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GOVERNO DO ESTADO DO ESPIRITO SANTO

SEPLAN-PR/COMISSÃO NACIONAL DE REGIÕES METROPOLITANAS E POLÍTICA URBANA
PREFEITURAS MUNICIPAIS DA GRANDE VITORIA

-

LAZER NA GRANDE VITORIA

-

FUNDAÇAO JONES DOS SANTOS NEVES

GOVERNO DO ESTADO DO EspfRITO SANTO
SEPLAN-PR/COMISSÃO NACIONAL DE REGiÕES METROPOLITANAS E POLfTICA URBANA
PREFEITURAS MUNICIPAIS DA GRANDE VITORIA

LAZER NA GRANDE VITORIA

FUNDAÇAO JONES DOS SANTOS NEVES
Abril/1978

2

GOVERNADOR DO ESTADO
Elcio Alvares
SECRET~RIO

EXECUTIVO DA CNPU

Jorge Guilherme de Magalhães Francisconi

PREFEITO MUNICIPAL DE VITORIA
setembrino IdWald Neto Pelissari

PREFEITO MUNICIPAL DE VILA VELHA
Américo Bernardes da Silveira

PREFEITO MUNICIPAL DA SERRA
José Maria Feu Rosa

PREFEITO MUNICIPAL DE CARIACICA
Aldo Alves Prudêncio

PREFEITO MUNICIPAL DE VIANA
Ca1:'los Magno Pimente l

DIRETOR SUPERINTENDENTE DA FJSN
stéZio Dias

3 SUPERVISOR Arlindo Villaschi Filho TtCNICOS RESPONSÁVEIS Carlos cândido Caser Helena Maria Gomes Mi che l otto Bergmann COLABORADORES André Tomoyuki Abe Carlos Alberto Feitosa Penm Fernando Lima Sanchotene AUXILIAR TtCNICO Sebastião Salles de sá ANEXO ELABORADO POR: Izabel Helena Oliveira de Souza Diane Juanita André EQUIPE DE APOIO DA FJSN ARTE José Luiz Gobbi Fraga .

4 APRESENTAÇAO Uma das preocupaçoes mais marcantesdo~rabalho de planejamento inte grado que a rundação Jones dos Santos Neves vem fazendo para a Agl~ meração Urbana da Grande Vitória. Vl la Velha. acima de tudo. Ele procura. refere-se à urgência de serem toma das medidas no sentido de não permitir que o crescimento vertiginoso' da cidade tenha como subprodutos imediatos a sua descaracterização e a sua desumanização. Após a Proposta de Ordenamento Urbano e como seu detalhamento. ser um marco no sentido da humanização de nossa metrópole emergente. e ao conhecimento da comunidade. o presente trabalho que estuda a problemática do lazer na Grande Vi tória. Serra e Viana. principalmente às Prefeituras de Vitória. Cariacica. . passa mos aos órgãos públ icos.

...4.... Futebol improvisado 39 3·3.. 45 3..7.............. Os primei ros anos......2...... Recreação passiva 42 3....5....1..3.4......4...... Elementos da transformação.3... Do regional ao urbano...............5.....2............2...1............1.. 24 3.................3... Centros comunitários... 21 2.. O século atual........ Bibl ioteca 47 3... 30 3......... 35 3.....4..........4..... INTRODUÇÃO 11 2....2.. Recreação ativa 37 3.. Galeria de arte 51 .....4..... 35 3.. 16 2...... 1..... Televisão 43 3........... 28 3...... Ginásios de esportes 39 3........... 19 2........... Rádio 47 3........4. Estádios e outros equipamentos esportivos 41 3............ Comportamento recreativo.. Teatro 51 3.lXTICAATUAL 27 3.2......4.....3...3....3.......1..........4.... Ci nema 42 3.5 SUMÁRIO PG 1..... Clubes sociais...2........... Areas de sociabilidade 30 3............4..... 22 2. FORMAS DE LAZER: APROBLEt1. Jornal.. EVOLUÇÃO URBANA: UMA CRONICA DE ~POCA 15 2.............. A aglomeração.4.......4......3..2........3.... Praias 37 3............. Aspectos recreacionais das ruas e avenidas 34 3·2..... Praças...6...2.

..••......... ALGUMAS PROPOS I ÇÕES .1.. 78 4..1......... 1............ Vitóri a .1......3........••.... Considerações preliminares •. Viana 76 ...•.1.............1..•. 4.•...............1...l..........3.•.3.1.......2..1......5... a· a· ..........•...1..• 98 4. 56 4..... 111 4.......•..•.2.....•. 74 4.•... Serra 104 .. Vi ana ..1.2............1..........3..• 57 4............. 103 4.•......6 4...•..6.4..•.... Aspectos recreacionais das ruas e avenidas ... 1 ......•.1.••......•..•.2.••... Vi la Velha ... e-e a....... 106 4. 76 4.....•..... 66 4..•....1...2.•. Vitória ....•. 56 4.•......2..........•..5.... Areas de soc i ab i 1idade .. Orla marftima •.•... - a· ...... 1....•.........•.3........•.••....•.....•..•..........1.1... 98 4.......1....... Vitória ..e ...............3. Ca r i ac i ca •..•....•......2. 104 4...•.........2. 83 4...•.....•••. Praças .... 4...1....... Serra .. Considerações preliminares •...2.. 101 4.2. Vitória ....4...... 106 4....••....•• 106 4.....1...•.........3....... 91 4........2........2... Parques .1....... Cons i derações Ge ra i s . Serra e Vi ana 98 4. 56 4.1....1......•. Vi 1a Ve 1ha ...•.........•...... Considerações gerais ....2.... 76 4......... 99 4.1....4..6.........2. 53 4.1. 1 ............3....•.1..3..1....1...1.2...•............. 107 4...... Cariacica .5.. Vi 1a Ve 1ha .. Car i ac i ca .......•. 1.......•. Serra · 113 ...............4. I....•..........2.....1.... Vila Velha ... 72 4.................3..........•....................1...•.... Recreação ativa ........••......•....1........3...•.....

131 1.... 162 BIBLIOGRAFIA Bibliografia do anexo 163 165 .•....... 135 3..2...•................ .... 161 4..........2....... Conclusão... ALGUMAS PRIORIDADES E CUSTOS......2........... ...2.....• 118 4...3......•.... 133 2.......2. Fases do projeto. Equipamentos esportivos e culturais 117 4..............2............ Equipamentos esportivos .......2..3........•...........•. Int rodução ....... 118 4. Considerações preliminares 117 4..... Equipamentos culturais .. 120 ANEXO: O emprego de materiais naturais e de sucatas na prepar~ ção de áreas de lazer ...•.. ..... Animação recreativa: algumas observações •.. Objetivos.. 119 5.1............2.............2.......2..7 4......•..

. ...8 PG LISTA DE QUADROS N~ 01 - GRANDE VITORIA: ARE AS DE PRAÇA ......... 30 N~ 02 - GRANDE VITORIA: AREAS DE PRAIA . ...... 46 N<? 7 - GRANDE VITORIA: BIBLIOTECAS POBLICAS .............la Velha ........ ........ ........ ......•.PRAÇAS - 125 8...e ......3.... .................................... ... .. 125 8... ..... .....1..... e·e . ....•...... ......... Vi.. .......................PARQUES 128 N~ O ....... 126 8....PRA IAS 129 N~ ... .... ............. Vitória . .•.......LAZER NA GRANDE VITORIA: INVESTIMENTOS POR MUNICrPIO 130 .................... 38 N~ 03 - GRANDE VITORIA: GINASIOS DE ESPORTES e.. ..2...................... ....... ........ .......... 40 N~ 4 - GRANDE VI TORI A: ESTADIOS DE FUTEBOL ...... 41 N<? 05 - GRANDE VITORIA: OFERTA DE CINEMAS ......... .............. 50 N<? 8 ... ........... Cariacica 127 N<? 9 ... ................. 43 N~ 6 - GRANDE VITORIA: JORNAl S E REVI STAS LOCAIS ......... .. ... ...•.. ......... .. ..

PRAÇA DE ARIBIRI •••••••••••••••••••••••••••••••••• 87 CROQU I NC: 15 .PARQUE GUADALAJARA •••••••••••••••••••••••••••••••• 67 CROQUI NC: 05 .PARQUE SOLAR MONJARDIM •••••••••••••••••••••••••••• 64 CROQUI NC: 04 .PARQUE MIRANTE ILHA DE VITORIA •••••••••••••••••••• 61 CROQUI NC: 03 .BAIRRO OURO VERDE ••••••••••••••••••••••••••••••••• 96 CROQU 1 NC: 20 .PRAÇA BAI RRO ALVORADA ••••••••••••••••••••••••••••• 89 CROQUI NC: 16 .•••••••••.•••••••••••• 97 CROQUI NC: 06 CROQUI NC: 07 CROQUI NC: 08 CROQUI NC: 09 CROQUI NC: - .PRAÇA GOVERNADOR BLEY ••••••••••••••••••••••••••••• 84 CROQU I NC: 13 .PARQUE MAC I ÇO CENTRAL ••••••••••••••••••••••••••••• 55 58 CROQUI NC: 02 .JARDIM DA PENHA ••••••••••••••••••••••••• 79 CROQUI NC: 10 .PRAÇA BAIRRO DE LOURDES ••••••••••••••••••••••••••• 81 CROQUI NC: 11 .PRAÇA DE I TAC I BA ••••••••.•.PRAÇA SANTA INt:S •••••••••••••••••••••••••••••••••• 90 CROQU I NC: 17 .PRAÇA 1TAQUAR I •••••••••••••••••••••••••••••••••••• 92 CROQU I NC: 18 .PRAÇA PREFEITO OSWALDO GUIMARÃES •••••••••••••••••• 82 CROQUI NC: 12 .9 LISTA DE FIGURAS PG MAPA GRANDE VITORIA: Parques e Praças Propostos •••••••••••••••••• CROQU I NC: 01 .VALE ESPERANÇA •••••••••••••••••••••••••••••••••••• 94 19 ..PRAÇA DO I BES ••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 86 CROQUI NC: 14 .PARQUE MI RANTE DE ARI BI RI ••••••••••••••••••••••••• 69 PARQUE DIVINO EspTRITO SANTO •••••••••••••••••••••• 71 PARQUE BELA AURORA •••••••••••••••••••••••••••••••• 73 PARQUE ARE I NHA •••••••••••••••••••••••••••••••••••• 77 CAMBURI .

....AVENIDA DANTE MICHELlNI •••••••••••••••••••••••• 108 CROQUI Nt? 25 ....ATERRO DA COMDUSA •••••••••••••••••••••••••••••• 110 CROQUI Nt? 26 ..PRAÇA PRAIA DA COSTA.............AVEN I DA EXPED I TO GARC I A •••••••••••••••••••••••• 105 CROQUI Nt? 24 .AVEN I DA BE I RA MAR •••••••••••••••••••••••••••••• 102 CROQU I Nt? 23 .. 112 CROQUI Nt? 27 .PARQUE CARAPEBUS ••••••••••••••••••••••••••••••• 114 CROQUI Nt? 28 .CAMPING MANGUINHOS ••••••••••••••••••••••••••••• 115 ..10 CROQU I Nt? 21 ...AVEN I DA CtSAR HI LAL 100 CROQU I Nt? 22 ...

11 1. INTRODUÇÃO .

no qual o indivfduo refaz suas forças ffsicas e tais.12 No contexto da cidade moderna. men profissionais Seu principal componente é o descanso. esportivos e/ou de divertimento. Contudo. com vistas a melhor integrar os espaços e o tempo des tinados à vida familiar e profissional. principal articulador da participação social voluntária. A expansio urbana não foi acompanhada pela adição de áreas rias destinadas a lazer. analisando o problema numa ótica mais abrangente. registradas a partir da eclosão do processo migratório provocado pela erradicação do café. Os convencionais de lazer e de recreação costumam sugerir a criação ou fortalecimento de atividades que visem as primeiras horas da noite os fins de semana. atualmente. Baseados na oferta existente. que a conurba çio da Grande Vitória apresenta acentuada queda de opç6es de lazer ati vo. . Aofer ta existente é anterior à migraçio desenfreada dos anos 60/70. assim como os deslocamentos en tre ambos os setores. a recreação é concebida como ocupaçao do tempo livre. procurando atrair as pessoas fora do lar para e equl pamentos culturais. contrastando com o tempo destinado às atividades ou rotineiras. ao mesmo tempo em que se rar if i cam os espaços li vres. dese quilfbrio que motiva a perda de função da praça. o Presente Plano enfoca as necessidades da população da Aglomeração Urbana da Grande Vitória. comunitá Os bairros registram crescentes taxas de ocupação. verifica-se.

observando as metamorfoses sofridas pelo es paço urbano a partir do processo migratório. além de modificar o espaço cênico das ruas e avenidas. ritmo e estilo como formas de romper o tédio e superar fadiga. pois provoca a desarticu 1ação da interação da população com seu meio ambiente. terá de ser desenvolvida. Através de uma concepção histórica. uma das formas de lazer ativo mais expressivo. substituindo aos poucos as mudanças de lugar. Este fato apresenta um lado negativo. áreas ã implantação de parques e sugestões para valorizar a ambientação das praias. uma vez que obedece a um processo de ocupação do so 10. considerando a infra- capítulo). o Plano procura entender melhor a configuração do problema. finalmente. num futuro mui~o de prioridades no campo da recreação e do lazer na Aglomeração. aumenta o numero de habitantes que não pratica forma de recreação fora de sua própria casa. traba reservadas Mais do a realização da própria obra. ratifica-se a necessidade de serem áreas destinadas a uso co1etivo. Por isso. outras atividades ocupem tais espaços. Enquanto isso. certamente. nenhuma A televisão vem transfor mando o lazer ativo em passivo. -estrutura recreaciona1 existente (3~ E. representadas por croquis. . essa tarefa evitará que. As proposições. que acaba tomando esses espaçds 1 i vres as edificações.a médio e longo prazos. mostra algumas prioridades e custos ã sua implantação. o Plano ve ser encarado apenas como formalizador de diretrizes e Para tanto.13 Paralelamente. E. ficando o que não Po der pGb1 ico impossibi1 itado de colocá-las ã disposição da popu1ação. apresenta propostas para a melhoria e/ou criação de praças.im p1icando em desapropriações decorrentes. ini distante. a cidade assiste ao desaparecimento gradativo dos fIcam pinhos de pelada". procuram dar uma idéia cia1 que. nunca como um 1hofinal. Essa manifestação popular tem sua duração 1imitada.

14 t parte anexa do Plano. . exemplificar idiia para implantaçio de ~reas Pretende-se com isso de lazer a baixo custo. o Anteprojeto "0 Errpregode Materiais Naturais e de Sucatas na Freparação de Áreas de Lazer".

15 2. EVOLUÇÃO URBANA: UMA CRÔNICA DE ÉPOCA .

16 2. o cidade Nesse local havia uma pequena praia. com edifl cações voltadas às ruas e. . geralmente Vi vias fundos sem tratamento ou arborização. apresentando os voltados ao mar. além do Largo da Matriz.1. A circulação se fazia a pe ou a cavalo. e as torres da Igreja Matriz Nossa ra da Vitória. o mesmo ocorrendo com os das residências. QU~ se sempre tinham significado de permanência. que ligavam domicrl ios aos pontos de interesse coletivo.pouco se desenvolveu. sendo o mais significativo de Afonso Brás. tória. na baixa. sendo as ruas estendidas qu~ se que exclusivamente como meios de I igação ou vias e I inhas de p~~ curso. A estabil ização da m~ lha urbana é resultado da falta de vitalidade econômica e demográfica do Estado. junto ao Palácio. Poucos largos salientavam-se na cidade. Duas edificações saltavam aos olhos: o Palácio Anchieta. O tra çado obedecia a topografia do terreno. consequentemente. A vista predominante obedecia visão dos planos incl inados dos telhados e os verticais das fachadas. com suas es cadarias chegando à praia. nos primeiros 300 anos de existência do Espírito Santo. fundos As embarcações chegavam à beira da praia. formada pelo fio que alí desembocava. OS PRIMEIROS ANOS Vitória. por ser a maior obra já edificada em A mancha urbana não apresentava nenhuma praça. sendo as estreitas para comportarem árvores. Senho A primeira. ligadas a terra por pequenos trapiches. A ocupação estendia-se do morro à beira d1água. conservando feições coloniais.

ao O Conselho Municipal cria um código de post~ ras.es. Cria-se maior 1 iberdade no traçado. sua área anexada ao Palácio. sendo A igreja Matriz Nossa Senhora da Vitória é demolida para a construção da Catedral. sendo instalado os serviços de limpeza públ ica. Muniz Freire. do o Estado começa a ser movido pela monocultura do café. acon A igreja são Tiago é desfigurada. de 1ineadas pelos sobrados e residências dos anos setecentos eoitocentos. o mesmo tecendo coma Casa de C~mara.es. Vitória contava com apenas 12. Começa a construção de um novo arrabalde.269 habitantes. "Estas obras começam um processo de conquistas de terras mar" (Maurício Roberto). em 1892. provocadas pela ascenção da lavoura cafeeira na capitania. As igrejas são atingidas: a da Misericór dia cede lugar à edificação do Palácio Domingos Martins. as . com traçado das vias Av. sem alinhamento. no Governo Muniz Freire. visando melhoramentos de salubridade das habitaç. o da Praia do Suá. saneamento de valas e banhados. qua!:!. visto possuir diversas nascentes de agua que abastecem a cidade. aterro e baixios. antes caracterizada pelas vielas estreitas. Surge o aterro do Campinho (onde seria mais tarde instalado o Parque Moscoso) eo aterro do Largo da Conceição. ta de lixo.es antigas para abertura de novas vias. A malha urbana passa por sucessivas modificaç. Em meados do século passado. face aos sur tos epidêmicos. promove os primeiros melhoramentos urbanos e a incorporação de uma área cinco vezes maior do que a então ocupada pela cap ita 1. qua!:!. A renovação urbana provoca a demolição de edificaç. a A parte alta. Vitória e Reta da Penha. em estilo neo-gótico e de são Francisco e da Ordem Terceira do Carmo são demolidas. começa a sofrer renovaç. com visuais do Convento. do começa a sofrer as primeiras metamorfoses.es. cole Já se fala na preservação das matas do maciço central.17 Es e quadro somente vem a se modificar no início do século atual.

