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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DO JUIZADO

ESPECIAL CÍVEL DA COMARCA DE WITMARSUM-SC

HADIT

THELEMA,

brasileiro,

solteiro,

místico,

estadual, inscrito no CPF sob o nº 0 e RG 0, residente e
domiciliado na Rua X, por intermédio de seus procuradores
infra-assinados, vem,

respeitosamente, à

presença de

V.

Exª, propor a presente
AÇÃO DANOS MORAIS – DEMORA EXCESSIVA NO CONSERTO DE VEÍCULO
em desfavor de FORD MOTORS COMPANY BRASIL LTDA, pessoa
jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob o nº
03.470.727/001-20,

estabelecida

na

Avenida

Taboão,

89,

prédio 06, sala 05, bairro Rudge Ramos, São Bernardo do
Campo,

São

Paulo,

CEP:

0965-00

e

THELEMA

COMERCIO

DE

VEÍCULOS E PEÇAS LTDA, pessoa jurídica de direito privado,
inscrita no CNPJ sob o nº 0, estabelecida na Rua Y, pelas
razões de fato e de direito a seguir aduzidas:
I - DA SITUAÇÃO FÁTICA.
O Requerente é proprietário do veículo I/FORD FIESTA
SD

1.6LSL,

rosa,

2013/2014,

placa

abc1234,

RENAVAM

0

(documento em anexo), adquirido junto à primeira requerida
no dia 09/10/2013 (documento anexo).

para realizar um levantamento das avarias e o que precisaria ser reparado.No dia 25/1/2013. No mesmo dia do acidente. conforme documentos anexos. que sem culpa alguma no episódio acima relatado. o Requerente sofreu abalroamento em seu veículo quando estava trafegando na Rua z. O levantamento realizado pela Thelema constatou que seria necessário reparar a funilaria. culpada pelo acidente e consequentemente responsável pelo dano ocorrido em seu veículo (documento anexo emails). conforme boletim de ocorrência anexo. o serviço para efetuar os reparos foram autorizados no dia 05/12/2013. não obteve resposta. porém. no intuito de dar início ao conserto do caro. haja vista que o fim do ano aproximava-se. resultando em danos matérias no seu veículo. o Requerente entrou em contato com a Ford Thelema. (documento anexo) Importante frisar que todas as peças e os reparos necessários estão discriminados em documento anexo. e o seu caro estava danificado. localizada no bairro X. além de substituir algumas peças contidas na parte traseira do veículo (parte abalroada no acidente). emitido pela própria Ford Thelema. Daí em diante começou o martírio do Requerente. Querendo resolver logo a situação. apesar de insistir no contato. por volta das 9 horas. Constatados os danos que deveriam ser reparados. o Requerente dirigiu-se à empresa Thelema (segunda requerida). e resolvida a parte burocrática referente à seguradora da empresa AAA. a pintura e a tapeçaria. teve seus danos materiais custeados pela seguradora da empresa AAA. vendo-se obrigado .

Por fim. protocolo n. 0. como o desentortar da lataria a fim de permitir o encaixe da fechadura da tampa traseira. a qual ele mesmo teve que amarar com uma corda para não ficar abrindo. Fulaninho. o Requerente não recebeu qualquer ajuda para mitigar o seu incômodo. Em contato conversou com com a empresa o funcionário Thelema. tendo inclusive o Requerente entrado em contato com o SAC da Ford. e que esta lhe repassou que devido ao grande número de serviços estavam atrasados com os reparos de vários veículos inclusive o do Requerente. forneceu o número do Sr. (documento anexo email). funcionário da empresa Thelema. responsável pela parte da oficina. e . serviço de a percebe-se respeito que reposição de a do mesma peças. que lhe esclareceu/justificou o atraso devido às peças necessárias para substituição serem fabricadas no exterior. Ante tudo (de)serviço feriu a o que prestado qualidade do pela fora relatada Ford. Além de não conseguir nenhuma informação acerca do conserto do seu veículo. mas sem obter qualquer previsão de conserto.a entrar em contato com a seguradora para que lhe passasse uma posição. No dia 06 de janeiro de 2013 a seguradora lhe respondeu que havia entrado em contato com a Ford Thelema. o Requerente Fulaninho. Os dias foram passando sem que o conserto fosse realizado e sem qualquer previsão de chegada das peças. não tendo reposição imediata.

