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CAPACITAÇÃO EM NR05

Comissão Interna de Prevenção de
Acidentes

Curso da CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO DO CURSO ........................................................................................................6
2 REGULAMENTAÇÕES DO MTE .....................................................................................................7
2.1 Normas Regulamentadoras ...........................................................................................................7
2.2 Apresentação da Norma Regulamentadora Nº 05..........................................................................8
DO OBJETIVO
..............................................................................................................................................
.............8
DA
CONSTITUIÇÃO......................................................................................................................
.............................8
DA ORGANIZAÇÃO
..............................................................................................................................................
.....9
DAS ATRIBUIÇÕES
..............................................................................................................................................
....10
DO FUNCIONAMENTO
...........................................................................................................................................1
2
DO
TREINAMENTO.......................................................................................................................
..........................14
DO PROCESSO
ELEITORAL.............................................................................................................................
.........15
DAS CONTRATANTES E CONTRATADAS
.................................................................................................................16
DISPOSIÇÕES FINAIS
..............................................................................................................................................
16
QUADRO I
..............................................................................................................................................
................17
QUADRO II
..............................................................................................................................................
...............20
QUADRO III
..............................................................................................................................................
..............24
3 INTRODUÇÃO A SEGURANÇA DO TRABALHO .........................................................................42
3.1 Conceito Legal de Acidente .........................................................................................................42
3.2 Conceito Prevencionista de Acidente ...........................................................................................42
3.3 Classificação dos Acidentes do Trabalho .....................................................................................42
3.4 Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT) ...............................................................................43
3.4.1 Cadastro da Comunicação de Acidente de Trabalho - CAT
..........................................................................44
4 ORGANIZAÇÃO DA CIPA .............................................................................................................46
4.1 Considerações .............................................................................................................................46
Curso da CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

5 RISCOS AMBIENTAIS ...................................................................................................................48
5.1 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA...............................................................49
5.1.1 Estrutura do PPRA
........................................................................................................................................50
6 MAPA DE RISCO ...........................................................................................................................51
6.1Implantação do Mapa de Risco .....................................................................................................51
6.2 Como Funciona um Mapa de Risco .............................................................................................52
6.3 Como Montar um Mapa de Risco.................................................................................................53
6.3.1 Etapas da elaboração do mapa de risco
.......................................................................................................54
7 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC ...................................................................55
7.1 Exemplos de EPC ........................................................................................................................55
8 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI ....................................................................56
8.1 Quanto ao EPI cabe ao empregador: ...........................................................................................57
8.2 Quanto ao EPI cabe ao empregado: ............................................................................................57
8.3 Exemplos de EPIs........................................................................................................................58
8.3.1 Proteção dos Olhos e Face
...........................................................................................................................58
8.3.2 Proteção da Cabeça
......................................................................................................................................58
8.3.3 Proteção Auditiva
.........................................................................................................................................59
8.3.4 Proteção dos Membros Superiores
..............................................................................................................60
8.3.5 Proteção dos Membros
Inferiores................................................................................................................61
8.3.6 Proteção Contra Quedas Com Diferença de Nível
.......................................................................................63
8.3.7 Vestimentas de Segurança
...........................................................................................................................64
8.3.9 Proteção Respiratória
...................................................................................................................................64
9 INSPEÇÃO DE SEGURANÇA .......................................................................................................65
9.1 Conceito e Importância ................................................................................................................65
9.2 Tipos de Inspeções ......................................................................................................................65
9.2.1 Inspeções de Rotina (Diárias)
.......................................................................................................................65
2

Curso da CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

..........3 Estimativa de consequências e de vulnerabilidade..............7 3 10...........................................2.................................................................1........................................................................................................................2.................83 15.....69 10.........................................................................................................................84 15.............................................................9..........1.........7 Abono anual............2 Identificação de perigos .........1..................................................84 16 COMPETÊNCIA LEGAL ...........6 Abono acidente ..............................................................................................................................................................85 Curso da CIPA .........................................................2 Inspeções Periódicas .............................................................................................................................6 Níveis de risco.....................................1....................................................................................................................................................................................................................................2....................66 9..........................................................................................................................................................................................................................74 11..........................................................................................................1 Benefícios previdenciários ................2 Desenvolvimento de estudos de análise de riscos ..................................................................................................70 10.............................68 10............5 Gerenciamento de Riscos ..............83 15.................................... ..............3 Análise de Riscos ..................................3 Aposentadorias especiais ....................................................3 Inspeções Especiais Ou Antecipadas ......4 Pensões por morte............................................................................................................................................................................................70 10.......................................3 Levantamento das Causas dos Acidentes .....66 10 TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS............................................68 10...........................83 15.....2..........1 Procura das Causas dos Acidentes ..............2..........................................................5 Estimativa de riscos ............................................................................................................................69 10..........................................................................84 15.............................1 O que se pode fazer para evitar que os acidentes ocorram?.............................................................68 10.................................72 10........................6 Avaliação e gerenciamento de riscos ......1...2 Risco..............................................5 Auxílios doença....................1 Caracterização da empresa ..................................................................................................................4 Estimativa de frequências ............................70 10..........................................66 9......................................................................2..........79 14 DOENÇAS OCUPACIONAIS .2 Aposentadorias por invalidez ..............................................1...........................................80 15 NOÇÕES PREVIDENCIÁRIAS..1 O efeito dominó e os Acidentes de Trabalho..............83 15....................................................................................................................1 Conceitos Básicos..83 15.............................................................73 10.........................................................................Comissão Interna de Prevenção de Acidentes .....................2. ..........................77 13 CONSEQUÊNCIAS DOS ACIDENTES ......................................................................................69 10.............1....................................................74 12 INVESTIGAÇÃO DOS ACIDENTES................................73 11 PREVENÇÃO DE ACIDENTES ................................................................................69 10..........68 10.............................74 11.......................................................................... ...................76 12.......................................4 Avaliação de riscos ............................1 Perigo............................................2....

..........4 Empregador: ...................................................1 Vírus ...................................Comissão Interna de Prevenção de Acidentes ........................................................................................................................................................................2 HIV........................................................................................7 Sintomas e fases da AIDS ............................................................Delegacias Regionais do Trabalho: ........85 16....89 17...........................................87 17................................................................................................86 16...................................................................................................................................................8 Vacinação de soropositivos................................................................................................................1..........................................................87 17.........................................................5 Empregado: .....................................................6....................................................................................................9 História da AIDS ................................................................5 Sistema imunológico ..........88 17........................................16................................................................................................................98 3 Curso da CIPA .................................89 17...1 Reprodução dos vírus .....................................2 SSST – Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho: .........91 17.....................................................92 18 PROTEÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO.......................... 90 17...86 17 HIV / AIDS .....3 DRT .....................................................................................................................90 17..90 17....................................88 17...1 Exames de rotina ..................................6 Acompanhamento médico...........................................................................6...........2 Onde fazer? ..........................................................................90 17...........................................................................................................4 Formas de infecção do HIV / AIDS.................................................................................................3 AIDS ......85 16.....................87 17.................................

...............1 Introdução ......................................... .................105 Curso da CIPA ......................................101 18............100 18........ .....3..........................8..................................................................................................... ..................................................................... .....................................102 18....................104 18...............................98 18...................................................4.............................................................................................................3 Extintores de Gás Carbônico (CO2) ................3 Classe C .....................................................................1 03 18......................6 Classes de Incêndio .............................................................................................6...................................................1Condução............................................................101 18.......................8..........................6.............................................1 Extintores de Água Pressurizada (H2O) .......................................................................100 18....100 18..............3 Temperatura de Ignição ................................................6........................2 Ponto de Fulgor .................................................................4................................... ..................... ........................................3 Isolamento ...........................................100 18............................................................98 18.......2 Abafamento ...........4 Extinção Química ......8..........7....................................... 1 Ponto de Combustão ...........2 Classe B .............................1 Teoria geral do fogo .........104 18...104 18...........................................................2................................2 Extintores de Pó Químico ...........4 Propagação do Fogo.......................................................................................................................4 Classe D..............................................102 18...........................................................................................................................................................102 18............................7...................................................98 18..........................................................................................1 Resfriamento ............................................................103 18.......................................103 18...........................................................................................5 Classificação dos Incêndios .............3 Irradiação..................................102 18.......................................................6........................................................................................................ ...........................................................................101 18.................................................................4............................8 Extintores de Incêndio.....................................................101 18.......... 103 18.....2 Convecção............................3....................................10 3 18..........................18........................................................................................................7.....................105 18..............................3 Pontos e Temperaturas..............................7 Métodos de Extinção do Fogo.................................................................2 Teoria do Fogo...............................3........................................................................................................................................Comissão Interna de Prevenção de Acidentes .......1 Classe A............................100 18.........................7......................................................

..........................................................2 Manutenção ................................................................................. .......18...............................................................18...................................1 Selos e Adesivos ............106 18........................................3 Recarga ...............................................113 18...........................................................................................................................................................................................................................114 18.........................................................118 4 Curso da CIPA ......8.......................12...........2 Outras medidas de prevenção ...........17............5 Extintores de Espuma .12...................19.........105 18.................1 Em caso de confnamento pelo fogo ......................................................................9 Capacidades dos Extintores...............109 18......................................................................................................18 Prevenção de Incêndios....................................................................................................................12........................................11.............117 18.............17 GLP .......................114 18...106 18............................................... ....................................................................................107 18....6 Extintores de Pó ABC (Fosfato de Monoamônico) ...........................2 Em caso de evacuação do local .....................105 18..................................................................................................116 18.................................115 18.............18....................................................................... ..........................................................................................................2 Vazamento de Gás Com Fogo....109 18...1 Prevenção de Acidentes com Eletricidade......116 18............................................................112 18............................15 Hidrantes ...............................................................10 Uso dos Extintores .........Comissão Interna de Prevenção de Acidentes ..............8...........................................1 Vazamento de Gás Sem Fogo ...........1 Inspeção.................................................16 Rociador de incêndios.........................17.........................................................4 Extintores de Pó Químico Especial ...............12 Inspeção.............111 18.......................108 18..................................................................113 18...... manutenção e recarga em extintores de incêndio (NBR 12962) ..................................................11 0 18..................111 18...................................................105 18.14 Sistema Hidráulico Preventivo.......8.........................................117 18.....................................13 Distribuição dos Extintores ..........................................Gases Liquefeitos de Petróleo ....................................................112 18..................................................20 Deveres e Obrigações ........................................................................................... ........19............................................19 Instruções Gerais em Caso de Incêndios ................................................114 18.............................11 Sinalização e Localização dos Extintores....

..................8..............................................................11 Ferimentos ...............................................5 Choques Elétricos .........1 Sinais e sintomas ..................................................................................................2......7 Estado de Choque .........................................................Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.............125 19......................................123 19........................126 19....................120 19......................................1 Procedimentos Gerais............................................11.............137 19......................................................... Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso ........................................... sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda...135 19................................................................... ........125 19................................................................................................................................128 19...........................2 Parada Cardíaca .............................2 Escorpiões e Aranhas.............................................119 19......................10 Picadas de animais .........................6 Parada Cardiorrespiratória .......................................................................................................................................142 19........1 Serpentes.......................130 19..........................124 19..................................................................................................... .....................................................................................123 19.........................19 PRIMEIROS SOCORROS ..........................................9 Intoxicações ..5...........................................................1 Aspectos Legais...............................................125 19...........8....................................................6.................................................................... Lei 9.....................1 Queimaduras .................123 19.................................................................................................................................................................................................................................121 19...................1 Contusão......11............................................................................................................................................................131 19.................7........................................ .................4 Caixa de Primeiros Socorros.........................5 Modo de fazer a massagem cardíaca: ....................................................................1 Procedimentos para choque elétrico .10..........................................................3 Procedimentos para Parada Cardiorrespiratória .....1 Parada Respiratória ................................. ......6.........................................................................8.............................................................122 19................8 Distúrbios causados pela Temperatura .......................................132 19... ............3 Intermação ..............2 Legislação Sobre o Ato de Prestar Socorro................................................................6.........137 19... 136 19........................................................................................................................................................1.......6........121 19.........PCR .....................................................1 Princípios para os Primeiros Socorros: ......610/98.........10...........................14 0 19...........................7...........................................2 Insolação...........2 Escoriações Curso da CIPA ........................................................6..........................................3 Urgências Coletivas ..........137 19.....................................................13 2 19.....4 Reanimação Cardiopulmonar (RCP)......129 19....................................................................................2 Providencias a serem tomadas.130 19............................................................................142 19.

...................................................................................3 Fraturas.............................12..6 Ferimentos nos Olhos............................................610/98.................................14......................13...........................................................................13 Entorses............................................................148 19...........................................................................................146 19..............................................................146 19................................................. .................................................................................3 Amputações.11............... Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 5 ..........................................................................4 Ferimentos no Tórax................145 19.............................147 19.........148 19................................................................................................................................................................11...... ......12........................................................................................................1 Hemorragia Externa.....................................................................................................................................................................14......13.............1 42 19......................................................................................................................................145 19.....................Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.................................156 Curso da CIPA ..................2 Luxações .................145 19.................................................................................12...............................1 Transporte em Maca .........................................13............................ ..................155 20 REFERÊNCIAS ...........................149 19.....15 Telefones Úteis ............. Lei 9.............2 Transporte Sem Maca .........................................................................................................147 19......................5 Ferimentos no Abdome ...11.............................................1 45 19......14 Técnicas Para Remoção e Transporte de Acidentados.................147 19................................................... ......................3 Hemorragia Nasal ..................................................................... sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.........144 19.....................1 Entorse................................12 Hemorragia .................................................................143 19................ Luxações e Fraturas................................152 19....................11........................2 Hemorragia Interna ..........

Todos nós sabemos da necessidade de se implantar uma estrutura voltada a prevenção capaz de nortear os riscos de acidentes nas atividades do trabalho. desejo um bom proveito no curso e sucesso em sua gestão. acreditamos promover a combinação indivíduo – cargo . os esclarecimentos ao trabalhador quanto as possíveis condições inseguras dos ambientes de trabalho e dos procedimentos seguros que deverá adotar é fundamental para o sucesso de Programa Prevencionista. No que diz respeito à segurança. atendimento das solicitações que previnem acidentes e doenças ocupacionais. Curso da CIPA . treinamentos. Os resultados serão colhidos quando empregado e empregador estenderem aos demais empregados.1 APRESENTAÇÃO DO CURSO O curso de CIPA tem como finalidade educar para prática de Segurança do Trabalho. “Cipeiro”. A existência da CIPA.segurança. Com a aplicação do curso para membros da CIPA. consistirá na continuidade do trabalho operacional seguro. já constitui um avanço a insensatez. A você. em atendimento ao currículo básico para o curso de componentes da CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes na Norma Regulamentadora.. do Ministério do Trabalho. NR – 5 da Portaria 3. mas possível. de 08 de junho de 1978. procuramos direcionar nossa metodologia. Enfim.214.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 6 . Ao longo dos tempos. doutrinas de segurança. recursos didáticos. reuniões. Neste sentido. trabalhar o elemento humano é fator complexo. humanizar uma coletividade de trabalho e torná-la tão compreensiva quanto eficiente e conseqüentemente. palestras. a implantação de conceitos e medidas de prevenção de acidentes do trabalho. a experiência tem mostrado que a preparação prévia do indivíduo contribui sensivelmente para a melhoria do seu desempenho. alicerçando no treinamento. etc.

° 3. A NR-05 (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA) tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. incluiu entre eles a proteção de sua saúde e segurança por meio de normas específicas As Normas Regulamentadoras. Atualmente existem 34 Normas Regulamentadoras que são: NR .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes NR . uma série de outras portarias foram editadas pelo Ministério do Trabalho com o propósito de modificar ou acrescentar normas regulamentadoras de proteção ao trabalhador.2 REGULAMENTAÇÕES DO MTE 2.21 .Inspeção Prévia NR .20 .Caldeiras e Vasos de Pressão NR .03 . Movimentação.Equipamentos de Proteção Individual .Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional NR .17 .Trabalho a Céu Aberto NR .01 .16 .Programas de Prevenção de Riscos Ambientais NR .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 7 .13 .Atividades e Operações Insalubres NR .07 .11. bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. de Segurança e em Medicina do Trabalho NR .Atividades e Operações Perigosas NR .Explosivos NR .Fornos NR .19 .Edificações NR . foram publicadas pelo Ministério do Trabalho através da Portaria N.05 .EPI NR .214 em 08 de junho de 1978.02 . de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. com o objetivo de estabelecer os requisitos técnicos e legais sobre os aspectos mínimos de Segurança e Saúde Ocupacional (SSO).08 .Embargo ou Interdição NR . Assim as NRs regulamentam e fornecem orientações sobre procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e medicina do trabalho no Brasil.Líquidos Combustíveis e Inflamáveis NR .Ergonomia NR . empregadores e empregados.Disposições Gerais NR .Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração Curso da CIPA .Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção NR .1 Normas Regulamentadoras Os instrumentos jurídicos de proteção ao trabalhador têm sua origem na Constituição Federal que.Máquinas e Equipamentos NR . públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. As NR são elaboradas e modificadas por meio de Portarias expedidas pelo MTE.Transporte. As NRs são de observância obrigatória pelas empresas privadas. Elas são elaboradas e modificadas por uma comissão tripartite composta por representantes do governo.04 . também chamadas de “NRs”.22 .09 .15 .Serviços Especializados em Eng.Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade NR . A partir de então.06 .12 . ao relacionar os direitos dos trabalhadores.18 .10 . Armazenagem e Manuseio de Materiais NR .14 .

Portaria SSMT n. órgãos da administração direta e indireta.Fiscalização e Penalidades NR . Exploração Florestal e Aquicultura NR . cooperativas.32 .tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 8 .º 16. de 27 de maio de 1999 28/05/99 Portaria SSST n. bem como outras instituições que admitam trabalhadores como empregados. 10/05/99 Portaria SSST n.U.23 . de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. de 23 de fevereiro de 1999 Retf.214.º 08.º 08. de 23 de fevereiro de 1999 DO OBJETIVO 5.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário NR . de 27 de maio de 1999 28/05/99 Portaria SSST n.24 .O.2 Apresentação da Norma Regulamentadora Nº 05 Texto dado pela Portaria SSST n.Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no MTB NR . 15/12/95 Portaria SSST n.27.NR .º 14.Resíduos Industriais NR . de 29 de dezembro de 1994 Rep. Portaria GM n. de 12 de julho de 2011 14/07/11 Texto dado pela Portaria SSST n. de 10 de maio de 2001 11/05/01 Portaria SIT n.Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho NR .2 Devem constituir CIPA. Pecuária Silvicultura.30 .COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES Publicação D.º 25.31 .Proteção Contra Incêndios NR . públicas. instituições beneficentes.O.º 24.º 33.Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval 2. DA CONSTITUIÇÃO 5.1 A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes .25 .º 08. e mantê-la em regular funcionamento as empresas privadas. de 08 de junho de 1978 06/07/78 Alterações/Atualizações D.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário NR .34 .º 15.29 .º 247. de 23 de fevereiro de 1999 Por se tratar da Norma Regulamentadora numero 05 a mesma se inicia em 5.º 25.CIPA .28 .26 . de 26 de fevereiro de 1999 01/03/99 Portaria SSST n. Curso da CIPA . de 27de outubro de 1983 31/10/83 Portaria SSST n.Sinalização de Segurança NR .33 .º 3.Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde NR . por estabelecimento.1 NR 5 . de 21 de junho de 2007 26/06/07 Portaria SIT n.U.Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados NR . associações recreativas. sociedades de economia mista.

serão eleitos em escrutínio secreto. de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I desta NR. 5. Curso da CIPA .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 9 .12 Os membros da CIPA. empossados no primeiro dia útil após o término do mandato anterior. DA ORGANIZAÇÃO 5.5. 5.º 247.8 É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para cargo de direção de Comissões Internas de Prevenção de Acidentes desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato.4 Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I. serão por eles designados.1 Os representantes dos empregadores. 5. mecanismos de integração com objetivo de promover o desenvolvimento de ações de prevenção de acidentes e doenças decorrentes do ambiente e instalações de uso coletivo. através de membros de CIPA ou designados. exclusivamente os empregados interessados. titulares e suplentes. podendo ser adotados mecanismos de participação dos empregados. ressalvadas as alterações disciplinadas em atos normativos de setores econômicos específicos.5 As empresas instaladas em centro comercial ou industrial estabelecerão.3 As disposições contidas nesta NR aplicam-se. 5. observadas as disposições estabelecidas em Normas Regulamentadoras de setores econômicos específicos. eleitos e designados serão. permitida uma reeleição. no que couber. observará o dimensionamento previsto no Quadro I desta NR. do qual participem.3 O número de membros titulares e suplentes da CIPA. considerando a ordem decrescente de votos recebidos. através de negociação coletiva. podendo contar com a participação da administração do mesmo.9 Serão garantidas aos membros da CIPA condições que não descaracterizem suas atividades normais na empresa. ressalvadas as alterações disciplinadas em atos normativos para setores econômicos específicos.4 (Revogado pela Portaria SIT n. e os representantes dos empregados escolherão entre os titulares o vice-presidente. da CLT.6. 5.6.6 A CIPA será composta de representantes do empregador e dos empregados. 5. 5. titulares e suplentes. 5. aos trabalhadores avulsos e às entidades que lhes tomem serviços.7 O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de um ano. 5.10 O empregador deverá garantir que seus indicados tenham a representação necessária para a discussão e encaminhamento das soluções de questões de segurança e saúde no trabalho analisadas na CIPA. a empresa designará um responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR.6. 5. sendo vedada a transferência para outro estabelecimento sem a sua anuência. de 12 de julho de 2011) 5. ressalvado o disposto nos parágrafos primeiro e segundo do artigo 469. 5.6.2 Os representantes dos empregados.11 O empregador designará entre seus representantes o Presidente da CIPA. independentemente de filiação sindical.

periodicamente. onde houver.14 deve ser encaminhada ao Sindicato dos Trabalhadores da categoria. (Inserido pela Portaria SIT n.15 A CIPA não poderá ter seu número de representantes reduzido. (Alterado pela Portaria SIT n. entre os componentes ou não da comissão.2 O empregador deve fornecer cópias das atas de eleição e posse aos membros titulares e suplentes da CIPA. um secretário e seu substituto. sendo neste caso necessária a concordância do empregador.1 A documentação indicada no item 5. para avaliar os impactos de alterações no ambiente e processo de trabalho relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores.14 A documentação referente ao processo eleitoral da CIPA.º 247. de 12 de julho de 2011) 5. (Alterado pela Portaria SIT n. exceto no caso de encerramento das atividades do estabelecimento. de 12 de julho de 2011). das discussões promovidas pelo empregador. com a participação do maior número de trabalhadores.16 A CIPA será por atribuição: a) identificar os riscos do processo de trabalho.13 Será indicado. 5. bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho. f) divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho. Curso da CIPA . com o SESMT. de comum acordo com os membros da CIPA.º 247.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 10 . incluindo as atas de eleição e de posse e o calendário anual das reuniões ordinárias. verificações nos ambientes e condições de trabalho visando a identificação de situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores. onde houver. deve ficar no estabelecimento à disposição da fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego. DAS ATRIBUIÇÕES 5. mediante recibo. ainda que haja redução do número de empregados da empresa. bem como não poderá ser desativada pelo empregador. e) realizar. g) participar.5.14. e elaborar o mapa de riscos. antes do término do mandato de seus membros. com assessoria do SESMT.º 247. c) participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias. de 12 de julho de 2011) 5. (Inserido pela Portaria SIT n. b) elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho. quando solicitada.14.º 247. d) realizar. a cada reunião. de 12 de julho de 2011) 5. avaliação do cumprimento das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de risco que foram identificadas.

17 Cabe ao empregador proporcionar aos membros da CIPA os meios necessários ao desempenho de suas atribuições.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 11 . em conjunto com a empresa. d) observar e aplicar no ambiente de trabalho as recomendações quanto à prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. l) participar.18 Cabe aos empregados: a) participar da eleição de seus representantes. as decisões da comissão. n) requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas. garantindo tempo suficiente para a realização das tarefas constantes do plano de trabalho. ao SESMT e ao empregador situações de riscos e apresentar sugestões para melhoria das condições de trabalho. Curso da CIPA . i) colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA e de outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho. quando houver. j) divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadoras. 5. m) requisitar ao empregador e analisar as informações sobre questões que tenham interferido na segurança e saúde dos trabalhadores. b) coordenar as reuniões da CIPA. ou com o empregador. bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho. c) manter o empregador informado sobre os trabalhos da CIPA. relativas à segurança e saúde no trabalho. da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados. b) colaborar com a gestão da CIPA. anualmente. quando houver. 5. a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT. 5. ou ao empregador.19 Cabe ao Presidente da CIPA: a) convocar os membros para as reuniões da CIPA. em conjunto com o SESMT. c) indicar à CIPA. p) participar. encaminhando ao empregador e ao SESMT.h) requerer ao SESMT. a paralisação de máquina ou setor onde considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores. anualmente. onde houver. o) promover. onde houver. em conjunto com o SESMT. de Campanhas de Prevenção da AIDS.

b) substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nos seus afastamentos temporários.22 O Secretário da CIPA terá por atribuição: a) acompanhar as reuniões da CIPA e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes.24 As reuniões ordinárias da CIPA serão realizadas durante o expediente normal da empresa e em local apropriado. 5.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 12 . e) divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores do estabelecimento. terão as seguintes atribuições: a) cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para o desenvolvimento de seus trabalhos. f) encaminhar os pedidos de reconsideração das decisões da CIPA. zelando para que os objetivos propostos sejam alcançados.20 Cabe ao Vice-Presidente: a) executar atribuições que lhe forem delegadas. DO FUNCIONAMENTO 5. 5. b) coordenar e supervisionar as atividades da CIPA. e) delegar atribuições ao Vice-Presidente. d) promover o relacionamento da CIPA com o SESMT. 5. Curso da CIPA .21 O Presidente e o Vice-Presidente da CIPA. e c) outras que lhe forem conferidas. b) preparar as correspondências. de acordo com o calendário preestabelecido. c) delegar atribuições aos membros da CIPA. em conjunto. quando houver.23 A CIPA terá reuniões ordinárias mensais. g) constituir a comissão eleitoral.d) coordenar e supervisionar as atividades de secretaria. 5.

25 As reuniões da CIPA terão atas assinadas pelos presentes com encaminhamento de cópias para todos os membros. os membros titulares da representação dos empregados. 5.31.º 247.1 O pedido de reconsideração será apresentado à CIPA até a próxima reunião ordinária.28. que devem ser reduzidos pela metade.28 As decisões da CIPA serão preferencialmente por consenso. será suprida por suplente.1 No caso de afastamento definitivo do presidente. 5. (Alterado pela Portaria SIT n. de 12 de julho de 2011) 5.29 Das decisões da CIPA caberá pedido de reconsideração. contados a partir da data da posse. 5. escolherão o substituto.29. devendo o Presidente e o Vice-Presidente efetivar os encaminhamentos necessários. devendo os motivos ser registrados em ata de reunião. cumprindo todas as exigências estabelecidas para o processo eleitoral. (Inserido pela Portaria SIT n. quando será analisado.5. de 12 de julho de 2011) 5. entre seus titulares.3 Caso não existam suplentes para ocupar o cargo vago. 5. 5.31.3. exceto quanto aos prazos.º 247. c) houver solicitação expressa de uma das representações. obedecida a ordem de colocação decrescente que consta na ata de eleição.26 As atas devem ficar no estabelecimento à disposição da fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego.º 247.31.3. quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativa.27 Reuniões extraordinárias deverão ser realizadas quando: a) houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de medidas corretivas de emergência. e frustradas as tentativas de negociação direta ou com mediação. 5. sendo substituído por suplente. 5. em dois dias úteis. será instalado processo de votação.º 247.2 O treinamento de membro eleito em processo extraordinário deve ser realizado no prazo máximo de trinta dias. ocorrida durante o mandato. de 12 de julho de 2011) 5.31. o empregador deve realizar eleição extraordinária. (Alterado pela Portaria SIT n. (Inserido pela Portaria SIT n. de 12 de julho de 2011) 5. mediante requerimento justificado.31.1 Não havendo consenso. registrando-se a ocorrência na ata da reunião.º 247.31 A vacância definitiva de cargo. preferencialmente entre os membros da CIPA. b ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 13 . 5.30 O membro titular perderá o mandato. em dois dias úteis.2 No caso de afastamento definitivo do vice-presidente.1 O mandato do membro eleito em processo eleitoral extraordinário deve ser compatibilizado com o mandato dos demais membros da Comissão. 5. de 12 de julho de 2011) Curso da CIPA . o empregador indicará o substituto. (Inserido pela Portaria SIT n.

35 O treinamento poderá ser ministrado pelo SESMT da empresa. entidade de trabalhadores ou por profissional que possua conhecimentos sobre os temas ministrados. 5.37 Quando comprovada a não observância ao disposto nos itens relacionados ao treinamento. os seguintes itens: a) estudo do ambiente.32 A empresa deverá promover treinamento para os membros da CIPA. c) noções sobre acidentes e doenças do trabalho decorrentes de exposição aos riscos existentes na empresa. a unidade descentralizada do Ministério do Trabalho e Emprego.2 As empresas que não se enquadrem no Quadro I. no mínimo. distribuídas em no máximo oito horas diárias e será realizado durante o expediente normal da empresa. inclusive quanto à entidade ou profissional que o ministrará.DO TREINAMENTO 5. determinará a complementação ou a realização de outro. 5.34 O treinamento terá carga horária de vinte horas. contados da data de ciência da empresa sobre a decisão. e medidas de prevenção. d) noções sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – AIDS.36 A CIPA será ouvida sobre o treinamento a ser realizado. titulares e suplentes. que será efetuado no prazo máximo de trinta dias. cabendo à empresa escolher a entidade ou profissional que ministrará o treinamento. constando sua manifestação em ata. g) organização da CIPA e outros assuntos necessários ao exercício das atribuições da Comissão.33 O treinamento para a CIPA deverá contemplar. 5. entidade patronal.32. e) noções sobre as legislações trabalhista e previdenciária relativas à segurança e saúde no trabalho. f) princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de controle dos riscos. 5. 5. 5.1 O treinamento de CIPA em primeiro mandato será realizado no prazo máximo de trinta dias. antes da posse. bem como dos riscos originados do processo produtivo. 5. das condições de trabalho. Curso da CIPA .32.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 14 . contados a partir da data da posse. promoverão anualmente treinamento para o designado responsável pelo cumprimento do objetivo desta NR. b) metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças do trabalho.

39 O Presidente e o Vice Presidente da CIPA constituirão dentre seus membros.38 Compete ao empregador convocar eleições para escolha dos representantes dos empregados na CIPA.38. que ocorrerá no prazo máximo de dez dias. 5. não haverá a apuração dos votos e a comissão eleitoral deverá organizar outra votação. a Comissão Eleitoral será constituída pela empresa. que será a responsável pela organização e acompanhamento do processo eleitoral. j) guarda. sendo que o período mínimo para inscrição será de quinze dias. h) apuração dos votos. a Comissão Eleitoral – CE.39. pelo empregador. g) voto secreto. i) faculdade de eleição por meios eletrônicos.1 A empresa estabelecerá mecanismos para comunicar o início do processo eleitoral ao sindicato da categoria profissional.41 Havendo participação inferior a cinquenta por cento dos empregados na votação. 5. com acompanhamento de representante do empregador e dos empregados.40 O processo eleitoral observará as seguintes condições: a) publicação e divulgação de edital. 5. 5. com fornecimento de comprovante. b) inscrição e eleição individual. f) realização de eleição em dia normal de trabalho. quando houver. no prazo mínimo de 45 (quarenta e cinco) dias antes do término do mandato em curso.DO PROCESSO ELEITORAL 5.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 15 . no prazo mínimo de 60 (sessenta) dias antes do término do mandato em curso. em locais de fácil acesso e visualização. em número a ser definido pela comissão eleitoral. e) realização da eleição no prazo mínimo de 30 (trinta) dias antes do término do mandato da CIPA. Curso da CIPA . d) garantia de emprego para todos os inscritos até a eleição. c) liberdade de inscrição para todos os empregados do estabelecimento. independentemente de setores ou locais de trabalho. 5. no prazo mínimo de 55 (cinqüenta e cinco) dias antes do término do mandato em curso. de todos os documentos relativos à eleição. respeitando os horários de turnos e em horário que possibilite a participação da maioria dos empregados.1 Nos estabelecimentos onde não houver CIPA. em horário normal de trabalho. por um período mínimo de cinco anos.

5. até trinta dias após a data da posse dos novos membros da CIPA. DISPOSIÇÕES FINAIS 5.º 247. em ordem decrescente de votos. determinar a sua correção ou proceder a anulação quando for o caso. a contar da data de ciência. possibilitando nomeação posterior. decorrentes da presente NR. bem como sobre as medidas de proteção adequadas.3 Quando a anulação se der antes da posse dos membros da CIPA. confirmadas irregularidades no processo eleitoral. quando houver. 5.45 Os candidatos votados e não eleitos serão relacionados na ata de eleição e apuração. os candidatos mais votados.44 Em caso de empate.42.47 Sempre que duas ou mais empresas atuarem em um mesmo estabelecimento.52 (Revogado pela Portaria SIT n.50 A empresa contratante adotará as providências necessárias para acompanhar o cumprimento pelas empresas contratadas que atuam no seu estabelecimento.1 Compete a unidade descentralizada do Ministério do Trabalho e Emprego. 5. Curso da CIPA . em conjunto com as das contratadas ou com os designados. DAS CONTRATANTES E CONTRATADAS 5.2 Em caso de anulação a empresa convocará nova eleição no prazo de cinco dias.46 Quando se tratar de empreiteiras ou empresas prestadoras de serviços.5. ficará assegurada a prorrogação do mandato anterior.49 A empresa contratante adotará medidas necessárias para que as empresas contratadas.43 Assumirão a condição de membros titulares e suplentes. 5. deverão implementar. suas CIPA. 5. de forma integrada.48 A contratante e as contratadas. de forma a garantir o mesmo nível de proteção em matéria de segurança e saúde a todos os trabalhadores do estabelecimento 5. medidas de prevenção de acidentes e doenças do trabalho. assumirá aquele que tiver maior tempo de serviço no estabelecimento. das medidas de segurança e saúde no trabalho. 5. 5. para fins de aplicação desta NR.42. o local em que seus empregados estiverem exercendo suas atividades. garantidas as inscrições anteriores. os designados e os demais trabalhadores lotados naquele estabelecimento recebam as informações sobre os riscos presentes nos ambientes de trabalho. 5. definir mecanismos de integração e de participação de todos os trabalhadores em relação às decisões das CIPA existentes no estabelecimento. que atuem num mesmo estabelecimento. considera-se estabelecimento. a CIPA ou designado da empresa contratante deverá. de 12 de julho de 2011). em caso de vacância de suplentes. até a complementação do processo eleitoral.42. 5.42 As denúncias sobre o processo eleitoral deverão ser protocolizadas na unidade descentralizada do MTE.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 16 .

000 Acima de 10.000 para cada grupo de 2.000 para cada grupo de 2.000 Acima de 10.500 acrescentar 20 a 29 30 a 50 51 a 80 81 a 100 101 a 120 Efetivos 1 1 3 3 4 4 4 4 6 9 12 15 2 Suplentes 1 1 3 3 3 3 3 3 4 7 9 12 2 Efetivos 1 1 3 3 4 4 4 4 6 9 12 15 2 Suplentes 1 1 3 3 3 3 3 4 5 8 9 12 2 Efetivos 1 1 2 2 3 4 4 5 6 7 10 11 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 4 4 5 6 7 9 1 Efetivos 1 1 2 2 3 3 4 5 6 7 10 10 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 4 4 5 6 8 8 2 Efetivos 1 1 2 2 2 3 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 3 3 3 4 5 1 N° de Membros da CIPA 0a 19 C-1 C-1a C-2 C-3 C-3a Efetivos 1 1 1 1 1 2 2 2 3 5 6 1 Suplentes 1 1 1 1 1 2 2 2 3 4 4 1 C-4 Efetivos 1 1 2 3 3 4 4 4 6 9 9 11 2 Suplentes 1 1 2 3 3 3 4 4 5 7 7 9 2 Efetivos 1 1 2 2 2 3 3 4 6 7 1 Suplentes 1 1 2 2 2 3 3 3 4 5 1 C-5 C-5a Efetivos 1 1 2 3 3 4 5 5 6 8 10 12 2 Suplentes 1 1 2 3 3 3 4 4 4 6 8 10 2 20 a 30 a 51 a 29 50 80 81 a 100 101 a 120 121 a 140 141 301 a a 500 300 501 a 1000 1001 a 2500 2501 a 5000 5001 a 10.500 acrescentar C-6 GRUPOS N° de Empregados no Estabelecimento N° de Membros da CIPA 0a 19 Efetivos 1 1 2 2 2 2 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 2 3 3 4 4 1 C-7 Efetivos 1 1 2 2 3 3 4 5 6 8 9 10 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 3 4 5 7 8 8 2 Efetivos 1 1 2 2 3 3 4 5 6 7 8 10 1 Suplentes 1 1 2 2 3 3 3 4 4 5 6 8 1 1 1 1 2 2 2 3 5 6 7 1 C-7a C-8 C-9 Efetivos Curso da CIPA .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 17 .QUADRO I Dimensionamento de CIPA *GRUPOS N° de Empregados no Estabele cimento 121 a 140 141 a 300 301 a 500 501 a 1000 1001 a 2500 2501 a 5000 5001 a 10.

