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N-115

REV. G

10 / 2012

Fabricação e Montagem de Tubulações
Metálicas
Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do
texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a
responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e
enumerações.

CONTEC
Comissão de Normalização
Técnica

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que
deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma
eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve
ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela
Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de
caráter impositivo.
Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições
previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da
PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter
não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

SC - 17
Tubulação

Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
CONTEC - Subcomissão Autora.
As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a
seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os
trabalhos para alteração desta Norma.
“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO
S.A. - PETROBRAS, de uso interno na PETROBRAS, e qualquer
reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e
expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da
legislação pertinente, através da qual serão imputadas as
responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante
cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito
intelectual e propriedade industrial.”

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são
comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas
Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as
Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos
representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a
cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são
elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas
sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
PROPRIEDADE DA PETROBRAS

77 páginas, Índice de Revisões e GT

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Sumário
1 Escopo................................................................................................................................................. 6
2 Referências Normativas ...................................................................................................................... 6
3 Termos e Definições............................................................................................................................ 9
4 Condições Gerais .............................................................................................................................. 11
5 Recebimento, Armazenamento e Preservação de Materiais............................................................ 15
5.1 Controle do Material Recebido............................................................................................. 15
5.2 Amostragem ......................................................................................................................... 16
5.3 Tubos ................................................................................................................................... 17
5.4 Flanges................................................................................................................................. 17
5.5 Conexões ............................................................................................................................. 18
5.6 Válvulas................................................................................................................................ 19
5.7 Purgadores........................................................................................................................... 20
5.8 Juntas de Vedação............................................................................................................... 21
5.9 Juntas de Expansão............................................................................................................. 21
5.10 Filtros.................................................................................................................................. 22
5.11 Peças de Inserção entre Flanges - PETROBRAS N-120 .................................................. 23
5.12 Parafusos e Porcas ............................................................................................................ 23
5.13 Suportes de Mola ............................................................................................................... 24
5.14 Outros Componentes de Tubulação .................................................................................. 24
6 Fabricação ......................................................................................................................................... 24
7 Montagem.......................................................................................................................................... 26
7.1 Geral..................................................................................................................................... 26
7.2 Suportes, Apoios e Restrições Metálicas - PETROBRAS N-1758 ...................................... 33
7.3 Flanges................................................................................................................................. 33
7.4 Válvulas................................................................................................................................ 34
7.5 Juntas de Vedação - Parafusos Estojos .............................................................................. 35
7.6 Montagem e Controle de Torque de Estojos ....................................................................... 35
7.7 Ligações Roscadas .............................................................................................................. 36
7.8 Juntas de Expansão............................................................................................................. 37
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7.9 Purgadores de Vapor ........................................................................................................... 37
7.10 Linha de Aquecimento a Vapor (“Steam Tracing”) ............................................................ 37
7.11 Tubulações Enterradas ...................................................................................................... 38
8 Soldagem........................................................................................................................................... 38
9 Inspeção ............................................................................................................................................ 40
9.1 Ensaios não Destrutivos ...................................................................................................... 40
9.2 Teste de Estanqueidade ...................................................................................................... 41
9.3 Medição de Dureza .............................................................................................................. 41
10 Tratamentos Térmicos..................................................................................................................... 44
10.1 Requisitos Gerais ............................................................................................................... 44
10.2 TT em Forno....................................................................................................................... 44
10.3 TT Localizado..................................................................................................................... 45
11 Teste de Pressão ............................................................................................................................ 45
11.1 Considerações de Segurança............................................................................................ 45
11.2 Preliminares do Teste ........................................................................................................ 46
11.3 Temperatura de Teste........................................................................................................ 49
11.4 Fluido de Teste................................................................................................................... 49
11.5 Pressão de Teste ............................................................................................................... 50
11.6 Aplicação da Pressão, Constatação de Vazamentos e Final de Teste ............................. 50
11.7 Teste de Tubulações Durante a Manutenção.................................................................... 51
12 Condicionamento............................................................................................................................. 52
12.1 Verificações Finais ............................................................................................................. 52
12.2 Limpeza dos Sistemas ....................................................................................................... 52
12.2.1 Geral .......................................................................................................................... 52
12.2.2 Limpeza com Água .................................................................................................... 53
12.2.3 Limpeza de Sistemas de Ar de Instrumentos ............................................................ 53
12.2.4 Limpeza com Vapor ................................................................................................... 54
12.2.5 Limpeza Química ....................................................................................................... 54
12.2.6 Limpeza com Óleo (“Flushing”).................................................................................. 55
12.3 Secagem ............................................................................................................................ 55
13 Documentação ................................................................................................................................ 56
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14 Aceitação e Rejeição....................................................................................................................... 57
Anexo A - Exames Requeridos na Inspeção de Solda de Tubulações................................................. 58
Anexo B - Amostragem ......................................................................................................................... 64
Anexo C - Procedimentos de Execução................................................................................................ 67
Anexo D - Identificação por Cores ........................................................................................................ 71

Figuras
Figura 1 - Tolerâncias Dimensionais..................................................................................................... 13
Figura 2 - Boca-de-Lobo Penetrante..................................................................................................... 27
Figura 3 - Boca-de-Lobo Sobreposta .................................................................................................... 28
Figura 4 - Montagem dos “Cachorros” .................................................................................................. 31
Figura 5 - “Batoque” .............................................................................................................................. 32
Figura 6 - Folga em Junta Tipo Encaixe para Solda............................................................................. 39
Figura D.1 - Faixas ................................................................................................................................ 71
Figura D.2 - Chapas .............................................................................................................................. 72
Figura D.3 - Tubo .................................................................................................................................. 72
Figura D.4 - Barra.................................................................................................................................. 73
Figura D.5 - Joelho ................................................................................................................................ 73
Figura D.6 - Tê para Solda de Topo...................................................................................................... 73
Figura D.7 - Luva................................................................................................................................... 74
Figura D.8 - Tê para Encaixe de Solda ................................................................................................. 74
Figura D.9 - Flange................................................................................................................................ 74
Figura D.10 - Curva ............................................................................................................................... 75
Figura D.11 - Válvula............................................................................................................................. 75

Tabelas
Tabela 1- Critério de Medição de Dureza para Serviço com H2S......................................................... 43
Tabela A.1 - Classes de Inspeção para Tubulações Conforme ASME B31.3...................................... 59
Tabela A.2 - Tipo e Extensão do Exame por Tipo de Solda ................................................................. 60
Tabela B.1 - Codificação de Amostragem............................................................................................. 64

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.......................2 ........................ 77 5 ...Baseado na Qualidade Limite para o Risco do Consumidor Aproximadamente Igual a 5 %...............................................-PÚBLICO- N-115 REV......................Código de Cores para Indentificação de Materiais de Tubulação ... G 10 / 2012 Tabela B....1 .Plano de Amostragem Simples ... 65 Tabela D..

com Vapor. condicionamento. exceto às instalações de dutos citadas em 1.4 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas. conforme o estabelecido na PETROBRAS N-57. parques de armazenamento e instalações auxiliares.Sistemas de Purga de Vapor em Tubulações e Equipamentos. Norma Regulamentadora no 18 (NR-18) . f) oleodutos e gasodutos.3 Esta Norma se aplica às atividades previstas em 1. Para referências datadas.Filtro Temporário e Filtro Gaveta para Tubulação. Segregação. G 10 / 2012 1 Escopo 1. PETROBRAS N-42 . conforme estabelecido na PETROBRAS N-57. aplicam-se somente as edições citadas.1 (ver PETROBRAS N-464 e N-462). inspeção e testes de tubulações metálicas em unidades industriais. aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos. bases de armazenamento. PETROBRAS N-120 . PETROBRAS N-116 . 6 . 1. PETROBRAS N-12 .1 iniciadas a partir da data de sua edição. compreendendo: instalações de exploração e produção em plataformas marítimas. instalações de superfície de dutos. áreas de utilidades. manutenção. 1. PETROBRAS N-118 . PETROBRAS N-57 . áreas de processo. b) instalações de lançadores/recebedores de PIGs. estações de bombeamento.1 Esta Norma fixa as condições mínimas exigíveis para a fabricação. b) tubulações metálicas que sejam específicas de sistemas de instrumentação e controle. 2 Referências Normativas Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. e) tubulações pertencentes a equipamentos fornecidos pelo sistema de “pacote” (compactos).Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção.Acondicionamento e Embalagem de Válvulas.Peças de Inserção entre Flanges.Soldagem.2 Esta Norma não se aplica a: a) tubulações não metálicas. PETROBRAS N-133 . Escoamento e Tratamento Preliminar de Efluentes Líquidos de Instalações Terrestres. terminais. tais como: a) instalações de válvulas intermediárias de bloqueio e/ou retenção. PETROBRAS N-38 . d) tubulações de drenagem industrial de instalações terrestres normalizadas pela PETROBRAS N-38. 1.Projeto de Sistema de Equipamento e Instrumentação.-PÚBLICO- N-115 REV. montagem.Critérios para Projetos de Drenagem. c) tubulações de despejos sanitários. Aquecimento Externo de Tubulação. estações de compressão e estações reguladoras de pressão e de medição de vazão de gás (“city-gates”). Para referências não datadas.Projeto Mecânico de Tubulações Industriais.

PETROBRAS N-1593 .Ensaio Não Destrutivo .Estocagem de Tubo em Área Descoberta.-PÚBLICO- N-115 REV.Ensaio Não Destrutivo .Líquido Penetrante.Ensaio Não Destrutivo . PETROBRAS N-1673 . PETROBRAS N-2821 . ABNT NBR 6494 .Terminologia Soldagem.Ligas Metálicas e Metais .Montagem de Vaso de Pressão.Ensaio Não Destrutivo .Guia para Inspeção por Amostragem no Controle e Certificação de Qualidade.Ensaio Não Destrutivo .Ensaio Não Destrutivo . PETROBRAS N-1598 . ABNT NBR 5425 .Estanqueidade.Planos de Amostragem e Procedimentos na Inspeção por Atributos.Ensaios Pessoal. Construção. PETROBRAS N-1591 .Critérios para a Qualificação e Certificação de Inspetores de Soldagem.Suporte.Identificação através de Testes pelo Ímã e por Pontos. Pré-Comissionamento de Dutos Rígidos Submarinos. PETROBRAS N-2163 . Montagem e Condicionamento de Duto Terrestre. ABNT NBR 14842 .Radiografia. PETROBRAS N-1758 .Ultrassom em Solda. PETROBRAS N-1594 .Partículas Magnéticas. PETROBRAS N-2820 .Medição de Espessura em Serviço de Tubulações e Acessórios com Uso de Radiografia Computadorizada. PETROBRAS N-2719 . ABNT NBR 5427 . Não 7 Destrutivos .Ensaio Não Destrutivo .Radiografia Industrial . PETROBRAS N-462 .Ensaio Não Destrutivo . PETROBRAS N-1882 .Qualificação e Certificação de .Soldagem e Trepanação em Equipamentos.Critérios de Cálculo Mecânico de Tubulação. Apoio e Restrição para Tubulação.Ensaio Não Destrutivo . PETROBRAS N-1596 . ABNT NBR NM ISO 9712 . ABNT NBR 5426 . PETROBRAS N-1592 . Montagem.Radiografia Computadorizada em Juntas Soldadas.Construção.Guia para Utilização da Norma ABNT NBR 5426.Critérios para Elaboração de Projetos de Instrumentação.Fabricação. PETROBRAS N-1595 . Instalação e PETROBRAS N-464 . G 10 / 2012 PETROBRAS N-269 .Segurança nos Andaimes.Visual. Tubulações Industriais e Dutos em Operação. PETROBRAS N-1693 .Identificação de Materiais.Critérios para Padronização de Material de Tubulação. PETROBRAS N-1438 . PETROBRAS N-1597 .

Pipeline Transportation Systems for Liquid Hydrocarbons and Others Liquids.Forged Fittings.Rules for Construction of Pressure Vessels.Petroleum and Natural Gas Industries . Rating.Standard Test Method for Knoop and Vickers Hardness of Materials. ASME B31.47 .3 .Part 2: Cracking-Resistant Carbon and Low-Alloy Steels. and Welding and Brazin Operators Welding and Brazin Qualifications. ASME B31.Gas Transmission and Distribution Piping Systems.Conformity Assessment .Standard Test Method for Portable Hardness Testing by the Ultrasonic Contact Impedance Method.Paints and Varnishes . ISO 15156-3 .Piping Inspection Code: In-Service Inspection.Corrosion Protection of Steel Structures by Protective Paint Systems . ASME PCC-1 . API RP 686 .Materials for Use in H2S-Containing Environments in Oil and Gas Production .-PÚBLICO- N-115 REV.5 . ASME BPVC Section IX .1 .Recommended Practices for Machinery Installation and Installation Design. ASTM E10 .Power Piping.Petroleum and Natural Gas Industries . ASME B31.Part 2: Classification of Environments. and Alteration of Piping Systems.Material Verification Program for New and Existing Alloy Piping System.Standard Test Method for Brinell Hardness of Metallic Materials.Pipe Flanges and Flanged Fittings NPS 1/2 through NPS 24Metric/Inch Standard. Brazers.Avoiding Environmental Cracking in Amine Units. and the Use of Cast Irons. ISO 15156-1 . ASME B16.General Requirements for Bodies Operating Certification of Persons. G 10 / 2012 ISO 12944-2 . API 570 . API RP 945 . Repair.Guidelines for Pressure Boundary Bolted Flange Joint Assembly.Materials for Use in H2S-Containing Environments in Oil and Gas Production . Division 1 .Process Piping.Large Diameter Steel Flanges NPS 26 through NPS 60 Metric/Inch Standard. Socket-Welding and Threaded.4 . ASTM A833 . API RP 578 . ASTM E384 . ASME B16. ASME BPVC Section VIII. 8 .Qualification Standard for Welding and Brazing Procedures.Standard Practice for Indentation Hardness of Metallic Materials by Comparison Hardness Testers. Welders. ASTM A1038 . ISO 17024 .Petroleum and Natural Gas Industries . ISO 15156-2 .Part 1: General Principles for Selection of Cracking-Resistant Materials.11 . ASME B31. ASME B16.Materials for Use in H2S-Containing Environments in Oil and Gas Production .Part 3: Cracking-Resistant CRAs (CorrosionResistant Alloys) and Other Alloys.8 .

Methods and Controls to Prevent In-Service Environmental Cracking of Carbon Steel Weldments in Corrosive Petroleum Refining Environments. NACE MR0103 .4 dispositivos auxiliares de montagem dispositivos.1 certificado de qualidade de material registro dos resultados de ensaios. MSS SP-25 .Standard Marking System for Valves. operação ou hibernação 3. de acordo com qualquer dos detalhes de soldagem de tampos planos da ASME BPVC Section VIII.General Principles.10/D10. com a finalidade de garantir o alinhamento e ajuste das diversas partes a serem soldadas 3. exigidos pelas normas e realizados pelo fabricante do material 3.Qualification and Certification of NDT Personnel . Flanges and Unions. Flanges.2 chapa de bloqueio chapa de aço da mesma especificação do material da tubulação. G 10 / 2012 AWS D10. BSI BS EN 473 . 3.3 condicionamento conjunto de operações prévias necessárias para deixar as tubulações.Zinc-Rich Coating Type I Inorganic and Type II Organic.10M . testes e exames. Fittings and Other Piping Components . usada para bloquear o fluido no teste de pressão 3. equipamentos e sistemas em condições apropriadas para iniciar as atividades de pré-operação.Materials Resistant to Sulfide Stress Cracking in Corrosive Petroleum Refining Environments.Quality Standard for Steel Castings for Valves.Non-Destructive Testing . soldados ou não à tubulação. SSPC PAINT 20 .Recommended Practices for Local Heating of Welds in Piping and Tubing. soldada na extremidade da tubulação. usados provisoriamente. Fittings. NACE SP0472 .Steel Pipeline Flanges. 3 Termos e Definições Para os efeitos deste documento aplicam-se os seguintes termos e definições. Division 1.-PÚBLICO- N-115 REV. MSS SP-55 . MSS SP-44 .Visual Method for Evaluation of Surface Irregularities.5 END Ensaio Não Destrutivo 9 .

15 “P-number” (PN) agrupamento de materiais de base para soldagem baseado em sua soldabilidade conforme definido pelo ASME BPVC Section IX 3.8 inspeção de recebimento inspeção realizada. conforme definido pela PETROBRAS N-1438 3.12 LP (Líquido Penetrante) END com LP. conforme PETROBRAS N-1597 3.14 PM (Partícula Magnética) END com partículas magnéticas.-PÚBLICO- N-115 REV. conforme PETROBRAS N-1598 3.9 junta de vedação definitiva junta que se prevê ficar definitivamente instalada na tubulação desde a montagem até a operação 3.11 lote para amostragem conjunto de peças idênticas.10 junta de vedação provisória junta que se prevê ser substituída antes da entrada da tubulação em operação 3. segundo critério de amostragem preestabelecido. quando for o caso. conforme PETROBRAS N-1596 3. entregues numa mesma data. do mesmo fabricante e.16 procedimento de execução documento emitido pela empresa executante dos serviços que define os parâmetros e as suas condições de execução 10 .13 MS Metal de Solda. G 10 / 2012 3. onde são verificadas as características principais dos diversos materiais de tubulação.6 EV (Exame Visual) END de EV.7 fabricação montagem de peças (“spools”) de tubulações em fábricas ou oficinas de campo (“pipe shop”) 3. de uma mesma corrida 3. antes de sua aplicação 3.

definida pela média de uma série de medições efetuadas no reservatório. Para obras fora do Brasil a legislação de segurança pertinente deve ser seguida. armazenamento. G 10 / 2012 3. No Anexo A são definidos os critérios para seleção do tipo e extensão dos exames não destrutivos.20 temperatura de teste temperatura do líquido de teste. limpeza. O Anexo C apresenta um exemplo para o conteúdo básico dos procedimentos de execução.4 ou B31. elaborados em conformidade com esta Norma. Para teste pneumático. condicionamento. Onde houver referência à norma de projeto. 11 . B31.22 tubulação em serviço tubulação não desativada que já tenha operado. além dos requisitos contratuais referentes a segurança.24 ZAC Zona Afetada pelo Calor. TT.21 TT Tratamento Térmico 3.3. podendo estar ou não em operação no momento considerado 3. conforme PETROBRAS N-1595 ou N-2820 e N-2821 3. montagem.1 Os serviços de recebimento. com as padronizações de material de tubulação da PETROBRAS aplicável. conforme definido pela PETROBRAS N-1438 4 Condições Gerais 4. e com os requisitos de segurança previstos na ABNT NBR 6494. fabricação. NR-18 e nas normas PETROBRAS de segurança aplicáveis. que é montado em fábricas ou oficinas de campo (“pipe shop”) 3. ou 2 conexões. formado pelo menos por uma conexão e um trecho de tubo. inspeção e testes em sistemas e componentes de tubulação devem ser executados de acordo com os procedimentos correspondentes de execução.8 conforme aplicável.-PÚBLICO- N-115 REV. manutenção. B31.19 “spool” subconjunto de uma linha.17 RX (Radiografia) ensaio não destrutivo com radiografia. com os documentos de projeto. O Anexo B contém as orientações para o exame por amostragem dos componentes da tubulação. conforme PETROBRAS N-1594 3.1. é a temperatura do material da tubulação durante o teste 3. devem ser seguidos os preceitos dos ASME B31.18 sobrecomprimento comprimento adicional deixado nos “spools” fabricados visando permitir eventuais ajustes no campo 3.23 US (Ultrassom) END com US.

e não podem ser encobertas por tinta ou isolamento térmico. 4. 4. Inspetores nível 2 devem ser submetidos à aprovação da PETROBRAS. Para serviços executados fora do Brasil à qualificação e certificação devem ser de acordo com o estabelecido acima ou via entidades independentes que atendam aos requisitos da ISO 17024 e que operem em conformidade com as ABNT NBR NM ISO 9712 ou BSI BS EN 473. Neste caso a aprovação prévia da PETROBRAS é requerida.11 Antes da montagem deve ser verificado. 4. Para serviços executados fora do Brasil. graxas. 4.5 Os ENDs devem ser executados por pessoal qualificado pelo Sistema Nacional de Qualificação e Certificação (SNQC) em ENDs conforme ABNT NBR NM ISO 9712.9. se os suportes de tubulação (metálicos ou de concreto) estão de acordo com o projeto. Para ligações flangeadas. G 10 / 2012 4. 4. N-1594. pela Figura 1. a remoção de tintas e graxas deve ser feita com solvente. ou.7 Os consumíveis de soldagem devem ser manuseados de acordo com a PETROBRAS N-133. 12 .-PÚBLICO- N-115 REV. terra. Para o ensaio de identificação de ligas deve ser atendida também a API RP 578.10 As plaquetas de identificação de equipamentos e acessórios devem ser protegidas durante a montagem.3 Os ENDs devem ser executados conforme procedimentos elaborados de acordo com a PETROBRAS N-1591. utilizar sistema de qualificação definido no procedimento interno de qualificação de pessoal estabelecido pela área de certificação e inspeção do SEQUI. N-1592. tintas.8 Somente os materiais corretamente identificados. N-1597 e N-1598. 4.6 Devem ser utilizados somente inspetores de soldagem qualificados de acordo com a ABNT NBR 14842. 4. aprovados e liberados pela inspeção de recebimento podem ser empregados na fabricação e montagem. No caso de inspetor de soldagem nível 2 é requerida a qualificação pela norma de projeto aplicável.12 As tubulações devem ser fabricadas e montadas de acordo com o projeto e dentro das tolerâncias dimensionais estabelecidas pela norma de projeto. a qualificação e certificação devem obedecer a ABNT NBR 14842 ou entidades independentes que atendam aos requisitos da ISO 17024. N-1595. mossas e serrilhados.9 As peças.1 As extremidades a serem soldadas devem ser limpas de acordo com a PETROBRAS N-133. 4. 4. os tubos e os acessórios da tubulação devem ser limpos interna e externamente imediatamente antes da fabricação e da montagem. N-1596. Para modalidades de ENDs não contempladas pelo SNQC. 4.2 A soldagem deve ser planejada e executada conforme PETROBRAS N-133 e a Capitulo 8 desta Norma. topograficamente.2 As extremidades roscadas e flangeadas devem estar limpas e isentas de corrosão.9.4 A qualificação e certificação dos inspetores de soldagem devem obedecer a ABNT NBR 14842. N-1593. na falta desta. 4. 4.

