s . g u a r d a d o r e s de las religiosas. en q u e los a g u i n a l d o s q u e el r e y e n v í a á los p r í n c i p e s . a q u e l l o s a g a c h a d o s . a p á g a s e el a n t i g u o . s e a c u e s t a n con" la d e s p o s a d a a n t e s que el m a r i d o . salvo si es u n labrad o r el q u e c o n t r a e j u s t a s n u p c i a s . en q u e diez ó doce p e r s o n a s s e a c u e s t a n en el m i s m o l e c h o . e n los testículos y en l a s p l a n t a s d e los p i e s . y los h o m b r e s d i s p a r a n n a d a n d o s u s arcos. labios. en q u e al c o m e r s e l i m p i a n l o s d e d o s en ios m u s l o s . como m u e s t r a de s u m i s i ó n . en q u e los e u n u c o s . y. q u e se d a m u e r t e á l a s h e m b r a s que n a c e n y s e c o m p r a n l a s del vecino p a r a l l e n a r c o n ellas las necesidad e s n a t u r a l e s . e n q u e l a s e p u l t u r a m á s e n v i d i a ble e s s e r devorado p o r p e r r o s . d é j a s e la dirección d e éste e n m a n o s d e l a c o m u n a . en que el s o l dado q u e en u n o ó v a r i o s c o m b a t e s c o n s i g u e p r e s e n t a r á su r e v s i e t e c a b e z a s de e n e m i g o s . con golpe c e r t e r o . e n q u e los m a r i d o s p u e d e n v e n d e r l a s si son e s t é r i l e s . á veces. la l u n a y la t i e r r a son los dioses p r i n c i p a l e s . en q u e se c o m e c r u d a la c a r n e y lo m i s m o el p e s c a d o . su p r i m e r s u c e s o r está en el d e b e r d e h a c e r lo propio. sino t a m b i é n e n el m a n d o . h á c e s e q u e el r e v d i m i t a c u a n d o bien a sus s ú b d i t o s s e l e s a n t o j a . es elevado á la c a t e g o r í a de n o b l e ." L o m i s m o a c o n t e c e c u a n d o u n m i l i t a r se casa. en q u e t a n poco v a l o r se c o n c e d e á la m u j e r . y. llevado q u e e s á su d e s tino. sus vasallos. lo cual a c o n t e c e c o n f r e c u e n c i a . la c u a l mez. en q u e las m i s m a s m u j e r e s llevan en a m b a s p i e r n a s a r m a d u r a s d e c o b r e . en q u e l a f o r m a d e g o b i e r n o c a m b i a á m e d i d a q u e los acont e c i m i e n t o s lo e x i g e n . p a r a que no p u e d a n i n s p i r a r a m o r . en q u e l o s l u j o s n o s o n los h e r e d e r o s de s u s p a d r e s . en q u e se c r e e en la m o r t a l i d a d y a c a b a m i e n t o de las a l m a s . sino en ning u n o m á s a p a r t a d o el m a t r i m o n i o es p e r m i t i d o . s i n o que a d e m á s s e e c h a m a n o d e p e s a d a s v a r i l l a s de oro p a r a a t r a v e s a r con e l l a s los p e c h o s v el tras e r o . y si u n piojo las m u e r d e e s t á n obligad a s . salvo c u a n d o l a h e r e n c i a es l a de u n p r í n c i p e . t o c a n d o su t u m b a con l a m a n o .tos del m a t r i m o n i o . y no pueden h a c e r l o las d e m á s . y asi p a s a r el r e i n o á m a n o s d e un t e r c e r o . á los ojos d e todos. y c u a n t o s m á s c o n v i d a d o s h a y m á s h o n o r r e c i b e l a mujer. e n q u e se s a l u d a d i r i g i e n d o u n dedo á t i e r r a y l e v a n t á n d o l e d e s p u é s al c i e l o . en q u e las m u j e r e s d a n á luz sin q u e j a s ni l a m e n t o s . en que no se d e t e r m i n a n á c a s a r s e sin h a b e r ofrecido á su r e y su d o n c e l l e z . en que p r e c i s a d e s c a l z a r s e p a r a e n t r a r en la c á m a r a r e a l . y q u e s o n e l l a s l a s q u e p r o d u c e n el eco q u e o í m o s c u a n d o en d e s p o b l a d o r e s u e n a n u e s t r a v o z . ó u n individuo d e la p l e b e : e n t o n c e s e s eL s e ñ o r q u i e n s e a p r o v e c h a . P a í s e s hay e n q u e se v e n b u r d e l e s públicos d e h o m b r e s . t i e n e n los labios c o r t a d o s y lo m i s m o la nariz. é s t a s o r i n a n d e pie. en que los h o m b r e s e n v í a n s a n g r e en p r u e b a de a m i s t a d é i n c i e n s a n como a dioses á las p e r s o n a s á q u i e n e s t r a t a n de h o n r a r : en q u e no ya solo en el c u a r t o g r a d o de p a r e n t e s c o . en que m u j e r e s y h o m b r e s s o n c i r c u n c i d a d o s lo m i s m o q u e b a u t i z a d o s . c a d a cual t o m a su p a r t e c o r r e s p o n d i e n t e so p e n a d e i n c u r r i r en c r i m e n de lesa m a j e s t a d . ciertos m a g i s t r a d o s s o b e r a n o s e j e r c e n el o m n í m o d o c a r g o del cultivo d e l a s t i e r r a s y distribución d e los f r u t o s d e las m i s m a s . lo son los h e r m a n o s y s o b r i n o s d e é s t o s . en q u e los m a r i d o s s o n d u e ñ o s d e r e p u d i a r sin a l e g a r c a u s a a l g u n a .clan al vino q u e b e b e n . el p e s c a d o r d e u n pez c u a l q u i e r a : é ídolos d e c a d a u n a ' d e l a s a c c i o n e s ó p a s i o n e s h u m a n a s : el sol. no d e j a d e r e c o m e n d a r s e l a m á s est r i c t a fidelidad d u r a n t e el m a t r i m o n i o . y lo m i s m o c u a n d o e s u n n o b l e el que cont r a e m a t r i m o n i o . e n o t r a s p a r t e s l a s o n los s o b r i n o s s o l a m e n t e . c o n s i s t e n en f u e g o . provistas d e toda s u e r t e d e c o m o d i d a d e s . p u e s las j ó v e n e s p u e d e n e n t r e g a r s e á sos i n s t i n t o s . p a r a o r d e n a r l a c o m u n i d a d d e b i e n e s en u s a n z a . en q u e se c r e e q u e las a l m a s d i c h o s a s viven e n comp l e t a libertad en los a l e g r e s c a m p o s . e n q u e el j u r a m e n t o que m e r e c e m á s fe es el q u e se e j e c u t a en n o m b r e de la p e r s o n a m u e r t a q u e de m a y o r c r é d i t o gozó en el p ais. en q u e l a s sortijas n o sólo sirven de a d o r n o e n las n a r i c e s . en que los p a d r e s castigan á los v a r o n e s y las m a - . y del nuevo se p r o v e e todo el p u e blo q u e el p r i n c i p e g o b i e r n a . E n o t r a s p a r t e s . en que los m u c h a c h o s e s t á n c u a t r o a ñ o s e n c o m e n d a d o s á la n o driza. en q u e . y si r e s u l t a r e n p r e ñ a d a s e c h a n m a n o d e c u a l q u i e r abortivo a d e c u a d o . es sustituido p o r los a n c i a n o s en el g o b i e r n o del Estado. en q u e se c u e c e n los c a d á v e r e s y se m a c h a c a n l u e g o h a s t a q u e f o r m a n u n a e s p e c i e d e papilla. e n q u e s e c o m b a t e d e n t r o ael a g u a . t o d o s los d e su g r e m i o que h a n sido c o n v i d a d o s á l a boda. en q u e las m u j e r e s q u e p i e r d e n s u s e s p o s o s p o r muex'te violenta pueden de nuevo contraer matrimonio. p o r d e b e r d e m a g n a n i m i d a d á m o r d e r l e ellas á s u vez. en q u e c a d a cual h a c e su dios d e aquello q u e m á s le p l a c e : el c a z a d o r de u n león ó d e u n z o r r o . a c o m p a ñ a d a s d e s u s m u j e r e s r e s p e c t i v a s . A p e s a r d e todo lo a n t e c e d e n t e . en q u e se llora la m u e r t e de l o s h i j o s y se f e s t e j a la d e l o s v i e j o s .

Y todo c u a n t o l a filosofía es i n c a p a z de h a c e r a p r o b a r á los h o m b r e s m á s avisados. C u a n d o los c r e t e n s e s q u e r í a n en los p a s a d o s t i e m p o s m a l d e c i r á a l g u n o . que el m á s m i s e r o c i u d a d a n o h u b i e r a d e s d e ñ a d o i n c l i n a r s e p a r a c o g e r del suelo u n bolsillo r e p l e t o d e d i n e r o .d r e s á las h e m b r a s . a q u í se alim e n t a n d e c a r n e h u m a n a . r o g a b a n á los dioses q u e le a r r a s t r a r a n á c o n t r a e r a l g u n a c o s t u m b r e p e r v e r s a . r e i n a y e m p e r a d o r a d e l m u n d o . a c u l l á . p e r t e n e c e n á varios h o m b r e s . otros p u e b l o s q u e en los fest i n e s se m e z c l a n u n o s con otros sin distinción de p a r e n tesco. y á los p a d r e s t e n e r c o m e r c i o d e s h o n e s t o con sus h i j a s y con s u s h i j o s . y D i o s s a b e c o n c u á n t a s i n r a z ó n las m á s d e las v e c e s . deciden los q u e h a n d e s e r c r i a d o s y c o n s e r v a d o s y los que h a n de s e r a b a n d o n a d o s y m u e r t o s . p e r o es lo n o r m a l el r e c i b i r l a s a d v e r t e n c i a s d e l a v e r d a d y sus p r e c e p t o s como si al pueblo f u e s e n s i e m p r e dirigidos. los lad r o n e s r e c i b e n doble castigo q u e en otros sitios. como h a c e n los o r a n g u t a n e s . dice Aristóteles. y n o s a b e d e s p r e n d e r s e d e e l l o s sin r e m o r d i m i e n t o . en a t e n c i ó n á q u e él n o le h a b í a llevado al s u y o h a s t a a q u e l p u n t o . sin i n c u r r i r p o r ello en falta. q u e c o n s i d e r a m o s c o m o c o m p a ñ e r a de l a h u m a n a n a t u r a l e z a . y m o s t r a n d o á su hijo. allí. se m a t a al p a d r e c u a n d o l l e g a á u n a e d a d d e t e r m i n a d a . y así q u e d a l u e g o e s t e r e o t i p a d o p a r a s i e m p r e . ¿ n o lo e n s e ñ a l a c o s t u m b r e p o r sí sola á las a l m a s v u l g a r e s ? S a b e m o s de n a c i o n e s en que no sólo la m u e r t e se m e n o s p r e c i a b a . r e s p o n d i ó q u e tal e r a la c o s t u m b r e d e s u c a s a . n a d a h a y en el m u n d o a u e la c o s t u m b r e ño h a g a ó n o p u e d a h a c e r . igual n ú m e r o d e f r a n j a s en el b o r d e de su v e s tido q u e v a r o n e s l a s h a n a y u n t a d o . a t r i b u i r á l a s m u j e r e s f u n c i o n e s que les son de o r d i n a r i o e x t r a ñ a s y las h a h e c h o e m p u ñ a r las a r m a s . y no t i e n e n a r c a s ni c o f r e s c e r r a d o s . y los m a r i d o s facilitan sus m u j e r e s á sus h u é s p e d e s p a r a que las g o c e n . y m á s p o r c o s t u m b r e q u e p o r t e n d e n c i a n a t u r a l . I g u a l m e n t e t e n e m o s noticia de r e g i o n e s fértilísimas e n toda clase de p r o d u c c i o n e s a n i m a l e s y v e g e t a l e s . d o n d e los m a n j a r e s m á s f r e c u e n t e s y s a b r o s o s d e q u e se h a c i a uso e r a n el p a n . E n c o n c l u s i ó n . y en a h u m a r l o s . L a c o s t u m b r e . y q u e los hábitos sociales que nos circund a n y están e n c r é d i t o se i n g i e r e n e n n u e s t r a a l m a con la s e m i l l a d e n u e s t r o s p a d r e s . en q u e la r i q u e z a e r a de tal s u e r t e d e s p r e c i a d a . h i c i e r a n los d e m á s . a ñ a d i ó : é s t e me p e g a r á á mí c u a n d o l l e g u e á l a e d a d q u e t e n g o . á lo q u e t e n g o e n t e n d i d o . en que se c i r c u n c i d a á las h e m b r a s . a n t e s de q u e los h i j o s n a z c a n . que t e n e m o s el h á b i t o de e s t u d i a r n o s . E l uso y l a c o s t u m b r e h a n h e c h o . P e r o el p r i n c i p a l efecto d e su p o d e r í o consiste e n a p o d e r a r s e d e n o s o t r o s de tal s u e r t e . y en lugar de aplicarlas . y é s t e á su b i s a b u e l o . P o r hábito. se r o e n l a s u ñ a s y c o m e n t i e r r a y c a r b ó n . p a g a n d o . c a r e c e n de p u e r t a s y v e n t a n a s . s i n o q u e se l a f e s t e j a b a . o t r o s en q u e es lícito t e n e r h i j o s con su p r o p i a m a d r e . á veces. ni p r a c ticarlos sin a p l a u s o . y á m i p a r e c e r . al oír c u a l q u i e r j u s t a m á x i m a . otros s e d e j a n la c a b e l l e r a del lado d e r e c h o t a n t o como c r e c e r p u e d e . c u a n d o todavía e s t á n en el v i e n t r e de su m a d r e . y las casas. q u e a p e n a s si s o m o s d u e ñ o s d e l i b e r t a r n o s d e sus g a r r a s ni d e r a z o n a r ni d i s c u r r i r e n q u é consiste tal influjo. con r a z ó n la a m a P i n d a r o . otros países hay e n q u e los p a d r e s p r e s t a n á s u s hijos. p a r a e j e r c e r con ello u n acto piadoso. en q u e n a d i e s e c o r t a n u n c a el pelo ni las u ñ a s . y el castigo consiste en colgarlos p o r los pies. y s e c o r t a n la del lado o p u e s t o . y cons i d e r a s e n p o r q u é r a z ó n tal ó cual juicio les a c o m o d a . Si cual n o s o t r o s . m a n d ó l e i n t e r r u m p i r l a t a r e a al l l e g a r á cierto l u g a r . c o n d u c i r e j é r c i t o s y d a r batallas. los m a c h o s c o m e r c i a n e n t r e sí. r e p o n i e n d o que allí e s t a b a el t é r m i n o de los i n j u r i o sos t r a t a m i e n t o s h e r e d i t a r i o s q u e los h i j o s a c o s t u m b r a b a n i n f r i n g i r á s u s p a d r e s en l a f a m i l i a . L a ley d e la c o n c i e n c i a . en fin. y los m u c h a c h o s los u n o s con los o t r o s . sin i n m u t a r s e s i q u i e r a . q u e el a u t o r d e s u s dias h a b í a golpeado á su vez á su abuelo. los b e r r o s y el a g u a . n u n c a individualmente. como otros t a n t o s t i m b r e s de su h o n o r . p o r d o n d e n o s a c o n t e c e que todo aquello q u e q u e d a f u e r a d e los l i n d e r o s de l a c o s t u m b r e . U n individuo á q u i e n s o r p r e n d i e r o n g o l p e a n d o á su p a d r e . p o r r i c a s y h e r m o s a s que s e a n . e n q u e todo está a b i e r t o . h a y países en que las m u j e r e s o s t e n t a n . y en l a s c u a l e s h a s t a las c r i a t u r a s de s i e t e a ñ o s s u f r í a n e s t o i c a m e n t e c u a n tos latigazos e r a n p r e c i s o s p a r a m o r i r . d i r i a s e que n a c e m o s c o n l a c o n d i c i ó n e x p r e s a de s e g u i r la m a r c h a g e n e r a l . las m u j e r e s . l a s m u j e r e s se a r r a n c a n el pelo. D i r i a s e q u e con la l e c h e de n u e s t r a s n o d r i z a s p e n e t r a en n u e s t r o s e r el e s p e c t á c u l o del m u n d o . c a d a cual a c a t a y v e n e r a los h á b i t o s é ideas r e c i b i d o s y a p r o b a d o s en d e r r e d o r suyo. e n otros p u n t o s los m a r i dos viejos p r e s t a n s u s e s p o s a s á la g e n t e j o v e n p a r a q u e se sirva d e e l l a s . c a b e z a a b a j o á u n o s y otros. y e n c u e n t r e n odioso verlos d e s p a c h u r r a r con "las u ñ a s . tanto c o m o p o r e n f e r m e d a d . los p a d r e s . y en o t r a s p a r t e s . n a c e t a m b i é n y t i e n e su o r i g e n en la c o s t u m b r e . hizo que en la isla de Cío t r a n s c u r r i e s e n s e t e c i e n t o s a ñ o s sin q u e m u j e r c a s a d a n i s o l t e r a o s a r a f a l t a r á su h o n o r . e n l u g a r e s tales. e n q u e s e m a t a n los piojos c o n los d i e n t e s . c a d a cual h a l l a r í a q u e a q u é l l a n o tanto e r a u n a s e n t e n c i a l u m i n o s a c u a n t o u n b u e n latigazo á la o r d i n a r i a t o r p e z a d e su c r i t e r i o . y otros p a í s e s h a y e n los c u a l e s se cortan sólo l a s de la m a n o d e r e c h a . y el p a d r e á q u i e n el hijo m a l t r a t a b a en m i t a d de l a calle. y s o n p a r a n o s o t r o s los o r d i n a rios y n a t u r a l e s . en q u e se c o m e toda s u e r t e de h i e r b a s sin o t r a p r e c a u c i ó n que d e s e c h a r a q u e l l a s que d e s p i d e n m a l o l o r . y las d e l a i z q u i e r d a se d e j a n c r e c e r p o r e l e g a n c i a . lo c r e e m o s f u e r a de los d e l a r a z ó n .

i n c u r r e n en opiniones salvajes. constituven un cuarto estado p a r a unirlo á los tres antiguos de la iglesia. v d o . T m i s L ? T . ni los h e r m a n o s m á s distinguidos en belleza el de sus h e r m a n a s . que las h a dado su a u t o r i d a d . n e c tam m i r a b i l e q u i d q u a m Paulíatim' > q U ° d n °n m ¡ n n a n t mirarier onines A n t i g u a m e n t e . p o r la leymilitar d e g r á d a s e á u n h o m b r e de nobleza y h o n o r . 'fut.j í n P I 1 h ¿ b Í t ° c . y por la ley civil i n c u r r e el que se venga en p e n a capital. e s c u d á n d o s e desde luego e n las cost u m b r e s . Las razones p r i m e r a s y universales son s i e m p r e de difícil e x a m e n . obligado en toaos s u s asuntos domésticos : donaciones. testamentos. puesto que ni escritas ni publicadas e s t á n en su propia lengua. á pesar de estar a p r o b a d a s é i n d u b i t a b l e m e n t e recibidas. h r L S ° # 1 P f e r i a n adoptar e de l o s i n d l 0 S nnff ñ . Estos dos procedimientos tan diversos se r e f i e r e n sin embargo á u n . e j e m p l o de ello Crisipo. ¿ Q u é cosa hay m á s b á r b a r a que v e r u n a nación d o n d e por c o s t u m b r e a c e p t a d a y legitimada se v e n d e n los e m p l e o s de justicia. la nobleza y el pueblo. conduciendo las cosas á la v e r d a d y á la r a z ó n . hallándose e n c a r g a d o de i n t e r p r e t a r las leyes y disponiendo de u n a autoridad s o b e r a n a sobre vidas y h a c i e n d a s . Talf l p r o c e d i m i e n t o m e h a parecido s i e m b r e desprovisto de razón y h a n s e enojado p o r t e n e r que c o S - esecom°ra^r7ennta ^estlZZloslít r e s c o n t r a naturaleza. sin e m b a r g o . l l q U e e s t á n h a b i t u a d o s á la libertad y p o r si raonstruosa di iobievi ? Z T e A e S t i m ! i n ^ d a otri forma q u e v a c o n t r a Ia auees^hfl/h^f n a t u r a l e z a . Q u i e n p r e t e n d a d e s e m b a r a z a r s e de e s t e violento p r e j u i cio de la costumbre h a l l a r á m u c h a s cosas que. los juicios son pagados e n dinero contante y s o n a n t e y donde se consiente que la justicia sea r e c h a z a d a á quien carece de r e c u r s o s p a r a p a g a r l a . de c u a l q u i e r a Índole que f u e s e n . "el cual a c o n s e j a b a á su rey que hiciese libres los tráficos v negociaciones de sus súbditos p a r a que al p a r fuesen más francas y lucrativas. a r r a n c a d a esta c a r e t a . Á la c o s t u m b r e se debe el que cada cual se acomode al l u g a r en saka es de 2cha " d e m e n n l e í a T € ^ Í 0 S J E s c o b a no íaha¥)» 5 í 1 Z l a T u r e n a ' n i l o s e s c i t a s l a Tesalia. como v e r á n las fábulas de T h v ¿ t e s Edipo y M a c a r e n . e || a d 0 P T * d Í r a l o s ¡ n d i ° s Para que a b a n donasen aquella c o s t u m b r e y a d o p t a r a n la de los e r i e e o s los cuales q u e m a b a n los cadávere S P de sus p a d r e s zaron la idea con h o r r o r . el cual.lldad P i a r í a y maíiv olv»mft°T-°" ' olvamos al i m p e r i o de la c o s t u m b r e . p a r t Í C u l a . en a t e n c i ó n á que la opinioPn publica los c o n d e n a . s e n t i r á su juicio como t r a s t o r n a d o y. ^ o quer i e n d o como suele h a c e r s e a p o y a r l a sólo con la f u e r z a de l í os T S r j e m p I ° . de d o n d e proviene el que h a y a leyes d o b l e s : las que tocan al h o n o r y las que se r e fieren á l a justicia. e n cuyo campo t r i u n f a n con facilidad e x t r e m a d a . Cada cual procede de ¿ n modo s e m e j a n t e . y nuestros m a e s t r o s p a s a n por ellas como sobre ascuas. . p o r h a b e r sufrido u n a injuria. ' e s ' todos l a s e n c o m i e n d a n e s t ú p w a C n fiesta V ° . matrimonios. Yo le p r e g u n t a r í a e n t o n c e s qué puede h a b e r de m á s e x t r a ñ o que el v e r á u n pueblo obligado á p r a c t i c a r las leyes que no c o m p r e n d i ó j a m á s . c u a n d o se p r e t e n d í a d a r valor v crédito r i e n l o T m f í L T T ' p a r a * U e f u e s e b ¡ e n r e c i b i d a .a v i r t i l d hermosa f S S n i i ! sobrado c o n o c i d a . P r e g u n U n S n e s O S á ué reci0 lacosuf. ^ ' f S U f r t e .U S c á b a s e s i e m P r e ^asta llegar a los origines. r e s p o n d i S e S s S h a b i 2 n d n P ° r t n a ^ e n d m u n d 0 h a r í a n tal e n o m i d a d . i a s e í nm . . los a k monar ia cr¿not. m a s no es tan cómodo j u z g a r l o ni h a c e r l o va e r s e g ú n naturaleza. Aquellos q u e proceden de m a n e r a c o n t r a r i a y en la n a t u raleza buscan la razón p r i m e r a . llevado á situación m á s firme. forma u n g r u p o aparte d e l de la n o b l e z a . y a que cada cual de s u l a d o ha?e lo pron'o y as 2 3 r S h y f S m á s h e r m o s a s n o excitenPelPaSor en sus padres. S ' b . o r d i n a r i o s e n su tiempo v la razón estímala s o b e r a n a . de las cuales sin e m b a r g o le precisa h a c e r i n t e r pretación y uso. mas no al t e n o r de la ingeniosa opinión de fsócrates. ni siquiera se atreven á tocarlas. con tanta m á s razón c u a n t o que el uso a p a r u P de nosotros el aspecto v e r d a d e r o de las cosas! Nil a d e o m a g n u m . y goce de tan g r a n d e crédito esta m e r c a n c í a que los que la llevan y la t r a e n . al c u m p l i m i e n t o de r e g l a s q u e no puede c o n o c e r . y las q u e r e l l a s y debates o n e rosos que se c a r g a s e n de g r u e s o s estipendios. que e n m u c h a s cosas son contradictorias? Caducan aquéllas con tanto rigor como é s t a s . v J 1» a b r i g a n y practican igual l e s o r e s t ' p L . como examinarlo é inculcarlo según l a s v e n t a j a s que con él Se a l c a S S " «os preceptos y leyes que lo r e c o m i e n d a n . no tienen otro f u n d a m e n t o que la nevada b a r b a y faz rugosa del uso. Quien se dirige á las leyes p a r a r e p a r a r u n a ofensa h e c h a á su h o n o r se d e s h o n r a . ventas y c o m pras. ' 1 u e s e comen á s u s p a d r e s c u a n d o m u e r e n por e s t i m a r que éstos no p u e d e n hadlar sepultura m e j o r que en sus m i s m o s c u e r p o s .E s ei p u a ° r . y el que no se dirige e s castigado por las mismas leyes. que en m u c h o s l u g a r e s de sus escritos da claras m u e s t r a s de la poca i m p o r t a n c i a que para él t e n í a n los enlaces incestuosos. cuyo canto i n f u n d i ó va aquella idea en los S S f t t l S Í ñ 0 S .d e t i l d a d que la f o r t u n a mbiai d e mstltucÍ0Q fteffiLíT^ ' ^ > aun habiéndose uesembatazado de su a m o v e n c i e n d o dificultades g r a n d e s también ¡ S I e n C i í e n d 0 ^ s t á c u l o s análo'c S t ' n m L J 2 Í T a c p s t u m b r ^ e á odiar la soberanía.

á mi m a n e r a de v e r . En n u e s t r a s m i s m a s leyes. P a r é c e m e . el fruto que el d e s o r d e n a c a r r e a no lo alcanza casi n u n c a el que lo h a producido. I h'jlliiu Demophoonli. 144. bastóle p a r a c o n d e n a r las s i m p l e m e n t e el que f u e s e u n a alteración de la m a n e r a a n t i g u a . OVIDIO. los imitadores son m á s viciosos. vida y f o r t u n a . ó si el mal a u m e n t a con la r e f o r m a .II tir ii solo caso. xolr/ SD ^ « * * * F r i n é había u n i d o á la cítara no se c u r ó p a r a n a d a al ejecutar su acción de si el i n s t r u m e n t o e r a mejor. 2. m e r e p u g n a . desciende con m a y o r dificultad de la c u m b r e al medio que del medio al fondo. ¿ q u i é n s e r á el que los c o n d u z c a á s u v e r d a d e r o fin. 3 . que revela u n a p r e s u n c i ó n y u n a m o r de si mismo sobrepotentes el j u z g a r las propias opiniones h a s t a tal e x t r e m o de valer. sea cual f u e r e la m a n e r a como se nos muestre. probabile est3. caen envueltos e n su r u i n a . otros la g u e r r a aquéllos la g a n a n c i a . preciso es que se a j u s t e n á su s e r vicio y m a n e r a d e ver de a q u é l l a : asi el h u m a n o v g r a n d e b ó c r a t e s r e c h a z ó el salvar su vida por la desobediencia á u n m a g i s t r a d o e x t r e m a d a m e n t e injusto. la majestad real. más dulces. se busca el a p r e n d i z a j e y la excusa de toda s u e r t e de e m p r e s a s p e r v e r s a s . a c L I. m a s cuanto al exterior. T o d a s u e r t e d e licencias n u e v a s se f u n d a m e n t a n con éxito e n esa p r i m e r a y f e c u n d a f u e n t e : á su imagen se hacen y por su p a t r ó n se c o r t a n . como n u e s t r a s acciones.. Episl. v . H a b l a n d o de cosas de entidad m e n o r como los vestidos que u s a m o s . f u e s e i n m e d i a t a m e n t e e s t r a n g u l a d o . El Eforo que cortó p o r modo tan r u d o las dos c u e r d a s que Bug. que cada cual observe Jas del lugar d o n d e v i v e : Nó|Mi. que nos e m p u j a de tantos a ñ o s a c á no h a producido a ú n todos s u s efectos. unos baten y e n t u r b i a n el a g u a p a r a q u e otros p e s q u e n á su sabor. que no e s otro que el servicio y comodidad del cuerpo de donde d e p e n d e n la g r a c i a y el decoro de los m i s m o s ? E n t r e los m á s s i n g u l a r e s que puedan i m a g i n a r s e . éstos el h o n o r . y los otros la acción. ÍXIÍJjí I II y V e a m o s a h o r a ejemplos de diversa n a t u r a l e z a . dice u n e s c r i t o r a n t i g u o . nuestro trabajo. • i ¡--¿lof'ol. No desvian todas estas r a z o n a b l e s c o n s i d e r a c i o n e s á n i n g ú n h o m b r e de s e g u i r la c o m ú n usanza. y razones múltiples m e asisten p a r a ello. y nos o c u r r e lo que Tucídides e s c r i b e de las g u e r r a s civiles d e su t i e m p o . si la novedad no e r a a p r o b a d a p o r todos los ciudadanos. h e c h a s p a r a rem e d i a r e s e p r i m e r m a l . El pretexto e s h o n r a d o . p a r a e x c u s a r l a s . otros la razón y los otros la t u e r z a . y el modelo inútil de u n ó r g a n o q u e ni siquiera en la conversación nos e s licito n o m b r a r . XXIV. éstos la v i r t u d . El legislador de los l a c e d e monios e m p l e ó su vida e n t e r a en a r r a n c a r á sus c i u d a d a nos la p r o m e s a de que no cambiarían n i n g u n a de s u s leyes. a a u é l l o s la toga l a r g a y éstos la corta en p a t r i m o nio. El legislador de los t u n a nos o r d e n o q u e aquel que quisiera abolir a l g u n a de las a n t i g u a s leyes o e s t a b l e c e r u n a n u e v a se p r e s e n t a r a a n t e el pueblo con u n a c u e r d a al cuello á fin de que. y esta d u d a se f u n d a en que un gobierno es como u n edificio. 48. q u e d a tanto espacio como se q u i e r a p a r a que nazcan y p r o s p e r e n toda s u e r t e de t r a s t o r n o s . v. C e s he visto en m u c h a s ocasiones s u s efectos desastrosos. Sólo ella es la responsable: Heu I palior telis v u l n e r a facía raéis' I Los que a l t e r a n el orden de u n Estado. éstos deben á los p r i m e r o s la gloria de la invención y la iniciativa del p r i m e r i m p u l s o . aquéllos el saber. b a s t a r d e a n d o y a d u l t e r a n d o s u s n o m b r e s v e r d a d e r o s . Y si e n la práctica del mal existe alg ú n g r a d o honorífico. ni de si ios acordes estaban m e j o r a c o m o d a d o s . C u a n d o la unión y c o n t e x t u r a de esta m o n a r q u í a y este g r a n edificio se d e s t r u y e n y disuelven y á lo viejo sustituye lo n u e v o . Igual a l c a n c e t e n i a la espada mohosa de la j u s ticia de Marsella. Hay duda g r a n d e s o b r e si p u e d e c a m b i a r s e u n a l e v r e c i b i b a hallando e n el cambio m e j o r a . Todo lo cual se e j e c u t a p a r a r e f o r m a r n u e s t r a conciencia y n u e s t r a s c r e e n c i a s : honesta oratio est2. n u e s t r o s g o r r o s cuadrados • l a l a r g a y a b i g a r r a d a cola de terciopelo plegada que p e n d e de la cabeza de n u e s t r a s m u j e r e s . coloco e n t r e otros. que en beneficio de los vicios públicos se las bautiza con palabras nuevas. Andr. que. M a s si los i n n o v a d o r e s ocasionan m a y o r e s males. m i s m «. ¡ T a n cierto e s q u e o b r a m o s mal al c a m b i a r las instituciones de n u e s t r o s P»dresl TITO LIVIO. unos la justicia y los d e m á s el v a l o r . o s ° y la c a u s a d e c u a n t a s d e s d i c h a s s u f r o . s i g u e c i e g a m e n t e las m a n e r a s y f o r m a s a c e p t a das. 5 » . que se c o m p o n e de diversas p a r t e s u n i d a s y a m a l g a m a d a s de tal s u e r t e . hablando f r a n c a m e n t e . El m e j o r pretexto de novedad es s i e m p r e peligrosísimo : adeo nihil motum ex antiquo. TERENCIO.i*-. p e r o puede a s e g u r a r s e que lia ocasionado y e n g e n d r a d o las r u i n a s y males que d e s p u é s h a n acaecido y han pesado s o b r e todo's. diríase que todo va c o n t r a la sensatez y confina con la locura v que el v e r d a d e r o filósofo g u a r d a su libertad en su f u e r o i n t e r n o p a r a j u z g a r l i b r e m e n t e de las cosas. todo lo cual es el colmo de la m o n s t r u o s i d a d . . . que es imposible s a c a r u n a de su lugar sin que las d e m á s se r e s i e n t a n . La novedad. por s e g u i r ejemplos cuyo h o r r o r y daño s i n t i e r o n y castigaron. N a d a o m u y poco i n t e r e s a n á la sociedad n u e s t r a s ideas pero en c u a n t o á lo demás. U n o s tienen en su m a n o la paz. la p a l a b r a los unos. d e l cual sin e m b a r g o hacemos público a l a r d e . p u e s es la r e g l a de a s r e g l a s y g e n e r a l ley de las leyes. por el contrario.

p e r o c u a n d o s e ' h a c e 1 . s u s a c c i o n e s . y que no d e b e m o s seguir. y debe s e r capaz de v e r la f a l t a de lo que d e s d e ñ a . a u n cuando la razón del h o m b r e p u e d a tocarlas m á s de c e r c a . 2 . pertinere. pontífices s o b e r a n o s . e x a s p e r a d o y agriado p o r la l u c h a . P o r lo que á éstas respecta. y la capacidad mayor sirve á explicarlas y á e x t e n d e r su jurisdicción. ó s e a que los defectos s u p o n e n m a y o r moderación q u e el exceso. en u n a s u n t o relativo á la religión. m á s t e m e r a r i a . v el J íen de lo que i n t r o d u c e . en n u e s t r a actual q u e r e l l a . Que reas q u e á ellos e s t e negocio i n t e r e s a b a á los d i o s e s . aut Cleanthem. g r a n d e s y p r o f u n d o s artículos. 110 g r a b a n d o mis h o m b r o s con u n a pesada c a r g a que m e h i c i e r a r e s p o n s a b l e de u n a ciencia de t a n t a i m p o r t a n c i a . s a b r í a n i m p e d i r q u e s u culto s e p r o f a n a r a . del g é n e r o de los milagros. E s t a consideración tan s e n c i l l a m a n t ú v o m e firme e n m i 1 . en que hay cien artículos que q u i t a r y p o n e r . TITO LIVIO X. Tib. si es que llega á constituir n ú m e r o . que mi edad s e s u d a . . y q u e se c u i d a r a n de si m i s m o s . s u s f a v o r e c i d o s . que no t e n d r í a medios de t r a s t o r n a r n o s m u c h o . ¿ adonde v a ? ¿ B a j o q u é e n s e ñ a se lanza al c o m b a t e ? Acontece con el m e d i c a m e n t o que nos p r o c u r a n lo que con otros débiles é i n a d e c u a d o s . si esconderlos ó l l e v á r s e l o s á otra p a r t e . no á falsificarlas ni á i n n o v a r l a s . sean cuales f u e r e n n u n c a obedecen a la malicia. Cotta sienta con razón p r u d e n t í s i m a : Quurn de religione agitur. quam ad se. No es l o c u r a el e n g e n d r a r t a n t o s vicios ciertos v evidentes p a r a combatir e r r o r e s c o n t e s t a b l e s y d e b a t i b l e s ? ¿ E x i s t e n vicios peores que los que c h o c a n á la p r o p i a conciencia v al natural c o n o c i m i e n t o ? El s e n a d o r o m a n o decidió d a r u n a contestación artificiosa p a r a salvar la d i f e r e n c i a e n t r e él y el pueblo. UI. que la providencia nos m u e s t r a como testimonio de su poder infinito. se consienta en t r a s t o r n a r la paz publica é i n t r o d u c i r t a n t o s m a l e s inevitables y c o r r u p ción tan h o r r e n d a en las c o s t u m b r e s como la que las g u e r r a s civiles a c a r r e a n . Son é s a s sólo m a n i f e s taciones de su m a n o divina que no debemos i m i t a r sino a d m i r a r . La religión cristiana g u a r d a e n todo el sello de la j u s t i cia y utilidad e x t r e m a s . n a t u r a l m e n t e . Como el acaso se r e s e r v a s i e m p r e su autoridad p o r cima de n u e s t r a razón. s u p e r i o r e s á n u e s t r a s órdenes y á n u e s t r a s f u e r z a s . Si a l g u n a vez la divina providencia pasó p o r cima de los p r e c e p t o s á q u e nos sujetó. P a r e c i e n d o m e el colmo de lo injusto p r e t e n d e r s o m e t e r las constituciones y r e g l a s públicas é inmóviles á la instabilidad d e u n a apreciación p a r t i c u l a r ( l a razón privada no posee sino u n a jurisdicción privada t a m b i é n ) y e m p r e n d e r con las leyes divinas lo que n i n g ú n gobierno consentiría con las n u m a n a s . ios c u a l e s d e c í a n . la obe d i e n c i a y el e j e m p l o . y consintiendo que p a s a r a n m u c h o s a ñ o s p a r a que m a d u r a s e su inestimable f r u t o ' Hay diferencia g r a n d í s i m a e n t r e el que sigue los hábitos leyes de s u país y el que i n t e n t a g o b e r n a r l o s y cambiarlos". los h u m o r e s de que el r e m e d i o p r e t e n d í a p u r g a r n o s los h a e n a r d e c i d o . de Naí. Coruneanium. actos dignos de su p e r s o n a . El otro es un a d v e r s a r i o m u c h o m á s t e r r i b l e : quien se impone como cargo el escoger y el c a m b i a r a t r o p e l l a el d e r e c h o de j u z f a r . CICERÓJ». P e r o toda esa multitud. sino c o n s i d e r a r con a d m i r a c i ó n . j u n t o con las mutaciones de estado e n cosa de tal peso. En m a t e r i a d e r e l i g i ó n m e a t e n g o á T i b e r i o C o r u n c a n i o . de modo s e m e j a n t e á lo que r e s p o n d i ó el oráculo de Delfos e n las g u e r r a s m e d a s p o r q u e los g r i e gos temían la invasión de los p e r s a s : p r e g u n t a d o el dios s o b r e lo que deberían h a c e r con los tesoros s a g r a d o s de su t e m p l o . se m a n t u v i e r a s u j e t a . osando con ésta lo q u e en sano juicio no h u b i e r a osado en la m á s sencilla de las en que se m e había instruido. que él se bastaba p a r a a t e n d e r á lo que le i n c u m b í a . e x t r a o r d i n a r i o s ejemplos sellados con u n expreso y particular asenso. y de su operación no recibimos sino dilatadísimos é intestinos dolores. n e c e s a r i a m e n t e no f u é p a r a d i s p e n s a r n o s de ellos. P u b l i o E s c i p i ó n . . c o n testo que tuvieran calma. Scasoolam. la c u a l p a r a e s t a b l e c e r l a salvación del g é n e r o h u m a n o y l i b e r t a r n o s de la m u e r t e y el p e c a d o cumpliólo c o n f o r m e á la v o l u n t a d de n u e s t r o o r d e n polític o . lugar é hizo que mi m i s m a j u v e n t u d . la sencillez. Publio Scévola. sometiendo el p r o g r e s o y dirección de u n efecto tan elevado y s a l u d a b l e á la c e g u e d a d é injusticia de n u e s t r o s usos y o b s e r v a n c i a s . aut Chrysippum 1 sequor . P. s o n c u a n d o más i n f o r t u n a d a s : quis est emm quem non moceat elarissimis monumentis testata eonsignataque antiquitas 2? A ñ á d a s e á esto lo que s o b r e el p a r t i c u l a r dice I s ó c r a t e s . é i n t r o d u c i r l a s en su propio pais. pontífices máximos. 6 2. C l e a n t e n i Crisipo. aquel alega como razón de su conducta. P. ¿ c u á n t a s p e r s o n a s nay que p u e d a n a l a b a r se de h a b e r reconocido e x a c t a m e n t e las razones y f u n d a m e n t o s en q u e se apoyan los dos b a n d o s ? Un n ú m e r o . y se nos h a n q u e d a d o dentro. ipsos oisuros ne caerá 1 sua polluantur . ad déos id magis. m u é s t r a n o s á veces la necesidad u r g e n t e de que las leyes le dejen algún lugar. ae utvini. d e j a n d o c o r r e r la inocente s a n g r e de tantos elegidos. deor . y r e c o m i e n d a eficazmente la o b e diencia a los m a g i s t r a d o s y el c u m p l i m i e n t o de lo que las leves p r e c e p t ú a n . ¿Quien s e r á c a p a z d e no t r i b u t a r el r e s p e t o debido á las c o s a s 'an t i c u a s o n e n o s f u e r o n c o n s e r v a d a s y t r a n s m i t i d a s p o r l o s m á s e v i d e n t e s t e s t i m o n i o s ? Ct- ctRorf. non Zenonem. y no á Zenón.p a r a llevarlas á la práctica. Dios bien lo s a b e . Seipionem. ¡Qué e j e m p l o tan maravilloso el que nos deio la divina sabiduría. 4U. no de la n u e s t r a . P o r su debilidad no acertó la medicina á p u r g a r n o s . ellas son j u e c e s soberanos d é l o s j u e c e s mismos. p e r o e n cambio nos h a debilitado de tal s u e r t e que no p o d e m o s a r r o j a r l a tampoco.

quien habiendo nacido p a r a el mando.» Cuando el pobre h o m b r e se encontró convicto y confeso (pues todo había sido descubierto á la reina por uno de los c ó m plices). propósitos y todos los secretos m á s recónditos de la empresa). en el sitio de R ú a n . y exigiendo por otro Jos negocios públicos que Lisandro f u e r a reelegido n o m b r a r o n a A r a c o . pero paseándose al día siguiente por el monte de S a n t a Catalina. quiero mostraros que la religión que yo profeso es m e n o s d u r a que la vuestra. Los lacedemonios mismos. juntó las manos pidiendo gracia y misericordia al príncipe. P o r lo mismo alaba P l u t a r c o á Filopémenes. pues informado estoy de vuestro intento. «¿Acaso os h e isgustaao? ¿ h e ofendido á alguno de los vuestros con mi Sodio p e r s o n a l ? Sólo tres s e m a n a s hace que os conozco. El e m b a j a d o r repuso que lo volV i e r i . Bien conocéis tal y tal cosa (que e r a n los medios. sino que ordenaba t a m bién a l a s Jeyes m i s m a s cuando las necesidades públicas lo r requerían. Y en verdad que en los casos e x t r e m o s . el que cambió ppr u n a vez un día del calendario. \ . no habiendo de mí recibido ofensa a l g u n a . O que no f u e r a n a p l i c a d a s p o r e s p a c i o d e v e i n t i c u a t r o h o r a s . viéndose obligados por la que prohibía elegir a l m i r a n t e dos veces a una m i s m a persona.« P u e s bien. y que algunos habíanle persuadido d e que sería u n a acción piadosa d a r m u e r t e á un tan poderoso enemigo de su religión. Idos. á quienes es licito todo cuanto puede contribuir a la realización de sus deseos. no dudéis. mientras que la mia me aconseja que os p e r d o n e . que r e c a e en h o n o r de uno de nuestros príncipes (y bien n u e s t r o era. á los pies del cual quería arrojarse. viéndole temblar y palidecer á c a u s a de su intranquila conciencia: « Señor.f r e n t e al desarrollo de u n a innovación que por violencia se introduce. CAPÍTULO XXIII D I V E R S O S S U C E S O S DEL MISMO ORDEN Santiago Amyot. obtuvo de Péricles la r e s p u e s t a de que estaba prohibido quitar el cuadro en que u n a ley había sido puesta. Tal fué la conducta que siguieron el que ordenó que d u r m i e r a n d u r a n t e veinticuatro horas 2. tan religiosos observadores de las leyes de su país. presupone un cuerpo que se m a n t i e n e en todas sus partes conforme a un común consentimiento de obediencia y observancia ±. que i r m á s allá de lo posible. que había sido enviado á Atenas p a r a alcanz a r el cambio de u n a p r e s c r i p c i ó n . habiendo sido informado el p r i n cipe por la r e i n a m a d r e de que se t r a m a b a u n a conspiración contra su vida. añadió el príncipe. Constituye u n a obligación peligrosa en la cual se l u c h a con a r m a s desiguales : Aditum nocendi pérfido prsestat fides tanto más cuanto que la disciplina ordinaria de un Estado que radica en su salud. a n t e s que socor r e r l a con las leyes y dejarlo todo tranquilo. y el que del m e s de junio hizo un segundo m e s de mayo. reposado y metódico que no puede a t a j a r la m a r c h a licenciosa y d e s e n f r e n a d a Sabido es que Octavio y Catón en las g u e r r a s civiles de oila y César f u e r o n c e n s u r a d o s por consentir que la patria c o r r i e r a toda s u e r t e d e peligros. no solamente g o b e r n a r ateniendose á las leyes. que no liaríais más que e m p e o r a r vuestra situación si tratarais de e n c u b r i r vuestro designio. de un lado. le habló asi. S É s i - i . Con sutileza análoga uno de sus e m b a j a d o r e s . y quienes no reconocen m á s ley ni m á s enseña que la ejecución de sus designios. n o c e d e r ante nada y d a r pretexto á la violencia de pisotearlo todo bajo sus p l a n t a s . confesarme la verdad toda de la conspiración. la cual os na conducido á d a r m e la m u e r t e sin oírme. aun cuando estoy convencido de que habéis querido m a t a r m e sin razón.™ S 0 a r a e . a u n q u e su origen fuese e x t r a n j e r o ) . bien conocéis de lo que quiero hablaros. y vuestro semblante mismo lo declara. quizás f u e r a mejor bajar la cabeza y r e s i g n a r s e un poco al golpe. n t e ' P«esto que p a r a ello no había prohibición. debemos m a n t e n e r n o s firmes y en regla contra los libertinos. . puesto que no pueden todo lo que quieren. en q u e todo se agita en medio del m a y o r d e s o r d e n . p u e s . me contó un día la relación siguiente. que e r a u n noble de Anjou el cual f r e c u e n t a b a p a r a lograr su intento la casa del principe. D u r a n t e nuestros primeros trastornos civiles. ¿ q u é razón os h a podido impeler á conspirar c o n t r a mi v i d a ? » El noble respondió á estas p r e g u n t a s con voz t e m blorosa que n i n g u n a razón personal tenia para d e s e a r su m u e r t e . pero aquél recibió el cargo de s u b i n t e n d e n t e de la m a r i n a . por v u e s t r a vida.1 camino legitimo es un camino s e r e n o . N a d a tenéis que ocultarme. valdría m á s a c o m o d a r las leyes á Jo q u e p u e d e n . donde e s t a b a emplazada n u e s t r a batería contra R ú a n . sabía. vió al noble que a t e n t a b a contra su vida y le hizo llamar. pero éste imidió su propósito siguiendo de este modo. c » ! ' S S a a r c f o n i ¡ l " vh0¿86re deSleal eS ProcnrarIe ocasión d e h a c e r daño. de no sé qué l u g a r . sino el i n t e r é s general de su partido. Cuando le tuvo en su presencia. éste no comunicó á nadie la a d v e r t e n c i a . en tan alto g r a do. hállase desprovista de medios para combatir c o n t r a esos accidentes extraordinarios. teniendo á su lado al g r a n limosnero y á otro obispo. é instruido a d e m á s muy c i r c u n s t a n c i a d a m e n t e por las cartas de aquélla de la p e r s o n a que debía llevar á cabo el hecho. limosnero mayor de F r a n c i a .

en tan alto g r a do. en el sitio de R ú a n . que e r a u n noble de Anjou el cual f r e c u e n t a b a p a r a lograr su intento la casa del principe. ¿ q u é razón os h a podido impeler á conspirar c o n t r a mi v i d a ? » El noble respondió á estas p r e g u n t a s con voz t e m blorosa que n i n g u n a razón personal tenia para d e s e a r su m u e r t e . le habló asi. a u n q u e su origen fuese e x t r a n j e r o ) . á los pies del cual quería arrojarse. que r e c a e en h o n o r de uno de nuestros príncipes (y bien n u e s t r o era. «¿Acaso os h e isgustaao? ¿ h e ofendido á alguno de los vuestros con mi Sodio p e r s o n a l ? Sólo tres s e m a n a s hace que os conozco. el que cambió ppr u n a vez un día del calendario. El e m b a j a d o r repuso que lo volV i e r i . n t e ' P«esto que p a r a ello no había prohibición. hállase desprovista de medios para combatir c o n t r a esos accidentes extraordinarios. que i r m á s allá de lo posible.f r e n t e al desarrollo de u n a innovación que por violencia se introduce. presupone un cuerpo que se m a n t i e n e en todas sus partes conforme a un común consentimiento de obediencia y observancia ±. en q u e todo se agita en medio del m a y o r d e s o r d e n . O que no f u e r a n a p l i c a d a s p o r e s p a c i o d e v e i n t i c u a t r o h o r a s . bien conocéis de lo que quiero hablaros. tan religiosos observadores de las leyes de su país. debemos m a n t e n e r n o s firmes y en regla contra los libertinos. sino el i n t e r é s general de su partido. propósitos y todos los secretos m á s recónditos de la empresa). \ . n o c e d e r ante nada y d a r pretexto á la violencia de pisotearlo todo bajo sus p l a n t a s . y vuestro semblante mismo lo declara. de un lado. no habiendo de mí recibido ofensa a l g u n a . á quienes es licito todo cuanto puede contribuir a la realización de sus deseos. obtuvo de Péricles la r e s p u e s t a de que estaba prohibido quitar el cuadro en que u n a ley había sido puesta. éste no comunicó á nadie la a d v e r t e n c i a . Tal fué la conducta que siguieron el que ordenó que d u r m i e r a n d u r a n t e veinticuatro horas 2. viéndole temblar y palidecer á c a u s a de su intranquila conciencia: « Señor. juntó las manos pidiendo gracia y misericordia al príncipe. y el que del m e s de junio hizo un segundo m e s de mayo. y exigiendo por otro Jos negocios públicos que Lisandro f u e r a reelegido n o m b r a r o n a A r a c o . pero aquél recibió el cargo de s u b i n t e n d e n t e de la m a r i n a . aun cuando estoy convencido de que habéis querido m a t a r m e sin razón. mientras que la mia me aconseja que os p e r d o n e . pues informado estoy de vuestro intento. pero éste imidió su propósito siguiendo de este modo. me contó un día la relación siguiente. sino que ordenaba t a m bién a l a s leyes m i s m a s cuando las necesidades públicas lo r requerían. y quienes no reconocen m á s ley ni m á s enseña que la ejecución de sus designios. N a d a tenéis que ocultarme. donde e s t a b a emplazada n u e s t r a batería contra R ú a n . quien habiendo nacido p a r a el mando. Idos. c » ! ' S S a a r c f o n i ¡ l " vh0¿86re deSleal eS ProcnrarIe ocasión d e h a c e r daño. Cuando le tuvo en su presencia.™ S 0 a r a e . añadió el príncipe. p u e s . pero paseándose al día siguiente por el monte de S a n t a Catalina. a n t e s que socor r e r l a con las leyes y dejarlo todo tranquilo. D u r a n t e nuestros primeros trastornos civiles. . quizás f u e r a mejor bajar la cabeza y r e s i g n a r s e un poco al golpe. P o r lo mismo alaba P l u t a r c o á Filopémenes. teniendo á su lado al g r a n limosnero y á otro obispo.» Cuando el pobre h o m b r e se encontró convicto y confeso (pues todo había sido descubierto á la reina por uno de los c ó m plices). limosnero mayor de F r a n c i a . sabía. que no liaríais más que e m p e o r a r vuestra situación si tratarais de e n c u b r i r vuestro designio. que había sido enviado á Atenas p a r a alcanz a r el cambio de u n a p r e s c r i p c i ó n . é instruido a d e m á s muy c i r c u n s t a n c i a d a m e n t e por las cartas de aquélla de la p e r s o n a que debía llevar á cabo el hecho. quiero mostraros que la religión que yo profeso es m e n o s d u r a que la vuestra. no solamente g o b e r n a r ateniendose á las leyes. y que algunos habíanle persuadido d e que sería u n a acción piadosa d a r m u e r t e á un tan poderoso enemigo de su religión.1 camino legitimo es un camino s e r e n o . de no sé qué l u g a r . vió al noble que a t e n t a b a contra su vida y le hizo llamar. habiendo sido informado el p r i n cipe por la r e i n a m a d r e de que se t r a m a b a u n a conspiración contra su vida. valdría m á s a c o m o d a r las leyes á Jo q u e p u e d e n . Con sutileza análoga uno de sus e m b a j a d o r e s . viéndose obligados por la que prohibía elegir a l m i r a n t e dos veces a una m i s m a persona. Y en verdad que en los casos e x t r e m o s . CAPÍTULO XXIII D I V E R S O S S U C E S O S DEL MISMO ORDEN Santiago Amyot. reposado y metódico que no puede a t a j a r la m a r c h a licenciosa y d e s e n f r e n a d a Sabido es que Octavio y Catón en las g u e r r a s civiles de oila y César f u e r o n c e n s u r a d o s por consentir que la patria c o r r i e r a toda s u e r t e d e peligros. Los lacedemonios mismos. Bien conocéis tal y tal cosa (que e r a n los medios.« P u e s bien. no dudéis. Constituye u n a obligación peligrosa en la cual se l u c h a con a r m a s desiguales : Aditum nocendi pérfido prsestat fides tanto más cuanto que la disciplina ordinaria de un Estado que radica en su salud. la cual os na conducido á d a r m e la m u e r t e sin oírme. puesto que no pueden todo lo que quieren. S É s i - i . por v u e s t r a vida. confesarme la verdad toda de la conspiración.

e n silencio. h a b i e n d o decfdido no sólo a E S r t m . Fabio. y después de h a b e r logrado a s e n t a r la paz m á s clbal en el m u n d o ? ¿ S e r á absuelto. s u e r o s a ?ién dolé en situación tan a n g u s t i a d a . lo prometido. » C i u n a repuso á las p a l a b r a s de Augusto que estaba bieu lejos de a b r i g a r tan perverso propósito. e n p r e s e n c i a de tal compañía y de tal m a n e r a . p u e s su d u l z u r a no le libró de c a e r e n los lazos d e u n a c o n j u r a c i ó n . el acaso" g o b i e r n a . todo lo m e j o r ó todo lo p e o r que quieran d e c i r m e . Decimos que los m é d i c o s son diestros c u a n d o logran c u r a r á u n e n f e r m o . N o pudiste siquiera d e f e n d e r tu casa y perdiste lia poeo un proceso c o n t r a un simple liberto. Yo c r e o . que no e r a deliberado sino i m puesto por su conciencia. veamos cuál de los dos procede e n lo sucesivo con mayor lealtad : yo que te he dado la vida ó tú que la h a s recibido. « No cumples. ¿ M e s£á p e S ensay" ef r e s u l t a d o q u T t e L ¿ p . b a s t a r a sin el coneurso que el acaso le p r e s t a p a r a l l e g a r á u n r e s u l t a d o dichoso. á p e s a r de habérselo rechazado á otros cuyos p a d r e s habían combatido s i e m p r e conmigo. de todos n u e s t r o s cuidados y p r e c a u c i o n e s . v tierra. » Augusto. ¡ T a n frivola y tan v a n a e s la h u m a n a p r u d e n c i a ! Y al t r a v é s de todos n u e s t r o s proyectos.E n c o n t r á n d o s e en la Galia el e m p e r a d o r A u . n i n g ú n c o m e r c i o existe e n t r e la m e d i c i n a y yo. recibiendo asi j u s t o premio su c o n ducta c l e m e n t e . En este r e s p e c t o practico lo c o n t r a r i o que los d e m á s . que aconteció á Augusto á los c u a r e n t a años. c o n c l u y ó : « A h o r a v e t e . en vez de t r a n s i g i r con e l l a . m e habías a s e g u r a d o que no m e i n t e r r u m p i d a s . D e s p u é s de h a b e r asi h a b l a d o p e r m a n e c i ó mndn r ° n U n C Í Ó C O n v o . ya no p o d r a ocasionarte n u e v o s p e r j u i c i o s v tus honda d e s p a r a con él r e c a e r á n en p r o v e c h o V t u g¡ovil 1 2 e x p e r i m e n t o g r a n placer al e n c o n t r a r u n abobado de S í S S » - m i g o . no hubo n u n c a c o n j u r a c i o n e s ni atentados c o n t r a su vida. añadió Augusto. en p u n t o a l a r t e de c u r a r . como si solamente su a r t e . P e r o no o c u r r i ó lo mismo al d u q u e de G u i s a . como tampoco un n ú m e r o crecido de nobles. que por si mismo no p u e d e t e n e r f u n d a m e n t o . de t a n t a s batallas s o s t é n d a s p o r i ¿ . p u e s Augusto habló m á s de dos horas e n t e r a s . y para realizada pidió al día siguiente consejo á s u f a m i g o s Mas la n o c S m U y i n ^ e t a consfderandoqueTbal o c a s i o n a r la m u e r t e a un mozo de e x i m i a familia sobrino del g r a n P o m p e y o . tal dia. le dijo:«. p u e s s i e m p r e r e c h a z o su c o n curso. Algún tiempo después le concedió el consulado. S i . ^ ' 0 d e c i d i ó t o m a r venganza. a ñ a d i ó : « ¿ P o r qué quieres d a r m e la m u e r t e ? ¿ a c a s o p a r a s e r e m p e r a d o r ? En verdad. g u a r d a tu vida. sino que por su virtud lo son también?» D e s p u é s de otras consideraciones. que no lo son sólo de n o m b r e . b Í é n s a c r ^ c a r m e ? » p u e s la con u í sacrffiHo n p t . h a s formado el propósito de m a t a r m e en tal lugar. S Z T T ' ' ^ e r e d a r t e la m u S e p e r ^ nale. » P r o n u n c i a n d o estas p a l a b r a s . pues.u s t o tnvn n ? t i c i a de u n a conspiración que c o n t r a él t r a m a b a Lucio S r : ." s e S e ° r ™ mel s i g u i e n t e monólogo : «. los negocios públicos van mal si soy yo solo quien te i m p i d è l l e g a r al imperio.f i a l r d e tU v i d a merezca t u e t a n t a s K e n f i J ? sacrificadas p a r a c o n s e r v a r l a ? Livia. a u n q u e traidor y p a r r i c i d a .. m a t t r l f ? a n d o e s t u v i e r a haciendo a S sacrificio. viéndole transido al e s c u c h a r las últim a s palabras. de que te hago m e r c e d hoy y de que te hice a n t e s como enemigo . no tienes otro medio que el de c h o c a r c o n t r a C é s a r ? Yo a b a n d o n o de buen g r a d o el trono si de mi d e p e n d e la realización de tus e s p e r a n z a s . g k ii ss m a S1 m m o ° g6ntes tienen E E S f . C a ^ T l T ^ ¿ e s verdad n ."que vo h e r r a d o de t ' i n ^ g u e r r a s civiles. y h a b i é n d o t e dejado tan obligado te p r o p o n e s m a t a r m e . á Dios g r a c i a s . Túvolo luego como g r a n d e amigo y f u é el h e r e d e r o de s u s bienes. los Cosos y los Servilianos te s o p o r t a r í a n . . s i e m p r e el desenlace de los acontecimientos. P o r aué rrnpMnH ' " ^ r é s en que m u e r a s * c r u e l d a d e s y venganzas no a c a b a r á n a l g u n a v e r ' ' Es Hn fcdo£é°S . a t e n t a n d o c o n t r a mi vida. sino que m c o n d i c i ó í es la d e Es* K e t T ^ e n ^ tan holgada y K T ^ r j ^ a S H E l a b e í S T t » 7 v t E t " ^ T H Í vidian l a condición del vencido : el oficio de sacerdote que m e pides te lo c o n c e d o . ¿ P i e n s a s acaso que P a u l o . s e p a r ó s e de él. y c u a n d o caigo malo. „ ¿ S e r í a p r o c e d e m e i d e c i a Z yo p e r m a n e c i e r a con t e m o r v a l a r m a y que d e l S l á ^ n a a d o r libre y á sus a n c h a s ? ¿ E s justo que l e S L T quilo. D e s p u é s de este accidènte. que la amistad c o m i e n c e hoy e n t r e nosotros . y sostuvo consigo m i s m o y ñ á l t a t e diversos r a z o n a m i e n t o s . ¿ P u e s qué. q u e j á n d o s e de que C i n n a no h u b i e r a osado pedírselo.

al propio tiempo q u e m o s t r a b a la c a r t a á Filipo. Advirtido Dión de que Calipso e s p e r a ba los medios de darle m u e r t e . Los a r r a n q u e s poéticos que a r r a s t r a n al vate f u e r a de s i . p e r o á mi e n t e n d e r . en caso de no haberlo tenido. mayor debilidad r e c o n o c e m o s en él y tanto m a y o r desconfianza nos inspira. es á mi v e r e n c a m i n a r s e á la solución que p r e s u p o n g a m a y o r justicia y honradez. sino en otras a r t e s m á s s e g u r a s . cuanto m á s agudo es n u e s t r o juicio. Si con esta p r u d e n t e c o n d u c t a le sobreviniere a l g u n a desdic h a no debe c u l p a r á su buen designio. pues tampoco se s a b e si. E s A l e j a n d r o modelo soberano de las acciones a r r i e s g a d a s . y m e r c e d á la confianza que ésta les i n s p i r a sobrepasan los límites todos que la razón les t r a z a r a . S o b r e v i e n e n inspiraciones i n e s p e r a d a s . En los dos ejemplos de que hablé a n t e s no cabe duda que f u e r a m á s g e n e r o s o y m á s h e r m o s o que aquel que recibiera u n a ofensa la p e r d o n a r a en vez de p r o c e d e r de distinto modo. con objeto de justificar s u s teme. Inútil e s gue las naciones e x t r a n j e r a s se empleen e n su g u a r d a . En n u e s t r o s a c u e r d o s mismos. la f o r t u n a tiene s i e m p r e u n a b u e n a p a r t e . diciendo que m e j o r p r e f e r í a morir que vivir e n la triste condición de t e n e r que g u a r d a r s e no ya sólo de s u s e n e m i g o s . cuanto m á s vivo. T e m o que en l u g a r de s o c o r r e r l a se s o c o r r a el mal que la m i n a y que se la r e c a r g u e de nuevos males. s e g u i r s i e m p r e el d e r e c h o . no solo sin d e s i g n i o . En c u a n t o á las e m p r e s a s militares. Dejo o b r a r á la naturaleza. á causa de las dificultades de los diversos a c c i d e n t e s y c i r c u n s t a n c i a s que a c o m p a ñ a n á cada causa que nos solicita. S i tuación de espíritu d e que A l e j a n d r o nos da la más viva m u e s t r a c u a n d o h a b i e n d o sido informado p o r u n a c a r t a de P a r m e n i ó n de que Filipo. puesto que el a r t i s t a mismo d e c l a r a que s o b r e p a s a n su capacidad y s u s f u e r z a s . e n realidad no es g r a n cosa. Ja p a r t e principal de la e m p r e s a e n c o m i é n d a n l a á la fort u n a . y reconoce que no t i e n e n origen en su p e r s o n a y q u e tampoco d e p e n d e n de su voluntad? Los o r a d o r e s ¿ n o confiesan t a m bién d e b e r á la f o r t u n a los movimientos y agitaciones ext r a o r d i n a r i o s q u e los i m p e l e n m á s allá de su designio ? A c o n t e c e lo propio con la pintura. Cuando considero con d e t e n i m i e n t o las e m p r e s a s m á s gloriosas de a g u e r r a . su médico preferido. y puesto que el v e r d a d e r o camino se ignora. ¿ p o r qué no atribuirlos á s u b u e n a estrella. La mayor p a r t e siguieron el camino de anticiparse á las c o n j u r a c i o n e s que se t r a m a r o n c o n t r a ellos echando m a n o de suplicios y v e n g a n z a s . como lo p r u e ban los e m p e r a d o r e s r o m a n o s . m e convenzo de que los que las dirigen no deh b e r a n ni reflexionan sino p o r c u b r i r las a p a r i e n c i a s . mas en realidad se vieron m u y pocos a quienes este p r o c e d e r a y u d a r a . P e r o l a f o r t u n a m u e s t r a todavía. P o r lo cual m u c h o s esclarecidos ca pitanes de la a n t i g ü e d a d . suponiendo que se e n c u e n t r a provista de d i e n t e s y g a r r a s p a r a d e f e n d e r s e de los asaltos que la acosan y p a r a manten e r esta c o n t e x t u r a por cuya conservación aquélla p u g n a . constituye p a r a él un tormento s u p r e m o . que alejó la envidia que suscitaban s u s expediciones a f o r t u n a d a s a c h a c á n d o l a s á su b u e n a e s t r e l l a . Soy del p a r e c e r de Sila. y h a b r í a perdido la gloria de tan h u m a n i t a r i a c o n d u c t a . y por último s o b r e n o m b r á n d o s e Faustas. El s o b e r a n o cuya vida está a m e n a z a d a no debe confiar m u c h o en su fuerza ni en su vigilancia. pero que a u m e n t a su valor muy por c i m a de la razón. sino también de sus amigos. tomó el b r e b a j e que le había presentado.m á s la detesto y m á s la temo. El sobresalto continuo que hace d u d a r de todo el m u n d o al soberano. que á veces deja escap a r de la m a n o del p i n t o r rasgos que sobrepasan la c i e n cia y la concepción del artista. A l e j a n dro. P o r eso en medio de la i n c e r t i d u m b r e y perplejidad que nos a c a r r e a la impotencia de v e r y e l e g i r l o que nos e s más ventajoso. y en n u e s t r a s deliberaciones. que impelen las más de las veces á los caudillos á t o m a r l a d e t e r m i n a c i ó n en a p a r i e n c i a m e n o s f u n d a d a . m e r a r i a s d e t e r m i n a c i o n e s . hubiese eludido la ley del destino que le e s p e r a b a . cualquiera puede ver cómo l a casualidad tiene s i e m p r e en ellas buena parte. y digo á los que m e invitan á t o m a r m e d i c a m e n t o s que a g u a r d e n á que haya r e c u p e r a d o mis f u e r z a s y mi salud p a r a contar con m e j o r e s meaios de s o p o r t a r el influjo de los brebajes. Quien q u i e r a que m e n o s p r e c i a su propia vida se liará dueño s i e m p r e de la del prójimo. V e n s e en las historias m u c h a s g e n t e s agobiadas p o r e s e t e m o r . la p a r t e que toma en todas las o b r a s artísticas. ó p o r algún signo ó pronóstico evidentes. y les e n c u e n t r a sentido y matiz d i v e r sos. careció de valor p a r a inform a r s e de cuáles f u e r a n . e x t r a ñ o s f u r o r e s en medio de los planes m e j o r guiados. p u e s lo más á que n u e s t r a penetración alcanza. declararon á s u s huestes que e s taban iluminados p o r la inspiración. y conocer la voluntad é ideas ocultas de los que nos r o d e a n . había sido corrompido por el oro de Darío p a r a e n v e n e n a r l e . p u e s es bien difícil librarse de u n e n e m i g o e n cubierto bajo el velo del amigo más oficioso. á quien a d m i r a n y s o r p r e n d e n . con lo cual mostró la firme resolución de que consentía en ello de buen grado si sus amigos q u e r í a n quitarle la vida. inútil que se halle circuido de h o m b r e s a r m a d o s . N o sólo en la medicina. p o r las bellezas y gracias que se e n c u e n t r a n en ellas. p r e c i s a i g u a l m e n t e la intervención de la s u e r t e y del acaso. sino también sin conocimiento del que las e j e c u t ó : u n lector i n t e l i g e n t e descubre á veces e n el espíritu de otro perfecciones distintas d e las q u e el autor puso y advirtió. a u n c u a n d o otras razones no nos invitaran á ello. de u n modo m á s p a l m a r i o .