000 para cada grupo de 2.Suplentes 1 1 1 2 2 2 3 4 4 5 1 Efetivos 1 1 2 2 3 3 4 4 5 8 9 10 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 3 4 4 6 7 8 2 Efetivos 1 1 2 3 3 4 4 5 6 9 10 12 2 Suplentes 1 1 2 3 3 3 3 4 4 7 8 10 2 Efetivos 1 1 2 3 3 4 4 5 7 8 9 10 2 Suplentes 1 1 2 3 3 3 3 4 6 6 7 8 2 Efetivos 1 1 3 3 3 3 4 5 6 9 11 13 2 Suplentes 1 1 3 3 3 3 3 4 5 7 8 10 2 Efetivos 1 1 2 2 3 4 4 5 6 9 11 11 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 4 4 5 7 9 9 2 20 a 29 30 a 50 51 a 80 81 a 100 101 a 120 121 a 140 141 a 300 301 a 500 501 a 1000 1001 a 2500 2501 a 5000 5001 a 10.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 18 .500 acrescentar Efetivos 1 1 2 2 2 3 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 3 3 3 4 4 1 C-10 C-11 C-12 C-13 C-14 GRUPOS N° de Empregados no Estabelecimento N° de Membros da CIPA 0a 19 C-14a Efetivos 1 1 3 3 4 4 4 5 6 8 10 12 2 Suplentes 1 1 3 3 3 3 3 4 4 6 8 10 2 Efetivos 1 1 2 3 3 3 4 5 6 8 10 12 2 Suplentes 1 1 2 3 3 3 3 4 4 6 7 9 2 Efetivos 1 1 2 2 4 4 4 4 6 8 10 12 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 3 4 5 7 8 10 2 Efetivos 2 2 4 4 4 4 6 8 10 12 2 Suplentes 2 2 3 3 3 4 5 7 8 10 2 Efetivos 3 3 4 4 4 4 6 9 12 15 2 Suplentes 3 3 3 3 3 4 5 7 9 12 2 Efetivos 1 1 2 2 2 3 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 3 3 3 4 4 1 C-15 C-16 C-17 C-18 C-18a C-19 Efetivos 1 1 3 3 3 3 4 5 5 6 8 2 Suplentes 1 1 3 3 3 3 3 4 4 5 6 1 Efetivos 1 1 2 2 2 3 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 3 3 3 4 5 1 C-20 C-21 Curso da CIPA .000 Acima de 10.

500 acrescentar C-27 C-28 GRUPOS N° de Empregados no Estabelecimento N° de Membros da CIPA 0 a 20 a 30 a 51 a 19 29 50 80 81 a 100 101 141 121 a 301 a a a 140 500 120 300 Efetivos 1 2 3 4 5 1 Suplentes 1 2 3 3 4 1 C-29 Efetivos 1 1 1 2 4 4 4 5 7 8 9 10 2 Suplentes 1 1 1 2 3 3 4 4 6 7 8 9 1 Efetivos 1 1 2 2 2 3 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 3 3 3 4 5 1 Efetivos 1 1 2 2 2 3 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 3 3 3 4 5 1 1 1 1 1 2 3 4 5 1 C-30 C-31 C-32 C-33 Efetivos Curso da CIPA .000 Acima de 10.000 para cada grupo de 2.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 19 .000 Acima de 10.RUPOS N° de Empregados no Estabelecimento 20 a 29 30 a 50 51 a 80 81 a 100 101 a 120 121 a 140 141 a 300 301 a 500 501 a 1000 1001 a 2500 2501 a 5000 5001 a 10.500 acrescentar Efetivos 1 1 2 2 3 3 4 4 6 8 10 12 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 3 3 5 6 8 9 2 Efetivos 1 1 2 2 2 2 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 2 3 3 4 5 1 N° de Membros da CIPA 0a 19 C-22 C-23 Efetivos 1 1 2 2 4 4 4 4 6 8 10 12 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 4 4 5 7 8 10 2 Efetivos 1 1 2 2 2 2 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 2 3 3 4 4 1 C-24 C-24a Efetivos 1 1 3 3 4 4 4 4 6 9 12 15 2 Suplentes 1 1 3 3 3 3 3 3 4 7 9 12 2 Efetivos 1 1 2 2 2 2 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 2 3 3 4 5 1 Efetivos 1 2 3 4 5 1 Suplentes 1 2 3 3 4 1 C-24b C-25 C-26 Efetivos 1 1 2 3 4 5 6 6 1 Suplentes 1 1 2 3 3 4 5 5 1 Efetivos 1 1 2 3 4 5 6 6 1 Suplentes 1 1 2 3 4 5 5 5 1 501 a 1000 1001 a 2500 2501 a 5000 5001 a 10.000 para cada grupo de 2.

1 1329.1 1749.6 1323.6 1533.8 1731.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 20 .0 1724.3 GRUPO C-1a Minerais ' 2320.5 2340.9 1733.7 1769.0 GRUPO C-2 Alimentos 1511.4 1582.2 1552.: Os membros efetivos e suplentes terão representantes dos Empregadores e Empregados.3 1559.8 1779.0 1514.4 2691.3 2692.7 1531.7 1310. para dimensionamento de CIPA Nacional de Atividades GRUPO C-1 Minerais 1000.4 1600.0 1772.0 1732.3 1750.9 1523.0 1410.1.6 GRUPO C-3a Têxteis ' 1761.0 1522.4 1722.0 1763.9 1585.8 1532.6 1110.0 2310.3 1512.9 Curso da CIPA .3 1543.9 1554. QUADRO II Agrupamento de setores econômicos pela Classificação Econômicas .8 2330.4 1422.7 1555.8 1771.0 1584.5 1589.7 1721.Suplentes 1 1 1 1 2 3 3 4 1 Efetivos 1 1 2 2 4 4 4 4 6 8 10 12 2 Suplentes 1 1 2 2 3 3 3 4 5 7 8 9 2 Efetivos 1 1 2 2 2 2 3 4 5 6 1 Suplentes 1 1 2 2 2 2 3 3 4 5 1 C-34 C-35 OBS.1 1592.8 1571.0 1591.0 1120.9 1421.2 1762.0 1553.8 1322.2 1321.1 1723. * As atividades econômicas integrantes dos grupos estão especificadas por CNAE nos QUADROS II e III.2 1583.7 1741.5 1542.5 1581.0 1593.7 1586.7 1572.0 1562.8 1521.2 1325.6 1595.2 1429.6 1719.8 1561.8 1594.4 1324.8 1764.4 1541.1 1513.2 2620.5 GRUPO C-3 Têxteis 1711.1 1551.5 1556. * Nos grupos C-18 e C-18a constituir CIPA por estabelecimento a partir de 70 trabalhadores e quando o estabelecimento possuir menos de 70 trabalhadores observar o dimensionamento descrito na NR 18 – subitem 18.CNAE.33.

0 2214.7 2519.9 2811.4 2442.8 9212.5 2612.0 2493.2 2023.8 2213.1 2499.2 2451.9 2021.6 2522.0 1931.8 3611.4 2471.3 2149.7 2839.8 2892.GRUPO C-4 Confecção 1811.0 2422.0 GRUPO C-13 Metálicos 2711.5 2649.7 2222.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 21 .0 2833.8 2454.6 2521.3 2496.1 2641.2 2481.9 3720.9 1821.0 2721.6 9213.1 2234.4 2831.9 GRUPO C-8 Gráficos 2211.7 2729.4 2731.0 2453.2 9240.7 2463.0 2752.4 2529.9 2512.0 2413.4 9221.6 2472.3 1932.5 2431.1 2452.9 5272.9 3691.0 9231.4 2232.3 2482.9 2751.1 2712.3 GRUPO C-7 Papel 2131.9 2834.2 2412.0 2212.2 2699.0 2141.0 2029.2 2233.0 2122.1 GRUPO C-6 Madeira 2010.4 2022.5 2142.1 2741.4 Curso da CIPA .5 2221.0 1939.8 2813.9 2722.9 2414.9 2462.4 GRUPO C-12 Não Metálicos 2611.0 1822.6 1929.1 2749.8 2132.3 2742.0 3142.5 2229.4 2473.5 2495.5 2433.7 2642.8 GRUPO C-5 Calçados e Similares 1910.1 1933.6 GRUPO C-7a Papel ' 2110.3 2441.7 2419.5 2469.2 2832.7 2432.5 9222.1 3141.0 2491.8 9211.3 2619.6 2461.8 GRUPO C-10 Químicos 2411.8 2429.7 2494.6 2739.1 2483.0 1813.4 2219.2 9232.2 1812.0 GRUPO C-5a Calçados e Similares ' 1921.6 GRUPO C-9 Som & Imagem 2231.9 3614.8 2421.0 9239.9 7491.5 2630.6 GRUPO C-11 Borracha 2511.5 2121.

1 3696.9 2940.3 GRUPO C-17 Água e Energia 4010.4 3449.5 5159.2 5169.6 3122.6 3160.0 4541.9 3613.4 5115.6 2893.3 3320.0 5143.0 3011.2 5116.7 3697.6 3444.8 3111.7 4030.8 3699.2 5042.7 2964.3 2969.5 3450.2 3210.1 3522.1 5142.0 3022.1 2922.4 3130.5 3350.3 4525.4 5163.8 3531.0 5114.7 3221.1 4542.5 GRUPO C-18 Construção 4524.9 9000.1 2911.GRUPO C-14 Equipamentos/Máquinas e Ferramentas 2812.0 3710.7 2931.9 3532.2 4533.3 2952.3 5139.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 22 .0 4543.7 4551.8 3410.1 2961.8 3152.3 2841.2 5133.4 4100.6 4560.0 4512.2 3521.0 2842.6 5162.0 3021.4 7250.0 2962.6 GRUPO C-16 Veículos 2932.9 5118.7 5119.6 2925.0 2923.0 5134.6 5121.5 3694.8 4513.7 5153.0 5117.0 3439.1 5191.8 5020.1 3310.8 2843.5 3199.7 3591.7 3693.8 3443.7 5122.2 3222.9 3511.2 2899.6 Curso da CIPA .4 3512.5 2822.0 4531.0 2954.8 5144.9 2963.6 2981.1 4529.9 5271.5 4523.2 2913.7 2953.0 GRUPO C-20 Comércio Atacadista 5113.2 3012.0 3523.9 4552.9 5135.6 2891.8 4549.6 2821.4 4532.6 5145.4 5132.8 2924.2 3432.8 5192.4 2929.0 3230.9 GRUPO C-18a Construção ' 4511.3 3695.7 3191.0 GRUPO C-14a Equipamentos/Máquinas e Ferramentas ' 3692.0 2914.9 2971.4 4521.0 3442.8 GRUPO C-15 Explosivos e Armas 2492.8 GRUPO C-19 Intermediários do Comércio 5111.8 2972.5 5131.7 3431.0 3420.5 2989.9 3112.5 3151.2 4534.5 2965.4 5161.8 2951.8 3340.0 5141.9 2915.7 4559.5 3121.7 2921.7 4522.4 5147.7 3192.0 3330.2 3592.5 5137.8 3441.2 3612.0 4020.0 3599.4 2912.7 3113.0 5149.7 5136.

2 6540.3 6220.8 7413.2 6521.GRUPO C-21 Comércio Varejista 5010.0 5224.3 GRUPO C-27 Administração de Mercados Financeiros 6711.3 6712.6 5243.2 5269.2 5245.1 6122.6 8532.3 5155.9 5524.8 GRUPO C-24a Transporte ' 6321.1 6719.2 6024.8 5154.7 5529.5 6613.1 5223.5 6532.7 6531.0 6535.9 6592.4 6412.9 5221.7 GRUPO C-23 Alojamento e Alimentação 5511.7 6121.0 9111.0 9191.4 6028.5 6112.4 6551.2 5522.0 6559.3 6533.6 GRUPO C-29 Serviços 6330.1 6030.6 6523.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 23 .8 7414.9 5231.2 5151.9 7032.8 6522.5 6111.0 7412.0 9192.1 GRUPO C-24b Transporte '' 6027.8 5229.5 5030.2 GRUPO C-28 Bancos 6510.9 5152.5 Curso da CIPA .0 5523.7 7140.2 7416.6 6323.0 5521.1 5247.7 GRUPO C-22 Comércio de Produtos Perigosos 5050.0 5215.0 9120.9 6026.6 5212.0 5246.9 7411.0 6025.4 7415.3 7031.8 6312.7 5261.5 5512.4 5112.0 5232.0 5041.3 5250.0 6021.4 5244.3 6621.1 9112.4 7210.4 6023.0 6311.8 9199.9 5233.4 5213.3 GRUPO C-25 Correio e Telecomunicações 6411.9 6210.5 6591.2 6123.0 6230.5 GRUPO C-24 Transporte 6010.4 6524.3 GRUPO C-26 Seguro 6611.3 6029.6 6022.3 5222.3 6340.5 6322.2 6420.1 6534.7 5241.9 5249.8 8531.2 5214.9 6720.3 5519.8 5146.4 6622.2 6630.5 5211.6 7020.7 6612.4 7010.8 5242.

8 8021. com correspondente agrupamento para dimensionamento de CIPA Descrição da Atividade Grupo 10.4 9304.22-6 extração de minério de estanho C-1 13.8 8092.4 7513.1 7139.0 7220.9 7440.8 7122.4 8516.Exceto a Prospecção Realizada por Terceiros C-1 13.10-0 Extração de Petróleo e Gás Natural C-1 11.5 9253.7 GRUPO C-31 Ensino 8011.6 9251.6 7450.2 7121.8 7110.4 8094.0 7521.8 7470.4 7131.23-4 extração de minério de manganês C-1 13.0 7499.6 8515.7 7420.6 7530.CNAE.3 9261.2 7430.10-2 Extração de minério de ferro C-1 13.0 8513.6 7512.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 24 .00-6 Extração de carvão mineral C-1 11.6 GRUPO C-33 Administração Pública 7511.GRUPO C-30 Locação de Mão de Obra e Limpeza 7230.0 9303.7 GRUPO C-34 Saúde 8511.3 7522.2 9302.20-7 Serviços Relacionados com a Extração de Petróleo e Gás .5 7320.5 7132.3 7492.24-2 extração de minério de metais preciosos C-1 13.2 8520.7 8022.6 8093.3 7460.1 8512.0 7523.8 GRUPO C-35 Outros Serviços 5279.1 8514.29-3 extração de outros minerais metálicos não-ferrosos C-1 9309.7 9252.3 9262.2 8095.2 GRUPO C-32 Pesquisas 7310.2 QUADRO III Curso da CIPA .8 7525.5 CNAE Relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas .1 8091.2 7514.0 8012.0 7524.5 9301.6 7123.25-0 extração de minerais radioativos C-1 13.21-8 Extração de minério de alumínio C-1 13.3 9900.0 7290.6 7240.5 7040.5 8030.3 7133.

22-2 extração e refino de sal marinho e sal-gema C-1 14.31-8 Produção de Óleos Vegetais em Bruto C-2 15.41-5 Preparação do Leite C-2 15.51-2 Beneficiamento de Arroz e Fabricação de Produtos do Arroz C-2 15.54-7 Fabricação de Fubá e Farinha de Milho C-2 15.33-4 Preparação de Margarina e Outras Gorduras Vegetais e de Óleos de Origem Animal Não-Comestíveis C-2 15.14-8 Preparação e Preservação do Pescado e Fabricação de Conservas de Peixes.43-1 Fabricação de Sorvetes C-2 15.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 25 . Moagem e Preparação de Outros Alimentos de Origem Vegetal C-2 15.11-3 Abate de Reses. Preservação e Produtos de Conservas de Legumes e Outros Vegetais C-2 15. areia e argila C-1 14.81-4 Fabricação de Produtos de Padaria.53-9 Fabricação de Farinha de Mandioca e Derivados C-2 15. Preparação de Produtos de Carne C-2 15.56-3 Fabricação de Rações Balanceadas para Animais C-2 15.10-9 extração de pedra. Gomas C-2 Curso da CIPA .61-0 Usinas de Açúcar C-2 15.52-0 Moagem de Trigo e Fabricação de Derivados C-2 15.32-6 Refino de Óleos Vegetais C-2 15.72-5 Fabricação de Café Solúvel C-2 15. Preservação e Produção de Conservas de Frutas C-2 15.23-7 Produção de Sucos de Frutas e de Legumes C-2 15.21-0 Processamento.21-4 extração de minerais para fabricação de adubos. Balas.59-8 Beneficiamento.83-0 Produção de Derivados do Cacau e Elaboração de Chocolates.71-7 Torrefação e Moagem de Café C-2 15.13-0 Preparação de Carne. fertilizantes e produtos químicos C-1 14. Confeitaria e Pastelaria C-2 15.12-1 Abate de Aves e Outros Pequenos Animais e Preparação de Produtos de Carne C-2 15.82-2 Fabricação de Biscoitos e Bolachas C-2 15.42-3 Fabricação de Produtos do Laticínio C-2 15.22-9 Processamento.62-8 Refino e Moagem de Açúcar C-2 15. Crustáceos e Moluscos C-2 15. Banha e Produtos de Salsicharia Não -Associadas ao Abate C-2 15.14.29-0 extração de outros minerais não-metálicos C-1 15.55-5 Fabricação de Amidos e Féculas de Vegetais e Fabricação de Óleos de Milho C-2 15.

91-1 Fabricação.12-0 Confecção de Outras Peças do Vestuário C-4 Curso da CIPA .85-7 Preparação de Especiarias.61-2 Fabricação de Artefatos Têxteis a Partir de Tecidos C-3a 17.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 26 .89-0 Fabricação de Outros Produtos Alimentícios C-2 15.11-6 Beneficiamento de Algodão C-3 17.33-7 Tecelagem de Fios e Filamentos Contínuos Artificiais ou Sintéticos C-3 17.50-7 Serviços de Acabamento em Fios.69-8 Fabricação de Outros Artigos Têxteis .94-6 Engarrafamento e Gaseificação de Águas Minerais C-2 15.95-4 Fabricação de Refrigerantes e Refrescos C-2 16.86-5 Preparação de Produtos Dietéticos.Exclusive Vestuário C-3a 17.31-0 Tecelagem de Algodão C-3 17.32-9 Tecelagem de Fios de Fibras Têxteis Naturais C-3 17.71-0 Fabricação de Tecidos de Malha C-3a 17.62-0 Fabricação de Artefatos de Tapeçaria C-3a 17.64-7 Fabricação de Tecidos Especiais .Inclusive Artefatos C-3a 17. Temperos e Condimentos C-2 15. Molhos.92-0 Fabricação de Vinho C-2 15. Alimentos para Crianças e Outros Alimentos Conservados C-2 15.00-4 Fabricação de Produtos do Fumo C-2 17. Homologação e Mistura de Aguardentes e Outras Bebidas Destiladas C-2 15.84-9 Fabricação de Massas Alimentícias C-2 15.79-5 Fabricação de Outros Artigos de Vestuário Produzidos em Malharias (Tricotagens) C-3a 18.23-0 Fiação de Artificiais ou Sintéticas C-3 17.41-8 Fabricação de Artigos de Tecido de Uso Doméstico Incluindo Tecelagem C-3 17.de Mascar 15.11-2 Confecção de Peças Interiores do Vestuário C-4 18. Retificação.49-3 Fabricação de Outros Artefatos Têxteis Incluindo Tecelagem C-3 17. Cervejas e Chopes C-2 15.24-8 Fabricação de Linhas e Fios para Coser e Bordar C-3 17. Tecidos e Artigos Têxteis Produzidos por Terceiros C-3 17.22-1 Fiação de Outras Fibras Têxteis Naturais C-3 17.72-8 Fabricação de Meias C-3a 17.21-6 Fiação de Algodão C-3 17.63-9 Fabricação de Artefatos de Cordoaria C-3a 17.19-1 Beneficiamento de Outras Fibras Têxteis Naturais C-3 17.93-8 Fabricação de Malte.

Impressos ou não C-7 21.12-8 Edição.10-0 Curtimento e Outras Preparações de Couro C-5 19. Fitas e Outros Materiais Gravados C-8 22.22-5 Serviço de Impressão de Material Escolar e de Material para Uso Industrial e Comercial C-8 22.31-3 Fabricação de Calçados de Couro C-5 19.41-5 Fabricação de Artefatos de Papel.13-9 Confecção de Roupas Profissionais C-4 18. Edição e Impressão de Jornais C-8 22.19-5 Edição. papelão.Exclusive Móveis C-6 21. Edição e Impressão de Livros C-8 22.22-8 Fabricação de Acessórios para Segurança Industrial e Pessoal C-4 19. Cartolina e Cartão C-7a 21.32-1 Fabricação de Tênis de Qualquer Material C-5 19.31-4 Reprodução de Discos e Fitas C-9 Curso da CIPA . Palha.29-0 Fabricação de Artefatos Diversos de Madeira.10-5 Fabricação de Celulose e Outras Pastas para a Fabricação de Papel C-7a 21.21-4 Fabricação de Madeira Laminada e de Chapa de Madeira Compensada.21-0 Fabricação de Papel C-7a 21.31-8 Fabricação de Embalagens de Papel C-7 21.13-6 Edição. de Qualquer Material C-5a 19.29-1 Fabricação de Outros Artefatos de Couro C-5a 19. Bolsas.Inclusive a Fabricação de Papelão Corrugado C-7 21. cartolina e Cartão C-7 22.18.23-0 Fabricação de Artefatos de Tanoaria e Embalagens de Madeira C-6 20.11-0 Edição.22-2 Fabricação de Esquadrias de Madeira. Revistas. Edição e Impressão de Revistas C-8 22.29-2 Execução de Outros Serviços Gráficos C-8 22. Prensada ou Aglomerada C-6 20.33-0 fabricação de calçados de plásticos C-5 19. de Estruturas de Madeira e Artigo de Carpintaria C-6 20.39-9 fabricação de calçados de outros materiais C-5 20.49-0 Fabricação de outros Artefatos de Pastas.22-9 Fabricação de Papelão Liso. de Casa de Madeira Pré Fabricadas .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 27 . Valises e Outros Artefatos para Viagem. papelão.21-6 Fabricação de Malas. e Livros C-8 22.10-9 desdobramento de madeira C-6 20.32-6 Fabricação de Embalagens de Papelão .42-3 Fabricação de Fitas e Formulários Contínuos . papel.21-7 Impressão de Jornais. Cartolina e Cartão para Escritório C-7 21.14-4 Edição de Discos. Cortiça e Material Trançado .21-0 Fabricação de Acessórios do Vestuário C-4 18. Edição e Impressão de Outros Produtos Gráficos C-8 22.

33-3 Fabricação de Elastômeros C-10 24.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 28 . Vernizes.73-2 Fabricação de Artigos de Perfumaria e Cosméticos C-10 24.92-9 Fabricação de Explosivos C-15 Curso da CIPA .63-5 Fabricação de Herbicidas C-10 24. Solventes e Produtos Afins C-10 24. Cabos e Filamentos Contínuos Sintéticos C-10 24.30-2 Elaboração de Combustíveis Nucleares C-1 23.62-7 Fabricação de Fungicidas C-10 24.72-4 Fabricação de Produtos de Limpeza e Polimento C-10 24.10-8 Coquerias C-1 23.32-2 Reprodução de Fitas de Vídeos C-9 22.41-4 Fabricação de Fibras.69-4 Fabricação de Outros Defensivos Agrícolas C-10 24.91-0 Fabricação de Adesivos e Selantes C-10 24.33-0 Reprodução de Filmes C-9 22.21-0 Fabricação de Produtos Petroquímicos Básicos C-10 24.22.52-0 Fabricação de Medicamentos para Uso Humano C-10 24.22-8 Fabricação de Intermediários para Resina e Fibras C-10 24. e Filamentos Contínuos Artificiais C-10 24.12-0 Fabricação de Intermediários para Fertilizantes C-10 24.19-8 Fabricação de outros Produtos Inorgânicos C-10 24.32-5 Fabricação de Resina Termofixas C-10 24.34-9 Reprodução de Programas de Informática em Disquetes e Fitas C-9 23.54-6 Fabricação de Materiais para Uso Médicos.42-2 Fabricação de Fibras.11-2 Fabricação de Cloro e Álcalis C-10 24. Fios.81-3 Fabricação de Tintas. Cabos.53-8 Fabricação de Medicamentos para Uso Veterinário C-10 24.20-5 Refino de Petróleo C-1a 23.51-1 Fabricação de Produtos Farmoquímicos C-10 24. Nitrogenados e Potássicos C-10 24. Esmaltes e Lacas C-10 24.14-7 Fabricação de Gases Industriais C-10 24.61-9 Fabricação de Inseticidas C-10 24.31-7 Fabricação de Resina Termoplástica C-10 24.29-5 Fabricação de Outros Produtos Químicos Orgânicos C-10 24.13-9 Fabricação de Fertilizantes Fosforados. Fios.82-1 Fabricação de Tintas de Impressão C-10 24.83-0 Fabricação de Impermeabilizantes. Sabonetes e Detergentes Sintéticos C-10 24.71-6 Fabricação de Sabões. Hospitalares e Odontológicos C-10 24.40-0 Produção de Álcool C-1a 24.

Trefilados e Retificados de Aço .11-5 Fabricação de Vidro Plano e de Segurança C-12 26.29-1 Fabricação de Artefatos Diversos de Plástico C-10 26.11-9 Fabricação de Pneumáticos e de Câmara-de-Ar C-11 25.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 29 .20-4 Fabricação de Cimento C-1 26.91-3 Britamento.21-9 Produção de Gusa C-13 27. Aparelhamento e outros Trabalhos em Pedras (não-associado à Extração) C-1 26.49-2 Fabricação de Produtos Cerâmicos Não-Refratários para Uso Diversos C-12 26.41-7 Fabricação de Produtos Cerâmicos Não-Refratários para Uso Estrutural na Construção Civil C-12 26.19-0 Fabricação de Artigos de Vidro C-12 26.12-0 Produção de Laminados Não-Planos de Aço C-13 27.42-1 Fabricação dos Metais Preciosos C-13 27.31-6 Fabricação de Tubos de Aço com Costura C-13 27.49-9 Metalurgia de Outros Materiais Não-Ferrosos e suas Ligas C-13 27. Fibrocimento.12-3 Fabricação de Vasilhames de Vidro C-12 26.24. Cimento.21-6 Fabricação de Laminados Planos e Tubulares Plástico C-10 25. Gesso e Estuque C-12 26.93-7 Fabricação de Catalisadores C-10 24.12-7 Recondicionamento de Pneumáticos C-11 25.Exclusive Tubos C-13 27.51-0 Fabricação de Peças Fundidas de Ferro e Aço C-13 Curso da CIPA .99-6 Fabricação de Outros Produtos Químicos Não-Especificados ou NãoClassificados C-10 25.99-9 Fabricação de outros Produtos de Minerais não Metálicos C -12 27.95-3 Fabricação de Chapas.29-4 Produção de Relaminados. cal Hidratada e Gesso C-1 26.42-5 Fabricação de Produtos Cerâmicos Refratários C-12 26. Papéis e Outros Materiais e Produtos Químicos C-10 para Fotografia 24.94-5 Fabricação de Aditivos de Uso Industrial C-10 24.19-4 Fabricação de Artefatos Diversos de Borracha C-11 25.92-1 Fabricação de cal Virgem.30-1 Fabricação de Artefatos de Concreto. Filmes.41-3 Metalurgia do Alumínio e suas Ligas C-13 27.22-4 Fabricação de Embalagem de Plástico C-10 25.39-1 Fabricação de Outros Tubos de Ferro e Aço C-13 27.22-7 Produção de Ferro. Aço e Ferro-Ligas em Formas Primárias e Semi-Acabados C-13 27.96-1 Fabricação de Discos e Fitas Virgens C-10 24.11-1 Produção de Laminados Planos de Aço C-13 27.

93-2 Fabricação de Artigos de Funilaria e de Artigos de Metal para Uso Doméstico e C-14 Pessoal 28.Exclusive Esquadrias C-14 28.43-6 Fabricação de Ferramentas Manuais C-14 28.52-9 Fabricação de Peças Fundidas de Metais Não-Ferrosos e suas Ligas C-13 28.11-8 Fabricação de Estruturas Metálicas para Edifícios. Equipamentos e Aparelhos de Refrigeração e Ventilação de Uso Industrial C-14 29.22-0 Fabricação de Estufas e Fornos Elétricos para Fins Industriais C-14 29. Andaimes e outros Fins C-13 28.11-4 Fabricação de Motores Estacionários de Combustão Interna.32-0 Produção de Forjados de Metais Não-Ferrosos e Sua Ligas C-13 28.13-4 Fabricação de Obras de Caldeiraria Pesada C-13 28.33-9 Fabricação de Artefatos Estampados de Metal C-13 28.12-2 Fabricação de Bombas e Carneiros Hidráulicos C-14 29. Cementação e Tratamento Térmico do Aço.21-5 Fabricação de Tanques.21-1 Fabricação de Fornos Industriais.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes C -14 30 . Turbinas e Outras C-14 Máquinas Motrizes Não-Elétrica .91-6 Fabricação de Embalagens Metálicas C-14 28.24-6 Fabricação de Máquinas e Aparelhos de Refrigeração e Ventilação de uso Industrial C-14 29.14-9 Fabricação de Compressores C-14 29.23-8 Fabricação de Máquinas.15-7 Fabricação de Equipamentos de Transmissão para Fins Industriais – Inclusive Rolamentos C-14 29. Torres de Transmissão.42-8 Fabricação de Artigos de Serralheria . Torneiras e Registros C-14 29.22-3 Fabricação de Caldeiras Geradoras de Vapor .31-2 Produção de Forjaria de Aço C-13 28.27.92-4 Fabricação de Artefatos de Trefilados C-13 28. Aparelhos e Equipamentos Não-Elétricos para Instalações Térmicas C-14 29.41-0 Fabricação de Artigos de Cutelaria C-14 28. Serviços Usinagem.25-4 Fabricação de Aparelhos de Ar-Condicionado C-14 Curso da CIPA .Exclusive para Aquecimento Central e para Veículos C-14 28. Pontes.34-7 Metalúgica em Pó C-13 28. Galvanotécnica e Solda C-13 28.12-6 Fabricação de Esquadrias de Metal C-14 28.99-1 Fabricação de Outros Produtos Elaborados de Metal 29.Exclusive para Aviões e Veículos Rodoviários 29. Reservatórios Metálicos e Caldeiras para Aquecimento Central C-14 28.13-0 Fabricação de Válvulas.39-8 Têmpera.

Indutores.40-8 Fabricação de Máquina-Ferramenta C-14 29.13-5 Fabricação de Motores Elétricos C-14 31.63-7 Fabricação de Máquinas e Equipamentos para a Indústria Têxtil C-14 29.64-5 Fabricação de Máquinas e Equipamentos para as Indústrias de Vestuário e de Couro e Calçados C-14 29.11-2 Fabricação de Máquinas de Escrever e Calcular.21-0 Fabricação de Computadores C-14 30.65-3 Fabricação de Máquinas e Equipamentos para as Indústrias de Celulose. Refrigeradores e Máquinas de Lavar e Secar para Uso Doméstico C-14 29.32-7 Fabricação de Tratores Agrícolas C-16 29.31-9 Fabricação de Máquinas e Equipamentos para Agricultura.52-1 Fabricação de Outras Máquinas e Equipamentos para a Extração de Minérios e Indústria da Construção C-14 29.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 31 . Avicultura e Obtenção de Produtos Animais C-14 29.61-0 Fabricação de Máquinas para a Indústria Metalúrgica .22-8 Fabricação de Equipamentos Periféricos para Máquinas Eletrônicas para Tratamento de Informações C-14 31. de Bebida e Fumo C-14 29.53-0 Fabricação de Tratores de Esteira e Tratores de Uso na Construção e Mineração C-16 29.21-6 Fabricação de Subestações. Copiadoras e Outros Equipamentos Eletrônicos Destinados à Automação Gerencial e Comercial C-14 30.11-9 Fabricação de Geradores de Corrente Contínua ou Alternada C-14 31.54-8 Fabricação de Máquinas e Equipamentos de Terraplanagem e Pavimentação C-16 29.29.Exclusive MáquinasFerramenta C-14 29. Sincronizadores e Semelhantes C-14 31.12-7 Fabricação de Transformadores.81-5 Fabricação de Fogões.29-7 Fabricação de Outras Máquinas e Equipamentos de Uso Geral C-14 29.12-0 Fabricação de Máquinas de Escrever e Calcular.89-0 Fabricação de Outros Aparelhos Eletrodomésticos C-14 30. Papel e Papelão e Artefatos C-14 29. Quadros de Comando. Conversores.72-6 Fabricação de Equipamento Bélico Pesado C-15 29.71-8 Fabricação de Armas de Fogo e Munições C-15 29.69-6 Fabricação de Outras Máquinas e Outros Equipamentos de Uso Específico C-14 29.62-9 Fabricação de Máquinas e Equipamentos para as Indústrias Alimentar. Copiadoras e Outros Equipamentos Não-Eletrônicos para Escritório C-14 30.51-3 Fabricação de Máquinas e Equipamentos para a Indústria de Prospecção e Extração de Petróleo C-14 29. Reguladores de Voltagem C-14 e Outros Aparelhos e Equipamentos para Distribuição e Controle de Energia Curso da CIPA .

43-6 Fabricação de Peças e Acessórios para o Sistema de Freios C-16 34.10-3 Fabricação de Aparelhos e Instrumentos para usos Médicos-Hospitalares. Teste e Controle Exclusive Equipamento para Controle de Processos Industriais C-14 33.21-2 Fabricação de Equipamentos Transmissores de Rádio e Televisão e de Equipamentos para Estações Telefônicas. Aparelhos e Equipamentos de Sistemas Eletrônicos Dedicados à Automação Industrial e Controle do Processo Produtivo C-14 33. Cabos Condutores Elétricos Isolados C-14 31.30-8 Fabricação de Máquinas.40-5 Fabricação de Aparelhos.60-7 Fabricação de Material Elétrico para Veículo .42-8 Fabricação de Peças e Acessórios para os Sistemas de Marcha e Transmissão C-16 34. Fotográficos e Cinematográficos C-14 33.41-0 Fabricação de Pilhas.39-8 Fabricação de Cabines. Instrumentos e Materiais Óticos.10-7 Fabricação de Material Eletrônico Básico C-14 32.20-7 Fabricação de Caminhões e Ônibus C-16 34.51-8 Fabricação de Lâmpadas C-14 31.22-0 Fabricação de Aparelhos Telefônicos.20-0 Fabricação de Aparelhos e Instrumentos de Medida.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 32 .10-0 Fabricação de Automóveis.30-1 Fabricação de Aparelhos Receptores de Rádio e Televisão e de Reprodução.99-2 Fabricação de Outros Aparelhos ou Equipamentos Elétricos C-14 32.30-5 Fabricação de Fios.31-2 Fabricação de Cabines.Inclusive de Microondas e Repetidoras C-14 32. Eletroimãs e Isoladores C-14 31. Sistema de Intercomunicação e Semelhantes C-14 32. Camionetas e Utilitários C-16 34. para Radiotelefonia e Radiotelegrafia .Exclusive Bateria C-14 31. Carrocerias e Reboques para Caminhão C-16 34.52-6 Fabricação de Luminárias e Equipamentos de lluminação-Exclusive para Veículos C-14 31.42-9 Fabricação de Baterias e Acumuladores para Veículos C-10 31.Exclusive para Veículos C-10 31. Odontológicos e de Laboratórios e Aparelhos Ortopédicos C-14 33. Gravação ou Amplificação de Som e Vídeo C-14 33.50-2 Fabricação de Cronômetros e Relógios C-14 34. Contatos e Outros Artigos de Carvão e Grafia para Uso Elétrico. Bateria e Acumuladores Elétricos .41-0 Fabricação de Peças e Acessórios para o Sistema Motor C-16 34.31.32-0 Fabricação de Carrocerias para Ônibus C-16 34. Carrocerias e Reboques para Outros Veículos C-16 34.22-4 Fabricação de Material Elétrico para Instalações em Circuito de Consumo C-14 31.92-5 Fabricação de Aparelhos e Utensílios para Sinalização e Alarme C-14 31.44-4 Fabricação de Peças e Acessórios para o Sistema de Direção e Suspensão C-16 Curso da CIPA .91-7 Fabricação de Eletrodos.