principalmente no período noturno. Inicialmente. durante esse interstício. tempo que levou para que a Requerida efetuasse o reparo no veículo. as Requeridas não ofereceram qualquer tipo de ajuda. a situação já gravosa.1 – APLICABILIDADE DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR E INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA. existente entre autor e as rés. II. E ainda.também o direito à informação do Requerente. haja vista que o porta. com o problema no veículo que impossibilitava o Requerente de deslocar-se em certos horários e locais. .malas de seu veículo ficou durante todo esse tempo amarado por uma corda. Somente no início do mês de março de 2014. II . que afetaram o seu bem estar e conforto. agravou-se com a inutilização total do veículo por mais três semanas. podemos observar que na relação jurídica objeto da presente lide. após quase 4 meses do início da liberação do serviço. Durante todos esses meses o Requerente privou-se de ir a diversos lugares. Ou seja. tendo encerado apenas no final do mês. que não obteve qualquer resposta acerca do conserto de seu veículo.DO DIREITO. Sem dúvidas o Requerente experimentou. e que agora devem ser reparados pelas Requeridas. seja para fornecer outro veículo para que o Requerente pudesse se deslocar com total segurança. seja para um reparo momentâneo do dano. é que a segunda Requerida iniciou os reparos no veículo do Requerente. nesses quase 4 meses. aborrecimentos e incertezas.

Para reforçar tal assertiva. de Blumenau. a seu favor. DJ de 12-1201). 6º.” (AI n.06560-6. pessoas jurídicas que vendem produtos. Rel. na seara o que relação mantida informacional reforça a com quanto existência as no da Requeridas.00762-3. hipossuficiente e destinatário final dos serviços e produtos e de outro. Não obstante. impõe-se a inversão do ônus da prova.078/90.temos de um lado temos uma pessoa física. Carlos Prudêncio . revendedora de veículos e instituições financeiras especializadas em venda e financiamento de automóveis são interligadas e se submetem às disposições do Código de Defesa do Consumidor. Des. 2º e 3º da Lei 8. no processo civil. rel. com habitualidade em troca do recebimento de valores. quando. for verosímil a hipossuficiente. a critério do juiz. impõe-se a aplicação dos ditames do Código de Defesa do Consumidor para o julgamento da presente demanda. TJSC. 209. Apelação Cível n. ainda colhemos da Jurisprudência do Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina: “As relações jurídicas firmadas entre consumidor. 07-08-2012) Neste pensar.j. inclusive com a inversão do ônus da prova. aspecto relação do de . fica clarividente que o requerente é a parte tanto vulnerável na financeiro. Em consonância aos art. VI tal diploma legal: Art. 6º São direitos básicos do consumidor: VI – a facilitação da defesa de seus direitos. pois colhe-se do art. alegação segundo as ou quando regras for ordinárias ele de experiências. 209. Jânio Machado. Des.