Nas edificaç6es surgem pitios laterais. do pequenos maior liberdade partido arquitetônico. maiores ireas de iluminação e aeração. sendo o Pa lácio Anchieta remodelado. pouca coisa res ta do caráter e da malha informais da Vila de Vitiria. emprego de técnicas construtivas mais do aprimor~ das. jardins. instalados nas ruas do Comércio. hoje sede do Governo Estadual. como a Capela de Santa Luzia.18 As novas edificaçies respondem"is caracterfsticas da epoca. Surgem diversos estabelecimentos comerciais de importância. Ficam algumas· construç6es. tivamente. em função da mão-de-obra especializada dos migrantes. Primei ro de Maio e Alfândega. terminando com os últimos remanescentes perfodo colonial. junto à Catedral. setecentista e oitocentista. dois sobrados. o frontispfcio do conjunto e o Colégio Santiago. E. as igrejas são Gonçalo Rosário dos Pretos. e respe~ Franciscano .

E o Parque Moscoso vem consolidar essa relação.do conhec i do como "0 Carapinho". com a criação de diversas praças. po i s fo i i mp 1an tado com mangues executados por Henrique Moscoso. sen. agora assumem do maior de local de passeio. As ruas. ligando as diversas colônias à capital. t inaugurado em 1911. signific. cria um movimento te de barcos. como no cal do Aterro do Campinho e o Horto-Municipal. defi em . Os espaços coletivos aumentam. assim. pois gera um fluxo de populações interioranas que se integram ao cotidiano de Vitória. a Costa Pereira. em Maruípe. esp. da necessidade de esp. outubro de 1911. Parque Moscoso.§!. re lações. As constan Este fato cons titui verdadeiro fomento à nova vida urbana. ços para os encontros de maior duração.§!. aterros de Jerônimo de Se>uza Monteiro. atividades de comércio e integração. que no período colonial são meros elementos de ligação de ços. amb i en tes port~ A atividade ária.§!. Presidente de> Estado. nea praça Moscoso como '~ melhor ponto para um vasto jardim~ onde população possa buscar distração ~ em passeios ~ não se prestando edificações pela inconsistência do aplicação". lo com A praça surge. e principal articulador à sua implantação. notadamente na parte mais alta da cidade.19 2. se d u ran te o pe rí odo co 1on i a 1 se desenvo 1vem em fechados. emergente durante a ascenção do café. no antigo Largo da Conceição. terreno~ a para não podia encontrar melhor mensagem foi dirigida ao Congresso do Espírito Santo. todos traçados de Paulo Motta. agora voltam-se para os espaços abertos.2 o SECULO ATUAL A passagem do século marca significativa mudança na vida urbana.

Nu ini desfrutava principal. Bran na a principal atração era o "CaféDançante". do orquidiário. eram os encontros nos dois barracões de ma deira. constitui-se numa principais atrações da cidade.. E. O mais famoso. localizada próximo a uma das entradas. encontros p~ líticos e demais atividades. seu momento cial é marcado pela presença da elite social da época. O primeiro. o Café Globo. até a década de 60. República e as ruas José Anchieta e 23 de Maio. o Clube Vitória. jogos de bilhar. assim como acontecia com o Café Rio co. onde reuniam-se as madei pe~ soas para conversas rotineiras. . Não muito longe. promoviam-se concertos ao ar livre. Na Concha Acústica. No executava E. hexagonal ou quadrado. Diversos clubes recreativos estavam localizados próximo ao Parque coso. das Localizado entre as avenidas Cleto nes. mente. Paul. existentes no ancoradouro das barcas a vapor. obra do Ar quiteto Francisco Bolonha. co reto depois demolido. que faziam a li nha Vit6ria. na parte Leste do Parque. O movimento do cais gera a instalação de diversos quiosques de ra. Suas mesas eras dispostas pela calçada. recantos paisagÍ-sticos junto ao Zago e. promovia concertos.20 Esse logradouro público. que deampZas a Zame das. não menos importantes. são Torquato e Vila Velha. dos era o local predileto de um grupo da época. ao longo da baía. ainda havia o recanto infantil. Mos conferên cias e recitais. a Banda de Músicos da PoHcia Militar retretas. cafés. ir mãos Trinxet. localizava-se na rua Duque de Caxias e o segundo Alfândega. além de outros acontecimentos culturais da epoca. existente até hoje. No tden Parque.

os melhoramentos são realizados por FlorentinoAvidos. ligando a Ilha ao Continente através de uma a ponte secular. Bomba. Suá. em meados da década de 30. cada Na dé de 20. Prosseguem as obras do Porto. tendendo para o xadrez. Maruípe. em reg~ busca das praias litorâneas e também para Oeste. cais de minérios. que mais tarde receberia o nome de Florentino Avidos. reformulando drenagem pluvial. Ea cidade começa a apresentar a configuração atual. elemento indutor do urbano da época. A cidade cresce para o Leste.21 2. comportando navios de grande calado. . consolidando-se a função portuá ria da cidade. com a inclusão de novas linhas e bondes. Fica formado o bairro de Jucutuquara. em direção ã ponte de I ig~ ção Florentino Avidos. o ELEMENTOS DA - TRANSFORMA~AO bonde puxado a burros surgiu na primeira década deste século. facilitando a conurbação com a Vila Velha. Logo ap6s. que transforma-se num corredor de exportação de com a descoberta das minas do Cau~. com a construção do minérios. Ilha de Santa Maria e os Santo Antônio.3. crescimento Promove novos calçamentos de ruas. inaugura-se o cais co mercial. Os aterros e a construção do Porto dão a cidade uma tranE mais lar. tornando-se mais acessível da Praia Comprida.

consolidando faixas industriais às margens daBR-101 e 262. através da conquista de novos ços. quando a Grande Vitória se aproxima 500 mil habitantes. provocando a proliferação de favelas. o processo migratório siona um crescimento da Grande Vitória numa elevada taxa de ano.8% ao ano. novas Nos núc 1eos ma is densos surgem áreas comerciais. 1977.ucu. Entre 1960 e 1970. principalmente a partir das encostas dos morros.000. se expandindo as áreas portuárias..9% ao o resto do Estado decrescia a taxas de 0. Vitória .4. os Surgem bairros de verão. a cidade sofre um crescimento desmesurado. oca ou da renovação urbana.05% ao Cerca de 205 mi I habitantes ano. localizados principalmente em Jacaraípe. deixaram o campo. dos dos 1 Novas áreas de uso foram definidas de acordo com as vantagens 10cacio nais específicas de cada atividade. con Nos anos de 1970 a 1975. . 309p. DO REGIONAL AO URBANO Com a erradicação do café. dos quais 126 mi 1 vergi ram para a Grande Vitória. ag10m~ Grandes contingentes populacionais são liberados do campo e se ram na periferia. a taxa de crescimento fl ca em torno de 4.1940/2. Estrutura Demográfica do Esp{ritoS~ to . a fase crise do café. surgindo bairros dormitórios em Cariacica e Vila Ve lha. Nova Almei da. Man gu i nhos e Bar ra do J. dev i do ao esp~ s í t io lFUNDAÇÃO JONES DOS SANTOS NEVES. enquanto 6.22 2. Des i gua Imen te ocupada. modificando a paisagem da capital. chegando a uma população na ordem 385 mil habitantes.

23 urbano oferecer dificuldades. a ocupação rala e descontínua da maior parte da sua extensão. a Aglomeração apresenta hoje pontos de ção compacta e densidade elevada que contrastam com as baixas da ocup~ densida des. predominando mangues e morros. além própria limitação física. .

Serra e Vlana.5. é praticamente a mesma do início do século. Na virada para o século atual.Cariacica. as localidades desenvolvidas a beira-mar de Manguinhos. os nGcleos periféricos das sedes municipais de Viana.a pr0pria cidade. a partir das Gltimas duas décadas. ficando evidenciado o contraste entre áreas edificadas e recreação na Grande Vitória. 2 v.24 2. 2FUNDAÇÃO JONES DOS SANTOS NEVES.Serra e Cariacica. Vila Velha. desempenham papel de articulador da participação social ria. A oferta de áreas coletivas. até então desenvolvi das em espaços fechados. Cariacica. No va Almeida e Barra do Jucu. A AGLOMERAÇÃO A Microrregião de Vitória tem uma area de 1. apesar dos altos índices de ocupação do solo. Esses espaços. interrompeu um processo natural de interação entre o habitante e seu meio ambiente físico cundante . Jacarafpe. Vitória. na Aglomeração. cir A expansão urbana não foi acompanhada la adição de ireas comunitirias destinadas a lazer.461Km2 e abrange os cípios de Vitória. os espaços coletivos urba voluntá represent~ ram mudanças significativas nas relações sociais.. 1977. além do adensamento verificado nos últimos anos no planalto de Carapina. As altas des res i denc i a i s dos ba i rros deu à re Iação hab i tação e p~ densida recreação um caráter frágil. Muni O quadro ur bano é compreendido pela conurbaçãoVit0ria -Vila Velha . ao longo da evolução na. passando a se constituir no principal articu lador da interação da população com seu meio ambiente. . 2 O ritmo de crescimento urbano experimentado pela Aglomeração na Gran de Vitória. verifi cados nos Gltimos 25 anos. Grande Vitória: Dimensionamento e Lo calização do Novo Terminal de Passageiros.

Usina de Pelotização SAMARCO. "3 Os Grandes Projetos compreendem a Usina Siderúrgica de Tubarão. o perde~ E. para novamente tabelecer o relacionamento em A fase atual é de mudança. o passivo. Estaleiro de Reparos do Navais. 171 p. nos últimos 20 anos. registrada em áreas abertas. dólares Quase 6 bilh5es serio injetados na Economia do Estado. social e poHtrica do Esta do. pri~ cipalmente a partir do momento em que os Grandes Projetos começarem operar. Rio de Janeiro~ FVG/EBAP~ 1977. Superporto de Tubarão. Porto de Barra do Riacho. Usinas de Pelotização da Companhia Vale Rio Doce.25 Mas o crescimento experimentado pela Grande Vitória. Antônio Carlos de. Araeruz Celulose. Surge uma nova concepção de lazer. o processo verificado no Brasil como umtodo~ da na Reforça-se~ vez~ mais uma onde as atividades nômicas relevantes estão concentradas principalmente no eixo eco Rio . como formas de romper tédio e superar a fadiga. provocaram a perda de função das praças. Esp{rito Santo: AIndustriaZização como Fator de Desautonomia Relativa.. na passagem a de primirio- -exportadora para um processo intenso de industrrializaçio. que foi substituindo aos poucos as mudanças de lugar. 3MEDEIROS.Empreendimentos Florestais. es espaços fechados. Terminal de Exportaçio de Ubu e Pro jetos Portuirios no Canal da Baía de Vitória. Usina de Laminados Nio-Planos. gradativamente. a introduçio dos veículos de comunicaçio de massa e a racional i zação do trabalho moderno. sio previstas para a Grande Vitória. transformaç5es ripidas na malha urbana.são Paulo. Substancial transformaçio atingiri as bases econômica. . então ~ as desigualdadesintra-regionais~repetindo-se. FLONIBRA . "Observa-se que 80% dos investimen tos e dos empregos gerados estão con centrados na área da Grande Vitória e que os outros~ com exceção indústria de celulose da Companhia Vale do Rio Doce~ localizam-se faixa Zitorâ:nea~ num raio de ·100 quilômetros de Vitória. a Aglomeração foi doa vida associativa. ritmo e estilo.

o presente Plano para irá en r algumas dessas areas a serem preservadas. . to cabe assegurar aos espaços ociosos condições para que. para o estabelecimen to uma vida mais associativa. sejam destinados a uso coletivo 1 r.26 t se prever que. t uma tendência natural ã oeupação de áreas interstieiais cujoapro O resultado será a densificação dos bairros. ã medida em q ocorrer a expansao urbana. Numa ação de planejame~ ve amento atual beneficia o espaço coletivo. Numa primeira abordagem do problema. com a implementação dos Grandes Projetos. face a demanda habitacional que por aprese~ ce crescera. a Cons t Civil será incrementada.

Mas ~ a granCk maioria não pratica nenhuma forma Ck recreação fora da própria casa. os morros (quase todos razoavelmente ocupados por habitações) e algumas áreas livres. em beleza natural: O sitio urbano é rico o mar~ a baia.27 Numa análise prévia~ conclui-se que o lazer na GranCk Vitória ganha as mais diversificadas formas. FORMAS DE LAZER: APROBLEMATICA ATUAL . 3.

28

3,1.

o

COMPORTAMENTO RECREATIVO

conhecimento e avaliação das formas de lazer, na Grande Vitória,

de

pendem de pesquisas que procurem mostrar como e quais são os equipame~
tos utilizados pela população capixaba.

O Plano de Desenvolvimento In
tegrado da MicrorregIão de Vitória, elaborado em 1970 4 , levou em con

sideração a natureza e participação dos habitantes (passiva ou ativa),
bem como a localização das atividades internas (locais especificamente
construídos para abrigar atividades culturais ou recreativas) e
nas (áreas 1 ivres).

As atividades recreativas, em si, foram

exter
também

objeto de investigações na pesquisa domiciliar e estudadas através

da

observação e de entrevistas com usu~rios e pessoas ligadas ao setor.
Algumas das conclusões chegadas pelo Plano estão hoje defasadas.

Mas,

qualitativamente ele permite uma visão de cada um dos tipos de

espa

ços, equipamentos e atividades, bem como chegar a uma

visual ização do

comportamento atual da população frente à recreação.
A pesquisa domiciliar demonstrou que a predominância das respostas
tuou~se

ace~

em toda a Aglomeração, no ficar em casa ou fazer visitas,

cer

A atividade recreativa mais comum e

a

ca de 88% dos entrevistados.

frequincia às praias, abrangendo apenas 2,4% da população adulta.

4M. ROBERTO ARQUITETOS. Plano de Desenvolvimento Integrado da

gião de Vitória.

Rio de Janeiro, 1973. ;) v.

Microrre

29

A

uisa evidencia estreita relação entre renda

familiar e o hábito

de recreação:

"( ... ) à medida que cresce a

renda~

decresce o hábito

de ficar em casa~ ou fazer visitas~ em benef{cio
comportamento que favorece o banho de mar~ a
cia a clubes e casas de campo e praia.
hábito~

do

frequê!!:.

Este

último

por exemplo~ apresenta o maior 'Índice (10~9%)~

justamente para a classe de renda de mais de 10
rios m'Ínimos.,

salá

ficando o mais baixo (0.,2) com a classe

de renda entre um e três sa lários m'Ínimos ~ já que
classe de renda de até um salário m'Ínimo
qualquer registro neste sentido.

não

Procedimento

lelo se observa com relação à prática de ir a

na

houve
par~

praia

que atinge seu maior {ndice (5 ~ 9%) na classe de renda
de mais de dez salários m'Ínimos e o menor (1.,4%)
classe de renda entre um e três salários m'Ínimos."5

.Cit. p. 5.4/12.

na

30

3•• 2.

ÁREAS DE SOCIABILIDADE

3.2.1. PRAÇAS

De uma manei ra geral, as praças, na Grande Vitória, apresentam-se
completo abandono e

car~ncia

do elemento verde.

As irvores de

em

grande

porte são escassas, havendo a predominância de pequenos canteiros, que
não chegam a quebrar a monotonia dos espaços edificados.

Parcos

também os equipamentos, notadamente os de recreação infantil.

são

O índi

ce médio de ireas das praças da Aglomeração é de 0,5m 2 por

habitante,

sendo o mais baixo verificado em Cariacica, com 0,lm2 por

habitante.

Apesar de a ONU estabelecer um índice ideal

de

se chega a uma determinação do índice ideal para

12m2

por habitante, não

Aglomeração ji

há carência de um estudo mais aprofundado.