11-0 Fabricação de Móveis com Predominância de Madeira C-6 36.31-9 Construção e Montagem de Aeronaves C-16 35.14-5 Fabricação de Colchões C-10 36.93-5 Fabricação de Artefatos para Caça.12-9 Fabricação de Móveis com Predominância de Metal C-14 36.97-8 Fabricação de Escovas. Industrias.21-7 Edificações (Residenciais.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 33 .99-4 Fabricação de Produtos Diversos C-14a 37.10-9 Reciclagem de Sucatas Metálicas C-14 37.96-0 Fabricação de Aviamentos para Costura C-14 36.23-8 Reparação de Veículos Ferroviários C-16 35. tratamento e distribuição de água C-17 45.10-0 Produção e Distribuição de Energia Elétrica C-17 40. Pincéis e Vassouras C-14a 36.11-0 Demolição e Preparação do Terreno C-18a 45.32-7 Reparação de Aeronaves C-16 35.20-7 Produção e Distribuição de Gás Através de Tubulações C-17 40.49-5 Fabricação de Peças e Acessórios de Metal para Veículos Automotores NãoClassificados em Outra Classe C-16 34.34.99-8 Fabricação de Outros Equipamentos de Transporte C-16 36.91-2 Fabricação de Motocicletas C-16 35.13-6 Grandes Movimentações de Terra C-18a 45.12-8 Perfurações e Execução de Fundações Destinadas à Construção Civil C-18a 45. Fabricação de Artefatos de Ourivesaria e Joalheria C-12 36.91-9 Lapidação de Pedras Preciosas e Semipreciosas.92-0 Fabricação de Bicicletas e Triciclos Não-Motorizados C-16 35.22-0 Fabricação de Peças e Acessórios para Veículos Ferroviários C-16 35.95-1 Fabricação de Canetas. Pesca e Esporte C-14 36. Lápis.12-2 Construção e Reparação de Embarcações para Esporte e Lazer C-16 35.21-1 Construção e Montagem de Locomotivas.50-9 Recondicionamento ou Recuperação de Motores para Veículos Automotores C-16 35.92-7 Fabricação de Instrumentos Musicias C-14a 36. Vagões e Outros Materiais Rodantes C-16 35. Comerciais e de Serviços) Inclusive C-18a Curso da CIPA .00-9 captação.11-4 Construção e Reparação de Embarcações e Estruturas Flutuantes C-16 35.30-4 Produção e Distribuição de Vapor e Água Quente C-17 41. Fitas Impressoras para Máquinas e Outros Artigos para Escritório C-14 36.94-3 Fabricação de Brinquedos e de Jogos Recreativos C-14 36.13-7 Fabricação de Móveis de Outros Materiais C-14 36.20-6 Reciclagem de Sucatas Não-Metálicas C-12 40.

Matérias-Primas Têxteis e Produtos Semi-Acabados C-19 51.Ampliação e Reforma Completas 45. Embarcações e Aeronaves C-19 51.20-2 Manutenção e Reparação de Veículos Automotores C-16 50.52-7 Impermeabilização e Serviços de Pintura em Geral C-18 45.31-4 Construção de Barragens e Represas para Geração de Energia Elétrica C-18a 45. de Sistema de Prevenção Contra Incêndio.60-8 Aluguel de Equipamentos de Construção e Demolição com Operários C-18a 50.18-7 Intermediários do Comércio Especializado em Produtos Não-Especificados C-19 Curso da CIPA .50-4 Comércio a Varejo de Combustíveis C-22 51. Vestuários. Peças e Acessórios C-21 50. Equipamentos Industriais.59-4 Outros Serviços Auxiliares da Construção C-18 45.30-0 Comércio a Varejo e Por Atacado de Peças e Acessórios para Veículos Automotores C-21 50.25-0 Montagens Industriais C-18a 45.11-0 Intermediários do Comércio de Materias-Primas Agrícolas. Animais Vivos.22-5 Obras Viárias .16-0 Intermediários do Comércio de Têxteis.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 34 .34-9 Construção de Obras de Prevenção e Recuperação do Meio Ambiente C-18 45. de Gás. Minerais.41-5 Comércio a Varejo e Por Atacado de Motocicletas.13-6 Intermediários do Comércio de Madeira Material de Construção e Ferragens C-20 51.42-3 Manutenção e Reparação de Motocicletas C-16 50.43-8 Instalações Hidráulicas. de Ventilação e Refrigeração C-18 45.15-2 Intermediários do Comércio de Móveis e Artigos de Uso Doméstico C-19 51.51-9 Alvenaria e Reboco C-18 45.24-1 Obras de Urbanização e Paisagismo C-18 45.12-8 Intermediários do Comércio de Combustíveis. Partes.41-1 Instalações Elétricas C-18 45.32-2 Construção de Estações e Redes de Distribuição de Energia Elétrica C-18a 45.23-3 Grandes Estruturas e Obras de Arte C-18a 45. de Pára-raios.10-5 Comércio a Varejo e Por Atacado de Veículos Automotores C-21 50.33-0 Construção de Estações e Redes de Telefonia e Comunicação C-18a 45.49-7 Outras Obras e Instalações C-18 45. Metais e Produtos Químicos Industriais C-22 51.29-2 Obras de Outros Tipos C-18 45. Sanitárias. Bebidas e Fumo C-19 51.14-4 Intermediários do Comércio de Máquinas.42-0 Instalações de Sistemas de Ar-Condicionado.17-9 Intermediários do Comércio de Produtos Alimentícios. Calçados e Artigos de Couro C-19 51. de Segurança e Alarme C-18 45.Inclusive Manutenção C-18a 45.

21-7 Comércio Atacadista de Produtos Agrícolas IN NATURA. ortopédicos e odontológicos C-20 51. aparelhos e equipamentos para uso agropecuário C-20 51.69-1 comércio atacadista de máquinas. Não-Especificados Anteriormente C-20 51.55-1 comércio atacadista de resíduos e sucatas C-22 51.49-7 comércio atacadista de outros artigos de usos pessoal e domésticos.34-9 Comércio Atacadista de Carnes e Produtos da Carne C-20 51.61-6 comércio atacadista de máquinas. médicos.31-4 Comércio Atacadista de Leite e Produtos do Leite C-20 51.53-5 comércio atacadista de madeira.51-9 comércio atacadista de combustíveis C-22 51.43-8 Comercio Atacadista de Calçados C-20 51.46-2 comércio atacadista de cosméticos e produtos de perfumaria C-22 51. papelão e seus artefatos. material de construção.45-4 comércio atacadista de produtos farmacêuticos. Produtos Alimentícios C-20 para animais 51.22-5 Comércio Atacadista de Animais Vivos C-20 51. ferragens e ferramentas C-20 51. Farinhas. nãoespecificados anteriormente C-20 51.Anteriormente 51.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes C-19 35 .36-5 Comércio de Atacadista de Bebidas C-20 51.54-3 comércio atacadista de produtos químicos C-22 51.62-4 comércio atacadista de máquinas e equipamentos para comércio C-20 51. livros.19-5 Intermediários do Comércio de Mercadorias em Geral (Não-Especializados) 51. aparelhos e equipamentos para usos C-20 Curso da CIPA .47-0 comércio atacadista de artigos de escritório e de papelaria.C-20 especificados anteriormente 51. papel.33-0 Comércio Atacadista de Hortifrutigranjeiros C-20 51.44-6 comércio atacadista de eletrodomésticos e outros equipamentos de usos pessoal e doméstico C-20 51.39-0 Comércio Atacadista de Outros Produtos Alimentícios.41-1 comércio atacadista de fios têxteis. tecidos. jornais e outras publicações C-20 51. não.32-2 Comércio Atacadista de Cereais Beneficiados. Amidos e Féculas C-20 51. artefatos de tecidos e de armarinho C-20 51.63-2 comércio atacadista de máquinas e equipamentos para o comércio C-20 51.59-4 comércio atacadista de outros produtos intermediários não-agropecuários.37-3 Comércio Atacadista de Produtos de Fumo C-20 51.52-7 comércio atacadista de produtos extrativos de origem mineral C-22 51.42-0 comércio atacadista de Artigos de Vestuário e Complementos C-20 51.35-7 Comércio Atacadista de Pescados C-20 51.

lojas de conveniência C-21 52. sem predominância de produtos alimentícios C-21 52.P.24-8 comércio varejista de bebidas C-21 52. não-especificados anteriormente 51.) C-22 52.46-9 comércio varejista de livros.42-6 comércio varejista de máquinas e aparelhos de usos domésticos e pessoal. ferramentas manuais e produtos metalúrgicos. com predominância de produtos alimentícios.44-2 comércio varejista de material de construção. informática e comunicação C-21 52. de perfumaria e cosméticos C-21 52.15-9 comércio varejistas não-especializados.000 metros quadradoshipermercados C-21 52. jornais.23-0 comércio varejista de carnes – açougues C-21 52. com área de venda inferior a 300 e 5.industrial.L. em lojas C-21 52.61-2 comércio varejista de artigos em geral por catálogo ou perdido pelos correios C-21 Curso da CIPA . revistas e papelaria C-21 52.31-0 comércio varejista de tecidos de artigos de armarinho C-21 52.45-0 comércio varejista de equipamentos e materiais para escritório.50-7 comércio varejista de artigos usados.49-3 comércio varejista de outros produtos não-especificados anteriormente C-21 52. artigos médicos e ortopédicos.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 36 .11-6 comércio varejista de mercadorias em geral.92-6 comércio atacadista especializado em mercadorias.41-8 comércio varejista de produtos farmacêuticos.29-9 comércio varejista de outros produtos alimentícios não-especificados anteriormente e de produtos do fumo C-21 52. com predominância de produtos alimentícios industrializados . com predominância de produtos alimentícios industrializados .14-0 comércio varejista de mercadorias em geral. não-especificadas anteriormente C-20 52. técnico e profissional e outros usos. bombons.12-4 comércio varejista de mercadorias em geral. de laticínio.32-9 comércio varejista de artigos de vestuário e complementos C-21 52. tintas e madeiras C-21 52. balas.22-1 comércio varejista de doces.13-2 comércio varejista de mercadorias em geral.33-7 comércio varejista de calçados. com predominância de produtos alimentícios. artigos de couro e viagem C-21 52. frios e conservas C-21 52.21-3 comércio varejista de produtos de padaria. artigos e iluminação e outros artigos para residência C-21 52. confeitos e semelhantes C-21 52.47-7 comércio varejista de gás liqüefeito de petróleo (G.Exclusive lojas de conveniência C-21 52. com área de venda superior a 5.000 metros quadradossupermercados C-21 52. discos e instrumentos musicais C-21 52.43-4 comércio varejista de móveis.91-8 comércio atacadista de mercadorias em geral (não-especializado) C-20 51. ferragens. espelhos e vitrais. vidros.

sem restaurantes C-23 55.12-6 armazenamento e depósito de cargas C-24 63.28-3 transporte rodoviário de mudanças C-24 60.72-8 reparação de calçados C-5 52.79-5 reparação de outros objetos pessoais e domésticos C-35 55. regular.10-3 transporte aéreo.11-8 carga e descarga C-24 63.29-1 transporte regular em bondes. com serviço completo C-23 55.22-0 transporte por navegação interior de carga C-24b 61.11-5 transporte marítimo de cabotagem C-24b 61.22-3 atividades auxiliares aos transportes aquaviários C-24a Curso da CIPA . não-regular C-24 60.19-0 outros tipos de alojamento C-23 55.11-5 estabelecimentos hoteleiros. postos móveis.10-0 transporte ferroviário interurbano C-24 60.24-7 fornecimento de comida preparada C-23 55.25-9 transporte rodoviário de passageiros. teleféricos ou trens próprios para a exploração de pontos turísticos C-24 60.21-6 transporte ferroviário de passageiros.21-2 restaurantes e estabelecimentos de bebidas.23-2 transporte rodoviário de passageiros.29-8 outros serviços de alimentação C-23 60. urbano C-24 60. não regular C-24 62. em geral C-24 60.71-0 reparação e manutenção de máquinas e de aparelhos eletrodomésticos C-14 52.27-5 transporte rodoviário de produtos perigosos C-24b 60.24-0 transporte rodoviário de passageiros.52.26-7 transporte rodoviário de cargas.30-5 transporte dutoviário C-24 61. urbano C-24 60.30-8 transporte espacial C-24b 63.22-4 transporte metroviário C-24 60. funiculares.23-9 cantinas (serviços de alimentação privativos) C-23 55. regular. não-urbano C-24 60.23-9 transporte aquaviário urbano C-24 62.21-5 atividades auxiliares aos transportes terrestres C-24a 63.21-2 transporte por navegação interior de passageiros C-24 61.12-3 estabelecimentos hoteleiros.69-8 comércio varejista realizado em vias públicas.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 37 .20-0 transporte aéreo.12-3 transporte marítimo de longo curso C-24b 61.22-0 lanchonetes e similares C-23 55. regular C-24 62. através de máquinas automáticas e a domicílio C-21 52. com restaurante C-23 55.

30-3 planos de saúde C-26 67.11-3 administração de mercado bursáteis C-27 67.91-9 fundos mútuos de investimento C-28 65.22-6 bancos múltiplos (com carteira comercial) C-28 65.92-7 sociedades de capitalização C-28 65.32-3 banco de investimento C-28 65.35-8 sociedades de crédito.63.31-5 bancos múltiplo (sem carteira comercial) C-28 65. financiamento e investimento C-28 65.23-4 caixas econômicas C-28 65.10-6 incorporação de imóveis por conta própia C-29 70.22-2 previdência privada aberta C-26 66.23-1 atividades auxiliares aos transportes aéreos C-24 63.21-4 previdência privada fechada C-26 66.34-0 crédito imobiliário C-28 65. não-especificadas anteriormente C-27 67.10-2 banco central C-28 65.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 38 .30-4 atividades de agências de viagens e organizadores de viagem C-29 63.99-4 outras atividades de intermediação financeira.20-3 aluguel de imóveis C-29 70.11-7 seguros de vida C-26 66.40-1 atividades relacionadas à organização do transporte de cargas C-24a 64.20-3 telecomunicações C-25 65.20-2 atividades auxiliares dos seguros e da previdência privada C-27 70.59-5 outras atividades de concessão de crédito C-28 65.33-1 bancos de desenvolvimento C-28 65.12-2 outras atividades de correio C-25 64.51-0 agências de desenvolvimento C-28 65.31-9 incorporação de imóveis por conta de terceiros C-29 Curso da CIPA .13-3 resseguros C-26 66.24-2 cooperativas de crédito C-28 65.40-4 arrendamento mercantil C-28 65.19-9 outras atividades auxiliares da intermediação financeira.21-8 bancos comerciais C-28 65.12-1 atividades de intermediários em transações de títulos e valores mobiliários C-27 67.11-4 atividades de correio nacional C-25 64. não-especificadas anteriormente C-28 66.12-5 seguro não-vida C-26 66.

por conta de terceiros C-35 74.32-3 aluguel de máquinas e equipamentos para construção e engenharia civil C-35 71.14-4 gestão de participações societárias (holdings) C-29 74.13-6 pesquisa de mercado e de opinião pública C-29 74.12-8 atividades de contabilidade e auditoria C-29 74.22-6 aluguel de embarcações C-35 71.40-8 condomínos prediais C-35 71.39-0 aluguel de máquinas e equipamentos de outros tipos.30-3 processamento de dados C-30 72.16-0 atividades de assessoria em gestão empresarial C-29 74.23-4 aluguel de aeronaves C-35 71. vigilância e segurança C-30 74. agenciamento e locação de mão-de-obra para serviços temporários C-35 74.60-8 atividades de investigação.10-2 aluguel de automóveis C-35 71.15-2 sedes de empresas e unidades administrativas locais C-29 74.11-0 atividades jurídicas C-29 74.31-5 aluguel de máquinas e equipamentos agrícolas C-35 71.90-7 outras atividades de informática.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 39 .21-8 aluguel de outros meios de transporte terrestre C-35 71.70. não-especificadas anteriormente C-35 73.91-8 atividades fotográficas C-9 74.40-0 atividades de banco de dados C-35 72.10-9 consultoria em sistemas de informática C-29 72.32-7 administração de imóveis por conta de terceiros C-29 70.50-0 seleção.50-8 manutenção e reparação de máquinas de escritório e de informática C-14a 72.40-3 publicidade C-35 74.92-6 atividades de envasamento e empacotamento.70-5 atividades de limpeza em prédios e domicílios C-30 74.40-4 aluguel de objetos pessoais e domésticos C-29 72. não-especificados anteriormente C-35 71.20-6 desenvolvimento de programas de informática C-35 72.99-3 outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas.10-5 pesquisa e desenvolvimento das ciências físicas e naturais C-32 73.30-6 ensaios de materiais e de produtos.33-1 aluguel de máquinas e equipamentos para escritórios C-35 71. análise de qualidade C-32 74.20-9 serviços de arquitetura e engenharia e de assessoramento técnico especializado C-35 74. não especificadas anteriormente C-35 Curso da CIPA .20-2 pesquisa e desenvolvimento das ciências sociais e humanas C-32 74.

11-1 Atividades de Atendimento Hospitalar C-34 85.30-6 educação superior C-31 80.13-2 regulação das atividades econômicas C-33 75.31-6 serviços sociais com alojamento C-23 85.15-4 atividades de outros profissionais da área de saúde C-34 85.12-0 atividades de organizações profissionais C-29 91.92-6 educação supletiva C-31 80.14-0 atividades de apoio à administração púbica C-33 75.24-8 segurança e ordem pública C-33 75.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 40 .12-8 educação fundamental C-31 80.12-0 Atividades de Atendimento a Urgências e Emergências C-34 85.94-2 ensino a distância C-31 80.95-0 educação especial C-31 85.20-0 serviços veterinários C-34 85.23-0 justiça C-33 75.22-1 defesa C-33 75.16-2 outras atividades relacionadas com a atenção à saúde C-34 85.21-7 educação média de formação geral C-31 80.20-0 atividades de organizações sindicais C-29 91.14-6 atividades de serviços de complementação diagnóstica ou terapêutica C-34 85.12-4 regulação das atividades sociais e culturais C-33 75.92-8 atividades de organizações políticas C-29 91. e atividades conexas C-17 91.11-6 administração pública em geral C-33 75.30-2 seguridade social C-33 80.99-5 outras atividades associativas.11-1 atividades de organizações empresariais e patronais C-29 91.00-0 limpeza urbana e esgoto.93-4 educação continuada ou permanente e aprendizagem profissional C-31 80.91-8 ensino em auto-escolas e cursos de pilotagem C-31 80.13-8 atividades de atenção ambulatorial C-34 85.11-0 educação pré-escolar C-31 80. não-especificadas anteriormente C-29 Curso da CIPA .22-5 educação média de formação técnica e profissional C-31 80.21-3 relações exteriores C-33 75.32-4 serviços sociais sem alojamento C-23 90.75.25-6 defesa civil C-33 75.91-0 atividades de organizações religiosas C-29 91.

62-2 outras natividades relacionadas ao lazer C-35 93.12-6 distribuição de filmes e de vídeos C-9 92. não-especificadas anteriormente C-35 95.02-5 cabeleireiros e outros tratamentos de beleza C-35 93.11-8 produção de filmes cinematográficos e fitas de vídeo C-9 92.53-3 atividades de jardins botânicos.09-2 outras atividades de serviços pessoais.03-3 atividades funerárias e conexas C-34 93.00-7 organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais C-33 Curso da CIPA .00-1 serviços domésticos C-35 99.52-5 atividades e museus e conservação do patrimônio histórico C-31 92.51-7 atividades de bibliotecas e arquivos C-31 92.21-5 atividades de rádio C-9 92.32-0 gestão de salas de espetáculos C-9 92.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 41 .40-1 atividades de agências de notícia C-8 92.13-4 projeção de filmes e de vídeos C-9 92.92. zoológicos. não-especificadas anteriormente C-9 92.31-2 atividades de teatro. música e outras atividades artísticas e literárias C-9 92. parques nacionais e reservas ecológicas C-31 92.01-7 lavanderias e tinturarias C-30 93.22-3 atividades de televisão C-9 92.04-1 atividades de manutenção do físico corporal C-31 93.61-4 atividades desportivas C-31 92.39-8 outras atividades de espetáculos.

relacionada com o exercício do trabalho. veículos industriais. Curso da CIPA . permanente ou temporária. equipamentos móveis. que interrompe o andamento normal do trabalho. Para se combater as causas dos acidentes e se implantar um bom programa de prevenção necessário se torna. As causas. gases e poeiras. vapores e fumos. enquanto que no segundo são levados em considerações. Desse modo muitas vidas poderão ser poupadas. como será explicado mais adiante quando forem abordados os Fatores de Acidentes. pisos em geral e escadas fixas e portáteis. Diferença entre o CONCEITO LEGAL e o CONCEITO PREVENCIONISTA: A diferença entre os dois conceitos reside no fato de que no primeiro é necessário haver. que provoca lesão pessoal ou de que decorre risco próximo ou remoto desta lesão.”. equipamentos e instalações que constituem um valioso patrimônio das empresas. 3.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 42 . ACIDENTE DE TRAJETO: É o acidente sofrido pelo empregado no percurso residência para o trabalho ou deste para aquela. também. ou a morte do trabalhador e/ou danos materiais e econômicos a empresa e ao meio ambiente. para a nação que tem seus fatores de progresso o trabalho realizado por essas empresas. para as comunidades que se beneficiam com sua produção e. apenas lesão física. entretanto. conhecer-se a sua conceituação. máquinas em geral. Nas empresas encontram-se presentes muitos fatores que podem transformar-se em agentes de acidentes dos mais variados tipos. poderão ser determinadas e eliminadas resultando na ausência de acidente ou na sua redução. ACIDENTE SEM LESÃO: É o acidente que não causa lesão pessoal. 3. da capacidade para o trabalho”. 3. Dentre esses agentes podemos destacar os mais comuns: ferramentas de todos os tipos. substâncias químicas em geral.3 INTRODUÇÃO A SEGURANÇA DO TRABALHO As empresas são centros de produção de bens materiais ou de prestação de serviços que tem uma importância para as pessoas que a elas prestam colaboração. instantânea ou não. a perda de tempo e os materiais. fontes de calor. podendo resultar em danos físicos e/ou funcionais. não desejada. provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte. primeiramente.3 Classificação dos Acidentes do Trabalho ACIDENTE DO TRABALHO OU SIMPLESMENTE ACIDENTE: É a ocorrência imprevista e indesejável. além das lesões físicas. a integridade física dos trabalhadores será preservada além de serem evitados os danos materiais que envolvem máquinas.2 Conceito Prevencionista de Acidente “Acidente do trabalho é toda ocorrência não programada. ou redução.1 Conceito Legal de Acidente (de acordo com o decreto 611/92 artigo 139) “Acidente do trabalho é aquele que ocorre no exercício do trabalho a serviço da empresa. ou perda. andaimes e plataformas.

. A CAT pode ser emitida pela empresa ou pelo próprio trabalhador.ACIDENTE IMPESSOAL: É aquele cuja caracterização independe de existir acidentado. até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência. seus dependentes. perca da audição. 5ª via (Sistema Único de Saúde) e 6ª via (Delegacia Regional do Trabalho). dos estados e do Distrito Federal e comandantes de unidades do Exército. Ex.. A empresa é obrigada a informar à Previdência Social acidentes de trabalho ocorridos com seus funcionários.4 Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT) Em caso de acidente deve ser feita a comunicação de acidente de trabalho ou doença profissional em até 24 horas. Retomadas de tratamentos ou afastamentos por agravamento de lesão decorrentes de acidente de trabalho ou doença profissional também devem ser comunicados à Previdência Social através da CAT. entregue à Previdência Social por meio do Comunicado de Acidente de Trabalho . produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da relação estabelecida pelo MTE e MPAS. Curso da CIPA . físicos e morais.: dermatoses causadas por cal e cimento ou problemas de respirações causadas pela inalação de poeira etc. preenchido em seis vias: 1ª via (INSS).CAT. Em caso de morte. Se a empresa não emitir a CAT. ACIDENTE INICIAL: É o acidente impessoal desencadeador de um ou mais acidentes. ACIDENTES EM VIAGENS: a serviço da empresa. ACIDENTES À SERVIÇO DA EMPRESA: que acontecem na prestação de serviços. entidade sindical. são causadas pelas condições de trabalho. o próprio trabalhador pode procurar assistência do INSS ou solicitar ao Sindicato que emita este documento. 3. Se ficar caracterizado que o acidente ocorreu por culpa do empregador ele deve indenizar o trabalhador por danos materiais. 3ª via (segurado ou dependente). 2ªvia (empresa). Ex: problemas de coluna.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 43 . mas. mesmo que não haja afastamento das atividades. atestado médico e data da emissão). da Aeronáutica. a comunicação deve ser imediata. médico ou autoridade (magistrados. deverão constar as informações da época do acidente e os dados atualizados do novo afastamento (último dia trabalhado. Também devem ser informadas à Previdência Social por meio da CAT mortes de segurados decorrentes de acidente de trabalho ou doença ocupacional. DOENÇAS PROFISSIONAIS: considerada acidente de trabalho. por ordem da empresa. 4ª via (sindicato de classe do trabalhador). membros do Ministério Público e dos serviços jurídicos da União. produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da relação estabelecida pelo MTE e MPAS. da Marinha. neste caso. DOENÇAS OCUPACIONAIS: Também considerada acidente de trabalho. fora do local de trabalho. do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar) e o formulário preenchido tem que ser entregue em uma Agência da Previdência Social. etc. A empresa que não informar acidentes de trabalho está sujeita à multa.

regulamentada pelo Decreto nº 2.CAT A Comunicação de Acidente do Trabalho – CAT foi prevista inicialmente na Lei nº 5. A Lei nº 8.4. Pode-se fazer a comunicação de acidente de trabalho pela internet no site: http://www. com todas as alterações ocorridas posteriormente até a Lei nº 9. sob pena de multa em caso de omissão.gov. principalmente o completo e exato preenchimento do formulário.1 Cadastro da Comunicação de Acidente de Trabalho . não apenas do ponto de vista previdenciário.3.213/91 determina no seu artigo 22 que todo acidente do trabalho ou doença profissional deverá ser comunicado pela empresa ao INSS. Cabe ressaltar a importância da comunicação.316/67. estatístico e epidemiológico.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 44 . tendo em vista as informações nele contidas. mas também trabalhista e social.172/97.mpas.br/conteudoDinamico.php?id=297 Curso da CIPA .032/95.

Curso da CIPA . sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de 45 .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.

como órgão de fiscalização competente. A que não cumprir a lei será autuada por infração ao disposto no artigo 163 da CLT. por exemplo. neutralizem ou eliminem estes riscos.1 Considerações Como já vimos CIPA é uma comissão interna de prevenção de acidentes que algumas empresas possuem. bancária. detectando os riscos existentes no local de trabalho. Em caso de empate. a metade mais um do número de funcionárias de cada setor. Nas eleições da CIPA são eleitos membros Titulares e Suplentes. portaria 3214/78. através das Delegacias Regionais do Trabalho (DRTS) fiscalizar a organização das CIPAS. O grau de risco no local de trabalho também é levado em conta para a organização da CIPA. Os candidatos votados não eleitos como titulares ou suplentes devem ser relacionados na ata da eleição. sendo possível consultar essa informação nos quadros em anexo da NR-05. assume o candidato que tiver maior tempo de trabalho na empresa. para avaliar os riscos envolvidos nos mesmos. A CIPA é composta por representantes titulares do empregador e dos empregados. A CIPA deve contar com tantos suplentes quantos forem os titulares sendo que estes não poderão ser reconduzidos por mais de dois mandatos consecutivos. possibilitando uma futura nomeação. Assim. entre os seus titulares). A lei confere a DRT. A ideia inicial era que cada Cipeiro (membros da Cipa) estivesse em um setor da empresa. de acordo com a Norma Regulamentadora numero 5 (cinco) do Ministério do Trabalho.4 ORGANIZAÇÃO DA CIPA A organização da CIPA é obrigatória nos locais de trabalho seja qual for sua característica comercial.desde que tenham o mínimo legal de empregados regidos pela CLT conforme o quadro 1 da NR-5 como já vimos. encontrando soluções que sinalizem. obrigatoriamente. Cabe ao Ministério do Trabalho. até 1988 havia diferença entre eles. Os candidatos mais votados assumem a condição de membros titulares. Os representantes do empregador são designados pelo próprio. sujeitando-se à multa prevista no artigo 201 desta mesma legislação. com ou sem fins lucrativos. A CIPA tem o objetivo de evitar os acidentes nas empresas. visando que os Técnicos de Segurança ou os setores de segurança das empresas. enquanto que os dos empregados são eleitos em votação secreta representando. em ordem decrescente de votos.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 46 . A quantidade de membros que a CIPA deve possuir depende do grau de risco que a empresa possui e numero de funcionários. A estrutura da CIPA é composta pelos seguintes cargos: Presidente (indicado pelo empregador). no mínimo. de acordo com a ordem decrescente de votos recebidos. A CIPA surgiu em 1978. A lista de votação assinada pelos eleitores deve ser arquivada por um período mínimo de três anos na empresa. filantrópica ou educativa e empresas públicas . o poder de anular uma eleição quando for constatado qualquer tipo de irregularidade na sua realização. Secretário e suplente (escolhidos de comum acordo pelo representante do empregador e dos empregados). 4. Vice-presidente (nomeado pelos representantes dos empregados. para uma empresa metalúrgica (grau 4) basta ter 20 empregados para ter uma CIPA organizada. A votação deve ser realizada em horário normal de expediente e tem que contar com a participação de. tivessem um apoio em cada local de trabalho. Os demais candidatos assumem a condição de suplentes. seu número de participantes deve obedecer às proporções mínimas estabelecidas no quadro em anexo da NR-05. os setores de maior risco de acidentes e com maior número de funcionários. industrial. porém a constituição de 1988 nos Ato das Disposições Constitucionais Transitórias no Curso da CIPA .

um dedo ou a audição. algumas se candidatam após existirem boatos de que a empresa terá cortes de pessoal e buscam esta estabilidade.7 da NR-05 diz que: O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de um ano. como é um cargo de confiança. Também já houve casos em que o fundo de garantia do cipeiro foi revertido para indenização da família da vítima morta em acidente do trabalho. Porém ambos devem cumprir com suas obrigações. se ocorreu o acidente é provável que a CIPA não cumpriu com sua função. pois a justiça e a empresa entendem que o cipeiro eleito esta neste cargo porque ele se propôs. Por esses motivos o cipeiro tem que abraçar a causa de prevenção de acidentes. assim não dispondo dos benefícios dos eleitos. Visto que é a função da CIPA prevenir.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 47 . no item 5. se candidatando porque se preocupa e quer prevenir os acidentes no trabalho. referindo-se apenas a Cipeiro ou seja a membros eleitos da CIPA. O que muita gente não sabe e inclusive alguns Cipeiros. Essa estabilidade no emprego. Suas responsabilidades estão prevista em lei. Além de poder ser demitido por justa causa se não cumprir com suas responsabilidades. podendo ser considerada a culpada pela lesão no trabalhador. podendo perder o mandato se tiver quatro faltas injustificadas. sendo assim o funcionário pode ser membro da CIPA duas vezes em toda sua carreira na empresa. e é essencial que o cipeiro saiba que ele corre riscos ao não desempenhar bem essa função. Já houve casos em que o Cipeiro era um engenheiro e tiveram sua carteira do CREA casada por determinação judicial. podendo ser indicado quantas vezes a empresa achar necessário. As pessoas em geral acreditam que ser um Cipeiro implica apenas em ter estabilidade de dois anos. permitida uma reeleição. é que se ocorrer algum acidente na empresa onde um funcionário perde a mão. Curso da CIPA . já o Cipeiro que é indicado pelo empregador (empresa). um dos primeiros que serão citados no processo são os cipeiros. não há limitação. pois a CIPA não identificou um risco evidente no local de trabalho. existem casos nos tribunais em que os cipeiros são condenados a indenizar a Família da vítima acidentada. Então o suplente passou a ter todos os direitos e obrigações dos titulares. ele não possui essa estabilidade.artigo 10. Se houver um inquérito policial para apurar o crime de lesão corporal culposa (onde não há intenção). acabou com essa limitação. Visto que não é um cargo com estabilidade. na NR-05. Não diz uma Reeleição consecutiva nem subseqüente. Sobre a reeleição da CIPA. então é permitida somente uma reeleição. ficando seu patrimônio em risco até a indenização. O Cipeiro indicado pelo empregador. A posição de um Cipeiro na empresa é extremamente importante. que tem duração de 2 anos (um ano de mandato e um ano após a gestão) é somente aplicada para os Cipeiros eleitos. como por exemplo estabilidade no emprego e ter que participar das reuniões.

biológicos.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 48 . Este pagamento adicional não isenta as empresas de fornecerem Equipamentos de Proteção Individual e deverão ser esgotados todos os meios disponíveis para Curso da CIPA . GRUPO I: VERDE Riscos Físicos Ruído GRUPO II: VERMELHO Riscos Químicos Poeiras GRUPO III: MARROM Riscos Biológicos Vírus Vibrações Fumos Bactérias Radiações ionizantes Névoas Protozoários Radiações não ionizantes Frio Neblinas Fungos Gases Parasitas Calor Vapores Bacilos Pressões anormais Substâncias. ou intensidade e tempo de exposição.5 RISCOS AMBIENTAIS São considerados riscos ambientais os agentes físicos. Além disso impõe às empresas o pagamento do adicional de insalubridade. ergonômicos e riscos de acidentes (mecânicos) existentes nos ambientes de trabalho e capazes de causar danos à saúde do trabalhador em função de sua natureza. sempre que os níveis encontrados no ambiente de trabalho não estejam em acordo com as normas emitidas pelo ministério do Trabalho. químicos. compostos ou produtos químicos em geral Umidade GRUPO IV: AMARELO Riscos Ergonômicos Esforço Físico Intenso Levantamento e transporte manual de peso Exigência de postura inadequada Controle rígido de produtividade Imposição de ritmos excessivos Trabalho em turno e noturno Jornada de Trabalho prolongadas Monotonia e repetitividade Outras situações causadoras de stress físico e/ou psíquico GRUPO V: AZUL Riscos de Acidentes Arranjo físico inadequado Máquinas e equipamentos sem proteção Ferramentas inadequadas ou defeituosas Iluminação inadequada Eletricidade Probabilidade de incêndio ou explosão Armazenamen to inadequado Animais peçonhentos Outras situações de risco que poderão contribuir para a ocorrência de acidentes A legislação determina que os agentes nocivos devem ser ELIMINADOS ou CONFINADOS no ambiente de trabalho.

