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CPqD Plant Management

Outside Plant Design
Manual de Usuário
Versão do produto: 8
Edição do documento: 1.0 Março de 2015

CPqD Plant Management
Outside Plant Design
Manual de Usuário
Edição do produto: 8
Edição do documento: 1.0 Março de 2015

Número de páginas: 138

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ii

CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário

Índice
1

INTRODUÇÃO

1

1.1
1.2

Visão Geral
Acesso ao Sistema

1
1

2

APRESENTAÇÃO DO APLICATIVO

5

2.1
2.1.1
2.1.2
2.1.3
2.2
2.2.1
2.2.2
2.2.3
2.2.4
2.2.5
2.2.6
2.2.7
2.2.8
2.2.9
2.2.10
2.3
2.3.1
2.3.2
2.3.3
2.3.4
2.3.5
2.4
2.4.1
2.4.2

Ambiente do Aplicativo
Área de Edição
Mensagens
Status
Menu Principal
Menu Arquivo
Menu Opções
Menu Exibir
Janela
Ferramentas
Menu Ajuda
Menu Objeto
Menu Configurações
Menu Consultas
Menu Geocoder
Barras de Ferramentas
Anexar Objetos
Operações de Zoom
Operações de Mapa
Operações de Trace
Carga de Dados
Configuração de Visualização
Aerial View
Viewports

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3

CARGA DE ELEMENTOS

15

3.1
3.2
3.2.1
3.2.2
3.2.3
3.3

Carga Dinâmica
Janela de Camadas
Hierarquia
Caixa de Seleção
Grafia do Nome dos Objetos
Gerenciador de Camadas

15
15
16
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4

OBJETOS

19

4.1
4.1.1

Definição
Classificação dos Objetos

19
19

CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário

iii

Distribuidores Desocupar Equipar lance de duto Abandonar Desmembrar Simular % Ocupação de Dutos Histórico de objetos Abrir módulo da planta interna Associar ou Desassociar elemento de rede Destacar elementos de rede Redimensionar objeto Migrar Localidade Destacar Tipo de Instalação Desfazer Remoção Consultar Endereço de Atendimento em Objetos 20 20 20 20 22 22 23 23 23 24 24 24 25 25 26 27 27 27 27 28 28 28 29 29 30 31 31 31 32 32 33 5 CARGA DE DADOS 35 5.1 4.1.3 4.4.11 4.4 4.4.1.1 Ordem de Trabalho sem Serviço de Implantação 45 iv CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .4.3 4.13 4.12 4.Índice 4.4.7 4.3.1 5.4.17 4.3 4.9 4.16 4.4 4.4.5 4.4.8 4.4.3.3 4.21 Representação dos Objetos Classes de Objetos Configuração de Objetos Gerenciador de Atributos Operações básicas Inserção Filtro Alteração de Atributos Remoção Operações específicas Ocupar Serviços Ocupação distribuidores em site Atualizar dados de ocupação Ocupação resumida Ocupação resumida .1 Ativação da Edição Gráfica Operações Diretas 39 39 7 PROJETOS 45 7.4.4.3 Definição Configurações de exportação Carregar Dados 35 35 37 6 OPERAÇÕES GRÁFICAS 39 6.1 4.3.1.4.4.3.14 4.2 4.4.4.1 6.4.19 4.4 4.1.2 4.2 4.6 4.4.2 4.10 4.15 4.4.2 5.4.18 4.4.4.20 4.Equipamentos Ocupação resumida .4.4 4.

4 7.3.1 8.3.3.2 7.3 8.3 7.3.9.3.4.9.17 7.3.2 8.1 7.3.3.7 7.1 7.2 7.6.10 Ordem de Trabalho com Serviço de Implantação Operações Com Ordem de Trabalho Abrir relatório de lista de materiais por OT Abrir relatório de lista de materiais por ponto de Acesso Abrir relatório de lista de materiais de rede metálica por OT Criar OT Planejar OT Definir OT Corrente Desabilitar OT Corrente Iniciar Projeto Indicar Início de Contrução Desistir da Construção Atualizar Cadastro Conforme Construído "as built" Implantar OT Concluir OT Cancelar OT Modificar Subestado da OT Visualizar Diagrama de Dependência entre Projetos Mostrar Objetos da OT Serviço de Implantação Pontos de intervenção Sequência de serviço Visualizar Diagrama de Sequência de Serviço Dependência entre Projetos Notas de Projeto Exportação DWF Importação das Notas Folha-resumo Criação da folha-resumo Material Secundário Configurar Material Secundário Associar / Desassociar Material Secundário Validação de projeto Validação de projeto de rede FTTx Validação de projeto de rede metálica Validação de Corte de Primário entre Sites Caderno de Encargos 46 48 48 48 48 48 50 50 51 51 53 53 53 53 54 55 55 55 55 56 56 57 57 57 58 58 59 59 60 61 61 62 63 64 66 67 68 8 CADASTRO DA REDE 69 8.7 7.9 7.3.5 7.2 7.9.6 7.8 7.3.13 7.1 8.3 7.4.3.3 7.11 7.3.2 7.8.3.5 7.6 7.6.15 7.8.2 8.16 7.2 7.1 7.3.3.3.14 7.4 7.3.7.3 7.1 7.2 7.3.12 7.9 7.1 7.Índice 7.10 7.3 Mapeamento Urbano Básico – MUB Infraestrutura Rede Metálica Rede Rígida Rede Flexível Rede Rígida com Site Remoto 69 69 70 70 71 72 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário v .4.8 7.3.1 7.3.

5.1 11.1 9.2 11.3.1 10.2 9.5.3.4.8 Rede Óptica Topologia da Rede Óptica Rede Coaxial Arquitetura da Rede de TV a Cabo Objetos da Rede Coaxial Seção de Serviço Área de Controle Tratamento de pendência 74 74 78 79 82 83 83 84 9 CONEXÕES E CONTAGENS 85 9.1.1 8.2 8.3.4 9.3.3 11.5 9.2 10.5.3 Tipos de Conexão e Exigências Conexão de Objetos Conexão para a rede metálica Conexão para rede óptica Cenários de conexão Emenda de Lances de Cabos e Equipamentos Equipamentos com Entrada e Saída Equipamentos Somente com Entrada Equipamentos de ajuste de sinal Desconexão de Objetos Contagem Definir Contagem Remover Contagem Propagação de Contagens 85 86 86 90 94 95 95 96 96 97 97 97 98 98 10 GEOCODIFICAÇÃO 99 10.3 9.1 10.3 11.5 8.1 11.4 9.6 8.3 Tipos de Geocodificação Geocodificação Livre Geocodificação de Endereço de Objeto Pendência de Endereço 99 99 101 101 11 CONSULTAS 103 11.5.1.2.1 8.1 11.2 9.3 9.1 9.4 Consultas Alfanuméricas Procedimento Genérico de Consulta Consulta Geográfica Trace Trace Óptico Trace Metálico Trace de Fibras Vagas Consultas Disponíveis 103 103 104 105 105 108 110 113 vi CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .5.1 9.2 9.2 9.2.3.3.1.3.2 11.4 8.Índice 8.1.1 9.7 8.

Índice 12 DOCUMENTOS EXTERNOS 117 12.1.7 12.3 13.3 13.5 12.2.2.2.2 13.2.4 13.1 14.5 Esquemático de Conexão em Terminal de Fibra Óptica Geração Exportação Impressão Detalhes de Cabos e Emendas (DCBEM) Gerar DCBEM Copiar Objetos para o DCBEM Copiar Objetos para o mapa base Remover Objetos no DCBEM Remover DCBEM 121 121 122 123 124 124 125 125 126 126 14 ANEXO 127 14.1.1.1 13.1 13.2 13.1 12.1 14.1 13.1.3 12.2 12.2 13.2.6 12.4 12.2 Script para Extração de Informações Exportar CEP Exportar Endereço de Atendimento 127 127 127 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário vii .1.8 Cadastrar Filtrar Modificar Atributos Visualizar Extrair e Retornar Remover Associar Desassociar 118 118 118 118 118 119 119 119 13 ESQUEMÁTICOS 121 13.

Índice viii CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .

Equipamento Terminal Figura 7.3 Pares selecionados para conexão CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 2 2 5 13 14 16 17 17 18 21 25 26 29 30 36 37 40 40 40 41 41 42 42 43 43 45 47 49 51 52 52 52 61 65 65 65 66 71 71 72 73 75 76 76 79 80 81 82 87 87 88 ix .Splitters Intermediários .10 Arquitetura da rede HFC — TV a cabo Figura 8.2 Janela Aerial View Figura 2. Figura 8.7 Solicitação de exclusão dos objetos-origem Figura 6.1 Execução do comando move Figura 6.1 Configurador de carga de dados Figura 5.Splitters Intermediários .2 Exportar objetos Figura 6.4 Gerenciador de camadas Figura 4.4 Simular Ocupação de Dutos Figura 4.3 Execução do comando rotate Figura 6.2 Ativador Unificado Figura 2.1 Fluxo de estados da ordem de trabalho em um projeto Figura 7.5 Execução do comando trim Figura 6.12 Site Inicial .6 Execução do comando mirror Figura 6.3 Consultar ocupação resumida Figura 4.1 Gerenciador de Atributos Figura 4.6 Alterações de um objeto através de uma OT Figura 7.1 Configuração de rede rígida Figura 8.3 Janela de configuração de viewports Figura 3.11 Projeto de uma rede HFC Figura 9.Equipamento terminal Figura 7.Índice de figuras Figura 1.2 Exemplo de movimentação de 5 metros no eixo X Figura 6.7 Remoção de um objeto através de uma OT Figura 7.6 Splitter em armário de distribuição Figura 8.2 Configuração de rede flexível Figura 8.5 Abrir módulo ISP Figura 5.2 Conexão física para rede metálica Figura 9.2 Caixa de seleção do objeto desabilitada Figura 3.10 Site Inicial .4 Indicação de OT corrente Figura 7.11 Site Inicial .3 Configuração de rede rígida com site remoto Figura 8.2 Estados do serviço de implantação Figura 7.9 Projeto de uma rede coaxial Figura 8.Terminal de Fibra Ótico com Splitter Figura 7.Splitter Intermediário .2 Consultar serviços Figura 4.4 Configuração de rede flexível com site remoto Figura 8.5 Inserção de um novo objeto através de uma OT Figura 7.9 Site Inicial .1 Organização hierárquica dos objetos Figura 3.1 Conexão para a rede metálica Figura 9.Terminal Figura 8.3 Área de atuação da ordem de trabalho Figura 7.8 Arquitetura da rede coaxial — TV a cabo Figura 8.3 Limite de Tarifação desabilitado Figura 3.9 Deslocamento de vértices de um objeto Figura 7.1 Ambiente do Aplicativo Figura 2.8 Seleção dos vértices para movimentação Figura 6.8 Exemplo de folha-resumo Figura 7.4 Execução do comando extend Figura 6.Terminal de Fibra .7 Cabo óptico Figura 8.1 Janela de Autenticação Figura 1.5 Rede FTTH passiva.

3 Parâmetros de trace para a rede óptica 106 Figura 11.17 Equipamentos de ajuste de sinal 96 Figura 11.9 Fibras conectadas 92 Figura 9.4 Objeto selecionado para o relatório 107 Figura 11.5 Seleção de objetos 108 Figura 11.11 Pop up para Terminal de fibra óptica 93 Figura 9.6 Conexão para a rede óptica 90 Figura 9.7 Conexão física para rede óptica 90 Figura 9.5 Opção modificar atributos 89 Figura 9.2 Impressão do esquemático de conexão 123 x CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .1 Esquemático de Conexão em Terminal Óptico 121 Figura 13.2 Exibir atributos da seleção 105 Figura 11.6 Parâmetros de trace para rede metálica 109 Figura 11.14 Navegação entre pontos de acesso 94 Figura 9.Índice de figuras Figura 9.15 Emendas de lances de cabos e equipamentos 95 Figura 9.1 Exemplo de utilização de caracteres de máscara 103 Figura 11.12 Pop up para emenda 93 Figura 9.16 Equipamentos com lance de cabo (óptico ou metálico/coto) de entrada e saída 95 Figura 9.8 Fibras seleciondas para conexão 91 Figura 9.13 Pop up para ponto de acesso 94 Figura 9.4 Pares conectados 89 Figura 9.7 Trace de fibras vagas 111 Figura 13.10 Opção modificar atributos 93 Figura 9.

■ Iniciar >> Programas >> CPqD Outside Plant Management / Design >> Launcher Ao inserir estas informações. oferecendo todas as potencialidades gráficas dessa ferramenta aliadas à consistência de um banco de dados.1 Visão Geral O Outside Plant Design é responsável pelo gerenciamento de informações sobre os recursos físicos e lógicos presentes na planta externa de operadoras de telecomunicações Possui uma interface gráfica e intuitiva que mostra os elementos da rede em sua posição real. Visualizar o mapeamento e a rede em diferentes níveis de detalhamento. Acesso ao Sistema Para iniciar o sistema. Alguns dos benefícios diretos proporcionados por este módulo são: ■ ■ ■ ■ 1. o sistema solicita a matrícula e a senha do CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 1 . em implantação e concluídas.2 Redução nos custos e prazos de projetos de atualização e manutenção da rede. Foi desenvolvido sobre a plataforma do renomado Autocad. Cadastrar as conexões lógicas da rede. Aumento na qualidade desses projetos devido à exatidão das informações contidas na base de dados. mostrando resumidamente os benefícios e possibilidades oferecidos por esse módulo. Gerenciar ordens de trabalho em desenvolvimento. 1.1 Introdução Este capítulo apresenta uma visão geral do Outside Plant Design. Automatizar a realização de projetos de atualização e manutenção. O acesso a este miniaplicativo é feito através do menu Iniciar do Windows. Eliminação dos custos vinculados à manutenção do cadastro. Suas principais funções no trabalho com a rede de telecomunicações são: ■ ■ ■ ■ ■ Inserir e atualizar os elementos físicos da rede externa. realize a autenticação do usuário através da janela do ativador unificado. Otimização na utilização da rede.

Da mesma maneira.Introdução usuário. o sistema disponibiliza um menu com as funcionalidades acessíveis ao usuário. As configurações necessárias para a autenticação do usuário e a execução do aplicativo são: ■ Domínio – Nome do servidor de dados no qual se encontra o banco de dados a ser utilizado pelo aplicativo. o sistema disponibiliza os bancos de dados associados ao usuário identificado. de acordo com a permissão que ele possui. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . Base de dados – Indica o banco de dados que se deseja acessar com o sistema. Figura 1. Figura 1.1 Janela de Autenticação Com base nessas informações. o nome do domínio na janela de login. manualmente. o ativador possui alguns botões de configuração do usuário: ■ 2 Trocar usuário – Altera a matrícula do usuário autenticado no servidor de banco de dados.2 Ativador Unificado Além de realizar a autenticação do usuário em relação ao servidor e à base de dados. para o usuário que possui permissão para utilizá-lo. Nota: ■ ■ Para usuários do produto CPqD My Net é necessário preencher. Aplicativo – Mostra o aplicativo Outside Plant Design.

CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 3 . A janela possui dois botões que controlam a execução do sistema: ■ ■ Confirmar – Lança a execução do aplicativo selecionado. Dica: Ao executar o sistema. não há necessidade de o ativador unificado permanecer aberto. o sistema indica a última sessão iniciada na máquina. Abaixo desses botões. Fechar janela – Finaliza o ativador unificado. utilizada no momento da autenticação.Introdução ■ ■ Preferências – Altera as preferências do usuário — idioma e unidade de medida. Preencha todos os campos para este botão ficar disponível. Alterar senha – Troca a senha pessoal do usuário. O fechamento desse aplicativo economiza recursos da máquina-cliente.

Introdução 4 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .

Este espaço é também utilizado pelo usuário para realizar as operações de inserção e posicionamento dos objetos do banco.1 Ambiente do Aplicativo A interface gráfica com a qual o usuário interage com Outside Plant Design é semelhante ao Autocad. Barras de ferramentas – O sistema possui algumas barras de ferramentas que possuem informações e ícones para auxiliar a operação do aplicativo. utilizado por engenheiros e arquitetos para a realização de diferentes projetos. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 5 . Menus Barra de ferramentas Área de edição Status Mensagens Figura 2.2 Apresentação do Aplicativo Este capítulo apresenta o ambiente do Outside Plant Design. com suas ferramentas e menus principais. Menus – As funcionalidades de cada menu são explicadas ao longo deste manual. 2.1 Ambiente do Aplicativo As seguintes áreas podem ser destacadas neste ambiente: ■ ■ ■ Área de edição – Mostra graficamente os elementos carregados da base de dados.

"Carga de Elementos". algumas funcionalidades do aplicativo são equivalentes às do AutoCAD e são explicadas ao longo deste manual. 2. a área de edição encontra-se vazia. Dica: O botão de rolar do mouse pode ser utilizado para aumentar e diminuir o zoom da área de edição. Exemplo: a 6 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . As opções variam de acordo com o objeto selecionado.Apresentação do Aplicativo ■ ■ Mensagens – Esta área é o canal de comunicação entre o sistema e o usuário. Zoom – Funcionalidade de zoom em tempo real. Esse processo é explicado no Capítulo 3.1 Área de Edição Principal região de trabalho do aplicativo. possui uma linha de prompt. Devido à utilização da plataforma Autodesk.1. Pan – Funcionalidade de pan em tempo real. Undo – Desfaz a última ação (Autocad).. Além disso. bem como a visualização dos resultados das operações.2 Ao iniciar o aplicativo pela primeira vez.1. Status – O lado esquerdo mostra a coordenada gráfica apontada pelo cursor na área de edição. Um clique com o botão direito do mouse sobre a área de edição traz um menu pop-up com algumas funcionalidades do sistema. Mensagens Esta área é o canal de comunicação entre o sistema e o usuário. – Repete o último comando executado. As barras de rolagem vertical e horizontal facilitam a navegação. algumas opções estão sempre presentes: ■ ■ ■ ■ ■ Repeat . Além disso. territorial e ambiental do município posicionados de acordo com as informações que constam na base de dados. No entanto. Em seguida. Isto se deve ao fato de que ao abrir um banco não implica necessariamente na carga dos elementos desta base. que permite ao usuário digitar comandos ou responder às solicitações através do teclado. Nota: 2.. Neste espaço são carregados os objetos que compõem o cadastro físico. A solicitação de ações do usuário é feita através desta janela. Cut / Copy / Paste – Utilizados para copiar algum objeto selecionado (Não pode ser utilizado com elementos da base de dados). A solicitação de ações do usuário é feita através desta janela. existem botões de auxílio de desenho utilizados nas operações com os objetos do mapa. pressionar esse botão permite movimentar o mapa dentro desta área. bem como a visualização dos resultados das operações. A configuração desta área pode ser controlada com as ferramentas de auxílio de visualização.

Status Posicionada na borda inferior da janela. que pode ser acessado direcionando-se o mouse para o item desejado. LWT – Habilita/Desabilita a exibição da espessura configurada das linhas de desenho. Dica: ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ 2. A nomenclatura entre parênteses indica uma tecla que pode ser utilizada para habilitar ou desabilitar rapidamente cada uma destas opções: SNAP (F9) – Permite definir passos lineares para o desenho de elementos no mapa-base. OTRACK (F11) – Permite que o cursor seja alinhado baseado em pontos de snap de dois objetos distintos. OSNAP (F3) – Com esta opção habilitada. finais de linha ou meio de segmentos. sua exibição é desabilitada automaticamente.Apresentação do Aplicativo funcionalidade de zoom pode tanto ser acionada através da barra de ferramentas como através do prompt. existem botões de auxílio de desenho utilizados nas operações com os objetos do mapa. Se a densidade de pontos da grade for muito grande.3 Pressionando-se a tecla F2 na área de edição. Esta área pode ter seu tamanho alterado. Menu Principal Cada menu representa uma categoria de funcionalidades do sistema. em que as linhas traçadas podem acompanhar somente os sentidos vertical ou horizontal. MODEL – Exibe o desenho no modo model. para impressão. POLAR (F10) – Define passos angulares para o desenho de elementos no mapa-base.2 São apresentadas as principais opções disponíveis na barra de status. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 7 . Dica: 2. Um clique sobre os menus revela as opções disponíveis em cada uma delas. A lateral desta área oferece barras de rolagens que permitem verificar o histórico das mensagens do sistema. a coordenada geográfica apontada pelo cursor na área de edição. o cursor alinha-se com pontos especiais como: intersecções. esta área possui.1. o sistema abre uma janela separada que permite uma análise mais detalhada do histórico de mensagens. no lado esquerdo. Em seguida. arrastando-se a borda da área com o mouse. ORTHO (F8) – Alterna o modo ortogonal. digitando-se zoom. A seta ao lado de uma opção indica a existência de um submenu. GRID (F7) – Habilita/Desabilita a exibição da grade de desenho.

..2. etc. Controles GAT – Configura se o aplicativo GAT é ativado com um ou dois cliques sobre um objeto no mapa. – Executa a funcionalidade de plotagem do Autodesk Map. Gerenciador de Imagens – Permite a associação de imagens externas. As atualizações no banco são feitas automaticamente durante a execução das operações no sistema.2. – Grava um arquivo gráfico alterando seu nome ou diretório.digitado no prompt de comando. rotate. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . podem afetar os objetos no banco de dados. Mostrar atributos – Permite selecionar um ou mais objetos e exibir seus atributos.. consulte a Seção 11. "Configuração de Visualização".. Editar – Habilita/Desabilita a edição de objetos do banco de dados através de comandos Autocad. "Consulta Geográfica". Através dela é possível imprimir e gerar arquivos com os elementos do mapa base.3 Modo de trabalho – Permite escolher entre os modos Urbano e Rural.2 As opções Salvar e Salvar como.. Plotagem. os comandos como move. São elas: ■ ■ ■ 2. Configuração de Visualização – Habilita as funcionalidades AerialView e Viewports.2. Salvar como. Também é possível desabilitar o uso do GAT. ■ ■ ■ ■ Exibir objetos – Habilita/Desabilita uma janela auxiliar que contém os objetos do sistema.1 Menu Arquivo Possui as opções para gravação do gráfico exibido na área de edição: ■ ■ Salvar – Grava um arquivo gráfico (formatos DWG ou DXF) com as informações carregadas do banco. Também pode ser executado através do comando externalreferences. por este motivo para mais informações sobre seu funcionamento consulte o manual específico. descritas com mais detalhes na Seção 2. Quando ativada. Menu Opções Apresenta algumas opções do sistema.Apresentação do Aplicativo 2. Nota: ■ ■ 2. Nota: 8 O externalreferences é um comando da plataforma Autodesk. referem-se somente ao gráfico exibido na área de edição e não afetam as informações armazenadas no banco de dados. Para mais informações.4.. Sair – Fecha a sessão com a base de dados atual.2. Menu Exibir Oferece funcionalidades para a configuração da visualização da área de edição.

de um determinado tipo. Ordem de Trabalho – Permite que a última Ordem de Trabalho utilizada seja automaticamente definida como OT atual.2.2.Apresentação do Aplicativo 2.7 Menu Objeto Apresenta as classes de objetos cadastrados no banco. São elas: ■ ■ ■ ■ ■ ■ 2. Para mais informações consulte o Capítulo 5. Para mais informações sobre trace de rede consulte a Seção 11.2. "Trace". Lado a Lado verticalmente – Exibe as janelas uma ao lado da outra no sentido vertical. Menu Ajuda Apresenta as opções de ajuda online do Outside Plant Design e também do AutoCAD Map 2.12. cores e atributos de CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 9 . Carga de Dados – Permite configurar e realizar a exportação de objetos e seus atributos. ■ ■ ■ ■ 2. Cada categoria pode ser expandida nos objetos pertencentes a ela.6 Abrir ISP – Abre o sistema Inside Plant Design (caso a integração entre os sistemas esteja habilitada).5 Em cascata – Exibe as janelas em forma de cascata. Simular % Ocupação de Dutos – Permite consultar a % de Ocupação Atual do Lance de Duto como também calcular a % de Ocupação Simulada do Lance de Duto caso um novo lance de cabo. Para mais informações.2. Ao selecionar um tipo de objeto.4 Janela Permite selecionar a área de edição para uso e organizar o modo de visualização das janelas. Organizar ícones Ferramentas Disponibiliza algumas ferramentas do sistema. venha a ocupar o lance de duto. Traces – Apresenta todas as opções de trace de rede disponíveis. 2.3. Exportação KML – Permite a exportação de objetos do sistema para o formato KML.8 Menu Configurações Apresenta opções para configurar variáveis de contexto. Lado a Lado horizontalmente – Exibe as janelas uma ao lado da outra no sentido horizontal. a janela do gerenciador de atributos (GAT) correspondente se abre.2. "Carga de Dados".4. "Simular % Ocupação de Dutos". consulte a Seção 4.

