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Questões resolvidas de vestibulares sobre Dilatação térmica

Artigo com questões resolvidas de vestibulares sobre dilatação linear, dilatação
superficial e volumétrica
1) (UFPE) - O gráfico abaixo representa a variação, em milímetros, do comprimento de
uma barra metálica, de tamanho inicial igual a 1,000m, aquecida em um forno
industrial. Qual é o valor do coeficiente de dilatação térmica linear do material de que é
feita a barra, em unidades de 10-6 ºC-1.

RESOLUÇÃO:
ΔL

=

L0 . α . Δθ

15 = 1000 . α . (500 0)
α = 30. 10-6 ºC-1
RESPOSTA: 30
2) Os componentes de uma lâmina bimetálica são o aço e o zinco. Os coeficientes de
dilatação linear desses metais são, respectivamente, 1,2 . 10-5 °C-1 e 2,6 . 10-5 °C-1. Em
uma determinada temperatura, a lâmina apresenta-se retilínea. Quando aquecida ou
resfriada, ela apresenta uma curvatura. Explique por quê.
RESOLUÇÃO
Como αzinco > αaço, para um mesmo aumento de temperatura o zinco sofre uma
dilatação maior, fazendo com que na lâmina ocorra uma dilatação desigual,
produzindo o encurvamento. Como a dilatação do zinco é maior, ele ficará na
parte externa da curvatura. No resfriamento, os metais se contraem. O zinco, por
ter g maior, sofre maior contração. Assim, a parte de aço ocupa a parte externa
da curvatura.

3) (VUNESP-SP) A dilatação térmica dos sólidos é um fenômeno importante em
diversas aplicações de engenharia, como construções de pontes, prédios e estradas
de ferro. Considere o caso dos trilhos de trem serem de aço, cujo coeficiente de
dilatação é α = 11 . 10-6 °C-1. Se a 10°C o comprimento de um trilho é de 30m, de
quanto aumentaria o seu comprimento se a temperatura aumentasse para 40°C?
a) 11 . 10-4 m
b) 33 . 10-4 m
c) 99 . 10-4 m
d) 132 . 10-4 m

e) 165 . 10-4 m
RESOLUÇÃO:
O cálculo da dilatação linear ΔL, do trilho é:
ΔL = L0 . α . Δθ
ΔL = 30 . (11 . 10-6) . (40 – 10) = 99 . 10-4 m
RESPOSTA: C
4) Uma placa apresenta inicialmente uma área de 1,0 m2 a 0°C. Ao ser aquecida até
50°C, sua área aumenta 1,0 cm2. Determine o coeficiente de dilatação superficial do
material que constitui a placa.
Resolução:

5) Em uma placa de cobre existe um furo circular que, a 20°C, apresenta área igual a
200 mm2. Qual o acréscimo de área que o furo sofre quando se eleva a temperatura
da chapa para 220°C?
Dado: coeficiente de dilatação superficial,
Resolução

6) Uma barra metálica tem, a 30°C, comprimento igual a 1m. Eleva-se então sua
temperatura para 1030°C. Sendo o coeficiente de dilatação linear do metal da barra
igual a 12 · 10-6 °C-1, determine a variação de comprimento sofrida pela barra.
Resolução

7) Um trilho de ferro com 20 m de comprimento a 10°C é aquecido até atingir 110°C,
sofrendo um acréscimo de 2,2 cm em seu comprimento. Qual é o valor do coeficiente
de dilatação linear do ferro?

Resolução

8) Uma estatueta de ouro foi aquecida de 25°C a 75°C, observando-se um aumento
de 2,1 cm3 em seu volume. Sendo 14 · 10 –6 °C–1 o coeficiente de dilatação linear do
ouro, qual era o volume inicial dessa estatueta?
Resolução

9) Um recipiente de cobre tem 1 000 cm3 de capacidade a 0 °C. Sua capacidade, a
100 °C, vale aproximadamente:
a) 1 017 cm3
b) 1 005 cm3
c) 1 003 cm3
d) 1 002 cm3
e) 1 001 cm3
Dado: coeficiente de dilatação linear do
cobre = 16 · 10–6 °C–1
Resolução

10) Qual o coeficiente de dilatação volumétrica de uma barra metálica que
experimenta um aumento de 0,1% em seu comprimento para uma variação de
temperatura de 100 °C?
Resolução

11) Sabe-se que o coeficiente de dilatação real do mercúrio vale 18 · 10–5 °C–1. Qual é
o coeficiente de dilatação aparente do mercúrio, quando medido num recipiente de
alumínio?
Dado: coeficiente de dilatação linear do
alumínio = 24 · 10–6 °C–1
Resolução

12) Um recipiente de cobre, de coeficiente de dilatação volumétrico médio
–6
°C–1, contém mercúrio, a 0 °C, até o volume de 45 cm3. O volume do
frasco = 51 · 10
recipiente a 0 °C é de 46 cm3. Considere o coeficiente de dilatação do mercúrio
–6
–1
Hg = 180 · 10 °C . A que temperatura o mercúrio encherá completa- mente o
recipiente?
Resolução

Para o mercúrio preencher todo o recipiente ele deve sofrer uma dilatação aparente
de 1,0 cm3:

13) O coeficiente de dilatação superficial de certo material homogêneo e isótropo é
3,68 · 10–5 °C–1. Determine os seus coeficientes de dilatação linear e volumétrico.
Resolução
Temos em:
= 3,68 · 10–5 °C–1

Substituindo vem:

14) .Um certo frasco de vidro está completamente cheio, com 50 cm3 de mercúrio. O
conjunto se encontra inicialmente a 28 °C. No caso, o coeficiente de dilatação médio
do mercúrio tem um valor igual a 180 · 10–6 °C–1 e o coeficiente de dilatação linear
médio do vidro vale 9 · 10–6 °C–1. Determine o volume de mercúrio extravasado, quando
a temperatura do conjunto se eleva para 48 °C.
Resolução
O volume de líquido extravasado correspondente ao volume do líquido transbordado
(aparente).