3. etc. uma política de recrutamento e seleção voltada para cuidar para que não haja agravamento de situação de doença já existentes. do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA.1 Programa de Prevenção de Riscos Ambientais .2 e 9. b) estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle.3. Quando não forem identificados riscos ambientais nas fases de antecipação ou reconhecimento.) e por profissionais devidamente habilitados. não se coadunando a prática de insalubridade e não cuidar para que os agentes agressivos sejam eliminados do ambiente. somente pode ser feita com a utilização de instrumentos próprios (no caso de ruído – decibilímetro. a partir do momento que traz tais assuntos às suas reuniões e que passa a despertar maior interesse de quantos militam na empresa para o problema. no caso da empresa possuir em sua fase de produção agentes agressivos. c) avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores. 5.3. reconhecimento. e adotando-lhes sistemas de exames complementares para cada função da empresa. e) monitoramento da exposição aos riscos. tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. descritas nos itens 9. Agentes agressivos inibem o trabalhador e fazem com que as empresas percam seus valiosos recursos humanos com doença ou acidentes. Deve-se. através da antecipação.3. A CIPA poderá em muito ajudar a combater tal situação.PPRA A NR-09 como já vimos trata do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.controle dos riscos ambientais. os membros da CIPA devem adotar uma postura maior de orientação desses riscos ao trabalhador e o que representam para eles e suas famílias. no caso de iluminamentos – luxímetro. podendo também ser solicitado auxílio ao próprio Ministério do Trabalho através dos Serviços de Segurança e Medicina do Trabalho existentes nas delegacias regionais em todos os Estados. A Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes – ABPA. o PPRA poderá resumir-se às etapas previstas nas alíneas "a" e "f" do subitem 9. As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da Empresa.1 O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais deverá incluir as seguintes etapas: a) antecipação e reconhecimentos dos riscos. através de exames admissionais realizados por médicos do trabalho. e estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação. f) registro e divulgação dos dados.1. com a participação dos trabalhadores. sob a responsabilidade do empregador. sendo sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 49 .3. avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho. sempre que solicitada poderá orientar a empresa em como proceder nos casos da suspeita de agentes agressivos no meio de trabalho. visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores. d) implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia. procurar estabelecer. A verificação da empresa desses agentes no meio ambiente de trabalho. Curso da CIPA . Além disso. 9. por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados.

indicativos de possível comprometimento da saúde decorrente do trabalho. A NR-09 estabelece os parâmetros mínimos e diretrizes gerais a serem observados na execução do PPRA. 9. h) a descrição das medidas de controle já existentes. Deverá ser efetuada. disponíveis na literatura técnica.1 Estrutura do PPRA O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais deverá conter.1. c) a identificação das possíveis trajetórias e dos meios de propagação dos agentes no ambiente de trabalho.PCMSO previsto na NR-7. O PPRA deverá estar descrito num documento-base contendo todos os aspectos estruturais. devendo estar articulado com o disposto nas demais NR. b) estratégia e metodologia de ação. g) os possíveis danos à saúde relacionados aos riscos identificados. em função de sua natureza. Consideram-se riscos ambientais os agentes físicos. são capazes de causar danos à saúde do trabalhador. no mínimo. sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano. quando aplicáveis: a) a sua identificação. d) periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA. manutenção e divulgação dos dados. . f) a obtenção de dados existentes na empresa. visando a identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteção para sua redução ou eliminação. O documento-base e suas alterações e complementações deverão ser apresentados e discutidos na CIPA. métodos ou processos de trabalho.3 O reconhecimento dos riscos ambientais deverá conter os seguintes itens. prioridades e cronograma. de acordo com a NR-5. em especial com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional . b) a determinação e localização das possíveis fontes geradoras. d) a identificação das funções e determinação do número de trabalhadores expostos. e) a caracterização das atividades e do tipo da exposição. uma análise global do PPRA para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades. sendo sua cópia anexada ao livro de atas desta Comissão O documento-base e suas alterações deverão estar disponíveis de modo a proporcionar o imediato acesso às autoridades competentes. químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que. quando existente na empresa. O cronograma previsto deverá indicar claramente os prazos para o desenvolvimento das etapas e cumprimento das metas do PPRA. O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores. ou de modificação dos já existentes. 5.2 A antecipação deverá envolver a análise de projetos de novas instalações. a seguinte estrutura: a) planejamento anual com estabelecimento de metas. concentração ou intensidade e tempo de exposição. c) forma do registro.3. podendo os mesmos ser ampliados mediante negociação coletiva de trabalho.3.9.

instalações. da saúde e da capacidade profissional e as empresas. com a proteção da vida. O mapeamento deve ser feito anualmente. danos em equipamentos e desperdícios de matérias primas. ergonômico e mecânico ou de acidentes como vimos nos Riscos Ambientais. Tratase de identificar situações e locais potencialmente perigosos. método de trabalho. É considerada indispensável. suprimentos e espaços de trabalho) e a forma de organização do trabalho (arranjo físico. amarelo e azul. ouvidos os trabalhadores envolvidos no processo produtivo e com a orientação do Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho SESMT da empresa. encontrar soluções práticas para eliminar ou controlar riscos e melhorar o ambiente e as condições de trabalho e a produtividade. contribuindo para eliminá-los ou controlá-los. Desse modo. biológico. contribui para a eliminação ou controle dos riscos detectados. as informações mapeadas são de grande interesse com vista à manutenção e ao aumento da competitividade. com a redução dos vultosos gastos do sistema previdenciário no pagamento de pensões e com o aumento da produtividade geral da economia. O Mapa de riscos é elaborado segundo a Portaria nº 25. toda a vez que se renova a CIPA.). O Mapeamento ajuda a criar uma atitude mais cautelosa por parte dos trabalhadores diante dos perigos identificados e graficamente sinalizados. 6. classificando-os por grau de perigo: pequeno.1Implantação do Mapa de Risco Implantado pela Portaria nº5 de 17 de agosto de 1992 do Ministério do Trabalho e da Administração. É um instrumento que pode ajudar a diminuir a ocorrência de a acidentes do trabalho objetivo que interessa a empresa e aos trabalhadores. O mapa de risco é um modelo participativo e é um aliado da empresa e dos empregados para evitar acidentes. A partir de uma planta baixa de cada seção são levantados todos os tipos de riscos. Também ganha o País. Com essa reciclagem cada vez mais trabalhadores aprendem a identificar e a registrar graficamente os focos de acidentes nas empresas. turnos de trabalho. Para a empresa. ritmo de trabalho. Também permite a identificação de pontos vulneráveis na sua planta. médio e grande. etc. por meio de círculos de diferentes tamanhos e cores. Cada grupo corresponde a um tipo de agente: químico. Tais fatores têm origem nos diversos elementos do processo de trabalho (materiais. físico. treinamento. quando houver. jornada de trabalho. pela CIPA. portanto. marrom. O mapa é um levantamento dos pontos de risco nos diferentes setores das empresas. verde. Estes tipos são agrupados em cinco grupos classificados pelas cores vermelho. com a redução de perdas por horas paradas. ele é obrigatório nas empresas com grau de risco e número de empregados que exijam a constituição de uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. prejudicada pela descontinuidade da produção interrompida por acidentes. a participação das pessoas expostas ao risco no diaa-dia. . O seu objetivo é informar e conscientizar os trabalhadores pela fácil visualização desses riscos.6 MAPA DE RISCO Mapa de Risco é a representação gráfica do reconhecimento dos riscos existentes nos locais de trabalho. com isso ganham os trabalhadores. postura de trabalho. equipamentos.

6. é importante ter uma planta do local. Almoxarifado. Depósito e etc. A idéia é que os funcionários de uma seção façam a seleção apontando aos cipeiros os principais problemas da respectiva unidade. mas se não houver condições de conseguir. Segue um exemplo de uma planta baixa e um empresa: Podemos perceber que a empresa é dividida em departamentos como: Administração. Linha de montagem. um esquema ou croqui do local.2 Como Funciona um Mapa de Risco Antes de Montar um Mapa de Risco. CPD. com o mapa de risco essas diferenças ficarão mais claras. isto não deverá ser um obstáculo: faz se um desenho simplificado. Em cada departamento há um ou vários riscos com intensidades iguais ou diferentes. por exemplo) deve ser colocado o círculo no tamanho avaliado pela CIPA e na cor correspondente ao grau de risco. exatamente no local onde se encontra o risco (uma máquina. Na planta da seção. banheiros (BWC). Cores usadas no Mapa de Risco e Tabela de Gravidade .

dividindo-o em partes. ferramentas. etc. com diâmetro de 2. médio. No caso das empresas de construção. com diâmetro de 10 cm. o mapa de riscos completo ou setorial deve ser afixado no setor mapeado. em local visível e de fácil acesso para os trabalhadores e visitantes. o mapa de riscos do estabelecimento deve ser realizado por etapa de execução dos serviços. pintando-as com cor correspondente ao risco. utilizase o mesmo circulo. os riscos dependerão dos processos de produção. 6.3 Como Montar um Mapa de Risco A inspeção de segurança deve ser feita pela CIPA para levantamento dos dados necessários. Os riscos serão simbolizados por círculos de três tamanhos distintos: pequeno.Quando num mesmo local houver incidência de mais de um risco de igual gravidade. sistemas. devendo ser revisto sempre que um fato novo venha modificar a situação de riscos estabelecida. . Dentro dos círculos deverão ser anotados o numero de trabalhadores expostos ao risco e o nome do risco. Neste contato procura-se fazer um diagnostico da maneira como os trabalhadores convivem com o meio que cerca. Depois de discutido e aprovado pela CIPA. O mapa deve ser colocado em um local visível para alertar aos trabalhadores sobre os perigos existentes naquela área.5 cm. e grande. A busca da localização. com diâmetro de 5 cm. organizações. identificação e a avaliação da gravidade dos riscos deve passar pela consulta e dialogo com as pessoas que trabalham com os produtos químicos. maquinas. Em uma empresa metalúrgica. das tecnologias e métodos de trabalho.

2º) PASSO: Fazer o fluxograma (desenho de todos os setores da empresa e das etapas de produção). tipo de alimentação das máquinas etc. Para quem e quanto produz (direito de saber). bebedouros. acidentes de trabalhos ocorridos e as doenças ocupacionais registradas no setor. Julgar importante qualquer informação do trabalhador. refeitório e áreas de lazer. sexo do entrevistado.3. estado de higiene e conforto dos banheiros.6. das atividades desenvolvidas e do ambiente de trabalho. Identificação dos riscos existentes. se já recebeu treinamento para função e se já recebeu treinamento em segurança. 5º) PASSO: Elaborar o Mapa de Risco. ou que haja suspeitas). avaliação do ambiente de trabalho. jornada de trabalho. . vestiários. Identificação das medidas de proteção e se elas são eficientes: EPIs. 4º) PASSO: Listar todos os riscos existentes. priorize aqueles que os trabalhadores mais se queixam. EPCs. 3º) PASSO: Listar todas as matérias-primas e os demais insumos (equipamentos. setor por setor. etapa por etapa (se forem muitos. Identificação dos problemas de saúde: Queixas mais freqüentes entre trabalhadores expostos aos mesmos riscos.1 Etapas da elaboração do mapa de risco Levantamento dos dados do processo de trabalho: Numero de funcionários que trabalham no setor. aqueles que geram até doenças ocupacionais ou do trabalho comprovadas ou não. Analise dos levantamentos de riscos realizados 1º) PASSO: Conhecer os setores/seções da empresa: O que é e como produz.) envolvidos no processo produtivo.

EPC Após o levantamento dos riscos ambientais e elaboração do mapa de risco deve-se verificar se os Equipamentos de Proteção coletiva estão de acordo com os riscos. Essas medidas visam à proteção não só de trabalhadores envolvidos com a atividade principal que será executada e que gerou o risco. 7. balizamento ou demarcação em geral.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 55 . etc. São utilizados para proteção de segurança enquanto um grupo de pessoas realiza determinada tarefa ou atividade. entrada de galerias subterrâneas e situações semelhantes. sistema. sinalizador STROBO. etc. bandeirola. como também à proteção de outros funcionários que possam executar atividades paralelas nas redondezas ou até de passantes. fixo ou móvel de abrangência coletiva. ou meio. cujo percurso pode levá-los à exposição ao risco existente. balizamento ou demarcação em geral por indústrias. a sinalização tem um papel fundamental para a segurança no trabalho. Fita de Sinalização Utilizada quando da delimitação e isolamento de áreas de trabalho interna e externamente na sinalização.1 Exemplos de EPC Conjunto de aterramento Equipamento destinado à execução de aterramento temporário. visando à equipotencialização e proteção pessoal contra energização indevida do circuito em intervenção. Grade Metálica Dobrável Isolamento e sinalização de áreas de trabalho.7 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA . construtoras. Placas de sinalização São utilizadas para sinalizar perigo (perigo de vida. Curso da CIPA . interdição. poços de inspeção. Tapetes de borracha Acessório utilizado para isolação contra contatos indiretos a eletricidade e contra escorregões em ambientes escorregadios. podendo ser utilizado em conjunto com a fita zebrada.) e situação dos equipamentos. não perdendo a cor ou descascando com a ação de mal tempo. órgãos públicos ou empresas que realizam trabalhos externos. Correntes para sinalização em ABS Utilizada quando da delimitação e isolamento de áreas de trabalho interna e externamente na sinalização. Cone de Sinalização Sinalização de áreas de trabalho e obras em vias públicas ou rodovias e orientação de trânsito de veículos e de pedestres. Equipamento de Proteção Coletiva – EPC é todo dispositivo. transportes. Excelente para uso externo. interdição. destinado a preservar a integridade física e a saúde dos trabalhadores usuários e terceiros.

contida na Norma Regulamentadora n. Curso da CIPA .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 56 . A utilização de cada EPI depende do trabalho a ser realizado.  Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas. A empresa é obrigada a fornecer ao empregado.EPI Conforme a NR-6 Equipamento de Proteção Individual – EPI é todo dispositivo de uso individual utilizado pelo empregado. nas seguintes circunstâncias:  Sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças ocupacionais. Todo EPI deve possuir um Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. em perfeito estado de conservação e funcionamento.8 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL .º 6 da Portaria MTb 3214/78. EPI adequado ao risco. devem ser adotados EPIs específicos e adequados às atividades desenvolvidas. destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. que visa disciplinar as condições em que o mesmo deve ser empregado na proteção do trabalhador. gratuitamente.  Para atender situações de emergência. O emprego do Equipamento Individual é uma determinação legal. Nos trabalhos quando as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou insuficientes para controlar os riscos.

Instruir o empregado. Ao uso dos Equipamentos de Proteção Individual – EPI’s fornecidos pela empresa. quanto às precauções a serem tomadas no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças profissionais. 157 da CLT Cabe às empresas: I. Curso da CIPA . 158 da CLT Cabe aos empregados: I.  Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.  Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso.  Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado. inclusive as ordens de serviço expedidas pelo empregador.  Registrar o seu fornecimento ao trabalhador.  Comunicar ao MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) qualquer irregularidade observada. Colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos deste capítulo (V) Parágrafo único – Constitui ato faltoso do empregado a recusa injustificada: A observância das instruções expedidas pelo empregador. guarda e conservação  Substituir imediatamente. II.  Responsabilizar-se pela guarda e conservação. Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho.  Exigir o seu uso.8. Conforme o Art. II.  Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. fichas ou sistema eletrônico Conforme o Art. podendo ser adotados livros.2 Quanto ao EPI cabe ao empregado:  Utilizar apenas para a finalidade a que se destina.  Fornecer ao empregado somente EPI’s aprovados pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. 8. Observar as normas de segurança e medicina do trabalho. através de ordens de serviço.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 57 . quando danificado ou extraviado.1 Quanto ao EPI cabe ao empregador:  Adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade.

(O papel não poderá lente para não riscá-la. impactos provenientes de queda ou projeção de objetos. sendo que este é responsabilidade do setor de Engenharia de Segurança do Trabalho e Técnicos de Segurança do Trabalho. Proteção dos olhos mecânicos. 8. Curso da CIPA . pois segundo o ministério do Trabalho o curso da CIPA.3 Exemplos de EPIs Segue alguns exemplos de EPIs.2 Proteção da Cabeça Capacetes de proteção Utilizado para proteção da cabeça do trabalhador contra agentes metereológicos (trabalho a céu aberto) e trabalho em local confinado. partículas volantes e raios ultravioletas. A higienização dos óculos é lavar com água secar com papel absorvente. choque elétrico e irradiação solar.3. não listaremos todos.1 Proteção dos Olhos e Face Óculos de segurança Equipamento destinado à proteção contra venham a prejudicar a visão.3.) elementos que contra impactos e sabão neutro e ser friccionado na 8. Capacete de proteção tipo aba frontal com viseira Utilizado para proteção da cabeça e face. Além de existirem diversos EPIs. Listaremos alguns dos mais comuns e utilizados. exige somente uma noção sobre o assunto.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 58 . em trabalho onde haja risco de explosões com projeção de partículas e queimaduras provocadas por abertura de arco voltaico (eletricidade).8. queimaduras.

Curso da CIPA . O PROTETOR AURICULAR. Isso significa que.3 Proteção Auditiva Equipamento destinado a minimizar as consequências de ruídos prejudiciais à audição. Para higienização deve-se lavar com água e sabão neutro. Protetor auditivo tipo concha Utilizado para proteção dos ouvidos nas atividades e nos locais que apresentem ruídos excessivos. exceto as espumas internas das conchas. porem possui uma baixa durabilidade. exceto as espumas internas das conchas. o que prejudicaria a rigidez dielétrica do mesmo. Obs: a limpeza do visor deve ser feita do mesmo modo que os óculos de segurança. evitando assim a retirada da proteção isolante de silicone (brilho).3. mesmo usando o protetor auricular.  Secar a sombra.  O casco deve ser limpo com pano ou outro material que não provoque atrito.Higienização dos Capacetes  Limpá-lo mergulhando por 1 minuto num recipiente contendo água e detergente ou sabão neutro. geralmente são utilizados por visitantes ou pessoas que raramente necessitam de seu uso. ouve-se o som mais o ruído. Há no mercado. Para higienização deve-se lavar com água e sabão neutro.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 59 . sem que este afete o usuário. Protetor auditivo tipo inserção (plug) Também é utilizado para proteção dos ouvidos nas atividades e nos locais que apresentem ruídos excessivos. protetores auditivos descartáveis feitos de espuma. 8. não anula o som. mas reduz o RUÍDO (que é o som indesejável) a níveis compatíveis com a saúde auditiva.

Curso da CIPA . que contém informações importantes.8. As luvas devem ser testadas com inflador de luvas para verificação da existência de furos. As Luvas isolantes de borrachas são classificadas pelo nível de tensão de trabalho e de teste.5 kV 36 kV TENSÃO DE ENSAIO 2. limpar utilizando pano limpo. e por injeção de tensão de testes. conforme tabela a seguir: TABELA – CLASSES DE LUVAS ISOLANTES (NBR 10622/89) TIPO DE CLASSE COR Classe 00 Classe 0 Classe I Classe II Classe III Classe IV Bege Vermelha Branca Amarela Verde Laranja TENSÃO DE USO 500V 1000V 7.3. As luvas de cobertura devem ser utilizadas por cima das luvas isolantes.4 Proteção dos Membros Superiores Luva isolante de borracha Utilizada para proteção das mãos e braços do profissional contra choque em trabalhos e atividades com circuitos elétricos energizados. Luva de cobertura Utilizada exclusivamente como proteção da luva isolante de borracha.5 KV 5 KV 10 KV 20 KV 30 KV 40 KV TENSÃO DE PERFURAÇÃO 5 KV 6 KV 20 KV 30 KV 40 KV 50 KV Para higienização deve-se. próximo da borda. com talco industrial. externa e internamente. nas cores correspondentes a cada uma das seis classes existentes.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 60 . lavar com água e detergente neutro. como a tensão de uso. As luvas isolantes apresentam identificação no punho. Para higienização deve-se. enxaguar com água. marcada de forma indelével.5 kV 17 kV 26. por exemplo. umedecido em água e secar a sombra. secar ao ar livre e a sombra e polvilhar.

e polvilhar talco industrial. Luva De Proteção Em Pvc (Hexanol) Utilizada para proteção das mãos e punhos do empregado contra recipientes contendo óleo.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 61 . solvente e ascarel.Luva de proteção em raspa e vaqueta Utilizada para proteção das mãos e braços do empregado contra agentes abrasivos e escoriantes. secando a sombra Luva de proteção em borracha nitrílica Utilizada para proteção das mãos e punhos do empregado contra agentes químicos e biológicos. Para higienização deve-se. lavar com água. impacto contra objetos imóveis e contra perfurações. Manga de proteção isolante de borracha Utilizada para proteção do braço e antebraço do trabalhador contra choque elétrico durante os trabalhos em circuitos elétricos energizados. 8. secar ao ar livre e a sombra. Para higienização deve-se. Curso da CIPA . lavar com água e detergente neutro.3. lavar com água e sabão neutro. graxa. externa e internamente. impar com pano limpo e umedecido em água. Para higienização deve-se.5 Proteção dos Membros Inferiores Calçado de proteção tipo botina de couro Protege os pés contra impactos de objetos que caem ou são projetados. Para higienização deve-se.

Curso da CIPA . Calçado de proteção tipo bota de couro (cano longo) Além de se utilizado para minimizar as conseqüências de impactos de objetos que caem ou são projetados. Para uma melhor conservação e higienização deve-se. derrapagens e umidade. o calçado cano longo protege ataque de animais peçonhentos. derrapagens e umidade. livre de poeira e umidade. se molhado secar a sombra e nunca secar ao sol (pode causar efeito de ressecamento).Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 62 . Para uma melhor conservação e higienização dos calçados de proteção deve-se. escoriações. se molhado secar a sombra e engraxar com pasta adequada para a conservação de couros.Os calçados protegem os pés contra torção. armazenar em local limpo. armazenar em local limpo. livre de poeira e umidade. Perneira de segurança Utilizada para proteção das pernas contra objetos perfurantes. protege dos pés e pernas contra torção. engraxar com pasta adequada para a conservação de couros. escoriações. cortantes e ataque de animais peçonhentos. Calçado de proteção tipo condutivo Utilizada para proteção dos pés quando o empregado realiza trabalhos ao potencial.

Dispositivo trava-quedas Utilizado para proteção do empregado contra queda em serviços onde exista diferença de nível. Curso da CIPA . em conjunto com cinturão de segurança tipo pára-quedista. podem ser utilizados trava-quedas instalados em cabos de aço ou flexível fixados em estruturas a serem escaladas.3.8.6 Proteção Contra Quedas Com Diferença de Nível Cinturão de segurança tipo pára-quedista Equipamento destinado à proteção contra queda de pessoas. sendo obrigatória sua utilização em trabalhos acima de 2 metros de altura Para esse tipo de cinturão.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 63 .

8.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 64 . Vestimenta de proteção anti chama Utilizada para proteção dos trabalhadores contra queimaduras. com água com detergente neutro. Porém deve ser utilizado para proteção respiratória em atividades e locais que apresentem tal necessidade. 8. não fazer vincos ou passar a ferro. secar a sombra em varal sem partes oxidáveis.  para trabalhos externos as vestimentas deverão possuir elementos refletivos e cores adequadas.9 Proteção Respiratória Destinado à utilização em áreas confinadas e sujeitas a emissão de gases e poeiras. Curso da CIPA . lavar manualmente em água com detergente neutro. Para higienização deve-se.Recomendações/ Seleção e Uso de Respiradores). A roupa pode ser lavada em máquina automática no ciclo roupa delicada de 8 a 10 minutos.3.3.7 Vestimentas de Segurança Vestimenta de proteção tipo condutiva Utilizada para proteção do empregado quando executa trabalhos ao potencial. torcer suavemente e secar a sombra. em atendimento a Instrução Normativa Nº1 de 11/04/1994 – (Programa de Proteção Respiratória .

correias etc. dão aos empregados a certeza de que a direção da empresa e o poder público (no caso das inspeções oficiais ) têm interesse na segurança do trabalho.1 Inspeções de Rotina (Diárias) Visam detectar e eliminar riscos comuns. A inspeção de segurança se antecipa aos possíveis acidentes. já conhecidos tanto do ponto de vista do equipamento como pessoal.2. As prioridades são: Eliminação do risco: significa torná-lo definitivamente inexistente. devem ser neutralizadas com anteparos protetores. mas quando repetidas. Por exemplo: uma escada com piso escorregadio apresenta um sério risco de acidente. emborrachado e antiderrapante. não se pode deixar de destacar as inspeções de segurança Toda inspeção segue um ciclo de procedimentos básicos que contribui para a elaboração do mapeamento de riscos.  Uniformização. exemplo:  Falta de uso de EPI ou inexistência do mesmo. em seus serviços.9 INSPEÇÃO DE SEGURANÇA 9. servem de exemplo para que os próprios trabalhadores exerçam.2 Tipos de Inspeções 9. selecionadas de forma a estabelecer maior eficácia na prática. Quando se fala das atividades prevencionistas. controles de segurança. Neutralização do risco: o risco existe. Arrumação e limpeza. Esse risco poderá ser eliminado com a troca do material do piso por outro.  Ordem.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 65 .1 Conceito e Importância A inspeção de segurança consiste na observação cuidadosa dos ambientes de trabalho. Por exemplo: as partes móveis de uma máquina polias. uma metodologia de inspeção dos locais de trabalho tornada obrigatória a partir da publicação da Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho NR-9 (Programas de Prevenção de Riscos Ambientais). 9. Por exemplo: máquinas em manutenção devem ser sinalizadas com placas de advertência. mas está controlado. engrenagens. proporcionam uma cooperação mais aprofundada entre os Serviços Especializados e CIPA’s e os diversos setores da empresa. ou seja. Sinalização do risco: é a medida que deve ser tomada quando não for possível eliminar ou isolar o risco.  Remoção de proteção de máquina. locais onde é proibido fumar devem ser devidamente sinalizados. com o fim de descobrir. os acidentes são evitados com a aplicação de medidas específicas de segurança. uma vez que essas partes das máquinas não podem ser simplesmente eliminadas. identificar riscos que poderão transformar-se em causas de acidentes do trabalho e também com o objetivo prático de tomar ou propor medidas que impeçam a ação desses riscos. alcançam outros resultados: favorecem formação e o fortalecimento do espírito prevencionista que os empregados precisam ter. Essa alternativa é utilizada na impossibilidade temporária ou definitiva da eliminação de um risco. Como já foi visto. de 17/8/92. Curso da CIPA .

materiais mais duráveis que alguns atos inseguros que. certos tipos de operações. direita. condições sanitárias insatisfatórias. calor excessivo. falta de limpeza e de ordem. Curso da CIPA . mais visíveis.seja por firmas empreiteiras ou não. sendo necessária a elaboração de um relatório final.2. irregularidades técnicas e carência de dispositivos de segurança que pões em risco a integridade física e/ou a saúde das pessoas e a própria segurança das instalações e equipamentos. roupas muito largas. elevadores.  Manutenção elétrica e civil . trânsito perigoso de material rodante. convidados imparciais não acostumados e não viciados com o local da inspeção). mangueiras. má distribuição de máquinas e equipamentos. Problemas de iluminação. colares. mais notadas porque são situações concretas. exemplos:  Penetração em reservatórios. Quanto às condições inseguras. líderes. substâncias altamente inflamáveis em quantidade excessivas na área de produção. manutenção. Os processos educativos. Equipamentos de segurança. vasos pressurizados. de um departamento. 9. os defeitos.3 Inspeções Especiais Ou Antecipadas Requer conhecimentos técnicos bem como em alguns casos a utilização de aparelhos especializados. cabelos soltos em operações com máquinas de engrenagens móveis.9. Método de inspeção do sinal da cruz (em cima.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 66 . elas se tornam mais aparentes. EPI´s.3 Levantamento das Causas dos Acidentes Alguns atos inseguros podem ocorrer durante uma inspeção de segurança. Aspectos “políticos” e participação dos principais envolvidos (produção. se estão em situação de perfeito funcionamento). membros da cipa. ventilação deficiente ou imprópria. a repetição das inspeções. aconteceu em poucos segundos. 9. hidrantes. escadas entre pavimentos sem proteções. esquerda). anéis. condutores de eletricidade com revestimento estragado. Podem incluir a inspeção de toda a fábrica. as campanhas e outros recursos se prestarão a reduzir sensivelmente a ocorrência de tais atos. Condições Inseguras – são aquelas que compreendem a segurança do trabalhador estando no ambiente. às vezes. passagens obstruídas.  Manutenção em equipamentos tais como caldeiras. pisos escorregadios ou esburacados. proteções. ferramentas defeituosas. resíduos inflamáveis acumulados.2. em baixo. uma seção. calçados impróprio. São as falhas. supervisão.2 Inspeções Periódicas Devem ser programadas para serem feitas em intervalos regulares (semanais / mensais / bimestrais / trimestrais). se podem ser facilmente apanhados. falta de protetores em partes móveis de máquinas e nos pontos de operação. ferramentas desarrumadas. ruídos e trepidações em excesso. determinados equipamentos e aspectos relativos a higiene. equipamentos de extinção de fogo (se estão desimpedidos.

recusa de utilização de equipamento individual de proteção. Atos imprudentes. mais completo o trabalho educativo que a comissão desenvolve. a riscos de acidentes. inutilização. atirar ferramentas ou materiais para os companheiros e muitos outros. operação de máquinas e equipamentos sem habilitação e sem treino. desmontagem ou desativação de proteções de máquinas. Curso da CIPA . levantamento de cargas com utilização defeituosa dos músculos. fumar em locais onde há perigo de fogo. Além disso. consciente ou inconscientemente.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 67 . posição defeituosa no trabalho. brincadeira. alterar o uso de ferramentas. São esses os atos responsáveis por muitos dos acidentes de trabalho e que estão presentes na maioria dos casos em que há alguém ferido.Atos Inseguros – É a maneira como as pessoas se expõem. uso de fusíveis fora de especificação. operação de máquinas em velocidade excessiva. a renovação dos membros da CIPA faz com que um número sempre maior de empregados passe a aprofundar os conhecimentos exigidos para a solução dos problemas relativos a acidentes e doenças do trabalho. transporte manual de cargas sem ter visão do caminho. permanência debaixo de guindastes e de cargas que podem cair. pois a assimilação de conhecimentos cada vez mais amplos sobre as questões de segurança e higiene e medicina do trabalho vai tornar mais produtivo. correr por entre máquinas ou em corredores e escadas. A presença de representantes da CIPA nas inspeções de segurança é sempre recomendável.

sendo apresentado na equação: Curso da CIPA .    Que pode acontecer errado? Quais são as causas básicas dos eventos não desejados? Quais são as consequências? A análise de riscos constitui-se em um conjunto de métodos e técnicas que aplicados a uma atividade proposta ou existente identificam e avaliam qualitativa e quantitativamente os riscos que essa atividade representa para a população vizinha. é preciso avaliar e controlar os riscos e responder as seguintes perguntas.1.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 68 . Para reduzir a frequência de acidentes. Desta maneira. projetos. sendo função da frequência da ocorrência das hipóteses acidentais e das suas consequências. A utilização de técnicas e de métodos específicos para a análise de riscos ocupam cada vez mais o espaço nos programas sobre segurança e gerenciamento ambiental das indústrias. O risco está sempre ligado à factibilidade da ocorrência de um evento não desejado. o risco pode ser expresso como uma função desses fatores. procedimentos. equipamentos e meio ambiente) e/ou lesões (pessoas). máquinas e equipamentos. Os principais resultados de uma análise de riscos são:    Identificação de cenários de acidentes.1 Conceitos Básicos 10.2 Risco Medida da perda econômica e/ou de danos para a vida humana.1. dos governos e de toda a sociedade com respeito aos temas relacionados à segurança o meio ambiente. 10. resultante da combinação entre a frequência da ocorrência e a magnitude das perdas ou danos (consequências). ao meio ambiente e à própria empresa. máquinas. Deve incluir as medidas de prevenção de acidentes e as medidas para controle das consequências de acidentes para os trabalhadores e para as pessoas que vivem ou trabalham próximo à instalação ou para o meio ambiente. Magnitude das possíveis consequências.1 Perigo Perigo é situação de ameaça que pode causar danos (materais. Suas frequências esperadas de ocorrência. como evidência da preocupação destas.10 TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS Os acidentes são materializações dos riscos associados a atividades. 10.

f. a probabilidade e suas consequências. Os riscos à segurança e saúde dos trabalhadores dependendo do setor elevado.C) R = risco.1. O risco também pode ser definido através das seguintes expressões:  combinação de incerteza e de dano.4 Avaliação de riscos É o processo que utiliza os resultados da análise de riscos e os compara com os critérios de tolerabilidade previamente estabelecidos. mas que causam danos importantes. 10.  combinação entre o evento. 10.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 69 . objetivando mantê-la operando dentro dos requerimentos de segurança considerados toleráveis. 10. controlar ou reduzir os riscos existentes.1. 10.1.3 Análise de Riscos É a atividade dirigida à elaboração de uma estimativa (qualitativa ou quantitativa) dos riscos.1.  razão entre o perigo e as medidas de segurança. baseada na engenharia de avaliação e técnicas estruturadas para promover a combinação das frequências e consequências de cenários acidentais. podendo levar a lesões de grande gravidade e são específicos a cada tipo de atividade.5 Gerenciamento de Riscos É a formulação e a execução de medidas e procedimentos técnicos e administrativos que têm o objetivo de prever.6 Níveis de risco      Catastrófico Moderado Desprezível Crítico Não Crítico Curso da CIPA .R=f(c. c = cenário acidental f = frequência de ocorrência C = consequência (perdas e/ou danos). A experiência demonstra que geralmente os grandes acidentes são causados por eventos pouco frequentes.

objeto de análise e o local.  estabelecer uma relação direita entre a empresa e a região da influência. as quais devem ser preenchidas conforme a descrição apresentada a seguir. normas ou necessidades específicas.1 Caracterização da empresa A caracterização da empresa e da região tem as seguintes finalidades:  identificar aspectos comuns que possam interferir na instalação ou no ambiente. Estudo de Perigos e Operabilidade. Análise de Modos de Falhas e Efeitos (AMFE). A planilha utilizada nesta APP. técnicas específicas para a identificação dos perigos devem ser empregadas.2. Estimativa de riscos 6.1 Informações para a realização de uma APR/APP A realização da análise é feita através do preenchimento de uma planilha de APR/APP para cada módulo de análise.2 Desenvolvimento de estudos de análise de riscos Geralmente um estudo de análise de riscos pode ser dividido nas seguintes etapas: 1. Análise "E se…?" Análise Preliminar de Perigos (APP). 10.2.2.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 70 .2. Estimativa de frequências 5. entre as quais podemos mencionar:      Listas de verificação (Checklists). Esperam-se os seguintes resultados práticos:  obtenção de um diagnóstico das interfaces existentes entre a empresa. contém 5 colunas. possibilitando definir hipóteses acidentais que poderão produzir consequências significativas.10.  caracterização dos aspectos importantes que sustentarão o estudo de análise de riscos. mostrada a seguir. Portanto. Curso da CIPA . Avaliação e gerenciamento de riscos 10.  ajuda para determinar a amplitude do estudo. Identificação de perigos 3.  o enfoque operacional e de segurança. por meio da definição de métodos. Caracterização da empresa 2. Estimativa de consequências e de vulnerabilidade 4.2 Identificação de perigos Esta etapa tem o objetivo de identificar os possíveis eventos não desejados que possam levar a acidentes. 10.

Análise Preliminar de Risco é uma visão do trabalho a ser executado.). que permite a identificação dos riscos envolvidos em cada passo da tarefa. A detecção da ocorrência do risco/perigo tanto pode ser realizada através da instrumentação (alarmes de pressão. e ainda propicia condição para evita-los ou conviver com eles em segurança. as diversas etapas da atividade/operação. 2ª coluna: Risco/perigo. Esta coluna deve conter os riscos/perigos identificados para o módulo de análise em estudo. • Curso da CIPA . Esta coluna deve conter as recomendações de medidas mitigadoras de risco propostas pela equipe de realização da APR/APP ou quaisquer observações pertinentes ao cenário de acidente em estudo. odor. os riscos/perigos são eventos acidentais que têm potencial para causar danos aos trabalhadores.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 71 . ao público ou ao meio ambiente. Os modos disponíveis na instalação para a detecção do risco/perigo identificado na segunda coluna devem ser relacionados nesta coluna. 3ª coluna: Modos de detecção. de temperatura. sucintamente. etc. Por se tratar de uma técnica aplicável à todas as atividades. De uma forma geral. a técnica de Análise Preliminar de Risco é o fato de promover e estimular o trabalho em equipe e a responsabilidade solidária.ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS OU PERIGOS (APR/APP) Atividade/Operação: Referência: ETAPA Data: RISCO/PERIGO / / MODE DE DETECÇÃO Revisão: EFEITO RECOMENDAÇÕES / CONTROLE 1ª coluna: Etapa Esta coluna deve descrever. 4ª coluna: Efeitos Os possíveis efeitos danosos de cada risco/perigo identificado devem ser listados nesta coluna. Análise Preliminar de Risco (APR) • • • Trata-se de uma técnica de análise prévia de riscos.) como através da percepção humana (visual. 5ª coluna: Recomendações/observações. etc.

Outro modelo de Planilha de APR.