■ Anexar DWG – Insere um arquivo DWG no mapa.1 Anexar Arquivos Exibir objetos Operações de zoom Trace Operações de Mapa Anexar Objetos Permite inserir blocos e imagens no formato DWG na base cartográfica: 2.Apresentação do Aplicativo objetos cadastrados na base de dados. 2.2. Mais detalhes funcionalidade estão no Capítulo 10. que primeiramente precisa ser posicionado e depois dimensionado. Operações de Zoom Auxiliam na configuração da visualização dos elementos na área de edição: 10 ■ Zoom de Janela – Aumenta a escala de visualização de acordo com uma área retangular desenhada pelo usuário.3.2.2 ■ Anexar Bloco – Insere um desenho (bloco) no mapa. Estas são as barras disponíveis nesta versão: ■ ■ ■ ■ ■ 2. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . 2.3.9 Menu Consultas Apresenta as consultas que podem ser realizadas no CPqD Outside Plant Design. Mais detalhes sobre esta funcionalidade no Capítulo 11.3 dessa Barras de Ferramentas O sistema AutoCAD Map possui algumas barras de ferramentas que auxiliam na operação do módulo desktop do Outside Plant Design. "Geocodificação". "Consultas". 2. É possível arrastar cada uma dessas barras com o auxílio do mouse e posicioná-las de acordo com a preferência do usuário.10 Menu Geocoder Acessa as funcionalidades de geocodificação. ■ Zoom Dinâmico – Permite efetuar o zoom em uma área selecionada através de um retângulo.

– Diminui em duas vezes a escala de visualização. Operações de Mapa Funcionalidades que permitem localizar um determinado ponto no mapa ou obter a coordenada de um elemento em diferentes sistemas de coordenadas. ■ Rastrear Coordenadas – Habilita/Desabilita a janela de rastreamento de coordenadas. – Centraliza a visão no objeto selecionado no gerenciador de atributos. ■ Zoom Centro ■ Zoom In ■ Zoom Out ■ Zoom ■ Zoom na Extensão da Viewport – Ajusta a visualização para mostrar todos os elementos carregados da base. – Ajusta a visualização para mostrar Deve-se terminar todas as operações referentes a pan e zoom em tempo real antes de continuar qualquer operação com o aplicativo. ao qual se tem acesso por meio do botão direito do mouse. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 11 . – Permite “arrastar” o mapeamento para centralizar outras áreas de interesse.3. – Retorna à configuração de visualização anterior. Nota: 2. pressiona-se a tecla ESC ou seleciona-se a opção Exit no menu pop-up. ■ Localizar Ponto – Permite localizar um ponto no mapa através de sua coordenada. que pode ser escrita em qualquer sistema de coordenadas cadastrado no sistema. ■ Zoom Anterior ■ Zoom na Extensão do Banco toda a extensão do banco. que indica a coordenada apontada pelo cursor no sistema. ■ Zoom em Tempo Real. O sistema em que a coordenada é mostrada pode ser selecionado através do botão . – Permite aumentar e diminuir a escala de visualização com o arraste vertical do mouse. Esta funcionalidade também está disponível no menu pop-up. Esta funcionalidade também está disponível no menu pop-up. Para isso. – Aumenta em duas vezes a escala de visualização. ■ Centralizar Objeto. que se torna acessível por meio do botão direito do mouse. ■ Pan em Tempo Real.3 – Centraliza a visão no ponto desejado.Apresentação do Aplicativo ■ Zoom por Escala – Aumenta ou diminui a visualização de acordo com o fator desejado. – Ajusta a visualização para mostrar toda a base.

2. "Carga de Dados".2. Operações de Trace ■ Trace Metálico – Realiza a operação Trace em uma rede metálica. ■ Mostrar Atributos – Permite selecionar um ou mais objetos e exibir seus atributos. ■ Carregar Dados – Permite carregar os dados para exportação. representada pelo retângulo preto na figura a seguir: 12 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .Apresentação do Aplicativo ■ Cadastrar Sistemas de Coordenadas – Permite inserir um novo sistema de coordenadas para ser utilizado com as funcionalidades anteriores. o sistema solicita a marcação dos dois pontos no mapa-base e fornece o resultado na área de mensagens. Após selecionar esta opção. Para mais informações consulte o Capítulo 5.1 Aerial View Habilita e desabilita uma janela auxiliar que oferece uma visão integrada dos arredores da área que está sendo editada. ■ Trace Óptico – Realiza a operação Trace em uma rede óptica.4 2. "Consulta Geográfica".3.4. Nota: 2. Para mais informações. consulte a Seção 11. aplicando as correções necessárias de acordo com o sistema de projeção utilizado no banco de dados.3.5 O cadastro ou seleção de um sistema de coordenadas para essas ferramentas não altera a forma de cadastro dos elementos no banco de dados do sistema.4 Configuração de Visualização 2. ■ Trace de Fibras Vagas – Realiza a operação Trace de Fibras Vagas. ■ Distância Geodésica – Calcula a distância real entre dois pontos. Carga de Dados ■ Configurações – Permite configurar a exportação de objetos e seus atributos.

esta janela ainda possui um menu que oferece outras possibilidades de configuração: ■ View – Configura a área total coberta pela janela de visão aérea. A cada opção deste menu corresponde um ícone: – Zoom In – Zoom Out ■ – Aproxima a visão total da Aerial View. Corresponde à funcionalidade de zoom em tempo real. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 13 . Options – Define algumas configurações de atualização automática da janela de visão aérea. – Global – Mostra toda extensão que contiver elementos do banco de dados. o cursor alterna-se entre duas formas. Corresponde à funcionalidade de pan em tempo real na área de edição. – Afasta a visão total.Apresentação do Aplicativo Figura 2. Permite redimensionar o retângulo branco. toda alteração na área de edição é refletida automaticamente na visão aérea. – Auto Viewport – Esta opção faz com que a visão aérea corresponda sempre à viewport corrente. O botão direito do mouse valida a configuração do retângulo da Aerial View.2 Janela Aerial View Clicando com o botão esquerdo sobre esta janela. permitindo configurar a visualização da área de edição: Utilizada para reposicionar o retângulo branco. Contudo. – Dynamic Update – Com esta opção habilitada.

Current Viewport – Somente na viewport corrente. Ao selecionar uma opção. Assim. 14 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . encontram-se as opções de viewport padronizadas do aplicativo. Help – Traz a ajuda online da Aerial View (Autocad). as opções podem ser encontradas selecionando-se a guia Named viewports. no próximo acesso a esta janela. Permitem a divisão da área de edição de uma a quatro partes em diferentes layouts.Apresentação do Aplicativo ■ – Realtime Zoom – Permite que as mudanças de visualização do retângulo branco sejam acompanhadas em tempo real na área de edição.3 Janela de configuração de viewports A opção Apply To define se a configuração deve ser feita em: ■ ■ Display – Toda a janela. Neste caso.4. a parte direita da janela mostra uma previsão de como a área de edição ficará. é possível subdividir uma viewport existente.2 As opções da Aerial View também podem ser encontradas no menu pop-up. Dica: 2. Após ajustar as viewports da maneira desejada. Na parte esquerda desta janela. Figura 2. Viewports A configuração de múltiplas visões de edição é feita através da opção Exibir >> Viewports. é possível atribuir um nome a essa configuração no campo New Name. ao qual se tem acesso clicando-se com o botão direito do mouse sobre a janela de visão aérea.

3.1 Carga Dinâmica Os objetos são carregados no mapa por meio de um processo denominado carga dinâmica. 3.3 Carga de Elementos Este capítulo descreve como os objetos são carregados no mapa. A carga dinâmica dos dados desenha automaticamente os objetos do cadastro no mapa à medida que a escala corrente no sistema atinge o intervalo de visualização configurado para o objeto.2 Janela de Camadas A apresentação dos objetos na janela de camadas utiliza padrões que agilizam sua utilização: ■ ■ ■ Hierarquia Caixa de seleção Grafia do nome dos objetos CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 15 .

A caixa de seleção do objeto hierarquicamente superior é preenchida com o ícone demonstrado na Figura 3.2 Caixa de Seleção Cada nível possui sua própria caixa de seleção. 2o nível – Objeto 3o nível – Composto por: – Texto – Símbolo – Linha – Polígono Figura 3.2. por meio da qual é possível habilitar/desabilitar a visualização do objeto correspondente e dos objetos abaixo desse nível.2.2 quando a visualização de um objeto hierarquicamente inferior é desabilitada.Carga de Elementos 3. 16 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .1 Organização hierárquica dos objetos 3.1 Hierarquia Os objetos são organizados hierarquicamente em: ■ ■ ■ 1o nível – Encapsula o 2o e o 3o níveis.

Carga de Elementos Figura 3.2.3 Limite de Tarifação desabilitado Dessa forma: ■ ■ 3. Figura 3.2 Caixa de seleção do objeto desabilitada Exemplo: A visualização do objeto Limite de Tarifação é desabilitada. A caixa de seleção de Objeto é preenchida com da forma indicada na Figura 3. Esmaecido – Escala de visualização corrente não está contida no intervalo de visualização do objeto. Grafia do Nome dos Objetos A grafia do nome dos objetos apresentados na janela de camadas variam de acordo com a escala de visualização corrente: ■ ■ ■ Negrito – Escala de visualização corrente está contida no intervalo de vizualização do objeto. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 17 . Normal – Escala de visualização corrente não contempla o intervalo de visualização de pelo menos um dos objetos do grupo.3 A visualização de todos os objetos hierarquicamente inferiores é desabilitada.2.

4 Gerenciador de camadas 18 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .Carga de Elementos 3. Com o gerenciador de camadas é possível fazer as operações de camadas nativas do AutoCAD. conforme exemplificado na Figura 3. que recebe o nome do próprio objeto em inglês. selecione AutoCAD e clique em Layers.4 para o objeto Lance de Cabo Metálico (Copper Cable Segment).3 Gerenciador de Camadas Cada objeto gráfico no Outside Plant Design está associado a uma camada (layer) no AutoCAD. Nota: Para habilitar o gerenciador de camadas clique com o botão direito do mouse na barra de ferramentas. Figura 3.

A maioria desses objetos possui um conjunto de atributos associados.1 Classificação dos Objetos No Outside Plant Design. garantindo a unicidade das informações. 4. etc.1 Definição Objeto é a forma de representação de um elemento no banco de dados. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 19 .4 Objetos Este capítulo traz conceitos relativos a objetos dentro do Outside Plant Design e relaciona os existentes no sistema. cada elemento possui uma identificação própria que o torna único no banco de dados. Além dessas características. São informações essenciais que facilitam a compreensão do modo de funcionamento da solução. Exemplo: – Inserir – Modificar – Remover Simbologia – Representação gráfica do objeto no mapa-base. Cada objeto possui características próprias que o diferencia dos demais: ■ ■ ■ Atributos – São as propriedades de um determinado elemento. Lote. Lance de Cabo Óptico. Exemplo: Logradouro Alternativo do objeto Logradouro. Objetos não-gráficos – Apesar de não possuírem uma simbologia associada. 4. O acesso a esse tipo de objeto é feito através da janela GAT do objeto-pai. esses objetos tornam o cadastro mais completo. Exemplo: Logradouro. Exemplo: CEP. essa representação recebe o nome de Nomenclatura. Exemplo: Um Município possui como atributos: – Código – Nome – Estado – CEP Operações – Ações que o sistema permite realizar com determinado objeto. etc. os objetos dividem-se de acordo com seu modo de cadastro no banco de dados: ■ ■ ■ Objetos gráficos – Elementos físicos que possuem representação gráfica no mapa-base.1. Objetos relacionados – Elementos cuja existência no banco de dados está associada a outro objeto – objeto-pai. Nota: Quando algum atributo é mostrado juntamente com a simbologia de um objeto.

a cor da linha do desenho pode auxiliar na identificação de algumas características que o objeto possui. tais como: 20 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .1. modificar ou remover os valores de alguns atributos de determinados objetos cadastrados no sistema. 4. que traz os tipos que podem ser cadastrados para os objetos da categoria correspondente. Os atributos que permitem tal manipulação estão divididos nos submenus disponíveis no menu Configurações. Os procedimentos para executar as operações disponíveis para estes objetos são análogos aos apresentados ao longo deste capítulo.3 Classes de Objetos As classes de objetos existentes no Outside Plant Design são: ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ 4. As permissões para acesso a essa funcionalidade são definidas pelo administrador do sistema de acordo com as políticas da Organização. Além do formato da simbologia.2 Administrativo Infraestrutura MUB Rede Coaxial Rede Metálica Rede Óptica Gerenciador de Atributos A janela GAT é utilizada para a manipulação dos atributos dos objetos e para a execução de operações sobre eles.1. Os submenus estão divididos da seguinte maneira: ■ ■ ■ ■ ■ ■ 4.1.2 Representação dos Objetos Os objetos são representados na área de edição através de uma simbologia padronizada.Objetos 4.4 Administrativo Grid Infraestrutura Projeto Rede Coaxial Rede Metálica Rede Óptica Rede Sem Fio MUB Configuração de Objetos O sistema permite aos usuários incluir.

Através do menu Exibir >> Objetos (Tree View) – Ao clicar nessa opção o sistema apresenta uma janela auxiliar contendo todos as funcionalidades do sistema. Para abrir a janela GAT ou carregar os objetos que correspondem a determinada funcionalidade basta clicar com o botão direito do mouse e selecionar a operação desejada. O sistema abre uma janela GAT em segundo plano com os campos em branco.1 Gerenciador de Atributos O acesso a esta janela ocorre: ■ ■ ■ Através de um dos menus principais – Deve-se selecionar um objeto em um dos menus disponíveis. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 21 .1 exemplifica uma janela GAT: Figura 4. Selecionando-se um objeto diretamente no mapa-base – O sistema abre uma janela GAT correspondente ao tipo de objeto selecionado e mostra automaticamente todos os atributos do elemento em questão.Objetos ■ ■ ■ ■ Inclusão Alteração Consulta Remoção A Figura 4.

Nota: Alguns objetos de Infraestrutura não dependem de OT ativa ao ser instalados. serem posicionados sobre o mapa. genericamente. Exemplos: Acesso Genérico. eles não são representados no mapa. em uma etapa posterior. Após o preenchimento e a validação dos atributos na janela GAT. Alguns objetos gráficos do sistema podem ser cadastrados sem informações geográficas para. Sobra (LCO). Exemplos: Lance de Duto. Exemplos: Ponto de Acesso Genérico. Assim. Os demais atributos. Esses atributos encontram-se destacados na janela GAT por estarem em negrito. O cadastro de um objeto exige o preenchimento dos atributos obrigatórios. que permitem seu registro e manipulação na base de dados.1 Inserção Filtro Alteração de Atributos Remoção Inserção A inclusão de objetos na base de dados se dá por meio das seguintes operações: ■ ■ ■ Operação Cadastrar – Disponível para os objetos de MUB tais como: Quadra.Objetos 4. Poste e Lance de Cabo. como se fossem objetos não-gráficos. para os quais existe um processo de instalação em campo. Operação Instalar – Disponível para incluir os objetos de Infraestrutura e de Redes. complementam o cadastro com informações que facilitam o trabalho e que podem ser consultadas através do sistema. Operação Incluir/Inserir – Utilizada para inserir objetos para os quais não há um ciclo de vida de instalação em campo ou nomenclatura de objetos. Housecount. que variam para cada tipo de objeto. as informações solicitadas pelo sistema variam conforme o objeto que é inserido. Caixa.3 Operações básicas Todos objetos possuem operações associadas. 22 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . o sistema emite uma mensagem de erro e informa o usuário através do símbolo na linha do atributo incompleto. nos seguintes tipos: ■ ■ ■ ■ 4.3. embora não sejam obrigatórios. Essas operações podem ser classificadas. IMPORTANTE: Se algum atributo obrigatório não for preenchido antes da execução da operação. dentre outros. Site Holder. Lote. mas seus atributos podem ser visualizados através da janela GAT.

Exemplo: O atributo Identificação do Objeto é preenchido automaticamente pelo sistema. Se o lance de cabo estiver associado ao objeto Vinculação ou Aterramento. nem todos os atributos podem ser alterados pelo usuário. cruzados. Exemplos: ■ ■ Logradouros – que possuam trechos de logradouro associados não podem ser removidos. no entanto.3. é possível utilizar o botão Centralizar Objeto para que o aplicativo localize este objeto na área de edição. No entanto. eliminam todas as possibilidades de busca. de acordo com a experiência do usuário e o objeto pesquisado.4 Objetos Lote e Trecho de Logradouro não podem ser alterados se estiverem associados às ações de Ocupação ou Designação no módulo Facilities Management – Back Office Operations. Para visualizar este resultado em forma de relatório. Lance de cabo óptico – associado a um objeto de proteção/sustentação. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 23 . Uma opção é reduzir o número de parâmetros de entrada.3. 4. Operação filtrar: 0 objeto encontrado. na área de seleção do GAT. A área de mensagens indica o resultado da busca de elementos: ■ ■ Operação filtrar: m objetos encontrados.2 Filtro Operação que corresponde a uma consulta à base de dados que traz. Deve-se verificar se há critérios que.3 Alteração de Atributos Operação que permite modificar os atributos de determinado objeto. IMPORTANTE: Alguns objetos não podem ser removidos do banco de dados quando estão associados a outros elementos do mapeamento. Os objetos encontrados são listados na área de seleção do GAT. Dica: Após realizar um filtro e selecionar um único elemento na área de seleção. n mostrados Indica sucesso na busca. Remoção Retirada de objetos gráficos ou não-gráficos do banco de dados. é possível definir um procedimento genérico. 0 mostrado Indica que o banco de dados não contém objetos com os atributos definidos no GAT. A utilização do filtro é passível de diversas configurações e. pode-se utilizar a funcionalidade Opções >> Gerar Relatório. a retirada é permitida pois o elemento de rede não é obrigatório na instalação. pode ser realizada de maneiras diferentes.3. todos os elementos que atendem aos atributos preenchidos na área de edição.Objetos 4. Nota: 4.

que é disponibilizado quando um Lance de Cabo é selecionado após a execução de uma operação Filtrar. além das operações básicas. Ponto de Acesso Genérico. desde que permaneçam vinculados 2 lances de cabo. Poste. Coto Metálico. Através de um Lance de Cabo Metálico ou Lance de Cabo Óptico: Disponível na opção Lance de Duto do menu Relacionados. Operações específicas Alguns objetos. Caixa Predial. Relacionados do Lance de Cabo Óptico – o sistema remove os relacionados existentes. serviços e cliente dos pares metálicos ou fibras ópticas associados aos objetos: ■ ■ ■ ■ 24 Caixa Predial Caixa Terminal Site Terminal de Fibra Óptica CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . As cordoalhas relacionadas ao lance de cabo removido que estiverem associadas a mais de um lance de cabo. permitindo que sejam incluídas informações específicas.1 Ocupar Permite que um Lance de Duto seja ocupado por um Lance de Cabo Metálico ou Lance de Cabo Óptico. Emenda que está associada a uma Seção de Serviço ou a algum objeto de proteção/sustentação. Essa Operação pode ser acessada através do Lance de Duto ou do Lance de Cabo. que é disponibilizado quando um Lance de Duto é selecionado após a execução de uma operação Filtrar. Através do Lance de Duto: Disponível na opção Lance de Cabo do menu Relacionados.4 Se for associado à indicação de espinamento. Lance de Cabo Metálico e Cordoalha que estejam associados a Elemento de Rede/Sustentação. o sistema permite a retirada. com exceção da Cordoalha. 4. Caixa Terminal. Caixa subterrânea e Pedestal que possuem objetos relacionados. ou que forem gráficas (desenhadas no mapa) não serão removidas automaticamente.4. Ponto de Acesso Predial.2 Serviços Permite visualizar todas as informações de ocupação. Fachada. Caixa Enterrada. Lote. têm operações particulares.Objetos ■ ■ ■ ■ ■ ■ 4. Tais particularidades são apresentadas: 4.4. Trecho de Logradouro e Objetos da rede metálica associados ao módulo Facilities Management. Zona T. Lote e Trecho de Logradouro associados às ações de Ocupação ou Designação no módulo Facilities Management – Back Office Operations.

