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DIPL - DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO

LOGISTICA E ALPA

DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA
- RAC 01

Nº: PGS - 0440

Pág.: 1 de 35

Classificação: Uso interno

Rev.: 02 - 20/12/2011

Responsável Técnico: Glayce Lima (DIPL / GEDEL /
GADSG - Gerência de Saúde e Segurança)

Código de Treinamento: NA

Público-alvo: Todos empregados envolvidos com
trabalho em altura.

Palavras-chave: Atividades críticas, trabalho em
altura, escada, plataforma, andaime.

Necessidade de Treinamento: Sim

1. OBJETIVO
Este procedimento estabelece práticas seguras para prevenir acidentes envolvendo trabalhos em altura, a partir
de 1,80 metros, sem proteções coletivas exigindo o uso de sistemas e/ou equipamentos de prevenção de quedas,
de modo a controlar os riscos nos Projetos da DIPL.

2. APLICAÇÃO
Todo Departamento de Projetos e Implantação Logística e ALPA nas dependências da Vale, abrangendo
empregados próprios, aliadas, gerenciadoras, contratadas e subcontratadas.
Nota Especial:
Aplica-se a proteção contra quedas, seja para acesso ou execução das tarefas, no uso de andaimes, balancim
individual (cadeira suspensa), escada móvel, escada de marinheiro e vertical, escada plataforma, escada tipo
tesoura, guarda corpo, passarelas para telhado, plataforma elevatória, plataforma suspensa e provisória. Inclui
ainda o acesso a equipamentos móveis através de escadas verticais e escadas marinheiro.
Para plataformas e escadas integrantes de estruturas aplicam-se apenas os requisitos referentes a guarda-corpo.

3. REFERÊNCIAS
Portaria nº 3.214 - Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho;
OHSAS 18001: 1999;
NBR-6494 - Segurança nos Andaimes;
RTP04 12/12/02 - Recomendação Técnica de Procedimentos Escadas, Rampas - Fundacentro;
POL 006G - Política de Saúde e Segurança Global Vale;
Diretrizes para as Ações de Capacitação Definidas pela Instrução de RAC;
INS 0021 - Instrução para Requisitos de Atividades Críticas;
INS 0037 - Instrução para Gerenciamento de Riscos;
INS 0051 - Instrução para Inspeções e Auditorias de Saúde e Segurança;
INS 0063 - Instrução para Permissão de Trabalho;
EPS 0253 - Matriz de Exames Médicos;
EPS 0254 - Inspeção de EPI para Trabalho em Altura;
PGS 0438 - Diretrizes e Responsabilidades sobre Equipamentos de Proteção Individual;
PGS 0457 - Diretrizes para Identificação e Inspeção de Dispositivos Conforme Cor do Mês;
PGS 0846 - Análise de Riscos de Tarefa;

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DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA
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Nº: PGS - 0440

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Rev.: 02 - 20/12/2011

PGS 1681 - Diretrizes para Permissões de Trabalhos;
PRO 4599 - Direito de Recusa ao Trabalho;

4. DEFINIÇÕES E CONCEITOS
Acesso: Abertura ou vão que permita a entrada e/ou saída para um determinado posto de trabalho.
Ancoragem Independente: Ponto de fixação independente da estrutura que não faz parte da superfície de
trabalho.
Andaime: Estrutura necessária para execução de trabalhos em lugares elevados, onde os trabalhos não possam
ser realizados em condições de segurança ao nível do piso (solo).
Tipos de Andaimes: Suspensos, mecânicos, pesados ou leves, em que o estrado é sustentado por travessas
metálicas ou de madeira, suportado por meio de cabos de aço, movimentando-se no sentido vertical com auxílio
de guinchos.
Andaime em Balanço: Andaime fixo, suportado por vigamento em balanço.
Andaime Fachadeiro: Andaime metálico simplesmente apoiado, fixado à estrutura na extensão da fachada.
Andaimes que se projetam para fora da construção são suportados por vigamentos ou estruturas em balanço, que
tenham sua segurança garantida, seja por sistema de contra balanceamento no interior da construção, podendo
ser fixos ou deslocáveis.
Andaime Simplesmente Apoiado: Andaime cujo estrado está simplesmente apoiado, podendo ser fixo ou
deslocar-se no sentido horizontal. Ex.: tubular.
Andaime Suspenso Mecânico Leve: Andaime cuja estrutura e dimensões permitem suportar carga total máxima
de trabalho de 3 kN (300 kgf), respeitando os fatores de segurança de cada um dos seus componentes.
Nota Especial:
Entende-se como carga de trabalho a somatória das cargas de materiais, ferramentas e pessoas sobre o andaime.
Andaime Suspenso Mecânico Pesado: Andaime cuja estrutura e dimensões permitem suportar cargas de
trabalho de 4 kPa (400 kgf/m2) no máximo, respeitando os fatores de segurança de cada um dos seus
componentes.
Andaime Tubo - Abraçadeira: Andaime montado através de tubos e abraçadeiras.
Andaime Tubo - Roseta ou Encaixe: Andaime montado que possui em suas extremidades rosetas no qual é
encaixado por uma pequena alavanca.
ART: Análise de Riscos da Tarefa.
Cinto Abdominal: Dispositivo de segurança de uso individual, fixado em volta da cintura. Este tipo de
equipamento não é autorizado em todas as unidades da VALE.
Cinto de Segurança Tipo Para-quedista com Duplo Talabarte: Dispositivo de segurança de uso individual
dotado de correias que são instaladas no tronco, na cintura e nas coxas, permitindo distribuir as forças de
retenção no impacto das quedas por nádega, coxas, peito e ombros, evitando impacto concentrado em apenas
uma região do corpo.
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Distância de Desaceleração: É a distância vertical entre início de atuação do dispositivo de proteção até a
parada total da pessoa.
DISTÂNCIA DE QUEDA LIVRE: É a distância vertical, sem nenhuma obstrução entre o dispositivo de proteção e o
ponto de fixação no momento de uma queda.
Empregado Capacitado: É o profissional que participou de um treinamento especifico, e que tenha sido aprovado
nas avaliações.
Empregado Qualificado: É aquele que comprove perante o empregador e a inspeção do trabalho uma das
seguintes condições: capacitação mediante treinamento na empresa; capacitação mediante curso ministrado por
instituições privadas ou públicas, desde que conduzido por profissional habilitado; ter experiência comprovada em
Carteira de Trabalho de pelo menos 6 (seis) meses na função.
Empregado Habilitado: É aquele que comprove perante o empregador uma das seguintes condições:
capacitação, mediante curso específico do sistema oficial de ensino; capacitação, mediante curso especializado
ministrado por centros de treinamento e reconhecido pelo sistema oficial de ensino.
EPI: Todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos
suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.
Escada Extensível: Escada portátil que pode ser estendida em mais de um lance com segurança.
Escada Marinheiro e Vertical: Escada fixada em uma estrutura dotada de gaiola de proteção.
Escada Plataforma: Escada fixa ou móvel com degraus e plataforma com guarda corpo e rodapé em ambos os
lados e ao redor de toda plataforma.
Escada Portátil ou Móvel: Equipamento usado para acessar níveis acima do piso normal. Podem ser do tipo
simples, de abrir e telescópicas.
Escada Tipo Tesoura: Escada de mão constituída de duas peças articuladas na parte superior
Executante: Empregado da Vale ou da contratada que pretende executar um trabalho relacionado à atividade
crítica.
Linha de Vida ou Cabo Guia ou de Segurança: Cabo de material sintético ou metálico ancorado à estrutura,
onde são fixadas as ligações do cinto de segurança, para movimentação horizontal ou vertical. Obrigatório cabo
de aço com no mínimo 3/8“ ou 10 mm de diâmetro.
Montante: elemento vertical para fixação das travessas (degraus) da escada, capazes de suportar o esforço
solicitado, com comprimento máximo de 7 m (sete metros).
Mosquetão: Dispositivo tipo gancho, de trava rosqueável que necessita de forças separadas para sua a liberação:
uma para soltar a rosca e outra para pressionar e liberar a trava, que fecha automaticamente quando liberada. É
usado para minimizar o risco de abertura involuntária.
Passarela para Telhado: Ligação entre dois ambientes de trabalho sobre telhado, com comprimento e largura
que permitam a movimentação com segurança. Possibilita melhor distribuição da carga do que as tábuas que
ficam instáveis quando pisadas nas bordas.
Plataforma Elevatória: Equipamento dotado de uma estação de trabalho (cesto ou plataforma) e sustentado em
sua base por haste metálica (lança) ou tesoura, capaz de erguer-se para atingir ponto ou local de trabalho
elevado. Pode possuir motor para movimentação ou ser revocável.
Plataforma Suspensa: Plataforma cujo estrado de trabalho é sustentando por travessas suspensas por cabos de
aço e movimentadas por meio de guinchos.