i n i r e p i d u s v u l i u . y él m i s mo las lanzó sobre su p e r s o n a . sean cuales f u e r e n las p r o m e s a s q u e le h a g a n y las ventajas que en el c a m b i o vea. c u y a gloria b u s c a n los soberanos con avidez. y que e n lugar de h a c e r acusaciones. V. donde e n c o n t r ó la m u e r t e . c u y a b u e n a f o r t u n a se corrompe" todos los días m e r c e d á r e f l e x i o n e s del t e n o r s i g u i e n t e : <. e m p l e a n d o las súplicas e n l u g a r de las r e c o n v e n c i o n e s . es de todo p u n t o a b s u r d o . e n a l t é c e n l e s la r u i n a y la d e s h o n r a . XXII 2 i Luis XI. Nada m e n o s debe e s p e r a r s e de e s e m o n s t r u o asi agitado que la h u m a nidad y l a d u l z u r a . 3. y e r a tal la confianza que t e n i a en si m i s m o v e n su b u e n a e s t r e l l a q u e no t e m i ó n u n c a a b a n d o n a r s e ni e n t r e g a r s e a u n ejército r e b e l d e y sedicioso : otetit a g i e r e f u l t u s Cespitis. con todo lo cual inflamó á las m a s m a s a s . ' Verdad que s e m e j a n t e p r e s e n c i a de ánimo no puede s e r mostrada cabai ni i n g e n u a sino por aquellos en quieues la idea de la m u e r t e y de todas las d e s d i c h a s que puedan s o brevenirles no produzca sobresalto a l g u n o . como g e n e r a l m e n t e se dice cuando se habla del suceso. t r a s t o r n a d o por el pueblo en r e b e l d í a . P a r a g a n a r e í corazón y la voluntad a j e n o s son medios excelentes el s o m e t e r s e y liarse. h u b i e r a tenido m e j o r f o r t u n a . e n n i n g u n a otra p a r t e pueden r e a l i z a r s e c o n s e g u r i d a d mayor). en mi s e n t i r m á s valerosa que t e m e r a r i a . que m a n d a b a u n a g r a n ciudad. p a s a r al Africa con dos b a r q u i c h u e l o s e n d e b l e s p a r a e n t r e g a r s e en t i e r r a e n e m i g a al poderío de u n r e y b á r b a r o . que raeruitque tiroeii. »Conozco á o t r o cu va f o r t u n a s e acrecentó i n e s p e r a d a m e n t e p o r h a b e r seguido c o n d u c t a e n todo contraria. Mostrarse temblando p a r a buscar reconciliaciones con la altivez y la i n disciplina. se p r u e b a t a n e s p l é n d i d a m e n t e c u a n d o es n e c e s a r i o en t r a j e d e c o r t e c o m o c u b i e r t o c o n los a r r e o s g u e r r e r o s . horrorizóse y t r a t ó de esconderse. El t e m o r y la desconfianza a t r a e n las o f e n s a s y a u n las i n v i t a n . C e n s u r a r í a vo a d e m á s el que h a b i e n d o tomado la determinación. nos 2. L a p r u d e n c i a meticulosa y c i r c u n s p e c t a es mortal enemiga de las g r a n d e s e m p r e s a s . El a r r o j o . y a b a n d o n a n d o E s p a ñ a de c u y a conquista no e s t a b a m u y seguro. que se m a n t e n g a a p a r t e y no se encomiende á ma nos m á s vigorosas que l a s que lo " g o b i e r n a n . S i e n d o niño vi á u n c a b a l l e ro. É l m á s receloso de n u e s t r o s r e y e s 2 normalizó los negocios de su Estado por h a b e r v o l u n t a r i a m e n t e a b a n d o n a d o y e n c o m e n d a d o s u vida v libertad en m a n o s de s u s e n e m i g o s . s e p a r a r s e de s u ejército. para h a c e r que las cosas no pasaran á m a y o r e s tomó el partido de a b a n d o n a r el lugar s e g u r í s i m o e n que se hallaba p a r a m e t e r s e e n t r e las i n s u b o r d i n a d a s t u r b a s . de su b u e n a f o r t u n a y de lo que l e p r o m e t í a n las e s p e r a n z a s que alentaba. Q u e se g u a r e z c a e n t r e los suyos. sin obligación ni s e g u r i d a d . sin verse obligado por la necesidad. T r i o Lrvio. y había casi s e g u n d a d completa de que corrían malos vientos p a r a a l g u nos á quienes tocaba el papel de r e c o n o c e r y s e ñ a l a r á i o s de la c o n j u r a . Habita fides ipsam plerumque fidem obligad. M u c h a s v e c e s la confianza q u e i n s p i r a m o s á los d e m á s h a c e q u e éstos H p r o c u r e n la s u y a . debió s o s t e n e r con resolución su p a vez de s e g u i r la c o n d u c t a que siguió. m o s t r á n d o l e s confianza cabal a fin de i n s p i r a r l a él á su vez. nada noble puede sin riesgo l l e v a r s e á cabo. c o n f o r m e s con su r a n g o y la dignidad de s u s f u n c i o n e s . A sus legiones i n d i s c i p l i n a d a s y a r m a d a s c o n t r a él. A mi ver el e r r o r no estuvo tanto en salir. C r e o yo que si h u b i e r a echado m a n o de u n a severidad templada. Sil metuens 1. pues luego de el peligro de cerca se amilanó y adoptó funiellaberceno nreconocido t i n e n t e débil y sumiso. lo mismo e n u n g a b i n e t e q u e en u n c a m p o de batalla. Como situación difícil y que podía a c a r r e a r consecuencias g r a v e s p r o p u s i é r o n s e m u c h a s opiniones para a t a j a r l a . escudado e n el m a n d o militar que debía i n s p i r a r l e confianza y segurid a d plenas. LCCANO. con el rostro i n t r é p i d o " Y sio a b r i g a r a t e m o r n i n g u n o m e r e c i ó s e r t e m i d o . así c u a n d o el brazo está caído c o m o c u a n d o está levantado. que aquellos que e r a n objeto de la conspira ción se d i r i g i e r a n á las filas con la cabeza e r g u i d a y el rostro s e r e n o . S u p o Escipión p a r a g a n a r la voluntad de Sifas. m e r c e d al e s f u e r z o único de la g r a n d e z a de su propio v a l o r . q u e no c o n s i e n t a j a m á s e n reconciliarse con sus antiguos e n e m i g o s . Yo s é de u n s o b e r a n o de val o r m a r c i a l i s i m o p o r n a t u r a l e z a y de complexión animosa. A p a r e c i ó s o b r e un c e r r o r o d a d o d e c é s p e d . de m a n e r a que se albergue u n a confianza integra y p u r a y que el c o n t i n e n t e al m e n o s e s t é d e s c a r g a d o de toda i n q u i e t u d . Los q u e p r e g o n a n ¿ los p r í n c i p e s u n a desconfianza perenn e y a t e n t í s i m a so color de p r e d i c a r l e s su seguridad personal. f u é la m í a que se d i s i m u l a r a sobre todo h a c e r p a t e n t e la d u d a . e n h a b e r p r e t e n d i d o a d o r m e c e r la revuelta s i g u i e n d o la c o r r i e n t e e n vez de encauzarla. se o r d e n a s e ú n i c a m e n t e á l o s c a p i t a n e s . á lo cual los otros se inclinaban. por lo m e n o s su m u e r t e h a b r í a sido m á s digna de un caudillo. Deliberábase u n dia llevar á cabo u n a formación de divers a s tropas a r m a d a s ( g e n e r a l m e n t e la milicia es el lugar en que se organizan las v e n g a n z a s s e c r e t a s .n i n g ú n otro r a s g o de su vida r e v e l a m a y o r e n t e r e z a que éste ni e s h e r m o s o p o r t a n t o s conceptos. d e l a n zarse d e s a r m a d o en medio de a q u e l tempestuoso m a r de h o m b r e s i r a c u n d o s . á u n a fe d u dosa. m e j o r acogerá la r e v e r e n c i a y el temor. s i e m p r e y c u a n d o que se h a g a l i b r e m e n t e . como en la sumisión y b l a n d u r a de que dio m u e s t r a s . A u n a vida espoleada p o r l a a m b i c i ó n y la f a m a precisa d e s e c h a r l a s sospechas y m e n o s p r e c i a r l a s . César oponía solamente la a u t o n d a u de su s e m b l a n t e y la altivez de sus palabras . 316.

y e n g e n d r ó de e n t o n c e s en a d e l a n t e una m u t u a y p r o v e c h o s a confianza. e n c o n t r é que había razón sobrada p a r a que existieran s e m e j a n t e s opiniones. sin sacar partido de ellos. hecho esto tomó la nobilísima resolución de a g u a r d a r s i n miedo ni inquietudes lo que de las c o n j u r a s le p u d i e r a s o b r e v e n i r a b a n d o n á n d o s e y encomend á n d o s e a la c u s t o d i a de los dioses y de la f o r t u n a . y estuvo á p u n t o de r ^ Í T ^ V . p a r a h a c e r v e r que están bien advertidos. M a s . No e s verosímil que h u b i e r a h e c h o u n obsequio tan i m p o r t a n t e a u n desconocido sin que f u e r a r e c o m p e n s a de u n a enseñ a n z a útilísima. en atención á la m a r c h a o p u e s ta y tendencias distintas que siguen unos y o t r a s . de un atentado que el pueblo t r a m a b a c o n t r a él. El p r o c e d e r de J u l i o C é s a r creo que es e n t r e todo el más hermoso que p u e d a adoptarse. y esta opinión es ya a n t i g u a . í í r / ' i° conspiradores. y que ni u n paso puede d a r s e sin que lo olfateen a escape. h a b í a logrado e s c a p a r mil veces de e n t r e las manos «le sus p e r s e g u i d o r e s m e r c e d á la ingeniosidad de los r e c u r s o s que adoptó. y creciendo e n edad. el mezquino p l a c e r que podía a g u a r d a r de vida sem e j a n t e y cuánto m e j o r e r a f r a n q u e a r el paso de u n a vez que p e r m a n e c e r c o n s t a n t e m e n t e s u f r i e n d o t r a n c e s tan duros. h a c e r s e a m a r hasta de sus propios e n e m i g o s . d 0 a ^ a ñ 0 l a historia de un r o m a n o . él m i s m o llamó á los que iban en su busca. Mas como las m e d i d a s que pueden a d o p t a r s e e s t á n llenas de inquietud é i n c e r t i d u m b r e . Lanzar sobre si las m a n o s e n e m i g a s es u n p r o c e d e r algo e x t r a ñ o . ¿ d e dónde puede n a c e r que las a l m a s bien provistas de conocimientos de todas s u e r t e s no se conviertan e n más vivas y más despiertas. El d u q u e de A t e n a s cometió v a r i a s torpezas al e s t a b l e c e r su r e c i e n t e tiranía e n F l o r e n c i a . E f e c t i v a m e n t e . la argucia sirvió p a r a conten e r los p l a n e s de s u s e n e m i g o s y m a n t e n e r l o s e n u n temor saludable P o r eso los príncipes. E s t a n d o yo e n c o m e n d a d o á éstos. E s t a c o n d u c t a congració con las tropas á los que de ellas s o s p e c h a b a n . c o n f o r m á n d o s e en las c o n j u r a c i o n e s que le e r a n conocidas c o n d e c l a r a r s i m p l e m e n t e que de ello estaba y a a d v e r t i d o . mas como acontece que los h o m b r e s m á s u r b a n o s y g a l a n t e s han sido los que con mayor desdén los han j u z g a d o . y que no se e c o n o m i z a r a la pólvora. Da testimonio de ello n u e s t r o buen del Bellay : Mais j e h a y p a r s u r tout un s j a v o i r p e d a n t e s q u e * . los discursos y s e n t e n c i a s de los m á s exquisitos e n tendimientos que en" el m u n d o hayan vivido? Cosa es ésta de que desconozco la r a z ó n . Como aquéllos reciben y aco1 . y el que e n t r e nosotros la p a l a b r a p e d a n t e c o r r e s p o n d a á la de magister. no podía h a c e r m e n o s que m o s t r a r m e celoso de su r e p u t a ción. y f u é l a p r i n - v S í í L S * í a 0S q5 U0 G uhr a b ldfe n ldoos s i d o e l p r i m e r o i n f o r m a d o por í f . P r i m e r a m e n t e intentaba valiéndose de la c l e m e n c i a . aquí mi apoyo debilitábase y d a b a en tierra. m e j o r es p r e p a r a r s e con s e r e n o c o n t i n e n t e á cuanto p u e d a sobrevenir y g u a r d a r algún consuelo. Un e x t r a n j e r o p r o p a g ó la voz de que podría i n s t r u i r á Dionisio.' ' e n t o " c e s el p e r s e g u i d o c o n s i d e r a n d o las fatigas y t r a b a j o s que de tanto tiempo a t r á s venía e x p e r i - m e n t a n d o p a r a salvarse de las c o n t i n u a s y minuciosas pesquisas que p a r a d a r con él se llevaban á cabo por todas p a r t e s . o b r a n d o c u e r d a m e n t e . Detesto s o b r e todas las c o s a s el saber p e d a n t e s c o . A n d a n d o el t i e m p o . No e n c o n t r ó Dionisio desdichada la invención ó hizo donativo al f a r s a n t e de seiscientos escudos. le hizo m o r i r p a r a b o r r a r f J S ' °A-n ° b j i e t ° q u ? n o s e s u P ¡ e r a que nadie en l a c i u dad podía d i s g u s t a r s e de su p a t e r n a l gobierno. descubrió el escondrijo y se a b a n d o n ó voluntariamente á su crueldad p a r a evitarlos y evitarse u n a p e n a más dilatada. y t r a t a b a de excusarlos y disculparlos p o r la natural desavenencia que existe e n t r e el vulgo y las r a r a s p e r s o n a s de saber y recto juicio. tirano d e S i r a c u s a . de todos modos lo considero p r e f e r i b l e á p e r m a n e c e r s u mido e n la fiebre continua de un mal que c a r e c e de r e m e dio. v se alabó luego de h a b e r comunicado al m o n a r c a u n secreto s i n g u l a r . p u e s dice P l u t a r c o que griego y escolar e r a n e n t r e los r o m a n o s palabras injuriosas y de menosprecio. Y efectivamente esta c o n d u c t a s e g u í a cuando f u é asesinado.el r e c o m e n d a r á los soldados que hiciesen lucidos disparos en h o n o r de los a s i s t e n t e s . A d v e r t i d o Dionisio le m a n d ó l l a m a r á r i n de i n s t r u i r s e en un a r t e tan n e c e s a r i o p a r a su conservación • e n t o n c e s el e x t r a n j e r o le dijo que no tenia otra novedad que c o m u n i c a r l e . de u n medio s e g u r o de conoc e r y d e s c u b r i r con cabal certeza las t r a m a s y maquinacioi d e a r a n c o n t r a él E f l f T ? SUS > si-le daba una f u e r t e s u m a . y que u n espíritu grosero y vulgar p u e d a poseer. . ^ h a 5 e Ü l e i . sujeto de dignidad el cual huyendo de la t i r a n í a del triunvirato. CAPÍTULO DEL XXIV PEDANTISMO S i e m p r e m e contrarió c u a n d o niño el v e r que e n las com e d i a s italianas el papel de p e d a n t e lo r e p r e s e n t a b a u n b u f ó n . s i n o que le e n t r e g a r a u n talento. O c u r r i ó u n día que u n a s g e n t e s de á caballo e n c a r g a d a s d e p r e n d e r l e pasaron j u n t o á unos m a t o r r a l e s e n que se había guarecido. c o n s i d e r a n d o que está en lo posible que la desdicha no sobrevenga. hacen públicos los avisos que reciben de las c o n j u r a s que se u r d e n c o n t r a s u s vidas.

y el que e n t r e nosotros la p a l a b r a p e d a n t e c o r r e s p o n d a á la de magister.el r e c o m e n d a r á los soldados que hiciesen lucidos disparos en h o n o r de los a s i s t e n t e s . O c u r r i ó u n día que u n a s g e n t e s de á caballo e n c a r g a d a s d e p r e n d e r l e pasaron j u n t o á unos m a t o r r a l e s e n que se había guarecido. Lanzar sobre si las m a n o s e n e m i g a s es u n p r o c e d e r algo e x t r a ñ o . y que ni u n paso puede d a r s e sin que lo olfateen a escape. . í í r 0 / 5 0 ' u r i ° d e l o s conspiradores. él m i s m o llamó á los que iban en su busca. E f e c t i v a m e n t e . o b r a n d o c u e r d a m e n t e . c o n f o r m á n d o s e en las c o n j u r a c i o n e s que le e r a n conocidas c o n d e c l a r a r s i m p l e m e n t e que de ello estaba y a a d v e r t i d o . E s t a n d o yo e n c o m e n d a d o á éstos. A d v e r t i d o Dionisio le m a n d ó l l a m a r á r i n de i n s t r u i r s e en un a r t e tan n e c e s a r i o p a r a su conservación • e n t o n c e s el e x t r a n j e r o le dijo que no tenia otra novedad que c o m u n i c a r l e . Como aquéllos reciben y aco1 . M a s . tirano d e S i r a c u s a . No e s verosímil que h u b i e r a h e c h o u n obsequio tan i m p o r t a n t e a u n desconocido sin que f u e r a r e c o m p e n s a de u n a enseñ a n z a útilísima. ¿ d e dónde puede n a c e r que las a l m a s bien provistas de conocimientos de todas s u e r t e s no se conviertan e n más vivas y más despiertas. sujeto de dignidad el cual huyendo de la t i r a n í a del triunvirato. m e j o r es p r e p a r a r s e con s e r e n o c o n t i n e n t e á cuanto p u e d a sobrevenir y g u a r d a r algún consuelo. de u n medio s e g u r o de conoc e r y d e s c u b r i r con cabal certeza las t r a m a s y maquinacioi d e a r a n c o n t r a él E f l t T ? SUS > si-le daba una f u e r t e s u m a . Y efectivamente esta c o n d u c t a s e g u í a cuando f u é asesinado. y creciendo e n edad. hecho esto tomó la nobilísima resolución de a g u a r d a r s i n miedo ni inquietudes lo que de las c o n j u r a s le p u d i e r a s o b r e v e n i r a b a n d o n á n d o s e y encomend á n d o s e a la c u s t o d i a de los dioses y de la f o r t u n a . hacen públicos los avisos que reciben de las c o n j u r a s que se u r d e n c o n t r a s u s vidas. e n c o n t r é que había razón sobrada p a r a que existieran s e m e j a n t e s opiniones. de todos modos lo considero p r e f e r i b l e á p e r m a n e c e r s u mido e n la fiebre continua de un mal que c a r e c e de r e m e dio.' ' e n t 0 " c e s e l Perseguido c o n s i d e r a n d o las fatigas y t r a b a j o s que de tanto tiempo a t r á s venía e x p e r i - m e n t a n d o p a r a salvarse de las c o n t i n u a s y minuciosas pesquisas que p a r a d a r con él se llevaban á cabo por todas p a r t e s . h a c e r s e a m a r hasta de sus propios e n e m i g o s . los discursos y s e n t e n c i a s de los m á s exquisitos e n tendimientos que en" el m u n d o hayan vivido? Cosa es ésta de que desconozco la r a z ó n . Un e x t r a n j e r o p r o p a g ó la voz de que podría i n s t r u i r á Dionisio. aquí mi apoyo debilitábase y d a b a en tierra. p a r a h a c e r v e r que están bien advertidos. h a b í a logrado e s c a p a r mil veces de e n t r e las manos «le sus p e r s e g u i d o r e s m e r c e d á la ingeniosidad de los r e c u r s o s que adoptó. no podia h a c e r m e n o s que m o s t r a r m e celoso de su r e p u t a ción. No e n c o n t r ó Dionisio desdichada la invención ó hizo donativo al f a r s a n t e de seiscientos escudos. El d u q u e de A t e n a s cometió v a r i a s torpezas al e s t a b l e c e r su r e c i e n t e tiranía e n F l o r e n c i a . y que u n espíritu grosero y vulgar p u e d a poseer. la argucia sirvió p a r a conten e r los p l a n e s de s u s e n e m i g o s y m a n t e n e r l o s e n u n temor saludable P o r eso los príncipes. sin sacar partido de ellos. el mezquino p l a c e r que podía a g u a r d a r de vida sem e j a n t e y cuánto m e j o r e r a f r a n q u e a r el paso de u n a vez que p e r m a n e c e r c o n s t a n t e m e n t e s u f r i e n d o t r a n c e s tan duros. y t r a t a b a de excusarlos y disculparlos p o r la natural desavenencia que existe e n t r e el vulgo y las r a r a s p e r s o n a s de saber y recto juicio. y estuvo á p u n t o de r ^ Í T ^ V . c o n s i d e r a n d o que está en lo posible que la desdicha no sobrevenga. de un atentado que el pueblo t r a m a b a c o n t r a él. y f u é l a p r i n v S í í L S * í a S q U G h a b l ? n d ° sido el p r i m e r o i n f o r m a d o por í f . Da testimonio de ello n u e s t r o buen del Bellay : Mais j e h a y p a r s u r tout un s j a v o i r p e d a n t e s q u e * . E s t a c o n d u c t a congració con las tropas á los que de ellas s o s p e c h a b a n . El p r o c e d e r de J u l i o C é s a r creo que es e n t r e todo el más hermoso que p u e d a adoptarse. Detesto s o b r e todas las c o s a s el saber p e d a n t e s c o . y que no se e c o n o m i z a r a la pólvora. y e n g e n d r ó de e n t o n c e s en a d e l a n t e una m u t u a y p r o v e c h o s a confianza. A n d a n d o el t i e m p o . descubrió el escondrijo y se a b a n d o n ó voluntariamente á su crueldad p a r a evitarlos y evitarse u n a p e n a más dilatada. Mas como las m e d i d a s que pueden a d o p t a r s e e s t á n llenas de inquietud é i n c e r t i d u m b r e . y esta opinión es ya a n t i g u a . v se alabó luego de h a b e r comunicado al m o n a r c a u n secreto s i n g u l a r . CAPÍTULO DEL XXIV PEDANTISMO S i e m p r e m e contrarió c u a n d o niño el v e r que e n las com e d i a s italianas el papel de p e d a n t e lo r e p r e s e n t a b a u n b u f ó n . en atención á la m a r c h a o p u e s ta y tendencias distintas que siguen unos y o t r a s . p u e s dice P l u t a r c o que griego y escolar e r a n e n t r e los r o m a n o s palabras injuriosas y de menosprecio. P r i m e r a m e n t e intentaba valiéndose de la c l e m e n c i a . leí do a ^ . le hizo m o r i r p a r a b o r r a r f J S ' °A-n ° b j i e t 0 q u ? n o s e s u p i e r a que nadie en l a c i u dad podía d i s g u s t a r s e de su p a t e r n a l gobierno. mas como acontece que los h o m b r e s m á s u r b a n o s y g a l a n t e s han sido los que con mayor desdén los han j u z g a d o . s i n o que le e n t r e g a r a u n talento. ^ a ñ 0 l a h i s t o r i a de un r o m a n o .

p u e s h a l l á n dose ocupado y e m b a r a z a d o con diversidad h e t e r o g é n e a d ¡ cosas. ¿Os alabais de v u e s t r a nobleza. Í a n b a A l a d Í . asi t a m b i é n a c o n t e c e al e n t e n d i m i e n t o c u a n d o en el s e a m o n t o n a n estudio y m a t e r i a copiosos. reves. entonces el filósofo. h a n s e alejado e n todo tiempo de las cosas públicas. o i ^ • Un. A los p e d a n t e s se W e i d e ñ a porque están por bajo de la c o m ú n m a n e r a de ser.b u r l a r s e ' a c o s t u m b r a d o s como e s t á n á a W r todo el universo m u n d o . asi como las plantas se a h o g a n c u a n d o el v f g o r de la savi^ es e x S ! W t ' o y . que el a l m a y c o r a zón de los mismos p a r e c í a n h a b e r s e fortificado y e n r i q u e cido p o r v i r t u d de la inteligencia de las cosas. . que le p r e g u n t a b a n cómo pasaba d e s p u é s su tiempo. r e t i r a d o s de toda ocupación y c o m e r c i o públicos. que habiendo sido i n t e r r u m p i d o e n sus e x p e r i m e n t o s p a r a d e d i c a r algo d e s u s a b e r á la d e f e n s a de su país. . ¿ T e n é i s en p r e d i c a m e n t o á a l g u en F n Z Z L 0 S . háseles visto volar tan a l t o . si h a y m o v i m i e n t o . puso e n juego de improviso tales m á q u i n a s de d e s t r u c c i ó n que s o b r e p a s a r o n á toda h u m a n a c r e e n c i a . por no p o n e r el cuidado necesario en las cosas útiles. si el y s u t H ?r v a u f c . preciso e s ( d e c í a m e u n a j o v e n . Cuenta Aristóteles que algunos le llamar ban ( v también á A n a x á g o r a s y á c o n g é n e r e s ) sabio. y r e s p o n d í a n l e q u e tal e r a la costumbre de la zorra que no podía l o g r a r su i n t e n t o de a l c a n z a r las u v a s . Viendo algunos los cargos del gobierno en m a n o s de h o m b r e s i n c a paces. c o n f o m e á o i e S reglas elevadas y en d e s u s o . » H e r á c l i t o resignó el reino en m a n o s de su h e r m a n o . como i n capaces del ejercicio de las f u n c i o n e s públicas. como si de cosa p r o p i a se t r a t a ra. pierde el medio de d i s c e r n i r . p h i l o s o p h a s e n t e n t i a P o r lo que toca á los filósofos. la p r i m e r a d e nuestras princesas. e y ' * u é c 0 s a s s e a n o b r j *? f y piase de a n i m a l u c h o s j u s t i c i a y leyes. del cual su m á q u i n a no e r a sino como u n " r e m e d o ó j u g u e t e . ' u e r o n ai Los filósofos. p o r riaber tenido en v u e s t r a familia siete a b u e l o s b i e n ' a c o m o d a d o ! ? N a d a os e s t i m a n p o r e l l o . se t u e r c e y e n c o g e Mas tampoco es r a r o el ver e j e m p l o s c o n t r a r i o s . q u e fueron ¿¡ H p a r h o m b r e s m u y sabios. . Odio á e s o s h o m b r e s i n c a p a c e s d e o b r a r . y á los d e Efeso. p o r c r e e r con ella h a b e r bastardeado la d i g n i d a d de su a r t e . que en el solo transcurso de u n año a d q u i r i ó riquezas tantas como apenas en su vida todos los m á s e x p e r i m e n t a d o s e n el comercio habían logrado realizar. recibió esta r e s p u e s t a : « H a s t a tanto que los borriqueros dejen de c o n d u c i r n u e s t r o s e j é r c i t o s . m a s intimas que las del v u l g o : Ocü h o m i n e s i g n a v a o p e r a . h a b l a n d o de u n maestro) que el suvo se p r e í 4 a p a g u e y c o n t r a i g a p a r a d e j a r l u g a r á los o t r o s . b u .S t a m K P . su o b r a . ricos. h b e r t a d l l e n a de i r r e v e r e n c i a incivü. Si a l g u n a vez se h a puesto á p r u e b a p a r a la vida práctica la capacidad de los filósofos. y a u n c u a n d o f u e r a i s el q u i n c u a g é s i m o d e s c e n d i e n t e e L p S s S T ? f f o a . a veces h a n sido objeto de e s c a r n i o e n las comer i T r u i J l l t n m p 0 . e e f 0 S m i 1 y u g a d a s d e ^ r r a ? Ellos no p S e S Z ™ „ n . g e ó m e t r a de S i r a c u sa.ser. consideraron los puestos de la justicia v los tronos mismos de los reyes corno cosas viles y bajas. r e s p o n d i ó : « ¿ N o vale m á s h a c e r esto que dirigir los negocios en v u e s t r a compañía?» O t r o s filósofos. p o r q u e m e n o s p r e c i a n los actos p ú b S " por h a b e r vivido e x i s t e n c i a s i n g u l a r y r a r a . mas no p r u d e n t e . e l W b i c i e r a f s aJarde de este p i e s e n t e de la f o r t u n a . GELUCW. tomando la cosa como por p u r o pasatiempo.S-lfáS P a s t o r ocioso'ocupado^? e s q u i l m a r y esquí a r s u s ovejas con m a v o r r u d e z a n U e miv^A " auténtico. c u y a filosofía s e desvanece en vanas s e n t e n c i a s . v c a « o s a n t i g u o s nos p r u e b a n q u e h a habido h o m b r e s peritos en el m a n e j o de los públicos n e g o c i o s . Refiérese de A r q u i m e d e s . p u e s n u e s t S a l m a se e n s a n c h a tanto m á s c u a n t o más se l l e n a . 0 I ? e s y c o n d u c t a los h a n hecho ridiculos. e n ellos cumplíase la doble p r e n d a de s e r s u p e r i o r e s e n la ciencia y todavía m á s e n la acción. Se r t r butan a l a b a n z a s á su p r i n c i p e ó á u n r e y ? P u e s cara Un e1milmaralvn^n.modan en el suyo el e s p í r i t u de t a n t o s c e r e b r o s e x t r a ñ o ." v E m p é d o c l e s rechazó la c o r o n a que los de Agrigento ' l e ofrecían. y p o r a r r a s t r a r vida y costumbres viles y g r o s e r a s .a r a s S e a P a S a n c u a n d o t i e n e n demasiado a c e i t e . A r q u i m e d e s d e s p r e c i ó . PACDVIO. ap.S U S ° P i n . Asi el vu go los d e s d e ñ a romo i g n o r a n t e s de las cosas m á s e s e n c i a l e s Jy S m u n ee ss 3y ccomo o m o insolentes y p r e s u n t u o s o s . esto no puede s e r v i r de disculpa á nuestros 1. g r a n d e s c a p i t a n e é c o n s e j e r o s diestros e n las cosas del k l t a d o . ni c u á n t o s p r e d e c e s o r e s h a S d o cada uno de nosotros. v el que p r e g u n t ó á Crates h a s t a c u á n d o e r a preciso filosof a r . quiso p r o b a r su e x p e r i e n c i a en los negocios. p u e s no c o m p r e n d é i s la u n i v e r s a l i m a g e n de la n a t u r a l e z a . j u g a n d o con los muchachos delante del t e m p l o . éstos f u e r o n t a n g r a n d e s . . ' M a s esta platónica p i n t u r a e s t á bien lejos d e l a a u e enn v i e n e a l a n a t u r a l e z a de l a s g e n t e s d e q u e voy h a U a f f i Envidiase a los filósofos p o r e s t a r por c i m a de la c o m ú í m í n e r a de. v habiendo p a r a ello convertido su saber e n provecho del beneficio y la g a n a n c i a . cuya imaginación e s t a b a m u y p o r c i m a de las cosas t e r r e n a l e s . sin e m b a r g o . / Hablan delc o nm aa gn ias t r a d o ó se dirigen al m a g i s t r a d o ? pues lo " n . A c u s a b a T h a l e s á sus c o n t e m p o r á n e o s del sumo cuidado que ponían envíos negocios p a r a enriquecerse. ¿ Q u e r e i s c o n v e r t i r l o s e n j u e c e s de los derechos P n M n n ' o c f i ^ ' Ó 1 u e ^ t i m e n los actos de u n a p e r s o n a ? P r e P a i : a d o s p a r a ello y tienen n e c e s i d a d de h a y vida. a p a r t e de que no e n c u e n t r o m u y f u n d a m e n t a d a tal diferenciación. c r i a d o s « S s bár b a r o s . p o b r e s .

quién de un discurso. v deiav»n J n K ° S c o " c í e n c i a y entendimiento. ^ J » Trabajamos únicamente para llenar la memoria. que de si a instrucción la ha hecho mejor y más avisadk? esto era o principal.. entiendo que nuestro mal pedantesco proviene de la desacertada manera rn mo nos consagramos á la ciencia y del modo como recibimos la instrucción. nn Lf q 0U erf g r i t amS e aV . á costa de cuantiosos gastos. n L ? ' ! C m o a n t máximas s o n t a n No nnnnr-Amrio f i 0 ^ ? e s de transcribirlas. á quien los libros hicieron gran capitán. o de si escribe en verso ó en prosa.r. Epi. SntP ™ t a l i' . de juicio y de virtud.n J ™ a e s t T r o s ^ n g a n mayor habilidad. En mi mismo hubiera encontrado ambas cosas si en ello se me hubiera ejercitado. led ?iolen o pn ^ « n T a r a T S t r a r naturaleza que nada hay de violento en sus obras hace á veces que nazcan en las na- E r p e r o v S ° o S ^ í : a d a S !** P ^ d u c L n e s m ¿ a r t i s t a . que guardaba constantemente en su derredor á f i n de que cuando se le ofrecía ocasión de hablar de alguna cosa los demás supliesen su deficiencia y estuvieran prestos á proveerle. y no h u biera osado decirme ni siquiera que tenia sarna en el trasero sin haber al instante miraao en su diccionario qué cosas fuesen trasero y sarna. No s e traía d e ' c h a r l a r .. Mi<jo> oo^torJv ooxi. CICEBÓH. Sabemos muy bien decir: «Cicerón escribe asi.Los sacrificios y cuidados de nuestros padres no se dirigen sino á amueblarnos la cabeza de c en c í a . . i . y lo convertimos sin embargo en lo secundario Valiera mas informarse de quién es°el que sabe r 2ux ' no del que sabe más. ! apud Cíe. y en vista de la escasa y menesterosa fortuna con que se conforman. cu* autCj oo<pó. ¿ 10 nq u e h a c e n e s o s maes L í vn i i ^ P ° S ° en práctica en mi ( libro ? Yo tomo a otros. 108. precisa hacer nuestra la ciencia ajena. tenemos derecho á calificarlos dee no sabios y faltos de prudencia. til proverbio gascón que tiene su origen en una poesía rústica acredita aquel aserto : BouhS p r o u Z J a m L á r ^ f S r v . Así como las aves van en busca del grano y lo llevan entero en su pico siu partirlo para eme sirva de alimento á sus pequefmdos asi nuestros pedantes van pellizcando la c i e n c V e n os lfbros. quién de un verso de Homero. P nh bS r C a r e nz c oe . i 6 . eso ya es harina de otro costal. mas por lo que toca á manejar los dedos para producir sonidos en el caramillo. donde habiéndolo hallado hermoso y grande detuviérase á calentarse sin pasarle por los mientes llevarlo á su vivienda. Ex quo Ennius : Nequidquam sapere sapientem. tales son las palabras de Aristóteles ». por ejemplo. y no sirve para aumentarle y fortificarle? ¿Pensamos acaso que Luculo. ¿Deseo buscar consuelo para mi ó para los d e m á s ? Pues lo tomo de Cicerón. con ello pensaba que el saber le pertenecía. í ' no P a ¿ almacenaS c T a . pedíame un libro para mostrármela. 0a mq ume 0 . ¿Quiero yo. qué decimos? ¿qué juzgamos? ¿ q u é hacemos? Lo mismo diría un lorito. cuando yo solicitaba alguna razón ae su ciencia. de aquí v de allá. Recuérdame lo precedente áaquel hacendado romano que reunió en su casa. colocándola sólo en los labios para desembucharla y Z l í \ \ U e S ° a l v i e n t 0 " Maravilla es cómo la m i m a to/ tros no t l T d ^ Cr0 i a C . ¿ De qué nos sirve tener la barriga llena de carne si luego no la digerimos ? ¿ si en nuestro organismo no se transforma. Asemejámonos á aquél que tuviese necesidad de fuego y fuera á buscarlo á la casa del vecino. remuda. aunque n t Í F " m a s d o c t o s . Por e s o dico E n i o : « I n ú t i l e s la s a b i d u r í a q u e no es al sabio p r o v e c h o s a . no podemos ser sabios más que con nuestras exclusivas fuerzas y recursos. á 3 6 h a b I a r á '0S d e m á 3 ' Per0 ellos no p r e n d i e r o n . . Tomamos nota de las opiniones y de la ciencia de los demás. entiendo. que aniquilamos nuestras propias fuerzas. Apud alios loqui m Non est auberZnlh. aun cuando nos fuera lícito extraer de otro la sabiduría. los estudiaba como nosotros? Echámonos de tal suerte en brazos de los demás.SGC y arrojar. III. quien.l dCeu ae ls tl aa s Ocultad.lous dits qu'em? El soplo no va mal. porque se encontraba en la cabeza de sus gentes. un número suficiente de sabios en todas ciencias. más que la ciencia presente. Es también lo que saben aquellos otros cuya capacidad permanece encerrada en sus bibliotecas suntuosas. « Detesto al sabio que por si mismo no lo es ». Decid al pueblo v T n / T p a s a v p ° / l l c M e \ " ' V e d a h í u n hombre s E u Y de o t r o : « ¡ V e d ahí un hombre bueno! » Ni uno soló de a ade J J con respeto al primero.^ l T ' toquendum. no así la pasada ni tampoco la venidera Acontece d S n n i l u Z n L n Í p al 0SSa 1I a¡ Scd. ep u cl i0 S dn e¡ m'°s pequeñudos se ano el excíusK'n fin Hp hhá . según las cuales no es maravilla eme w l a r e S . " f en mano con &Cer I a r d e d e h a b l a r v vana r i o n l o q U e C o n !t a r ' cual inútil I t f f L T tl t . en los autores qUe m e P k e n I T ^ J Z T . No me gusta esa capacidad relativa v mendigada. sin necesidad de experiencia. ¡ nÓ 1 0' ' Sl a s dc ea bs ei zuans a d e m a m p o s t e r í a i " ó K persona sabe latín o griego. qui ipse sioi prodesse non quirei 1. ¿mas nosotros. sino d e c o n d u c i r la n a v e . y ahí se detiene nuestro esfuerzo.filósofos. mas precisaría un M ri .t. Conocía yo uno de éstos. sino para mías ó m i n í n f . contadas nuevas. ved cuáles eran las costumbres de P l a t ó n . de Offie. SÉNECA. 15. cada cual según su especialidad. buscar armas contra el temor de la muerte? Encuéntrelas á expensas de Séneca.. Dejando á un lado estas distinciones.

c o n o c e n la teoría de todas las cosas pero buscad otro que la aplique. e r a p a r a mi un p l a c e r interrogarle. que h u b i é r a s e dicho no h a b e r sido otra su profesión que el ejercicio de la g u e r r a y los negocios d e l Estado. p r e g u n t a n d o á los e x a m i n a n d o s su dictamen sobre a l g u n a c a u s a . el h o m b r e m á s g r a n d e que haya existido de mil años acá. e x a m i n a n l o s sólo de d e r e c h o o j u r i s p r u d e n c i a . si e s flojo y a f e m i n a d o JCVENAI VIH n ^ ^ « ^ s ^ ' ^ t i i . q u o s v i v e r e p a r e s t Occipiti eseto. ¿sztíRtr- . m a n e r a m á s r a z o n a b l e de proceder. y pasaba sin e m b a r g o por h o m b r e de r e p u t a c i ó n . r r ^ ^ o e q r G .sed fruenda sapienüa 'J^ n m a r s e de los m a l e s d e Ulises é i g n o r a n ios suyos p r o p i o s de los músicos que t e m p l a n s u s flautas y no l i í c e n lo p r o pio c 9 n sus c o s t u m b r e s . Estos tienen. t e n i a sólo del p e d a n t e el hábito y algo del exterior. n o basta que la educación deje de de e m p e o r a r n o s . que consistía 4 « en que estos le pagasen c o n f i a n d o en su pafabra. p e r o e n m a n e r a alguna al e n f e r m o . y c o n t e m p l a n en s u s r e v e r e n c i a s el vestido v l a s botas para i n f o r m a r s e del h o m b r e con quien se las "han. Non enim parando. J m e JuvEí/" wv . lo cual podiá quizás no s e r agradable. S f w ? R e decirse. Si n u e s t r a a l m a no sigue m e i o r 51 n o l o g r a m o s d i s p o n e r de u n juicio m á s sai o S ! ™ . y c o m o yo. no c o m p r e n d e n la dificultad de la causa que se dilucida. m a s no sólo son inútiles. D e b f e n ! do poseer el a l m a l l e n a . pero era cosa bien insignificante. preciso es que nos h a g a m e j o r e s . Mi v u l g a r ^ R f n g H r ( l i a n 0 l l a m a c o n g ^ c i a suma lettre-ferits l a q e viene ? á s e r como si d i j é r a m o s lettreÍZn'« ° S / U a l e S xaS l e t r a s h a n sacudido un martil a / o . lo ú n i c o que se e c h a de v e r en él e s eme su atin y su griego le h a n vuelto m á s tonto y p r e s u n t u o s o de lo que estaba al a b a n d o n a r la casa de s u s p a d r e s . se h a c o n f o r m a d o con inflarla l á t l l ? raaef 0ts> c o m o P l a t ó n llama á las sofistas. e n t e rde o . nobis solum. o p a t r i e i u s s a n g u i s . t r á e l a h i n c h a d a . e n ve " de fortificarla. 1 u e ™ escolar h u b i e r a pasado su tiempo j u g a n d o a la pelota. Lo c o m ú n e s que se h a l l e n d e s p r o v i s tos h a s t a de sentido c o m ú n . á mi e n t e n d e r . el c a m p e s i n o y el zapatero P o T u e l e l e : a n V ' d a S¿1i C Í l k 6 ' n ®e n u a r a e n te. Hay a l g u n o s p a r l a m e n t o s que c u a n d o tienen que r e c i b i r e n su seno nuevos m i e m b r o s . e n c o n t r a r á q u e las m a s de las veces ni se e n t i e n d e n á si mismos ni á los d e m á s . si e s e m b u s t e r o . lo solo. á mi e n t e n d e r . en la cual tué. ^ 0 . que p o r modo de pasatiempo hablaba con uno de estos pedantes. sino dañinos. salvo la entonación de a l g u n a s p a l a b r a s a d e c u a d a s á la D¡0. c o n o c e n bien á Galeno.. N o p r o c e d e n S m el fi™. van e m b a r a z á n d o s e y dando traspiés sin c e s a r n n P a S ^ S 1 a d c e S U S IabÍ. A h o r a bien. y sin e m b a r g o . al m e n o s de este modo t e n d r í a el c u e r V ? . veía tan claro en todas las cosas y estaba dotado de u n a percepción tan pronta. ís¡ controversia. y que la facultad de j u z g a r en ellos está hueca. d e s c o m p o n e r u n a especie de jerigonza ó galimatías. h a c e n P a S a r s . Tales naturalezas son privilegiadas y f u e r t e s . ó j u r a n d o e n el templo en c u a n t o e s t i m a b a n el p r o v e c h o . que no e j e r c i e n d o otra profesión que la de las letras. m i r e m á s allá. sin pies ni cabeza. de un juicio tan sano. otros juzgan a d e m á s del sentido común de ios candidatos. Detesto á los que t r a n sigen m e j o r con un a l m a e n v e n e n a d a que con u n traje inadecuado. e r a un p r e c e p t o r que ocupalm p o r s u s m e recimientos u n a posición envidiable : Vos. os h a n llenado la cabeza de l e yes. á no s e r que la n a t u r a l e z a les hava provisto bien de ella. M.. Q u e i s a r t e benigna E t meliore lulo finxit praecordia Titán v conservan su vigor nativo al t r a v é s de u n a dirección detestable. Si es avaro. inforel m a e s t r o se d e T ? e d e los gpraasma ár t iasi c o sun quedía cuidan batía p e n s a n d o s i e m p r e contestar con acierto á las objecion e s que se le h a c í a n .su traba o . y s e g ú n éste satis tacieran.us destrozos.Si cupidiis. mas precisa que otro as a p r o v e c h e . h a blando d e lo que conocen . Si se siguiera la ley que P r o tágoras proponía a s u s discípulos. si Vanus.a b E n mi casa he visto á un mi amigo. a q u é l l o s p o r q u e r e r e n g r a n d e c e r s e v o r e valerse de su saber. a u n s o b r e asuntos a j e nos á sus o r d i n a r i a s o c u p a c i o n e s . c a r p i n t e r o . ° q f U °™ e l l 0 d e ú S m e j 0 r ' qU¡eneS menos b a m > v d0tó - Prec'áis de m i s no * felices Han á e x p e n ^ disposiciones. . e n c u é n t r í í incapaz e inhábil p a r a el ejercicio" de toda p r o f e s S n ó t r í b a j o . pues tras no r e p a r a r lo que se les e n c o m i e n d a í l S f i S w y . et E u g a n e a q u a m u i i n v i s mollior a g n a «. s u s adL á 5 ' o n d e t o d o s l o s h o m b r e s los que p r o m e t e n h a c e r mayor obra de u t i l i d a d . q u e s o b r e n a d a en la° superficie í e P su c e r e b r o . de los o r a d o r e s que p r e d i c a n la justicia y no la p r a c t i c a n . mis p e d a g o g o s vería'nse b u r l a d o s d e 1 i í r L U J e t ° S a ' j | u r a m . Nobles p a t r i c i o s q u e c a r e c é i s del d o n d e v e r lo q u e a c o n t e c e d e t r á s d o 1 .°S h e r m o s a s Pa'abras. d l e Y o I v e r d e s u s estudios d e s p u é s de h a b e r e m p l e a d o en e los q u i n c e ó diez Y seis a ñ o s . como acontecía á A d r i a n o T u r n e b o . N u e s t r o A d r i a n o f u é el a l m a m e j o r e d u c a d a del m u n d o . posticas o c c u r r i t e sannse Quien á g e n t e s tales ve de cerca. y a u n c u a n d o sea n e 1. ? n t 0 d e m i e x p e r i e n c i a .

duque de B r e t a ñ a . y de la d e Zenón . p r e c i s a incorporarlo. Q. Y á la verdad la cosa no s e r í a m u y de l a m e n t a r . de lo c o n t r a r i o e s el saber a r m a dañosa que ofende y molesta á q u i e n lo posee por ir á p a r a r á inhábiles manos que de él no s a b e n h a c e r uso: ut fuer¿t melius non didicisse 2. y ve la ciencia sin servirse de ella. y sí los únicos medios que hoy existen de llegar á la r i q u e z a no f u e s e n la j u r i s p r u d e n c i a . r e s p o n d i ó : « P r e f i e r o que toda la ciencia en la m u j e r consista en s a b e r d i s t i n g u i r la camisa de los calzones de su mando. Esta sabia maestra todo lo puede y practica. Y como éstos SÉNECA0. CICERÓN. cae n e c e s a r i a m e n t e mal : ¿ O C & T O V . De la e s c u e l a de Aristipo s a l í a n hombres I n t e n c o r a n t e s . no basta h i l v a n a r el sab e r al alma. III. vemos que e n s e ñ a b a n la virtud á sus hijos como las d e m á s naciones les e n s e ñ a n las letras. g e n e r a l m e n t e sólo quedan como científicos las g e n t e s sin f o r t u n a que buscan con el estudio u n a m a n e r a de vivir. el t e r c e r o á d o m i n a r sus pasiones. Cuando rep a r a m o s en un h o m b r e mal calzado. según testimonia J e n o f o n t e . que no la tiene derecha. s i e m p r e y c u a n d o que ésta disponga de pies y p i e r n a s s a n a s y bien d e r e c h a s . á excepción de los pocos que habiendo tenido la f o r t u n a de n a c e r en u n medio m á s elevado. boni desuní 3. los del espíritu no convienen á las a l m a s cojas . ni sirve tampoco p a r a a l u m b r a r á los ciegos. consiste en distribuir los cargos á los ciudadanos conforme á la n a t u r a l e z a de éstos. p o r ahcion se m u e s t r a n inclinados al s a b e r . a p r e n d e r n a d a . ¿ J * ® ^ P A ' A 'A V ¡ D A ' S E N O S 1 u e l " l b i e r a «¡lo preferible no I N S T R U Y E 8 0 . y c u a n d o llegaba el niño á los siete a ñ o s e n s e ñ á b a n l e á m o n t a r á caoallo y a d i e s t r á b a n l e e n el ejercicio de la caza. s a l v a j e s . el s e gundo á s e r veraz. pero no hay n i n g ú n r e m e d i o suficientemente eficaz p a r a librarla del vicio que la comunica el vaso que la contiene. m u c h í s i m o m á s . m a r a v i l l a el que n u e s t r o s a n t e p a s a d o s havan c o n c e d i d o e s c a s a i m p o r t a n c i a á las l e t r a s y que aun hoy se h a l l e n r e p r e s e n t a d a s como por acaso en los consejos de n u e s t r o s r e y e s . ex Aristippi. que casó con Isabel. no sacan del estudio sino u n fruto mezquino. E n conclusión. pues. 0 PARA ESCUE1 *- 101 ja a b a n d o n a n p r o n t o p a r a e j e r c e r profesiones que n a d a tienen que v e r con los libros. que la mayor p a r t e de las a l m a s no se e n c u e n t r a n aptas para s a c a r provecho de la filosofía. e n s e ñ á b a l e el p r i m e r o la religión. Tal tiene la vista clara. Dice P l a t ó n que el primogénito en la sucesión real e r a educado del siguiente modo : a p e n a s nacía. y si no t r a n s f o r m a y m e j o r a n u e s t r o imperfecto estado. como l e d i j e r a n a n t e s del m a t r i m o n i o que su p r o m e t i d a h a b í a sido e d u c a d a e n medio de la mayor sencillez. Postquam docti prodieruni. y p o r consiguiente ve el bien. veríamos á aquéllas todavía en m a y o r d e s c r é d i t o de lo que j a m á s lo f u e r o n . Acaso se h a l l a r á la razón de lo inútil que nos es la ciencia e n que sólo la cultivan e n t r e nosotros aquellos que pret e n d e n s a c a r l a p r o v e c h o . es preciso i m p r e g n a r l a . nada tiene de s o r p r e n d e n t e que se nos o c u r r a p r e g u n t a r si e s zapatero. no de m u j e r e s . 3 1 . los e n t e n d i m i e n t o s c o n t r a h e c h o s y v u l g a r e s son indignos de la filosofía. v el último á s e r esforzado. deor. Tuse. F r a n c i s c o I.LIBRO I . E! principio f u n d a m e n t a l que P l a t ó n establece en su República. sino en dirigirla y bien orden a r l a . CICEBON. E n c o m e n d á b a s e á éstos el cuidado d e j a h e r m o s u r a y sanidad del cuerpo. Cuando tenían c a torce a ñ o s s o m e t í a n l e al cuidado de cuatro preceptores : el más sabio.preferible y m u c h o m á s m e r i t o r i o e s poseer la s e g u n d a que la primera" pues como p r e g o n a este verso griego. y si ésta no cae bien en ellas. el p e d a n t i s m o y la teología. » No es. acerbos ex Zenonis schola exire En la h e r m o s a educación que recibían los p e r s a s . que p e r m a n e z c a m o s tranquilos . m a s no le practica. «¿Para gué s i r v e la ciencia á quien carece de inteligencia?» j P l u g u i e r a á Dios que p a r a bien de la justicia nuestros j u e c e s se h a l l a s e n tan bien provistos de e n t e n d i m i e n t o y conciencia como lo e s t á n todavía de ciencia! Non vitce. la medicina. de Nat. sino de los e u n u c o s que por su virtud gozaban del favor de los reyes. hacerlo p e n e t r a r en el e s p í r i t u . el m á s justo. enlrenOSOlrOS < . C A P Í T U L O XXIV c e s a r i o el c o n c u r s o de las dos c i r c u n s t a n c i a s . y que c a r e c í a de toda suerte de instrucción literaria. y análog a m e n t e vemos un médico mal medicinado. vale m u c h o . .0S ^ m b r e s h o n r a d o s se 1. hijo d e J u a n V. consiste s u m i sión. oüíiv 4 H»'TI«'Í1 í » M «s« «f¡5. el más moderado y el más v a l i e n te de la n a c i ó n . y siendo el a l m a de estas g e n t e s así por n a t u r a l e z a como p o r situación social de la extracción más baja. no en p r o c u r a r la vista.. u n ' t e ó l o g o poco r e f o r m a d o y un sabio m á s incapaz que el mayor lego. Quizás s e a é s t a la razón de que asi nosotros como la teología no nos m o s t r e m o s e x i g e n t e s en lo que toca á que las m u j e r e s sean de e s p í r i t u cultivado. pues éste no i l u m i n a el espíritu que carece de luces. poníasele en manos. sed scholce discimu3 1 . nacida en Escocia.. puesto que no nos ensen a n ni a bien o b r a r ni á p e n s a r r e c t a m e n t e . tan es verdad este p a r e c e r . El aditamento de toda otra ciencia es p e r j u d i c i a l á quien no posee la de la bondad. Aristo Quio t e n i a razón al a s e g u r a r que los "Alosólos dañaban á sus o y e n t e s . La ciencia es u n buen m e d i c a mento. no b a s t a r e g a r l a . Los cojos son i n hábiles p a r a los ejercicios c o r p o r a l e s .

sino posesión natural. á librarse de los atractivos de la voluptuosidad y á r e c h a z a r con valor las a m e n a z a s del infortunio y de la m u e r t e . E n d i s t i n t a s . ¿n t ». tan p e r f e c t a y previsora. _ ¡ : «I ^ Arví**. . la p r u d e n c i a y la justicia. siendo A t e n a s la patria de la m u s a s . y si elogiaban ó c e n s u r a b a n á tal person a j e o tal suceso precisaba f u n d a m e n t a r el juicio en buenas r a z o n e s . cuando olvidamos el p r i m e r p a r a d i g m a de las conjugaciones griegas. É l E s t a d o m a s f u e r t e que a c t u a l m e n t e existe e n el m u n d o e s Turquía. de m e n o s e s t a t u r a . ejemplo que P l a t ó n siguió e n s u s leyes. como si aquella g e n e r o s a j u v e n t u d desdeñara todo otro yugo que n o f u e r a Ja virtud . al p a r que a f i n a b a n el e n t e n d i miento. no e s p a r a que a p r e n d a n la g r a m á t i c a ni la dialéctica. de e s t e modo. que predicó la conveniencia de dejar intactos estos edificios para a p a r t a r asi á s u s e n e m i g o s del e j e r cicio de las a r m a s y que c a y e r a n en ocupaciones ociosas y s e d e n t a r i a s . Cuando Agesilao invita á J e n o f o n t e á que eduque s u s hijos en E s p a r t a . que prefirieron e n t r e g a r doble n ú mero de h o m b r e s ya f o r m a d o s . m á s que lo e n d u r e c e y fortifica. y que los dos habían salido g a n a n d o con el c a m b i o . ^ ^ ^ ( . q u e pide q u e á nadie se f u e r c e en Jas cosas de su p e r t e n e n c i a » . sino p r i n c i p a l m e n t e con ejemplos y obras. y otros las c o s a s . la excelencia del gobierno de los espartanos. No es. N u e s t r o rey Carlos VIII se hizo dueño del reino de Nápoles y de u ñ a p a r t e e x t e n s a de la T o s c a n a . p r e o c u p á n d o s e sólo de e s t a r bien i n f o r m a dos de la cronología de sus s o b e r a n o s . P r e g u n t a n d o á / e s t e proposito Agesilao. sino . pide razón a Ciro de s u ú l t i m a lección. formándolos f y m o d e l á n d o l o s d i e s t r a m e n t e no sólo con preceptos r p a labras. hicieron lo contrario de lo que nosotros h u b i é r a m o s h e c h o . y dice Astyages que Ciro f u é azotado ni más ni m e n o s que lo somos nosotros en n u e s t r a s aldeas. y puesto que es lo cierto q u e las ciencias r e c t a m e n t e i n t e r p r e t a d a s no pueden sino e n s e ñ a r n o s la p r u d e n c i a . y que en cambio e n E s p a r t a no g a n ó ni u n solo m a r a v e d í . los partos y los súbditos de T a m e r l á n prueban bien este aserto. que no f u e r a ùmi c a m e n t e a d q u i s i c i ó n . A g r a d a v e r cómo S ó c r a t e s se burla de Hipias cuando éste le refiere que h a s t a en las aldeas m á s p e q u e ñ a s de S i c i lia h a g a n a d o b u e n a cantidad de dinero como profesor. R o m a f u é m á s valiente cuando b á r b a r a que c u a n d o sabia. el__£studio de las ciencias |d¿bi. La e x p e r i e n c i a nos e n s e ñ a que. no se haga siquiera m e n c i ó n de la doctrina. quien salvó todas las bibliotecas d e s e r pasto de las llamas f u é uno de ellos.li. proveiasela. u n m u c h a c h o que tenía la t ú n i c a p e q u e ñ a se là dio a uno de s u s c o m p a ñ e r o s . Las naciones m á s belicosas de n u e s t r o s días son las m á s g r o s e r a s é i g n o r a n t e s : los e s c i tas. opiné que lo m á s pertinente e r a d e j a r las cosas en tal estado. c i u d a d e s de Grecia b u s c á b a n s e retóricos. q u i s i e r o n aquellos h á b i l e s m a e s t r o s p o n e r a sus discípulos en c o n t a c t o con la práctica de la vida é instruirlos |no j oídas. s i n o p o r el ensayo de la acción. a p e n a s sin d e s e n v a i n a r la e s p a d a .Es cosa d i g n a de n o t a r s e que e n la e x c e l e n t e v a d m i r a ble legislación de Licurgo. por tal razón. T o m a r o n por el atajo. en Lacedemonia. y otros e n el ejercicio sin descanso del espíritu. de maestros que la i n c u l c a b a n el valor. « È n n u e s t r a escuela r e s p o n d e . p a r a que j u z g a s e n de los hombres y de s u s actos. en lug a r de p e d a g o g o s q u e la e n s e ñ a r a n la ciencia. se i n s t r u í a n e n el d e r e c h o . Mi m a e s t r o m e dirigiría u n a h e r m o s a a r e n g a in oenere demonstraüco a n t e s de p e r s u a d i r m e que su discipina valia tanto como a q u é l l a . á lo cual m e repuso que yo había j u z g a d o t o r c i d a m e n t e . establecimiento y decadencia de sus Estados y de otro montón de frivolidades a n á l o g a s . sobre lo que á su e n t e n d e r debían ^ p r e n d e r los ninos. la i n u t i l i dad ae s u s e n s e ñ a n z a s . dejándole adivinar. unos ejercitaban á la j u v e n t u d en el continuo m a n e j o de la l e n g u a . E n tal g r a d o de estimación tenían los f r u t o s de la e n s e ñ a n z a de la j u v e n t u d . pueblo que estima las a r m a s tanto como men o s p r e c i a las letras. Unos t e n í a n p o r misión las palabras. es decir. pintores y m ú s i c o s . r e s p o n d i ó « que lo q u e debían -hacer Y^uaadü. v tomó á cambio la de éste. que ponía en p r i m e r t é r m i n o d e s d e eJ h o g a r mismo. al cabo de la relación S ó c r a t e s hacia c o m p r e n d e r á Hipias. ni conocían la g r a m á t i c a ni la prosodia. Los s e ñ o r e s de su comitiva a t r i b u y e r o n tan inesperada facilidad á que la n o bleza y principes italianos o c u p á b a n s e m á s en h a c e r s e i n g e n i o s o s y sabios que vigorosos y g u e r r e r o s . La disciplina consistía en p r o p o n e r l e s cuestiones. y allí a bien o b r a r . siendo preciso t e n e r e n cuenta la justicia. Sri-'. á fin de vque la e n z e n a n z a p e n e t r a s e no s o l a m e n t e en el a l m a . Cuando los godos asolaron la Grecia. h a s t a en s u s m e n o r e s detalles. tan cuidadosa de la educación material de la i n f a n c i a . magistrados y j e f e s de ejército . t r a t a b a de idiotas á ios de esta r e p ú b l i c a . que c u a n d o A n t i p á t e r les pidió e n r e h e n e s c i n c u e n t a m u c h a c h o s . a p r e n d í a s e en A t e n a s á bien decir. la virtud y dicha de su vida privada.1 también en la complexión y c o s t u m b r e s . l u e rari h o m b r e s ». . la probidad y la resolu4 cion.ta y a f e m i n a el valor. H a b i é n d o m e nuestro p r e c e p t o r h e c h o j u e z del caso. pues. maravilla que set m ^ a n t e e d u c a c i ó n p r o d u j e r a tan a d m i r a b l e s efectos. q u e le estaba g r a n d e . s e g ú n la viril legislación e s p a r t a n a y otras s e m e j a n t e s . e n conclusión. -áA ^m IT. sólo e n L a c e d e m o n i a legisladores. que no sabían m e d i r ni c o n t a r . p o r h a b e r m e fijado solo en las v e n t a j a s m u t u a s . sino p a r a que se a d o c t r i n e n e n la m e j o r de todas las c i e n c i a s : en la ciencia del m a n d o y de la obediencia. Astvages en Jenofonte. e n A t e n a s á r e b a t i r u n a r g u m e n t o sofistico y a r e c h a z a r la impostura de las p a l a b r a s capcio- s á m e n t e e n t r e l a z a d a s .

de donde extraigu m i ^ a u d a l T c o n ^ J a s p a n a i d e s . tan exangües. c' h-----ar frente A f r p . que á las seis p a l a b r a s p r i m e r a s echó de v e r que m e hallaba en otro m u n d o d i s t i n t o . a c o n t é c e m e á vec e s h a l l a r tratados e n los buenos autores los mismos asuntos sobre que discurro. Si h u b i e r a e n c o n t r a d o la p e n d i e n t e más'suave v la subida algo á s p e r a . asi como la voz e n c e r r a d a en el e s t r e c h o tubo de u n a t r o m p e t a s u r g e m á s agria y más f u e r t e . S¡ j o a d o r n a r a a l g u n o de mis escritos con tan ricos despojos. llenándolo y vaciándolo comercio con U o j l g s q e s o i i o a aoctrina. siéntalas d o b l e g a r bajo su pesada c a r g a . m a t e r i a que trató ya P l u t a r c o . e n s u m a . practican lo contra/ r i o . cuyas insignificant e s obras están l l e n a s de p a s a j e s e n t e r o s de los antiguos. de E u r í p i d e s : Apoliodoro decía de este filósofo que. p o r la cual podría juzgar d e su n a t u r a l disposición. M a s á >esar de todo dejo c o r r e r P ' mis invenciones débiles y bajas como son. y la d i f e r e n c i a e n t r e lo suyo y lo que toman prestado e s tan g r a n d e . sino p a l a b r a s a m a l g a m a d a s u n a s á o t r a s . las de otro en m í . des. y a tal punto alcanza mi insuficiencia'. como en el capítulo sobre la f u e r z a de imaginación. m a r c h a n mis conceptos y j u i c i o s á tropezones. ni tampoco e m p e ñ á d o s e en el estudio <le n i n g u n a e n s e n a n z a d e t e r m i n a d a . Dos filósofos de la antigüedad tenían bien distinta m a . rico y elevado h a s t a r a y a r en las nubes. v cuando r e c o r r o la m a y o r distancia á que mis f u e r z a s alcanzan. sino porque le h a dado el ser.orp y ClnntrT o p i n a b a . En cuanto á mis . • que no e r a n . sajulo^de m¡ pluma. : I q u e p a r a p r o c u r a r s e h o n o r se a p r o p i a n . la cual cuestión le sería tan desc o n o c i d a como á mi la e l e m e n t a l . Sé. D e s c u b r i r e n otro mis propias faltas m e p a r e c e tan licito como rep r e n d e r . que no consintiese en reconocerle c o m o t a l . tales como han . y m u y someramente el objetivo de cada u n a de ellas . C o m p a r a n do mis razones con las de tales maestros. f a c u l t a d e s naturales. no hav. y eso en su infancia. casi nada en mi cabeza. s i é n t a m e tan débil y tan mezquino. desde él pude d e s c u b r i r la h o n d o n a d a de t < donde venia. y en u n a incluyó la Medea. sin r e m e n d a r los defectos que la comM IRTIN N RV\ A IT N HANLT «•» RI /NAAI I H •<• pam c i ó n m e h a "Hecho descubrir. pero con vista a l t e r a d a v nubosa. m u c h a c h o de las clases elementales que no p u e d a aventó-" j a r m e . príncipe de la d o c t r i n a m o d e r n a . E n m a ¿ g n a j i £ i ¡ne i n c l i n o a los de hist. en trescientos v o l ú m e n e s j que compuso j a m á s empleó citas ni juicios ajenos. á menos que el a m o r l e ciegue. con el cual pierden m á s que g a n a n . p a r a llegar al cual había tenido que a r r a s t r a r m e languideciendo por medio de f r a s e s h u e r a s . en cambio. la cosa h u b i e r a sido n a t u r a l . todas ellas sin meollo ni sustancia. s u p r i m i e n d o lo prestado. y no es que no vea sus máculas. al cabo de un largo y fastidioso camino m e encontré con u n trozo alto. ni s i q u i e r a m e siento m e d i a n a m e n t e satisfecho. Epic.locorido y feo. á la f r a n c e s a . fiaría resaltar demasiado la insignificancia de los d e m á s . de que este libro es ejercicio. p e r o lleg u é á u n precipicio tan d e r e c h o y tan recortado. asi los sigo al m e n o s de lejos y reconozco lo q u e no todos r e c o n o c e n : la e x t r e m a di. que da á sus escritos u n aspecto pálido. . A ^ a r t e d e j o s de S é n e c a y P l u t a r c o . d e s c a r n a d a s y vacías de sentido. tan pesado y adormecido. en definitiva que e x i s t e u n a ciencia que se llama medicina. sino libros e n t e r o s de otros autores. pero vde m a y o r e s interioridades no estoy al cabo. diviso todavía alg<? m a s alia. no ya sólo pasajes. c u a t r o p a r t e s de matemáticas. lo que suelo h a c e r á veces. i O c u r r i ó m e poco h a t r o p e z a r con u n p a s a j e de éstos.r A f e r e n c i a e n t r e ellos y yo. que mecom-í dezcpj y á mi mismo m e m e n o s p r e c i o . ni hay a r t e del cual yó p u e d a t r a z a r ni siquiera los p r i m e r o s r u d i m e n t o s . no h a b i e n d o r e t e n i d o de las mismas sino un poco de cada co«a n a d a e n conclusión.~rnsiq u i e r a m e s e n t i n a capaz de i n t e r r o g a r l e s o b r e la primera l e c c i ó n de su a s i g n a t u r a . asi entiendo yo \ q u e la s e n t e n c i a c o m p r i m i d a por la p o e s í a brota m á s brus} c a m g n t e y m e h i e r e con m á s viva sacudida.~que. ni mi cabeza l «e h a t r a s t o r n a d o estudiando á Aristóteles. Asi yo veo m e j o r q u e los d e m á s que estas páginas no son sino las d i v a g a c i o n e s de u n h o m b r e q u e sólo h a penetrado de las c i e n c i a s la p a r t e m á s superficial. por el contrario. vicio q u e dichas ciencias p r e s t a n al uso de la vida. quizás conozco el "ser. Haciendo propósito de hablar de i/i todo aquello que b u e n a m e n t e se ofrece á mi espíritu con el solo socorro de mis ordinarias fuerzas. tambaleándose.j' a y tan p r o fr u n d\ a que no tuve luego el• valor n e c e s a r i o p a r a d e s c e n d e r de nuevo. por e n c l e n q u e . j o r o b a d o y lleno de achaq u e s q u e su hijo f u e r a . mi i n c o m p e t e n c i a h a r i a que le propus i e r a a l g u n a cuestión g e n e r a l .uro. y si se m e obligara á h a c e r l e t a T o cüar-ppegüñta. preciso es acusarlas en todos y h a c e r que desaparezca . otra jurisprud e n c i a . en sus o b r a s no q u e d a r í a m á s que el papel en b l a n / c o . el que á veces quepa á mis opiniones el h o n o r de coincidir con las de los antiguos.n ñ e r a de p e n s a r y p r o c e d e r e n sus e s c r i t o s : Crisipo incluía en sus obras. c o n g r a t ú l a m e . CONDESA DE GURSON J a m á s vi p a d r e . dando traspiés. ¿tan bL a. u e esos escritores algo qu< e s t e libro.ENSAYOS DE M O N T A I G N S CAPÍTULO XXV DE LA EDUCACIÓN DE L O S H I J O S A LA SEÑORA DIANA DE F O I X . reciso e s t p n a r e u propias f u e r z a s toda la confianza * p•a r a m a r. que me siento i n c a p a z de a c l a r a r . n ^ j U tafo« • ir osible —««»yx^w-M" —» q u t o r e s T T o s ^ /indiscretos escritores de n u e s t r o siglo.