15) Dois blocos metálicos A e B têm a 0 °C volumes iguais a 250, 75 cm3 e 250 cm3,
respectivamente. Determine a temperatura em que os blocos têm volumes iguais. Os
coeficientes de dilatação linear médios valem, respectivamente, 2· 10–5 °C–1 e
3 · 10–5 °C–1.
Resolução

Volumes iguais no final

Observação: A dilatação volumétrica pode ser aplicada para qualquer forma de
corpo (esférico, cúbico etc) e para corpos maciços ou ocos.

16) Um quadrado de lado 2m é feito de um material cujo coeficiente de dilatação
superficial é igual a 1,6.10-4. Determine a variação de área deste quadrado quando
aquecido em 80°C.
Resolução:
ΔA = Ao.β.Δ?
ΔA = 4. 1,6.10-4.80
ΔA = Ao.β.Δ?

ΔA = 0,0512m²
17) (UNIC –MT) Uma chapa de alumínio tem um furo central de 100cm de raio,
estando numa temperatura de 12°C.

Sabendo-se que o coeficiente de dilatação linear do alumínio equivale a 22.10-6°C-1, a
nova área do furo, quando a chapa for aquecida até 122°C, será equivalente a qual
valor em metros?
Resolução:
A = Ao.(1 + β.Δ?)
A = ?.r²..(1 + β.Δ?)
A = ?.1².(1 + 44.10-6.110)
A = ?.(1 + 0,00484)
A = ?.(1,00484)
A = 3,155 em valor aproximado.

18) Um fazendeiro quer cercar com arame um terreno quadrado de lados 25m e para
isso adquire 100m de fio. Fazendo o cercado, o fazendeiro percebe que faltaram 2cm
de fio para a cerca ficar perfeita. Como não quer desperdiçar o material e seria
impossível uma emenda no arame, o fazendeiro decide pensar em uma alternativa.
Depois de algumas horas, ele percebe que naquele dia a temperatura da cidade está
mais baixa do que a média e decide fazer cálculos para verificar se seria possível
utilizar o fio num dia mais quente, já que ele estaria dilatado. Sabendo que o
acréscimo no comprimento do fio é proporcional ao seu comprimento inicial, ao seu
coeficiente de dilatação linear e à variação de temperatura sofrida, calcule o aumento
de temperatura que deve ocorrer na cidade para que o fio atinja o tamanho desejado.
(Dado: coeficiente de dilatação térmica linear do fio =

.)

Resolução:
Sendo a dilatação linear dada por:

Lembrando que as unidades de comprimento devem estar no mesmo sistema de
unidades, a variação deve ser igual a 0,02m:

19) Duas barras de 3 metros de alumínio encontram-se separadas por 1cm à 20°C.
Qual deve ser a temperatura para que elas se encostem, considerando que a única
direção da dilatação acontecerá no sentido do encontro? Sendo

.

Resolução:
Sendo a dilatação linear dada por:

Mas a variação no comprimento das barras deve ser apenas 0,5cm = 0,005m, pois as
duas barras variarão seu comprimento, então substituindo os valores:

20) Um paralelepípedo de uma liga de alumínio (
) tem arestas que, à
0°C, medem 5 cm, 40 cm e 30 cm. De quanto aumenta seu volume ao ser aquecido à
temperatura de 100°C?
Primeiramente deve-se calcular o volume do paralelepípedo à 0°C:
Resolução:

Sendo a dilatação volumétrica dada por:

Mas:

Substituindo os valores na equação:

21) Um recipiente de vidro. com a capacidade de 3000cm³, está completamente cheio
com líquido, a 0°C. O conjunto é aquecido até 100°C e observa-se que 15cm³ desse
líquido extravasa do recipiente.
Considerando-se o coeficiente de dilatação linear do vidro como sendo constante no
referido intervalo térmico e igual a
real desse líquido?
Resolução:

, qual o coeficiente de dilatação

Sabendo que

E que:

De modo que podemos calcular o coeficiente de dilatação aparente do líquido e
descobrir o coeficiente de dilatação real, ou seja:

22) (MACKENZIE) Ao se aquecer de 1,0ºC uma haste metálica de 1,0m, o seu
comprimento aumenta de 2,0 . 10-2mm. O aumento do comprimento de outra haste do
mesmo metal, de medida inicial 80cm, quando a aquecemos de 20ºC, é:
a) 0,23mm
b) 0,32 mm
c) 0,56 mm
d) 0,65 mm
e) 0,76 mm
Resolução
ΔL = 2 . 10-2 mm = 2 . 10-2 . 10-3 m
L0 = 1 m
Δθ = 1 ºC
ΔL = L0αΔθ
α = ΔL/L0Δθ
α = 2 . 10-5 ºC-1
L0' = 80 cm = 80 . 10-2 m
Δθ' = 20 ºC
ΔL' = L0'αΔθ'
ΔL' = 80 . 10-2 . 2 . 10-5 . 20 = 3200 . 10-7 = 0,32 . 10-3 m = 0,32 mm
23) (UELON-PR) O volume de um bloco metálico sofre um aumento de 0,60% quando
sua temperatura varia de 200ºC. O coeficiente de dilatação de dilatação linear médio
desse metal, em ºC-1,vale:
a) 1,0.10-5
b) 3,0.10-5
c) 1,0.10-4
d) 3,0.10-4
e) 3,0.10-3