5 mm. 7 .Desalinhamento dos furos por rotação do flange em relação a posição correta: 1.Ângulo de inclinação do flange em relação a linha de centro da tubulação: 90° ± 0. 1 1 5 .5 mm.Tolerâncias Dimensionais 13 . NOTA 2 As tolerâncias não são acumulativas. G 10 / 2012 7 1 6 1 .5° ou 1.5 mm. com pressão interna. 1 4 5 1 6 . o que for menor.Alinhamento da junção: 1. Figura 1 .Deslocamento do flange ou derivações da posição indicada no projeto: 1.Afastamento máximo do flange da posição indicada no projeto: 1.5 mm. 3 . medido da maneira indicada na Figura.-PÚBLICO- N-115 REV.5 mm de desvio na borda externa do flange. centro a centro: 3 mm.Em tubos curvados a diferença entre o máximo e o mínimo (achatamento) não pode ser maior que 8 % do diâmetro externo. e 3 % com pressão externa. 3 2 NOTA 1 Inclinação entre trechos soldados de uma mesma linha: 2 mm em 1 m.Tolerâncias para distâncias face a face. 4 . 1 5 2 .

20 A limpeza e remoção de escória das soldas. 14 . após a montagem do conjunto no campo.13 No curvamento dos tubos devem ser seguidos os requisitos da norma de projeto. deve ser executado de acordo com o método constante do procedimento de execução aprovado (ver Capitulo 10). 4. O reparo das juntas soldadas deve ser executado de acordo com o procedimento de soldagem aprovado e somente após a remoção total dos defeitos. bem como a remoção e inspeção das áreas de soldas de dispositivos auxiliares de montagem. Para tubos com revestimento. utilizados apenas para fins de montagem. Caso haja arrancamento de material.-PÚBLICO- N-115 REV. o revestimento só pode ser aplicado após o curvamento. As juntas devem também ter identificada a Especificação de Procedimento de Soldagem (EPS) utilizada. As juntas devem ter numeração seqüencial de modo a permitir a rastreabilidade de cada junta. devem ser completadas antes do teste de pressão da tubulação. 4. 4. soldados e tratados termicamente (ver 7. 4. 4. tomando-se o cuidado de não reduzir a espessura do tubo ou acessório. G 10 / 2012 4.16 Todas as juntas soldadas devem ser identificadas com o código do(s) soldador(es) ou operador(es) de soldagem conforme a PETROBRAS N-133.19 desta Norma.2) de acordo com o projeto e a norma de projeto.17 A remoção dos dispositivos auxiliares de montagem soldados deve ser feita de modo a evitar o arrancamento de material. 4. a área deve ser reparada conforme o 4. sendo dispensável a emissão de documento de Instrução de Execução e Inspeção de Soldagem (IEIS).19 A superfície do reparo deve ser submetida a exame por LP ou partículas magnéticas (PETROBRAS N-1596 ou N-1598).21 Em tubulações encamisadas devem ser seguidos os requisitos da norma de projeto. esse deve ser feito segundo procedimento de soldagem e por soldadores qualificados. Deve-se atentar para a necessidade de inspeção e teste das soldas do tubo interno.14 Os suportes devem ser montados.20.18 O TT. Em obras em que forem utilizados sistemas informatizados para o controle de execução de ENDs nas juntas soldadas. porém o raio mínimo da linha de centro deve estar conforme a PETROBRAS N-57. 4.20. As juntas devem ser identificadas também quando liberadas para soldagem e após a soldagem. devem ser removidos antes do teste de pressão do sistema de tubulações. e para o novo teste das ligações flangeadas. Deve ser feito exame complementar por meio de LP ou partículas magnéticas (PETROBRAS N-1596 ou N-1598). para assegurar a remoção total dos defeitos. 4. por conjunto de tubulação.15 A remoção dos reforços das soldas de topo pode ser feita por esmerilhamento. No caso de necessidade de reparo por solda. quando requerido. 4.1 Os suportes provisórios. antes da montagem da camisa. é suficiente a indicação da EPS a ser empregada em cada junta. sendo que a mesma identificação deve constar dos mapas de controle. exceto os suportes provisórios não soldados às linhas e necessários à execução do teste hidrostático (exemplo: linhas de gás). As juntas reparadas devem ser reinspecionadas e submetidas a novo TT nos casos assim especificados.2 As áreas de soldas de suportes provisórios e de dispositivos auxiliares de montagem devem ser esmerilhadas e examinadas visualmente de acordo com a PETROBRAS N-1597. 4.

1. Esse sistema deve incluir obrigatoriamente a existência de barreiras físicas como muros. devem ser instalados dispositivos de isolamento considerando os limites dos subsistemas na entrada e saída dos equipamentos. c) proceder a identificação de materiais. cercas ou telas. turbinas. 5 Recebimento.-PÚBLICO- N-115 REV. bombas e outros equipamentos que possam ser prejudicados por detritos e que não tenham sido isolados do sistema devem ser colocados filtros temporários de acordo com a PETROBRAS N-118. conferência e arquivamento da documentação de recebimento dos materiais. e) proceder a liberação dos materiais para as frentes de trabalho. pré-operação e início de operação.1 Controle do Material Recebido 5. Estes filtros devem ficar no sistema durante o teste de pressão. b) pessoal qualificado para execução dos testes de recebimento que forem exigidos nesta Norma e aqueles requeridos na documentação de compra ou no procedimento de recebimento. 15 .2 Cabe a estrutura de recebimento e armazenamento dos materiais as tarefas de: a) verificar se a documentação do fornecedor está de acordo com os requisitos de compra. Em caso de avarias a estrutura de recebimento e armazenamento deve descrever o estado do produto e proceder ao armazenamento ou devolução conforme o caso. compressores.1. para ambientes classificados como C5-I e C5-M de acordo com a ISO 12944-2.25 Para reparos em tubulações em operação. A identificação de materiais deve ser de acordo como o 5.26 A pintura e isolamento térmico devem seguir as prescrições das normas PETROBRAS aplicáveis ao projeto. devem ser seguidos os requisitos da PETROBRAS N-2163.4 desta Norma.23 Em casos especiais em que não seja admitida qualquer contaminação pelo fluido de limpeza ou de teste. sendo requerido: área coberta ao abrigo de intempéries ou uso de medidas para evitar o contato do material com a atmosfera agressiva ou acompanhamento periódico da corrosão dos equipamentos. alteração ou reclassificação de tubulações em serviço.1 É obrigatória uma estrutura de recebimento e armazenamento dos materiais que tenha no mínimo: a) pessoal apto para realizar o manuseio. b) verificar se a embalagem/suportação do produto apresenta avarias. c) sistema de arquivamento da documentação de compra e recebimento de materiais.1. 4. 4. O armazenamento dos materiais deve ser de acordo como 5. 4. limpeza.24 Para reparo. d) proceder ao armazenamento físico dos materiais de forma a permitir a rastreabilidade dos materiais com os documentos de recebimento.22 Na entrada de vasos. Armazenamento e Preservação de Materiais 5. 5. [Prática Recomendada] 4. de acordo com procedimento que permita o rastreamento do material nas frentes de trabalho. G 10 / 2012 4. d) infra-estrutura adequada para armazenamento adequado dos materiais. e) sistema de controle de acesso às áreas de armazenamento que evite o trânsito de pessoal não autorizado nas áreas de armazenamento. recomendam-se adotar as orientações da API 570.1.3 desta Norma. ou sua interligação com tubulações novas.

entretanto. podendo ser empregadas como ferramentas auxiliares.1. d) teste de reconhecimento de aços e ligas metálicas. conforme API RP 578. de forma a evitar o risco de contaminação.14 desta Norma. sendo permitido.2. 5. ligas de níquel ou titânio e suas ligas devem ser armazenados.2.2.1 Nos itens onde for requerida a inspeção por amostragem. Todos os materiais devem ser identificados com código de cores.2 O tamanho da amostra para verificação das características dos componentes deve ser dado pelo nível geral de inspeção II.4 Cuidados mínimos requeridos no armazenamento: a) os materiais de aço inoxidável. e os valores limites de aceitação e rejeição.1. para os casos em que se supõe que a qualidade do produto é superior àquela especificada.3 A identificação de materiais envolve as seguintes etapas: a) inspeção dos materiais de acordo com os 5. determinação do seu tamanho. todos para o plano de amostragem simples.-PÚBLICO- N-115 REV. e requisitos de compra ou decorrentes do procedimento de recebimento. Em ambos os casos os resultados devem permitir o confronto com a composição química requerida do material. plano de amostragem simples e risco do consumidor 5 %. e) após identificação marcar de forma indelével o tipo de material identificado. constantes na ABNT NBR 5427 para a seleção do tamanho das amostras e os valores limites de aceitação e rejeição.1. b) os materiais rejeitados nas inspeções feitas conforme o 5.3 a 5. Para sua aplicação devem ser consultadas as tabelas de planos de amostragem duplo ou múltiplo baseadas na qualidade-limite. Deve ser utilizado um método quantitativo.3 O Anexo B desta Norma resume os dados necessários para a seleção do código literal da amostra.2 Amostragem 5. Esta inspeção deve ser feita antes de sua aplicação na fabricação ou montagem.2.3 devem ser identificados e segregados dos demais materiais para evitar risco de uso indevido. para todos os materiais (exceto os de aço-carbono). para o risco de consumidor 5 %. A identificação deve permitir rastreabilidade com o certificado. manuseados e processados totalmente segregados dos demais materiais. 5. c) inspeção visual dos materiais fundidos conforme MSS SP-55. [Prática Recomendada] 16 . As ABNT NBR 5425 e ABNT NBR 5427 apresentam informações complementares visando facilitar a aplicação da inspeção por amostragem da ABNT NBR 5426. o método qualitativo de teste por pontos conforme PETROBRAS N-1591. o uso de planos de amostragem dupla ou múltipla podem reduzir o tamanho da amostra. QL10. G 10 / 2012 5. 5. b) identificação dos materiais recebidos de acordo com o procedimento aplicável. exceto para os casos citados a seguir: a) tubos ASTM A 53 e ASTM A 120: adotar QL 15.4 Recomenda-se que. esta deve ser executada conforme estabelecido na ABNT NBR 5426. 5. seguindo as orientações do Anexo D. 5. b) juntas com enchimento e juntas de anel: adotar QL 4.

com graxa anticorrosiva e com luva plástica. G 10 / 2012 5. normas e procedimentos aplicáveis: a) b) c) d) diâmetro interno e externo.5 Os biséis dos tubos devem ser protegidos.3. classe de pressão. esta identificação deve ser transferida para os demais. perpendicularidade do plano de boca.5.3. diâmetro e espessura.2) se as seguintes características dos tubos estão de acordo com as especificações. por pintura.4 Flanges 5.3. placa (TAG) do instrumento (para flanges de orifício) e marca do fabricante.2 Devem ser verificados os certificados de qualidade de material de todos os flanges. estado das superfícies internas e externas (mossa e corrosão). 5. 5. em confronto com a especificação aplicável. espessura do pescoço. espessura. Se o lote possuir apenas um tubo identificado. 5.47 e MSS SP-25 ou MSS SP-44 e com as seguintes características: tipos de face. altura e diâmetro externo do ressalto. quando exigido. por amostragem (ver 5. de acordo com o Anexo D e têm identificação estampada de acordo com a especificação dos ASME B16. 17 . devendo ser esta proteção verificada a cada 6 meses.3 Deve ser verificado. luva de aço ou tiras de borracha. chanfro ou extremidades roscadas.3. empenamento. 5.1 Devem ser verificados se todos os flanges estão identificados. especificação do material. profundidade.4. 5. ASME B16.1 Devem ser verificados se todos os tubos estão identificados. 5.4 Os tubos devem ser armazenados de acordo com a PETROBRAS N-2719.4. estado do revestimento. no recebimento. diâmetro nominal.3. contra corrosão.3 Tubos 5. reforço das soldas. com aplicação de uma fina película de revestimento orgânico transparente e removível.4.-PÚBLICO- N-115 REV. de acordo com o Anexo D e com as seguintes informações: especificação completa do material.3. por pintura.6 As extremidades rosqueadas devem ser protegidas. por amostragem (ver 5. diâmetro. normas e procedimentos aplicáveis: a) b) c) d) e) f) g) h) i) espessura. Adicionalmente. no recebimento.2 Devem ser verificados certificados de qualidade do material de todos os tubos. circularidade em ambas as extremidades.2). inclusive o laudo radiográfico de tubos com costura e o certificado do TT. 5. se as seguintes características dos flanges estão de acordo com as especificações. tipo e passo de ranhura e rugosidade. o armazenamento dos tubos revestidos internamente deve seguir a orientação do fabricante. em confronto com a especificação aplicável.3 Devem ser verificadas. 5.

estado geral da galvanização ou revestimento quanto a falhas. utilizando uma fina película de revestimento orgânico transparente e removível.3 Deve ser verificado. tipo e marca do fabricante. e se estão devidamente protegidas. estado das roscas quanto a amassamentos. l) dureza das faces dos flanges para juntas tipo anel (FJA). j) estado dos revestimentos quanto a falhas ou falta de aderência. normas e procedimentos aplicáveis: a) b) c) d) e) f) g) h) diâmetro nas extremidades. 5. 5. quando exigido. encaixe para solda. diâmetro. 5.5. se está em bom estado. inclusive o laudo radiográfico e o certificado de TT de todas as conexões. 5.4. distância centro-face. rebaixo para junta de anel.5 Os biséis dos flanges devem ser protegidos no recebimento contra corrosão. classe de pressão ou espessura. chanfro. em confronto com as especificações aplicáveis. sem mossas ou corrosão. ou rosca (tipo e passo).5. k) furação.4.5.6 As faces e roscas devem ser protegidas contra corrosão e avarias mecânicas via: a) um revestimento anti-corrosivo.2 Devem ser verificados os certificados de qualidade do material. de acordo com o Anexo D e estão identificadas com os seguintes dados: a) b) c) d) especificação completa do material. c) uso de placas de material não metálico afixadas aos flanges por meio de parafusos/arame galvanizado. se as seguintes características das conexões estão de acordo com as especificações. corrosão. G 10 / 2012 e) f) g) h) i) estado da face dos flanges. trincas e soldas provisórias. b) graxa anti-corrosica. NOTA No caso das soluções descritas em a) ou b) à proteção anti-corrosiva deve ser feita no recebimento e a cada 90 dias. espessura.-PÚBLICO- N-115 REV. 18 . por pintura. circularidade.5 Conexões 5.2).4. estado da superfície quanto a amassamentos. chanfro ou encaixe para solda ou rosca (tipo e passo). angularidade das curvas.4 Deve ser verificado em todos os flanges se existem trincas ou deformações bem como o estado geral da face.1 Deve ser verificado se todas as conexões estão identificados. espessura da aba. por amostragem (ver 5. 5. conforme PETROBRAS N-1693. corrosão e rebarbas. 5.

1 Teste em 100 % dos materiais das válvulas (corpo e internos) que são acessíveis para a execução do teste sem necessidade de desmontagem da válvula (geralmente aplicável para válvulas com diâmetro nominal acima de 3”). área mínima de passagem. normas e procedimentos aplicáveis: a) b) c) d) e) f) g) h) diâmetro das extremidades. 5. em confronto com a especificação aplicável. 5. chanfro ou encaixe para solda.5. 5. 5. classe de pressão.4 Deve ser verificado. conforme os 5.6. por pintura.5. bem como deve ser verificado o relatório do teste de reconhecimento de aços e ligas metálicas.6. no recebimento.1 e 5. k) conformidade dos reforços do corpo (“bosses”) e das aberturas para soldas de encaixe ou roscas com a especificação. se as seguintes características das válvulas estão de acordo com as especificações. de acordo com o Anexo D e estão com a identificação estampada de acordo com a codificação de projeto. por amostragem (ver 5.6. j) estado do engaxetamento das válvulas e sua conformidade com a especificação.5 O teste de reconhecimento de aços e ligas metálicas deve ser executado em todos os componentes das válvulas que não sejam de aço-carbono.2 Devem ser verificados os certificados de qualidade de todos os componentes submetidos à pressão e dos internos.3 Devem ser verificados os certificados de teste hidrostático e vedação. 19 . 5.6. utilizando graxa anticorrosiva ou uma fina película de revestimento orgânico transparente e removível.6 O armazenamento deve ser feito de modo a evitar acúmulo de água dentro das conexões e contato direto entre elas ou com o solo.5. G 10 / 2012 5. distância face a face.4).2. com aplicação de uma fina película de revestimento orgânico transparente e removível. contra corrosão.-PÚBLICO- N-115 REV. no recebimento.1 Deve ser verificado se todas as válvulas estão identificados. l) revestimento interno.4 Os biséis das conexões devem ser protegidos.5 As roscas das conexões devem ser protegidas. 5.6.6. m) Indicação de sentido de fluxo no corpo da válvula. 5. amassamento e falhas de fundição.5. 5.5. estado da superfície do corpo da válvula quanto a corrosão.5.2).6 Válvulas 5.6. i) existência de empenamento da haste e o aspecto geral do volante. flanges (ver 5. roscas (tipo e passo).6.

1 Deve ser verificado se todos os purgadores estão identificados por plaqueta. a partir deste. a periodicidade deve ser reduzida em caso de chuvas freqüentes ou em locais com ação de maresia. Para as válvulas não abrigadas.7.1 Teste em 100 % das válvulas cujos testes na fábrica não tiveram acompanhamento de representante da PETROBRAS.1.3 Devem ser verificadas.6.6. sendo esta preservação efetuada no ato do recebimento e a cada 180 dias.6. no recebimento. esta indicação deve ser providenciada.-PÚBLICO- N-115 REV.8 Caso ocorra rejeição de alguma válvula por um dos testes citados nos 5. 5. O teste dos internos deve ser realizado por amostragem.7 Purgadores 5. 5. Onde houver evidência de que o transporte não foi realizado de maneira apropriada.6. Os testes devem seguir os mesmos parâmetros dos testes executados durante a fabricação. G 10 / 2012 5. 5.6. parafusos. biséis.6. por amostragem (ver 5. 5. tipo de válvula. sendo efetuada no ato do recebimento (caso necessário) e.1.6. devem estar permanentemente protegidas com graxa antioxidante. No caso de falta. em alta e baixa pressão. Por esse motivo o recebimento das mesmas deve ser acompanhado por representante da fiscalização da PETROBRAS.6.6. hastes. devem ser executados.6.6. nível geral de inspeção II.5. 5. Para a determinação do tamanho do lote as válvulas devem ser agrupadas por fornecedor e tipo de válvula.1 e 5.2.6.6. castelo e parafusos. 5. a cada 90 dias quando expostas a intempéries. contendo as seguintes características: tipo do purgador. ou a cada 180 dias quando armazenadas em local abrigado.5. conforme aplicável) devem ser executados em 100 % das válvulas. pinos.6. nível geral de inspeção II. sendo o tamanho da amostra definido conforme Tabela B.6.2 Deve ser verificado se consta no corpo de todos os purgadores a indicação do sentido do fluxo. as válvulas devem ser 100 % testadas. outras 2 válvulas do mesmo lote devem ser testadas.6.2 ou 5. sendo o tamanho da amostra definido conforme Tabela B. Caso alguma válvula seja rejeitada nessa segunda amostragem todas as válvulas daquele fornecedor devem ser testadas. caixas de redução.7 A execução dos exames por amostragem conforme 5.6. 5.2 é aplicável somente onde houver evidência de que o transporte das válvulas foi realizado de maneira apropriada.2).6. onde o teste dos internos implica na desmontagem das válvulas. diâmetro e classe de pressão. 5. conforme os 5. classe de pressão.7.2 Para válvulas de diâmetros menores. diâmetro e classe de pressão.6. 5.6 Os testes de pressão do corpo e de vedação.10 Os internos.2 Válvulas que foram testadas em fábrica com acompanhamento de representante da PETROBRAS devem ser testadas por amostragem.2. material e existência de filtro. os testes dos materiais prontamente acessíveis (como corpo. porcas. as seguintes características do purgador: 20 .9 A preservação e a embalagem das válvulas devem estar de acordo com a PETROBRAS N-12. engrenagens externas e outras superfícies não pintadas. Para a determinação do tamanho do lote as válvulas devem ser agrupadas por fornecedor. 5.7. tais como roscas. independente do tipo.