valendo-se de julgado do e. Pugna-se. da produção.09434-5. STJ. (CARVALHO. Ministra Nancy Andrighi. rel.] (Recurso especial não conhecido (STJ.consumo entre as partes.2. José Carlos Maldonado de Carvalho ensina que: Em suma. de São Bento do Sul.]A relação jurídica qualificada por ser “de consumo” não se caracteriza pela presença de pessoa física ou jurídica em seus pólos. assegurado ao demandado. Apelação Cível n. são responsáveis solidários todos que participaram. de maneira efetiva.205). 18. 19-4. o direito de regresso. portanto. chancelou tal entendimento: [. de outro. [. prevê que toda a cadeia de fornecedores de serviço responde solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor. j. [. O Pretório de Santa Catarina. j. mas pela presença de uma parte vulnerável de um lado (consumidor). 01-1-2012). Direito do Consumidor Fundamentos Doutrinários e Visão .428/SC. Stanley da Silva Braga . I. cabendo ao consumidor a escolha daquele contra quem se dirigirá à sua pretensão. pela aplicação do CDC na presente lide e pela consequente inversão do ônus da prova. em seu art. contudo. e de um fornecedor. LEGITIMIDADE PASSIVA DA DIMAS COMÉRCIO DE VEÍCULOS LTDA. circulação e distribuição dos produtos ou de prestação de serviços. REsp n. 2010. rela.] (TJSC. José Carlos Maldonado de. O Código de Defesa do Consumidor-CDC. 476. Des.

202. no pólo pasivo desa relação de responsabildade. [. o consumidor poderá. rel. durante a pelos chamada “garantia do veículo”. Jorge Schaefer Martins . . comentado Código pelos Brasileiro de autores do anteprojeto. coobrigados e solidariamente responsáveis pelo resarcimento dos vícios de qualidade ou quantidade eventualmente apurados no fornecimento de produtos ou serviços. 4ª Edição Revista e ampliada. a concessionária (segunda Requerida) e a fabricante (primeira Requerida) devem responder solidariamente pelos danos sofridos pelo Requerente. 14-06207). Apelação Cível n. 209). APLICAÇÃO DO ARTIGO 18 DO CDC. respectivamente. em 31/05/2010). Asim. Desta forma. serviços.] (TJSC. POSIBILIDADE DE AJUIZAMENTO DA AÇÃO CONTRA QUALQUER DOS FORNECEDORES QUE PARTICIPARAM DA CADEIA DE PRODUÇÃO. ante a incidência na espécie das normas do Código de Defesa do Consumidor.” (TJSC.Importa esclarecer que. 185) [. JAIME LUIZ VICARI. Subst. já produtora decidiu e esta Corte:”A fabricante e a concessionária de automóveis são solidariamente vícios responsáveis ocultos e defeitos diante do detectados consumidor. o então Des. de Porto União.01589-6.] RESPONSABILIDADE POR VÍCIO DO PRODUTO APRESENTADO LOGO APÓS A AQUISIÇÃO. 7. SOLIDARIEDADE.Jurisprudencial. LEGITIMIDADE PASIVA. se não quiser dirgi-la apenas Defesa contra do um (Denari. Rio de Janeiro: Forense Universitária. AC 206. exercitar sua pretensão contra todos os fornecedores ou contra alguns. Rio de Janeiro: Lumen Juris. Consumidor Zelmo. ed. Nesse sentido. a sua escolha. Des. 201. p. rel. visto que se enquadram prestadora de como.j. j.04564-0. encontramse todas as espécies de fornecedores.

que o fornecedor de serviços responde. o dano moral ou extrapatrimonial poderá ser reconhecido pela justiça.I. por bem defeitos como relativos por à informações prestação dos insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos. pela reparação dos danos causados aos consumidores serviços. o tempo decorrido desde a data da previsão para entrega do veículo e. mas pelo descaso do fornecedor em solucionar com consideração. tanto a reposição de peças como o conserto de veículo em oficina da concessionária . e. independentemente da existência de culpa. Determina Consumidor que o artigo os 32 do fabricantes Código e de Defesa importadores do deverão assegurar a oferta de componentes e peças de reposição enquanto não cessar a fabricação ou importação do produto. 32. Em razão da norma imposta. inciso I. Nsese entendimento. indenizar § 3º. Art. Os fabricantes e importadores deverão assegurar a oferta de componentes e peças de reposição enquanto não cessar a fabricação ou importação do produto. não em razão do vício do produto ou serviço.3 DA RESPONSABILIDADE CIVIL DA REQUERIDA E DO DANO MORAL A legislação consumerista delineia. Trata-se de consolidar o uma responsabilidade princípio da imposta boa-fé que objetiva. fatores: a levando em omissão de informações concisas pela seguradora ou concessionária. visa com o reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado de consumo. em seu artigo 14. eficiência dentre o outros problema. tão abduz somente se a obrigação provar a do culpa fornecedor de exclusiva do consumidor ou de terceiro. o quanto foi afetada a comodidade do consumidor que se viu despojado de suas atividades habituais durante o longo tempo que ficou sem o veículo. no mesmo artigo.