QUADRO 1

GRANDE VITORIA: ARE AS DE PRAÇA
POPULAÇÃO

AREA m2

Vi tór i a

186.700

90.072

0,5

Vi la Velha

187.000

129.161

0,7

Cariaci ca

150.920

13.800

O, 1

Serra

32.600

52.129

1,6

VIANA

16.380

16.610

573 .600

301.772

0,5

MUNICfplO

Fonte: FJSN.

m2 /HAB.

que

devido ao tráfego intenso que prejudica o acesso as mesmas. BENTO FERREIRA: A Praça Orlando Guimarães. Junto à Avenida Vitória. as rótulas arborizadas recentemente.JARDIM CAMBURI. é muito pequena para área de número de pessoas a que atende. que está sendo equipada pela Prefeitura Municipal de Vitória. com pouca vege tação e mu ito ci men to. um bairro carente em oferta de lazer ativo. em frente ao Centro Comunitário. A seguir. que apresenta tendência de densificação com reduzido espaço verde. Há também a praça Governador Bley na parte mais central. a relação de alguns espaços que oferecem uma amostpagem da problemática: JARDIM DA PENHA: Dentre os espaços reservados. JUCLJTUQUARA: Possui uma praça. como áreas verdes. . embora a maioria residências possuam alguns espaços livres. MORRO DO ALAGOANO: Os moradores do loca 1 util i zam uma área 1 ivre to ao campo de futebol. que apresenta dimensões reduzidas para Jucutuquara. mas. e não são utilizadas. embora j~ nao haja qualquer equipamento ou mesmo recanto infantil. REPOBLICA E ADJACtNCIAS: ção característica da maioria dos conjuntos habitacionais e tos em grande escala: situ~ Apresentam a loteamen áreas reservadas ao lazer com reduzidas dimen sGes. BAIRROS . junto à Avenida Cesar Hi lal. A densificação da das ocup~ çãoe o surgimento de edificações multi-familiares aumentam a capência de (ípeas verdes. mas quase sempre áridas. não têm nenhum equipamento infantil. BAIRRO DE LOURDES: Não dispGe de nenhuma praça. re presenta o único espaço público destinado ao lazer para o bairro. sem qualquer tratamento e consequentemente com baixa util ização. arborizada e tratada.31 Alguns bairros dispõem de pequenas areas.

JARDIM GUADALAJARA. sendo que aquelas que já haviam sido equipadas. local izada no centro do bairro. BAIRROS ALVORADA E SANTA INt:S: SÃO TORQUATO: Não existem praças. COHAB e INOCOOP-ES): As áreas reservadas para o lazer care cem de arborização. As deficiências podem ser levantadas por bairros. encontram-se em completo abandono. Possui uma pequena praça em frente a Fábrica GAROTO. Há total carência de espaços maiores destinados ao lazer neste bairro. em forma de rótula. o estado geral de conservação das praças é ruim. acha-se bem dotado de espaços coletivos para lazer. apresenta ainda o ma de segurança para os usuários. se considerarmos a vasta orla marítima que possui. JARDIM ASTECA. Mas. verifica-se nesse bairro: arborização e ajardinagem das pequenas praças existentes. seu aproveitamento é prejudicado pelo trinsito de veículos nas 3 ruas subdividem o espaço em areas com reduzidos equipamentos e pouca que disp2. como segue: IBES: A praça central apresenta uma considerável área livre. sendo um local de movimento intenso de veículos e outra um pouco mais centralizada.32 VILA VELHA: Esse Município é o primeiro da conurbação atual. fa]:ta de A maior probl~ área disponível. nibilidade de áreas verdes. por ser em forma de rótula. e uma pracinha localizada na esquina da rua Aristides coma Estrada Velha). NOVO MExlCO (e outros Conjuntos Ha bitacionais. am[jas de dimensões reduzi das. ARIBIRI: Duas praças existentes. onde está localizada a Prefeitu ra Municipal de Vila Velha é árida e pouco atrativa. mas. emcompl~ to abandono. COBILANDIA: Problema semelhante. Care cem ainda de espaços destinados às atividades esportivas. GU:JRIA: são pequenas e est~o Miranda abandonadas. (a principal. . ajardinamento e equipamentos. Duas praças são oferecidas à população do bairro: Getú lioVargas. VILA VELHA (SEDE): A praça principal.

quanto a ambientação. BELA AURORA: to. A praça quase que totalmente pavimentada de cimento não atende a sua função como área para lazer. densa e desordenada. para que não venham criar problemas a médio e longo prazos. devido a ocupação rápida. util izada atualmente para campo de futebol . Igrej a e praça. as praças existentes satisfazem em numero à demanda. BAIRRO OURO VERDE: Possui uma area reservada para a instalação de uma praça. que se encontra em abandono. A única área disponível está localizada entre a Avenida Expedito Gar cia e a Estrada de Ferro Leopoldina. nãoexistindonos vários setores. precisam de maior áreas verdes. . mas. ma assume grandes proporções. VALE ESPERANÇA: Conjunto Habitacional com 300 unidades residenciais. Para os muitos conjuntos habitacionais e loteamentos que estão ocupan do extensas áreas do Município.. ou espaços comun i tários. ITANGUÃ. espaços disponíveis. ITACIBÃ. os espaços reservados para areas lazer/verde não satisfazem VIANA: ~s de necessldades. JARDIM AMtRICA.33 CARIACICA: O Município apresenta problemas com relação a espaços para lazer. SERRA: Na sede do Município. compõem um 50 conj u.!. mas. CAMPO GRANDE: Ba i rro carente em áreas verdes. A urbanização ainda não atingiu nível de ocupação capaz de ju~ tificar a implantação imediata de areas para lazer. I Não possui nenhuma área pública equipada para lazer. prestar maior atenção nos loteamentos que estao sur gindo. PORTO DE SANTANA E ADJACtNCIAS: Não dispõem de nenhuma praça ou areas reservadas para esse fim. já que para dotar o bairro de O probl~ praças se ra necessário desapropriar. Jard im de Infânci a. ITAQUARI: A população não dispõe de areas para lazer ativo. Deve-se entretanto.

A arborização nos logradouros p~~licos quase nao existe. ASPECTOS RECREACIONAIS DAS RUAS E AVENIDAS As vias são um dos espaços geográfieo-soeiais do homem urbano. Envolve pareos por recursos pop~ com alto retorno em forma de melhoria do ambiente e satisfação da 1ação. expondo a população a um tráfego veloz e perigoso. Resultam esses aspectos na insegurança não só dos usuários diretos. onde se faz necessário utilizar parte da via de rolamento. não são respeitadas as distãncias mínimas de afasta mento entre edificações e vias. ora em estágio inicial. E. Em tempo de chuva. como também dos pedestres.2. as calçadas são estreitas. devem receber tratamento prioritário. ~ geral a aus~ncia de controle de velocidade. centro de Vitória. O bem- -estar da vida urbana depende também do aspeeto dessas vias. obstáculos. cal de estacionamento que frequentemente dificulta o livre 10 trãnsito dos pedestres. Não oomportam a No massa de usuários agravando-se a situação nos pontos de ônibus. A Grande Vitória carece quase totalmente de passeios adequados. piso em mal estado. Muitas são as vias da Aglomeração que apresentam más eondições de tráfego. As calçadas também são invadidas pelos automóveis. obstáculos e veículos estacionados. Nos demais bairros. em muitos lugares. . praticamente inexistem calçadas em condições quadas para o uso. sendo louvá vel a implantação de um programa de plantio de árvores por parte da Pre feitura Municipal de Vitória. que. sinal ização e visibilidade deficientes. pois os ade pas- seios ficam cheios de entulhos. isSo.2.34 3. a situação piora.

notadamen te em bairros pobres. 6 em Cariacica e 3 no Municfpio de Serra. que o maior número de clubes atende as classes média e baixa. nenhuma procura fixar a c1 iente1a atendida pelos por faixa etária. clubes. I)as pesquisas elaboradas.35 3. ou nível sócio-econômico. Diversas at~vidades são desenvolvidas pelos Cen tros Comunitários. da pesquisa elaborada para o Plâno Di retor Integrado.4. entre elas curso de corte e costura. al gumas possuindo escolas ou creches. sendo Hl em Vi tó ri a. 29 em Vila Velha. em geral. sendo as pessoas Sabe-se que eles atendem precariamente às ne cessidades das várias faixas de população. . sendo as melhores ofertas des tinadas a sócio-contribuintes de melhor poder aquisitivo.2. Dessa forma.em 1970. bailes e torneios entre clubes. culinária.3. numa faixa que predominam idosas as que menos participam. Pragmaticamente. crianças e jovens. CENTROS COMUNITARIOS Exi stem 48 Cen tros Comun i tá r ios na Ag 1orne ração. salvo promoções especiais abrangendo o público em geral. O acesso aos equi pamentos dos clubes. 3.2. CLUBES SOCIAIS Estão organizados de maneira expontânea na Aglomeração. (bairros Andorinha e SantoAntônio). p~ de se deduzi r. sexo. os clubes e seus mentos não são incluídos como bem coletivo. Os equipamentos dos clubes estão diretamente relacionados com o nfvel sócio-econômico a que estão dirigidos. sendo 2 emVi'la Velha (bairros Boa Vista e IBES) e 2 em Vitória. mas como bem de so como equi p~ dete rmi nada Comunidade. está restri to aos cios. na Aglomeração Estão em fase de implantação 4 Centros Sociais Urbanos.

nos Municfpios Serra e Cariacica. definidos os locais onde instalados. Os Centros Comunitários são organizados e implantados a Secretaria da Cultura e Bem-Estar Social do Governá do Estado í r ito Santo. porém. se do . não estando..36 o ros deverio ser instalados a partir do priximo ano.

tais como quadras de volei. play-ground~ mant~m um Nenhuma quadra de esportes. os usuários tempo de permanência reduzido.3. PRAIAS A beleza natural na qual se insere o sítio urbano da Grande Vitória dá ao lazer uma característica peculiar à região. o quadro a seguir mostra a area aproximada. realização permitirá prover a área marítima de equipamentos p~ Sua destina dos à práticas esportivas. em face da falta de vegetação mais densa. frutas. tando apenas as peladas improvisadas (exceto em Camburi. RECREAÇAO ATIVA 3. dada a carência de transporte coletivo. venda de artesanato. As populações de menor poder aquisitivo tem maiores dificuldades de acesso a faixa litorênea. sa nitidos e outros equipamentos. quiosques para a instalação de bares.37 3. Nesse sentido. venda de sorvete. ar equipamentos destinados à recreação infanti 1. areas verdes borizadas e ajardinadas.1. apesar da ausência deequipamentos. a Fundação Jones dos Santos Neves elaborou o Projeto loto de Jacaraípe. A frequência às praias cOhstituem forma ativa de lazer. basquete e p~ lada. medida extensiva a toda faixa marítima. onde procura explorar as potencial idades da região para o turismo de lazer.3. de praias disponíveis Aglomeração: na . passeios para pedestres. Paralelamen te. que res dispõe de três campos em boas condições). nenhum poucos quiosques completam a falta de alternativas.

74 Viana 16.90 Cari ac i ca 150.40 te: * FJSN .000 8.000 23.600 53.616 804.406 351.380 - - - 573.35 2 G VfTORfA: ÁREAS DE PRAfA MUNICfplO POPULAÇÃO * EXTENSÃO (m) AREA (m2 ) m2 /HAB Vitór i a 186.920 - - - Serra 32.150 0.000 285. .Estrutura Demográfica do Espírito Santo imativa para 1978.100 1.250 1.90 Vila Velha 187.920 19.700 11 .210 168.

situando-se. distribuídos conforme o quadro que segue: . prol iferam-se na cidade de maneira improvisada.3. é sem dúvidas o futebol. FUTEBOL IMPROVISADO Uma das atividades esportivas de maior destaque. Todos são alugados ã no or gãos ou pessoas que se dispuserem a pagar uma taxa de manutenção. GINASIOS DE ESPORTES Dos 7 ginásios cobertos existentes na Aglomeração.3. alu- gados ou públ icos. na maioria. Nas áreas livres.39 3. 6 localizam-se Município de Vitória. em terrenos baldios. sujeito a desaparecerem com a ocupação progressiva dessas areas. quase expontânea. entre as formas de lazer ativo. Os Campos de Peladas. e um em Vila Velha.2. 3. podendo acomodar um total de 15. possuem Recomenda- -se a conservação dessas áreas. os campinhos de improviso. apenas as traves e o espaço 1i mi tado por ma rcos natura i s. Os ginásios possuem diversificação de equipamentos e variadas capaci dades.3. bem como melhoria dos equipamentos ur banos e arborização.300 espectadores. consol idando e intensificando seu uso para o lazer.

500 .Quadra Multifuncional .Quadra Multifuncional SESC Vitória Centro 3.ES Vi tóri a Maruípe 500 .Quadra Multifuncional Po1 fcia Mi I i tar . Quadra Multifuncional Sala Ginástica.500 .Alojamento UFES Vitória Campus-Goiabeira 2.AI oj amento 2. Sala Judô Ba r Alojamento .40 QUADRO 3 GRANDE VITÓRIA: GINÁSIO DE ESPORTES GINASIO Wil son tas Frei LOCALIZAÇÃO Vitória Forte são João CAPACIDADE N? LUGARES EQUIPAMENTOS 3.500 - Jones San tos Neves Vitória B.Quadra Multifuncional I .000 .Alojamento SESI Vitória Camburi I .800 . Ferreira Prés idente Castelo Bran co Vi I a Ve lha 38? BI te: FJSN.Quadra Multifuncional .500 .Quadra Multifuncional .

C. C.M. Cariacica 30.F. Vi Engenheiro Araripe Ass.4. No Municfpio de Cariacica.000 Salvador Venâncio da Costa V i tó r i a Vi tór i a 10.000 Caxias Esporte Clube P.C. com capacidade.000 Esporte Clube Brasil Esp. Ferr.T. de la Velha Atlético F.C.000 te: FJSN. Clube Bras i 1 Cariacica 2. ESTADIOS E OUTROS EQUIPAMENTOS ESPORTIVOS Existem na Aglomeração de Vitória 8 estádios de futebol.000 Atlético F. um dos pertencente ~ quais Escola Ticnica Federal do Espfrito Santo. pertencente ao Rio Branco A. está sendo construído espectad~ novo estádio.S.000 Serra Futebol Clube Serra F.E. Desport.3. num total de 59. para 45 mil res. um O quadro a seguir discrimina capacidade de cada estádio. Vi tór i a 3.000 acomodações: QUADRO 4 GRANDE VITORIA: ESTADIaS DE FUTEBOL NOME PROPRIETARIO MUNICTplO CAPACIDADE Governador B1ey E. Serra 2.000 F. Vi tóri a 10.41 3.C.E. em Campo Grande.S. em primeira fase. Vi la Velha 2. a .

lugares para ca O índice mínimo recomendado pela UNESCO é de 2 gares para cada 100 habitantes. é ra cada 100 habitantes. naquele p~ 1970 6 . limitando a sua frequência quanto ao poder aquisitivo. é o que possui menor acesso. Na Aglomeração da Grande Vitória a oferta atual. dano quadro a seguir: 60l? Cito habitantes. mo~ ano.870 para 7.2 lugares Esse índice.4. A oferta de cinemas está lu represent~ . pois a maioria está lo calizada no perímetro central da cidade. aces A Agl~ meração de Vitória possui 14 cinemas. que era de 3. era de 2 lugares para cada 100 habitantes. apesar de o número de cinemas ter aumentado de 12 para 14. dos veículos de comu nicação de massa.070.75 lugares para cada 100 apesar de ser menor em relação a 1970.1.2 da 100 habitantes. de 1. e o numero de poltronas de 6. dos quais 9 estão localizados no centro de Vitória. possui preços não muito síveis. RECREA~AO PASSIVA 3. se comparado com o de tra uma baixa relativa na oferta que. monopolizando esse meio de comunicação. CINEMA o cinema possui melhor cuidado de mensagem. mas. 2.4. Vitória ainda apresenta um bom índice.42 3.

A programação de televisão local é dominada por programas gerados emissoras do eixo Rio-são Paulo.206 181.75 Vi Ia Ve 1ha 3 1.920 0.2.65 Cariacica 2 740 150.Plano de Desenvolvimento tegrado da Microrregião de Vitória . 3.4.124 186..070 573 . apesar de reconhecer a significativa penetração desses veículos. nas Diante desse fato.000 0.700 2. pode-se inserir a população da Grande Vitória num processo de homogeheização de valores. TELEVISÃO A pesquisa elaborada em 1970 para o PDI .600 1.49 Serra - - 32.43 QUADRO 5 GRANDE VITÓRIA: OFERTA DE CINEMAS NOMERO DE NUMERO DE NOMERO DE CINEMAS POLTRONAS Vi tór i a 9 5.ainda passiva. na medida em que o veículo motiva a participação social .380 - TOTAL 14 7.600 - Viana - - 16. que .não esclarece os tipos de In progr~ mas de rádio e televisão preferidos pela população capixaba.2 MUNICfPIO POPULAÇÃO POLT/100 HAB Fonte: FJSN.

e~ tre outros. Assim. esportes. pela ordem: des novelas. indi As críticas estão informar~ seadas no fato de a televisão possuir funções de a ba divertir e O assunto é polêmico. filmes. observa~ Apesar do alto índice de audiência alcançado pela televisão. o numero de horas que um espectador médio passa a frente da televisão e.44 preferê~ Determinar os gostos do capixaba. diante da polêmica existente. fugindo da competência desse Plano de Lazer. como lazer passivo. fator básico da dEscaracterização da nossa criatividade. cultura nhos aos brasileiros. As sol uções devem ser apresentadas a nível nacional. em todo o Brasil. proporções nacionais. educativos. Tal tipo de monopólio acentua cada vez mais a difere!!. se pronunciou sobre assunto: '~stão sendo praticamente impostos aos nossos principalmente às crianças. a televisão. como diversão ou maneira de passar o tempo. ensinar. enquanto os víduos ficam reduzidos a meros espectadores. por imagens e relatos. o que nem sempre acontece. uma vez que acumula carga excessiva de violência. o próprio Ministro das Comurricações. pessoal. por constituir-se num elemento exógeno a cul~ura nacio brasileira. Contudo. shows. Mas. mi Segundo ele. assumindo Tem sido abordado em todo o território na). 3 horas e meia. o IBOPE (Instituto Bra si lei ro de Opinião Pública e Estatística) define que mais de 45 lhões de brasileiros têm acesso à televisão.. jovens~ e valores A nossa TV Comercial está estra sen do veiculo privilegiado dE importação cultural. por ser ela passiva. Euclides Quandtde Oliveira. sendo praticada em casa. gerada pr'incipalmente pe Ia exagerada programação dos chamados "enlatados". ~se que a população não concebe o hábito de assisd-la como forma de lazer. tacam~se. o . tem sido apontada como responsável pela emissão de mensagens que trocam experiência direta. em média. seria quase determinar as cias do espectador brasileiro em geral. Entre os programas preferidos.