todo p r e t e x t o d e e x c u s a . B i e n s e m e a l c a n z a cuán audaz
m e n t e p o n g o m i s i d e a s en p a r a n g ó n c o n l a s de los autor«
c e l e b r e s , a todo p r o p ó s i t o ; m a s no lo h a g o p o r
ternera^
e s p e r a n z a d e e n g a ñ a r á n a d i e con a j e n o s a d o r n o s ,
pai.a d e m o s t r a r m e i o r m i s a s e r t o s y r a z o n a m i e n t o s , p a w
m a y o r ¡servicio dei lector. Sin c o n t a r con q u e tampoco ,n
p o n g o a l u c h a r f r e n t e á f r e n t e ni c u e r p o á c u e r p o con cara
p e o n e s d e tanto i usté ; ejecuto sólo m e n u d o s y ligeros ata
ques, n o me lanzo c o n t r a ellos, los t a n t e o , y no los acometo"
tanto c o m o t e m o a c o m e t e r l o s . Si p u d i e r a c a m i n a r á lanar
o b r a r í a como h o m b r e vigoroso y f u e r t e , p o r q u e sólo lo«
a c o m e t o p o r sus m á x i m a s m á s elevadas. P r a c t i c a r lo qu¿
lie visto e n a l g u n o s , a d o r n a r s e c o n a r m a s a j e n a s hasta el
ejar

visib

es las

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ias

Entnc
T
!
P ° P > c o n d u c i r los razonam i e n t o s c o m o solo es licito q u e lo h a g a n los sabios verd a d e r o s , p a r a p e t á n d o s e e n las ideas de°los a n t i g u o s J e t á n d o l a * de a qqui
u í y de alia
allá y q u e r e r h a c e r l a s p a s a r por protas, c o s a es al
ai p a r que i n j u s t a , cobarde, p o r q u e los que tal
acen, no teniendo nada que les pertenezca,
'
a l c a n z a r m é r i t o s con lo q u e n o es s u y o . E s 'a retendej»
>
q
7 u e n o es suyo. E s además sup r e m a t o r p e z a , p u e s los '
.
-. - T 7 r tales se c o n t e n t a n con la ignorante
a p r o b a c i ó n del vulgo y se d e s a c r e d i t a n a n t e las g e n t e s de
e n t e n d i m i e n t o , eme a d v i e r t e n la i n c r u s t a c i ó n d e S e n a s coC
estfn>¿
a l a b a n z a t i e n e peso y merece
i - ^ a d a m a s , l e J ? s d e m i designio q u e s e m e j a n t e s procede• r e s , yo n o cito l o s o t r o s sino p a r a e x p r e s a r mi pensamiento
^ g g g ^ ^ s t r a . No v a T f d r c l r ó - c S K T S
v k f n q l u r i u S n r e p r e s e n t a n al p ú b l i c o : yo los lie
« E X ? ' í m § e , ü l ° s o s sin h a b l a r d e los antiguos, entre
' 0p ; " " ° t kaio el n o m b r e d e Capilupo. De esta 'suerte
X l f e r t í

n

SUS t a l e n t o s

,

al
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S u n o s e r u d i t o s , entrevo-

Just0 L i p s ¡ 0

e n

-

' e r a s ' y s e a n cuales f u e r e n esos desacierd
° m e n o s , d e s a c a r l o s ¿ la superficie, igual81 U n a r t l t a h i C i e r a m i r e t r a t o
?
h a b r í a de repre™
y c a l v o ; n o p i n t a n d o u n a cabeza perfecta.
5
u e a a u i e s c r i h n son m i . g p p j p i r n ^ á
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l a l expongo s e Ur n f l avS eY eoo vv las.creo . a ¿ n a d ¿ r f
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ble y que d e b a c r e e r s e á mp. mnti>
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8 mar

r i L 1 , ! ; . ^ ' ? - ^ ^ "1

dcse0

au(;o

r i d a d b a s t a n t e para ser
m e reconozco, demasiad,
mal in.si.ruino.para e n s e ñ a r á lng d e m á s .
d i a S n n ^ H m i §d l^ 0q Qí Jr en ^ (^ u^e c da er bai "a i r c a p í t u l o precedente
'
Í , , l
h a b e r m e extendido más
s o b r e la e d u c a c i ó n de los j ó v e n e s ; por m a n e r a , s e ñ o r a , que

si r e a l m e n t e p o s e y e r a yo a l g u n a c o m p e t e n c i a en tal m a t e ria, en modo a l g u n o p u d i e r a d a r l e m e j o r e m p l e o q u e h a c i e n d o d e ella u n p r e s e n t e al p e q u e ñ u e l o q u e p r o n t o v e r á
la luz (vuestra h i d a l g u í a es g r a n d e p a r a d e j a r de c o m e n z a r p o r un varón). H a b i é n d o m e cabido u n a g r a n d e p a r t e
en la c o n c l u s i ó n de v u e s t r o m a t r i m o n i o , c r é o m e con der e c h o y estoy i n t e r e s a d o en la g r a n d e z a y p r o s p e r i d a d de
todo lo q u e s o b r e v e n g a , á m á s que d e a n t i g u o estoy o b l i g a d o á v u e s t r a s m e r c e d e s , lo c u a l obliga d o b l e m e n t e m i
i n t e r é s h a c i a todo lo q u e con vos se r e l a c i o n a d i r e c t a m e n t e . E n t i e n d o yo, s e ñ o r a , que la m a y o r y p r i n c i p a l dificulItad de la h u m a n a ciencia r e s i d e en la a c e r t a d a dirección
y educación de los niños, del p r o p i o modo que en la a g r i 'cTíTfííráTas l a b o r e s q u e p r e c e d e n á la plantación son s e n cillas y no t i e n e n d i f i c u l t a d ; m a s luego que la p l a n t a h a
a r r a i g a d o , p a r a que c r e z c a hay d i v e r s i d a d d e p r o c e d i m i e n tos, q u e son difíciles. Lo propio a c o n t e c e con l o s h o m b r e s :
d a r l e s vida no es difícil, m a s luego q u e la t i e n e n v i e n e n
los d i v e r s o s c u i d a d o s y t r a b a j o s q u e e x i g e n su educación
ky d i r e c c i ó n . La a p a r i e p ^ i a (je s u s i n c l i n a r i o n e s es tan i n l e c i s a ^ e n i a j p n m e r a infancia y tan i n c i e r t a s y falsas las
promesas que dé a q u é l l a s p u e d e n d e d u c i r s e , q u e no es via' ' e j f e m f á ú i e n l á r p o r ellas n i n g ú n juicio atinado. Cimóh y
í m l s t o c l e s f u e r o n bien distintos d e lo que p o r su i n f a n c i a
h u b i e r a podido a d i v i n a r s e . Los p e q u e ñ u e l o s de los osos y
los p e r r i l l o s m u e s t r a n d e s d e luego su inclinación n a t u r a l ,
m a s los h o m b r e s s i é n t e n s e d e s d e los comienzos impelidos
p o r c o s t u m b r e s , leyes v o p i n i o n e s que los disfrazan fácilm e n t e , p u e s es bien difícil f o r z a r las t e n d e n c i a s ó prop e n s i o n e s n a t u r a l e s . De d o n d e resultó, que p o r n o lia
[elegido bien su c a m i n o , t r a b á j a s e sin f r u t o , e m p l e a n d o " u n

g r
éj

.Í M iñúfil r n d e s t i n a r ;i los niños p r e c i s a m e n t e p a r a
ello que, n o na^n d e s e r v i r , tío" o b s t a n t e tal dificultad,
verepisa á mi e n t e n d e r eri&HBBftarlbs s i e m p r e h a c i a las cosas
*Taejores, d e las ( ^ a l ' Á ^ ' p ^ B H s » A r m y y M prov^¿HT>',T\ján- ffose poco en a d i v i n a c i o n e s n i pronóstico^ dé'QOfe éácathos
c o n s e c u e n c i a s d e m a s i a d o fáciles en la infancia. P l a t ó n , en
su República, e n t i e n d o qué les concetTé a u t o r i d a d d e m a siada.
E s la c i e n c i a , s e ñ o r a , o r n a m e n t o de valer, al p a r q u e i n s t r u m e n t o q u e p r e s t a r e l e v a n t e s servicios, s e ñ a l a d a m e n t e á
las p e r s o n a s d e v u e s t r o r a n g o . E n v e r d a d , e n t i e n d o q u e
n o se e n c u e n t r a bien h a l l a d a en m a n o s b a j a s y plebeyas,
s i é n t e s e m á s orgullosa p r e s t a n d o su c o n c u r s o p a r a c o n d u c i r u n a g u e r r a , g o b e r n a r un p u e b l o , y f r e c u e n t a r la a m i s t a d
de un p r í n c i p e ó d e u n a nación e x t r a n j e r a , que p a r a o r d e n a r un a r g u m e n t o d i a l é c t i c o , p r o n u n c i a r u n a d e f e n s a ó
p r e p a r a r u ñ a c a j a d e pildoras. Asi, s e ñ o r a , como estoy b i e n
s e g u r o d e que no olvidaréis tal p r i n c i p i o en l a educación
de v u e s t r o s hijos, vos q u e h a b é i s g u s t a d o t i e m p o h a d e l a

U-A
k

d u l z u r a de las letras y que p e r t e n e c é i s á u n a familia liter a r i a (aun poseemos los escritos de los a n t i g u o s condes de
Foix, de quien desciende el s e ñ o r conde vuestro esposo *
d e s c e n d é i s vos m i s m a , y Francisco, s e ñ o r de Candal, vues
tro tio, d a a luz todavía obras que e x t e n d e r á n el conoci
miento de aquella cualidad de vuestra familia hasta lo»
siglos venideros), quiero m a n i f e s t a r o s la sola opinión qué
i c e r c a de educación profeso, c o n t r a r i a al común sentir v
uso. Es c u a n t o puedo h a c e r e n vuestro servicio en est«
punto.
Al cargo del m a e s t r o que le confiráis, en la elección del
cual estriba todo el fruto de su educación, a c o m p a ñ a n otras
i m p o r t a n t e s atribuciones, de las cuales m e g u a r d a r é de
h a b l a r p o r no s a b e r n a d a i m p o r t a n t e a c e r c a de ellas - v
sobre lo que m á s a d e l a n t e diré, sólo deseo que aquél fije
su a t e n c i ó n e n lo que p a r a él sea de m a y o r provecho.
A u n niño noble que cultiva las letras, no como medio
de vivir (pues éste e s fin abyecto é i n d i g n o de la gracia y
favor de las m u s a s , tras de s u p o n e r a d e m á s la dependencia
ajena), ni tampoco p a r a b u s c a r e n ellas cosa de adornoque se p r o p o n e a n t e s s e r h o m b r e hábil que h o m b r e sabio'
yo d e s e a r í a que se pusiera muy especial cuidado en encom e n d a r l e á u n preceptor de m e j o r cabeza que provista de
ciencia, y que maestro y discípulo se e n c a m i n a r a n más bien
a la r e c t a dirección del e n t e n d i m i e n t o y costumbres,
que a la e n s e ñ a n z a por si misma, y a p e t e c e r í a también
que el m a e s t r o se c o n d u j e r a en su cargo de u n a manera
nueva.
No c e s a de alborotarse en nuestros oídos, como quien vertiera e n u n embudo, y n u e s t r o d e b e r no se h a c e consistir
m á s que e n r e p e t i r lo que se nos h a d i c h o ; q u e r r í a yo que
el m a e s t r o se s i r v i e r a de otro procedimiento, y que desde
luego, s e g ú n el alcance espiritual del discípulo, comenzase a m o s t r a r ante s u s ojos el e x t e r i o r de las cosas,
h a c i é n d o s e l a s g u s t a r , escoger y d i s c e r n i r por si mismo,
va p r e p a r á n d o l e el camino, ya dejándole en libertad de
buscarlo, l a m p o c o quiero que el m a e s t r o i n v e n t e ni sea
solo el q u e hable; es necesario que oiga á su educando hablar a s u vez. Sócrates, y más tarde Arcesilao, hacían prim e r a m e n t e e x p r e s a r s e á sus discípulos, y luego hablaban
ellos. Ubest plerumque
iis, qui discere volunt,
auetorita»
eorum, qui docenth B u e n o es que le h a g a c o r r e r ante su
vista p a r a j u z g a r de sus bríos y ver h a s t a qué punto se debe
r e b a j a r p a r a a c o m o d a r s e á s u s f u e r z a s . Si de tales requisitos p r e s c i n d i m o s , n i n g ú n f r u t o a l c a n z a r e m o s ; saberlos
escoger y conducirlos con acierto y m e s u r a es u n a de las
l a b o r e s m a s a r d u a s que conozco. Un a l m a s u p e r i o r y fuerte

s a b e c o n d e s c e n d e r con los hábitos de la infancia, al par
que guiarlos Yo camino con mayor s e g u r i d a d v p l a n t a m á s
segura al subir que al bajar.
Aquellos que como n u e s t r o uso tiene por hábito aplican
idéntica pedagogía y procedimientos iguales á la educación
de e n t e n d i m i e n t o s de diversas m e d i d a s y f o r m a s , e n g á ñ a n s e
g r a n d e m e n t e : no e s de m a r a v i l l a r si e n todo un pueblo de
m u c h a c h o s a p e n a s se e n c u e n t r a n dos ó t r e s que h a y a n p o jdido s a c a r algún fruto d é l a educación r e c i b i d a . "Que el
{ m a e s t r e a s e limite á p r e g u n t a r al discípulo las p a T a l j r a r ~

¿a-UgeccigiL jinu llimiuii itfnwtMirv t*

. . ....

r f ' " i 0 , " " ^ J l 1 P'"veüllU que h a sacado, n'6 B W H m é r i o \ n a «el a l u m n o , sino p o r su conducta. Conviene que lo
A p r e n d i d o £ o r _ e l n i ñ o lo explique éste <Te cieÍT m i n o r a s
á otros ,antos
¿
«-' a s o s P a r a
g u ¿ ;,¡L t : s í e m o d o P u e d , a verse s i recibió bien la e n s e ñ a n z a
¿ U J m o j j u y a , j u p u i d o de sus adelantos seirún el método
pedagógico seguido por S ó c r a t e s en los diálogos de P l a t ó n .
Es signo de c r u d e z a ó indigestión el a r r o j a r la c a r n e tal v
n M r a n s f n ^ comido; el estómago no hizo su operación si
no t r a n s f o r m a la sustancia y la forma de lo que se le diera
no se m u e v e sino
por e x t r a ñ a
h
í
J',^81
^ d a y . c o n s t r e ñ i d a , como Ta tenemos

' a n S S ' f a a s - l e a s a J e n a s • e s s i .erva y cautiva bajo la
autoridad de su lección : t r a t ó s e nos h a siibjurado que se
m ? n V i á ^ C Í ° m e e n P ¡ S a t u v e , o c a s í ó n d e h a b l a r familiaru n a p e r s o n a excelente, tan partidaria de Aristóteles, que profesaba con cabal firmeza'la c r e e n c i a de que ,
k re gla de t 0 d a ve rdad
f n r S , /
, ,
é idea sólida e r a su con- 1
formidad con la doctrina aristotélica, y que f u e r a de tal
S
^ a e r a T T r ? ? v a c i 0 ! que Aristóteles lo h a bía visto
todo yt a todo lo había dicho. P o r h a b e r sido esta
s clon
P™P°, '
n t o amplia, al p a r que i n j u s t a m e n t e i n t e r p r e t a d a , n u e s t r o h o m b r e se las hubo d u r a n t e largo tiempo
con la inquisición de R o m a .
° "«'«po
Q g l t f u d . m a f í s t m a c o s t u m b r a r al discípulo á T.asar p o r el
tamiz todas las ideas que l e ^ H I S ^ a c e r d ? ^ L E
su cabeza no dé a l ^ r g n f t A í S S j a f e ^ T u l o i d¿
g ^ t o - ^ i n c i ^ T e A ^ T e s , c o m f l ó i ^ loTesI o s e Ic
»
P ^ r e o s , no deben s e r p a r a él doctrina
d o s é é S ^ L l ' ' P r o P ó n g a s e I é s e m e j a n t e diversidad de juF
éT
escogerá si puede, y si no, p e r m a n e c e r á en la d u d a :
Che non men che saver, dubbíar m'aggrata

8

:

pues si abraza, d e s p u é s de r e f l e x i o n a r l a s , las ideas de Jeno
aplencfen C.CER6', t m V o ^ T

*

4 108 q D 6

2 n S :,r, n ' Í C n e n e n . l U t e l a permanente. SÉNECA, Epitl, 33.
, U e Sa er Umbién el d u d
no!eanl. XI, v 93SU
" '
" " meritorio. .,AN 1 E .

Inficr

d u l z u r a de las letras y que pertenecéis á u n a familia liter a n a (aun poseemos los escritos de los antiguos condes d*
F o i x , de quien desciende el s e ñ o r conde vuestro esposo?
d e s c e n d é i s vos m i s m a , y Francisco, s e ñ o r de Canda!, vues
tro tio, d a a luz todavia obras que e x t e n d e r á n el conocí
m i e n t o de aquella cualidad de v u e s t r a familia hasta lo»
siglos venideros), quiero m a n i f e s t a r o s la sola opinión qUp
a c e r c a de educación profeso, c o n t r a r i a al común sentir v
uso. E s c u a n t o puedo h a c e r e n vuestro servicio en esta
punto.
Al cargo del maestro que le confiráis, en la elección del
cual e s t r i b a todo el fruto de su educación, a c o m p a ñ a n otra<
i m p o r t a n t e s atribuciones, de las cuales m e guardaré de
h a b l a r p o r no s a b e r n a d a i m p o r t a n t e a c e r c a de ellas; v
sobre lo que m á s a d e l a n t e diré, sólo deseo que aquél fije
su a t e n c i ó n en lo que p a r a él sea de m a y o r provecho
A u n niño noble que cultiva las letras, no como medio
de vivir (pues éste e s fin abyecto é indigno de la gracia y
favor de las musas, tras de s u p o n e r a d e m á s la dependencia
ajena), ni tampoco p a r a buscar en ellas cosa de adornoq u e se p r o p o n e a n t e s ser h o m b r e hábil que h o m b r e sabio'
yo d e s e a r í a que se p u s i e r a muy especial cuidado en encom e n d a r l e á u n preceptor de m e j o r cabeza que provista de
c i e n c i a , y que maestro y discípulo se e n c a m i n a r a n más bien
a la r e c t a dirección del e n t e n d i m i e n t o y costumbre',
q u e a la e n s e ñ a n z a por sí misma, y a p e t e c e r í a también
q u e el maestro se c o n d u j e r a en su cargo de u n a manera
nueva.
N o cesa de alborotarse e n n u e s t r o s oídos, como quien vert i e r a e n u n embudo, y n u e s t r o d e b e r no se h a c e consistir
m a s q u e en r e p e t i r lo que se nos h a d i c h o ; q u e r r í a yo que
el m a e s t r o se sirviera de otro procedimiento, y que desde
luego, según el alcance espiritual del discípulo, comenzase a m o s t r a r a n t e sus ojos el e x t e r i o r de las cosas,
h a c i é n d o s e l a s g u s t a r , escoger y d i s c e r n i r p o r si mismo,
ya p r e p a r á n d o l e el camino, ya dejándole en libertad d*
buscarlo. Tampoco quiero que el m a e s t r o invente ni sea
sólo el que hable; es necesario que oiga á su educando hablar á s u vez. Sócrates, y m á s tarde Arcesilao, hacían prim e r a m e n t e e x p r e s a r s e á sus discípulos, y luego hablaban
ellos, übest plerumque
iis, qui discere oolunt,
auctoritas
eorum, qui docente Bueno es que le h a g a c o r r e r ante su
vista p a r a j u z g a r de s u s bríos y v e r h a s t a qué punto se debe
r e b a j a r p a r a acomodarse á s u s fuerzas. Si de tales requisitos p r e s c i n d i m o s , n i n g ú n fruto a l c a n z a r e m o s ; saberlos
e s c o g e r y conducirlos con acierto y m e s u r a es u n a de las
l a b o r e s mas a r d u a s que conozco. Un a l m a s u p e r i o r y fuerte

s a b e c o n d e s c e n d e r con ios hábitos de la i n f a n c i a , al par
que guiarlos. Yo camino con mayor seguridad v p l a n t a más
s e g u r a al subir que al bajar.
Aquellos que como n u e s t r o uso tiene por hábito aplican
idéntica pedagogía y procedimientos ¡guales á la educación
de e n t e n d i m i e n t o s de diversas m e d i d a s y formas, e n e á ñ a n s e
g r a n d e m e n t e : no e s de m a r a v i l l a r si en todo un pueblo de
m u c h a c h o s a p e n a s se e n c u e n t r a n dos ó t r e s que fiavan p o dido s a c a r a l g ú n fruto d é l a educación r e c i b i d a . ' Q u e el
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U'.
|maestro_no^se limite á p r e g u n t a r al discípulo las p a T O a r "
| j f i J a j e c c ¡ g m ~ g i n u lllMlllüli m auufcrdu 4 s u s t a n c i a ; que
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t £ f P ' - o v é f l f l o Que h a sacadoi ¿ 6 p a r i a meúo» n a del a l u m n o , sino p o r su conducta. Conviene que lo
\ a p ' e n d ' d o ^ o r _ e l n m o lo explique éste í é c w n " m a ñ e r a s
U
y ' i r - ;i'-uii:odo á1 oíros tantos casos para
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? ° I>u,?<!a verse si recibió bien la e n s e ñ a n z a
p l ) Idzo suya- pi7«y«nHn Ho o . y adelantos s e g ú n el método
pedagogico seguido por S ó c r a t e s en los diálogos de P l a t ó n .
~ L S Í g n 0 u c r u d e z a é indigestión el a r r o j a r l a c a r n e tal y
n ï ï m cf
comido ; el estómago no hizo su operación si
L ^ n S / ° T a ¿ a s u ^ a n c i a y la forma de lo que se le diera
no se m u e v e
:S K Í Í J » ^
sino por e x t r a ñ a
voluntad y esta ligada y constreñida, como l a tenemos
a as
deas a
enas
es
'J'
=
s i e n a y cautiva ba"o la
autoridad de su lección : tanto se nos h a su'bimadn J o s e
| nos h a dejt
ijado s i n j i b e r t a d n i desenvoltiira

teice

¿ d s j m c r r r

S l n d 0 m e e n P i s a t u v e o c a s i ó n d e h a b l a r familiarm e n t e con u n a p e r s o n a excelente, tan partidaria de A r i s cabal
S
ton^qve.aPr0fefab/
d r m e z a la creencia de que <
f i S a V k r e , 8 l a , d e t - 0 d a v e r d a d é i d e a sólida e r a su con- Y
a
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t n n a
d o p T r í í ,
°aristotélica, y que f u e r a de tal
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y v a c i 0 ; que Aristóteles lo h a bía visto todo y todo lo había dicho. P o r h a b e r sido esta
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" t a V t 0 a m P I i a - ^ Par que i n j u s t a m e n t e i n t o í p r e t a d a , n u e s t r o h o m b r e se las hubo d u r a n t e l a r - o tiémnn
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con la inquisición de R o m a .
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rtiiaiuieies, S Tcomo
S o mios
í Wd ee os e s epicúreos, no deben s e r para él doctrina
propóngasele s e m e j a n t e diversidad d e j u i
cios, él e s c o g e r á si puede, y si no, p e r m a n e c e r á en la d u d a :
Che non m e n c h e s a v e r , d n b b i a r m a g g r a l a « :

2 De l ^ n r n n i a T .
«.0,'eanl! XI, v 93

lUlela
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j ^ r r ár ^dse amró d por
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pues si abraza, d e s p u é s de reflexionarlas, las ideas de J e n o
apVendaeracSl^

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Pf r m a n e n l e - SÉNECA, Epht. 33.
' l a m b i é " el d u d a r e s meri'°ri°-

'«/»"

'

Jtr*

f o n t e y las d e P l a t ó n , e s t a s ideas n o s e r á n va las d e esos
filósofos, s e r á n las s u y a s ; q u i e n sigue á o t r o n o sigue A
n a d i e , n a d a e n c u e n t r a , y h a s t a p o d r í a d e c i r s e q u e nada
busca : q u e s e p a d a r s e r a z ó n al m e n o s de lo q u e sabe
E s preciso q u e s e i m p r e g n e del e s p í r i t u d e los filósofos;
n o basta con q u e a p r e n d a los p r e c e p t o s d e los m i s m o s '
p u e d e o l v i d a r si q u i e r e cuál f u é la f u e n t e de su e n s e ñ a n za, p e r o á condición d e s a b é r s e l a a p r o p i a r . L a v e r d a d v la
r a z ó n son p a t r i m o n i o d e todos, y a m b a s p e r t e n e c e n p o r
igual al que habló a n t e s q u e al q u e h a b l a d e s p u é s . T a n t o
m o n t a d e c i r s e g ú n el p a r e c e r de P l a t ó n q u e s e g ú n el mió,
p u e s los dos v e m o s y e n t e n d e m o s del m i s m o modo. Las
a b e j a s e x t r a e n el j u g o d e d i v e r s a s flores y luego e l a b o r a n
la miel, que e s p r o d u c t o suyo, y no tomi'llo ni m e j o r a n a :
asi las n o c i o n e s t o m a d a s á o t r o , las t r a n s f o r m a r á y modific a r á p a r a c o n e l l a s e j e c u t a r u n a o b r a que le p e r t e n e z c a ,
f o r m a n d o de este m o d o s u s a b e r y s u d i s c e r n i m i e n t o . Todo
el estudio y todo el t r a b a j o n o ' d e b e n i r e n c a m i n a d o s á
d i s t i n t a m i r a q u e á s u f o r m a c i ó n . Q u e s e p a o c u l t a r todo
aquello de q u e se h a s e r v i d o y e x p r e s e sólo lo q u e h a a c e r tado á h a c e r . Los s a l t e a d o r e s y los t r a m p o s o s e x i h i b e n o s t e n s i b l e m e n t e s u s fincas y l a s cosas q u e c o m p r a n , y no el
d i n e r o q u e r o b a r o n ó m a l a m e n t e a d q u i r i e r o n ; tampoco
v e r é i s tos h o n o r a r i o s s e c r e t o s que r e c i b e u n e m p l e a d o de
la j u s t i c i a , m o s t r a r a o s sólo los h o n o r e s v b i e n a n d a n z a s que
obtuvo p a r a si y p a r a s u s h i j o s : n a d i e e n t e r a á los d e m á s de lo
q u e r e c i b e , c a d a cual d e j a v e r s o l a m e n t e sus adquisiciones.
El f r u t o d e n u e s t r o t r a b a j o d e b e c o n s i s t i r en t r a n s f o r m a r
al a l u m n o e n m e j o r y m á s p r u d e n t e . D e c í a E p i c a r m e s que
el e n t e n d i m i e n t o q u e v e y e s c u c h a es el q u e de todo aprov e c h a , d i s p o n e de t o d o , o b r a , d o m i n a y r e i n a ; todo lo d e m á s no son sino c o s a s c i e g a s , s o r d a s v sin a l m a . Voluntar i a m e n t e c o n v e r t i m o s e l e n t e n d i m i e n t o e n c o b a r d e y servil
p o r no d e j a r l e la l i b e r t a d q u e le p e r t e n e c e .
¿Quién p r e g u n t ó j a m á s á su discípulo la opinión q u e for
m a r d e la r e t ó r i c a y l a g r a m á t i c a , ni d e tal ó c u a l s e n t e n c i a
de C i c e r ó n ? Son i n t r o d u c i d a s las i d e a s e n n u e s t r a memor i a con la f u e r z a d e u n a flecha p e n e t r a n t e , como o r á c u l o s
e n q u e las letras y l a s s i l a b a s c o n s t i t u y e n la s u s t a n c i a de
l a cosa. S a b e r de m e m o r i a , n o es s a b e r , e s sólo r e t e n e r lo
q u e se h a dado en g u a r d a á l a m e m o r i a . De aquello que se
c o n o c e r e c t a m e n t e se d i s p o n e en todo m o m e n t o sin m i r a r
el p a t r ó n ó m o d e l o , s i n v o l v e r la vista h a c i a el libro. P o b r e
c a p a c i d a d la q u e se s a c a ú n i c a m e n t e d e los libros. T r a n s i j o
con q u e sirva d e o r n a m e n t o , n u n c a d e f u n d a m e n t o , y va
P l a t ó n decía que la firmeza, l a fe y l a s i n c e r i d a d c o n s t i t u y e n la v e r d a d e r a filosofía; las c i e n c i a s cuva misión es
o t r a , y cuyo fin es d i s t i n t o , no son m á s q u e p u r o artificio.
Q u i s i e r a yo que P a l u é l ó P o m p e y o , esos dos c o n o c i d o s b a i l a r i n e s , nos e n s e ñ a r a n á h a c e r cabriolas c o n verlos d a n -

zar s o l a m e n t e , sin q u e t u v i é r a m o s n e c e s i d a d d e m o v e r n o s
d e n u e s t r o s a s i e n t o s ; asi p r e t e n d e n n u e s t r o s p r e c e p t o r e s
a d i e s t r a r n o s el e n t e n d i m i e n t o , sin q u e b r a n t a r l o ; f u e r a lo
m i s m o el i n t e n t a r e n s e ñ a r n o s el m a n e j o del caballo, el d e
l a pica, á t o c a r el laúd, ó á c a n t a r , s i n e j e r c i t a r n o s e n e s t a s
f a e n a s . Q u i e r e n e n s e ñ a r n o s á b i e n j u z g a r y á bien h a b l a r
sin a c o s t u m b r a r n o s á lo u n o ni á lo o t r o . A h o r a bien, p a r a
tal a p r e n d i z a j e , todo lo q u e a n t e n u e s t r a vista se m u e s t r a
es libro s u f i c i e n t e : la m a l i c i a d e un p a j e , la torpeza d e u n
c r i a d o , u n a discusión d e s o b r e m e s a , son otros tantos mot»
vos d e e n s e ñ a n z a .
P o r esta r a z ó n e s el c o m e r c i o de los h o m b r e s m a r a
v i n o s a m e n t e a d e c u a d o al d e s a r r o l l o del e n t e n d i m i e n t o ,
i g u a l m e n t e q u e la visita á p a í s e s e x t r a n j e r o s , no p a r a
a p r e n d e r s o l a m e n t e , como h a c e la nobleza f r a n c e s a , los
pasos q u e m i d e S a n t a R o t o n d a ó la r i q u e z a d e los p a n t a lones de l a s e ñ o r a Livia; otros n o s r e f i e r e n cómo la c a r a
d e N e r ó n , c o n s e r v a d a e n a l g u n a v i e j a r u i n a , es m á s l a r g a
ó m á s a n c h a q u e la de o t r a m e d a l l a d e la m i s m a época.
T o d a s éstas son cosas bien b a l a d í e s ; se debe v i a j a r p a r a
c o n o c e r el e s p í r i t u de los países q u e se r e c o r r e n y sus c o s t u m b r e s y p a r a f r o t a r y l i m a r n u e s t r o c e r e b r o "con el de
los d e m á s . Yo q u i s i e r a q u e los viajes e m p e z a r a n d e s d e la
i n f a n c i a , y en p r i m e r t é r m i n o , p a r a m a t a r asi d e un tiro d o s
p á j a r o s , por las n a c i o n e s v e c i n a s , en d o n d e la l e n g u a d i h e r a m á s d e la n u e s t r a . Es i n d i s p e n s a b l e c o n o c e r las l e n g u a s vivas d e s d e m u y niño, de lo c o n t r a r i o , los i d i o m a s n o
s e pliegan luego á la p r o n u n c i a c i ó n .
De igual modo es opinión de todos recibida, q u e no es
c o n v e n i e n t e e d u c a r á los h i j o s en el r e g a z o d e sus p a d r e s ;
el a m o r d e éstos los e n t e r n e c e d e m a s i a d o y h a c e flojos
h a s t a á los m á s p r u d e n t e s . No son los p a d r e s c a p a c e s ni
de c a s t i g a r sus t a i t a s , n i de v e r l o s a l i m e n t a r s e g r o s e r a m e n t e , como c o n v i e n e q u e se h a g a ; t a m p o c o p o d r í a n sop o r t a r el verlos s u d o r o s o s y polvorientos d e s p u é s d e a l g ú n
ejercicio rudo, ni q u e b e b i e r a n líquidos d e m a s i a d o c a l i e n tes ó fríos, ni el v e r l o s s o b r e u n caballo indócil, ni f r e n t e
á un t i r a d o r d e florete ó u n b o x e a d o r , c o m o t a m p o c o d i s p a r a r la p r i m e r a a r c a b u z a d a , c o s a s todas n e c e s a r i a s é i n d i s p e n s a b l e s . T a l e s e j e r c i c i o s s o n el ú n i c o m e d i o d e f o r m a r
un h o m h r e cual debe a p e t e c e r s e , y n i n g u n o h a y q u e d e s c u i d a r d u r a n t e la j u v e n t u d ; h a y q u e i r á v e c e s ' c o n t r a los
p r e c e p t o s de la m e d i c i n a :
Vitamque s u b dio, et trepidis agat
In r e b a s

No basta sólo fortificar el a l m a , es p r e c i s o t a m b i é n e n d u r e c e r los m ú s c u l o s ; va el a l m a d e m a s i a d o d e p r i s a si muy
1 . Q u e no t e n g a o t r o t e c h o q u e et A r m a m e n t o ; q u e v i v a r o d e a d o d e a l a r m a s
HORACIO, Od., n i , 2 , 5

luego no es s e c u n d a d a , y tiene p o r si sola demasiada labor
p a r a b a s t a r a d o s oficios. Yo se cuán p e n o s a m e n t e trabaja
la m í a , u n i d a c o m o está á u n cuerpo tan flojo y tan sensible que se e n c o m i e n d a c o n s t a n t e m e n t e á s u s f u e r z a s y con
f r e c u e n c i a a d v i e r t o que en s u s escritos mis maestros los
a n t i g u o s p r e s e n t a n como actos m a g n á n i m o s y valerosos
e j e m p l o s q u e d e p e n d e n más bien del e s p e s o r ' d e la niel y
d u r e z a de los h u e s o s , que del vigor anímico.
He visto h o m b r e s , m u j e r e s y niños de tal modo constituidos, q u e un b a s t o n a z o les es menos sensible que á mí un
capirotazo e n l a s n a n c e s ; que no mueven l e n g u a ni pest a ñ a s a n t e los g o l p e s que se les p r o p i n a n . Cuando los atletas i m i t a n a los filósofos en lo p a c i e n t e s , m á s que fortaleza d e c o r a z ó n , m u e s t r a n vigor de nervios. Endurecerse
al t r a b a j o es e n d u r e c e r s e al d o l o r : Labor callum obdueit
dolon
Es p r e c i s o h a b i t u a r al n i ñ o á la aspereza v fatiga
de los e j e r c i c i o s p a r a a c o s t u m b r a r l e asi á la p e n a v al suf r i m i e n t o de la d i s l o c a c i ó n , del cólico, cauterio, prisión v
t o r t u r a . E s t o s m a l e s p u e d e n , según los tiempos, c a e r sobre
los buenos c o m o sobre los malos. S o b r a d o s ejemplos de
ello vemos e n n u e s t r o s d í a s , p u e s los que hoy combaten
c o n t r a las l e y e s e x p o n e n á los suplicios y á la m u e r t e á los
nombres honrados.
I L a ^ a i ü m U a i d ^ i p r e c e p t o r , a d e m á s , debe s e r absoluta
| W í U ' l nano, y l a p r e s e n c i a de los p a d r e s la imposibilita y
a m i n o r a ; a l o c u a l contribuye también la consideración que
a familia m u e s t r a al h e r e d e r o y el conocimiento que e^ste
tiene de los m e d i o s y g r a n d e z a de su casa. Qircunstancias
f soii .tóias., a mi e n t e n d e r , que se t r u e c a n en
iñ¿ón~
venientes.
'
'
« •
" E F T a s r e l a c i o n e s que m a n t i e n e n los h o m b r e s entre si,
h e advertido c o n f r e c u e n c i a que, en vez de a d q u i r i r conocimiento d e los d e m á s , no hacemos sino darle amplio de
nosotros m i s m o s , y p r e f e r i m o s m e j o r soltar n u e s t r a merc a n c í a que a d q u i r i r l a n u e v a ; la modestia y el silencio son
'•uahdades ú t i l e s e n la conversación. Se a c o s t u m b r a r á al
.-nno a que no h a g a a l a r d e de su s a b e r c u a n d o lo hava adq u i r i d o ; a no c o n t r a d e c i r las tonterías y patrañas que
P n U n í ™ C ' r e , e n •SU, P r e s e i \ c i a > pues es descortés censurar
lo que nos c h o c a o d e s a - r a d a . Conténtese con corregirse
a s i m i s m o y no h a g a a los d e m á s r e p r o c h e de lo qSe le
S Í " !
f e Ponga en contradicción con las públicas

£

T

'

Cet

Sa ere

/

Sine

P°mPa-

sine

incidía *. Huva

de las m a n e r a s p e d a n t e s c a s y de la pueril ambición Se
jiuerer a p a r e c e r a los ojos de los demás P como m á s sutil de
n ° A U L ® S ' / C u a l 8 1 f u e , ; a m e r c a n c í a de difícil colocación
no p r e t e n d a s a c a r p a r t i d o de tales criticas y reparos. De

igual modo que sólo i n c u m b e á los g r a n d e s poetas e m p l e a r
las licencias del a r t e , asi también c o r r e s p o n d e sólo á las
a l m a s g r a n d e s y a los espíritus elevados el ir c o n t r a la
c o r r i e n t e g e n e r a l . Si quid Sócrates aut Aristippus
contra
morem et consuetudinem
fec.erunt, Ídem síbí ne
arbitretur acere: magms enim illi et dicinis bonis hanc Licentiam asseguebantur
Debe a c o s t u m b r á r s e l e á no e n t r a r
en discusiones ni disputas más que cuando hava de h a b é r selas con un c a m p e ó n d i g n o de s e r contradicho. Debe
h a c e r s e de modo que sea escrupuloso en la elección de a r g u m e n t o s , al p a r que a m a n t e de la concisión v la brevedad
en toda discusión; debe a c o s t u m b r á r s e l e s o b r e todo á e n t r e g a r s e y a d e p o n e r las a r m a s a n t e la v e r d a d , luego q u e
la a d v i e r t a , ya nazca de las palabras de su a d v e r s a r i o , va
s u r j a de sus propios a r g u m e n t o s , por h a b e r dado con efla
de p r o n t o ; p u e s no estando obligado á d e f e n d e r n i n g u n a
cosa d e t e r m i n a d a , debe sólo i n t e r e s a r l e aquello que apruebe, no p e r t e n e c i e n d o al oficio en que por dinero contante
se participa de u n a ú otra opinión, ó se p e r t e n e c e á uno ú
otro bando.
Si el preceptor c o m p a r t e mi m a n e r a de ver, e n s e ñ a r á á
su discípulo á s e r m u y leal s e r v i d o r de su s o b e r a n o y
a d e m a s afectuoso y valiente, cuidando á la vez de que su
carino a p r i n c i p e no vaya m á s allá de lo que prescribe el
d e b e r publico. A p a r t e de otros obstáculos que a m i n o r a n
n u e s t r a libertad por obligaciones especiales, la opinión de
un h o m b r e asalariado, ó no es cabal v está sujeta á t r a b a s , ó h a y motivo p a r a tacharla de i m p r u d e n t e é ingrata,
bl v e r d a d e r o c o r t e s a n o no puede t e n e r más lev ni más vountad que las de su amo, quien e n t r e millares" de súbditos
lo escogió para m a n t e n e r l o y elevarlo. Tal m e r c e d c o r r o m pe la f r a n q u e z a del súbdito y le d e s l u m h r a ; asi vemos d e
ordinario que el l e n g u a j e de los cortesanos difiere del de
las d e m á s g e n t e s d e í E s t a d o y que gozan de escaso c r é d i t o
c u a n d o hablan de la corte.
Que la virtud y la h o n r a d e z resalten en sus palabras y
que éstas vayan s i e m p r e e n c a m i n a d a s á la razón. P e r s u á dasele de que la declaración del e r r o r que e n c u e n t r e en
sus propios razonamientos, a u n q u e sea él solo quien lo advierta, e s clara m u e s t r a de sinceridad y de buen juicio, cualidades á que debe s i e m p r e t e n d e r , pues la testarudez y el
desmedido deseo de s u s t e n t a r las propias a s e r c i o n e s son
patrimonio de los e s p í r i t u s bajos, m i e n t r a s que el volver
sobre s u aviso, c o r r e g i r s e , a p a r t a r s e del ei r o r en el calor
mismo de la discusión, a r g u y e cualidades muv principales,
al p a r que u n espíritu elevado y filosófico. Debe a c o s t u m b r á r s e l e á que c u a n d o se e n c u e n t r e en sociedad fije en todas
J ; I * ° r c f n e ArisUpo ó S ó c r a t e s no r e s p e t a r o n s i e m p r e las c o s t u m b r e s de s u
ü ü , . ' . ? T Í " n e ™ s u p o n e r q u e vosotros podéis imitarlos. Su mérito t r a s c e n d e n t a l y casi divino a u t o r i z a b a e s a l i b e r t a d . QCEBU», Arad
II 41.
r

1. El t r a b a j o os e n d u r e c e al dolor. CICEBÓN, Tuse, ouxsl, ]I LÜ
2 . Se p u e d e s e r s a b i o con modestia, sin orgullo. s S j ^
l t

partes su atención, pues s u e l e ocurrir que los sitios de
preferencia ocupanios las p e r s o n a s de menor mérito, y las
que gozan de mayor fortuna no comulgan con la capacidad
t r i u n a ocasión he visto, sin embargo, que mientras en l¿
m a ? apartado de una mesa h a b l á b a s e de la h e r m o s u r a de una
tapicería o del sabor de la malvasia, en el otro extremo «
Hacia gala de ingenio de b u e n a lev, en que los primeros
no ponían la menor atención. Debe acostumbrársele á sond e a r el alcance de los rasgos de cada hombre en particul a r . el boyero, el al bañil, la p e r s o n a que pasa por la calle
todo debe examinarlo y a p o d e r a r s e de lo característico dé
c a d a uno, pues todo es bueno p a r a la casa; la misma torpeza y desacierto ajenos s e r v i r á n l e de instrucción, v en el
e x a m e n de las m a n e r a s de los d e m á s gustará de las buenas
y desdeñara las malas.
Sea inspirado su e n t e n d i m i e n t o por una curiosidad legitima que le haga informarse d e todas las cosas; todo aquello que haya de curioso en d e r r e d o r suyo debe verlo va
s e a un edificio, una fuente, u n hombre, el sitio en que se
m a » n o ™ a n t l g u a b a t a l l a ' e l P a s o d e C é s a r ó e l de ¿ a r l o Quse t e l l u s s i l l e n t a g e l u , q u » p u t r i s a b <estu ;
Ventus m Ilaliain q u i s b e n e v e l a f e r a t «;

informarse á la vez de las c o s t u m b r e s , recursos y alianzas
a que 1
, , P r m c i P e i ü ? s a s son éstas que gusta aprend e r \ el saberlas es muy útil.
Al hablar del trato de los h o m b r e s incluyo entre ellos v
por modo principalísimo á los grandes, aquellos que no viI Z f X o G " l 0 f il Hr° S 3 ; d e b e f r e c u e n t a r los historiadores
que elataron la vida de las a l m a s principales de los siglos
mas esclarecidos Es éste p a r a muchas gentes un estadio
balad., mas para los espíritus delicados ocupación que proc u r a frutos inestimables y el ú n i c o que según Platón los lacedemonios se reservaron p a r a sí m í s m o s f P u e d e sacar,por
ense
S P T g ^ r 0 v e c b o
ñ a n z a con la lectura de las
í í / 1 " 1 3 ™ ; P e r o q u e el preceptor no pierda de
68 d ü n Áe s a s
d e s v e l o s ; que no ponga tanto
interés en ensenar a su discípulo la f e c h a de la ?uina de
Cartazo como las costumbres d e E s c i p i ó n y Anibal; ni tanto
en in ormarle del lu^ar d o n d e murió Marcelo ¿orno en
al 1 T e
S
^
f
r
J
e n c o n t r ó la muerte por no haber
estado a la altura de su d e b e r . Que no ponga tanto interés
en que a p r e n d a los sucesos c o m o en que sepa juzgarlos;
es a mi modo de ver la h i s t o r i a la parte en que ios espíritus se aplican de m a n e r a m á s diversa, sacando cada cual
consecuencias distintas, s e g ú n s u s peculiares dotes; yo he
leído en lito Livio cien cosas que otro no ha leído.'Plu1. Qué región e s t á a m o r t e c i d a p o r el f r í o ó a b r a s a d a ñor el sol" a u é viento
propicio e m p a j a las n a v e s á Italia. PROPERCIO, IV, 3, 39.

tarco ha leído ciento más, que yo no he sabido encontrar,
y acaso haya entre ellas mucha's en que el autor ni pensó
siquiera; es para unos la historia u n simple estudio de g r a mática, para otros la investigación recóndita de los p r i n cipios filosóficos que explican las acciones más oscuras de
la h u m a n a naturaleza. Hay en Plutarco amplios discursos
que son muy dignos de ser sabidos, y según mi d i c t a m e n ,
es maestro acabado en tales m a t e r i a s ; mas hay otros que
el historiador no ha hecho más que indicar ligeramente,
señalando sólo como de pasada el camino que podemos seguir si queremos profundizarlos. Preciso es, pues, a r r a n carlos del lugar donde se encuentran y hacerlos nuestros,
como por ejemplo, la siguiente f r a s e : que los habitantes de
Asia obedecían á uno solo por ignorar la pronunciación
de una sola silaba, la silaba no. Acaso fué este pasaje el
que dió ocasión á La Boétie para escribir la
Servidumbre
voluntaria.
¡ Lástima que los hombres de gran entendimiento propendan con exceso á la concisión! Sin duda con
ello su reputación no disminuye ni su valer decrece; mas
para nosotros, que valemos mucho menos, el exceso de laconismo perjudica nuestra enseñanza. Gusta más P l u t a r c o
de ser estimado por sus juicios que por su s a b e r ; prefiere,
antes que saciarnos, que nos quedemos con apetito, v comprende que hasta leyendo cosas excelentes puede fatigarse
el lector, pues sabe nue Alexandridas censuró con justicia
á un hombre que hablaba con acierto á los eforos, pero que
diluía demasiado las ideas:« ¡Oh, extranjero, di jóle, si bien
nos cuentas cosas agradables, las expones de un modo
inconveniente ! » Los que tienen el cuerpo flaco lo abultan
i n t e r i o r m e n t e ; asi aquellos cuyas ideas son insignificantes
las inflan con palabras.
La frecuentación del mundo y el trato de los hombres
procuran clarividencia de juicio; vivimos como encerrados
en nosotros mismos; nuestra vista no aleanza más allá de
nuestras narices. Preguntado Sócrates por su patria, no
respondió sov de Atenas, sino soy del mundo. Como tenia
la imaginación amplia y comprensiva, abrazaba el universo cual su ciudad n a t a l , extendiendo su conocimiento,
sociedad y afecciones á todo el género h u m a n o , no como
nosotros que sólo extendemos la mirada á lo que cae bajo
uuestro dominio. Cuando las viñas se hielan en mi lugar,
asegura e s c u r a que la causa del mal es un castigo del cielo
que el Señor envía al género humano, y afirma que la sed
ahoga ya hasta á los caníbales. Considerando nuestras guerras intestinas, ¿quién no juzga que el mundo se d e r r u m b a
y que tenemos encima el día del juicio final? Al abrigar
tal creencia no se para mientes en que mavores males han
acontecido, ni tampoco que en las diez mil partes del u n i verso las cosas no van mal en igual momento. Yo, en presencia de tantas licencias y desórdenes, y de la impunidad

. otros en el comercio p a r a l o g r a r g a n a n c i a . Incipe : vivendi r e c l e qui prorogal h o r a m . pues d e h a b e r s a b i d o c o n d u c i r con a c i e r t o s u s i n t e r e s e s . d0 Lo ® q u e J ? s .fd" 61 m n n d 10 q U e S m 0 S y C °' ° V i U ^ i l X u ? ™ ™ A estos e j e m p l o s p o d r á n a c o m p a f l a r todas l a s s e n t e n c i a s m á s p r o v e c h o s a s de la filosofía. . l | n ? ' y l a licencia c u a es son los c a r a c t e r e s q u e reviste el sólido y v e r d a d e r o 1 h pUnt Z m eu er rt tPe . . sólo ése e s t i m a y j u z g a las cosas d e un modo adec u a d o á s u cabal m a g n i t u d . q u i e n lea en su aspecto su g e n e r a l y c o n s t a n t e v a r i e d a d . mil pI m • H I IU h IP 1In ' Ir ral 1 1 H i ! . c o s t u m b r e s y l e y e s . ' ° e s . la t e m p l a n z a y la d S i ' í?rerícia e x i s t e e n t r e la a m b i c i ó n y la ávaV ldUfflbr y l a S H j e c i ó n l a . a bien vivir v á bien tn¿rir. c o n t r i b u y e n á la i n s t r u c c i ó n d é n u e s t r a vida y c o n d u c t a . S Í t t S » L . asi en el E s t a d o c o m o en la p ú b l i c a f o r t u n a . d e c í a P i t á g o r a s . Si s a b e m o s r e s t r i n g i r a q u e l l o . y otros hay. c o s a s s e a n el valor. . por v i r t u d d e las cuales d e b e n j u z g a r s e los actos h u m a n o s . t a n t o s c a m b i o s s u r g i d o s . Sapereaude. ? u s U l i E L n r t e í n U C S t . N u e s t r a vida. a u t q u í d a m victuri g i g n i m u r « . Tal d i v e r s i d a d de caracter e s . o p i n i o n e s . a s penalidades de la vida. . la m a j e s t a d inflada de t a n t a s c o r t e s y grandezas. \ y q u é c o s a e s ' i n o r a r .6-S 1 0 r e d u c i m o s > v e r e m o s q u e la m a y o r p a r t e d e a ^ c i e n c i a s quo s e e s t u d i a n son inútiles á nuéVíró fin p a r t i c u l a r . todas. hacen r i d i c u l a la e s p e r a n z a d e e t e r n i z a r n u e s t r o n o m b r e por el m é r i t o d e h a b e r n o s a p o d e r a d o d e diez m e z q u i n o s soldados y d e un g a l l i n e r o .nente H o S . como u n trazo casi i m p e r ceptible. e t l a b e l u r in o m n e volubilis s r u i n ». h a c i e n d o q u e la j u z g u e m o s a t i n a d a m e n t e . Insensiblem e n t e todos p e r m a n e c e m o s e n e r r o r a n á l o g o . éstas y a q u é l l o s e n t e r r a d o s en el olvido. y e n c a m i n a n u e s t r o criterio al r e c o n o c i m i e n t o d e su imperfección y d e su n a t u r a l d e b i l i d a d . cuyos fines c o n s i s t e n sólo en inv e s t i g a r l a r a z ó n de las cosas y en s e r pacíficos espectad o r e s d e l a vida d e los d e m á s h o m b r e s p a r a o r d e n a r y j u z g a r la s u y a p r o p i a . Q u i e n r e c i b e el g r a n i z o s o b r e su cabeza c r e e q u e l a t e m p e s t a d r e i n a en todo el h e m i s f e r i o . p a s a d 0 . e t h u m a n a q u a p a r t e loeatus e s in r e . S e le e n s e ñ a r á : H ? Quid fas optare. sino todo un r e i n o . r s e de todo c u a n t o no nos sea p r o . quid a s p e r U U l e n u m m u s h a b e l . cuya e x i s t e n c i a salió á luz p o r la nueva d e n u e s t r a a c c i ó n . q U e n0S y l a c a u * a de las " e n n u e s t r a naturaleza.i 'i1 E s t e m u n d o d i l a t a d o . 2 n é ^ ? S Í \ e ! r S a b e . PI'HOK el dolor y laW d eÍ s h o n r a . CAPÍTULO XXV d e los m i s m o s . el ri0 c o r r e y eterna. se a s e m e j a á l a g r a n d e y p o p u l o s a a s a m blea d e l o s j u e g o s olímpicos. u n o s e j e r c i t a n su c u e r p o para a l c a n z a r r e n o m b r e en los j u e g o s . el cual e n t e n d í a q u e el r e y d e F r a n c i a h a b í a sido u n t o n t o . p r i m e r o s discursos q u e deben infilt r a r s e e n su e n t e n d i m i e n t o d e b e n s e r los q u e t i e n d e n al r é g i m e n de sus c o s t u m b r e s y s e n t i d o s . M a s quien se r e p r e s e n t a como en u n c u a d r o esta dilatada i m a g e n de n u e s t r a madre n a t u r a l e z a en su cabal m a j e s t a d . "I nil*. y q u e a u n e n t r e las de utilidad r e c o n o c i d a \ h a y urnchas p a r t e s p r o f u n d a s i n ú t i l e s d e todo en todo q u é ^ E S S W 1 b u e n a m e n t e d e b e m o s d e j a r á un lado ' ¿ o n S f e 1 ^ p r i n c i p i o s en que S ó c r a t e s f u n d a m e n t a b a la e d u c a c i ó n . cuál d e b e s e r el ^ l l l " ^ q u é . s e c t a s . del propio modo que todas las q u e l . q u e r c a r r e a g r a v e s c o n s e c u e n c i a s y p r e j u i c i o s .° son licitos el t e m o r d e la El quo q u e m q u c modo f u g i a t q u e f e r a t q u e laborem «. g u a bay * ev¡. e s t e a p r e n d i z a j e reviste la m a y o r i m p o r t a n c i a . E n conclusión.ar < Ó S0 °" " u é 'O H Í K "os"'diaffser: P ° r l a r ' .LIBRO I. que a l g u n o s m u l t i p l i c a n todavía como las e s p e c i e s d e n t r o de su g é n e r o . q i 40 . R u s t í a i s e i p e e t a l d n m d e n n a l a m n i s . £ S n . m i deseo es q u e el u n i v e r s o entero s e a el libro de n u e s t r o escolar. los que le e n s e ñ e n a c o n o c e r s e . m u e v e n reside p r S t a n tarn ? . v las q u e s e r e f i e r e n a n u e s t r a p r o f e s i ó n . la v a n i d a d y el orgullo de t a n t a s extrañ a s p o m p a s . t a n t o s n o m b r e s . m á s bien e n c u e n t r o que n u e s t r a s desdic h a s s o n b l a n d a s . enséñ a n o s á j u z g a r r e c t a m e n t e d e los n u e s t r o s p e c u l i a r e s . patrias c a r i s q u e p r o p i n q u i s Q u a n t u m e l a r g i n d e c e a t : q u e m te Dcus e s s e J u s s i t . hubiera llegado á s e r m a y o r d o m o de su d u q u e . tantos m i l l a r e s de h o m b r e s que vivieron a n t e s que nosotros f o r t i f í c a n n o s y nos a y u d a n á n o t e m e r el i r á encont r a r al o t r o m u n d o tan e x c e l e n t e c o m p a ñ í a . nos a f i r m a y a s e g u r a en la consideración d e l a n u e s t i a . . C r e n C e m ° S p 0 P l a s f l u e n o s h a c e n l i b r e s . su c a b e z a no conc e b í a m á s e l e v a d a j e r a r q u í a q u e la de su a m o . S U m a n e 7 . at illa Labitur. q u i e n se c o n s i d e r e no ya él m i s m o . i b e r t a d . 8 i' i. q u e n o son c i e r t a m e n t e los m á s i n s i g n i f i c a n t e s . a d o < s i a sus n a t u r a l e s y Í J K L. e s el e s p e j o en que p a r a c o n o c e r n o s fielmente d e b e m o s c o n t e m p l a r nuestra i m a g e n . Quid s u m u s . . j u i c i o s . l í n t r e las a r t e s t e a . m a s e l i j a m o s e n t r e ellas las de u n a utilidad m á s d i r e c t a . b j ó n su c o n c u r s o . { E s i n o c e n t e el e n s e ñ a r á n u e s t r o s h i j o s : es o q u e Dios h a q u e r i d o q u e el h o m b r e f u e s e sóbre P a t í e r ^ a SaW. con ojos serenos. y á este p r o p ó s i t o m e r e c e c i t a r s e el dicho del s a b o y a n o . nos e n s e ñ a n á no admir a r n o s d e la n u e s t r a . S n ' . d e k ^ r e s c i n d . t a n t a s victorias v c o n q u i s t a s .

con t a n | a d u s t o y tan odioso r o s t r o ? N a d a h a y . . u n a faz triste y t r a n s i d a p r o c l a m a q u e de ella la filosofía está a u s e n t e . y q u i e n s a b e la d i r e c c i ó n p u e d e l l e g a r á ella f á c i l m e n t e p o r u n a s u a v e y a m e n a p e n d i e n t e c u b i e r t a d e g r a t a s o m b r a y tapizada d e v e r d e c é s p e d . considerándolas 1. c o l o c a d a en l a c ú s p i d e de u n m o n t e e s c a r p a d o é i n a c c e s i b l e . t i e n e la v i r t u d p o r t é r m i n o . y si el discípulo no p o s e e f u e r z a s b a s t a n t e s p a r a enc o n t r a r en los libros todo lo b u e n o q u e c o n t i e n e n para s a c a r l a e n s e ñ a n z a que p e r s i g u e . sino de r a z o n e s natur a l e s y p a l p a b l e s . í E s cosa d i g n a d e fijar l a a t e n c i ó n lo q u e e n n u e s t r o siI g l o a c o n t e c e . ó p a r a los q u e e s t u d i a n los d e r i v a d o s de los c o m p a r a t i v o s x w ?° v y P&ttov y d e los s u p e r l a t i v o s ysípicTO'» y ?&Tt<rov.mo d u p l i c a la X. Q u e tal e n s e ñ a n z a e s m á s útil y nat u r a l q u e la de Gaza. l a s u p e r s t i c i ó n . R e c i b i r á la e n s e ñ a n z a por m e d i o de exp l i c a c i o n e s u n a s v e c e s . e n s e ñ a r á r e s i s t i r las fiebres y el h a m b r e con c o n t i n e n t e s e r e n o . h e r m o s a . ¿ q u i é n h a osado d i s f r a z á r m e l a con a p a r i e n c i a s tan l e j a n a s á la v e r d a d . e n l a s c u a l e s n a d a había que c o n t r i b u y e r a a d e s p e r t a r el e s p í r i t u . la filosofía h a d e m o s t r a r h a s t a e x t e r i o r m e n t e el r e p o s o y el b i e n e s t a r .\ACMOBTE. doprondas e t g a u d i a : sumit utrumqae lnde habilura fací es El a l m a que a l b e r g a la filosofía d e b e . esos t e r m i n a j o s de baroco y baralipton 2 . ya el p r e c e p t o r le s u m i n i s t r a r á l a d o c t r i n a del a u t o r que est u d i e . ó al veros e n actitud tan r e p o s a d a y a l e g r e no s o s t e n é i s disquisisión n i n g u n a . t e n i e n d o ya el juicio formado. t s . la cual n o e s t á como la e s c u e l a a s e g u r a . d e b e r á p r o c u r á r s e l e un m a e s t r o e s p e c i a l e n c a d a m a t e r i a p a r a q u e a d o c t r i n e comp l e t a m e n t e al a l u m n o . » A lo c u a l u n o d e ellos.d e s c a r n a d a s . P o r no h a b e r l o g r a d o a l c a n z a r esta v i r t u d s u p r e m a . y p o r m e d i o de los l i b r o s o t r a s . del León i n ñ a m a d o v la de Capricornio. n o v a l i é n d o s e d e p r i n c i p i o s i m a g i n a r i o s . " 2. h a c e r s a n a la m a t e r i a . H e r a c l e o d e M e g a r a . 89. y estoy por d e c i r q u e h a s t a 1 j u g u e t ó n . p o r el c o n t r a r i o . y alberg a n d o a d e m á s i n t e r i o r m e n t e otros t a n t o s e n e m i g o s de la v i d a . y l a c i e n c i a que p a r t i c u l a r m e n t e cultive. s e le m o s t r a r á q u é cosas son la lógica. d e b e f o r m a r á s e m e j a n z a s u y a el porte e x t e r n o y p r o c u r a r l e . 10. a l e g r a n y r e g o c i j a n á los q u e d e ellas t r a t a n muy lejos de p o n e r l o s g r a v e s ni de c o n t r i s t a r l o s . j a m á s d e j a de s e r la s e r e n i d a d y la c a l m a . ¿ con t i e s u r a y c e ñ o t e r r i b l e s . la t e m e r i d a d . m á s a l e g r e . No p r e g o n a la filosofía sino fiesta y tiempo a p a . Od. C a d a cual debe h a c e r s e la cons i d e r a c i ó n s i g u i e n t e : « H a l l á n d o m e devorado p o r l a ambición. l a r e t ó r i c a . c u y a misión es s e r e n a r las t e m p e s t a d e s del a l m a . p o r c o n s i g u i e n t e . fértil y floreciente.i[ioi. d i v e r t i d o . q u e s e s u m e r g e e n la m a r occidental. » D e p r e n d a s animi tormenta latentis in ® g r o Corpore. El testimonio m á s s e g u r o d e la s a b i d u r í a e s u n gozo c o n s t a n t e i n t e r i o r . y a l e o f r e c e r á l a m i s m a d o c t r i n a e x t r a c t a d a y aclar a d a . ¡ C ó m o ! la filosofía. el espíritu e n c u e n t r a m a t e r i a c o n q u e n u t r i r s e . l a g e o m e t r í a . n o son la c i e n c i a . bajo la cual c o n t e m p l a todas las c o s a s . y asi l l e g a r á m á s p r o n t o á la m a d u r e z . D e m e t r i o el g r a m á t i c o e n c o n t r ó en el templo d e Delfos u n a r e u n i ó n d e filósofos y les d i j o : « O yo m e e n g a ñ o g r a n d e m e n t e . XVII. p a r a la cabal s a l u d d e aquélla. la c i e n c i a d e los a s t r o s y el m o v i m i e n t o d e l a octava esfera a n t e s q u e los suyos p r o p i o s : s u s i n c l i n a c i o n e s y pasiones y los m e d i o s d e g o b e r n a r u n a s y o t r a s : Tt nXsiáSsaat y. u n a s p e c t o activo y a l e g r e y un s e m b l a n t e c o n t e n t o y b e n i g n o . ¿ q u i é n p u e d e d u d a r l o ? Consistía la d e e s t e g r a m á t i c o e n p r e c e p t o s o s c u r o s é i n g r a t o s . l a física. l a avaricia. 1. 1. su e s t a d o . A n a x i m e n e s e s c r i b í a á P i t á g o r a s : « ¿ Q u é p r o v e c h o puedo yo s a c a r del c o n o c i m i e n t o d e l a m a r c h a d e los a s t r o s cuando t e n g o s i e m p r e p r e s e n t e s a n t e m i s o j o s la m u e r t e y la serv i d u m b r e ? « E n a q u e l l a é p o c a los r e y e s p e r s a s p r e p a r a b a n la g u e r r a c o n t r a los g r i e g o s . c o n s i d é r a n l a . p o r el c o n t r a r i o . el f r u t o q u e se a l c a n z a e s s i n c o m p a r a c i ó n m a y o r . y los que p o r tal la t i e n e n . ¿ e s licito q u e m e p r e o c u p e del s i s t e m a del m u n d o ? • L u e g o d e h a b e r l e e n s e ñ a d o todo c u a n t o c o n t r i b u y e á hac e r l e m e j o r y m á s juicioso.¿ Que m e importan l a s P l é y a d e s ni l a constelación del Boyero? A. p o r lo q u e toca á las m á x i m a s de l a filosofía.Quid m o v e a n t P i s c e s . s i t u a d a en lo alto de u n a h e r mosa planicie. E n t i e n d o q u e ' l a c a u s a d e tal d e s d é n son los ergot í s t a s q u é s e h a n a p o s t a d o e n s u s a v e n i d a s y la h a n disfra2. muy l u e g o la p o s e e r á . IX. z a d o y a d u l t e r a d o . E n el m é t o d o que yo p r e c o n i z o . la filosofía c o n s t i t u y e h a s t a p a r a las person a s d e m a y o r c a p a c i d a d u n a c i e n c i a q u i m é r i c a y v a n a que c a r e c e de aplicación v v a l o r . asi e n l a t e o r í a como en la p r ó c t i c a . como el de las cosas s u p e r l u n a r e s .1 ' c i ó l e . r e s p o n d i ó : • B u e no e s eso p a r a los q u e e n s e ñ a n si el f u t u r o del verbo Poj. t r i u n f a n t e . J P V C N A L . PBOPEHCIO. Tí S'ácToáíTlV BO<Í>X£Ü) * . los q u e la h a n visto d e c e r c a . E s e r r o r g r a n d e p r e s e n t a r como inaccesibles á los niños las v e r d a d e s d e la filosofía. Los s u f r i m i e n t o s d e un espíritu intranquilo s u r g e n al e i t e r i o r j d e in propi» s u e r t e q u e la a l e g r í a . Cuál e s la influencia del signo d e Piscis. % Términos d e la a n t i g u a escolástica. Lolus e t Hesperia q u i d Capricornus a q u a *. p u e s m e n e s t e r es que los t a l e s a r r u g u e n su c e ñ o á c a u s a de su c i e n c i a . ¡ n o la c o n o c e n m á s q u e de oídas. el s e m b l a n t e r e f l e j a e s a s d i v e r s a s afecciones del a l m a . en pal a b r a s v a n a s j. u n a d i g n i d a d a g r a d a b l e . q u e c o n v i e r t e n la e n s e ñ a n z a de los sabios artificiales en t e n e b r o s o lodazal. IV. ó los q u e de tal s u e r t e la e x p l i c a n . a n i n t o s a q u e signa Leonig. jovial.