5. 5. anéis de equalização. normas e procedimentos aplicáveis: a) b) c) d) e) f) g) h) i) distância entre extremidades. classe de pressão. 5. tipo de junta. 5.-PÚBLICO- N-115 REV. pantógrafo. estado geral das peças da junta quanto a trincas. material do enchimento. onde não são admitidos quaisquer defeitos. por amostragem (ver 5. se as seguintes características da junta estão de acordo com as especificações. passo (juntas espiraladas ou corrugadas). 21 .1 Deve ser verificado se todas as juntas estão identificadas. 5.2). também.4 Deve ser verificada a compatibilidade do certificado de qualidade do material de todas as juntas de vedação com a especificação aplicada. 5.1 Deve ser verificado se todas as juntas de expansão estão identificadas por plaqueta de acordo com a codificação do projeto.9. principalmente na região do fole.8. principalmente a distância entre as extremidades. avarias mecânicas e trincas. G 10 / 2012 a) dimensões do purgador. protegidos contra avarias mecânicas e oxidação. diâmetro interno e externo. b) estado geral e limpeza do purgador.8. normas e procedimentos aplicáveis: a) b) c) d) e) f) espessura. diâmetros. extremidades (flanges e solda de topo).8.9 Juntas de Expansão 5. quanto à corrosão. j) estado das gaxetas das juntas de expansão.2 Deve ser verificado em todas as juntas tipo anel o estado da superfície. conforme PETROBRAS N-1693.8. avarias mecânicas e trincas.9.8 Juntas de Vedação 5.5 O armazenamento das juntas deve ser feito em local abrigado de modo a evitar amassamentos. 5. amassamento. ser protegidas contra corrosão.8. o padrão dimensional de fabricação e marca do fabricante.3 Deve ser verificado. amassamentos e corrosão. dureza da junta tipo anel (JA). 5.2 Deve ser verificado em todas as juntas de expansão se as seguintes características estão de acordo com as especificações. soldas. diâmetro de extremidades. todas as dimensões da junta. travamento. As juntas metálicas devem. devendo estar de acordo com o catálogo do fabricante.7. tirantes.4 O armazenamento de purgadores deve ser feito em local abrigado em sua embalagem original ou em prateleiras. espaçadores das juntas metálicas (diâmetro externo e espessura). contendo as seguintes características: material.

6. temperatura e deslocamento). n) memória de cálculo. mantendo-se tirantes ou outros dispositivos provisórios de travamento fornecidos pelo próprio fabricante.9. 5.6. extremidades.10.2 Devem ser verificadas.6 O armazenamento das juntas de expansão deve ser feito em área abrigada de modo a evitar danos.9.9. o) compatibilidade com as condições de projeto (pressão.4 As faces usinadas dos flanges das juntas de expansão devem ser protegidas contra corrosão conforme recomendado no 5. 5.1 Devem ser verificados se todos os filtros estão identificados de acordo com a codificação do projeto. p) refração interna.3 Deve ser verificada a compatibilidade dos certificados de qualidade do material de todas as juntas de expansão com a especificação aplicada. 22 . q) isolamento externo.6. 5. 5. no recebimento.4. 5. 5. certificação de teste. concordância do elemento filtrante com as normas de projeto e o seu estado. utilizando uma fina película de revestimento orgânico transparente e removível.9.4.-PÚBLICO- N-115 REV. as ligações aparafusadas dos anéis de equalização (quando existirem) e as articulações das juntas de expansão devem ser protegidas contra corrosão da mesma forma conforme determinado no 5.4.2). utilizando uma fina película de revestimento orgânico transparente e removível.5 Os biséis das extremidades das juntas de expansão devem ser protegidos contra corrosão no recebimento. conforme valores de projeto.7 As roscas dos tirantes de travamento.4 As faces usinadas dos filtros devem ser protegidas contra corrosão conforme determinado no 5.10.10. m) verificação de pré-deformação.10 Filtros 5.10. 5.3 Deve ser verificada a compatibilidade dos certificados de qualidade do material de todos os filtros com a especificação aplicada.9. estado geral do filtro. a fim de protegê-lo.5 Os biséis das extremidades dos filtros devem ser protegidos contra corrosão.10. 5. dimensões dos suportes. por amostragem (ver 5. se as seguintes características do filtro estão de acordo com as normas adotadas pelo projeto: a) b) c) d) e) f) distância entre as extremidades. 5. com especial atenção à proteção do fole. 5. l) marcação do sentido de fluxo. G 10 / 2012 k) alinhamento.

23 .12 Parafusos e Porcas 5.3 Deve ser verificado. em confronto com a especificação aplicável. 5. tipo e passo das ranhuras. 5. G 10 / 2012 5. rebaixo para junta tipo anel.10.2 Devem ser verificados os certificados de qualidade do material de todas as peças de inserção. normas e procedimentos aplicáveis: a) b) c) d) e) grau de identificação da especificação do material estampado no parafuso e na porca. processo de fabricação e marca do fabricante. 5. 5. classe de pressão e diâmetro nominal. por amostragem (ver 5. 5. tipo e passo da rosca. 5. em cada lote.2). espessuras.11.2 Devem ser verificados os certificados de qualidade do material de todos os lotes de parafusos e porcas. 5. 5. se as seguintes características das peças de inserção estão de acordo com as especificações adotadas pelo projeto: a) b) c) d) e) f) g) diâmetro interno e externo na região da junta.2).3 Deve ser verificado em todas as peças de inserção o estado geral da superfície.11. comprimento do parafuso. principalmente das ranhuras. diâmetro do furo de rotação. 5. corrosão e se estão devidamente protegidas.1 Deve ser verificado se todas as peças de inserção estão identificadas por marcação indelével com as seguintes características: especificação completa do material. por amostragem (ver 5.-PÚBLICO- N-115 REV. tipo de rosca. diâmetro do parafuso e porca.12. de modo a evitar danos.12.11 Peças de Inserção entre Flanges .11. altura e distância entre faces e arestas da porca. diâmetro do ressalto.4 Deve ser verificado. posição do furo de rotação.11. em confronto com as especificações aplicáveis.11. no recebimento e a cada 90 dias. quanto à existência de mossa.5 As faces das peças de inserção devem ser protegidas contra corrosão utilizando graxa anticorrosiva ou uma fina película de revestimento orgânico transparente e removível.12.6 As faces das peças de inserção devem ser protegidas no recebimento contra avarias mecânicas utilizando-se discos de madeira prensada impregnada com resina. se as seguintes características das porcas e parafusos estão de acordo com as especificações.PETROBRAS N-120 5.11. profundidade. em local abrigado.1 Deve ser verificado se todos os lotes de parafusos e porcas estão identificados com as características de material.6 O armazenamento dos filtros deve ser feito em suas embalagens originais. diâmetro.

devem ser previstos.12.13 Suportes de Mola 5.2 Deve ser verificado em todos os suportes de mola e seus componentes o estado geral quanto à corrosão.1 Deve ser verificado se todos os suportes de mola estão identificados por plaqueta de acordo com a codificação do projeto. 5. 5. de acordo com o Anexo D e estão identificados como requerido pelo projeto. corrosão e acabamento em geral e se estão devidamente protegidos. por pintura. de acordo com as recomendações do fabricante. 6 Fabricação 6. graus de liberdade nas 3 direções ortogonais. 5.12. trincas.1 A divisão das linhas em “spools” deve seguir as recomendações expressas nos 6. fazendo-se amostragem conforme 5. 5. exceto quando os desenhos de fabricação dos “spools” forem executados pela projetista.1.1. 5.4 Os parafusos. b) os certificados de material e de testes estão de acordo com as especificações.13.-PÚBLICO- N-115 REV.14 Outros Componentes de Tubulação Devem ser verificados para os outros componentes de tubulação se: a) estão identificados.1 Todas as conexões devem ser incluídas nos “spools”.13.13. no recebimento. 5.13. existência de amassamento e trincas. 5.1 a 6.8. sempre que necessário utilizando graxa anticorrosiva. porcas e barras roscadas devem ser protegidos contra a corrosão. 6.5 Os parafusos e porcas devem ser armazenados em local protegido contra intempéries. c) suas características estão de acordo com as normas adotadas no projeto.4 Deve ser verificado se as posições a quente e a frio estão devidamente indicadas.5 As articulações dos suportes de mola do tipo carga constante devem ser lubrificadas no recebimento.2 Para cada linha a ser dividida. sempre que possível. 24 .6 Os suportes de mola devem ser armazenados em local abrigado e seguro sem que sejam retirados seus limitadores temporários. 5. G 10 / 2012 f) estado geral quanto a amassamentos.13.3 Devem ser verificados se as cargas e o curso especificado na plaqueta dos suportes correspondem às especificações de projeto. 6. a fim de facilitar as ajustagens de campo.13. 5.2.1.1.

25 . o que for maior.4. a fim de minimizar a quantidade de soldas de campo.3 Na fabricação dos “spools”. 6. A identificação deve conter no mínimo o número do isométrico e o número do “spool”. bem como evitar acúmulo de detritos e/ou água de chuva.9 Os “spools” prontos devem ser estocados de modo que nenhum dano possa ocorrer aos tubos ou acessórios.1. 6. estas soldas não devem ser localizadas nas ligações entre tubo e conexão.4 Todas as soldas e a numeração dos “spools” nos quais o sistema está dividido devem ser assinaladas nos isométricos pela executante dos serviços.1. 6.1. 6. sendo permitido entretanto o método qualitativo de teste por pontos conforme a PETROBRAS N-1591. todos os componentes de aços-liga e ligas metálicas não convenientemente identificados (ver 5.8 Quando previsto o ensaio de US nas soldas de campo.5 Deve ser incluído o maior número possível de soldas nos “spools”. Devem ser estocados afastados do solo e. 6. Soldas em distâncias menores devem ser submetidas à aprovação prévia da PETROBRAS e inspecionadas conforme o Anexo A. de modo que as eventuais diferenças encontradas possam ser levadas em conta e compensadas. 6. 6.1. 6.1.7 desta Norma. G 10 / 2012 6. preferencialmente.3) devem ser submetidos ao teste de reconhecimento de aços e ligas metálicas.7 A movimentação de “spools” somente ponteados deve ser cercada de cuidados especiais.8 Os “spools” fabricados devem ser limpos e preservados atendendo às mesmas recomendações do Capítulo 5 desta Norma. conforme a API RP 578. separados por área de aplicação. boca-de-lobo) em tubulação deve ser de 4 vezes a espessura do tubo ou 100 mm. 6. Deve ser utilizado um método quantitativo. onde aplicáveis.2 Antes da soldagem. A numeração deve permitir a rastreabilidade. 6.1. para evitar rompimento dos pontos ou surgimento de trincas. 6. principalmente as que devem sofrer TT.5 Os “spools” devem ser identificados de modo claro e durável e de acordo com o sistema de identificação especificado no procedimento de execução.6 A distância mínima permitida entre soldas de penetração (circunferencial.6 As dimensões das conexões devem ser verificadas antes do corte dos tubos. deve ser analisada a necessidade de sobrecomprimento.7 A distância mínima entre derivações deve respeitar o disposto no projeto. identificados por plaquetas.4 Todas as bocas-de-lobo e cortes em ângulo devem ser incluídos nos “spools”.1. 6.-PÚBLICO- N-115 REV. 6. A posição de estocagem deve ser tal que permita fácil visualização de identificação e movimentação dos “spools”.3 As dimensões e pesos dos “spools” devem ser limitados em função da capacidade dos meios de transporte e elevação de cargas disponíveis.

8.1. de modo a orientar a ajustagem dos “spools” conforme a norma de projeto. bem como se os acionadores estão colocados conforme o projeto e de forma a facilitar a operação.1. alívio e controle.7 Tubos ou conexões fabricados no campo ou ligações entre tubos. ou entre tubos e conexões.8 A utilização de conexões fabricadas no campo.1. 7. que deve ser detalhado em procedimento específico. de acordo com o escopo de aplicação dos ASME na Figura 1 da PETROBRAS N-1673.1.1. 7.2 Os detalhes dos cortes em chanfros para bocas-de-lobo devem estar conforme as Figuras 2 ou 3. 7. 7. devidamente calibradas. que apresentem variações dimensionais fora dos limites tolerados. devem ser verificados previamente. 7 Montagem 7.10 Devem ser previstos recursos adequados durante o transporte dos “spools” para não danificá-los. 7. 26 . principalmente com relação aos diâmetros.1. quanto a avarias no transporte.8. exceto quando previsto no projeto o pré-tensionamento (“cold spring”). tais como curvas em gomos.3 As válvulas devem ser montadas corretamente verificando-se sua identificação e o sentido de fluxo.4 As válvulas de segurança.1 Geral 7.12.5 O estado geral da superfície dos “spools” vindos da fabricação deve ser inspecionado antes da montagem.6 O desalinhamento das extremidades dos tubos deve estar conforme procedimento de soldagem qualificado. bem como os discos de ruptura. flanges cegos ou peças de inserção. 7. somente devem ser instaladas definitivamente após a limpeza da tubulação. 7. Para o ajuste de montagem e teste hidrostático devem ser utilizados carretéis. bocas-de-lobo e reduções. com seus respectivos certificados.1 As tubulações não devem ser montadas fora das tolerâncias recomendadas no 4. 7.-PÚBLICO- N-115 REV.1 Todas as soldas de conexões fabricadas no campo devem ser examinadas conforme a classe de inspeção aplicável à tubulação (ver Anexo A desta Norma). 7.1. G 10 / 2012 6.1.1. Cuidados especiais devem ser tomados principalmente para “spools” de pequenos diâmetros.2 Os parafusos e porcas empregados na montagem devem ser os especificados em projeto e devem estar perfeitamente identificados.1. só é permitida quando indicado no projeto.

-PÚBLICO- N-115 REV.1 . Figura 2 .Diâmetros Iguais g Onde: Detalhe D s = 1.5 mm ± 0. h s A g Detalhe A B 45° Mín.2 . Figura 2.Diâmetros Diferentes Detalhe B h 45° Mín.8 mm g = 2.Boca-de-Lobo Penetrante 27 .8 mm h = Máximo que ainda permita a inspeção visual interna da raiz da solda. s g Figura 2. G 10 / 2012 45° Mín. g A C Detalhe C D s 60° Mín.5 mm ± 0.

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h
A

B

Figura 3.1 - Diâmetros Diferentes

h
A

C

Figura 3.2 - Diâmetros Iguais

Onde:
h = Máximo que aida permitida a inspeção visual interna da raiz da solda.

Figura 3 - Boca-de-Lobo Sobreposta

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50
°

s

g

g
50°

Detalhe A

°
80

g

Detalhe B

s = 1,5 mm ± 0,8 mm

Detalhe C

g = 2,5 mm ± 0,8 mm

Onde:
s = 1,5 mm ± 0,8 mm.
g = De acordo com o procedimento de soldagem.

Figura 3.3 - Detalhes dos Cortes A e B das Figuras 3.1 e 3.2

Figura 3 - Boca-de-Lobo Sobreposta

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7.1.8.3 A soldagem e inspeção das bocas-de-lobo devem obedecer à seguinte seqüência:
a) o anel de reforço, caso seja previsto, só deve ser montado após a conclusão e exame da
solda entre os tubos de ligação:
— este anel deve possuir um furo de 1/4”, roscado NPT, para permitir teste de
estanqueidade e desgaseificação;
— o furo deve ser preenchido com graxa após o teste;
b) o comprimento máximo da derivação, medido a partir da geratriz superior do tubo
principal, deve ser tal que permita a inspeção visual da penetração do passe de raiz da
solda com o tubo principal;
c) o comprimento mínimo deve estar de acordo com o 6.1.6 desta Norma;
d) o passe de raiz da solda deve ser inspecionado visualmente, incluindo sua penetração,
sem que esta interrupção comprometa o procedimento de soldagem;
e) após a conclusão da solda entre os tubos, devem ser realizados exames conforme a
classe de inspeção aplicável à tubulação (ver Anexo A desta Norma);
f) concluídas satisfatoriamente as etapas anteriores, deve ser montado o anel de reforço,
quando previsto, atendidas as dimensões mínimas das soldas em ângulo conforme a
norma de projeto, de acordo com o escopo de aplicação dos ASME na Figura 1 da
PETROBRAS N-1673.
7.1.8.4 As curvas em gomos devem atender aos requisitos da norma de projeto aplicável.
7.1.9 A correção de desalinhamentos do eixo de tubulação de até 20 mm pode ser feita pelo método
de aquecimento localizado com chama, utilizando maçarico tipo chuveiro, desde que atendidas às
exigências dos 7.1.9.1 a 7.1.9.5.
7.1.9.1 A temperatura máxima deve ser controlada por meios apropriados e deve ser limitada a
600 °C.
7.1.9.2 Caso seja aplicado o martelamento, deve ser utilizada uma chapa intermediária para
proteção da peça.
7.1.9.3 Exame com partículas magnéticas ou LP deve ser executado na região que foi aquecida,
após correção do desalinhamento.
7.1.9.4 Para materiais não enquadrados pela norma de projeto aplicável em “P-number” 1, este
método de correção só pode ser empregado mediante aprovação da fiscalização. Nestes casos, ou
quando exigido pela norma de projeto aplicável, deve ser medida a dureza nas áreas aquecidas. Os
resultados devem estar dentro dos limites permitidos pela norma de projeto aplicável, caso contrário
deve ser realizado TT de acordo com o Capítulo 10 desta Norma.
7.1.9.5 O método de aquecimento localizado com chama para correção de desalinhamento não pode
ser empregado nos casos abaixo:
a) quando é exigido o teste de impacto para o material do tubo ou acessório;
b) em tubulações para serviço com H2S, H2, NaOH, HF, monoetanolamina (MEA),
Dietanolamina (DEA) ou categoria M do ASME B31.3;
c) em tubulações de aços inoxidáveis ou ligas de níquel;
d) para materiais normalizados ou temperados e revenidos.

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7.1.10 Quando possível, o ponteamento deve ser realizado direto no chanfro; caso contrário, devem
ser utilizados dispositivos auxiliares de montagem, que permitam a contração transversal da solda,
principalmente nos aços-liga, visando minimizar a possibilidade do aparecimento de trincas no passe
de raiz.
7.1.11 Quando forem utilizados dispositivos auxiliares de montagem do tipo “cachorro” devem ser
atendidos os requisitos dos 7.1.11.1 a 7.1.11.4.
7.1.11.1 A espessura do “cachorro” deve ser no máximo igual ao do maior dos seguintes valores: a
metade da espessura do tubo, ou 5 mm.
7.1.11.2 Os “cachorros” devem ser de material similar ao do tubo (mesmo “P-number”). Caso isto
não seja possível, deve ser feito um revestimento, na região de contato com o tubo, com metal
depositado de composição química compatível com o tubo. A espessura do revestimento deve ser
igual ou maior que a altura do cordão usado no ponteamento.
7.1.11.3 Cada “cachorro” deve ser montado com uma inclinação de 30º em relação à linha de centro
da tubulação e soldado alternadamente conforme Figura 4.

30°

Figura 4 - Montagem dos “Cachorros”
7.1.11.4 Recomenda-se que a remoção do “cachorro” seja feita através de esmerilhamento da solda
com o disco de corte, evitando-se o uso da talhadeira que pode levar ao arrancamento de material da
espessura do tubo. [Prática Recomendada]
7.1.12 Quando forem utilizados dispositivos auxiliares de montagem do tipo “batoque” devem ser
atendidos os requisitos dos 7.1.12.1 a 7.1.12.3.
7.1.12.1 O “batoque” deve ser utilizado somente para espessuras de tubulação acima de 12,5 mm.
7.1.12.2 O “batoque” deve ser tal que seu ponto de contato esteja na região média do chanfro
conforme Figura 5.

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G 10 / 2012 Batoque Ponto de solda Ponto de solda 1/3 1/3 Região de contato 1/3 Ponto de contato Corte AA A A Batoque Chapa Planta Figura 5 .-PÚBLICO- N-115 REV.“Batoque” 32 .

2. as soldas entre os apoios e o tubo devem ser tratadas termicamente.2. para diâmetro até 4”.4 As ancoragens dos sistemas de tubulações somente podem ser executadas nos locais previstos pelo projeto.3 As ancoragens só devem ser feitas após a conclusão dos trabalhos de montagem.2 Para linhas que requeiram TT. 4. conforme norma de projeto aplicável.6 e.2.1 Durante a montagem devem ser previstos suportes provisórios. 7.1. devendo ser retiradas as soldas provisórias usadas na montagem dos suportes deslizantes.PETROBRAS N-1758 7. 5. de modo que a linha não sofra tensões exageradas e não transmita esforços elevados não previstos no projeto para os equipamentos. 7. 33 . para diâmetro acima de 14” até 24”. 7.5 Os suportes para linhas sujeitas à dilatação térmica podem ser montados centrados ou descentrados em relação à linha de centro do apoio.1.2. mesmo que por pouco tempo.-PÚBLICO- N-115 REV.4. 7.7 Deve ser verificado se os suportes de tubulação próximos a bocais de equipamentos rotativos e bocais inferiores do equipamento de caldeiraria são de tipo regulável. 7. conforme indicado no projeto.6 Os suportes de mola e as juntas de expansão devem permanecer travados até a conclusão do teste de pressão e lavagem do sistema.13 A quantidade de dispositivos auxiliares de montagem ou de ponteamento direto por junta soldada deve ser no máximo: a) b) c) d) 3. após a remoção desta proteção.2.3 Os “batoques” empregados devem ser de aço-carbono e sua utilização é restrita a material base de aço-carbono (“P-number” 1). Apoios e Restrições Metálicas . e que não requeiram preaquecimento.1.14 A soldagem dos dispositivos auxiliares de montagem. 7. As soldas dos suportes nas tubulações devem estar de acordo com os procedimentos qualificados da executante.2 Suportes. ponteamento e outras soldas provisórias devem atender aos requisitos da PETROBRAS N-133. devem ser examinados criteriosamente.2. para diâmetro acima de 24”.3 Flanges 7.2. alinhamento e nivelamento e antes do teste de pressão. G 10 / 2012 7. para diâmetro acima de 4” até 14”. 7. distância de 300 mm entre dispositivos. 7. 7. 7. conforme estabelecido na PETROBRAS N-57.12.1 Os flanges devem ter suas faces protegidas contra choques mecânicos e corrosão conforme o 5.3.