Para uma ulação aproximada de 500 mil habitantes. Tribuna. 3. . O canal 2 firmou-se em Vitória através da TV lista. é uma das 33 emissoras filiadas à Rede Globo evisão. blicaçâo da Revista VEJA" edição do dia de 1977). por meio de vídeo-tapes. Operário do Progresso" Correio de Vitória" A Provincia do Espirito Santo O do início do e O Comércio do Espirito San Hoje. JORNAL O ornaI é um dos meios de comunicação de massa mais antigos no Espírito Santo.45 ça entre as nações desenvolvidas e as em mento. continua p de na Cultura e posteriormente.ri a. canal 4.de 17 emissoras próprias. 3. hoje com uma rede . chega a tão so dando uma média de um jornal para cada 14 As principais empresas jornalísticas do Rio e de são Pau lo distribuem regularmente um número modesto de exemplares na Vi .. cinco jornais têm circulação na Grande Vitória. As Já a TV EspírJ. transmitin programação em caráter experimental. itantes. Diário e Jornal da Cidade). desenvolvi Ajuda" inclusive" a perpetuar a diferença" que se transforma em virtual colonianismo cultural". te a 35 mil exemplares. enquanto a TV Vitória pertence aos Diários e Emissoras iados. ia torre. destacando-se o to século passado. pela Educativa Carioca. Santo da Fundação Cultural do Espírito Santo. diá Grande . A 20 (Pu de julho Gazeta. a tiragem dos jornais ri (Gazeta. Seus primeiros periódicos são en re eles. retransmitida através da EMBRATEL.

000 3~ a Domingo 5.000 Diária A Tribuna 8.000 5. TI RAGEM 10.000 Di ári a O Diário 3.000 Quinzenal TI RAGEM CIRCULAÇÃO 1 da Cidade iça0 REVI STA Agora 10.000 Cuca 5. GRATUITA Vi -ri a News Jo al de Serviço Capixaba te: FJSN.46 QUADRO 6 GRANDE VITORIA: JORNAIS E REVISTAS LOCAIS JORNAL TIRAGEM CIRCULAÇÃO A Gazeta 16.000 Tr imes t ra 1 Revista FJSN 3.000 Tr imes tra 1 INFORMATIVOS DIST.000 Di ári a 3.000 Mensal CIRCULAÇÃO Semanal Qui nzenal .

4.5. aponta a falta de espaço. Mesmo assim. estudam e empristimos de livros. da Fundação Cultural do Espírito Santo.4. 4 emissoras de rádio AM. Difusora de Cariacica. 3. que realizam pesquisas. a tua 1mente trazendo o acondicionamento das obras. A emissora de FM.290 livros. Desde 1972. pop~ Vitória. Sua atual diretora. um procurem As inovações de coirrem do conhecimento empírico do mercado. prob 1emas Compõem a frequência diária. Capixaba e Difusora de Cariacica) dividem os gostos da lação capixaba.4 . Possui grande penetração junto às populações de baixo poder aquisitivo e anal fabetos. procura atender seus usuários com seus 40. pois não há volumes didáticos suficientes para atender este tipo de demanda. Rt\D I O Veículo de comuni cação de massa pertencente a uma cul tura oral. duzidos espaços para as salas de leituras. BIBLIOTECA Pridios absoletos. são alguns dos re problemas enfrentados pelas bibliotecas da Aglomeração da Grande Vitória. somente são entregues livros de ficção. marrtim-se basicamente desde os períodos anteriores ao advento da televisão. (Espírito Santo. Atualmente. promove a Feira do Li . inexistem pesquisas que determinar os gostos e preferências do grande públ ico. possui público mais elitizado. falta de verbas para a compra de novos volumes. tes de nível secundário.como a principal dificul dade en fren tada pe 1a Bi b1i oteca. Atualmente.47 3. a Biblioteca mantim atividades paralelas com o objetivo de incrementar o hábito da leitura. Alim disso. pa ra estudan solicitam Para empristimo. a Biblioteca Pública Estadual.

. as compras estão condicionadas a escassa ofer tade mercado local. realiza convênios com empresas da capital. de "carros-bibliotecas". bairros. funciona Esses. voltando a representar para os lei tores capixabas o mesmo papel de anos atrás. O SESC já elaborou projeto à construção de um novo prédio. a Dois veículos percorrem os O sistema funciona mediante convênio entre Fundação Cultural e Instituto Nacional do Livro. orgao do MEC . Mas. com 12 mi I livros. com a presença de escritores conhecidos do grande público. cerca de dois anos criou o serviço voltada aos bairros perif~ricos. caixas de 120 volumes. ~ sob as arquibancadas do somente a comerciários. As atualmente considerado um dos melhores da ponsáveis a limitarem o atendimento te. sendo inseridos alguns livros pouco vul gados.. então. A Biblioteca do SESC (Serviço Social do Com~rcio) num pequeno salão.48 vro. que ser iniciada no fim do ano. acervo se dá de periódicos. deverá quando. espera-se que a Biblioteca venha atender a população em geral. funcionam de acordo com fun aproximadame~ levantamen tos quanto ao gosto do leitor. násio de esportes. ciona um sistema de rodízio. com bibliotecas arr/buZantes res Pâra tan Junto às firmas. dessa 1imitação. Há promoção atravis de um contato direto com população.500 volumes. Agl~ As dificuldades de espaço levaram os to. gJ. com um total de 4. por sua vez. Seu acervo meração. A inexistência de dependências para leituras e consultas limitou Biblioteca do SESC a fazer empristimos de seu material somente a funcionários de comércio oU dependentes. em caráter provisório. obj et ivam despertar o interesse di pe los diferentes tipos de literatura. al~m a bibl iográfico A renovação mediante a uma verba mensal de Cr$ 2 mil para a do compra Os livros sao adquiridos nas livrarias da Capital. emprestar livros gratuitamente.

mas. apresenta problemas idênticos. pouco espaço para estudo. dispõe e que "uma bibUo teca funcional e ativa é o melhor instrumento que se podE oferecer uma comunidade~ guardando e dissimulando os conhecimentos a necessários . na Grande Vitória. sendo inacessível à maior parte da população. uma vez que. conforme in Já a formações dos funcionários daquele estabelecimento. do problemas como irregular. entre outros. sendo ainda menor o espaço destinado à sala de leitura. As conclusões chegadas no Congresso Brasileiro de Biblioteconomia Documentação. o mesmo acontecendo com a Biblioteca Muni cipal dE Viana. pouca difusão. Vila Velha. Cariacica. assim sis co mo as existentes apresentam problemas ligados a exiguidade de horário ' de funcionamento. nas dependências da antiga sede do nicípio. obras didáticas insuficientes e grande volume de li vros desatual izados.49 Situação similar vivem as Bibliotecas da Universidade Federal do Espl ri. incrementar o conhecimento à comunidade assistida.to Santo e municipais de Vitória. livros. enquanto a BibUoteca Mu nicipal de Vila Velha permanece fechada. muito embora seja este o meio de cultura mais completo a formação e informação. no ano de 1977. paralelamente ao isolamento do tema escolar. A da Universidade FedEral do Esplrito Santo. Conclui-se que a leitura de 1 ivros apresenta. Serra e Via na. o prédio em que funcionava esti sendo solicitado pelo Governo do Estado. dadas as dificuldades aqui apresentadas. está instalada em prédio provisório. A Aglomeração carece de bibl iotecas infantis. nem A rede de bibl iote cas existente na Aglomeração apresenta utilização insuficiente. Municipal dE Cariacica mantém BibUoteca livros e documentos do arquivo munici paI misturados no mesmo prédio. A Mu BibUoteca Municipal de Serra funciona com um reduzi do número de vol umes e espaço físico também muito pequeno. para O prob 1ema é agravado pelos aI tos preços dos A biblioteca não chega a aumentar os níveis de leitura. apresenta bom apresenta~ me bibliográfico. distribuição de volumes volu livros inacessíveis aos usuários. A Biblio teca Municipal rk Vitória. em Porto Alegre.

37 25 UFES 55.000 Es t udantes e Funcion. 1.500 População 55 30 . a fi m de que sej a fac i I i tada a auto-educação constan te. 45 350 MUNICípIO DA SERRA Municipal 1." Fica evidenciada a necessidade de reavaliar em caráter mais específico a abordagem de~ se ve í cu I o de comun i cação.000 7.000 Comerciários e Dependen.000 Municipal H/SEMANA FREQ.700 População 62 :: I 40 MUNiCípIO DE VIANA Municipal Fon te: FJSN. QUADRO 7 GRANDE VITÓRIA: BIBLIOTECAS PÚBLICAS MUNICrPIO DE VITaRIA NOME VOLUMES Estadual 40. DIARIAS Mt:DIA População 44 130 População 55 150 USUÁRIOS SESC 14.50 para o crescimento intelectual dE um grupo social.

4. Apesar de a Fundação Cultural procurar estabelecer maior popularização dessa expressão tural. no 1~ espect~ semestre de 1977. GALERIA DE ARTE Atividade cultural bastante recente na Grande Vitória. registraram. também essa forma de lazer está concentrada no Município de Vitória. .4. os resultados são insatisfatórios. faltando organização cu1 Cultura" sistemática. as galerias arte. 3. mantendo relativa assiduidade. Apenas dois teatros funcionam regularmente na Aglomeração: Gomes e o Stúdio. se intensificando medida em que se aproxima o final do ano. Desta forma. que assiste o teatro popular. têm conseguido de satisfazer a demanda de mercado que começa a despertar para as artes plásticas. conclui-se que. O Carlos Ambos. essa população. com uma capacidade total para 650 dores.7. embora em número bastante reduzido. não p~ A programação teatral coincide com os dodos escolares. uma frequência de 250 soas por espetáculo. talvez por não estar inserido no contexto da cultura de massa. pois o "Circo da não apresenta programação regular. Os espetáculos são a dirigl dos a classes específicas.6. apesar de estar devidamente difundido. Do quadro apresentado. o faz oca siona1mente. uma vez que suas instalações ainda não estão concluídas. O SCAV I (Sociedade Cultural Artística de pe~ Vitó ria) mantém atividades esporádicas.51 3. TEATRO É :uma das atividades sácio-cu'lturais mais expressivas. sendo as de nível sócio-economicamente mais baixas as que menos se identificam com essa atividade.

Centro . essas galerias conseguem frequência média de 600 pessoas por exposição.Vila Velha.Centro .Centro de Artes da Barra do Jucu .Galeria de Arte e Pesquisa .Galeria de Arte Homero Massena . Vitó . o que representa numero significativo para uma área urbana de porte da Grande r a: .52 tendo-se constantemente em funcionamento.FCES .

53

4.

ALGUMAS PROPOSICOES

54

Em face da

problemática apresentada,

tar propostas aptas
ri
e

o capítulo que segue

a incrementar a recreaçao na

procurara

Grande

Começa pelo meio-ambiente, continua pelos equipamentos esportivos
lturais e termina com sugestões referentes ã animação recreacional.

Na primeira parte, o Plano sugere a criação de parques
que darão maior dimensionamento às
do-se

interrelaciona

áreas de uso coletivo,

a

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aspectos

ificativos de ruas e avenidas, seguindo-se propostas de melhoria da

or a marítima.
a

anteci

ao crescimento da malha urbana, a curto e médio prazos.

, aborda a questão das áreas recreacionais, como praças e
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Destaca-se a

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Jardim América. também. As paisagens devem. Destacam-se. possam suprir as necessidades de praças dos bairros situados raio equidistante. diversos bairros. dispondo de locais pata atende atividades esportivas. preservando ve getações de afloramentos rochosos.. devi do as suas porta. PARQUES 4. culturais. .Bela Autora. mirantes naturais como os da Ilha Aribiri e Vitória e Solar Monjardim. entre outras. carentes de areas livres.J.56 4. num Guadalaj~ ra. CONSIDERAÇOES GERAIS o Parque. dimensões e conjunto de equipamentos que co!:!! Possui um raio de influência bem maior do que a Praça. 1. entre as áreas livres para uso coletivo.1 •. abarcando atividades que. pois eles têm um raio de influência maior em relação aos Parques Urbanos. 1. receber cuidados especiais. AREAS DE SOCIABILIDADE 4. o diagnóstico revela a necessidade da criação de Parques Urbanos nas zonas densamente povoadas ou em ritmo acelerado de ocupação. Essas áreas podem ser enriquecl das com a criação de Parques ao longo da orla. uma vez inseridas na malha urba na. lúdi cas. entre elas.1. é o espaço que po~ sibilita maior tempo de permanência e diversificação de atividades para o usuár io.1 •. didáticas (aulas práticas) assim comO áreas para pa~ seios e contemplação.

de As áreas reservadas para estacionamento de veículos vem local izar-se. assim como cuidar para que a topografia do terreno so fratão somente modificações estritamente necessárias ã implantação de equipamentos. existe a veget~ çãode grande porte e. na medida do possível. com algumas residências acima da cota de ISO metros. As propostas descritas detalhadamente a seguir. e um ponto marcante para todo o Estado. como acontece no Maciço Central e no Morro da Fonte Grande. recomenda-se a manutenção da flora e fau na existentes.1. junto aos I imites dos Parques. . assim como evitar-se acessos rodoviários a locais a1êm dessas areas especiais. assunto. por acampar o exem Pri mei ro Zoológico do Espírito Santo. 4. onde o núcleo existente chega a atingir uma co ta de lBO metros. A encosta a Oeste (Morro do Cabral) está densamente ocupada. está ocupado pelos equipamentos de transmissão e recepção das sões locais. como pIo. no entanto. não esgotam o apenas apontam as primeiras necessidades prioritárias. VITORIA a) MACiÇO CENTRAL (CROQUI N? 1) A ocupação dos morros ultrapassa a cota dos SOm estipulada pela Lei Mu nicipal que discipl ina o assunto.2. nas partes mais altas. O pico Televi O restante da encosta permanece desocupada. abrangendo toda a Aglomeração. raios de influência bem O Mestre Alvo.1. inclusive com vegetação natural na parte Norte. Para a implan tação dos Parques. de pequeno e mêdio portes.57 Os Parques Campestres (Maciço de Vitória e Mestre Alvo) caracterizam-se como areas de Reservas Florestais e tem seus mais amplos. Nas mais íngremes.

I VlTORIP. ) " ..MACiÇO CENTRAL MIRAN1"E nA ILHA DE. -- . o r' o.

Orquidiário. . . através de uma cerca. atingindo a partemais elevada até as imediações das antenas de Televisão. calçamento. e alguns trechos sem calçamento.Restaurante (já existente um pequeno). existem vários caminhos para pedestres. . Outra opção e ta por Fradinhos. onde ultrapassa esta cota. .Pequeno lago. Propõe-se a criação de um Parque nesta área. na parte Norte do Maciço e nas encos tas com decl ividade não superior a 30%. aproximadamente.Instalações sanitárias.Arborização. . cujos limites sejam dos pela cota SOm nas zonas ainda não ocupadas e que a própria ção. . que deI imite efeti vamente o parque.Espaço de recreaçao infantil. propõe-se: . junto às cercas das antenas.59 o acesso se faz a partir da Rodovia Serafim Derenzi.Estacionamento. Por outro lado. de preferência viva. .Passeios rusticos e . . indo até a cota 200m.Plantio de vegetação de pequeno porte. a ocupação poderá ultrapassar a cota de SOm. sem fei nenhum Além desses. Na cota 300m do morro (principal mirante). desde que sejam feitos estudos apropriados.Mirantes. . seja controlada. parte calçada com paralelepípedos. Impedir fixa ocup~ a expansão de ocupação.

A área se alonga em direção aos canais. pede~ recomendando-se o uso de paralelepípedos. principalmente o mangue e o Mestre Alvo.criação de transporte coletivo.ACESSOS . onde o desmatamento poderá provocar desl izamentos com cias graves. as seguintes observações: . . 1igando o pico do morro as zonas de piqueniques. Campus Universitário. Jardim da Penha e o Mar.TRANSPORTE COLETtVO . seguindo-se pela Rodovia Serafim Derenzi. com churrasque iras.melhoria do calçamento. os equipamentos deverão se localizar de forma a nao destruir os visuais que o espaço oferece. funcionando nos fins de semana e feriados. com a introdução de conseque~ conservada espécies nativas variadas. . são necessárias.60 o platô permite uma visão de quase toda a Aglomeração. Nas áreas semi-virgens. por Fradinhos e criação de caminhos para tres. principalmente nas encos tas. i ns ta 1ações san i tá r i as e arborização. onde descortinam-se visuais de toda a zona te. ainda. ainda. se constituindo no principal atrativo do morro.conservar a vegetação existente. a vegetação deve ser como se apresenta ou. próximo à Rodovia Serafim pavimentação do acesso Derenzi. e a abertura de espaços para paradas interme diárias em mirantes. mesa s rús ti cas. e a Leste Nor o . tra-se uma pedra que constitui ponto de rara beleza. Já os platôs de cotas mais baixas poderão ser reservados para zonas de pl q uen iques.VEGETAÇÃO . enco~ ao Norte. melhorada. b) PARQUE MIRANTE DA ILHA DE VITÓRIA (CROQUI N~ 2) Na parte Norte da I lha. Por isso. ao longo da subida.