Resolução
ΔV = 0,006V0
Δθ = 200º C
ΔV = V0γΔθ
γ = ΔV/V0Δθ
γ = 0,006V0/V0200 = 0,00003
α = β/2 = γ/3
α = γ/3 = 0,00003/3 = 0,00001 = 1 . 10-5
24) Qual é o valor do coeficiente de dilatação linear de uma barra homogênea de:
Comprimento inicial: 2.00m
Comprimento final: 2.02m
Variação do comprimento (ΔL): 0,02m
Temperatura inicial: 0°c
Temperatura final: 200°c
Variação da temperatura (Δt): 200°c
Resolução:
a dilatação linear é dada por
ΔL= α Li ΔT
aonde
α = coeficiente de dilatação linear
ΔL = Lf - Li
Lf = comprimento final
Li = comprimento inicial
ΔT = Tf - Ti
Tf = temperatura final
Ti = temperatura inicial
Então usando os dados do enunciado
ΔL = Lf - Li = 2,02m - 2,00m= 0,02m
ΔT = Tf - Ti = 200°C - 0°C = 200°C
Assim
ΔL=α Li ΔT
se torna
0,02 = α (2,00) (200)
0,01 = α (200)
α = 0,00005 / °C ou
==================
α = 5 * 10^(-5) °C^(-1)
==================
25) Um anel de ferro com raio interno de 3 cm a 10 °C é aquecido até 110 °C. Seu
coeficiente de dilatação térmica linear, nesse intervalo de temperatura, é igual a
12.10^-6 °C^-1. A variação de sua área interna, em cm², é aproximadamente de?
Resolução:
Usa que
ΔA = β A0 ΔT
aonde

ΔA é a variação da área do buraco. Isto mesmo! O buraco dilata-se como se fosse
feito do mesmo material.
β é o coeficiente de dilatação térmica superficial. Mas β = 2α
sendo α o coeficiente de dilatação térmica linear, dado no enunciado.
A0 é a área inicial
ΔT é a variação da temperatura
Então
ΔA = 2α A0 ΔT
mas A0 = R²
aonde R =3 cm = 0,03 m
Então
ΔA = 2α πR² ΔT
ΔA = 2 * 12 * 10^-6 * π * (0,03)² (110-10)
ΔA ≈ 0,68 * 100 * 10^-6
ΔA ≈ 0,68 * 10^-4 m² = 0,68 cm²
Portanto
===========
ΔA = 0,68 cm²
===========
26) Um copo de vidro de capacidade 100cm³, a 20,0ºC contém 98,0 cm³ de mercúrio a
essa temperatura. São dados os coeficientes de dilatação cúbica do mercúrio =
180x10-6 (cento e oitenta vezes dez elevado a menos seis) e vidro = 9x10-6 (nove
vezes dez elevado a menos 6). A que temperatura o mercúrio começa a extravasar,
em ºC, é mais próxima de:
Resolução:
líquido e recipiente irão se expandir mais o líquido por ter maior coeficiente de
dilatação se expandirá mais. Líquido começa com volume menor do que cabe no
recipiente. Então para algum valor de variaão de temperatura ΔT ambos terão o
mesmo volume:
Vl = Vr
aonde Vl é o volume do líquido e Vr o volume de líquido que o recipiente pode conter.
Mas
Vf = V + ΔV
aonde V é o volume inicial, Vf o volume final e ΔV a quantidade que expandiu. Assim
Vl = Vr
Vl + ΔVl = Vr + ΔVr
Sabemos que
ΔV = γ V ΔT
aonde
γ é o coeficiente de dilatação volumétrica ou cúbica.
V é o volume inicial
ΔT é a variação de temperatura.
Assim
Vl + ΔVl = Vr + ΔVr
se torna
Vl + γl Vl ΔT = Vr + γr Vr ΔT
Vl + γl Vl (Tf - Ti) = Vr + γr Vr (Tf - Ti)

Organizando os termos
γl Vl Tf - γr Vr Tf = Vr - Vl + γl Vl Ti - γr Vr Ti
(γl Vl - γr Vr) Tf = Vr - Vl + (γl Vl - γr Vr) Ti
Então temos que
Tf = Ti + (Vr - Vl) /(γl Vl - γr Vr)
Usando os dados do enunciado
Tf = 20 + (100 - 98) /(180x10-6 x98 - 9x10-6 x100)
Tf = 20 + (2) /(17640 x10-6 - 900x10-6 )
Tf = 20 + (2) /(16740 x10-6 )
Tf = 20 + 2x10^6 /16740
Tf = 20 + 2 000 000 /16740
Como 2 000 000 /16740 ≈ 119,5
Tf ≈ 139,5 ºC
ou sem casas decimais:
=========
Tf ≈ 140 ºC
27) Um orificio circular numa placa de aço tem diametro de 10,000 cm à temperatura
de 10 ºC. Se o coeficiente de dilatação linear do aço é de 11.10-6 ºC-1, o diâmetro
desse orificio à temperatura de 110 ºC será, em centímetros, de:
a) 9,012 b) 10,011

c) 10,121

d) 11,011

e) 12,121

Resolução:
Antes de mais nada, é necessário saber que qualquer material ao ter sua temperatura
aumentada sofre uma dilatação ( aumento de suas dimensões ).
Analisa-se, então, um caso de dilatação linear onde uma barra metálica sofre um
aumento de temperatura.