O aperto deve ser feito gradativamente e numa seqüência em que sejam apertados parafusos diametralmente opostos. exceto esfera e macho. biséis ou roscas das válvulas devem receber os mesmos cuidados citados nos itens específicos desta Norma (ver Capítulo 5). 7.4 Os flanges de orifício devem ser montados com as tomadas posicionadas conforme a PETROBRAS N-1882.4 Válvulas 7. 34 . estar abertas quando da execução da solda. 7.5 A solda interna dos tubos com os flanges de orifício deve ter o seu reforço interno esmerilhado rente com o tubo. estes flanges devem ser soldados interna e externamente na tubulação. G 10 / 2012 7.3. A solda interna deve ser executada de maneira que a face do flange não exija reusinagem.4.6 Flanges de aço acoplados com flanges de ferro fundido devem ser montados com cuidado para evitar que se danifique o flange de ferro fundido. 7.3. Nestas montagens devem ser usadas juntas de face inteira (“full face”).3 Quando usados flanges sobrepostos. 7.8 Os furos dos flanges devem estar alinhados. No caso de linhas já existentes deve-se procurar uma seqüência de montagem que permita o esmerilhamento da solda.-PÚBLICO- N-115 REV. 7. Não é permitido o uso de extensões nas chaves para aperto dos parafusos de flanges. deve ser conseguida utilizando-se torquímetro ou medindo-se a extensão do parafuso.7 Não é permitido o acoplamento de flange de face com ressalto com flange de face plana. As peças de inserção devem atender às exigências da PETROBRAS N-120. exceto quando prevista extensão para soldagem.9 Os flanges devem ser apertados pelos parafusos de maneira uniforme e dentro dos limites de torque especificados. 7. 7.3. 7. independentemente de qualquer esforço e sem que tenha sido inserido entre os flanges qualquer material que não seja a junta especificada. 7.2 Salvo indicação em contrário. de maneira que os planos vertical ou horizontal que contêm a linha de centro da tubulação dividam igualmente a distância entre os furos dos parafusos do flange. os flanges são montados no tubo. Os parafusos devem passar pelos furos livremente após a linha estar soldada. devem ser transportadas.3.2 Todas as válvulas.4.3.1 Os flanges.3 As válvulas que possuam elementos passíveis de destruição pelo aquecimento.10 Quando especificado no projeto uma tensão de aperto. devem ter esses elementos desmontados antes do início da soldagem e TT. entretanto.3. 7.3.4. 7. assim como as peças de inserção entre flanges devem ter suas faces compatíveis com as faces dos flanges entre os quais são montados. armazenadas e montadas na posição fechada. como válvulas esfera de pequeno diâmetro. principalmente no flange a montante da placa. de maneira que a extremidade do tubo fique afastada da face do flange de uma distância igual à parede do tubo mais 3 mm. As válvulas soldadas à tubulação devem.3.3. salvo peças de inserção previstas no projeto.

G 10 / 2012 7.6. Quando se tratar de estojo. 7.5. sem sulcos.1 As juntas de vedação definitivas das ligações flangeadas devem estar de acordo com as especificações de material do projeto de tubulação. 7. 7.1. devem estar de acordo com as especificações de material do projeto. inclusive as provisórias. devem ser apertados com torque controlado atendendo os requisitos da ASME PCC-1.6. todas as juntas de vedação sujeitas à pressão de teste.6 Montagem e Controle de Torque de Estojos 7. é necessário adequar à extensão dos estojos além da porca. 7.2 Deve ser verificada se a identificação do material dos estojos e porcas está estampada nas extremidades dos mesmos. 7. 7. conforme recomendação do fabricante do equipamento.6.5 Juntas de Vedação . necessário desmontar a válvula para esta proteção.4 As válvulas devem ser montadas limpas. 7. 35 . apertadas com torque controlado. em serviços não enquadrados como categoria D.6.2 Em teste hidrostático de tubulação. riscos. deixando passar. mossas ou quaisquer deformações visíveis.3 Os parafusos e as porcas devem ser limpos e lubrificados quando da montagem.5 Os parafusos já apertados com o torque controlado devem ser identificados durante a montagem final.6. 7.6.5.6. entretanto. 7. não sendo.3 Sempre que forem utilizadas juntas de vedação provisórias.-PÚBLICO- N-115 REV. para cada lado. secas e engraxadas.2 Para apertos com uso de máquinas tensionadoras. As partes que devem ser protegidas são os internos e a haste. as porcas devem ficar a igual distância das extremidades. as ligações flangeadas nas quais as juntas são colocadas devem ser indicadas no campo de forma facilmente identificável. conforme ASME PCC-1.Parafusos Estojos 7.4 Os estojos das ligações flangeadas.5.6. 7.5.1 A extensão dos estojos além da porca seja de no máximo 3 fios de rosca para cada lado.4. salvo restrição técnica em contrário.1 No aperto as porcas devem ficar completamente roscadas no corpo do parafuso ou estojo. pelo menos um fio de rosca.4 Todas as juntas devem ser instaladas limpas. 7.6 Para as classes 600 e acima deve ser emitido um relatório de registro e controle das ligações flangeadas. 7.1.

7 Antes da aplicação do vedante deve ser verificada a limpeza da rosca. estopa ou barbante. 7. 7.2 7.7.1 e 7. as roscas devem estar conforme previsto no 4. Não devem ser montadas roscas cujos filetes apresentem sinais de corrosão ou mossas capazes de comprometer a estanqueidade da ligação roscada. proteger a ligação roscada conforme os 7. 7. estas devem sempre obedecer à especificação do projeto e o seu perfil deve ser verificado com um gabarito.4. “level” I. instalação de juntas e estojos.7.8. a ponta roscada deve ser removida e nova rosca deve ser aberta imediatamente antes da montagem.1 Tubos revestidos externamente: proteger a região exposta com revestimento similar ao do tubo.8. 7.2 Nos casos de abertura de roscas no campo.7.7 Em nenhuma hipótese é permitido o ponteamento com solda das porcas nos parafusos ou peças.7.2 Deve ser identificado no procedimento o tipo de produto utilizado para preservação após montagem.6. 36 . este deve atender as especificações de projeto.3 Após a abertura da rosca. torques calculados.6. A aplicação da primeira demão deve ser feita imediatamente após a execução da ligação roscada.8 Deve ser emitido um procedimento específico para montagem de ligações flangeadas. que deve estar livre de rebarbas. 7. logo após a execução.9.7. limpeza e lubrificação.4.7.2.3. 7. método de aperto e controles efetuados. limalhas e outros resíduos.4. de modo a obter espessura seca mínima de 35 m por demão.6.6. 7. 7. contemplando pelo menos as seguintes etapas: Inspeção dos componentes.7. Neste caso.4.4 Após o rosqueamento do tubo. G 10 / 2012 7.-PÚBLICO- N-115 REV.7.1 Devem ser determinadas também as competências necessárias para as equipes de montagem bem como o treinamento exigido. verificação dimensional da junta antes da montagem.7.6.7. Não é permitida a utilização de zarcão. inclusive quando a purga com vapor for permitida.5 Em caso de utilização de vedante. sequencia de montagem.7 Ligações Roscadas 7. reaperto e preservação após montagem. havendo impossibilidade de montagem imediata.6 O vedante a ser aplicado deve ser capaz de suportar a temperatura máxima de operação da linha. 7. proteger a superfície exposta contra corrosão e avarias mecânicas conforme recomendado no 5. 7. 7.1 No instante da execução da ligação roscada.7.2 Tubos galvanizados: aplicar na região exposta duas demãos de uma tinta rica em zinco conforme SSPC PAINT 20.

1 Quando for empregada a solda de selagem.8 O aperto das roscas deve ser feito com ferramentas adequadas. equipamentos. 7.7.8. 7.9.2 As juntas de expansão devem ser montadas protegidas e mantidas travadas e convenientemente suportadas até a conclusão do teste hidrostático. 7.9.7.1 As juntas de expansão devem ser montadas de modo que não sejam submetidas a qualquer esforço para o qual não foram projetadas como.1 Os detalhes de instalação de linhas de aquecimento e a sua disposição geométrica em relação à linha principal devem ser executados de acordo com o projeto e com a PETROBRAS N-42.9 Purgadores de Vapor 7. alinhamento forçado.1 A montagem dos purgadores de vapor deve ser conforme a PETROBRAS N-116.10. 7.8.9 As soldas de selagem das ligações roscadas só podem ser executadas quando indicadas no projeto. por exemplo.10 Linha de Aquecimento a Vapor (“Steam Tracing”) 7.10. após a montagem.2 A soldagem das ancoragens e guias do tubo de aquecimento na linha principal deve ser feita antes do teste de pressão em ambas e segundo o procedimento de soldagem qualificado da executante. 37 . A solda de selagem deve cobrir toda a rosca exposta. 7.9.2 Não é permitida a solda de selagem em tubos galvanizados.7.4 Os tubos de aquecimento devem ser fixados conforme a PETROBRAS N-42.7. 7. 7.3 As juntas de expansão devem ter sua parte corrugada protegida por madeira. não deve ser permitida a aplicação de vedantes. Esta proteção deve ser removida antes do início da operação do sistema.3 Os tubos de aquecimento só devem ser fixados à linha principal depois de concluída a soldagem e o exame das juntas da linha principal. deve ser dirigida de modo que não atinja pessoas. estruturas e outras linhas.-PÚBLICO- N-115 REV. 7.3 A descarga dos purgadores.9. 7. 7.2 Os purgadores devem ser montados obedecendo ao sentido do fluxo e após a limpeza das tubulações.8 Juntas de Expansão 7. não se permitindo o uso de extensões.10.9.8.10. 7. 7. 7. quando para a atmosfera. G 10 / 2012 7.

isento de pedras soltas. 8. 3 e 4. raízes. é aceitável o oxicorte.10. 7.2 Cortes e biselamento para solda devem ser usinados ou esmerilhados. tubos ou outros acessórios. a vala deve ser re-aterrada com material adequado. a fim de evitar deformações futuras. antes da soldagem. mesmo que não sejam indicados no projeto.5 As linhas de aquecimento junto a flanges e válvulas da linha principal devem ser montadas conforme requisitos da PETROBRAS N-42. 7. 38 . 8. No caso de “spools” que forem transportados com componentes apenas ponteados.6 Na alimentação das linhas de aquecimento (vapor e condensado) devem ser instalados suspiros em todos os pontos altos e drenos em todos os pontos baixos que não possuírem purgadores. 8 Soldagem 8. imediatamente antes da solda. Para os aços “P-number” 1. conforme indicação do projeto. restos de eletrodos ou outras impurezas que possam danificar o revestimento da tubulação. 7.3 Defeitos de laminação e deformações nas extremidades dos tubos e conexões devem ser verificados visualmente.5 Não são permitidos depósitos de cobre nas soldas.11.11.11. chanfros.4 A vala da tubulação deve ser perfeitamente compactada. Devem ser adotadas as recomendações da PETROBRAS N-464 no que se refere aos cuidados para preservação do revestimento e também para abaixamento e cobertura da vala.10.11 Tubulações Enterradas 7. Caso sejam incorporados devem ser inspecionados visualmente.5 Quando da compactação. 7. quanto à correta penetração. 8. e devem estar isentos de qualquer defeito. 7. Devem ser providenciados meios de ligação de cabos de solda e fixação de terra de modo a evitar centelhamentos. de acordo com a PETROBRAS N-1597.1 Todas as tubulações enterradas devem ser revestidas.1 A soldagem deve estar de acordo com a PETROBRAS N-133. G 10 / 2012 7.-PÚBLICO- N-115 REV.3 Após a conclusão do revestimento. desde que previsto no procedimento de soldagem.11. devendo ser retirada a parte do tubo defeituosa ou reparada a extremidade. 8.4 Os pontos de solda podem ser incorporados à solda final ou removidos quando utilizado o processo “Tungsten Inert Gas” (sigla em inglês.2 O teste de pressão das juntas soldadas deve ser realizado antes que sejam revestidas.11. 7. TIG). este exame deve ser feito no campo. o tubo deve estar apoiado para evitar deformações ou esforços excessivos devidos à própria compactação.

Devem ser empregados os mesmos parâmetros de soldagem em ambas as peças de teste.3 desta Norma. Para os casos de serviço com HF.9 Para fluidos enquadrados na categoria M do ASME B31. e com TT e medição de dureza. pelo menos. NaOH. MEA.3 o excesso de penetração não deve ser maior que 1.5 mm.5 mm Aproximadamente antes da solda Figura 6 . G 10 / 2012 8. antes do início da soldagem. 39 . 8. C C e 1. a soldagem deve atender aos requisitos da NACE SP0472. nem de inserto consumível para juntas soldadas de topo. 8.-PÚBLICO- N-115 REV.10 Soldagem em Tubulações em Aço-Carbono para Serviço com H2S Para serviços com H2S enquadrados na NACE MR0103 ou ISO 15156-2 a qualificação do procedimento deve atender aos requisitos da PETROBRAS N-133. a segunda camada de solda. DEA ou categoria M do ASME B31. H2.6 Não é permitida a interrupção da soldagem antes que se tenha completada.11 Soldagem em Tubulações em Aço-Carbono para Serviço com H2 Para serviço com H2 as tubulações em aço carbono ou aço liga devem obrigatoriamente sofrer tratamento térmico de alívio de tensões nas soldas e nas regiões trabalhadas mecanicamente a frio. NOTA Para serviços enquadrados na NACE MR0103.8 O excesso de penetração de solda não deve ultrapassar os valores da norma de projeto aplicável. H2S. devendo ser removido quando possível.5 mm (ver Figura 6). 8.7 Em juntas do tipo encaixe para solda deve ser deixada uma folga entre o tubo e as conexões com cerca de 1. O executante deve qualificar o procedimento de soldagem em duas condições distintas: sem TT e com teste de medição de dureza.3 não é permitida a utilização de matajunta fixa ou removível. 8. O critério de aceitação deve atender ao 9.Folga em Junta Tipo Encaixe para Solda 8.

1.1. N-1597 e N-1598. 6 e 15. entretanto. 9.1 Para cada junta reprovada devido a defeito característico de trinca de reaquecimento para mais 2 juntas devem ser inspecionadas. Todo reparo deve estar concluído e re-ensaiado antes da realização do teste de pressão. 9.6 Efetuar teste de reconhecimento de aços e ligas metálicas conforme item 5. 4. 9. sendo permitido. no caso de rejeição do ensaio o critério de aumento da amostragem (penalização) da norma de projeto aplicável.2 As novas juntas a serem inspecionadas devem ser selecionadas dentre as que possuem maior similaridade com aquela que apresentou a trinca de reaquecimento. adotar um aumento da amostragem de 10 % do tamanho do lote como critério de penalização. N-1595.2 As soldas devem ser ensaiadas no tipo e na extensão prevista na Tabela A.2. 9. acessórios de tubulação.1. deve ser atendido.1.3 Os critérios de aceitação dos resultados dos ensaios realizados devem ser os estabelecidos pela norma de projeto aplicável. aço inoxidáveis Duplex e Super Duplex. 9.8 Para a soldagem de materiais P-number 3. quando for realizado exame radiográfico por amostragem após Tratamento Térmico de Alívio de Tensões (TTAT) e o resultado desse ensaio indicar caso(s) de reparo devido a defeito característico de trinca de reaquecimento. 9. 9.1.3 A seleção das novas juntas a serem radiografadas deve ser realizada pelo profissional de soldagem nível 2 e aprovada pela fiscalização da PETROBRAS.1. N-1596. deve ser aumentada a amostragem de END. G 10 / 2012 9 Inspeção 9. 9.1 Antes da realização de qualquer END.4 Nos sistemas para os quais são indicados ensaios por amostragem. em 100 % dos tubos.1. e conforme normas de projeto aplicáveis.8. preferencialmente buscando a mesma corrida do consumível de soldagem. N-1592. Deve ser utilizado um método quantitativo.7 Para o MS de ligação entre os componentes efetuar teste de reconhecimento de ligas metálicas para os aços liga com teor de cromo acima de 5 %.1.5 Os ENDs devem ser executados conforme procedimentos elaborados de acordo com as PETROBRAS N-1591.8. 9. toda a soldagem com o mesmo consumível deve ser 100 % inspecionada.1. O teste de reconhecimento de ligas metálicas deve ser executado conforme a API RP 578.1.1. todas as juntas soldadas do trecho liberado devem ser examinadas visualmente para ser verificado se o estado da superfície está de acordo com a preparação requerida pelo ensaio a ser realizado e isenta de defeitos superficiais. 40 .1.-PÚBLICO- N-115 REV. Quando inexistente o critério de penalização no código de projeto. Caso alguma das novas juntas inspecionadas mostre o mesmo fenômeno de trinca de reaquecimento. o método qualitativo de teste por pontos conforme PETROBRAS N-1591.3. para os aços ligas e aços inoxidáveis após a montagem completa da linha ou sistema e antes da execução do teste hidrostático. 9.8. aço ao Níquel.1 Ensaios não Destrutivos 9. N-1593. 5. N-1594.

como a que é realizada com o uso de graxa ou massa plástica.1 Condições Gerais 9.3. Não são aceitáveis aqueles baseados no método "Leeb" (rebote) ou “Poldi”. para os materiais em que o limite de dureza esteja especificado por norma de projeto ou devido a serviço especial.4 Quando for empregado aparelho portátil de dureza. definido na PETROBRAS N-133. Para essa medida é necessário proceder o ataque químico da junta para que seja revelada a região da ZAC. G 10 / 2012 9.3 Quando os “spools” forem tratados termicamente em fornos. as juntas de maior espessura.3. UCI). 9.1 Caso requerido pela Tabela A. NOTA 1 Não é admitida a comparação entre medições efetuadas em blocos-padrão. Após o teste os furos devem receber uma proteção que evite a penetração de água entre a chapa e o tubo. Variações negativas não são aceitáveis. 9. a variação máxima deve ser de +5 %.6 Para o MS. por exemplo. Para esses aparelhos as barras-padrão devem ter. 41 . 9.3.2 Quando o TT é localizado. todas as juntas devem ser ensaiadas. 9. de preferência.2 Teste de Estanqueidade Deve ser aplicado teste de estanqueidade nas chapas de reforço de derivações tipo boca-de-lobo. pelo estabelecimento de comparações entre as medições de dureza tiradas pelo aparelho e as obtidas em durômetro de bancada. obrigatoriamente.3.7 No caso de soldas dissimilares ambas as zonas afetadas termicamente devem ser examinadas.1. O executante deve apresentar previamente o procedimento de medição a ser aprovado pela PETROBRAS.3. Para tubulações que podem estar submetidas à condição de corrosão sob tensão. 9. deve ser demonstrada a adequação deste aparelho à execução do ensaio.1. sendo considerada aceitável uma variação máxima de +10 %. NOTA 2 Esse requisito não é aplicável ao aparelho portátil tipo "Poldi" ou "Telebrineller".1.1. Essa proteção não pode ser feita de forma a reter a pressão no local (não podem ser empregados. deve ser efetuada a medida de dureza das juntas soldadas após a realização do TT pós-soldagem.1. utilizando método “Vickers” conforme ASTM E384 e carga de 5 kgf devem ser similares àquelas obtidas em posições adjacentes com o aparelho portátil. bujões roscados).3.3.-PÚBLICO- N-115 REV. Nesta amostragem devem ser incluídas.3.1. um fator de conversão menor ou igual a 1.2. o número de juntas ensaiadas é de 10 % do total tratado em cada fornada.1. 9. é aceitável a medição com aparelho portátil tipo "Poldi" ou "Telebrineller". 9. As medições efetuadas com o equipamento de bancada.3 Medição de Dureza 9. para se decidir pela adequação de aparelho portátil para a medição de dureza.5 Para a medição de dureza na ZAC deve-se empregar aparelhos portáteis pontuais do tipo de impedância de contato ultrasônico (sigla em inglês. de acordo com a PETROBRAS N-1593. utilizando o perfil de medições de dureza para chanfro duplo V. Esta comparação deve ser executada em uma junta soldada de material de mesma especificação da tubulação a ser ensaiada.