DANOS FÁBRICA. a responsabilidade do fornecedor de serviços independente da aferição de culpa. pois. 1. MORAIS. DE PEÇA NA SERVIÇOS. Ementa: CONSUMIDOR. do art. DANO MORAL CARACTERIZADO. ALEGAÇÃO DE PRESTAÇÂO FALTA DE CARACTERIZADOS. VALOR. serviço. DEMORA POR TEMPO SUPERIOR AO RAZOÁVEL. pelas falhas na prestação do serviço defeituoso. ilustra-se com as jurisprudências dos egrégios Tribunais Pátrios: Ementa: DIREITO DO CONSUMIDOR. restando Nesse teor. CONSERTO DE VEÍCULO PELA CONCESSIONÁRIA. CONFIGURADA. COMPROVADOS. devendo responder pelos danos causados ao consumidor em razão da má prestação dos serviços. do § 3º. AÇÃO DE REPARAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS. ainda mais quando o atraso decore da ausência de entrega de peças de reposição pela montadora à . AFASTADA. FALHA NA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS.Enseja indenização por danos morais a excessiva demora para a execução de serviços de conserto de veículo automotor. DEMORA NO CONSERTO DE VEÍCULO. não é de bom senso que um veículo fabricado no mesmo ano demore quase 4 meses para reparar sob a justificativa caracterizada a má de falta prestação de do peças.deve ser exercido dentro de um prazo razoável. a demora exagerada confere um inconveniente gravame ao consumidor que. Ora Excelência. fica privado do seu veículo. MÁ TRANSTORNOS RAZOABILIDADE DA FIXAÇÃO. Vale dizer que o inciso I. RECURSO CONHECIDO E IMPROVIDO. 14. excepciona que a obrigação de indenizar somente será afastada se houver prova da ocorrência de culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro. sendo que o descumprimento desta obrigação configura ato ilícito e deve ser duramente reprimido. 1. DANOS MATERIAIS. FALTA DE PEÇAS PARA REPOSIÇÃO. Nos termos do artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor.