Após pesquisas realizadas em laboratórios constatou-se que a dilatação do
comprimento de uma barra metálica depende de seu comprimento inicial, da variação
de temperatura por ela sofrida e do coeficiente de dilatação térmica linear, este
dependente do material de constituição da barra.

As dilatações superficiais (áreas) e volumétricas (volumes) seguem as mesmas
regras. Apenas se considera no lugar dos comprimentos, áreas e volumes:

Muita atenção na hora de calcular as dilatações superficiais e volumétrias pois seus
coeficientes de dilatações são o dobro e o triplo, respectivamente, do coeficiente de
dilatação linear. Para se saber qual das dilatações esta ocorrendo basta perguntar: O
que aumentou? O comprimento, a superfície ou o volume.
Neste problema, em específico, apesar de ocorrer um aumento na superfície pa chapa
e, também, do furo a pergunta é qual o diâmetro final do furo, ou seja, de quanto
aumento o diâmetro (comprimento dele). Tem-se, então, uma dilatação linear. Calculase:

Percebe-se que o diâmetro aumentou 0,011 cm, mas a pergunta é: Qual o diâmetro
final?

28) (CGE 195) Uma barra de ferro homogênea possui, a 10 °C, o comprimento de 5
metros. Se o coeficiente de dilatação linear do ferro é ,

a temperatura a que esta barra deve ser aquecida para seu comprimento seja
5,003 m, é de:
a) 40 °C b) 50 °C

c) 60 °C

d) 83 °C

e) 260 °C

Resolução:
O comprimento inicial da barra é 5 m e no final do processo passa para 5,003 m,
então:

Seguindo o conceito de dilatação térmica linear, tem-se:

Percebe-se que a variação de temperatura foi de 50 °C, logo:

No final do processo a barra terá a temperatura de 60 °C, alternativa C.
29) A superfície de um corpo é dilatada ao ser aquecido. Calcule a dilatação desse
corpo sabendo que o coeficiente de dilatação superficial é de 20µ °C-1, a superfície
inicial é de 100 cm² e que a variação da temperatura foi de 130°C. µ = 10-6
Resolução:
O

primeiro

passo

é

ΔS

os

dados.

=

ΔΘ

?

=

β

130

=

°C
°C-1

20µ

Si =
Agora

anotar

100
é

ΔS
ΔS

substituir

=
=

na

fórmula

Si x
100

cm²
da
β

x

dilatação
x

20µ

ΔS

=

260000

ΔS

=

0,26

superficial.
ΔΘ

x

130
µ
cm²

A superfície do corpo dilatou 0,26 cm².
30) Um corpo sofre dilatação ao ser aquecido e contrai ao ser resfriado. Um corpo foi
resfriado, passando de 800 °C para 50 °C. A superfície inicial do corpo media 40 m² e
o coeficiente de dilatação superficial do corpo é de 90µ °C-1. Calcule a variação da
superfície do corpo. µ = 10-6
Resolução:
O primeiro passo é anotar os dados.

ΔS

=

ΔΘ

=

50

β

800

=

=

-750

°C
°C-1

90µ

Si =
Agora

?

40
é

ΔS

substituir

=

ΔS

na

fórmula

Si x

=

40

ΔS

da

dilatação

β
x

90µ

=

ΔS


superficial.

x

ΔΘ

x

(-750)

-2700000
=

µ

-2,7

A superfície contraiu 2,7 m².
31) Um corpo com coeficiente de dilatação superficial de 25µ °C -1 deve ter sua
superfície aumentada em 40%. Qual deve ser a variação de temperatura que o corpo
deve ser submetido para que isto ocorra? µ = 10-6
Resolução:
O

primeiro

ΔS

=

passo
40%

é

anotar

de

Si =

ΔΘ

os

dados.

0,4

=

β

?

=

°C-1

25µ

Si =
Agora

Si

Si cm²
é

ΔS

substituir

=

na

fórmula

Si x

0,4Si =

Si x

da

dilatação

β

superficial.

x

25µ

ΔΘ

x

ΔΘ

ΔΘ =
ΔΘ

=

ΔΘ

=

16000

°C

A temperatura deve ser aumentada 16000 °C.
32) (OSEC-SP) Uma chapa metálica sofre um aumento de área de 0,06% ao ser
aquecida de 100 ºC. Calcule o coeficiente de dilatação linear desse material, em ºC -1.
(resp.: 3.10-5ºC-1)
Resolução:
Coeficiente
Coeficiente
CS

de

dilatação

de

dilatação
=

superficial
linear
2.

=
=

CS
CL
CL

Temos:
DeltaA
6

=
.

Ao

10^-4

CS

.

Ao

=

CS
6

.

CS
=

.

Ao

.

6

CL
.

=
.

DeltaTeta.

=

100
10^-5

2
10^-5

.