Após o TT.6 A remoção máxima de metal permitida.2. projetadas conforme ASME B31. deve-se empregar os mesmos valores de dureza determinados na ASME B31. 9.3.2. Adotar os critérios de aceitação da Tabela 1 para qualificação do procedimento de soldagem e para as soldas de fábrica ou campo.3. G 10 / 2012 9.3.3.1.3.-PÚBLICO- N-115 REV. a medida de dureza deve ser realizada pelo lado da solda que é exposta ao fluido de processo. A posição do ponto da Zona Termicamente Afetada (ZTA) deve ser o mais próximo possível da Linha de Fusão (LF).3 As soldas que apresentem dureza acima do critério definido devem receber TTAT conforme Capítulo 10.11 Quando possível. 9. boca-de-lobo e de juntas de ângulo) deve ser: a) 1 ponto no MS. 9.2 As juntas soldadas estarão dispensadas de TTAT após soldagem. em função da região da solda e tipo de aparelho utilizado. tais como soldas em ângulo. 9. 9.3.7 ou 9.8. 9. desde que a dureza das soldas esteja dentro dos critérios definidos nos 9.2 Aço-Carbono para Serviço com H2S 9.3. efetuar medição de dureza em 100 % das soldas tratadas conforme Anexo A.3.1. no preparo da superfície. 9.1 Efetuar medição de dureza em 100 % das soldas por soldador.2.4 O executante deve apresentar previamente o procedimento de medição para aprovação pela PETROBRAS.8 Para juntas soldadas nas quais seja difícil medir a dureza.2.2.3.3. b) 1 ponto em cada ZAC (à exceção da junta de ângulo).3.1.9 Para as tubulações de vapor. 9.3.5 A medição da dureza das soldas de fábrica ou campo (juntas circunferenciais.2.3.3. 42 .1. 9. 9.10 As juntas nas quais os valores medidos de dureza superem os máximos estabelecidos devem ser submetidas a um novo TT.2.5 mm.2.3.7 Critérios de Aceitação de Dureza para Serviços com H2S Enquadrados na NACE MR0103. deve ser qualificado procedimento específico para medição no campo que seja coerente com o método de medição utilizado em laboratório na qualificação do procedimento de soldagem. deve corresponder a uma camada de 0. porém não superior a 0.1.5 mm de espessura.2.

3 Aço-Carbono para Serviço com H2 Para tubulações em aço-carbono que vão operar com H2. adotando-se como referência que as soldas de produção devem ter seu valor de dureza dentro do limite de ±15 % do valor obtido na qualificação do procedimento de soldagem.1.3. NOTA 4 Conforme ASTM E10 ou ASTM A833. as juntas de maior espessura. 9. mesmo quando o TT após soldagem não for requerido. conforme 9. Para as soldas de produção deve-se adotar o limite de 200 HB (quando a medida é feita no metal de adição) ou 210 HV (medida na ZAC. 9.3.4. 5 e 15).Critério de Medição de Dureza para Serviço com H2S Critério para: — de aceitação qualificação do procedimento de soldagem (NOTA 1) Região da solda ZAC MS ZAC — solda de fábrica ou solda de campo MS Tipo do aparelho Dureza máxima Durômetro de bancada 220 HV10 (NOTA 2) Portátil pontual (NOTA 3) 248 HV10 Portátil pontual (NOTA 3) 248 HV10 Brinell portátil (NOTA 4) 200 HBW NOTA 1 Dureza “Vickers” com carga de 10 kgf. conforme a PETROBRAS N-133. Utilizar os critérios definidos na documentação de projeto e na ISO 15156-2 e ISO 15156-3. todas as soldas do lote do soldador devem ser tratadas termicamente. e outras 2 soldas de mesmo soldador devem ter a dureza medida.2. segundo ASTM A1038. Nesse caso. G 10 / 2012 Tabela 1. 5 e 15) 9.4. não sendo aceita outra técnica de medição seguida de conversão de valores. o número de juntas a serem testadas é de 10 % do total de cada soldador.2 A qualificação do procedimento de soldagem para os casos citados acima deve ser complementada com o ensaio de dureza. devendo ser verificadas a solda e a ZAC.8 Critérios de Aceitação de Dureza para Serviço com H2S Enquadrados na ISO 15156-2 ou 15156-3. 9. Se confirmada à dureza alta a junta soldada deve ser tratada. 9. obrigatoriamente.4 Aço Liga com Cromo (PN 3. 4.-PÚBLICO- N-115 REV. medida conforme ASTM E384. Caso seja encontrado valor que excede o máximo estabelecido a solda deve ser tratada termicamente. devem ser executadas mais 3 medições junto a ASTM E384 para confirmação. Se pelo menos uma solda for reprovada nesta segunda amostragem. 43 . por processo.3.3. NOTA 3 Dureza por método UCI. na qualificação do procedimento de soldagem deve-se adotar o limite superior de 220 HV (observar que a dureza obtida nessa etapa seja a menor possível). A dureza de todas as soldas que forem tratadas devem ser medidas. não sendo válida outra técnica de medição seguida de conversão de valores. a junta deve ser tratada.3.3. no entanto o ponto com dureza alta exceder em 10 HV ou mais o valor máximo estabelecido.5).1 Para os aços ligados com cromo e/ou molibdênio (PN 3. NOTA 2 Caso seja encontrado um ponto fora do critério definido e os demais pontos estejam aprovados. não sendo aceita outra técnica de medição seguida de conversão de valores. a verificação da dureza da junta soldada deve obrigatoriamente ser feita na qualificação do procedimento de soldagem e nas juntas de campo. Se. 4. Nesta amostragem devem ser incluídas. Cada solda reprovada deve ser tratada termicamente.

G 10 / 2012 9.3 Para tubulações de aço carbono e aço Cr-Mo em serviço com H2 e com DEA deve ser efetuado o TTAT nas regiões de solda e trabalhadas mecanicamente a frio. Deve-se também suportar convenientemente a tubulação. deve ser efetuado o TT. 10.1. ISO 15156-3 NACE MR0103. Para o TT de aços-carbono (PN 1") em serviço com H2S a temperatura de patamar deve ser 630 ºC ±10 ºC. 10. exceto quando for aplicado o pós-aquecimento.6 As taxas de aquecimento e resfriamento.5 Os termopares e os aparelhos de registro e controle de temperatura.1. 10. por exemplo.2 Nas tubulações sujeitas à corrosão sob tensão em serviço com H2S. independentemente da espessura.7 Os “spools” de aço Cr-Mo que sofram TT não podem ser movimentados no período compreendido entre o término da soldagem e a realização do tratamento. Os parâmetros do TT devem ser conforme ASME B31.1.-PÚBLICO- N-115 REV. as ISO 15156-1.4 Os tratamentos térmicos podem ser feitos em fornos ou localizados. o uso de reações como a aluminotermia ou termite). devem ser previamente calibrados.2.1 Antes do TT deve-se proteger as faces dos flanges que venham a ser aquecidos contra a oxidação acelerada pelo aumento de temperatura. como taxa de aquecimento e resfriamento e temperatura de patamar (exclui-se. Se confirmada a dureza alta.1.3. 10.2 TT em Forno 10.1. Após a remoção dos termopares as áreas devem ser inspecionadas por LP ou PM.3.1. Para promover o aquecimento não é permitido o uso de reações exotérmicas que não permitem o controle dos parâmetros do tratamento. NACE SP0472 ou API RP 945). conforme critérios definidos no 9. dependendo da dureza.1. 10.1 Requisitos Gerais 10. devem estar de acordo com o requerido pela norma de projeto aplicável. Caso seja encontrado um ponto com dureza acima do limite. 10. bem como a temperatura e o tempo do patamar.8 Os termopares para controle da temperatura de tratamento devem ser soldados a uma distância de uma espessura do tubo ou conexão em relação à margem da solda. 10 Tratamentos Térmicos 10. 10.1. a solda deve ser rejeitada.1 Deve ser efetuado TTAT nas juntas soldadas onde requerido pelas normas de projeto e também nas juntas soldadas das tubulações em serviço especiais. evitando tensões indevidas nas regiões aquecidas. utilizando procedimento de soldagem qualificado. ISO 15156-2.3. empregados nos tratamentos térmicos. devem ser executadas mais 3 medições junto a esse ponto para confirmação. 10. estes através de indução ou com resistência elétrica. 44 .5 Demais Materiais com Serviço Especial Para outros materiais submetidos a serviços especiais devem-se adotar os limites de dureza previstos nas normas adicionais aplicáveis (por exemplo.

No caso de peças com componentes de espessuras diferentes.3 Quando for usado aquecimento por resistência elétrica.3.1 Antes da realização de qualquer TT localizado deve ser emitido um procedimento específico para esse fim. 10. ser submetidas a um teste de estanqueidade conforme ASME B31. G 10 / 2012 10. devem ser executadas Análises Preliminares de Risco (APR) detalhando as necessárias medidas de segurança principalmente onde.10M para a determinação das grandezas relativas ao TT.3 A atmosfera do forno deve ser controlada durante o tratamento. 11 Teste de Pressão Antes de ser iniciada a operação. evitando tensões indevidas nas regiões aquecidas. 10. bem como proteger as faces dos flanges que venham a ser aquecidos contra a oxidação acelerada pelo aumento de temperatura.-PÚBLICO- N-115 REV.10/D10. e esse termopar deve ser instalado ao lado de uma das juntas. Deve-se também suportar convenientemente a tubulação. em caso de falha. o gradiente axial máximo admissível durante o tratamento.1 Considerações de Segurança 11. a largura da região de controle do gradiente. Section V Article 10 (“sensitive leak test”) 11.3. 10.1. 10. de forma a evitar alterações metalúrgicas dos materiais sendo tratados.3. 10. conforme procedimento específico previamente aprovado. haja perigo para o pessoal ou para as instalações adjacentes.3.4 Antes do TT deve-se tamponar os tubos para evitar correntes de ar. As válvulas envolvidas devem permanecer abertas. hidrostático ou pneumático. em função da posição da tubulação (horizontal ou vertical) e do seu diâmetro. devidamente aprovado por inspetor de solda nível 2. o termopar deve ser devidamente protegido contra esta fonte de calor. além do número e localização de termopares de controle e de acompanhamento. devem ser instalados termopares em ambos os lados da junta. número de zonas de controle de temperatura. a largura da região aquecida. todas as linhas devem ser submetidas a um teste de pressão.5 Deve ser emitido relatório individual para os tratamentos térmicos localizados.1 Antes dos testes de pressão.3. nos demais casos só pode ser realizado com autorização da PETROBRAS. porém.2.3.3 TT Localizado 10.3.2 Deve ser fixado um termopar a cada peça que deve ser tratada no forno. devem. e após a conclusão da fabricação ou montagem.2. 45 . a saber: a) b) c) d) e) a largura da região sendo tratada.2 Devem ser seguidos os requisitos da AWS D10. através de isolamento adequado. O teste pneumático é aceitável para as linhas de ar de instrumentos e de serviço. e enquadradas como fluido categoria M. além do teste hidrostático. 10. Linhas projetadas conforme ASME B31.

deve ser realizado um EV ao longo de todas as linhas que compõem o sistema. conforme PETROBRAS N-1597. b) temperatura mínima de projeto de cada componente do sistema de tubulação. com o sistema em teste.1. Conexões roscadas ou de encaixe para solda devem atender ao critério de equivalência de classe e espessura do ASME B16. G 10 / 2012 11.11.6 Nenhum trabalho a quente pode ser executado no sistema em teste. escória de eletrodos e outros defeitos.8 Linhas de comunicação dedicadas devem estar encarregado(s) do teste e da equipe envolvida no mesmo. para verificar a ausência de defeitos na linha principal.1. durante as inspeções em serviço ou por meio de análise dos registros operacionais. 11.2. à disposição do(s) inspetor(es) 11. 11.7 Em nenhuma circunstância deve-se reapertar parafusos em ligações flangeadas. comparando os valores obtidos com os valores previstos de temperatura durante o teste pneumático. complementado com exame por LP ou PM. c) os locais de ancoragem e guias das linhas de aquecimento soldadas à linha principal. 46 .1. Estas exigências também se aplicam aos dispositivos provisórios utilizados no teste. A definição da área restrita deve envolver a atividade de segurança industrial. c) níveis de tensão a que o sistema de tubulação deve ser submetido durante o teste hidrostático ou pneumático. conforme PETROBRAS N-1596 ou N-1598. e) embicamento.5 Os dispositivos de teste de pressão devem ser de classe de pressão igual ou superior à da linha a ser testada e devem atender ao ASME B31. d) as soldas dos suportes. observando-se no mínimo: a) conformidade com o projeto. e) energia armazenada no sistema de tubulação durante a pressurização no teste pneumático. cabos ou similar) e cuidados devem ser tomados para evitar dano ao flexível como pessoas caminhando por cima dos mangotes. 11. d) ENDs (tipo e extensão) executados nas juntas que não tenham sido previamente submetidas a teste hidrostático ou pneumático.2 Durante a APR os seguintes itens devem ser avaliados como mínimo: a) mecanismos de dano identificados na etapa de fabricação. no caso de aberturas de arco e soldas provisórias executar EV. 11. visando avaliar o risco de fratura frágil. f) definição da área de isolamento recomendada para pessoal e equipamentos. 11.2 Preliminares do Teste 11. Estes dispositivos devem ser enquadrados para fins de inspeção nas classes I.4 Uma área restrita deve ser estabelecida em torno do sistema em teste e somente pessoal relacionado ao teste deve ter acesso a esta área.1.1 Antes de se iniciar o teste de pressão de qualquer sistema de tubulações.3.1.1.-PÚBLICO- N-115 REV.1. b) acabamento externo quanto a respingos de soldas provisórias.1 desta Norma. 11.3 Mangotes flexíveis devem ser providos de dispositivos de contenção (correntes. II ou III da Tabela A.

2. bombas. separadores de linha. devem estar sujeitas ao teste de pressão. 11. o teste deve ser aplicado até o acessório de bloqueio mais próximo.5. As válvulas do tipo esfera devem ser mantidas parcialmente abertas.2 O teste de pressão deve ser executado preferencialmente por sistemas de tubulações. o corpo e o engaxetamento. devem ser verificadas durante a pré-operação.4 Alguns equipamentos. controladores pneumáticos e todos os dispositivos que causem restrição ao fluxo (tais como placa de orifício e bocal de mistura). válvulas de segurança e de alívio devem ser isolados do sistema ou removidos. 11.2. já testados.2.3 No caso do sistema estender-se além dos limites da construção e nesses limites não houver flanges.2.2. inclusive as de bloqueio situadas nos limites do sistema. em nenhum ponto. através da instalação de raquetes para o teste de pressão. conforme o detalhe utilizado.2.9 As ligações existentes nos limites do sistema. 11. deve-se travar a parte móvel na posição aberta. podem ser retestados simultaneamente com o sistema de tubulações a que estão conectados.2) são selecionadas através do ASME Section VIII . ligação soldada ou válvula de bloqueio.23. aplicar conforme descrito em 11. 11. deve ser reduzida ao mínimo. 11. conforme descrito em 4. filtros. tampão. ao invés de tubulações individuais. Atenção especial deve ser dada a possibilidade deste teste vir a propagar não conformidades subcríticas nos equipamentos. instrumentos (inclusive válvulas de controle). 47 . a pressão de teste permitida para os equipamentos e deve atender à norma de projeto da tubulação específica. mantendo interligadas as tubulações e equipamentos passíveis de se submeterem à mesma pressão de teste. Para os trechos não testados.2. A quebra de continuidade. com exceção daquelas mencionadas no 11. bem como aquelas situadas na entrada de equipamentos. 11. A pressão de teste não deve exceder. separadores. Os bloqueios devem ser executados nos pontos indicados pelo projeto.21 desta Norma. turbinas ou outro qualquer equipamento instalado na linha.Division 1. As chapas de bloqueio (ver 3. manter a pressurização via “by-pass” da válvula de retenção ou remover os internos.2. estas devem ser testadas preferencialmente com vapor. devem ser removidos os seguintes equipamentos e acessórios: purgadores. 11. 11.2.6 Prever a instalação de filtros temporários.2. se isto não for possível.5 Antes do teste. chapa de bloqueio ou bujão. tais como vasos. G 10 / 2012 11. trocadores de calor.-PÚBLICO- N-115 REV. raquete. o fluido de teste deve ser bloqueado através de flange cego. a fim de se verificar a estanqueidade e a garantia de fluxo em todos os pontos do sistema e sua flexibilidade. 11.7 Em tubulações que possuam linhas de aquecimento. As raquetes devem ser selecionadas de acordo com a PETROBRAS N-120.2.8 Nos limites do sistema de teste. No teste de pressão são verificadas a ligação da válvula com a linha. ligação roscada. Os discos de ruptura.2.11 As válvulas de retenção devem ser pressurizadas no sentido da abertura. que devem ser raqueteadas no flange à jusante do sistema. Todas as partes retiradas devem ser substituídas por peças provisórias onde necessárias. Todas as outras válvulas devem ser mantidas na posição totalmente aberta durante o teste. que não causem dificuldades ao teste do sistema de tubulações.10 Todas as válvulas.

A verificação de necessidade ou não desta suportação adicional deve fazer parte da APR mencionada em 11.16 Suportes de molas ou de contrapeso devem estar travados durante o teste.3 nos casos de sistemas de tubulação. 11. no máximo. Toda dispensa de teste de pressão deve ser fundamentada pelo executante e aprovada pela PETROBRAS. quando se constituem no elemento mais fraco do sistema.2. de 5 % da pressão do teste. as tubulações que operam enterradas devem.14 Deve-se fazer uma inspeção de todo o sistema de suportes das tubulações para se avaliar previamente o seu comportamento quando da aplicação do fluido de teste que. 11. sendo um no ponto de maior elevação e outro no ponto de menor elevação do sistema. 11. Os manômetros devem estar em perfeitas condições.5.2. 48 . enquadradas como classes de inspeção I. que as divisões sejam. para evitar excessiva distensão e abaulamento do fole. devem ser travadas e suportadas temporariamente. sem isolamento ou revestimento.2.18 Devem ser usados manômetros adequados à pressão de teste de tal forma que a leitura da pressão esteja entre 1/3 e 2/3 da escala. flangeadas e roscadas) devem ser deixadas expostas.1. No entanto. com mostrador de diâmetro mínimo igual a 75 mm. não podendo ser à base de epóxi. 2 manômetros.2. 11. As tubulações enterradas devem ficar com as ligações expostas (e sem pintura).-PÚBLICO- N-115 REV. 11. para exame durante o teste.4 desta Norma. sendo permitida a pintura das juntas soldadas conforme ASME B31.2. II e III. pendurais.21 Onde não houver possibilidade de execução de teste hidrostático. ser adequadamente suportadas.17 Devem ser instalados.2. uma análise da suportação deve ser realizada. Nesses casos.1. 11.20 As juntas de vedação a serem utilizadas no teste hidrostático devem atender o prescrito em 7. Quando não houver certeza de que a suportação da tubulação foi projetada para os esforços resultantes do Teste Hidrostático (TH).2. G 10 / 2012 11. 11.2. do ponto de vista de resistência à pressão de teste devem ser isoladas ou substituídas por carretel temporário. durante o teste.12 As juntas de expansão.2. testados e aferidos a cada 3 meses.19 Todas as junções de sistemas de tubulação (por exemplo: juntas soldadas. não enterradas. que sejam testadas com água. batentes e âncoras) devem ser ligadas ao sistema de tubulações antes do teste de pressão. exceto as ligações enclausuradas em concreto que já tiverem sido testadas previamente de acordo com esta Norma. 11. em geral necessitam que se usem suportes provisórios adicionais.13 Todas as partes estruturais (tais como suportes. por ser freqüentemente mais pesado que o fluido circulante constitui a maior carga estática que age sobre os suportes. guias. 11. devem ser executados os ensaios alternativos previstos na norma de projeto aplicável. no mínimo.2. Quando submetidas ao teste.15 Tubulações projetadas para vapor ou gás. a pintura deve estar restrita à aplicação da tinta de fundo.

11.2 O fluido deve ter ponto de fulgor maior ou igual ao maior dos seguintes valores: a) 0 °C.1 Antes de iniciar o teste. 11.1 a 11.3.2 Verificar. gás inerte ou ar podem ser utilizados quando não for possível o uso da água doce como descrita em 11. com teor de cloretos limitado a no máximo 50 ppm.2. 11.4 Fluido de Teste 11. a não ser que isso seja explicitamente contra indicado pelo projeto.3.1. isenta de hidrocarbonetos. só são admitidas mediante elaboração de APR e aprovação da fiscalização da PETROBRAS. G 10 / 2012 11. com o objetivo de localizar os defeitos maiores.2. b) temperatura do teste acrescida de 10 °C. 11. limpa.3. 49 .4. através do teste de impacto “Charpy V”.2 Quando a temperatura de teste for inferior a 10 °C deve ser seguida uma das alternativas descritas a seguir.4. 11.4. conforme definido na PETROBRAS N-269. 11.3.4. 11. Estas.4 Caso seja necessário fazer reparos evidenciados pelo teste. a uma pressão não superior a 0. deve ser feito um teste preliminar com ar ou gás inerte.3.1 A temperatura de teste (ver 3.3. se os materiais da tubulação e suas soldas possuem comportamento dúctil na temperatura de teste.3 Caso seja usado o teste com hidrocarbonetos. Sempre que necessário.4.2 Fluidos de teste alternativos.4. 11. A temperatura máxima para o teste hidrostático é 40 °C e para o teste pneumático é 50 °C. c) temperatura ambiente acrescida de 10 ºC.15 MPa (1.5 kgf/cm2).4. deve ser dada especial atenção à desgaseificação e inertização da linha antes do início do reparo. devem ser adicionados à água inibidores de corrosão e bactericidas.4.3. não agressiva ao tubo e internos de válvulas.3.1 O fluido de teste deve ser aquecido de forma a não ultrapassar a temperatura de 40 °C.1 O fluido a ser usado deve ser água doce.4.3. 11.3 O fluido deve ter ponto de congelamento igual ou menor que a temperatura de teste subtraída de 25 °C. o que for maior. como água salgada. ou outras alternativas.4.14) mínima para o teste de pressão é de 10 °C ou a temperatura mínima de projeto.3 Temperatura de Teste 11. devem ser observadas as condições descritas em 11.3. com certificado de análise.4. Quando o equipamento for testado em conjunto com as tubulações deve ser respeitada a temperatura mínima especificada para o fluido de teste do equipamento.-PÚBLICO- N-115 REV. levando-se em conta o local de descarte. 11. hidrocarbonetos.