10.2.3 Estimativa de consequências e de vulnerabilidade
Tendo por base as hipóteses acidentais formuladas na etapa anterior, estudam-se as suas
possíveis consequências, medindo os impactos e danos causados por elas.
Deverão ser utilizados modelos de cálculos que representem os possíveis efeitos resultantes
dos tipos de acidentes.
Em seguida deverão ser estimadas as possíveis consequências dos cenários produzidos
pelas hipóteses de acidentes. Os resultados desta estimativa deverão servir de base para a análise
de vulnerabilidade nos lugares estudados. Normalmente essa análise é feita considerando danos às
pessoas expostas.
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10.2.4 Estimativa de frequências
Para fazer estudos quantitativos de análise de riscos é necessária a estimativa das
frequências das hipóteses acidentais decorrentes das falhas nos equipamentos. Da mesma maneira,
a estimativa de probabilidade de erros do homem deve ser quantificada nesta etapa. Esses dados
normalmente são difíceis de serem estimados já que há poucos estudos abordando confiabilidade
humana.
As seguintes técnicas podem ser utilizadas para o cálculo das frequências dos cenários de
acidentes,:
 análise histórica dos acidentes, através da pesquisa bibliográfica ou nos bancos de
dados de acidentes;
 análise por árvore de falhas (AAF);
 análise por árvores de eventos (AAE).
Em determinados estudos, os fatores externos da empresa podem contribuir para o risco.
Nesses casos, também deve ser considerada a probabilidade ou a frequência do acontecimento de
eventos não desejáveis causados por terceiros ou por agentes externos.
Um fator que deve ser considerado na análise é o erro humano durante a realização de uma
determinada operação, principalmente erros de manutenção, devido aos quais acontecem cerca de
60% a 80% dos acidentes maiores em que o erro humano está envolvido.
10.2.5 Estimativa de riscos
A estimação de riscos é feita através da combinação das frequências de ocorrência das
hipóteses de acidentes e as suas respectivas consequências. Pode-se expressar o risco de
diferentes formas segundo o objetivo do estudo em questão. Geralmente os riscos são expressos da
seguinte maneira:
 Índices de risco;
 Risco social;
 Risco individual.

10.2.6 Avaliação e gerenciamento de riscos
Nesta etapa os riscos estimados deverão ser avaliados, de maneira a definir medidas e
procedimentos que serão executados com o objetivo de reduzi-los ou gerenciá-los, tendo-se por
base critérios de aceitabilidade de riscos previamente definidos.

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11 PREVENÇÃO DE ACIDENTES
Acidente zero! Essa é uma meta que todas as empresas devem procurar alcançar.
Prevenir um acidente significa vê-lo antecipadamente; chegar antes que o mesmo aconteça;
tomar providências cabíveis para que o acidente não tenha possibilidade de ocorrer. Nesta unidade
analisaremos as principais medidas preventivas, de alcances individuais e coletivos, que visam à
proteção do trabalhador.

11.1 O efeito dominó e os Acidentes de Trabalho
Um dos fatos já comprovados de suas causas dos acidentes é que, quando um acidente
acontece, vários fatores entraram em ação antes.
Heinrich, em seu livro Industrial AccidentPrevention, sugere que a lesão sofrida por um
trabalhador, no exercício de suas atividades profissionais, obedece a uma sequencia de cinco
fatores:




hereditariedade e ambiente social
causa pessoal
causa mecânica
acidente
lesão

A hereditariedade refere-se ao conjunto de características genéticas. Da mesma forma,
certas características psicológicas também são transmitidas dos pais para os filhos, influenciando o
modo de ser de cada um.
Ambiente Social influência nos hábito das pessoas. É fácil de observar com que facilidade
uma nova moda se espalha e “pega”. Ora a onda é usar cabelos longos, ora usar a cabeça raspada.
Já houve a época da minissaia, das roupas hippies e hoje impera a moda do “cada um na sua”.
Esses exemplos servem para ilustrar quanto o ambiente social afeta o comportamento das pessoas.
Causa Pessoal está relacionada com a bagagem de conhecimentos e habilidades e com as
condições de momento que cada um está atravessando. A probabilidade de envolvimento em
acidentes aumenta quando se está triste ou deprimido, ou quando se vai desempenhar uma tarefa
para a qual não se tem o preparo adequado.
A causa mecânica diz respeito às falhas materiais existentes no ambiente de trabalho.
Quando o equipamento não apresenta proteção para o trabalhador, quando a iluminação do
ambiente de trabalho é deficiente ou quando não há boa manutenção do maquinário, os riscos de
acidente aumentam consideravelmente.
Quando um ou mais dos fatores anteriores se manifestam, potencializa a ocorria do acidente
que pode provocar ou não lesão no trabalhador.
11.1.1 O que se pode fazer para evitar que os acidentes ocorram?
Como vimos uma maneira de evitar os acidentes é controlar os fatores que o antecedem.
Não é possível interferir nas características genéticas de uma pessoa, mas é possível
influenciar sua conduta proporcionando um ambiente social rico em exemplos positivos.
Curso da CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

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atento às normas de segurança. A CIPA pode contribuir para a solução de problemas. com campanhas e observações cuidadosas do ambiente de trabalho. Um trabalhador que conhece bem o seu trabalho e o desempenha com seriedade. é a causa mecânica! A remoção da causa mecânica é o fator que mais reduz a probabilidade de um acidente ocorrer.A educação e o treinamento do trabalhador para o exercício de suas funções são recursos importantíssimos para reduzir o risco de acidentes.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 75 . está muito menos sujeito a um acidente do que um trabalhador desleixado. ou seja. Curso da CIPA . O fator central. que não mostra preocupação com a qualidade de seu trabalho. mais próximo do acidente. Por isso a CIPA tem papel importantíssimo porque possibilita a união de empresários e empregados para estudar problemas sérios da empresa e descobrir meios e processos capazes de cercar o local de trabalho da maior segurança possível. As campanhas da CIPA têm por objetivo desenvolver uma mentalidade e atividade prevencionista entre os trabalhadores. as inspeções de segurança.

A CIPA tem como uma de suas mais importantes funções estudar os acidentes para que eles não se repitam. Para termos um melhor entendimento vamos conceituar alguns termos: INCIDENTE: Evento que deu origem a um acidente ou que tinha potencial de levar a um acidente. lesão. parecer do médico. e testemunhas. fatores do trabalho. idade. e a supervisão direta. hora do acidente. ou ainda evitar outros que possam surgir. fatores pessoas. descrição da lesão. Não se esqueça de elaborar uma planilha com as estatísticas de acidentes. Resolvendo as ações. Cada causa levantada vai gerar uma ação a ser feita. as testemunhas. métodos e/ou situações inadequada à prevenção de acidentes. condições inseguras. as fontes geradoras de acidentes de trabalho dentro da empresa vão diminuindo e o número de acidentes vai cair dia após dia. para a Previdência Social. Nota: Um incidente em que NÃO ocorre doença. descrição do acidente. para os trabalhadores e suas famílias. dificultando assim o desenvolvimento da riqueza nacional e a preservação da saúde dos seus trabalhadores. com o SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho) quando houver. participar. no caso de acidente grave a CIPA deverá reunir-se. extraordinariamente. Elabore um diagrama de causa e efeito. Curso da CIPA . É importante fazer uma investigação de acidente muito bem feita pois deles decorrem grandes perdas para as empresas.12 INVESTIGAÇÃO DOS ACIDENTES Cabe à CIPA investigar. O termo “incidente” inclui “quase-acidente” QUASE-ACIDENTE: Evento ou ocorrência inesperada. Histórico de segurança: O funcionário teve treinamento? Já se envolveu em um acidente antes? Outros funcionários se envolveram em acidente semelhante? Usava Equipamento de proteção individual? Ouve outros acidentes no mesmo local? Havia sinalização de segurança no local do acidente? Análise do acidente: Atos inseguros. Lembrando que a investigação de acidente deve ser feita pela CIPA. da investigação dos acidentes ocorridos na empresa. dano ou outra perda também é chamado de “quase acidente”. envolvendo o acidentado. para levantar as causas do acidente. relacionada a um trabalhador ou equipamento. ou seja.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 76 . Informações sobre o atendimento: Primeiros socorros. que por pouco deixou de ser um ACIDENTE. Primeiramente deve-se criar um formulário para investigação do acidente contendo as seguintes informações: Informações de identificação: Nome. local do acidente. tipo de acidente. o que os faz acontecer. para que possam então agir de modo a corrigir procedimentos. até dois dias após o infortúnio. função. Além disso. Para tal devem conhecer as causas dos acidentes. e para a sociedade.

falta de ordem e de limpeza.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 77 . Cabe a CIPA estar atenta para evitar o acidente. São fatos comuns: a falta de uso de proteções individuais. a) b) c) Maquinaria: localização imprópria das máquinas. a operação de máquinas em velocidade excessiva. instalações sanitárias impróprias e insuficientes. roupas não apropriadas. tais como: a) b) c) d) e) f) Construção e instalações em que se localiza a empresa: prédio com área insuficiente. através da identificação e análise desses fatores que são: ATO INSEGURO CONDIÇÃO INSEGURA FATOR PESSOAL DE INSEGURANÇA 1) ATO INSEGURO – é a violação de procedimento consagrado como correto. 2) CONDIÇÃO INSEGURA . matéria-prima fora de especificação. o ajuste. o hábito de fumar em lugares onde há perigo. máquinas com defeitos. a operação de máquinas sem que o trabalhador esteja habilitado ou que não tenha permissão. pisos fracos e irregulares. ventilação deficiente ou excessiva.12. iluminação deficiente. a) b) c) Proteção do trabalhador: proteção insuficiente ou totalmente ausente. o uso de roupas que exponham a riscos. três são os motivos que podem gerar a ocorrência de um acidente. a permanência debaixo de cargas suspensas. falta de proteção em móveis e pontos de operação.é o risco relativo a falta de planejamento do serviço e deficiências materiais no meio ambiente. calçado impróprio ou de falta de calçado. excesso de ruídos e trepidações. instalações elétricas impróprias ou com defeitos. Curso da CIPA . a lubrificação e a limpeza de máquinas em movimento. as correrias em escadarias e em outros locais perigosos. a utilização de escadas de mão sem a estabilidade necessária da manipulação de produtos químicos. a permanência em pontos perigosos junto a máquinas ou passagens de veículos. o emprego incorreto de ferramentas ou o emprego de ferramentas com defeitos. o desconhecimento de fogo.1 Procura das Causas dos Acidentes Segundo alguns estudiosos. a) b) Matéria-prima: matéria-prima com defeito ou de má qualidade. a inutilização de equipamentos de segurança.

a) b) c) Produção: cadência mal planejada. Falta de interesse pela atividade que desempenha. Falta de experiência. Curso da CIPA . como por exemplo: - Problemas de saúde não tratados.é o que podemos chamar de “problemas pessoais do indivíduo” e que agindo sobre o trabalhador podem vir a provocar acidentes. pois o objetivo maior não é “descobrir culpados”. mas sim causas que provocam o acidente. má distribuição. Alcoolismo. má distribuição de horários e tarefas. Conflitos familiares. Uso de substâncias tóxicas.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 78 . velocidade excessiva. A investigação de acidentes não poderá nunca ter aspecto punitivo.d) equipamento de proteção com defeito. 3) FATOR PESSOAL DE INSEGURANÇA . a) b) Horários de trabalho: esforços repetidos e prolongados. Desajustamento físico. mental ou emocional. Falta de conhecimento. para que seja evitada sua repetição.

A incapacidade temporária: é a perda da capacidade para o trabalho por um período limitado de tempo. correndo o risco de cair na marginalidade. Se o trabalhador acidentado não retornar ao trabalho imediatamente ou até na jornada seguinte. Um acidente do trabalho pode levar o trabalhador a se ausentar da empresa apenas por algumas horas. temos o chamado acidente com afastamento. É o que acontece. com todo o conjunto de efeitos negativos dos acidentes do trabalho.13 CONSEQUÊNCIAS DOS ACIDENTES Muitas vezes. ou na incapacidade parcial e permanente. Curso da CIPA .  A família. ou. por exemplo.. quando o acidente resulta num pequeno corte no dedo. A incapacidade parcial e permanente: é a diminuição. da capacidade física total para o trabalho. com a perda de mão-de-obra. que pode resultar na incapacidade temporária. ou meses. após o qual o trabalhador retorna às suas atividades normais.  O país. Outras vezes. temporária ou permanente para o trabalho. É o que acontece. ou de forma definitiva. A incapacidade total e permanente: é a invalidez incurável para o trabalho. Nesse caso. e o trabalhador retorna ao trabalho em seguida. consequentemente. pior que o acidente.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 79 . Os danos causados pelos acidentes são sempre bem maiores do que se imagina à primeira vista. e. na incapacidade total e permanente para o trabalho. quando ocorre a perda de um dedo ou de uma vista. se um trabalhador perde as duas vistas em um acidente do trabalho. Todos sofrem:  A vítima. por exemplo. É o que ocorre. o que é chamado de acidente sem afastamento. que fica incapacitada de forma total ou parcial. por toda vida. são as suas consequências. o acidente resulta na morte do trabalhador.  A sociedade. ainda. elevação dos custos operacionais. Nos casos extremos. o trabalhador não tem mais condições para trabalhar. por exemplo. que tem seu padrão de vida afetado pela falta dos ganhos normais. de material. um acidente pode deixar o trabalhador impedido de realizar suas atividades por dias seguidos. de equipamentos.  As empresas. tempo etc. com o número crescente de inválidos e dependentes da Previdência Social.

normalmente decorrentes das condições de agressividade existentes no local de trabalho. determinando em seu artigo 82 que empresas com número superior a 100 funcionários deveriam instituir a CIPA.06. eclodir ou agravar a saúde do trabalhador. conforme artigo 20. Enquanto nas doenças profissionais o laborista está dispensado do ônus probatório.14 . ou que apresentava determinada doença que não o impedia de trabalhar. com nexo causal presumido. razão pela qual o infortunado fica dispensado de comprovar o mesmo. Isso porque embora exista a presunção de que ingressou em perfeitas condições de saúde.213/1991. Um exemplo é o caso do empregado que possui bronquite asmática. transformando-se em determinação legal no Brasil por meio do Decreto-lei n.DOENÇAS OCUPACIONAIS Doenças ocupacionais são as moléstias de evolução lenta e progressiva. as do trabalho têm como causa o risco indireto. ergonopatias ou doenças profissionais típicas. a lesão por esforço repetitivo (LER) e as doenças da coluna. de 08. A legislação em vigor subdivide e equipara as doenças ocupacionais em: doença profissional e doença do trabalho. inerentes a alguns trabalhos peculiares ou a determinadas atividades laborativas. devem ser consideradas acidente do trabalho. Os casos de doenças ocupacionais vêm aumentando gradativamente na mesma proporção do crescimento industrial. vinculadas às condições de trabalho. 7. além de ser uma indicação técnica. e considerando a extensão do rol dessas doenças cabe destacar três delas que aparecem com maior incidência e por isso são tidas como doenças ocupacionais mais comuns de acordo com as estatísticas. que sofram agravantes. todavia se o trabalhador exercer seu trabalho sob condições especiais. Visando a prevenção das doenças ocupacionais e dos acidentes do trabalho. surgiu por recomendação da Organização Internacional do Trabalho – OIT. sob pena de ver a incapacidade aumentada.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 80 . o uso do EPI é uma exigência legal. seja para acelerar. também denominadas moléstias profissionais atípicas. normalmente decorrente de fator genético e pode acometer qualquer pessoa. Enquanto as doenças profissionais decorrem de risco da atividade exercida. da Portaria 3. esse risco transforma-se em indireto. com previsibilidade razoável de sobrevir a incapacitação total e permanente. conforme a Norma Regulamentadora (NR-6). ou doenças do trabalho. incisos I e II da Lei 8. É do obreiro o dever de comprovar a impossibilidade de se manter naquela mesma atividade. nas doenças do trabalho ou agravamento das mesmas esse ônus lhe é obrigatório. o que propicia a ocorrência dos acidentes de trabalho e contribui para as instalações das doenças ocupacionais. que agiram decididamente. e configura obrigação tanto para o empregador quanto para o empregado.214. pois. As mesopatias. se comprovado que o ambiente de trabalho motivou tais agravos. deverá comprovar ter sido o ambiente laborativo que fez eclodir ou provocou o agravamento da doença ou perturbação funcional. originárias de causa igualmente gradativa e durável. A finalidade das campanhas preventivas de segurança do trabalho é fazer com que o empregado tenha consciência da importância do uso dos equipamentos de proteção individual (EPI’s). As moléstias laborativas subdividem-se em tecnopatias. Curso da CIPA . de 1944. As doenças de que padecia o trabalhador antes de ingressar na atividade para o empregador. gerando complicações oriundas do processo patológico. Busca-se uma consciência prevencionista. É sabido que a falta do uso do EPI é muito frequente.036. a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA. sendo estas: a perda auditiva induzida por ruído (PAIR).1978. assim sendo definido como nexo de agravamento.

do Ministério da Previdência Social. As Lesões por Esforços Repetitivos – LER . endócrino. ou mudança de função. Partindo da idéia que a causa principal e imediata é o esforço repetitivo. e resultam do trabalho exercido. deixando de ser exclusividade dos digitadores. existem maneiras para minimizar ou retardar o seu surgimento. nervoso. O diagnóstico de PAIR pretende a identificação. com perdas semelhantes e. atingindo também os sistemas circulatório. do tipo neurossensorial. Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho – DORT ou LER são definidos como síndromes clínicas. se observados e cumpridos todos os seus itens. com ou sem degeneração dos tecidos. todavia. O termo Perdas Auditivas Induzidas por Níveis Elevados de Pressão Sonora é o mais adequado. apresentam dor crônica acompanhada ou não por modificações objetivas. qualificação e a quantificação da perda auditiva. mais conhecido. metalúrgicos. se diminuirmos a quantidade dessas repetições. porém o termo PAIR é mais utilizado e. Considerando a complexidade da origem das LERs. a redução da jornada de trabalho e o aumento do número de pausas no trabalho e/ou de duração das mesmas.062. por atingir a cóclea. é certo que os resultados obtidos serão satisfatórios. que tem como características a irreversibilidade e a progressão com o tempo de exposição. As principais características desta moléstia são: ser sempre neurossensorial. por atingir ouvidos direito e esquerdo. como se entendia até pouco tempo. hoje há ocorrência em diversos trabalhadores de outros ramos de atividade. por vários anos. articulações. por comprometer as células de órgão de Córti. Curso da CIPA . decorrente da exposição continuada a níveis elevados de pressão sonora. ligamentos. uma vez instalada. entre outros. 4. Estas espécies de moléstias vêm atingindo grande parte da população operária. atingindo na maioria das vezes os membros superiores. ainda é difícil determinar uma forma definitiva de evitar o seu aparecimento. como por exemplo. é necessário constatar que o trabalhador foi exposto a níveis elevados de pressão sonora de intensidade maior que 85dc. pelo uso repetido ou forçado de grupos musculares e postura inadequada. resultará na significativa diminuição das causas que ensejam as LERs. o médico ao diagnosticar deve especificar qual é o tipo de lesão. operadores de linha de montagem. As LERs foram reconhecidas como doença do trabalho em 1987. do pescoço. nervos. pois como refere-se a várias patologias.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 81 . músculos.são enfermidades que podem acometer tendões. digestivo entre outras atividades físicas e mentais. A NR-17 do Ministério do Trabalho constitui hoje a principal norma que. região escapular. os danos causados à saúde do trabalhador transcendem a função auditiva. durante oito horas diárias. decorrente da exposição sistemática a ruído. torna-se mais difícil determinar o tempo que leva para uma lesão persistente passar a ser considerada crônica. Cabe destacar que. Apresentam-se como medidas de controle e conservação auditiva. por meio da Portaria n. o reposicionamento do trabalhador em relação à fonte de ruído.Entende-se como Perda Auditiva Induzida por Ruído – PAIR. e detêm o primeiro lugar das doenças ocupacionais notificadas à Previdência Social. irreversível. por isso. isolada ou associadamente. ser quase sempre bilateral. A expressão LER é genérica. A PAIR é uma diminuição progressiva auditiva. as telefonistas. o trabalhador pode atingir intolerância a sons mais intensos. uma alteração dos limiares auditivos.

um dos mais sérios problemas para o segurado”. procurando adaptar as condições de trabalho às características do ser humano. O exame clínico físico é indispensável para a verificação de alterações na coluna. O acidente tipo envolve uma situação que provoca a incapacidade parcial ou total para o trabalho. em 1998. é “um conjunto de ciências e tecnologias que procura a adaptação confortável e produtiva entre o ser humano e seu trabalho. sendo eficaz para a diminuição da incidência de muitas das doenças ocupacionais.Ao lado da LER e da PAIR. sendo o acidente tipo e os “estalos” na coluna. A organização do trabalho é fator primordial para a diminuição das doenças e dos acidentes do trabalho. Assim. a Ergonomia faz convergir os aspectos de Segurança. Ergonomia. é dever da perícia médica infortunística estabelecer se existe relação direta entre o tipo de trabalho exercido pelo segurado e a ocorrência do infortúnio. os males da coluna representam. de acordo com a doutrina. a queda de altura. A Associação Brasileira de Ergonomia – ABERGO. das doenças relativas à coluna. espera-se alcançar os objetivos propostos de promover o bem-estar do trabalhador. princípios. Diante das diversas espécies de doenças ocupacionais das quais o trabalhador pode ser vítima. a projetos que visam otimizar o bem-estar humano e a performance global dos sistemas. Nos projetos de sistemas de produção. causando dor intensa e. a Análise Ergonômica do Trabalho.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 82 . é o caso de fraturas decorrentes. A Ergonomia visa adequar sistemas de trabalho às características das pessoas que nele operam. por consequência. no âmbito da infortunística. com consequentes ganhos diversos também para a empresa. Nesse caso. Duas situações caracterizam essa espécie de enfermidade. entende-se que a Ergonomia é uma espécie de solução capaz de proporcionar formas modernas e positivas de se administrar a produção do trabalho. Já os “estalos” na coluna são situações mais difíceis de serem diagnosticadas. dados e métodos. e a profissão que aplica teorias. Respeitadas as determinações legislativas. comprimindo os nervos. assim definiu ergonomia: Ergonomia é a disciplina científica que trata da compreensão das interações entre os seres humanos a outros elementos de um sistema. sempre de origem traumática. normalmente provocam alterações nas vértebras. Curso da CIPA . Desempenho e de Qualidade de Vida. algumas aqui mencionadas e outras não menos importantes. como por exemplo. faz-se necessário mencionar a importância da ergonomia para a organização do trabalho. através de sua metodologia específica. a diminuição da capacidade para o trabalho.

a) Requisitos: óbito do segurado.4 Pensões por morte Benefício concedido ao dependente em decorrência do falecimento do segurado.15 . a) Idade mínima: não tem. d) Pagamento: do óbito se requerida até 30 dias ou. que estando ou não em auxílio-doença.1 Benefícios previdenciários São as necessidades básicas de seguridade social previstas no sistema previdenciário brasileiro. b) Carência: 12 contribuições. sendo-lhe paga enquanto permanecer nessa situação. b) Carência: não tem. 20 ou 25 anos em atividades expostas a agentes lesivos à saúde. c) Cálculo: 100%. 15.NOÇÕES PREVIDENCIÁRIAS 15. for incapaz para o trabalho e insuscetível de reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência. c) Cálculo: valor da aposentadoria. a) Idade mínima: 15. Essas prestações podem ocorrer na modalidade de benefício (valores pagos em pecúnia) e serviços (bens imateriais postos à disposição dos segurados). 15. 15. Curso da CIPA . b) Carência: 180 contribuições. após este prazo do requerimento. c) Cálculo: 100%.3 Aposentadorias especiais Benefício concedido ao segurado que realize seu trabalho em condições prejudiciais à saúde ou à sua integridade física. As prestações disponíveis pelo sistema previdenciário estão previstas no artigo 18 da Lei 8213/91 (Lei de Benefícios da Previdência Social).2 Aposentadorias por invalidez É devido ao segurado. d) Prazo de pagamento: do desligamento ou até 90 dias do requerimento.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 83 . d) Prazo de pagamento: 16º dia do afastamento.

15. recebeu auxílio-doença. equiparados e doença do trabalho. d) Pagamento: 16º dia do afastamento para empregados e desde a incapacidade para os demais. acidentes do trabalho. a) Requisitos: incapacidade temporária. durante o ano. c) Cálculo: 91%. b) Carência: 12 contribuições.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 84 . b) Carência: não tem.6 Abono acidente Quando decorrente de acidentes de qualquer natureza. a) Requisitos: sequelas de acidente. c) Cálculo: 50% . aposentadoria.5 Auxílios doença Benefício devido ao segurado que ficar incapacitado temporariamente para o trabalho por mais de 15 dias. Curso da CIPA . d) Pagamento: da cessação do auxílio-doença até a concessão da aposentadoria. auxílioacidente.7 Abono anual É devido ao segurado ou ao dependente que. pensão por morte ou auxílio-reclusão. 15.15.

são elementos assegurados por direito. não é de cunho alternativo ou uma benevolência feita pelo empregador. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. em matéria de segurança e medicina do trabalho. higiene e segurança. as quais regem exclusivamente a relação entre empregado e empregador. Numa relação de trabalho devemos analisar qual o tipo de vínculo existente entre o prestador da mão de obra e o tomador. orientar. em qualquer local de trabalho. determinando as obras e reparos que.. dos recursos.) “XXII . c) impor as penalidades cabíveis por descumprimento das normas constantes deste Capítulo. das decisões proferidas pelos Delegados Regionais do Trabalho.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 85 . podendo ser urbano ou rural. 200 da CLT. por meio de normas de saúde.3 DRT . inclusive a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho. pois as determinações do cumprimento às normas são fundamentadas na Consolidação das Leis de Trabalho.. devemos encontrar o seu contexto legal e partindo daí exigir o seu cumprimento.2 SSST – Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho: a) estabelecer normas sobre a aplicação dos preceitos deste Capítulo(DA SEGURANÇA E DA MEDICINA DO TRABALHO) especialmente os referidos no art. 16. Partindo dessa ótica vemos que saúde. Em nosso ordenamento jurídico encontramos principal destaque na Constituição Federal: Art. 201.Delegacias Regionais do Trabalho: a) promover a fiscalização do cumprimento das normas de segurança e medicina do trabalho.redução dos riscos inerentes ao trabalho. além de outros que visem à melhoria de sua condição social: (. controlar e supervisionar a fiscalização e as demais atividades relacionadas com a segurança e a medicina do trabalho em todo o território nacional. c) conhecer.16 COMPETÊNCIA LEGAL Ao tratarmos das Normas Regulamentadoras da Saúde. Higiene e Segurança do Trabalho. se façam necessárias. em última instância. mas é sua responsabilidade procurar reduzir os riscos nocivos nesses elementos. em virtude das disposições deste Capítulo. b) coordenar. nos termos do art. Curso da CIPA . higiene e segurança”. Uma das primeiras observações que devemos fazer é questionar de quem é a competência e do quê: 16. b) adotar as medidas que se tornem exigíveis. voluntários ou de ofício.

através de ordens de serviço.214/78 que trata de 29 Normas Regulamentadoras vinculadas à CLT e previstas no Capítulo V do dito diploma no tocante ao empregado urbano e a Portaria 3. .889/73. d) facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente. b) colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos deste Capítulo. temos a publicação da Portaria 3. c) adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente. podendo ser estendida outras de natureza semelhante a qualquer uma das relacionadas.067/88 que trata das 05 Normas Regulamentadoras Rurais com fundamento na Lei 5.16. As competências aqui tratadas são exemplificativas. inclusive as instruções de que trata o item II do artigo anterior. quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais. Em razão das exigências colocadas ao MTE – Ministério do Trabalho e Emprego e devendo diversas matérias ser regulamentas por ele. b) instruir os empregados.5 Empregado: a) observar as normas de segurança e medicina do trabalho. 16.4 Empregador: a) cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho.

a estrutura do bacteriófago. e os vírus irão invadir novas células. isto é. Observe. inclusive de seres humanos. que envolve o material genético viral. possui o RNA como material genético.1. Observe.17 HIV / AIDS 17. São formados por uma cápsula. são causadas por vírus. denominada capsídeo. Esse vírus é o agente causador da AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida).1 Reprodução dos vírus Os vírus que apresentam o DNA como material genético utilizam a célula hospedeira para a produção de novas moléculas de DNA viral e síntese das proteínas estruturais do vírus. a reprodução do HIV: O vírus (HIV) liga-se à proteína CD4 do linfócito e penetra na célula. em seguida. que pode ser o DNA ou RNA. 17. apresentam uma estrutura simples. abaixo. abandonando o capsídeo. O HIV (vírus da imunodeficiência humana) é denominado retrovírus. . como a hepatite B e a AIDS. abaixo. formando. novos vírus.1 Vírus OS vírus são parasitas intracelulares obrigatórios. vírus que parasita bactérias: Muitas doenças de plantas e animais. Ocorre o rompimento da célula parasitada.

Esses vírus compartilham algumas propriedades comuns: período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença. por exemplo.O retrovírus (HIV) apresenta uma enzima especial. que irão invadir novas células. No Brasil utilizamos a forma AIDS. posteriormente. classificado na subfamília dos Lentiviridae. que será incorporado ao DNA do linfócito e fabrica novas cápsulas. • Síndrome – conjunto de sinais e sintomas que identificam a doença. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. ataca o sistema imunológico. como. Depois de se multiplicar. sem forças. é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações. mas nos países de língua latina a forma SIDA é a habitual. denominada transcriptase reversa. sem o capsídeo e o seu material genético incorporado à célula parasitada. fraco. proteger-se. observe a figura abaixo: Muitos vírus podem manter-se em estado inativo.3 AIDS A sigla AIDS. Mas. podem transmitir o vírus a outros pelas relações sexuais desprotegidas. Biologia – HIV é um retrovírus. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. • Imuno – refere-se a Sistema Imunológico. responsável por defender o organismo de doenças. Essa enzima transforma o RNA viral em DNA viral.2 HIV HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. pelo compartilhamento seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune. defesa do organismo. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. tornam-se ativos. Por isso. originando inúmeros vírus. Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a AIDS. Causador da AIDS. . • Deficiência – não funciona de acordo. rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção. 17. os vírus do herpes. durante um período e. de origem inglesa. significa: • Adquirida – não é hereditária. pega-se ao entrar em contato com o vírus. 17.

está presente no sangue. é causada pelo HIV. que combatem a reprodução do vírus. aprendem a memorizar. Instrumentos que furam ou cortam. A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. penetrando no seu interior para se multiplicar. Com isso. . Por isso.A AIDS é o estágio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico. essa barreira é composta por milhões de células de diferentes tipos e com diferentes funções. agulha e outro objeto cortante com outras pessoas. o sistema de defesa vai pouco a pouco perdendo a capacidade de responde adequadamente. Há alguns anos. hoje em dia. o CD4. O HIV liga-se a um componente da membrana dessa célula. Evitar a doença não é difícil. vírus causador da AIDS.4 Formas de infecção do HIV / AIDS Como o HIV. vírus causador da AIDS. sêmen. o parto ou a amamentação. a pessoa começar a ficar doente mais facilmente e então se diz que tem AIDS. Transfusão de sangue contaminado com o HIV. anal ou oral. Saber precocemente da doença é fundamental para aumentar ainda mais a sobrevida da pessoa. Mas. o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças. o Ministério da Saúde recomenda fazer o teste sempre que passar por alguma situação de risco e usar sempre o preservativo. Basta usar camisinha em todas as relações sexuais e não compartilhar seringa. Como esse vírus ataca as células de defesa do nosso corpo. Basta tomar os medicamentos indicados e seguir corretamente as recomendações médicas. tornando o corpo mais vulnerável a doenças. secreção vaginal e leite materno. Entre as células de defesa estão os linfócitos T CD4+. como também é chamada. Caso não saiba onde retirar a camisinha. Muito complexa. Quando o organismo não tem mais forças para combater esses agentes externos. São esses glóbulos brancos que organizam e comandam a resposta diante dos agressores. De mãe infectada para o filho durante a gestação.5 Sistema imunológico O corpo reage diariamente aos ataques de bactérias. O próprio tratamento dessas doenças fica prejudicado. 17. Por ser vaginal. Esse momento geralmente marca o início do tratamento com os medicamentos antirretrovirais. Produzidos na glândula timo. vírus e outros micróbios. receber o diagnóstico de AIDS era uma sentença de morte. de um simples resfriado a infecções mais graves como tuberculose ou câncer. ligue para o Disque Saúde (0800 61 1997). Uso da mesma seringa ou agulha contaminada por mais de uma pessoa. 17. responsáveis por garantir a defesa do organismo e por manter o corpo funcionando livre de doenças. é possível ser soropositivo e viver com qualidade de vida. reconhecer e destruir os micro-organismos estranhos que entram no corpo humano. a doença pode ser transmitida de várias formas:      Sexo sem camisinha. por meio do sistema imunológico. não esterilizados. principais alvos do HIV. O preservativo está disponível na rede pública de saúde.

Nas consultas regulares. a maioria dos casos passa despercebido. chamada de infecção aguda. a equipe de saúde precisa avaliar a evolução clínica do paciente. são solicitados os seguintes exames: sangue (hemograma completo). Eles são cruciais para o profissional decidir o momento mais adequado para iniciar o tratamento ou modificá-lo. sífilis. testes para hepatites B e C. unidades públicas de saúde que realizam os exames especializados gratuitamente. toda e qualquer decisão sobre interrupção ou troca de medicamentos deve ser tomada com o consentimento do médico que faz o acompanhamento do soropositivo. E é na primeira fase. Tomar os remédios conforme as indicações do médico é fundamental para ter sucesso no tratamento. Outros dois testes fundamentais para o acompanhamento médico são o de contagem dos linfócitos T CD4+ e o de carga viral (quantidade de HIV que circula no sangue). o sistema imunológico começa a ser atacado.6.6 Acompanhamento médico O acompanhamento médico da infecção pelo HIV é essencial. a coleta de sangue para realizar todos os exames pedidos pelo médico é feita no próprio serviço em que a pessoa é acompanhada. Isso é ter uma boa adesão.2 Onde fazer? Normalmente. 17.7 Sintomas e fases da AIDS Quando ocorre a infecção pelo vírus causador da AIDS. tuberculose. Determinada pelo médico. A equipe de saúde está apta a tomar essas decisões e deve ser vista como aliada. E o organismo leva de 30 a 60 dias após a infecção para produzir anticorpos anti-HIV. dosagem de açúcar e gorduras (glicemia. Para isso. Esse período varia de 3 a 6 semanas. que ocorre a incubação do HIV . como febre e mal-estar. . Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe.17. fase que os médicos classificam como AIDS. tanto para quem não apresenta sintomas e não toma remédios (fase assintomática). Por isso.tempo da exposição ao vírus até o surgimento dos primeiros sinais da doença. colesterol e triglicerídeos). quanto para quem já exibe algum sinal da doença e segue tratamento com os medicamentos antirretrovirais. 17. fezes. por isso. 17. urina.1 Exames de rotina No atendimento inicial. Como servem para monitorar a saúde de quem toma os antirretrovirais ou não.6. avaliação do funcionamento do fígado e rins. solicita os exames necessários e acompanha o tratamento. O uso irregular dos antirretrovirais (má adesão ao tratamento) acelera o processo de resistência do vírus aos medicamentos. o Serviço de Assistência Especializada (SAE). e enviada para os Laboratórios Centrais (LACEN). além de raios-X do tórax. o Consenso de Terapia Antirretroviral recomenda que esses exames sejam realizados a cada três ou quatro meses. a frequência dos exames e das consultas é essencial para controlar o avanço do HIV no organismo e determina o tratamento mais adequado em cada caso. pois juntos devem tentar chegar à melhor solução para cada caso.

A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas. que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. A fase sintomática inicial é caracterizada pela alta redução dos linfócitos T CD4 .A próxima fase é marcada pela forte interação entre as células de defesa e as constantes e rápidas mutações do vírus. Orientações para adultos       Vacina contra a bactéria causadora da pneumonia (pneumococo): a resposta é melhor na fase em que as células CD4+ estão acima de 350/mm3. Vacina contra tétano-difteria: a recomendação geral é de uma dose de reforço a cada 10 anos. Vacina contra hepatite B: deve ser tomada somente quando indicada pelo médico. diarreia. Vacina contra a gripe A H1N1 (gripe suína): deve ser tomada somente quando indicada pelo médico. esse valor varia entre 800 a 1. pneumonia. a AIDS. suores noturnos e emagrecimento. Os sintomas mais comuns são: febre.glóbulos brancos do sistema imunológico . pode sofrer de hepatites virais. Com isso. Vacina contra a bactéria causadora da meningite (Haemophilus influenzae tipo b): a resposta é mais eficiente nos estádios precoces da infecção pelo HIV. Orientações para crianças As crianças menores de um ano. por não saber ou não seguir o tratamento indicado pelos médicos. normalmente os soropositivos sintomáticos não têm boa resposta às vacinas. toxoplasmose e alguns tipos de câncer. Quem chega a essa fase. Indicações para: usuários de drogas injetáveis. prostitutas. não devem receber vacinas compostas por bactérias ou vírus vivos. Por isso. todas as vacinas devem ser dadas no curso da infecção pelo HIV.8 Vacinação de soropositivos O soropositivo deve ser avaliado por um médico antes de tomar qualquer vacina para se prevenir de doenças. pois os vírus amadurecem e morrem de forma equilibrada. Se estiverem com a imunidade muito baixa. com suspeita de infecção pelo HIV ou com diagnóstico definitivo de infecção pelo HIV devem seguir orientação médica especializada.200 unidades.que chegam a ficar abaixo de 200 unidades por mm³ de sangue. . homossexuais sexualmente ativos. Com o frequente ataque. é chamado de assintomático. as células de defesa começam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. Portanto. que pode durar muitos anos. no soropositivo e seus comunicantes próximos. células de defesa do organismo. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a infecções comuns. Em adultos saudáveis. Vacina inativada contra o vírus causador da poliomielite: é preferível à vacina oral. homens e mulheres com atividade sexual e doenças sexualmente transmissíveis ou mais de um parceiro sexual nos últimos seis meses e pessoas que vivem na mesma casa ou tiveram contato sexual com portadores da hepatite B. 17. o mais precocemente possível. na tentativa de obter uma resposta imunológica ideal. Diversos estudos mostram que a resposta aos organismos invasores é menor em soropositivos com pouca concentração de linfócitos T CD4+. tuberculose. atinge-se o estágio mais avançado da doença. Esse período. Mas que não enfraquece o organismo o suficiente para permitir novas doenças.