¿ q u é r a z ó n h a y p a r a que d e j e m o s d e suministrárselas? Udum e t raolle l u t u m e s t . con¿ h f e r l o s p u r o s . sin p e r d e r m o m e n t o . h a g a m o s sólo m é r i t o d e los sencillos discursos d e la hlosofia. La filosofía e n c i e r r a m á x i m a s lo m i s m o p a r a el n a c i m i e n t o del h o m bre q u e p a r a su d e c r e p i t u d . despechado a m e n a z a d o r y a v i n a g r a d o . a ñ a d o ' d e u n a belleza f b l a n d a . .' c í o . for2 1 % o t r a q u e l e P e r t e n e z c a p o r e n t e r o . le o f r e c e r á á B r a d a m a n t e ó á A n g é l i c a p°oraína das. de A r i s t ó t e les. y la h a n colocado s o b r e la cima d e e s c a r p a d a r o c a . activa. q u e h a s t a los n i ñ o s p u e d e n p r a c t i c a r l a del propio m o d o q ú e l o s hombres asi los s e n c i l l o s como los sutiles. s e p a m o s e s c o g e r l o s y e m p l e a r l o s o p o r t u n a m e n t e : son tan fáci es d e c o m p r e n d e r como un c u e n t o de B o c c a . l a m a d r e 1 u e C i m e n t a los placeres a l pa r q U e l0S m a n t i e n e e n . p l a g a d a d e m o n s t r u o s . el j u s t o medio. utilidad y placer d e su e j e r c i c i o . C o n s i d e r o yo á n u e s t r o s t r i s t e s ergotistas c o m o m u c h o m á s i n ú t i l e s . Merced á provisión tan sana. e n conclusión a r t i f i c i a l : la una d i s f r a z a d a d e m a n c e b o . a m a j a v i d a . al p a r q u e v a l e r o s a .„ S l l a f o r t u n a le falta. la gloria y l a salud. a q u i e n e s a d o r n a u n a belleza i n g e n u a . e l r e s t o p e r t e n e c e á la a c c i ó n . sino h a s t a el c a n s a n c i o . los p e d a n t e s la han m o s t r a d o con s e m b l a n t e t r i s t e . S Z S Si el discípulo es d e tal condición q u e p r e f i e r e o í r !a r e lación d e u n a fábula á la n a r r a c i ó n d e un v i a j e i n t e r e s a n t e ó á e s c u c h a r u n a m á x i m a p r o f u n d a . no p e r d e r í a su tiempo e s t u d i a n d o los poetas U n c o s . y le h a r á v e r d e u n modo p a l p a b l e q u e los d i o s e s se h a n m o s t r a d o s i e m p r e m á s propicios a Venus q u e á P a l l a s . s e a n enemigos " S . tan a p a r t a d o de toda t r a b a . están al a l c a n c e de un niño r e c i é n d e s t e t a d o : m á s á su a l c a n c e que el a p r e n d e r á l e e r y á e s c r i b i r . t a n r e d u c i d o sólo en lasJjuUuicciones~ñ7^-ps a n a s . Í 3 . de q u e n u e s t r a vida n o p u e d e s a c a r n i n g ú n p r o v e . la belleza. a la p e d a g o g í a no debe m á s q u e los q u i n c e p r i m e r o s ¡ a n o s de su vida. l ) a i . si al toque del t a m bor. m a g n a n i m i d a d . e n tal caso no e n c u e n t r o otro r e m e d i o s i n o que t e m p r a n a m e n t e el p r e c e p t o r le e s t r a n g u l e c u a n d o n a d i e le vea. h o m b r u n a sino vigorosa. n a t u r a l é irro conciliable e n e m i g a d e todo d e s a b r i m i e n t o y s i n s a b o r L todo t e m o r y violencia. a p a r t e m o s todas"esas s u t i l e z a s e s p i n o s a s d e Ia~aialéctica. III.S ó c r a t e s s e colocaba al n l v é l U e U o ^ a i . a l t e r a y d e f o r m a . s i g u i e n d o el p r e c e p t o d e P l a t ó n . todos los q u e la n a t u r a l e z a nos I Z Z ® • P > n o solo h a s t a la s a c i e d a d . q u e dice : « E s preciso e s t a b l e c e r á los luios según la c a p a c i d a d de su espíritu y no c o n f o r m e al • talento de sus p a d r e s . s i e n d o casi u n niño. q u e r e l l o s o . . a u n c u a n d o viviera la existencia d e dos h o m b r e s . al m o d e r a r l o s los m a n t i e n e en v i g o r y n o s h a c e d e s e a r l o s . N u e s t r o discípulo tiene m u c h a m á s | p r i s a . le m o s t r a r á que 4 los poetas sí g u e n l a s t e n d e n c i a s c o m u n e s . m o l d e é m o s l a e n l a r u e d a . ó q u e le c o l o q u e de a p r e n d i z en la p a s t e l e r í a d e algun a c i u d a d . si n o e n c u e n t r a m á s g r a t o y dulce volver p o l v o r i e n t o y victorioso de un c o m b a t e . . et acri F i n g e n d u s s i n e Dne r o l a * . Soy del p a r e c e r d e P l u t a r c o : Aristóteles no a m a e s t r ó tanto a su g r a n discípulo en el artificio d e c o m p o n e r silog i s m o s ni en los p r i n c i p i o s d e l a g e o m e t r í a como le i n s truyó en los r e l a t i v o s al v a l o r . a u n q u e s e a el hijo de u n d u q u e . u '. . l a virtud hace S n H n í ? J m d a d ? 6 l l a ' q u e n o l a e c h e ¿ e m e n o s . S l r 6 1 a ? ° y ° d e l cual toda h u m a n a d e s n a t u r a l i z a . delicada. templanza y s e g u n d a d de no temer nada. facilidad y sencillez de su S a Virtud m l S . a d o r n a d a la suya con u n a toca c u b i e r t a d e p e r l a s . que c o n o c e su d e b e r d e q u e el discípulo a m e y r e v e r e n c i e la virtud. q u e del baile ó del j u e g o d e pelota. e l i m i n a d o s los q u e no admite nos t r u e c a en m a s aptos p a r a d i s f r u t a r d é l o s que nos son liZ Z ' i l T sor °ortar f ° n m u c h ? s . C u a n d o el n i ñ o llegue á la e d a d viril. y puede á j u s t o titulo r e p r e s e n t a r s e l l e n a de escollos y a r i m s t o s espinosos. » P u e s t o que l a filosofía n o s i n s t r u y e e n la p r á c t i c a d e la vida y la i n f a n c i a es t a n a p t a como" l a s o t r a s e d a d e s p a r a r e c i b i r sus l e c c i o n e s . pudo A l e j a n d r o . Sabe la virtud ! r "v'. Cien e s c o l a r e s h a n t e n i d o el mal v e n é r e o a n t e s d e h á h e r legado á e s t u d i a r el t r a t a d o d e la T e m p l a n z a . en m e d i o de a b r o j o s . E m p l e e m o s ' ¡ a ^ u e U j e m p o ^ . en seguida. a m . la o t r a c o n t r a j e d e doncella. q u e d e s p i e r t a el belicoso f u e g o d e sus c o m p a ñ e r o s . a C T e s . n u n c p r o p e r a n d u s . venero. p e r o su particul a r misión c o n s i s t e en u s a r con t e m p l a n z ¿ S e tales bienes e s t e m o s s i e m p r e ^ a p e r c I E j S o s á p e r d e r l o s : oficio Is eU H r U d ° . al i l o t ó n a l t e s d e la i n dp niípthJí lascivo a n t e s de la calvicie. proeza. c u b i e r t a l a c a b e z a con un brillante c a s c o . a r v o í ' F o v e c h o . q u e tiene p o r g u i a l a n a t u r a l e z a 1 l i a 1 ' 1 6 ™ 8 la f o r t u n a y el deleite. P r a s i o . Decía Cicerón q u e . con el p r e m i o q u e a c o m p a ñ a á e s t a s divers i o n e s . a m e n o s que c r e a m o s que lo q u e detiene il b e b e d o r a n t e s d e l a b o r r a c h e r a . 1 E l m é J o s e r á s u m s t S — — ° C i a .a m o r o s a y deliciosa. S e j i o ^ i p e x i a ^ 4 _ y i y Í £ . El m a e s t r o j u z g a r á varonil sS 5 e F r i 4 a V a p o r d l v e r s o c a m i n o que el a f e m i n a d o p a s S E n s e ñ a r á a d e m á s el m a e s t r o q u e el v a l o r y alteza de la v i r t u d v e r d a d e r a r e s i d e n en la facilidad. p e r m a n e c e i n d i f e r e n t e y p r e f i e r e v e r las m o j i g a n g a s de los titiriteros . a f e c t a d a . s u b y u g a r 55i"a f s U húmeda y blanda : apresurémonos. a ? p o d e r o s a y r e p o s a r en p e r f u m a d a p l u m a . c i ó . cual si f u e r a un fant a s m a p a r a s e m b r a r el p a s m o e n t r e l a s g e n t e s N u e s t r o p r e c e p t o r . c u a n d o n u e s t r a vida va h a p a s a d o .

q u e c o ^ ' ^ Ü " ^ t e n d i m i e í i t o y c o s t u m b r e s c o n s t i t u i r á su p r i n c i p a l e n deIp nvi. sujeto 31 trabajo d u r a n t e catorce o q u i n c e h o r a s . <• q u e n ¡ m a s j o v e n r e h u s a el filosofar ni el m á s viejo se c a n s a .# en l uwg a r d e iinvit ños al estudio d e las l e t r a s ^ s e l e s b r i n d a sólo con el h o r r o r y A la crueldad. p o r e n t e n d e r q u e é s t e a p r o v e c h a al p r o p i o tiempo de los d e a q u é l en vez d e c o n ellos p e r j u d i c a r s e . la . la m ú s i c a . su a f i c i ó n ' n o í llevaba h a s t a el e x t r e m o d e q u e r e r l a s e j e r c e r . y c u a n d o l l e g a n á la e d a d de h o m b r e s e t ellos n o s e d e s c u b r e n i n g u n a c u a l i d a d e x c e l e n t e He oíd! a s e g u r a r a p e r s o n a s i n t e l i g e n t e s . loeuplelibus seque . que l a llevó á su diálogo el B a n q u e t e . Que se^ajejiinia y i o l e n c i a ^ l a j u e j z a .fí.^ / d a j t t o d a s n u e s t r a s acqiopfls. p a s a r a sin d e j a r s e s e n t i r . como un m ' p z o de cordel m a p r o b a r í a e q u e sí p o r disposición s o l i t a r i a y l a n c o k c a el discipu o se d a al estudio de u n modo e x c i o el taI h á b í t 0 \ fL¿ ° • éste les h a c e i u e p i o s para eí i' »Qs a p a r t a d e m á s p r o v e c h o s a s ocupaciones ¡ C u a n t o s T i o m b r e s í . X o . a!l sol. no h a y q u e e l a b o r a r l o s o r g a n i s m o s s e p a r a d o s . d i c e A r i s t ó t e l e s qué A l e j a n d r o las h o n r a b a . y e n d o u n i. los l u g a r e s todos s e P v i S estudio. E n efecto. que no se 1. todos los sabios h a n o p i n a d o que p o r la a m e n i d a d no d e b e r e c h a z a r s e de los f e s t i n e s ni d e las diversiones. h a c e q u e los c i r c u n s t a n t e s h a b l e n d e u n m o d o a m e n o . /Eqae p a u p e r i b u s prodost. y a r t e s . en a r m o n í a con el t i e m p o y el l u g a r . E s i g u a l m e n t e útil á los p o b r e s q u e á l o s r i c o s . Si q u e r é i s q u e el n i ñ o t e n g a miedo á ta d e s j l h o n r a y al castigó^ n o l e a c ó s t u r n T i r é l s a WIósY'-acostüm1 b radie más'TíT^Ha TSTTStTgay'aTTrró. n e g l e c l a . e visto a r r o c i n a d o s p o r avidez t e S ' n a de c i e n c i a ! E l filosofo C a r n e a d e s se f r a s t o r n ó tamo^ V or el estudio que j a m á s se c o r t a b a el pelo ni las u ñ a s Z m u o u e s e i n u t i l i c e n las felices disposiciones del ado^ l e s c e n j e á c a u s a d e . juvenesque senesque. pues la filosofía. p o s e í a y a l a b a b a su e x c e l e n c i a 2 S Ü r r h e I ( p l a C . e d u c a c i ó n u u a . P 0 t o d a s l a s r a z o n e s d i c h a s n o f l u i e r o ^ u e s e a p r i s i o n e al niño n o j m i e r o que se le d e j e á la m e r c e d def h u m o r m e l a n í ó ' ! l C 0 d e 11. á r v i e n t e . e n la p a r t e q u e t r a t a del h o m b r e y d e sus d e b e r e s . h u b i e r a sido cosa f u e r a d e propósito. es u n h o m b r e . no co. d ü l i t t í í ^ s e J t n v i t a r á los nimo sé p r a c t i c a ug e n e r a l m e n t e . De s u e r t e q u e n u e s t r o discípulo v a g a r á m e n o s que los ! d e m á s . j ó v e n e s y v i e j o s n o a b a n d o n a r á n s i n a r r o p e n ti m i e s t o . EpistI. la c a r r e r a . nada hay ' J á mt juicio que bastardee y trasE5?ñeu¡nto una naturaleza i / bien n a c i d a . asi n u e s t r a e n s e ñ a n z a a d m i n i s t r a d a c o >mo p o r a c a s o . Mas por loque respecta á la filosofía. e ' ^ u e e n e l l a s e n c o n t r a b a .V v t a n t í s i m o número^ g s h o r a s l e s e r á n f a v o r a b l e s .i o f donde C U a l . l a i n c i v i l i d a d v la É a r b a r i c l e los o r í E r a í s S F S c I o ñ f r a n c e s a fia sido de a n t t ^ S síáéFada como p r o v e r b i a l . l e b e t r a t a r de f o r m a r .! Í i Í m J e r Í Í > d e l m . Del p r o p i o modo q u e los p a s o s que e m p l e a m o s en r e c o r r e r u n a g a l e r í a . Hoy m i s m o Kemos lneZ h a y n a d a t a n s i m p á t i c o c o m o los p í q u e ñ u e l o s en F r a n m mas ordinariamente hacen perder Ta esperanza que h S r a n c o n c e b i r . el m a n e j o del caballo y d e las a n u a s . á los > | a c c i d e n t e s q u e le p r e c i s a m e n o s p r e c i a r . la caza. c u a t r o mil s o l d a d o s d e a caballo y c u a r e n t a y dos mil e s e u d o s soTamaS CienCias Allní. v e r e m o s que c o n c e d e m á s e s p a c i o y solicitud m a y o r á los e j e r c i c i o s c o r p o r a l e s que á los del e s p í r i t u . u n d o c o n t r e i n t a mil i n f a n t e s . o q u e 4 se c o r r o m p a t e n i é n d o l e a h e r r o j a d o . la l u c h a . e n el coI m e r y en el b e b e r . riñera animo certnm. y como dice P l a t ó n . Pe ti le hiñe.. ' j/l D e b e p r e s i d i r á-la. q u e con todo se f a m i l i a r i c e . la . E l . é i g u a l m e n t e si s e h u b i e s e hablado de cualquiera otra ciencia. A l e j a d d e él toda i b l a n d u r a y d e l i c a d e z a e n el vestir y e n el d o r m i r . HORACIO. d a n z a . a j q u e p a u r i s s e n i b u s q u e n o c e b i t *.1 f l . p r o n u n c i a r d e c u r s o s ó p r o p o n e r d i s c u s i o n e s r e t ó r i c a s a n t e un c o n c u r s o cuyo i n t e n t o n o e s otro q u e l a d i v e r s i ó n v l a p i t a n z a . Los j u e g o s m i s m o s yTos e j e r c i c i o s c o r p o r a l e s c o n s t i t u i r á n u n a b u e n a p a r t e d e f e s t u d i o . Y si s e g u i m o s los c o n s e j o s del propio filósofo á e s t e r e s p e c t o . 25. n a c í a en los p r i m e r o s a ü S v su c a r a c t e r e r a el a b a n d o n o . q u e los c o l e . no h a y que d i r i g i r el u n o sin el otro. K v. 1.e io d e ffiSf&f"* ° m e z c l a r s e en tedas S s c o S L l H a l laá n dl oa s ea en un b a n q u ettQe r o g a r o n á I s ó c r a t e s el orado? d e u a r t e Si' f / / ' y d o s c o n v i n i e r o n en q u e su r e í p u e s t a f u é e u e r d a al c o n t e s t a r q u e no e r a aquél l u g a r ni ocas i ó n o o o r t u n o s p a r a e e c u t a r lo q u e él s a b í a h a c e r v n i lo masaáecuadoa aquellacircunsta4nciaera precísarneVftedeo q u e el n o s e s e n t í a capaz. a u n q u e ésta s e a t r e s v e c e s m á s l a r g a q u e un c a m i n o d e a n t e m a n o d e s i g n a d o .í. n o s ocasionan I m e n o s c a n s a n c i o . sin o b l i g a c i ó n d e t i e m p o n i l u g a r . y P l a t ó n . » ' 1 0 S » m a e s t r o de e s c u e l a : no q u i e . miserisqne viatica canis D i c e E p i c u r o al principio d e su c a r t a á M e n i c e o . a u n q u e se t r a t a b a d e las m á x i m a s m á s e l e v a d a s y s a l u d a b l e s de la s a b i d u r í a . sino c o n d u c i r l o s p o r igúaT~como se c o n d u c e u n t r o n c o de caballos s u j e t o al t i m ó n .

p r e g u n t ó á Heráclito Póntico cuál era la ciencia ó a r t e que e j e r c í a : < No ejerzo a r t e ni 1. Quera d u p l i c i p a n n o p a t i e n t i a v e l a t . Epist. otros. debe h a c e r s e al joven apto p a r a vivir en todas las n a ciones y en todas las c o m p a ñ í a s . firmeza y r e s i s t e n c i a . todo l o d e m á s me sea i n d i f e r e n t e p a r a mi sustento. m a s e n t r e otras cosas. juegos. como la a u s t e r i d a d y f r u g a lidad lacedemonias. dice un p e r s o n a j e de los diálogos de P l a t ó n .. saltos y danzas. Es maravilla v e r el celo que P l a t ó n muestra en sus L e v e s en pro del deleite y la alegría. Hanc amplissimam omnium artlum bene vicendi disciplinam. y m e relató en qué circunstancias. Sé de algunos que por h a l l a r s e imposibilitados de h a c e r otro tanto p a s a r o n graves a p u r o s e n aquella nación. otros que no podían v e r a h u e c a r un colchón. HORACIO. c u á n t a s veces se había e m b o r r a c h a d o en Alemania. 3. cita magis. 4. en q u i e n e s la vista de la leche provocaba n a u s e a s . IV. H e profesado s i e m p r e admiración g r a n d e por la m a r a v i llosa n a t u r a l e z a de Alcibíades. quxít. La educación h a logrado que yo. ¿ Quién no se maravillara de la complexión de Demofón. y no oiréis m a s q u e gritos de niños á quienes se m a r t i r i z a . salvo la cerveza. en la m a t e r i a de que vov h a b l a n d o . Toda r a r e z a y s i n g u l a r i d a d e n n u e s t r o s usos y costumbres debe d e s a r r a i g a r s e y aniquilarse como m o n s t r u o s a y e n e m i g a de la comunicación social. otros.convierta en un m u c h a c h ó n hermoso y afeminado. . que de trozos de m i m b r e s e n s a n g r e n t a d o s ? Yo colocaría en ella los r e t r a t o s de la Alegría. Que sus c o s t u m b r e s sigan el uso c o m ú n . HORACIO. que s u d a b a a la s o m b r a y temblaba al sol? Yo he visto alguien que huía d e l olor de las m a n z a n a s con más h o r r o r que del disparo de los a r c a b u c e s . canciones. su s e ñ o r . et r e s Asi quisiera yo f o r m a r mi discípulo. ¡ A Dios no plegue. y s i e m p r e v c u a n d o que p u e d a n m a n t e n e r s e el a p e t i t o y l a voluntad domados. los alim e n t o s saludables al niño deben dulcificarse. ¡ B u e n o s medios de avivar el deseo de s a b e r e n a l m a s tímidas v tiernas. sin que su salud sufriese ni r e m o t a m e n t e : tan pronto s o b r e p u j a b a la pompa y suntuosidad p e r s a s . si es p r e ciso. y t o m a r á parte en la f r a n c a c h e l a m i s m a . P u e d e quizás á tales r a r e z a s presidir alguna razón oculta. 1 " . como la sobriedad de E s p a r t a . á q u i e n e s un ratón a t e m o r i z a b a . 1 " . 13. p e r o ésta se e x t i n g u i r á sin d u d a acudiendo con el r e m e d i o a tiempo. más todavía: que no le sean e x t r a ñ o s el d e s o r d e n y los excesos. v i t » v í a s i c o n v e r s a d e c c b i t . Las mismas h a n sido mis ideas siendo nino.. Tales son mis p r i n c i p i o s . de los cuales dice que la antigüedad concedió la dirección a los dioses m i s m o s : Apolo. el Regocijo. quam litteris. loqueará con el principe. y la poesía no la e n s a l z a ni r e c o m i e n d a sino por la m ú s i c a que la a c o m p a ñ a . á q u i e n m u d e d e f o r t u n a s i n i n m u t a r s e . p r e g u n t é á un señor. CICERÓN.3. débese. JÓ. g e r m á n i c o e r a incapaz d e s o p o r t a r la p r e s e n c i a y el canto de los gallos. Epitl. los procedimientos que se e m p l e a n en la m a y o r p a r t e de los colegios m e h a n disgustado s i e m p r e : con m u c h a m a y o r c o r d u r a debiera e m plearse la i n d u l g e n c i a . joven y viejo. Los colegios son u n a verdadera prisión de la j u v e n t u d cautiva. ext i é n d e s e en mi preceptos relativos á s u s g i m n a s i o s . al a r t e d e b i e n v i v i r . enemigo de toda s u e r t e de d e s ó r d e n e s cual n i n g u n o . P e r s o n a m q u e f e r e t non i n c o n c i n n u s u l r a m q u e *. 90. i . sino p o r falta de voluntad. Multum ínterest utrum peceare aliquis nolit an nesciat T r a t a n d o de h o n r a r l e . Tute. 110 debe d e j a r d e p r a c t i c a r el mal ni por falta de f u e r z a s ni por falta de c a pacidad.SÉNECA. ¿ C u a n t o m e j o r no seria v e r la escuela sembrada de ñores. A d m i r a r é á q u i e n n o s e a v e r g ü e n c e d e s u s a n d r a j o s . Los filósofos mismos no alababan en Callisthenes el que p e r d i e r a la g r a c i a de A l e j a n d r o . á la cual se convierte en r e l a j a d a c a s t i g á n d o l a a n t e s de que lo sea. que se acomodaba sin violencia a l g u n a á las c i r c u n s t a n c i a s m á s opuestas. El c u e r p o está todavía flexible. por r e q u e r i r l o asi los asuntos del rey de F r a n c i a : respondióme que t r e s . Mirabor. N u e s t r o joven r e i r á . que p u e da p o n e r en práctica todas las cosas y no g u s t e realizar sino las que sean b u e n a s . como la voluptuosidad de J o n i a : O m n i s A r i s t i p p u m d e c u i t color. p o r q u e no quiso beber con él á competencia. Aristipo s u p o a c o m o d a r s e á todos los e s t a d o s y á t o d a s l a s f o r t u n a s . consecuencias peligrosas. p l e g a r á todos los hábitos y c o s t u m b r e s . el g u i a r l a s así con el rostro feroz y el látigo en la man o ! Qumtiliano dice que tal autoridad imperiosa j u n t o con los castigos. 1 . en la e n s e n a n z a de la g r a m á t i c a y la retórica se detiene muv poco. Epifl. et s t a t u s . a n d a n d o el tiempo. á q u i e n e n la p r ó s p e r a lo m i s m o q u e en la a d v e r s a g u a r d e l a a c t i t u d del r a r o n f u e r t e . y los dañinos a m a r g a r s e . Hay g r a n d i f e r e n c i a e n t r e n o q u e r e r y no s a b e r p r a c t i c a r e l mal. Antes bien p o r s u s c o s t u m b r e s q u e p o r s u s e s t u d i o s c o n s a g r á r o n s e á la p r i m e r a d e t o d a s l a s a r t e s . y cómo se detiene en h a b l a r de s u s c a r r e r a s . como los colocó en la suya el filósofo Speusipo Asi se h e r m a n a r í a la i n s t r u c c i ó n con el d e l e i t e . a p r o v e c h a r á m e j o r quien los p r a c t i q u e que quien los sepa. 1 . Bien que p a r a l l e g a r á tal resultado hubo que v e n c e r a l g u n a s dificultades. que el filosofar c o n sista en a p r e n d e r diversas c i e n c i a s y la práctica de las a r t e s ! . h a s t a s o b r e p u j a r á s u s comp a ñ e r o s en vigor. maestresala de Alejandro. Visitad u n colegio á la h o r a de las clases.. a c a r r e a . y no veréis m a s que m a e s t r o s enloquecidos por la cólera. pcrseeuti sunt V León. l a s Musas y M i n e r v a . sino que sea u n mozo lozano y vigoroso. p r í n c i p e de los fliasienos. Flora y las Gracias. pues.

Si n u e s tro discípulo está bien provisto de observaciones y reflexiones. Todo ^ . r e s p o n d i ó l e s : « En c u a n t o á vuestro comienzo y exordio ) 1 . ~ tu m inmt/i i iii t ivn>iq. Si lo q u e sabe le s i r v e no d e v a n a ostentación. incapaz de s o p o r t a r los a l i m e n t o s más nutritivos y r e s i s t e n t e s . » El discípulo no r e c i t a r á tanto la lección como la oract i c a r á . h a b l a mas b k n T j S a a q u e menos. I I I . I g n o r a n d o lo que e s ablativo.6. E l m u n d o . e s e artificio d e s a p a r e c e al p u n t o a n t e el brillo d e u n a r e r . Censurábase a Diógenes el que siendo i g n o r a n t e discutiera s o b r e filosofía: « M e j o r puedo h a b l a r p o r q u e SOY i g n o r a n t e ». Desconocen l a retórica. nogfltcas que p r e t e n d e m o s f o r m a r no un g r a m á t i c o ni u n lógico*. CICMÓN. que la razón e r a p o r q u e p r e f e r í a n m e j o r acostumbrarlos á los h e c h o s que á las p a l a b r a s . n o es m á s que . la r e p e t i r á e n s u s acciones. r e p u s o Diógenes: d e l propio modo que p r e f e r í s las brevas auténticas v naturales á las pintadas. cincuenta pasos s e p a r a b a n al uno d e l o t r o . á mi d i c t a m e n .L« J .Tácito. m a r c h a b a u n a t r o p a con s u j e t e á la cabeza. las h a l l a r á d e m a siado.^ r dad i n g e n u a y s e n c i l l a . ¿ S a b é i s . resistencia en sus e n f e r m e d a d e s . Luego que los hubo d e j a d o h a b l a r cuanto quisieron. que era el difunto conde de la R o c h e f o u c a u l t . a u t é n t i c a s .-senvolv. si hay juicio y g r a c i a en su conversación. y a se trate de c o m e r c a r n e ó pescado. r e s p o n d i ó . si e s m u d o : V e r b a q u e p r ® v i s a m r e m non invita s e q u e n t u r *. v C i c e r ó n : ipsee res verba rapiunt *. etdeeretis pareat>.. si h a y b o n d a d y justicia en su c o n d u c t a . Dejemos todas e s t a s v a n a s retóricas á los que de e l l a s h a c e n profesión e x p r e s a . Se verá si préside la p r u d e n c i a en sus e m p r e s a s . s o l a m e n t e á h a b l a r .•-• q U e v i v í r n o s l a " 0 ? : vi> 011 p a l a b r e r í a . cual c l a r a m e n t e m u e s t r a A f e r en un_escrito de. r e y de E s p a r t a ._ci neo más p a r a s a b e r d e s a r r o l l a r u n a disertación. Hege^ sias rogóle que le l e y e r a a l g o : « B r o m e á i s . qaxst. subjuntivo y s u s t a n t i v o . r e p u s o .ea por gestos. fioiip la f^ipj. es un g r a m á t i c o . sino p a r a el ordenamiento <Je s u s c o s t u m b r e s . verba ambiunt5. para moverle á que e m pX r e n d i e—r"a— la -—g O u e r r• a — con »«t»r• a V» el V 4 tirano I I I U I I U PoliA UN /"»R>O T Í I C I << #. que no había visto a los soldados. tan i g n o r a n t e como su lacayo ó u n a s a r d i n e r a del P u e n t e c i l l o . ó de beber vino ó a g u a . respondió s o n r i é n d o s e : « No es g e n t i l h o m b r e . sino un g e n t i l h o m b r e . 2. se nos retiene cuatro ó c i n c o a j S eyendo^yocablos y e n s e ñ á n d o n o s á hilvanarlos e'ii Cfáusir. y yo soy p r o f e s o r d e lógica. C o m p a r a d n u e s t r o discípulo así f o r m a d o . Y como decía tan poética y a c e r t a d a m e n t e S é n e c a e n prosa : quum res animum oeeupavere.* var al vulgo. modestia en s u s juegos. de lo . Los— e—m b—a—J j a—d o" r•ev-rf s de — « V Sainos v/wui "U c ^ VoAm ltp [ a— recieron a n t e C l e o m e n e s . J . d e t r á s de ellos. y el m a e s t r o . que h a b r á empleado tanto tiempo como nuestro a l u m n o e n e d u c a r s e .» A h o r a bien. putei. y cada hombre. C a m i n a n d o un día h a c i a O r l e á n s e n c o n t r é a n t e s de llegar á Clery dos pedagogos que venían de B u r d e o s . Desde luego puede r e c o n o c e r s e q u e su t r a b a j o m o está m a d u r o s i n o e n el punto de la concepción. el a r t e de c a p t a r s e de a n t e m a n o la benevolencia del cándido lector. e n a p r e n d e r á i h a b l a r . e n qué consiste la r a z ó n ? En que no son ideas lo que tienen en la mollera. v l a s p a l a b r a s p a r a e n u n - « m m e a s a r r a s t r a n las p a l a b r a s . a u n q u e sea en b e r g a m e s c o 1 . sed legem vita. y que Ino Iiacen m á s que d a r s u e l t a á la a t e r iio a imperfecta.. II. proceden de concepciones ¡ n f o r m e s . y sin e m b a r g o asi faltarán á los preceptos de su habla como el m e j o r de los catedráticos de F r a n c i a . a u n q u e . tales a d o r n o s sólo" sirven p a r a c a ü . c o m p a r a d l e con uno d e esos l a t i n a j e r o s de colegio. desconociendo la g r a m á tica. todo ello e s p u r a filfa. y poco les importa el no s a b e r l a s . soy filósofo ». y si no q u i e r e n seguirle de g r a d o s e g u i r á n l é por f u e r z a . d e j é m o s l e s p e r d e r el t i e m p o . t e m p l a n z a en sus p l a c e r e s . ie Finit«». quique obtemperetipsesibi. y S ó c r a t e s asi lo dice. y q u e c r e í a que le h a b l a b a n de su comp a ñ e r o . os h a b l a r á n á vuestro* sabor. si asi lo deseáis. . El verdadero espejo d e nuestro espíritu es el c u r s o de n u e s t r a s vidas. CICERÓN. xP ouir i p a r t e creo. ni por con- • producirse. á los quince ó dieciséis años. Zeuxidam o contestó á alguien q u e le p r e g u n t a b a p o r qué los lace* d e m o n i o s no escribían s u s p r e c e p t o s sobre la proeza.¡n. método e n su economía é ind i f e r e n c i a en su p a l a d a r . I . que quien-eeta dotado le un espíritu alerta y de u n a i m a g i n a c i ó n clara.pura ( c h a r l a .. Lo q u e bienj¿e_£oncibe s e e x p r e s a c l a r a m e n t e .>>A L. c a d a u n o de ellos p r e p a r a d o con un h e r m o s o y largo discurso. U n o de los míos se inf o r m ó por u n o de los p r o f e s o r e s de quién e r a el gentilh o m b r e que c a m i n a b a t r a s él. y una vez escritos p o r qué no los d a b a n á leer á los jóvenes.•ciencia a l g u n a .. asi debéis p r e f e r i r t a m b i é n las enseñ a n z a s n a t u r a l e s . l . 111. t r o fin n a d a tiene que v e r con el de l o s pedagogos.-r ni a c l a r a r e n su c e r e b r o . k¡nasnmhrag^ qi'P. Tute. El dialeclo h a b l a d o en B é r g a m o e r a c o n s i d e r a d o en t i e m p o de Montaigne como e l m á s tosco d e toda Italia. p e r o que por falta de elocuencia no pueI den exteriorizarlas ni f o r m u l a r l a s . Oigo á veces á g e n t e s que se e x c u s a n por no pod e r s e e x p r e s a r y simulan t e n e r en la cabeza m u c h a s cosas ! b u e n a s que decir. no e c h a r á de m e n o s las p a l a b r a s . j i u e _ t a l e s p e r s o n a s no pueden d. á las escritas.me= d i a n a m e n t e . m á s lejos. a c e r t a r á i e x p r e s a r s e s i e m p r e . nues1. y otros cinco p a r a a d o r n a r l a sutil y artisticad ffiente. > • • crates. si á si m i s m o s e o b e d e c e v o b r a con a r r é a l o a s u s princip i o s . Qui disciplinam suam non ostentatíonem scientice.

la cosa s e r í a p e r j u d i c i a l . j t e n e m o ^ u n b u e n poeta. § e ¿ a r a d _ d e e l l o s el r i t m o y la m e d i d a . CICEBÓ!«. que los v e r s o s del vate pierdan toda huella de l a b o r : T é m p o r a c e r c a m o d o s q u e . más estirado . Desde que R o n s a r d y Du Bellay han acreI ditado n u e s t r a poesía f r a n c e s a . dejad al poeta a l a r g a r una silaba . m a s el s e g u n d o r e m a t ó su oración en tres p a l a b r a s . 10. HORACIO. . El h a blar de que yo gusto es un h a b l a r sencillo é ingenuo. Hay h o m b r e s tan tontos que se a p a r t a n de su camino h a s t a un cuarto de legua p a r a a t r a p a r \ u n a palabra d e s l u m b r a n t e : aut qui non verba rebus aptant.Trii. Tal f u é la contestación de M e n a n d r o . 40. Catón se reía. .El r u i d o s o b r e p a s a á las i d e a s . . .Va a t r a d u c i r mi p e n s a m i e n t o . He imitado de buen g r a d o siendo joven el descuido que se ve e n n u e s t r o s mozos e n el modo de llevar sus ropas : la esclavina e n f o r m a de banda. F. sino :nás bien soldadesco. qui alieujus verbi decore placentis. un h a b l a r s u s . son éstas las i ¿ ' IaütLd&hea-saC?^ el f r a n c é s "n U V a . y o t r o s . SSXECA. como \eUos7~5aüTC poco m á s ó menos. un h a b l a r que no sea pedantesco. I n v e n í a s e t i a m d i s j e c t i m e m b r a poetas * : 1 m á s g r a n d e s e r á el a r t i s t a . a ñ a d i e n d o : o Tenemos un gracioso c ó n s u l . que éste no se fije ' siquiera en las p a l a b r a s ni se a c u e r d e de ellas. luego el jamón quita la sed. dice Horacio. un rasgo h e r m o s o . » Como t e n í a l a s ideas bien p r e m e d i t a d a s y ordenadas en el espíritu. ! e x p r e s i ó n d e s u a g r a d o s e i n t e r n a n en un t e f r e n o en q u e 110 el t e m a n proposito de p e n e t r a r . á quien se I c e n s u r a b a p o r no h a b e r puesto mano todavía en u n a comedia que debia h a b e r t e r m i n a d o en cierto plazo: « La comedia \ e s t a y a c o m p u e s t a y p r e s t a . A u n q u e no c u a d r e n bien á lo que precede ni á lo que sigue. d u r u s componere v e r s u s H á g a s e . Evitado de Lueana alado en la Biblioteca latina de Fairicio. mas asi . » He aquí u n a b u e n a respuesta. tucano. Arad . SÉNECA.e a c o Q U a r é i s al p o e t a en esos m i e m b r o s d i s p e r s o s . No acierto á a v e r i g u a r la razón.. e t . VIH 3 U e n0 d e perdlciar u n a . contorta et aculeata sophismata Si estas estúpidas a r g u c i a s le p e r s u a d i e r a n de a l g u n a m e n t i r a . los f r a g m e n t o s mismos serán h e r m o s o s . <»i pal abras B H» I S n e ! ' g e n . respondió . 59 4 . ecTTo m a n o de mi dialecto g a s . bien e s t á n p o r si mismos. veo por d o q u i e r a copleros I q u e j n f l a n las p a l a b r a s y o r d e n a n las cadencias. p é r ó i r ñ mal versificador: fSÉ Emunctre naris.. ¿Y q u é m e diréis de este otro e j e m p l o ? Tenían los a t e n i e n s e s n e c e s i d a d de escoger e n t r e dos arquitectos p a r a c o n s t r u i r u n g r a n edificio. sólo falta ponerla en v e r s o . Yo_na_sey de los que c r e e n q u e la b u e n a m e d i d a de los versos sea sólo lo esencial p a r a el buen p o e m a . Ím^JjieiLdificil que pesado.no lo r e c u e r d o ya. diciendo : « S e ñ o r e s a t e n i e n s e s : todo lo que éste h a dicho lo h a r é y o . Epiit. Plus sonat. p r e s e n t ó s e con u n pomposo discurso premeditado s o b r e el a s u n t o en cuestión.pitl. al cual respondió Cri sipo: « G u a r d a p a r a los m u c h a c h o s esos juegos de saltimbanqui y no conviertas á ellos las serias reflexiones de un anciano «. quod non proposuerant scribere i Yo aproV X££node_mejor grado u n a b u e n a s e n t e n c i a p a r a a c o m o . sed res extrinsecus arcessunt quibus non verba conve2 niant . quae f e i i e t 4 . la capa al hombro y u n a m e d i a caída.Í M Á ¡ a n a o s o y netyioso^ c o r t o y conciso. vocentur adid.V Í c o n . como llama Suetonio al estilo de Julio César. ni p o r consiguiente tampoco del medioy p o r lo que r e s p e c t a á la conclusión. P o & t e n u s lacias. pi a j p o n e n s ultima primis.<J d a r l a a mi propósito. í | y ^ t ó ^ i i . cambiad el o r d e n d e las palabras. ni frailuno. que me aparto de el para ir á buscarla. » Vaya delante ó d e t r á s . ¿ Q u é h a r á n u e s t r o discípulo si se le obliga á t o m a r p a r t e en la sofistica sutileza de algún silogismo. » A n t e la elocuencia de Cicerón muchos se l l e n a b a n de p a s m o . á lo que yo e n t i e n d o . q S é j ^ g j x m d e r T Q u e í m i t T d e T í r l s & p o esta chistosa r é p l i c a : « ¿ P o r qué razón o s a r é d e s a t a r el silogismo. n ? « " ^ n e j e m o s por e l l o : si la invención es agradable \ y-si el espíritu de la obra y las ideas son como deben ser. están s i e m p r e en lugar pert i n e n t e . ni jurídico. el p r i m e r o de ellos. más'agu¿eza-acusa b u r 1 arse .„o „ ^T. de / este t e n o r ? : E l i a m ó n d a sed.rp. » DebeJuj^larse^ de tales cosas. sin regla. puesto que atado m e e m b a r a z a ? » Alguien proponía c o n t r a Cleanto tales finezas dialécticas. II. a p a r t a d o de a f e c t a c i ó n .. S f f f . Hoiucia. Híré yo.iAKO.r ? ? m ' . P ? r a e x p r e s a r las i d e a s . II. u n a sentencia útil. quod prius ordine v e r b u m e s t . Que la e x p r e s i ó n i m p r e s i o n e y g u s i a r a d e s e g u r o . d a b a poca importancia á lo que le quedaba por hacer. no tanto pulido y delicado como b r u s c o y velteiuaiit«-: ~ —1 *—• Hsec d e m u m s a p i e t dietio. son / i m p o t e n t e s p a r a a p r o x i m a r s e á las h e r m o s a s descripcio( n e s dei u n o y á las delicadas invenciones del otro. sino q u e b u s c a n f u e ra d e pi opósito cosas á q u e las p a l a b r a s p u e d a n c o n v e n i r .¿j 'sa/ ?'"/ 8°rS°S S ° n d e s c u i d a d o s ' P cro a l P o e t a n o le fal a ' inspiración. y u n o s a r e n g a d o r e s que se lucieron en su e m b a j a d a . Yo quiero que las cosas p r e d o m i n e n y que de tal man e r a l l e n e n la imaginación del oyente. el beber quita la sed. como les h a sido fácil imitar los ritmos y cadencias. n a d a quiero tampoco s a b e r ni h a c e r . | i. I ESfoTdé sacrificarse é n f i s c u r s ó ¿ l a s palabras. Ii 2. que r e p r e s e n t a n la altivez d e s d e ñ o s a hacia los extra- I 1 E s o s s o f i s m a s c o n f u s o s y e s p i n o s o s .-. no veo por qué h a y a de p o n e r s e en g u a r d i a c o n t r a ellas. desligado y a r r o j a d o . mas si p e r m a n e c e n sin efecto y no le ocasionan otro que la risa. Qui. de s u e r t e que cada f r a g m e n t o r<sente a l g u n a ¡dea de por s i . v . quam caleiK l J a r a et vulgo j a m á s h u b o tantos poetas como hov. y procuróse con él los aplausos del p u e b l o . por ejemplo. m a s t a l e s él dictado que le aplicó. lo nTTsñro c n a M o ftSCnbo que c u a n d o h a b l o .

r e p r e n d í a d e s a c e r t a d a m e n t e en Epicuro la sencillez de las p a l a b r a s . p u e s yo no podía haberlo mezclado ni a l t e r a d o . Así hablan los que m e frecuentan de este libro. En suma. Casi t o d o s los lectores por h a b e r hallado s e m e j a n t e v e s t i d u r a . así e n el l e n g u a j e el i r á J a . g r a n poeta escocés y Marco A n t o n i o M u r e t . S i n e m b a r g o . que d e s i g n a b a con el n o m b r e de /oycotXou. c r e e n erróneamente e n c o n t r a r s e en posesión de u n m é r i t o s e m e j a n t e . las cuales no m e h a b l a b a n sino en latin. sin libros. uo uuo OUCHC5. Los p r e c e p t o r e s domésticos de mi i n fancia. f u é advertido d e s d e luego del dilatado tiempo que se e m pleaba e n el estudio de las lenguas clásicas. el gramático. el cual i g n o r a b a en absoluto n u e s t r a l e n g u a y h a b l a b a el latin á maravilla. Quce veritati operara dat oraíio. que f u é puesto e n práctica e n mí m i s m o . mejor e m p l e a d a e n c u e n t r o yo tal c o s t u m b r e aplicada al hablar | Tuda afectación. Cuando m e d a t a n u n t e m a . dice Platón. á quien Italia y F r a n c i a reconocen como el p r i m e r o r a d o r de su tiempo. Ha/ ^ v e r d a d d e b e h a b l a r en l e n g u a j e ' ' SÉNf-j^Epifnfs^6- Uy) 0011 a r e c l a c i ó n e s s e sencillo y s. ni criada. á los d e m á s se lo daban en f r a n c é s . m a t e r a . hablasen d e l a n t e e mi otra cosa que las pocas p a l a b r a s latinas que se les habían pegado hablando conmigo. teniéndolo presto y á la m a n o e n todo m o m e n t o . sin disciplinas. según e s usanza en los colegios. Como en el vestir e s dar p r u e b a ftrBQS s i l a n u n i d a d el q u e r e r d i s t i n g u i r s e p o r a l g u n a particularidad desusada. sin palmetazos y sin l á g r i m a s . los l a c e d e m o n i o s .' : blaré aquí de u n medio de conocerlos con m e n o s sacrificios. SÉNECA. m a s si eTádor^ u a y el manto protector. con . La imitación en el hablar. curiosos e n la asimilación d e las ideas. en el i n v e n t a r . ni mi m a d r e .. p o r esta razón p r o c e d e m o s con tino al evif 'tar la d e m a s i a d a i n g e n u i d a d y f a m i l i a r i d a d . m e e n c o m e n d ó á u n a l e m á n . U y ) j¿U>J> \ A dU^usn ÍT. las que m a n t e n g o relaciones m á s f r e c u e n t e s . t e n í a m e de c o n t i n u o consigo. y p o r lo que á mi toca. e n la p e r s p i c a c i a v fineza de leng u a j e . ineomposita sit et simplex Quis accurate loquitur. B u c h a n a m . Había también al m i s m o tiempo otras dos p e r s o n a s de m e n o r s a b e r p a r a s e g u i r m e y aliviar la t a r e a del p r i m e r o . mis p a d r e s a p r e n d i e r o n lo suficiente p a r a e n t e n d e r l o y disponían de todo el suficiente p a r a s e r v i r s e de él en caso necesario . p r i n c i p a l m e n t e e n el espíritu Y maneras f r a n c e s e s huelgan en el c o r t e s a n o . que f u e r o n Nicolás G r o u c h y . los otros. YO no s e r v i r m e mAs v ^ 1 S í T J <U¿£_jlíUas. á quien vi . u n c u e r p o h e r m o s o impide' ( q u e puedan contarse los huesos Y las venas. Yo q u i s i e r a . fué que a n t e s de salir de los brazos de la nodriza. Sea de ello lo que quiera. que llamaba (piXoXoyou. luego es s e g u i d a por todo un pueblo. en p r i m e r lugar" conocer bien mi lengua. no se fijaban más que en el l e n g u a j e . J o r g e B u c a n a m . Guillermo G u e r e n t e . Mi difunto p a d r e . e r a precepto i n q u e b r a n t a b l e que ni mi Sadré. c o m o cosa fácil. c o m e n t a d o r de A r i s t ó t e les . a n t e s de r o m p e r á h a b l a r . J L U a t i n y el griego son s i n g é n e r o d e d u d a dos h e r m o sos . en una m o n a r q u í a todo joven noble debe s e r encauzado al buen porte palaciego.nos adornos. sin g r a m á t i c a ni preceptos. lo mismo acontecía á los criados que se s e p a r a b a n m e n o s de mi. la fuerza y los nervios no s e r e c i b e n en p r é s t a m o . q u e hizo cuantos e s f u e r z o s estuvieron en su m a n o p a r a inform a r s e e n t r e g e n t e s sabias y c o m p e t e n t e s de cuál e r a la m e j o r educación p a r a dirigir la mía con m a y o r provecho. Asi que sin a r t e alguno. Me disgusta el i tejido que deja ver la hilaza'. l u s unos. C o n t a b a yo más de seis a ñ o s y asi había oído h a b l a r en f r a n c é s ó en el dialecto del P e r i g o r d como en el habla de los á r a b e s . no va tan de prisa.. n o s latinizamos tanto que la lengua del Lacio se extendió hasta los pueblos cercanos. rae c o n t a b a n que temían h a b l a r c o n migo e n latin p o r lo bien que ye lo p o s e í a . a p r e n d í el latin con t a n t a pureza como mi m a e s t r o lo sabía. No creo yo que esta causa s e a la ú n i c a . lo que desde luego no reviste es la i m p o r t a n c i a que quiere d á r s e l e . Todo lo cual no significa que^el buen decir sea c o s a digna de d e s d é n . a u t o r de Comitiis Romanorum. F u é portentoso el f r u t o que todos sacaron con s e m e j a n t e d i s c i p l i n a . E n c u a n t o al resto de la casa. el profesor lo escribía e n mal latin y yo lo p r e s e n t a b a c o r r e c t o . donde a u n Roy~Se sirveíí~5e palabras l a t i n a s p a r a n o m b r a r a l g u n o s utensilios de t r a b a j o .pista de frases n u e v a s y de p a l a b r a s p o d ü I f t M H M f l T f t m f t n a X U n a amV limSTrggcolastica v pueril. lo cual se con s i d e r a b a como c a u s a de que no llegásemos á a l c a n z a r ni l a g r a n d e z a de a l m a ni los conocimientos de los a n t i g u o s griegos y romanos. Los atenienses. e r a n sus preferidos. ?ue ornatos. el a r t e de aquél consistía sólo en la oratoria. nisi qui vult putide loqui l La c u e n c i a m i t í a p a r t a n u e s t r a a t e n c i ó n de las cosas Tas per-" 'aña. el e x p e d i e n t e de que mi p a d r e echó m a n o p a r a l i b r a r m e de tal gasto de tiempo. recibieron como p a t r i m o n i o la elegancia v a b u n d a n c i a en el d e c i r . y que no se c u r a del a r t e : m á s a d e c u a d a . que más tarde m u r i ó e n F r a n c i a siendo famoso médico. no" sé si p e n s a r á n como h a b l a n . de él puede s e r virse quien lo j u z g u e c o n v e n i e n t e . y d e s p u é s l a d e mis vecinos. q m m e n t o S j j e r o s u j i f i n p a g a r s e d e m a s i a d o caros. la conci- -f"'"-.n ?uro c a n s a r á y fastidiará. La i m i t a c i ó n en el j u z g a r .JiUfi^e e m p f é k n en Iqs i W t a d ó i (Ie"*PárO?T Aristófanes. d e c l a r o que <I¿consuela_el que n u e s t r a e x i s t e n c i a se e m p l e e toda e n e H i r ~ e ñ e r d e a r correcto y limado. . ni criado. E s t e p r e c e p t o r á quien mi p a d r e había hecho v e n i r expresamente y que estaba muy bien retribuido.

que s i e m p r e sigue á los que van delante. Toleró mi inclinación a la lectura un p r e c e p t o r avisado que supo d i e s t r a m e n t e conllevar esta propensión y ocultar a l g u n a s otras (altas m e n u d a s . excelente p a d r e . m e dijo que estaba escribiendo un t r a t a d o sobre la e d u c a c i ó n d e los niños. que había a p r e n d i d o en Italia. y se acomodó á ía general costumbre. no dejaba de ser colegio el sitio donde m e llevaron. no es posible h a c e r m a s de lo que mi p a d r e hizo: r o d e ó s e m e de c o m p e tentísimos preceptores y de todo lo d e m á s c o n c e r n i e n t e al cuidado material. i n d i f e r e n t e y a d o r m e c i d o . vínome del placer que e x p e r i m e n t é levendo las fábulas de las Metamorfosis de Ovidio. por no t e n e r j u n t o á é l á l o s que le habían dado los p r i m e r o s consejos relativos á mi e d u c a c i ó n . como llevo dicho. como las grullas. La p r i m e r a inclinación que por los libros tuve. Allí fui objeto de los cuidados más e x q u i s i t o s . la invención débil. d e s p e r t á b a n m e con el sonido de algún i n s t r u m e n t o . El peligro no podía residir en que vo m e i n c l i n a s e al mal. al p a r que m e m a n t e n i a e n u n a disciplina i n d u l g e n t e para los estudios obligatorios p u e s es de s a b e r que l a cualidad p r i m e r a que m i p a d r e buscaba en mis e d u c a d o r e s e r a la benignidad y bondad d e c a r á c t e r . y a d e m á s porque el citado libro e r a el mas lacil que yo conociera. en m u y ' floreciente estado p o r aquella I W. los Huons de Burdeos y d e m á s fárrago de libros con que la i n f a n c i a se r e gocija. a g o b i á b a m e u n a falta i n creíble de m e m o r i a . Los Lancelot del lago. j j g p r . m u c h a s de éstas a p a r t á b a n s e de la c o s t u m b r e seguid a en los colegios. no hubiera sacado otro fruto del colegio que ei odio de los libros. pues a u n q u e yo gozara de salud completa y resistente. no los conocía ni siquiera por el titulo. Luego. y el m e j o r de cuantos había en toda F r a n c i a . cuanto que. e r a . no e s p e r e g r i n o q u e mi p a d r e no s a c a r a de mí provecho a l g u n o . época e n que salí del establecimiento. en verdad sin truto de ningún g é n e r o p a r a lo sucesivo. y m e envió á los seis a ñ o s al colegio de Guiena. puede f o r m a r s e u n a idea c o n s i d e r a n d o que. Tal ejemplo bastará p a r a j u z g a r de los cuidados que a c o m p a ñ a r o n á mi infancia. y ya m e privaba de todo placer p o r leerlas. Mas. v asi excitaba mi apetito por la lectura. tibio para la amistad y p a r a su familia. veíalo con claridad. como los profesores d i c e n . d e s p u é s P l a u t o v el teatro italiano. p o r q u e algunos juzgan nocivo el d e s p e r t a r á los niños por 1a m a ñ a n a con ruidos violentos. y sólo se a n i m a b a con el c o n ciTPso de a j e n a i n f l u e n c i a . preveíase en mí la h a r a g a n e r í a . p o r s e r el sueño más p r o f u n d o e n la p r i m e r a edad que en las p e r s o n a s mayores. y p o r c i m a de t o d o . . de todas suertes. del cual casi n a d a conozco. En c u a n t o al griego. «ÍA-WO ^ M O . el b u e n n o m b r e . Si mi m a e s t r o h u b i e r a cometido la i m p r u d e n cia de d e t e n e r b r u s c a m e n t e el f u r o r de mis lecturas. ni siquiera p a r a j u g a r podía a r r a n c á r s e m e j i p a .n . luego T e r e n c i o . m a s de u n modo nuesoHMw? u n procedimiento de distracción y ejercicio. v p a r a ios e m p l e o s públicos. y bajo mi complexión desprovista de viveza. par que e d u c a r mi a l m a con toda d u l z u r a y libertad. mi p a d r e intentó h a c é r m e l o a p r e n d e r por arte. Y de h a s t a qué p u n t o se cumplía conmigo tal precepto. Mi p r e ceptor se las a r r e g l a b a de modo que s i m u l a b a n o v e r . y siemp r e hubo en mi casa un h o m b r e e n c a r g a d o de este q u e hacer. á quien luego h e m o s visto tan bravo y valeroso. Con tal naturaleza. No contaba más que siete ú ocho anos. a t r a í d o por el encanto de los asuntos de metías obras. el latín fué mi lengua m a t e r n a ] . descuidábalas bastante. y t a m b i é n p a r a r e c o m e n d a r l a afeccicm j . dejóse d o m i n a r por la c o m ú n opinión. en m e & Q j i a ^ § t a s c u a l i d a d e s . Dos cosas f u e r o n la c a u s a : e n p r i m e r l u g a r el campo estéril en que se t r a b a j a b a . pues e n aquella época estaba á s u cargo al conde de Brissac. y como luego no m e serví de é l . y g r a c i a s á é l devoré de u n a sentada p r i m e r o Virgilio. « Es un ocioso. e n s i m i s m a d o y desdeñoso. p u e s á los trece años. Mi latín se bastardeó en s e g u i d a . pues e n t r e otras cosas habían aconsejado á mi p a d r e que me hiciera g u s t a r la ciencia y el c u m p l i m i e n t o por e s p o n t á n e a voluntad. prudencia de tan. • ver d a d m e h u b i e r a sido grato que se hubiese r e a ü z a - r ^ J ' J ^ y J. como acontece á casi toda n u e s t r a nobleza. i . tan severa e r a mi disciplina. cl( C k s ) •-<'' época. nadie temía que yo f u e r a perverso. sino en que m e d e j a r a g a n a r p o r ' l a inacción. a u n m e suenan en los oídos las r e p r i m e n d a s . p e r o no la malicia. E r a mi espíritu l e n t o . En cuanto a las otras e n s e ñ a n z a s . había t e r m i n a d o lo que llamaban mi curso. sino inútil. p e s a d o . nciosTdadrAqueilo qüe veia.m á s tarde al servicio del difunto mariscal de Brissac. al p a r que el que m e j o r se a c o m o d a b a a mi tierna edad por el a s u n t o de que trata. v con tanto m a s gusto. al que contribuyó con toda clase de miras. t e m i e n d o equivocarse e n u n a cosa que había tomado tan á p e c h o s . y no me f u é útil sino p a r a l l e g a r de u n salto a las clases p r i m e r a s . Estudiábamos las declinaciones á la m a n e r a de los que se s i r v e n del j u e g o de d a m a s p a r a a p r e n d e r la a r i t m é t i c a y la geometría. los Amadis. y oue t o m a r í a ejemplo de la mía. Y en efecto asi h t sucedido. por mi individual d e seo. s n j 1 r a h a s . a c a b é pronto por olvidarlo. á la m a n e r a de aquellos á quienes a c o m e t e un deseo f u rioso de c u r a r s e a l g u n a e n f e r m e d a d . y en g e n e r a l m e h a l l a r a dotado de u n n a t u r a l social y apacible. t a r d a la c o m p r e n s i ó n . mis defectos en este p a r t i c u l a r e r a n la pereza v languidez. y opiniones m á s p r o p i a s j d e j i n J i o m b r e que de u n niño. del cual no Tiay que q u e j a r s e si los resultados no c o r r e s p o n d i e r o n á u n a educación tan exquisita. que se d e j a n llevar por toda s u e r t e de consejos. a l i m e n t a b a ideas aTfévidas. ni hov mismo los he leído.

asi p a r a las serias prácticas de la devoción como p a r a los j u e g o s y distracciones .. el discípulo sfirA yn M m > ^ . S u e ñ o s . v c o n f o r m e ésta e s m á s blanda y ofrece m e n o s resistencia. 2. no tuvo rival e n toda F r a n c i a . lancera in libra. VIRGILIO. sagas. 2 4 . Y volviendo á mi asunto. -21. como en las demás a t r i b u c i o n e s de su cargo.. A n d r é s Govea. exigiendo lo que yo no debía. Cond e n a n d o mi p r o c e d e r s u p r i m í a n la gratitud á que h u b i e r a n sido a c r e e d o r e s . TITO LITIO. precisa~asimilársela y h a c e r dé élTá cabaTTfíópCTóir CAPÍTULO LOCURA XXVI DE L O S Q U E P R E T E N D E N D I S T I N G U I R LO V E R D A D E R O LO F A L S O CON LA A P L I C A C I Ó N D E S U E X C L U S I V A DE CAPACIDAD Acaso no sin razón a c h a c a m o s á i g n o r a n c i a y sencillez la facilidad en el c r e e r y d e j a r s e llevar á la p e r s u a s i ó n .iáligo. Arad. E r a é s t e u n h o m b r e d i s t i n g u i d o por s u a m a y s u * riqaezas. ! privando asi al pueblo de legítimos p l a c e r e s .. deprimí. Como e l p e s o i n c l i n a n e c e s a r i a m e n t e l a b a l a n z a . quia nihil tale apud Grcecos pudoriest. Ut neeesse est. las cuales r e p r e s e n t á b a m o s s o l e m n e m e n t e en nuestro colegio de G u i e n a . están más sujetos á dejarse llevar por p a t r a ñ a s y cuentos.la excitación p e r m a n e n t é d e r g u s t n v «ffífto~5*cra el estudio: d e otra s u e r t e . c u a n t o que no estoy obligado á p r a c gcaEliL. tanto más apta se e n c u e n t r a para a c o m o d a r s e á la p e r s u a s i ó n . que éste es u n r e m e d i o e x c e l e n t e c o n t r a la comisión de acciones culpables y ocultas. I p ? s ^ á s o r d e n a d o s que aquellos que se verifican a n t e la (. Nocturnos lémures. f u e r t e s s a c u d i d a s . CICEROS. hallaba juicios a c e r t a d o s y abiertos sobre los objetos que la e r a n conocidos. Somnia terrores mágicos. v h a s t a nuestros p r i n c i p e s se h a n dado á él. y h a s t a e n c o n t r a r í a muy puesto en razón que e T s o b e r a n o los gratificase á s u s e x p e n s a s a l g u n a vez p a r a e s t e fin.táculo t e a t r a l . El bien que yo puedo de g r a d o r e a l i z a r e s tanto más meritorio. v c u a n d o oía h a b l a r de los espíritus que vuelven del otro m u n d o ó del pronóstico de las cosas f u t u r a s . A p e n a s c o n t a b a y o e n t o n c e s d o c e a ñ o s . si la ciencia m administra. sin que n a d i e la i m p u l s a r a . y he aquí por qué los niños. 11. sie aniraum perspicuis cedere A m e d i d a que el a l m a está m á s vacia v m á s sin c o n t r a p e s o . ni siquiera en lo relativo á s u s estrictas obligaciones. el vulgo. pues gmifljjdn. que e s vicio en que caen los que se figuran s e r d u e ñ o s de a l g u n a capacidad q u e s o b r e p a s a los limites de la g e n e r a l i d a d . a p a r i c i o n e s a o c t u r n a s . Sin e m b a r g o . b r u j a s . fácil m e s e r í a probar que no les c o n t r a r i a b a tanto el que no f u e r a aprovechado como el que podía haberlo sido m á s de lo que r e a l m e n t e lo fui. miracula. h o n r o s a y laudable el que las g e n t e s d i s t i n g u i d a s a d o p t a r a n el oficio de a c t o r . Mi alma no dejaba de e x p e r i m e n t a r . nec ars. I n c u r r í a yo hace tiempo en este e r r o r . cuanto que m e p e r t e n e c e . En Grecia e r a acción lícita. con ello van e n a u m e n t o la amistad y c o m u n i c a j ción g e n e r a l e s . p u e s e n t i e n d o h a b e r oido que la c r e e n c i a e s corno u n a i m presión que se g r a b a en n u e s t r a a l m a . y rae c o n s i d e r a b a como actor sin r e p r o c h e . la voz flexible y el a d e c u a d o gesto p a r a la r e p r e s e n t a c i ó n t e a t r a l ? De edad bien t e m p r a n a . A i t e r a b undécimo tum me vixceperat annus he d e s e m p e ñ a d o los p r i m e r o s papeles en las tragedias l a tinas de B u c h a n a m . I ¿ . y lo mismo de m i individuo. s U m g e r i r l a en la cabeza. . G u e r e n t e y M u r e t . p u e s e n t r e los g r i e g o s n a d a tiene d e d e s h o n r o s o . No desapruebo tal ejercicio á n u e s t r o s j ó v e n e s n o b l e s . r e l a t a r e n c a n t a m i e n t o s . a s i la e v i d e n c i a a r r a s t r a n u e s t r o e s p i n t n . XXIV. l o s que impiden la e n t r a d a en n u e s t r a s ciudades á los comediantes de mérito. Las o r d e n a n z a s 1 a c e r t a d a s cuidan de r e u n i r á los c i u d a d a n o s . P a r a q u e j a ciencia >ea'bengncrosa no b a . s e g ú n yo he visto. á la vista m i s m a del r e p r e s e n t a n t e d e la autoridad. p o r si misma. p a r é c e m e también a c e r t a d o que en las ciudades populosas haya sitios d e s t i n a d o s y dispuestos p a r a ej_espei. y r e t e n í a l o s sin el c o n c u r s o de n a d i e . diré que p a r a el escolar no h a y n a d a que a v e n t a j e ni que sustituya a . XXIV. 11. Mas si tal principio e s verídico. HORACIO Epial.De mi f o r t u n a puedo d i s p o n e r con t a n t a m á s libertad. huic et genus et fortuna honesta erant. i . las m u j e r e s y los e n f e r m o s . y o t r o s p o r t e n t o s d e l a T e s a l i a . que h u b i e r a sido incapaz de r e n d i r s e a n t e la f u e r z a y la violencia. m i l a g r o s . ea deformabat-. n u e s t r o director. portentaque Thossala 1. ¿ I n c l u i r é e n t r e mis m e r e c i m i e n t o s i n f a n t i l e s la firmeza e n la m i r a d a . -5 ' i. No p o d r a n concederáe al pueblo pasatiem- I 1.do el g e n e r a l deseo d e v e r m e m e j o r a r de condición.208. á p e s a r de todo. liberalidad que seria considerada como p a t e r n a l . no deja por ello de s e r u n a presunción t o r p e la de c o n d e n a r como falso todo lo que n o se nos a n t o j a verosímil.g a d r a T l i b r o s . . Eglog. con u n r i g o r que mis c e n s o r e s no se a p l i c a b a n á si mismos. E x p o n e s u p r o y e c t o al a c t o r t r á g i c o Aristón. imitando e n ello á los a n t i g u o s : Aristoni trágico actori rem aperit. si f u e r a yo amigo de la j a c t a n c i a . cuiixl. y por injustos á. Entiendo. m á g i c a s v i s i o n e s .presencia de todos. y el e j e r c i c i o d e s u a r t e n o le p r i v a b a d e l a e s t i m a d e s u s c o n c i u d a d a n o s . E n este pasatiempo. 2. b r u j e r í a s ó c u a l q u i e r a otra cosa fantástica. es más fácil el que las cosas i m p r i m a n e n ella su sello. además. • S i e m p r e he tenido p o r i m p e r t i n e n t e s á ios que c e n s u r a n tales diversiones. m a s procedíase i n j u s t a m e n t e . ponderibus ¿mpositis.

precisa~asim¡l á r s e l a y hacer d é élTá cabaTUttíip'CTóir C A P Í T U L O LOCURA X X V I DE L O S Q U E P R E T E N D E N D I S T I N G U I R LO V E R D A D E R O LO F A L S O CON LA A P L I C A C I Ó N D E S U E X C L U S I V A DE CAPACIDAD Acaso no sin razón a c h a c a m o s á i g n o r a n c i a y sencillez la facilidad en el c r e e r y d e j a r s e llevar á la p e r s u a s i ó n . Y volviendo á mi asunto. p o r t e n t a q u e T h o s s a l a *. p u e s e n t i e n d o h a b e r oido que la c r e e n c i a e s corno u n a i m presión que se g r a b a en n u e s t r a a l m a . l o s que impiden la e n t r a d a en n u e s t r a s ciudades á los comediantes de mérito. m i l a g r o s . y lo mismo de m i individuo. E r a é s t e u n h o m b r e d i s t i n g u i d o por s o c i m a y su= riqaezas. ni siquiera en lo relativo á s u s estrictas obligaciones. P a r a q u a j a ciencia >ca'be- ngncrosa no b a s t a h i g e r i r l a en la cabeza. A i t e r a b undécimo tum me vixceperat annus he d e s e m p e ñ a d o los p r i m e r o s papeles en las tragedias l a tinas de B u c h a n a m . . 2. si f u e r a yo amigo de la j a c t a n c i a . 2. N o c l n m u s l é m u r e s . fácil m e s e r í a probar que no les c o n t r a r i a b a tanto el que no f u e r a aprovechado como el que podía haberlo sido m á s de lo que r e a l m e n t e lo fui. miracula. á la vista m i s m a del r e p r e s e n t a n t e d e la autoridad. imitando e n ello á los a n t i g u o s : Aristoni trágico actori rem aperit.presencia de todos. h o n r o s a y laudable el que las g e n t e s d i s t i n g u i d a s a d o p t a r a n el oficio de a c t o r . CICEROS. -5 ' i. que éste es u n r e m e d i o e x c e l e n t e c o n t r a la comisión de acciones culpables y ocultas. pues gntifljjdn. c u a n t o que no estoy obligado á p r a c gcaEliL. Sin e m b a r g o . á p e s a r de todo. exigiendo lo que yo no debía. Como e l p e s o i n c l i n a n e c e s a r i a m e n t e l a b a l a n z a . s e g ú n yo he visto. b r u j a s . la voz flexible y el a d e c u a d o gesto p a r a la r e p r e s e n t a c i ó n t e a t r a l ? De edad bien t e m p r a n a . asi p a r a las serias prácticas de la devoción como p a r a los j u e g o s y distracciones . n u e s t r o director. Arad. A n d r é s Govea. es más fácil el que las cosas i m p r i m a n e n ella su sello. deprimí. 11. y he aqui por qué los niños. 2 4 . liberalidad que seria considerada como p a t e r n a l . con u n r i g o r que mis c e n s o r e s no se a p l i c a b a n á si mismos. el vulgo. están más sujetos á dejarse llevar por p a t r a ñ a s y cuentos. m á g i c a s v i s i o n e s . y el e j e r c i c i o d e s u a r t e n o le p r i v a b a d e l a e s t i m a d e s u s c o n c i u d a d a n o s . XXIV. no tuvo rival e n toda F r a n c i a . Cond e n a n d o mi p r o c e d e r s u p r i m í a n la gratitud á que h u b i e r a n sido a c r e e d o r e s . v h a s t a nuestros p r i n c i p e s se h a n dado á él. y rae c o n s i d e r a b a como actor sin r e p r o c h e .. Somnia terrores mágicos. como en las demás a t r i b u c i o n e s de su cargo. las m u j e r e s y los e n f e r m o s . TITO LITIO. Ut neeesse est. además. a s i la e v i d e n c i a a r r a s t r a n u e s t r o e s p m l n . sagas. El bien que yo puedo de g r a d o r e a l i z a r e s tanto más meritorio. E x p o n e s u p r o y e c t o al a c t o r t r á g i c o Aristón.. . huic et genus et fortuna honesta erant. con ello van e n a u m e n t o la amistad y c o m u n i c a j ción g e n e r a l e s . ea deformabat-. hallaba juicios a c e r t a d o s y abiertos sobre los objetos que la e r a n conocidos. que e s vicio en que caen los que se figuran s e r d u e ñ o s de a l g u n a capacidad q u e s o b r e p a s a los limites de la g e n e r a l i d a d . v c o n f o r m e ésta e s m á s blanda y ofrece m e n o s resistencia. nec ars. sie animum perspicuis cedere A m e d i d a que el a l m a está m á s vacia v m á s sin c o n t r a p e s o .la excitación p e r m a n e n t é d i s g u s t o y w % t o ~ 5 a c i a el estudio: d e otra s u e r t e .táculo t e a t r a l . p a r é c e m e también a c e r t a d o que en las ciudades populosas haya sitios d e s t i n a d o s y dispuestos p a r a ej_espei. no deja por ello de s e r u n a presunción t o r p e la de c o n d e n a r como falso todo lo que n o se nos a n t o j a verosímil.do el g e n e r a l deseo d e v e r m e m e j o r a r de condición. m a s procedíase i n j u s t a m e n t e . sin que n a d i e la i m p u l s a r a . VIRGILIO. Eglog. A p e n a s c o n t a b a y o e n t o n c e s d o c e a ñ o s . ! privando asi al pueblo de legítimos p l a c e r e s . y o t r o s p o r t e n t o s d e l a T e s a l i a . quia nihil tale apud Grcecos pudoriest. l i . tanto más apta se e n c u e n t r a para a c o m o d a r s e á la p e r s u a s i ó n . las cuales r e p r e s e n t á b a m o s s o l e m n e m e n t e en nuestro colegio de G u i e n a . cuanto que m e p e r t e n e c e . o o n x l . No p o d r a n concederáe al pueblo pasatiem- I 1. Las o r d e n a n z a s 1 a c e r t a d a s cuidan de r e u n i r á los c i u d a d a n o s . ¿ I n c l u i r é e n t r e mis m e r e c i m i e n t o s i n f a n t i l e s la firmeza e n la m i r a d a . el discípulo sfirA srtift yn aanfl c a r e a d o i n n i b r o s . y por injustos á. XXIV. ponderibus ¿mpositis. | S i e m p r e he tenido p o r i m p e r t i n e n t e s á ios que c e n s u r a n tales diversiones.De mi f o r t u n a puedo d i s p o n e r con t a n t a m á s libertad.. I p ? s ^ á s o r d e n a d o s que aquellos que se verifican a n t e la (. S u e ñ o s . lancem in libra. si la ciencia !<• a d i i u n i ü t r a . y h a s t a e n c o n t r a r í a muy puesto en razón que e T s o b e r a n o los gratificase á s u s e x p e n s a s a l g u n a vez p a r a e s t e fin. Mi alma no dejaba de e x p e r i m e n t a r . En Grecia e r a acción lícita. p o r si misma. HORACIO Epiaí. 1L 2. -21. y r e t e n í a l o s sin el c o n c u r s o de n a d i e . I n c u r r í a yo hace tiempo en este e r r o r . b r u j e r í a s ó c u a l q u i e r a otra cosa fantástica. E n este pasatiempo. v c u a n d o oía h a b l a r de los espíritus que vuelven del otro m u n d o ó del pronóstico de las cosas f u t u r a s . f u e r t e s s a c u d i d a s . diré que p a r a el escolar no h a y n a d a que a v e n t a j e ni que sustituya a . Entiendo.21)8. No desapruebo tal ejercicio á n u e s t r o s j ó v e n e s n o b l e s . 1. r e l a t a r e n c a n t a m i e n t o s . que h u b i e r a sido incapaz de r e n d i r s e a n t e la f u e r z a y la violencia. Mas si tal principio e s verídico. l á l i g o . a p a r i c i o n e s a o c t u r n a s . G u e r e n t e y M u r e t . p n e s e n t r e los g r i e g o s n a d a tiene d e d e s h o n r o s o .