Rel. DJBA 20/04/2010). Ementa: RECURSO IMPROVIDO. SERVIÇO DE CONSERTO DE AUTOMÓVEL.027628. Juiz Marcio Reinaldo Miranda Braga. Ac. p. Rec. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO. da Lei nº 9. Sentença mantida. Rel. Recursais. Princípio da razoabilidade e proporcionalidade.13. condeno o recorrente ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios. 25. Precariedade e demora no fornecimento de peças de reposição. Recursal RECURSO DA (Recurso Cível. para o caso em que a ausência da tampa do porta-malas implicou a demora de 73 dias para o conserto do veículo 3. PASSIVA NÃO ACOLHIDAS. VALOR INDENIZATÓRIO MAJORADO.1.09/95. Rec. Segunda Turma Recursal. servindo a ementa de acórdão. estes fixados em 10% (dez por cento) do valor da condenação. IMPROVIDO. 2010. Segunda Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais do Df. Ementa: RECURSO INOMINADO. nos termos do art. Configurado o dano moral. 46. AUTORA Cível Turmas Nº PROVIDO. 523860/207-1. 14 do CDC.50.RECURSO CONHECIDO E IMPROVIDO. 4. Julgado em 24/07/2013) RÉ Turma Roberto . DEMORA EXCESSIVA NO PRELIMINARES CONSERTO DE DE VEÍCULO ILEGITIMIDADE POR ATIVA FALTA E DE PEÇAS. Má prestação do serviço.0.2.Decisão tomada nos termos do art. Indenização razoável. INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS QUE SE IMPÕE. 5 da Lei dos Juizados Especiais (Lei nº 9. DA Segunda Relator: Behrensdorf Gomes da Silva. 5.01. QUER PARA AS FINALIDADES PUNITIVA E DISUASÓRIA. (TJDF. QUER COMO COMPENSAÇÃO AO MAL SOFRIDO PELO CONSUMIDOR.Atende aos critérios da proporcionalidade e da razoabilidade a indenização fixada em R$ 4. DJDFTE 18/04/ 201. 2. (TJBA. Juiz Asiel Henrique.09/95).Diante da sucumbência. Vício do art. RECURSO 7104296950. Aplicação do Código de Defesa do Consumidor. 497. Insatisfação. Recurso conhecido e improvido.concessionária de veículos.

para. UNÂNIME. nos moldes do artigo 6º. dos artigos 21 e 32 do Código de caracterizado. 2. de seus representantes legais. Precedentes jurisprudenciais. através de correspondência com AR. Julgado em 15/08/2012) Diante do experimentada injustificada exposto. I – RESPONSABILIDADE CIVIL. contestar a presente. Defesa do relevado o Consumidor. requer: a) b)a citação o das recebimento Requeridas. sob a égide do estatuto consumerista. DEMORA PARA CONSERTO DE VEÍCULO AVARIADO. conforme as circunstâncias do caso concreto e parâmetros do Colegiado. 3. Dano moral caráter re ipsa e in as circunstâncias de fato comprovadas nos autos. Em se tratando de ação de reparação de danos. Valor da indenização mantido. RESPONSABILIDADE CIVIL. pelo no evidenciada Requerente. DANO MORAL. AGRAVO RETIDO. sob a justificativa de Responsabilidade falta de objetiva. devem as mesmas serem condenadas a repararem os danos ocasionados. Tribunal de Justiça do RS. Ato ilícito. não há admitir a denunciação da lide. I – AGRAVO RETIDO. .Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. DENUNCIAÇÃO DA LIDE. Relator: Iris Helena Medeiros Nogueira. I DO PEDIDO Ante o exposto. da cadeia de fornecedores. peças para Solidariedade reposição. querendo. sob pena de revelia e confissão. da nas pessoas inicial. 1. DEVER DE INDENIZAR. c) a inversão do ônus da prova. em específico. situação da demora ante a má prestação do serviço prestado pelas Requeridas. por vedação do artigo 8 daquele diploma legal. Demora superior a noventa dias para o conserto de veículo avariado. Nona Câmara Cível. (Apelação Cível Nº 70507530. VALOR DA INDENIZAÇÃO. reparo de seu em a razão automóvel. MÉRITO. AGRAVO RETIDO E APELO DESPROVIDOS. Aplicação. SENTENÇA MANTIDA. FATO DO SERVIÇO. VEDAÇÃO LEGAL.

0 (mil reais). para fins meramente fiscais. e) a condenação das Requeridas ao pagamento de custas. Nestes Termos. esses que devem ser valorados por Vossa Excelência. do Código de Defesa do Consumidor. Dá-se a causa o valor de R$ 100.VI. prova em direito admitidos. Aleister OAB 93 Crowley . Witmarsum. d) a total procedência dos pedidos a fim de condenar as Requeridas ao pagamento de indenização por danos morais. Pede Deferimento. despesas f) a judiciais produção de todos e os honorários meios de advocatícios. 09 de outubro de 2014.