17.9 História da AIDS


















1977 e 1978
Primeiros casos nos EUA, Haiti e África Central, descobertos e definidos como aids, em 1982,
quando se classificou a nova síndrome.
1980
Primeiro caso no Brasil, em São Paulo, também só classificado em 1982.
1981
Primeiras preocupações das autoridades de saúde pública nos EUA com uma nova e
misteriosa doença.
1982
Adoção temporária do nome Doença dos 5 H, representando os homossexuais, hemofílicos,
haitianos, heroinômanos (usuários de heroína injetável) e hookers (nome em inglês dado às
profissionais do sexo).
Conhecimento do fator de possível transmissão por contato sexual, uso de drogas ou
exposição a sangue e derivados.
Primeiro caso decorrente de transfusão sanguínea .
Primeiro caso diagnosticado no Brasil, em São Paulo.
1983
Primeira notificação de caso de aids em criança.
Relato de caso de possível transmissão heterossexual.
Homossexuais usuários de drogas são considerados os difusores do fator para os
heterossexuais usuários de drogas.
Relato de casos em profissionais de saúde.
Primeiras críticas ao termo grupos de risco (grupos mais vulneráveis à infecção).
Gays e haitianos são considerados principais vítimas.
Possível semelhança com o vírus da hepatite B.
Focaliza-se a origem viral da aids.
No Brasil, primeiro caso de aids no sexo feminino.
1984
A equipe de Luc Montagnier, do Instituto Pasteur, na França, isola e caracteriza um retrovírus
(vírus mutante que se transforma conforme o meio em que vive) como o causador da aids.
Início da disputa, entre os grupos do médico americano Robert Gallo e do francês Luc
Montagnier, pela primazia da descoberta do HIV.
Estruturação do primeiro programa de controle da aids no Brasil, o Programa da Secretaria da
Saúde do Estado de São Paulo.
1985
Fundação do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (GAPA), primeira ONG do Brasil e da
América Latina na luta contra a aids.
Diferentes estudos buscam meio diagnóstico para a possível origem viral da aids.
O primeiro teste anti-HIV é disponibilizado para diagnóstico.
Caracterização dos comportamentos de risco no lugar de grupo de risco.
Descoberta que a aids é a fase final da doença, causada por um retrovírus, agora
denominado HIV (Human Immunodeficiency Virus, em inglês), ou vírus da imunodeficiência
humana.
Primeiro caso de transmissão vertical (da mãe grávida para o bebê).
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1986
Criação do Programa Nacional de DST e Aids, pelo ministro da Saúde Roberto Santos.
1987
Criação do Primeiro Centro de Orientação Sorológica (COAS), em Porto Alegre (RS).
Questiona-se a definição de comportamentos sexuais tidos como anormais.
Início da utilização do AZT, medicamento para pacientes com câncer e o primeiro que reduz a
multiplicação do HIV.
Os ministérios da Saúde e do Trabalho incluem as DST/aids na Semana Interna de
Prevenção de Acidentes no Trabalho e Saúde.
A Assembleia Mundial de Saúde, com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU),
decide transformar o dia 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta contra a Aids, para reforçar
a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão em relação às pessoas
infectadas pelo HIV. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas.
Os casos notificados no Brasil chegam a 2.775.
1988
No Brasil, uma portaria assinada pelo ministro da Saúde, Leonardo Santos Simão, passa a
adotar o dia 1º de dezembro como o Dia Mundial de Luta contra a Aids.
Morre o cartunista Henrique de Souza Filho, o Henfil, aos 43 anos, em decorrência da aids.
Criação do Sistema Único de Saúde.
O Ministério da Saúde inicia o fornecimento de medicamentos para tratamento das infecções
oportunistas.
Primeiro caso diagnosticado na população indígena.
Os casos notificados no Brasil somam 4.535.

1989
Morre de aids o ator da TV Globo Lauro Corona, aos 32 anos.
Ativistas forçam o fabricante do AZT, Burroughs Wellcome, a reduzir em 20% o preço do
remédio.
Durante Congresso de Caracas, na Venezuela, profissionais da saúde definem novo critério
para a classificação de casos de aids.
Brasil registra 6.295 casos de aids.

1990
O cantor e compositor Cazuza morre, aos 32 anos, em decorrência da aids.







1991
Inicia-se o processo para a aquisição e distribuição gratuita de antirretrovirais (medicamentos
que dificultam a multiplicação do HIV).
Lançamento do Videx (ddl), que como o AZT faz parte de um grupo de drogas chamadas
inibidores de transcriptase reversa.
Dez anos depois de a aids ser identificada, a Organização Mundial da Saúde anuncia que 10
milhões de pessoas estão infectadas com o HIV pelo mundo.
O jogador de basquete Magic Johnson anuncia que tem HIV.
Já são 11.805 casos de aids no Brasil.
1992
Primeiro estudo sobre o uso de várias drogas combinadas contra o HIV. Pesquisa aponta a
importância das doenças sexualmente transmissíveis (DST) como cofator para a transmissão
do HIV, podendo aumentar o risco de contágio do HIV em até 18 vezes.
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Os médicos americano Robert Gallo e francês Luc Montagnier chegam a um acordo definitivo
sobre o crédito da descoberta do vírus.
A sociedade brasileira indigna-se quando a menina Sheila Cartopassi de Oliveira, de cinco
anos, tem a matrícula recusada em uma escola de São Paulo, por ser portadora de HIV.
Inclusão, no código internacional de doenças, da infecção pelo HIV.
Ministério da Saúde inclui os procedimentos para o tratamento da aids na tabela do SUS.
Início do credenciamento de hospitais para o tratamento de pacientes com aids.
Lançamento da campanha Vamos todos contra a aids de mãos dadas com a vida.
Os casos da infecção pelo HIV no Brasil chegam a 14.924.





1993
Início da notificação da aids no Sistema Nacional de Notificação de Doenças (SINAN).
Morre de aids o bailarino russo Rudolf Nureyev.
A atriz Sandra Brea (1952-2000) anuncia que é portadora do vírus.
Brasil passa a produzir o AZT (coquetel que trata a aids).
Total de casos notificados no Brasil: 16.760.













1994
Acordo com o Banco Mundial dá impulso às ações de controle e prevenção às DST e à aids
previstas pelo Ministério da Saúde.
Estudos mostram que o uso do AZT ajuda a prevenir a transmissão do HIV de mãe para filho
durante a gravidez e o parto.
Definição para diagnosticar casos de aids em crianças .
Brasil registra 18.224 casos de aids.
1995
Até esse ano, a assistência medicamentosa era precária, contando somente com AZT
(zidovudina), Videx e dideoxicitidina.
Uma nova classe de drogas contra o HIV, os inibidores de protease (dificultam a multiplicação
do HIV no organismo), é aprovada nos EUA.
Zerti e Epivir, outros inibidores de transcriptase reversa, são lançados, aumentando as
escolhas de tratamento.
Estudos revelam que a combinação de drogas reduz a progressão da infecção, mas o custo
do tratamento é de US$ 10 mil a US$ 15 mil por ano.
Pesquisa demonstra que o tratamento precoce das DST, com consequente redução no tempo
de evolução das doenças e de suas complicações, faz com que o risco de transmissão e
aquisição do HIV diminuam. Com isso, a incidência do HIV reduz em 42%.
Os números de casos no Brasil já somam 19.980.
1996
Programa Nacional de DST e Aids lança o primeiro consenso em terapia antirretroviral
(regulamentação da prescrição de medicações para combater o HIV).
Lei fixa o direito ao recebimento de medicação gratuita para tratamento da aids.
Disponibilização do AZT venoso na rede pública.
Queda das taxas de mortalidade por aids, diferenciada por regiões. Percebe-se que a
infecção aumenta entre as mulheres, dirige-se para os municípios do interior dos estados
brasileiros e aumenta significativamente na população de baixa escolaridade e baixa renda.
Casos da doença no Brasil somam 22.343.
1997
Implantação da Rede Nacional de Laboratórios para o monitoramento de pacientes com HIV
em terapia com antirretroviral, com a realização de exames de carga viral e contagem de
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sendo 3. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 95 . quando o tratamento é abandonado. denuncia ao mundo a mortandade na África. usada por ele para entrar nas células do sistema imunológico atacadas pelo HIV. na África do Sul. Pesquisas detectam o HIV em gânglios linfáticos. onze medicamentos. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. escandaliza o mundo ao sugerir que o HIV não causa a aids. Thabo Mbeki. Testes genéticos mostram que o HIV é bastante similar ao SIV. Já são 22. Morre o sociólogo Herbert de Souza. gratuitamente. medula e partes do cérebro de muitos soropositivos que apresentam cargas virais indetectáveis pelos exame. cinco grandes companhias farmacêuticas concordam em diminuir o preço dos remédios usados no tratamento da aids para os países em desenvolvimento. Dezessete milhões morreram de Aids no continente. mas não os deixa doentes. 1998 Validação do algoritmo nacional para diagnóstico das DST no Brasil. entre eles o Brasil. 2001 Implantação da Rede Nacional de Laboratórios para Genotipagem. Pacientes desenvolvem efeitos colaterais aos remédios. contaminado por transfusão de sangue.                       células CD4 (células que fazem parte do sistema de defesa do organismo ou sistema imunológico). Estudos indicam que. o total de casos de aids acumulados são de 220. que infecta os chimpanzés. Lei define como obrigatória a cobertura de despesas hospitalares com aids pelos segurossaúde privados (mas não assegura tratamento antirretroviral). em Durban. Muitos laboratórios são obrigados a baixar o preço das drogas nos países do Terceiro Mundo.593 casos de aids no Brasil. Ministério da Saúde recomenda a aplicação da abordagem sindrômica das DST para seu tratamento oportuno e consequente diminuição da incidência do HIV. 2000 A 13ª Conferência Internacional sobre Aids. transformando-se no HIV. Marylin. Rede pública de saúde disponibiliza. Realização do I Fórum em HIV/Aids e DST da América Latina. Mortalidade dos pacientes de aids cai 50% e qualidade de vida dos portadores do HIV melhora significativamente.8% dos adultos. Em duas décadas (1980 . no Rio de Janeiro. Estão contaminados 8. Lei 9.7 milhões crianças. Hemofílico. ajuda a confirmar que o SIV (simian immunodeficiency virus ou vírus da imunodeficiência dos símios) foi transmitido para seres humanos e sofreu mutações. Cientistas registram a imagem da estrutura cristalina da proteína gp 120 do vírus da aids. 1999 Número de medicamentos disponibilizados pelo Ministério da Saúde já são 15. O Presidente da África do Sul. No Brasil.2001). Curso da CIPA . a infecção torna-se outra vez detectável.610/98.000. O HIV Vaccine Trials Network (HVTN) planeja testes com vacina em vários países. aumenta a incidência em mulheres. Proporção nacional de casos de aids notificados é de uma mulher para cada dois homens. Lançamento das campanhas “Sem Camisinha não Tem Carnaval” e "A Força da Mudança: com os jovens em campanha contra a aids”. Organizações médicas e ativistas denunciam o alto preço dos remédios contra aids.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. um chimpanzé fêmea. A partir de acordo promovido pelas Nações Unidas. defendia o tratamento digno dos doentes de aids. Brasil ameaça quebrar patentes e consegue negociar com a indústria farmacêutica internacional a redução no preço dos medicamentos para aids. o Betinho.

utilizados por países em desenvolvimento para controlar as três doenças infecciosas que mais matam no mundo. Brasil reduz em mais de 50% o número de casos de transmissão vertical. 2006 O terceiro sábado de outubro é promulgado como o Dia Nacional de Combate à Sífilis. afirma que a aids vai matar 70 milhões de pessoas nos próximos 20 anos. são 371. Um relatório realizado pelo Unaids. que ficou às escuras. o parto ou a amamentação. Os recursos foram doados para ONGs que trabalham com portadores de HIV/Aids.000. o V Congresso da Sociedade Brasileira de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids e o I Congresso Brasileiro de Aids. Lei 9. como forma de lembrar os mortos pela doença. a maior parte na África. representando uma economia imediata de US$ 31.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 96 . durante a gestação. a não ser que as nações ricas aumentem seus esforços para conter a doença.827 registros de aids no Brasil. Dia Mundial de Luta contra a Aids teve sua campanha protagonizada por pessoas vivendo com aids. Registros de aids no Brasil ultrapassam 433. Toronto recebe 20 mil pessoas para a 16ª Conferência Mundial sobre Aids. O Programa é considerado por diversas agências de cooperação internacional como referência mundial. Tuberculose e Malária é criado para captar e distribuir recursos. o maior evento sobre aids no mundo. programa conjunto das Nações Unidas para a luta contra a aids. A 14ª Conferência Internacional sobre aids é realizada em Barcelona. aos 54 anos.4 milhões por ano. quando o HIV é passado da mãe para o filho. em uma ação inédita. hoje me mostro para viver” foi projetada em raio laser nas duas torres do Congresso Nacional. Recife reúne quatro mil participantes em três congressos simultâneos: o V Congresso Brasileiro de Prevenção em DST/Aids. Acordo reduz em 50% preço do antirretroviral Tenofovir. 2005 Makgatho Mandela (filho do ex-presidente Nelson Mandela) morre em consequência da aids. desde 1980. À noite. Lançamento do algoritmo brasileiro para testes de genotipagem. 2004 Morrem duas lideranças transexuais. Até junho. em Havana.310. Os registros de aids no Brasil são 310. O número de casos de aids notificados no país. a advogada e militante Janaína Dutra e a ativista Marcela Prado (ambas grandes colaboradoras do Programa Nacional de DST e Aids). a inscrição da RNP+ “Eu me escondia para morrer. O tema do Dia Mundial de Luta Contra a Aids no Brasil aborda o racismo como fator de vulnerabilidade para a população negra. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Já é de 362.000 2003 Realização do II Fórum em HIV/Aids e DST da América Latina. é de 258. O Programa Nacional de DST/Aids recebe US$ 1 milhão da Fundação Bill & Melinda Gates como reconhecimento às ações de prevenção e assistência no país. Cuba.610/98.364 o total de casos de aids até junho.                     2002 O Fundo Global para o Combate a Aids. 2007 Curso da CIPA .

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 97 . em Brasília (DF). Brasil registra 474. Fiocruz pode fabricar o teste.273 casos de infecção pelo HIV até junho.610/98. Conclusão do processo de nacionalização de um teste que permite detectar a presença do HIV em apenas 15 minutos. o Brasil decreta o licenciamento compulsório do Efavirenz. O alemão Harald zur Hausen também recebe o prêmio pela descoberta do HPV. Aumenta a sobrevida das pessoas com aids no Brasil. Prêmio Nobel de Medicina é entregue aos franceses Françoise Barré-Sinoussi e Luc Montagnier pela descoberta do HIV. a Tailândia decide copiar o antirretroviral Kaletra e. Em janeiro. em maio. Realização do VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e do I Congresso Brasileiro de Prevenção das Hepatites Virais. Brasil investe US$ 10 milhões na instalação de uma fábrica de medicamentos antirretrovirais em Moçambique. a UNITAID reduz preços de medicamentos antirretrovirais em até 50%. Realização da IV Mostra Nacional da Saúde e Prevenção nas Escolas e da I Mostra Nacional do Programa Saúde na Escola (SPE). ao custo de US$ 2. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.846 casos de aids no país. em Brasília (DF).60 cada.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.                 O Programa Nacional de DST/AIDS institui Banco de Dados de violações dos direitos das pessoas portadoras do HIV. cujo tema são os jovens. 2010 Governos do Brasil e da África do Sul firmam parceria inédita para distribuir 30 mil camisinhas e fôlderes sobre prevenção da aids e outras DST durante a Copa do Mundo de Futebol. são notificados 544. Governo gastava US$ 5 por teste. é lançada no Cristo Redentor. É assinado acordo para reduzir preço do antirretroviral Lopinavir/Ritonavir. 2008 Realização do VII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids. Lei 9. 2009 Programa Nacional de DST e Aids torna-se departamento da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e o Programa Nacional para a Prevenção e Controle das Hepatites Virais é integrado a ele. Os ministérios da Saúde e Educação e as Nações Unidas premiam máquinas de preservativos. causador da aids. Em um ano. vírus causador do câncer do colo de útero. em Florianópolis (SC). Curso da CIPA . Campanha do Dia Mundial de Luta contra a Aids. Desde o início da epidemia.

2 Teoria do Fogo Fogo é um processo químico de transformação. As causas de incêndios são as mais diversas como: descargas elétricas. dos processos de fabricação. No entanto. Lei 9. Os riscos de incêndio continuam hoje em dia a ser uma das grandes preocupações no campo da segurança industrial. 18. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 98 . Para tanto. bem como agir com calma e racionalidade sempre que houver início de fogo. sobrecarga nas instalações elétricas dos edifícios. Podemos também defini-lo como o resultado de uma reação química que desprende luz e calor devido à combustão de materiais diversos. as características dos serviços. Estes deverão ser preparados a identificar e operar corretamente os equipamentos de combate a incêndio. este pode traduzir-se em incêndios de dramáticas consequências humanas e econômicas. porém está é uma pequena parte de um sistema ainda maior. Para podermos eliminar os princípios de incêndios devemos conhecer melhor os elementos que compõem o fogo (teoria do fogo). Curso da CIPA . Podemos pensar que este assunto se refere simplesmente aos equipamentos de combate a incêndios fixados nas edificações. Pode ser sólido. dos desastres pessoais e ambientais que os incêndios sempre acarretam.18 PROTEÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO 18. que tem uma grande importância para a vida em casos de acidentes. líquido e gasoso. é necessária a combinação de alguns elementos essenciais em condições apropriadas 18. é necessário um conhecimento e o treinamento dos ocupantes da edificação. A prevenção e proteção contra incêndios são de grande influência na tentativa de diminuição dos prejuízos materiais. que o mantém e até amplia sua propagação. atmosféricas.1 Teoria geral do fogo Para haver fogo é necessária a existência de três elementos essenciais: 1.1 Introdução A proteção e combate a incêndio é um assunto complexo. e principalmente.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 2. desconhecimento ou irresponsabilidade) entre outras. dos materiais empregados. No Brasil uma das principais causas de incêndios em edificações são as deficiências em instalações elétricas. quando o homem perde o seu controle. Calor: é o elemento que dá início ao fogo. o fogo foi um grande passo para humanidade. Combustível: Combustível é o material que queima.610/98. No domínio e na utilização em seu proveito de fenômenos da Natureza.2. os tipos de combustíveis definindo assim as classes de incêndio. gerando um curto circuito e originando o principio de incêndio. O conteúdo apresentado neste modulo objetiva fornecer subsídios para prevenir e proteger as edificações em geral contra incêndios. entre outros. e determina as soluções mais adequadas a cada situação. falhas humanas (por descuido.

Ex: álcool. ele alimenta a combustão. Para evitar que o fogo continue. O oxigênio não tem jeito. Há um quarto elemento que se une ao triangulo do fogo. Oxigênio (comburente): é o elemento que alimenta as chamas. O combustível. Gasosos: Butano. gasolina. Para evitar incêndios o melhor é não deixar uma fonte de calor chegar perto de um combustível. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. líquidos e gasosos. Voláteis: são os que desprendem gases inflamáveis à temperatura ambiente. madeira. calor e oxigênio compõem o que chamamos de triângulo do fogo e. etano entre outros. tecido entre outros. plástico. também denominado transformação em cadeia. Este elemento é a reação em cadeia. tinta entre outros. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 99 . Lei 9. porém os sólidos e os líquidos se transformam primeiramente em gás pelo calor e depois inflamam. O oxigênio não é combustível. formando um quadrado. graxa. 18. a presença destes três elementos é que determina o fogo. Ex: óleo. Curso da CIPA . éter. visto que o fogo consome o oxigênio. Esse quarto elemento.1 Combustível Combustível é toda matéria que queima. ele está sempre pronto para fazer um combustível queimar. Líquidos: Os líquidos são divididos em dois grupos. Não Voláteis: são os que desprendem gases inflamáveis à temperaturas maiores do que a do ambiente. benzina entre outros. vai formar o quadrado ou tetraedro do fogo. intensificando-as. substituindo o antigo triângulo do fogo.610/98.3. sendo sólidos. podemos impedir a chegada de mais oxigênio. Como ele está no ar.2. Sólidos: Papel.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. voláteis e não voláteis.1. propano. algodão.

3.3 Temperatura de Ignição É aquela em que os gases desprendidos dos combustíveis entram em combustão atingindo uma determinada temperatura apenas pelo contato com o oxigênio do ar. que. o fogo não se apaga.  Através do deslocamento de partículas incandescentes.1. 18. 18.3 Pontos e Temperaturas 18. sem a necessidade de entrar em contato com uma chama ou faisca. se inflamam. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 100 .3 Calor É o elemento que dá início ao fogo.1. Esse calor provocará o desprendimento de mais gases ou vapores combustíveis.3. Pode ser uma faísca.4 Reação em Cadeia É uma sequência de reações que ocorrem durante o fogo. produzindo sua própria energia de ativação (o calor) enquanto há comburente e combustível para queimar. é o produto de uma transformação gerando outra transformação.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. é ele que faz o fogo se propagar.2 Ponto de Fulgor Ponto de fulgor ou ponto de inflamação é a menor temperatura na qual um combustível liberta vapor em quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável por uma fonte externa de calor. mesmo que se retire a chama.2. Lei 9. vapores ou gases suficientes para manter o fogo ou a transformação em cadeia (reação em cadeia). 18. Curso da CIPA . combinados com o oxigênio do ar e ao entrar em contato com uma chama. 18. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.1. dando vida às chamas e possibilitando a expansão do fogo.2 Comburente (Oxigênio) É o elemento ativador do fogo. Obs: o Ponto de Fulgor necessita de chama para iniciar o fogo.18.4 Propagação do Fogo O fogo pode se propagar:  Pelo contato da chama em outros combustíveis. em resumo. pois essa temperatura faz gerar.2. Obs: A temperatura de Ignição não necessita de chama para iniciar o fogo. que se combina com os vapores inflamáveis dos combustíveis.3.2. 18. desenvolvendo uma transformação em cadeia ou reação em cadeia. do combustível.  Pela ação do calor. uma chama ou até um super aquecimento em máquinas e aparelhos energizados. 18. 1 Ponto de Combustão É a temperatura mínima necessária para que um combustível desprenda vapores ou gases inflamáveis que.610/98. e.

são: a. interessa. etc.4. e.2 Convecção É quando o calor se transmite através de uma massa de ar aquecida.4. que se desloca do local em chamas. às vezes. Grande Incêndio: é aquele que se avoluma. Incêndio: é o fogo que se avantaja e destrói total ou parcialmente.610/98.1Condução É a forma pela qual se transmite o calor através do próprio material. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 101 . geralmente interno. 18. se alastra e destrói alguma coisa e que só não prossegue. 18. momentâneo. Lei 9. é um incêndio embrionário. levando para outros locais quantidade de calor suficiente para que os materiais combustíveis aí existentes atinjam seu ponto de combustão. apenas fulgurante. se for isolado ou por falta de condições adequadas para prosseguir.: não chega a afetar prédio. por imprevidência e ainda por não prevenção. de molécula a molécula ou de corpo a corpo.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. originando outro foco de fogo. Começo ou Princípio de Incêndio: é o fogo que vence a primeira fase. Ele se propaga por três processos de transmissão:    Condução Convecção Irradiação 18. quase sempre. Manifestação de Incêndio: é o fogo breve. comumente sem graves consequências. não toma vulto. à execução das perícias e à organização das estatísticas.3 Irradiação É quando o calor se transmite por ondas caloríficas através do espaço.4. principalmente. 18.O calor é uma forma de energia produzida pela combustão ou originada do atrito dos corpos. se eleva e resiste espalhando a devastação: às. c. construções. assim como uma série de detalhes.5 Classificação dos Incêndios A classificação. sem utilizar qualquer meio material. às vezes pela míngua de elementos de repressão e. As classes a que podem enquadrar-se esses acontecimentos. vezes em virtude da quantidade e qualidade do combustível e da nula resistência deste. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.. b. queimando peças de móveis. Pequeno Incêndio: incêndio que atinge certo desenvolvimento fogo. etc. Curso da CIPA . cargas. embarcações. navio ou outros. d.

destruição e elementos de extinção aplicados. Esse tipo de incêndio é extinto pelo método de abafamento.3 Classe C  Caracteriza–se por fogo em materiais/equipamentos energizados (geralmente equipamentos elétricos). Curso da CIPA . extensão.6. 18. querosene.1 Classe A     Caracteriza-se por fogo em materiais sólidos geralmente de natureza orgânica como papel. B. As classes são divididas em A. pode-se descobrir o melhor método para uma extinção eficaz e segura. motores. proporções. 18. Queimam em superfície. madeira. 18.2 Classe B     Caracteriza-se por fogo em combustíveis líquidos inflamáveis ou de sólidos liquidificáveis. Somente com o conhecimento da natureza do material que está se queimando. Lei 9.6 Classes de Incêndio Os incêndios são classificados de acordo com as características dos seus combustíveis..6. Após a queima deixam resíduos. álcool e etc. transformadores e etc. 18. e as vezes por abafamento através de jato pulverizado. não deixam resíduos.6. Esse tipo de incêndio é extinto principalmente pelo método de resfriamento.As características que configuram as classificações dos incêndios são. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 102 .Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Ex: Equipamentos elétricos. tecidos etc. C e D. principalmente. Ex: gasolina. Queimam em superfície e profundidade. dependendo da matéria que está pegando fogo. Após a queima.610/98. a duração. brasas e cinzas.

  A extinção só pode ser realizada com agente extintor não-condutor de eletricidade.7 Métodos de Extinção do Fogo Partindo do princípio de que.4 Classe D     Caracteriza-se por fogo em metais pirofóricos como alumínio.6. 18. O primeiro passo num incêndio de classe C. Esse tipo de incêndio é extinto pelo método de abafamento. magnésio e etc. é desligar o quadro de força. antimônio.7. porem não podemos esquecer que modernamente há o quadrado ou tetraedro do fogo. nunca com extintores de água ou espuma. Lei 9.  Abafamento.  Isolamento  Extinção química. este método consiste na diminuição da temperatura e eliminação do calor. Com a retirada de um dos elementos do fogo. este método consiste na diminuição ou impedimento do contato de oxigênio com o combustível.3 Isolamento O isolamento consiste na retirada do material. quando já se admite a ocorrência de uma reação em cadeia. 18. basta retirar um desses elementos.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.1 Resfriamento O Resfriamento nada mais é do que a retirada do calor. pois assim ele se tornará um incêndio de classe A. 18. ou seja. São difíceis de serem apagados.7. retirada do combustível do contato com a fonte de calor esse método pode ser feito de duas formas: Curso da CIPA . até que o combustível não gere mais gases ou vapores e se apague. 18.7.610/98. são necessários os três elementos que compõem o triangulo do fogo que são o combustível.2 Abafamento O abafamento é a retirada do comburente. para nós extinguirmos o fogo. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 103 . para haver fogo. 18. Nunca utilizar extintores de água ou espuma para extinção desse tipo de fogo. temos os seguintes métodos de extinção:  Resfriamento. comburente e o calor.


Retirada do material que está queimando
Retirada do material que está próximo ao fogo

18.7.4 Extinção Química
A extinção química ocorre quando interrompemos a reação em
cadeia.
Ex: o combustível, sob ação do calor, gera gases ou vapores que,
ao se combinarem com o comburente, formam uma mistura inflamável.
Quando lançamos determinados agentes extintores ao fogo, suas
moléculas se dissociam pela ação do calor e se combinam com a mistura
inflamável (gás ou vapor mais comburente), formando outra mistura não
inflamável.

18.8 Extintores de Incêndio
Os extintores de incêndio são normalmente a melhor ferramenta para o combate imediato e
rápido de pequenos incêndios, principalmente na sua fase inicial. Não devendo ser considerados
como substitutos aos sistemas de extinção mais complexos, mas sim como equipamentos adicionais.
O preço de um extintor de incêndio não é comparável ao valor de se proteger a qualquer
momento contra uma tragédia.
Para cada classe de fogo existe um extintor adequado, sendo muito importante saber suas
substancias e modo de usar.

18.8.1 Extintores de Água Pressurizada (H2O)

São extintores para incêndios de classe A.
Age por resfriamento e/ou abafamento.

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Podem ser aplicado na forma de jato compacto, chuveiro e neblina. Para os dois
primeiros casos, a ação é por resfriamento. Na forma de neblina, sua ação é de
resfriamento e abafamento.

Obs: Os extintores de Classe A não devem ser utilizados em fogos de outras classes, visto
que o fogo de classe B é composto por líquido inflamáveis e em contato com a água podem espalhar
mais as chamas, além da água ser mais pesada ficando em baixo do liquido inflamável.
A água é condutora de eletricidade por esse motivo não se deve usar o extintor de classe A
em fogos de classe C.
18.8.2 Extintores de Pó Químico

Os extintores de pó químico são usados para incêndios de classe B.
Age por abafamento, podendo ser também utilizados nas classes A e C, sendo que
utilizado em aparelhos eletrônicos pode danificar o equipamento.

18.8.3 Extintores de Gás Carbônico (CO2)

É o agente extintor indicado para incêndios da classe C, por não ser
condutor de eletricidade e se expande no ar não deixando resíduos.

Age por abafamento e resfriamento, podendo ser também utilizado
nas classes A, somente em seu início e na classe B em ambientes
fechados.

Esses 3 tipos de extintores são os mais comuns de se encontrar em
edificações, porem existem outros tipos de extintores como:
18.8.4 Extintores de Pó Químico Especial

É o agente extintor indicado para incêndios da classe D.
Age por abafamento.

18.8.5 Extintores de Espuma

É um agente extintor indicado para incêndios das classes A e B.

Age por abafamento e secundariamente por resfriamento.

Por ter água na sua composição, não se pode utiliza-lo em incêndio de classe C, pois
conduz corrente elétrica.

18.8.6 Extintores de Pó ABC (Fosfato de Monoamônico)

É o agente extintor indicado para incêndios das classes A,B e C (utilizado nos carros)

Age por abafamento
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18.9 Capacidades dos Extintores
Os extintores são divididos em "CAPACIDADE EXTINTORA", obedece a critérios de tipo e
quantidade de agente-extintor:

Água: Capacidade extintora igual a 10 litros.

Pó Químico: Capacidade extintora igual a 4 kg (à base de Bicarbonato de Sódio);

Gás Carbônico: Capacidade extintora igual a 4 kg;

Espuma: Capacidade extintora igual a 10 litros;

Existem também os extintores sobre rodas, conhecidos como carreta, provido de mangueira
com 5 m de comprimento no mínimo e equipado com difusor ou esguicho, com as seguintes
capacidades mínimas:



Água: um extintor de 50 litros.
Pó Químico: um extintor de 20 kg (à base de Bicarbonato de Sódio);
Gás Carbônico: um extintor de 30 kg;
Espuma: um extintor de 50 litros;

18.10 Uso dos Extintores
Para o uso dos principais extintores você primeiramente deve;
1.
2.
3.
4.
5.

Transportar o extintor na posição vertical, segurando no suporte
Retirar o selo de lacração, após retirar também o pino de segurança.
Retirar o esguicho do suporte, segurando no difusor para extintores de gás carbônico.
O esguicho deve ser segurado com uma das mãos, apontando para a base do fogo.
A outra mão deve ficar localizada na válvula para espichar o conteúdo do extintor
contra o fogo.
6. Pressionar a alavanca
7. Aproximar do foco de incêndio progressiva e cautelosamente.
8. Não avançar enquanto não estiver seguro que o fogo não o atingirá pelas costas.
9. Varrer, devagar, toda a superfície das chamas.
10. Atuar sempre no sentido do vento
11. Cobrir lentamente toda a superfície das chamas
12. Dirigir o jacto para a base das chamas.
13. Em combustíveis líquidos não lançar o jacto com demasiada pressão, para evitar que
o combustível se espalhe.
14. Terminar apenas depois de se assegurar que o incêndio não se reacenderá.
Obs: o Extintor de Espuma deve ser utilizado de cabeça para baixo, como segue figura.

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deverá ser observado: a) Sobre os aparelhos.  Com exceção das edificações residenciais multifamiliar ou quando os extintores forem instalados no hall de circulação comum. no piso acabado. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 107 . deverá ser pintado um quadrado com 1 m de lado. Lei 9.  Com exceção das edificações residenciais multifamiliares. b) Sobre os extintores.  Nas edificações industriais. Dirige o jato para a base do fogo. O operador aproxima-se do fogo com o extintor na posição normal II. nas seguintes cores: a) Quadrado vermelho com borda em amarelo. Vira o extintor. faixa vermelha com bordas em amarelo. e a letra "E" em negrito. c) Amarelo com bordas em vermelho. nas seguintes cores: a) Branco com bordas em vermelho. garagens.I. b) Quadrado vermelho com borda em branco. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. círculo com a inscrição em negrito "PROIBIDO DEPOSITAR MATERIAL". Curso da CIPA . quando instalados em colunas.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. b) Vermelho com bordas em amarelo. não devendo estar riscadas ou encobertas por outras informações 18. ATENÇÃO: O modo de uso de cada extintor é fornecido pelo fabricante. III. e quando a visão for lateral deverá ser em forma de prisma.610/98.11 Sinalização e Localização dos Extintores Para a localização e a sinalização dos extintores deve se observar aos seguintes requisitos:  A probabilidade de o fogo bloquear o acesso ao extintor ser a menor possível. depósitos. para que você possa usá-lo corretamente quando for necessário. aparecendo no corpo do extintor. sendo 0. sob o extintor. a 20 cm da base do extintor. Estas instruções devem estar legíveis. sem rasuras.  Boa visibilidade e acesso desimpedido. deverá ser instalado sob o extintor. oficinas e similares. seta ou círculo vermelho com bordas em amarelo. c) Quadrado amarelo com borda em vermelho.10 m de bordas. galpões. em todas as faces da coluna.

 Garantir que a manutenção seja feita por empresa certificada pelo INMETRO. Identificação do fabricante. Os extintores portáteis deverão ser afixados de maneira que nenhuma de suas partes fique acima de 1.5 vezes o peso total do aparelho a ser instalado. o selo é vermelho e apresenta as inscrições.  Delimitar a área próxima ao aparelho.11. Número de licença do fabricante. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. e Identificação do Organismo de Certificação de Produto Curso da CIPA .610/98. Número de série do selo. poderão ser instalados em nichos ou abrigos de latão ou fibra de vidro.  Identificar o agente extintor. desde que não fiquem obstruídos e que a visibilidade não fique prejudicada. Para os extintores novos. 18. podendo em escritórios e repartições públicas ser instalados com a parte superior a 0. pintados em vermelho com a porta em vidro com espessura máxima de 3 mm.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.  A fixação do aparelho deverá ser instalada com previsão de suportar 2. Os extintores nas áreas descobertas ou sem vigilância.   A Sinalização dos Extintores é Importante para:  Facilitar a localização. nas emergências e instruções quanto aos estilhaços do vidro. as classes de incêndio para as quais é adequado e a capacidade do aparelho. dificultando a falsificação. Sua localização não será permitida nas escadas (junto aos degraus) e nem em seus patamares.00 m.70 m do piso acabado e nem abaixo de 1.1 Selos e Adesivos O Selo de Conformidade possibilita saber se o extintor de incêndio é certificado. este selo reage à luz ultravioleta.50 m do piso acabado. Deve haver também dispositivo que auxilie o arrombamento da porta.      Logomarca do INMETRO. Lei 9. em moldura fixa com dispositivo de abertura para manutenção e deverão ter instruções afixadas na porta orientando como utilizar o equipamento. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 108 .