CL
2

CL

CL = 3 . 10^-5
33) Uma placa retangular de alumínio tem 10cm de largura e 40cm de comprimento, à
temperatura de 20ºC. Essa placa é colocada num ambiente cuja temperatura é de
50ºC. Sabendo que

al = 46.10-6 °C-1, calcule:

a) A dilatação superficial da placa.
b) A área da placa nesse ambiente.
Resolução:
a) Cálculo da área inicial:
Si = 10 . 40 = 400cm2
Calculo da dilatação superficial:
S = Si t S = 400.46.10-6.(50 - 20)
S = 0,522cm2
b) Sf = Si + S Sf = 400 + 0,552
Sf = 400,552cm2 .
34) A área de uma chapa quadrada varia de 0,14 cm2 quando submetida a uma
variação de 100 0C na sua temperatura. Sendo a aresta do quadrado inicial de 10 cm
determine o coeficiente de dilatação linear (α) do material que constitui a chapa.
Resolução
Dados: ∆S = 0,14 cm2
∆t = 100 0C
S0 = a
a = 10 cm x 10 cm =100 cm2.
∆S = S0 . β . ∆t
0,14 = 100.β . 100
β = 14. 10-6 0C-1

O coeficiente de dilação superficial é igual ao coeficiente de dilatação linear dividido
por dois. Logo,
β = 2.α
α=β/2
α = 7 . 10-6 0C-1
Resposta: α = 7.10-6 0C-1
25) O comprimento de uma barra é de 30,000 cm a 0 oC.
a) Qual será o aumento de comprimento ocorrido quando a temperatura se eleva para
100 oC.
b) Qual é o comprimento final da barra?
O coeficiente de dilatação do material é 25 . 10-6 oC-1.
Resolução
a) ΔL = L0 . α . Δt
ΔL = 30,000 . 25 . 10-6 . 100
ΔL = 75. 10-3
ΔL = 0,075
b) ΔL = Lf – L0
Lf = L0 + ΔL
Lf = 30,000 + 0,075
Lf = 30,075 cm
Resposta:
a) ΔL = 0,075 cm
b) Lf = 30,075 cm
36) (FEI) Um recipiente, cujo volume é de 1000 cm3, a 0°C, contém 980 cm3 de um
líquido à mesma temperatura. O conjunto é aquecido e, a partir de uma certa
temperatura, o líquido começa a transbordar. Sabendo-se que o coeficiente de
dilatação cúbica do recipiente vale 2,0 x 10-5 °C-1 e o do líquido vale 1,0 x 10-3 °C-1,
pode-se afirmar que a temperatura no início do transbordamento do líquido é,
aproximadamente:
a) 6,0°C
b) 12°C
c) 21°C
d) 78°C
e) 200°C

Resolução:

37) (ENEM-2009) Durante uma ação de fiscalização em postos de combustíveis, foi
encontrado um mecanismo inusitado para enganar o consumidor. Durante o inverno, o
responsável por um posto de combustível compra álcool por R$ 0,50 /litro, a uma
temperatura de 5 °C. Para revender o líquido aos motoristas, instalou um mecanismo
na bomba de combustível para aquecê-lo, para que atinja a temperatura de 35 °C,
sendo o litro de álcool revendido a R$ 1,60. Diariamente o posto compra 20 mil litros
de álcool a 5 °C e os revende. Com relação à situação hipotética descrita no texto e
dado que o coeficiente de dilatação volumétrica do álcool é de 1 × 10-3 °C-1 ,
desprezando-se o custo da energia gasta no aquecimento do combustível, o ganho
financeiro que o dono do posto teria obtido devido ao aquecimento do álcool após uma
semana de vendas estaria entre
A) R$500,00 e R$1.000,00.
B) R$1.050,00 e R$1.250,00.
C) R$4.000,00 e R$5.000,00.
D) R$6.000,00 e R$6.900,00.
E) R$7.000,00 e R$7.950,00.
Resolução
ΔV = . V0 . Δt = 20 x 103 x 1 x 10-3 x 30 = 600 litros
Em 1 semana, o ganho em volume será de 600 x 7 = 4 200 litros
Se o litro for vendido a R$ 1,60, o ganho seá de 4 200 x 1,60 =
= R$ 6720,00
38) Um vendedor de gasolina recebe em seu tanque 2000L de gasolina á temperatura
de 30ºC. Sabendo-se que posteriormente vendeu toda a gasolina quando a
temperatura era de 20°C e que o coeficiente de dilatação da gasolina é igual a 1,1.10-³
°C-¹, qual o prejuízo que sofreu o vendedor?
Resolução:
Como a temperatura final é menor que a inicial, a variação fica negativa, temos então:
ΔV = VoYΔT
ΔV = VoY(Tf – To)
ΔV = 2*10³ * 1,1*10 – ³*(20 – 30)
ΔV = 2*10³ * 1,1*10 – ³ * -10
ΔV = – 22 litros
Não estranhe pelo fato da resposta ter dado negativa, pois a própria resposta só está
indicando a perda de combustível, o prejuízo sofrido.

39) Uma Chapa plana de uma liga metálica tem coeficiente de dilatação linear 2. 105
tem área Ao á temperatura de 20°C. Para que a área dessa placa aumente
1%,devemos elevar sua temperatura para:
Resolução:
Acompanhe o raciocínio:
Ao ————— 100%
x —————- 1%
x=Ao/100
Agora o x é a variação de área. Agora ficou fácil. Basta aplicarmos na formula,