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entre eles. a ser preservada a partir da cota "O".5 ha. de pequeno e médio porte. sua transformação em Parque/Passeio Públi co. de canteiros Desta forma. além da favelada. numa area de 8. com a iminente mudança dos reservados à vegetação de grande porte para outro local.62 integralme~ Propõe-se a criação de um Parque neste local. onde tem canteiros para reprodução de vegetação de pequeno porte. rada de ônibus coberta. Penha. são Cristovão.Manutenção da parte baixa. atendendo a população da região. Joana DIArc e adjacências. a construção de um ancoradouro para pequenos barcos Permite passeios pelos canais através da bela paisagem. Eucal ípto. onde predominam classes de renda média baixa e baixa. ras. c) HORTO MUNICIPAL DE VITORIA/PASSEIO POBLICO VILA MARUfpE O Horto Municipal está localizado ha Avenida Maruípe. A proposta I consis te em: . churrasquei. no Município Vitória. através da manu tenção dos mangues existentes. bem comb mesas ao ar 1ivre. Maruípe. de Situa-se em meio a bairros onde os espaços abertos para lazer são raros. conservando te a vegetação existente. juntamente com o man gue. contemplação. A pedra. portância desse local como mirante. pela sua vegetação e sinuosidade. propõe-se. quiosques e sanitários. Santa A oferta poderá aumentar em função da liberação uma área de dimensões razoáveis. que margeia a Avenida l"1aruípe. no local. é adequada para piqueniques. para aquela area. constituindo ereação~ assim como elemento Sal ienta-se a fator im de lazer e re de equilíbrio ecológico. além dos mo radores da região de Santo Antônio. atendendo de são Cristovão. ções p~ popul~ junto à entrada do Parque. nos morros. Maria e Maruípe. jáexi~ . Itararé. sibilitando GAS). po~ (PIRQ formada Podem existir. assim como.

. localizada atrás do morro central.a jão" . caixa de correio. etc. . dendo ser uti 1izadas pedras do tipo "Z. torna-se necessário a criação de novos ços 1ivres para atender as aspirações de recreação da população. equip~ durante (Tal medida beneficiaria ao Colégio. aproveitando a encosta próxima à usina de asfalto. possui~ Assim sendo. não a demanda. shows. . .Drenagem da vala e tratamento das margens do corrego que deságua na vala.Remanejamento das árvores de porte. .Instalação de equipamentos urbanos de uso público tais como: telefo ne.63 p~ .Integração da area como o pátio mentos poderão do Colégio Polivalente. dadas as dimensões e local ização. do somente duas praças: uma junto a Avenida Vitória e outra atrás Estádio Governador Bley. d) PARQUE SOLAR MONJARDIM (CROQUI N~ 3) O bairro de Jucutuquara é carente em areas 1 ivres para o lazer.Calçar os caminhos existentes. da parte baixa. para desfazer a concentração de uma só espécie. bancas de jornal e instalações sanitárias. dentro de um mesmo espaço. que ficaria com o seu pátio ampliado e poderia utilizar o esp~ ço para atividades ao ar livre e/ou aulas práticas). mantendo seus traçados e larguras. . os horários em que não houvessem aulas.Aproveitamento ou seixos. cujos ser util izados pelos frequantadores do Parque. p~ ra criação de um viveiro de aves.Construção de pequeno auditório ao ar livre para apresentação de musi cais. do atendem espa .

BOSQUE NATURAL .-.----.--A --- I SER CRIADO --- - I ---.J /1 -JI ""'BOSQUE -------.---~~-- - ~CESSO PARQUE AREA: ESCALA: SOLAR MONJARDI M 8:_h_O 1/5000 _ N Q :'} j .--.- _SOLAR E..

7 Foram previstas áreas para: Jo .Bosque . e) PARQUE: METROPOLITANO DE CAMBURI Esse parque foi objeto de estudo específico elaborado pela Fundação nes dos Santos Neves. -se a ampliação da área. 19?? 12 p. O es paço poder~ ser utilizado pelos visitantes permitindo organização programas ao ar livre. fronteira e de acesso principal ao mu seu. aquele órgão tombou um morro.65 est~ Um dos poucos. com a anexação I exis Propõe- de outro morro próximo. . A topografia atidentada sugere a utilização para recreação passiva. localizado junto à Avenida Paul ino Muller. se encontrando em boas condições de conservaçio. e da abertura do local à população do bairro.Estacionamento..Feira dos Municípios 7FUNDAÇÃO JONES DOS SANTOS NEVES: Parque Metropolitano de Camburi. O pridio. no bairro. senio o Gnico solar da ipoca colonial. Vitó ria. . foi recentemente restaurado pelo IPHAN (Instituto de Patrimô nio Histórico e Artístico Nacional).Áreas de esporte . para oferecer maior espaço aos usuarlos. de As áreas. . antiga sede de uma fazenda.Administração e restaurante. numa abrang~ncia de 8ha. deverão ser tratadas. possibilitando integração mais dinâmica entre verde e museu. tente junto ao solar. Na mesma ocasião. A criação desse parque viria suprir a demanda de ~reas verdes do bair ro.Parque de diversões . intensificando o seu uso. - P~tio de entrada.

aproximadamente. situado em posição central em relação aos no recreati conjuntos habitacionais da COHAB e INOCOOP (Jardim Guadalajara. acrescidos dos moradores do IBES que certamente utilizarão o pa rque. situada em terrenos do Aeroporto Eurico Sales. que não chegam a atender a da de áreas livres necessárias. vem sendo uti lizada para atividades vaso Esse local. em: . 4:1. . abrangida pelo parque. 30ha junto à Avenida Vitória Régia. cuja cota elevada constitui mirante natural. é de 19. com zonas elevadas chegando à cota e outras áreas planas ou encostas. frente a Avenida Dante Michelini. VILA VELHA a) PARQUE JARDIM GUADALAJARA (CROQUI N? 4) Uma area de. 50 veg~ . o Parque poderá atender deman Com um raio de influência de 3 qui uma população aproximada de 16. Conjunto Santos Dumont e bairro Santa Inês).1. Possui afloramento rochoso e tação de porte parcialmente destrufdos. considerando"se somente os moradores dos conjuntos lôm~ habi COHAB/ /INOCOOP..Integração da area com a praça do Jardim Guadalajara. A proposta do Parque Jardim Guadalajara consiste.000 tantes.Área de 32 ha. em Camburi.3.5ha. A implantação de um Parque nesse local ficaria plenamente pois haveria diações. tros.66 A área. racionalização de uso à população numerosa das Soma-se a isso. o fato de os bairros e conjuntos ime- habitacio nais estarem mal equipados de praças.Area de topografia acidentada. apresenta terreno acidenta do. . Municfpio de Vila Velha. maio~ justificada. basicamente. Colorado eAsteca.

SANTOS DUUf"'.í I I J i IIES i l ."' I ': t r.~ ..~l j r--J -_.0~t~J'-.[1. I~ GUADALAJA~-==== -={ --"..j:.._J .:-~-~.-:------- lil ..-~. i I I .~j __~u_~__... -~-~ ~ ._~~~J =:::: =::-=a . ~ _.."._·_~___ • "'0.=~~-...-. I ~:a::==~ PARQUE _ ! ~. ....! I I j B.---.---------------j ESCÃJ=A~.---~=~~. ._--.~ i. I 'II I I j I I ~ ! j í ! II J I! j t I I I i !! 1 J .. LI' .-=:=-~._ I ! .ô·r tm.

interl igando os espaços. preservados os afloramen tos rochosos.Centro Comunitário ou Escola.Play-Gpound e Play-Lots para crianças. preservada.Pequeno bosque com bancos. b) PARQUE MIRANTE DE ARIBIRI (CROQUI N~ 5) Uso idêntico ao proposto para o Parque Jardim Guadalajara. com cotas em torno de 25m. a ilha apresenta de vegetação natural. recomenda- Situada numa zona mangues. Desse local descortinam-se belos visuais para o mangue e para o Penedo.Poderão ser criadas e/ou preservadas alamedas com caminhos saibrados.Instalação de auditório ao ar livre para apresentações musicais e de teatro. . .68 Propõe-se que sejam mantidas as características do sítio. -se para uma ilha próximo ao canal de Aribiri. e duas elevações. . aproveitando uma das encostas existentes. . seja condi Por exemplo: . criando itinerários.Zona para passeios e contemplação . e que o zoneamento das instalações de equipamentos feito de forma a aproveitar ao máximo as áreas que apresentarem ções mais adequadas.r! composta e densificada a vegetação de porte. de pequeno porte.Sanitários e quiosques.passiva.Zona para prática de esportes para adolecentes/adultos.5 ha. onde abrem e fecham~se visuais. . . com uma área aproximada de 7. . .

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. . cu redon .Arborização. Em raz~o disso.Campo para bocha. .VI LA VELHA A populaç~o (CROQUI N'? 6) do bairro Divino Espírito Santo utiliza intensamente diver sos campos de futebol.Areas para jogos. uma area esportiva. . cursos. ja área. .Bancos. ainda.Zona para recreação infantil.5 ha. A proposta consiste em: - Consolidaç~o - Implantaç~o de dois campos de futebol existentes. atende os bairros e conjuntos habitacionais da deza.Vestiários e chuveiros. c) PARQUE DIVINO EspfRITO SANTO . Ataíde. onde predomina a classe de baixa renda.70 Fica proposto. Ilha das FIo res e Vila Batista. pois a ilha é de fácil acesso para os moradores dos bairros Aribiri. propõe-se a criação de um parque nesse local. próximos ao Ginásio Estadual Nossa Senhora da Pe nha. de uma quadra multifuncional. . 3. administração. Santa Rita.

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principalmente nas margens do canal Marinho. é a preservação de um morro situado junto aos bair ros Bela Aurora. I . No entanto. deverá ter a sua vegetação existente adensada. onde poderão ser instalados: . Ferroviária pela sua centralização como pela Localizada próxima às Avenidas América e Brasil.2 quadras multi funcionais. Desta forma. cuja cota mais elevada atinge 50m. no mínimo. tanto acessibilidade.72 4. também. . por tratar-se de uma área alagadiça. da de Ferro Leopoldina e Rio Marinho. . de arborização adequada. CAR IAC ICA a) PARQUE JARDIM AMÉRICA Os bairros. o fundo do vale compreendido entre esta elevação e outro morro onde está a Estação de Agua da CESAN. com encostas de pouca declividade e de pequeno e médio portes. p~ Estr~ aproximadamente Propõe-se uma reserva de. assim como equipamentos propostos: trata dotando-a bancos e instalações sanitárias. Cobi (Vila Velha). também nesse local. 2ha para uso exclusivo de lazer e recreação.4.Zonas de passeio e contemplação. 1 . e adjacências. b) PARQUE BELA AURORA (CROQUI N9 7) Necessária. é necessário um mento do local. cerca de 18ha . essa área possui 9ha. Ouro Verde. vegetação situado' Essa área. fica posto a criação de um Parque. Itaquari. são Torquato. viria suprir Uma área livre proxima ã Desportiva essa deficiência. apresentam carência e inexistência de espaços livres ra lazer e recreação. Jardim América. . Vale Esperança e Rosa da Penha. além de ser re servada para recreação. cujo I imite seria pr~ cota de 20m.Zona de recreação infantil.

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075 de 09 de agosto de 1976. Serão beneficiados com esse Parque os habitantes dos bairros já citados além dos moradores de Campo Grande. Cruzeiro do Sul e Rio Marinho. aproveitando a encosta. 1. 5.MESTRE ALVO (Reserva Biológica. Areas para recreação infantil.14 o Parque deverá conter: .Area esportiva. foi declarada como reserva biológica a área de 3. . . . 4. Areas de piquenique. que nesses bairros são poucas as opç~es já de áreas para lazer. Jardim Botânico.Auditório ao ar livre. O local deverá ser objeto de estudo específico. SERRA . p~ .Iluminação em alguns locais. instalaç~es san~tárias.240 ha que abrange o morro do Mestre Al Pela Lei Estadual n~ vo. Zoológico e Parque). 3. para demarcar areas ra preservação restrita e para implantação de equipamentos. bancos. 1. Areas para passeios e contemplação.Areas livres (naturais).

localizadas no sopé do Morro. . propõe-se. que as vilas Pitanga e Laranjeiras. nas zonas de cotas inferiores. uma vez que inexistem esses equipamentos na Aglomeração da Grande Vitória e mesmo no Espírito Santo. quentemente. para estudos. Ratifica-se a necessidade de recuperação florestal das áreas das. .Zona para camping. secundárias e superiores. . deverão ter seu crescimento limitado. assun . fazendo-se necessário. um estudo pormenorizado do to.Transporte coletivo.Administração. restaurada num espaço aexe~ um pouco maior do que 20 anos. ou planas. . na direção da en costa. a criação de um Jardim Botânico e Parque Zoológico. A criação desses equipamentos visa reunir espécimes de flora e fauna mais característicos do Estado ( e mesmo do País) visando a formação de acervo. plo do que já ocorreu na Floresta da Tijuca.Instalações sanitárias. será necessário dotá-lo de infra-estrutura como: . Para tan to. devolvendo desmata sua principal característica de Floresta Nativa.Restaurante. .Acessos. ainda. poderão ser montados estudos programados para Conse atendimento às escolas primárias. proporcionando aos estu dantes contato maior com as bioespécies de flora e fauna. preservação e reprodução de espécimes. Adverte-se porem.75 Integrando-se ã Reserva.

2. vegetação de pequeno porte. 4 . VIANA .76 4 . A área possui uma abrangência de 25ha. bem como a presença de canteiros gramados. Propõe-se arborização densa. Assim. de acordo com 8EsprRITO SANTO. uma vez que ainda é baixa a densidade populacional do Município. pr~ define uma area. cumprindo de maneira satisfatória ade as funções a que se destinam. 1. as areas reservadas para lazer devem receber um tratamento quado. atingindo as imediações num futuro bem próximo. . SECRETARIA DE PLANEJAMENTO. bancos.p~ Imprescindível rém.1. As praças. . Propõe-se a reserva de parte dessa área à criação de um Parque. Vitória~ 1976. como Zona de Uso cial. 1 . porém.2. Ressalta-se. é a reserva da área. Grande Vitória: Uma Propo~ ta de Ordenamento da AgZomeração Urhana. 1.PARQUE AREINHA (CROQUI N~ 8) A Proposta de Ordenamento da Aglomeração Urbana 8 Esp~ ximo ao bairro Areinha. minação. para as praças. guns batrros dispõem de pequenas areas. porém racional.1. já que os loteamentos estão se processando de maneira acelerada. que sua implantação não é prioritária. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Conforme já foi sal ientado. zonas de recreação infanti 1 (exemplos: na Avenida Beira-Mar e Praça Costa Pereira). mas quase AI sempre áridas. a Aglomeração carece de áreas 1 ivres. pouca vegetação e muito cimento. no Município de Viana. PRAÇAS 4. 6. Praça Getúl io il~ Vargas.

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Além das quadras pintadas. visa Maria Leonora Pereira. ser util izada para lazer.2. resultantes de levantamentos to e/ou por meio de mapas. Recomenda-se ~s Prefeituras que na ocupaçao de novos loteamentos sejam reservadas áreas com dimensões e localização adequadas ao lazer. podendo. V 1T6R I A . caixa de correio. como maneira dire exemplificada de propostas.JARDIM DA PENHA: praças situadas entre as Ruas José N. entre outras. A Rua Maria Leonora Pereira. a rua poderá receber arborização e bancos nas calçadas. pois não havendo trânsito de veículos. A listagem a seguir não deve ser considerada como a totalidade dos esp~ ços potenciais livres de Vitória e outros Municípios. sim. também. equipamentos públicos. há maior liberdade de uso dessas pequenas áreas. 4 • 1. pamentos públicos. com pintura de várias quadras de esportes.78 o seu porte. dessa forma. banca de jornal. As areas de praças devem receber equipamentos de forma a adquirirem ca ráter de Praças. sem muros ou cercas. esquematizada no croqui n~ o uso dessas áreas com maior segurança. A proposta. Tal medida implica também na ampliação das pequenas áreas livres que existem entre alguns conjuntos de prédios. como telefo ne. Essas áreas são de uso público. deveria ser fechada ao tráfego de veículos. devem receber.Cipreste e 9. mas. com verde intenso.2. portanto devem ser abertas a toda a p~ pulação. local para recreação infantil eequi. .

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Propõe-se uma area aproxi madamente. que de a area verde possa ser utilizada pelos alunos um colégio. espo. do a implantação mais adequada dos equipamentos esportivos e espaços ve. recreação infantil. próximo a Rua Orlando Guimarães. integrada ao bairro citado. Ave equip~ Propõe-se o fe chamento parcial das ruas circundantes. sendo necessário equipá-las e tratá-las paisagisticamente. des para recreação passiva. ainda. e adjacências. . tivos. em caso fechamento dessa via públ ica. que já pertence à municipal idade.BENTO FERREIRA: (Croqui n? 1l) - duas áreas simétricas junto a nida Cesar Hilal.. situado nas imediações. Os acessos para a Rua Maria Leonora Pereira poderão ser desviados por duas paralelas próximas. 1 . REPOBLICA E ADJACtNCIAS: já existem reserva das algumas áreas para a criação de praças.!:. Su gere-se. é adequada à cria ção de uma praça. beneficiando ao mesmo tem po ao Bairro Ilha de Monte Belo. . esport~ No concernente às atividades vas. . a implantação do Parque Metropolitano de buri (vide item 3. ar .propõe-se a criação de uma na área existente entre o escritório regional da Prefeitura praça Municipal de Vitória e o Lions Center de Vitória (Rua Santa Rita de Cássia). estão sendo das como praças pela Prefeitura Municipal de Vitória. proxlmo ao canal de Bento Ferreira. uma vez que os blocos residenciais permitem o acesso de ambos os lados. programação teatral e outras.80 o traçado das ruas desse bairro permite várias opções que.!:. zonas verdes e um pequeno auditório ao livre. culturais e lúdicas. tor nando ambas as áreas menos ociosas. mas. dando melhor tratamento as existentes. não compromete a circulação de do veículos.BAIRROS JARDIM CAMBURI. a população possa usar os equipamentos esportivos daquele educandário. para apresentação de musicais. ampliando a área e possibilita!!.5 ha onde pode rão ser i nstal ados equi pamentos de.5) Cam atenderá à demanda. assim como. A area cogitada à implantação da Estação Rodovi~ria.BAIRRO DE LOURDES: (Croqui n? 10) .. em fins-de-semana. dispensando a criação de no vas areas.