18. a sigla do fabricante. Além destes selos o extintor deve conter. manutenção e recarga em extintores de incêndio (NBR 12962) O principal objetivo desta norma é fixar as condições mínimas exigíveis para inspeção. e Identificação do Organismo de Certificação de Produto. e A validade do teste hidrostático. Curso da CIPA . o número de série. Nos extintores de pó químico.    A capacidade do extintor expressa em “kg” ou “L” e capacidade extintora. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 109 .  Identificação das classes de incêndio: Deve ser feita por um sistema de letra. entupidas). Lei 9. Nos extintores de CO2 a marcação deve ser feita na calota (próximo à válvula de disparo). manutenção e recarga em extintores de incêndio. trimestre/ano de fabricação e número da norma da ABNT. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. o selo de conformidade é substituído por um selo de cor azul esverdeada. efetuado por pessoal habilitado. Peso do extintor. atendendo às condições estabelecidas na NBR 7532/82 e NBR 7195/95. que se realiza no extintor de incêndio. com a finalidade de verificar se este permanece em condições originais de operação.Após ser submetido à manutenção. contendo:      Logomarca do INMETRO. Gatilho. O número da norma aplicável. espuma e de água a marcação deve ser feita na borda inferior. Pressão no manômetro (somente os que possuírem). de forma indelével.610/98. Data da realização da manutenção. mangueiras (cortadas.  Marcação: Todo extintor deve ter marcado no recipiente. figuras geométricas e cores. que é contada cinco anos após a data de fabricação. Suportes. Identificação da empresa que realizou a manutenção. 18.12.12 Inspeção.1 Inspeção A inspeção é um exame periódico. Número de série do selo. Os Adesivos devem conter:  Identificação do agente extintor: Devem ser fixados aos aparelhos adesivos indicando o agente extintor e sua classificação quanto ao tipo.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.      Selo de vedação. expressa em “semestre/ano”.

por outros originais. sendo rejeitadas as que apresentarem um dos eventos: a)crista danificada. c) francos desgastados. A manutenção de primeiro nível consiste em:  Limpeza dos componentes aparentes.  Controle de rosca visual.12. Existem 3 tipos de manutenção que são:  Manutenção de primeiro nível  Manutenção de segundo nível  Manutenção de terceiro nível ou vistoria Manutenção de primeiro nível Manutenção geralmente efetuada no ato da inspeção por pessoal habilitado.2 e 9. com a finalidade de manter suas condições originais de operação.  Pintura conforme o padrão estabelecido na NBR 7195 e colocação do quadro de instruções. da carga de cilindros carregados com dióxido de carbono. quando houver.3 da NBR 9654/1986.  Verificação das partes internas e externas.  Regulagem das válvulas de alívio e/ou reguladora de pressão.2 Manutenção Serviço efetuado no extintor de incêndio. bujão de segurança e tampa. conforme 8. não havendo necessidade de removê-lo para oficina especializada. 18.  Verificação da carga. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. no mínimo para as válvulas de descarga. quando necessária. quanto à existência de danos ou corrosão. que pode ser executada no local onde o extintor está instalado.  Substituição de componentes. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso . Curso da CIPA . Etiqueta onde são informadas data da recarga e reteste. quando necessário.  Verificação do indicador de pressão.  Colocação do quadro de instruções. após sua utilização ou quando requerido por uma inspeção. Manutenção de segundo nível Manutenção que requer execução de serviços com equipamento e local apropriados e por pessoal habilitado.  Limpeza de todos os componentes.  Conferência.  A manutenção de segundo nível consiste em:  Desmontagem completa do extintor. por pesagem.610/98.  Substituição ou colocação de componentes que não estejam submetidos à pressão por componentes originais.  Fixação dos componentes roscados (exceto roscas cônicas) com torque recomendado pelo fabricante.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 110 Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. b)falhas de filetes. Lei 9.  Reaperto de componentes roscados que não estejam submetidos à pressão.

Aos riscos constituídos por armazéns ou depósitos em que não haja processos de trabalho. Curso da CIPA . devem ser mantidos os graus e informados no quadro de instruções. definidas em suas respectivas normas de fabricação. mezanino. jirau ou risco isolado. utilizando-se normalmente a água como fluido. Obs: Ensaio hidrostático é aquele executado em alguns componentes do extintor de incêndio sujeitos à pressão permanente ou momentânea. Não são permitidas a substituição do tipo de agente extintor ou do gás expelente nem a alteração das pressões ou quantidades indicadas pelo fabricante. 18.610/98. galeria. incluindo a execução de ensaios hidrostáticos. etc. corrosão. com o auxílio de lupa com aumento de pelo menos 2. Colocação do lacre. identificando o executor. A recarga deve ser efetuada considerando-se as condições de preservação e manuseio do agente extintor recomendado pelo fabricante. serão permitidas as colocações de extintores em grupos. Permite-se a existência de apenas uma unidade extintora nos casos de área inferior a 50 2 m.   Verificação da existência de vazamento. Somente para os extintores de incêndio com capacidade extintora declarada originalmente pelo fabricante. obedece às exigências do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) informadas em sua publicação “Tarifa de Seguro-Incêndio do Brasil”. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 111 . em locais de fácil acesso.13 Distribuição dos Extintores A distribuição dos extintores de incêndio. em geral. Exame visual dos componentes de materiais plásticos. de preferência em mais de um grupo e próximo às portas de entrada e/ou saída.12. Manutenção de terceiro nível ou vistoria Processo de revisão total do extintor.5 vezes. O agente extintor utilizado na recarga deve ser certificado de acordo com as normas pertinentes. os quais não podem apresentar rachaduras ou fissuras. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. exposição a altas temperaturas. Os testes hidrostáticos são exigência da ABNT e devem ser feitos a intervalos regulares ou quando o extintor sofrer pancadas. Observações:    Será exigido o mínimo de duas unidades extintoras para cada pavimento.3 Recarga Reposição ou substituição da carga nominal de agente extintor e/ou expelente. Lei 9.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. 18. a não serem operações de carga ou descarga. que tem como principal objetivo avaliar a resistência do componente a pressões superiores à pressão normal de carregamento ou de funcionamento do extintor.

as pressões e vazões reais verificadas nos esguichos dos hidrantes mais desfavoráveis. distar mais de 15 m. independente do tipo de uso. não podendo. com os detalhes e especificações do sistema e apresentar planilha com os cálculos hidráulicos. fiquem bloqueados pelo fogo. Quando se tratar de conjunto de unidades isoladas.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. o Sistema Hidráulico Preventivo sob Comando ou Automatizado. pintados na cor branca. data do próximo teste hidrostático. devendo constar do projeto. no entanto. dentro de sua área de proteção. Devem ser instalados. deverá ser locado em planta baixa. de modo que seja permitida a manobra e substituição de qualquer peça. Em instalações de risco Médio ou Elevado. os extintores devem ser colocados de modo adequado à natureza do fogo a extinguir. tipo de manutenção sofrida. Os hidrantes devem ser dispostos de modo a evitar que. Obs: Todo extintor deverá possuir uma ficha de controle onde será registrada a vida do equipamento: número de fabricação. conforme o estabelecido no caminhamento. os hidrantes terão saída singela. enquanto nas edificações de risco Médio ou Elevado. desde que os hidrantes do pavimento assegurem a proteção. será computada a área do conjunto para efeito da exigência do Sistema Hidráulico Preventivo. os hidrantes devem ser sinalizados com um quadrado de cor amarela ou vermelha com 1 m de lado. Não haverá exigência de colocação de hidrantes de parede nos mezaninos e sobrelojas que possuam até 100 m² de área. agrupadas ou em blocos independentes com área inferior a 750 m². Em edificações com 4 ou mais pavimentos ou área total construída igual ou superior a 750 m². os hidrantes devem ser localizados tanto quanto possível afastados das paredes da edificação. terão saída dupla.Quando houver diversificação de riscos numa mesma edificação.610/98. dentro do abrigo de mangueiras. em caso de sinistro. Para as edificações de risco Leve. apresentado em esquema vertical ou isométrico. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 112 .14 Sistema Hidráulico Preventivo Segundo a NSCI (1994). preferencialmente. data da recarga. Curso da CIPA . será exigido Sistema Hidráulico Preventivo. etc. pintado no piso e com as bordas de 10 cm. Quando externos. Lei 9.15 Hidrantes Os hidrantes deverão sempre ocupar lugares de modo a se proceder a sua localização no menor tempo possível. marca. 18. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 18.

com um cano conectado a uma tubagem de água a pressão. misturando-se com o ar ambiente.Gases Liquefeitos de Petróleo O Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). O cano se fecha com uma tampa sujeita por uma cápsula de vidro recheada de um líquido cujo ponto de ebulição é a uma temperatura determinada (temperatura de disparo). formando uma mistura explosiva ou inflamável. Os sistemas de rociadores se diferenciam dos de água pulverizada em que o elemento que dispersa a água nestes últimos é uma boquilha desenhada para brindar um ângulo de neblina (daí o nome de pulverizada) que varia em função da aplicação que se lhe queira dar ao sistema de água pulverizada. aprovado e executado por uma companhia Curso da CIPA .  Não usar martelo ou objeto semelhante para apertar a válvula de abertura dos botijões.17 GLP . O GLP é muito volátil e se inflama com facilidade. que ademais não correspondem ao padrão de dispersão de água requerido por tais instalações. e em local de difícil ventilação o gás fica acumulado. Consiste numa armadura. devemos saber que o gás é mais pesado que o ar. é adicionado um produto químico que tem odor penetrante e característico (mecaptana. É incolor e inodoro e. O maior número de ocorrências de vazamentos se dá nos botijões de 13 kg. 18. etilmercaptan). a qual está sujeita contra um dispersor. sendo assim se deposita em lugares baixos.18.16 Rociador de incêndios Um Rociador de incêndios (em inglês Sprinkler) é um dispositivo para a extinção de incêndios. se for o caso. Quando se extinguiu. por isso é tão importando manter todo cuidado com o seu manuseio. mais conhecido como gás de cozinha. ferve o líquido e o vapor rompe a cápsula. devido a que são menos custosos e mais fáceis de manter do que um sistema de rociadores. o detector fecha a válvula e. mais facilmente encontrado nas residências onde normalmente. dependendo da proporção. A válvula de segurança se rompe a mais ou menos à 70°C. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. O uso mais comum destes sistemas de água pulverizada é o esfriamento das paredes de um tanque de armazenamento de líquidos inflamáveis. o risco de explosão é evidente. Existem outros automáticos. que em vez da cápsula estão conectados a um detector de incêndios o qual manda uma válvula automática que se abre quando o detector sabe de de um fogo. Quando se produz um incêndio. Em caso de vazamento. a tampa salta. Porém no botijão de 1 kg como não há válvula de segurança. Lei 9. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 113 . a abriria de novo se o fogo se reaviva. sai a água. é formado por vários hidrocarbonetos sendo os principais o propano e o butano. junto à mangueira.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. e choca contra o dispersor aspergindo a zona incendiada. o vazamento se dá na válvula de vedação. para que possamos identificá-lo caso ocorra vazamentos. O GLP oferece uma margem de segurança e o consumidor deve guiar-se pelas seguintes recomendações:  Somente instalar equipamento especializada no ramo.610/98.  Não abrir o gás para depois riscar o fósforo.

pois além de colocarmos nossas vidas em risco estamos colocando de outras pessoas. nunca com fogo (chama). deixando que o fogo continue no botijão. Para chegar perto do botijão.  Abandonar o local. 18.17.17. Ao constatar qualquer vazamento. em segurança. ao constatarmos vazamento (odor) de gás.  Durante a noite.2 Vazamento de Gás Com Fogo Quando constatado o principio de incêndio por vazamento de gás devemos agir da seguinte forma:  Não extinguir de imediato as chamas. Devemos fechar a válvula do botijão no escuro e em seguida ventilar o ambiente.  Ventilar o máximo possível a área.18 Prevenção de Incêndios.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.1 Vazamento de Gás Sem Fogo Quando constatado o vazamento de gás devemos agir da seguinte forma:  Desligar a chave geral da residência. se houver.  Levar o botijão de gás para um lugar mais ventilado possível. 18. Lei 9. a não ser que haja grandes possibilidades de propagação.  Em último caso. possam atuar em focos iniciais de incêndio. Curso da CIPA . desde que esta chave não esteja no ambiente com o vazamento. procurar extinguir a chama do botijão pelo método de abafamento. devemos tomar muito cuidado com vazamentos. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 114 .610/98.  Acionar o Corpo de Bombeiros no telefone 193. deve-se procurar ir o mais agachado possível para não correr o risco de se queimar. com um pano bem úmido. através de treinamento específico. Um dos grandes problemas com vazamento de gás é o perigo de explosões. 18. A prevenção de incêndios compreende toda uma série de cuidados e medidas que vão desde a distribuição de equipamentos para combate a incêndios até qualificar pessoas que habitam as edificações para que.  Verificar sempre a validade e condição da mangueira e registro. não devemos nunca acender a luz. e levar o botijão para um local bem ventilado. fazer o teste para verificar o local exato com espuma de sabão.  Apagar as chamas de outros objetos.

Os incêndios. riscos elétricos. como fusível tipo rolha. mesmo que provisoriamente. os perigos de brincadeiras com fogos de artifícios e balões. o mau contato e principalmente o curto-circuito. ou pior. Manter os materiais inflamáveis em local resguardado e à prova de fogo. onde as crianças devem ser instruídas sobre os riscos do fogo. Não utilizar chama ou aparelho de solda perto de materiais inflamáveis. conhecido popularmente como “T”. 18. que dimensiona tipos e números de pontos de corrente (tomadas) ou luz. algumas medidas devem ser tomadas como:  Manter as instalações em bom estado para evitar a sobrecarga. materiais nas escadas e corredores. Entre as normas de segurança estabelecidas por lei para as instalações prediais. na maioria das vezes. Quando na presença de uma sobrecarga este circuito não dimensionado para uma corrente de curto-circuito eleva-se em muito a temperatura. Observar as normas de segurança ao manipular produtos inflamáveis ou explosivos. prevenir incêndios é tão importante quanto saber apagá-los ou mesmo saber como agir corretamente no momento em que eles ocorrem. pois qualquer princípio de incêndio pode ser ocasionado por descargas de curto-circuito. Manter o local de trabalho em ordem e limpo. entre outros. Curso da CIPA . entre outros. Lei 9. pois é mais importante evitar incêndios do que apagá-los. Todos os trabalhadores devem estar sempre atentos às normas básicas de segurança contra incêndio para evitar acidentes. Colocar os materiais de limpeza em recipientes próprios e identificados. Evite o acúmulo de lixo em locais não apropriados. são decorrentes da falha humana. conforme suas características de consumo. Manter desobstruídas as áreas de escape e não deixar.1 Prevenção de Acidentes com Eletricidade. faça-o em quantidades mínimas. Qualquer edificação possui um projeto de circuito elétrico. disjuntor.18. estão a conservação e a manutenção das instalações elétricas.  Nunca substituir fusíveis ou disjuntores por ligações diretas com arames ou moedas. Para evitar acidentes com eletricidade que possam levar a um incêndio. para evitarmos o máximo à ocorrência de incêndios devem ser tomados alguns cuidados como:           Respeitar as proibições de fumar no ambiente de trabalho. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Não acender fósforos. iniciando o processo de fusão do fio. Prevenir é a palavra de ordem e todos devem colaborar. A consciência de prevenção de incêndios deve partir do lar. armazenando-os sempre na posição vertical e na embalagem. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso . nem isqueiros ou ligar aparelhos celulares em locais sinalizados.A prevenção é o conjunto de medidas que visam evitar que o acidente aconteça. Por este motivo cuidado com a utilização de multiplicador de tomadas. Existem vários tipos de sistemas de proteção das instalações elétricas.610/98.  Revisar periodicamente toda a instalação elétrica  Não usar tomadas e fios em mau estado ou de bitola inferior à recomendada. riscos dos produtos químicos domésticos. Ao utilizar materiais inflamáveis.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 115 Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. o início de um incêndio. Todos devem estar funcionando perfeitamente.

 Após utilizar uma fogueira na mata. nesses casos é recomendado:  Manter a calma.  Verificar antes da saída do trabalho.  Tenha cuidado com bolas (balões) de gás para crianças. vídeo e forno de micro-ondas) não se encontram vedados por panos decorativos.18. etc. Não sobrecarregar as instalações elétricas com vários utensílios ao mesmo tempo. Lei 9. pois os fios esquentam e podem ocasionar um incêndio. 18. velas acesas e aquecedores perto de cortinas. muitas vezes cheias com hidrogênio. Curso da CIPA . papéis e outros materiais combustíveis. jogue água na mesma e cubra com areia. cobertas. camping. Em caso de incêndio. podem explodir acidentalmente em suas mãos. em casos onde o principio de incêndio não foi combatido. como estufas.  Não solte fogos de artifício. elas não terão como fugir. gasolina. ar condicionado. se não há nenhum equipamento elétrico ligado. nos ralos.   Não cobrir fios elétricos com o tapete.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. desligue a chave elétrica principal. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 116 . próximo a áreas de circulação de pessoas e sim guardados em recintos fechados.  Pregos ou grampos usados para prender os fios elétricos a paredes ou rodapés podem causar danos e provocar incêndios ou perigo de choque.  Não avive chamas de churrasqueiras e braseiros jogando álcool ou outros inflamáveis. exaustores. podem causar acúmulo de gases provocando explosões.  Não fume perto de bolas de gás. Utilize fitas nas paredes ou chão em vez de pregos ou grampos  Observe se os orifícios e grades de ventilação dos eletrodomésticos (como T. ou outra emergência.. evitando o pânico. Não deixe lâmpadas. álcool. 18.  Grande quantidade de papéis.19 Instruções Gerais em Caso de Incêndios Por mais que tentemos prevenir.  Não solte balões. eles podem provocar grandes incêndios.V. mutilandoas ou queimando-as. etc.. dentre outros. etc.610/98.  Não fume na cama. papelões e outros materiais de fácil combustão não devem ser estocados em locais abertos. pode causar explosões e várias queimaduras.2 Outras medidas de prevenção  Jamais deixe crianças trancadas ao sair de casa.  Não jogue inflamáveis. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. iniciará um incêndio. correrias e gritarias.  Se a casa ficar desocupada por um período prolongado. pois o fumante pode adormecer e o cigarro provocar um incêndio. incêndios podem acontecer num instante.

Tire apenas a gravata ou roupas de nylon.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. seguindo à risca as suas orientações. Ao abandonar um compartimento. se for o caso. mantendo a porta umedecida pelo lado interno e vedada com toalha ou papel molhados. Aguarde outras instruções do Corpo de Bombeiros. bem próximo ao chão. sapatos ou botas. usar um lenço como máscara (se possível molhado). No caso de ter que atravessar uma barreira de fogo. 18. Não suba. cobrindo o nariz e a boca. confinando o local do sinistro. Ande. 18. Existindo muita fumaça no ambiente ou local atingido. ou telefonar para o ramal de emergência. Armar as mangueiras para a extinção do fogo.19. Usar extintores ou os meios disponíveis para apagar ou passar pelo fogo. Lei 9.19. Acionar o botão de alarme mais próximo. Mantenha-se agachado.1 Em caso de confinamento pelo fogo       Procure sair dos lugares onde haja muita fumaça. molhe um lenço e amarre-o junto à boca e ao nariz e atravesse o mais rápido que puder. Fechar portas e janelas.2 Em caso de evacuação do local     Seja qual for a emergência. procure sempre descer pelas escadas. quando não se conseguir a extinção do fogo. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 117 . Para se proteger do calor irradiado pelo fogo. Indique sua posição no edifício acenando para o Corpo de Bombeiros com um lenço. pois elas protegem seu corpo e retardam a desidratação. roupas e sapatos. Facilitar a operação dos membros da Equipe de Emergência para o abandono. Em situações críticas feche-se no banheiro. Não fique no peitoril antes de haver condições de salvamento. evitando quedas. Curso da CIPA . desligando o quadro de luz ou o equipamento da tomada. que podem ser fatais. Não corra nem salte. Com queimaduras ou asfixias.610/98. Não tire as roupas. fechar a porta atrás de si (sem trancar) e não voltar ao local. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. manter molhadas as roupas. Comunicar o fato à chefia da área envolvida ou ao responsável do mesmo prédio. proporcionadas pelo Corpo de Bombeiros. sempre que possível. encharque uma cortina e enrole-se nela. molhe todo o corpo. não corra. nunca utilizar os elevadores. o homem ainda pode salvar–se. onde o calor é menor e ainda existe oxigênio. Isolar os materiais combustíveis e proteger os equipamentos. cabelos.            Acionar o Corpo de Bombeiros no telefone 193.

Não respire pela boca. por qualquer motivo. Levar junto com você visitantes. mulheres grávidas e outros). Ao descer escadarias. Tire apenas a gravata ou roupas de nylon. jogue–se no chão e role lentamente. qualquer tipo de irregularidade. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 118 . Curso da CIPA . que podem ser fatais.610/98.         Ajudar o pessoal incapacitado a sair. Com queimaduras ou asfixias. dispensando especial atenção àqueles que. Não corra nem salte. Não suba.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. retire sapatos de salto alto e meias escorregadias. adotadas na Empresa. Se suas roupas se incendiarem. quando não puder controlá-los. procure sempre descer pelas escadas. não estiverem em condições de acompanhar o ritmo de saída (deficientes físicos. Conheça e pratique as Normas de Proteção e Combate ao Princípio de Incêndio. inclusive as rotas de fuga.20 Deveres e Obrigações     Procure conhecer todas as saídas que existem no seu local de trabalho. somente pelo nariz. Comunique imediatamente aos membros da Equipe de Emergência. quando necessário e possível. Não tire as roupas. Lei 9. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Elas se apagarão por abafamento. o homem ainda pode salvar–se. Sair da frente de grupos em pânico. 18. evitando quedas. pois elas protegem seu corpo e retardam a desidratação. Participe ativamente dos treinamentos teóricos. práticos e reciclagens que lhe forem ministrados.

Prestar os primeiros socorros é uma atitude humana. por mais que se aparelhem hospitais e prontos-socorros. muita coisa pode acontecer. bem como não ocasionar outras lesões ou agravar as já existentes. as únicas pessoas presentes são as que foram envolvidas no acidente e as que estavam ou passaram pelo local. com a utilização de técnicas simples. pois pode manter a vítima viva até a chegada do socorro adequado. nem todos os acidentes podem ser evitados porque nem todas as causas podem ser controladas. A prestação dos Primeiros Socorros depende de conhecimentos básicos. Nesse tempo. que requer coragem e o conhecimento das técnicas adequado capazes de auxiliar numa emergência. Acionar corretamente um serviço de emergência local. Somente a equipe especializada é composta por socorristas. Primeiros Socorros são as primeiras providências tomadas no local do acidente. ou se criem os Serviços de Resgate e SAMUs – Serviços de Atendimento Móvel de Urgência – sempre vai haver um tempo até a chegada do atendimento profissional. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 119 . teóricos e práticos por parte de quem os está aplicando-o. As providências a serem tomadas inicialmente são:    Uma rápida avaliação da cena e vítima. até a chegada de um socorro profissional. Mas não se esqueça de que você. Salientamos que o curso de primeiro socorros é bem amplo e especifico. o objetivo de substituir um curso de primeiros socorros. Apesar das medidas de segurança comumente adotadas no ambiente de trabalho e dos cuidados que as pessoas têm com suas próprias vidas. para assim auxiliar ou até mesmo não agravar mais o estado da vitima. Mas. Esta função é importante. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Por isso é fundamental que as pessoas tenham um curso especifico de primeiros socorros. ou seja. A pessoa que presta os primeiros socorros em casos de acidentes ou mal súbitos deve ter noções de primeiros socorros. não tendo este modulo (NR-05). É comum que as pessoas sintam-se incomodadas e até não gostem de socorrer uma pessoa estranha. tolerância. Lei 9. ou que um desmaio resulte na morte do acidentado.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. parentes ou amigos também podem ser vítimas de acidentes ou de um mal súbito. o que requer a presença de pessoas treinadas para atuar de forma rápida. Aliviar as condições que ameacem a vida ou que possam agravar o quadro da vítima.19 PRIMEIROS SOCORROS O curso da NR-05 por se tratar da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. É o atendimento inicial e temporário. Geralmente presta-se atendimento no próprio local. calma e ter grande capacidade de improvisação. A pessoa que presta os primeiros socorros deve agir com bom senso. O socorro imediato evita que um ferimento se agrave ou que uma simples fratura se complique. pois somente com um curso completo e especifico de primeiros socorros a pessoa terá o conhecimento profundo das técnicas para diversas situações que podem ocorrer no dia-a-dia. Cada vez se investe mais na prevenção e no atendimento às vítimas. Assim. tem os primeiros socorros de um modo geral. socorrista é a pessoa que esta preparada. Curso da CIPA . treinada e habilitada a fazer os primeiros socorros e transporte de acidentados. não sendo especifico para um determinado seguimento.610/98. os riscos de acidente fazem parte do nosso cotidiano. Nesses minutos.

panos ou outros utensílios que estejam disponíveis.610/98. procurando acalmá-la e. analisando a existência de riscos. colocar um curativo num ferimento ou levar uma pessoa ferida para o hospital. Lembre-se Primeiro você. Somente depois de assegurar-se da segurança da cena é que a pessoa deve ser aproximar da vítima para prestar assistência. tranquilizar os que estão assustados ou em pânico. procure por alguém que o auxilie no atendimento e. secreções ou por produtos tóxicos. em seguida. SAMU e bombeiros. avaliar suas condições enquanto conversa com ela. óculos. Se você não tiver condições emocionais de prestar socorro direto à vítima.1 Procedimentos Gerais Um atendimento adequado depende antes de tudo de uma rápida avaliação da situação. que indicará das prioridades. A pessoa que esta preparada e treinada. colisões. deve procurar passar o máximo de informações.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. deve-se interagir com a vítima. executadas por qualquer pessoa treinada. Não deixe uma pessoa acidentada sem uma palavra de apoio nem um gesto de solidariedade. Lei 9. agressões entre outros. O conhecimento e a aplicação dos primeiros socorros têm como objetivo fundamental salvar vidas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 120 . Não adianta tentar ajudar e. Antes de examinar a vítima. ambulâncias. para garantir a vida. ponto de referencia. idade aproximada. pegar na mão de alguém que está ferido. depois sua equipe e por ultimo a Vítima. Ao pedir ajuda. eletrocussão. Na ausência desses dispositivos. sexo da vitima. proporcionar bem-estar e evitar agravamento das lesões existentes. deve fazer uma observação detalhada da cena. fora do ambiente hospitalar. máscaras entre outros. certificando-se de que o local onde se encontra a vítima está seguro. nem deixe de adotar os procedimentos cabíveis. a pessoa deve se proteger para evitar riscos de contaminação através do contato com sangue. até um simples ato de chamar assistência especializada como. tipo de acidente e numero de vitimas. acione os serviços especializados: médicos. Uma vez definida e analisada a situação. Existem várias maneiras de ajudar em um acidente. luvas. ao mesmo tempo. atropelamentos.Os Primeiros Socorros ou socorro básico de urgência são as medidas iniciais e imediatas dedicadas à vítima. em vez disso se tornar mais uma vítima. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. afogamento. ambulância e bombeiros. vale o improviso com sacos plásticos. como desabamentos. Por isso é importante a utilização de kits de primeiros socorros como. é de suma importância para o atendimento adequado. como endereço do acidente. SAMU). dar um pouco de si. 19. Significa chamar a equipe especializada (Bombeiros. a ação deve ser dirigida para:  Pedido de ajuda qualificada e especializada  Avaliação das vias áreas  Avaliação da respiração e dos batimentos cardíacos  Prevenção do estado de choque  Aplicação de tratamento adequado para as lesões menos graves  Preparação da vítima para remoção segura  Providencias para transporte e tratamento médico (dependendo das condições) Curso da CIPA . Prestar os primeiros socorros não significa somente fazer respiração artificial. Sempre que possível.

se a omissão resulta lesão corporal ou de natureza grave. a omissão de socorro constitui crime previsto no Artigo 135. Parágrafo único – A pena é aumentada de metade. bem como inclui um conteúdo básico de treinamento para os trabalhadores que venham a ser autorizados a intervir em instalações elétricas. improvisando se necessário. ou pedir. Por isso. mas não precipitado Usar bom senso. Atender a vítima em local seguro (remove-la do local se houver risco de explosão.19.1 Princípios para os Primeiros Socorros:               Agir com calma e confiança – evitar o pânico Ser rápido. o artigo 181 prescreve a necessidade dos que trabalham com eletricidade de conhecerem os métodos de socorro a acidentados por choque elétrico. Na CLT. Curso da CIPA .2. se resulta a morte. sabendo reconhecer suas limitações Usar criatividade para improvisação Demonstrar tranquilidade. dando ao acidentado segurança Se houver condições solicitar ajuda de alguém do mesmo sexo da vítima Manter sua atenção voltada para a vítima quando estiver interrogando-a Falar de modo claro e objetivo Aguardar a resposta da vítima Não atropelar com muitas perguntas Explicar o procedimento antes de executá-lo Responder honestamente as perguntas que a vítima fizer Usar luvas descartáveis e dispositivos boca-máscara. 135 – Deixar de prestar assistência. em seu item 10. nesses casos.2 Legislação Sobre o Ato de Prestar Socorro Devido à importância do ato de prestar socorro. o socorro da autoridade pública. 19.1. 181 – Os que trabalham em serviços de eletricidade ou instalações elétricas devem estar familiarizados com os métodos de socorro a acidentados por choque elétrico. para proteção contra doenças de transmissão respiratória e por sangue.Art. Código penal . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 121 . há artigos específicos na legislação brasileira acerca do assunto.610/98. reforça. à criança abandonada ou extraviada. todo indivíduo tem o dever de ajudar um acidentado ou chamar o serviço especializado para atendê-lo.Art.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. desabamento ou incêndio). e triplicada. por exemplo. ou à pessoa inválida ou ferida. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. CLT .12. ou multa. a NR-10 ao tratar de situações de emergência. uma exigência. quando possível fazê-lo sem risco pessoal. ao desamparo ou em grave e iminente perigo. Pena – detenção de 1 (um) a 6 (seis) meses. Para o Código Penal Brasileiro. Lei 9.

129 . 135 deixar de prestar assistência. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 122 .1 Aspectos Legais Durante uma emergência. nesses casos. Pena . a criança abandonada ou extraviada. Omissão de socorro: Art.2 código penal art. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. visto que deixar de prestar socorro como no item 18. 135. cujo sacrifício nas circunstancias. Parágrafo 1º Não pode alegar estado de necessidade quem tinha o dever legal de enfrentar o perigo. Curso da CIPA . ou a pessoa inválida ou ferida. Esta assistência vai desde chamar o serviço especializado. Parágrafo 3º .Considera-se em estado de necessidade quem pratica o fato para salvar de perigo atual. Parágrafo 2º Embora reconheça que era razoável exigir-se o sacrifício do direito ameaçado.610/98. cujo sujeito ativo pode ser qualquer pessoa. Lesões corporais Art.2. ao desamparo ou em grave e iminente perigo.Ofender a integridade corporal ou saúde de outrem. que não provocou por sua vontade.Se o homicídio é culposo. Por outro lado o Art. nem podia de outro modo evitar direito próprio ou alheio.19.Matar alguém.Não há crime quando o agente pratica o fato.Detenção de um a três anos.Detenção de um a três anos. 121 . 129 não permite ofender a integridade corporal ou saúde de outrem. As questões jurídicas em relação aos Primeiros Socorros são bem complexas. IEm estado de necessidade. Pena . Pena . ou não pedir. Nulidade do crime Art. o socorro da autoridade pública. Exposição ao perigo Art. até de fato iniciar os Primeiros Socorros. a omissão de socorro é crime. quando possível fazê-lo sem risco pessoal. Lei 9. 20 . o Juiz pode reduzir a pena de um a dois terços. II Em legítima defesa. 132 Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e eminente. mesmo que não tenha o deve jurídico de prestar assistência. por tanto comentaremos os principais tópicos penais que podem ser de interesse.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. III Em estrito cumprimento de dever legal ou no exercício regular de direito Estado de necessidade Art. 19 . as pessoas podem se deparar com questões jurídicas.Reclusão de seis a vinte anos. não era razoável exigir-se. Homicídio simples Art.

Em casos de alta voltagem. Os choques causados por correntes elétricas residenciais.5 Choques Elétricos Com o avanço da tecnologia cada vez mais estamos circulados por máquinas. Uma coisa é certa. preparada e treinada para iniciar os procedimentos de primeiros socorros.  Isolar o local.Por este motivo a pessoa deve estar muito confiante. para avaliar a melhor forma de manter a vítima viva. geralmente. aparelhos e equipamentos eletrônicos. apesar de apresentarem riscos menores. para proteger vítimas e demais pessoas. no trabalho e no carro uma caixa de primeiros socorros. Rolos de atadura de crepe ou de gaze (tamanhos diversos) Esparadrapo Tesoura de ponta arredondada Pinça Soro fisiológico ou água bidestilada Luvas de látex Lanterna 19. fazendo uma triagem rápida das vítimas para que as mais graves possam ser removidas primeiro. Lei 9. para que no caso de algum inconveniente você esteja preparado. às vezes levando até a morte. sempre se deve chamar o serviço especializado e prestar uma assistência psicológica para a vítima quando não estamos preparados para iniciarmos manobras complexas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 123 .  Retirar as vítimas que estejam em local instável  Determinar as prioridades de atendimento.4 Caixa de Primeiros Socorros É importantíssimo e recomendável ter em casa. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. defesa cível. 19. Por isso as ocorrências de choques elétricos se tronam mais frequentes. Há alguns itens necessários para uma caixa de primeiros socorros como:         Compressas de gaze (preferencialmente esterilizadas).  Providencias o transporte de forma adequada para não complicar as lesões 19. Curso da CIPA . os choques podem ser fortes e provocar queimaduras graves. o atendimento é muito confuso.  Determinar locais diferentes para a chegada dos recursos e saída das vítimas. por serem de baixa voltagem. pois em alguns casos também podem levar a morte.610/98. Ao se deparar com uma urgência coletiva. utilizando de bom senso sempre. deve tomar as seguintes medidas:  Providenciar comunicação imediata com os serviços de saúde.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. bombeiros e polícia.3 Urgências Coletivas Acidentes em locais onde há aglomeração de pessoas costuma envolver um grande número de vitimas e nesses casos. também merecem atenção e cuidado.

respiração e pulsação). por isso. verifique se ocorreu alguma queimadura. a vítima pode ficar presa ou ser violentamente projetada à distância.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. indicando o local exato do acidente.5. dependendo da corrente elétrica. Em algumas vezes. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Para atender uma vítima de choque elétrico devemos seguir alguns passos básicos como:     Realizar avaliação primária (grau de consciência. por exemplo. nos cabos elétricos que vemos nas ruas.  Contrações musculares fracas que poderão tornar-se fortes e dolorosas. cinto de couro. tirando-o da tomada ou até mesmo desligando a chave geral.1 Procedimentos para choque elétrico Como visto anteriormente. Se a pessoa que irá prestar os primeiros socorros tocar na vitima. geralmente. a corrente também irá atingi-la. No acidente elétrico. aja imediatamente. os bombeiros ou a policia. Deite a vítima e flexione a cabeça dela para trás. 19. você certamente poderá evitar novos acidentes. caso não seja possível. aplicando massagem cardíaca. de modo a facilitar a respiração. Caso esteja respirando normalmente e com batimentos cardíacos. além de poder sofrer arritmias cardíacas se a corrente elétrica passar pelo coração.  Inconsciência.Em um acidente que envolva eletricidade. antes de tudo é necessário desligar o aparelho. Dependendo das condições da vítima e das características da corrente elétrica o acidentado pode apresentar:  Sensação de formigamento. quando ocorre algum choque envolvido esses cabos. As correntes de alta tensão se localizam. sendo a distância mínima recomendada de quatro metros. nem tente ajudá-la antes de a corrente elétrica ser desligada. deve-se desligar a corrente elétrica. somente pessoas autorizadas ou da central elétrica pode desligá-los. antes de tocar a vítima. Nesse caso. Depois prestar os primeiros socorros. cuidando delas de acordo com o grau de extensão que tenha atingido. a vítima que leva o choque fica presa no equipamento ou fios elétrico. Curso da CIPA . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 124 . luvas. Lei 9.  Traumatismos como fraturas e rotura de órgãos internos. entre em contato com a central.  Queimaduras. Lembre-se: não deixe que ninguém se aproxime da vítima. a rapidez no atendimento é fundamental. isso pode ser fatal. A vítima de choque elétrico às vezes apresenta no corpo queimaduras nos lugares percorridos pela corrente elétrica. borracha grossa.610/98. Se constatar parada cardiorrespiratória. separar a vítima do contato utilizando qualquer material que não seja condutor de eletricidade como: um pedaço de madeira.  Alteração do ritmo cardíaco ou parada cardíaca. somente depois de desligada é que você deverá prestar socorro. providencie assistência médica imediata. Procedendo dessa maneira. há morte instantânea.  Dificuldade respiratória ou parada respiratória.