4.3 As informações de ocupação são provenientes do módulo Facilities Management. popular os dados de ocupação (resumida e detalhada) nos objetos: ■ ■ ■ ■ ■ Caixa Terminal Caixa Predial Armário de distribuição Terminal de fibra óptica Site Nota: Para executar esta operação é necessário que haja uma integração com um sistema externo que possua dados de ocupação.4 Atualizar dados de ocupação Permite. alterar. Figura 4. Está disponível como um objeto relacionado do Site. essas informações se referem a dados de ocupação de rede óptica no contexto FTTx. 4.2. Nos casos em que não há acesso ao módulo Facilities Management é possível manter serviços (incluir.2 Consultar serviços Notas: ■ ■ ■ 4. remover) diretamente através do módulo Outside Plant Design.Objetos ■ Lote Para isso acesse o menu relacionado Serviços. Ocupação distribuidores em site Permite visualizar as informações de cada Distribuidor (Patch Panel) instalado no site. Integrações RouterBox e/ou Telelink. Também é possível visualizar as informação por meio do módulo Inside Plant Design. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 25 .4. Para visualizar os dados de Serviços no relacionado de cada objeto é necessário rodar o agendamento Atualizar Serviços no módulo de administração. através da integração com um sistema externo. apresentada na Figura 4.

apresentada na Figura 4. ■ ■ 26 Por meio da conversão Cadastrada manualmente CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . Figura 4. Está disponível para os objetos: ■ ■ ■ ■ ■ Armário de distribuição Caixa Predial Caixa Terminal Armário de Equipamento Terminal de Fibra Óptica Essas informações estão presentes na aba Ocupação. no módulo Administração (consulte o manual de Administração. designados.3 Consultar ocupação resumida As informações de ocupação detalhada podem ser provenientes de três formas: ■ Por meio do módulo Back Office Operations: Quando esse módulo está habilitado os campos da aba Ocupação encontramse bloqueados e é necessário configurar o agendamento.5 Ocupação resumida Permite visualizar a quantidade de pares metálicos ou fibras ópticas que estão ocupados. "controle de Acesso").4.3. vagos. Capítulo 3. para a coleta das informações de ocupação. indisponíveis ou com defeito.Objetos 4. reservados.

8 Desocupar Permite que um Lance de Duto seja desocupado por um Lance de Cabo Metálico. estão presentes na aba Ocupação resumida .Equipamentos Permite visualizar a quantidade de fibras que estão ocupadas. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 27 . para a coleta das informações de ocupação. Está disponível para o objeto relacionado: ■ Site Essas informações se referem a dados de ocupação de rede óptica no contexto FTTx. Capítulo 3. Quando esse sistema está habilitado os campos da aba Ocupação resumida Equipamentos encontram-se bloqueados e é necessário configurar o agendamento. no módulo Administração (consulte o manual de Administração. Após o preenchimento e a validação dos atributos na janela GAT. é criado uma instância para o Subduto e/ou Microduto informados.7 Ocupação resumida .4. vagas e designadas. Quando esse sistema está habilitado os campos da aba Ocupação resumida Distribuidores encontram-se bloqueados e é necessário configurar o agendamento.6 Ocupação resumida . 4. designadas. vagas.Distribuidores Permite visualizar o total de portas ocupadas.Objetos 4. Está disponível para o objeto relacionado: ■ Site Essas informações se referem a dados de ocupação de rede óptica no contexto FTTx.Equipamentos e são obtidas via sistema externo de operações.9 Equipar lance de duto Permite configurar a quantidade de Subdutos e/ou Microdutos em um Duto.Disponível para incluir Subdutos e/ou Microdutos em um Lance de Duto. para a coleta das informações de ocupação.4.4. reservadas ou com defeito. O Duto pode ser formado com subdutos e microdutos ou só com subdutos. 4. "controle de Acesso"). no módulo Administração (consulte o manual de Administração.Distribuidores e são obtidas via sistema externo de operações. estão presentes na aba Ocupação resumida . "controle de Acesso"). 4. Essa Operação pode ser acessada através do Lance de Duto ou do Lance de Cabo Metálico.4. Capítulo 3. Operação Instalar .

Objetos

Operação Retirar - Disponível para Remover os Subdutos e/ou Microdutos
cadastrados em um Lance de Duto.

4.4.10

Abandonar
Essa operação permite ao usuário abandonar um objeto. O sistema verifica se
o objeto não está conectado ou associado a algum elemento de rede.
Após a execução desta operação o objeto em situação Projetado/Instalação
mudará sua situação para Abandono e em na situação Existente terá sua
situação alterada para Projetado/Abandono.

4.4.11

Desmembrar
Permite que um Lance de Duto seja desmembrado (dividido em forma
horizontal) sem afetar todos os Dutos do Lance de Duto. Essa Operação pode
ser acessada através do objeto Lance de Duto.

4.4.12

Simular % Ocupação de Dutos
A funcionalidade deve ser acessada através do menu Ferramentas >> Simular
% Ocupação de Dutos.
Devem ser preenchidos os parâmetros de consulta apresentados na Figura
4.4, onde:

%Ocupação – Selecionar uma das opções:
Visualizar –Apresenta a % de Ocupação Atual dos Dutos, Subdutos e
Microdutos da área selecionada no mapa base.
Simular – Apresenta a % de Ocupação Simulada do Lance de Duto caso
um novo lance de cabo, de um determinado tipo, venha a ocupar o lance de
duto.

Ao selecionar esta opção, os campos abaixo são habilitados:
– Lance de Cabo – Informar o Lance de Cabo com o qual será feita a
simulação de ocupação.
– Tipo – Informar o tipo do Lance de Cabo com o qual será feita a simulação
de ocupação.
– Margem desprezada – Informar a margem de desprezo que deve ser
considerada no cálculo da simulação de ocupação.
– Visão com Projetos – Considera o estado dos objetos que serão
considerados no cálculo da % de Ocupação. Se esta opção for selecionada,
são considerados os valores dos atributos na situação projetada. Caso
contrário, são considerados os valores dos atributos na situação existente.

28

CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário

Objetos

Figura 4.4 Simular Ocupação de Dutos

4.4.13

Histórico de objetos
Desenvolvido para armazenar e visualizar informações (criação e alteração)
dos dados da OT, como: o evento, a data e o usuário que criou/alterou o(s)
dado(s) de objeto(s) versionado(s) e/ou não versionado(s).
Clicando no objeto desejado (janela GAT), menu Relacionados->Histórico, o
usuário visualiza os dados de históricos de objetos criados/alterados.
IMPORTANTE: para os objetos versionados, o histórico é efetivamente
atualizado no momento da implantação da OT, ou seja, se um usuário inserir o
objeto e, antes da implantação outro usuário atualizá-lo, o histórico do objeto
deve ser atualizado apenas com o evento de "criação" indicando o primeiro
usuário, ou seja, o que projetou o objeto à instalação.
Vale ressaltar que as operações que se enquadram nas descrições abaixo não
devem atualizar o histórico do objeto:




Operações gráficas executadas através de recursos AutoCAD, por
exemplo: mover objeto;
Operações para alteração de fator de escala, por exemplo: redimensionar;
Operações Inserir, Remover, Habilitar/Desabilitar Nomenclaturas;
Operações Inserir e Remover Desenho de objeto;
Operações com finalidade de Visualização, Destaque, Trace e Consulta/
Filtro;
Operações de geocodificação de endereço;

Também é importante descrever que se um objeto contém o relacionado
Contagem ou Duto e estes relacionados forem alterados, o histórico do objeto
pai desse relacionado será atualizado.

4.4.14

Abrir módulo da planta interna
O Outside Plant Design permite que seja aberto o módulo da planta interna por
meio dos objetos listados:

CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário

29

Objetos







Caixa Terminal
Reserva de Pares
Armário de distribuição
Caixa predial
Terminal de fibras
Ponto de pupinização
Armário de Equipamento

Para isso, com o GAT dos objetos aberto, selecione a operação Equipar Site e
clique em executar. A Figura 4.5 apresenta a operação:

Figura 4.5 Abrir módulo ISP

4.4.15

Associar ou Desassociar elemento de rede
O Outside Plant Design permite a execução da operação que associa ou
desassocia os elementos de rede:

Aterramento
Vinculação

Para isso, com o GAT dos objetos aberto, selecione a operação Associar
Elemento de Rede ou Desassociar Elemento de Rede e clique em
Executar.

30

CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário

os lotes associados ao trecho de logradouro dividido serão associados ao trecho logradouro resultante da divisão que estiver mais próximo geograficamente independentemente do lote ou do trecho estar dentro ou fora dos limites das localidades da migração.Objetos 4.4. Nota: Invasão de área é uma situação em que um assinante tem seu endereço de instalação em um determinado site.18 Migrar Localidade Esta operação consiste em alterar a localidade dos logradouros.16 Destacar elementos de rede O Outside Plant Design permite a execução da operação a qual destaca no mapa base o elemento de rede indicado na instalação dos objetos: ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ 4. é permitido ao usuário optar por cortar/quebrar ou não os trechos de logradouros que interceptam o limite da localidade da migração. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 31 . mas por facilidade de rede é atendido por rede de outro site. Área segregada é uma localidade criada dentro de outra localidade e que não possui rede própria. Segregação de área é quando o assinante tem seu endereço de instalação em área segregada. mas por facilidade de rede é atendido pelo site mãe do site segregado. 4. A rede que a atende é da localidade que a originou. Algumas condições e tratamentos da operação: ■ ■ ■ o(s) limite(s) da localidade a ser migrada deve(m) estar desenhados e não deve(m) haver intersecção entre eles ou com limite(s) de outras localidades. Está disponível no objeto Localidade. Quando a integração com o módulo de operação (Facilities Management) está ativa. trechos logradouros e lotes de uma área geográfica para a localidade associada ao limite de outra área. a funcionalidade possui também o tratamento para atualizar o site de endereço dos assinantes associados aos lotes dos trechos logradouros alterados sejam eles em situações de invasão ou segregação de área.4.4. Permitir que a simbologia seja mostrada com tamanho diferente do padrão.17 Aterramento Bloqueio Ponte de Pressão Pressostato Transdutor Válvula Vinculação Redimensionar objeto Disponível no Detalhes de Cabos e Emendas (DCBEM) do objeto Armário de Distribuição.

restaurando-o para a situação Existente. Desfazer Remoção Permite desfazer a remoção de um objeto Projetado/Remoção. o trecho de logradouro a ser migrado existe na nova localidade correspondente. 4. identifica se o tipo de instalação a ser considerado para um trecho de lance de cabo entre dois pontos de acesso é: enterrado. 32 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . por algum motivo os lotes associados ao trecho de logradouro não puderam ser migrados.20 Lance de Cabo Metálico Lance de Cabo Óptico Funcionalidade "Mostrar Atributo". os lotes com representação geográfica não estão associados a um trecho de logradouro e nem a um logradouro. os lotes estão sem representação geográfica e não estão associados a um trecho de logradouro. o usuário opta para não quebrar os trechos de logradouros que interceptam o limite de localidade sendo migrado. áereo ou subterrâneo. Também são restaurados os objetos na situação Projetado/Remoção que são pré-requisitos e dependentes do objeto que está sendo restaurado. Estes lotes permanecerão nos trechos de logradouros "originais". O detalhamento de sucesso ou falha ocorrido durante a execução da operação de migração da localidade selecionada é gerado em um arquivo do tipo texto que pode ser visualizado por meio do relacionado Resultado da Migração do objeto Localidade. e o lote com representação geográfica na "origem" é encontrado com representação geográfica no "destino".4. Algumas situações onde a migração do lote não ocorre: ■ ■ ■ ■ em trechos de logradouros quebrados possuem lotes sem representação geográfica. a partir do gerenciador de atributos dos objetos: ■ ■ ■ 4. A funcionalidade está disponível sob duas formas: No mapa base.Objetos Algumas situações onde a migração do trecho logradouro não ocorre: ■ ■ ■ a divisão do trecho de logradouro resulte na criação de mais de uma parte na mesma localidade.19 Destacar Tipo de Instalação Permite a apresentação (destaque em nova camada) do segmento do Lance de Cabo Óptico ou do segmento do Lance de Cabo Metálico de acordo com o Tipo de Instalação do Cable Span.4. antes da implantação da OT. Este.

4. A consulta está disponível no objeto relacionado "Endereço de Atendimento" dos seguintes equipamentos terminais: ■ ■ ■ ■ TFO Site Caixa Terminal Caixa Predial Ao acessar o relacionado "Endereço de Atendimento". o sistema busca todos os Lotes que estão associados a Intenções de Atendimento e/ ou Área de Atendimento para o equipamento terminal selecionado. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 33 .Objetos 4.21 Consultar Endereço de Atendimento em Objetos Esta funcionalidade permite ao usuário consultar todos os Endereços de Atendimento de determinado equipamento terminal. seja ele de rede óptica ou metálica. no mapa base ou no detalhes de cabos e emendas (DCBEM).

Objetos 34 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .

pode-se utilizar uma barra de ferramentas descrita na Seção 2. busca de elementos gráficos por meio de filtros com parâmetros alfanuméricos. 5. "Carga de Dados" ou o menu Ferramentas >> Carga de Dados >> Configurações. Nota: Cada objeto exportado está associado a uma layer do AutoCAD. "Gerenciador de Camadas". geração de mapas temáticos.5. consulte a Seção 3. infraestrutura e MUB.3. 5.1 Definição A carga de dados permite incorporar informações alfanuméricas (atributos) nos elementos gráficos (objetos). acesso a informações alfanuméricas relevantes que não estão presentes na representação gráfica do objeto. Para acessar a funcionalidade. Para mais informações. A nomenclatura do objeto também está em uma layer específica. que leva o nome do próprio objeto em inglês. levando um nome que a identifique.2.3. possibilitando as seguintes vantagens: ■ ■ ■ exportar os dados de rede. Para ativar a exportação é necessário definir antes os tipos de dados para a exportação. conforme explicado na Seção 5.2 Configurações de exportação O menu Configurações permite selecionar quais tipos de objetos e atributos são exportados. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 35 . "Configurações de exportação".5 Carga de Dados Esse capítulo descreve o processo de exportação dos dados do sistema. assim como outros recursos nativos do AutoCAD.

exibe quais atributos do objeto selecionado na segunda coluna serão exportados. Os atributos podem ser vistos expandindo os objetos.Carga de Dados Para configurar a exportação. ainda que na mesma máquina. observe a figura a seguir: Figura 5. Itens configurados. Por outro lado. Isso significa que se for usado um mesmo usuário em diferentes máquinas. basta selecioná-lo e usar as setas entre as colunas (destacadas na figura). o atributo é destacado na segunda coluna. ao clicar em um atributo na terceira coluna. serão usadas configurações diferentes. Como os atributos são dependentes dos objetos. o seu correspondente é destacado na terceira coluna.1 Configurador de carga de dados Na primeira coluna. Além disso. Analogamente. será usada a mesma configuração. podem ser colocados os itens que vão fazer parte da exportação. Nota: 36 A configuração de exportação é individual para cada usuário do sistema e é armazenada no banco de dados. se forem usados usuários diferentes. o objeto-pai é copiado juntamente com os atributos selecionados. Nome dos atributos. Para adicionar ou remover um objeto ou atributo. é possível alterar os nomes dos atributos nessa coluna. ao mover apenas atributos. possibilitando descrever melhor os dados definidos no objeto exportado. Ao clicar em um atributo na segunda coluna. estão os objetos e atributos que podem ser exportados. A terceira coluna. Na segunda coluna. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . Itens não configurados.

o sistema solicita que sejam selecionados os objetos para exportação. Após selecionar os objetos. Após fazer isso. maior será o consumo.3.3 Carregar Dados O menu Carregar Dados realiza a exportação dos dados do sistema. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 37 . pode-se utilizar uma barra de ferramentas descrita na Seção 2.2. Após ativar a funcionalidade. Portanto. "Carga de Dados" ou o menu Ferramentas >> Carga de Dados >> Carregar Dados. Quanto mais objetos e atributos forem exportados. Para acessar a funcionalidade. como mostrado na Figura 5. além de configurar para cada objeto somente os atributos realmente necessários.Carga de Dados 5. é aconselhável não selecionar áreas com muitos objetos dos tipos selecionados para exportação. O sistema solicita que uma área seja selecionada: ■ ■ Área definida pelo usuário área de um polígono cadastrado no mapa base (objeto cuja simbologia é um polígono).2 Exportar objetos Nota: Somente os objetos definidos anteriormente no menu Configurações são exibidos nesta janela. clique em Confirma. Figura 5. um novo arquivo DWG é criado com os dados definidos.5. para o bom funcionamento da operação. Importante: A quantidade de objetos e atributos exportados está diretamente ligada à quantidade de memória consumida e ao tempo de processamento da operação de exportação. O consumo excessivo de memória pode levar a aplicação a encerrar sem qualquer aviso no momento em que o Autocad se vê sem memória disponível para realizar a operação.

Carga de Dados Dica: 38 Para visualizar os atributos dos objetos exportados. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . utilize o comando properties ou adeeditdata do AutoCAD.

Por essa razão. o CPqD Plant Management / Outside Plant Design possui um recurso que bloqueia o acesso às operações gráficas do Autodesk Map. é necessário acessar Opções >> Editar >> Ativar edição gráfica. 6.1 Operações Diretas Realizadas através da manipulação de pontos de controle do objeto com o auxílio do mouse ou através de comandos de linha do Autodesk Map.1. 6. O novo posicionamento é feito através da indicação de um ponto de base e do deslocamento desejado. quando se move um determinado objeto. o sistema busca suas coordenadas no banco de dados e as altera de acordo com os pontos indicados na interface da aplicação.6 Operações Gráficas São operações permitidas sobre os objetos gráficos no mapa-base. Mover Move o objeto completo a partir de sua posição de origem. conforme ilustra a Figura 6.1 Ativação da Edição Gráfica A edição gráfica de objetos no mapa envolve o acesso a informações do banco de dados.1. Essa mudança é feita diretamente na base de dados e pode ser visualizada em qualquer sessão do sistema que esteja acessando aquela área específica. digitado na linha de comando. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 39 . Para liberar esses recursos. Não é necessário informar OT. Essa operação é realizada através do comando move. Assim. além da manipulação gráfica do elemento.

digitado na linha de comando. que pode também ser inserido diretamente na linha de comando. Essa operação é realizada através do comando rotate. O primeiro ponto solicitado indica a base sobre a qual o objeto será rotacionado.1 Execução do comando move Dica: Para indicar o deslocamento do objeto.3 Execução do comando rotate 40 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . em vez de apontar o deslocamento com o mouse.Operações Gráficas Objeto (nova posição) Objeto (posição original) Deslocamento Ponto de base Figura 6.2 ilustra a movimentação de um objeto 5 metros à direita. na direção do eixo X. Select objects: <clique no objeto> Specify base point or displacement: <clique no ponto de base Specify second point of displacement: @5. é possível entrar com valores numéricos no teclado.2 Exemplo de movimentação de 5 metros no eixo X Rotacionar Altera o sentido em que um elemento está desenhado. é possível determinar o ângulo de rotação. Objeto (posição original) Ângulo de rotação Ponto de base Objeto (nova posição) Figura 6. Através do movimento do mouse. é possível utilizar coordenadas relativas para mover o o objeto de uma distância predeterminada. Assim. A Figura 6.0 Figura 6.

dois pontos para essa operação: ■ ■ o limite da extensão objetos que serão estendidos. é importante clicar próximo à extremidade que deve ser estendida. digitado na linha de comando. Essa operação é realizada através do comando extend. conforme exemplifica a Figura 6. Limite do corte Objeto original Objeto (após o corte) Figura 6. dois pontos para essa operação: ■ ■ o limite do corte objetos que serão cortados. Ao selecionar o objeto que será cortado.4. Limite da extensão Objeto original Objeto (após a extensão) Figura 6. O sistema solicita.5. Cortar Corta um trecho da simbologia de um objeto. digitado na linha de comando.5 Execução do comando trim CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 41 . no mínimo. O sistema solicita. Pode ser uma linha auxiliar desenhada com o auxílio do comando line do Autodesk Map. Ao selecionar o objeto.Operações Gráficas Estender Estende um trecho da simbologia de um objeto até um limite definido pelo usuário. no mínimo. deve-se clicar sobre o trecho que deve ser removido.4 Execução do comando extend Nota: O limite da extensão não precisa ser um objeto do banco de dados. Essa operação é realizada através do comando trim. conforme exemplifica a Figura 6.

como se estivesse refletindo-o em um espelho. A seleção dos vértices deve ser feita marcando-se uma área retangular no sentido da direita para a esquerda. o objeto do banco de dados manterá sua posição original e o objeto espelhado será apenas um desenho gráfico não vinculado ao banco de dados.6 Execução do comando mirror Após a indicação do novo posicionamento do objeto. digitado na linha de comando. Essa operação é realizada através do comando stretch. Pode ser uma linha auxiliar desenhada com o auxílio do comando line do Autodesk Map. Digite Y na linha de comando. digitado na linha de comando. Objeto (posição original) Objeto (nova posição) "Espelho" Figura 6.8.6.Operações Gráficas Nota: O limite do corte não precisa ser um objeto do banco de dados. conforme ilustra a Figura 6. Essa operação é realizada através do comando mirror. Mover Vértice Altera a posição dos vértices de um objeto. Delete source objects? [Yes/No] <N>: Y Figura 6. 42 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . Espelhar Altera o posicionamento e a orientação do objeto.7 Solicitação de exclusão dos objetos-origem Nota: Se a opção N for selecionada. sem movimentá-lo por inteiro. Para realizar essa operação. conforme exemplifica a Figura 6. o sistema pergunta se o objeto original deve ser apagado. é necessário desenhar a linha indicativa do "espelho".

o sistema solicita o ponto de base e o deslocamento dos vértices selecionados. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 43 .9 Deslocamento de vértices de um objeto Dica: É possível mover um vértice de um objeto diretamente com o mouse.Operações Gráficas 2o ponto 1o ponto da seleção Figura 6. Objeto (forma original) Objeto (nova forma) Deslocamento Figura 6. selecionando-se o objeto com o cursor do Autodesk Map e movendo o quadrado azul que representa o vértice. de maneira semelhante à operação Mover.8 Seleção dos vértices para movimentação Em seguida.

Operações Gráficas 44 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .

Este capítulo apresenta alguns conceitos relativos à realização de projetos no módulo Outside Plant Design. A OT e os itens de projeto a ela associados possuem ciclos de vida próprios. Os itens de projeto agrupam um conjunto de operações sobre elementos da planta. Para acessar o seu gerenciador de atributos. de acordo com a necessidade do usuário. Pode ter um ou mais itens de projeto associados.7 Projetos Um projeto é um conjunto de operações de engenharia sobre elementos da planta. 7. a Ordem de Trabalho (OT) é um objeto que identifica um projeto de rede realizado sobre a base de cadastro. utilize a opção Objeto >> Projeto >> Ordem de Trabalho. Início Criar Projetar Iniciado Planejar Em Planejamento Projetar Desistir da Implantar OT Construção Cancelar OT Cancelar OT Cancelar OT Em Projeto Indicar Início de Construção Em Construção Atualizar Conforme Construído "As Built" Em Atualização Implantar OT Com Dados Permanentes Legenda: Concluir Estado da OT Concluído Operação Fim Figura 7.1 Ordem de Trabalho sem Serviço de Implantação No sistema.1 Fluxo de estados da ordem de trabalho em um projeto CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 45 .

alterados ou removidos pela OT. é necessário que este(s) serviço(s) esteja(m) concluído(s) antes de se executar a operação Implantar OT. Nota: 7. deve-se inserir os serviços de implantação. Nessa situação faz-se necessário somente executar as operações Implantar ou Concluir. Ordem de Trabalho com Serviço de Implantação Quando a ordem de trabalho possui um ou mais serviços de implantação associados. A Figura 7. associado a cada serviço os objetos pertinentes ao serviço – pontos de intervenção. que indica a fase atual em que o projeto está. Após todos os objetos do projeto estarem projetados. a Ordem de trabalho apresenta um ciclo de vida menor.2 Quando o atributo Caracteristica é igual a Atualização de cadastro.Projetos O GAT oferece uma série de operações com a ordem de trabalho. 46 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .1 apresenta os estados da ordem de trabalho e as operações que realizam cada transição. A cada passo. a fim de estabelecer uma sequência de estados.2 apresenta o fluxo completo para a implantação de uma ordem de trabalho com serviço(s) de implantação. A Figura 7. o atributo de estado da OT é alterado.