5.5.2 Quando. em local seguro. Na falta desta informação.3 Quando é necessária a manutenção da pressão por um período de tempo durante o qual o fluido empregado possa sofrer expansão térmica devido à insolação.3 Sistemas não pressurizados ou trabalhando com pressão interna de no máximo 0. Constatação de Vazamentos e Final de Teste 11.2 Quando o sistema de tubulações e os equipamentos forem preenchidos com líquido de teste. NOTA 2 Em todas as etapas de pressurização ou despressurização. 11. durante 30 minutos e. não executar inspeção nesta pressão. no máximo 0. 11. NOTA 3 Durante a pressurização. bem como deve obedecer às seguintes etapas: a) aplicar inicialmente a pressão de 0.1.1 A pressão de teste deve ser aquela indicada no projeto. podem ser testados permanecendo cheios de água durante 24 horas para verificar vazamentos. e) reduzir a pressão até a pressão de projeto e executar nova inspeção. f) reduzir gradativamente até a pressão atmosférica e abrir os suspiros nos pontos altos da tubulação para evitar vácuo no esvaziamento.02 MPa (0.6. c) elevar a pressão até atingir a pressão de teste hidrostático e.1 MPa (1 kgf/cm2). caso seja detectado algum vazamento. devido à coluna hidrostática.1 A execução do teste hidrostático deve obedecer às seguintes etapas: a) elevar a pressão até 50 % da pressão de teste. a tubulação deve ser despressurizada. devem ser colocadas válvulas provisórias para garantir a completa remoção do ar. 50 . 11. após a estabilização. por motivo de segurança. todas as pessoas devem manter-se afastadas. com intervalos de 10 minutos.5 O teste pneumático deve atender aos requisitos em 11. d) permanecer nesse patamar.6. no mínimo.3.4. deve ser calculada de acordo com a norma de projeto aplicável.6. mantendo pessoal e equipamentos em local seguro. a pressão atuante durante o teste for ultrapassar a pressão máxima admissível para algum componente. Na falta de válvulas de suspiro nos pontos altos.6 Aplicação da Pressão. devem ser tomadas precauções para o alívio da pressão. b) proceder à inspeção preliminar da tubulação. 11.6.6. que deve ser feita em degraus de.5. 11. em drenagem e serviços de pouca responsabilidade. corrigido o vazamento e em seguida reiniciado o teste. segundo a PETROBRAS N-1593. G 10 / 2012 11.5 e 11.1 MPa (1 kgf/cm2) e examinar todo o sistema com solução formadora de bolhas. 11. e enquanto o sistema estiver a 100 % da pressão de teste. este não deve ser incluído no sistema ou a pressão de teste deve ser reduzida convenientemente.6. 11. suas válvulas de suspiro devem estar completamente abertas. b) elevar a pressão até a pressão de teste.2 kgf/cm2). NOTA 1 Em qualquer etapa do teste. a taxa máxima de variação de pressão deve ser de 20 % da pressão de teste por minuto. 11.4 Não é permitido o martelamento de tubulações durante o teste de pressão. 11. desconectar a bomba do sistema em teste. sem aplicar pressão.-PÚBLICO- N-115 REV.5 Pressão de Teste 11.

alternativamente à aplicação dos requisitos do código de projeto aplicável. deve ser verificada a estanqueidade do sistema quando atingidas as condições de operação normal.6 No caso de detecção de defeitos no teste de pressão.3 Para dispensa de teste de pressão. alteração ou reclassificação. os suspiros devem ser abertos para evitar respectivamente a formação de bolsões de ar ou de vácuo no interior da tubulação. desde que aprovado pela PETROBRAS.8 Após o teste e remoção dos bloqueios. 11.6. atendendo os mesmos requisitos de teste utilizados em instalações novas. [Prática Recomendada] 11. Em tubulações verticais é aceitável reduzir o nível do líquido de teste abaixo do local do reparo. 11. e) reduzir gradativamente até a pressão atmosférica. a tubulação deve ser identificada como “testada”. drenado. devendo. todas as pessoas devem manter-se afastadas.6. 11.7.6. esta deve ser mantida durante 15 minutos sem que haja queda de pressão no manômetro. PETROBRAS N-1593 deve ser feito com a pressão reduzida para 91 % da pressão de teste (pressão de projeto).3. das válvulas de retenção. somente pode ser iniciado após o teste de pressão e o revestimento da tubulação.4.6. d) o exame com solução formadora de bolhas. e o local do defeito secado.7. devem ser executados ensaios alternativos.6.-PÚBLICO- N-115 REV.10 Devem ser remontados os elementos e acessórios que foram retirados para execução do teste de pressão e removidos os travamentos das juntas de expansão.1 Durante a manutenção das tubulações. exceto no caso previsto no 11. 11. dos suportes de mola e demais dispositivos auxiliares de teste.7.6. ser submetidas aos exames não destrutivos correspondentes. Toda a tubulação reparada deve ser retestada. 11. NOTA Durante a pressurização. e enquanto o sistema estiver a 100 % da pressão de teste. 51 .4 Tubulações enquadradas na classe de inspeção I não precisam ser submetidas a teste de pressão. o sistema deve ser despressurizado. 11.7 Antes do enchimento ou do esvaziamento do sistema. em local de fácil visualização. o teste de pressão se faz necessário sempre quando houver reparo. nesse caso. deve ser complementada a proteção (pintura/isolamento/revestimento) das ligações expostas. abertos para passagem de tubulações.7 Teste de Tubulações Durante a Manutenção 11. 11. G 10 / 2012 c) após atingida a pressão de teste. podem ser seguidos os requisitos de teste de pressão da API 570. indicados na Tabela A.11 O reaterro de ruas e diques. Além disso.2 Em casos excepcionais.7. em local seguro.2. 11. onde não houver possibilidade de execução de teste hidrostático.4.9 Após o teste. Toda dispensa de teste de pressão deve ser fundamentada pelo executante considerando todos os riscos envolvidos e ser aprovada pela PETROBRAS. antes do início do reparo. 11.

no mínimo. salpicos de solda. para interligações ou ajustes.2.1. b) o sistema de limpeza deve incluir todos os pontos internos da tubulação. c) a limpeza interna pode ser realizada com água. G 10 / 2012 11. inclusive locais onde existam drenos e suspiros. 52 . considerando a captação do fluido. 12 Condicionamento 12.1. 12. de preferência. rebarbas e outros corpos estranhos do interior das tubulações. 12. produtos químicos (tais como solução de detergentes. conforme o procedimento da executante. poeiras. 12.1.1 Verificações Finais 12. A limpeza das tubulações deve ser executada de acordo com procedimento de limpeza que atenda.3 As ligações entre tubo previstas para serem eletricamente isoladas devem ter seus elementos isolantes (juntas. nitrogênio. escórias. ar comprimido. com os critérios de aceitação da norma de projeto.-PÚBLICO- N-115 REV. as juntas soldadas de campo. com longa duração ou com algum condicionante operacional. b) as soldas em ângulo forem executadas com. ou com óleo. é obrigatório o registro das dimensões especificadas e medidas diretamente nas juntas. tendo como critério de aceitação zero indicação. vapor. 2 camadas de solda e inspecionadas por EV/dimensional e LP na raiz e acabamento.4 Deve ser verificado se todas as juntas de vedação provisórias foram substituídas pelas definitivas especificadas pelo projeto. pontas de eletrodos. deve ser elaborada uma APR. pelo menos. buchas e arruelas) verificados quanto à correta identificação e localização nas instalações. ácidos inibidos e soluções alcalinas). as seguintes recomendações gerais: a) a limpeza das linhas deve ser executada.2 Limpeza dos Sistemas 12. não necessitam ser testadas se a tubulação for em aço-carbono e se: a) as soldas de topo forem radiografadas ou ultrassionadas. 12.1 As válvulas devem ser re-engaxetadas nos seguintes casos: a) quando especificado pela projetista a utilização de gaxetas especiais diferentes das existentes na válvula. o descarte para o ambiente e o plano de contingência para o caso de falha ou acidentes.1 Geral Antes da limpeza da tubulação. incluindo ou não dispositivos tipo “PIG”. b) após uma estocagem ou preservação deficiente.2. visando a remoção de depósitos de ferrugem. por conjunto ou sistema de tubulações.2 O sistema de tubulações deve ser inspecionado para verificar se a execução da limpeza está de acordo com o 12.1.7. c) A dispensa do teste for aprovada pela PETROBRAS.5 Para os componentes das tubulações com testes de pressão previamente executados.

quando aplicável. — raquetes. c) os suportes de mola devem estar travados durante a limpeza. h) as válvulas de retenção. 12. G 10 / 2012 d) antes da limpeza. podem ser retiradas para verificação da possível existência de detritos depositados em suas sedes. se são necessários suportes provisórios que devam ser construídos e montados nos pontos indicados. quando necessário. o) todos os equipamentos e acessórios.23. caso permitido. q) o procedimento de limpeza deve mencionar os cuidados com relação ao descarte para o meio ambiente do fluido e produtos envolvidos e removidos na limpeza. removidos para a limpeza das tubulações. por exemplo. devem ser remontados em suas posições corretas. s) prever a instalação de filtros provisórios conforme o 4. devem ser retiradas ou travadas na posição aberta. b) a limpeza com ar de serviço deve ser usada apenas quando permitido pelo projeto.-PÚBLICO- N-115 REV. l) as válvulas só podem ser acionadas após realizada a limpeza da linha. decorrentes do arraste durante a lavagem das linhas. k) antes de iniciar a limpeza deve-se verificar a compatibilidade dos materiais de revestimentos e internos de válvulas com o processo a ser utilizado.2. — válvulas de sede resiliente. 53 . no projeto. b) em tubulações de aço inoxidável é permitida limpeza com água. — instrumentos. quando o suprimento de fluido de limpeza for à jusante das mesmas. desde que o teor de halogenetos seja controlado. se as tubulações podem ser enchidas com água e. t) prever. com concentração máxima de 50 ppm a 25 °C. g) as válvulas devem ficar totalmente abertas. substituídos por carretéis. procedimento de secagem e inertização. m) algumas válvulas.3 Limpeza de Sistemas de Ar de Instrumentos a) as linhas de ar para instrumentos devem ser limpas com ar de instrumentos ou gás inerte. como por exemplo o TT. i) as tubulações de sucção de compressores e seu sistema de lubrificação e de alimentação de vapor ou gás de turbina devem ter toda sua superfície interna limpa por processo mecânico ou químico até o metal branco. p) incluir preservação quando necessário. e) todos os acessórios que forem removidos devem ser limpos em separado e. e — todos os componentes que causem restrições ao fluxo como. deve-se verificar se foram removidos os seguintes equipamentos e acessórios: — purgadores. j) deve ser prevista instalação de linhas provisórias para atender ao abastecimento e drenagem do fluido para a execução da limpeza das tubulações. f) os suspiros e drenos das tubulações devem ser abertos. consideradas essenciais à operação.2. placas de orifício. r) o procedimento de limpeza deve estabelecer um critério eficaz para se decidir pela conclusão da limpeza na qualidade requerida. n) o primeiro acionamento deve ser realizado cuidadosamente objetivando detectar a existência de possíveis detritos na sede. — válvulas de controle. d) deve ser verificado se os pontos de saída de água de lavagem não causam danos ao isolamento e/ou prejuízo a execução de outros trabalhos.2 Limpeza com Água a) antes da limpeza com água deve ser verificado. 12. — discos de ruptura. — válvulas de segurança e de alívio.

e) retirar as travas dos suportes de mola. a tubulação deve ser pressurizada com vapor e verificado o funcionamento individual de cada purgador. g) deve ser verificado se foram instalados silenciadores. i) a sopragem deve ser executada no sentido do fluxo. — estudo da compatibilidade entre as velocidades de circulação nos vários pontos da tubulação e a eficiência do inibidor de corrosão. no sistema. — definição dos locais de despejo. da segurança e do meio ambiente. não drenáveis. sempre que possível. — definição da compatibilidade entre as soluções de limpeza e do material do sistema de tubulação.2.2. l) quando requerido. 54 . — definição dos locais de armazenamento dos produtos químicos a serem utilizados. — definição dos acessórios a serem removidos. — definir. — definição dos pontos de injeção. visando a elaboração do procedimento de limpeza abrangendo. b) os dispositivos provisórios de limpeza com vapor devem ter flexibilidade e classe de pressão compatíveis com as condições de serviço e atender ao código de projeto aplicável. verificar e registrar a sua posição a frio.2. f) retirar o travamento das juntas de expansão. — identificação dos tipos de depósitos a serem removidos. os itens abaixo indicados: — identificação da(s) tubulações a serem limpa(s). além das recomendações gerais do descrito em 12. k) após a remontagem dos equipamentos e acessórios removidos antes da lavagem. h) deve ser verificado se foram instalados corpos de prova de acordo com a API RP 686. c) para linha nova. devido à incompatibilidade metalúrgica com as soluções de limpeza. c) nas soluções ácidas é obrigatória a substituição da solução quando o teor de íons de ferro for superior a 0. — definição dos pontos de inspeção final. transporte e descarte dos produtos químicos. j) verificar nos pontos de dilatação máxima da linha se não estão ocorrendo interferências com outras linhas e perda de suportação. travar os suportes de mola.2. antes da limpeza com vapor. drenagem e suspiro. G 10 / 2012 12. — verificar se existem pontos baixos.1.2. — efetuar APR. — cuidados necessários para o manuseio.5 Limpeza Química a) antes da limpeza química a tubulação deve estar totalmente liberada dos ENDs e deve ser lavada com água conforme descrito em 12. com vazão mínima igual à de operação. — definição do método de limpeza (imersão. de modo a verificar se é o momento de concluir a fase ácida ou de renovar a solução. a tubulação deve ser mantida com N2 ou água desmineralizada. conforme descrito em 12. d) as válvulas e acessórios que contêm elementos de vedação resilientes devem ser removidas dos sistemas exceto quando a temperatura do vapor for inferior a 180 °C. pontos de corte para retirada de amostra da tubulação para verificação da eficácia da limpeza. — definição dos dispositivos auxiliares de limpeza a serem fabricados (tais como conexões e carretéis). — definição da finalidade da limpeza em função das características operacionais. prevendo neutralização e destino.2. o sistema deve ser lavado com água. — identificação da especificação de material da tubulação.2. circulação térmica ou mecânica e fase vapor).-PÚBLICO- N-115 REV. d) deve ser efetuado acompanhamento da concentração da solução ácida. neste último caso.4 %.4 Limpeza com Vapor a) antes da limpeza com vapor deve ser verificado se este procedimento é permitido nos documentos de projeto. visando a preservação da saúde. 12. iniciando pelo tronco e depois pelos ramais. assinaladas nos fluxogramas. b) deve ser efetuado estudo preliminar das características do processo.

3 Em linhas de gás natural. para outros produtos deve ser conforme projeto ou procedimento. deve ser realizado o esvaziamento da tubulação. sujeitos à acumulação de água. quando então a sopraqem com ar seco ou nitrogênio deve ser interrompida. estabelecido no procedimento especificado para o fluido da linha. 12. mantendo abertos os drenos e os suspiros. 12.6 Limpeza com Óleo (“Flushing”) a) em tubulações onde exigida limpeza com óleo deve ser instalado um filtro.4 A secagem deve ser iniciada após o esvaziamento da tubulação acompanhamento do ponto de orvalho em pontos previamente definidos procedimento. se estes parâmetros não estiverem disponíveis. 12. antes do início dos serviços. visando recolher os detritos do interior da linha e permitir análise do grau de remoção destes ao longo do processo. NOTA A passagem de PIGs espuma deve ser avaliada em caso de esvaziamento de trechos longos.2. a uma velocidade mínima de 3 m/s. por um período mínimo de 6 horas. 12. Válvulas e equipamentos. enquanto o ponto de orvalho apresentar valor inferior ao especificado até que ocorra a estabilização.3. medições devem ser feitas até que o ponto de orvalho se aproxime assintoticamente da temperatura de ponto de orvalho do gás seco empregado. a fim de verificar se houve estabilização do ponto de orvalho no valor especificado. devem ser tratados adequadamente. 55 . quando não for detectada presença de impurezas depositadas no filtro. c) para este caso específico o procedimento de limpeza deve considerar a tubulação limpa quando o óleo estiver dentro dos parâmetros de impureza aceitáveis pelo fabricante do equipamento ou. Se o ponto de orvalho se elevar acima do valor especificado.3.2 Caso o ponto de orvalho não se estabilize após este período.3. Para linhas de gás natural. G 10 / 2012 12. o que for menor.1 As linhas devem ser secas com a passagem de ar seco ou nitrogênio sempre que a possibilidade de água retida no sistema comprometer a qualidade do produto ou a integridade dos equipamentos. a necessidade de secagem deve ser verificada conforme projeto.1 Durante a secagem. o período entre medições dever ser de 24 horas.4. NOTA e monitorada via no projeto ou no orvalho medido for de secagem ou o A secagem de linhas de gás natural deve ser feita com o emprego de ar super seco (ponto de orvalho igual ou inferior a -50 °C) ou emprego de nitrogênio (ponto de orvalho igual ou inferior a -60°C) até que o ponto de orvalho medido seja igual ou inferior a -39 °C. Para outros serviços. fazer novas medições considerando o mesmo período de tempo. quando da entrada em operação.3 Secagem 12. Depois de concluída esta etapa. 12. refazer o processo de secagem. NOTA Linhas de gás natural requerem obrigatoriamente uma etapa de secagem. realizar nova medição após período especificado em procedimento ou no projeto.2 Após a aceitação do teste hidrostático. após circulação do óleo.3.3.3. 12. o esvaziamento deve ser feito por meio de ar comprimido. A secagem deve ser considerada concluída quando o ponto de igual ou inferior ao estabelecido no projeto.-PÚBLICO- N-115 REV.4. b) a graduação da tela deve ser selecionada em função das características dos equipamentos ligados às tubulações.

c) registro das não conformidades geradas na montagem.4. f) indicação dos registros e certificados de TT e ensaios correspondentes. as seguintes informações: a) b) c) d) e) data da execução. utilizando um medidor eletrônico. resultado de ensaios de dureza após o tratamento. curva de TT (temperatura X tempo). dos soldadores. identificação das linhas. 13. no mínimo. pressão e temperatura). no mínimo. b) conjunto de tubulações testado. emitido por conjunto de tubulações testado. b) indicação dos materiais empregados (permitindo rastreabilidade ao certificado de qualidade).3 O certificado de teste deve conter. d) condições de teste (fluido. 13. 13 Documentação 13. emitido por conjunto de tubulações. no mínimo.2). as seguintes informações: a) identificação das tubulações integrantes. c) indicação do procedimento de montagem utilizado. f) procedimento utilizado. 13. registro de acompanhamento. e) resultado do teste. 12. deve conter. “spools” ou juntas tratadas.-PÚBLICO- N-115 REV.3). 56 .4 O ponto de orvalho deve ser medido na pressão atmosférica. com faixa de medição compatível com o ponto de orvalho do fluido utilizado na secagem e provido de certificado de calibração emitido pelo fabricante. as seguintes informações: a) identificação das tubulações integrantes do conjunto de tubulações testado e número do fluxograma de teste. d) indicação dos procedimentos de soldagem utilizados. o sistema deve ser inertizado com gás inerte compatível com o fluido para aguardar a pré-operação. g) indicação dos registros e certificados de pré-tensionamento. novas medições de ponto de orvalho devem ser executadas antes do início da operação. b) certificado de conclusão de montagem emitido por conjunto de tubulações testado (ver 13.3. f) registro de execução da limpeza e condicionamento. Caso a pré-operação não ocorra imediatamente após a inertização. no mínimo.4 O certificado de TT deve conter. com os respectivos registros de acompanhamento. c) fluxograma de teste. e) indicação do registro de inspeção utilizado (contendo número das juntas.4. indicando a localização dos manômetros e limites do sistema em teste. dos procedimentos de END e percentuais de ensaio). d) identificação dos certificados de pintura. g) identificação dos certificados de isolamento térmico. e) identificação dos certificados de teste (ver 13.3 Após a estabilização do ponto de orvalho.3. G 10 / 2012 12.1 O certificado de aceitação.2 O certificado de conclusão de montagem. as seguintes informações: a) data do teste. deve conter.

no mínimo. temperatura da linha. identificação das linhas. as seguintes informações: a) b) c) d) e) f) data de realização. 14 Aceitação e Rejeição As tubulações são consideradas aceitas se construídas. ensaiadas e testadas com resultados satisfatórios. G 10 / 2012 13. examinadas.5 O certificado de pré-tensionamento deve conter. procedimento utilizado.-PÚBLICO- N-115 REV. nas condições requeridas por esta Norma. 57 . aprovação da conformidade com o projeto. deformação aplicada.