vale tanto como c o n s i d e r a r que el h o m b r e tiene g u a r d a d o s e n su cabeza Jos limites á que puede a l c a n z a r la voluntad divina y los del p o d e r de la naturaleza misma. e n t r e lo que va c o n t r a el o r d e n del curso de la n a t u r a l e z a v c o n t r a la c o m ú n idea de los h o m b r e s . Las c o sas m á s g r a n d e s que conocemos. Nil m a g i s his r e b u s p o l e r a t mi r a b i l e dici. ñeque requirunt assuescunt rationea animi. de igual conmiseración. . no n o s d i g n a m o s y a l e v a n t a r los ojos h a c i a e s o s p a l a c i o s d e l u z . c u a n d o n a d a NRA^or s e vió d e la m i s m a e s p e c i e . ^ Cuando se lee e n F r o i s s a r d que el conde de Foix tuvo n u e v a s en el B e a r n e de la d e r r o t a del rey don J u a n de Castilla en la batalla de A l j u b a r r o t a al día siguiente de acontecida. y necesario es también que t e n g a m o s conciencia de n u e s t r a debilidad é i g n o r a n c i a . y se consideran los medios que el conde alega p a r a el tan presto conocimiento de la noticia. reflexionemos cuán á tientas se nos lleva al conocimiento de la mayor p a r t e de los objetos q u e t e n e m o s const a n t e m e n t e en nuestro d e r r e d o r . equivocámonos lastimosamente. f u é publicada en R o m a y e s p a r c i d a p o r todo el m u n d o el mismo día que tuvo lugar v si C é s a r a f i r m a que con f r e c u e n c i a á m u c h o s sucesos precedió el a n u n c i o de los m i s m o s ? ¿ H a b r e m o s nos otros de concluir. — ¿ E n cuál de esas dos calidades le sobrepasamos n o s o t r o s ? Sin e m b a r g o no hay estudiantuelo que no d e j e de e n c o n t r a r l e en e r r o r y que no q u i e r a aleccionarle. admiquas 1. ceu s m t o b j e c t a r e p e n t e . Aut m i n u s a n t e q u o d a u d e r e n t f o r e c r e d e r e g e n t e s *. i. a n t ó j a n s e n o s las m a y o r e s que la n a t u r a l e z a produzca en su g é n e r o : Scilieet et fluvius q u i n o n e s t m a x i m n s . no sin f u n d a m e n t o .ro S E S ^ a C S es P.—v dejo a un lado la excelencia de su saber. compadecía al paciente pueblo. A c t u a l m e n t e creo que yo e r a digno. Consuetudine ocuiorum rantur. et o m n i a d e g e n e r e o m n i Maxima quae v i d i t q u i s q u e . el mismo día que murió e n M a n t é s Felipe Augusto. n a d a s e m e j a n t e h u b i é r a m o s p o d i d o i m a i i n a r . é i g u a l m e n t e lo que c u e n t a n n u e s t r o s a n a l e s de que el papa Honorio. puede uno tomarlos a b r o m a .'iri2ad1 n u e !. y que a s e g u r a s a b e r casi á ciencia cierta) nos dice que e n tiempo del e m p e r a d o r Domiciano. 1037. VI. lo p r o p i o a c o n t e c e c o n u n árbol. C a n s a d o s y h a r t o s d e c o n t e m p l a r e l e s p e c t á c u l o d e los cielos. 674.que yo no a c e r t a b a á e x p l i c a r m e .U t e m p l a *: y que si tales conocimientos nos f u e r a n de nuevo p r e s e n tados. Si m e r c e d á u n a aparición r e p e n t i n a . mas p r e c i s o . II. por lo m e n o s . el p r i m e r o que se p r e s e n t ó a n t e s u s ojos creyó que f u e s e el Océano. 3. sino p o r q u é la razón m e h a enseñado que el c o n d e n a r asi r e s u e l t a m e n t e u n a cosa como falsa é imposible. no creyendo temer a r i a m e n t e . y no p o r q u e de entonces acá h a y a visto cosas m a r a v i l l o s a s ' q u e m e liayan e n c a m i n a d o á o t o r g a r fe á lo e x t r a o r d i n a r i o . o b s e r v a r í a s ^ el precepto del justo medio que o r d e n ó el filósofo Quilón. hizo que se celeb r a r a n exequias públicas y m a n d ó que se celebrasen igualm e n t e en toda Italia. Si n u n c p r i m u m m o r t a l i b u s a d s i n t Ex i m p r o v i s o . I I . e s t a s m a r a v i l l a s i m p r e s i o n a r a n n u e s l r o s o j o s por vez p r i m e r a . apoyándose en el progreso de las ciencias n a t u r a l e s . earum ñeque rerum. y entiendo que la mayor l o c u r a que el h u m a n o e n t e n d i m i e n t o puede a l b e r g a r es el medirlas c o n f o r m e á n u e s t r a capacidad é inteligencia. que vale tanto como la p r e t e n s i ó n de conocer hasta d ó n d e llega la posibilidad. c u a n d o le place ponerlo e n j u e g o ? Nada hay más alej a d o de la presunción que el juicio de este escritor. LUCRECIO. ei ' s t Q u i n o n ante aliquem majorem vidit.ritu con « . Si l l a m a m o s monstruoso ó milagroso á lo que n u e s t r a razón es i n c a p a z d e concebir. el cual tengo en m e n o s consideración.1. y v e r e m o s que e s más la c o s t u m b r e que la ciencia la que a p a r t a de nuestro espíritu la e x t r a ñ e z a de las mismos : Jam nenio. C u á n t a s cosas .":ay poco verosímiles testimoniadas p o r g e n t e s dignas de crédito! las cuales.=^!ii. LUCRECIO. ¿ P e r o qué dir e m o s si P l u t a r c o (sin contar parecidos ejemplos que de la antigüedad relata. P r e ciso e s j u z g a r r e v e r e n t e m e n t e del poder infinito de la n a turaleza.¿Cuántas cosas de tal índole no se o f r e c e n c o n s t a n t e m e n t e á n u e s t r a vista? Consideremos al taavés de c u á n t a s opacidad e s . T a i : objetos q u e á diario impresionan n i pretende p a r *naJa iDvestí - . que P l u t a r c o y César d e j á r o n s e e n g a ñ a r con el vulgo p o r c a r e c e r do la clarividencia que á nosotros nos a d o r n a ? ¿ H a y n a d a mas delicado. Quien no habia visto n u n c a u n rio. Si se c o m p r e n d i e r a bien la d i f e r e n c i a que existe e n t r e lo imposible y lo inusitado. e n vista de los referidos testimonios. S u s p i c e r e ¡n cseli d i g n a t u r l u c : . Un rio p a r e c e c a u d a l o s o á q u i e n n o b a v i s t o n u n c a o t r o m á s g r a n i t o . semper cident K Incítanos la novedad de los objetos m á s que su g r a n d e z a á investigar la causa de los mismos. al m e n o s deben d e j a r n o s en s u s p e n s o ! El d e c l a r a r l a s imposibles es nacerse f u e r t e s p o r virtud de u n a p r e s u n c i ó n t e m e r a r i a . lo cuaí no h a sido por falta de curiosidad. f e s s u s s a l u r u s q u e videndi. baec i n g e n t i a flngit». e n g a ñ a d o con tales locuras. c o n u n h o m b r e y con t o d a s l a s c o s a s . et ingens A r b o r . la nueva de la batalla p e r d i d a por Antonio e n Alemania. la autoridad de ambos testimonios c a r e c e de razones suficientes para ser c r e í d o s . ¿ á q u é p o d r í a m o s c o m p a r a r l a s e n l a n a t u r a l e z a ? A n t e s d e h a b e r l a s visto. m. h o m o q u e v i d e t u r . ni tampoco n e g a n d o con igual facilidad. si no pueden l l e v a r n o s á la persuasión. ni m á s vivo que el criterio de 1 l i m o . los hallaríamos tanto ó más i n c r e í b l e s que los otros. LUCRECIO. Cuando l e e m o s e n B o u c h e t los milagros realizados por 1021.

U n a de dos cosas p r e c i s a : ó s o m e t e r s e en a b soluto á la autoridad eclesiástica. ni en virtud. p e r s u a d i r i a n m e p o r s u e x c l u s i v a a u t o r i d a d . ¡ Q u e no r e c o r d e m o s la c o n s t a n t e contradicción de nuestro juicio 1 ¡ C u á n t a s cosas teníamos ayer por articulo de fe que consideramos hoy como f á b u l a s ! La curiosidad y la vanagloria son el azote de n u e s t r a alma. ¿Qué acusación le l a n z a r e m o s .. 21. pleto. 4 .Testificael gran san Agustín h a b e r visto e n Milán q u e u n n i ñ o r e c o b r ó la vista por el contacto de las reliquias de s a n Gervasio y san P r o t a s i o . Los que desconocen este título le h a n designado d e s p u é s a c e r t a d a m e n t e con el n o m b r e de el Contra uno. sin otro o r d e n ni proporción q u e el a c a s o ? Desinit in p i s c e m raulier formosa s u p e r n e ' . que u n a m u j e r en Cartago f u é curada d e u n c á n c e r p o r medio de la señal de la cruz que le hizo otra m u j e r r e c i e n t e m e n t e b a u t i z a d a . La p a r t e s u p e r i o r e s u n a m u j e r h e r m o s a . á m á s de la absurda" t e m e r i d a d que s u p o n e el b u r l a r n o s de aquello que no concebimos. Arle poética. á e m p r e n d e r u n c u a d r o magnífico. ¿Qué son estos bosquejos que yo aquí trazo. ni e n piedad. v . que simulan t e n e r un aspecto m á s pueril ó e x t r a ñ o . en su p r i m e r a j u v e n t u d . ipsa auetoritate me frangerent Es la de que hablo osadía peligrosa y que a c a r r e a c o n secuencias graves. cuyo atractivo consiste sólo e n la variedad y rareza. y el mismo santo r e l a t a otros varios milagros que dice h a b e r p r e s e n c i a d o . Así que. y cómo esto le a n i m a á s e g u i r el combate. A o n c u a n d o n o los a c o m p a ñ a r a n i n g ú n viso de r a z ó n . H e s p e r i o . como tampoco en juicio ni i n t e l i g e n c i a ? qui ut rationem nuüam afferrent. la p r i m e r a nos i m p u l s a á m e t e r las n a r i c e s por todas p a r t e s . Tuse. que p r e s e n t a en apoyo de sus a s e r t o s ? ¿ L e a c u s a r e m o s de i g n o r a n c i a . simplicidad y facilidad en el c r e e r ? ¿ ó de malicia é i m p o s t u r a ? ¿ H a y algún h o m b r e e n n u e s t r o siglo de p r e sunción tanta. y a l r e d e d o r coloca figuras e x t r a v a g a n t e s v f a n t á s t i cas. CICERO». y a ñ a d e que la m i s m a t i e r r a t r a n s p o r t a d a luego á la iglesia. En conclusión. podemos n e g a r l o s . E n el s e g u n d o p u n t o corro p a r e j a s con mi pintor. y que sólo por simpleza é i g n o r a n c i a las recibimos con m e n o r r e v e r e n c i a que las d e m á s . que c r e a r e s i s t i r el p a r a n g ó n con aquellos varones. y la s e g u n d a nos impide dejar n a d a i r r e suelto é indeciso. y q u e p a r a p r o c e d e r con recto c r i terio d e lú é r a m o s d e s e c h a r t a m b i é n . aquellos artículos que n u e s t r o s a d v e r s a r i o s eligen como menos i m p o r t a n t e s . en estos t r a s t o r n o s de g u e r r a s de religión. quast. se m e ha ocurrido la idea de t o m a r u n o p r e s t a d o á Esteban de La Boétie. Su a u t o r lo escribió á m a n e r a de ensayo. CAPÍTULO XXVII DE LA AMISTAD Considerando el modo de t r a b a j a r de un pintor que en mi casa empleo. expulsó los e s p í r i t u s que infestaban su casa con u n a poca t i e r r a del s e p u l c r o de nuestro S e ñ o r . ó a b a n d o n a r l a p o r c o m 1. n e c e s a r i a m e n t e t e n e m o s que c r e e r en cosas en las cuales h a y mayor inverosimilitud que en las que h e m o s dese c h a d o p o r inciertas. u n a m u j e r que h a l l á n dose e n la procesión tocó el relicario de san Esteban con u n r a m o de flores. p e r o e n el otro. es la licencia con que los católicos i n t e r p r e t a n los misterios de la fe. c u r ó r e p e n t i n a m e n t e á un p a r a l i t i c o . trazado y acabado según los principios del a r t e . ni se a t r e v e . ni e n saber. p e r o habiendo luego comunicado aquellas m i r a s á h o m b r e s competentes. suelen á veces s e r los m á s esenciales. P a réceles d e s e m p e ñ a r u n papel m o d e r a d o r y e j e r c e r oficio d e e n t e n d i d o s c u a n d o a b a n d o n a n á sus a d v e r s a r i o s a l g u n o s artículos de los que se d e b a t e n . . sin método d e t e r m i n a d o . lo q u e m e p a r e c e a c a r r e a r tanto d e s o r d e n e n n u e s t r a s conciencias. reconozco que no le a l c a n zo. N o reside e n nosotros la facultad de establecer en que la debemos obediencia. p u e s luego que con a r r e g l o á la m e d i d a de n u e s t r o e n t e n d i m i e n t o d e j a m o s establecidos y s e n t a d o s los limites de la v e r d a d y el e r r o r . que e s el principal. como tampoco á los dos santos obispos Aurelio y Maximino. I. he visto que estas cosas tienen u n f u n d a m e n t o macizo y muy sólido. m a s s o b r e no v e r l a v e n t a ja que a c o m p a ñ a al q u e a c o m e t e c u a n d o el acometido se e c h a a t r á s y p i e r d e t e r r e n o .las reliquias de s a n Hilario. se frotó d e s p u é s con ellas los ojos y r e cobró la vista quo había perdido hacía m u c h o t i e m p o . h a n m e e n t r a d o deseos de s e g u i r s u s huellas. que h o n r a r á el resto de esta o b r a : e s u n d i s c u r s o que su autor tituló la Servidumbre voluntaria. Elige el a r t i s t a el lugar m á s a d e c u a d o de cada pared p a r a pintar u n c u a d r o c o n f o r m e á todas las r e g l a s de su a r t e . el crédito que m e r e c e el escritor no es suficiente p a r a a l e j a r de n o s otros la licencia de contradecirlo. C o r r e ya el discurso de m a n o en m a n o tiempo h a e n t r e las i . Este principio puedo yo s e n tarlo m e j o r que n i n g ú n otro p o r h a b e r a n t a ñ o puesto en práctica c i e r t a libertad en la elección y escogitaeión p a r ticular de lo que o r d e n a n u e s t r a iglesia y tenido por d é b i les ciertos principios de su observancia. discípulo san Agustín. sino figuras capric h o s a s y c u e r p o s d e f o r m e s compuestos de m i e m b r o s diversos. pero n e g a r r e d o n d a m e n t e todos los h e c h o s análogos m e p a r e c e s i n g u l a r descaro. HORACIO. contra los t i r a n o s . p u e s mi capacidad no llega. y el r e s t o el c u e r p o de u n pez. en h o n o r de la libertad.

Hice que s e i m p r i m i e r a n a l g u n o s e s c r i t o s suyos. y otros en q u e los p a d r e s m a t a b a n á los h i j o s p a r a s a l v a r asi l a s q u e r e l l a s que p u d i e r a n s u s c i t a r s e e n t r e los u n o s y los otros. í n e f n Z r u l C t U m b r e ¿ . y lo mismo los h e r m a n o s . el cual c u a n d o se le n a c í a p r e s e n t e el c a r i ñ o que á los suyos d e b í a p o r h a b e r salido de é l .Sólo el d i s c u r s o citaydo nos q u e d a d e U B o e t i e y eso casi de un modo casual. Ñeque e n i m e s t d e a nescia nostri. malo ó tonto. Aristóteles S e ? u r a q u e los b u e n o s lesgfe a d o r e s h a n c u i d a d o m á s d e la amfsíad q u e de l a j u s t i c i a . tampoco p u e d e e q u i p a r a r s e a la a m i s t a d . n u e s t r a elección no influye para n a d a en e l l a s . y s i e m p r e e j e m p l a r en p u n t o á c o n c o r d i a f r a ternal : Et i p s e Notos in t r a l r e s animi p a t e r n i « . Filósofos ha habido. p u e s e n Ípin f a ? n r í e S P .p e r s o n a s c u l t a s . es m á s activo. las c u a t r o e s p e e f e s d e r e l a íaí n l 0 S í e í is t^i ar ^f áh Sn SiTs S. Y no q u i e r e d e c i r lo e s crito que yo n o h a y a e x p e r i m e n t a d o los goces de la f a m i lia en su m a y o r a m p l i t u d . Qu® d u l c e m c u r i s m i s c e t a m a r i t i e m * . se p o n í a á e s c u p i r diciendo q u e su saliva t e n i a también el m i s m o o r i g e n . d e j o t a m b i é n a l g u n a s m e m o r i a s s o b r e el edicto d e 1588 moso p o r n u e s t r a s g u e r r a s civiles. n u e s t r a libertad es nula y ésta á n a d a se a p l i c a m á s que á la afección y á la a m i s t a d .. t i e m p ° a. Conocido yo m i s m o por mi afección p a t e r n a l hacia m i s h e r m a n o s . Yo l l vi m o r i r . Con r e c o m e n d a c i ó n a m o ! r o s a d e j o dispuesto en su t e s t a m e n t o que yo f u e r a el h e r e d e r o d e s ú s p a p e es y biblioteca. 6 . p a r a n o d a r l u g a í á u n a p r i v a n z a p e r j u d i c i a l y d a ñ o s a . L X V I I I ."los r e p a r t i m i e n t o s y el que la riqueza d e u n o o c a s i o n e la p o b r e z a del otro desliga la s o l d a d u r a f r a t e r n a l . A d e m á s . y mi familia fué f a m o s a d e p a d r e s á hijos. i n s e g u r o . no sin aplauso m e r e c i d o .a y E n i f n t r natuS impone p u e s ni todos los p e n s a m i e n t o s í n t i m o s d e los p a d r e s n u e d e n c o m u n i c a r s e á los hijos. M á s a ú n . 2. Su fuego. U é S d e e S C n t 0 110 v o l v i ó á h a c e r m é r i t o de el. p u e s á c i e n c i a c i e r t a puedo a s e g u r a r que a n a d i e h e conocido q u e en talento v luces n n l r ^ T P U R e r . p o r c o s t u m b r e . cuanto que fue la causa de nuestras relaciones. ' ^ " Pereg™° ™ P a r e c e que n a d a h a y á q u e l a n a t u r a l e z a nos liava e n e a m i n a d o tanto como al t r a t o social. todas las s i m p a t í a s q u e el a m o r e l T necesidad P a v a d a ó pública forjan Y sostienen ' T e T e l a s T n n p f o f 0 5 ^ ' t a " t 0 m e n o s aráis J d e s c S a n t o ' q u e a ellas se u n e n otros fines distintos á los d é l a amistad ' c a l d e r a d a en si m i s m a . Aristipo e n t r e otros. p o r esta razón nos lo a p l i c a m o s L a B o é t i e y yo. m á s f u e r t e y m á s r u d o . n s t a n c i a s P r e c ' s a n para f u n d a r una amfsse sóta c á ^ a t r e " s f g l o s . p e n a s del a m o r . ? A n d a r í a n d e c e r c a con las p r o d u c c i o n e s de l a a n t i g ü e d a d . p u e s es a g r a d a ble y c o n t i e n e todo c u a n t o c o n t r i b u y e á r e a l z a r u n t r a b a j o de su n a t u r a l e z a . t e n i e n d o los h e r m a n o s q u e c o n d u c i r la p r o s p e r i d a d de su f o r t u n a p o r igual s e n d e r o y p o r modo i a é n t i c o . r e s i d e en la a m i s Por lo g e n e r a l . . que h a n d e s d e ñ a d o la na'tural afección y unión de p a d r e s é h i j o s . en el tiempo q u e yo le conocí. 1 7 . » El n o m b r e d e h e r m a n o e s en v e r d a d h e r m o s o . P u e b l o s ha habido. ó implica un a m o r t i e r n o v p u r o . p u e s mi p a d r e f u é el m e j o r d e los p a d r e s que j a m á s h a y a existido. h u b i é r a sin ula res C sas ° . W b i e r a f o r m a d o el d e s i g n i o q u e yo sigo de t r a n s c r i b i r s u s f a n t a s í a s . I I . N. los hijos m a t a b a n á los p a d r e s . H a b l a P l u t a r c o d e otro á quien d e s e a b a n p o n e r en b u e n a a r m o n í a c o n su h e r m a n o . CATCLO. í C O m p a r á r s e ! e . L a afección h a c i a las m u j e r e s . q u e acaso en otro húsar e n T n t r e n 1 i t i 0 a d e c u a d o . q u e o b j e t ó : « No doy i m p o r t a n c i a m a y o r al a c c i d e n t e d e h a b e r salido del mismo a g u j e r o . en q u e .G t e n g 0 t a n t a » " ^ ' e s t i m a c i ó n . d A l i m é n t a s e l a a m i s t a d ' p o r ta e a d m ' S r í ? encontrarse entíe h ^ s y p a d r e s p o r la d i s p a r i d a d que e n t r e ellos existe v a d e m á s U l0S d6bereS .nteS d e 1 M « e s e á s u a u t o r y me d i n n m»nWH . M a s e n t r e h e r m a n o s n a t u r a l e s la c o n f u s i ó n de bienes. es mi p a d r e . C i e r t o que n o p u e d e a s e g u r a r s e que es o m e j o r q u e su a u t o r h u b i e r a podido c o m p o n e r . p u e s si m á s a d e l a n t e . pues mostróseme ~ . E s mi hijo. 2 . s u 1. HORAOí. T b r e ' P i a n d o así la a m i s t a d qyue h e m o s m a n t e n i d o el tiempo que Dios h a tenido á b i e n . y r e s p e c t o al l i t r o . que c o n s t i t u y e n uno de los p r i m e r o s d e b e r e s d e la a m i s t a d . la r e l a ción y c o r r e s p o n d e n c i a q u e c r e a n las a m i s t a d e s v e r d a d e r a s y p e r f e c t a s . como son a m i s t a d e s q u e la ley y obligación n a t u r a l nos o r d e n a n . y a ñ a d í a q u e t a m b i é n e n g e n d r a m o s piojos y g u s a n o s . ¿ q u é r a z ó n h a v p a r a q u e se e n c u e n t r e n e n t r e los h e r m a n o s ? El p a d r e y el hijo p u e d e n s e r d e complexión e n t e r a m e n t e opuesta. E s todo c u a n t o h e podido r e c o b r a r de sus reliquias. p o d r í a n t a m p o c o p r a c t i c a r s e d e los hijos á los pad r e s . No soy desconocido á la diosa q u e mezcla una d u l c e a m a r z u r a c . tan cabal y p e r f e c t a . El ú l t i m o e x t r e m o d e la p e r f e c c i ó n en as r e l a c i o n e s que ligan á los h u m a n o s .n las CIO. q u e no e s fácil e n c o n t r a r l a s e m e j a n t e e £ ü e m S / w 8 ' m e n t r ? n u ? s t r o s c o n t e m p o r á n e o s se v e E £ d ¿Jmn U C i r C U . o n d u l a n t e y v a r i o . a u n q u e n a z c a de n u e s t r a elección. lo confieso. ni los a d v e r t i m i e n t o s y S r f e o - ciones. f u e g o febril.d / ant¡SUOS a m a r o n ón a t u am r0Sa' yÜenen ñanalogia ° ' P- S _ r e 'aciones que e x i s t e n e n t r e los hijos y los p a d r e s ae}f e s t á n f u n d a d a s enC Uela r e s p ep tuoe. p e r o es un f u e g o t e m e r a r i o . p e r o es* un h o m b r e arisco. f u e r z a e s que con f r e c u e n c i a t r o p i e c e n . y el m á s i n d u l g e n t e h a s t a en su e x t r e m a vejez.

e n u n a p a l a b r a . á p r e s t a r obediencia á las leyes. consistían e n t o n c e s en discursos filosóficos. E sol d i e t r o a c h i f u g g e a f f r e t t a il p i e d e luego que se convierte e n a m i s t a d . p o r el contrario e c a l o r e s g e n e r a l . en el a c u e r d o de a m b a s voluntades. como lo p r u e b a n los salubles a m o r e s de H a i m o d i o y A n s t o g i t ó n . los p r e s e n t e s .El a m a n t e p r o c u r a b a i m p o n e r la g r a c i a y belleza de su a l m a . Después de esta c o m u n i d a d g e n e r a l la p a r t e principal de la m i s m a . y he tenido ocasión de c o n o c e r de cerca u n a y o t r a . que n a d a tiene de" violento ni de p u n z a n t e Mas a u n . m á s firme v dur a d e r a . P o r esta causa p r e f i e r e n al amado. si c o n s i d e r a m o s que su duración e s obligatoria y f o r z a d a . H e preferido a n t a ñ o otras fútiles afecciones á la amistad perfecta. Si la pasión d o m i n a b a a un a l m a g e n e r o s a . Asi es que las dos p a s ¡ ¿ n e s lian habitado en mi a l m a .000 *a ' ? ¿ Como n o b u s c a su o b j e t o e n u n T. el a m o r no es m á s que el deseo f u r i e s o de al^o c que huye de nosotros : Coiné s e g u e l a i e p r e il e a c c i a l o r e Al f r e d d o . el m á s h e r m o s o p a r a los griegos. . los medios que ésta ponía en practica p a r a el logro d e su fin e r a n las riquezas. . entonces nacía en el a m a d o el deseo de u n a concepción espiritual p o r el i n t e r m e d i o de u n a belleza espiritual t a m b i é n . a l c a l d o . s o b r e s e r un m e r c a d o e n el cual solo a e n t r a d a es l i b r e . 7. ñeque formosum senem1 ? L a A c a d e m i a m i s m a no d e s m e n t i r á mi aserto. J .f l S L e n . la concesión d e dignidades v otras bajas m e r c a n c í a s . al contrario del a m a n t e . que p r e d o m i n a b a y e j e r c í a en s u s oncios. siendo causado por la tierna j u v e n t u d . que e r a la f u e r z a del país lo que acogía bien el uso y la principal d e f e n s a de la equidad v de la libertad. e s t a b a s i e m p r e f u n d a m e n t a d o en la belleza exterior. pues lo que no exigían del a m a n t e en lo relativo á que a p o r t a s e discreción en su e m p r e s a . p r u d e n c i a y justicia. a n t e s de la e d a d eff que su g e r m i n a c i ó n principia. y también L a Boétie rindió culto al amorsus versos lo d e c l a r a n d e m a s i a d o . que los filósofos r e p r u e b a n . y c e n s u r a n m u c h o al poeta Esquilo por h a b e r e n los a m o r e s de Aquiles v P a t r o c l o h e c h o el a m a n t e del p r i m e r o . porque este n e c e s i taba j u z g a r de u n a belleza i n t e r n a de difícil conocimiento y d e s c u b r i m i e n t o abstruso. como que su fin es corporal y se e n c u e n t r a sujeto a saciedad. dicen q u e producía útilísimos frutos en p r i v a do y e n publico. al cual e r a n lícitos todas las insolencias a p a sionadas. j u s t a m e n t e c o n d e n a d o y aborrecido p o r n u e s t r a s c o s t u m b r e s . en que todo n u e s t r o s e r estuviera s u m e r g i d o . los favores. 3i amislo. exigíanlo en el a m a d o . a c a b a d a ya la de s u c u e r p o e s p e r a n d o así fijar la comunicación moral. Esta e r a la p r i n c i p a l . a l i a m o n t a g n a . y d e p e n d i e n t e de c i r c u n s tancias a j e n a s a n u e s t r a v o l u n t a d . a decir v e r d a d . si p u d i e r a f u n d a m e n t a r s e v e s t a b l e c e r s e u n a asociación v o l u n t a r i a y libre. los cuales bastan á r o m p e r el lulo de la afección y á a l t e r a r el c u r s o de la m i s m a m i e n t r a s que en la amistad n o hav cosa que la p o n g a trabas p o r s e r su fin ella m i s m a . P o r eso la llamaban s a g r a d a y divina.OSTO. por el c o n t r a r i o . m i e n t r a s le e s c a p a d e 4 a d a r a a l c a n c e . si digo que el f u r o r p r i m e r o inspirado por el hijo d e \ e n u s al corazón del a m a n t e . Si asi no a c o n t e c i e r a . Si el f u r o r de que hablo se a p o d e r a b a de u n alma g r o s e r a . m á s se disfruta a m e d i d a q u e m á s se d e s e a . la d i f e r e n c i a de edad v oficios do los a m a n t e s tampoco se a p r o x i m a b a á la perfecta unión da que vengo hablando : Q U I H est enim iste amor amieitue' Car ñeque deformem adolescentem quisquam amat. E n el a m o r griego. el goce ocasiona su r u i n a . c a n l o X? e s t ^ c . i m a g e n falsa de la g e n e r a c i ó n corporal. de la cuaf no sólo las a l m a s participaran sino t a m b i é n los c u e r p o s . y o v M n V. > 1. v c u a n d o l a c o g e v a no h a c e c a s o d e e l l a . a l t r a v é s d e m o n t a ñ a s y v a l l e s . e d ¡ 0 . ni el a l m a de ellas es b a s t a n t e firme p a r a s o s t e n e r la r e s i s tencia de un nudo tan a p r e a d o y d u r a d e r o . y a c t u a l m e n t e considero que e n mi espíritu la a m i s t a d m i r a de u n modo desdeñoso y altivo al a m o r y l e coloca bien lejos y m u c h o s grados p o r bajo. N e p i ú r e s t i m a poi c h e p r e s a v e d e . Guando este fin llegaba á sazón. a l e g a n d o como razón que los dioses le dan también la p r i m a c í a . a l l i t o . ejemplos todos de valor. o r d i n a r i a m e n t e obedece a t i n e s b a s t a r d o s . a c o n t e c e n e n él multitud de accidentes que ios esposos tienen q u e resolver. del cual estaba todavía oculta la a p a r i e n c i a . no se a l i m e n t a n c r e c e sino a m e d i d a q u e se disfruta. afección. La afección no podía f u n d a m e n t a r s e en el espíritu. es d e c i r . la c o r p o r a l e r a aecident y s e c u n d a r i a . En c u a n t o al m a t r i m o n i o . TMTC Iul ^ G S T . los m e d i o s que ésta e m p l e a b a e r a n g e n e r o s o s t a m b i é n . A ñ á d ¿ s e que. u n calor c o n s t a n t e y tranquilo. La a m i s t a d . m . á sacrificar la vida por el bien de su país. j a m á s las he equiparado. e n s e ñ a n z a s que tendían al r e s p e t o de la r e l i gión.d e J 0 S f r i o s . y los a n t i g u o s filósofos de claran a la m u j e r incapaz de p r o f e s a r l a . todos los esfuerzos que pueden p r o d u c i r un a r dor i n m o d e r a d o .e j° S» a P° ? CICERO*. AB. E n la amistad. i l o s a l o r e s el c a z a d o r v a e n s e g u i m i e n t o d e l a l i e b r e .jeto a accesos e i n t e r m i t e n c i a s y que no se a p o d e r a de nosotros mas q u e por u n lado. . se b o r r a y l a n g u i d e c e . i g u a l m e n t e distribuido p o r todas p a r t e s ' a t e m p e r a d o . todo dulzura y sin asperezas. la inteligencia o r d i n a r i a de las m u j e r e s no a l c a n z a a que p u e d a n c o m p a r t i r s e los goces de la a m i s t a d . el cual se e n c o n t r a b a en eí primiyo verdor de su adolescencia. la a m i s t a d sería más cabal v m á s viva P e r o no hay e j e m p l o de que el sexo défcil h a y a dado pruebas de s e m e j a n t e . como cosa espiritual que e s y el a l m a a d q u i e r e en ella mavor finura p r a c ticándola.

c. nos b u s c á b a m o s ya. f u é no se q u é q u i n t a e s e n c i a de todo r e u n i d o . et (etatibus. Nuestros e s p í r i t u s s e c o m p e n e t r a r o n u n o e n otro. r e c o n o z c o q u e no p o d r í a -•ontestar m a s q u e r e s p o n d i e n d o : p o r q u e e r a él y p o r q u e e / a yo. Pni* e n' sí o s . . p u e s q u é f í r á a n C U [ ? p h < l 0 SU y o ! u n t a d si t e hubiera m a c a d o poner Í Z f l Pn U e S t m S ^ P 1 ^ ? . 34. ni á dos ni a t r e s ni a c u a t r o ni á mil. N o s a b r a z á b a m o s p o r n u e s t r o s n o m b r e s . f e C C .! * ? r a n S ° e s a s o t r a s a m i s t a d e s X ? m a n t e n i d o t a n t a s c o m o c u a l q u i e r a otro s e c o ñ f ? . L o s q u e a c u s a n d e \ e d i c ™ a e s £ m h t n ' ' S ü ^ T ^ r \ y ™ presuponen^como eCe r q U 6 B l o s ¡ voluntad de r r ^ n . 2. que n a d a d e s d e e n t o n c e s n o s tocó t a n d e c e r c a c o m o n u e s t r a s p e r s o n a s .m i d a la a r d ieíi te«Mi«m m a r c h a ™ muestras a h n a s . c o m o tampoco d e la 3e u n S n c o m . v c o m o sin e s t o e s E S e?mR. Si e r a tan p e r Í H í S E ^ GraC(\C0r historia cuenta. CICERO». e r i a ™ error lamentable. El a m o r e s el deseo de alcanzar la a m i s t a d de u n a p e r s o n a q u e nos a t r a e p o r su belleza. v en n u e s t r a e n t r e v i s t a p r i m e r a .' ¿ l a m a t a r í a i s ? » y q u e yo c o n t e s t a r a a f i r m a t i v a m e n t e nada b a d e m P™* . ouxsl. ' c o n s e n t i m i e n t o á r e a l i z a r tal a c í o ? p o r q u e vo n o p u e d o d u d a r d e mi v o l u n t a d . ni q u e f u e s e suvo ó m í o .J a m á s m e h u b i e r a o r d e n a d o tal Le o M ¡ K S ~7 ¿ P e ™ y s ¡ 1° h u b i e r a h e c h o ? a ñ a d f ó L e l i o . n o s e n c o n t r a m o s t a n p r e n d a d o s .1'nP°si. Tute. ° L a B o é t i e . t a n c o n o c i d o s . e n P r e s e n c i a de los c ó n s u l e s r o m a n o s . n o t e ñ í a n t i e m p o que p e r d e r . H a b i e n d o de d u r a r tan poco tiempo su vida y habiendo comenzado tan tarde n u e s t r a s relaciones (pues a m b o s é r a m o s ya h o m b r e s hec h o s .ble las a m i s t a d e s v i W f a r e s K & S S K f U é V C U a l d e b i ó s e r . e n las c u a l e s p r e c i s a n t a n t a s p r e c a u c i o n e s de d i l a t a d a y p r e l i m i n a r c o n v e r s a c i ó n E n l a a m i s t a d n u e s t r a n o h a b í a o t r o fin e x t r a ñ o q u e le f u e r a a j e n o . Y vuelvo á m i d e s c r i p c i ó n d e u n a a m i s t a d m á s j u s t a v m e j o r c o m p a r t i d a . P ° ? P conocimiento : ambos eian mas amigos que ciudadanos. él m e l l e v a b a a l g u n o s años). Ni en todos los r a L n a m i e n t o s de" S t o v d é l a s ? n S ¡ P .. p r e g u n (qU e . S 0 S t r á r S e m e ' Sea cua" ^ r e ' l g £ 2O. p r o d u c í a e n n u e s t r a s a l m a s m u c h a m a v o r i m p r e s i ó n de la q u e se a d v i e r t e e n l a s a m i s t a d e s o r d i n a r i a s . p e r o no a c o n s e i o q u á predso n r n . . 1 r a e l P r m c ' P a ¡ de s u s a m i g o s ) q u é i d e h acer h n K u i l o P ° r él> B I o s i o r e s p o n d i ó : V L o h u b i e r a h e c h o t o d o .. con n a d a se r e l a c i o n a b a q u e n o f u e r a con ella m i s m a .T„ i ' •J a c u a l y ° n o e n c o n t r a r a e n s é . 6 n t a n i n t e n s a s e descubried í o su a l m i ® l a s e n t r a ñ a s » H™ no sólo conocía S m que en ml mismo ° qU6 fiado en él co?rilníe°s S 0 vÍ3 n h C Í U íñ a a n f * . 20. ' ° e r a s o b e r a n ° de la or der or eran m á . A n t e s de q u e n o s n u m e r a m o s visto. E s c r i b i ó él u n a e x c e l e n t e s á t i r a l a t i n a . La a m i s t a d no p u e d e s e r sólida sino en la m a d u r e z de la e d a d v en l i Y 1 áel e s p í r i t u .n i n g u n a Í e T a S n d e P l a d r ! ? .S i l o s actos'de am0 n amigos se ún ni¡ ni el el uu nn oo de "1°me ?i sam r i t e rrieos. CICERÓN He Amicil. s P o s e e r m e de la certeza en que estoy d e las i n t e n c i o n e s y a l c a n c e d e mi juicio. sólo la v i o l e n c i a d e los t i r a n o s y la c o b a r d í a d e los p u e b l o s t e n i a c o m o e n e m i g . n a d a n o s r e s e r v a m o s q u e n o s f u e r a p e c u l i a r . no o b e d e c i ó á tal ó c u a l c o n s i d e r a c i ó n . e n la c u a l e x p l i c a la p r e c i p i t a c i ó n d e u n a a m i s t a d q u e l l e g o con tal r a p i d e z á s e r p e r f e c t a . corrobo*atis iam conjirmatisque et mgeniis. e s a s e g u r a r q u e e r a el s u y o u n a m o r q u e a c a b a b a e n a m i s t a d . ni del to rt rT o . i d e a que n o se a v i e n e m a l con la d e f i n i c i ó n e s t o i c a del a m o r Amo- rem conatum esse amicitice faciendo. Sf)6CL(Í ex pulchritudinis . no t e n K r f e s t í n v ^ i n i ° s c ó n s u l e s h a c i é n d o l e s la ú l t i m a a t r e v i d a conf e s i ó n .•I° ? ° S ° r d e n a r a ^ r ? n u e r t e á v S a íi a. n m l L ' P . con ca°riñ 0 ton m h S a o S i r i 1 a . c o n f i a n d o p r o f u n d a m e n t e el u n o e n el otro eran dueños perfectos de sus respectivas inclinaciones qu¿ d i r i g í a n y g u i a b a n p o r la r a z ó n m u t u a . judicandce sunt? Lo q u e o r d i n a r i a m e n t e l l a m a m o s a m i g o s y a m i s t a d no son m a s q u e u n i o n e s y f a m i l i a r i d a d e s t r a b a d a s m e r c e d á alg ú n í n t e r e s . — L e h u b i e r a o b e d e c i d o » . q u e se ha i m p r e s o . E x i s t e m á s a l l á de m i r a c i o c i n i o y d e lo q u e part i c u l a r m e n t e p u e d o d e c l a r a r .d e r d e d e . E n s u m a o s . más amigos que e n e m i - e ara¡ f S d e ° s o S O S ± f i S U r ' S ' yr S°s e n lalmbicfón ó ei d e s o r d e n . ni n e c e s i t a b a n t a m p o c o a c o m o d a r s e al p a t r ó n de Jas a m i s t a d e s f r í a s y o r d i n a r i a s .s e g ú n ellos. n T n P e r f e C t a S e n . r e s p o n d i ó . yo no s é q u é ' f u e r z a i n e x p l i c a b l e y f a t a l . una espontaneidad y un a r d o r igual en ambas. l a c u a l h a b i e n d o a r r o l l a d o t o d a mi v o l u n t a d c o n d u j o l a á s u m e r g i r s e y á a b i s m a r s e e n la s u y a con 1. P o -r lo§d e m á s c tal p u e s t a no d i f i e r e de la q u e yo d a r í a á q u i e n m e p r e g u n ¿ s e " luntad J l a mataría. v lo q u e o í a m o s d e c i r el u n o del o t r o . t a n o b l i g a d o s el u n o del o t r o .¿ C ó m o t o d o ? siguió Lelio . . las a l m a s se e n l a z a n y c o n f u n d e n u n a con o t r a p o r m o d o t a n i n t i m o . Es p r e c i s o p r o c e d e r e n e s t a s u n i o n e s con p r u d e n c i a v p r e c a u c i ó n . todo c u a n t o p u e d e c o n c e d e r s e e n h o n o r d e la A c a d e m i a . Omnino amicitice. el e n l a c e n o e s t á a n u d a d o d e manera q u e ^ S h a y a A . d i r i a s e q u e n u e s t r a u n i ó n f u é u n d e c r e t o de la P r o v i d e n c i a . IV. quie^ ? L d ® S P U é s d e a f ? n d e n a c i ó n d e ' r ¡ b e r i o G r a c o persiguieron ia ian Í A CI ! ^ p e r t e n e c i d o al p a r t i d o d e é s t e . q u e t u v o l u g a r c a s u a l m e n t e en u n a g r a n fiesta d e u n a c i u d a d . E n la a m i s t a d d e q u e yo h a b l o . f u S ^ e r o . ^ i ) u e s s e P a d e c . m e d i a d o r a d e e s t a u n i ó n . o m e r c e d al a c a s o p o r m e d i o de los c u a l e s n u e s t r a s a m a s se r e l a c i o n a n e n t r e si.nte. y no p o d í a s e p a r a r s e d e la s e g u r i d a d q u e t e n i a en el d e s i g n i o de Tiberio ¿ r a c o . Si s e m e o b l i g a r a á d e c i r p o r q u e yo q u e r í a á L a B o é t i e . q u e se b o r r a y no h a y m e d i o de r e c o n o c e r l a t r a m a q u e las u n e .

q u e c o n s i s t í a e n cinco talentos. decia q u e lo r e c l a m a b a .C U S . A r e t e o m a n t u v o l a r g a m e n t e á l a m a d r e : y de su f o r t u n a . r e c o n o c i m i e n t o . t a m b i é n corintio. - g f ^ T J t ó f f i S i S f r t r i p l e ó c u á d r u p l e . s e g ú n la definición exacta d e Aristóteles. tenia dos a m i g o s : L a n x e n o . a g r a d e c i m i e n t o v o t r a s a n á l o g a s . m u j e r e s . a q u e l que facilita la ocasión es el q u e p r a c t i c a m a y o r l i b e r a l i d a d . p r o h i b a n las d o n a c i o n e s e n t r e m a r i d o y m u j e r c o n c l u y e n d o p o r e s t a p r o h i b i c i ó n q u e todo p e r t e n e c e á cada u n o do ellos.» Este precepto. no s i e n d o su v o l u n t a d s i n o u n a sola a l m a en dos distintos c u e r p o s . E u d o m i d a s . como e s t a b a p o b r e y sus dos a m i g o s eran ricos. y como yo no considero' como m é r i t o el servicio p r o p o r c i o n a d o . como si a!o-ún dia t u v i e r a i s q u e a b o r r e c e r l e . C u a n d o m u ñ o . es i r j p o s f b l e q u e s e L í b l f fet a m i b o s p i d i e r a n s e r s o c o r r i d o s al m i s m o tíemnn i a c u d i r í a i s p r i m e r o ? Si solicitaran nn„«c7™ u e m P ° . n d " d a l a ' " e r z a caso que en el d e Are?en F n 7 ° . antes que todo. bienes. hon o r y v i d a . e s s a l u d a b l e en las o r d i n a r i a s y c o r r i e n t e s .n a d a que d e s c o n f i a r . C u a n d o el filósofo D i ó g e n e s t e n i a n e c e s i d a d de d i n e r o . hizo asi su t e s t a m e n t o : « Lego á A r e t e o el cuidado d e a l i m e n t a r a mi m a d r e y d e s o s t e n e r l a en su vejez" á Car i x e n o le e n c o m i e n d o el c a s a m i e n t o de m i h i j a v además que la dote lo m e j o r q u e p u e d a . E n el caso d e q u e u n o de los dos v e n g a á m o r i r .p l r a ' K 6 n qUe n ada s e L reser " . la p a t e i S d a d la fr^S^^ m e n t e . p r e s t a r s e m u t u o s servicios. » 6 a cual 5 s ervici 0s o r d e n e m p l e a r í a i s en tal W o * . » Los que vieron p r i m e r o este t e s t a m e n t o se b u r l a r o n . « A m a d l e . y s e i a D n S Í . 1 V S S T ^ -V res C i r o un soldado j o v e n á o i i i ü í i i P u e s t a q u e dió á precio q u e r í a p o í ™ ^ t í ^ ^ í S S h J E ^ W p r e m i o de la c a r r e r a a ñ i d a n i • • a S a n a d o el Sl r e i n o : « N o en v e í d S ' ' . r u e g o . mas l a A m i s t a d q u e m n l l & i ^ l ? ? ? ™ ' como s o b e r a n a absoluta. S i e n d o t o d o c o m ú n e n t r e los a m i g o s : voluntades. corintio. p e r o a d v e r t i d o s los h e r e d e r o s d e su a l c a n c e lo aceptaron con s i n g u l a r c o n t e n t a m i e n t o . t r a e r é á colación un s i n g u l a r e j e m p l o a n t i g u o . p a r a h o n r a r el m a t r i m o n i o con a l g u n a s e m e j a n z a i m a g i n a r i a d e e s e divino e n l a c e . e n c o m i e n d o su p a r t e al q u e sobrev i v a . c i o n i a n o .e s p l e n d . H c a m b i a r i a por un Ya ni n a d a K e x c e p t ú a e n o .la e n t e r a c o m p e n e t r a c i ó n d e n u e s t r a s v o l u n t a d e s es suficiente p u e s del propio modo q u e l a a m i s t a d q u e yo profeso no a u m e n t a p o r los beneficios q u e hago e n caso d e n e c e s i d a d d i g a n lo q u e q u i e r a n los e s t o i c o s . el que r e c i b i e r a el beneficio s e r í a el que obligaría al c o m p a ñ e r o . odiadle como si a l g ú n c dia tuvierais que amarle. p u e s b u s c a n d o u n o v otro. p r o p o r c i o n a n d o a su a m i g o el c o n t e n t a m i e n t o d e r e a l i z a r lo que m a s d e s e a . s o s t e n e s d e las o t r a s relacion e s .reciben. á propósito d e las c u a l e s puede e m p l e a r s e u n a frase f a m i l i a r á A r i s t ó t e l e s : « ¡Oh ami«os m i o s . que es tan abominable en la a m i s t a d p r i m e r a d e q u e h a b l o . d e no s e r d u e ñ o d e v a r i a s a l m a c v as rías v o l u n t a d e s p a r a c o n f i a r l a s toda* ¿ „ „ 7 ^ ? Las amistades c L u n e p u e d e n dividfrse n^ÍHma T S t & ± p u d e estim en u n o s la belleza. decia Q u i l ó n . juicios. K n : S O n é s t o s e f ^ t o s q u e m e h a c e n ¡ ^ " « o t ^ E L ^ . e n otros S \ f arse otros la liberalidad. d e z e n este que no pnede i m a ^ í e i a L n. n o q u e lo pedia Y para p r o b a r cómo esto se p r a c t i c a en realidad. obligación. acción b u e n a . He aquí la r a z ó n d e que los l e g i s l a d o r e s . H a b i e n d o m u e r t o cinco chas d e s p u é s Carixeno. la u n i ó n d e tales a m i s t a d e s s i e n d o v e r d a d e r a m e n t e p e r f e c t a h a c e q u e se pierda el s e n t i m i e n t o d e s e m e j a n t e s d e b e r e s . al p a r q u e a l e j a r y o d i a r e n t r e ellas esas p a l a b r a s d e división y d i f e r e n c i a . < fi silencio ti do t o m al roíqa ui se? aLl a <2ro principal v i i n Ó 7 7 ™ t J ' 6 ^ u é P a r _ s e q u i e r a n y me e s t i m e n t j i n £ - s a » S e i s T r S a s r S' r rdos h F ombres ^ ^ « a ® p r o c u r a r l e s el m e d i o d e f a w e c e r k ^ s'in d n d ^ f f ' 6 D d e l a a m i s t a d se m u e s t r a m n ' y S1 . p e n s a m i e n t o s . n a d a p u e d e n p r e s t a r s e ni n a d a t a m p o c o d a r s e . n o h a y n i n g ú n a m i g o ! « E n a q u e l noble c o m e r c i o l o s servicios q u e se h a c e n ó. e n t r e g ó dos E s t e e j e m p l o es bien c o n c l u y e m e . hijos. y A r e t e o . no m e r e c e n s i q u i e r a s e r t o m a d o s en c o n s i d e r a c i ó n . y que n a d a t i e n e n que dividir ni q u e r e p a r t i r Si e n la a m i s t a d de q u e h a b l o el u n o p u d i e r a d a r a l g u n a cosa al otro.

otros lo h a c e n de sobra. q u e d e b o h o n r a r .' ¿ N o P o d r e y a h a b l a r t e ni oír el t i m b r e de tu v o z ? n l 3 4 5 M r la 2^1. Mientras la razón no m e abandone. act. e s t i m a n d o q u e la pasión que e n t o n c e s n a c e r í a e n su a l m a le liaría j u e z equitativo de tal a c c i ó n . cuando estoy en sociedad p r e f i e r o el l e n g u a j e a m a b l e y el bien d e c i r . Alloquar? audíero nnnquam tua verba loquentemf N u n q u a m ego t e . a t q u e o m n e s delicias a n i m i . toda mi vida c o n los c u a t r o a ñ o s q u e m e f u é dado d i s f r u t a r de la d u l c e c o m p a ñ í a y s o c i e d a d de L a Boétie. P e r o o i g a m o s h a b l a r u n poco á este j o v e n c u a n d o tenía dieciséis a ñ o s . No m e mezclo p a r a n a d a en d a r i n s t r u c c i o n e s al m u n d o de lo q u e es p r e c i s o h a c e r . r? /? ° 1«° v i d a m i s m a ! ¡oh. p u e s l o q u e tal h a sido. no lo prud e n t e . El viejo M e n a n d r o l l a m a b a dichoso al q u e h a b í a podido s i q u i e r a e n c o n t r a r s o l a m e n t e la s o m b r a d e u n amigo . HORACIO. sólo hablo d e lo q u e c o n m i g o se r e l a c i o n a . e s c . HORACIO. Eneida V 49 2. N a d a rae i m p o r t a la religión q u e p r o f e s e n mi médico ni mi a b o g a d o . lile d i e s u t r a m q u e Duxit r u i n a m No e j e c u t o n i n g u n a a c c i ó n ni p a s a p o r m i m e n t e n i n g u n a idea sin q u e le e c h e d e m e n o s . los p l a c e r e s m i s m o s q u e se m e o f r e c e n . 28. I. n o e s p e r o e n c o n t r a r n i n g ú n b u e n j u e z . Quera s e m p e r a c e r b u m . De la p r o p i a s u e r t e q u e el que fué s o r p r e n d i d o c a b a l g a n d o s o b r e un bastón.3. me p a r e c e q u e yo l e r o b o la p a r t e q u e le c o r r e s pondía. Á la f a m i l i a r i d a d de la m e s a asocio lo a g r a d a b l e . Ileaulonl. ni á u n c o c i n e r o b l a s f e m o .q u e p a r t i c u l a r m e n t e n o se r e l a c i o n a n c o n el motivo de las m i s m a s . y n o c h e p e s a d a y tenebrosa. Adspiciam p o s t h a c ? At c e r t e s e m p e r a m a b o 5 . Í ! í l " I . v. contigo toda mi a! n a e s t á e n t e r r a d a ' e X S 3 he K M ^ ? J f las m u s a s y todo lo q u e f o r m a b a K Endonado 6 fn. v i t a f r a t e r a m a b i l í o r .ágr¡maS m n . i ' v . t a n a c o s t u m b r a d o á s e r el s e g u n d o en todas p a r t e s . Qu® t u u s in v i l a dulcís a l e b a t a m o r . u r a b a l ? d u l c e a m i s t a d . tal c o n s i d e r a c i ó n n a d a tiene que ver c o n los oficios d e l a a m i s t a d q u e me d e b e n . r o g ó á l a p e r s o n a que le vió que no se lo c o n t a r a á n a d i e h a s t a que él f u e s e p a d r e . — si c o m p a r o . q u i d moror a l t e r a • Nec c a r u s frique. q u e se rae figura n o s e r a h o r a m á s q u e la m i t a d . digo. como á otro que s e a imbécil. Si c o m p a r o todo el r e s t o d e mi vida— a u n q u e a y u d a d o d e l a g r a c i a d e Dios la h a y a pasado dulce.r d e b e s e r m e licito a h o r a q u e ya no e x i s t e a a u e i q con q u i e n todo lo c o m p a r t í a . n a d a e n c o n t r a r é c o m p a r a b l e i un amig o c a r i ñ o s o . . Illam meae si p a r t e m a n i m a ) tulit Maturior v i s . ut o p u s e s t facto. U e S l r 0 S P ' a ^ r e s . d a ! . y asi p o r el estilo en todas l a s d e m á s cosas. Heautonl. salvo la p é r d i d a de tal amigo. a l s a b e r y a ú n á la p r o b i d a d . g u s t o s a y. U 1 0 ' q u é d e s ? ? c i a P a r a mi la d e h a b e r l e p e r d i d o ! T n a„. ! ? b . f r a t e r : T e c m n u n a tola e s t n o s t r a s e p u l t a a n i m a C u j u s ego ¡nteritu tota d e m e n t ó fugavi l l a j c s l u d i a . n o hago m á s q u e a r r a s t r a r m e l á n g u i d a m e n t e . voluistis!) h a b e b o *. Tu m e a . como h u b i e r a h e c h o ^ é l si yo le h u b i e s e p r e c e d i d o . m á s me i n t e r e s a s a b e r si es d i l i g e n t e : n o temo t a n t o á u n m u l a t e r o j u g a d o r . o d a m ¡ v i d a . b ? " o r a ^ . y los efectos d e éste s o b r e p a s a n á los p r e c e p t o s m i s m o s de la filosofía. r e d o blan el s e n t i m i e n t o d e su p é r d i d a . D e s d e el día en que le p e r d í . v u e s t r a s u p r e m a v o l u n t a d ! VIRGILIO. 1. a n 0 . e n el l e c h o a n t e p o n g o la belleza á la b o n d a d . f a c e f .5. . ¿ q u e hacer de la otra m i t a d s e p a r a d a d e la q u e p a r a mí e r a m u c h o m i s c a r a ? El m i s m o día nos hizo d e s g r a c i a d o s á l o s dos. L ^ H ' " 1 3 1 9 u e d e . nec s u p c r s l e s I n t e g e r . Di. Mihi sic u s u s e s t : tibi. habiendo d i s f r u t a d o v e n t a j a s y facilidades n a t u r a l e s q u e d e s d e m i cuna gocé. UD . l l e n a d e t r a n q u i l i d a d d e e s p í r i t u . J . como lo c o m p a r t í a m o s todo. . e x e n t a de afliccion e s g r a v e s . p e r o c o n o c i e n d o c u á n r a r a cosa es y c u á n a p a r t a d a d e lo o r d i n a r i o u n a a m i s t a d tan sublim e . 1 v 97 í n d e s . Quis d e s i d e r i o sit p u d o r . I. el o t r o tiempo de mi e x i s t e n c i a n o es m á s que h u m o . asi m e s o b r e p u j a b a también en los d e b e r e s de la a m i s t a d . e n las relacion e s d o m é s t i c a s q u e sostengo con los c r i a d o s que m e sirven. M e i n f o r m o poco de si m i lacayo es c a s t o . asi yo q u i s i e r a h a b l a r á p e r s o n a s q u e h u b i e s e n exp e r i m e n t a d o lo q u e d i g o .mVrerraS^RAaoTVtT' ** de ^ . j u g a n d o con sus hijos. Ü n o c r " e l . e s c . 1. 2. ™ ' ° . a u t m o d u t Tam cari c a p i t i s ? 4 0 misero f r a t e r a d e m p l o m i b i ! Omnia t e c u m u n a p e r i e r u n t g a u d i a n o s t r a . t a n t i s p e r d u m i lio a b o s t m e u s p a r t i c e p s Me e n c o n t r a b a yo tan h e c h o . d 0 S H n . p u e s así c o m o m e s o b r e p a s a b a infinitamente e n todo s a b e r y virtud. sin b u s c a r o t r a s a j e n a s . en l u g a r d e c o n s o l a r m e .. Y yo creo q u e n i n g ú n p l a c . sigo la m i s m a c o n d u c t a . S O / . ¡Contigo s e disipó toda la d e b a ™ P ™ c . h e r m a n o m'o iSücá&rumTAí uvT r a e q elconsuel¿deamarletodami .44. TERENCIO. Tal e s mi p r o c e d i m i e n t o . Nil ego c o n l u l e r i m j u c u n d o s a n u s a m i c o *. a c t . Los m i s m o s disc u r s o s q u e l a a n t i g ü e d a d nos d e j ó s o b r e e s t e a s u n t o me p a r e c e n débiles a l lado del s e n t i m i e n t o que yo g u a r d o . oh d i o s e s i n m o r t a l e s . S e m p e r b o n o r a t u m (sic. h a s t a en el caso en q u e hubiera e n c o n t r a d o a l g u n o . Nec f a s e s s e u l l a m e v o l u p l a t e h i c f r u í Dccrevi. razón t e n í a p a r a decirlo. TERENCIO. 1. . como á otro i g n o r a n t e de las salsas. s e g u i d vosotros el v u e s t r o . tad d e mi a l m a . ' n e h a r o b a d o P r e m a t u r a m e n t e e s t a ' d u l c e mi. tu m o r i e n s fregisti commoda.