sabendo que B=2a que é igual a 4*10-5:
ΔA=Ao*B*ΔT
Ao/100=Ao*4*10-5*ΔT
1/100=4*10-5ΔT
0,01/4*10-5ΔT
ΔT=250°C
Mas ΔT é igual a:
ΔT=Tf -To
Sendo ΔT=250°C, temos:
250=Tf -20
Tf=270°C
40) Um trilho de aço tem 10m de comprimento a – 10°C. Suponha que a temperatura
suba para 40°C e que o coeficiente de dilatação do aço seja exatamente 12*10° -6 °C
-1. Qual é o acréscimo e o comprimento final do trilho?
Resolução:
Bem, para sabermos a variação de comprimento basta aplicarmos na fórmula de
dilatação térmica para a variação do comprimento. Assim:
ΔL = Lo*a*ΔT
ΔL = Lo*a*(T – To)
ΔL = 10 * 12*10-6 * [40 - (-10)]
ΔL = 120*10-6 * (40 + 10)
ΔL = 120*10-6 * 50
ΔL = 6000*10-6
ΔL = 0,006 m
Agora para saber o comprimento final é fácil. Sabe-se que ΔL é igual a:
ΔL = L – Lo
L = ΔL + Lo
L = 0,006 + 10
L = 10,006m
41) Duas barras metálicas, de diferentes materiais, apresentam o mesmo comprimento
a 0° C. Ao serem aquecidas, à temperatura de 100° C, a diferença entre seus
comprimentos passa a ser de 1 mm. Sendo 2,2 . 10–5 °C–1 o coeficiente de dilatação
linear do material de uma barra e 1,7 . 10–5 °C–1 o do material da outra, o comprimento
dessas barras a 0 °C era:
a) 0,2
b) 0,8
c) 1,0
d) 1,5
e) 2,0
Resolução:
Vamos descobrir o comprimento de cada barra com essa variação de 100°C (ΔT = 100
– 0 = 100°C). Lembre-se que o comprimento das barras era o mesmo inicialmente
(Lo). Assim:
L1 = Lo(1 + α1ΔT)
L1 = Lo(1 + 1,7*10-5*100)
L1 = Lo(1 + 170*10-5)
L1 = Lo(1 + 0,00170)
L1 = Lo(1,0017)
L1 = 1,0017Lo (I)
Para a segunda barra, temos:

L2 = Lo(1 + α2ΔT)
L2 = Lo(1 + 2,2*10-5*100)
L2 = Lo(1 + 220*10-5)
L2 = Lo(1 + 0,0022)
L2 = 1,0022Lo (II)
Subtraindo as equações (II) e (I), temos:
L2 – L1 = 1,0022Lo – 1,0017Lo
L2 – L1 = 0,0005Lo
L2 – L1 = 5*10-4Lo
Mas a questão afirmou que a diferença de seus comprimentos ao serem aquecidas é
1mm = 1*10-³ m, ou seja, L2 – L1 = 1*10-³. Assim:
1*10-³ = 5*10-4Lo
Lo = 1*10-³ / 5*10-4
Lo = 0,2*10¹
Lo = 2,0 m
Portanto, a alternativa correta é E.
42) Um bloco metálico é aquecido de 20 ºC a 120 ºC e seu volume sofre um acréscimo
de 3%. Qual é o coeficiente de dilatação linear do material que constitui o bloco?
Resolução:
ΔV/V0 = γ.Δθ => 3/100 = 3.α.(120-20) => α = 10-4 ºC-1
Resposta: 10-4 ºC-1
43) Uma garrafa térmica contém 130 cm3 de café quente, à temperatura de 80 C. Nela, você
põe uma pedra de gelo de 12 g, em seu ponto de fusão, para esfriar o café. Quantos graus o
café esfria, após o gelo ter derretido? Trate o café como se fosse da água pura.
Se considerar a garrafa como um sistema isolado, dessa forma não haverá perda de energia.
Assim o calor cedido pelo café
aquecer deve ser nulo:

(alumínio) mais o calor cedido pelo

(gelo)para derreter e

Considerando que a conservação de energia nos diz que num sistema fechado Q=0 e
Nos da que

+

.

=0.

Já na capacidade calorífica temas as Eq:

As letras (g e a) estão relacionadas com a água e o gelo,
Para se calcular a massa do café usasse a Eq:

onde

+

=0.

e o calor latente de fusão do gelo.

Como a densidade do café e um 1,00g/ cm3 a 20C, volume do café aproximadamente de 2
cm3 volume do café a 20C

vale:

Combinando (1) e (2) nos da:

Substituindo valores na Eq:

Logo T será

44) A figura a seguir mostra uma esfera de aço de 50,1 mm de diâmetro apoiada num
anel de alumínio, cujo diâmetro interno é de 50,0 mm, ambos à mesma temperatura.
Qual o acréscimo de temperatura que esse conjunto deve sofrer para que a esfera
passe pelo anel?
(Dados: α aço = 1,08. 10-5 °C-1 e α al = 2,38 . 10-5 °C-1)

Resolução:
Devemos admitir que quando a esfera passa pelo anel, o diâmetro da esfera de aço (L
aço ) é igual ao diâmetro interno do anel de alumínio (L al ). Portanto, basta determinar
o valor de ∆T para que essa igualdade ocorra.
Assim, da expressão L = Lo + ∆L, podemos fazer:
L aço = L al → Lo aço + ∆L aço = Lo al + ∆L al → ∆L al - ∆L aço = Lo aço - Lo al (1)
Substituindo a expressão ∆L = α Lo ∆T em 1, obtemos:
α al Lo al ∆T - α aço Lo aço ∆T = Lo aço - Lo al
2,38.10-5.50,0.∆T - 1,08.10-5.50,1.∆T = 50,1 – 50,0
119.10-5 ∆T – 54,1. 10-5∆T = 0,1
64,9.10-5 ∆T = 0,1
∆T = 154 °C
45) Uma anel de cobre de 20 g tem um diâmetro de exatamente 1 polegada à temperatura de
0 °C. Uma esfera de alumínio tem um diâmetro de exatamente 1,002 polegada à temperatura
de 100 °C. A esfera é colocada em cima do anel e permite-se que os dois encontrem seu

equilíbrio térmico, sem perder calor para o ambiente. A esfera passa exatamente pelo anel na
temperatura de equilíbrio. Encontre a (a) temperatura de equilíbrio e (b) a massa da esfera.
(a) Analisando a expansão térmica da esfera de alumínio e do anel de cobre. Depois da
expansão, o diâmetro d da esfera de alumínio será:

O diâmetro d do anel de cobre será:
Como na temperatura final os diâmetros da esfera e do anel serão iguais, que nos da:

Resolvendo esta equação para (T) temos:

(b) A massa da esfera e calcula por meio da troca de calor do sistema.