projetados e especificados por profissional qualificado e habilitado. onde é permitida a instalação de dispositivos de desaceleração.: 02 . 5. DESCRIÇÃO PARA TRABALHOS EM ALTURA 5. empilhadeiras e recuperadoras de minério e outros equipamentos de grande porte. chaminé (quando não possuir plataformas fixas). toda e qualquer interferência das atividades dos Projetos DIPL com as áreas operacionais Vale. incluindo ferramentas ou outros equipamentos. devendo suportar uma carga de 160 kgf (cento e sessenta quilogramas-força) em seu ponto mais desfavorável. de forma a assegurar que estes estejam fisicamente e mentalmente aptos para a execução destas atividades. com espaçamento entre eles de no mínimo 0.1.1. capazes de suportar o esforço solicitado. As travessas deverão ser fixadas aos montantes por meio de cavilhas ou outros meios que garantam sua rigidez. proteger a saúde e preservar a vida das pessoas. barra intermediaria e rodapé. Requisitos de Saúde: . PTE: Permissão para Trabalhos Especiais. uso de cadeiras suspensas/balancim e conforme avaliação dos responsáveis pelo trabalho e pela liberação. A concepção normal e os critérios de teste para sistemas de proteção contra quedas assumem o peso máximo de 140 Kg por pessoa. conexão e travamento para a realização de trabalhos em altura. PT: Permissão para Trabalho. e procedimentos. de forma constante.Especificação da Matriz de Exames visam definir os critérios e parâmetros necessários para avaliação dos empregados que irão executar atividades críticas.20/12/2011 Proteção Lateral e Passarela (Guarda Corpo / Corrimão): Sistema destinado a proteger pessoas contra quedas indesejáveis de níveis diferentes de altura. carregador de navio quando realizando atividades que necessitem o uso de sistemas de prevenção de quedas.80m em situações /locais previstos abaixo: Telhados. SAÚDE Os requisitos de saúde para atividades críticas. Requisitos para Atividades Críticas: Constituem exigências de Saúde e Segurança para assegurar a integridade física.0440 Pág. instalações e equipamentos. Travessas (degraus): São elementos horizontais fixados nos montantes. REQUISITOS PARA AS PESSOAS São os requisitos necessários para habilitar as pessoas à execução da atividade Trabalhos em Altura. Sistema de Proteção Contra Quedas: Todos os componentes necessários que foram concebidos e testados para funcionar em conjunto na prevenção de quedas ou para minimizar o potencial de lesão ao empregado.30 m (trinta centímetros). torres.1. em que as atividades apresentem a necessidade do uso de sistemas de prevenção de quedas. estabelecidos na EPS 0253 .DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . dotado de corrimão (barra superior). Pontos de Ancoragem: Pontos de fixação. Trabalhos Especiais com Riscos de Queda: Todo trabalho realizado acima de 1. plataformas elevatórias (trabalhos realizados com o auxílio de plataformas de içamento de pessoas). 5.: 4 de 35 Classificação: Uso interno Rev.25 m (vinte e cinco centímetros) e no máximo de 0. Os Requisitos para Atividades Críticas estão agrupados em três classes: pessoas.DIPL .RAC 01 Nº: PGS .

Todos os procedimentos/programas citados. REQUISITOS PARA GERENCIAMENTO DE RISCOS 5. liberados pela área de saúde.0440 Pág.: 5 de 35 Classificação: Uso interno Rev. juntamente com o formulário devem ser mantidos na área médica da Vale ou do Fornecedor de Serviços. Para trabalhos spot em que os empregados de empresas contratadas terão permissão máxima de 30 dias. façam tratamento.20/12/2011 É proibida a realização da atividade sob o efeito de álcool.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . não podem realizar trabalhos em altura os empregados que apresentem contra-indicação absoluta. O ASO . O treinamento de reciclagem de Trabalho em Altura deve ser ministrado para empregados que se envolverem em evento que leve a uma perda real ou potencial grave.2.1.Direito de Recusa ao Trabalho. Os exames complementares para atendimento ao RAC devem estar relacionados no Formulário de Liberação para Atividades Críticas. conforme anexo 1 da EPS 253.PT / PTE / PET . DIREITO DE RECUSA O empregado deve ser formalmente informado sobre o PRO 4599 . quando houver alteração nos procedimentos e no vencimento do treinamento conforme Diretriz de Capacitação em RAC da Valer.: 02 . O empregado deve ser informado desta proibição.2.2. devem ser previamente aprovados pela equipe de Saúde de e Segurança da Vale.2. participem de grupos de controle específicos e apresentem indicadores de saúde dentro da faixa de normalidade no momento da atividade. Com base nos resultados dos exames.Atestado de Saúde Ocupacional. 5. a serem elaborados pela Contratada. inclusive a foto do empregado com as informações atualizadas. 5.DIPL . O fornecimento e a manutenção do Cartão de Identificação estão sujeitos a aprovação nos exames médicos e nos treinamentos de capacitação. desde que sejam acompanhadas por especialista. ou ainda. CAPACITAÇÃO Os profissionais que executam atividades de trabalho em altura devem passar por treinamento de capacitação. conforme estabelecido nas Diretrizes de Capacitação da Valer: Os empregados que executarem atividades em altura deve portar o documento Passaporte conforme PGS 0465. substâncias psicoativas ou medicamentos que causem distúrbios do sistema nervoso central. e sua concordância deve estar formalizada em documento conforme modelo do Termo de Declaração de Conduta (anexo 1). PERMISSÕES DE TRABALHO . que possam contribuir para o aumento do risco de acidentes.1. Podem realizar trabalho em altura as pessoas que sejam portadoras de contra-indicação relativa passíveis de controle.RAC 01 Nº: PGS .80 m devem realizar exames ocupacionais clínicos e complementares para comprovar a aptidão para a atividade. O passaporte deverá constar todos os dados pessoais. Trata-se de assegurar aos empregados o direito de recusa ao trabalho quando for identificada qualquer situação de risco grave e iminente de acidente. 5.2. Os empregados envolvidos com trabalho em altura acima de 1. poderá ser utilizado o Cartão de Identificação (anexo 3).