„ „ ^ l 0 > ? v e r s o s J 6 ° . d i c e n . m a s s e d p r u d e n t e s con s o b r i e d a d . al m a n e j a r l a s . i a s i d 0 P ^ ü c a d o con malas m i r a s p o r los q u e p r o c u r a n t r a s t o r n a r y c a m b i a r el estad« JXZITT P iüc sin c u i d ¿ e ad °! ?' p a r a n a d a de s d e i T S i l S 6 r f n U t l l 6 S .' l o s c u a l e s h a n m e z c l a d o l a obra eSC lt0 S d e s u ro ia nal renunr-ln aá i n°tt e i > ? . y t o m a n como principio e v i d e n t e u n a sutileza de l a filosofía: Insani sapiens nomen f e r a l . e n L i . e s t á n : s u e s P i r i t u s e h a b í a mollos actualps Fn i p a t l " í n d e ° í r o s t i e ™ P 0 S d i f e r e n t e s de que^inlmonfA . HORACIO. en las q u e se ve q u e su autor ha querido imitar á P e t r a r c a . Yo soy d e los que e n t i e n d e n q u e l a poesía n u n c a es m á s f r e s c a ni a g r a d a b l e q u e c u a n d o t r a t a u n a s u n to libre y j u g u e t ó n CAPÍTULO DE LA XXIX MODERACIÓN Cual si n u e s t r o c o n t a c t o f u e r a infeccioso. Habiéndolos hecho imprimir Montaigne en las o b r a s d e su amigo..la á t l t c u a T e s r e l i g i o s i s i m a m e n t e l l ¿ leyes bajS q u e m l a m f r ^ l T d 0 . sequus iniqul. „ V e r o n d e b e r conservarlos. s u ? a i s . de a b r a z a r l a con u n deseo e n q u e p r e d o m i n e l a violencia excesiva. ni q u e d e n testimonio d e h a b e r sido e s c r i t o s p o r u n a m a n o m a s e s p l é n d i d a . Y no os d é c u i d a d o d e q u e n o os d e d i q u e m á s q u e el r e s t o de lo que t i e m p o h a h i c e i m p r i m i r bajo el n o m b r e del c o n d e de Foix. os h a b l a r é al oído. como c o m p u e s t o s que f u e r o n e n su p r i m e r a j u v e n t u d . q u e apareció en e R I t ' Pans M " " ' P a r i S ' 1 5 8 7 ' T e n I a d e A b e l 1'Angelier. p u e s t o q u e . yo c r e o que n u n c a salieron de Gasc u ñ a otros q u e en i n v e n c i ó n n i en g e n t i l e z a los a v e n t a j e n . virtutem si petat ipsam P u e d e a m a r s e d e m a s i a d o la v i r t u d y t r a s p o n e r los l í m i t e s de la m i s m a e n l a comisión d e u n a c t o j u s t o . s e a n m e j o r e s j u e c e s que vo's 0 Ma y a demas or( ue rí í¡£ ® 'i 1 P l n a d a h a y que pudielei m o s a s ^ n f g a l a r d ó n á e s t a s e s t r o f a s que f a s r i c a s v en el cerco de L ? F é r e en i m ' C0 "de d e Grammont y d e Guiche.' l ! i e e l a s u n t 0 d e s u ü b r o f u é des¿ eíercicio l l f e " ? i n a n c i a y s o l a m e n t e á m a n e r a de d í m u c h o s l S í o f v t 0 V U i g a / y y a t r a t a d 0 e n m i I pasajes d u d o p u e T n i pn h b T Q ' 1 u e c r e y e r a lo q u e escribió. c u a n t o q u e hay S T a S S H p n ^ J ^ q u e . porque tampoco merecían ser leídos. 6 . y a n o es v i r t u d si h a y e x c e s o . U e e n p r o c u r a r l o s medios de exd e a d o c n n f J ' ? U e y a > . I. sin q u e tuvieran m u c h a razun p a r a ello. d é j a n s e e n g a ñ a r p o r las p a l a b r a s . 3 ¿ y n . Y p a r a que la m r H i i d G l a u t 0 r n o s u f r a c r í t i c a d e n i n g ú n g e n e r o de é ideas Í o S l l U e f l H ° P " d i e . c u a n d o se e n c o n t r a b a en v í a s d e c a s a r s e . Coste y otros e d i t o S cre ^ i?.r. ' b i e n p o r q u e ' n a d a e T de estos v e r s o ^ e n ^ ^ n a f ^ ^ h T q u e r i d o qSe lugar Z ^ t Z Z ^ h l J ^ ^ 1 u e s e v i e r a n . p u e s estos d e a h o r a t i e n e n n o sé q u é d e m á s vivo é h i r v i e n t e . P e r o tenia o t i a m á x i m a s o b e r a n a m e n t e i m p r e s a en su a l m a . e e s a o b r a s e r i a p u b l i c a r é otra • é P o c a d e ~ vida. yo c r e o que m i p a r e c e r sera t a m b i é n el v u e s t r o . M. ni m á s e n e m i g o de su s^be. P P c o s e c h a persoc a l a r l a en e s t e libro. las cosas q u e p o r sí m i s m a s son h e r m o s a s v b u e n a s . s e ñ o r a . v u e s t r o b u e n p a r i e n t e . si el amor q u e & la virtud profesan es exagerado. 1 5 . s t a d 0 e ' e m e j o r hubiera o ü i m-fv. Los q u e a f i r m a n q u e en l a virtud no p u e d e h a b e r exceso.m i r a s T n r Z q U e 6 3 1 6 H b r o . Tal es t a m bién el p r i n c i p i o d e la S a g r a d a E s c r i t u r a : « No seáis m á s p r u d e n t e s d e lo n e c e s a r i o .y CAPÍTULO XXVIII VEINTINUEVE S O N E T O S DE ESTEBAN DE LA BOETIE A LA SEÑORA D E G R A M H O N T . CONDESA D E GUISSEN « N a d a mío os ofrezco.V e d a ? e s . él mismo n ? d e b l a " aparecer y a en los Ensayos. escribiendo al m a r g e n : estos tersos se reran en otra parle. h a c i é n d o l a viciosa. Epist. Los veintinueve sonetos d e Esteban d e la Boétie seguían á e s t a dedicato« S 2 £ 1 . cuando e s t a b a i n s p i r a d o p o r el h e r m o s o y noble a r d o r de que a l g ú n dia. Najeon escribió de los sonetos del amigo d e Montaigne: a q u e no merecían ser r e i m p r e s o s . y con su propia mano los s u primió en el e j e m p l a r q u e había d e s e r v i r p a r a la n u e v a edición q u e p r e p a r a b a . ' ° n ? o n o c e r d e c e r c a sus acciones dviert0 a . g U i r I a S q .El sabio no es ya sabio. P o d e m o s p r a c t i c a r la virtud. » I al g r a n p e r s o n a j e h e visto q u e p e r j u d i c ó al b u e n 1. y el j u s t o no es ya justo. Ultra q u a m satis est. va p o r q u e todo lo que me p e r t e n e c e es v u e s t r o d e a n t e m a n o .) . m e j o r ' l u b i e r a q u e r i d o e m p l e a r c f t a r i S m £ r ? l . p u e s .J a 1 m á S h u b ° raeJor c i u d a d a n o . c o r r o m p e m o s . i M d 0 £ c ? 'a p r i m ( ? r a « > i c » » d e los Ensayo. en loor d e su m u j e r . . muerto riño g r a n d e d e v u e s t r a p a r t e . Los otros f u e r o n c o m p u e s t o s d e s p u é s . d e me ntir que s e en ! ¡ 5 m e ^ n s t a también J S ¿acido l n s r • ° h u b i e r a e . m a"?tacionp« v n e I r/P°S0 d e .» (A. J o K a q u e e n S a r I a c ' y c o n razón. D. llevasen vuestro n o m b r e al f r e n t e p o r el h o n o r q u e r e c i b i r á n al tede ¡ K I K T ^ A n d o u ^ s S h a p a r e ido pocas d a m a s pn Rrrfn P ^ más. s e ñ o r a . n f m a n e r a de elegías amorosas. y en ellos se a d v i e r t e va c i e r t a frialdad m a r i t a l .

s e ñ o r a . os h a b l a r é al oído. Habiéndolos hecho imprimir Montaigne en las o b r a s d e su amigo. como c o m p u e s t o s que f u e r o n e n su p r i m e r a j u v e n t u d . muerto riño g r a n d e d e v u e s t r a p a r t e . en las q u e se ve q u e su autor ha querido imitar á P e t r a r c a . CONDESA D E GUISSEN « N a d a mió os ofrezco. virtutem si petat ipsam P u e d e a m a r s e d e m a s i a d o la v i r t u d y t r a s p o n e r los l í m i t e s de la m i s m a e n l a comisión d e u n a c t o j u s t o . sin q u e tuvieran m u c h a razun p a r a ello. d e me ntir que s e en ! ¡ 5 m e c o ° s t a también J h u b i e r a e stad0 ¿acido l n s r • ° . d é j a n s e e n g a ñ a r p o r las p a l a b r a s . P e r o tenia o ™ m á x i m a s o b e r a n a m e n t e i m p r e s a en su a l m a . p u e s estos d e a h o r a t i e n e n n o sé q u é d e m á s vivo é h i r v i e n t e . Tal es t a m bién el p r i n c i p i o d e la S a g r a d a E s c r i t u r a : « No seáis m á s p r u d e n t e s d e lo n e c e s a r i o . c u a n d o se e n c o n t r a b a en v í a s d e c a s a r s e . ' ° n ? o n o c e r d e e e r c a sus acciones a r r o i S n y n ¿ A f d v i e r t o . e s t á n : s u e s P i r i l u se h a b í a mollos a c t u a l e s Fn i p a t T d e ° í r o s t i e ™ P 0 S A f e r e n t e s de que^inlmonfA . e esa o b r a s e r i a p u b l i c a r é otra • é p o c a d e ~ vida. c o r r o m p e m o s . P P a s e c h a persoc a l a r l a en e s t e libro. de a b r a z a r l a con u n deseo e n q u e p r e d o m i n e l a violencia excesiva. Los q u e a f i r m a n q u e en l a virtud no p u e d e h a b e r exceso. U e e n P r o c u r a r m e d i o s de exd e a d o r n n f l ' J ° ? U e y a > . d i c e n . q u e apareció en e R I t ' Pans M " " ' P a r i S ' 1 5 8 7 ' T e n I a d e A b e l l'Angeüer. m a s s e d p r u d e n t e s con s o b r i e d a d . ( l i u e e l a s u n t o de su libro f u é deseíercicio l l f e " ? i n a n c i a y s o l a m e n t e á m a n e r a de d í m u c h o s l S ^ f v t 0 V U i g a / y y a t r a t a d 0 e n m i I Pasajes duá p u e ? n i en h ™ ™ ? 1 u e c r e y e r a lo q u e escribió.m i r a s T n r Z q u e e s t e l i b r o . 1 5 . yo c r e o que n u n c a salieron de Gasc u ñ a otros q u e en i n v e n c i ó n n i en g e n t i l e z a los a v e n t a j e n . y t o m a n como principio e v i d e n t e u n a sutileza de l a filosofía: Insani sapiens nomen f e r a l . v u e s t r o b u e n p a r i e n t e . Los otros f u e r o n c o m p u e s t o s d e s p u é s . y en ellos se a d v i e r t e va c i e r t a frialdad m a r i t a l . elegir.r. „ í ' f i f V e r s 0 ® J 8 0 . c u a n t o q u e hay e r m a t e r f a L ^ L o C i a ^ q u e . . „ V W « n d e b e r conservarlos. g U i r l a S q . ' b i e n p o r q u e ' n a d a e T de estos v e r s o ^ e n ^ ^ n a f ^ ¿ r o P h T q u e r i d o qSe v u e s t r ^ n r n U „ !.la de l t c u a T e s ' h a T ™ ^ 6 ^ r e l i o ' 0 s ' s i m a m e n t e I V s leyes' bajo q u e m l a m f r ^ l T d 0 . Najeon escribió de los sonetos del amigo d e Montaigne: a q u e no merecían ser r e i m p r e s o s . porque tampoco merecían ser leídos. ¡ñ a"?tarionp« v n e I í e P 0 S 0 d e . I.) .» (A. en loor d e su m u j e r . D. cuando e s t a b a i n s p i r a d o p o r el h e r m o s o y noble a r d o r de que a l g ú n dia. .' l o s c u a l e s h a n m e z c l a d o l a obra eSC lt0 S d e s u ro ia nal reruinr-ln aá i n°tt e i > ? . ni m á s e n e m i g o de su s ^ b e r e n L i " V e d a ? e S . las cosas q u e p o r sí m i s m a s son h e r m o s a s v b u e n a s . al m a n e j a r l a s . p u e s t o q u e . escribiendo al m a r g e n : estos tersos se reran en otra parte. i a s i d 0 p u b l i c a d o con malas m i r a s p o r los q u e p r o c u r a n t r a s t o r n a r y c a m b i a r el estad« JXZITT P iüc sin c u i d ¿ e ad °! ?' p a r a n a d a de s d e i T S t S S 6 r f n U t l l 6 S . yo c r e o que m i p a r e c e r sera t a m b i é n el v u e s t r o . m e j o r ' l u b i e r a 1 u e r i d o e m p l e a r s cUarlas m á s dP . M. P o d e m o s p r a c t i c a r la virtud. HORACIO. él mismo n ? d e b l a " aparecer y a en los Ensayos. va p o r q u e todo lo a u e me p e r t e n e c e es v u e s t r o d e a n t e m a n o . p u e s . » I al g r a n p e r s o n a j e h e visto q u e p e r j u d i c ó al b u e n y ¿ o s veintinueve sonetos d e Esteban d e la Boétie seguían á e s t a dedicato« S 2 £ 1 ' i M d 0 £ c ? ' I P r i m ? r a « > i c » » d e los Ensayo. Y no os d é c u i d a d o d e q u e n o os d e d i q u e m á s q u e el r e s t o de lo que t i e m p o h a h i c e i m p r i m i r bajo el n o m b r e del c o n d e de Foix. y a n o es v i r t u d si h a y e x c e s o .. s e ñ o r a .1f q ^ e r ^ 9 u e s e v i e r a n . s u ? a ¡ s . Y p a r a que la m r ^ d i i d G l a u t 0 r n o s u f r a c r í t i c a d e n i n g ú n g e n e r o de é ideas Í°o S ll Ue fl H n ° P " d i e .y S CAPÍTULO XXVIII VEINTINUEVE S O N E T O S DE ESTEBAN DE LA BOETIE I LA SEÑORA D E G R A M H O N T . ni q u e d e n testimonio d e h a b e r sido e s c r i t o s p o r u n a m a n o m a s e s p l é n d i d a . Epist.J a 1 m á S h u b ° raeJor c i u d a d a n o . llevasen vuestro n o m b r e al f r e n t e p o r el h o n o r q u e r e c i b i r á n al tej í ! 5 l S K C 0 ? n d a d e A n d o S i l i f e h a p a r e ido neC tant0 pocas d a m a s en Ri^fn P ^ más. Cltra q u a m satis est. y con su propia mano los s u primió en el e j e m p l a r q u e había d e s e r v i r p a r a la n u e v a edición q u e p r e p a r a b a . mejor hubiera oS-a m J v J o e K a q u e e n S a r I a c ' y C 0 D r a ™ n . Yo soy d e los que e n t i e n d e n q u e l a poesía n u n c a es m á s f r e s c a ni a g r a d a b l e q u e c u a n d o t r a t a u n a s u n to libre y j u g u e t ó n CAPÍTULO XXIX DE LA MODERACIÓN Cual si n u e s t r o c o n t a c t o f u e r a infeccioso. sequus iniqui. s e a n m e j o r e s j u e c e s que v<¿ a demas or( ue rí P l n a d a h a y que pudie1 hermosas ^ n f g a l a r d ó n á estas estrofas q u e fas ricas v en el cerco de L ? F é r e en i m ' C0 "de d e Grammont y d e Guiche. n ? m a n c r a d e e ' e 8 ' a s amorosas. Coste y otros e d i t o S cro ^ i?. h a c i é n d o l a viciosa. si el amor q u e & la virtud profesan es exagerado. y el j u s t o no es ya justo.El sabio no es ya sabio. 6 .

i n c a p a z d e t o d ó g o b i e r n o político. c u a n d o no t i e n e n i n c o n v e n i e n t e en h a c e r v e r sus m a s s e c r e t a s bellezas al a m a n t e . y m e p o n e en d u r o aprieto p a r a calificarla. « 1 8 0 b r e r n J a n . e n a p o y o de su f i .uda que tal a d i t a m e n t o l l e v a r á al m a r i d o á n '.ni el d i c t a d o r P o s t u m i o . dice q u e el exceso de filosofía p e r j u d i c a . y n o soy p a r t i d a r i o d e a c o n s e j a r ni d e s e g u i r v i r t u des tan c o s t o s a s y s a l v a j e s .. p u e s en su exceso la filosofía esclaviza n u e s t r a n a t u r a l r a z ó n . ' 0 b a T S S i ' a m o d e r a c i ó n n ^ o s p r í esto p u n t o P i ¿ Z m t . T w ? ® . . i g u a l m e n t e q u e en el t r a t o ilegitimo I os refi n a m i e n t o s d e s h o n e s t o s q u e el calor p r i m e r ™ n o s s u S r ¡ les án°nuyea t S l ° e n e m ¡ g o s d e ^ d e c e n c i a . l e í ü i m T . C1 S qU 1« l ! n l ^ í l f . t r a s p o n g a los limites de lo ú t i l . l a s i g u i e n t e r a z ó n . de s o c o r r e r á sus s e m e j a n t e s y d e a u í f c L 5 r n r a ? .CLC(°Te 1 u e n o l e alcanza. l a falta d e m o d e r a c i ó n si n o m e ofende h a s t a c u a n d o va e n c a m i n a d a al bien m i s m o .n o m b r e d e su religión p a r a m o s t r a r s e m á s religioso que los h o m b r e s d e su clase. á s e r i m p u n e m e n t e a b o f e t e a d o . m a s bien los c o n s i d e r o e x t r a ñ o s que justos. en l a s o b r a s d e P l a t ó n . p u e s si la afección *i ° a b a l . r r e p . Q u i e r o . c o n d e n a los m a t r i m o n i o s e n t r e p a r i e n t e s c e r c a n o s . n c i a y d e s b o r d a m i e n t o e n este p u n t o .q u e P r o [ e s a m o s á n u e s t r a s m u j e r e s es bien K ™ T P n° r e . no hav J o p m a d o i s e w q u e sea q u e s e desvie d e su jua \ l r ^ L C ° n 0 C i m T Í 0 . y r 0 r u n a sutilidad i m p o r t u n a nos desvía del c a m i n o llano v cómodo que l a n a t u r a l e z a nos h a trazado. como debe s e r s i e m p r e . al sotpf Í I t T ^ a f e c c i 0 . U o l a e o l ° g i a d e j a de r e g l a m e n t a r l a ni d e r e s t r i n g i r l a . q u e s e a a d v e r s a r i o d e los h u m a n o s p l a c e r e s . si es q u e todavía los h a y e x t r e m a d o s en el c a l o r h a c i a sus LIBRO I. Ni la m a d r e d e P a u s a n i a s .S o n d e m a s i a d o i g n o r a n t e s los que r e c h a z a n sus r e g l a s en e s t e p a r t i c u l a r . y a c o n s e i a n o s o b r e p a s a r l a h a s t a un punto f n n J " e J a . e n t r e o t r a s . l \ HUe a % P e h g r ° e n . P a r é c e m e h a b e r leído en s a n t o T o m á s . los c u a l e s ha. n q u e e x i s t e ya e n t r e los pariene s no cabe d . G u s t o d e las n a t u r a l e z a s t e m p l a d a s med i a s y e q u i l i b r a d a s . y P f f e ? t a . C a e r e n h c e . me e x t r a ñ a al m e n o s . y con exceso con' e ' í P e a h o m b r e e n vicioso y s a l v a j e : h a c e q u e d e s d e ñ e se onl c l f / reh°-10íes1' e n e m i s t e con la sociedad. q u e dió las p r i m e r a s i n s t r u c c i o n e s v llevo la p r i m e r a p i e d r a p a r a la m u e r t e d e su hijo. a s c o s t u m b r e s sociales. El a r q u e r o que s o b r e p a s a el f a l t a q u e el 5 «. f m T r e s ' q u e f e a v e r g ü e n z a n d e m o s t r a r al m e d i c o s u s d e s n u d e c e s . como la teología y la filosofía. q u e tomada con m o d e r a c i ó n es a g r a d a b l e y p r o v e c h o s a . q u e hizo m o r i r al suyo. m e p a r e c e n casos dign o s d e a l a b a n z a . mi J vista se t u r b a c u a n d o ve de p r o n t o u n a luz esplendorosa o m i s m o q u e al e n t r a r b r u s c a m e n t e en l a s s o m b r a s . CAPÍTULO XXIX 153 m u j e r e s : los goces m i s m o s q u e e x p e r i m e n t a n al ¡ u n t a r s e sTde h a v p X . de todo se h a c e n c a r g o .q u e la a m i s t a d 1ue profese m l r í X ® n K e f e C a s 0 c s e a ' " m o d e r a d a . Calhcles. en H í ™ q 1 i a S < C 1 ( í n C 1 f e n s e ñ a r 1 0 que sigue á los maridos. s i n o p e ? j u d S P E ^ \ e Z P r e m e g ü i Ó Jo ? a t u r a l y lo sencillo ¿SS"--"— 1 ' 6816 sai«: spsssfes iisssiri ü i ^ S H M H S . P J ° P Í ° ' en s u m a . Callicles dice v e r d a d .m a S 3 l l a í ? l 0 S l í m i t e s 1 u e l a razón prescribe. á qifien e a r d o r j u v e n i l h a b í a e m p u j a d o v i c t o r i o s a m e n t e h a c i a los e n e m i g o s a l g o m a s allá cíe su puesto. en p a S a j 6 n f 9 u e .

Las vigilias. k a m a r g u r a y la dificultad son requisitos indispensables p a r a el buen resultado de los m e d i c a m e n t o s . sino m a s bien p a r a p r o v e e r s e de v í c t i m a s con los p r i s i o l e I ° K f f C U t a r í o s . í E r e t e n . cómodo y santo. S a d í D l a s ! ^ e a l g u n o s de estos pueblos. p a r a a c o m o d a r asi el castigo a su r e s e n t i m i e n t o . no e n c u e n t r a n camino ni r e m e d i o á n u e s t r o s m a l e s del cuerpo m tampoco á los del a l m a . no de concupisc e n c i a loca y lasciva. h a b i e n d o sido desterrado a la isla de Lesbos. los ayunos. se q u e m a n v i v a f á T o s á c imas. Si h u b i e r a yo sido j e f e de u n a secta filosófica. PROPEKCIO. T ^ 0 5 ' d e vlosque c u dresidía e s cadaenuno podía mil la h n S a qUe C b ara S c a r á . un camino v e r d a d e r o . y q u e aquello m i s m o que se le había impuesto como p e n i t e n c i a habíalo trocado e n comodidad. y aquí no se cumple la consabida r e g l a de que las cosas se c u r a n con s u s c o n t r a r i a s . o n q u i s t a d o r .E j e r c i e n d o Sófocles la p r e t u r a en c o m p a ñ í a de Péricles v viendo pasar por la calle á u n mocito a g r a c i a d o : « Guapo m u c h a c h o . en la toma del Istmo. mas p r o c e d e de u n a m a n e r a razonable al e m p l e a r s u s artificios en e m b e l l e c e r n o s y ocultar nos los males. á aqilel p a r a quien el pescado f u e r a m á s apetitoso que la carne. las prisiones á perpetuidad. á otras a u n a tas m u j e r e s . condi- de R o m a . 4 4 . el dolor y la pena. de tal s u e r t e que constituyan a m a r g u r a s v e r d a d e r a s en las cuales predomine el dolor s u p r e m o . " 0 P a r a ejercicio de la j u v e n t u d d e PU país. d t í r g r a ü f i c a r al cielo y á la n a t u r a l e z a ?on í i L J ' & C 1 0 S á m a n o s . 6 l e m p e r a d o r . práctica que" fué u m v e r s a l m e n t e a í P ° r t o d f ^ religiones Todavía en tiempo de n u e s t r o s padres. se las r e t i r a del fuego para a r r a n c a r l a s el corazón y las e n t r a ñ a s . que f u e r o n Í J Í Í Í S K 6 1 c . así los espirituales como los corporales.° 'J e l ' c í e l V a ñ a S e r o n que ffSS™ ^ d i o s e s c i n c u e n t a mil h o m b r e s c a d a año. pues a s pobres g e n t e s destinadas á la degollina . Arnurat. U S 0 . ^ T ñ C 1 0 S h u r a a n o s son g e n e r a l e s . C e r . se las deshuella Vivas. H a b l a n d o con conocimiento de causa puede decirse que el h o m b r e es un a n i m a l bien m i s é r r i m o . P r g e n e s todavía. « c n A c a r o n cincuenta hombres reunidos. Como si nuestros m é d i c o s . dijo. y con sú ?¡e ens a n g r e n t a d a se c u b r e y e n m a s c a r a á las d e m á s . Lo propio acontece en la otra medicina. sino también los ojos. p u e s u n p r e t o r debe t e n e r castas no sólo las manos. el c u a l . y bailando con los ¿ o n c í r r e n S s Explicando los e m b a j a d o r e s del rey de Mei¡co la Grandeza de su soberano á H e r n á n Cortés despuéí de h a S n ba t r a p i d i a ?r -e eunn ni r? . y acaso habría tenido la f u e r z a suficiente p a r a c o n t e n e r m e en el justo limite. p a r a h a c e r á Cortés un lucido A ñ i d h i . contestó P é r i c l e s . los cilicios. q u e al proced e r así obraba a c e r t a d a m e n t e . los castigos y o t r a s aflicciones h a n sido introducidos p a r a a g r a v a r n u e s t r a m i s e r i a . 7. I I I . — S e r í a l o para otro que no f u e r a pretor. p o r q u e el mal c u r a el mal mismo l a l e s cosas se relacionan igualmente con la tan a n t i c u a . E s bien s e g u r o que á aquel á quien el ayuno m e j o r a s e la salud y le pusiera contento. y c u a n d o e s t á n ya medio asadas. h u b i e r a seguido un camino m á s natural.» El e m p e r a d o r Aulio Vero respondió á su m u j e r en ocasión en q u e ésta se quejaba de que aquél g u s t a b a de otras m u j e r e s . En c o n c l u s i ó n . Nosotros m i s m o s t r a b a j a m o s p a r a a u m e n t a r la m i s e r i a de n u e s t r a ción. á lo cual a c o m p a ñ a n ejemplos de c r u e l d a d h o r r i b l e . y ya se esfuerza por d i s m i n u i r l o p o r reflexión. vecfnos n o 9 ? . el destierro á r e g i o n e s l e j a n a s y solitarias. se tuvo noticia en R o m a de que lo pasaba b a s t a n t e bien. reribfmJntn'gar Pequeño. todos sus ídolos se abrevan con s a n g r e h u m a n a . Por ello los que le c o n d e n a r o n dispusieron l l a m a r l e á su casa 1. le r e c o n o c i e r o n y s o S r o n su a m i s t a d . puesto que el matrimonio e r a u n a institución de h o n o r y dignidad. e s P r e c i s o <l ue ^ medicinas den aí traste con nuestro estómago p a r a c u r a r l o .s a c r i f i ^ s . al lado de su m u j e r . a ' n m ° l a c ? ó n pidiendo l i m o s n a s p a r aC laa n ot afnr de0n d a de su sacrificio. de m a n e r a que no a c o n t e z c a lo que sucedió al s e n a d o r r o m a n o Galo. ná ' d ° . a l i g e r a n d o el sentimiento d é l o s mismos. h a c j a la g u e r r a á los pueblos soio S . sino valiéndose del tormento. Y e n estos h o r r o r e s n o faltan la resolución ni la firmeza. En los mismos s. e n la c o r p o r a l : las drogas no producen sa udable efecto á quien las toma de buen g r a d o n « n C f t . y se p r e s e n t a n á . A p e n a s se halla en condición de g u s t a r u n p l a c e r cabal y puro. c o m p a r a d a s con las n u e s E J a J . d e s c u b i e r t a s en nuestros t ™ £ f ! f y . y los m e n s a j e r o s le o f r e c i e r o n tres c l a s e s . a n t e s d e . En esas n u e v a s tierras. La ciencia h u m a n a se las i n g e n i a bien estúpidamente. h u b i e r a n f o r m a d o e n t r e ellos u n concierto. La n a t u r a l e z a que aceptase el r u i b a r b o como cosa familiar f r r r n a S U . h u b i e s e seguido diferente rumbo. ejercitándose en d i s m i n u i r el n ú m e r o y d u l z u r a de los goces que nos p e r t e n e c e n . s a l i f i c ó L ^ l ° V 0 V e n e S / n e g 0 S a l a l m a d e s u ? a d r e > á « « de que a s a n ^ e d e r r a m a d a sirviese de alivio al espíritu d e l V funto.. no hay p l a c e r por legitimo q u e se c o n s i d e r e cuyo exceso é i n t e m p e r a n c i a no nos sea r e p r o c h a b l e .m u j e r e s v f f o s v limosnas^Mrif l g U I f 0 S d j a s . yk no le s e r i a n r e c o m e n d a d o s como precepto saludable. cien ? T t combatientes. S i n d u d a no se cree suficientemente d e s d i c h a d o c u a n d o a u m e n t a s u s p e n a s por inclinación y p o r a r t e : F o r t u n a m i s e r a s a u i i m u s a r t e v í a s *. N u e s t r a historia eclesiástica h a conservado con h o n o r la m e m o r i a de a q u e l l a m u j e r que repudió á su marido p o r no q u e r e r p r e s t a r s e á sus concupiscentes desbordamientos.

q u i s i e r o n llegar al Asia y s u b y u g a r todas las n a c i o n e s q u e b o r d e a el Med i t e r r á n e o . L a s n a v e g a c i o n e s m o d e r n a s . P a r e c e que hay movimientos naturales y fuertes sacudid a s en esos c o n t i n e n t e s y m a r e s c o m o en n u e s t r o o r g a n i s m o . y m á s c u r i o s i d a d q u e capacid a d . q u e n o sólo poseían e s t a isla. e n el l u g a r en q u e Villegaignon tocó t i e r r a . h a visto u n a de sus fincas e n t e r r a d a bajo las a r e n a s q u e el m a r a r r o j ó s o b r e e l l a . eí m a r s e l e s a c e r c a t a n t o .d e p r e s e n t e s . qué clase d e b á r b a r o s s e a n éstos (sabido e s que los g r i e g o s l l a m a b a n asi á todos los pueblos e x t r a n j e r o s ) . p o r un e m p u j e violento l a s s e p a r ó el m a r e m b r a v e c i d o . q u e h e n d í a n los r e m o s d e la b a r c a . S t e r i l i s q u e din p a l u s . Y n o hablo de las r e p e n t i n a s i n u n d a c i o n e s que nos son t a n c o n o c i d a s . l a c u a l c o m p r e n d í a m á s t e r r i t o r i o q u e el Asia y el Africa j u n t a s . la d e C h i p r e d e S i r i a y la d e la isla d e N e g r o p o n t o d e Beocia. de s e g u i r en a u m e n t o . y h a b r í a q u e s u p o n e r q u e la i n u n d a c i ó n había o c a s i o n a d o u n t r a s t o r n o e n o r m e en el globo t e r r á q u e o . Las a r e n a s q u e a r r o j a son á m a n e r a a e v a n g u a r d i a . . I g n o r o si en lo venidero t e n d r á n l u g a r o t r o s . H O R A C I O . P l a t ó n n o s m u e s t r a q u e Solón d e c í a h a b e r s e i n f o r m a d o d e los s a c e r d o t e s de l a ciudad de Sais. Arte fúlica. q u e te a p a c i e n t a s d e c a r n e y s a n g r e . y a l g u n o s dicen q u e del diluvio d a t a la s e p a r a ción d e Sicilia d e I t a l i a . c ó m e t e l o s . bajo P u b l i o Sulpicio G a l b a . Lo a b a r c a m o s todo. s i n o q u e p o r t i e r r a firme e x t e n d í a n s e tan adentro q u e e r a n d u e ñ o s d e la a n c h u r a d e Á f r i c a h a s t a Egipto. aquí t i e n e s cinco e s c l a v o s . A e s t e fin atraves a r o n E s p a ñ a . M a s n o h a y p r o b a b i l i d a d d e que e s t a isla s e a el m u n d o que a c a b a m o s d e d e s c u b r i r . y q u e ios r e y e s de esta r e g i ó n . en Egipto. VIRGILIO. los m i s m o s a t e n i e n s e s . y te t r a e r e m o s m á s . y q u e j u n t ó t e r r i t o r i o s q u e e s t a b a n a n t e s s e p a r a dos. Vicinas u r b e s alit. h a n d e m o s t r a d o que no se t r a t a de u n a isla. V e n s e 1. existía u n a g r a n isla l l a m a d a Atldntida. si e r e s un dios ben é v o l o . Una l a g u n a . vi quondara et v a s t a c o n v a l s i m i n a . c o n t e m p l a n d o d e s d e un c e r r o el orden v disposición del c a m p a m e n t o r o m a n o . f u e r o n s u m e r g i d o s p o r l a s a g u a s del diluvio. p e r o no e s t r e c h a m o s sino viento. III. a n t e s del diluvio. y l l e g a r o n á G r e c i a . 4 U y s'f>- 2 . y q u e h a y que j u z g a r p o r el c a m i n o d e l a r a z ó n y no p o r í a voz g e n e r a l . q u e ya h a n p e r d i d o c u a t r o l e g u a s de t e r r i t o r i o . al cual puso p o r n o m b r e Francia antártica. e t g r a v e senlit a r a t r u m «. en e s t a f o r m a : a S e ñ o r . Dicese q u e en lo a n t i g u o e s t a s t i e r r a s e r a n u n m i s m o c o n t i n e n t e . p u e s tocaba casi con E s p a ñ a . todavía se ven los r e s t o s d e a l g u n a s c o n s t r u c c i o n e s . y Filipo. m a s n o a c o n t e c e asi. ya en o t r a . Yo r e c e l o á v e c e s q u e acaso t e n g a m o s los ojos m á s g r a n d e s q u e el v i e n t r e . h e a q u i p l u m a s é i n c i e n s o . a d e m á s . d e e s t a r s e p a r a d a . donde los a t e n i e n s e s los r e c h a z a r o n . a p l a q u e r c m i s . toma los p á j a r o s y f r u t o s q u e t i e n e s a n t e tu v i s t a . el c u a l se ha e n s a n c h a d o t a n t o q u e h a llegado á m i n a r los c i m i e n t o s d e a l g u n o s edificios. de a l g ú n tiempo a c á . dijo. á lo largo del m a r . me f o r m o idea d e a q u e l l a a g i t a c i ó n e x t r a o r d i n a r i a que. ó q u e . p e r o la disposición d e los soldados q u e veo no e s b á r b a r a en m o d o a l g u n o . CAPÍTULO DE LOS Dissiluisse ferunt. Ilaec loca. » E s m u y p r o b a b l e q u e los destrozos que éste p r o d u j o h a y a n ocasionado c a m b i o s e x t r a ñ o s en l a s d i f e r e n t e s r e g i o n e s d e la t i e r r a . d e que en t i e m p o s r e m o t í s i m o s . si e r e s un d i o s altivo. E n M e d o c . Los h a b i t a n tes d i c e n q u e . el e s t r e c h o es tan p e q u e ñ o q u e n o m e r e c e p o r ello el n o m b r e de isla. sino d e un c o n t i n e n t e ó t i e r r a firme con la India o r i e n t a l d e u n lado y las t i e r r a s q u e e s t á n bajo los dos polos d e otro. E s t e d e s c u b r i m i e n t o d e u n i n m e n s o país vale bien la pena d e s e r t o m a d o en c o n s i d e r a c i ó n . . Eneida. ya t i e n e n l u g a r en u n a d i r e c c i ó n . p o r q u e los a c c i d e n t e s y movimientos. á la e n t r a d a del e s t r e c h o d e Gibraltar. y de l a longitud d e E u r o p a h a s t a la T o s c a n a . a p a r t a d o s c o mo s e e n c u e n t r a n los n u e v o s p a í s e s p o r m á s d e mil d o s c i e n t a s l e g u a s d e nosotros. H e t e n i d o c o n m i g o m u c h o t i e m p o u n h o m b r e q u e había vivido diez ó doce a ñ o s e n ese m u n d o q u e ha sido descubierto e n n u e s t r o siglo. en a t e n c i ó n á q u e t a n t o s y t a n t o s homb r e s que valían m á s q u e n o s o t r o s no t e n í a n ni siquiera p r e s u n c i ó n r e m o t a de lo q u e e n n u e s t r o t i e m p o ha acontecido. conoce hoy el a r a d o y a l i m e n t a las c i u d a d e s v e c i n a s . el s e ñ o r d e A r s a c . en su r e i n o . C u a n d o c o n s i d e r o l a acción q u e el rio D o r d o ñ a o c a s i o n a a c t u a l m e n t e en l a m a r g e n d e r e c h a de su c u r s o . » Otro tanto d i j e r o n los g r i e g o s d e las t r o p a s q u e F l a m i n i o introdujo en su país. ». c u b r i e n d o d e a r e n a y limo los fosos i n t e r m e d i a r i o s . si e r e s h o m b r e .03. . XXX CANÍBALES C u a n d o el r e y P i r r o pasó á Italia. l a Galia é Italia. la configuración del m u n d o s e c a m b i a r í a . ya h a y a u s e n c i a d e m o v i m i e n t o . estéril m u c h o t i e m p o . q u u m protenus u t i a M tellus Una f o r e t " . luego q u e hubo reconocido l a o r g a n i z a c i ó n del e j é r c i t o r o m a n o q u e iba á b a t a l l a r c o n t r a el s u y o : « No sé. los h a b i t a n t e s d e la Atlántida y la isla m i s m a . p e r o q u e a n d a n d o el tiempo. sus d o m i n i o s y r e n t a s h a n s e t r o c a d o en m i s e r a b l e s t i e r r a s d e pastos. mi h e r m a n o . h a s t a el golfo del M a r N e g r o . Esto p r u e b a q u e e s bueno g u a r d a r s e d e a b r a z a r l a s o p i n i o n e s c o m u n e s .

s i e m p r e lo t r u e c a n v ^Vcfii 3 u e v e n a I natubaj'o el c u a l lo h a n v f s J ! ? r C 0 D f o r m f al aspecto su"'testimonio y s e ? ¿ T d k h l l ? » t ¿ U e p a J a . el m á s i r r e p r o c h a b l e uso d e todas l a s cosas. W s n J " V e r e s de ?cul¡ri'' é h >J« v s e n á C a r t a z o v o r a s i n n n r ^ a l a n z a r a n poderío. PBOPEBCIO. ni s i q u i e r a a c e r t a r í a n á f o r m a r el tejido d e u n a m e z q u i n a tela d e a r a ñ a . l a m e n t o q u e n o h a y a n t e n i d o n o t i c i a d e tales p u e b l o s . Esas naciones me p a r e c e n .u n a isla f é r < p e b l E e se a c l i m a t a r o n e n e l bSqueí ^ b a S . La biedra crece sin c u l t i v o . y p o r q u e p e r m a n e c e n t o d a v í a e n l o s c o n f i n e s de su i n g e n u i d a d p r i m i t i v a . ? curiosidad de relieve i S r a r e t a S ó n ^ m . d e tal s u e r t e q u e . v ™ ? v i a j e h a b i a visto. ?S° Habríamos menester de J ó g r a f o s L Í ¿ * C 0 1 s " ó ^ r a f o s relatasen c u n s t a n c i a d a m e n t e los L T l í c T eng e n t e s que h a n e s t a d o e n P a l e s t i n a rinr ^ 0 ' 1 m a S l a s ejempl p o r ello p o d e r d i s f r u t a r el 2 5 K °'JUZ£an r e s t o del m u n d o . . q u e e n c u e n t r a e x c e l e n t e s . 3 u e s e d e s a r r o l l a n sin cultivo. L a s m á s g r a n d e s y m a g n i f i c a s p r o c e d e n de u n a de l a s dos p r i m e r a s c a u s a s . Surgit et in solis forraosior arbnlus a n l r i s . de la ú l t i m a . grande y poderosa. d e ? Z m Z e l Z ^ X ^ q U e e n s u me ate sin c o n f r o n t a r l o s c o n l a s r e l a c i o n e s 2 » . el canto de las a r e s e s m á s dulce sin el concurso del a r t e . p u e s s e m e figura q u e lo que p o r e x p e r i e n c i a v e m o s e n e s a s n a c i o n e s s o b r e p a s a no 1.. diversos f r u t o s de a q u e l l a s r e g i o n e s . así es q u e p o r todas p a r t e s d o n d e su belleza r e s p l a n d e c e . f Í M ^ d J ^ X S ^ ^ S i í nuS E f r d o . l a n a t u r a l e z a d e s h o n r a n u e s t r a s i n v e n c i o n e s frivolas y v a n a s . del acaso ó del a r t e . suplantáde Aris r t e l e s t a m p o c o s e r e f i e r e a" n o v i S ^ " ovlsimo E1 h o m b r e de M . C o m o no t e n e m o s otro p u n t o de m i r a p a r a d i s t i n g u i r l a v e r d a d y la r a z ó n que el e j e m p l o é i d e a de las o p i n i o n e s y u s o s del país e n q u e v i v i m o s . los h o m b r e s que h u b i e r a n podido j u z g a r l o s m e j o r q u e nosotros. e n el s e n t i d o d e que en ellas h a d o m i n a d o e s c a s a m e n t e l a h u e l l a del espíritu h u m a n o . Yo q u i s i e r a m ^ 6 dar. 1 0 y sig. q u e la h e m o s a h o g a d o . si bien o b s e r v a n i n ^ ' puesios n m a o r y mayor número de rosa* ? °. en c o m p a r a ción con los n u e s t r o s . D e e s t e v i c i o s u r ' 4 5 8 ! ? ? ° n e l l ° t o d a l a c i e f l Volviendo á mi a s u n t o e f e o a Z T J ? Í ° n v e S i e L h t e s d e s a l v a j e en esas n ^ ^ ^ ^ J ^ j ^ T o d o s n u e s t r o s e s f u e r z o s j u n t o s n o logran s i q u i e r a edificar el n i d o del m á s i n s i g n i f i c a n t e p a j a r i f i o . en v e r d a d c r e o yo q u e m á s bien d e b i é r a m o s n o m b r a r a s i á los q u e p o r m e d i o de n u e s t r o artificio h e m o s modificado y a p a r t a d o del o r d e n á que p e r t e n e c í a n . El veniunt heder® sponte sua m e l i u s . 1 . el árbol no es nunca m á s frondoso q a e cuando prospera en los abismos solitarios. á v e c e s . á n u e s t r o d i c t a m e n en él "tienen su asiento l a p e r f e c t a r e l i g i ó n . d a r c r é d ¡ t o á materia. las m á s i n s i g n i f i c a n t e s é i m p e r f e c t a s . p u e s . su belleza y la utilidad de su u s o . S i e n t o q u e L i c u r g o y P l a t ó n n o los h a y a n conocido. Asi " horabre m hlZ0 c o n o c e r e n v a r i a s ocasiones m S i n e r o . solamente bárbaras. L a s leyes n a t u r a l e s d i r i g e n su e x i s t e n c i a m u y poco b a s t a r d e a d a s p o r las n u e s t r a s . 1 * " ' „ . ción -ndi0 e s p m t u s cultivados. El volucres nulla dulcius a r t e c a n u n t * U i n g e n u o . Tanto hemos recargado l a belleza y r i q u e z a de s u s o b r a s con n u e s t r a s i n v e n c i o n e s . e n los p r i m e r o s se g u a r d a n vigorosas y vivas las p r o p i e d a d e s y v i r t u d e s n a t u r a l e s . ¿ h » U K " descubrimiento. lo que o c u r r e es q u e c a d a cual l l a m a barbarie k lo q u e e s a j e n o á sus c o s t u m b r e s . las c u a l e s h e m o s b a s t a r d e a d o e n los s e g u n d o s p a r a a c o m o d a r l o s al p l a c e r d e n u e s t r o g u s t o c o r r o m p i d o .nos noticia del bre a q u e l l o q u e c o n o c e bien I T C a d a c u a l e s c r i b i e s e sode viajes. el g o b i e r n o m á s c u m p l i d o . su c o n t e x t e r a . P l a t ó n dice q u e todas l a s cosas son o b r a de la n a t u r a l e z a . q u e son las v e r d a d e r a s y ú t i l e s . El a r t e no v e n c e á la m a r e naturaleza. Asi s o n s a l v a j e s esos p u e b l o s c o m o los f r u t o s á q u e a p l i c a m o s igual n o m b r e p o r g e r m i n a r y d e s a r r o l l a r s e e s p o n t á n e a m e n t e . el s a b o r m i s m o y l a d e l i c a d e z a se a v i e n e n con n u e s t r o p a l a d a r . ! ? S a r l a s ' y á f i n d e ? o n e r r a n algo la r e k S f f a S m u l s t r l n ?SuIte" 10 ral. sino en t o d a f u e r t e d ^ n r e C 1 S a m e r ? t e e n m a t e r i a s e que posea p a r t i c u l a r c i e n c i a a T ' P U 6 S t a l P u e d e h al (arle za d e u n r i o ó d e u n í f u e n t í e x p e r i e n c i a de la n a t u r a S e a e n absoluto. y sin e m b a r g o .. S i n e n E g o bir s o b r e el río ó la f u e n t e ® las„mientes esencia física.

s i n o q u e t o d a s 1«« ír. e n ésta no b e b e n . p e r o á los q u e e s t á n h a b i t u a d o s les e s m u y g r a t o . la f o r m a d e s u s lechos. Á la lleg a d a d e ellos c e l é b r a s e u n a fiesta y a s a m b l e a s o l e m n e . n i n g ú n c o n o c i m i e n t o d e l a c i e n c i a de ™s n ú m e \ d e m a g i s t r a d o ni d e o t r a s u e r t e que' se a p l i q u e a n i n g u n a s u p e r i o r i d a d política. Los s a c e r d o t e s l e s h a blan en público. que es su p r i n c i p a l oficio. ni m á s velaoS¡ d e p a r e n t e s c o q u e las c o m u n e s . p e r o n o se s u b e á la c a b e z a . m p o b r e s ni c o n t r a t o s . en la que toman p a r t e v a n a s g r a n j a s . U n a p a r t e d e las m u j e r e s se o c u p a en c a l e n t a r el b r e b a j e . es s a l u d a b l e al e s t ó m a g o y sirve d e l a x a n t e á los q u e n o t i e n e n c o s t u m b r e de b e b e r l o . a n t e s d e l a comida^ p r e d i c a á todos los q u e viven en u n a g r a n j e r i a . c o m p a r a b l e á l a que v e m í s e f e s o s p a i s l s Si Z l cPon t ° t f f i .™. Sus" edificio\ V o n m u y T a r 4 s c S a S ™ L d e c o n t e n e r dos ó t r e s c i e n t a s a l m a s . c o r d o n e s . y las m a l d i t a s al l u g a r en que el sol se p o n e . d e s a p a r e c e luego p a r a s i e m p r e . P o r esta r a z ó n . es algo p i c a n t e . y tiene el gusto dulce y a l g o d e s a b r i d o . p a s e á n d o s e d e un e x t r e m o á otro y r e p i t i e n d o m u c h a s veces la m i s m a e x h o r t a c i ó n h a s t a que a c a b a d e r e c o r r e r el r e c i n t o . E n l u g a r d e p a n c o m e n u n a s u s t a n c i a b l a n c a c o m o el cil a n d r o a z u c a r a d o . y. b r a z a l e t e s d e m a d e r a con q u e s e p r e s e r v a n los p u ñ o s en los c o m b a t e s . los e x h o r t a n á la virtud y al d e b e r . los c u b r e n e ^ S „vS^^saa-ttirtíSí&sawy.!»que los h o m b r e s p u d i e r a n i m a g ^ ^ ^ E S ^ ? « d i c h o s a . y q u e las q u e h a n m e r e c i d o bien d e los dioses van á r e p o s a r al l u g a r del cielo en que el sol n a c e . q u e son l a p r o e z a en la g u e r r a y la afección á sus m u j e r e s . s e g ú n q u e d a descrita. n o b e b e n v f n o ni c u Ü w S d e estos p u e b l o s ! [ V i r i a düs recen?eS°T Hos n a t u r a morios p r l m u m d e a i t » . beben sí f u e r a d e la c o m i d a v a r i a s v e c e s al día y a b u n d a n t e m e n t e . á í r í a yo á P l a t ó n 6 n el rtJ ™ e x i s t e n i n g u n a e s p e c i e 'de t r á f i í o . sin otro u t e n silio que u n a n a v a j a d e m a d e r a ó p i e d r a . Los m á s j ó v e nes van á la caza d e m o n t e r í a a r m a d o s de a r c o s . n i n g ú n c o n í c i i i i e n t j de l a s l e t r a s . es m u y r a r o e n c o n S p r i m e r h o m b r e que v i e r o n m o n t a d o á nokÓ I a l S u n ° . S i e m p r e h a y a l g ú n a n c i a n o q u e p o r l a s m a ñ a n a s . E s t e breb a j e . p a r a todo el día. T i e n e n u n o s s a c e r d o t e s y p r o f e t a s que se p r e s e n t a n m u y poco a n t e el pueblo. t i e n e el color del vino claro y n o lo t o m a n sino tibio. e n c a m i n á n d o l o s ó a p a r t á n d o l o s d e la g u e r r a . caso de a t r a p a r l o s . y g r a n d e s b a s t o n e s con u n a a b e r t u r a p o r un e x t r e m o . y se a f e i t a n m e j o r q u e nosotros. y q u e viven en l a s m o n t a ñ a s . M a s si son malos adivinos.1 6 0 E N S A Y O S DE MONTAIGNE Sólo las p i n t u r a s con q u e l a poesía h a e m b e l l e c i d o la P H ^ d de oro de l a h u m a n i d a d . Es u n p u e b l o . l a s g e n t e s v S d e s í E n o tienen a g r i c u l t u r a ni m e t a l e s . n e o s . yo la h e probado.e r í a m p 0 C ° q u e u n a s o c i e d a d p u d i e r a sostenerse c o n artificio t a n e s c a s o . e . No les r e c o m i e n d a sino dos cosas el a n c i a n o : el v a l o r c o n t r a los e n e m i g o s y la b u e n a a m i s t a d p a r a con sus m u j e r e s . P a s a n todo el día bailando. el cual tiene u n o s cien pasos d e l o n g i t u d . p i n t o r e s c o v tan « n n s e g ú n a t e s t i g u a n los q u i l o vieron. L l e v a n el pelo c o r t a do al r a p e . si p r e d i c e n lo c o n t r a r i o de lo q u e a c o n t e c e . yo t e n g o a l g u n o s de estos objetos e n mi casa.El fcabía tenido c e n ó l o s r e T a c i o n e f en an'eriore°s S f l g c a u s ó tanto h o r r o r en tal p o s t u r a que te m a t e r n n A f í T L 6 5 a n t e s d e r e c o n o c e r l o .t a m n n í S So. e s p a d a s . como si d i j é r a m o s stn 3 h u m a n a . asi d i c e S u i d a s q u e h a c e n a l g u n o s p u e b l o s del O r i e n t e . se los c o r t a y t r i t u r a en mil pedazos. y toda su ciencia m o r a l h á l l a s e c o m p r e n d i d a en dos artículos. y á e s t a s e g u n d a r e c o m e n d a c i ó n a ñ a d e siemp r e que ellas son las q u e les s u m i n i s t r a n la bebida t e m p a d a y en s a z ó n . ni m a s p r o f e s i o n e s q u e l a s ociosas. c o m o falsos profetas. V i v e n en un l u g a r del país. c a d a u n a de éstas. p u e s h a c e n u n a sola c o m i d a . q u e n o s e c o n s e r v a m á s q u e dos ó t r e s días. y éstos se hallan s i t u a d o s á u n a l e g u a f r a n c e s a d e distancia. f o r m a un pueblo. E n v a r i o s l u g a r e s p u e d e n v e r s e . a q u e l que s e equivoca u n a vez. . j u n t a s con l a s c o n d i c i o n e s m i s m a s d e L ^ o it no h a n l o g r a d o r e p r e s e n t a r s e u n a i n g e n u i d a d tan s e n c i l l a . con el toque de los c u a l e s s o s t i e n e n la c a d e n c i a en s u s d a n z a s . Los m i s m o s s a c e r d o t e s p r o n o s t i c a n t e s l a s cosas del p o r v e n i r y el resultado q u e d e b e n e s p e r a r en sus e m p r e s a s . ni s u S s i o n e s n T K c i ? n e s . C r e e n en la i n m o r t a l i d a d del a l m a . p r e p a r a n el líquido con c i e r t a s r a i c e s .

l S é n e ™ de v e n g a n z a . SU 6tan Ie Í L £ r . ya i n t e r i o r va e x t e n o r m e n t e .* y t u z a r l e s luego en la parte d e s c u b i e r t a g r a n n ú m e r o d e flechas p a r a d e l p u é s ahoVcar¡ Ü J e e y r 0 n i q . P o d e mos. p a r e c i d o á la hoja de u n venablo. el botín del t r i u n f o consiste ú n i c a m e n t e en la g l o r i a y s u p e r i o r i d a d de h a b e r l o s s o b r e p a s a d a en v a l o r y en virtud. y n o es que se t r a t a r a d e a n t i g u o s e n e m i g o s . a l v i n o s se e q u i v o c a b a n . E n e s t a s l u c h a s todos v a n d é s n u n otras arraas •Tfiu'^o 1 u e a r c o s > ó e s p a d a s d e madera afiladas p o r u n e x t r e m o . a p r t c t l c a c r ru e ll aque n u e v a sesNo r . v i d a n u t r h n d o M con c a r n e . sino d e vecinos y c o n c i u d a d a n o s . la deslealtad. todo lo q u e á é s t a s s o b r e p a s a e s s u p e r f l u o p a r a ellos. lo mismo S o POMOS n „ l a M o S e n ? b r a d 0 el . asi que aban . que s i e m p r e a c a b a n con la m a t a n z a y d e r r a m a m i e n t o de s a n a r e P-"®! a Í a d e r r o t a v el p á n i c o son desconocidos en aquellas S . cuyo f u n d a m e n t o r e s i d e fuera d 3 n u e s t r o con o c i m i e n t o . e l l a l e m a n t i e n e á algunos fi n . p e r o á esos ™ . s u j e t a con u n a c u e r d a u n o d e los bratos de nasos á fin' L P ° r 6 1 . m a s no si los c o m p a r a m o s con nosotros. Si sus vecinos t r a s p o n e n las m o n t a ñ a s p a r a sitiarlos y l o g r a n v e n c e r l o s . m a s sí me s o r p r e n d e qua r e e o K n í ^ 0 8 7 y % m M n ¡ S U S f a I t a s y s e a m o s ciegos para r e c o n o c e r l a s n u e s t r a s . a s a r l o l e n t a m e n t e . C T V e c l n o s ' 1 u e s e b a l a b a n más z E ® f e n t ( ? d 0 S é n e r o de m a l i c i a . tendiaseles Cadenas Ios K f í 0 8 T P i e s 7 ' a s m a n o s . c o n la a g r a v a n t e c i r c u n s t a n c i a d e q u e ' p a r a la comisión de tal h o r r o r s i r v i e r o n d e p r e t e x t o la p i e a a d y la religión. Sitiados n u e s t r o s a n t e p a s a d o s p o r C é s a r en l a c i u d a d de Alesia. d e no s e r h e r i d o . y los a n c i a n o s se c o n s i d e r a n como p a d r e s d e todos. h a b e r l o s favorecido con todas las pn?níl T e p a g i n a n . ? ? a / u a V l e v a . J G V E N A L . el o t r o brazo lo sostiene de A n T S í f a ™ g ° m e j o r del j e f e . d e s p u é s d e h a b e r l e s dado b u e n trato duran¡ L S S P S Í i e m p o y d e . sino q u e lo h e m o s visto r e c i e n t e m e n t e . m u j e r e s y d e m á s p e r s o n a s inútiles o a r a el c o m b a t e . G e n e r a l m e n t e los d e u n a m i s m a edad se l l a m a n h e r m a n o s . el j e f e c o n g r e g a á sus amigos en u n a a s a m b í e a . y asi se los q u e m a ™ Los q u e r i g e n l a c o n d u c t a d e los h o m b r e s son e x c u s a b f t d e h a c e r p a r a l o g r a r su misión lo que p u e d e n . E s t o es m á s b á r b a r o q u e a s a r el c u e r p o de un h o m b r e y c o m é r s e l o d e s p u é s de m u e r t o . ? t r e t o d o s ' y e n v í a n algunos Z T J r ¿ S & m i S ° .S a u s e n t e s " Y n o s e lo c o m e n p a r a alunenl f ™ i ? ™ 0 a n t l g u a m e n t e h a c í a n los e s c i t a s . tirados p o r b u e y e s . q u e son n u e s t r o s p e c a d o s o r d i n a r i o s . Vascones. que desda s u s ojos m a s la s u y a . más a d e n t r o d e l a t i e r r a firme. u t f a m a esl. E n c u é n t r a n s e en la situación d i c h o s a d e n o c o d i c i a r sino a q u e l l o que sus n a t u r a l e s neces i d a d e s les o r d e n a n . no realiqué a( ue . a l i m e n t a r s e c o n los c u e r p o s de los anc i a n o s . l a t i r a n í a y l a c r u e l d a d . Creo q u e es m á s b á r b a r o comerse entoneeTfW l s fué a c £ff SP á un h o m b r e vivo q u e c o m é r s e l o m u e r t o . p u e s de n a d a les s e r v i - 1. q u e los s o b r e p a s a m o s en todo g é n e r o d e b a r b a r i e . d e t e r m i n a r o n . Crisipo y Z e n ó n . m a e s t r o s de la secta estoica. o p i n a b a n 3 u e no h a b í a i n c o n v e n i e n t e a l g u n o e n s e r v i r s e d e n u e s t r o s espojos p a r a c u a l q u i e r cosa q u e n o s f u e r a útil.a t n d ° l ° s C 0 o ' a n . p a r a n o m o r i r s e d e h a m b r e . W . Sus guerras son completamente nobles y generosas. E s cosa s o r p r e n d e n t e el c o n s i d e r a r estos combates. p u e s gozan todavía de la f e r t i l i d a d n a t u r a l que los p r o c u r a sin t r a b a j o ni fatigas c u a n t o les es preciso. al p a r que p o r lo t e m e r a r i o de sus i m p o s t u r a s ? i« p u e b l o s de q u e voy h a b l a n d o h a c e n l a g u e r r a contra las n a c i o n e s q u e viven del otro lado d e las m o n t a ñ a s . a l i m e n t i s t a l i b u s usi Produjere animas L o s m i s m o s m é d i c o s n o t i e n e n i n c o n v e n i e n t e en emp l e a r los r e s t o s h u m a n o s p a r a las o p e r a c i o n e s que practican en los c u e r p o s vivos. en c a n S leños d e r e t a m a . ni t a m p o c o en s e r v i r s e de ellos como a l i m e n t o . sin m á s títulos q u e el que la n a t u r a l e z a da á las c r i a t u r a s al e c h a r l a s al m u n d o . ¿ p o r qué no castigarlos en r a z ó n a q u e no m a n t i e n e n el efecto de sus prom e s a s . e s t o .Cuand0 . p u e s . ! ? 8 a d v e r s a r i o s ponían en p / á c t i c f o í a c l i s e d S S r T o f S ^ i 1 ^ C . p u e s h a b i e n d o advertido que los p o r t u g u e s e s que se m u e r . d é los p o r t u g u e tiLne J j L r e c o n o c e r l a b a r b a r i e y el h o r r o r que c o m e r s e S E S L i al e n e m i g o . hijos los m e n o r e s . la cual consistía en Sta la c m t u r a S2SL. sino para h a s t a e ú l t i m o 1¡ í Z i .c o n o ^ i e n t o 'de muchos S S í i t í S r J n J ™ u ° S C i r . E n t r e los :rtaS'. y e c h a r l o luego á los p e r r o s ó á los c e r d o s . y a s í ' e s en efect o . N o l u c h a n p o r la c o n q u i s t a d e n u e v o s territorios. u e e s t a s g e n t e s del otro m u n d o . ' m ¡ t e .r ^ f L n í V Í n Í C Í Ó n . Sdt.6 5 S Ó I ° d 0 . d e s g a r r a r p o r m e d i o de suplicios y t o r m e n t o s un c u e r p o todavía lleno de vida. y t a n a b u n d a n t e m e n t e q u e les s e r í a inútil e n s a n c h a r sus limites. Estos ú l t i m o s d e j a n á sus h e r e d e r o s la p l e n a p o s e s i ó n d e sus b i e n e s en c o m ú n . C u é n t a s e q u e l o s v a s c o n e s prolongaron « a humana. 1 ü f ( " o s Tienen e n g a ñ a n d o con las s e g u r i d a d e s de u n a f a c u l t a d e x t r a o r d i n a r i a . J a m á s s e vió en a q u e l l o s países opinión t a n r e l a j a d a que disculpase 1a t r a i c i ó n . n o sólo lo h e m o s l e í d o . . 93. l l a m a r l o s b á r b a r o s en p r e s e n c i a de los p r e c e p t o s q u e la s a n a r a z ó n dicta.c o m o t r o f e o I a cabeza del enemigo que h a m a t a d o y la coloca á la e n t r a d a de su vivienda os p r i s i o n e r o s . y los a p l i c a n . en esta disposición. n d e D i o s ' ? P ° r e s o d e b i e r a ser cast gado c o m o i m p o s t o r el q u e d e ella a b u s a . í d e s t r o z a n á espadazos Hecho 10 C o m e n e . son tan e x c u s a b l e s y a b u n d a n en a c c i o n e s tan h e r m o s a s c o m o esta e n f e r m e d a d h u m a n a p u e d e c o b i j a r .

d u r a n t e los dos ó t r e s m e s e s q u e p e r manecen en tierra enemiga están alegres. con a q u e l l o s c u y a m u e r t e e r a d e m e n o r t r a s c e n d e n c i a decidió d e f e n d e r el desfiladero. y p o r o t r a p a r t e . los d e j a b a n libres. en q u i e n e s hizo u n a atroz c a r n i c e r í a . G u a r d o u n a canción c o m p u e s t a p o r u n o d e aquéllos. y c o m e r á n al m i s m o t i e m p o l a d e s u s p a d r e s y la d e sus abuelos. y d o n d e s a b e n a d e m á s acomodarse á su condición y vivir c o n t e n t o s con ella. no e n el d e r r o t a r . p u e s v i é n d o s e de p r o n t o r o d e a d o p o r todas p a r t e s p o r los a r c a d i o s . Bastantes v e n t a j a s a l c a n z a m o s s o b r e n u e s t r o s e n e m i g o s . sino en el t e m p l e d e n u e s t r o p e c h o . d e los p r e p a r a t i v o s que se disponen á este efecto. L a valentía es la firmeza. las de S a l a m i n a . en este solo p u n t o consiste l a victoria v e r d a d e r a : Victoria nulla est. y é c h a n d o l e s en c a r a l a c o b a r d í a y el n ú m e r o de batallas q u e p e r d i e r o n c o n t r a los suyos. q u e se r e ú n a n p a r a c o m e r mi c a r n e . no iban t a m poco en l a p e r s e c u c i ó n de sus e n e m i g o s m á s allá de ese punto de r e d u c i r l o s á su a l b e d r í o . p e r o no se ve ni uno solo en todo el t r a n s c u r s o de u n siglo q u e n o p r e f i e r a antes -a muerte que m o s t r a r s e c o b a r d e ni d e p t l a b r a ni d e o b r a . en el c o m b a t i r . de los t o r m e n t o s q u e s u f r i r á n . a d o p t ó la d e t e r m i n a c i ó n s i g u i e n t e : los m á s j ó v e n e s y m e j o r d i s p u e s t o s de s u e j é r c i t o r e s e r v ó l o s p a r a l a d e f e n s a y servicio d e su país. en que se leen los r a s g o s s i g u i e n t e s : « Q u e v e n g a n r e s u e l t a m e n t e todos c u a n t o a n t e s . T a n luego como de ellos alcanzaban s e m e j a n t e c o n f e s i ó n . si suceiderit. conv e n c i d o de q u e todo c u a n t o los e n e m i g o s q u i s i e r a n h a c e r lo h a r í a n . De todo ta cual se e c h a m a n o con el propósito d e a r r a n c a r de sus labios a l g u n a p a l a b r a b l a n d a ó a l g u n a b a j e z a . o c u r r e lo c o n t r a r i o . s i n o la del vigor y la del a l m a . SÉNECA. asi q u e p u e d e d e c i r s e q u e hay p é r d i d a s t r i u n f a n t e s q u e e q u i v a l e n á las victorias. T r á t a n l o s c o n e n t e r a libertad á fin de que la vida les s e a m á s g r a t a . Es cosa de habilidad y d e s t r e z a . Los m á s v a l i e n t e s s o n á v e c e s los m á s i n f o r t u n a d o s . y les h a blan g e n e r a l m e n t e de las a m e n a z a s de u n a m u e r t e p r ó x i :aa. el que d e s a f i a n d o todos los p e l i g r o s v e la m u e r t e c e r c a n a y p o r ello n o d i s m i n u y e un p u n t o en su f o r t a l e z a . Si cae en tierra combate d e rodillas. son d e r r o t a d o s n o p o r nosotros. P l a t e a . p u e s c o n s i d e r a d a s las cosas r e c t a m e n t e . Más propio es de un mozo de c u e r d a q u e d e la fortaleza de á n i m o el t e n e r los brazos y las p i e r n a s d u r o s y resistentes. de genu pugnat*. ¿ Q u i é n c o r r i ó n u n c a con gloria m á s viva ni a m b i c i o s a á v e n c e r en el c o m b a t e q u e el capitán Iscolas á la p é r d i d a del m i s m o ? ¿ Q u i é n con c u r i o s i d a d m a y o r se i n f o r m ó d e su salvación q u e él de su r u i n a ? E s t a b a e n c a r g a d o de d e f e n d e r cierto paso del P e l o p o n e s o c o n t r a los a r c a d i o s . 218.fian las r i q u e z a s d e los vencidos. la b u e n a disposición p a r a la l u c h a es u n a cualidad m u e r t a y c o r p o r a l . Los h ú n g a r o s . d i r é q u e . de texto Consulatu Honorii. m u y l e j o s d e r e n d i r s e los p r i s i o n e r o s p o r las a m e n a z a s q u e se les h a c e n . él y los suyos f u e r o n luego p a s a dos á cuchillo. Igual virtud a d o r n a á los del c o n t r a r i o b a n d o . La sola victoria verdadera e s la q u e fuerza al enemigo i ventilo. y también para hacerlos e n t r a r en d e s e o s d e h u i r p a r a d e e s t e modo poder v a n a g l o r i a r s e d e h a b e r l o s m e t i d o m i e d o y q u e b r a n tado su firmeza. Quam q u a j confessos animo q a o q u e subjugat hostes *. d e á n i m o en el c o m b a t e . ni ?e ve n i n g u n o tampoco que no p r e f i e r a s e r m u e r t o y devorado antes q u e solicitar el n o s e r l o . ninguno p i e r d e un a d a r m e d e su invencible e s f u e r z o . ¿ E x i s t e a l g ú n trofeo a s i g n a d o á los v e n c e d o r e s que n o p u d i e r a a p l i c a r s e m e j o r á estos v e n c i d o s ? E l v e n c e r v e r d a d e r o t i e n e p o r c a r á c t e r no el p r e s e r v a r l a vida. c. S. c o n s i d e r a n d o i n d i g n o d e su p r o p i o e s f u e r z o y m a g n a n i m i d a d . lo m á s á q u e llegaban las exigencias de los v e n c e d o r e s e r a á o b t e n e r p r o m e s a de que en ¡o sucesivo n o se l e v a n t a r í a n en a r m a s c o n t r a ellos. L a estimación y el v a l e r de u n h o m b r e r e s i d e n en el corazón y en l a v o l u n t a d . y como se s i n t i e r a incapaz de c u m p l i r su misión á c a u s a de l a n a t u r a l e z a del l u g a r y de la d e s i g u a l d a d de f u e r z a s . y p u e d o e s t a r al a l c a n c e de un cobarde ó d e un m e n t e c a t o el s e r c o n s u m a d o en la esgrima. de la f o r t u n a d e p e n d e el que venzamos á n u e s t r o e n e m i g o . en ellos y a c e el v e r d a d e r o honor. tonde n a d a de lo p r e c i s o l e s falta. asi como t a m b i é n del n o m b r e l a c e d e m o n i o el s e r d e r r o t a d o . A los prisioneros no les e x i g e n otro r e s c a t e q u e la c o n f e s i ó n y el reconocimiento d e h a b e r sido v e n c i d o s . y el q u e le d e s l u m h r e m o s . declararse 1. Ni s i q u i e r a a q u e l l a s c u a t r o h e r m a n a s . El q u e cae lleno 1. c o m o s u c e d i ó e f e c t i v a m e n t e . No consiste en el valor de n u e s t r o caballo ni en la solidez d e n u e s t r a a r m a dura. de Proiidenlia. Micala y Sicilia. y meten prisa á sus a m o s p a r a q u e se a p r e s u r e n á d a r l e s la m u e r t e . no d e las p i e r n a s ni de los brazos. las m á s h e r m o s a s q u e el sol h a y a a l u m b r a d o s o b r e la t i e r r a . y les o r d e n ó q u e p a r t i e r a n . . sino por la mala f o r t u n a . in iuriandolos. CLACDUNO. R e g r e s a n á sus países. c o m b a t i e n t e s belicosísimos. q u i e n al e x h a l a r el ú l t i m o s u s p i r o m i r a todavía á su e n e m i g o c o n altivez y d e s d é n . y c o n s i s t e el h o n o r d e la fortaleza. m u e r t o s p u e d e n s e r . Volviendo á los c a n í b a l e s . sino el b a t a l l a r . que no son c o m u n m e n t e sino p r e s t a d a s y no p e c u l i a r e s n u e s tras. del m a g u l l a m i e n t o d e sus miembros y del festín que s e c e l e b r a r á á s u s e x p e n s a s . m a s no vencidos. y con la m u e r t e d e todos h a c e r p a g a r c a r a á los e n e m i g o s l a e n t r a d a . v. sin ofenderlos ni pedirles r e s c a t e . desafiándolos. p o d r á n j a m á s o p o n e r toda su gloria á l a d e r r o t a del r e y L e ó n i d a s y de los s u y o s en el desfiladero de las T e r m o p i las.

n u e s t r o s m a r i n o s le l l a m a b a n rey. L a s n u e s t r a s t e n d r á n esta c o s t u m b r e p o r a b s u r d a . ó p o r t o r p e z a de alma. f u e r t e s y bien a r m a d o s c o m o r o d e a b a n al r e y (acaso s e r e f e r í a n á los suizos de su g u a r da) s e s o m e t i e r a n á la o b e d i e n c i a de u n m u c h a c h i l l o . . v no e l i g i e r a n m e j o r u n o d e e n t r e ellos p a r a q u e los m a n d a r a . e s p o s a del r e y D e j o t a r o . como s u p o n g o que h a b r o ya acontecido. v l a s p a l a b r a s t e r m i n a n de u n modo s e m e j a n t e a l a s de l a l e n g u a g r i e g a . A d e m a s d e la q u e p r u e b a la canción g u e r r e r a a n t e s citada. Lo q u e Hay es que e s t a s g e n t e s n o g a s t a n c a l z o n e s ni coletos. d e q u e le a b r i e s e n s e n d e r o s al t r a v é s de las m a l e z a s v a r o u s tos. sino m á s bien u n a b u e n a p r e n d a m a t r i m o n i a l . p r o e u r ó á su marido no ya solo u n a h e r m o s í s i m a c a m a r e r a que la servia. c o n t e s t ó q u e g o z a b a del privilegio. q u e los otros m e n d i g a b a n á sus p u e r t a s . Son aquellos h o m b r e s . v i n i e r o n á R u á n c u a n d o el r e y Carlos I X r e s i d í a en e s t a c i u d a d . r e s p o n d i e r o n q u e t r e s cosas (de ellas olvidé u n a y estoy bien p e s a r o s o . y yo c r e o h a b e r m a n t e n i d o s u f i c i e n t e c o m e r c i o con los poetas p a r a j u z g a r de ella. á fin d e q u e m i h e r m a n a copie d e t u s h e r m o s o s colores el modelo d e u n r i c o cordón q u e yo p u e d a o f r e c e r á m i a m a d a . al visitar los p u e b l o s q u e d e p e n d í a n de su m a n d o . d e l a cualidad más r e l e v a n t e . I n t e r r o g a d o s o b r e el n ú m e r o d e h o m b r e s q u e le s e g u í a n . q u e tu belleza s e a siemp r e p r e f e r i d a a la d e todas l a s d e m á s serpientes. E s t r a t o m c i a . S a r a y las de J a c o b . q u e principia a s i : D e t e n t e . A l g u n a s m u j e r e s d e la Biblia : Lia. y los a y u d ó á q u e h e r e d a r a n el trono de su m a n d o . s i n o q u e se a s e m e j a a l a s d e A n a c r e o n t e . las suyas p o n e n c u a n t o e s t á d e su p a r t e p a r a q u e o c u r r a lo c o n t r a r i o A b r i g a n d o m a y o r i n t e r é s p o r el h o n o r d e sus m a r i d o s que p o r todo lo d e m á s .q u e a n t a ñ o s i r v i e r o n d e a l i m e n t o á m i c u e r p o . ó n o p u s i e r a n fuego" á s u s c a s a s . precisó es q u e lo s e a n á s a b i e n d a s ó q u e lo s e a m o s nosotros. T o d o lo dicho e n n a d a s e a s e m e j a á l a i n s e n s a t e z ni á l a b a r b a r t e . d e s c o n o c i e n d o lo costoso que s e r í a u n día á s u t r a n q u i l i d a d y d i c h a el c o n o c i miento d e l a c o r r u p c i ó n del n u e s t r o . mas no lo es en m o d o a l g u n o . q u e n o sólo n a d a tiene d e b á r b a r a . T r e s h o m b r e s de a q u e l l o s países. » E n n a d a s e a s e m e j a esta e a n c i ó n á las de los salvajes. o b s e r v a r o n q u e h a b i a e n t r e n o s o t r o s m u c h a s p e r s o n a s l l e n a s y a h i t a s de toda s u e r t e de c o m o d i d a d e s y r i q u e z a s . d i j o m e que la de i r á la c a b e z a en la g u e r r a . Hasta que e x h a l a n el ú l t i m o s u s p i r o no c e s a n de d e s a f i a r l o s de p a l a b r a y p o r o b r a s . d e s c a r n a d o s d e h a m b r e y m i s e r i a . e m p l e a n la m a y o r solicitud de que son c a p a c e s e n r e c a b a r el m a y o r n ú m e r o posible de c o m p a ñ e r a s puesto q u e tal c i r c u n s t a n c i a p r u e b a l a virtud de sus esposos. El idioma de a q u e l l o s pueblos es dulce y a g r a d a b l e . E n s e g u n d o l u g a r (según e l l o s la mitad d e los h o m b r e s vale p o r lo m e n o s la otra mitad). Y p a r a q u e n o vaya á c r e e r s e que e s t a c o s t u m b r e se p r a c t i c a p o r obligación servil ó p o r a u t o r i d a d ciega del h o m b r e . n u e s t r o s lujos. m u e s t r a n al p r i s i o n e r o e s c u p i e n d o e n el r o s t r o á los que i e m a t a n y h a c i é n d o l e s g e s t o s . t e n g o noticia d e otra a m o r o s a . Los q u e los p i n l a n m o r i b u n d o s y los r e p r e s e n t a n c u a n d o s e los sacrifica. estos m ú s c u l o s . sin reflexión ni juicio. en tanto m a y o r n u m e r o c u a n t a m a y o r es la f a m a que d e valientes gozan E s c o s a h e r m o s a y d i g n a de n o t a r s e en los m a t r i m o n i o s q u e en los c e l o s d e q u e n u e s t r a s m u j e r e s e c h a n m a n o para i m p e d i r n o s c o m u n i c a c i ó n y t r a t o c o n l a s d e m á s . p o r la locura d e h a b e r s e dejado e n g a ñ a r p o r el d e s e o d e n o v e d a d e s . Hav u n a d i s t a n c i a e n o r m e e n t r e su m a n e r a de s e r y la nuestra* Los v a r o n e s t i e n e n alli varias m u j e r e s . P r e g u n t á n d o l e qué v e n t a j a s a l c a n z a b a d e la s u p e r i o r i d a d de q u e s e h a l l a b a investido e n t r e los s u y o s . y que su c o m e r c i o con n o s o t r o s e n g e n d r a r í a su r u i n a . y d e s e a n d o c o n o c e r lo que les h a b i a p a r e c i d o m á s a d m i r a b l e . a l g u i e n quiso s a b e r la opinión que f o r m a r a n . p e r o tuve un intérprete tan torpe é inhábil para entenderme. m o s t r á r o n s e l e s n u e s t r a s m a n e r a s . m o s t r ó m e u n l u g a r p a r a s i g n i f i c a r m e que t a n t o s c o m o podía c o n t e n e r el sitio q u e s e ñ a l a b a (cuatro ó cinco mil). y que Ies p a r e c í a t a m b i é n s i n g u l a r q u e los s e g u n d o s p u d i e r a n s o p o r t a r i n j u s t i c i a s e m e j a n t e y que no e s t r a n g u l a r a n á los p r i m e r o s . E l s o b e r a n o los habló largo t i e m p o . d e e l e v a d a e s t a t u r a . m o s t r a r e aquí a l g u n o s e j e m p l o s d e la i n t e l i g e n c i a d e a q u ¿ Has g e n t e s . Yo h a b l é á mi vez largo tiempo con u n o de ellos. q u e f u é poquísimo el p l a c e r q u e recibí. L u e g o . p e r o d o s las r e c u e r d o bien) : d i j e r o n que e n c o n t r a b a n m u y r a r o que t a n t o s h o m b r e s b a r budos. d e t é n t e . y p o r h a b e r a b a n d o n a d o la dulz u r a de su cielo p a r a v e r el n u e s t r o . p o r d o n d e p u d i e r a p a s a r á gusto. sin m e n t i r c o m p l e t a m e n t e s a l v a j e s c o m p a r a d o s con n o s o t r o s . H a b i é n d o l e dicho si f u e r a d e l a g u e r r a d u r a b a a ú n su a u t o r i d a d . e n t r e o t r a s . n o reconocéis q u e l a s u s t a n c i a de los miembros de v u e s t r o s a n t e p a s a d o s r e s i d e todavía en mi c u e r p o • s a b o r e a d l o s b i e n . y c u a n t a s cosas e n c i e r r a u n a g r a n c i u d a d . c u l e b r a . p u e s e r a e n t r e ellos c a p i t á n . sino q u e a d e m a s e d u c ó con diligencia s u m a los hijos que nacieron de l a u n i ó n . R a q u e l . e s t a s c a r n e s y e s t a s v e n a s s o n los vuestros p o b r e s locos. f a c i l i t a r o n á sus m a r i d o s s u s h e r m o s a s sirvientes L i v i a s e c u n d o los deseos de A u g u s t o en p e r j u i c i o propio. y e n c o n t r a r é i s el g u s t o de v u e s t r a propia c a r n e .» Esta p r i m e r a c o p l a e s el estribillo de la c a n c i ó n .