46) (UEL-PR) O volume de um bloco metálico sofre um aumento de 0,60% quando
sua temperatura varia de

200ºC. O coeficiente de dilatação de dilatação linear médio desse metal, em ºC-1,vale:
a) 1,0.10-5
b) 3,0.10-5
c) 1,0.10-6
d) 3,0.104
e) 3,0.10-3
ΔV=0,006Vo --- ΔV=Vo.γ.Δt --- 0,006Vo=Vo.γ.200 --- γ=3.10-5 oC-1 --- α/1=γ/3 --- α/1=3.10-5/3 --- α=1,0.10-5 oC-1 --- Letra A

47)

(UFSC-SC) Um aluno de ensino médio está projetando um experimento
sobre a dilatação dos sólidos. Ele utiliza um rebite de material A e uma placa de
material B, de coeficientes de dilatação térmica, respectivamente, iguais a α A e
αB. A placa contém um orifício em seu centro, conforme indicado na figura. O
raio RA do rebite é menor que o raio RB do orifício e ambos os corpos se
encontram em equilíbrio térmico com o meio.

Assinale a(s) proposição(ões) CORRETA(S).
I. Se αA > αB a folga irá aumentar se ambos forem igualmente resfriados.
II. Se αA > αB a folga ficará inalterada se ambos forem igualmente aquecidos.
III. Se αA < αB e aquecermos apenas o rebite, a folga aumentará.
IV. Se αA = αB a folga ficará inalterada se ambos forem igualmente aquecidos.
V. Se αA = αB e aquecermos somente a placa, a folga aumentará.
VI. Se αA > αB a folga aumentará se apenas a placa for aquecida.
a) I, V e VI

b) todas

c) II, III e IV

d) I, III e V

e) II, III e IV

Resolução:
Quanto maior o coeficiente de dilatação mais o corpo se dilata quando aquecido e
mais se contrais quando resfriado.
I. A se dilata mais que B --- Correta
II. Falsa --- veja (01)
III. A folga diminuirá --- Falsa
IV. Possuem diferentes Lo --- Falsa
V. Apenas a placa se dilatará --- Correta
VI. Apenas a placa se dilatará --- Correta

48) (UNESP-SP) A dilatação térmica dos sólidos é um fenômeno importante em
diversas aplicações de engenharia, como construções de pontes, prédios e estradas
de ferro. Considere o caso dos trilhos de trem serem de aço, cujo

coeficiente de dilatação é α = 11 . 10-6 °C-1. Se a 10°C o comprimento de um trilho é de
30m, de quanto aumentaria o seu comprimento se a temperatura aumentasse para
40°C?
a) 11 . 10-4 m
b) 33 . 10-4 m
c) 99 . 10-4 m
d) 132 . 104
m
e) 165 . 10-4 m
Resolução:

ΔL = Lo . α . Δθ --- ΔL = 30 . (11 . 10-6) . (40 – 10) = 99 . 10-4 m Letra C
49) (UEPG-PR)

Dilatação térmica é o fenômeno pelo qual variam as dimensões geométricas de um
corpo quando este experimenta uma variação de temperatura. Sobre esse fenômeno
físico, assinale o que for errado.
I. Em geral, as dimensões de um corpo aumentam quando a temperatura aumenta.
II. Um corpo oco se dilata como se fosse maciço.
III. A tensão térmica explica por que um recipiente de vidro grosso comum quebra
quando é colocada água em ebulição em seu interior.
IV A dilatação térmica de um corpo é inversamente proporcional ao coeficiente de
dilatação térmica do material que o constitui.
V. Dilatação aparente corresponde à dilatação observada em um líquido contido em
um recipiente.
a) I, II e III
b) I, III e V
c) II, IV e V
d) todas
e)
apenas a IV
Resolução:
Todas estão corretas, com exceção da IV que está errada pois, pela expressão
∆V=Vo.λ.∆θ você observa que o coeficiente de dilatação térmica (λ) é diretamente
proporcional à dilatação (∆V) --- R- E.
50) (UDESC-SC) A tabela abaixo apresenta uma relação de substâncias e os seus
respectivos valores de coeficiente de dilatação linear e condutividade térmica, ambos
medidos à temperatura de 20 °C.