A ART deve ser validada pela área de Saúde e Segurança e todos os empregados envolvidos na atividade deverão ser capacitados na mesma. iluminação inadequada.2. com a presença do emitente da operação e do executante credenciado do projeto.PTE:  Ocorrência de descargas atmosféricas (raios). Para atividades com interferência nas áreas operacionais Vale. sendo analisada e aprovada pelo emitente conforme PGS 1681. ventos fortes.2. Devem ser analisadas as seguintes condicionantes para emissão da Permissão de Trabalho Especial . Para todo trabalho em altura 1. deve-se dar baixa nas permissões de trabalho relativas às atividades de todas as equipes envolvidas que estão encerrando sua participação e emitir novas permissões de trabalho para a continuidade dos serviços. deverá ser emitida a Permissão de Trabalho . formalizada em formulários padronizados que deve ser analisado de forma compartilhada pelo executante credenciado em conjunto com os executantes da atividade. A aprovação se dará no próprio local em que será realizado o trabalho.0440 Pág. Permissão para Trabalho Especial (PTE) e Análise Riscos de Tarefas (ART). PLANO DE ATENDIMENTO À EMERGÊNCIA Deve ser elaborado o plano de emergência.  Piso irregular ou de baixa resistência. neve. ANALISE DE RISCOS DA TAREFA . definindo condições seguras para realização de um determinado trabalho.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .  Isolamento e sinalização de toda a área. 5. suas consequências e identificar medidas de controle (dispositivo e/ou equipamento) apropriado para eliminar.DIPL .: 02 . O emitente da operação e o executante credenciado do projeto deverão assinar a PT neste momento. poeira e ruído excessivo.  Condições inadequadas dos executantes e dos equipamentos.3. chuva intensa. minimizar ou controlar esses riscos. contemplado os cenários relativos aos riscos de acidentes relacionados com a atividade de trabalho em altura.  Proximidade e contato com a rede elétrica energizada. .80m deve ser emitida a.: 6 de 35 Classificação: Uso interno Rev.4. com o objetivo de regulamentar o atendimento as vitimas durante o sinistro nas dependências da Vale.20/12/2011 Autorização para trabalho.ART Deve ser elaborada a ART conforme PGS 846 antes da mobilização dos serviços para análise dos riscos da tarefa. Na mudança de turno/equipe de trabalho. O plano deve ser compatível com o plano local do site.RAC 01 Nº: PGS . 5.PT para liberação da área.

Capacidade mínima para suportar carga de 2.268 kgç. o cinto deve ser confeccionado em fibra para-aramida. Argolas laterais com proteção lombar para trabalhos de posição (eletricista).20/12/2011 6.DIPL .268 kg.: 7 de 35 Classificação: Uso interno Rev. ponto de ancoragem no ombro para trabalhos em espaço confinado e resgate. Deve ser fixado acima do nível do ombro.0440 Pág. Comprimento máximo de 1.para aramida . O cinto deve ser totalmente ajustável para peso e altura diferentes. Possuir argolas no dorso para trabalhos em geral. Em caso de atividades envolvendo altas temperaturas e soldagens. ponto para uso em linha de vida em escada marinheiro. Carga estática mínima de ruptura do cinto de segurança ou travessão de 2. o talabarte deve ser confeccionado em fibra para aramida.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . ESPECIFICAÇÕES CINTO DE SEGURANÇA  Cinto de segurança tipo pára-quedista O cinto de segurança tipo pára-quedista deve atender aos seguintes requisitos:      Confeccionado em material sintético. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA 6. Mosquetão com abertura mínima de 53 mm.RAC 01 Nº: PGS . Cinto de segurança Cinto para atividades de corte e calor . com mosquetão e trava dupla de segurança. sendo neste caso facultativa a confecção com costuras em cores contrastantes. com costuras em material sintético e cores contrastantes ao material básico para facilitar a inspeção.  Talabarte duplo O talabarte duplo seguintes requisitos:       deve atender aos Fabricado em fibra sintética (exceto náilon).: 02 .6 m. Possuir absorvedor de energia. Em caso de atividades envolvendo altas temperaturas e soldagens.1.

os mesmos deverão descartados.  Para executantes de serviço a quente (corte. fitas e argolas.DIPL . certifique-se que o mesmo encontra-se em perfeito estado de utilização.20/12/2011 6. Este item não se aplica para acessos verticais em espaço confinado com a utilização de guincho.2. salvo comprovação de que o cinto foi testado para a carga a ser utilizada.  Somente é permitido o uso de cinto de segurança tipo pára-quedista com duplo talabarte com as características citadas nas especificações quanto ao cinto de segurança. ou estrutura previamente dimensionada por profissional habilitado.  Para trabalho envolvendo atividades á quente.  O cinto de segurança tipo pára-quedista com duplo talabarte deverá estar sempre ancorado acima da linha dos ombros do trabalhador. FORNECIMENTO DO CINTO DE SEGURANÇA  O cinto de segurança é de uso individual.  Proteja o cinturão de cortes. 6.  É proibido usar qualquer tipo de cinto de segurança como base/apoio de sustentação para realização de trabalhos em altura. solda.  Deve ser utilizado somente cintos de segurança homologados pelo comitê de EPI da Vale .8m de altura.  Em caso de acidente envolvendo o cinto de segurança e talabarte.  O peso total (cinto + talabarte + executante) não poderá exceder o limite estabelecido pelo fabricante. altas temperaturas ou outra fonte de calor) o cinto fornecido deverá ser fabricado em fibra de pára-aramida. fixação. habilitadas e capacitadas com os exames em dia poderão executar trabalhos em altura com uso de cinto.  É proibido o uso de talabartes de nylon e cinto abdominal em qualquer área da Vale. fixado em trava-quedas e preso à linha de vida.  A ancoragem do talabarte duplo será feita em ponto externo à estrutura de trabalho. salvo em situações especiais tecnicamente comprovadas por profissional habilitado. trincas e etc. o cinto á ser utilizado deverá ser o para-aramida. monopé e tripé. por profissional habilitado.: 8 de 35 Classificação: Uso interno Rev. às costuras.). deve ser elaborado. condição do local aonde será atracado (ferrugem. Nestas situações especiais.Catálogo de EPIs da Vale.RAC 01 Nº: PGS . queimaduras ou produtos químicos.: 02 .  Ao atracar o cinto de segurança o executante deverá verificar a proximidade e contato com a rede elétrica energizada. projeto que comprove a estabilidade e resistência do conjunto. .  Antes de vestir o cinturão.3.0440 Pág.  Nenhuma modificação pode ser feita no cinturão com relação.  Somente pessoas treinadas. e deverá ser controlado através da ficha de EPIs do empregado com anotação do Certificado de Aprovação. UTILIZAÇÃO DO CINTURÃO OU CINTO DE SEGURANÇA  O cinto de segurança tipo pára-quedista deve ser utilizado para realizar serviços onde haja risco de queda acima de 1.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .

Segurar o mosquetão na base Nota Especial: Pressionar destravando e ao mesmo tempo abrindo-o 4 Ajustar a fita .RAC 01 Nº: PGS .DIPL .: 02 .20/12/2011 COMO COLOCAR O CINTO DE SEGURANÇA:  2 3 4 Vista o cinto pelos ombros Conecte e ajuste as fivelas das pernas Ajuste as fivelas da cintura e o peito 1 Levante pela argola dorsal  AJUSTANDO AS FIVELAS DO CINTO: 1 Aumentar a folga da fita  2 Posicionar as fivelas 3 Passar a fivela menor por dentro da fivela maior TALABARTE 2 1 .0440 Pág.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .: 9 de 35 Classificação: Uso interno Rev.

o talabarte do cinto de segurança deve ser ancorado no local estabelecido pelo fabricante 6. 70cm acima da cabeça do trabalhador e ter seu ponto de ancoragem com capacidade de carga superior a 1.0440 Pág.  As linhas de vida verticais e horizontais devem atender aos seguintes requisitos: a.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . 6. Nestas situações especiais.20/12/2011 Na plataforma elevatória. b. c. O trava-quedas deve atender aos seguintes requisitos: a.4. quando necessário. Força de frenagem inferior a 6 kN.500kg. salvo em situações especiais tecnicamente comprovadas por profissional habilitado. Indicação de capacidade máxima de carga. Indicador de fim de vida útil.DIPL . no mínimo. d. b.: 02 .  Os trava-quedas móvel devem possuir dupla trava de segurança e travamento simultâneo em dois pontos da linha de vida.5.RAC 01 Nº: PGS . Proteção contra atrito e.: 10 de 35 Classificação: Uso interno Rev. LINHA DE VIDA A ancoragem da linha de vida deve ser feita em ponto externo da estrutura de trabalho. . fabricada em material resistente a altas temperaturas. deve ser elaborado por profissional habilitado projeto que comprove a estabilidade e resistência do conjunto. TRAVA-QUEDAS  O trava-quedas ancorado em ponto fixo deve ser sempre instalada a uma distância de. Mosquetão giratório 360º para que não haja torção do cabo. Mola de proteção antitravamento.