M e n e s t e r e s q u e n o s c o n f o r m e m o s c o n la luz q u e p l a c e a l s d c o m u n i c a r n o s . a . E n e s t o s m e s e s p a s a d o s g a n a r o n los e s p a ñ o l e s u n a b a t a l l a Io s tu ™ o s . con n u e s t r a e x p e r i e n c i a . a s í q u e d e b e n t o m a r s e s i e m p r e e n b u e n a p a r t e . a d i v i n o s .U n T D 3 I C U > q u e solucionamos con las a r m a s d e la m e m o r i a m á s bien q u e con l a s d e la r a z ó n . N o p u e d o m e n o s d e c e n s u r a r la cond u c t a q u e o r d i n a r i a m e n t e veo s e g u i r á m u c h a s g e n t e s . e s difícil a c o m o d a r las c o s a s d i v i n a s á n u e s t r a balanza sin q u e sufran menoscabo. O t r a s derrotas h e m o s sufrido n o s o - u r r o í m F n t n n P . se convencería éste fácilmente a e q u e todo e s o n o s o n m á s q u e a r t i f i c i o s e n g a ñ o s o s . luego t r a t a n de explicar sus descalabros de M o n t c o n t o u r y d e J a r n a c . i. p i d e n púb l i c a m e n t e p e r d ó n a l sol. E n u n pueblo de l a s Indias existe esta laudable costumb r e : c u a n d o p i e r d e n a l g ú n e n c u e n t r o ó b a t a l l a . ? ' n ? j a n t e S / r e t í r a d . Q u i e n e l e v e la m i r a d a á f e n á e p r o c u r a r s e T l a n d a d m a y o r . i n t é r p r e t e s y fiscalizadoras o r d i n a r i a s d e los design i o s d e D i o s . la i g n o r a n c i a de los o y e n t e s p r o c u r a l i b e r t a d g r a n d e a l o c u p a r s e d e una c u e s t i ó n o c u l t a . santa m u j e r á quien a d o r n a b a n todas las virtud e s . r e l a c i o n a n d o su d i c h a ó d e s d i c h a á l a r a z ó n d i v i n a . n o s q u i t a n e l m e d i o d e c o m b a t i r l a s . y s o m e t i é n d o l a su juicio y s u s a c c i o n e s . u n a c a t e r v a de g e n t e s . l o s q u e g a n a r o n la b a t a l l a d e l a R o c h e l a b e i l l e . como e s a s c o s a s n o f o r m a n l a m a t e r i a c o r r i e n t e d e n u e s t r a reflex i ó n . a u n q u e e n é p o c a s d i v e r s a s del d E í . f ^ ^ 1 6 8 ' 5 6 S . a s t r ó l o g o s . y a produzc a n e l m a l v a e l b i e n . las c u a l e s a p o y a n n u e s t r a religión c o n f o r m e á l a prosperidad d e s u s e m p r e s a s . i r v e d e a m b a s y l a s a p ü c a p o r m e dios o c u l t o s d e s p o j á n d o n o s asi d e todo r e c u r s o d e a l c a n F n . Q u e r i e n d o Dios ensen a r n o s que los b u e n o s tienen otra cosa que e s p e r a r y los malos otra cosa que t e m e r que las b i e n a n d a n z a ^ ó m a l a n ddfo"Z . S i» ™ . p u e s e n p r i m e r l u g a r . D e a q u i s e s i g u e q u e n a d a s e c r e e con m a y o r firmeza q u e a q u e l l o q u e s e c o n o c e m e n o s . n o e x t r a ñ e si p o r c a s t i g o efe su o s a d í a se SSiSTa. q u e f u é a s e s i n a d o e n u n a l e t r i n a . la s i n g u l a r i d a d m i s m a del a s u n t o h a c e q u e l a s c o n c e d a m o s c r é d i t o . y con el m i s m o l a p i c e r o p i n t a n lo b l a n c o y lo n e g r o . y sin e m b a r go. CAPÍTULO XXXI 169 c u a n d o los s u c e s o s le s e a n a d v e r s o s y la v e n t u r a n o le a c o m p a ñ e . m é d i c o s . ? r a V o l u n J a d d e D i o s ' y eso q f t n o s o m o s t u r c o s .m e d l ° l o s 1 u e q u i e r e n p r e v a l e r s e h u m a n a ÍÍL. y a u n c u a n d o la v a r i e d a d y c o n t i n u a discordancia de esos acontecimientos l o s l l e v a d e u n e x t r e m o al o p u e s t o . ° * d * 'a disputa á causa n n l i í® 7 1 ? n t r 6 ' . V a l d r í a m u c h o m a s e n s e n a r l e los s ó l i d o s f u n d a m e n t o s d e la v e r d a d .. y l u e g o . S l n í n u e s t r o p r o v e c h o . a c a b a r o n . I. q u i e n q u i e r a v e r u n t e s t i m o n i é d e la v e n g a n z a d i v i n a e n l a c i r c u n s t a n c i a d e m o r i r en u n l u g a r tan i n S í ? ' t e n d r f a A < l u e a ñ a d i r á a q u é l l a s la m u e r t e d e H e l i o g á b a l o . P C a r S 6 q u e 4 ó n y A r r i 0 ' Principales sectarios de la h e r e j í a a m a n a .d e lo S Í . y j a m á s encuentran u n a explicación a t i n a d a sin q u e al p u n t o l e s a s a l t e n dos c o n t r a r i a s . c o m o los a l q u i m i s t a s . y r e c i b i r l a s a d e m á s c o n r e c o n o c i m i e n t o d e su divina é i n e s c r u t a b l e s a b i d u r í a . q u i r o m á n t i c o s .a m b o s e x P i r a r o n r e p e n t i n a m e n t e en u n c o m ú n ) . q u e h a c e n p r o f e s i ó n d e i n q u i r i r l a s c a u s a s ae c a d a a c c i d e n t e y d e v e r en los a r c a n o s d e la v o l u n t a d divin a los m o t i v o s i n e s c r u t a b l e s d e s u s o b r a s . 0 ^ ^ de Dios 6 ' A . O c u r r e lo p r o p i o c o n n u e s t r a s g u e r r a s d e r e l i g i ó n . n o p o r e s o d e j a n d e s e r d e s c i f r a d o r e s i m p e r t é r r i t o s . Q r h r i n u m r t e s t sc?re « ¿ aut guis potent cogitare quid velit Dominus' ? n¿ í t v S i u S w l f S t o y ^ ^ T C ^ 1. d e su c u l p a . d e o r i e n t e á occidente. Y t o d a s las g e n t e s de i g u a l categoría.n S Ó l i d 0 S argumentos contra sus adZ h f Z L E S . Quien p r e h n | ? l ! . don J u a n de Austria. e s el d i s c u r r i r s o b r e l a s c o s a s d e s c o n o c i d a s . A S \ d e m e d l ° a . q u e e s s u dios. P o r e s o dice P l a t ó n q u e e s m u c h o m á s fácil c a u t i v a r á u n auditorio c u a n d o s e l e h a b l a d e l a n a t u r a l e z a d e los d i o s e s q u e cuando s e t r a t a d e l a n a t u r a l e z a d e los h o m b r e s . mandando las fuerzas cristianas t . 2. el q u e s e e n c u e n t r a m á s sujeto á e r r o r é i m p o s t u r a . E n c o n c l u s i ó n .168 E N S A Y O S DE M 0 N T A I G Í 1 3 CAPÍTULO XXXI DE LA CONVENIENCIA DE JUZGAR SOBRIAMENTE DE LAS COSAS DIVINAS E l m á s a d e c u a d o t e r r e n o . ni hay h o m b r e s m á s s e g u r o s a e lo q u e d i c e n q u e l o s q u e n o s refieren c o s a s f a b u l o s a s . v se sirvieron d e s U f o r t u n a p a r a p r o b a r q u e e r a j u s t a la c a u s a q u e d e f e n d í a n . A c o s t u m b r a d o el pueblo á aquellos a r g u m e n t o s . q u e a p l a u d e y encuentra m u y d i g n o s d e s u a g r a d o . s e l e e x p o n e á q u e s u fe vacile LIBRO I. HORACIO. m e t i e ron g r a n d e algazara p o r s e m e j a n t e accidente. Sát.Ve. P a r a u n b u e n c r i s t i a n o e s s u f i c i e n t e creer q u e t o d a s l a s c o s a s D i o s nos l a s e n v í a . si á t a n t o o s a r a .S ? * p " AgUStí. I r e n e . id genus omne á l o s cuales a ñ a d i r í a d e b u e n g r a d o . s i n n e c e s i d a d d e a u t o r i z a r l a c o n el c u r s o bueno ó m a l o d e l o s a c o n t e c i m i e n t o s t e r r e n a l e s . s e e n c u e n t r a e n e l m i s m o c a s o . C u e n t a n u e s t r a f e b a s t a n t e s o t r o s fundam e n t o s . como si h u b i e r a n c o m e t i d o u n a acción i n j u s t a . d i c i e n d o q u e ésos f u e r o n c a s t i 6S: fnmffi* V o t u V e r a n u n p u e b l o á su d i s p o s i c i ó n completa p a r a e m b a u c a r l e .

bebió á su vez.CAPÍTULO XXXII DE CÓMO A L G U N O S B U S C A R O N LOS PLACERES LA M U E R T E DE LA POR HUÍR VIDA L a m a y o r p a r t e d e los a n t i g u o s filósofos c o n v i e n e n en que l a m u e r t e es p r e f e r i b l e á la vida c u a n d o d e ésta se esp e r a n m á s d e s d i c h a s q u e b i e n a n d a n z a s . q u e d e j e s e s a m a n e r a d e vivir ó la vida m i s m a . como j o v e n m u y bien e d u c a d a . q u e e s c r i b e d e u n m o d o p a r e c i d o á I d o m e n e o en u n a ocasión s e m e j a n t e . vale más dejar de existir que vivir en la desdicha. y q u e se hallaba 1. n o lo h a b i a visto o r d e n a r ni p r a c t i c a r h a s t a q u e m e cayó en l a s m a n o s u n p a s a j e de S é n e c a . » H u b i e r a e n c o n t r a d o este c o n s e j o n a t u r a l en la r u d e z a estoica. q u e s e l l a m a b a A b r a . como el papa lleg a r a a n t e s q u e el de Valentinois. q u e t r u e q u e la v i d a de v o l u p t u o s i d a d y p o m p a por el a b a n d o n o del m u n d o . e n e m i g o f a m o s o de la h e r e j í a a r r i a n a .U j e r í ® s . a hibí .* l a m Q ? r t e d e s u hija. Lucilio opone a l g u n a s dificultades: «Mi p a r e c e r e s . P A l e j a n d r o V I su p a d r e l l e v a r a n al b a n q u e t e a n t e s de que él nos b . no cesó un m o ¿ p e d i r l e a D l o s q u e l a ^ t a r a dél m u n d o v la 11aSeno / ' C 0 T aconteció en efecto. ° r q u e e s . d e S Z ^ S í e s t b T n ' i í ? ^ a 3 "HAÍ y aquél. u n P a d r e q u i e n la pide p a r a su ¿ ^ m i e n t r a s que los otros se e n c a m i n a n p o r si S i ! d e s a p a r i c i ó n p a r a la cual e m p l e a n m e d i o s exe s u h i Z ? ? h u m a n o s ' N o q u i e r o o m i t i r el d e s e n l a c e d e E m i l ' a u . ' a n t o c a d o a su vino. obispo de P o i t i e r s . q u e c o n o c e m o s con el n o m b r e de beneficios de la f o r t u n a . d e s u e r t e q u e d e re ente estado h i r o ^ t P .y e I ''¡jo. c r e v e n d o q u e bab . r i q u e z a s . c o m o si l a r a z ó n sola no b a s t a r a á p e r s u a d i r n o s de la c o n v e n i e n c i a d e a b a n d o n a r l o s sin n e c e s i d a d d e hechar m a n o d e aquel r e m e d i o s u p r e m o . p e r o éste i b a acompañado de la m o d e r a c i ó n c r i s t i a n a . 7 n f d . ° n . e x - coneKuP? la . A l a r e a l i z a c i ó n d e tales c o n s e j o s . f ^ n f f c 6 1d!e k e l 0 ) q u se u ? d a d : s u P a d r e l a e s ^ i b i ó ( p r u e b a A ' . e r a s o l i c i t a d a para c a s a r s e p o r los m á s i m p o r t a n t e s s e ñ o r e s d e l país. d e s e c h a r a su afición á todas e s a s b i e n a n d a n z a s y p l a c e r e s con que la b r i n d a b a n . le dice Séneca. á q u i e n h a b i a dejado en las Galias en c o m p a ñ í a de su m a d r e . yo te aconsejo q u e sigas c a m i n o m á s apacible. {• JanTv eúíap:¿vo>s. apacible y filosófica. m a s si no se p u d i e r a d e s a t a r . desates lo q u e t a n m a l h a s a n u d a d o . A l g ú n r a s g o a n á l o g o t e n g o idea de h a b e r advertido e n t r e nosotros. d e s p u é s d e h a b e r e s t a d o largo tiempo a t o r m e n t a d o p o r la e n f e r m e d a d . mando que LA RAZÓN 0 8 movimien t o s d i v e r s o s d e la f o r t u n a m u e s t r e toda s u e r t e de s e m b l a n t e s . g r a n d e z a s y otros favores y bienes. CAPÍTULO XXXIII C O I N C I D E N C I A S D E L ACASO Y e s c ^ r ^ r i t ? 6 1 és a Hav n ^ . f| c¡a«(. con lo cual su p a ?r inÍ ° S u i g u a r c o n t e n t o . Justicia m á s p a l m a r i o q u e el s i g u i e n t e ? de Va í ^ l e n t i n L envenenar á C rnet ° ? ' 6 0 c u ' v a casa del Vaticano 0mer el a a n P. ÜíMÍ P e r o llevar el d e s d é n d e la m u e r t e al e x t r e m o de buscarla p a r a evitar h o n o r e s . y s e r e t i r e á la vida s o l i t a r i a . y a f i r m a n que pon e r a h i n c o en c o n s e r v a r la e x i s t e n c i a p a r a s u f r i r tormentos y t r a b a j o s es i r c o n t r a los p r e c e p t o s m i s m o s d e la n a t u r a leza. como e n s e ñ a n estos v e r s o s g r i e g o s : H ¿ÍOTU?.h KptíffffOV TO ni] tí» íflTIV. é i n f o r S h „ K f i a 4 8 d € q u e l a J ° v e n s e r í a m u c h o m á s dichosa q u e L viía i ? f f n e s t e m u n d 0 . h e r m o s a . E s t e caso s o b r e p a s a los ¿ n K v ¿ O ™ k m U e r t e e s s t ) h c i t a d a p o r i n t e r c e s i ó n de ? P hii a ' .a n H i l a r i o de que la m u i r t e de su P r d 1 D1 ° f ? ° y noluntad 4 del p a d r e . S a n Hilario. q u e solicitó de su Z S n ? 6 " 1 ? i n s i s t e n c i a el q u e r o g a r a á Dios p o r su M « m T ^ ^ 0 } ' e r i d ° D l o s l a s n a c i o n e s de los esposos.tomó u n a afección maridoLn beatitud e t e r n a y celeste. y q u e m e j o r que romp e r . p o r q u e él m í i ' a H . p u e s al poco l n i i í e r e s r e s r a l P a i s m u n ó A b r a . y f u é u n a m u e r t e a c e p t a d a con s i n g u l a r c o n t e n t a m i e n t o d e a m b o s c ó n y u g e s . O una vida tranquila 6 una muerte feliz. personaje i n f l u y e n t í s i m o y de g r a n a u t o r i d a d c e r c a del e m p e r a d o r . en el c u a l el filósofo a c o n s e j a á L u c i l i o .t -. p e r o lo e x t r a ñ o es q u e e s t é t o m a d o de E p i c u r o . t ^ f ™ 0 ^ 0 0 0 8 m o r n ( . f 1 i Cl Ho K « i °. no h X . Hermoso es morir cuando 1» vida es un oprobio. P ° c d e s p u é s a su seno.°teIla í V ¡ n o envenenado y ord2n? a g u a r d a s e c u i d a d o s a m e n t e . Per an más l r p f i ° v t ° A j á n d o s e l e q u e p a r a ello el camTno m e n £ T A L S T r .n q u f s e a e x t r a ñ a al a s u n t o de q u e hablo. KaXa* -to 6v«í. t n ™ n t l ' a d ° / n S U v i a J ' e u n Partido p r e f e r i b l e m u c h o m a s digno y g r a n d e : un m a n d o d e m a g n i f i c e n c i a y poderío bien d i s ü n t o s el cual la o b s e q u i a r í a con t r a j e s v j o v a s d e ¡ u S ^ S ^ ' £U ° noe'"aotI'° el d í l i a c e r a p e d e r e l g u s t o de los p l a c e r e s m u n d a n o s para q u e g a . e n c o n t r á n d o s e en S i r i a tuvo n o t i c i a de que su h i j a ú n i c a . la Í m c ó . r ó m p e l o : no h a y h o m b r e t a n c o b a r d e que n o p r e f i e r a c a e r d e u n a vez á p e r m a n e c e r s i e m p r e tamb a l e á n d o s e . n t o s d e s p u é s . y p i d i e r a de b e b e r le I T d e l a b 0 t e l l a P ° r s " P ° " e r que e r a el mejor.xtv oí? uáo-. r i c a .

cesario a d e m á s que la doncella. e n Adra. mas contra ' su voluntad la el acaso udo d C o n j u g e s a n l e coacta novi d i m i t i e r e c o l l u m . sintiendo deseos de r o m p e r u n a lanza en f a v o r d e su nueva esposa. s a l t a n d o b r u s c a m e n t e .cas p o r h a b e r tenido la dicl. f u é ne.a d e T e n g a r la m u e r t e ( ue s a l v a d 0 c o r n e e í o f . en S i c i l i í p u e s t o s de S m a c P e í S ^ h r .nPH B . u t fe nSeími . lanzóse en u n combate en medio de la t u r b a de los enemigos. Una h e r i d a q u e recibió la reventó l a a p o s t e m a y le c u r ó radi1. donde el de E s t r é e .S U e a W e n e J m o m e n t o en que Ta V DPP r l i L S ^ . hijo de E l e n a . las m u r a l l a s de la ciudad se desplomaron p o r g r a c i a divina. B o u c h e t dice.' í a y o J ' b o n d a d y P ¡ edad s i n g u l a r e s d e la f o r t u n a ? P r o s c r i p t o s de R o m a p o r l o s t r i u n v i - i. . S S p r . ? J ejército p a r a c o m b a t í m«lP£ u L . y p a r a s a c a r partido de su victoria. V . Constantino. CATÜLO. Constantino.casualidad que d i e r a en 3 r e a h z a r a la o b r a d. OL. J 0 c o n t r a s u marido.d f S C u b r e e n e l h e c h o siguiente Z a r e s d e l a f o S ¡ . La f o r t u n a lo acomodó todo al revés e n n u e s t r a s g u e r r a s de Milán. salió á la e s c a r a m u z a c e r c a de Saint-Omer. E n ocasiones se complace e n s o b r e p a s a r h a s t a los mismos milagros á que damos f e . Icelas sobornó á dos soldados p a r a d a r m u e r t e á T i qUe Se e n c o n t r a b a . y el s e ñ o r de Licques. Los c a p r i c h o s de la f o r t u n a p a r e c e n á veces combinados S o r el a r t e . f u n d ó el imperio e C o n s t a n t i n o p l a . re¡na de á pasar f e ^ P pafs Con e e n p r o de sn h ^ í f . m a s el mismo dia de la boda. r da¿ c o m n l ° r V * ' W ® £ e s e m b a r c a 7 con segun d a d completa. y ardiendo en deseos de l i m p i a r s e de ella a u n á costa de la vida. LA > I I I . la h u b i e r a ido muv hen s S ¡ ^ maT pada 0 qUe dGSeaba p o r u e e n 61 . el cual. S a b e m o s que cuando Clodoveo cercó á Angulema.r ° d . h a b i é n d o s e alejado del r e c i n t o de la misma p a r a dirigirse á O r l e á n s á solemnizar la s a n t a fiesta de A i g n á n . en ocasión en que a m b o s se e n c o n t r a b a n enam o r a d o s de la h e r m a n a del s e ñ o r de F o u n g u e s e l l e s . el de Licques resultó v e n c e d o r .p e r o como no ( la e Spuma la fníomSl baba del a n i 1 es on a « m ^intfirn« APA P J > y como e s t a b a e m p a nlur as P' .i gKo S 1 aSatoba an n sus s . Y a q u e l h o m b r e de la antigüedad aue al l a n z a r u n a piedra á un p e r r o dió á su m a d r a s t r a v l a m L J ¿ n o tuvo motivo sobrado p a r a recitar e™teVcrso? y ' T«-JT(íiiaTov flfioiv xa/AÍco pouUÚSTeti 1. y los pe^sona- ^ S g ^ S a z & í ñ a s át. V i é n d o s e Jasón F e r e o desahuciado p o r los m é d i c o s á causa d e u n a a p o s t e m a que t e n i a e n el p e c h o .Sabe1. los m u r o s de la plaza sitiada cayeron de p r o n t o en ruinas. a n t e s de la noche nupcial. pues al capitán R a n s e . . cavó p e r p e n d i c u l a r . hijo de E l e n a . U f o r t u n a e s m á s a v i s a d a q u e la r a z ó n . c e r c a n d o á Erone. y e s t a b a t 0d0 S S U S d e t a l l e s i & t f t " .dÓ e f ^ L r V 1 u e el ™te no habia poVeCeS nuestras las c o r r i t v i . m i e n t r a s asistía devotam e n t e á la misa. una S e m n ^ r ¿ A r ' ¿ I ? ° Se . El acaso sobrepasó al pintor Protósrones en el z o T a l ™ 6 f a P t e ' H a b i a e l a r t i s t a trasladado a rend¡d0 d Í L l g e n íe un e fatiga. que en ocasión en que el rey Roberto sitiaba u n a plaza. sin que p o r ello se vieran m e n o s defendidos los sitiados. de n u e s t r o ejército. de d i v e r s o s colores. d e s p l e g a n d o s u p e r i o r e s fuerzas.. al cabo de buen n ú m e r o de siglos. que la nobleza f r a n c e s a j a m á s rechazó á las d a m a s n i n g u n a petición.p e r i m e n t ó todavía s u e r t e p e o r que si de ella h u b i e r a sucum bido. El señor de E s t r é e . a u n que p e r t e n e c í a á distintos partidos. cálmente. e l . O t r a s veces e j e r c e la medicina con s i n g u l a r acierto. lo acabó. como asi lo hizo el v e n c e d o r . n H t v ^ f deliberacioneS y . Diríase que algunas veces la f o r t u n a se b u r l a bonitamente de nosotros en los m o m e n t o s m á s críticos. m u e r t 0 ' a p o n i é n d o s e descubierto rf} f f i t t ! ^ que ocupa/Timoleói. ¡ aa Sn ' Sa l fl e™ * A S del p a d r e de b í e pa wt ao d^ a s al ^ n ° . f t d . al a r r o j a r l a c o n t r a ia hocTco d«! L a .s t e casualidades s o ^ ' ? Previsiones de la p r u d e n c i a h u m a n a . el r e c i é n casado. le hizo prisionero. ™ b 0 r r a i . y lo que es aun m á s triste. Obligada á r e n u n c i a r á los a b r a z o s de su n u e v o esposo a n t e s de que las IVV?IS n o 0 c h e s d e u n o ó d o s i n v i e r n o s s a c i a r a n la avidez de s u a m o r . á la sazón p o r t a e s t a n d a r t e del s e ñ o r de Vandome. hizo p o n e r la m i n a bajo u n a p a r t e del muro. tomándolo d e otro autor. teniente de la c o m p a ñ í a del duque d e Ascot. Quam veniens una atque altera r u r s u s hvems Noclibus in l o n g i s a v i d u m s a t u r a s s e t a m o r e m la cual c o r t e s m e n t e le pidió luego que le devolviera su p r i s i o n e r o .

en p o n e r al a b r i g o d e la n e c e s i d a d á l o s h o m b r e s s i n g u l a r e s ? n o t a b l e s e n c u a l q u i e r c l a s e d e s a b e r y v a l e r . p u e s e n toda ocasión h a y cosas que s e d e s e a n . d e j a n d o los c u e r p o s u n i d o s . yo conozco a l g u i e n q u e d e s e a r í a m u y vivam e n t e que los m e d i o s q u e los suyos le p u s i e r o n en las m a n o s p u d i e r a n e m p l e a r s e á t e n o r de los i n t e r e s e s de q u e goza. L a n z á r o n s e el uno c o n t r a el otro c o n la e s p a d a e m p u ñ a d a . De s u e r t e q u e . m a t r i m o n i o s y d e f u n c i o n e s . los a n i m a l e s y o p o j c u a n t o vive s e e n c u e n t r a p o r l a n a t u r a l e z a dotado d e Í . a b s o r b i é n d o s e a m o r o s a m e n t e l a s a n g r e y los restos d e u n a y o t r a e x i s t e n c i a . El m u n d o n o está tan umversalmente c o r r o m p i d o . c o n las cuales. tal n e c e s i t a u n o b r e r o . q u i é n e s f u e r o n las p e r s o n a s q u e p a s a r o n p o r su r e s i d e n c i a . Yo r e c o n o z c o la torpeza q u e cometí al d e j a r de p r a c t i c a r l a . tuesto q u e todo c u a n t o cobija la bóveda celeste. m i e n t r a s á l a f o r t u n a plazca c o n s e r v á r s e l o s . L a s g e n t e s d e e n t e n d i m i e n t o se h a n h e c h o con f r e c u e n c i a c o n s i d e r a c i o n e s p a r e c i d a s . a u s e n c i a s . d e h a b e r conocido su s i t u a c i ó n . q u e á mi e n t e n d e r d e b e r í a r e f r e s c a r c a d a cual en su c h i s c o n e r a . á quienes lá d e s d i c h a c o m b a t e á v e c e s h a s t a el último l i m i t e . e s t á s u j e t o á las m i s m a s leyes. n u e s t r o s v i a j e s . en tal g r a d o éstos h a n t o m a d o todas las a v e n i d a s . c o m S r a s y e n g e n e r a l todo a q u e l l o en que n o p r e c i s a el c o n c u r s o el notario. quién e s u n a s cosas. l a d e t e r m i n a l a t e m p e r a t u r a cálida del a i r e . d o n d e n a d a c o n t r a h e c h o p u e d e h a b e r . tal o t r a busca u n s e r v i d o r d e ésta ó la a q u e l l a condición. el c a m b i o de los p r i n c i p a l e s s e r v i d o r e s y otros s u c e s o s a n á l o g o s . y d o n d e u n e m p l e a d o puesto al efecto r e g i s t r a s e el a s u n t o d e que s e t r a t a r a . d e t e r m i n a r o n a m b o s q u i t a r s e juntos ia vida. E n el m a n e j o d e los a s u n t o s d e su c a s a . m i p a d r e s e g u í a un o r d e n q u e yo ensalzo como m e r e c e . o r d e n a b a á su s e c r e t a r i o q u e tuviera u n papel en el q u e s e i n s e r t a b a n todos los a c o n t e c i m i e n t o s d i g n o s do a l g u n a r e c o r d a c i ó n . CAPÍTULO XXXIV DE UN VACÍO EN N U E S T R O S U S O S PÚBLICOS Mi d i f u n t o p a d r e ( q u e e r a h o m b r e d e juicio claro p a r a n o a y u d a r s e s i n o d e l a e x p e r i e n c i a n a t u r a l ) me habló h a c e tiempo de su d e s e o de v e r establecido en las ciud a d e s u n l u g a r al c u a l p u d i e r a n a c u d i r los q u e tuvieran n e c e s i d a d d e a l g u n a c o s a . E s p r o b a b l e q u e este m e d i o d e ponernos al c o r r i e n t e p r o p o r c i o n a r í a a l g u n a v e n t a j a al b i e n e s t a r público. s e c o n f o r m a r í a n . como v e m o s e n los indios y en los m o r o s . y j u n t a s t a m b i é n las h e r i d a s . Así yo e n t i e n d o q u e como las p l a n t a s . c a d a cual s e g ú n sus nec e s i d a d e s . p e r o que n o soy capaz de i m i t a r . las noticias b u e n a s y m a l a s . r e g i s t r o que e s t á a c a r g o de un a d m i n i s t r a d o r . d e s e r r a z o n a b l e s . no es c r e í b l e q u e s e a m o s sólo n o s o t r o s los q u e n o p o d a m o s s u b s i s t i r sin e x t r a ñ o auxilio. tal individuo q u i e r e v e n d e r p e r l a s . en Italia. los á r b o l e s . tal p e r s o n a d e s e a c o m p a ñ í a p a r a i r a P a r í s . esa persona les p r o c u r a r í a f a c i l i d a d e s en las t e n e b r e c e s d e l a vida. y S e b a s t i á n Castellón. A m á s del r e g i s t r o de l a s cosas d o m é s ticas. h a l l á n d o s e todos los s e r e s vivos provistos d e a g u j a é hilo p a r a c u b r i r s u s d e s n u d e c e s . en Alemania. No p u e d o m e n o s de r e c o r d a r con v e r g ü e n z a p a r a nuest r o siglo que á n u e s t r a v i s t a m u r i e r o n dos excelentísimos p e r s o n a j e s en c i e n c i a p o r n o t e n e r q u e c o m e r : Lilio Gregorio Giraldo. d e j á n d o l a el u n o en las m a n o s del otro para f r u s t r a r así la c r u e l d a d d e los t i r a n o s . C o n s i g n á b a s e la f e c h a en que tal trabajo s e c o m e n z ó y la e n q u e s e a c a b ó . y c u á n t o t i e m p o se d e t u v i e r o n . otro busca u n a m o . ó socorrido en las c i u d a d e s m i s m a s d o n d e s e e n c o n t r a b a n . el c u a l f o r m a b a c o m o las m e m o r i a s p a r a la historia d e la c a s a . p o r ejemplo. tal otro q u i e r e comp r a r . CAPÍTULO XXXV DE LA C O S T U M B R E DE V E S T I R S E C u a l q u i e r a q u e s e a el a s u n t o d e q u e yo t r a t e . v por falta de c o m u n i c a c i ó n s e v e n m u c h a s g e n t e s en la necesidad más extrema. s i e m p r e m e p r e c i s a i r en a l g ú n r e s p e c t o c o n t r a los u s o s r e c i b i d o s . pagos. m u y g r a t a s de r e p a s a r c u a n d o el tiempo c o m i e n z a á b o r r a r la h u e l l a d e las cosas p a s a d a s . q u e t u v i e r a n t o d a v í a l a f u e r z a d e a p a r t a r de sus pec h o s ios b r a z o s a r m a d o s y s a n g r i e n t o s . p a r a estrecharse tan f u e r t e m e n t e . é hizo el acaso que p a d r e é hijo r e c i b i e r a n d o s g o l p e s i g u a l m e n t e mortale« c o n c e d i e n d o a d e m á s e n h o n o r de u n a t a n h e r m o s a amistad.r o s Ignacio y S u hijo. y m u y a d e c u a d o m e d i o p a r a s a b e r en q u é t i e m p o a c o n t e c i e r o n . E s ésta u n a c o s t u m b r e a n t i g u a . y d e r e c u r r i r p a r a b u s c a r l a r a z ó n p r i m o r d i a l d e las cosas al g e n e r a l g o b i e r n o del m u n d o . q u i é n e s o t r a s . e n fin. como dice a S a g r a d a E s c r i t u r a . R e f l e x i o n a b a yo en e s t a f r í a estación del a ñ o si la c o s t u m b r e de ir completamente desnudos en esas naciones últimamente d e s c u b i e r t a s . e n t r e las c u a l e s s e t r a t a de d i s t i n g u i r las q u e son n a t u r a l e s d e las que f u e r o n f a l s e a d a s . d o n d e se s i e n t a n las c u e n t a s m e n u d a s . dia p o r d í a . y c r e o q u e e x i s t e n m i l e s d e p e r s o n a s que los hubieran a c o m o d a d o e n c o n d i c i o n e s m u y v e n t a j o s a s . ó si o b e d e c e á n a t u r a l n e c e s i d a d del h o m b r e . que los v e r d u g o s c o r t a r o n j u n t a s las dos cabezas.

» El r e y M a s i n i s a no p u d o n u n c a a c o s t u m b r a r s e á llevar c u b i e r t a l a cabeza hasta q u e llegó á la vejez e x t r e m a . e r o n c o n t r a los c a r t a g i n e s e s c e r c a de C. que p a r a la c o n s e r v a c i ó n de la s a l u d lo m e j i r d e todo es l l e v a r d e s n u d o s los pies y l a cabeza. d e s p u é s del n u e s t r o . como o c u r r e con las y e m a s d e los dedos y las p l a n t a s de los p i e s . » C u e n t a n los italianos del bufón del d u q u e d e F l o r e n c i a . h e m o s a h o g a d o n u e s t r o s m e d i o s n a t u r a l e s p a r a echar m a n o d e los a j e n o s . ' E l r e y Agesilao vistió s i e m p r e igual t r a j e en i n v i e r n o y en v e r a n o h a s t a la vejez m a s c a d u c a . y q u e es e n v e r d a d u n o de los p r i n c i p e s m á s g r a n d e s de n u e s t r o siglo. se a t i e n d e m á s á n u e s t r a s a l u d y a f o r t a l e c e r n o s c o n t r a las i n j u r i a s del tiempo q u e al r e s p e t o y r e v e r e n c i a . l a s n a r i c e s y las orej a s . en a t e n c i ó n á que éstos llevaban s i e m p r e s u s cabezas c u b i e r t a s con gorros y t u r b a n t e s . l a boca. las torm e n t a s y las lluvias. los j o r n a l e r o s de mi v e c i n d a d s e viol e n t a r í a n si lo f u e r a n .suficiente c o b e r t u r a p a r a d e f e n d e r s e de l a s i n j u r i a s de! tiempo. q u e él a p e n a s s o p o r t a b a . e c h a o s e n c i m a todos v u e s t r o s vestidos. sin n a d a en la c a b e z a . E n t r e m i t r a j e y el d e u n l a b r i e g o d e m i país e n c u e n t r o m a y o r d i f e r e n c i a que e n t r e su vestido y el de un h o m b r e que va c o m p l e t a m e n t e d e s n u d o . Tura v e r t i c e n u d o E x c i p e r e i n s a n o s i m b r e s . E s bien fácil c o n v e n c e r s e d e q u e la c o s t u m b r e e s la que n o s h a c e imposible lo q u e en r e a l i d a d no lo es. e n t r e los q u e m o r í a n p o r h a b e r recibido h e r i d a s en el c r á n e o . P l a t ó n a c o n s e j a e x p r e s a m e n t e . d e igual beneficio g o z á b a m o s n o s o t r o s . a u t c o n c h i s . De la p r o p i a s u e r t e q u e yo n o p u e d o t o l e r a r el ir d e s a b o t o n a d o ni con os v e s t i d o s sueltos. lo m i s m o c u a n d o h a c i a sol q u e c u a n d o llovía. El vino h e l a d o r e t i e n e la f o r m a d e la v a s i j a q u e lo c o n t i e n e . s u p o n g a q u e yo s o y todo f a z .. p u e s entre l o s pueblos que d e s c o n o c e n toda clase d e v e s t i d o s los hay que e s t á n s i t u a d o s b a j o u n cielo s e m e j a n t e al n u e s t r o y t a m b i é n e x i s t e n otros e n q u e l a t e m p e r a t u r a e s m á s ruda q u e la d e n u e s t r o s c l i m a s . c o n c h a s corteza Ó callosidades. Los egipcios llevaban las s u v a s r a p a d a s desd e la i n f a n c i a y s i e m p r e á l a i n t e m p e r i e .allí no RA 1. 936. llevaban d e s n u d o s el p e c h o y el v i e n t r e . c o m o n u e s t r o s a b u e l o s . b ¡ b n n t . a o t c o r t i c e . tiene la faz d e s c u b i e r t a . Si h u b i é r a m o s venido al m u n d o con el d e b e r d e vestir r e f a j o s y g r e g ü e s c o s la n a t u r a l e z a nos h u b i e r a a r m a d o d e u n a piel m á s resistente en el r e s t o del c u e r p o p a r a s o p o r t a r l a s i n t e m p e r i e s . ' i a b e u r e n t r a d 0 e n l a l i d con la s a n g r e c o n A n ? ¿ 3 £ Í n H A T m b T a t € n d 0 S P ° r e l f r ¡ ° . C o n s i d e r e m o s a d e m á s que las p a r t e s m á s delicadas d e n u e s t r o c u e r p o las llevamos siemp r e al d e s c u b i e r t o : los o j o s . Usted. pues bien. y n o t e n d r é i s f r i ó n i n g u n o . IV. cómo podía vivir c o n tan ligero t r a j e . pelo. p u e s n o m e visto s i n o d e n e g r o ó d e blanco. p r e g u n t a d o por su a m o cómo y e n d o tan m a l ataviado p o d í a r e s i s t i r el frío. s e d data f r u s t a . q u e en los c o m b a t e s de los egipcios y los p e r s a s . Dice V a r r ó n que al o r d e n a r q u e p e r m a n e z c a m o s con la cabeza d e s c u b i e r t a en p r e s e n c i a de los dioses o del m a g i s t r a d o . r e s p o n d i ó : « S e g u i d m i e j e m p l o . Y q u e por o s t a razón casi todos los s e r e s e s t á n provistos d e cuero. S e g ú n S u e t o n i o . como h a g o yo con los míos. d o n d e h a p e r m a n e c i d o largo t i e m p o . y n u e s t r o s c a m p e s i n o s . g e n e r a l m e n t e á pie. Y p u e s t o q u e h a b l a m o s del frío. a imitación d e m i p a d r e ) .¿ . R e f i e r e H e r o d o t o . P r o p t e r e a q u e f e r e r e s o m n e s . R e f i e r e el c a p i t á n M a r t í n del B e l l a y que e n su v i a j e al Lux e m b u r g o vió h e l a d a s tan t e r r i b l e s . no lleva n u n c a g u a n t e s . r e s p o n d i ó el i n t e r p e l a d o . q u e lo llevaban en cestos. e s c r i b e q u e en a q u e l l a s r e g i o n e s l a s g e n t e s van d e s c a l z a s h a s t a c u a n d o c a b a l g a n .uye e n p e d a z 0 9 . a t ^ K 8 0 di8tril. tecUe. y s o p o r t a b a así el f r í o . mientras que A n í b a l m a n d ó h a c e r h o g u e r a s p a r a q u e se c a l e n t a r a n l u s I . á quien v e í a en c a m i s a en pleno invierno tan a l e g r e como c u a l q u i e r a otro q u e s e t a p a h a s t a las orej a s . a u t callo. Y Ovidio : Nudaque consistunt formam servantia test® v i n a . Las h e l a d a s s o n t a n r u d a s en la e m b o c a d u r a del P a l u s MeoMi k ^ i t V i m i s m ? l u S a r e n el l u g a r t e n i e n t e d e M i t n d a t e s libró a pie e n j u t o u n a b a t a l l a c o n t r a sus e n e m i gos llegado el v e r a n o g a n ó c o n t r a los m i s m o s un c o m b a t e n a v a . T % I X 10. ] C u á n t o s hombres h a y . y c o m o f r a n c e s e s e s t a m o s h a b i t u a d o s á a b i g a r r a r n o s ( a u n q u e esto n o r e z a c o n m i g o .' o v U . O t r o tanto se d i c e de A n í b a l . .a p 0 r . a u t corio s n n t Ani s e t a . asi en i n v i e r n o c o m o en v e r a n o u s a el m i s m o bonete e n la calle con q u e s e c u b r e la c a b e z a e n su c a s a . q u e v a n en c u e r o s vivos por p r a c t i c a r un acto devoto ! N o r e c u e r d o q u i é n p r e g u n t a b a á u n m e n d i g o . señor. y llevan c u b i e r t a s las d e m á s p a r t e s del c u e r p o . . en T u r q u í a s o b r e todo. Los r o m a n o s e x p e r i m e n t a r o n d e s v e n t a j a g r a n d e P l J l S ? s 0 8 t " v l . q u e el v i n o d é l a g u a r ní c i ó n s e c o r t a b a á h a c h a z o s y se p e s a b a al e n t r e g a r l o á los soldados. C é s a r m a r c h a b a c o n s t a n t e m e n t e á la c a b e z a d e sus t r o p a s . oponían m u c h a m a y o r resist e n c i a los p r i m e r o s que los s e g u n d o s . q u e . El m o n a r c a q u e los polacos h a n elegido p a r a q u e los g o b i e r n e . Lo propio s e c u e n t a del e m p e r a d o r S e v e r o . ccelique r u i n a m Un v e n e c i a n o q u e a c a b a de l l e g a r del P e g ú . LCCRÉCIO. a ñ a d a m o s otro s u c e d i d o . p e r o c o m o aquellos q u e p r e s c i n d e n de la l u z del d í a p a r a s e r v i r s e d e l a artificial. nec h a u s t a roeri.

quxM. j u e c e s e x c e l e n t e s en m a t e r i a d e virtud. a ? i ó n e n q u e s e e n t e r r a b a n los árbomVier í heladL B n Í 2 S 8 I ° P a r a r e s S « a r d » r i < * délas tambre.' ° P a ' S P ° d e m o s t a m b i é n v e r igual cosv e c i l l T L ^ t f k 6 1 r e y d e M é ¿ 1 C 0 c a m b i a b a cuatn.. i . al r e p a r t i r s e l a fjloria d e la e x p e d i c i ó n a t r i b u y e r o n á la n a c i ó n e s p a r c i a t a a p r i m a c í a del v a l o r e n l a l u c h a . y v é n d o s e de tenidos de pronto. 2 . qmcsl-. baio el m a n d o d e P a u s a i í i a s . . Creen q u e la v i r t n d n o e s m á s q u e u n a p a l a b r a v a n a . como t a m p o c o v r o otra cosa q u e l e ñ a p a r a el h o r n o en un b o s q u e s a g r a d o . y t a m b i é n p a r a que « c e r r a s e n Jos p o r o s c o n t r a el cierzo h e l a d o q u e r e i n a d s a t í S f i 0 ! g r i e g o s d e B a b i l o n i a á su pais es fam«. quam vereri deberent. I. el t e m o r . y q u e s u e n a en n u e s t r o oído como cosa de a d o r n o . d o f w i r t v e s t i d u r a s . así m a n t e n g o al m e n o s s a n a esta p a r t e p r i n c i p a l d e mi individuo. la c o s t u m b r e y o t r a s c a u s a s a n á l o g a s . p e r d i e r o n el c o n o c i m i e n t o díi u g a r e n que se hallaban y el d e los c a m i n o s . a c o r d a r o n q u e A r i s t o m e d o h a b í a sido el m á s v a l e r o s o . e n el f o n d o . p u e s el p r o v e c h o . Cíe«. etiam si pereipere non possent3. Hay g e n t e s q u e no a c o n s e j a n m á s q u e lo q u e c r e e n p o d e r Imitar. Spitt. p e r m a n e c i e r o n un día y u n a S e sin k " L a m a r r P a r t e d e l o s a n i m a l e s q u e lleva- les Í S l c V 1 0 u f a " . Mi flojedad no modifica en m o d o a l g u n o la opinión q u e d e b e m e r e c e r m e la f u e r z a y el v i g o r e n los q u e p o s e e n e s t a s c u a l i d a d e s : Sunt qui nihil suadent. Y a n o se e n c u e n t r a ni u n a sóla a c c i ó n v i r t u o s a : l a s q u e lo p a r e c e n lo son sólo en a p a r i e n cia. l a g l o r i a . ó u n vocablo q u e t e n e m o s en la p u n t a de la l e n g u a . el v a l o r y l a b e n i g n i d a d que p o n e m o s e n p r á c tica al r e a l i z a r la v i r t u d no p u e d e n l l a m a r s e t a l e s en c u a n t o los e j e r c e m o s p o r c o n s i d e r a c i ó n á otro. que n o ya la e j e c u c i ó n sino h a s t a la sola i m a g i n a c i ó n d e la virtud" es difícil. HORACIO. y p o r lo q u e á mi toca. S o r n l Í w í C u l t f d e s y l r a b a J ° s q u e t u v i e r o n que vencer l a s m o n t a ñ a s de A ble C ^ e n i a por una l i o S ble t e m p e s t a d de nieves. p o r q u e su v i r t u d h a b i a sido f r u t o del d e s e o d e p u r g a r s e d e la m a n c h a e n que i n c u r r i e r a en la batalla d e las T e r m ó 1. y e n c u e n t r o en mi m e r i t o r i o t e n e r " el j u i c i o oien e q u i l i b r a d o a u n c u a n d o los efectos d e éste n o c o r r e s p o n d a n á las a c c i o n e s . CICERO:«. luego que h u b i e r o n d e c i dido en q u é c i u d a d a n o d e s u n a c i ó n d e b í a r e c a e r el h o n o r d e h a b e r s e c o n d u c i d o con m a y o r a r r o j o e n la j o r n a d a . L a s actos d e j u s t i c i a . q u e d e b i e r a n r e s p e t a r . E l siglo en q u e vivimos. ut L u c e m l i g n a *. C A P Í T U L O XXXVI DEL JOVEN CATÓN N o soy de los q u e i n c u r r e n en el e r r o r d e iuzo-ar á los ^ 7 A S e f D m í S P e c u ' ' a i ' e s s e n t i m i e n t o s C r e o d e buen g r a d o e n l a s cosas q u e m á s d i f i e r e n de mi n a t u r a l e z a v de nad'o á ^ n a úis i r k co -h^ml s r r d e í á E n t i S S i l c t ? ^ ^ fesYe mi Y n T J n ° S h ° n r ° t a n t ° diJren le i u z ^ é ' s l ° ñ n * S l . 3. los v e n c e d o r e s . P o r q u e yo m e a r r a s t r e p o r el cieno no dejo d e e l e v a r h a s t a las n u b e s la i n i m i t a b l e alteza d e a l g u n a s a l m a s h e r o i c a s . p o r lo m e n o s e n lo q u e á n u e s t r o s c l i m a s toca. Tuse. 11. m a s á p e s a r del a c u e r d o no le c o n c e d i e r o n n i n g ú n p r e m i o . 3 1 . a u n c u a n d o n o p u d i e r a n o o m p r e n d e r l a . n u n c a s e s e r v í a de u n o mismo li^eralidade^ v ¿ 6 a b a * * ^ " d e s h e c h o en s u s continuas s o l f v i v ^ l f y r e c o m p e n s a s . es tan p e s a d o d e a t m ó s f e r a .M u n t v » ! t e m í S d i s t r i b u y ó a c e i t e e n t r e ellos á fin de que ? J vivificaran s u s n e r v i o s . q u e n o se rae c o n s i d e r e s e g ú n los p r i n c i p i o s e o m u n e s . I. T a m p o c o u s a b a m á s que una jarr S cocina ° ' p k t 0 S y o t r o s utensilios de m e s a . s e g ú n la c o s t u m b r e r e c i b i d a . « ó * . Los e s p a r t a n o s . 6 . p a r a q u e o f r e z c a n b u e n cariz a n t e los ojos de los d e m á s . V . y la virtud r e c o n o c e como s u y o sólo lo q u e p o r sí m i s m a e j e c u t a . q u i e n a q u e l l a s cosas p r a c t i c a . y d i r í a s e que ésta n o es o t r a cosa q u e p u r a j e r g a d e colegiales : Virtutem verba putant. La v i r t u d . v algo es y a t e n e r la voluntad s a n a c u a n d o las p i e r n a s faltan. quam quod se imitari posse eonfldunt1. En a q u e l l a g r a n batalla d e P l a t e a que los g r i e g o s g a n a r o n á M a r d o n i o y á los p e r s a s . n o es virtuoso : la c a u s a ocasional es d i s t i n t a . un c h i r i m b o l o p a r a colgarlo e n u n g a b i n e t e . n S u ' a r m e n t e que á c a d a cual se le j u z g u e s e g ú n es. n o s i n c i t a n á p r o d u c i r l a s . Tute.

a d e m á s . Od.- b u S V S ? Pr PÓ.rft0 d e k S a l a b a n z a s q u e ° *»*» El c u n e t a t e r r a r u m s u b a c t a . encontrando p a r a a m i n o r a r l a s o c a s i o n e s y c a u s a s baladies. fuerza es rec o n o c e r que todos los m e d i o s que n u e s t r a i m a g i n a c i ó n p u s i e r a en j u e g o q u e d a r í a n m u y p o r bajo de su mérito. el j o v e n i n s t r u i d o en las c o s a s de l a a n t i g ü e d a d h a l l a r á láng u i d o s los dos p r i m e r o s e n c o m p a r a c i ó n con los otros. t e r alrocem a n i m u m Catonis ' • II. ó también porq u e no t i e n e n la m i r a d a s u f i c i e n t e m e n t e f u e r t e ni suficient e m e n t e c l a r a . P r a . el tercero» m a s vigoroso. Es d e b e r d e las g e n t e s h o n r a d a s el p i n t a r la v i r t u d con sus bellos colores .p i l a s . Catonem ». f . dura vivit. * N u e s t r o s j u i c i o s son m a l s a n o s y S e a c o m o d a n á la dep r a v a c i ó n d e l a s c o s t u m b r e s r e i n a n t e s . q u i e r o sólo c o m p a r a r l o s t e s t i m o n i o s de cinco poetas l a t i n o s e n a l a b a n z a d e Catón. de tal s u e r t e n o nos c a u s a r á disgusto el que la pasión nos a r r a s t r e e n pro de e j e m p l o s tan santos Lo q u e p r a c t i c a n aquellos d e que h a b l é a n t e s tiene su fundam e n t o en l a m a l d a d ó e n e n el vicio d e a j u s t a d o todo á lo q u e se c o m p a g i n a con s u s ideas p e r s o n a l e s . e n v e r d a d ! P r e s é n t e s e m e el acto m á s excelente p u r o . H c u a o . Igual t r a b a j o y l i c e n c i a q u e a l g u n o s e m p l e a n en la dif a m a c i ó n d e aquellos g r a n d e s n o m b r e s . Vietrix c a u s a diis placuit. y l i b e r t a d análoga t o m a r i a m e yo de b u e n g r a d o p a r a r e a l z a r l o s . Yo veo á la maw* p a r t e d e los e s p í r i t u s d e m i t i e m p o e m p l e a r su ingenio Z o b s c u r e c e r la g l o r i a d e l a s a c c i o n e s m á s g e n e r o s a s de ln« a n t i g u o s . que q u e d a todavía e s p a c i o p a r a u n o ó dos g r a d o s de i n v e n c i ó n a n t e s de lleg a r al c u a r t o . c u a n d o l l e g u e á éste la a d m i r a c i ó n le hará x w n u rnrnmm mmmm§ ÜSSSí^g riHHHUMi r a c i ó n de l a s m u s a s a r r a s t r a al p o e t a á a cólera al l mamgg^m M a s ved a q u í y a á n u e s t r o s poetas en la a r e n a : Sil Cato. No m e p r o p o n g o e x t e n d e r m e a h o r a s o b r e e s t a magnífica a c c i ó n . Dice P l u t a r c o q u e algunos e s c r i t o r e s de s u t i e m p o a t r i b u y e r o n l a c a u s a d e la niuerte de L a t ó n el j o v e n al m i e d o q u e h a b í a tenido á César • de s e m e j a n t e i n t e r p r e t a c i ó n p r o t e s t a c o n r a z ó n s o b r a d a el citado h i s t o r i a d o r . d á n d o l a s u n a vil i n t e r p r e t a c i ó n . s e d vicia Catoni». s a n e vcl C a s a r e m a j o r dice u n o : Et invictum. g r a n d e . j P o b r e s g e n t e s . d e v i c l a m o r t e . m h a b i t u a d a á c o n c e b i r el espectáculo de la v i r t u d en su p u r e z a i n g e n u a . A h o r a bien. escogidos p a r a e j e m p l o del m u n d o p o r la aprobación d e los sabios. é incid e n t a l m e n t e t a m b i é n p o r el d e los poetas.. asi e s que quiso m o r i r v a l i e n t e m e n t e p a r a libran*e d e su v e r g ü e n z a p a s a d a . y yo me e n c a r g o a l m o m e n t o de e n c o n t r a r razone'« v e r o s í m i l e s p a r a a c h a c a r l o á c i n c u e n t a i n t e n c i o n e s vicia (las.e l allivo Catón. y p u e d e j u z g a r s e p o r este h e c h o c u á n t o más le h u b i e r a o f e n d i d o el t e s t i m o n i o de los q u e la atribuyeron u e s o á la a m b i c i ó n . i Sutil«. p e r o á q u i e n la e x t r a v a g a n c i a de su tuerza lia a b a t i d o . p o r el i n t e r é s de éste. M a s q u e e n m a l i c i a i n c u r r e n e n p e s a d e z y grosería Im h o m b r e s que á t a l e s t a r e a s s e c o n s a g r a n . Á esos raros v a r o n e s . e s t i m a r á . n o i m a g i n a n que antes h u b i e r a realizado u n a acción h e r o i c a p o r l a ignominia que p o r la g l o r i a ! Catón f u é u n o de esos h o m b r e s modelos q u e la n a t u r a l e z a elige p a r a m o s t r a r h a s t a d ó n d e pueden a l c a n z a r la h u m a n a v i r t u d y firmeza.Vu 0 61 m n D d ° P0Slrad0 á SUS P ¡ e s . n o i n t e n t a r é r e c a r g a r l o s d e h o n o r • por m u c h o q u e m i i n v e n c i ó n a c e r t a r a á e n c o n t r a r .

B U O S I R I O . q u e el d u q u e R e n a t o d e Lorena. G E L L I I U . Asi el alma o c u l t a s u s secretos movimientos. C u a n d o yo lanze a l g u n a f u e r t e r e p r i m e n d a á m i criado. y que á l a s v e c e s p u e d a s e r cierto que H e r e d i s fletas s u b persona risus est *. K . adoptando una apariencia contraria á su estado : t r i s t e bajo un s e m b l a n i e a l e g r e . diga Catulo lo q u e q u i e r a : Estne novis nuptis odio V e n u s ? a n n e p a r e n t a m F r u s t r a n t u r falsía gandía lacrymulis. . s e g ú n la n a t u r a leza de n u e s t r o t e m p e r a m e n t o .Hr¿E«Sim^^e?taS •odiosa 4 ¿ ó s e b n r l a n é s t a s de s u s Í ^ L ' V ^ o l á £ ' ™ a s <f u e d e r r a m a n en abundancia en el umbral d e la U V Í L ' ' T ° M U E R A S¡ LALES LLOROS SON SINCEROS! CATIIO. y si las l á g r i m a s no b r o t a r o n a b i e r t a m e n t e de s u s ojos. tal comunidad de f o r t u n a . como e s t i m a L u c a n o : T u t u m q u e putavit J a m b o n u s e s s e socer. n u e v o s rayos. s i n o q u e n i n g u n o de n o s o t r o s p u e d e p r e c i a r s e d e q u e . de los cuales u n o solo m a n d a en los d e m á s . Las lágrimas d e u n h e r e d e r o no son sino r i s a s q u e la mascara ocuHa. al e m p r e n d e r a l g ú n viaje. ita me divi. rival suyo en la posesión del d u c a d o d e B r e t a ñ a . su e n e m i g o . s i n o q u e el a s t r o nos e n v í a v i v a m e n t e . XVIII. Eneida. N e r ó n al s e p a r a r s e d e su m a d r e á q u i e n m a n d o a h o g a r . Giolilo. che 1' animo c i a s c n n a Sua p a s s i o n sollo '1 contrario manto R i c o p r e . cual si s e t r a t a s e d e c o n t e m p l a r u n e s p e c t á c u l o r e p u g n a n t e . con la vista or' chiara. r e c i é n 0853(138 ? n-. y q u e h a b i é n d o l a visto vertió a b u n d a n t e s l á g r i m a s . PETRARCA. e s t e p r e d o m i n i o no es completo s i n o en r a z ó n de la volubilidad y flexibilidad de n u e s t r o e s p í r i t u y a veces los m á s débiles m o v i m i e n t o s s u e l e n d o m i n a r . 2. asi a c o n t e c e en n u e s t r a s a l m a s . al m e n o s puso el pie e n el estribo con r o s t r o melancólico y triste. n o h a y a s e n t i d o d e c a e r su á n i m o . á q u i e n a c a b a b a d e v e n c e r . y sin e m b a r g o no s i e m p r e m e r e c r i m i n o ni m e desprecio. aquél volvió á otro lado la mirada. LUCANO. y arranco a l g u n o s gemidos d e un corazón lleno de alegría. es preciso q u e haya u n a q u e d o m i n e . 1. 670. Ubertim thalami q u a s inlra limina f u n d u n t ? Non. IX. le r e g a ñ o con toda« m i s f u e r z a s . p u e s cambio p r o n t o de h u m o r . De igual s u e r t e que los m é d i c o s a f i r m a n q u e e n nuestros cuerpos hay un conjunto de humores diferentes. sin c e s a r . Desde el m o m e n t o q u e creyó poder m o s t r a r s e sensible 4 las desgracias de su yerno sin c o r r e r n i n g ú n peligro. P o r g r a n d e q u e s e a la l l a m a que a r d e en el corazón d e las l ó v e n e s bien n a c i d a s . a p e n a s h a b r í a día en que yo d e j a r a de p r o p i n a r m e r e c r i m i n a c i o n e s á « r i t o s . p r e c i s a todavía a r r a n c a r l a s del cuello d e sus m a d r e s p a r a e n t r e g a r l a s á sus esposos. q u e a c a b a b a d e e n c o n t r a r l a m u e r t e en u n c o m b a t e c o n t r a a q u é l . t a n t o s servicios y a l i a n z a s recíprocos. p o r e j e m p l o . pues. No e s . q u e e n l a b a t a l l a d ' A u r a y . el v e n c e d o r e n c o n t r a n d o m u e r t o á s u e n e m i g o e x p e r i m e n t ó d u e l o g r a n d e . al s e p a r a r s e de su familia y a m i g o s . no h a y q u e exclam a r con el p o e t a : es preciso c o n s i d e r a r que n u e s t r a s a l m a s se e n c u e n t r a n lrecuentemente agitadas por pasiones diversas y e n c o n tradas. Dicen q u e la luz s o l a r no es d e u n a sola pieza. al p r e s e n t a r á César la c a b e z a de P o m p e y o . VIRGILIO. de m a r a v i l l a r el que s e llore c u a n d o m u e r t o á q u i e n en modo a l g u n o Quisiera verse vivo. q u e no h a y r a z ó n a l g u n a p a r a c r e e r que la c o n d u c t a de C é s a r f u e s e f a l s a y s i m u l a d a . 3. C u a n d o le llamo bufón y t e r n e r o no n r e t e n d o c o l g a r l e p a r a s i e m p r e tales motes. alegre bajo un semblante triste. fol. VIII. H a b i a existido e n t r e a m b o s u n a t a n dilatada inteligencia y sociedad en el m a n e j o de los negocios públicos. bien q u e d i v e r s a s p a s i o n e s las a g i t e n . de Gab. U. g e m i t u s q u e expressit pectore lasto 3 . luego d e h a b e r a n u n c i a d o en su pint u r a los n o m b r e s d e los m á s g r a n d e s r o m a n o s . o r ' b r u n a R e f i e r e n los h i s t o r i a d o r e s que. derramó unas cu aulas lágrimas roñad a s . e x p e r i m e n t ó sin e m b a r g o la e m o ción del adiós m a t e r n a l y sintió el h o r r o r y la p i e d a d j u n t a m e n t e . juveiint E COSÍ a w e n . P o r e s t a r a z ó n v e m o s q u e no son sólo los n i ñ o s los que se d e j a n llevar p o r la n a t u r a l e z a . si el m u c h a c h o tuviera n e c e s i d a d de mí. concluva J de este m o d o : I His dantera j u r a Catonem CAPÍTULO DE CÓMO REÍMOS Y XXXVII LLORAMOS POR LA MISMA CAUSA C u a n d o l e e m o s en las h i s t o r i a s q u e A n t i g o n o desaprobó p o r c o m p l e t o q u e s u hijo le p r e s e n t a r a la c a b e z a del rev P i r r o . apud A. i . h a l l a r í a m e d e todo en todo propicio. y r í e n y l l o r a n p o r u n a m i s m a c a u s a . q u e Ies d i c t a leyes. lloró t a m b i é n l a m u e r t e del d u q u e C a r l o s d e B o r g o ü a . v e r a g e m u n t . dirijole v e r d a d e r a s y no fingidas i m p r e c a c i o n e s . p u e s bien q u e l a m a y o r p a r t e d e n u e s t r a s a c c i o n e s no sean sino p u r o a r t i f i c i o . 23 de la edic. Quien p o r v e r m e frío ó c a r i ñ o s o con m i m u j e r e s t i m a r a q u e u n o de e s o s dos estados f u e s e fingido.Y el m a e s t r o del coro. iacrymas non sponte c a d e n t e s Effudit. se equivocaría n e c i a m e n t e . ni creo cont r a d e c i r m e l l a m á n d o l e h o m b r e h o n r a d o poco d e s p u é s Ning u n a cosa se a p o d e r a de n o s o t r o s c o m p l e t a y t o t a l m e n t e Si n o t u e r a cosa d e locos el h a b l a r á solas. p e r o pasado el a c a l o r a m i e n t o . Y Catón. g a n a d a p o r el conde de M o n t f o r t c o n t r a C a r l o s d e Blois. y q u e vistió d e luto en su entier r o .