Assinale a alternativa correta, tomando como base as informações acima.
a) Barras do mesmo comprimento dos metais listados na tabela sofrerão dilatações
iguais, quando submetidas a uma variação de temperatura de 20 °C.
b) A condutividade térmica das substâncias permanece constante, independentemente
da temperatura em que estas se encontram.
c) Substâncias que possuem maior condutividade térmica também apresentam
maiores coeficientes de dilatação.
d) Dentre as substâncias listadas na tabela, o cobre é a melhor opção para fazer
isolamentos térmicos.

e) Duas chapas de dimensões iguais, uma de alumínio e outra de concreto, são
submetidas à mesma variação de temperatura. Constata-se então que a variação de
dilatação superficial da chapa de alumínio é duas vezes maior que a da chapa de
concreto.
Resolução:
Observe que o valor do coeficiente de dilatação do alumínio é o dobro do coeficiente
de dilatação do concreto e, como elas tem as mesmas dimensões iniciais e sofrem a
mesma variação de temperatura, a chapa de alumínio se dilata duas vezes mais do
que a de concreto --- Letra E
51) Quantos cubos de gelo de 20 g, cuja temperatura inicial é - 10 °C, precisam ser
colocados em 1 litro de chá quente, com temperatura inicial de 90 °C, para que a
mistura final tenha uma temperatura de 10 °C? suponha que todo o gelo estará
derretido na mistura final e que o calor especifico do chá seja o mesmo da água.
(Dados: LF= 79,5 cal/g = 333 kJ/Kg, o calor especifico da água é 1 cal/g.°C = 4190
J/Kg.K e do gelo (-10 °C) é 0,530 cal/g.°C = 2220 J/Kg.K).
Supondo que todo o gelo estará derretido na mistura final e que o calor especifico do
chá seja o mesmo da água. Se considerarmos os valores para os calores específicos
da água e do gelo. Sabendo que o calor especifica molar a volume constante e dado
pela Eq:

, e para transição de fase temos

Sabendo que para fundir o gelo será necessário que a transição de fase
seja

333000

Para aquecer o gelo derretido de 0°C a 10°C temos

Calculando o calor removido da água
Combinando todos os valores encontrados temos que o somatório do todos os Q=0

Como cada cubo de gelo tem
cubos de gelo.

acrescentando

52) Dois blocos metálicos são isolados de seu ambiente. O primeiro bloco, que tem
massa m1 = 3,16 kg e temperatura inicial T1 = 17 °C tem um calor específico quatro

vezes maior do que o segundo bloco. Este está a uma temperatura inicial T2 = 47 °C e
seu coeficiente de dilatação linear é 15 x 10-6/ °C. Quando os dois blocos são
colocados juntos e alcançam seu equilíbrio térmico, a área de uma face do segundo
bloco diminui em 0, 0300 %. Encontre a massa deste bloco.
O problema fala de dois blocos metálicos que são isolados de seus ambientes se
pensamos nos dois blocos unidos onde sua A2f e T equivalente, desconsiderando as
perdas de energia, o calor cedido pelo bloco 2(Q2) somado ao calor recebido pelo
bloco 1 (Q1) deve ser nulo.

A temperatura de equilíbrio pode ser calculada sabendo a variação da área de face do
bloco 2 sabendo que a área do bloco 2 diminui 0,03% temos assim:

Substituindo as áreas (A) por (

), onde quadrado e lado vez

lado.

Assim podemos analisar a equação térmica do bloco 2:

Combinado as equações (2) em (1 ) nos da que:

Agora pratique
53) (UNIRIO) Um bloco de certo metal tem seu volume dilatado de 200cm3 para
206cm3, quanto sua temperatura aumenta de 20ºC para 520ºC. Se um fio deste
mesmo metal, tendo 10cm de comprimento a 20ºC, for aquecido até a temperatura de
520ºC, então seu comprimento em centímetro passará a valer:
a) 10,1
b) 10,2
c) 10,3
d) 10,6
e) 11,2
54) (UDESC) Um recipiente para líquidos com capacidade para 120 litros, é

completamente cheio a uma temperatura de 10°C. Esse recipiente é levado para um
local onde a temperatura é de 30°C. Sendo o coeficiente de dilatação volumétrica do
líquido igual a 1,2 x 10-3 (°C)-1, e considerando desprezível a variação de volume do
recipiente, a quantidade de líquido derramado em litros é:
a) 0,024
b) 0,24
c) 2,88
d) 4,32
e) 5,76
55) (ITA) Um bulbo de vidro cujo coeficiente de dilatação linear é 3 x 10-6 °C-1 está
ligado a um capilar do mesmo material. À temperatura de -10,0°C a área da secção do
capilar é 3,0 x 10-4cm2 e todo o mercúrio, cujo coeficiente de dilatação volumétrico é
180 x 10-6 °C-1, ocupa o volume total do bulbo, que a esta temperatura é 0,500cm3. O
comprimento da coluna de mercúrio a 90,0°C será:
a) 270mm
b) 257mm
c) 285mm
d) 300mm
e) 540mm
56) (UNIRIO) Um industrial propôs construir termômetros comuns de vidro, para medir
temperaturas ambientes entre 1°C e 40°C, substituindo o mercúrio por água destilada.
Cristóvão, um físico, se opôs, justificando que as leituras no termômetro não seriam
confiáveis, porque:
a) a perda de calor por radiação é grande;
b) o coeficiente de dilatação da água é constante no intervalo de 0°C a 100°C;
c) o coeficiente de dilatação da água entre 0°C e 4°C é negativo;
d) o calor específico do vidro é maior que o da água;
e) há necessidade de um tubo capilar de altura aproximadamente 13 vezes maior do
que o exigido pelo mercúrio.
57) (PUC-RIO 2007) Uma chapa quadrada, feita de um material encontrado no
planeta Marte, tem área A = 100,0 cm² a uma temperatura de 100 ºC. A uma
temperatura de 0,0 ºC, qual será a área da chapa em cm²? Considere que o
coeficiente de expansão linear do material é α = 2,0 x 10−3 / ºC.
A)
B)
C)
D)
E)

74,0
64,0
54,0
44,0
34,0

Gabarito:
53) A

54) C 55) C

56) C 57) B