GUARDA CORPO O guarda-corpo deve ser utilizado como proteção contra queda de altura e atender aos requisitos:  INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS a. b. b. c.9 m acima das áreas de trabalho ou circulação. Rodapé de altura mínima de 20 cm.2 m acima das áreas de trabalho ou circulação. Nº: PGS .: 11 de 35 Classificação: Uso interno Rev. CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO  Os equipamentos de proteção individual e coletiva devem ser inspecionados sempre que for realizada atividades de trabalho em altura conforme EPS 0254. descosturas. Parte superior do parapeito a 1.) o equipamento de proteção deverá ser descartado. molas quebradas ou folgadas.20/12/2011 Projeto contendo layout da área e comprovação de responsabilidade técnica por profissional habilitado.: 02 .  INSTALAÇÕES PERMANENTES a.7. 6.6. rasgos. o Seque o cinto na sombra e local ventilado.7 máxima das áreas de trabalho ou circulação. Parte superior com no mínimo 0. Rodapé de altura mínima de 20 cm. INSPEÇÃO.0440 Pág.  Em casos aonde houver a necessidade de limpeza: o Lave-os com água e sabão neutro. Quando detectado qualquer anomalia (cortes. ácido ou base forte. Travessa (parapeito intermediário) de 0. 6. corrosão acentuada e etc. o Não utilize nenhum tipo de solvente.DIPL . furos.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . trincas.  .RAC 01 c. apresentar pontos de amassamentos. CHECK. o Guarde em local protegido do sol e intempéries.

devendo ser inspecionados conforme critérios definidos nas Listas de Verificações (anexo 4) desse procedimento. deve-se recorrer a equipamentos de proteção individual. atividades em telhados.  Limitar a queda: se há risco de queda.80m. conforme a definição do escopo estabelecido.1.: pré-montar peças em solo.  Proteção individual: se não for possível a adoção de medidas que reduzam o tempo de exposição.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . bem como prover os recursos para o procedimento de resgate.  Deve ser realizado acompanhamento técnico para verificar se a ART e PTE estão sendo seguidas.DIPL .: 12 de 35 Classificação: Uso interno Rev. qualquer atividade deverá ser avaliado o uso de: o . TRABALHO EM ALTURA COM CADEIRAS SUSPENSAS (BALANCIM INDIVIDUAL)  É obrigatória a realização da ART e a obtenção da PTE na realização de trabalhos com cadeiras suspensas.: Plataforma Elevatória. rompimento do cinto de segurança ou linha de vida. dentre outros) devem apresentar condições adequadas de uso. balancim.0440 Pág. REGRAS GERAIS PARA TRABALHOS EM ALTURA o 8. males súbitos.  Resgate: a equipe que realiza o trabalho em altura deverá descrever na ART. recorrer às proteções que a limitem. fobia. plataformas provisórias.  Redução do tempo de exposição ao risco: transferir o que for possível a fim de que o serviço possa ser executado no solo. rampas. Cesto aéreo.: 02 .20/12/2011 7. montagem de estruturas acima de 1. Ex. passarelas. ou seja. redes de proteção. este item deverá ser analisado prioritariamente.Ex.  O balancim individual deve possuir os seguintes requisitos: . eliminado o risco. impeçam ou limitem a queda de pessoas. PREVENÇÃO CONTRA QUEDAS COM DIFERENÇA DE NÍVEL  Em toda a atividade deve ser avaliado a aplicação do dispositivo contra queda (rede de proteção anti queda) para todas as atividades em andaimes. escadas. plataformas.  Os cabos de aço das cadeiras suspensas devem ser protegidos contra quinas vivas.: colocação de Guarda-corpo. Ex.RAC 01 Nº: PGS .  Impedir a queda: eliminar o risco através da concepção e organização do trabalho na obra. 8. caso falhem a proteções supracitadas considerando os seguintes cenários: o Quedas com diferença de nível.  Antes de iniciar a atividade as estruturas de trabalho (andaimes.

por pessoa treinada.DIPL . Dispositivo de descida e subida.  È obrigatória a realização da inspeção prévia.  O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista. e.CNPJ. Ponto de ancoragem do cabo de sustentação da cadeira independente do ponto de ancoragem do cabo do trava-quedas e resistência a.0440 Pág. d.RAC 01 a.  Os trabalhadores que utilizarem escadas de uso individual (de mão) devem usar sempre as duas mãos. cabos-guia. Requisitos mínimos de conforto previstos na NR 17 – Ergonomia.: 02 .: 13 de 35 Classificação: Uso interno Rev.  Não é permitida a união de duas ou mais escadas. roldanas e do trava-quedas. pontos de ancoragem. visando aumentar o comprimento total da escada. com dupla trava de segurança. TRABALHOS EM ALTURA COM ESCADAS As escadas. a razão social do fabricante e o número de registro respectivo no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica . será permitido o prolongamento do pé por meio de sistemas automáticos ou mecânicos.2. 8.  É proibida a improvisação de cadeira suspensa. habilitada. em caracteres indeléveis e bem visíveis.500 kg.  Na impossibilidade de nivelar o piso sobre o qual a escada será apoiada.  A cadeira suspensa deve apresentar na sua estrutura. Eventuais cargas (equipamentos e materiais leves) deverão ser içadas em bolsas ou outros recipientes semelhantes. no mínimo. Ligação frontal (peito).20/12/2011 Sistema de fixação do trabalhador por meio de cinto b. 1.  O sistema de fixação da cadeira suspensa deve ser independente do cabo-guia do trava-quedas. ligado ao trava-quedas em cabo-guia independente. . rampas e passarelas são também definidas conforme seu ângulo de inclinação com relação à horizontal. funcionamento da catraca. c.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . Nº: PGS . bem como prolongar seus montantes. dos dispositivos de acionamento da cadeira suspensa.

mantendo-se sempre três pontos de contato durante todo o tempo de deslocamento.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .  Somente é permitido o uso de escadas fabricadas em madeira e/ou fibra.0440 Pág.  Todos os modelos de escadas devem possuir sapatas antiderrapantes.  A escada telescópica não deve ser estendida totalmente.  E expressamente proibido utilizar os últimos 03 (três) degraus de escadas para acesso. a menos que esta tenha sido fechada definitivamente ou esteja trancada e etiquetada.  Nas áreas de trabalho só podem ser usadas escadas que sigam os padrões de construção exigidos pelo padrão ABNT.DIPL .: 02 .20/12/2011  As escadas portáteis de mão devem ter uso restrito. tanto as comuns como as de abrir. estas devem estar totalmente abertas e travadas.RAC 01 Nº: PGS .  Recomenda-se deslizar as mãos pelas travessas e nunca pelos degraus. mesmo que estendida. devendo ser usadas apenas em serviços de pequeno porte e em locais de difícil acesso. sendo sua altura máxima. Para a realização de trabalhos de serviços elétricos. .  Ao utilizar escadas de abrir.  Sinalizar e isolar a área onde e quando estiver usando escadas portáteis. devendo permanecer uma sobreposição de pelo menos 04 degraus e devendo ser amarrada e travada.  É proibido colocar ferramentas e materiais sobre a escada. não é permitido o uso de escadas metálicas. de 7 metros.: 14 de 35 Classificação: Uso interno Rev.  Não posicionar escadas próximas de abertura de pisos com vãos desprotegidos. nunca deverão ser maiores que 7 metros de comprimento e espaçamento entre degraus variando entre um máximo de 30 cm e um mínimo de 25 cm e devem estar fixadas em sua parte superior e inferior por meio de corda.  Nunca colocar uma escada em frente a uma porta ou áreas de circulação.  As escadas.

deve haver sinalização para alertar contra possíveis abalroamentos (choques. evitando-se choques contra pessoas ou obstáculos.  Na utilização de escadas portáteis em local de freqüente circulação de pessoas e/ou veículos.  Os limitadores de abertura deverão estar totalmente estendidos (abertos) quando a escada estiver em uso.20/12/2011  Os empregados que precisarem usar uma ou ambas as mãos em trabalhos sobre escadas devem prender-se à estrutura do prédio ou em um ponto de ancoragem.: 15 de 35 Classificação: Uso interno Rev.0440 Pág.  É obrigatório que o executante suba ou desça a escada de frente. projetado e especificado na ART e PTE para evitar o risco de queda. . que evite lesão na mão do trabalhador. correntes e outros materiais para substituir os limitadores de abertura.  A escada tipo tesoura deve ser provida de dobradiças com afastadores e limitadores de abertura com sistema antibeliscão.  As escadas devem ser transportadas horizontalmente. cordas.DIPL .: 02 . a escada deverá ter a parte da frente mantida a uma altura superior à cabeça de uma pessoa. para garantir um transporte mais seguro e promover melhor distribuição da carga.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .  São proibidas improvisações como uso de arames.). impactos. fios. Escadas compridas devem ser carregadas por duas ou mais pessoas. etc.RAC 01 Nº: PGS . Quando transportada por uma só pessoa.