..! ffi -I- >·z LU ~i ui <t (ij (f) '4 U LU O <t t- oc i! 8LlJ . .- .....--------- ESCALA: 1/100 N2 10 .~ > LlJ ~ ~ W O ~ ~ PRAÇA BAIRRO DE LOURDES ----b-----.

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mas. propõe-se o fechamento da área contígua. VILA VELHA A maioria dos bairros desse Município possui áreas coletivas para lazer. visando melhoria e/ou criação de áreas públicas. recebendo arbo rização e ajardinamento. . Nos demais bairros. o logradouro não ga a satisfazer as aspirações da população.MORRO ALAGOANO: a populaç~o circunvizinha uti liza uma area 1ivre um centro comunitário para lazer. sem o devido tratamento paisagístico ou inexist~ncia de qualquer equipamento. novas . reune condições para ser ampliada. apesar de suir também uma área muito pequena. re total Faz-se necessário melhor aprovel tamento destes locais.2. Paulino Muller e Vitória. e Estádio Este espaço poderá ser transformado em praça. vez Uma liberada. popul~ 4. formada por uma rua de acesso local e sua intermediação com aquele Estádio. a área anexada permitirá ampliação do espaço verde. servadas para este fim. situados nas imediações do Alagoano. melhor tratamento paisagístico e implantação de alguns equipamentos urbanos.83 . seguem-se algumas propostas. (croqui n~ 12) I che A praça Governador Bley po~ situada atrás do Estádio de mesmo nome.JUCUTUQUARA: pr~ os habitantes desse bairro dispõem de apenas duas ças para recreação. Para tanto. Uma está situada na conflu~ncia das Avenidas Alber to Torres. a fim de que haja utilização efetiva da çao.3. Por suas dimensões reduzidas e intenso movimento. 1. o problema se repete: pequenas praças e areas. local de trânsito muito agitado. Por isso. sem que se encontrem em boas condições de conservação.

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JARDIM GUADALAJARA. co1ocaçio de ban Por isso. reservan do-se. . canteiros e equipamentos. NOVO MtXICO E ADJACtNCIAS: ajardl ref~ namento e arborizaçio compõem as principais necessidades do setor. . com zação. ampliação dos completo abandono. caixa de correio. Além disso. em r6tu1as. fechando-se o trânsito em um dos arbori la dos. sendo a se gunda ampliada com o fechamento de uma das ruas laterais (croqui n'? 14). como quadras multi-funcionais e outros equipamentos esportivos. recanto in fanti1 (na parte central). devem ser criadas áreas esportivas. inclusive. Na medida do possível.IBES: destina na praça central. de jornais. sendo pois transformado em parque (vide proposta Parque Guadalajara). para maior segurança e efetiva uti1izaçio da população. arborizaç~o. . com o fechamento da rua-eixo e incorporaç~o ampliando-as da praça que se encontra em o local é pr~ pício para as quadras de vo1ei e basquete. canteiros e instalação de equipamentos púb1 icos.85 . espaço para o ponto final dos coletivos (croqui n'? 13). O trânsito pode ser feito pelo contorno da Praça. campo de bocha. devem ser melhoradas. Além de ajardinamento e arborizaç~o. etc. sejam integrados ao morro contíguo. aproveitar as areas pr6ximas a Igreja. rentes as áreas coletivas para lazer. E. como telefone. apesar do grande espaço 1 ivre. banca Toda esta área é carente de arvores e vegetação de pequeno porte. No caso específico de Jardim Guadalajara. JARDIM ASTECA. assim como o equipamento comunitário. ela comporta a instalação de parques de diversões. pouca área se ~ praça. circos de pequeno e médio portes.COBILANDIA: as praças. paralelamente. . assim como a pracinha si tuada na esquina das Ruas Aristides Miranda e Estrada Velha. propõe-se que sej am fechadas as ruas que a cortam.ARIBIRI: Deve-se melhorar a praça principal. permanecendo aberta exclusivamente a via que abastece o comér cio local. ficando impr6pria para cos ou aJard i nagem. pr~ põe-se que a área da Praça. em frente ao cinema.

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[j ú [J [J AÇOUGUE [j [J a MERCfARI [1 d a J J J ] l .

aborda os problemas de circulação de veículos nesse setor. com até a mesma. melhor adequar área 1 ivre.no cruzamento da Rua Jundiaf eJataí propõe-se a criação de uma área de esportes.88 .BAIRRO SANTA o croqui n'? 16 assina1a area proposta à locali zação de uma praça. devido ao intenso trânsito. carecendo remodelação.a praça principal é extremamente árida e mal utl lizada. está de segurança. IN~S: . dependente de es tudos do Plano de Ação Imediata de Transporte e Tráfego (PAITT). A prl a Getúlio Vargas. etc. facilitando. apesar de bem localizada. Além disso. atualmente utilizada de forma precária. assim. integrada à praça. por ser do tipo rótula. da área de esportes ao lado dos transmissores da Rádio Vitória.BAIRRO ALVORADA: (croqui n'? 15) .GLORIA: p~ a pequena praça em frente à Fábrica de Chocolates Garoto derá ser melhorada com a colocação de canteiros. próxima ao ponto de ônibus. que . bem como a instalação de equipamentos ora carentes co mo area de lazer. propõe-se a preservaçao e melho ria. bancos. duas praças atendem às necessidades do bairro. com campo de futebol e t imprescindível a arboriza ção e iluminação.VILA VELHA: (sede) .SÃO TORQUATO: meira delas. Dada a carência de praças nesse bairro. apresenta dimensões reduzidas em relação ã população que atende. no interior do bairro. quadra multifuncional. . Pode ser melhorada com adensamento de arborização. A Praça Getúlio Vargas pode ser melhor aproveitada com o fechamento uma das ruas fronteiras. impede o acesso das pessoas à zona central. com arborização e equipamentos. Da mes ma forma. com vegetação. canteiros e outros. . instalação de equipamentos públicos e recreação infantil. Já a segunda. . o acesso. já que inexiste espaço de recreação nesse bairro.

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CU. -_ .l8E E.---- SANTA INES . J Q. 60CHA j j ~j j II ~j j j j 1 -1 1 1 1 I PRAÇA ] I í 1.S. j AEHO.J J rJ ~J .

000m 2 . Essa área. já que a implantação dos equipamentos pode serdis tribuída de acordo com a declividade do terreno.ITAQUAR I : uma única opção é viável a criação de áreas coletivas: o terreno junto ao Colégio da Companhia Vale do Rio Doce. CARIACICA . Propõe-se a criação de uma praça nesse Leo espaço e a transferência do campo de futebol para a area do Colégio lente. na Rua Freire. como campo de futebol. deve ser desapropriada. compreendendo um espaço entre alinha do pátio interno e muro que margeia a rua. Já a segunda area é empregada. com base na encosta do morro e vértice superior na confluência da rua com a li . 2. assim. . O terreno apresenta topografia acidentada.1. 10 Poliva A medida beneficiária a comunidade que ganharia uma praça boas dimensões na zona central do bairro.CAMPO GRANDE: tação de praças. uma área triangular. Fica.91 4. mudança do muro para a margem da linha de ferro e a derrubada do atual. com 5. situada na Rua Eurico Salles.2. assim como um campo de tebol mais espaçoso. Muniz o Esta área está sendo util izada atualmente co mo depósito de sucata. já que o atual está "sufocado" por muros e de fu cons t ruções.800m2 . pois uma das últimas opções para um bairro constitui que se adensa mais e mais e. cal izando-se próximo a Rua Expedito Garcia e a Estrada de Ferro poldina. então. impla~ propõe-se que duas áreas sejam aproveitadas à apr~ a primeira. evidencia a necessidade de áreas livres para recrea ção. atualmente. nem por isso. Propõe-se. consequentemente. constitui problema. com. no entanto. mas. atenderá parte da população situada num raio de 300m.4. ximadamente.

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VALE ESPERANÇA: o conjunto habitacional. A praça teve uma pavimentação de cimento muito densa.93 nha férrea (croqui n~ 17). Uma seria o aproveitamento das encostas. também. etc. Note-se. que na parte mais alta do bairro. o que prejudica sua função de área de lazer. telefone. Mesmo assim. há uma area baixa. Enquanto isso. . . . devendo-se criar espaços mediante desa propriações. arboriza Outros equl pamentos podem ser acrescidos. Com isso. Assim. de escadarias arborizando~as acesso. banca de Jornais. a arbo rização das encostas teria a função de evitar desl izamentos de terra ( c r oq u i n<: 18). caixas de correio. a implantação da praça ainda deixaria Itaquari carente de locais públ icos para lazer. tem-se um espaço disponível p~ ra uma praça que atenda toda a população do bairro. Igreja e Praça compõem um to integrado no centro do bairro. queof~ rece condições à implantação de um campo de futebol. junto as encostas. há um campo de fu tebol que deverá ser preservado e melhorado com arborização. escavada. formado por 300 unidades residenciais. não dispõe de nenhuma área coletiva. é necessária a criação de novos canteiros e uma boa ção.BELA AURORA: conju~ Jardim de Infância. para melhor ambientação daquele logradouro públ ico. como caixas de areia. iluminadas e de platôs com canteiros. sendo necessário o tratamento do talude (para evitar-se desl izamentos de terra). alternativa de Por outro lado.

. 1/ 50()T- I / 100 FUTEBOL •••••• __ - __ . DE CAMPO ._ ··"_"'0'.~ '.>< ___ o • I: . _ _ _ ._ MIRANTES •• - _ . : _-..AS.. __ o ABE~ :~: _ __~~~ __ • CARI4r. 'li ..IC~ E __ _ESÇAl".". 1 1 VALE - ESPERAN A I ARE.

atendendo a manifestação espontânea daqueles de habi tantes. ocupando toda a parte livre da quadra. dada a carência de praças no ba i rro. com i arboriza ção. Par a sua consolidação ve ser arborizado. Esse espaço.ITANGUA: a area em frente ao Ginásio Manuel Lemos da Luz constitui uma das únicas opções .BAIRRO OURO VERDE: a area reservada para uma praça (croqui n9 19) está em completo abandono.ITACIBA: para a implantação de uma praça nesse bairro..000m 2 . .95 . area de encosta fazendo frente para Rua Cleto Trancoso (croqui n9 20) é também uma das únicas opções para esse bairro. . devendo receber tratamento uma vez que a população cresceu consideravelmente e não dispõe de nenhuma área 1i vre. ainda. passará a nhar papel importante junto ~ desemp~ comunidade. tanto para os moradores como para os que fazem uso do Centro de Saúde. . que já consagraram aquele uso. no local denominado popularmente de NHA"~ improvisou-se um campo de futebol.JARDIM AMtRICA: é importante a implantação de uma praça junto ao Centro de Saúde. apesar de pequeno. cerca de 2. '~IQUI Em Jardim América. bancos etc.

. BAIRRO OURO VERDE ..li j1 Jl j] j [j [] [) [J [1 [j j j j J 1 1 1 1 1 1 = -= = = = = ""_• _-:. .=.~.

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mais detalhado.3. deve-se promover a construção de abrigos e melhoria dos pontos de ônibus. .2.1. recomenda-se apenas reserva de áreas. Nos principais. 4. bancos.5. é b~ melhorar necess~rio campanha de motivação dos habitantes. sob orientação e apoio das uma pla~ Pre feituras. SERRA E VIANA A urbanização da Serra ainda não atingiu índices capazes de tornar sível a criação de novas praças. caixas de correio. banca de jornais e outros. elaborado pela Fundação Jones dos Santos Neves e aprovado pela Municipal.1. J~ a conjunto. existe um plano de po~ Câmara no Município de Viana ainda não há necessidade de cria ção de novas praças. posterior implantação.1. que poderia incrementar o tio de árvores nas areas residenciais. devem ser instaladas pracinhas. com vistas a todas as ruas e avenidas da Aglomeração. a para Na área de Carapina. Para tanto. telefones. propõe-se a melhoria priorit~riadas avenidas e ruas 1 istadas a seguir. Paralelamente.3. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Em face da carência de arborização. Desta forma.1.4. lanchonete. com vegetação. servindo apenas como orientação sica para a formulação do plano. à medida em que a população for se adensando. ASPECTOS RECREACIONAIS DAS RUAS E AVENIDAS 4. local previsto para maior expansão da população do Município.

tratar e arborizar o canteiro central. A avenida apresenta trechos sem calçamento dificultam o tráfego de pedestres.3. ção (croqui n9 22).1.101 . é necessário melhorar-se o central adequadamente. . oferecendo ça e nenhum conforto. paviment~ princl O mesmo acontece entre IBES e Vila Ve . no viaduto sobre a p~ principa~ Estrada de Ferro Leopoldina. VILA VELHA . Na altura de Cobilândia. . araorização e calçadas. além de pavimentar as calçadas. Outrossim.AVENIDA ADALBERTO SIMÃO NADER: utilizada pelos moradores de ras que se deslocam a pé à Praia de Camburi. necessárias Goiabei pouca segura.3.RODOVIA CARLOS L1NDEMBERG: alguns trechos da Rodovia apresentam de movimentação de pedestres. falta ção do passeio. havendo necessidade de alargamento das calçadas e. mente. 4. I ora em elaboração pela Fundação Jones dos Santos Neves. a largura é suficiente. cal çamento e tratar o cantei ro que Assim. arboriz~ sendo. assim. mas. a exemplo de que foi feito na altura da Avenida Alberto Torres. palmente nas épocas de chuva.AVENIDA MARECHAL MASCARENHAS DE MORAIS (BEIRA-MAR): dada sua posição em relação a Baía. pois. dificultando. a circulação das pessoas. deve-se esclarecer que as ruas do centro não foram abordadas neste Plano porque constituem objeto de estudo específico a ser desen volvido pelo Plano de Ação Imediata de Transporte e Trânsito (PAITT). com bancos.!2. como e o caso do espaço entre são to e Cobi. deveriam ser criados pequenos mirantes. a construção de passarelas laterais. gra~ Torqu~ Os passeios estreitos geram insegurança dos que trafegam lo local.AVENIDA NOSSA SENHORA DOS NAVEGANTES E AVENIDA VIT6RIA: desobstruir.

J 1 j j S I I I I I I r ESCALA: I 200 N Q 2:' ."j '. j j j j j J 1 ~.

frente ao Posto Valentim. Por outro lado. Com rápida urbanização nos dois lados dessa BR. CARIACICA .4. Já a Rodovia Carlos Lindemberg necessita de arborização em toda a sua extensão. paralelas a ela. a construção de uma passarela.Avenida Champagnat (Vila Velha/Praia da Costa). precisando de melhorias urgentes. .BR-262: pede~ no trecho são Torquato/Campo Grande. .Avenida João Gonçalves (Cobi lândia). .Avenida Nossa Senhora da Penha (IBES). A medida deve ser urgente para o de trecho não tardando a estender-se até Viana.Avenida Graça Aranha (são Torquato). Trata-se de uma atualmente em condições de Sugerimos a colocação imediata de um semáforo nesse bem como.Avenida Jerônimo Monteiro (desde a Glória até Paul). feita de perigo. ainda. mentação intensa de pedestres. Há necessidade de calçadas e arborização. outras vias que exigem melhoria de calçadas e - arbori zaçao: .3.Rua Vitória Régia (ligação entre IBES e Novo México). merece atenção prioritária o entrocamento da BR-262 com a Rodovia José Satte (estràda para Cariacica). . a movimentação de tres é muito grande.1. 4. .Rua Castelo Brasil (Vila Velha). propõe-se a construção vias locais. Seguem-se. .103 lha. próximo ao Posto "7 BeZo". . movi gra~ ponto Medida semelhante impõe-se na entrada principal de Campo Grande.

Avenida Espírito Santo (Jardim América) . 6. .3. situadas ao longo deste trecho da BR.Rua Expedito Garcia (Campo Grande) (croqui n? 23). pavimentação e arborização das estradas para rede do cípio e loteamentos que estão surgindo ao longo da BR-262. a arboriza ção deveria ser mais densa nos limites que separa a Companhia de Ferro e Aço e zonas residenciais. criando um verdadeiro cinturão verde pr~ longando-se também até a estrada que dá acesso à Bela Aurora. 3 . já mencionado.5. SERRA . em condições de segurança.Rua Maria Ortiz (Alto Lage).nesta avenida.Melhoria. 4. . a criação de uma ciclovia para o trecho são to até o Posto /I? BELO ". devido ao intenso tráfego de ciclistas entre as areas habitacionais e as fábricas.Medidas que permitam a travessia da BR aos pedestres.Arborização e construção de calçadas na Avenida Jones dos Santos Ne ves. na altura de Ca rapina. 4. 1. . com prioridade: .104 Torqu~ Recomenda-se ainda. VIANA . na sede do Município.1.101/262. .Acesso para Itaquari. Muni . Outras ruas no Município de Cariacica necessitam de calçamento e arborização.