5 e da temperatura da linha.1.Exames Requeridos na Inspeção de Solda de Tubulações A. com as exceções do descrito em A. da classe de pressão definida no ASME B16. 58 . N-1594. A.1.1.1 As classes de inspeção para linhas projetadas conforme ASME B31.2 Classes de Inspeção A.2. Para outras normas de projeto de tubulação devem ser utilizados os critérios específicos de cada norma.1 Definir o tipo e a extensão mínima dos exames não destrutivos a que devem ser submetidas as soldas de tubulações construídas de acordo com esta Norma. G 10 / 2012 Anexo A .3 devem ser determinadas de acordo com a Tabela A.2. N-1593.2 Os exames devem ser aplicados de acordo com as PETROBRAS N-1591.1 Objetivo A. N-1595. em função do tipo de material. N-1597 e N-1598 e o pessoal encarregado de executar os exames deve estar qualificado de acordo com o que foi definido no procedimento interno de qualificação de pessoal estabelecido pela área de certificação e inspeção do SEQUI e as ABNT NBR NM ISO 9712 e NBR 14842. N-1592.2. A. N-1596.-PÚBLICO- N-115 REV.

A. A.3. agrupadas por soldador. NOTA 2 Para fluído não enquadrados em categoria D. não maior do que três meses. 59 .-PÚBLICO- N-115 REV.2. NOTA 4 Para materiais não listados a PETROBRAS deve ser consultada quanto à classe de inspeção a ser utilizada.2. “serviços cíclicos severos” ou “serviços a alta pressão” são definidos conforme ASME B31. a linha deve ser incluída na classe de inspeção IV. A. “serviços categoria M”. deve ser examinada toda a circunferência ou todo o comprimento do número de juntas que corresponderem ao percentual indicado.2 Um lote é definido como sendo o número total de juntas executadas em um período.3 Classes de inspeção Material "P-number" Limitações (ver NOTA 1) I II III Açoscarbono 1 T ≤ 430 °C Categoria D 150 (ver NOTA 2) a 900 1 500 a 2 500 150 a 900 1 500 a 2 500 150 a 600 900 a 2 500 - 150 a 2 500 150 a 600 900 a 2 500 - 150 a 2 500 150 a 600 900 a 2 500 - 150 a 2 500 150 a 600 - - 150 a 2 500 C-1/2 Mo 1/2 Cr-1/2 Mo 1 a 2 Cr-Mo 2 1/4 a 9 Cr-Mo 9 Cr-Mo-V 12 Cr (tipo 410) 12 Cr (tipo 405) 2 1/4 Ni 3 1/2 Ni 5 Ni 9 Ni Aços inoxidáveis austeníticos e duplex/ superduplex Ligas de Níquel 3 - - 4 5 15E 6 - - 7 9A 9B 11A-SG2 11A-SG1 - - T < 430 °C 8 e 10H - T ≥ 430 °C T < 400 °C 41 a 45 - T ≥ 400 °C IV (ver NOTA 3) Categoria M ou serviço cíclico severo ou serviço a alta pressão conforme capítulo IX do ASME B31.3. em relação ao número total de juntas do lote. por metal de base (“P-number”) e por metal de adição (“Fnumber”). as linhas de gás natural com classe de pressão igual ou maior que 600 devem ser incluídas na classe de inspeção IV.2 Serviços categoria D”.3.Classes de Inspeção para Tubulações Conforme ASME B31.3 Amostragem A.3 ou serviços sujeitos a corrosão sob tensão ou com hidrogênio ou instalações de compressão projetadas pelo ASME B31.1 Quando for indicado o exame por amostragem na Tabela A.1 . NOTA 3 Em unidades ou instalações de exploração e produção. G 10 / 2012 Tabela A.8 Ligas de 31 a 35 125 a 300 Cobre NOTA 1 Sempre que requerido o teste de impacto na qualificação do procedimento de soldagem.

9A.3.2. 9B. aplicá-las ao mesmo soldador.2. RX (NOTA 5) 10H US (NOTA 12) 41-45 LP 31-35 (NOTA 17) (NOTAS 6 e 15) Extensão exigida para cada tipo Bocas-de-lobo e De suporte Circunferenciais outras derivações (NOTA 7) (NOTAS 3 e 9) (NOTAS 1. o trabalho de todos os soldadores deve estar incluído nesta amostragem. A.3.2. 6 e 9) 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 10 % 10 % - Em angulo (NOTS 2) 100 % 100 % - - 10 % - 10 % 100 % 10 % - 100 % 10 % 100 % - 100 % - - 10 % - 10 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 10 % - 100 % 10 % 100 % - 100 % - 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 10 % - 100 % 10 % 100 % - 100 % - 100 % 100 % 10 % 100 % 60 .2 As juntas de fabricação e de campo devem ser agrupadas em lotes separados. 5.3.1 O lote deve ser selecionado por classe de inspeção. A. Tabela A. G 10 / 2012 A.3 Quando for executado exame por amostragem.3. 7 US (NOTA 12) (NOTAS PM (NOTAS 8 16 e 17) e 15) Dureza (NOTA 4) EV 8.4 No caso de penalidades.-PÚBLICO- N-115 REV.2.2 . A. 6. devido aos diferentes percentuais exigidos.Tipo e Extensão do Exame por Tipo de Solda Classe “PNumber” I 1 II Tipos de exame exigidos EV EV RX (NOTA 5) US (NOTA 12) 1 PM (NOTAS 8 e 15) EV RX (NOTA 5) 3 US (NOTA 12) (NOTAS PM (NOTAS 8 16 e 17) e 15) Dureza (NOTA 4) EV RX (NOTA 5) 4.

41-45 (NOTA 17) 1 IV 3. 9B. 7. 7. G 10 / 2012 Tabela A. 15E (NOTAS 16 e 17) 8. 4 (NOTAS 16 e 17) III 5. 6 e 9) 100 % 100 % 100 % 100 % (NOTA 10) 25 % - Em angulo (NOTA 2) 100 % - - 100 % 20 % 100 % 100 % 100 % (NOTA 10) - 100 % 100 % 100 % - - - 25 % - - 100 % 100 % 20 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % - 100 % 100 % 100 % - 100 % - 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % - 100 % 100 % 100 % - 100 % - 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % - - - - 100 % - - 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % - - - - 100 % - - 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % 100 % - - - - 100 % - - 100 % 100 % 100 % 100 % 61 . 10H 11A-SG1. 6. 4. 9B. 5. 9A. 11A-SG2. 15E (NOTA 16 e 17) 8 (NOTA 13). 6.Tipo e Extensão do Exame por Tipo de Solda (Continuação) Classe Tipos de exame exigidos “PNumber” EV RX (NOTA 5) 1 US (NOTA 12) PM (NOTAS 8 e 15) EV RX (NOTA 5) 3. 41-45 (NOTA 17) US (NOTA 12) PM (NOTAS 8 e 15) Dureza (NOTA 4 ) EV RX (NOTA 5) US (NOTA 12) PM (NOTAS 8 e 15) Dureza (NOTA 4) EV RX (NOTA 5) US (NOTA 12) LP (NOTAS 6 e 15) EV RX (NOTAS 5 e 11) US (NOTA 12) PM (NOTAS 8 e 15) Dureza (NOTAS 4.-PÚBLICO- N-115 REV. 10H 11A-SG1.2 . 14 e 18) EV RX (NOTAS 5 e 11) US (NOTA 12) PM (NOTAS 8 e 15) Dureza (NOTAS 4 e 18) EV RX (NOTAS 5 e 11) US (NOTA 12) LP (NOTAS 6 e 15) Extensão exigida para cada tipo Bocas-de-lobo e De suporte Circunferenciais outras derivações (NOTA 7) (NOTAS 3 e 9) (NOTAS 1. 11A-SG2. 9A.

“weldolets”. bem como os requisitos específicos desta Norma.5. para efeito da Tabela A. a extensão do ensaio radiográfico pode ser de 25 %: a) passe de raiz executado utilizando o processo TIG. NOTA 10 Se todas as condições listadas abaixo forem atendidas e se não forem encontrados defeitos não aceitáveis. NOTA 3 Aplicável somente às soldas feitas para ligação de tubos e acessórios.1 O tipo e a extensão dos exames devem estar de acordo com a Tabela A. soldas entre o tubo principal e o tubo de derivação. o exame com US pode ser usado em substituição ao radiográfico.2. soldas de selagem de conexões rosqueadas e soldas de flanges sobrepostos. NOTA 16 Para os materiais PN 3. todas as soldas em juntas de diâmetros menores ou iguais a 1 1/2” devem ser inspecionadas por LP em 100 %. soldas entre tubo de derivação e a chapa de reforço. as soldas de encaixe. o ensaio deve ser realizado após este tratamento. NOTA 7 Solda entre o suporte e a superfície do tubo. “threadolets”). soldas entre o tubo principal e os elementos forjados. G 10 / 2012 Tabela A. entre outras. NOTA 8 Quando houver impossibilidade de aplicação de partículas magnéticas. 62 .6. NOTA 18 Para serviço com H2 deve ser efetuado TTAT conforme item 10. como meia-luva. como prescrito em 9. Soldas entre materiais dissimilares devem ser examinadas pelo método e na extensão requerida para o material com os critérios mais exigentes. NOTA 9 Após o passe de raiz da solda deve ser realizado o EV. b) espessura de parede para tubos de “P-number” 1 deve ser menor ou igual a 1 1/4” (32 mm).4.4. (Ver 9.1. NOTA 12 Válido para as Notas 1(b) e 1(c). colares (“sockolets”. caso necessário.-PÚBLICO- N-115 REV. conforme item 10.2 .1. exceto quando utilizados detalhes suscetíveis a exame radiográfico (conexão extrudada ou integral para solda de topo) e nesse caso as soldas devem ser 100 % radiografadas. A.3 desta Norma.3 e efetuar TT. luvas. A.Tipo e Extensão do Exame por Tipo de Solda (Continuação) NOTA 1 Como soldas de boca-de-lobo e outras derivações entende-se. As soldas feitas para fabricação de tubos e acessórios devem atender aos requisitos das normas de fabricação destes componentes (API ou ASTM). NOTA 6 O exame com LP em soldas deve ser feito na última camada de metal depositado. NOTA 5 Quando aprovado pela PETROBRAS. NOTA 15 Exceto para “Fluidos de categoria D” do ASME B31.3). NOTA 14 Para tubulações em serviço com H2S efetuar medição de dureza conforme item 9. NOTA 4 O exame de dureza após TT deve ser conduzido. exceto o EV de solda. exceto quando indicado em contrário na padronização de material de tubulação correspondente.3. Caso seja requerido TT.3. NOTA 17 Efetuar teste de reconhecimento de ligas metálicas conforme item 9.2 O EV deve verificar se a superfície externa das juntas soldadas atende aos requisitos da norma de projeto aplicável. o exame por LP pode ser usado na mesma extensão.6 e 15.4. NOTA 11 Quando autorizada a substituição por US devem ser considerados os requisitos correspondentes a coluna de condições de serviço cíclico severo do ASME B31. desde que atendidos os requisitos da norma de projeto aplicável.4 Exames das Juntas Soldadas A. c) espessura de parede para tubos de “P-number” 3 e 4 deve ser menor ou igual a 5/8” (16 mm). todos os ensaios previstos devem ser executados após TT.3. NOTA 2 Soldas em ângulo incluem. ou no contrato.2: a) b) c) d) soldas entre tubo principal e a chapa de reforço. NOTA 13 Materiais em aço inoxidável austenítico submetidos a serviço com H2S devem ter a dureza da solda controlada.

9 O acompanhamento da soldagem por inspetor de solda não é aceito como substituto de qualquer exame não destrutivo previsto para a junta soldada. o EV deve verificar o cumprimento da norma de projeto aplicável. 63 .10 Quando for aplicado exame por US. deve atender aos requisitos da norma de projeto aplicável. A.4. A. bem como para a inspeção em materiais de média e alta liga (> 5% em peso de elementos de liga) deve ser elaborado procedimento específico. A.2 deve estar de acordo com a norma de projeto aplicável. Esse requisito também é aplicável ao reparo das juntas longitudinais e helicoidais na obra.4. quando utilizado.6 devem ser 100 % radiografados. PM e ensaio visual.-PÚBLICO- N-115 REV. que não aquelas de fabricação dos componentes (cuja inspeção é prevista nas normas dos próprios). devem ser totalmente inspecionadas por US ou radiografia.4.7 Os cruzamentos de solda e as soldas que não atendem as distâncias mínimas previstas em 6. o EV deve atender aos mesmos requisitos da norma de projeto aplicável para serviço cíclico severo.4.6 O critério de aceitação dos exames exigidos pela Tabela A. falta de fusão e falta de penetração. que deve ser aceito pela PETROBRAS. Para solda fora das faixas especificadas acima.8 Quaisquer juntas longitudinais soldadas.3 Sempre que for acessível o lado interno das juntas soldadas.4. embora permitido pelo código de projeto (“in process examination”). adicionando-se que considerados inaceitáveis os seguintes tipos de descontinuidades: trinca. A. deve ser adotado o critério de aceitação de projeto aplicável.1. A. A aplicação do US é usada apenas para juntas tubo x tubo com diâmetro  2” e espessura  5 mm e para juntas tubo x conexão com diâmetro  8” e espessura  5 mm. A.4 Para as linhas enquadradas na classe de inspeção IV. G 10 / 2012 A. A. respaldado em ensaios em corpos-de-prova.5 O exame com US.4.4.4.

1 .1 com o tamanho do lote. obtendo-se então: a) o tamanho da amostra. as tabelas mais aplicáveis das ABNT NBR 5425.1 e B.2 Amostragem B. G 10 / 2012 Anexo B .3. B.2. obtendo-se o código literal de amostragem.Amostragem B. de forma simplificada. Tabela B.3.2 desta Norma.Codificação de Amostragem Tamanho do Lote 2 9 16 26 51 91 151 281 501 1 201 3 201 10 001 35 001 150 001 a a a a a a a a a a a a a a 8 15 25 50 90 150 280 500 1 200 3 200 10 000 35 000 150 000 500 000 acima de 500 000 Código literal de amostragem A B C D E F G H J K L M N P Q B.3 Os tamanhos da amostra e os critérios de aceitação e rejeição podem ser obtidos através das Tabelas B.2. B. 64 .2 Entrar na Tabela B.1 e com a Qualidade Limite (QL).2. de acordo com as características de amostragem estabelecidas em 5. NBR 5426 e NBR 5427. para cada componente de tubulação. As ABNT NBR 5425 e NBR 5427 apresentam informações complementares visando facilitar a aplicação da inspeção por amostragem da ABNT NBR 5426.1 A amostragem deve ser executada conforme estabelecido na ABNT NBR 5426.2 Os tamanhos da amostra e os critérios de aceitação e rejeição devem ser definidos.2. para a amostragem solicitada pelo em 5.1 Objetivo Fornecer um roteiro para determinação do tamanho da amostra e dos limites de aceitação e rejeição. podendo ser empregadas como ferramentas auxiliares.3. B. B.1 Entrar na Tabela B. apresentado.3 Roteiro para Determinação do Tamanho da Amostra e Limites de Aceitação e Rejeição B.2 desta Norma e em função do tamanho do lote.2 com o código literal de amostragem obtido em B.-PÚBLICO- N-115 REV.

2. c) Ac = 0. Re e tamanho da amostra fornecidos pelo primeiro plano abaixo de seta. tamanho do lote: 200. caso esse novo tamanho de amostra seja maior que o tamanho do lote. B. b) seta para cima () : utilizar os valores de Ac.-PÚBLICO- N-115 REV.4.2 encontrar-se a seta deve-se: a) seta para baixo () : utilizar os valores de Ac.2 Utilizando a Tabela B. Re e tamanho da amostra fornecidos pelo primeiro plano acima da seta. encaixe para solda. Tabela B.3. deve ser feita inspeção em 100 %.Baseado na Qualidade Limite para o Risco do Consumidor Aproximadamente Igual a 5 % Código de Tamanho amostra da amostra A B C 2 3 5 D E F 8 13 20 G H J 32 50 80 K L M N P Q Qualidade limite 4.4 Exemplo 1: a) b) c) d) válvulas gaveta de 3/4”.2. b) Re = 1.4.3. B.Plano de Amostragem Simples .2 . classe de pressão 800.3. G 10 / 2012 b) limites de aceitação e rejeição: — número de peças defeituosas que ainda permite aceitar o lote : Ac. características de amostragem: conforme descrito em 5. — número de peças defeituosas que implica na rejeição do lote : Re.0 10 15 Ac Re Ac Re Ac Re 0 1 0 1 0 1 1 2 3 4 1 2 3 4 7 8 125 200 315 1 2 3 4 5 6 7 8 12 13 21 22 12 13 21 22 500 800 1 250 12 13 21 22 65 .1 baseado no tamanho do lote (200): código “G”. QL = 10. B.3. para QL = 10 e para o código “G” conclui-se que: a) tamanho de amostra = 32.1 O código literal do tamanho de amostra é obtido na Tabela B. B.3 Se na entrada da Tabela B.

1 O código literal do tamanho de amostra é obtido na Tabela B.2 Utilizando a Tabela B.5.1 baseado no tamanho do lote (70): código “E”. que o plano deve ser alterado. B. b) novo tamanho de amostra = 32.-PÚBLICO- N-115 REV. para QL = 10 e para o código “E” conclui-se que: a) a tabela indica uma amostra de 13 tubos para a inspeção por amostragem. Deve-se adotar o primeiro plano abaixo da seta.  usar o primeiro plano acima da seta. d) Ac = 0.3. porém.5 Exemplo 2: a) b) c) d) tubos ASTM A 106 Gr B. B. B.3. 66 . G 10 / 2012 Onde:  usar o primeiro plano abaixo da seta.3.2. c) Re = 1. QL = 10. 10”. Re é o número de peças defeituosas (ou falhas) que implica na rejeição do lote. Ela também indica.2. pois para esse QL encontramos uma seta para baixo nessa linha. Se a nova amostragem requerida for igual ou maior do que o número de peças constituintes do lote.5. Ac é o número de peças defeituosas (ou falhas) que ainda permite aceitar o lote. características de amostragem: conforme descrito em 5. inspecionar 100 %. tamanho do lote: 70. Schedule 80.

relação dos procedimentos de inspeção que devem ser utilizados. método de controle de execução de junta soldada por soldador. dispositivos auxiliares de montagem e de ajustagem para solda: tipos. por tipo e material: percentual de peças examinadas. g) preservação.2 Conteúdo C. instrumentos utilizados: tipos. capacidade e quantidade. Montagem e Condicionamento de Tubulações a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) objetivo. tipos de apoio. material de base. equipamentos auxiliares de montagem: tipos.2. distância entre as peças e/ou entre estas e piso. descrição dos itens. definições. — local de armazenamento. dimensional). de cada material.2. descrição. normas aplicáveis.1 Objetivo Apresentar exemplos para elaboração dos procedimentos de execução. método de identificação e rastreabilidade de materiais e “spools”. suportação. faixas de diâmetro e espessura. definições. i) indicação de material liberado/rejeitado: — forma de identificação.3 Procedimentos de Fabricação. características das RMs. de material: empilhamento máximo. definição do local de armazenamento. 67 . listando os itens básicos que compõem estes procedimentos. relação dos procedimentos de soldagem que devem ser utilizados em função das variáveis do material. espessura. definições. descrição.2. h) relação dos padrões de aceitação de cada material: exigências das normas correspondentes. g) descrição do processo de inspeção. normas aplicáveis. normas aplicáveis. faixa de utilização e quantidade. seqüência de fabricação e de montagem de áreas e sistemas de tubulação: linhas envolvidas. amarração. C. por item a ser inspecionado (visual. tinta ou uma fina película de revestimento orgânico transparente e removível. f) proteção contra queda e/ou avarias mecânicas: cuidados. a serem inspecionados. por tipo.Procedimentos de Execução C. características dos processos de corte empregados. análise da documentação de controle de qualidade correspondente. função.-PÚBLICO- N-115 REV. condições de armazenamento. C. definição da abrangência da inspeção.1 Procedimento de Inspeção de Recebimento de Materiais de Tubulação a) b) c) d) e) f) objetivo. inclinação quando necessário. quantidade. cuidados na fixação e remoção. G 10 / 2012 Anexo C . proteção de superfícies com graxa. C. por tipo e características dos materiais. por tipo de material: tamponamento. proteção contra chuva e/ou calor.2 Procedimento de Armazenamento e Preservação de Materiais de Tubulação a) b) c) d) e) objetivo.

sobrecomprimento. locais de amarração. definição dos locais a serem tensionados. preparação para revestimento).5 Procedimento de Fabricação e Montagem de Suportes a) b) c) d) e) f) g) objetivo. filtros. características dos suportes: tipos. içamento de peças e “spools”: meios de içamento. capacidade e quantidade. material empregado. método de execução: características particulares: aplicação da carga. curvas em gomos. válvulas. montagem das fontes de aquecimento. características dos equipamentos empregados: tipos. faixa de utilização. 68 . o) requisitos de condicionamento nas diversas fases do processo: proteção mecânica. normas aplicáveis. equipamentos. tubulações encamisadas. ajustagem dos suportes de mola e selagem em suportes tipo berço.2. C. g) preparação das juntas: posicionamento e forma de fixação dos termopares. normas aplicáveis. tubulações roscadas. proteção anticorrosiva. reduções). bocas-de-lobo. ensaios e tolerâncias. utilização de acessórios especiais (curvamento de tubos. equipamentos e pessoal: prevenção quanto a sobrecarga e proteção pessoal. C. e) instrumentos utilizados: tipos.6 Procedimento de Transporte de Materiais de Tubulação a) b) c) d) objetivo. características do processo de fabricação: corte. montagem e solda. f) arrumação para transporte: posicionamento relativo das peças e “spools”. tolerâncias.-PÚBLICO- N-115 REV.2. quantidade local e modo de instalação. normas aplicáveis. definições. C.2. montagem e fixação do isolamento. ajuste montagem. características de montagem: posicionamento. proteção de equipamentos e pessoal.7 Procedimento de TT em Juntas de Tubulação a) b) c) d) objetivo. materiais e dispositivos auxiliares empregados: tipos. “spools” e equipamentos. f) preparação dos serviços: posicionamento das peças. amarração e proteção mecânica. interligações elétricas das fontes de aquecimento.2. materiais e dimensões básicas. g) cuidados com materiais. medição dos esforços e deslocamentos. equipamentos utilizados: tipo e capacidade. G 10 / 2012 m) características particulares do projeto e do processo de fabricação: tolerâncias. equipamentos de içamento e carga máxima admissível. limpeza. características. p) requisitos de segurança para proteção pessoal.4 Procedimento de Pré-Tensionamento de Tubulações a) b) c) d) e) f) objetivo. solda. normas aplicáveis. C. g) aspecto de segurança: cuidados. n) características de montagem dos acessórios: montagem de juntas. e) equipamentos de transporte. definições. definições. função e quantidade. definições.