2 Estados do serviço de implantação O próximo passo consiste em definir uma sequência para a execução dos serviços através de relações de dependência — sequência de serviço. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 47 . postes. Se o serviço utilizar objetos não implantados de outra OT ou serviço. Após definir a sequência. o sistema irá implantar os objetos projetados que não estejam associados a serviço de implantação tornando-os existentes. Ao executar a operação Implantar OT. ao executar a operação concluir a OT. Não é possível executar a operação Desistir de construção na OT se os serviços associados à OT não estiverem no estado Iniciado ou Concluído. pode-se iniciar a execução dos serviços através da operação Indicar início de construção no objeto Serviço de implantação. como pontos de acesso. No último passo. os dados da OT são removidos da base de dados — os serviços de implantação associados à OT também são removidos. Em Projeto ou Em Atualização Iniciado Remover serviço ou Cancelar OT Indicar Início de Construção Em Construção Indicar Início de Construção Implantar serviço Com Dados Permanentes Em Construção Concluir seviço Concluído Implantar OT Com dados Permanentes Concluir OT Fim Figura 7.Projetos Estados da Ordem de Trabalho Iniciado Início Criar Desistir da Construção Em Planejamento. o sistema não permite a implantação e emite uma mensagem de erro informando que a implantação depende da implantação de outros objetos. Após todos os serviços estarem concluídos é possível implantar a OT. por exemplo: dutos.

rede metálica e rede coaxial) criados. Caso seja deixada em branco. As opções de relatório para todas ou várias OTs e agendamento estarão disponíveis somente no módulo de relatórios.3.3.Projetos 7.3. Descreve todos os materiais secundários e backspan projetados em uma determinada ordem de trabalho. Neste relatório estão indicados todos os objetos (rede óptica. serviços. Este relatório apresenta uma lista de materiais de rede metálica que foram criados ou removidos por uma determinada ordem de trabalho.3.2 Abrir relatório de lista de materiais por ponto de Acesso Operação que permite a emissão do relatório Lista de Materiais por Ponto de Acesso.3 Abrir relatório de lista de materiais de rede metálica por OT Operação que permite a emissão do relatório Lista de Materiais de Rede Metálica por Ordem de Trabalho. removidos ou alterados por uma determinada ordem de trabalho. O primeiro passo para iniciar um projeto é a criação da OT e o fluxo desse projeto deve ser controlado por ela. Identificação única da OT na base de dados. expansão ou otimização da rede. Data de início Obrigatório. 7.3 Operações Com Ordem de Trabalho 7. 7. Tabela 7. infraestrututa. OBSERVAÇÃO: Além de estarem disponíveis no módulo OSP Design. Data de início da elaboração da OT. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . 7. A OT é criada no estado Iniciado. As operações descritas são realizadas após a seleção do objeto Ordem de Trabalho. será preenchida automaticamente pelo sistema com a data de implantação da OT.1 Atributo 48 Principais atributos da ordem de trabalho Descrição Código Obrigatório.1 Abrir relatório de lista de materiais por OT Operação que permite a emissão do relatório Lista de Materiais por Ordem de Trabalho. estes relatórios podem ser acessados nos módulos ISP Design.4 Criar OT Um projeto permite a análise e o planejamento de circuitos. Data real de construção Opcional. OSP WebMap e OSP Reports Manager.

ao executar a operação Criar. o sistema pede automaticamente para o usuário desenhar um polígono que a represente. Indicador da OT. Identifica a finalidade do projeto a ser executado. Dessa forma.3 Área de atuação da ordem de trabalho CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 49 . Classificação Obrigatório. Também é possível executar a operação Cadastrar que insere a OT na base de dados sem a necessidade de desenhá-la. Estado Preenchido pelo sistema. Nas duas opções a máquina de estados da OT pode ser executada normalmente e a OT pode ser utilizada tanto no Outside Plant Design como no Inside Plant Design. Tipo Opcional. Localidade Opcional. segue a máquina de estado de projeto ou manutenção.1. Característica Obrigatório. conforme fluxo de estados na Figura 7. Figura 7. no mapa. Data prevista de finalização da OT.Projetos Tabela 7. Local onde será realizado o projeto referenciado pela OT.1 (cont) Principais atributos da ordem de trabalho Atributo Descrição Previsão de término Obrigatório. Descrição Opcional. Valores válidos: ■ Projeto ■ Ante Projeto ■ Manutenção Preventiva ■ Tratamento de Pendência ■ Atualização de Cadastro No Outside Plant Design a OT é um objeto que pode ter representação gráfica. O tipo de OT deve ser previamente cadastrado pelo usuário. Subestado da OT Subestados previamente cadastrados pelo usuário. Indica o estado atual da OT. Descrição sucinta dos serviços realizados na OT.

Em Projeto ou Em Atualização "as built" e não altera o estado da OT. Itens do Projeto – Apresenta os diversos objetos pertencentes a OT.Projetos Nota: A área de atuação é uma região meramente indicativa. IMPORTANTE: Após inserir uma OT por meio da opção Cadastrar ou para desenhar uma OT criada no Inside Plant Design. Objetos fora deste polígono podem ser manipulados pela OT criada. Este objeto relacionado mantém o histórico de alterações no estado da OT. Uma OT não pode ser habilitada simultaneamente para mais de um usuário.3. contanto que não estejam vinculados à outra ordem de trabalho. Esta operação só pode ser realizada se a OT estiver nos estados Em Planejamento. "Documentos Externos". que indica a fase atual em que está o projeto.5 Documento Anexo – Arquivos com informações importantes para o projeto que podem ser associados à OT. mas permite a criação de desenhos e a inserção de objetos. é manipulada com o auxílio do gerenciador de atributos. fazendo com que alterações em elementos de rede sejam vinculados a este objeto até sua implantação.3. O pré-projeto não possui os detalhes necessários para a construção.6 Definir OT Corrente Habilita uma OT. Planejar OT Indica que a OT está em fase de elaboração de pré-projeto (planejamento). Histórico de Estados da OT – A OT é tratada como um objeto e. deve-se selecionar a OT e executar a operação Desenhar. A cada passo. Uma série de operações estão disponíveis para a ordem de trabalho. 7. O objeto Ordem de trabalho possui como relacionados os seguintes objetos: ■ ■ ■ ■ ■ 7. por isso. a fim de estabelecer uma seqüência de estados. Dependentes – Apresenta os objetos que estão em outra ordem de trabalho e que dependem da implantação da ordem de trabalho acessada. Para mais informações sobre o cadastro de arquivos externos consulte o Capítulo 12. Pré-Requisitos – Apresenta objetos de outra ordem de trabalho que devem ser implantados antes daqueles que estão na ordem de trabalho acessada. o atributo de estado da OT é alterado. 50 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .

Para isso. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 51 . As figuras a seguir exemplificam o ciclo de vida de objetos dentro de uma ordem de trabalho para as três situações: inserção de um novo objeto. Isso pode ser acompanhado através do atributo Situação dos objetos. mas somente após a implantação da OT essas alterações são efetivadas. Objetos de rede têm um ciclo de vida que acompanha o estado da ordem de trabalho. 7. remoção de um objeto existente.Projetos Figura 7. a OT não precisa ter passado pelo estado Em Planejamento. Os objetos modificados continuam associados à OT e seu estado permanece inalterado.8 Iniciar Projeto Esta operação marca o início do projeto sobre a base de dados.4 Indicação de OT corrente 7. são registradas no banco de dados. Para versionar os objetos é necessário habilitar uma OT conforme mostrado na barra de ferramentas de informações correntes (Figura 7.4).3. enquanto a OT está com o estado Em Projeto.3. bem como através de sua simbologia.7 Desabilitar OT Corrente Libera a OT corrente. As alterações feitas nos objetos da rede. alteração de um objeto existente. o sistema permite modificações sobre elementos de rede. Somente no estado Em Projeto.

6 Alterações de um objeto através de uma OT { OT em projeto OT com dados permanentes { Objeto já cadastrado Existente Remover / retirar Projetada a retirada Desfazer alterações OT IMPLANTADA Removido permanentemente Figura 7.5 Inserção de um novo objeto através de uma OT { OT em projeto OT com dados permanentes { Objeto já cadastrado Existente Modificar atributos Projetada a modificação Desfazer alterações OT IMPLANTADA Existente Figura 7.Projetos { OT em projeto OT com dados permanentes { Novo objeto Inserir Projetada a instalação Remover Removido permanentemente OT IMPLANTADA Existente Figura 7.7 Remoção de um objeto através de uma OT 52 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .

A operação anterior é utilizada se os usuários optarem por fazer os ajustes no projeto antes de continuar a construção. por meio da operação Atualizar "As Built" que altera o estado da OT para Em Atualização. Todos os objetos projetados têm seu estado alterado para existente ou são permanentemente removidos do CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 53 .3. Nestes casos. Nesta situação.3. Após o início de construção. 7. é possível retornar ao estado anterior para se realizar eventuais modificações presentes no as built do projeto ou desistir da contrução para retornar ao estado de projeto. as adequações no projeto são feitas posteriormente. pode-se desistir da construção. o projetista obtém uma aprovação gerencial e envia o desenho para o responsável pela implantação das mudanças em campo. Se a construção não for interrompida. ao alterar o estado da ordem de trabalho. o sistema permite também: ■ ■ 7. após a conclusão do desenho da proposta de alteração na rede. o sistema realiza uma série de verificações de consistência no banco de dados e. 7.12 Implantar OT Esta etapa deve ser realizada no sistema somente após a instalação ou remoção dos equipamentos projetados em campo (a OT deverá estar no status Em Atualização ou Em Construção). retornando a OT ao estado Em Projeto. antes da alteração do projeto.9 Cancelar OT Desfazer alterações de OT Indicar Início de Contrução Em geral. antes da atualização em campo.3. Nesta etapa do projeto. ela será executada com os ajustes necessários. ocorrem situações não previstas em campo que impossibilitam a execução parcial ou total do projeto.Projetos A partir deste estado.11 Atualizar Cadastro Conforme Construído "as built" Uma rede pode ser construída conforme foi projetada ou pode necessitar de ajustes para ser finalizada em campo.3. o responsável pela implantação deve solicitar alterações no projeto visando à adequação do desenho às situações encontradas em campo. Para realizar alterações de projeto. 7.10 Desistir da Construção A implantação de um projeto de rede externa nem sempre pode ser realizado exatamente como especificado pelo projetista. Eventualmente. bloqueia mudanças sobre os objetos do banco de dados associados a esta OT.

Para manter a integridade do banco de dados e a acurácia na consulta de cobertura é essencial realizar alguns procedimentos após a implantação de uma ordem de trabalho: ■ ■ 7. Para selecionar as ordens de trabalho concluídas e consultar o histórico dos projetos. 54 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . O estado da OT passa a ser “Com dados permanentes” e nenhuma alteração é permitida nos objetos. Não é possível estabelecer uma sequência para a implantação dos objetos projetados. Nota: O sistema não permite a implantação da OT se os equipamentos alterados ou removidos estiverem associados às ações de Ocupação ou Designação no módulo Facilities Management – Back Office Operations. descrito na Seção 7. retirála da base de dados. Nesta etapa. também descrita na Seção 7. é preciso abrir o GAT da OT e executar a operação Filtrar. "Iniciar Projeto". caso esteja configurado. Os objetos de cada serviço tornam-se existentes ao executar a operação Implantar no objeto Serviço de implantação. mesmo que algum erro tenha sido encontrado. os objetos podem ser alterados por um novo projeto em outra OT. assim. definir uma sequência para a implantação dos serviços.9.Projetos banco. o Sistema permite a implantação da OT ou Serviço de Implantação. contudo. A operação Concluir OT apaga as informações gráficas da ordem de trabalho sem. é realizado um procedimento de validação. "Validação de projeto". para que o Sistema não permita a implantação da OT ou Serviço de Implantação.3.13 Editar os limites de Seção de serviço/Área de Controle. Nota: Quando a OT for implantada. para validação de Projetos de rede Metálica e FTTx. Com serviço de implantação – os objetos projetados são associados a serviços de implantação.8.9. "Validação de projeto". Concluir OT Esta etapa está relacionada ao encerramento do projeto. Para a validação de Corte de Primário (não configurável). possibilitando. Basta que algum erro tenha sido encontrado. A implantação da OT pode ser feita de duas maneiras distintas: ■ ■ Sem serviço de implantação – todos os objetos associados à OT tornam-se existentes ao executar a operação Implantar OT no objeto Ordem de trabalho. conforme ilustram os fluxos dos objetos na Seção 7. Atualizar o Planejamento de disponibilidade de Seção de serviço/Área de Controle.3.

O cancelamento é possível quando o estado da OT é: ■ ■ ■ Iniciado Em planejamento Em projeto Nota: 7. não são desfeitas quando ocorre o cancelamento de uma OT.3.3. Amarelo – Demais objetos associados à OT.14 Cancelar OT A operação de cancelamento pressupõe a desistência do projeto. uma legenda com o código da OT. o subestado de uma OT. juntamente com a layer. Para os dois casos é apresentado.16 Iniciado Em Planejamento Em Projeto Em Construção Em Atualização Visualizar Diagrama de Dependência entre Projetos Identifica graficamente se a OT corrente tem dependência com outras OTs. Um diagrama é apresentado com informações sobre a dependência. exclusivamente. indicando subestados que foram pré-cadastrados para o estado atual da OT.3.3. Se uma OT é cancelada. Nesse caso é destacado o ponto de acesso em questão. Modificar Subestado da OT Esta operação permite que o usuário altere.17 Mostrar Objetos da OT Uma layer é criada contendo os objetos associados à OT destacados por meio de cores. A alteração do subestado é possível para OT nos seguintes estados: ■ ■ ■ ■ ■ 7. – Objetos de rede interna. 7. Nesse caso o destaque é feito no Site Holder ou no objeto equipável que tem relação com objeto da rede interna. toda a rede cadastrada por meio dela e todas as alterações feitas no projeto são removidas juntamente com a OT. apresentadas abaixo: ■ ■ Azul – Objetos que estejam representados no DCBEM. por não estarem associadas a OT.Projetos 7.15 As operações gráficas. Notas: CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 55 .

deve-se indicar os serviços que serão executados na rede pelos construtores e a dependência que pode haver entre estes serviços. Remover – deve estar no estado Iniciado e nenhum outro serviço pode depender dele. Indicar início de construção – bloqueia alterações de dependência e associação/desassociação de objetos ao serviço. o objeto gráfico onde ele está inserido é que deve ser destacado. se o Serviço de Implantação estiver no estado Iniciado. ou ao re-associar objetos.4. Re-associar objetos – são válidas as mesmas regras da associação. portanto são elementos projetados ou que possuem alterações. Desistir de construção – retorna o serviço para o estado Iniciado. Pontos de intervenção Ao inserir um serviço de implantação. Após indicar o(s) ponto(s) de intervenção. Concluir – libera a OT para implantação. também. Caso exista objeto não gráfico projetado na OT. Modificar atributos – não é possível modificar o tipo do serviço. o sistema automaticamente associa os objetos ao serviço de implantação. definir a ordem de execução destes serviços. Serviço de Implantação Após a etapa de desenho do projeto de rede. é preciso remover o serviço e inserir um novo com o tipo correto. O objeto Serviço de Implantação possui as operações básicas: ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ 7. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .4 O objeto Splitter é considerado objeto de rede interna para fins de destaque. pode-se executar as operações: ■ ■ 56 Desassociar objetos – o usuário deve selecionar no mapa quais objetos serão desassociados.Projetos ■ ■ ■ 7. O objeto Serviço de Implantação é o elemento responsável por indicar estes serviços associando-os aos objetos projetados. No entanto. isto é. Porém o destaque é feito por meio de um círculo verde escuro. Todos os serviços da OT devem estar concluídos para que seja permitido implantar a OT. e passando. fazendo com que estes possam ser implantados independentes da OT. Não é possível executar a operação editar em objetos que estejam associados a um serviço de implantação. Esta funcionalidade também está disponível no módulo Outside Plant Web Map. independentemente do estado da OT ou do serviço. Filtrar – permite localizar serviços. Implantar – os objetos associados ao serviço tornam-se existentes. o sistema solicita os pontos de intervenção do serviço.1 Inserir – insere um serviço novo. a definir as dependências entre os serviços. São os objetos alvo do serviço. solicitando os pontos de intervenção.

5 Dependência entre Projetos Existem casos em que dois projetos que afetam a mesma área devem ocorrer em paralelo. a colocação dos serviços de implantação. Sequência de serviço Funcionalidade que controla os passos para a implantação da rede de forma a não interromper os serviços dos assinantes que já utilizam a rede antiga. o projeto A não pode ser implantado antes do projeto B.3 Visualizar Diagrama de Sequência de Serviço Identifica graficamente se o serviço pode ser executado independentemente de outro serviço. Ela permite. quando um projeto A necessita da infraestrutura ou dos equipamentos que estão sendo instalados por um projeto B e os dois projetos são executados por empresas ou área distintas. Por exemplo. o objeto Serviço de Implantação deve estar no estado Iniciado. Um serviço que depende de outro pode ser implantado somente. Por meio da CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 57 .4.2 Um objeto pode ser associado somente a um único serviço de implantação. Dessa forma.Projetos Nota: 7. suas dependências e a própria implantação do projeto através destes serviços. ou. já estiver implantado. Para se definir a sequência de serviço. Remover serviço predecessor – o usuário deve selecionar no mapa os serviços dos quais serão removidas as relações de dependência. As dependências de um projeto em relação a outro são identificadas e armazenadas nos seguintes objetos relacionados da OT: ■ Pré-Requisitos – Lista os objetos de outro projeto que devem ser implantados antes daqueles que estão no projeto acessado.4. O sistema faz o controle de dependências automaticamente. uma sequência de serviço para a execução do projeto. 7. As relações de dependência entre os serviços irá determinar. executando-se as operações: ■ ■ Inserir serviço predecessor – o usuário deve selecionar no mapa outro(s) serviço(s) do(s) qual(ais) o serviço (em que está sendo executada a operação) se tornará dependente. portanto. tanto para planta interna como para planta externa. 7. se o serviço do qual depende. após o desenho do projeto em uma única OT. se a execução do serviço depende da execução anterior de outro serviço.

7.Projetos ■ operação Transferir objetos dependentes permite que os objetos não implantados em outras OTs passem a pertencer à OT atual. Nestes casos deve-se utilizar uma solução integrada Autodesk-CPqD. Abra o Outside Plant Design e realize a carga dos objetos desejados. caso o usuário tente implantar a OT do projeto A antes do projeto B o sistema informa que existe dependência e não permite a implantação. Dessa forma.1 Exportação DWF 1. Nesse cenário temos: ■ ■ Na OT utilizada pelo projeto A pode-se visualizar os postes instalados pelo projeto B por meio do objeto relacionado Pré-Requisitos. Salve o arquivo DWG com o mesmo nome do documento aberto "Drawing2. por isso o nome "Drawing2". O Autodesk Design Review é um software gratuito que possibilita a visualização.6 Notas de Projeto O processo de revisão e acompanhamento de projetos pode envolver equipes que não utilizam as funcionalidades do Outside Plant Design cotidianamente e que. contendo os objetos que precisam ser revisados. o acompanhamento e a inserção de notas de projeto digitais para controle. Para salvar escolha um diretório. Para ilustrar a utilização desses relacionados. revisão e validação. não necessitam de uma instalação desta ferramenta. por exemplo. portanto. Dependentes – Lista os objetos que estão em outro projeto e que dependem da implantação do projeto acessado.6. os postes projetados no projeto B devem ser utilizados como pontos de acesso para os cabos do projeto A e não é possível projetar os cabos antes dos postes. Seguem informações importantes a respeito do procedimento de como exportar arquivos e importar notas de projetos digitais: 7. o documento corrente é fechado e um novo é aberto. Nesse exemplo. Mais detalhes relacionados à carga consulte Capítulo 3. sem necessidade de aquisição e instalação do sistema de elaboração de projetos original.dwg". Ao abrir o módulo. exportando os dados para um formato intermediário que possa ser lido por uma ferramenta mais simples. considere que o projeto B é responsável por instalar os postes que sustentarão a rede aérea de determinada região e o projeto A é responsável pela instalação dos cabos nesses postes. 58 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . Na OT utilizada pelo projeto B pode-se visualizar os cabos instalados no projeto A por meio do objeto relacionado Dependentes. "Carga de Elementos" 2.

no site do fabricante. 6. "Barras de Ferramentas". o usuário execute o comando Regen para restaurar o gráfico e os layers do AutoCAD. Observação: Recomenda-se que.7 Folha-resumo No processo de geração de documentos de projeto de rede externa. Abra o DWF no Autodesk Design Review e faça as anotações desejadas. Na exportação é possível selecionar somente a área geográfica e os objetos de rede que devem ser revisados. é necessário a criação.3. Salve o arquivo DWF normalmente. por meio da ferramenta de plotagem com a configuração da plotter DWF6ePlot. Os dois procedimentos (comando e alteração de propriedades) devem ser aplicados a todos os objetos contidos no DWG. 4.6. 5. 9.Selecione o arquivo DWF e dê um duplo clique em Model. 7. 8. 3. abra o DWF salvo com as anotações. Retorne ao Outside Plant Design.pc3. 7. Na janela aberta (Markup Set Manager). para carregar as notas. manutenção e emissão de folha- CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 59 .dwg. Use o comando Plot para gerar o DWF no mesmo diretório onde foi salvo o Drawing2. A exportação para o formato DWF é feita no AutoCAD. para utilização em campo. da ferramenta de anotações Autodesk Design Review e das configurações de importação e exportação podem ser encontradas no tutorial da ferramenta. O arquivo DWG deve ser aberto no AutoCAD para a execução do comando Explode e para alteração das propriedades de linha Linetype e Lineweight que devem ser ajustadas com os valores Continuos e 0. 10. Mais informações a respeito dos arquivos DWF.2 Importação das Notas As notas feitas na revisão do documento DWF devem ser importadas por meio da associação deste documento com o mapa do Outside Plant Design.Projetos "Meus documentos" na pasta do usuário atual. Certifique-se de que o documento aberto está salvo e possui o mesmo nome e mesmo diretório do arquivo salvo no passo 2.00. Execute o comando msm. após o comando Explode. Mais detalhes de operações disponíveis para visualização dos objetos são encontrados na Seção 2. respectivamente. 7.

utilizando comandos nativos do AutoCad. O sistema cria um ambiente para armazenamento das anotações da folharesumo a qual fica associada a uma Ordem de Trabalho. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . descrita na Seção 7. 7. com as ferramentas do AutoCad.7.Projetos resumo. também. por exemplo. uma folha-resumo deve estar associada a uma única OT. a folha-resumo é conhecida como "desenho de projeto" por representar um elemento básico para qualquer projeto. alterar e apagar anotações em folhas-resumo. são inseridos na planilha. Nota: 60 Uma ou mais folhas-resumo podem estar associadas a uma OT. "Criar OT". é possível criar um ambiente para anotações utilizando a operação Habilitar Staking Sheet presente no GAT desse objeto. Todos os materiais necessários para construção do projeto e a mão de obra associada. O usuário do sistema pode. importar desenhos de arquivos DWG e alterar os layers para os da folharesumo. Com o ambiente criado é possível gerar. Porém.1 Criação da folha-resumo Após a criação de uma OT. Genericamente. legendas e planilhas de quantitativos. A folha-resumo é um documento com impressão do projeto ou uma área deste sobre o mapa base utilizado. A folha-resumo é entregue às equipes de campo por conter informações resumidas e simplificadas do projeto. Possui instruções para construção da rede e informações sobre os materiais necessários para realização dos serviços.4. tanto quanto observações e presença de rede de terceiros.3. Os desenhos são compostos por áreas com detalhes construtivos sobre mapas.