El sol. q u e e n " r e 4 a mil h o m b r e s no h a y u n o j u s t o » . vel divitis o s t i a Mili 61 S T Í S T ^ Á 0 e s ¡ " m í n e n t e en la m u l titud. Qn. U n a p a r t e de s u d e b e r está desemñ a d a .im si m e n s íict propi-iuit. n u e s t r a a l m a c o n s i d e r a l a cosa d e s d e otro p u n t o de vista y I /se la r e p r e s e n t a d e d i s t i n t o m o d o . y se entristeció hasta v e r t e r lágrimas.\ JCVESAL. C o n s i d e r a n d o la desmesurada g r a n d e z a d e l a s f u e r z a s g u e r r e r a s que m a n d a b a á su paso por el H e l e s p o n t o . entonces e s m á s m o v i b l e q u e t o d o c u a n t o l a n a t u r a l e z a p o n e a n t e n u e s t r o s oios. b ^ e m o s . sino p a r a r e a l i z a r el bien c o m ú n » r S r r e m 0 S . r e s s e p e r c i » ' u l l a . y odiarlos m u c h o Z ^ l t l m a l d a d e s d e c a d a u n o s o n d i f e r e n t e s . q U . S u p p e d i t a t q u e n o v o c o n í e s t i m l u m i n c l a m e n *. 26. sino q u e l l o r a á su h e r m a n o . se codician p r i n c i p a l m e n t e p a r a s a c a r ^ n a P u b h c a P r o v e c h o p a r t i c u l a r . estimanTo p e l i g r o s a tal sociedad P o r esta r a z ó n Bias dijo i n g e n i o s a m e n te á los q u e s u f r í a n con él el peligro d e u n a f u e r t e t o r m e n t a y l l a m a b a n á los dioses en su a°uxilio: . halíánun m ? r . r e m p l a z a n d o d e continuo s u s r a v o s con n u e v o s ravos. a u n q u e imperceptiblemente. rey de W u g a l . Lo " c o merciantes que viajan por mar siguen una conducta p r u d e n t e c u a n d o p r o c u r a n q u e los q u e van en el m i s m o bSrco Z L T . P e r s e g u i m o s con v o l u n t a d decidida la v e n g a n z a de una i n j u r i a y e x p e r i m e n t a m o s c o n t e n t o s i n g u l a r p o r nuestra v i c t o r i a . al v e r á su servicio t a n t o s m i l l a r e s d e h o m b r e s . v i r r e y P d e en n o m b r e ü ^e Manuel. A r t a b a n o r e p r e n d i ó á J e r j e s . 2 8 2 . s e g ú n l a ocasión. Otro e j e m p l o m a s r e c i e n t e de l a m i s m a í n d o l e : Al&urquerque. n o s e q u i v o c a m o s . q u i e n a s e g u r a q u e . Rari q u i p p e b o n l : n u m e r o v i x s u n l totidem a u o t i b e b a r u m portae. i n u n d a el cielo con n n resplandor sin c e s a r r e n a c i e n t e . 1. no p o r la ofensa v e n g a d a . n o l a m o u t a l a l i b e r t a d que dió á su p a t r i a .r. m a s d e p r o n t o . sino porque . p r e t e i . a m l k s cosas son dificUes? a s e m e j a r s e á ellos. Asi n u e s t r a alma l a n z a s u s d a r d o s u n o á u n o .5 c r g o a n i m u s . lil p a r e n t e s c o . V . s i d a m o s crédito á l a f r a s e de Bias. e t i n c h o a t i p s a . y su r o s t r o dió claras m u e s t r a s d e a l e g r í a . LcCHECIO. m a n a n t i a l f e c u n d o d e l u z .Ta p e o r p a r t e d e los h u m a n o s es a m a v o r ». q u e n o h e m o s venido al m u n d o p a r a n u e s t r o p a r t i c u l a r p r o v e c h o . ó á lo que dice el Eclesiastés. d e j é m o s l e d e s e m p e ñ a r la o t r a . ó s e a : « . Y p o r lo que toca á la h e r m o s a s e n t e n c i a con q u e se a m p a r a n la ambición v la a v a r i c i a . tampoco l a m e n t a la d e s a p a r i c i ó n del tirano.u n o s s o b r e otros. Cuando T i m o l e ó n l l o r a l a m u e r t e q u e c o m e t i e r a . c&da cosa o f r e c e divgrI I sos a s n e c t o s v m a t i c e s d i f e r e n t e s . Ocit. Callao q u e no m á f i e r e n ( d e . y e l m a I P u e d e n practicarse en todas p a r t e s . CAPÍTULO L a r g a s e n i m l i q u i d i f o n s l u m i n i s . d . •u«ri«s uene T l e n^a s 6A e m b o c a d u r a s el Kilo. i i e n d o d e todas e s t a s f o r m a s pasaj e r a s d e d u c i r u n a c o n s e c u e n c i a . d e s u e r t e que no p o d e m o s a p r e c i a r el intervalo ni la s o l u c i ó n d e c o n t i n u i d a d . f n . ni malos. LUCRECIO. p u e s en n o s o t r o s n a d a h a c a m b i a d o . p o r esta r a z ó n .en JZ 'J . I I I .UFMdIlUyC ¡a procurando teñe? EI b. d e s p u é s de madur a y g e n e r o s a d e l i b e r a c i ó n . m a s á p e s a r d e ello l l o r a m o s . m a s la s a c u d i d a es tan fugitiva que n o p o d e m o s a p r e c i a r l a ni m e d i r l a : Nil a d e o fieri c e l e r i r a t i o n e v i d e t u r . . y toda la d e m á s t r a p a c e r í a del m u n d o . 183. p o r el repentino c a m b i o d e s u c o n t i n e n t e . N a d a tan activo como el a l m a en s u s c o n c e n c i o n e s ó e n s u s a c t o s . . A n t e ocülos ( « " o r u m in p r o m p t u n a t u r a v i d e t u r * . p o r q u e s o n m u c h o s . m a s sin e m b a r g o .S i n d u d a el q u e es virtuoso p u e d e vivir en todas p a r t e s c o n t e n t o . l a s réTírclOTles y a m i s t a d e s antiguas se a p o d e r a n d e n u e s t r a i m a g i n a c i ó n y l a a p a s i o n a n según las c i r c u n s t a n c i a s . c a r g o s . C S f S P 0 S l c l 0 n ® s > m u e s t r a n bien á las c l a r a s q u e el ha vale tanto c o m o l o s medios. Digamos q u e la m i s m a a m b i c i ó n nos h a c e b u s c a r la s o l e d a d pues aquélla es a irb?anz0msTbrS. S i n r e p a r ^ á l o s q u e t o m a n P a r t e e n la d a n z a ! q u e és os s o n d e e n t a m b i é n su c o n c i e n c i a y r e c o n o z c a n p o r ® i ^ ° j ? t r a r } ° q u e J l o s e m p l e o s . s ? 1 » t 0 / . casi en el mismo inst a n t e . Los torcidos proc e d i m i e n t o s d e q u e s e e c h a m a n o en n u e s t r o tiempo p a r a í i f i n Z v a 0 r . p e n s a n d o en q u e t a n t a s vidas s e a p a g a r í a n antes de q u e t r a n s c u r r i e r a u n s i g l o . . p u e d e e s t a r solo h a s t a rar0S n s conlarse •dl'riTüene J X ' K x l r i a nXIII. E n m e d i o d e la sociedad h a y que i m i t a r el e j e m p l o d e los malos ó hay que o d i a r l o s . su f r e n t e se e n s o m b r e c i ó . h ^ m e n t e P t h g ( r 0 . qua. sintióse p r i m e r o e m b a r g a d o p o r el c o n t e n t o .' e ° n o b j e t o de que en su c o m p a ñ í a la i n o c e n c i a del n i n o le s i r v i e r a de salvoconducto p a r a p r o c u r a r s e JAT• l n n -1V'n<í ° p e r e c e r . e e s t á i s e n m i c o m p a ñ í a . su s o b r i n o . c u a n d o s e d i r i g í a á la c o n q u i s t a de Grecia. D E LA XXXVIII SOLEDAD D e j e m o s á un l a d o l a a c o s t u m b r a d a c o m p a r a c i ó n d e la vida solitaria con la vida activa. ^ " B como . t e t h e r i u s sol I n r i g a t a s s i d u e c c e l u m candore r e c e n t i . e n e l m a r > e c h ó s o b r e s u s h o m r p n ^ H . •i.

A r t a b a n o r e p r e n d i ó á J e r j e s . U n a p a r t e de s u d e b e r está desemñ a d a . . y su r o s t r o dió claras m u e s t r a s d e a l e g r í a . UEFI Mb ideI nl U y C e l ¡ am ^a l f ProcuíaídS t?ner JZ 'J . blas?emos. su s o b r i n o . v i r r e y P d e e n n o m b r e ü ^e Manuel. ent o n c e s e s m á s m o v i b l e q u e t o d o c u a n t o l a n a t u r a l e z a p o n e a n t e n u e s t r o s oios. i i e n d o d e todas e s t a s f o r m a s pasaj e r a s d e d u c i r u n a c o n s e c u e n c i a . tampoco l a m e n t a la d e s a p a r i c i ó n del tirano. Digamos q u e la m i s m a a m b i c i ó n nos h a c e b u s c a r la s o l e d a d pues aquélla es a i r b ? a n z o m s T b r S . a m l k s cosas son dificUes? a s e m e j a r s e 4 ellos. halíání un m ? r . r e m p l a z a n d o d e c o n t i n u o s u s r a v o s con n u e v o s r a y o s . I I I . q U . . c u a n d o s e d i r i g í a á la c o n q u i s t a de Grecia. s i d a m o s crédito á l a f r a s e de Bias. y se entristeció hasta v e r t e r lágrimas. o s e m p l e o s . f n . i n u n d a el c i e l o con u n r e s p l a n d o r sin c e s a r r e n a c i e n t e . c a d a cosa o f r e c e divgrI I sos a s n e c t o s v m a t i c e s d i f e r e n t e s . l a s réTírclOTles y a m i s t a d e s antiguas se a p o d e r a n d e n u e s t r a i m a g i n a c i ó n y l a a p a s i o n a n según las c i r c u n s t a n c i a s . m a n a n t i a l f e c u n d o d e l u z . d e s u e r t e que no p o d e m o s a p r e c i a r el intervalo ni la s o l u c i ó n d e c o n t i n u i d a d . estimanTo p e l i g r o s a tal sociedad P o r esta r a z ó n Bias dijo i n g e n i o s a m e n te á los q u e s u f r í a n con él el peligro d e u n a f u e r t e t o r m e n t a y l l a m a b a n á los dioses en su a°uxilio: . p u e d e e s t a r solo h a s t a r a r 0 S conlarse •dl'riTüene X n \ JsC V 'EKSxAl Lr i. a u n q u e imperceptiblemente. n u e s t r a a l m a c o n s i d e r a l a cosa d e s d e otro p u n t o de vista y I /se la r e p r e s e n t a d e d i s t i n t o m o d o . q u e és os s o n d e e n t a m b i é n su c o n c i e n c i a y r e c o n o z c a n p o r 1 u e . p u e s en n o s o t r o s n a d a h a c a m b i a d o . lil p a r e n t e s c o . p o r esta r a z ó n . n < í l n ° p e r e c e r . ° ^ e t o de que en su c o m p a ñ í a la i n o c e n c i a del n i n o le s i r v i e r a de salvoconducto p a r a p r o c u r a r s e n L S T • . Cuando T i m o l e ó n l l o r a l a m u e r t e q u e c o m e t i e r a .S i n d u d a el q u e es virtuoso p u e d e vivir en todas p a r t e s c o n t e n t o . V . r e s s e p e r c i » ' u l l a . sintióse p r i m e r o e m b a r g a d o p o r el c o n t e n t o . q u a . casi en el mismo inst a n t e . Callao q u e no m á f i e r e n ( d e .y pueden practicarse en todas p a r t e s . sino porque . Asi n u e s t r a alma l a n z a s u s d a r d o s u n o á u n o . ó s e a : « . S u p p e d i l a l q u e n o v o c o n f c s t i m l u m i n c l u m e n *. d ' 5 ? 1 » 1 0 / . al v e r á su servicio t a n t o s m i l l a r e s d e h o m b r e s . m a s sin e m b a r g o . C S f S P ° s i c i 0 n c s . •uerias u e n e Tl e b^a s r6 te m b o c a d u r a s J el Nilo. n o s e q u i v o c a m o s . L a r g a s e n i m l i q u i d i f o n s l u m i n i s . c a r g o s . ni malos. q u e n o h e m o s venido al m u n d o p a r a n u e s t r o p a r t i c u l a r p r o v e c h o .5 c r g o a n i m u s . no p o r la ofensa v e n g a d a . e t i n c h o a t i p s a .a nXIII. rey de W t u g a l . y odiarlos mucho ¡ S a X n 2 m a l d a .4 . e r e n t e s ^ comerciantes que viajan por mar siguen una conducta p r u d e n t e c u a n d o p r o c u r a n q u e los q u e van en el m i s m o bSrco Z L T . sino p a r a r e a l i z a r el bien c o m ú n » r S r r e m 0 S . y toda la d e m á s t r a p a c e r í a del m u n d o . N a d a t a n a c t i v o c o m o el a l m a e n s u s c o n c e n c i o n e s ó e n s u s a c t o s . 1. C o n s i d e r a n d o l a desmesurada g r a n d e z a d e l a s f u e r z a s g u e r r e r a s que m a n d a b a á su paso por el H e l e s p o n t o . q u e e n " r ea mil h o m b r e s no h a y u n o j u s t o Rari q u i p p e b o n i : n u m e r o v i l s u n l t o t i d e m auot i b e b a r u r a portae.1 V . p e n s a n d o en q u e t a n t a s vidas s e a p a g a r í a n antes de q u e t r a n s c u r r i e r a u n s i g l o .G S dG ° a d a U n ° SOn d Í . e e s . A n t e o c ü l o s ( « " o r u m in p r o m p t u n a t u r a v i d e t u r * .m u e s t r a n bien á las c l a r a s q u e el ha vale tanto c o m o l o s medios. q u i e n a s e g u r a q u e . P e r s e g u i m o s con v o l u n t a d decidida la v e n g a n z a de una i n j u r i a y e x p e r i m e n t a m o s c o n t e n t o s i n g u l a r p o r nuestra v i c t o r i a . p r e t e i . su f r e n t e se e n s o m b r e c i ó . p o r q u e s o n m u c h o s . t e t h e r i u s sol Inrigat a s s i d u e ccelum candore recenti. h ^ m e n t e P t l l g ( r 0 .u n o s s o b r e otros. S i n r e p a r ^ á l o s 9 u e t o m a n P a r t e e n la d a n z a . sino q u e l l o r a á su h e r m a n o . Ocit.Ta p e o r p a r t e d e los h u m a n o s es a m a v o r ó á lo que dice el Eclesiastés. El s o l . v e l d i v i t i s o s t i a Mili en 61 S T Í S A T ^ Á 0 e s ' n m i n e n t e en la m u l titud. Q i u r o s! m e n s í i c t p r o p w i i t . m a s d e p r o n t o . Í6.t á i s e n m i c o m p a ñ í a . Otro e j e m p l o m a s r e d e n t e de l a m i s m a í n d o l e : Al&urquerque. p o r el repentino c a m b i o d e s u c o n t i n e n t e . LUCRECIO. . e n e l m a r > e c h ó s o b r e s u s h o m n r p n ^ H . . m a s la s a c u d i d a es tan fugitiva que n o p o d e m o s a p r e c i a r l a ni m e d i r l a : Nil a d e o fieri c e l e r i r a t i o n e v i d e t u r .n t U n a / u b h c a i > r o \ e c h o P a b u l a r . Los torcidos proc e d i m i e n t o s d e q u e s e e c h a m a n o en n u e s t r o tiempo p a r a ^ n Z v a 0 r . Y p o r lo que toca á la h e r m o s a s e n t e n c i a con q u e se a m p a r a n la ambición y la a v a r i c i a . m a s á p e s a r d e ello l l o r a m o s . CAPÍTULO D K LA XXXVIII SOLEDAD D e j e m o s á un l a d o l a a c o s t u m b r a d a c o m p a r a c i ó n d e la vida solitaria con la vida activa. se codician p r i n c i p a l m e n t e p a r a s a c a r ^ ¡ m . s e g ú n l a ocasión. •i. i .' ® ° . d e j é m o s l e d e s e m p e ñ a r la o t r a . 2 8 2 . 1 8 3 . d e s p u é s de madur a y g e n e r o s a d e l i b e r a c i ó n . n o l a m o n t a l a l i b e r t a d que dió á su p a t r i a . LcCHECIO. E n m e d i o d e la sociedad h a y que i m i t a r el e j e m p l o d e los malos ó hay que o d i a r l o s .

V. á mi e n t e n d e r . P o r h a b e r n o s alejado de la corte y d e los negocios.e n t r e l a m u l t i t u d d e la c o r t e . la a v a r i c i a . VIRGILIO. e n caso d e necesidad a b s o l u t a s o p o r t a r á la sociedad p a l a c i e g a . Rupi jam vincula. á veces n o s s i g u e n h a s t a los sitios m á s r e c ó n d i t o s v hasta las e s c u e l a s d e filosofía : ni los d e s i e r t o s . p r e s c i n d i e n d o d e toda c o m p a ñ í a . C a r o n d a s c o n s i d e r a b a c o m o malos todos los q u e f r e c u e n t a b a n la m a l a c o m p a ñ í a . m a s p a r a el logro del mismo no s i e m p r e se é ñ c u é ñ t f a ' e l v e r d a d e r o c a m i n o . El d a r d o m o r t a l q u e d a e n el flanco. p o r s e r los quehacer e s d o m é s t i c o s m e n o s i m p o r t a n t e s . n o l l e v a c a s i s i e m p r e c o n s i g o b u c i . ¡ c u á n t o s s o n l o s c o m h a l p s q u e l e ñ e m o s q u e s o s t e n e r y c u á n t o s l o s p e l i g r o s q u e t e n e m o s q u e a f r o n t a r ! ¿O. d e s i d i e s q n e * ? R a d i c a el mal en n u e s t r a a l m a . 3. s i n e m b a r g o . 73. la vista continua y l a f r e c u e n t a c i ó n d e las e n f e r m e d a d e s . t o d a e l l a es a b s o r b i d a . a t t a n e m illi. — * 3. No basta d e j a r el p u e b l o . que p u e d e g o z a r s e en m e d i o d e las c i u d a d e s y d e los p a l a ! cios. es n e c e s a r i o r e c o g e r s e y I e n t r a r de lleno en la p o s e s i ó n d e si m i s m o . C r é e s e á veces d e j a r las o c u p a c i o n e s . Eneida. 4 4 . Non l o c u s e f f n s i l a t e m a r i s a r b i t e r . e s preciso a p a r t a r s e de la g e n e r a l m a n e r a de s e r uue r e s i d e e n n o s o t r o s . y n o se h a c e sino c a m b i a r l a s por o t r a s : no o c a s i o n a c u i d a d o s m e n o r e s el g o b i e r n o de una f a m i l i a que e i d e t o d o un E s t a d o . dicas : N a m l u c í a l a c a n i s n o d u m a r r i p i t . p r e g u n t ó l e si p o r v e n t u r a no h a b í a e x p e r i m e n t a d o n i n g u n a p é r d i d a . m e d i r é i s . 138. a u f e r t 1 . C o m o d i j e r a n á S ó c r a t e s q u e un individuo n o había modificado su c o n d i c i ó n d e s p u é s de h a b e r h e c h o un v i a j e : « Lo c r e o . i . 1 El fin ú l t i m o d e l a soledad es. no d e j a n d e s e r menos i m p o r t u n o s . IV.. i . y e n t i e n d o que A n t i s t e n e s no s a t i s f i z o con su r e s p u e s t a á q u i e n le censuró s u t r a t o con los p e r v e r s o s . HaT. EL l u j o y l a o c i o s i d a d ? LUCRECIO. . el m o v i m i e n t o c o n c e n t r a r á sólo l a c a r g a . d e t e r i o r a n l a p r o p i a p o r el contagio. r e s p o n d i ó . vivir «¡a. a e o l i o i r a h i i u r p a í s l o n g a c a l e ñ a ) *. Y así d e b e s e r en efecto. 6 ' P a n l a s P e n a s : m a s S¡ l a r a z ó n y l a p r u d e n c i a . No p o s e e m o s libertad c o m p l e t a . M o n t a i g n e t r a d u c e e s t e v e r s o a n t e s d e c i t a r ro. ¿ P o r q u e ir e n b u s c a d e r e g i o n e s a l u m b r a d a s p o r o t r o s o l ? . ni los cilicios. á lo cual Estilpón r e s p o n d i ó que no. Od. p e r o si de su voluntad d e p e n d e el c a m b i o . c u a n d o dijo que el h o m b r e debía p r o v e e r s e d e m u n i c i o n e s q u e flotasen en el a g u a y q u e p u d i e r a n s a l v a r s e con él á nado del n a u f r a g i o . Y p u e s q u e t r a t a m o s d e vivir solos. q u i s e n o n e f f u g i t u n q u a m i a a m b i c i ó n . el v e r d a d e r o filósofo n a d a h a p e r d i d o si salvó su c o n c i e n c i a Ralio e t p r u d e n t i a c u r a s . p u e s . No le basta hab e r s e desligado d e los vicios si p r e c i s a d e s p u é s q u e discuta c o n los d é l o s o t r o s . Od.HÍ c u i d a d o s . d e s p r e n d á m o n o s d e todo lazo que nos s u j e t e á los d e m á s : man e m o s c o n s c i e n t e m e n t e el a r t e de vivir c o n f o r m e á n u e s t r a . Acaso basta p a r a h u i r s e á si m i s m o e l h u i r d e s u p a i s ? HORACIO. Si n u e s t r a a l m a n o e s t á b i e n g o b e r n a d a . Et Post c q u i t e m sedet a t r a c u r a L l e v a m o s con n o s o t r o s la c a u s a d e n u e s t r o t o r m e n t o . p e r o q u e se d i s f r u t a . m a s si r e s i d e en su mano la e l e c c i ó n . V. Sdl.íeñ3é Estilpón e s c a p a d o con v i d a del incendio d e su ciudad. la c o l e r a . c o n m a y o r comodií dad en el a i s l a m i e n t o . el m a l se c o m p r i m e con el m o v i m i e n t o . ac petulanlia. n o q u e d a m o s en situación m á s h o l g a d a en punto á l a s p r i n c i p a l e s r e m o r a s q u e a c o m p a ñ a n n u e s t r a vida: Nisi p u r g a t u m e s t p e c i o s . He r o t o m i s l i g a d u r a s . spurcitia. c u a n d o dijo q u e t a m b i é n los m é d i c o s viven e n t r e e n f e r m o s . es inevitable q u e a q u é l l a s e r e c o j a y se asile e n si m i s m a : tal e s lo que c o n s t i t u y e la soledad v e r d a d e r a . q u e t e m o r e s . q n a n t a s Eíüciunt c i a d o s ? quid luxus. la l i c e n c i a . viaje. s u s vicios le a c o m p a ñ a r o n . y p o r c o n s i g u i e n t e d e ella no puede desligarse. c u i d a d o s y a g r a d a b l e m e n t e . h u i r á h a s t a la vista d e a q u é l l a . el m i e d o y la conc u p i s c e n c i a n o n o s a b a n d o n a n p o r c a m b i a r de l u g a r : 8 .^ L a s p e n a s m o n t a n a l a g r u p a y g a l o p a n con n o s o t r o s . No s o n l a s h e r m o s a s s o l e d a d e s q u e d o m i n a n l a e x t e n s i ó n d e los m a r e s ¡H 1 f t u ® 0 ( l . no b a s t a \ c a m b i a r de sitio. q u é i n q u i e t u d e s no d e s g a r r a n _ a l J m r n b m v i c t i m a d e s u s p a s i o n e s ? ¿ Q u é e s t r a g o s no p r o d u c e n e n su a l m a el o r g u l l o . la i r r e s o l u c i ó n . HORACIO. como en un navio l a s m e r c a n c í a s o c u p a n m e n o s e s p a c i o d e s p u é s del 1. q u e g r a c i a s á Dios n a d a s u y o h a b í a p e r dido. D o n d e q u i e r a que el alma " e s t é ocupada. III. e s c a p a r á á ella. Quilín f u g i i . en el cual p e r d i ó m u j e r . M a v o r m a l q u e bien se p r o c u r a al e n f e r m o h a c i é n dole c a m b i a r d e l u g a r . ¿ P e r o a c a s o el p e r r o q u e d e s p o é s d e p r o l o n g a d o s e s f u e r z o s l o g r a p o r Bn e s c a p a r . volvemos la vista h a c i a lo q u e h e m o s d e j a d o y con ello l l e n a m o s n u e s t r a i m a g i n a c i ó n : ( 4 . HOHAGM v Episl. ni los abismos. » Q u i d t o r r a s alio c a l e n t e s Solé m u m a t u s ? P a t r i i e q u i s e x s n l Se q u o q u e fugit * ? S i el c u e r p o y el a l m a n o se desligan del p e s o q u e los oprime. ^ 2 . hijos y b i e n e s d e f o r t u n a . h a g a m o s q u e j i u e s t r o c o n tentamiento dependa ú n i c a m e n t e de nosotros . La m i s m a idea e x p r e s ó i n g e n i o s a m e n t e el filósofo Antistenes. D e m e t r i o P o l i o r c e t e s . 11 l t í 18 '. c o m o la e s t a c a se i n t r o d u c e m á s en l a t i e r r a c u a n \ to m á s se la e m p u j a . trozo d e s u c a d e n a ? PEICSIO. In c u l p a e s t a n i m u s . q u s a p r a j l i a n o b i s Atque pericula lunc ingratis i n s i n u a n d u m ? QuanUe conscindunt hominem cuppedinis acre» Sollicitum c u r r e ? qnantique perinde limores ? Quidve s u p e r b i a . viéndole en tan t e r r i b l e r u i n a sin m a n i f e s t a r n i n g u n a p e n a . p u e s si a y u d a n á la salud de é s t o s . n i l o s a y u n o s s i r v e n á d e s e m b a r a z a r n o s : llíeret lateri lethalis arundo 8 . satisfacción. A s i ..

éste es p o r si solo ocunación s o b r a d a sin que con él m e z c l e m o s o t r a s e m p r e s a s .y su c i e n c i a . ¿ p i e n s a s acaso que busca en los libros el m e d i o do m e j o r a r su condición moral. ¿ Q u i é n no c a m b i a gustoso la sacl i > ' l a Vl< a p o r la r e p u t a c i ó n y la gloria. u . ella sola es capaz de acompañarseella sola p u e d e a t a c a r y d e f e n d e r s e . s l T ? . Q u » . d e tal s u e r t e que n i n g u n a comunicac m n ni i n f l u e n c i a a j e n a s a l t e r e n n u e s t r o propósito. quod sit carius. los h o m b r e s o c u p a r s e en l a p r á c t i c a del bien. * . p u e s bien sabes que á n a d a han ll e «* d o todavía de lo q u e e s mío. n o s I a . sin necesidad de e c h a r m a n o d e d i s c i p l i n a s . desp r e n d a m o n o s de todo lo a j e n o á n u e s t r a d e t e r m i n a c i ó n . Se un m u n d o para H m i s m o en solitarios lugares. ) L a virtud s e c o n f o r m a consigo m i s m a . d e tal s u e r t e q u e no p u e d a s e p a r á r s e l a siu ? ' r a " c a r .J S . r e t i r é m o n o s e l r é m S nosotl. d o n d e n a d i e p u e d a s e r traicionado más q u e p o r s i m i s m o . y d e ocultarlos en lu^a d o n d e n a d i e vaya. aut P a r a r e . l e g a ñ o s o . . Como si n u e s t r o s a s u n t o s p e c u l i a r e s no nos o c a s i o n a r a n s o b r a d o s cuidados. B a s t a n t e se lia vivido p a r a l o s d e m á s .. e d a d > que lo h a g a .i# a d e m a s e n c a r c e l a d o . sin que padezca su p u d o r . que p e r d i ó c u a n t o poseía v f. c l u i erne s l«o p r e s t a r . P ' e l y l l e v a r s e consigo a l g u n a p a r t e de n u e s tro s e r . 1.b i a n y » * ™ ' ! » . He a q u i u n m o d o a c e r t a d o de e s c o g e r los tesoro q u e p u e d e n l i b r a r s e d e l a i n j u r i a . ^— l a u i u u c au u i c n a . T p n o a m h»on u-. y ese otro c u b i e r t o d e c i c a t r i c e s . e n la c u a l p o d a m o s e s t a b l e c e r n u e s t r a libertad verdad e r a . d e mil no hay siq u i e r a u n a sola q u e n o s i n t e r e s e r e a l m e n t e . A l á b e s e v a c a r i c í e s e . E n e f p e r i o d o del d e c a i m i e n t o que c o n v i e r t e al h o m b r e en s e r inútil pesado é i m p o r t u n o á los d e m á s . d e s p i d á m o n o s con tiempo de la sociedad. » L a s r i q u e z a s que le hacían rico y los b i e n e s q u e l e h a c í a n b u e n o e s t a b a n todavía in tactos.. y sobre todo g o b i é r n e s e r e s p e t a n d o y t e m i e n d o su razón y su c o n c i e n c i a h a s t a tal p u n t o q u e no pueda. y d e todo lo q u e nos aleja de nosotros inisnios. y r e v e n t a r á .L o s l e n t o s nos faltan. . puesto q u e n a d a p o d e m o s p r o ^ r a r ' a >P / . p r e o c u p á m o n o s t a m b i é n d e la d e n u e s t r a s m u j e r e s . t r a n s i d o y pálido p o r el hambre decidido a m o r i r a n t e s que a b r i r l e la p u e r t a . c o n f o r m e al e j e m p l o d e T h a l e s . t r o p e z a r en p r e s e n c i a de ellas. e X : s . e n C i a .. el cual no se c u r a s i q u i e r a d e q u e e x i s t a n en el m u n d o . discur r i r y r e í r c u a l si n o t u v i é r a m o s m u j e r . hijos.a d e u n a p a l a b r a l a t i n a . l a s obligaciones JpI L . acometido p o r la tos y m u g r i e n t o . 7. IV. líbrese á su vez de s e r i m n K. 13.. E n ella precia b u s c a r n u e s t r o o r d i n a r i o m a n t e n i m i e n t o m o r a l . m o ' P e s a d o é ' " ú t i l . V a h ! q u e m q u a m n e liominom in animum instiluere. e c h a m o s s o b r e n u e s t r o s h o m b r o s los d e n u e s t r o s vecinos y a m i g o s p a r a a t o r m e n t a r n o s y r o m p e r n o s la cabeza. * CUenUi p r 0 f e 8 a r s e 4 8i íS T O S Í T m ¡ s m o todo el res P el 0 0 5 1 ra4s ° necesario. y bien q u e se g u s t e de esto ó d e aquello. furioso y fuera de si e x p u e s t o a r e c i b i r e l disparo de los a r c a b u c e s . a fin d e q u e c u a n d o l l e g u e el ¿ o m e n t o de perderlos n o n o s s o r p r e n d a s u falta.12.. b enes ni c r i a d o s . d e la de n u e s t r o s hijos y la de todos n u e s t r o s s e r v i d o r e s . Rariim est emm ut satis se quisque vereatur Decía S ó c r a t e s q u e ™ J . que es la m o n e d a m a s . l í b r a m e d « s e n t i r e s t a p é r d i d a . s u obispo.A f i u e l q u e pueda e c h a r p o r t e i r r a s a c a n d o l a s d e sus propias f u e r z a s . Ese que ves e s c a l a n d o l a s r u i n a s d e e s a fortificación. no i n q u i e t a r s e m á s que d e sí m i s m o .-A0Jemam0S¡ pues' en fastidiosa nos a p o l t r o n e : esta soIedad que la ociosidad In s o l i s sis tibí turba locis *. vivamos en lo sucesivo p a r a nosotros. LÍi p r i m e r a de todas las cosas de este m u n d o es Tiem T M L l ^ S S * — $ ? P ° e s }' a d e que nos desatemos de la sociedad. llegara su u tima h o r a . es npc e s a n o r e s e r v a r u n a t r a s t i e n d a q u e nos p e r t e n e z c a porent e i o . TIBOLO. r o g a b a así á D i o s : « S e ñ o r . b á r b a r o s . C u a n d o l a ciudad de Ñ o l a f u é a r r a s a d a por In. P u e s t o q u e Dios nos da l u g a r p a r a d i s p o n e r d e n u e s t r a p a r t i d a del m u n d o . sacándolo d e r e c u r s o s p r o p i o s . i m p ó n g a s e el sacrificio a d o Puede í J £ •f P . E s i n d i s p e n s a b l e d e s p o s e e r s e de toda obligación i m p o t t a u t e . P a u h n o . al m e n o s lo ' Ílüfcn-K« r G : . x. y los viejos a p a r t a r s e de toda ocupación * si ffiKSS^ e Tiu*N0. T e n e m o s un a l m a que puede r e p l e g a r s e en si m i s m a . que si a l g u n a cosa nos i n ¡ t e r e s e ¡ n o sea en tal g r a d o que esté como p e g a d a á n u e s t r a i n a t u i a l e z a .S . v a n a y falsa q u e exista para nuestro p r o v e c l i s ? Como si n u e s t r a p r o p i a m u e r t e n o bastara á d a r n o s miedo. p S e d e o f r e c e r y recif'í.1. ¿crees q u e t a l e s p r o e z a s las r e a l i z a n p o r si m i s m o s ? L a s llevan á c a b o p o r un h o m b r e á q u i e n j a m á s vieron. de alean¡ z a r vida m a s s a t i s f e c h a y p r u d e n t e ? N a d a de eso . quam ipse est s i b i ' ? P a r é c e m e m á s a d e c u a d a la soledad p a r a aquellos q u e h a n c o n s a g r a d o al m u n d o su vida m á s activa v floreciente. h a g a m o s n u e s tro e q u i p a j e . .mit. T ° . n u e s t r o p r i n c i p a l retiro y soledad. p o r un hombre s u m i d o en la o c i o s i d a d y en los d e l e i t e s . Ent r e todas las a c c i o n e s q u e p r a c t i c a m o s . ó h a b r á e n s e ñ a d o á la postersdad la m e d u l a d e los v e r s o s d e P l a u t o y la r e c t a ortograr. No os cosa nimia Ja d e b u s c a r a c e r t a d a m e n t e su r e t i r o . E s e otro que ves a b a n d o n a r el e s t u d i o a m e d i a noche. T ' S t ? d / d 6 I a S 0 C I . p a l a b r a s ni otros auxilios. d i r i j a m o s á nosotros y a n u e s tro sareoi n u p m n r n r t e n c f ó n e s y p e n s a m i e n t o s . p r e p a r é m o n o s .

1 2 . y no me r e s i g n o á c r e e r q u e l a b a j e z a d e a l m a p u e d a m á s q u e el v i g o r ó q u e el e s f u e r z o d e r a c i o c i n i o p a r a s o p o r t a r las d e s d i c h a s .f a r t ú n a . Ib. s e p a r a d o d e su c u e r p o . y c u a n d o veo u n p o b r e m e n d i g o á mi 1. . c o n s á g r a t e al estudio de las l e t r a s p a r a s a c a r de él algo q u e te p e r t e n e z c a p o r e n t e r o . HORACIO. el ' c u a l r e c i b e aquellos m a l e s c o n p a c i e n c i a . sin e m b a r g o . los c u a l e s se proveen a n t i c i p a d a m e n t e d e p i l d o r a s p a r a t o m a r l a s c u a n d o el romadizo los moleste. n u n c a dejo de s u p l i c a r á Dios e n m i s o r a c i o n e s q u e s i e m b r e el c o n t e n t o en m i espíritu p o r los b i e n e s q u e n a c e n de m í . . los otros p o r q u e e s t a n d o colocados e n l a c o n dición m á s b a j a q u i e r e n a s e g u r a r s e c o n t r a n u e v a c a í d a . d i g o q u e n a d i e a v e n t a j a en d i c h a ni e n p r u d e n c i a á a q u e l l o s c u y a s r e n t a s e s t á n f u n d a m e n t a d a s e n la posesión de h e r m o s a s t i e r r a s . Episl. en t a n t o q u e su e j e r c i c i o n o s sea g r a t o . s e g ú n que sus medios se lo c o n s e n t í a n . ¿ p a r a q u é nos s e r v i r í a h a b e r buscado el r e p o s o ? A q u é l l a d e p e n d e ael gusto p a r t i c u l a r d e c a d a u n o . se a v e n d r á n m e j o r con la soledad q u e las a l m a s activas y laborios a s . L"S ganados p a s t a b a n l a s m i e s e s de Demócrito. Epist. á veces m á s c o n t e n t o y m á s s a n o q u e yo. me conformo con poco y enaltewso la a p a c i b l e m e d i a n í a : si m i s u e r t e m e j o r a . m e coloco en s u l u g a r é i n t e n t o a p l i c a r m i a l m a e n l a s u y a . que e n e s a c o m p l e t a y e s p l é n d i d a soledad en q u e vives d e j e s á t u s g e n t e s el abyecto y bajo cuidado doméstic o . la r a z ó n y la n a t u r a l e z a se o p o n e n á ello. p r i v a r s e d e s e r v i d o r e s . q u e no d e p e n d e n d e nosotros. ubi quid m e l l a s contingit et u n c t i u s . e t snlos a i o b e n e v i v e r e . Las_ n a t u r a l e z a s «aás f u e r t e s y m e j o r t e m p l a d a s . Ésta. a r r o j a r al a g u a las riquezas. non s e s n b m i t t e r e r e b u s *. que lo d e j a c a e r todo en el a b a n d o n o . Aquellos c u y a p e r c e p c i ó n e s débil y floja. su a m i g o . p r a c t i c a s e un oficio s e r v i l . sin ir tan l e j o s como e s a s a l m a s f u e r t e s . viviendo l i b r e s . y p u e d e e n c o n t r a r s e un t é r m i n o m e d i o entre a q u e l l a ocupación b a j u n a y la p r o f u n d a y e x t r e m a desidia. L a ocupación q u e p r e c i s a elegir en la vida solitaria. el d e s d é n del p r ó j i m o s o b r e mi. n o d e b e s e r de í n d o l e p e n o s a n i i n g r a t a . e s a c o n d u c t a h a y q u e seguir. i. t e n e r por l e c h o l a s p i e d r a s . De lo c o n t r a r i o . C o m p r e n d o h a s t a q u é limites p u e d e l l e g a r la n e cesidad n a t u r a l . « . los u n o s con e l d e s i g n i o de a l c a n z a r p o r el t o r m e n t o d e esta vida la d i c h a e n l a o t r a . como a c o n tece á m u c h o s : Democriti p e c u s edil agellos C u l t a q u e .. m e d e t e r m i n o f á c i l m e n t e á n o h o r r o r i z a r m e p o r lo q u e ino c a u s a h o r r o r á u n h o m b r e q u e vale m e n o s q u e yo. » P l i n i o a l u d e ¿ la r e p u tación.1 civil y militar.. q u e s e g ú n J e n o fonte o c u p a b a á C i r o . p o r todas las cosas.. i . m i e n t r a s s u e s p í r i t u . se apasionar. d e otro m o d o . como a l g u n o s hicieron por r e l i g i o s i d a d y los filósofos p o r principio . s a l t a r s e los ojos. c u y a v o l u n t a d y f a c u l t a d e s afectivas s o n d e l i c a d a s y no se pliegan f á c i l m e n t e . v i a j a b a por el espacio. í i . los q u e d e ellos g u s t a n . m a s sin h a c e r d e ellas n u e s t r a p r i n cipal o c u p a c i ó n . 2. 1 . HORACIO. El mió en m a n e r a a l g u n a se a c o m o d a al m a n e j o de los negocios d o m é s t i c o s . la pobreza. En c u a n t o á m i . ¡ ¿ P o r q u é c o n t r a sus leyes h a c e r d e p e n d e r n u e s t r a c a l m a j y t r a n q u i l i d a d del p o d e r y voluntad^ de o t r o ? A d e l a n t a / a d e m a s l o s l f i x i d e r i t e ? " d 5 4 a . e n t r é g u e n s e con m o d e r a c i ó n : Conentur sibi r e s . I n t e n t e n m e j o r h a c e r s e s u p e r i o r e s á U s c o s a s que s e r e s c l a v o s de e l l a s . q u e todo lo a b r a z a n y á todo se ligan. d u m p e r e g r e e s t a n i m u s s i n e c o r p o r e velox O i g a m o s el p r e c e p t o q u e P l i n i o el j o v e n d a á C o r n e l i a Rufo. I. s a t i s Í n t e r vilia f o r t i s : V e r u m . q u o r u m Conspicilur nitidis f u n d a t a p e c u n i a villis E n c u a n t o á mi. E s p r e c i s o s e r v i r s e de e s t a s c u a l i d a d e s accid e n t a l e s . i d e m Hos s a p e r e . á l o s c u a l e s p e r tenezco yo p o r n a t u r a l complexión y raciocinio. C o n o c i e n d o c u a n poco v a l e n las c o m o d i d a d e s a c c e s o r i a s d e l a vida. No t e n g o al filósofo A r c e s i l a o como m e n o s o r d e n a d o en sus c o s t u m b r e s p o r q u e u s a r a utensilios d e oro y p l a t a . acc i o n e s son todas é s t a s que a c u s a n u n a virtud excesiva. le dice. se o f r e c e n y se h a c e n visibles e n toda c i r c u n s t a n c i a . que si d e su r i q u e z a se h u b i e r a p r i v a d o . al c o n t r a rio. c o n s a g r á n d o s e con a h i n c o á l a e c o n o m í a d o m é s t i c a . p a r a vivir e n el r e t i r o : « T e r e c o m i e n d o . a u n q u e c r e a t e n e r la m u e r t e . y m á s a ú n : p o r si u n a d o l e n c i a m á s f u e r t e n o s a t a c a . Quutn r e s d e f l c i u n t . Yo veo j ó v e n e s gallardos que d i s f r u t a n de s a lud e x c e l e n t e . h o r \ m : E p m . con l a a y u d a de l a a c o s t u m b r a m o s á las j u s t a s y t o r n e o s s i m u l a n d o la g u e r r a en p l e n a paz. c o n m e j o r e s m é r i t o s le c r e o p o r q u e e m p l e ó su f o r t u n a m o d e r a d a y l i b e r a l m e n t e . 1. m e basta con m u c h o m e n o s . B á s t a m e . 1 2 . h a s t a con s . i n c l u y e a l g u n a s cosas q u e no son indignas. Tota et parvula laudo. y cont i n u a n d o del propio modo c o n los otros casos. como la l l a m a S a l u s tio. p r o v e á m o n o s d e los m e d i c a m e n t o s que a d o r m e c e n la p a r t e dolorida. s i n obligación n i n g u n a d e t e r m i n a d a . a u n c u a n d o no p u e d a e n c o n t r a r m e en situación m á s holgad a . b u s c a r el dolor. al c u a l t e m e n tanto m e n o s c u a n t o que c r e e n t e n e r el r e m e d i o á la m a n o . a l e j a m i e n t o del m u n d o r e a l i z a n u n acto e j e m p l a r y g l o rioso : p u e r t a . Hay n a t u r a l e z a s que son m á s propicias q u e o t r a s á e s t a s c o n d i c i o n e s del r e t i r o . p r i v a r s e "de las comod i d a d e s q u e se t i e n e n á l a m a n o . de l a c u a l t e n i a u n concepto a n á l o g o al d e Cicerón. como el c u i d a d o d e los j a r d i n e s .

q u i d q u i d d i g n u m s a p i e n t e bonoque e s t Los h o m b r e s s u p e r i o r e s p u e d e n f o r j a r s e u n r e p o s o e s p i ritual.23. en el e s t u d i o . y p r e c i s a p o r ello q u e yo c o n t r i b u y a á mi s o s t e n i m i e n t o .. ó i g u a l m e n t e q u e las d e m á s e n e m i g a de l a s a l u d . d e c u a l q u i e r n a t u r a l e z a q u e s e a . I I . ¡ P u e s q u é ! ¿ v u e s t r a c i e n c i a no significa n a d a . c r é a s e en la soledad u n a e x i s t e n c i a l l e n a d e g o c e s y delicias m u y p o r cima d e toda otra s u e r t e d e vivir. que la e d a d nos va a r r a n c a n d o s u c e s i v a m e n t e : 1. 4. t i g u s t o que su pasión n o s c o m u n i c a es s e m e j a n t e al q u e p i e r d e á los e m p r e n d e d o r e s . objeto infinito en bondad y en p o d e r . q u e es cosa e s e n c i a l i s i m a . á los v o l u p tuosos y á los a m b i c i o s o s . nisi te s c i r e h o c . p u e s n a d a los a u m e n t a m á s que el uso y e j e r c i c i o . del c u a l e s t á n a u s e n t e s m e r c e d á u n a c o n t r a dicción ridicula. Debe d e s p e d i r s e de toda s u e r t e de t r a b a j o .ber d e m a s i a d o . Los libros s o n g r a t o s . á los avariciosos. l l e n a n d o su a n i m o con l a s e g u r i d a d d e las p r o m e s a s divinas e n l a o t r a vida. c o n v i é r t e n s e p a r a ellas en cosas p r o v e c h o s a s e m p l e a d a s en la conquista d e la s a l u d y d i c h a e t e r n a s . 2. o r d e n a r l o p r e m e ditada y d i s c u r s i v a m e n t e . E n c u a n t o á ocupación y t r a b a j o . q u e son n u e s t r o s m e j o r e s atributos e c h é m o s l o s a un lado . está m á s p l e n a m e n t e s a t i s f e c h a que la d e a q u é l l o s . U n u s q u i s q u e s u a n o v e r i t iré via *. y h a c e n que se les o r d e n e un r é g i men de vida p a r a p r a c t i c a r l o r e l i g i o s a m e n t e .leí estudio no p u e d e c o m p e n s a r a q u e l l a p é r d i d a . Usque a d e o n e S c i r e t u u m nihil c s t . la m a y o r p a r t e de ellas h a n sido f o r j a d a s p a r a el m u n d o . Ni el fin ni los m e d i o s del c o n s e j o que d a b a P l i n i o á R u f o m e s a t i s f a c e n . p e r o si á c a u s a de su f r e c u e n t a c i ó n p e r d e m o s la a l e g r í a y la s a l u d . L o s filósofos nos e n s e ñ a n de s o b r a á g u a r d a r n o s de la t r a i c i ó n de n u e s t r o s apetitos. « eligiendo el c a m i n o q u e m e j o r se a v e n g a c o n su c a r á c t e r ». Los q u e se c u r a n de la f a m a . SU. las aflicciones. mos de be. L a i m a g i n a c i ó n d e las p e r s o n a s piadosas q u e p o r d e v o ción b u s c a n la soledad. PROPERCIO. . y á d i s t i n g u i r los v e r d a d e r o s p l a c e r e s de los q u e van mezclados y e n t r e v e r a d o s con m a y o r t r a b a j o . asi q u i e n s e r e t i r a d i s g u s t a d o y a b u r r i d o d e la vida c o m ú n debe acomod a r su vivir a los p r e c e p t o s de la r a z ó n . 2 3 . como h a c í a n los l a d r o n e s q u e los egipcios l l a m a b a n filistas. Del p r o p i o modo q u e j o s h o m b r e s que de a n t i g u o se s i e n t e n d e b i l i t a dos p o r a l g u n a indisposición c o n c l u y e n p o r e c h a r s e en brazos de l a m e d i c i n a . 38. los d o l o r e s . y d e b e n d e j a r s e á los que al servicio del m u n d o se c o n s a g r a n . alli d o n d e la p e n a c o m i e n z a á t o m a r p a r t e . p u e d e l l e g a r s e h a s t a el ú l t i m o limite del p l a c e r y c u i d a r de no t o c a r m á s a d e n t r o . el a l m a h a l l a s i e m p r e m e d i o d e a p l a c a r sus d e s e o s bien de su g r a d o . S i el d o l o r d e c a b e z a se a p o d e r a s e de n o s o t r o s a n t e s d e l a b o r r a c h e r a . dicen a q u é l l o s . L a o c u p a c i ó n del e s t u d i o es t a n p e n o s a como c u a l q u i e r a o t r a . q u e m e r e g o c i j e n . á fin de e n g a ñ a r n o s . e n c u a l q u i e r a otro ejercicio.. p u e s t o que se h a b l a de a l e j a r s e del m u n d o . va d e l a n t e y nos oculta las c o n s e c u e n c i a s . E s i n d i s p e n s a b l e d e f e n d e r con g a r r a s y d i e n t e s el uso d e los p l a c e r e s d e la vida. En el g o b i e r n o d o m é s t i c o . la r i g i d e z de su r e g l a de vida se a t e n ú a al p u n t o p o r la c o s t u m b r e . a y u d á n d o m e con las c o m o d i d a d e s c o r p o r a les. l a m u e r t e l a s p r o c u r a el paso a un estado tan p e r f e c t o . H a y c i e n c i a s que d e suyo son e s t é r i l e s y e s p i n o s a s . si no s e conoce de a n t a m a n o q u e e s t á i s d o t a d o s de ella ? P s a s i o . puesto q u e e s t á n dotados d e u n a l m a v i g o r o s a . I. y los apetitos c a r n a l e s se ven e n f r i a d o s y a d o r m e c i d o s p o r la inacción. 1. m a s el p r o v e c h o de su d e s i g n i o p r e t e n d e n s a c a r l o todavía f u e r a del m u n d o . UOBACIO. no l a desvian sino á m e d i a s . m a s el deleite.la m í a es v u l g a r . o c ú p a n se en h a c e r p r o y e c t o s p a r a c u a n d o hayan salido d e é l . diriase q u e r e c a e m o s s i e m p r e d e fiebre en c a l e n t u r a . que de él se a p a r t e l a vista p o r completo. nos g u a r d a r í a I . P a r a m i uso n o g u s t o m á s que d e libros agradables y poco c o m p l i c a d o s . 4 . É s t e solo fin d e o t r a vida dichosamente inmortal. y el q u e p u e d e a b r a s a r su a l m a con a r d o r de fe tan viva y e s p e r a n za tan g r a n d e p o r modo r e a l y c o n s t a n t e . e n la caza. y h u i r en °e~ n e r a l las p a s i o n e s e n e m i g a s de la t r a n q u i l i d a d del c u e r p o y del a l m a .quien q u e r í a e m p l e a r su soledad y a p a r t a m i e n t o d e los negocios en p r o c u r a r s e p o r s u s e s c r i t o s v i d a i n m o r t a l . P r o p o n i é n d o s e como n o r m a el servicio de Dios. La edad m e ha desposeído de las q u e e r a n de mi a d r a do. bastan sólo los s u f i c i e n t e s p a r a m a n t e n e r n o s en vigor y l i b r a r n o s d e las i n c o m o d i d a d e s q u e a c o m p a ñ a n a los que c a e n e n el e x t r e m o de u n a ociosidad c o b a r d e y a d o r m e c i d a . p u e s la m a v o r p a r t e d e n u e s t r o s g o c e s . Episl. y a h o r a t r a t o d e a f i n a r m e p a r a d i s f r u t a r a q u e l l a s q u e m a s c o n v i e n e n á mis a ñ o s . r a z ó n p o r la cual no hay q u e d e j a r s e a d o r m e c e r p o r el p l a c e r q u e a q u é l p r o c u r a . y o c u p á n d o m e e n lodo a q u e l l o q u e m e r e c e los cuidados d e un h o m b r e c u e r d o y virtuoso. n o s cosquillean y nos a b r a zan p a r a luego e s t r a n g u l a r n o s . yo soy de los que c r e e n que el f r u t ó . P a s e á n d o m e e n silencio p o r los b o s q u e s . sciat a l t e r ' ? P a r e c e cosa razonable. merece lealmente que abandonemos las c o m o d i d a d e s y d u l z u r a s de este m u n d o . ó d e los q u e m e U O h s u e l a n y c o n t r i b u y e n á o r d e n a r m i vida v á d i s p o n e r m e a una buena muerte : Tacilum silvas inter reptare salubros C u r a n t e m .

h a s t a el p u n t o de e m p l e a r e n beneficio de a q u é l l a las c a r t a s p r i v a d a s . Llenad 22. P E R 2. sólo l o s d i a s q u e c o n s a g r a m o s a l p l a c e r nos p e r t e n e c e n . es p r e c i s a m e n t e l a a m b i c i ó n . u n a flccióq. á fin d e alej a r l o s d e l m a n e j o d e los negocios y g r a n d e z a s de l a v i d a : « H a b é i s vivido h a s t a a h o r a . vuestro espíritu d e nobles imágenes. aquellos que se d i s f r u t a n m e j o r c u a n t o m á s r e c t a m e n t e se a p r e c i a n . Y h a b i e n d o ya c o m p r e n d i d o c u á l e s s o n l o s v e r d a d e r o s "bienes. a p a r e z c a n s i e m p r e á v u e s t r a m e n t e las figuras d e C a t ó n . H a y ocasión d e i n c u r r i r e n falta lo m i s m o e n la soledad que en el m u n d o . . e n d e t e n e r y s u j e t a r v u e s t r a a l m a en el r e c o g i m i e n t o . £a disposición d e á n i m o que m á s se a p a r t a del r e t i r o . d e s u e r t e q u e a l g u n a s . s i n o que v o s o t r o s h a b l é i s con v u e s t r a s a l m a s respectivas. d e r e c i b i r o s . Á mi d i c t a men. venid á m o r i r al p u e r t o . y d e c í a b j e n . q u e en n a d a se p a r e c e á la o t r a . al c a r á c t e r de su tío. l a r e v e r e n c i a d e a q u e l l o s v a r o n e s os c o n d u c i r á al b u e n camino. la cual p a t r o c i n a b a n Cicerón y P l i n i o el j o v e n . m i d e s i g n i o está bien leios d e ello. Quod vivís : cinis. con u n a p e r ] s o n a m e b a s t a . q u e n o q u e d a r á n sin r e c o m p e n s a si v o s o t r o s los s u p e r á i s . Acordaras de a q u e l á q u i e n p r e g u n t a r o n p o r qué razón se desvelaba tanto e n a l c a n z a r c o m p e t e n c i a e n un a r t e de que casi n a d i e podía t e n e r c o n o c i m i e n t o : \ " Y o m e c o n f o r m o con poca cosa. so p r e t e x t o de q u e n o q u e r í a n p e r d e r s u s vigilias y t r a b a j o . E l a c a s o ."'pues. E s c r i b i e n d o el u n o á I d o m e n e o y el otro á Lucilio. r e s p o n d i ó . E n c u a n t o á p e r s e g u i r como íin la gloria. 22. en p r e s e n c i a de los c u a l e s . M a s s o b r e p a s a toda s u e r t e de b a j e z a e n p e r s o n a s de tal r a n g o . l e s d e c í a n E p i c u r o y S é n e c a . ¿ Q u e r é i s c o n v e n c e r o s de q u e n o se a p a r t a r o n ni un ápice d e las v a n i d a d e s t e r r e n a s ? p o n g a m o s en p a r a n g ó n el p a r e c e r d e d o s filósofos y d e dos s e c t a s bien o p u e s t a s . » H e aquí lo q u e p r e c e p t ú a y a c o n s e j a la filosofía sencilla y v e r d a d e r a . H a s t a q u e la perfección r e s i d a en v u e s t r a s a l m a s de tal s u e r t e q u e lleguéis á a s e m e j a r o s á las p e r s o n a s a n t e q u i e n e s j a m á s o s a r a i s i n c u r r i r en f a l t a . d e todo lo que se l l a m a r e n o m b r e y gloria. deshaceos. e l f a b u l a fles *. D e j a d con los otros d'eleites el que p r o d u c e la a l a b a n z a del mundo. a u r i c u l i s alienis cclligis e s c á s l ? S ó l o se h a n e c h a d o a t r á s p a r a t o m a r c a r r e r a d e u n m o d o m á s s e g u r o . c o n s a g r a d á la s o m b r a lo q u e os r e s t a . G o c e m o s . I. e s c r i t a s á sus a m i g o s . poco s e m e j a n t e el d e é s t e . h a s t a los locos o c u l t a r í a n sus faltas. y que vuestra ciencia y vuestros merecimientos no os p r e o c u p e n ya. la c i r c u n s t a n c i a d e h a b e r q u e r i d o s a c a r p a r t i d o p a r a su gloria d e la c h á c h a r a . h a s t a q u e p o s e á i s el p u d o r y r e s peto de v o s o t r o s m i s m o s . Lo q u e p r e c i s a b u s c a r n o e s quo el m u n d o h a b l e d e vosotros. p a r a p r o v e e r s e d e un m o v i m i e n t o m á s f u e r t e y a b r i r asi m e j o r l a b r e c h a e n t r e l a m u l t i t u d . Muy p r o n t o no ^serús más q u e un p u ñ a d o de ceniza. s i n a c a r i c i a r el m e n o r deseo d e a u m e n t a r el r e n o m b r e . ¿ t r a b a j a s sólo p a r a d i s t r a e r la ociosidad del p u e b l o ? PERSI o. u n a s o m b r a . c o m o p o r i r o n í a . ¿ E s a c a s o p r o p i o d e dos c ó n s u l e s r o m a n o s . . E s i m p o s i b l e d e j a r los negocios si al m i s m o tiempo no se d e j a el f r u t o . e l m a n e s . Viejo caduco. nostruin est. CICERÓN. v e l u l e . q u e n o consiste sino en c o n t e n t a r o s de v o s o t r o s m i s m o s . II. t e s t i m o n i o s n u m e r o s o s d e l a a m b i c i o s a m a n e r a de s e r d e a m b o s . m a s p r e p a r a o s p r e v i a m e n t e á e n c o n t r a r o s en disposición Í 1 . g l o n & _ y . d o n d e p u e d a e n c o n t r a r su e n c a n t o . c o n f o r m a r s e con ellos. Tute. s o b e r a n o s ele l a r e p ú b l i c a g o b e r n a d o r a del m u n d o el o c u p a r los m o m e n t o s de ocio en p r e p a r a r con toda la l e n t i t u d 1 . R e c o g e o s en v o s o t r o s m i s m o s . h a b é i s c o n s a g r a d o á l a luz todo el tiempo que vivisteis. p o r q u e es p o s i b l e q u e el r e s p l a n d o r d e v u e s t r a s a c c i o n e s p a s a d a s os i l u m i n e d e m a s i a d o y os a c o m p a ñ e h a s t a v u e s t r a g r u t a . s e r i a i n s e n s a t o el fiaros en vosotros si c a r e céis de f u e r z a s p a r a g o b e r n a r o s . CAPÍTULO CONSIDERACIÓN XXXIX SOBRE CICERON D e d ú c e n s e d e los escritos d e Cicerón y Plinio. e n n o b u s c a r n a d a que de vosotros n o p r o v e n g a . S i n a p a r t a r la vista d e ellos e x a m i n a d v u e s t r o s a c t o s .Carpamus dulcía.. e n t r e los c u a l e s figura el d e solicitar sin a m b a j e s q u e los h i s t o r i a d o r e s de su tiempo no los olviden e n sus a n a l e s . y con n i n g u n a t a m b i é n m e b a s t a •>. su espíritu y su a l m a p e r m a n e c e n m á s q u e n u n c a a m a r r a d o s al m u n d o : Tun". i m i t e m o s á los a n i m a les q u e b o r r a n la h u e l l a que m a r c a r o n c o n sus pasos á la e n t r a d a d e sus g u a r i d a s . quett." a q u é l l o s no t i e n e n sino los b r a z o s y las p i e r n a s f u e r a d e la sociedad. hizo llegar h a s t a noso t r o s la v a n i d a d d e tales súplicas. p a r a el otro. Sal. si éstos n o son rectos. á mi e n t e n d e r . a m i g a de la o s t e n t a c i ó n y l a c h a r l a . n o h a b i e n d o sido e n v i a d a s á tiempo. m a g i s t r a d o s . P o c i ó n y A r i s t i d e s . s e g ú n n o s p r o o n e n Cicerón y P l i n i o . r e p o s o son dos cosas • q u e no p u e d e n cobijarse bajo el m i s m o teclio. n o p o r ello d e j a r o n d e p u b l i c a r l a s . ellos os s o s t e n d r á n en l a d i r e c c i ó n v e r d a d e r a . E s u n a a m b i c i ó n c o b a r d e el p r e t e n d e r a l c a n z a r g l o r i a d e l a ociosidad y del r e t i r o . n a d a n d o y flotando. sus a m i g o s . p e r o n o las h i s t o r i a s ni l o s p a n e g í r i c o s . V o s o t r o s y u n amigo sois s u f i c i e n t e t e a t r o el u n o . obcersentur speeies honestee animo1. ó c a d a u n o d i s t i n t a m e n t e p a r a vivir consigo m i s m o ..

c u a n d o oigo á a l g u i e n que se d e t i e n e á e n c o m i a r el l e n g u a j e de los Ensayos. lo m i s m o p a r a mí. a l a b a b a n á e s t e p r i n c i p é p o r s e r h e r m o s o . q u e n o q u i e r o s a c a r m a y o r partido en los p a s a j e s d o n d e las coloco. a u t o r i d a d ú o r n a t o . ó si m u c h o s otros e s c r i b e n con m a y o r p r o f u n d i d a d q u e yo. dijo al p r í n c i p e : « No q u i e r a Dios.frase Por f r a s e . que á u n r e y : Impere! bel lante prior. ¿ q u i é n e r e s tú p a r a e c h a r l a s t a n de v a l i e n t e ? ¿ E r e s g u e r r e r o . CAPÍTULO XXXIX 197 P l u t a r c o es t o d a v í a m á s explícito en e s t e p u n t o . 9 0 m ° buen a r c a b u c e r o ó m a e s t r o en el S o s s ? n n L S O r t l j a " F S t 0 S e n c o m i o s n o son h o n r o s o s n i s ó f m á t n L . P a n d a s sean consideradas Sde e f K í l ¿ ° t r o s p u n t o s d e v i s t a í c o m o P°r ejemplo. cual es s u i n t e n t o : me g u s t a r í a m e j o r q u e se c a l l a r a : su propósito n o es tanto e n s a l z a r la elocución c o m o d e p r i m i r el s e n t i d o . ££tf^eSÍZST - ser buen O r a b u n t c a u s a s alü. : l a é i n j u r i a el q u e r e r enaJcon su í a t ^ b r e P ° r f u a l i d a d e s qne se a v i e n e n mal S m a b £ E « ' t U n q U G t a l e s . que g e n e r a l m e n t e e s a d e c u a d a á todos los g r a d o s y á todos los ó r d e n e s d e la v i d a . no las c o n s i d e r o e x c l u s i v a m e n t e p o r el uso que hago de e l l a s : m u c h a s veces t i e n e n otros fines.Ui*.» Antist e n e s c o n s i d e r ó c o m o cosa de e s c a s a m o n t a e n I s m e n i a s . Algo s e m e j a n t e á la v a n i d a d de Cicerón y P l i n i o es la d o i . ' . Hic r e g e r e imperio populos sciat *. d e s p u é s d e los que s o n m a s p e r t i n e n t e s a los p e r s o n a j e s á q u i e n e s se c o n - S e b i q o U a . d i r é q u e no establezco distinción a l g u n a e n t r e no s a b e r m á s q u e e x p r e s a r s e m a l ó no s a b e r sino h a b l a r e l e g a n t e m e n t e . f í e V S 6 r I a Í U S t ? C ¡ a ^ l a Cencía de gobernad C m es £ i r o di'o-nn H" I? P ° ° e. e l o c u e n t e y buen b e b e d o r . a u n a b o g a d o ó á u n a e s p o n j a . a ^ a d f r \ C S l i r . q u i s i e r o n éstos r e c o m e n d a r lo q u e hicieron no I. coneinniias . n a d a a v e n t a j a á la v i r t u d . le dijo. m i libro es de tal n a t u r a l e z a q u e a p e n a s h a y n i n g u n o en q u e se h a l l e n a c u m u l a d o s m a y o r n ú m e r o d e s u s t a n c i o s o s m a t e r i a l e s . p e r o en cambio soy q u i e n s a b e m a n d a r á todos los q u e h a s citado. D e m ó s t e n e s í a n i í d que elogios semejantes convenian m e i o T á u n a d a m a . y . d e s d e ñ a r las ciencias y a f e c t a r u n a i g n o r a n c i a q u e el pueblo no p u e d e s u p o n e r e n p e r s o n a s por o S cuPaíirdaC2emsPeíenteS' las cuales - ** " e c Z i S Z n p o r o t r a s c u a l i d a d e s . ccelique m e a t u s D e s c r i b e n ! radio. que os a c o n t e z c a la d e s g r a c i a de l l e g a r á s e r m á s c o m p e t e n t e q u e y o en l a s cosas de m i oficio. p e c u v a s ¿ Q u é p o d r í a h a c e r p e o r un s i m p l e m s P í t m k que COn sus aloíes ÍL«*T r P g a n a r a su S ? Si S s S o Í L J f " ° f 0 n t e j . c u a n t a m a y o r e s la m a l i c i a q u e la alabanza e m p l e a . Los c o m p a u e r o s de D e m ó s t e n e s e n la e m b a j a d a q u e visitó á Filipo.eo j a m á s las h u b i e r a n e s c r i t o . y p o r lo que á los e f e c t o s toca.Yo h e "visto t e n e r m u v en poco s u s e s t u d i o s . con t a n t a m a y o r a m b i g ü e d a d . s e ñ o r . O yo m e equivoco g r a n d e m e n t e . n ™ ° n a r C a C K 0m ° b u e n . multiplicaría m u c h a s veces este v o l u m e n . Epist.S Í i a P e r f e c c i ó n e n q e l h a b l a r pudie a a ñ a d i r algo á la g l o r i a de u n p e r s o n a j e i m p o r t a n t e Escioión y Lelio n o h u b i e s e n cedido el h o n o r d e las c o m e d f a s a i . Pintor 6 e x c e l ¿ n t e P a r : S S i ' r L ? a u n t . Non est ornamentum 1 cirile. es d e c l a r a r á voces h a b e r e m p l e a d o m a l el t i e m p o y el estudio q u e d e b i e r o n c o n s a g r a r s e á cosas m á s n e c e s a r i a s y útiles. S 0 b r a ' ? " n e ^ p" r a c r e ^ r l(Tcontrar¡o! e d e S a ^ a d e l i a i s a ™ Terencio .» U n s o b e r a n o d e b e h a l l a r s e en el caso d e r e s p o n d e r lo q u e c o n t e s t ó I f i c r a t e s al o r a d o r q u e le c e n s u r a b a en s u invectiva.p r f s e n t a " e n c o n j u n t o . y dice que m o s t r a r s e t a n a v e n t a j a d o e n esos m é r i t o s m e n o s n e c e s a r i o s . .-.D e & suerte cnlhírn J g P o i a l a b a n z a p o r el c o n o c i m i e n t o de la a g r i c u l t u r a . iacentem Lenis in hoslem *. y p u d i e r a n s e r l a s e m i l l a de u n a m a t e r i a m á s r i c a y m á s vigorosa. í c o m p u s i e r o n y l a s delicadezas todas d e la l e n V u a í í í a á m siervo a f r i c a n o : q u e tales o b r a s s e a n d e a q S é í o s s u L ü e ' o c y o S l e n p o r 1 ? / S n a n de. á gusto d e los m e j o r e s m ú s i c o s : « ¿ N o te da v e r g ü e n z a . u f eac. Filipo d e M a c e d o n i a . Un o r d e n a m i e n t o simétrico es cosa indigna del h o m b r e . u n a m i s i v a de q u e s a c a r la r e - P d len ua respecti>as9 °Qu J L T ^ S Í « de s u s n o d r i z a s i e . d e esta s u e r t e : •< E n s u m a . y si en d e s a r r o l l a r l a s me d e t u v i e r a . Volviendo á Ja virtud p a r l e r a . y C a r l o m a g n o p o r su e l o c u e n c i a y p e n e t r a c i ó n e n 0 d ° . ^ o bien sé. c a n t a r tan bien ? •> U n m ú s i c o q u e discutía con el m i s m o Filipo d e cosas t o c a n t e s á su a r t e . a r q u e r o . et fulgentia sidera d i c e n t . ¡ C u á n t a s citas h e traído á c o lación que n a d a dicen en a p a r i e n c i a . a o \ a n U . p i q u e r o ? — No soy n a d a d e eso.e n c o n t r a r razo- eSpeci teÍTInnT ? d e b u . 4 q u e p e r d o n e al q u 9 LIBRO I. y q u e m e d i t a d a s c o n detenimiento darían lugar á ensayos numerosos! Ni estas citas. ni mis c o m e n t a r i o s s i r v e n solo d e ejemplo. ¿ ° " l a t l V O a J a S b f l l a s I e t r a s .n l a ° u e r r a . SÉNECA. P a r a d e j a r m á s l u g a