: 02 .0440 Pág. ACONDICIONAMENTO . Utilizar sistema antiderrapante ou qualquer outra forma de fixação que garanta a estabilidade das escadas.DIPL .RAC 01 Nº: PGS . 8.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . O afastamento dos pontos inferiores de apoio dos montantes em relação à vertical deve ser aproximadamente igual a 1/4 (um quarto) do comprimento entre esses apoios.5. SAPATAS Os montantes das escadas portáteis de uso individual (de mão).4.: 16 de 35 Classificação: Uso interno Rev.20/12/2011 8. POSICIONAMENTO DA ESCADA A escada deve ser firmemente apoiada e ultrapassar 1 m (um metro) o ponto de apoio superior.3. tanto para piso acabado como para piso natural. 8. dupla e extensível devem estar firmemente apoiados na sua base inferior.

: 02 . .DIPL .RAC 01 Nº: PGS .: 17 de 35 Classificação: Uso interno Rev. livres das intempéries.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .0440 Pág. dupla e extensível devem ser guardadas horizontalmente.20/12/2011 As escadas portáteis de uso individual (de mão). e sustentadas por suportes (ganchos) fixados à parede em tantos pontos quantos necessários para evitar o empenamento.

não excedendo 30 cm. ESPECIFICAÇÃO ESCADA 8.  Comprimento máximo .DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . 8.  Não deve ser pintada  Possuir sapatas antiderrapantes  Sinalização da carga máxima Nº: PGS . pode ser utilizada para acessos provisórios e serviços de pequeno porte. pode ser utilizada para acessos provisórios e serviços de pequeno porte.20/12/2011 .7m.: 02 . MÓVEL SIMPLES/EXTENSÍVEL  Deve ser fabricada em madeira.  Espaçamento entre os degraus uniforme não excedendo 30cm.6m.: 18 de 35 Classificação: Uso interno Rev.6.  Sinalização da carga máxima.  Espaçamento entre os degraus uniforme.  Comprimento máximo .DIPL .2.1. MÓVEL TIPO TESOURA  Deve ser fabricada em madeira.  Não deve ser pintada. resina ou fibra não condutora. resina ou fibra não condutora.6.  Possuir limitador de espaço.6.  Possuir sapatas antiderrapantes.RAC 01 8.0440 Pág.

quando alcançar 6 m ou mais de altura.  Possuir gaiola protetora a partir de 2 m acima da base.DIPL .  Distância entre os degraus e a estrutura de fixação de. esta deve dispor de linha de vida em toda sua extensão 8. ESCADA PLATAFORMA . fixada em estrutura independente da escada.6. com grau de inclinação em relação ao piso variando de 75º (setenta e cinco graus) a 90º (noventa graus).6. deve existir um patamar intermediário de descanso. 12 cm. possuindo gaiola de proteção. até 1 m acima da última superfície de trabalho.27/07/2011 8.  Para cada lance de. no máximo 9 m.3.: 19 de 35 Classificação: Uso interno Rev.: 01 . no mínimo.RAC 01 Nº: PGS .0440 Pág.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . A escada tipo marinheiro em geral é constituída por estruturas metálicas e utilizada para acesso a lugares elevados ou de profundidade que excedam 6 m (seis metros).4. ESCADA MARINHEIRO E ESCADA VERTICAL  Possuir linha de vida vertical em toda a sua extensão. protegido por guarda-corpo e rodapé.

.  Os andaimes devem possuir sinalização através de placa indicando sua condição: “Liberado” ou “Não Liberado”.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .DIPL .  O isolamento da área sob o andaime é obrigatório.  Os andaimes devem possuir indicação da carga máxima de trabalho.  É terminantemente proibido a utilização de tambores.  Capacidade de carga visível à distância.  Sistema de estabilização/fixação quando construída com sistema de deslocamento. andaimes de madeira e outros que não sejam os aprovados pela área técnica responsável da Vale. as informações descritas no anexo 2. com registro dos responsáveis pela montagem. As placas deverão ser instaladas de modo a proporcionar a visibilidade de ambos os lados contendo. liberação e carga máxima de trabalho. caixas. no mínimo.  Os andaimes só podem ser liberados depois de verificar e garantir sua condição de estabilidade.  Pés com estabilizador e sapatas de borracha.27/07/2011 9. tubulares compostos de braçadeiras ou do tipo rosetado (encaixe travado nas rosetas). bem como.  Construída ou revestida em material não-condutor ou possuir placa indicativa de “uso proibido para atividades com eletricidade”. tanto internas como externas só é permitido utilizar andaimes metálicos. pedaços de tubos ou outros objetos como superfícies de trabalho.RAC 01  Degraus e plataformas construídas com material antiderrapante. REGRAS BÁSICAS PARA TRABALHOS EM ANDAIMES  Em todas as áreas da DIPL.: 20 de 35 Classificação: Uso interno Rev.  Possuir guarda-corpo e rodapé em ambos os lados e ao redor de toda a plataforma de trabalho.: 01 . Nº: PGS .0440 Pág.

dentre outros 9. pelo lado externo. e o responsável deve inspecionar os componentes do andaime a ser utilizado.  Sapatas: Avaliar as roscas e porcas de posicionamento. equipamentos. MONTAGEM DE ANDAIMES  Antes da montagem dos andaimes. deve estar abaixo do peso limite. curvaturas e empenos que possam dificultar a montagem perfeita. em casos onde haja impossibilidade poderão ser utilizadas escadas externas desde que possuam itens de segurança obrigatórios como. gaiola. . devendo estar previsto quando da elaboração da ART e PTE  Em caso de trabalhos a quente (solda. de forma a não comprometer a estabilidade do andaime. precauções especiais deverão ser tomadas. sendo proibido a de nylon e gancho padrão. quanto à existência de oxidação e trincas. bem como. trava quedas. por exemplo.1. O material a ser içado. somente o profissional eletricista treinado e habilitado. com o prévio treinamento sobre os perigos e riscos inerentes ao trabalho em questão ou atendida pelo acompanhamento de pessoas desta área de trabalho. pontos aquecidos. Caso exista alguma necessidade excepcional. dobramentos. sendo contemplados na ART e PTE. linhas de alta pressão. etc. Sendo proibido o uso de travessas intermediárias e superiores da estrutura do andaime como degraus.DIPL .  É terminantemente proibida a movimentação do andaime com pessoas sobre a superfície da plataforma de trabalho. amassamentos e deformações que dificultem o encaixe das grades do andaime. sendo necessário o estabelecimento prévio de regras de prevenção na elaboração da ART . deve providenciar a sua execução. verificando a inexistência de proximidade de rede elétrica.  O acesso à superfície de trabalho em um andaime deve ser feito por escada fixa a estrutura do mesmo. Pode-se também utilizar moitão para suspensão de material. devem ser identificados os riscos potenciais. roscas e oxidação.Análise de Riscos da tarefa e PTE.: 21 de 35 Classificação: Uso interno Rev.  Encaixes: Avaliar a existência de rebarbas de soldas.: 01 .27/07/2011  O içamento de materiais deve ser feito por uso do conjunto roldana. não devendo estar distanciado a mais de 01 metro de sua base. Qualquer outra condição deve ser prevista na elaboração da ART . corte com maçarico. além do isolamento da área.0440 Pág. uso de lixadeiras) os riscos potenciais de propagação de fagulhas ou mesmo fogo devem ser previsto no procedimento de inspeção de área. pois as fiações não poderão conter emendas bem como utilizar obrigatoriamente sistema de DRs para todos os equipamentos elétricos energizados e os focos de iluminação noturna não deverão ofuscar e atrapalhar a visão dos usuários. uma permissão deve ser autorizada pelo profissional responsável pelo trabalho.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .  Quando o andaime for montado em locais de trânsito de veículos ou equipamentos móveis. iluminação e demais instalações elétricas em andaimes. para utilização cinto de segurança tipo pára-quedista com duplo talabarte atracado á linha de vida do andaime.  O acesso aos patamares dos andaimes deverá ser realizado por escadas próprias.  Contra-pinos: Avaliar desgaste. Toda escada deverá ser de acesso interno às plataformas.Análise de Riscos da tarefa e PTE. os possíveis amassamentos. estabelecido para o conjunto de içamento. verificando:  Deformações: Avaliar os ângulos retos entre as hastes. devidamente projetados e especificados. de forma a não submeter o andaime em nenhum instante à flexão.  Oxidação: Avaliar visualmente possíveis focos de ferrugem em toda a sua superfície das grades do andaime.RAC 01 Nº: PGS . corda tipo polipropileno ou polietileno.  O acesso ou a passagem na área de trabalho isolada são restritos às pessoas que estejam envolvidas com a tarefa a ser executada.  Para uso de máquinas. ferramentas ou partes do andaime.