– Detalhe construtivo: um zoom específico do mapa base.8 Exemplo de folha-resumo A folha-resumo mostrada na Figura 7. mas que também agregam custo ao projeto de construção da rede. filtrar. braçadeiras e pré-formados e são chamados de materiais secundários. o qual pode ser: – Trecho do mapa base: contendo informações adicionais para melhor entendimento para o serviço em campo. Esses itens podem ser exemplificados por isoladores. 7. Material Secundário No contexto de rede externa. Desenho do trecho do projeto de rede externa a ser construído.8 possui os seguintes elementos: Legenda e Carimbo. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 61 . modificar ou retirar os materiais secundários. ■ ■ Nota: 7. alguns equipamentos são prioritários para o seu projeto. ■ Totalização dos materiais utilizados na execução dos serviços. acesse o menu Configurações >> Infraestrutura >> Tipo de Materiais Secundários.8 O usuário pode criar legendas e carimbos e preenchê-los com dados de forma manual. existem alguns itens considerados secundários quando comparados a estes. Para cadastrar.8.1 Configurar Material Secundário É necessário configurar previamente o material para utilizá-lo no projeto. No entanto. Os materiais secundários que se mostrarem necessários ao projeto devem ser cadastrados por meio das etapas de configuração e associação.Projetos Figura 7.

Com a informação dos dados do material associado fornecida. O sistema valida e altera os dados do material no banco de dados. feita manualmente. 62 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . determine a operação Modificar Atributos. o sistema apresenta os atributos disponíveis para preenchimento. Ao executar a operação.Projetos No GAT aberto. o sistema valida e insere o material no banco de dados.8.2 Associar / Desassociar Material Secundário Após a configuração. o sistema faz a validação da operação e insere a associação na base de dados. A alteração do código de um material secundário não é permitida se ele estiver associado a um ponto de acesso. Os pontos de acesso permitidos pelo sistema são: ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ Caixa subterrânea Zona T Âncora Base de armário Ponto de acesso submerso Poste Pedestal Caixa enterrada Ponto de acesso genérico Site Holder Ponto de acesso predial Fachada Procedimentos: 1. pode ser posteriormente apagada ou alterada e sua execução é realizada somente se existir uma OT corrente. O processo é executado e o material é retirado do banco de dados. altere os atributos pretendidos e execute a operação. o material secundário deve ser associado a um ponto de acesso. Essa associação. 7. Escolha a opção Associar e preencha os atributos disponibilizados pelo sistema. o sistema apresenta os atributos respectivos aquele item e solicita a confirmação da operação Retirar. Escolhido o material a ser retirado. Para realizar alterações nos dados do material inserido. escolha a opção Cadastrar e informe os dados do novo material. Escolhido o item. Tais atributos são definidos pelos seguintes campos: Para inserir um novo material. 3. A remoção de um material secundário não é permitida se ele estiver associado a um ponto de acesso. A mesma consulta por meio da opção Filtrar deve ser realizada para a remoção do material. Abra o gerenciador de atributos do ponto de acesso selecionado 2. deve-se primeiro selecionar o material a ser modificado escolhendo a opção Filtrar. Acesse o menu Relacionados >> Associação de Material Secundário.

Projetos Se houver alguma inconsistência em relação aos dados fornecidos ou ao ponto de acesso indicado. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 63 . A cada associação.9 Validação de projeto Consiste na verificação da conformidade dos objetos projetados às regras de negócio do CPqD Plant Management. Há dois casos em que a validação de um projeto pode ser acionada: projetos de rede FTTx e projetos de rede metálica. da saturação do site atual. também presente nos objetos Ordem de Trabalho e Serviço de Implantação. permite verificar a validade do corte no Primário do Armário de Distribuição entre sites. O Resultado da Validação é exibido através do menu Relacionados dos objetos Ordem de Trabalho e Serviço de Implantação. A operação Validar Corte de Primário entre Sites. “Primário” é o cabo que alimenta o Armário de Distribuição. o sistema exige que se informe a quantidade de material a ser associado. Para cada uma das validações é necessário habilitar uma configuração diferente no sistema. Esta é uma situação comum de rede na qual a empresa operadora necessita transfererir a rede de um site para o outro. permite verificar a validade dos objetos e dados de uma rede cadastrados em tempo de projeto. No processo de validação o sistema gera uma lista de todas as ocorrências de erros e sucessos encontradas na validação. O Resultado da Validação é exibido através do menu Relacionados dos objetos Ordem de Trabalho e Serviço de Implantação. auxiliando o projetista a regularizar seu cadastro. Itens NOK identificados pelo sistema são inválidos. os itens marcados como OK estão em conformidade com as regras de projeto implementadas no Outside Plant Design. É possível configurar um ou mais tipos de validação ou todas ao mesmo tempo. o sistema identifica a falha. 7. sendo o mínimo igual a um. desde que distintas entre si. Para todos os tipos de validação descritos. Basta um único NOK para que o projeto seja considerado inválido. cancela a operação e notifica o usuário com uma mensagem. em função por exemplo. A operação Validar Projeto. O ponto de acesso pode ser associado a nenhuma ou a múltiplas configurações de materiais secundários. realizado pelo sistema quando solicitada pelo usuário ou no momento da implantação de um projeto. presente nos objetos Ordem de Trabalho e Serviço de Implantação. Trata-se de um processo automático. A desassociação entre o material secundário e o ponto de acesso é possível mediante consulta dos materiais previamente associados e posterior execução da operação Desassociar.

entre outros: ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ Estado da OT corrente: "Iniciada".Código do cabo ló gico alimentador FTTx associado a fibra cadastrada na contagem de entrada do splitter de 1° nível a qual o splitter de 2° nível está associado + sigla "SP" + contagem de entrada do splitter de 1° nível a qual o splitte r de 2° nível está associado + sigla "SS" + contagem de entrada do splitter de 2° nível. Não paralelismo das contagens (a mesma contagem não pode ser atribuída a dois ou mais equipamentos).9. "Em Projeto". caso exista ocupação. Cópia de TFO existente na rede subterrânea mas não no mapabase: o sistema não deve permitir a validação do projeto se houver algum TFO subterrâneo nas situações “Projetado/Instalação” ou “Projetado/ Modificação”. este deve ser exigido. Informação de complemento de endereço em Intenção de Atendimento: se os sites terminais associados à Ordem de Trabalho possuem pelo menos uma Intenção com pelo menos um Complemento de Endereço cadastrado.Projetos 7. Validação da ocupação : o sistema não deve permitir a remoção de placas/ portas de ONU em Situação = Projetado/Remoção caso exista ocupação associada à porta. – Código de Splitter de 2° nível . – Código do cabo lógico de equipamento (Splitter) . Exemplo: 15SP18. o estado corrente deve ser: "Em Construção". que não tenha sua respectiva cópia desenhada no mapa base.código do cabo ló gico alimentador FTTx associado a fibra cadastrada na contagem de entrada do splitter + sigla "SP" + contagem de entrada do splitter. Conexão dos objetos FTTx associados à OT ou Serviço de implantação: totalmente conectados.código do cabo lógico alimentador FTTx associado a fibra cadastrada na contagem de entrada do splitter de 1° nível + "-F#" + contagem de entra da do splitter de 1° nível Exemplo: 15-F#18. Para Serviço de Implantação.1 Validação de projeto de rede FTTx A validação de um projeto de FTTx compreende a verificação dos seguintes itens. Topologias de rede rígida válidas: – Site Inicial >> Splitters Intermediários >> Equipamento terminal: 64 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . "Em Planejamento".o sistema não deve permitir a validação de projeto se o preenchimento dos códigos dos splitters e cabos lógicos de equipamento estiver diferente das seguintes regras de nomenclatura: – Código de Splitter de 1° nível . Existência de contagem FTTx para os objetos associados à OT. Exemplo: 15SP18SS1. Conexão dos objetos FTTx associados à OT ao Cabo Lógico correto. Remoção (desconexão) de Contagem FTTh nos equipamentos terminais ou de flexibilidade: o sistema não deve permitir a desconexão de portas de equipamentos terminais ou splitters em equipamentos de flexibilidade. "Em Atualização" ou "Em Construção". Validação do preenchimento dos códigos de Splitter e Cabo Lógico de Equipamento . Existência de pelo menos um objeto de rede FTTx associado à OT ou Serviço de implantação.

Splitters Intermediários .Splitters Intermediários .Equipamento Terminal Topologias de rede flexível válida: – Site Inicial >> Terminal de Fibra Óptica (tipo distribuidor.Splitter Intermediário .Projetos Figura 7.11 Site Inicial .9 Site Inicial .Terminal de Fibra Ótico com Splitter – Site Inicial >> Splitter único >> Equipamento terminal Figura 7. com um ou mais Splitters) >> Equipamento terminal CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 65 .Equipamento terminal – Site Inicial >> Splitter Intermediário >> Terminal de Fibra Ótico com Splitter Figura 7.10 Site Inicial .

associados à OT ou Serviço de implantação: totalmente conectados. que possuem contagem definida.2 TFO ONT/ONU Splitter Contagem em DGO Validação de projeto de rede metálica A validação de um projeto de rede metálica compreende a verificação dos seguintes itens: ■ ■ ■ ■ Estado da OT corrente: “Em Planejamento”. Estas regras se aplicam aos seguintes objetos: ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ 66 Emenda Caixa terminal Caixa predial Reserva de pares Armário de distribuição Armário de equipamentos Lance de Cabo metálic Coto Metálico Ponto de pupinização DLC (Carrier) Caixa regeneradora (Equipamento de Ajuste de Sinal) Regenerador PCM (Equipamento de Ajuste de Sinal) CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .12 Site Inicial . Conexão dos objetos da rede metálica. “Em Projeto”. o estado corrente deve ser: “Em Construção". Existência de pelo menos um objeto da rede metálica associado à OT ou Serviço de implantação. Para Serviço de Implantação.Terminal Os equipamentos terminais podem ser: ■ ■ ■ ■ 7.Projetos Figura 7. “Em Atualização” ou “Em Construção”.9.Terminal de Fibra .

– Se Armário de Distribuição que está em corte estiver associado a uma Seção de Serviço. quando existe Equipamento Interno no Armário. não validar a conexão na sua contagem de entrada e nem as suas contagens de entrada e saída. Para SI. com os mesmos códigos dos respectivos objetos associados ao Armário de Distribuição que está em corte – Atualização do resultado: o sistema deve registrar no Resultado da Validação todos os Armários de Distribuição que possuam pelo menos uma contagem associada ao projeto CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 67 . Validação de Corte de Primário entre Sites A validação de um corte de Primário entre Sites para uma OT ou Serviço de Implantação compreende a verificação dos seguintes itens: ■ ■ ■ ■ A OT/SI deve se encontrar em um estado válido. O site dos cabos lógicos das contagens de entrada deve ser o mesmo das contagens de saída. – Validação para o Serviço Implantação: o Armário de Distribuição em corte deve estar com as contagens associadas a um Serviço de Implantação do tipo “CA – Corte Automático”. Nota: Para Armário de distribuição. Abrigo. o estado corrente deve ser: “Em Planejamento”.3 Nota: Para Armário de equipamento com função Armário Óptico Espelhado. nem Seção de Serviço. Mini DSLAM ou Pop DSLAM. o site das contagens de entrada e saída do Armário deve ser o mesmo da Seção de Serviço. O cabo lógico das contagens projetadas a remoção devem pertencer a um site. e as consistências de contagem de entrada e saída no Armário se a rede for do tipo Sobreposta ou quando existe equipamento externo ao AE. – Validação de conexão do Armário de Distribuição: todos ao pares que possuem contagem de entrada e de saída do Armário devem estar conectados. nem Armário de Distribuição.Projetos 7. Nota: Para Caixa predial. Para OT. “Em Projeto”. E todas as contagens projetadas devem pertencer a uma única OT. o sistema só deve fazer as consistências de conexão na contagem de entrada. – não deve haver no Site destino. e o das contagens projetadas a instalação devem pertencer a outro site. “Em Atualização” ou “Em Construção”. e esta não deve possuir nenhum outro objeto associado. o estado corrente deve ser: “Em Construção".9. não validar a sua contagem quando existe Equipamento Interno à Caixa. Validações no site destino (para qual a rede será transferida): – validação de contagem: todas as contagens de entrada (projetadas a instalação) devem estar associadas a cabos lógicos pertencentes ao mesmo site. Validações no site origem do corte: – Validação de contagem: todas as contagens de entrada devem estar projetadas a remoção. O Corte de Primário é caracterizado pela mudança de site dos cabos lógicos associados às contagens de entrada do Armário de Distribuição. nem Cabo lógico.

O filtro especial permite filtrar o tipo e a especificação dos objetos baseados nas configurações disponíveis em um determinado Caderno de Encargos. o sistema apresenta somente aqueles tipos e especificações cadastrados nas atividades que foram associadas a um caderno de encargos previamente definido.cadastro). onde o usuário pode alterar a especificação dos objetos selecionados para o cálculo. O filtro especial está disponível também na tela do Cálculo do MaMO. baseado no Caderno de Encargos associado ao objeto na planilha do cálculo. O objeto Caderno de Encargos possui as operações básicas: ■ ■ ■ 68 Definir Caderno de Encargos Corrente — define um caderno de encargos como corrente Desabilitar Caderno de Encargos corrente — desabilita o caderno de encargos como corrente Filtrar — permite localizar cadernos de encargos CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . Nas telas dos módulos Outside Plant Design e Inside Plant Design existe uma indicação do Caderno de Encargos definido como corrente e se o Filtro especial está ativado.Projetos 7.10 Caderno de Encargos O objeto Caderno de Encargos permite com que o sistema ative a utilização do filtro especial. Assim. A utilização do filtro especial possibilita a redução na quantidade de Tipos e Especificações apresentados no auxílio ao preenchimento disponível nos objetos (GAT .

8. Como não fazem parte de um projeto de rede. telefonia ou TV a cabo no Outside Plant Design obedece a critérios de validação gráficos. Exemplo: inclusão de indicadores do IBGE — tais como classe socioeconômica. Com isso. é possível associar geograficamente o endereço de um assinante com as facilidades que o atendem. Vários aspectos da rede externa são trabalhados sobre o MUB. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 69 . lógicos e de conexão que evitam incoerências no projeto de rede. Esse cadastro de endereços georreferenciado garante uma maior consistência do banco de dados. por meio de integrações específicas. Os objetos presentes no sistema estão classificados em grupos cujo cadastramento obedece à seguinte ordem de inserção: ■ ■ ■ 8. Exemplo: O objeto Lote relaciona um endereço com uma posição no mapa.2 Infraestrutura Grupo de objetos de construção civil necessários à instalação de cabos e de equipamentos de rede metálica. Por essa razão. faixa de renda em salários mínimos. etc. também.8 Cadastro da Rede O cadastro de uma rede de transmissão de dados. sem a necessidade da criação de uma Ordem de Trabalho. pois servem de subsídio para seu planejamento e para seu cadastramento. os objetos de MUB são cadastrados diretamente no sistema. além de arruamentos.1 MUB Infraestrutura Rede metálica. Os objetos de infraestrutura são chamados. de pontos de acesso e devem ser cadastrados antes do lançamento dos objetos de rede. óptica e coaxial. de imóveis e de acidentes geográficos. permite armazenar informações que facilitam a inclusão de novos indicadores. o Outside Plant Design pode ser utilizado como base de endereços para diversos sistemas da empresa. óptica ou coaxial Mapeamento Urbano Básico – MUB O Mapeamento Urbano Básico (MUB) é o conjunto de objetos do banco de dados que representa as divisões administrativas do mapa. Além disso.

em dutos ou diretamente enterrados. Os pares de fios dos cabos telefônicos terminam no distribuidor geral (DG) de um site. que é o centro de fios da área de atendimento de telefonia. incluindo cabos e entradas em edifícios. Os cabos que ligam os sites e as linhas de assinantes podem ser aéreos. "Projetos".1 Rede rígida Rede flexível Rede rígida com site remoto Rede flexível com site remoto Rede Rígida A característica principal desta rede é que os cabos de atendimento dos assinantes saem diretamente do site.3. Esta rede é formada por um conjunto de cabos telefônicos. Em alguns casos é preciso remover ou desassociar os objetos antes de retirar o ponto de acesso. subterrâneos. o sistema exibe uma mensagem avisando que os objetos associados serão removidos. etc. 8. Os dutos são utilizados quando os cabos são passados da rede aérea para a rede subterrânea.Cadastro da Rede Exemplo: para instalar um lance de duto. conforme descrito no Capítulo 7. O Outside Plant Design está preparado para cadastrar redes metálicas de telefonia com diferentes configurações: ■ ■ ■ ■ 8. se um ponto de acesso for retirado. é necessário cadastrar previamente seus pontos de acesso — caixa enterrada. pedestal. Por haver essa interdependência. O cadastro dos elementos descritos nesta seção depende da existência de uma ordem de trabalho corrente. O ciclo de vida desses objetos acompanha o ciclo de vida da ordem de trabalho.3 Rede Metálica A rede convencional metálica é responsável pela distribuição dos serviços de telefonia sobre cobre. fios de distribuição externa e equipamentos externos aos sites. 70 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .

no qual são feitas as conexões necessárias à ativação dos serviços sobre a rede de cobre na área de atendimento. o centro de fios é o próprio armário de distribuição.2 Rede Flexível A rede flexível é caracterizada pela presença de um armário de distribuição alimentado por um cabo metálico denominado alimentador ou primário.Cadastro da Rede Site holder (centro de fios) Lance de cabo metálico Cabo expresso Lance de cabo metálico Cabo distribuidor Lance de cabo metálico Cabo alimentador Figura 8. Lance de cabo metálico Cabo alimentador – origem: site Terminação de pares Armário de distribuição (centro de fios) Lance de cabo metálico Cabo distribuidor Figura 8. o cabo recebe uma nova identificação e é distribuído para atender os clientes desta área de atendimento.1 Configuração de rede rígida 8.2 Configuração de rede flexível CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 71 . Nesta rede. A partir deste elemento de rede. Este segundo cabo recebe o nome de cabo distribuidor ou secundário.3.

3. O centro de fios é um armário de distribuição.3 Rede Rígida com Site Remoto Caracterizada pela existência de um site remoto. Lance de cabo metálico Cabo expresso – origem: site Site remoto (centro de fios) Lance de cabo metálico Cabo distribuidor Lance de cabo metálico Cabo alimentador Figura 8. 72 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .3. no entanto.3 Configuração de rede rígida com site remoto 8. alimentado por um cabo originado no site holder.Cadastro da Rede 8.3. Os cabos que saem deste elemento são utilizados para atender diretamente os assinantes desta área de atendimento. esse armário é alimentado com pares provenientes de um site remoto.1 Rede flexível com site remoto É uma combinação da rede flexível com a rede rígida com site remoto.

■ Cabos lógicos Objetos não-gráficos criados para possibilitar a conectividade da rede. os cabos lógicos não representam um objeto físico da rede.4 Configuração de rede flexível com site remoto Nota: A seção de serviço relacionada a uma rede nesta configuração recebe o nome do site remoto de origem do cabo alimentador mais o nome do armário de distribuição da região. armário de distribuição e site remoto. Os objetos da rede metálica são descritos a seguir: ■ Áreas de serviço Objetos que representam divisões no mapeamento onde os serviços de telefonia são oferecidos. Podem ser de três tipos: site holder. possibilitam as consultas de cobertura sobre determinado endereço. Todo CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 73 . Em um contexto de aprovisionamento. ■ Cabos Os lances de cabos metálicos representam a rede física que transmite os sinais entre os centros de fios e os assinantes ou entre os centros de fios. – origem: site remoto Armário de distribuição (centro de fios) Lance de cabo metálico Cabo de telefonia (distribuidor) Figura 8. ■ Centros de fios Representam pontos de origem para a distribuição da rede metálica.Cadastro da Rede Lance de cabo metálico Cabo alim. verificando a qual área de atendimento ele pertence e quais serviços estão disponíveis em sua região. São utilizados no planejamento e dimensionamento da rede metálica. mas são essenciais para a identificação dos lances de cabos inseridos no mapa.

assim. Para cadastrar um lance de cabo metálico. Configurações O cadastro de alguns objetos componentes desta rede depende da configuração prévia de tipos e especificações no banco de dados. informando dados como: capacidade máxima de pares deste tipo de cabo. Nota: ■ Textos explicativos podem ser inseridos no mapeamento como referência ou indicação de atividades não contempladas nos objetos do cadastro. a fibra óptica é capaz de transmitir a luz a longas distâncias. etc.Cadastro da Rede lance de cabo deve ter uma contagem relacionada que permita identificá-lo na rede.4 Rede Óptica Os modernos sistemas de comunicações utilizam cada vez mais as fibras ópticas como meio de trasmissão. Exemplos: ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ 8.4. na alimentação de redes de distribuição e no cadastramento de redes ópticas de última milha (FTTH – Fiber To The Home). fabricante. O Outside Plant Design utiliza essa contagem para validar as conexões entre cabos garantindo. Formada por um filamento de vidro da espessura de um fio de cabelo e que atua como um guia de ondas. a consistência das informações na base de dados.1 Alcance das longas distâncias sem pontos de repetição Isolação elétrica Peso e volume menores Flexibilidade de instalação Alta capacidade de transmissão Menor índice de ocupação em dutos Matéria-prima abundante Topologia da Rede Óptica O Outside Plant Design suporta projetos de rede óptica na interligação de centrais telefônicas. por exemplo. diâmetro (bitola de cada fio dentro do cabo). em substituição aos cabos de cobre e coaxiais. Apresentam várias vantagens quando comparados com cabos dos pares metálicos. apresentando grandes vantagens sobre a transmissão elétrica. 8. São instalados em dutos subterrâneos ou em postes (rede aérea). sinais de TV e telefonia 74 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . é preciso configurar o Tipo de lance de cabo metálico. por meio do menu Configurações >> Rede metálica. Para atender à necessidade de transmissão de dados. Os cabos ópticos são utilizados na interligação de centrais telefônicas e na rede alimentadora (atendimento a clientes).

os splitters. Por fim. As redes PON no Outside Plant Design apresentam duas possibilidades de topologia de distribuição centralizada das fibras (com splitter posicionado em lugar estratégico da rede): ■ ■ Splitter instalado em site – o equipamento é instalado no DGO do site e atende clientes localizados em regiões próximas a ele. os splitters distribuem o sinal óptico para múltiplos ONUs (Optical Network Unit). que o convertem para os equipamentos dos usuários. do site até regiões próximas do assinante. foram criadas topologias de rede passiva (PON – Passive Optical Network).5 Rede FTTH passiva. Splitter instalado em armário – o equipamento é instalado em um armário para proporcionar maior flexibilidade na rede. O sinal óptico do OLT é enviado através de uma única fibra. responsável pela multiplexação dos canais dos diferentes usuários da fibra. Figura 8. onde estão localizados divisores passivos.Cadastro da Rede por meio óptico de forma economicamente viável. pela qualidade (QoS) e pela modalidade (SLA) do serviço oferecido. O sinal óptico de uma rede PON é gerado em um equipamento chamado OLT (Optical Line Terminal). CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 75 .