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AV. EXPE[)TO GARCIA_.
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23

106

4.2.

RECREAÇÃO ATIVA

4.2.1. ORLA MARfTIMA

4.2.1.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS

As praias constituem o principal potencial turístico e recreativo

da
gra~

Grande Vitória, utilizadas pela população nos fins de semana e por
des fluxos turísticos, durante o verão.

ocup~

A faixa mais densamente

da está localizada entre os Municípios de Vila Velha (Praia da Costa
Itapoã)

e Vitória;

as vilas Manguinhos, Carapebus, Jacaraípe e

Almeida, no Município de Serra.

Nova

O restante, embora esparsadamente

pado, está completamente loteado, prevendo-se ocupação em curto

e
ocu

espaço

de tempo, principalmente no Município de Vila Velha.
Procurando preservar a orla marítima,

a Marinha fixou uma faixa

de

33m, a partir do ponto de maré média, em utilização pelos banhistas, nu
ma abrangência de quase toda a areia.
rar

Mas, torna-se necessário

areas para o desenvolvimento de atividades

asseg~

que complementem e

en

riqueçam o potencial litorâneo, como a introdução de parques, mirantes,
areas de camping, equipamentos tipo quiosque,

sanitários,

vestiários,

areas para esporte, recreação infanti 1 e, assim como, espaços

arboriza

dos e ajardinados para recreação passiva.
Largamente difundida, tem sido a concepção de utilizar essas faixas

p~

ra a construção de avenidas Beira-Mar,

li

torâneas brasileiras.

na maior parte das cidades

O uso para tal final idade compromete e fragmenta

o espaço das praias, diminuindo a área de uti1 ização da população,

com

107

prometendo a segurança do pedestre, dadas as características
pelas avenidas, transformadas em pistas de corrida.

assumidas

Mais coerente

ria o emprego dessas vias tão somente para acesso a orla

se

litorânea,

contando com arborização, passeios e equipamentos.
Os terminais de ônibus poderão local izar-se junto as
distribuidoras de tráfego interno,

vias coletoras

e

absorvendo o principal fluxo viário.

Poderão ser previstos estacionamentos junto as vias perpendiculares

à

faixa litorânea que servem de acesso à mesma.
Propõe-se,outrossim, a arborização de toda a orla marítima que, além de
melhorar a paisagem, proporcionaria maior ambientação e riqueza

ao

toral, gerando espaços de luz e sombra, permitindo maior tempo de

pe~

manência na praia, além de ambientar as áreas onde são implantados
equipamentos.

A criação de bosques viabilizaria áreas para

li
os

recreação

passiva.
Um bom exemplo de ambientação de praia e Carapebus:

bem arborizada, com

sanitários, ambulatório médico, abrigos, etc.

4.2.1.2. VITORIA

a) CAMBURI
A construção da Avenida Dante Michelini

comprometeu, de maneira

quase

que irreversível, essa praia, tornando a faixa de areia estreita e

in

clinada, sem espaços para recreação dos frequentadores.
Há necessidade de serem estudadas alternativas de circulação para
a Avenida Dante Michelini passe a desempenhar um papel de via local
acesso à praia, deixando de ser pista de alta velocidade

que
e

~ ~ ~ ~. ' ' ' .. •..-.----------. I / 1500 FECHAMENTO --------_ _-----...'_s.-._-- N~_24 .--.-c " _ _ ..-------. MICHELlNE DANTE PROPOSTA PARA 1------.•' ._ . .._......--- . _-------_. " ...---.' .....--1----------...---- "":'_tl..---.'-----_..-. ------ ---._------." . .. _ .- J_ROQ1tL ESCALA: l--_.-.._---------------..-----." .. AV...

ou a implantação de alguma linha es . ar estacionamen tos e um pequeno teatro ao ar livre para atividades como música. pois.Fechamento alternado.C). poderiam ser aproveitadas as lanchas. a ção da praia é decorrência de sua acessibilidade e feita lazer utiliza somente pela presença do mar. devolvendo àquela apr~ a implantação de uma das opções área sua real função. . a cada 300m.Ampl iação das calçadas. zonas borizadas de recreação ativa. nos fins de sema na. para passeios em toda a baía.Fechamento da metade da avenida (junto ã praia) e aproveitamento p~ ra recreaçao e estacionamento (croqui 24 . da metade da via (essa alternativa consolidaria o caráter de via local. áreas verdes e estacionamento. do Suá. diminuindo a velocidade de to) trânsi (croqui 24-B). merecendo. Fica. c) BAfA DE VIT6RIA A inexistência de programas impede melhor aproveitamento da Baía de tória. o que nao acontece atualmente. . da Enseada. Vi paisagem Com a implantação do Sis tema Aquaviário. zonas de recreação passiva. entre outras (croqui 25). apesar do seu grande potencial como local de lazer. plenamente justicada sentadas.109 A redução no volume de tráfego permitirá a instalação de equipamentos de lazer. e singular: ilhas e vegetação características.A). de propiciar e turismo. Por outro lado. teatro. b) PRAIA DO ATERRO Foram previstas para as praias do Aterro. junto a praia e bares (croqui n'? 24 . atrativos recreacionais. são as seguintes as alternativas possíveis: .

r. i /----~-) i i ~ ..:t ri.rr .}. LI '1 1 1 J J J J I I! ~y'''' ..ESTACIONAMENTO f. .• ·i·· LJ [] [J \ \ .

Que a principal via de tráfego seja a Avenida Vit6ria. VILA VELHA . sua largura ficar em torno de 6 metros.PRAIA DA COSTA O trecho compreendido entre a Avenida Champagnat e o Clube Libanes o mais utilizados pelos frequantadores dessa praia. no croqui n~ A proposta está esquematizada 26 . Recomenda-se o adensamento da vegetação nesse trecho e melhor distribui ção das barracas (atualmente concentradas em pequeno espaço) ao longo da praia. ã Esses passeios dariam população. junto aos espaços arborizados.pr~ poe-se: . poderiam ser incentivados esportes aquáticos.3. e A Avenida Beira-Mar limita o espaço e põe em risco a segurança dos pedestres. já que a via permite alta velocidade. Com isso. são liberadas áreas para imp1a~ . esquí aquático e outros esportes náuticos. A ponta da Praia da Costa. deve ser consolidada como praça. e as belezas naturais que ela oferece. onde há castanheiras antigas de grande po~ te. Na parte Norte da baía. A via junto ã praia deverá ser exclusivamente I para acesso e estacionamento. A faixa compreendida entre a Avenida Champagnat e a ponta de Itapoã. fechando-se o acesso para veículos e ampliando-se o espaço para pedestre. como regatas.2. ligada ã orla por vias transversais. oportunidade de melhor conhecer a sua cidade.111 pecífica explorada por iniciativa privada. poderá Como via local e de passagem.1. 4. sendo imterrompida a cada trecho aproxl mado de 300 metros.

._----~--. ~_. .'T'._. ... _ _ _ _o o " 1...:.1 I ..:=~=~_. SANTA LUZIA E$TAC IONAMEl1fIQ BAR -"RAÇA PRAIA DA EXISTENTE COSTA '.'-A"':lP~:R~A~!--.' ) .'~ü 1/ .:'..•a .~__ _ _ __.. ( ..:..-. FAROl.. ~..__. . IL_~§Ct}\LÃ C' ----.. - I ( .RAÇ. _.. _ _ ._-- o l-!! At ... I !~.. _ _ _o _ •••• -- N_Q-26'- .-!::\ ~7ft~A_:'--'-5 6-0.-._.__ OU.__. ' .\====~ f\~'~D~A=~~====J F--= CO _ _ _..._--_.~ ---- . .~~S~1~J._ _ .. ____o ' O O .. .

superior a 30%. vo1ei. funci6nando como elemento integrador. em média. propõe-se a criação de um parque de. propõe-se a reserva de áreas a cada 2. entre outras. SERRA a) TRECHO CARAPE BUS . basquete.. onde deságua o Rio Guaxindiba. proporcio nara a instalação de equipamentos e áreas verdes. a preservação de área verde. Ao Norte da lagoa.JACARA fpE A encosta junto ao morro que fica ao Sul da Vila. como canchas. pequenos campos de pelada. deve ser preservada. zonas de recreação infantil. com area em torno de 10 ha. A região compreendida entre a ponta de Itapoã e Barra do Jucu está pr~ ticamente desocupada. mas sua urbanização será a curto prazo. Em razão disso. 10ha. assim como. vo1ei. quiosques. Ela. A vegetação deverá ser conserva da e densificada (croqui n9 27). preservando Deve-se conservar e densificar a vegetação (croqui n9 28). para basquete. constituindo area imprópria para construções. instalações sa nitárias e zona de recreação infantil.1.500 metros. aproximadamente. já que está totalmente loteada. . Entre Bicanga e Manguinhos.2. o local. integrada a faixa de praia. onde poderão ser im plantados campos de futebol. I sendo imprescindível a arborização. devido a dec1 ividade. propõe-se a criação de uma zona de camping. em Carapebus. 4.4. para serem instalados equipamentos de recreação.11$ taçao de equipamentos de recreação.

"I . 10 hr: ESCALA: \ .I \ \ \ I I I r======= PARQUE AREA: CARAPEBUS - ~-'.C:U . I I I \ \ I ./ I I \ I II I / li \ / " .'-'. ~1 SERRA.. cc.

. " GU~tf'" / . / .... / i I I J ..

Preservação de faixa de areia com largura de. .Areas verdes arborizadas e ajardinadas com bancos para recreação pa~ siva. Ao fluxo da popul~ ção residente. A proposta para a orla constitui-se em: . canchas multi funcionais e campos para peladas . incorporam-se usuários da praia. sendo al guns bares. A praia possui carência de equipamentos para uso coletivo.Areas de recreaçao infantil que poderão estar junto da recresção pa~ siva.recreação ativa. em fins se semana meses de verão. constituindo-se em local de residência para as classes média e alta. 30m para 1 uso exclusivo de banhistas. merece maior ênfase as áreas de uso p~ co letivo. integrando-se aos equipamentos existentes.Instalações sanitárias e chuveiros públ icos. I iberando ores tante da faixa para: . integrada à faixa I itorânea. Nesta área os estacionamentos deverão zar-se junto às vias de acesso. pelo menos. portanto. assim como à infra-estrutura de serviços e equipamentos. com largura máxima de 10m. os existentes na orla marí tima.Transformar a Avenida Nossa Senhora dos Navegantes em uma via de aces so local e estacionamento. e A vila. locali .116 b) JACARAfpE A Vila de Jacaraípe está sendo ocupada rapidamente. . . possui grande tencial turístico e. restaurantes e um único hotel.Criação de um bosque junto da desembocadura do rio. .Areas com equipamentos esportivos tais como. .

dependem mais da motivação da comunidade. dispõe-se ao acaso. Há necessidade de conservar e adensar a vegetação existente. a melhoria da quall dade de vida na Grande Vitória. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES O enfoque principal do presente Plano de Recreação.117 Essas propostas constituem objeto de estudos desenvolvidos pela ção Jones dos Santos Neves.2. através de associações de bairros.2. classes e outras. EQUIPAMENTOS ESPORTIVOS E CULTURAIS 4. pois preenchendo espaços que poderiam ser destinados ao Propõe-se a construção de um galpão para abrigar esse comer equip~ cio e o aproveitamento do restante da área para a instalação de mentos de recreação. cuja ação do poder públ ico seria mais indireta. c) NOVA ALMEIDA A parte central da Vi la acha-se ocupada por um pequeno mercado. Ocupa uma extensa área. a dependen tes de uma ação institucional. as propostas que se seguem.2. em cooperação com a Prefeitura Funda Municipal da Serra. lazer.1. direciona-se às questões voltadas areas onde a população transita e se detém em seu cotidiano. Por isso.2. voltadas ao lazer ativo. formado pelo comércio de peixes e de quitandas. 4. de .

as propostas estão das para espaços de uso coletivo. EQUIPAMENTOS CULTURAIS priorid~ Seguindo a premissa de que o presente Plano deve estabelecer des para a melhoria do meio ambiente. propõe-se que esses locais sejam abertos à comunidade geral. sejam satisfatórios para a demanda dessas atividades. Tais equl .constitui cus to social que beneficia número substancial de habitantes. I atender Sendo assim. em através Ressalta-se a necessidade de serem aproveitados alunos de Escola de Educação Física para organizar e coar denar o uso desses equipamentos. em horários compatíveis com suas atividades regulares.I 18 4. de convênios com as Prefeituras. pouco resta de Excetu equipamentos esportivos para os não associados às entidades esportivas. EQUIPAMENTOS ESPORTIVOS Há carência de locais para prática de esportes na Aglomeração. atendendo a um pú~l ico mais específico.2. necessidade mais imediata que.2.2. ginásios de esportes. 4.clubes) suem ocupação ociosa. Enquanto po~ isso.3. pamentos ficam desprovidos de propostas.2. ando-se os campos de futebol improvisados. dirigl embo ra possa acarretar ônus para o Governo com desapropriações.2. Desta forma. acredita-se que os equipamentos culturais existentes. os locais equipados (colégios. em curto prazo.

. exige. programas infantis e atividades espo~ tivas orientadas. na Serra. showus. . concertos. . uma estrutura de animação. que serviriam de orientadores. 1 istadas algumas linhas de atuação/integração de instituições p~ blicas no programa proposto: . showus.3.119 4. despertar consciência da própria comunidade motivada assumi-la. com eventos ocasionais. fil mes. jogos. sim. essa animação nao deve criar dependência aos orgaos incentivado res. semanal e co mensal. Outros. Tais visitas poderiam ser acompanhadas por estudantes da Universidade fe deral do Espírito Santo. além do espaço delineado.SECRETAR IA DA EDUCAÇÃO: dinami zar campanhas educativas do tipo "ado te wna árvore" e p rog r ama r vis i tas di dáticas aos parques naturais. a estão pois. A seguir. etc.2. feiras. etc. Mas. como teatros. com prom~ ção de cursos. e.SECRETARIA DA AGRICULTURA: criar viveiros para atender ã demanda mudas necessárias para fazer da Grande Vitória uma cidade bem de arboriza da.EMCATUR: elaborar e renovar periodicamente calendários de eventos recreacionais na Aglomeração. principalmente os parques. ANIMAÇÃO RECREATIVA: ALGUMAS OBSERVAÇÕES A eficácia de uti lização das áreas de lazer. desencadeado um processo de auto-animação. um calendário de eventos permanentes mo a festa de são Benedito.

Insiste-se no fato das programaç~es melho serem concebidas de forma a não ficarem limitadas somente aos bairros ricos da Aglomeração. . artesanato~ de preferência aos domingos. a rotatividade que vem sendo dada a Programa 'Pinte o 7" e ao Circo da Cultura.FUNDAÇÃO CULTURAL DO EspTRITO SANTO Promover feiras de da cidade. canção. Esta proposta tem diversas vantagens: . promovendo. inclusive. Louvável é.120 . Orientando e organizando grupos amadores de teatro~ criando ocasi~es propícias a apresentação de peças ensaiadas.CENTRO DE ARTES DA UFES PODERIA ATUAR: Através de um Cine-Forum~ ou seja projeção de filmes selecionados se guidos de debates. entre outras que visem orientação adequada a apresentação e/ou exposição das res obras.SECRETARIA DE CULTURA E BEM-ESTAR SOCIAL Dar continuidade ã programaçao existente junto aos bairros. Lançar concurso de pintura~ poesia. o que deve ser incentivado. fotografia.Não onera em demasia os cofres públicos. . no centro Para tanto. . também. poderiam ser aproveitadas ruas de pedestres ou vias de trânsito a serem fechadas nos fins de semana. cadastrando e organizando os grupos que praticam esportes. torneio entre bairros. Ressalte-se o aspecto positivo da integração com alunos da Universidade Federal do Espírito Santo. orientando.

Polivalente . .Permite uma integração da Universidade Federal do Espírito Santo com as escolas e com a população em geral.Aribiri. . Não acarreta desvantagens. haja visto que os locais são supervision~ dos pelos animadores.SESI .Polivalente . impedindo depredação ou outros danos.Jardim Camburí. . . .Colégio Marista.SESI . Colégio Estadual .SESI .Vila Velha.Colégio Passionista e Colégio Estadual Afonso Shwab .Jardim da Penha.UFES.121 Propicia maior integração entre as entidades na via da Aglomeração.Porto de Santana.Campo Grande.Santo Antônio. .Jucutuquara. .Glória.Vale Esperança.Cobilândia. .Polivalente.Goiabeiras.Escola Técnica.Polivalente . Escola Professor Otacílio ba .Polivalente Ferro e Aço . . .em proposta específica . CETRAPES . Colégio Salesiano.Maruípe. Lom . . Ginásio Municipal . . Colégio Pavoniano .Jardim América.Pol ícia Militar. . A seguir estão relacionados alguns colégios e outras entidades a títu lo de sugestão. . Polivalente Itararé. . .Polivalente .Pode ser implantada a curto prazo.

122 5. ALGUMAS PRIORIDADES ECUSTOS .