seca. a sua altura máxima sem amarração será de 6 metros e posteriormente amarração e/ou estaiamento a cada 03 metros. por isso eles devem ser concebidos para receber apenas cargas no sentido vertical. rachaduras. o tipo de andaime a ser utilizado.  É obrigatória a utilização de sapatas quando o piso for montado em pisos metálicos vazados. No caso de áreas congestionadas. portanto.: 01 . não deverão ser pintados para não esconder nós ou rachaduras. e empregados que por ventura estejam próximos à área de isolamento.  Considerando-se.  E obrigatório que empresas contratadas que montem andaimes nas áreas da Vale. Para estas situações outros processos de sustentação devem ser projetados.  Para nivelamento do andaime é obrigatório o uso de sapata ajustável. amarração ou estaiamento.  Somente os profissionais treinados e habilitados devem definir. deve ser colocada uma diagonal na posição ortogonal a anterior. 9.  Todo andaime deve ser montado por no mínimo duas pessoas treinadas e habilitadas em montagem de andaimes  Todo andaime deve ser montado em solo ou base firme.70m e rodapés de 0. contraventamento. Para isto deve-se considerar a relação abaixo:  Para andaimes fixos a altura máxima sem amarração ou estaiamento.20 m para cada 2.  As estruturas tubulares metálicas dos andaimes resistem a esforços mecânicos de tração e compressão. andaimes padrão com base mínima de 1.20m para que seja garantida a proteção dos empregados na área superior de trabalho. possuam ART (ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA) registradas pelo CREA de sua região. tanto na sua montagem como na sua utilização. Neste caso. quando não for possível descarregar a carga do andaime diretamente sobre as vigas de apoio do mezanino. após análise do escopo do trabalho a ser realizado.  Toda área abaixo do andaime deve estar isolada.RAC 01 Nº: PGS .DIPL . Iniciando a instalação com uma diagonal na base.  Caso seja necessário atingir alturas superiores às estabelecidas no escopo inicial. sem nós.  No máximo a cada 03 metros de altura.50 m.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . deve ser realizada a revisão do mesmo. devendo ser previstos aspectos como nivelamento. como forma de garantia de sua capacitação técnica e atendimento a legislação NR 18.20 m de altura e os intermediários a 0.27/07/2011  Pranchões: Verificar se são de boa qualidade. prumo alinhamento e esquadro. mas não à flexão. mantendo-o sempre em prumo.  É proibida a montagem de andaime sem sapata. aprovada e disponibilizada para os empregados usuários. na proporção mínima de 1. para que uma nova PTE.0440 Pág.: 22 de 35 Classificação: Uso interno Rev. bem como da ART. após reavaliação do projeto possa ser emitida. na área inferior. deverá ser consultado obrigatoriamente o setor de engenharia ou manutenção responsável. é prever os pontos de travamento.00 m de altura. possuir travas nas extremidades compatíveis com o tamanho da grade do andaime.  É proibido o uso de andaimes sem os contra-pinos como elo de ligação (fixação) entre os módulos. cujos travessões superiores estejam postados a 1.  A área de trabalho deve ser dotada de guarda corpo.2. onde a área abaixo do andaime não permita o isolamento na . DIMENSIONAMENTO DE ANDAIMES  Andaimes tubulares não devem ser montados para sustentar cargas elevadas e pesos de estruturas além do pessoal de trabalho. antes da montagem. deve ser no máximo de 4 vezes a dimensão da base.  A regra básica a ser seguida para dimensionamento de andaimes.

: 01 .  As pranchas de madeira para andaimes devem ser inspecionadas antes de cada tarefa e só devem ser utilizadas para o fim a que se destinam.  As pranchas de madeira que foram inspecionadas e identificadas como fora do padrão devem ser descartadas. Projeto elaborado por profissional habilitado que comprove a estabilidade e resistência do conjunto.20m de altura. Esse apoio deve estar entre 10 e 20 cm além da estrutura do andaime. deve-se assegurar que não ocorram quedas de quaisquer tipos de objetos e ferramentas. b. É terminantemente proibido o uso dessas pranchas para outros tipos de tarefa.  A plataforma de trabalho deve possuir guarda corpo.27/07/2011 proporção indicada acima.  A plataforma deve oferecer resistência superior a 150 Kg/m². Rigidez dielétrica em conformidade com a classe de tensão dos equipamentos elétricos.RAC 01 Nº: PGS . Nota Especial: Para trabalhos em subestações elétricas em que seja indispensável à realização de atividades com circuitos parcial ou totalmente energizados podem ser utilizados andaimes de material não metálico com características de resistência mecânica distintas das estabelecidas acima. Deve ser dotada de rodapé de no mínimo 0.: 23 de 35 Classificação: Uso interno Rev. sendo que o lado que não tiver protegido pelo guarda corpo deverá ser a destinada para a realização do trabalho. em três lados.70 m. Deve ser de material resistente. desde que sejam atendidos os seguintes requisitos: a.00m de área ou 04(quatro) pranchões.  A área de trabalho deve ter no mínimo 1. com ambas as extremidades travadas e apoiadas sobre a estrutura do andaime.0440 Pág. .DIPL .DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . Fabricados em conformidade com normas técnicas.2 m e o intermediário a 0.  As plataformas de trabalho devem ser construídas com pranchas de no mínimo 1 1/2” ou 37mm de espessura e 10” ou 25cm de largura. c. de boa qualidade. no mínimo. possuir o travessão superior a 1.

bem como deve ser dimensionado adequadamente para o diâmetro do cabo.0440 Pág. por pessoa qualificada.  Os dispositivos de suspensão devem ser inspecionados antes do início dos serviços.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .(PAU DE CARGA) Em caso de uso do pau de carga nos andaimes este deverá obedecer às seguintes regras:  A roldana-guia do cabo de suspensão deve rodar livremente e o seu sulco deve ser mantido em bom estado de limpeza e conservação.RAC 01 Nº: PGS .: 24 de 35 Classificação: Uso interno Rev. ACESSÓRIO DE IÇAMENTO .  O andaime deve ser projetado levando em consideração o peso da carga que será movimentada no pau de carga. PLATAFORMA SUSPENSA . 10.: 01 .27/07/2011 9.DIPL .3.