Elementos de enfaixamento Fibras ópticas Capa plástica Capa APL Núcleo ranhurado Elemento de tração de aço Figura 8. são um conjunto de fibras ópticas empacotadas de forma que possuam proteção mecânica — Figura 8.7 Cabo óptico No Outside Plant Design. As fibras possibilitam a propagação dos sinais ópticos com reduzida atenuação desde as fontes ópticas até os receptores.6 Splitter em armário de distribuição Os objetos da rede óptica são descritos a seguir: ■ ■ Cabos ópticos Coto óptico O cabo óptico ou o coto óptico. ou ambos. a fibra pode estar: 76 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .7.Cadastro da Rede Figura 8.

pode-se preencher o seu respectivo campo de descrição. A fibra também pode estar Morta (indisponível). portanto. a fibra está sendo usada. O sistema soma os comprimentos reais dos cables spans do lance de cabo óptico e preenche automáticamente o atributo comprimento real do lance de cabo. – Em rede enterrada – enterrado diretamente no solo Nota: O lance de cabo óptico e o coto óptico possuem alguns informações de comprimento. Apagada – é aquela que não está associada a um circuito FTTx ou a uma conexão lógica ativada. portanto.Cadastro da Rede ■ ■ Acesa – é aquela que está associada a circuito PXP. – Comprimento real do cable span – o comprimento real entre dois pontos de acesso do lance de cabo. É o primeiro estado da fibra assim que é criada pelo sistema. Além disso. tais como: – Comprimento estimado – somatória das distâncias estimadas entre os pontos de acesso pelos quais o lance de cabo passa. – O comprimento estimado do lance de cabo óptico é atualizado automaticamente cada vez que o usuário re-associar os pontos de acesso de um lance de cabo óptico. IMPORTANTE: – Se o cable span for usado para informar o comprimento real do lance de cabo óptico. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 77 . Nota: Uma fibra com defeito não pode ser associada a circuito FTTx. Nota: É possível definir se uma fibra está Acesa ou Apagada por estar associada a uma contagem lógica. a fibra possui os atributos a seguir: ■ ■ Defeito – sim ou não. – Comprimento real – somatória do comprimento real de cada cable span. a fibra encontra-se disponível para uso. não deve ser preenchido o atributo comprimento real do lance de cabo. circuito PXP ou conexão lógica ativada. – Comprimento estimado do cable span – distância estimada entre dois pontos de acesso pelos quais o lance de cabo passa. Reservada – sim ou não. ou será utilizada por um anel através da conexão lógica ou está associada a circuito FTTx. Se a fibra tem um defeito ou está reservada. Os cabos ópticos podem ser instalados de diferentes maneiras: – Em rede aérea – lançado em postes – Em rede subterrânea – no interior de formações de dutos. – Comprimento real com sobra – comprimento real do lance de cabo mais a somatória do comprimento de cada cable reserva (sobras).

Para inserir um conector no mapa-base. – Tipos: utilizado para configurar os tipos de cabo. por meio do menu Configurações >> Rede Óptica. de conector e de caixa de emenda. O menu de configuração da rede óptica está dividido em: – Código de cores:utilizado para configurar as cores dos grupos (tubetes) e das fibras de cada tipo de cabo. o sistema mantém no comprimento real do lance de cabo óptico o valor do último comprimento real do cable span. LCPs) dos assinantes. ■ Terminal de fibra (de acesso e de distribuição) Os terminais de fibra são equipamentos intermediários responsáveis pela distribuição (armários) do sinal do site até os acessos (NAPs. o valor máximo de atenuação em (dB) e indicar se o conector é default ou não. ■ Cabo lógico óptico Objeto não-gráfico criado para possibilitar a conectividade da rede óptica através de contagem lógica.5 Rede Coaxial Rede responsável pela distribuição dos serviços de TV a cabo sobre redes puramente coaxiais ou HFC (redes híbridas fibra-coaxial). ■ Splitter (de armário e de site) São equipamento de distribuição óptica passiva instalados nos armários ou sites. por exemplo. a descrição do tipo de conector. os cabos lógicos não representam um objeto físico da rede. 8. é preciso configurar o Tipo de conector.Cadastro da Rede – Ao remover os comprimentos reais dos cables span. ■ Configurações O cadastro de alguns objetos componentes desta rede depende da configuração prévia de tipos e especificações no banco de dados. Estes objetos dividem o sinal de uma para várias fibras. ■ ■ ■ 78 Planejamento e gerência Elementos da rede coaxial Objetos auxiliares CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . com: o código do tipo de conector.

Os objetos da rede tronco são cabos coaxiais de maior bitola.8 Arquitetura da rede coaxial — TV a cabo A rede é classificada em tronco e distribuição. originalmente. amplificadores tronco e bridge (amplificadores de distribuição). Nelas. préamplificadores. puramente coaxiais. A rede coaxial tronco é caracterizada por levar o sinal até pontos mais distantes de atendimento. ■ Redes coaxiais A arquitetura de uma rede coaxial de TV a cabo é ilustrada na Figura 8. conversores de freqüência.8. No headend estão diversos equipamentos como antenas. Headend é o centro de controle de um sistema de TV a cabo onde os sinais recebidos são amplificados. moduladores e processadores. passando por uma rede de amplificadores tronco e finalmente chega em uma rede de distribuição do sinal para o assinante. demoduladores. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 79 .5. convertidos. porém não atendem diretamente assinantes. o cabo coaxial sai diretamente do headend. Nas redes coaxiais antigas do tipo tree-and-branch (redes troncais) o headend é ligado diretamente à rede coaxial.Cadastro da Rede 8. adicionados à geração de sinais locais e retransmitidos para os assinantes seja por fibra óptica ou via cabos coaxiais.1 Arquitetura da Rede de TV a Cabo As redes de TV a cabo são. acopladores direcionais e divisores de potência (splitters). sem o estágio intermediário de fibra óptica diferentemente das redes HFC. processados. Amplificador troncal Fonte de alimentação Headend Tronco Antena de satélite Taps Tap Cabo alimentador Set-top box Drop de assinante Extensor de linha Splitter Figura 8.

A desvantagem desta cascata de amplificadores é a degradação na qualidade do sinal em função do nível de ruído que se insere na rede a cada novo amplificador. Tipicamente transmite sinais de TV. cabos coaxiais de menor bitola. A rede de fibra óptica se inicia no distribuidor geral óptico do headend e termina em um nó óptico.9 Projeto de uma rede coaxial ■ Redes HFC (Híbrida Fibra Coaxial) As antigas redes de TV a cabo evoluíram para o que é hoje conhecido como redes HFC. A rede coaxial de distribuição deriva o sinal aos assinantes normalmente através de taps. diversos amplificadores em seqüência a fim de possibilitar o atendimento de áreas mais distantes com um nível de sinal adequado. A interface entre a rede tronco e a rede de distribuição é feita por meio de amplificadores bridge ou amplificadores de distribuição. mas também permite o tráfego de sinal telefônico e dados de modo bidirecional. equalizadores e extensores de linha. A Figura 8. Divisor de potência Lances de cabo coaxial Terminação Amplificadores Drop do assinante Taps Figura 8. acopladores direcionais e divisores de potência. também chamado de receptor óptico. A rede HFC é uma rede de fibra óptica combinada com uma rede coaxial. além de acopladores direcionais e divisores de potência (splitters).Cadastro da Rede Os amplificadores nesta rede formam o que se chama de cascata. 80 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .9 ilustra o projeto de uma rede coaxial. Os objetos típicos dessa rede são os taps.

11 ilustra o projeto de uma rede HFC.Cadastro da Rede A rede HFC.10 Arquitetura da rede HFC — TV a cabo A parte coaxial da rede inicia no nó óptico passa por amplificadores e finalmente chega aos passivos da rede — onde os cabos dos assinantes são conectados — usualmente taps e eventualmente acopladores direcionais ou divisores (no caso de atendimento de edifícios). vem eliminar o problema das grandes cascatas de amplificadores antes existentes nas redes troncais da rede de TV a cabo. as redes originais de TV a cabo sofreram uma evolução e em muitos casos podem ser verificados hubs ou mini-headends pertencentes a uma rede de transporte digital de banda larga.10. A arquitetura da rede HFC é ilustrada na Figura 8. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 81 . através da utilização da fibra óptica para levar o sinal até pontos mais distantes de atendimento. Com a utilização de fibra ótica. Headend Nó óptico Fibra óptica Nó óptico Anel óptico Amplificador Taps Área de serviço Figura 8. A Figura 8. de onde podem sair redes coaxiais para atendimento dos assinantes próximos e também redes HFC para atendimento de áreas mais distantes.

11 Projeto de uma rede HFC 8. 82 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .5. Também podem existir casos de divisores e acopladores direcionais serem utilizados para atendimento de assinantes como nos casos de prédios.2 Objetos da Rede Coaxial ■ Área de serviço de TV a cabo Área geograficamente delimitada onde um trecho de rede de TV a cabo — puramente coaxial ou HFC — oferece serviços de CATV. como por exemplo: amplificadores e nós ópticos. Usualmente o passivo utilizado para atender os assinantes é o TAP. ■ Elementos passivos Dispositivos de rede que derivam o sinal e distribuem o sinal para o assinante. Os limites destas áreas são definidos por cálculos de engenharia em que são considerados: – Equipamento de rede que atende a área — headend. – Potência de sinal disponível em relação ao número máximo de serviços que podem ser instalados.Cadastro da Rede Fibra óptica Rede coaxial Nó óptico Figura 8. ■ Elementos ativos Trata-se de elementos da rede de TV a cabo que recebem alimentação de energia (AC/DC) para seu funcionamento. nó óptico e amplificador.

assim como sua simbologia são definidos pelo tipo de lance de cabo coaxial. Armário de Distribuição. As configurações da rede coaxial encontram-se no menu Configurações >> Rede Coaxial. 8. delimita a área de atuação do Centro de Fios para fins de controle. As configurações de tipos encontram-se no mesmo menu. Caixa Predial e Caixa Subterrânea (que contenham Terminais de Fibra ou Caixa CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 83 . planejamento e projeto de cabeamento. Site. Armário de Distribuição. Para cadastrar um amplificador. "Rede Óptica". Armário de Equipamento. Os objetos utilizados como Centro de Fios da Seção de Serviço são: Site. por exemplo. – Coaxial — condutor de cobre. Amplificador e Armário de Equipamento. projeto de cabeamento e aprovisionamento. número de saídas de RF e o fabricante. ■ Configurações O cadastro de alguns objetos componentes desta rede depende da configuração prévia de tipos e especificações no banco de dados. metálica e coaxial além do polígono de Limite de Seção de Serviço.7 Área de Controle Corresponde a toda área de atendimento dos serviços telefônicos e de televisão a cabo. Vários atributos do lance de cabo coaxial.Cadastro da Rede ■ Rede de cabos Nas redes HFC os tipos de cabo utilizados são: – Fibra óptica — consulte o Capítulo 8. Este objeto deve ser composto pelos atributos necessários ao atendimento das redes óptica. delimita a área de atuação do Centro de Fios para fins de controle.4. 8. submenu Tipos. planejamento. Terminal de Fibras. Os objetos utilizados como Centro de Fios da Área de Controle são: Caixa Terminal. envolvido em alumínio e blindado para conduzir sinais de forma isolada do ambiente. Cabo Lógico Metálico.6 Seção de Serviço A Seção de Serviço corresponde a toda área de atendimento dos serviços telefônicos e de televisão a cabo. Cabo Lógico Óptico. é preciso configurar o Tipo de amplificador. Terminal de Fibras (função = Acesso). informando os dados: modelo do amplificador. Efetivamente. Nó Óptico. Efetivamente.

Quando alguma dessas restrições é encontrada. seja ele executado pelo Outside Plant Design. através do cancelamento ou a execução do serviço relacionado à pendência. a OS é processada e deixa a fila de pendências. A pendência pode ser solucionada. 84 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . O sistema conta com um processo para posicionamento automático de endereços registrados em OS’s. Essa tarefa é executada constantemente que verifica a fila de OS’s que ficaram pendentes por "Endereço Inexistente" e. A Área de Controle deve ser composta pelos atributos necessários ao atendimento das redes óptica.8 Tratamento de pendência Durante o processo de designação. A movimentação pode ser colocada automaticamente como pendente no sistema. baseado nas numerações já existentes no sistema para o logradouro da OS. metálica e coaxial além do polígono de Limite da Área de Controle. 8. Caso o posicionamento seja efetuado com sucesso. uma intervenção manual do operador é necessária para verificar se as facilidades encontradas podem ser designadas ou se a movimentação deve ficar pendente. com alocação dos pares encontrados e uma indicação para a situação da movimentação pendente. mas que não estão presentes na base de cadastro do sistema. o sistema verifica se existem restrições que podem gerar pendências. tenta posicionar a nova numeração.Cadastro da Rede Terminal ou Armário de Equipamento).

Algumas condições devem ser satisfeitas para que ocorra a conexão. Os objetos a serem conectados devem estar na condição de: Existente/ Projetado/Instalação ou Projetado/Modificação. por exemplo: ■ ■ ■ ■ ■ A fibra não deve estar conectada. tem a função de: ■ – Identificar lance de cabo óptico de origem e destino. a faixa de pares e cabo lógico. – Determinar o sentido da rede. – Porta de splitter com fibra. para a rede metálica. no lance de cabo metálico.9 Conexões e Contagens A conexão dos objetos é importante para validar as contagens. Ordem de trabalho definida como corrente. no coto de lance de cabo metálico e no elemento de rede. Permissão para usar as funcionalidades de projeto. por exemplo. A conexão de capa. Como. – Atualizar a simbologia de conexão. – Validar. 9. – Porta de entrada de splitter com porta de saída de splitter. "Trace". CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 85 . – Validar contagem no cabo do elemento de rede.3. como também permitir a execução de aplicações do Outside Plant Design que necessitam percorrer a rede como. Os objetos a serem conectados devem ter igual ponto de acesso. tem a função de: – Identificar lance de cabo metálico e coto de lance de cabo metálico de origem e destino. para as contagens cadastradas. as operações de trace — vide Seção 11.1 Tipos de Conexão e Exigências O Outside Plant Design considera duas formas de conexão: ■ Capa – Permite conexão entre lance de cabo e de coto de lance de cabo metálico com elemento de rede. para a rede óptica. A conexão de capa. – Facilitar a conexão de fibra a fibra. – Validar contagem no lance de cabo óptico. Jumper – Permite conexão entre: – Fibra com fibra.

1 Para a rede óptica a conexão de capa é feita automaticamente pelo sistema e a conexão lógica é feita desde que exista jumpers entre as fibras e rede tenha contagem. Os elementos que permitem acesso a essa funcionalidade são: – – – – – – – – – 86 Armário de distribuição Armário de equipamento Caixa predial Caixa regeneradora Caixa terminal Emenda Ponto de pupinização Regenerador PCM Rserva de pares CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . Destino – é feita com a rede que vai ao usuário. Para as conexões envolvendo contagem (rede metálica): – As contagens do objeto a ser conectado devem estar contidas nas contagens dos cabos e nos cotos de lance de cabo metálico selecionados como origem de conexão. – O total de pares cadastrados nas contagens do cabo e nos cotos de lance de cabo metálico devem ser iguais à capacidade do cabo. são descritas a seguir: Nota: 9.2.2 Origem – é feita com rede que chega do site holder. Conexão para a rede metálica IMPORTANTE: É obrigatório que ao menos uma faixa de contagem lógica seja definida nos lances de cabos e cotos de lance de cabos envolvidos na conexão metálica. ilustrado na Figura 9. Nota: ■ O exemplo também é válido para coto de lance de cabo metálico. separados por tipo de conexão e por tipo de rede.1. Selecione a opção Detalhes e logo após o relacionado Conexão Metálica. faça: 1. Como convenção para conexão de objetos são utilizados os termos: ■ ■ 9. Conexão de capa: Para realizar esse tipo de conexão. presente nos objetos de rede metálica.Conexões e Contagens ■ ■ O objeto escolhido não pode ter sido selecionado mais de uma vez como origem e não deve possuir conexão de saída. Conexão de Objetos As conexões entre os objetos.

Figura 9.2. A opção Confirmar realiza as conexões e a opção Limpar apaga as conexões apresentadas. no cabo de entrada e saída. Figura 9. as conexões que são possíveis de serem feitas. traz. Esta.Conexões e Contagens Para ilustrar o procedimento de conexão metálica é utilizado o objeto emenda. para conexão.2 apresenta os pares disponíveis. uma área para as conexões projetadas e outra área para as conexões existentes. Em seguida o sistema solicita a indicação do lance cabo de origem e. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 87 .2 Conexão física para rede metálica A Figura 9. Na área de conexão projetada é apresentado o elemento de rede selecionado onde será feito a conexão e a opção Sugerir Conexão.1 Conexão para a rede metálica 2. é apresentado a janela de conexão. quando selecionada. Figura 9. posteriormente. como sugestão.

no campo entrada. 88 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .Conexões e Contagens 3. A Figura 9. e clique na seta correspondente para incluí-lo na área Conexões Projetadas. destacadas em vermelho.3 Pares selecionados para conexão Para pares que encontram-se no sentido contrário ao do lance de cabo metálico. Selecione o par de origem. Figura 9. Selecione o par cujo sentido é inverso e clique em uma das setas correspondentes. para adicioná-lo ao campo Conexões Projetadas.3. habilite a opção Inverter. selecionando-o no campo saída.3 ilustra 3 pares selecionados para conexão. Proceda da mesma maneira para o par de destino. Figura 9.

conectados: Figura 9. respectivamente: ■ ■ Gerar um relatório com os dados da conexão. Figura 9. anteriormente selecionadas. conforme ilustra a Figura 9. Para isso ao menos uma conexão feita deve ser selecionada. Clique em Confirmar.4 ilustra os três pares. A Figura 9.Conexões e Contagens 4.5.5 Opção modificar atributos CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 89 .4 Pares conectados As opções Relatório e Modificar atributos são responsáveis por. Habilitar a edição do campo observação.

6.7 Conexão física para rede óptica A Figura 9.2 Conexão para rede óptica ■ Conexão de jumper: Para realizar esse tipo de conexão. é apresentado a janela de conexão. Figura 9. ilustrado na Figura 9.2. ilustrado na Figura 9.7 apresenta as fibras disponíveis para conexão. faça: 1. o sistema solicita a indicação do lance cabo de origem e destino e. Figura 9.6 Conexão para a rede óptica 2. Uma área para as conexões projetadas e outra área para as conexões existentes. Na área de conexões projetadas é apresentado o elemento de rede 90 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .Conexões e Contagens 9. no cabo de entrada e saída. Em seguida.7. posteriormente. Selecione a opção Detalhes e logo após a funcionalidade Conexão. presente no terminal de fibra óptica.

quando selecionada. Figura 9. tipo de conector. as conexões que são possíveis de serem feitas. Esta. tipo de conexão. A opção Confirmar realiza as conexões e a opção Limpar apaga as conexões apresentadas.Conexões e Contagens selecionado onde será feito a conexão. destacadas em vermelho. tipo de jumper e a opção Sugerir Conexões. e clique na seta correspondente para incluí-la no campo Conexões Projetadas.8. Selecione a fibra de origem.8 ilustra 3 fibras selecionadas para conexão: Figura 9. A Figura 9. para adicioná-la ao campo Conexões Projetadas. no campo entrada. 4. selecionando-a no campo saída. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 91 . como sugestão. 3. Selecione a fibra cujo sentido é inverso e clique em uma das setas correspondente.8 Fibras seleciondas para conexão Para fibras que encontram-se no sentido contrário ao do lance de cabo óptico habilite a opção Inverter. Proceda da mesma maneira para a fibra de destino. Clique em Conectar. traz.

anteriormente selecionadas. As opções Relatório e Modificar atributos são responsáveis por.Conexões e Contagens A Figura 9.9 ilustra as 3 fibras. para esses equipamentos. respectivamente: ■ ■ 92 Gerar um relatório com os dados da conexão.10. conectadas: Figura 9. Para isso ao menos uma conexão feita deve ser selecionada.9 Fibras conectadas Nota: Para fazer conexão entre splitter com fibra e splitter com porta de saída de splitter é necessário selecionar as entradas e saídas correspondentes. apresentados na Figura 9. Habilitar a edição de alguns campos. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .

A Figura 9.12 Pop up para emenda CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 93 .10 Opção modificar atributos Há duas formas alternativas para realizar conexões. A Figura 9. respectivamente.12 ilustra esta funcionalidade para o rede óptica e rede metálica. a saber: ■ Menu pop up – mantenha a tecla Ctrl pressionada e clique com o botão direito do mouse no elemento de conexão ou no seu ponto de acesso.Conexões e Contagens Figura 9. para a rede óptica e metálica.11 Pop up para Terminal de fibra óptica Figura 9.11 e a Figura 9.13 ilustra o menu pop up quando a funcionalidade é acessada pelo ponto de acesso : Figura 9.

14. Figura 9. Para isso. ilustrado na Figura 9.14 Navegação entre pontos de acesso 9.3 Cenários de conexão Para auxiliar na conexão. Ao caminhar para o próximo elemento de rede. na janela de conexão.13 Pop up para ponto de acesso ■ Navegação entre os pontos de acesso: Permite percorrer entre os pontos de acesso da rede e assim realizar a conexão. são apresentadas situações de conexões para exemplificar os conceitos de objeto alvo. 94 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .Conexões e Contagens Figura 9. As informações do próximo ponto de acesso são atualizadas na janela de conexão. o sistema centraliza no mapa base o ponto de acesso encontrado mantendo a escala atual de visualização. clique com o botão direito do mouse em um dos lances de cabo óptico e selecione a opção "Navegar para o próximo ponto de acesso". objetos de origem e destino.