normas aplicáveis. equipamentos de teste e dispositivos auxiliares: tipos. local de captação e descarte. temperatura. duração. grau de limpeza e salinidade. C. instrumentos utilizados: tipos. drenagem. início e fim do controle de temperatura. volume. pressurização. G 10 / 2012 h) descrição dos parâmetros de TT: temperatura.2.8 Procedimento de Teste de Válvulas a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) objetivo. suportação das peças. interligações para enchimento. sede. linhas envolvidas.-PÚBLICO- N-115 REV. verificações. C. equipamentos de teste e dispositivos auxiliares: — tipos. definições. i) preparativos e precauções quanto aos aspectos de segurança: bloqueios.9 Procedimento de Teste Hidrostático de Tubulações a) b) c) d) objetivo. j) meios de execução do teste: pressurização. descrição dos componentes a serem testados: corpo. características particulares do método do teste. meios de execução do teste: pressurização. duração. equipamentos e cuidados para proteção pessoal. função e quantidade. providências após a realização do teste: secagem. e) instrumentos utilizados: tipos quantidade. pressões de teste: mínima empregada e máxima admissível. f) definição dos sistemas de teste: limites. registro das variáveis e gráfico de TT. tempo de tratamento. características.2. k) características particulares do método de teste. compatibilidade com o meio ambiente. l) providências após a realização do teste: drenagem.9. — drenos e suspiros. suportação provisória.2. lavagem da tubulação.2. j) precaução durante o TT: segurança pessoal. fluido de teste: tipo. i) método de execução: aquecimento e controle e temperatura. acessos. remoção de dispositivos auxiliares e preservação. k) providências após o TT: remoção de equipamentos e controle de espessura. m) coordenador ou responsável técnico. velocidade de aquecimento e resfriamento.11 Procedimento de Lavagem de Tubulações a) objetivo. C. C. equipamentos e válvulas incluídos e excluídos ou modificados. normas aplicáveis. 69 . preparativos e precauções quanto aos aspectos de segurança: bloqueios. aceitação e rejeição. temperatura e grau de pureza. características. contravedação. h) pressões de teste: a mínima admissível e máxima permitida. local de instalação e faixa de utilização.10 Procedimento de Teste Pneumático de Tubulações Análogo ao C. onde aplicável. quantidade e faixa de utilização e aferição. função e quantidade. proteção anticorrosiva e proteção mecânica. equipamentos e cuidados para proteção pessoal. cuidados com equipamentos materiais. definições. g) fluido usado no teste: tipo. verificações e critérios de aceitação.2.

i) forma de diluição e injeção das soluções. concentração. bem como forma de neutralização e cuidados implementados para evitar que partículas soltas. removidas do sistema. onde aplicável. capacidade. i) preparativos e precauções quanto aos aspectos de segurança: bloqueios. interligações. definir a pressão a ser mantida no(s) sistema(s). características. g) fluido de lavagem: tipo. l) cuidados de segurança a serem observados (tais como: isolamento da área. equipamentos de proteção e pontos de água corrente). temperatura e grau de pureza. local de instalação e faixa de utilização. h) equipamentos e instrumentos auxiliares (tais como: bombas mangotes. 70 .2. j) meios de execução da lavagem: evolução do processo. n) quando a preservação for feita por pressurização com nitrogênio. acessos. e) instrumentos utilizados: tipos. c) normas aplicáveis. d) equipamentos de lavagem e dispositivos auxiliares: tipo. f) definição dos sistemas de lavagem: limites.13 Procedimento de Limpeza Química de Tubulações a) b) c) d) e) f) objetivo. soluções de limpeza (natureza química. g) métodos de limpeza contendo informações tais como: pontos de injeção. G 10 / 2012 b) definições. C. tanques. j) controle da qualidade a ser feito em cada fase (periodicidade. ácida. apassivante). k) características particulares do processo de lavagem. h) critério de execução: vazão e duração. equipamentos incluídos e excluídos. m) método de preservação do(s) sistema(s) limpo e desmontagem dos dispositivos auxiliares de limpeza.12 Procedimento de Sopragem e Limpeza com Vapor Análogo ao C. suportação provisória. equipamentos e cuidados para proteção pessoal. normas aplicáveis. temperatura e tempo) para cada fase. fluxograma do(s) sistema(s) com respectivos bloqueios. drenagem sentido e velocidade de fluxo para cada fase. k) método e local para drenagem das soluções. se depositem nos pontos baixos da tubulação ou em longos trechos horizontais. quantidade. métodos de análise critérios de aceitação). linhas envolvidas. definições. verificações no fluído e na tubulação e critérios de aceitação. fases da limpeza (alcalina. remoção de equipamentos e dispositivos auxiliares e preservação. quantidade e função.-PÚBLICO- N-115 REV.2.2.11. neutralizante. C. termômetros). l) providências após execução da lavagem: drenagem.

1).Cor primária: faixa com largura de 20 mm.1.-PÚBLICO- N-115 REV. NOTA Nos casos em que a cor primária e a cor secundária são idênticas.2 Para as peças de pequeno porte.Identificação por Cores D. em local de fácil visualização. A primeira faixa. devem ser usadas faixas com largura de 10 mm para a cor primária e 5 mm para a cor secundária.1. com até 2” de diâmetro.5 A identificação definida nesta Norma não substitui outras marcações permanentes dos fabricantes como as requeridas pelas especificações aplicáveis do código ASTM. 1 2 Onde: 1 . 2 .4 Para chapas usar faixas de 20 mm para a cor primária e 10 mm para a cor secundária. aplicadas nos próprios materiais. mais larga e denominada de faixa primária. que identifica a liga específica (ver Tabela D. D.1.2.1.Cor secundária: faixa com largura de 10 mm.3 Para peças de médio e grande porte.1.1 A identificação dos materiais deve ser feita através de 2 faixas coloridas de cores distintas ou não.1. as faixas primárias e secundárias devem apresentar um distanciamento entre ambas.Faixas D. conforme localização definida no D. usar faixas de largura de 20 mm para a cor primária e 10 mm para a cor secundária. D. 71 .1. D. identifica o grupo de materiais e deve ter uma largura 2 vezes maior que a segunda faixa. denominada de faixa secundária. G 10 / 2012 Anexo D .1 Forma de Identificação D. acima de 2” de diâmetro. Figura D.6 A pintura não deve cobrir superfícies onde houver soldagem. D.1 .

Figura D.Tubo 72 . conforme as Figuras D.1 Chapas Para chapas de qualquer espessura. G 10 / 2012 D.4. Figura D.2.Chapas D.-PÚBLICO- N-115 REV.2 Localização da Identificação D.2 . a identificação deve ter início na lateral frontal e fim na lateral posterior e se estender ao longo do maior comprimento conforme a Figura D.3 .2.2.3 e D.2 Tubos e Barras Devem ser pintadas as faixas de identificação em todo o seu comprimento.

-PÚBLICO- N-115 REV.2. G 10 / 2012 Figura D.2.8. Figura D.7 e D.6 .6. pintar as faixas de identificação como nas Figuras D.3 Conexões e Acessórios D.Joelho Figura D. D.5.Barra D. D.5 .1 Para peças com diâmetro até 2”.Tê para Solda de Topo 73 .4 .3.

8 .2 Para peças com diâmetro maior que 2”. G 10 / 2012 Figura D.10. pintar as faixas de identificação no dorso da peça.Tê para Encaixe de Solda D.Luva Figura D.7 . como nas Figuras D.9 . Figura D.2.Flange 74 .-PÚBLICO- N-115 REV.3.9 e D.

Curva D.10 .11. Figura D.2.-PÚBLICO- N-115 REV. G Figura D.4 Válvulas Devem ser pintadas as faixas na lateral do corpo.Válvula 75 10 / 2012 . conforme a Figura D.11 .

2.2. 76 .1 a D. mas não mencionados neste Anexo devem seguir como base os critérios já mencionados nos itens D. G 10 / 2012 D.5 Demais Materiais Os demais materiais em que seja aplicável a identificação por cores segundo o critério deste padrão.-PÚBLICO- N-115 REV.4 para a identificação por código de cores.2. procurando ajustá-los à sua semelhança.

S AISI 420 AISI 430 AISI 440 Gr.50 % Mo .L AISI 304 Gr.0.-PÚBLICO- N-115 REV.00 % Cr .Código de Cores para Indentificação de Materiais de Tubulação Ferríticos/ Martensíticos Aços Inoxidáveis Austeníticos Aço liga Aço liga/barras Ligas de níquel Material C .L AISI 317 AISI 317 Gr.0.P12 .P21 5.00 % Cr .0.25 % Cr .1.1Ni .3 Padrões das Cores de Identificação dos Materiais Tabela D.00 % Mo .00 % Mo .00 % Cr .C AISI 4140 AISI 4340 AISI 8620 AISI D6 1 INCONEL 600® INCONEL 625® MONEL 400®2 HASTELLOY ALLOY B-2®3 HASTELLOY ALLOY C-276® HASTELLOY ALLOY C-22® HASTELLOY ALLOY G® INCOLOY 800®4 INCOLOY 800H® INCOLOY 825® Ferro fundido Cor Amarelo e branco Amarelo e cinza Amarelo e azul Amarelo e laranja Amarelo e verde Amarelo e rosa Amarelo e roxo Amarelo e amarelo Amarelo e vermelho Amarelo e marrom Azul e azul Azul e amarelo Azul e laranja Azul e branco Azul e cinza Azul e preto Azul e alumínio Azul e verde Azul e rosa Azul e bege Azul e roxo Azul e vermelho Azul e marrom Verde e branco Verde e verde Verde e alumínio Verde e rosa Verde e vermelho Verde e azul Laranja e laranja Laranja e amarelo Laranja e verde Laranja e rosa Vermelho e laranja Vermelho e verde Vermelho e marrom Vermelho e branco Vermelho e azul Vermelho e amarelo Vermelho e rosa Vermelho e cinza Vermelho e roxo Vermelho e preto Rosa e rosa 1 Inconel é uma marca registrada da Special Metals Corporation. Esta informação é dada para facilitar aos usuários desta Norma e não constitui um endosso por parte da PETROBRAS ao produto citado.P7 9. Esta informação é dada para facilitar aos usuários desta Norma e não constitui um endosso por parte da PETROBRAS ao produto citado.P9 .50 % Mo .C5 7.P22 .5 % Mo .1 . 3 Hastelloy é registada a marca de nome de Haynes International.0. Esta informação é dada para facilitar aos usuários desta Norma e não constitui um endosso por parte da PETROBRAS ao produto citado. G 10 / 2012 D.0. desde que conduzam aos mesmos resultados.1.P11 . 4 Incoloy é marca registrada do grupo de empresas Special Metals Corporation. 2 Monel é uma marca comercial da Special Metals Corporation.L AISI 321 AISI 347 AISI 405 AISI 410 AISI 410 Gr. Podem ser utilizados produtos equivalentes.1. desde que conduzam aos mesmos resultados.WC5 1.50 % Mo .20 % Mo . desde que conduzam aos mesmos resultados. desde que conduzam aos mesmos resultados. Podem ser utilizados produtos equivalentes. Podem ser utilizados produtos equivalentes.P1 .00 % Cr .1. Podem ser utilizados produtos equivalentes.S AISI 316 AISI 316 Gr.H AISI 308 AISI 309 AISI 310 AISI 310 Gr.1.00 % Cr .50 % Mo .65 % Mo .80 % Cr .WC4 0.WC9 3. Esta informação é dada para facilitar aos usuários desta Norma e não constitui um endosso por parte da PETROBRAS ao produto citado.25 % Cr .WC6 1.00 % Mo .WC1 0. PROPRIEDADE DA PETROBRAS 77 páginas.C12 AISI 304 AISI 304 Gr.90 % Cr .P5 . Índice de Revisões e GT .0Ni .WC11 2.1.0.

1 e 4.5 Incluídos 5.6.5.1 a 5. 5. A.6 Revisado 5.2.6.6 Revisados 7.4.6.10 e 5.3 Incluídos 5.20.5.7 e 5.5.6.6.3 Incluídos 5.3 a 6.6.1. E Partes Atingidas Descrição da Alteração 1.3.6.24 e 4.5. G ÍNDICE DE REVISÕES REV.4 e 7.8.2 Incluído Capítulos 2 e 3 Revisados 4.4.6 Revisados 4. B.11 Incluídos 5.14 Revisados 4.1.9.1 Revisado 6.1 a 5.1.12. REV.4 Incluído 5.4 e 5.7 Revisados 5.7.2 Revisado 5.12.5 e 4.4 e 5.25 Revisados 5.4 e 5.6. C e D Não existe índice de revisões.12.3.1 Revisado 6.1 e 5.2 Revisados 4.5 Incluídos 5.8 Incluídos 5.7 Revisados 5.8.2 Revisado 4.13.7 Revisados IR 1/5 10 / 2012 .3.6.10 e 4.6.1.2 e 5.6.1.12.2 Revisado 5.3 Revisados 5.N-115 REV.6 Revisados 5.6 Incluído 6.3 e 5.9 Revisado 5.4 a 5.2 Incluídos 5.7.

9.13.4 Revisado 7.6.10.1.1.1 a 11.3.10.8.1.5 Revisados IR 2/5 10 / 2012 .15 e Revisados 11.1.3.1. 11.1 e 9.22 Incluídos 11.2.2.9 Revisado 10.15 Revisado 11.4 Revisado 7.3.2 e 7.7 Revisado 9.2 Revisados FIGURAS 3.1.9.5 e 9. 11.5.1.1 Revisado 9.5.19 Incluído 11.4 e 7.7.4 Revisados 11.4. E Partes Atingidas Descrição da Alteração FIGURAS 2.3 e 10.2 e 7.1.3 a 9.1. G REV.8.4.1.1.5 Revisados 11.3.7.5.1.5 Revisados FIGURA 7.1 e 11.21 e 11.9.2 Revisados 9.2 Revisados 11.1.1 Revisado 7.1.N-115 REV.2.1.8 Revisados 7.1 e 11.3.1 e 3.4 Revisados 7.6.1 Revisado 11.5 Revisados 9.9. 11.2.6.3 Revisados 7.20 Revisados 11.3 Revisados 11.1 e 11.4. 10.1 e 2.5.1 Revisado 11.6 Revisados 9.2 e 11.3.7.3 Incluídos 7.6 Revisado 7.3.1.5 Revisados 7.5.7 Revisados 7.5.6 a 7.5.1.3 e 7.20 11.3.

3.4 Renumerado e revisado 5.6.3 Renumerados 9.7 Eliminado 5.5 Revisados 5. F Partes Atingidas Descrição da Alteração Seção 1 e 2 Revisados 3.2 Revisados 5. 5.2.4.1.22 Incluídos 4.3 Revisado 4.4.N-115 REV.12 Incluído 5.1.5 Revisados 5.2.1 e 5.1 Renumerado e revisado 9. G REV.1.5.4 Incluídos 12.3.11.5 e 5.6.2 e 11.5.3 Revisados ANEXOS A e B Revisados REV.2.7 Eliminado 5.2 a 12.5.1 e 5.4 e 5.1.6 Revisados 5.5 Revisados 6.5 5.5 Revisados 5.1 a 9.1 Revisado 13.26 Revisado 5.2 Incluído 4.9.3.1.5 Renumerado e revisado IR 3/5 10 / 2012 . 5.5.4 e 9.1 Revisado 4.3 Incluído 5. E Partes Atingidas Descrição da Alteração 11.1 Incluído 5.6.10.1.1 e 13.3.6 Eliminado 5.2.4.3 Incluídos 12.4 e 4.4.2 Revisados 9.6.4.5 Incluído Figura 1 Revisada 4.4 e 5.6.17 a 3.

1 a 12.1 Incluído 11.1 a 11.1 Revisada A.2 Renumerado A.5.1 a 11.3 Incluídos 11.4.2.2.2 e 9.2 a 11.11 Renumerados 11.3 Renumerados 11.4.4 Incluído 10.2 Revisado Tabela A.4 Renumerado 11.21 Renumerados 11.3.13 Renumerados 11.7.1.1.4 Renumerado e revisado 11.2.1.3 Incluídos Figuras 7.10 Incluídos IR 4/5 10 / 2012 .1.12 e 11.3.5 Incluído 12.2.3 Incluídos 7.2 e 10.N-115 REV. 10.1.1.4 Incluídos Tabela A.11 Revisado 7.1.6.2.15 a 11.2 e 10.1 a 11.1.1.3.1 e 7.2 Revisada A.7.7 Incluídos 11.2 Renumerado 11.4. G REV.1.2.7.4 Incluído Figura 6 Revisada 10.7.1 Renumerado 11.6.1.4.1.2.5 a 11.1.1 a 11.3.3.3 Renumerados 11.2 a 11.10 Renumerados 11.3 Renumerado e revisado 10.9 e A.4.2 Eliminadas 11.11 Renumerado e revisado 11.2.1 Renumerado e revisado 11.5. F Partes Atingidas Descrição da Alteração 9.11.5 Renumerado 10.

G Partes Atingidas Descrição da Alteração 2 Revisado 3.3 Incluídos 9.8.8 Incluídos 10.2 Incluídos 7.3 Revisado 9.6.3.1.24 Incluído 7.3.1.2.3.1 e 7.6.6.2 Incluídos 9.2.3.6.7.1.3.1.6.3.3.3.5 Revisado 9.3.1.8.1.6 a 10.1 a 9.5 Revisados 10.6.2.1 Revisado 7.2.N-115 REV.1 e 7.3 a 9.11 Incluídos 9.1.10 Eliminados 10. F Partes Atingidas Descrição da Alteração B. G REV.6 a 9.3.2 Revisadas IR 5/5 10 / 2012 .5 Incluído C.3.4.1.3.1.1.4.5 Incluído 11.8 Incluídos 9.7.8 Incluídos 9.1.3.1.8.6 a 9.1 e 10.4 Revisado 9.8 Revisados 7.1 e B.1 Revisado 9.2 Revisado 9.1 a 9.3.2.3.7.1 e A.1.10 Incluído 9. 11. enumeração g) Revisado REV.2 a 7.1 a 9.1 Revisado B.2 e 11.2 Incluídos 8.1 Revisados Tabela B.8.6.5 Revisados Tabelas A.

-PÚBLICO- N-115 REV. G 10 / 2012 GRUPO DE TRABALHO .GT-17-22 Membros Nome Lotação Telefone Chave AB-RE/ES/TEE 814-1743 RP3F E&P-ENGP/IPP/EISA 704-7961 FMXX ETM-CORP/ST/SEQUI-ETCM/EMCIE 719-3468 CSM0 E&P-ENGP/IPP/EISA 704-8984 EPCH ENGENHARIA/IEABAST/EAB/SE 819-3302 SG6J ENG-AB/IEREFINO/IERB/PS 819-3268 UP5R UO-BS/ENGP/TEPACEN 759-4347 RP4O UO-BC/IPP/TEPAC 861-3246 QM27 TRANSPETRO/DGN/GAS/TO 811-9345 TRQ6 Julio Cezar Paulin AB-RE/ES/TEE 814-5299 UP4W Levy da Silva Cruz ENG-E&P/PROJEN/EUEP/EAPR 862-4315 SG0U UO-RIO/OPM/MIEE 813-2548 EDB4 RECAP/EN 852-9228 RC30 Renato Bernardes AB-RE/ES/TEE Sergio Jorge Furley dos Santos ENGENHARIA/IETEG/ETEG/EDUT Junior Tadeu Elieser Bezerra Freitas ENGENHARIA/IERENEST/ERENEST/SU 714-0018 EDSX 819-3025 CSOP - EH8N Walber Capaci de Araujo ENG-E&P/PROJEN/EUEP/EAPR 819-2738 CXDI CENPES/EB-AB-G&E/EEQ 812-9347 BR14 RH/UP/ETEC 801-3850 EKII 719-0445 E11C Walter Ribeiro Alexandre Marchon Reddo Andre Mariano Carlos Roberto Firmino Eduardo de Araujo Saad Fabio Junji Kaihami Flavio Augusto dos Santos Serra Gerson de Carvalho Costa Lima João Paulo de Barros Leite Mario Natalino Jordão Neto Mario Okawa Walcondiney Pereira Nunes Wallace Silva Carmona Secretário Técnico Pedro Salum Benjamin ETM-CORP/ST/NORTEC .