rodapé e piso.  Os cabos de aço de sustentação devem ser de alma de fibra (AF) e construção 6 x 19.0440 Pág.5 mm para os andaimes pesados.   Diminuição do diâmetro nominal do cabo em mais de 10%. CARACTERISTICAS DA PLATAFORMA SUSPENSA  Os cabos de aço das plataformas suspensas precisam ser protegidos contra quinas vivas ou outras superfícies que provoquem atrito. Dispositivo de bloqueio mecânico automático.: 01 . . Nota Especial: Passo é a distância em que a perna dá uma volta completa em torno da alma do cabo. c.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .95 mm. comprometendo a sua resistência.8 kN. Placa de identificação com a carga máxima de trabalho permitida em local visível. c.. Deformações permanentes.: 25 de 35 Classificação: Uso interno Rev.DIPL . e não devem apresentar qualquer um dos seguintes defeitos: a.  A plataforma suspensa (andaime suspenso) pode ser utilizada para trabalhos em fachadas (limpeza. todos os laços devem ser providos de sapatilhas adequadas ao diâmetro do cabo.  Na fixação.1.RAC 01 Nº: PGS . e. b. Oxidação do cabo.  Os cabos de sustentação devem ser inspecionados antes da montagem. torção regular à direita. galvanizados e resistência à tração dos fios entre 1600 MPa e 1800 MPa (PS). com carga mínima de ruptura igual a 49. Guarda-corpo.8 kN e 9. esmagamentos. e periodicamente quando em uso. tais como dobras.27/07/2011 10. etc.  Os cabos de aço devem ter sua carga de ruptura igual à no mínimo cinco vezes a carga máxima utilizada. b. Cabo de aço com carga de ruptura igual à.  Sempre que o cabo de aço de sustentação tiver contato com uma aresta. no mínimo. Desgaste por abrasão dos fios externos em mais de 30%. O diâmetro mínimo dos cabos de aço para andaimes leves é de 7. pernas salientes. através de um dispositivo fixado firmemente à estrutura. Fixação em elemento estrutural da edificação. d. cinco vezes a carga máxima utilizada. obras) desde que possua: a. pintura. e presos com grampos ou soquetes chumbadores. com carga mínima de ruptura igual a 34. este deve ser convenientemente protegido contra o atrito e garantir um raio mínimo de curvatura de oito vezes o diâmetro. atendendo à máxima capacidade de carga do equipamento. Ruptura de fios em número acima de um a cada passo do cabo.

Permitem a realização de trabalhos em pontos elevados.  O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista. garantindo a integridade do cabo guia.  As quinas vivas deverão ser protegidas. devendo ser usados pelo menos três grampos em cada fixação. 11. tesoura todo-terreno (TD). articulada. 11.1. telescópica. . Os grampos devem ser do tipo Crosby.  A quantidade de grampos e o seu espaçamento devem ser de acordo com as tabelas dos fabricantes. e de acordo com a Figura.DIPL . ligado ao trava-quedas em cabo-guia independente. As plataformas podem variar a sua altura. mas sob responsabilidade do operador.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .0440 Pág.  Os cabos de aço e os acessórios utilizados devem obedecer às normas brasileiras. mastro vertical.  A plataforma elevatória (tesoura standard.: 01 . unipessoal e revocável) deve possuir os seguintes requisitos: a. PLATAFORMA ELEVATÓRIA Estes equipamentos elevatórios são constituídos por plataformas de trabalho numa estrutura elevatória geometricamente deformável. Para todo e qualquer tipo de trabalho em altura deve-se analisar antes da sua execução. permitindo ao trabalhador atuar em diferentes níveis com as ferramentas e materiais. o uso da plataforma elevatória. Indicação da capacidade de carga e alcance máximo visível à distância.27/07/2011  Na utilização com grampos.: 26 de 35 Classificação: Uso interno Rev. pesados. possibilitando a um ou mais trabalhadores atuar na proximidade da frente de trabalho.RAC 01 Nº: PGS . CARACTERISTICAS PLATAFORMA ELEVATÓRIA  A chave de partida de plataformas elevatórias não deve ficar na botoeira ou dispositivo de partida da máquina. deve ser considerada redução de 20% na carga admissível do cabo.

O controle do conjunto é garantido por um comando instalado no cesto. Plataforma operacional com piso em material antiderrapante. garantido por um comando instalado no cesto. consultar o diagrama de cargas específico do equipamento tendo em conta o ponto mais desfavorável da movimentação.2. Dispositivo antibasculante e limitador de carga. onde o deslocamento do operador pode efetuar-se com o cesto em posição elevada e ocupado pelo pessoal previsto para o efeito. de braço telescópico ou tipo tesoura. em posição de transporte.RAC 01 Nº: PGS . h.  Os diferentes equipamentos devem ser utilizados de acordo com as instruções do seu fabricante. braço de carga e da altura (distância) de trabalho. Sistema de estabilização automática a ser utilizado precedentemente à subida da plataforma. g. (ex: o equipamento de utilização fixa ser utilizado como de utilização contínua). d. . com bastidor acionado por empurrão ou arraste.: 01 . Cones refletivos para sinalização horizontal da localização da máquina. f. c.  A capacidade de carga permitida depende da força exercida. j. 11. Obrigatório a existência agente extintor PQS ou ABC com capacidade máxima de 6kg. i. Fixações para cinto de segurança na plataforma.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . Aviso sonoro e visual de translação.0440 Pág. Sistema de controle de descida de emergência. e.DIPL . Os operadores nunca deverão utilizar determinado equipamento para outro tipo de utilização.27/07/2011 b. Dentro desta categoria estão por exemplo as Plataformas elevatórias cuja elevação se faça sobre um eixo vertical. Utilização Contínua. Sistema de travamento/frenagem das rodas quando em operação.  Antes da movimentação.: 27 de 35 Classificação: Uso interno Rev. TIPOS DE UTILIZAÇÃO As plataformas elevatórias podem ter os seguintes tipos de utilização: Utilização Fixa: em que o bastidor móvel só poderá se deslocar com a estrutura extensível fechada.

no solo.DIPL .0440 Pág. que tem a seu cargo as manobras de intervenção auxiliar (ex. o impedimento da circulação de .  Não transportar pessoas fora do local apropriado.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .  Operação de uma plataforma elevatória deverá ser efetuada por 2 pessoas: o Uma que manobre e trabalhe no cesto da plataforma (Operador).: 01 .  O operador deverá utilizar os acessos às plataformas previstos pelo fabricante.RAC 01 Nº: PGS .  Garantir a qualificação do operador.: 28 de 35 Classificação: Uso interno Rev. o comando em caso de acidente ou avaria.27/07/2011  Testar os órgãos mecânicos antes do início dos trabalhos.  Conservar o aviso sonoro de marcha-ré.  Verificar regularmente a pressão dos pneus de acordo com as instruções do fabricante. sinalização gestual das operações). o Outro.

: 29 de 35 Classificação: Uso interno Rev.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .  G .27/07/2011 máquinas ou peões em redor da plataforma elevatória e a condução do operador da cesta em caso de necessidade.  b . o  O operador auxiliar tem a importante função de manter as condições de segurança do operador do cesto.0440 Pág.Centro de Gravidade da plataforma. a plataforma elevatória já está sobrecarregada.Ponto de aplicação da força no braço.  Se o momento de carga (L x a) for igual ao momento da plataforma (G x b).Distância do Centro de Gravidade ao ponto de apoio do equipamento. As plataformas elevatórias estão sujeitas ao princípio da alavanca:  L .  Ao utilizar estes equipamentos considerar os tópicos abaixo: .  a .DIPL . libertando este último para o trabalho que está a executar.RAC 01 Nº: PGS .Distância do Ponto de Aplicação da força ao ponto de apoio do equipamento (roda).: 01 . existindo o risco de tombo ou capotamento.

 O operador.RAC 01  Nº: PGS .  Ver a capacidade dos meios de lingagem:  Quando existir a necessidade de utilizar meios de lingagem numa operação. o condutor deve interromper o trabalho.: 30 de 35 Classificação: Uso interno Rev.  Garantir que não existem pessoas à volta.DIPL . outra plataforma ou uma grua-ponte. Existem riscos como. deverá sempre ser observado qual o método mais adequado para a operação e a capacidade dos meios de lingagem a utilizar. Há que ter atenção redobrada nas movimentações da plataforma. como uma grua. um muro ou um objeto móvel. . varanda ou estrutura.  Se a visibilidade exterior for deficiente entre o solo e a plataforma. deverá estar com a total noção do que se encontra em seu redor de modo a evitar choques ou bloqueios.0440 Pág.27/07/2011  Não sobrecarregar os equipamentos. por exemplo: o O choque contra uma estrutura.  O conhecimento de todos os comandos ajuda a uma operação segura e eficiente.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . caso eles permitam o manuseio de cargas. durante a movimentação do cesto e do próprio equipamento. o Ao passar por debaixo de uma passarela área.: 01 .