3.16 Equipamentos com lance de cabo (óptico ou metálico/coto) de entrada e saída Exemplos de equipamentos que podem ser envolvidos nesse caso de conexão: ■ Armário de distribuição CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 95 . Equipamentos: totalmente conectados. coto de lance de cabo metálico e um ou mais equipamentos. Objetos de origem: um ou mais lances de cabos. Lances de cabos. coto de lance de cabo metálico de origem: conectados na saída.1 Emenda de Lances de Cabos e Equipamentos Objeto alvo Lance de Cabo Lance de Cabo Figura 9.15 permite identificar: ■ ■ ■ Objeto alvo: emenda.2 Emenda: totalmente conectada. Equipamentos com Entrada e Saída Objeto alvo Lance de Cabo Lance de Cabo Figura 9.3. coto de lance de cabo metálico de destino: conectados na entrada. coto e lance de cabo metálico. Objetos de destino: um ou mais lances de cabos.Conexões e Contagens 9. Exemplos de equipamentos que podem ser envolvidos nesse caso de conexão: ■ ■ ■ ■ Ponto de Pupinização / Repetidor Caixa Terminal Caixa Predial Reserva de Pares Após a conexão.15 Emendas de lances de cabos e equipamentos A Figura 9. a situação dos objetos se modifica para: ■ ■ ■ ■ 9. Lances de cabos.

4 Lances de cabos. coto de lance de cabo metálico: conectados na saída Lances de cabos de destino (ópticos ou metálicos). Objeto alvo: totalmente conectado Equipamentos de ajuste de sinal Figura 9.3. coto de lance de cabo metálico: conectados na entrada Objeto alvo: totalmente conectado Equipamentos Somente com Entrada Exemplos de equipamentos que podem ser envolvidos nesse caso de conexão: – Caixa Terminal – Caixa Predial – Reserva de Pares Deste modo. coto de lance de cabo metálico de origem: conectados na saída.17 Equipamentos de ajuste de sinal Objetos alvo: Caixa Regeneradora e Regenerador PCM 96 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .Conexões e Contagens ■ ■ Armário de equipamento Terminal de fibra óptica Deste modo. os objetos de origem podem ser um ou mais lances de cabos. os objetos de origem podem ser um ou mais lances de cabos. Situação final dos objetos após conexão: ■ ■ 9. Situação final dos objetos após a conexão: ■ ■ ■ 9. coto de lances de cabo metálico. cotos de lance de cabo metálico e os objetos de destino são inexistentes.3 Lances de cabos de origem (ópticos ou metálicos).3. coto de lances de cabo metálico e os objetos de destino nenhum ou vários lances de cabos.

Objetos de destino: um ou mais lances de cabos metálicos ou cotos metálicos. Rede metálica: Na janela de conexão. selecione as fibras e clique em Desconectar. Ordem de trabalho definida como corrente. 9. Projetado/Instalação ou Projetado/Modificação. Nota: Quando é inserida uma primeira contagem em um cabo óptico conectado.4. Lances de cabos. O atributo Situação do objeto deve ser Existente. apresentada na Figura 9. coto de lance de cabo metálico de destino: conectados na saída.Conexões e Contagens ■ ■ Objetos de origem: um ou mais lances de cabos metálicos ou cotos metálicos. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 97 . esta é propagada automaticamente pelo sistema para todos os outros cabos conectados.5.5 Contagem 9. Desconexão de Objetos Para efetivar a desconexão dos objetos. ■ Rede óptica: Na janela de conexão. coto de lance de cabo metálico de origem: conectados na entrada. para rede óptica e rede metálica. Após a conexão.9. presente na janela GAT desses objetos.4 Lances de cabos. apresentada na Figura 9.1 Definir Contagem O cadastro da contagem em lances de cabos metálicos ou ópticos e em cotos de lances de cabos é feito por meio do objeto relacionado Contagem. selecione os pares e clique em Desconectar. é necessário: ■ ■ ■ ■ Permissão para usar as funcionalidades de projeto. a situação dos objetos se modifica para: ■ ■ 9.

cotos de lances de cabos ou cabos ópticos. Para a remoção de um par ou fibra específico deve-se selecionar a operação Remover e preencher os atributos com valores do par ou fibra que se deseja excluir. com contagem. ou fibra. para a rede óptica. é conectado a uma rede que já está conectada e que não possui contagem. Logo após. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . coto de cabo metálico ou cabo óptico. a propagação é executada até que sejam encontrados um dos seguintes pontos de parada: ■ ■ ■ ■ 98 Lance de cabo ou equipamento em desconexão. Nos dois cenários descritos.3 Propagação de Contagens Ocorre de duas maneiras.5. Uma remoção de contagem em topologia conectada será propagada por todos os lance de cabos em conexão e que tenham essa contagem. 9. para a rede metálica.Conexões e Contagens 9. o sistema remove as contagens e desconecta o objeto. Armário de distribuição. Quando este encontra-se conectado. quando se aplica.5. A remoção de uma faixa de contagem é feita por meio do relacionado Contagem. de forma automática: ■ ■ Definição de contagens: Ocorre quando uma contagem é inserida em cabos metálicos. Splitter (terminal de fibra óptica). o sistema remove as contagem sem alterar a situação do objeto. Site holder. Para a rede óptica a remoção da contagem não resulta em desconexão. quando os objetos encontram-se desconectados. Nota: O sistema dispara a propagação da contagem no sentido upstream e downstream.2 Remover Contagem As contagens cadastradas podem ser removidas por faixa de contagem ou por unidade de par. desde que estejam conectados. Conexão de objetos: Ocorre quando um cabo metálico. selecione a faixa de contagem cadastrada que será removida e execute a operação. operação Remover. uma vez que a definição de contagem não é obrigatória para a rede óptica. Para a rede metálica.

Geocodificar Endereço – Executa a geocodificação conforme o tipo selecionado.10 Geocodificação Uma das características mais importantes de um sistema de informação geográfica (SIG) para a área de telecomunicações é a capacidade de armazenar coordenadas geográficas dos objetos de rede e infraestrutura. Operações disponíveis na geocodificação livre: ■ ■ ■ Centralizar – Centraliza no mapa o ponto do endereço geocodificado. Os dois tipos estão disponíveis nos módulos Outside Plant Design e Outside Plant Web Map. Ele permite encontrar coordenadas geográficas a partir de outros dados. — não estiverem cadastrados na base de dados. o sistema possa encontrar as coordenadas geográficas referentes. localidade. 10. no processo de venda de um serviço.1. 10. Com essas informações. Se os componentes do endereço — estado. não se deve utilizar o botão de atalho na janela principal. Nesse caso. mesmo que eles não estejam registrados na base de dados. tais como endereços de logradouros ou códigos postais (CEP). Por exemplo. Para realizar essa operação deve-se preencher os atributos da guia Ponto de Interesse. o sistema faz a inserção automaticamente. Poste.1 Tipos de Geocodificação A geocodificação pode ocorrer de forma livre ou por meio de objetos que são utilizados como ponto de acesso — Caixa Subterrânea. No dia-a-dia dessas empresas. Caixa Enterrada. etc. dado um endereço. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 99 . essa operação cadastra o endereço e posiciona geograficamente o lote. etc. na mesma janela GAT. existem inúmeras situações nas quais é necessário que. a empresa operadora consegue ter controle sobre o posicionamento geográfico de sua rede de atendimento. logradouro.1 Geocodificação Livre Acessada por meio do menu Geocoder >> Geocodificação de Endereço. o usuário necessita desse recurso para identificar as instalações de apoio na região — informações de rede e infraestrutura — e definir a viabilidade de prover um serviço. Inserir Ponto de Interesse – Insere um POI nas coordenadas do endereço geocodificado. O processo de geocodificação satisfaz essa necessidade.

13010-211. São José dos Campos – Av. é possível o cadastro dos objetos Site Holder e Site. deve-se informar o máximo de detalhes para que o sistema consiga encontrar um único ponto. deve-se verificar o resultado da geocodificação e escolher o corretamente o endereço que se está buscando. Campinas – São Paulo. os dados de entrada devem estar em um arquivo XLS com o seguinte formato: Tabela 1: Formato do arquivo para geocoficação em lote Coluna Informação 1o Endereço livre 2o Localidade (com o traço separando nome. Nesse tipo.Geocodificação Tipos de geocodificação livre suportadas pelo Outside Plant Design: ■ Endereço Livre – Utiliza um endereço de preenchimento livre. Endereço Completo – Utiliza localidade e logradouro já cadastrados na base de dados para geocodificação. Geocodificação Reversa – Utiliza as coordenadas geográficas de um ponto para recuperar o endereço correspondente. estado e pais) 3o Nome do logradouro 4o Número do lote 5o Cruzamento (com o traço separando código e nome) 6o Coordenada X 7o Coordenada Y 8o Observação IMPORTANTE: É possível executar mais de um tipo de geocodificação no mesmo arquivo. Adriano Espindola. 520 – Centro. Nesse caso. 520 – Cidade Morumbi. Orozimbo Maia. 100 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . A regra utilizada pelo sistema é: percorrer cada linha da planilha e executar a geocodificação considerando a primeira coluna que apresentar informação. Exemplos: – R. Nesse caso. Brasil. Quando a geocodificação é feita a partir de um endereço livre ou endereço estruturado. Geocodificação por Arquivo – Processa um arquivo contendo até 100 endereços ou coordenadas geográficas e faz a geocodificação. Não é necessário que a numeração informada esteja cadastrada. Nota: ■ ■ ■ É possível que o sistema encontre mais de um ponto para o endereço informado.

3 Pendência de Endereço Possibilita consultar.2 Geocodificação de Endereço de Objeto Esse tipo de geocodificação é executado diretamente em um objeto existente na base de dados do sistema.1. Ao executar a geocodificação com sucesso. Os objetos que podem ter seu endereço geocodificado são: ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ Fachada Zona T Ponto Acesso Predial Poste Base de Armário Pedestal Caixa Subterrânea Site Holder Caixa Enterrada Ponto de Acesso Genérico Ponto de Acesso Submerso Derivação de Duto Âncora Torre de Alta Tensão Ponto de Instalação de TUP As opções de geocodificação são operações da janela GAT desses objetos.3.1 Endereço Pendente Acessada por meio do menu Geocoder >> Endereço Pendente possibilita consultar e inserir endereços pendentes.1. É possível resolvê-la por meio do objeto Endereço Pendente ou pelo seu relacionado Geocodificar Endereço. 10. 10. Operações disponíveis para este objeto: ■ Consultar – Consulta todos os endereços pendentes. em um Lote não cadastrado ou em um Lote cadastrado sem desenho. Nos dois casos deve-se preencher os atributos na guia Coordenadas da janela GAT.1. é possível executar as operações: Geocodificar Endereço — que utiliza a geocodificação por endereço livre — e Geocodificação Reversa. geocodificar e retirar pendência de endereço que é criada ao se fazer uma Designação Automática via integração (primitiva SDFI). CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 101 . através do módulo Facilicites Management. Nesse caso.Geocodificação 10. centralizar. o sistema preenche automaticamente o atributo Endereço — localizado na guia Atributos do objeto — e apresenta as coordenadas resultantes da geocodificação no grupo de atributos Coordenadas Geocodificadas.

é possível realizar novamente a operação. podendo escolher o local onde o lote será inserido. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .2 Inserir Lote – Insere o Lote do endereço pendente. sendo possível finalizar a centralização ou inserir o Lote no ponto centralizado.Geocodificação ■ 10. Geocodificar e Inserir Lote.1. Operações disponíveis para este objeto: ■ ■ ■ 102 Geocodificar – Ao abrir o relacionado é realizada a geocodificação do endereço.3. Geocodificar Endereço Neste relacionado é feita a geocodificação dos endereços do API Google. Com isso. representando com um “X” na aplicação. Centralizar – Centraliza o endereço geocodificado. Possibilita Centralizar. Inserir Lote – Insere o Lote nas coordenadas obtidas da geocodificação.

essas consultas consistem em realizar as operações de filtro sobre o objeto adequado. Resumem-se no seguintes passos: ■ ■ ■ ■ 11.1 Exemplo de utilização de caracteres de máscara CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 103 .1. 11.1.1.1 Consultas Alfanuméricas Realizadas através do gerenciador de atributos.1 Definição do filtro da consulta Execução da consulta Emissão de relatório (opcional) Localização de um objeto no mapa (opcional) Definição do Filtro da Consulta É realizada através do preenchimento dos atributos conhecidos do elemento que se está buscando.1 Procedimento Genérico de Consulta Os procedimentos de busca de objetos são semelhantes para a maioria das consultas. O sistema permite preencher os atributos com caracteres de máscara para facilitar a consulta (Figura 11. 11.1): Caracteres de máscara: ■ ■ _ (sublinhado) – Coringa para um único caractere % (porcentagem) — Coringa para um conjunto de caracteres Nomes da relação Filtro JOHN% Filtro JOHN_ JOHN JOHN JOHN JOHNATTAN JOHNATTAN --- JOHN1 JOHN1 JOHN1 MARY --- --- MARYANN --- --- Figura 11. Objetos específicos para consulta também podem ser acessados no menu Objeto.11 Consultas Este capítulo apresenta as possibilidades de consulta que podem ser realizadas no Outside Plant Design.

1. deve-se escolher um método de seleção: ■ ■ ■ por objeto – clique em um ou mais objetos.2 Consulta Geográfica A consulta geográfica permite selecionar um ou mais objetos e exibir seus atributos.Consultas Até este ponto. pode-se clicar sobre o botão Centraliza. Os elementos encontrados na consulta são relacionados na área de seleção do GAT.3.3. Para centralizar a visualização neste objeto. Dica: é possível utilizar comandos nativos do AutoCAD para selecionar uma área. utilize o ícone Zoom Mais. 11. clicando-se sobre o botão Executar. "Operações de Mapa" ou por meio do menu Exibir >> Mostrar Atributos. Para aproximar-se do objeto mantendo-o no centro da área de edição.1. 11. por área – selecione uma área com o mouse (todos os objetos contidos serão selecionados). deve-se selecionar este elemento no GAT.4 Gerar relatório total — Relaciona todos os elementos existentes na área de seleção do GAT Gerar relatório parcial — Relaciona somente os elementos destacados na área de seleção do GAT Localização de Objetos no Mapa Após a realização da consulta. Após ativar a funcionalidade.1. por polígono pré-cadastrado – selecione um objeto cuja simbologia seja um polígono (todos os objetos contidos no polígono serão selecionados). a área de seleção do GAT apresenta todos os elementos que correspondem aos parâmetros inseridos anteriormente.1. Caso o objeto não apareça. Esta funcionalidade está disponível no menu Opções >> Gerar relatório: ■ ■ 11. Para localizar algum destes objetos no mapa. 11.2 Execução da Consulta A busca é realizada na janela GAT.1.3 Emissão de Relatório A janela GAT permite gerar um relatório com os elementos encontrados na busca.1. definiu-se somente os parâmetros de entrada da consulta — parâmetros que limitam o resultado encontrado. 104 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . Para acessá-la. pode-se utilizar uma barra de ferramentas descrita na Seção 2. deve-se verificar a escala de visualização atual.

11.1 Trace Óptico Destaca no mapa base todos os objetos de rede óptica associados ao ponto de acesso do objeto origem.4.2 para o tipo de objeto Caixa Subterrânea) e clicar em OK. basta selecionar os tipos na janela Exibir atributos da seleção (como mostrado na Figura 11. descrita na Seção 2.3 Trace A ferramenta Trace mapeia todos os elementos conectados de uma rede a partir da seleção de um de seus objetos.Consultas Figura 11. Isso possibilita a identificação dos elementos afetados ao ocorrer interrupção do serviço.2 Exibir atributos da seleção Para visualizar os atributos dos objetos na janela GAT. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 105 . "Operações de Trace" ou por meio do menu Ferramentas >> Trace. São considerados objeto origem: Armário de Equipamento Site Holder ■ Terminal de Fibra Óptica – Acesso – Distribuição – Emenda ■ ■ Nota: A conexão do objeto Armário de Equipamento deve ser feita por meio do módulo Inside Plant Design.3. Para acessá-la é utilizada uma barra de ferramentas. 11.3.

meio ou fim do caminho percorrido. a partir do objeto origem. Também deve percorrer pelo cabo que sai deste Terminal de Fibra (conectado). Trace Parcial — representa o caminho percorrido pelos objetos conectados. que passam pelos objetos origem e de saída. Nota: ■ ■ Ao indicar um Terminal de Fibra Óptica (acesso. conforme seleção dos parâmetros. se determinada. 106 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . independente da posição dos objetos se início.3 Parâmetros de trace para a rede óptica A Distância máxima. A Cor selecionada é aquela que será utilizada para destacar o trace. o sistema deve percorrer pelos 2 cabos que chegam neste Terminal de Fibra (conectados). projetado/ modificação e projetado/remoção) selecione a opção Considerar projetados. destacando o caminho e indicando o "X". Há duas opções de trace: ■ Trace Completo — representa o caminho percorrido pelos objetos conectados. distribuição ou emenda) como objeto de origem e informar uma distância. Para destacar no trace os objetos projetados (projetado/instalação. selecionados como parâmetros.Consultas Figura 11. em todos os caminhos percorridos. destacando o caminho e indicando o "X" em ambos os cabos. é utilizada para marcar os pontos que correspondem à distância percorrida. a partir do objeto origem selecionado e seguindo o sentido do objeto de saída escolhido. Caso não seja selecionada o trace é gerado somente com os objetos existentes. O sistema permite que seja gerado um relatório do trace óptico.

fibras. cotos.4 Objeto selecionado para o relatório Para visualizar o total relativo de pontos de acesso dos objetos encontrados no trace. posteriormente. se selecionada.4: ■ ■ Pontos de Acesso Associados a Lance de Cabo Pontos de Acesso de Equipamentos Os pontos de acesso são visualizados no final do relatório. para ser apresentado o total de pontos de acesso.3. Além desta seleção. Figura 11. ao fim de cada caminho.Consultas Para isso. destaca os cabos de entrada ou cabos de saída. é necessário marcar as opções presentes na Figura 11. Após os parâmetros serem preenchidos.4. O sistema solicita a seleção do objeto de origem e. vide Figura 11. Indique o nome do relatório e o diretório onde será gravado. Uma janela é apresentada para seleção dos objetos que devem estar contidos no relatório. ou ambos. O cálculo de atenuação corresponde ao somatório das atenuações dos lances de cabos. ou cotos associados ao ponto CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 107 . selecione a opção Gerar Relatório. selecione a opção Totalizar pontos de acesso. conectores. clique em OK. emendas e splitters. conforme Figura 11. apresenta o valor total da atenuação para cada caminho percorrido e apresenta esse valor no relatório. A opção Calcular Atenuação.

Em seguida é solicitada a indicação de um ou mais lances de cabos. todas as fibras são utilizadas para gerar o trace. Estes podem ser: ■ ■ ■ ■ 108 Armário de Distribuição Armário de Equipamento Base de Armário Caixa Enterrada CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .5 Seleção de objetos O sistema destaca. dentre os destacados.3. Figura 11.Consultas de acesso do objeto origem. As fibras contidas nos lances de cabos ou cotos. o sistema considera todos os lances de dutos. 11. conforme opção em Destaque. Nota: É possível selecionar uma ou mais fibras. ou ambos. ou ambos. ou cotos. todos os objetos conectados no caminho de todas as fibras selecionadas para a geração do trace. Selecione as fibras por meio das quais será gerado o trace. Figura 11. Figura 11. na cor selecionada. ou ambos. para geração do trace. cabos e fibras ópticas para gerar o trace.3. selecionadas estão presentes em Seleção de Objetos.5.2 Trace Metálico Destaca todos os objetos de rede metálica conectados ao objeto origem. e caso nenhuma seja selecionada. Caso não sejam selecionados lances de cabos ou lances de dutos.

Reserva de Pares. São destacados com cores diferentes os objetos conectados ao objeto origem. se determinada. Emenda.6 Parâmetros de trace para rede metálica A Distância máxima. Nota: Caso os objetos: Armário de Distribuição.Consultas ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ Caixa Predial Caixa Subterrânea Caixa Terminal Emenda Site Holder Ponto de Pupinização Reserva de Pares Nota: A conexão do objeto Armário de Equipamento deve ser feita por meio do módulo Inside Plant Design. os quais possuem detalhe de cabos e emendas (DCBEM) criados. de acordo com o sentido escolhido. Ponto de Pupinização e Armário de Equipamento estejam associados aos pontos de acesso: Caixa Subterrânea. é utilizada para marcar os pontos que correspondem à distância informada e os lances de cabos envolvidos na geração do trace. Figura 11. O Sentido do trace deve ser especificado. Caixa Terminal. Caixa Enterrada e Base de Armário. Sentidos válidos para geração do trace: CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 109 . o sistema apresenta a opção de uso desses pontos de acesso como origem do trace.

Consultas

Upstream — sentido percorrido a partir da conexão de entrada dos objetos
selecionados como origem.
Downstream — sentido percorrido a partir da conexão de saída dos
objetos selecionados como origem.
Ambos.

Para destacar no trace os objetos projetados (projetado/instalação, projetado/
modificação e projetado/remoção) selecione a opção Considerar projetados.
Caso não seja selecionada o trace é gerado somente com os objetos
existentes.
A Cor selecionada é aquela que será utilizada para destacar o trace.
O sistema permite que seja gerado um relatório do trace óptico.
Para isso, selecione a opção Gerar Relatório. Quando selecionada deve-se
indicar o nome do relatório e o diretório onde será gravado.
A opção Totalizar pontos de acesso apresenta o total relativo de pontos de
acesso dos objetos encontrados no trace.
Nota:

Na seleção de um Lance de cabo, para a geração do trace metálico,
informe as contagens a serem utilizadas.

A opção Calcular Atenuação permite o cálculo de atenuação e resistência
entre dois nós da rede metálica, para o sentido upstream. O sistema calcula a
atenuação total entre o objeto origem e o objeto final do trace, correspondendo
a soma das atenuações calculadas para cada um dos lances de cabo que
contenham a contagem indicada para realização do trace.

11.3.3

Trace de Fibras Vagas
Destaca no mapa-base as fibras que estão vagas na rede de
telecomunicações. Por meio de critérios definidos percorre-se o caminho com
cabos conectados que contenham tais fibras.
Uma fibra vaga é aquela que está disponível. Para isso deve estar com o
estado apagada e sem defeito.
Essa funcionalidade permite descobrir a viabilidade de atender um novo
cliente e adicionar uma nova fibra para um cliente existente. Dessa maneira,
pode-se maximizar a utilização da rede.

110

CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário

Consultas

Figura 11.7 Trace de fibras vagas
Para gerar o trace é necessário indicar um objeto de origem. São
considerados válidos:
Armário de Equipamento
Lance de Cabo Óptico
■ Site Holder
■ Terminal de Fibra
– Acesso
– Distribuição
– Emenda

Nota:

A conexão do objeto Armário de Equipamento deve ser feita por
meio do Inside Plant Design.