Ago./Set. Os cálculos de custos de equipamentos das praças e parques foram feitos a partir de levantamentos junto às Prefeituras e baseados em dados p~ bl icados na Revista Dirigente Municipal. 9MAIS VERDES NAS RUAS E PARQUES. Dirigente Municipal~ são Paulo~ 8 . 1977. Ao invés de dividir os paços disponiveis em 70% para concreto (obras mamentos~ inverteu civis~ es arrli praças de esportes e recantos para brinquedos) e 30% para o verde~ passou a ocupar as praças e parques f com 70 % de árvores e plantas de forrações ~ reservando ap!!!. excessão feita ao Parque Areinha. obras civis~ Quanto maior o espaço reservado para recreação e lazer~ mais cara fica a nova praça ou parque municipal 9 1/. Co mo são Paulo é também muito carente de praças de esportes~ desenvolveu-se um programa paralelo com esta finalidade.nas 30% para as obras civil e complementares. (4). o presente trabalho considera as propostas na apresenta das como necessidades urgentes. Com o Sistema de 70% de verde e 30% de concreto~ preço o médio do metro quadrado de novas areas verdes em são Pau lo é~ presentemente~ de 40 cruzeiros~ exclu{do o preço do terreno. 'Wa implantação e ampliação de praças e parques~ a Prefei tura de são Paulo~ segundo o agrônomo Diderot~ o conceito que antes adotava.123 Por se tratar de uma primeira abordagem acerca de recreação e lazer Grande Vitória. Além de atender melhor às aspirações da população~ que quer mais verde~ a mudança reduziu em cerca de 60% os custos~ pemi tindo a criação de maior número de praças e parques.

bro e novembro de 1977. tendo sido consultado os exemplares de setembro. jo~ outu .124 Para as praças já existentes onde as necessidades são de arborização pequenas melhorias não foram feitos cálculos de custos por se e tratar de pequenos investimentos. Os custos dos terrenos foram obtidos através de levantamento nos nais de Vitória.

500.00 B. CUSTO TOTAL RENO EM PAMENTOS EM EM CR$ 1.00 700.00 100.000.00 CR$ 1. VITÓRIA LOCALIZAÇÃO AREA DO TER RENO EM m2 CUSTOS DO TER CUSTOS DOS EQU. San ta Rita de Cássia.00 .00 400. DE LOURDES R.Perei ra..500.500.00 JUCUTUQUARA Governa Praça dor Bley. 4..00 17.Maria L.00 50.00 2.00 1. °° 19.00 50 .00 200.00 1.!.500.00 2.000.100.00 15.00 - 2.100.500.00 PRAIA DO suA Av.000.500.00 - 400. 35.000.00 2.O 500.00 - 200. BENTO FERRE IRA Area para implan tação da An t i ga Rodoviária 1.00 50.000.00 - 50.200.Cipreste R.00 CAMBURI R.PRAÇAS 8.100. Os waldo Guimarães.L25 QUADRO 8 .1.00 CR$ 1.00 - 50.000.00 13.00 5.00 14.J .400. Cesar Hi lal com Ferrei ra C.100. BENTO FERREIRA Praça Prof. MORRO DO ALAGOA NO Junto ao Campo de futebol TOTAL Fonte: FJSN.

GL(iR IA Em frente a Fábri - ca de Chocolates GAROTO.00 300. Velha.00 1.00 950.00 - 10.PRAÇAS 8. ALVORADA R.00 300.190. 250.00 10.00 CR$ 1. B.00 2.000.00 10.240.00 800. 12.000. VILA VELHA AREA DO TER RENO EM m2 LOCALIZAÇÃO CUSTOS DO TER CUSTOS DOS EQUI CUSTO TOTAL RENO EM PAMENTOS EM EM CR$ 1.00 1.00 300.00 400.00 - 400.600.00 - 10.00 20.00 22.000. AristidesMi.00 - 20. randa/Est.00 Santa Inês 3.2.00 .490.00 500.00 150. 6.00 800.100) ARIBIRI Esq.700.300.840.00 - 300.00 43.126 QUADRO 8 .00 CR$ 1.000.00 SÃO TORQUATO TOTAL Fonte: FJSN.Jundiaí com Ja - ta í.00 IBES Praça Principal (área de consto 3.00 650.00 VI LA VELHA (SEDE) Praça Principal.

500.00 1.00 950.00 3.200.280.000.00 CR$ 1.00 1. proximo a Av.00 - 200.00 200.00 CR$ 1.00 - 20.00 200.00 800.00 750.00 4. junto ao Jar dim de Infância Igreja.00 25.00 80.00 20.00 280. 2. ITAQUARI Terreno Colégio da CVRD.00 1.700.00 80.PRAÇAS 8.000.00 400. CARIACICA AREA DO TER RENO EM 2 m LOCALIZAÇÃO CUSTOS DO TER CUSTOS DOS EQUI CUSTO TOTAL RENO EM PAMENTOS EMEM CR$ 1. 2.00 550.000.00 150.3.550.00 CAMPO GRANDE R.00 1.000. .00 4.00 Em frente ao Giná s io Manoe 1 L.00 150.800.00 2.00 CAMPO GRANDE Campode Futebol.00 3. e OURO VERDE Pça. JARDIM AMl:RICA Junto ao centro de Saúde da LBA. Eurico Sa11es.127 QUADRO 8 . Projetada ITANGUA: TOTAL Fonte: FJSN.600. Luz.00 400.00 200. BELA AURORA Pça.000.000.00 400.00 ITACIBÁ 5. Exp~ dito Garcia.000.00 550.280.830.00 5.000.00 600.

00 TOTAL 14 100. San to 3.00 Solar Monjardim Maciço Central Metropo 1i tano de Cam buri TOTAL VILA VELHA CARIACICA Bela Aurora Jardim América TOTAL VIANA Parque Areinha Fonte: FJSN.5 - 8.00 .000.400.00 31.000.300.00 163.00 13.00 5.200.00 18 18.800.00 25 15.00 600.00 Mi ran te de Ar i b i r i 7.128 QUADRO 9 PARQUES CUSTOS EM CR$ 1.00 200.00 200.000.5 7.00 8 24.00 93.000.500.000.600. - 15.00 3.500.00 104.000.00 26.00 3 12.000.00 500 100.000.00 600.00 19.000.800.00 18.500.00 900.00 8.200.00 21 30.000.000.00 800.00 Divino Esp.400.5 25.5 2.00 536 149.100.00 LOCALIZAÇÃO AREA em ha TERRENO EQUIPAMENTOS TOTAL VITORIA Mi rante da 11 ha de Vi tór i a 8.00 Jardim Guadalajara 30 90.900.500.00 12.400.00 3.000.000.00 1.00 4.000.00 24.000.000.00 8.000.00 105.

000. Champagnat 4.00 .00 VILA VELHA Praça Praia da Costa 250.500.00 Cambur i 1.700.500.00 10.00 SERRA Faixa de Praia entre bus e Manguinhos JACARAfpE Nova A1me i da Fonte: FJSN.00 240.000.00 VITdRIA Aterro da COMDUSA 2.129 QUADRO 10 PRAIAS CUSTO DOS EQUIPAMENTOS EM CR$ 1.000. Carap~ 2.00 Faixa de Praia entre Santa Mônica e Av.

131 ANEXO OEMPREGO DE MATERIAIS NATURAIS E DE SUCATAS NA PREPARACÃO DE ÁREAS DE LAZER .

132 "Em face da atual tendÊncia a comercializar o lazer~ pela incentivação do expectadorismo e do consumo de bens já prontos em detrimento da iniciativa e da criação~ é indispensável buscar melhor equil{brio no uso do tempo livre." Ethel Bauzer Medeiros . Para isto~ recomenda-se o oferecimento extensivo de oportunidades de recreação~ isto é~ ék ocasiões para o homem recriar prazerosamente parte do seu ambiente e assim poder alcançar os benef{cios inerentes a atividade criadora.

Sem sombra de dúvida. percebe. a reciclagem dos detritos ais é um problema do mundo atual. . tão zados pe 1ascr i anças. Em segundo lugar. Ambos. a sua apropriação e ao seu aprovei amento é semelhante à importância que a criança concede a estes mesmo itens. apontamos os motivos ecológicos econômicos. o fator econômico é decisivo para se preterir aparelhos clássicos e caros de play ground os aos materiais aproveitados. a criança imagi. estimulam sua imaginação. Desta maneira. ao depararem com um objeto que se tornou imprestável pelo uso.134 o valor que o artista dá ao objeto encontrado. de maneira natural. No nosso caso. transformando a sua forma primitiva e combinando-os com outros objetos. raciocínio e de num clima descontraído e natural. transformando o mundo ao seu redor. na reciclagem dos detritos industriais. Qua i s os apare 1hos cl áss icos depZay ground ça que podem oferecer a cri an estas oportunidades? o manuseio de materiais naturais e dos refugos industriais. por isso mesmo as grandes preocupam-se com a utilização destes refugos~ os industri potências apesar de o problema eco nômico não estar em pauta. na. em terceiro. imediatamente. f i si camen te. al ém de 1evá-l os a exerci ta rem-se. e. porem. t valori inventivida por este motivo que recomendamos o seu uso. o artista e a criança. as possibil idades de criar novas funç6es para eles e reutilizá-los. inventa. raciocina.

OBJETIVOS . la~er que necessite de um mínimo de supervisão e .Possibilitar à criança a oportunidade de transformar o mundo ao seu redor.135 2. . . .Reciclar-se materiais industriais por motivos econômicos e ecológl cos.Criar uma área de de manutenção.Dotar as comunidades de equipamentos mínimo de lazer infantil. apr~ veitando os recursos existentes na região.Oferecer às cr ianças oportun i da de de atri buir novas funções e va lo res aos objetos aproveitados. . manipulando os objetos e materiais ali colocados.

Deixadas soltas. navio ou montanha.139 Podem consti uir importantes desafios. assim como servem de à imagi Pedras peq incentivo funcionando como castelo. s. delimitam áreas e servem como ca minho que uer equilíbrio e atenção concentrada. . colocadas em fileira. serão man i p adas pelas crianças nas suas construções.

pirâmides de alturas variadas.143 Em sali~nci semi-enter Empilhados rem bem uni Ut i 1i zados tivar a s s de terreno. podem ser decorados de modo a pelas crianças. bastando para isto se entre si. para funcionarem como túnel-escorrega. . incen . oston~is podem ser colocados em fileiras. dep6sito utilizaç~o de lixo.

encontrados em terrenos baldios e ruas . ser empilhadas na horizontal ou na vertical. material fácil de ser recolhido. formam pirâmi. servindo. poden As manilhas aquelas com de bairros. manilhas. daços quebrados. colocadas uma em cima da outra.145 Três ou cin des. inclusive.

vem de gan rras. ser . na horizontal. Semi -enter ou escorados por pedras ou toros. um em cima do outro e presos entre si. montarias ou apoio para rampas. formam serem escaladas.147 Colocados pirâmides vertical.

ou ci .153 Podem servir de estruturas ci rculares para montar túnei s cober tos com rados ou outro tecido grosso. Sendo dif pós fortes J conseguí-los. podem ser substituídos por bambú flexíveis.

maq inistas. qualquer caixa ou pneu. pode substituir o avião. porém. o car ro e o trem A possibili . carro rias. Na real i .moto ristas.157 CARROCERIAS) CANOAS E OUTROS As crianças apreciam demasiadamente simular que já são adultas . Sendo possí ças ou car -las ao sol ground~ canoas. aviadores. tomando-se as precauções necessárias para fixá- 1. deve-se então colocar no pLay . de usar o objeto real para as suas viagens si muladas irá dar novo sentido à brincadeira.

carre téis e tábuas. podendo permanecer enrolado à beira do mesmo.ou na sua falta. Serve também para ser estendido no chão para servir de assoalho para jogos vari ados. tendo duas das suas extremidades presas solo para não removido do local.158 ENCERADO o encerado. ao . pneus. Para cobrir o tanque de areia é o melhor material. vários sacos de estopa costurados entre si. servem de teto às estruturas construfdas com caixotes.

crianças .TÁBUAS As tábuas podem ser colocadas espalhadas no chão para que as façam uso delas como gangorras e rampas nas suas construções.

se possível -los na regi~o. material a ser adquirido. por ser mais econômico. poderá sempre ser substituído por cordas. as cordas e os cipós constituem-se instrumentos para balanços. arranjá- . ou por cipós.16 O CORDAS~ CORRENTES) CIPOS Pendurados em árvores. As correntes. sustentando ou n~o excelentes outros objetos.

Escolhido o local da implantação do projeto. Supervisionar o andamento dos trabalhos de execução do projeto. Uma vez preparado o local. sugerir modificaç~es. tendo por base as caracterfsticas do local e da região e os materiais e objetos a serem aproveitados.161 FASES DO PROJETO 1. re . se necess~rio. acompanhar. fazer levantamento dos recursos naturais do local e redondezas e das sucatas existentes na re gião que possam ser aproveitadas. Elaborar o projeto especffico. 3. 4. as atividades e comportamento das crianças a fim de testar os sultados obtidos e. 2. por período a ser determina do.

cuidando para que não sejam retirados do local e substituindo-os sempre que necessário. sentimos. o material a ser adquirido está restrito a pregos. CONCLUSAO t necessário que se entenda que os materiais e objetos. Por este motivo nada poder-a ser feito se não for o apoio das autoridades e dos habitantes do local. cordas. adaptando-as às condições qua. aqui citados. com seus o - pr~ mate prios meios. Queremos deixar bem claro que será de grande importância obter-se apoio da comunidade para consegui r-se que a comunidade. eventualmente. mão-de-obra constituem os principais requisitos. Poderão servem apenas como ilustração do trabalho a ser executado. organize-se em grupos para prover o local com os riais disponíveis. Muitas das nossas idéias prendem-se a conservaçao da paisagem e dos cos tumes locais.162 4. dos locais a serem ocupados e as condições econômicas existentes. com . do da elaboração do projeto específico.!2. Nosso intento é que sejam enriquecidas as idéias aqui propostas. Transporte e parafusos. -e a organização de mutirões e a util ização da mão- :-de-obra e artesões da comunidade para ajudarem na coleta e montagem da área de lazer. o ideal. porcas. tintas. ser substituídos sempre que for difícil conseguí-los ou se for onerosa sua aquisição. correntes e.

163 BIBLIOGRAFIA .

Curitiba: Curitiba. são Paulo. Sesc. MINAMI. uma proposta de ordenamento Vitória. Lazer e ação comunitária. Secretaria de Planejamento. Sesc./set. são Paulo. uma experiência em planejamento urbano -recreação. Equipamento de lazer na metrópole de são Paulo.164 EspfRITO SANTO. são Paulo Grupo Visão. 1975. José. f. Madrid. 1974. --- • O lazer no Brasil. Brasiliense. s.f. f. 1973. 3 v. Instituto 303p. INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO URBANO E REGIONAL. REQUIXA. Santo: Grupo de Planejamento Estrutura demográfica do Esp{rito Vitória. Economia de los espacios del ocio. Rio de Janeiro.. 309f. . 1977. ago. Plano de desenvo l vimento integrado da Grande Vitória. 8 (4) :10-14. Renato. de Estudios de Administracion Local. 'FUNDAÇÃO JONES DOS SANTOS NEVES. INSTITUTO DE PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO DE CURITIBA. f. INSTITUTO BRASILEIRO DE ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL. 39p. 1975. 1940/2000. 1975. 12p . são Paulo. As dimensões do lazer. Issao. 1975. Go i ás. M• ROB ERTO ARQU ITETOS. O Dirigente MUnicipal. jamento e urbanismo. LOPEZ. 1977. Leituras de plan~ 443p.d. MAIS verde nas ruas e parques. são Paulo. 1965. Grande Vitória: Urbano e Regional.1977. Plano de Recreação. 1973. 111p. Rio de Janeiro. da aglomeração urbana.

165

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Criança~

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Association for the Education of young children, 1970.

National

no

QUADRO 11

LAZER NA GRANDE VITÓRIA: INVESTIMENTOS POR MUNICÍPIO

MUNICfplOS

CUSTO TOTAL (TERRENO + EQUIPAMENTOS,
PRAÇAS, PARQUES, ORLA)

Vitória

184.200,00

Vi la Ve lha

111.640,00

Car i aci ca

36.300,00

Serra

12.940,00

Viana

15.000,00

Fonte: FJSN.

além de plantar-se arborização em todo o percurso. .3.AVENIDA SANTO ANTÔNIO: Maruípe. onde a calçada é estreita em ambos os lados.1.AVENIDA MARUrPE: apresenta problemas como: quase toda sua extensão. em Em alguns trechos. precisa ser aumentado o espaço para o passeio. ~ falta de calçadas. nima ou inexistente. a pe. segue-se uma lista suscinta das ruas que foram consideradas I prioritárias para tratamento.99 Os canteiros centrais devem ser gramados. O canteiro central im deverá . 4. em grande número. VITORIA . as oficinas mecânicas totalmente a passagem dos pedestres. nem asfaltados (como na Avenida Vitória). melhoria dos pa2 seios e arborização em toda a sua extensão. pondo em risco de vida os transeuntes. A seguir. em função do volume de tráfego e do fluxo de pedestres.AVENIDA CESAR HILAL: passeio e arborização lateral. . a largura da calçada e comum. ser gramado e/ou ajardinado (croqui n~ 21). então.AVENIDA LEITÃO DA SILVA: . ca1ç~ Propomos a melhoria das das e arborização nos trechos que apresentem espaços suficientes. apresenta problemas idênticos aos da Avenida Seu ponto crítico está local izado na curva próxima ao Clube NJutico Brasil. principalmente no trecho em frente ao Colégio Po1 iva1ente. ainda. que se deslocam de Cara toíra ao Mercado da Vila Rubim. forma comumente uti lizada. ajardinados e arborizados.2. mí bloquearem Propõe-se. evitando-se que sejam calçados (como na Avenida Carlos Lindemberg).

lI. .<.. 1 UI [j! [11 I ~ dl dI Cf I I .··. PISTA / CANTEIRO . :ü il (]! I ~ [J [] j J J 1 1 1 1 1 1 l /". PlSl1J. .r'.