. evitando assim ser projetado em caso de colisão com algum veículo ou máquina. Com a existência de vento. não devem manipular placas.: 01 . o Trabalhar em desníveis ou taludes excessivos e com terreno que não garanta a segurança. o Abandonar ou estacionar a máquina em rampas e taludes.DIPL .27/07/2011  O operador não deve utilizar a plataforma quando a velocidade do vento é superior à velocidade limite fixada pelo fabricante. o Abandonar a máquina sem colocar os comandos na posição de paragem.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .0440 Pág.: 31 de 35 Classificação: Uso interno Rev. acionar o travão de mão e retirar a chave de ignição. etc.RAC 01 Nº: PGS . cartazes. o Abandonar a máquina com balde ou outros acessórios levantados.  O condutor da plataforma deverá estar equipado com cinto de segurança que amarrará nas anilhas de segurança previstas para o efeito.  É proibido: o Circulação em zonas em que não seja previsto o seu uso.

0440 Pág. PASSARELA PARA TELHADO  A passarela para trabalho em telhados deve possuir os seguintes requisitos: a. Fabricação em material resistente antiderrapante. 12.  Deve ser realizado acompanhamento técnico para verificar se a ART e PTE estão sendo seguidas.1.  Não arremessar materiais/ferramentas em altura. lubrificar ou afinar elementos da máquina com esta em movimento.DIPL . 12. nomeadamente às linhas elétricas. bem como o espaço necessário para manobrar). Pontos de ancoragens e linha de vida acompanhando a extensão da passarela para uso de cinto de segurança durante a permanência sobre a mesma.  Além destas o operador da plataforma elevatória deve respeitar as placas de sinalizações e circulação.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . .: 32 de 35 Classificação: Uso interno Rev. TRABALHOS EM TELHADOS  É obrigatória a realização da ART e PTE para a realização de trabalhos em telhados.  Assegurar a operação e manutenção por pessoas especializadas (devidamente habilitadas com conhecimento dos limites das características da máquina. com comprimento e largura que permita a movimentação com segurança. peças e instalações em tensão.RAC 01 o Nº: PGS . Dispositivo de interligação/travamento entre os elementos pranchões.: 01 .  Evitar manobras bruscas e manter a distância ao bordo dos taludes (mínimo 60 cm).27/07/2011 Limpar.  Guardar as distâncias de segurança.  Assegurar iluminação adequada da zona de trabalhos. c. b.

fibra de vidro.  Todas as necessidades adicionais devem ser previstas na elaboração da ART. . Analisar e assinar a “Permissão para Trabalho em Altura”.  Dependendo da inclinação do telhado. 13. com o objetivo de identificar a forma correta para a realização do trabalho. REGRAS BÁSICAS PARA TRABALHOS EM TELHADOS  É proibido se deslocar sobre telhado de materiais frágeis (telhas de cimento.2. telhas plásticas. Freqüência: Na implantação e revisão do procedimento. em dias com potencial para chuvas.  É proibido o trabalho em telhado. Devem-se instalar pranchas móveis no sentido transversal das longarinas de sustentação para facilitar a movimentação. RESPONSÁVEIS/DESIGNADOS PELA LIBERAÇÃO DA PERMISSÃO PARA TRABALHO EM ALTURA   Realizar a análise de riscos e escolha na forma mais segura de execução juntamente com o executante.RAC 01 Nº: PGS .DIPL . RESPONSABILIDADES 13. estuques. forro de ripas. 14. Carga Horária: 2 horas ou de acordo com a necessidade da gerência.27/07/2011 12.  Não é permitido o posicionamento ou armazenamento de carga excedentes no telhado de uma edificação. Informar imediatamente a chefia imediata qualquer anormalidade nos equipamentos ou EPI’s relacionados ao Trabalho em Altura. Designar formalmente os executantes de trabalho em altura e os responsáveis por analisar e assinar a “Permissão para Trabalho em Altura”.: 01 . etc.DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA . 13. com ventos ou com umidade excessiva.: 33 de 35 Classificação: Uso interno Rev. TREINAMENTO Público alvo: Executantes de atividades com trabalho em altura e designados para liberação da Permissão de Trabalho Especial. mediante risco grave e eminente. EXECUTANTES DO TRABALHO EM ALTURA:    Cumprir todos os itens deste Procedimento e preencher corretamente os anexos Preencher o formulário Direito de Recusa conforme procedimento específico.4. SESMT   Assessorar tecnicamente as áreas em orientações quanto às condições de segurança para execução de trabalhos em altura Apoiar na elaboração de anexos para este procedimento.0440 Pág.).2. essas pranchas devem ser presas à estrutura do telhado.3.1. 13. 13. GERENTES/PREPOSTOS   Garantir o cumprimento integral deste procedimento em sua área de atuação. amianto e/ou barro.

DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .: 34 de 35 Classificação: Uso interno Rev.Termo de Declaração de Conduta. Moraes Pereira e Silva Mat. ELABORADORES Allan Rossi Pires Costa Mat.DIPL . REGISTROS A retenção e a forma de descarte dos registros e formulários deverão seguir no mínimo as condições a seguir.: 01 . Anexo 3 . 01331397 GADSG Engenheiro de Segurança do Trabalho Renata Duarte Mellim Mat. 01509316 GADSG Engenheiro de Segurança do Trabalho Paulina Farnezi Duarte de Mattos Mat. ou definidas em documentos de outras diretorias: REF.Placa de Sinalização. 01504835 GADSG Técnico de Segurança do Trabalho Glayce Batista Lima Mat.Cartão de Identificação Anexo 4 .RAC 01 Nº: PGS . 01202523 GADSG Líder Projetos Saúde Segurança Lília Vieira Póvoa Mat.0440 Pág.846 Análise de Riscos de Tarefa . 01044891 GADSG Analista de Segurança do Trabalho Débora Dias dos Anjos Conceição Mat.ART 01 após conclusão Gerência da Obra Supervisor Coleta Seletiva PRO 4599 Direito de Recusa ao Trabalho 01 após conclusão Gerência da Obra Supervisor Coleta Seletiva 16.27/07/2011 15. 01204520 GADSG Analista de Saúde e Segurança Nelson R.Listas de Verificação Anexo 1 Anexo 2 Anexo 3 Anexo 4 17. Anexo 2 . 01507422 GADSG Médico do Trabalho Benedito Augusto T Gonçalves Mat. ANEXOS Anexo 1 . 01038389 GADSG Engenheiro de Segurança do Trabalho . INTERNA/ NÚMERO DO DOCUMENTO TÍTULO DO DOCUMENTO Anexo 1 Termo de Declaração de Conduta Anexo 2 Placa de Sinalização Anexo 3 Cartão de Identificação Anexo 4 TEMPO MÍNIMO DE RETENÇÃO LOCAL DE ARQUIVO Até o término do Gerência contrato de trabalho Até o término do contrato de Gerência trabalho RESPONSÁVEL PELO ARQUIVAMENTO DESTINAÇÃO Supervisor Coleta Seletiva Supervisor Coleta Seletiva Até o término do Gerência contrato de trabalho Supervisor Coleta Seletiva Listas de Verificação 01 após conclusão Gerência da Obra Supervisor Coleta Seletiva PGS .

27/07/2011 .0440 Pág.DIPL .: 01 .DEPARTAMENTO DE PROJETOS E IMPLANTAÇÃO LOGISTICA E ALPA DIRETRIZES PARA TRABALHO EM ALTURA .: 35 de 35 Classificação: Uso interno Rev.RAC 01 Nº: PGS .