Para selecionar o objeto de origem clique no ícone
, encontrado no
campo ORIGEM, Figura 11.7. Logo após selecione o objeto diretamente no
mapa-base.
No campo CRITÉRIO, o valor informado no ítem Qt. de Fibras representa o
número de fibras vagas contidas nos lances de cabos envolvidos na geração
CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário

111

Consultas

do trace. Ao menos uma fibra deve ser indicada.
As opções disponíveis são:

Menor caminho — o trace é gerado considerando o menor caminho entre
a origem e o destino.
Número de emendas — o trace é gerado considerando o menor número
de emendas na rede. Com isso, garante-se um caminho onde há uma
atenuação menor.
Todos os caminhos — o trace gerado percorre todos os caminhos
encontrados onde há fibras vagas.

Em DESTINO indica-se o objeto de parada ou destino do trace. São válidos os
seguintes objetos para os dois campos:
Armário de Equipamento
■ Site
■ Terminal de Fibra
– Acesso
– Distribuição
– Emenda

Onde:

Destino — objeto específico para ser o último ponto do trace. O trace é
gerado até o objeto específico indicado.
Parada — indica algum tipo de objeto até onde o trace é gerado, mas não
um em específico. Assim o trace é gerado até o primeiro objeto do tipo
indicado.

Para indicar o objeto de destino clique no ícone
, encontrado ao lado de
Destino e, posteriormente, selecione o objeto no mapa-base. Para indicar o
objeto de chegada ou parada, selecione um dos objetos no combobox de
operações.
O campo OPÇÕES apresenta:

Cor — representa a cor que o caminho é visualizado. Azul é a padrão.
Considerar projetados — Destaca no trace os objetos projetados
(projetado/instalação, projetado/modificação e projetado/remoção). Caso
esta opção não seja selecionada, o sistema considera apenas objetos no
estado existente.

Um relatório pode ser gerado ao fim da execução do trace. Para gerá-lo
escolha um local para salvá-lo e escolha uma das opções PDF e CSV, no
campo RELATÓRIO.
O relatório apresenta:

112

Informações dos elementos de rede envolvidos no trace
Pontos de acesso associados aos elementos da rede
CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário

Consultas





Quantidade de cada elemento da rede
Informações dos lances de cabos ópticos e fibras físicas
Ocupação dos cabos
Distância do trace
Reserva da fibra

Com os parâmetros selecionados, anteriormente descritos, clique em OK para
gerar o trace, conforme ilustrado na Figura 11.7.
O sistema informa se o GAT dos objetos envolvidos no trace devem ser
apresentados. Caso seja confirmado, uma lista é apresentada com os objetos
do trace na qual pode-se selecionar quais terão seus atributos visualizados.

11.4

Consultas Disponíveis
Funcionam com o auxílio do gerenciador de atributos, de maneira semelhante
à operação de filtro de objetos. Para acessá-las, utilize o menu Consultas do
módulo Outside Plant Design.
Estas consultas permitem:

Consulta Conexão Lógica – Permite vizualizar quais sites estão
conectados por uma conexão lógica por meio de uma visualização
esquemática da conexão.

Para sua realizar a consulta: selecione o menu Consultas >> Conexão
Lógica.

Consulta Site – Retorna todos os sites existentes na base de dados.
Permite que seja selecionado um site de interesse.

Para sua realizar a consulta: selecione o menu Consultas >> Site.

Consulta Splitter – Identificar os splitters instalados em terminais de fibra
óptica pois em seu resultado são informados: os dados do splitter e a
identificação do objeto no qual está instalado.

Para verificação do objeto: selecione o menu Consultas >> Splitter.

Consulta Fibras por Contagem – Visualizar o caminho formado por uma
unidade de contagem ou uma faixa de contagem associada a um cabo
lógico óptico.

Para realizar a consulta: selecione o objeto Consultas >> Consultar Fibras
Associadas a Contagem.

Consultar Localidades Cadastradas no Banco Master – Operação que
permite a consulta de Localidades cadastradas no banco Master. Esses
dados de localidades são provenientes do sistema de CRM (CSO) e são
atualizados periodicamente, via integração.

CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário

113

■ Consultar Lotes com Segregação de Área – Operação que permite a consulta dos Lotes que têm assinantes associados que estão em condição de segregação de área. das localidades que a migração foiç executada mas sem o completo sucesso e das localidades migradas com sucesso. Para realizar aconsulta: selecione o objeto Consultas >> Consultar Pares Associados a Contagem. Para realizar a consulta: selecione o objeto Consultas >> Consultar Lotes com Segregação de Área. ■ Inconsistência de Associação de Trecho de Logradouro e Lote – Operação que permite a consulta com o destaque das inconsistências de associação de trecho de logradouro e lotes à localidade do limite informado. Para realizar a consulta: selecione o objeto Consultas >> Inconsistência de Associação de Trecho de Logradouro e Lote. ■ Situação de Migração de Localidades – Operação que permite a consulta com o destaque dos limites das localidades que não foram migrados. Para realizar a consulta: selecione o objeto Consultas >> Lotes com Invasão de Área. ■ Consultar Logradouros Cadastrados no Banco Master – Operação que permite a consulta de Logradouros cadastrados no banco Master. ■ Consulta Pares por Contagem – Visualizar o caminho formado por uma unidade de contagem ou uma faixa de contagem associada a um cabo lógico metálico. ■ Consultar Armário de Equipamento – Operação que permite a consulta de armário de equipamento por meio de atributos que não estão presentes no GAT. Por exemplo. Para realizar a consulta: selecione o objeto Consultas >> Situação de Migração de Localidades. via integração. Para realizar a consulta: selecione o objeto Consultas >> Consultar Logradouros Cadastrados no Banco Master. ■ Consultar Lotes com Invasão de Área – Operação que permite a consulta dos Lotes que têm assinantes associados que estão em condição de invasão de área.Consultas Para realizar a consulta: selecione o objeto Consultas >> Consultar Localidades cadastradas no Banco Master. Para realizar a consulta: selecione o objeto Consultas >> Consultar Armário 114 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . Contagem. Esses dados de logradouros são provenientes do sistema de CRM (CSO) e são atualizados periodicamente.

CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 115 . ■ Consultar Caixa Predial – Operação que permite a consulta de caixa predial por meio de atributos que não estão presentes no GAT. Contagem. Por exemplo. ■ Consultar Terminal de Fibra Óptica – Operação que permite a consulta de terminal de fibra óptica por meio de atributos que não estão presentes no GAT. a qual pode atender a um assinante a partir de seu endereço. Por exemplo. a ligação entre o cliente e a facilidade. ■ Consultar Caixa Terminal – Operação que permite a consulta de caixa terminal por meio de atributos que não estão presentes no GAT. A intenção de atendimento pode representar a infraestrutura existente para atendimento aéreo ou enterrado. Por exemplo.Consultas de Equipamento. Para realizar a consulta: selecione o objeto Consultas >> Consultar Caixa Terminal. Para realizar a consulta: selecione o objeto Atendimento FTTx. que possui uma intenção de atendimento. Contagem. ■ Consulta Atendimento FTTx – Verificar o objeto terminal. Para realizar a consulta: selecione o objeto Consultas >> Consultar Armário de Distribuição. Por exemplo. Contagem. internamente no sistema. Quando se tratar de aprovisionamento de rede pode representar. por meio do menu Consultas >> Atendimento FTTx. Contagem. Neste caso pode ser ou não representada graficamente. Para realizar a consulta: selecione o objeto Consultas >> Consultar Caixa Predial. Para realizar a consulta: selecione o objeto Consultas >> Consultar Terminal de Fibra Óptica. ■ Consultar Armário de Distribuição – Operação que permite a consulta de armário de distribuição por meio de atributos que não estão presentes no GAT.

Consultas 116 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .

Essas operações podem ser acessadas através do menu Obejto >> Administrativo >> Documento Anexo. Os objetos que permitem operações com documento anexo são: ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ ■ Armário de distribuição Armário de Equipamento Caixa enterrada Caixa predial Caixa subterrânea Caixa terminal Divisa de lote Duto Emenda Lance de duto Lote Ordem de trabalho Pedestal Ponto de acesso genérico Poste Quadra Rota de supervisão física Site Site holder Terminal de fibra óptica Tipo de armário de distribuição Tipo de caixa subterrânea Tipo de caixa terminal Tipo de cordoalha Tipo de formação de duto Tipo de lance de cabo metálico Tipo de poste Tipo fachada Torre de alta tensão Todas as funcionalidades permitidas são descritas a seguir: CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 117 . ou clicando na opção Documento Anexo do menu Relacionados. planilhas — e que podem ser relevantes às informações cadastrais registradas. textos. que é disponibilizado quando um objeto é selecionado após a execução de uma operação Filtrar.12 Documentos Externos Neste capítulo são apresentadas as operações de anexação e de desanexação de arquivos externos ao sistema — como imagens.

2 Filtrar Operação padrão apresentada ao usuário assim que ele acessa a funcionalidade no menu. visualizar os documentos que foram anexados aos objetos na base de dados. Esta funcionalidade efetua uma busca pelos documentos anexados a objetos cadastrados no sistema. 12. através da opção Visualizar. Palavra Chave e Tipo de Documento. 12. ser modificados. o sistema possibilita a extração do arquivo para atualização e posteriormente seu retorno a base de dados. Usuário da Extração e Status da Extração 118 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . A operação Modificar Atributos possibilita a alteração dos campos Código do Documento. 12.4 Visualizar Os usuários podem. Palavra Chave e Tipo de Documento são habilitados para inserção de dados. O sistema apresenta no campo Seleção uma lista com os documentos que atendem os parâmetros informados. Descrição do Documento. apenas os campos Código do Documento. Nome do Documento. Para que não seja necessário o cadastro de um novo documento. durante as atividades usuais de cadastro.Documentos Externos 12. Descrição do Documento. Para essa operação.5 Extrair e Retornar Os documentos cadastrados na base podem. A operação Extrair quando registrada pelo sistema efetua o preenchimento dos atributos Data da Extração. 12.3 Modificar Atributos Alguns atributos dos documentos anexados podem ser alterados em qualquer momento da atividade de cadastramento das informações.1 Cadastrar Insere um documento na base de dados. de acordo com determinados parâmetros. eventualmente.

Para tornar o processo mais eficiente e documentado.6 Remover Um documento pode ser removido da base de dados quando: ■ ■ Não está associado a objeto Seu status é Liberado Esta operação pode ser executada através da opção Remover.8 Desassociar Permite desassociar um documento da base de dados de um objeto. garantindo a consistência da atualização. a operação Retornar substitui o arquivo da base de dados pelo novo arquivo. inserido pelo usuário. disponível na combobox da janela. Essa operação é registrada pelo sistema que atualiza o Status da Extração para Liberado e a Data do Retorno do documento com a data atual. Após a atualização do documento. 12.Documentos Externos com os dados do sistema e faz com que o documento fique bloqueado para extração por outros usuários. o usuário pode registrar a descrição do motivo da extração preenchendo o campo Descrição da Extração.7 Associar Permite associar um documento da base de dados ou um novo documento. a um objeto. 12. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 119 . 12.

Documentos Externos 120 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário .

CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 121 .1 Esquemático de Conexão em Terminal de Fibra Óptica O esquemático possibilita a visualização das conexões dos diversos cabos ópticos e splitters no interior do Terminal de Fibra Óptica.1. o sistema solicita confirmações para exibir objetos projetados e também para agrupar elementos. obedecendo os grupos de Cores de Fibras e Cores de Grupos.1 Esquemático de Conexão em Terminal Óptico Para gerar o esquemático. Emenda Fibras conectadas Splitter Cabo de entrada Cabos de Saída Terminal de Fibra Óptica Fibras sem conexão Figura 13. Após isso. faz-se necessário o cadastro do Código de Cores e das Cores de Fibras e Cores de Grupos. Este cadastro é feito por meio do menu Configurações >> Código de Cores.1 Geração Para gerar o esquemático selecione Detalhes >> Esquemático de Conexão no menu do GAT do Terminal de Fibra Óptica. 13.13 Esquemáticos 13. Por meio dele visualiza-se a conexão fibra a fibra dos cabos ópticos e splitters existentes ou projetados.

localiza-se logo acima de um único segmento de reta que as representam. cada fibra é representada por um segmento de reta que contém sua identificação. IMPORTANTE: As Cores dos Grupos e as Cores das Fibras devem ser cadastradas para que o esquemático seja colorido. a identificação da primeira e da última fibra. ■ Zoom Ideal — emprega a melhor escala possível de modo que o esquemático inteiro ocupe toda a janela de visualização. Para isso. diminuindo sua escala. modificando a disposição dos objetos apresentados. ■ Zoom Out — reduz o esquemático na área de visualização com um único clique. Nota: O cadastro de pelo menos um Cores de Grupos é obrigatório para que as Cores das Fibras sejam notadas no esquemático.Esquemáticos Para cadastrar Cores de Fibras e Cores de Grupos utilize o menu Relacionado. não é salva pelo sistema para uma próxima geração. Enquanto que. Exportação Exporta esquemático para uma documento no formato padrão do AutoCAD. No GAT dos Lances de Cabos Ópticos participantes das conexões o atributo Configuração de Cor deve ser preenchido com o Código de Cores cadastrado. Também é possível transferir o esquemático para uma janela do AutoCAD e realizar alterações e anotações utilizando as operações específicas dessa ferramenta — vide Seção 13. ■ Zoom por Área — amplia a área retangular demarcada no esquemático.2. aumentando sua escala. é possível alterar a forma como ele é visualizado. que se conectam em um ponto semelhante. Quando existe agrupamento. "Exportação".1. seja na janela de visualização ou em janela do AutoCAD após a exportação.1. Essa funcionalidade é executada por meio do menu Janela >> Exportar que 122 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . quando não há o agrupamento. basta clicar na representação do objeto na janela do esquemático e arrastá-la até a posição pretendida. Depois de gerar o esquemático.2 ■ Zoom In — amplia o esquemático na área de visualização com um único clique. A demarcação é realizada arrastando-se o mouse. Nota: A alteração na disposição do esquemático. presente na janela GAT do Código de Cores. Na parte superior da janela de visualização são disponibilizados o menu Janela e os seguintes botões para navegação no esquemático: 13.

Esquemáticos transfere o desenho do esquemático para uma nova janela do AutoCAD. 13. Para retornar ao mapa-base Arquivo >> Terminar..3 Impressão A impressão do esquemático é executada por meio do menu Janela >> Imprimir. Essa operação abre uma nova janela onde deve-se configurar a impressão.. Após a exportação pode-se editar e adicionar informações ao esquemático por meio de comandos do próprio AutoCAD. Para salvar localmente o desenho em formato específico dessa ferramenta — dwg ou dxf — utilize a opção Arquivo >> Salvar como. Figura 13.2 Impressão do esquemático de conexão Nota: A impressão do esquemático também pode ser feita pela Autocad após exportação.. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 123 .1.

o processo de edição pode ser realizado apenas sobre uma delas. uma vez que existe uma diferença na quantidade e na configuração dos menus apresentados.2. Cadastrar todas essas conexões em uma pequena área do mapeamento causaria uma poluição visual e dificultaria a análise desta região. essas caixas são a interface da rede aérea com a rede subterrânea e possuem. sendo que a opção Arquivo >> Fechar é executada apenas sobre a janela de edição do DCBEM. Na janela referente ao DCBEM não é apresentado o menu Configurações.2 Detalhes de Cabos e Emendas (DCBEM) No cadastro da rede externa. propiciando uma maior produtividade no planejamento e desenvolvimento de projetos para a construção e manutenção da rede.Esquemáticos 13. Caixa Subterrânea ou Base de Armário sobre os quais serão realizados projetos. o sistema deve permitir associar Detalhes de Cabos e Emendas (DCBEM) à alguns elementos do mapeamento. Geralmente. além das derivações dos cabos alimentadores.1 Gerar DCBEM A geração do DCBEM auxilia os projetistas da rede externa. Dentre os menus comuns. O DCBEM possibilita a visualização dos objetos associados à Caixa Enterrada. Apesar de ser possível a visualização simultânea das duas janelas. Um caso típico são as ligações feitas nas caixas enterradas e subterrâneas. Nota: A janela referente ao mapa base continuará aberta mesmo depois da abertura da janela do DCBEM. Por isso. apenas os menus Arquivo e Objeto possuem configurações diferentes das apresentadas para a janela do mapa base. o sistema solicita a confirmação para a sua geração e em seguida cria uma área para seu desenho. para visualizá-la basta minimizar a janela do DCBEM ou ajustar as medidas para que ambas sejam exibidas. Caso não exista um DCBEM para a objeto escolhido. nem sempre é possível ter todos os dados expressos no mapa base. 13. as ligações com os armários de distribuição e estágios remotos da área de serviço. Esta operação é realizada através menu Detalhes >> Cabos e Emendas localizado na janela GAT dos objetos: ■ ■ ■ Caixa Enterrada Caixa Subterrânea Base de Armário Nota: Apenas por meio destes objetos é possível iniciar a geração de um DCBEM. 124 CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . Outra diferença entre a área de edição referente ao DCBEM e a do mapa base é a presença da barra de ferramentas relacionada às operações que podem ser realizadas apenas no DCBEM.

Esquemáticos 13. Indique os pontos de desenho no DCBEM 13. é possível realizar a operação de instalação diretamente no DCBEM.2. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 125 . Clique no botão 2. consulte a Seção 4.2.2 Copiar Objetos para o DCBEM A continuidade do processo para gerar o DCBEM depende da representação dos demais componentes da rede subterrânea. Esta é executada de maneira idêntica à realizada no mapa base.2 Para alguns objetos. Este processo é realizado por meio da cópia dos objetos diretamente do DCBEM. Para mais informações. Indique os pontos de desenho da cópia no DCBEM Nota: 13.3 Copiar Objetos para o mapa base Permite copiar elementos da rede subterrânea. Este processo é efetuado de duas maneiras: cópia ou carregamento dos objetos diretamente do mapa base e instalação de alguns tipos de objetos diretamente no DCBEM. Nota: 13. Carregar Objetos Esta operação carrega para o DCBEM do ponto de acesso todos os objetos associados. representados graficamente no DCBEM. Copiar e Colar Objetos Permite copiar um único objeto do mapa base.2.2.2. para o mapa base. Selecione na lista apresentada o objeto que deseja carregar 3.2. Clique no botão 4.1 Os objetos são copiados do mapa base preservando seus atributos. A operação é executada da seguinte maneira: 1. "Inserção". Clique no botão 2. A operação é executada da seguinte maneira: 1. Selecione o objeto que deseja copiar no mapa base 3.3.1. sua situação e também sua relação com a OT.

2. Clique no botão 4. Para alguns objetos é possível realizar a opção Retirar. Esta operação remove somente a cópia deste objeto que foi inserida no DCBEM. também localizada na janela GAT. que remove não só a cópia do objeto mas também o original. Copiar e Colar Objetos Permite copiar um único objeto do DCBEM.3. Remover DCBEM A remoção do DCBEM é realizada por meio do botão localizado na janela principal. A operação é executada da seguinte maneira: 1. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . Esta operação remove o DCBEM desde que os objetos inseridos sejam cópias de objetos do mapa base.2. Nota: 13.4 Remover Objetos no DCBEM A remoção dos objetos no DCBEM é realizada por meio da operação Remover cópia localizada na janela GAT.5 Para o caso de existirem objetos relacionados ao que se deseja remover o sistema destaca estes e solicita uma confirmação para a remoção de todos. Clique no botão 2.Esquemáticos Nota: 13. sua situação e também sua relação com a OT. desta forma o objeto localizado no mapa base não é removido.1 Os objetos são copiados do DCBEM preservando seus atributos. Selecione o objeto que deseja copiar no DCBEM 3. Indique os pontos de desenho da cópia no mapa base 13.2. Nota: 126 Para o caso de existirem objetos com plano origem DCBEM. o sistema não permite remover o DCBEM gerado.

dentro da área delimitada pelo filtro informado pelo usuário. dentro da área delimitada pelo filtro informado pelo usuário. gerar um relatório disponibilizado em um arquivo texto (csv) contendo informações de todos os Endereços de Atendimento com possibilidade de atendimento pela rede externa. Resultado O resultado da execução do script é um arquivo com uma lista de CEPs com cobertura e Localidades relacionadas. Parâmetros de entrada ■ ■ ■ Localidade Limite de Área Administrativa Nenhum parâmetro Nota: Se não for inserido nenhum parâmetro como filtro. é realizada uma busca por toda a área da base de dados.2 Uma Localidade pode ter um ou mais CEPs relacionados. O sistema considera um CEP com cobertura. Além dos parâmetros de entrada.1 Exportar CEP Descrição – O script start_zipexporter. Nota: São consideradas somente caixas (terminal ou predial) na situação existente.bat.1. Exportar Endereço de Atendimento Descrição – Via Administration. se pelo menos um lote. gera um relatório disponibilizado em um arquivo texto (csv) contendo informações de todos os CEPs com possibilidade de atendimento pela rede externa. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário 127 .14 Anexo 14. deve ser informado o nome do banco de dados ou a string de conexão .JNDI Name. cujo CEP possa ser identificado.1 Script para Extração de Informações 14. seja atendido por uma caixa (Área de Controle do tipo Área de Atendimento de Caixa Terminal) ou que tenha intenção de atendimento para um ponto de acesso que possua uma ou mais caixas (terminal ou predial). Nota: 14. executado o Agendamento. executado via .1.

é realizada uma busca por toda a área da base de dados. cujo CEP possa ser identificado. Se não forem informadas a Localidade e Área Administrativa. Nota: 128 Uma Localidade pode ter um ou mais CEPs relacionados. o sistema deve identificar os endereços associados à área administrativa informada através de busca geográfica e verificar a cobertura para todos os endereços encontrados. Resultado O resultado é um arquivo com uma lista de Endereços de Atendimento com cobertura e Localidades relacionadas. Parâmetros de entrada ■ ■ ■ ■ Nome do Arquivo Localidade Área Administrativa Nenhum parâmetro Nota: ■ ■ ■ Se não for inserido nenhum parâmetro como filtro. Nota: São consideradas somente caixas (terminal ou predial) na situação existente. Se a Localidade e a área administrativa forem informadas. CPqD Plant Management – Outside Plant Design – Manual de Usuário . se pelo menos um lote.Anexo O sistema considera um Endereço de Atendimento com cobertura. o sistema deve verificar a cobertura para todos os endereços do banco de dados. seja atendido por uma caixa (Área de Controle do tipo Área de Atendimento de Caixa Terminal) ou que tenha intenção de atendimento para um ponto de acesso que possua uma ou mais caixas (terminal ou predial). Se a Localidade for informada e a área administrativa não for informada o sistema deve identificar os endereços associados à Localidade informada e verificar a cobertura para todos os endereços.