6. As pulsações cardíacas indicam a frequência e a força com que o coração está enviando o sangue para o corpo. um dos riscos indiretos em trabalhar com eletricidade.PCR A parada cardiorrespiratória é a parada dos movimentos cardíacos e respiratórios. a pessoa pára de respirar ou sofre uma asfixia. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. ou seja. pois pode ocorrer uma parada cardíaca simultaneamente. essa ultima pode ocorrer em ambientes confinados. pode parar os batimentos do coração.2 Parada Cardíaca Ocorrendo uma parada respiratória temos que ficar atentos. 19. é a ausência das funções vitais. Há um modo bem simples para perceber os movimentos respiratórios da vitima. soterramento.19.610/98. A ocorrência isolada de uma delas só existe em curto espaço de tempo. Curso da CIPA . estas pulsações seguem sempre o mesmo ritmo e força em situações normais. A parada respiratória pode correr por diversas situações como afogamento. chegando bem próximo da boca e do nariz da vítima e verificar:  Se o tórax se expande  Se há algum ruído de respiração  Sentir na sua própria face se há saída de ar Sinais de Parada Respiratória    Inconsciência Tórax imóvel Ausência de saída de ar pelas vias aterias (nariz e boca) 19. Lei 9. A parada cardiorrespiratória leva à morte no período de 3 a 5 minutos.1 Parada Respiratória Como sabemos o ser humano não vive sem o ar (oxigênio). Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 125 . movimentos respiratórios e batimentos cardíacos.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. quando ocorre por alguma razão uma parada respiratória.6 Parada Cardiorrespiratória .6. ou seja. choque elétrico entre outros. a parada de uma acarreta a parada da outra. aspiração excessiva de gases venenosos ou vapores químicos. sufocação. presença de corpo estranhos na garganta.

19. Quando ficar com dúvida ou não conseguir verificar as pulsações.Boca ( Respiração) ou Boa respiração  C . A iniciação deve começar com o ABC da vida. em seguida. denominadas carótidas. que consiste em avaliar:  A . Lei 9. deve-se observar se a vítima apresenta algum sinal de circulação como:  Respiração  Tosse ou emissão de som  Movimentação Em casos onde esses sinais não são evidentes. Quando ocorre uma ausência de pulsação nessas artérias é um dos sinais mais evidentes que ocorreu uma parada cardíaca.610/98. panos ou sacos plásticos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 126 .Porém quando isso não ocorre. pode estar havendo um problema com a circulação do sangue. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Após confirmação do estado de inconsciência a prioridade é pedir auxilio qualificado. deve-se considerar que a vítima esta sem circulação e iniciar as compressões torácicas. usar os dispositivos de proteção possíveis ou improvisados como.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. ou seja. Sinais de Parada Cardíaca    Inconsciência Ausência de pulsação (batimentos cardíacos) Ausência de som de batimentos cardíacos Para verificar as pulsações é necessário senti-las nas artérias principais que passam pelo corpo.Circulação Curso da CIPA . as mais utilizadas é a que passam pelo pescoço.6. Lembre-se antes de avaliar as condições da vítima.3 Procedimentos para Parada Cardiorrespiratória Primeiramente deve-se verificar a segurança do local. pode estar havendo uma parada cardíaca.Vias Aérias  B . luvas. deve falar com a vítima buscando saber se ela esta consciente ou não.

essa manobra reposicionará corretamente a língua. mas a principal causa de obstrução é a “queda da língua”. Curso da CIPA . secreções e corpos estranhos. para retirar esta secreção deve-se virar a cabeça junto com o corpo (sendo necessários três socorristas ou pessoas treinadas). Colocar uma das mãos sobre a testa da vítima e com a outra elevar o queixo. ou seja mantendo a cabeça e o pescoço em uma posição neutra abrindo somente a boca da vítima.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. que consiste simplesmente no posicionamento dos dedos bilateralmente por detrás dos ângulos da mandíbula do paciente. ela deverá ser tratada com a Reanimação cardiopulmonar (RCP). excesso de secreção. pontes dentárias. Na obstrução por presença de sangue ou secreção. é necessário proteger a coluna cervical (pescoço). Quando a pessoa esta inconsciente. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 127 . deve-se limpar a boca e nariz da vítima com um pano limpo e virar sua cabeça para o lado facilitando a saída do liquido.3. o relaxamento da musculatura do maxilar faz com que a língua caia para trás.1 Obstrução das Vias Aéreas A obstrução das vias aéreas é uma das principais causas de morte em pessoas inconscientes. seguido do deslocamento destes para frente. dentes soltos etc. agressão entre outros fatores. desobstruindo as vias aéreas. as vias aéreas podem estar obstruídas por várias maneiras como.610/98. impedindo a passagem do ar.Caso se confirme uma parada cardiorrespiratória (PCR). 19. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Em caso de presença de secreção com suspeita de traumatismo. Em casos de suspeitas de a vítima ter sofrido algum tipo de traumatismo. O que fazer em casos de obstrução      Remover dentadura. Lei 9. por queda acidente de transito.6. A manobra a ser aplicada é a de “elevação modificada da mandíbula”. sangue. mantendo assim a coluna cervical alinhada.

Até então no Brasil 95% dos que sofreram ataque repentino. leigos não precisam fazer respiração boca a boca. órgão americano que divulgou as novas normas. Segundo a AHA (American Heart Association).4 Reanimação Cardiopulmonar (RCP). Já ao receber a massagem.A pessoa que presta os primeiros socorros deve ver. as chances de sucesso de uma pessoa que faz a massagem cardíaca corretamente são praticamente as mesmas de quem opta pela massagem e respiração artificial.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. além de contar com a vantagem de se ganhar tempo – essencial no processo. além de possuir os equipamentos de proteção necessários. Lei 9. morreram antes de chegar ao hospital. Se os procedimentos de obstrução das Vias Aéreas. ATENDIMENTO LESÃO CEREBRAL Até 4 minutos De 4 a 6 minutos Em mais de 6 minutos Improvável Provável Muito provável 19. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. que sabem fazê-la com a qualidade e agilidade adequada. essa nova regra começou a valer a partir de 2010. ouvir e sentir a respiração. será necessário a reanimação cardiopulmonar (RCP). Em parada cardiorrespiratória o tempo é fundamental. Pela nova norma. não foram suficientes para a vítima retornar a respirar. pois dependendo do tempo pode levar a vítima a ter lesão cerebral. caso a vitima esteja respirando deverá avaliar a pulsação. Nova regra de ressuscitação dá prioridade à massagem cardíaca. a chance aumenta para quase 50% até a chegada da equipe de socorro. a respiração artificial deve ainda ser padrão para os profissionais de saúde.610/98.6. a chance de ela sobreviver não passa de 15%. Pesquisas americanas recentes mostram que a massagem aumenta em três vezes as chances de vida. Curso da CIPA . Se a vítima da parada cardíaca não receber nenhuma ajuda em até oito minutos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 128 . ou até mesmo a vitima não apresenta pulsação. que assumirá o trabalho. A mudança se deu com o intuito de facilitar o processo e impedir que pessoas desistam de fazê-lo pelo receio de encostar sua boca na boca de desconhecidos.

19.6.5 Modo de fazer a massagem cardíaca:
A massagem cardíaca deve ser realizada no meio do peito (entre os dois mamilos), com o
movimento das mãos entrelaçadas (uma em cima da outra) sob braços retos, que devem fazer ao
menos cem movimentos de compressão por minuto, de forma rápida e forte.

Os movimentos servem para retomar a circulação do sangue e, consequentemente de
oxigênio, para o coração e o cérebro, interrompida quando o coração para. Não espere mais de dez
segundos para começar a compressão e a faça até o resgate chegar, sem qualquer interrupção.
Como demanda esforço físico, tente revezar com outra pessoa, de forma coordenada, se
puder
Procedimentos.



Realizar somente quando tiver certeza de que o coração da vítima parou
Colocar a vítima sobre uma superfície rígida
Ajoelhar-se ao lado da vítima
Entrelaçar os seus dedos, estendendo-os de forma que não toquem no meio do peito
da vítima (entre os dois mamilos).



Posicionar seus ombros diretamente acima de suas mãos sobre o peito da vítima
Manter os braços retos e os cotovelos estendidos
Pressionar o osso esterno para baixo, aproximadamente 5 centímetros;

Fazer as compressões uniformemente e com ritmo;

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Faça até o resgate chegar, sem qualquer interrupção
Durante as compressões, flexionar o tronco ao invés dos joelhos
Evitar que os seus dedos apertem o peito da vítima durante as compressões.

ATENÇÃO: As manobras de Primeiros Socorros sempre são reformuladas sendo necessário
o aluno sempre estar buscando se atualizar.

19.7 Estado de Choque
As principais causas do estado de choque são: hemorragias e queimaduras graves, choque
elétrico, ataque cardíaco, dor intensa de qualquer origem, infecção grave e envenenamento por
produtos químicos.
O estado de choque é um complexo grupo de síndromes cardiovasculares agudas que não
possui, uma definição única que compreenda todas as suas diversas causas e origens.
Didaticamente, o estado de choque se dá quando há mal funcionamento entre o coração, vasos
sanguíneos (artérias ou veias) e o sangue, instalando-se um desequilíbrio no organismo.
O estado de choque se caracteriza pela falta de circulação e oxigenação dos tecidos do
corpo, provocada pela diminuição do volume de sangue ou pela deficiência do sistema
cardiovascular.
O estado de choque põe em risco a vida da vítima, sendo assim uma grave emergência
médica. O correto atendimento exige ação rápida e imediata.
19.7.1 Sinais e sintomas
O estado de choque pode se manifestar de diferentes formas. A vítima pode apresentar
diversos sinais de sintomas ou apenas alguns deles, dependendo da intensidade em cada caso. O
quadro clínico, portanto, é praticamente o mesmo, não importando a causa que desencadeou o
estado de choque.
A vítima de estado de choque ou na iminência de entrar em choque apresenta geralmente os
seguintes sintomas:












Pele pálida, úmida, pegajosa e fria. Cianose (arroxeamento) de extremidades, orelhas,
lábios e pontas dos dedos.
Suor intenso na testa e palmas das mãos.
Fraqueza geral.
Pulso rápido e fraco.
Sensação de frio, pele fria e calafrios.
Respiração rápida, curta, irregular ou muito difícil.
Expressão de ansiedade ou olhar indiferente e profundo, com pupilas dilatadas,
agitação.
Medo (ansiedade).
Sede intensa.
Visão nublada.
Náuseas e vômitos.
Respostas insatisfatórias a estímulos externos.
Perda total ou parcial de consciência.
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Taquicardia
Queda de pressão arterial
Tonturas e calafrios

19.7.2 Providencias a serem tomadas
Algumas providências podem ser tomadas para evitar o estado de choque. Mas infelizmente
não há muitos procedimentos de primeiros socorros a serem tomados para tirar a vítima do choque.
Deitar a Vitima

A primeira atitude é tentar acalmar a vítima que esteja consciente.
Vítima deve ser deitada de costas, com as pernas elevadas (30cm) e a cabeça virada
para o lado, evitando assim, caso ela vomite, que aspire podendo provocar
pneumonia. (caso não houver suspeita de lesão ou fraturas na coluna)
 No caso de ferimentos no tórax que dificultem a respiração ou de ferimento na cabeça,
os membros inferiores não devem ser elevados.
 Afrouxar as roupas da vítima no pescoço, peito e cintura, para facilitar a respiração e a
circulação
 Verificar se há presença de prótese dentária, objetos ou alimento na boca e os retirar.
No caso de a vítima estar inconsciente, ou se estiver consciente, mas sangrando pela boca
ou nariz, deitá-la na posição lateral de segurança (PLS), para evitar asfixia, conforme demonstrado
na Figura.

Obs: se a vitima sofreu alguma lesão grave que possa ter causado algum dando na coluna a
vitima não deve ser movimentada.
Respiração
Verificar quase que simultaneamente se a vítima respira. Deve-se estar preparado para iniciar
a reanimação cardiopulmonar, caso a vítima pare de respirar.

Pulso
Enquanto as providências já indicadas são executadas, observar o pulso da vítima. No
choque o pulso da vítima apresenta-se rápido e fraco (taquisfigmia).
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ajudando assim a avaliar a gravidade de uma queimadura. que podem atingir graves proporções de perigo para a vida ou para a integridade da pessoa. A vítima vai necessitar de tratamento complexo que só pode ser feito por profissionais e recursos especiais para intervir nestes casos. Permanecer em vigilância junto à vítima para dar-lhe segurança e para monitorar alterações em seu estado físico e de consciência. Se for preciso. aumentando ou reduzindo a temperatura. Tranquilizar a Vítima Se o socorro médico estiver demorando. podem causar lesões diferenciadas no corpo humano. radiação e produtos químicos. 19. extensão e grau de profundidade. é o resultado de vários agentes que atuam como fatores internos ou externos. O contato com chamas e substancias superaquecidas.Conforto Dependendo do estado geral e da existência ou não de fratura. A temperatura do corpo humano.1 Queimaduras Queimaduras são lesões provocadas pela temperatura. e os contatos com gases. a exposição excessiva ao sol e até mesmo à temperatura ambiente muito elevada. Mecanismos homeostáticos internos atuam para manter a vida com a constância da temperatura corporal dentro de valores ideais para a atividade celular. mantendo-a calma sem demonstrar apreensão quanto ao seu estado.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.4 e 40. Atenção: Em todos os casos de reconhecimento dos sinais e sintomas de estado de choque.8 Distúrbios causados pela Temperatura A temperatura.610/98. como uma lona ou casacos.0C. Lei 9.8. Estes valores oscilam entre 34. dependendo de sua localização. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 132 . calor ou frio. Isso significa observar se ela não está sentindo frio e perdendo calor. em um determinado momento. 19. Não se deve dar nada para beber. A tabela a seguir. geralmente calor. se refere à extensão da área lesada. a vítima deve ser agasalhada com cobertor ou algo semelhante. ÁREA ATINGIDA Cabeça Pescoço Tórax e Abdome Costas e Região Lombar Cada Braço Cada Perna Genitália EXTENSÃO 7% 2% 18% 18% 9% 18% 1% Curso da CIPA . provocam reações no organismo humano que podem se limitar à pele ou afetar funções orgânicas vitais. eletricidade. a vítima deverá ser deitada da melhor maneira possível. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. providenciar imediatamente assistência especializada. tranquilizar a vítima.

sendo a lesão é superficial. e mais de 10% do corpo.8. 19. Curso da CIPA .Profundidade ou Grau das Queimaduras Dependendo da profundidade queimada do corpo. São consideradas grandes queimaduras aquelas que atingem mais de 15% do corpo. Lei 9.1. no caso de crianças de até 10 anos. deixa a pele avermelhada. Trata-se de um tipo de queimadura causado quase sempre por exposição prolongada à luz solar ou por contando breve com líquidos ferventes. no caso de adultos. além de provocar ardor e ressecamento. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.1 Queimadura de Primeiro Grau É a mais comum. as queimaduras são classificadas em graus para melhor compreensão e adoção de medidas terapêuticas adequadas.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 133 .610/98.

2 Queimadura de Segundo Grau Mais grave do que a de primeiro grau. a não ser que atinjam uma área muito grande ou sejam em bebês e idosos.1. Curso da CIPA . pelo menos 5 minutos. fazendo com que a pele se assemelhe ao couro. esbranquiçadas ou de aspecto carbonizado. Lei 9. Este tipo de queimadura melhora em 3 dias. Não colocar nenhum produto caseiro. Os casos mais graves a vítima deve ser encaminhada ao hospital. Cobrir com um pano limpo Aplicação de gaze vaselinada (não aderente) sobre a queimadura e um penso absorvente para absorver exsudado (deve ser mudado regularmente): Não deve-se estourar as bolhas. já que provoca a destruição dos nervos que transmitem a sensação de dor. desprendimento das camadas superficiais da pele.8. Providências Queimaduras do 1º e 2º grau (de baixa gravidade) podem ser tratadas sem recurso ao hospital.1. com formação de feridas avermelhadas e muito dolorosas. Essas queimaduras apresentam-se secas.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.610/98. Deve-se:        Aplicação de água fria até alivio da dor. 19. diferentemente do que acontece nas queimaduras de primeiro e segundo graus. Os cremes/loções calmantes só estão indicados para as queimaduras de 1º grau. Nota: Não se deve usar algodão porque aderir à ferida 19. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. essa queimadura é aquela que atinge as camadas um pouco mais profundas da pele. Caracteriza-se pelo surgimento de bolhas.Providências As queimaduras de 1º grau podem ser tratadas sem recurso ao hospital. Esse tipo de queimadura não produz dor intensa.3 Queimadura de Terceiro Grau Queimaduras de terceiro grau são aquela em que todas as camadas da pele são atingidas. podendo ainda alcançar músculos e ossos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 134 . Secagem da zona afetada com compressa esterilizada.8.

pelo menos 5 minutos.610/98. podendo ser de Primeiro. Lei 9. Sinais e Sintomas:         Tontura Enjoo Dor de cabeça Pele seca e quente Rosto avermelhado Febre alta Pulso rápido Respiração difícil Não é comum esses sinais aparecerem todos ao mesmo tempo. ou mais. quando a pessoa cai desacordada. A insolação acontece quando o organismo fica incapacitado de controlar sua temperatura. líquidos inflamáveis ou eletricidade. Insolação pode causar morte ou incapacitação permanente se o tratamento de emergência não for providenciado.Geralmente a queimadura de terceiro grau é causada por contato direto com chamas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 135 . Providenciar atendimento médico.    Deve-se resfriar com água o local atingido. Providências O tratamento de queimaduras de modo geral pode ser feita da seguinte forma.2 Insolação A insolação é uma enfermidade provocada pela exposição excessiva aos raios solares. Proteger o local com um pano limpo. Queimaduras elétricas: Requer urgência hospitalar porque podem afetar áreas não visíveis. o mecanismo de transpiração falha e o corpo fica incapacitado de se resfriar. É grave e representa sérios riscos para a vítima. Quando a pessoa tem insolação. em 10 a 15 minutos. Curso da CIPA . geralmente observam-se apenas alguns deles. em que a área lesada não seja muito extensa. Esse atendimento médico pode ser dispensado apenas no caso de queimaduras de primeiro e segundo grau. como órgãos internos. 19. a pulsação e a respiração.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. podendo se manifestar subitamente. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. A temperatura corporal de uma pessoa com insolação pode subir até 41 graus.8. sobretudo se atingir grande extensão do corpo. mantendo presentes. Segundo ou Terceiro grau. porém. sua temperatura corporal aumenta rapidamente.

pulso e respiração. divido quedas bruscas de temperatura.3 Intermação Ocorre devido à ação do calor em lugares fechados e não arejados (nas fundições. pulso e respiração. 19.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 136 Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Diferentes níveis de consciência. caldeiras etc. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso . é necessário ingerir muito líquido e alimentos que contenham sal. Pele úmida e fria Palidez ou tonalidade azulada no rosto Cansaço Calafrios Respiração superficial Diminuição da pressão arterial Para prevenir a intermação. padarias.) com temperaturas muito altas. Encaminhar para atendimento hospitalar. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. A intermação acarreta uma série de alterações no organismo. Aplicar compressas frias sobre sua cabeça. Providências     Remover a vítima para lugar fresco e arejado. O ideal é deixar que a temperatura vá diminuindo bem lentamente.8. Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo. Avaliar nível de consciência. Oferecer líquidos em pequenas quantidades e de forma frequente. o trabalhador não deve permanecer por longos períodos de tempo em ambientes quentes e fechados. Mantê-la deitada com o tronco ligeiramente elevado. Mantê-la deitada. Lei 9. Providenciar transporte adequado.610/98. com graves consequências para a saúde da vítima.Providências         Remover a vítima para lugar fresco e arejado. para não ocorrer um colapso. Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo. Sinais e Sintomas:         Temperatura do corpo elevada. aplicando compressas de pano umedecido com água. Curso da CIPA . Avaliar nível de consciência. envolvendo-a com toalhas umedecidas.

1 Serpentes As serpentes são classificadas em venenosas e não-venenosas. onde estão sujeitos à aparição de cobras. Entre eles. mas pode causar alterações locais. Manter a vítima quieta e agasalhada Encaminhá-la imediatamente para o atendimento médico 19. Encaminhar imediatamente para atendimento hospitalar. discreta inchação.10 Picadas de animais Em ambientes há presença de animais peçonhentos. pois suas picadas podem provocar intoxicação ou envenenamento. Providências     Afastar imediatamente a vítima do ambiente contaminado e levá-la para um local arejado. A picada das não-venenosas não provoca manifestações gerais. eventualmente. pelo número de acidentes que provocam. Por isso é tão importante que todos aqueles que trabalham em espaços confinados. 19. 19. expondo-se a intoxicação.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. e é muito importante tomar certos cuidados com eles. Observar o pulso e respiração. se não forem tomadas providências imediatas pode levar a vítima à morte. Animais peçonhentos ou venenosos são todos aqueles que expelem substâncias tóxicas (venenos) e que têm órgãos específicos para sua inoculação.10. Já uma picada de cobra venenosa. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 137 . são as serpentes (cobras). Lei 9.610/98. aspiração e ingestão. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. adotando os procedimentos adequados caso haja necessidade. Sinais e sintomas de Inalação:        Dor de cabeça Sonolência Enjoo Fraqueza muscular Respiração difícil Inconsciência (em casos graves) Mudança da cor da pele ( em casos graves) Em atendimentos a vítimas de intoxicação. os escorpiões e as aranhas. deve-se tomar cuidado para não se transformar em mais uma vítima. tenham informações suficientes que permitam identificá-las.9 Intoxicações A intoxicação resulta da penetração de substância tóxica/nociva no organismo através da pele. como dor moderada e. Curso da CIPA . os mais importantes.

Escamas achatadas. Olhos pequenos. afinada gradualmente. no entanto há algumas observações que geralmente dá para fazer. enrodilhando-se. Escamas do corpo alongadas.610/98. Tudo poderá ser facilmente verificado. escorregadio. Principais diferenças entre cobras venenosas e não-venenosas: Venenosas Não Venenosas Cabeça chata. Cabeça com escamas pequenas semelhantes às do corpo. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Olhos grandes. Curso da CIPA . Quando perseguida.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. pontudas. com carena mediana. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 138 . se tivermos um animal morto ou imobilizado que poderá ser examinado com calma e minuciosamente. bem destacada. mal destacada. Lei 9. Segundo o Instituto Butantan aproximadamente 1% das picadas de cobras venenosas é fatal quando a vítima não é socorrida a tempo.As cobras venenosas distinguem-se das não-venenosas por vários fatores. alongada. Quando perseguida. toma atitude de ataque. dando ao tato uma impressão de liso. triangular. Um deles tem a ver com o comportamento: enquanto as venenosas ficam agressivas e tomam posição para dar o bote na presença de outro animal ou pessoa. as não venenosas tornam-se medrosas e fogem. sem carena. Cauda longa. Cauda curta. com pupila em fenda vertical e fosseta loreal entre os olhos e as narinas (quadradinho preto). afinada bruscamente. a situação é bem outra. fosseta lacrimal ausente. imbricadas. Cabeça estreita. quando ocorrem os acidentes. Na prática. dando ao tato uma impressão de aspereza. foge. com pupila circular. Cabeça com placas em vez de escamas.

Durante suas vidas os ofídios mudam a pele regularmente e é comum encontrar-se cascas de serpentes abandonadas no campo. É uma ótima chance de evitar o confronto. Chocalho As serpentes crescem rapidamente após o nascimento e alcançam a maturidade após 2 anos (as grandes cobras. após 4 ou 5). 3) Tome nota da hora em que você foi picado. a ação precisa ser rápida. Você poderá dizer ao médico se foi ou não uma cobra coral. balançam e causam o ruído característico. Lei 9. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Já as escamas eriçadas da cauda da surucucu é muito mais difícil de ver.       Mesmo que seja impossível reconhecer a cobra que causou o acidente. Procedimentos Como o veneno se difunde para os tecidos nos primeiros 30 minutos após a picada. por razões não bem entendidas. 4) Se não tiver nenhuma observação sobre a cobra. é necessário procurar um médico. Os característicos anéis coloridos das cobras corais são gritantes.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. rochas expostas. em vez de sair completamente de sua pele antiga. areia. etc. A finalidade é de advertir a sua presença e espantar os animais de grande porte que lhe poderiam fazer mal. a cascavel balança vigorosamente a cauda para lhe espantar com o ruído. jiboia e sucuri. pelo menos informe os aspectos do local em que aconteceu o acidente: floresta. Repetimos que o chocalho é muito óbvio e fácil de reconhecer. veja bem a cauda da cobra se tem ou não o chocalho típico da cascavel. A cascavel. É uma informação preciosa ao posto de socorro. O chocalho também se ouve: antes de dar o bote. poderá servir ao médico para diferenciar a cobra coral verdadeira da falsa: se após pouco tempo você não tem nenhum dos sintomas clínicos de envenenamento ofídico. estes pedaços de epiderme ressecados formam os guizos que. Lavar o local com bastante água corrente. quando o animal vibra a cauda. Mantenha o local da mordida sempre que possível.1) Verifique a coloração do corpo do animal que lhe mordeu. mantém parte dela enrolada na cauda em forma de um anel cinzento grosseiro. Curso da CIPA . seja qual for a cobra que tenha provocado o acidente.. ficará algum tempo em observação sem tomar soro. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 139 . abaixo do nível do coração.. Com o correr dos anos.610/98. Remover a vítima rapidamente para o local mais próximo que disponha de soro antiofídico – único tratamento eficiente para combater os males causados por serpentes venenosas. A confusão com as serpentes corais falsas é irrelevante. pois o edema pode tornar-se intenso e produzir garroteamento. 2) Se não for coral. O tempo decorrido entre o acidente e a intensidade dos sintomas também é fundamental para avaliar a gravidade do caso e guiará a terapêutica a ser aplicada. enquanto mantém-se a vítima deitada e calma Retirar anéis se o dedo for atingindo. Por exemplo. Compressas de gelo ou água fria retardam os efeitos do veneno. pois não trará nenhum perigo à sua saúde.

Vive nos gramados e jardins. Devemos dar ênfase às precauções.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes 140 Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. seriemas. pois quanto mais ela se movimentar mais risco há de o veneno se espalhar pelo organismo. Segundo o instituto Butantã. fica na posição de bote para atacar. Os primeiros socorros são úteis e importantes até 30 minutos depois da picada. no caso dos escorpiões: e lagartos. cerca de 4% das vítimas de ferroadas de escorpião morrem.2.10. Curso da CIPA . mais grave será o envenenamento. É pouco agressiva e não causa dor local. apoiada nas pernas de trás e com as da frente levantadas.O que não deve ser feito     Não dê álcool a vítima. Ambos tem como característica comum o fato de não serem agressivos e de picarem somente quando molestados ou para se defender. é fundamental. Sua cor é marrom-café. 19.610/98. são muito venenosas. Isto nos faz tomar pouco cuidado com elas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso . Tarântula é marrom-clara e peluda. galinhas. 19. Algumas espécies. com a maior rapidez. sapos e pássaros. sedativos ou aspirinas Nunca faça cortes ou incisões O uso do torniquete é contra-indicado Não deixe a vítima ir caminhando em busca de atendimento médico. no caso das aranhas. Os sintomas aparecem depois de oito a 20 horas: inchaço local e bolhas são os mais comuns. Quanto maior for o número de ferroadas. Lei 9. portanto encaminhar a vítima para atendimento médico. a urina do acidentado fica com uma cor marrom escura. corvos e alguns anfíbios (principalmente sapos). sua mordida pode passar despercebida. A aranha marrom tem o corpo escuro e as pernas mais claras.1 Aranhas Nem todas as aranhas representam perigo de vida. São também sues inimigos naturais: pássaros. pois devoram-se mutuamente. camaleões. Nos casos graves. para que as picadas não ocorram.2 Escorpiões e Aranhas Tanto os escorpiões quanto as aranhas representam perigo não só para o homem. Armadeira não tem pelos. Caranguejeira é preta e peluda.10. mas também para suas próprias espécies. As picadas que provocarem dor intensa podem ser graves. porém. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

quando for ao hospital. Neste caso. como taquicardia. procure assistência médica imediata. aumento da pressão arterial. Torniquete não é aconselhado. . Procedimentos      Se conseguir pegar o escorpião. suores intensos seguidos de tremores ou salivação exagerada. que extrairá dele o antídoto contra o veneno da picada. podendo espalhar-se por todo o corpo. se conseguir apanhar o animal. guarde-o para levar ao médico. Dele será extraído o antídoto que poderá salvar a vida do acidentado. vômitos.  Manter a vítima no mais completo repouso para que o veneno não se espalhe em seu organismo.10. O repouso é importante para que o veneno não se espalhe pelo corpo da vítima.2 Escorpiões Seu veneno pode levar crianças e pessoas desnutridas à morte. temperatura baixa. Dor moderada a intensa. e providencie ou aguarde atendimento médico. Eles têm hábitos noturnos e não são agressivos.  Lavar o local afetado com água corrente. Nas primeiras 24 horas após a picada do escorpião. Ir imediatamente à procura de atendimento médico.  Nunca faça torniquete em um membro picado. espasmos musculares e dificuldade respiratória. não espere o aparecimento dos sintomas mais graves. Se aparecerem outros sintomas. enjoos ou vômitos.2. Sintomas de uma picada: Os sintomas de uma picada de escorpião são:     Formigamento no local. 19. procure um pronto-socorro. Procedimentos  Em caso de acidente com aracnídeos.Sintomas Configura acidente grave o aparecimento de tremores. leve-o com você. Aplique compressas frias nas primeiras horas. a pessoa corre risco de vida.

proteger a parte afetada com um pano limpo para evitar queimaduras na pele.inbraep. Caso não seja possível. Caso utiliza o gelo. Se houver.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. mas costumam ser extremamente dolorosas. inbraep@inbraep. Procedimentos      Lavar as mãos com água e sabão e protegê-las para não se contaminar. Procedimentos    Manter em repouso a parte contundida Aplicar compressas frias ou saco de gelo até que a dor melhore e a inchação se estabilize. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Curso da CIPA . sofre arranhões em contato com as asperezas do chão. Lei 9.610/98. Em alguns casos quando a batida é muito forte.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email. quando a pele de certas partes do corpo. Esse tipo de ferimento acontece geralmente em consequência de quedas. comprimir o local até cessar o sangramento. As escoriações acontecem quando o objeto atinge apenas as camadas superficiais da pele. Proteger o ferimento com uma compressa de gaze ou um curativo pronto. apresentando solução de continuidade do tecido. pode ocorrer rompimento de vasos sanguíneos na região. 19.com. como pele.1 Contusão A contusão é uma lesão sem o rompimento da pele. que são as escoriações mais frequente. tratando-se de uma forte compressão dos tecidos moles. usar um lenço ou pano limpo. 19. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 142 . camada de gordura e músculos.2 Escoriações São lesões simples da camada superficial da pele ou mucosas.11 Ferimentos 19. com sangramento discreto. Não representam risco à vítima quando isoladas. conta os ossos. Geralmente são causadas por instrumento cortante ou contundente.11. sem perda ou destruição do mesmo. originando um hematoma.com.br A pessoa acidentada deverá ficar em observação por um período de seis a oito horas.INBRAEP .11.br Site: www. Lavar a ferida com água e sabão para não infeccionar Secar a região machucada com um pano limpo Verificar se existe algum vaso com sangramento.

caso haja tampa. pois isso pode causar morte celular e não haverá possibilidade de reimplante  Encaminhar para hospital: Enviar o seguimento com a vítima na ambulância. Caso isso não seja possível. Providenciar compressas (panos limpos) e fazer compressão no local da amputação.inbraep. ao presenciar esse tipo de acidente. Lembre-se: Em casos graves. por esmagamentos ou por forças de tração. Lei 9. Se a cidade dispuser de Samu (Serviço de Atendimento Municipal ao Usuário). as chances de reimplante diminuem). 19. Desse modo.com.com. O reimplante é a primeira opção para pessoas que perderam um membro (se houver esmagamento em qualquer parte do membro. é ligar para 193 (serviço de resgate móvel). a equipe médica poderá dimensionar a perda sanguínea  Recuperar o membro: Colocar o membro dentro de dois sacos plásticos  Isopor e Gelo: Colocar o membro embalado dentro de um isopor com gelo e tampar.11.610/98.br Site: www. ter o cuidado de enviar a  Curso da CIPA . pois com a ruptura de vasos a hemorragia é constante.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email.  Compressas: Envolver a parte amputada em panos limpos.3 Amputações As amputações são definidas como lesões em que há a separação de um membro ou de uma estrutura protuberante do corpo.  Manter o curativo limpo e seco. inbraep@inbraep. Podem ser causadas por objetos cortantes.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. sem apertar nem deixar que algum nó fique sobre o ferimento. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. maiores as chances de sucesso no reimplante. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 143 . ligar 192 Procedimentos  Chamar ajuda: tempo é crucial nesse tipo de trauma. Muito Importante: não trocar os panos usados para fazer a compressão.br  Prender o curativo ou pano com cuidado. Quanto mais rápido for feito o atendimento. depois do curativo feita deve-se encaminhar a vítima para atendimento médico. isso evita grandes perdas sanguíneas. Nunca colocar a parte amputada diretamente em contato com o gelo. A primeira providência.INBRAEP . Primeiro chamar o socorro e depois cuidar da vítima  Assistência À vítima: Se a vitima estiver consciente fazer o possível para acalmá-la. As feridas devem ser cobertas para estancar a hemorragia e também evitar contaminação.

inbraep. ou seja. após a saída do ar.INBRAEP .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email. cubra o ferimento todo com uma compressa ou um pano limpo e leve a vítima imediatamente para o hospital.com.11. hemorragia interna e estado de choque. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 144 . principalmente se os pulmões forem atingidos. Quando o pulmão é atingindo de forma a ter um orifício de tamanho considerável na parede do tórax. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br Site: www.br parte amputada para o mesmo hospital onde a vítima está sendo atendida É bom sempre lembrar que a vítima deve ser vista como um todo. Procedimentos    Utilizar um pedaço de plástico limpo ou gazes Fazer curativo de três pontas (três lados fechados e um lado aberto) Encaminhar a vítima imediatamente para atendimento médico. Uma pequena contusão pode indicar a presença de lesões internas graves. mas permitirá a saída de ar na expiração.com.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Caso não consiga fazer o curativo de três pontas. 19. inbraep@inbraep.4 Ferimentos no Tórax Os ferimentos no Tórax podem ser muito graves. pode-se ouvir o ar saindo ou ver o sangue que sai borbulhando por esse mesmo orifício. O curativo impedirá a entrada de ar na inspiração. mesmo nos casos de ferimentos que pareçam sem importância. Lei 9.610/98. Curso da CIPA . Atenção: a ferida só deve ser totalmente coberta no momento exato em que terminou uma expiração. com rompimento de vísceras.

com. Nível de consciência variável decorrente da perda sanguínea. Palidez de pele e mucosa. Bombeiros 193) Cobrir as partes expostas com panos limpos. partes de algum órgão (ex: intestino) podem vir para o exterior. interna. Dependendo do ferimento pode perfurar a parede abdominal.6 Ferimentos nos Olhos Os olhos são órgãos muitos sensíveis e. Portanto. somente um especialista dispõe de recursos para tratá-los. toalha.610/98.11. em internas e externas.5 Ferimentos no Abdome Os ferimentos profundos no abdome costumam ser graves.12. As hemorragias podem ser classificadas inicialmente em arteriais e venosas.br Site: www. papel higiênico. deste modo. quando feridos. umedecidos com água e mantidos úmidos. etc. algodão). Curso da CIPA . que deixam resíduos difíceis de remover. Essa manobra não deve ser feita quando a vítima precisa do olho sadio para se salvar. boca.1 Hemorragia Externa Sinais e Sintomas    Sangramento visível. resultante de um traumatismo. tomar muito cuidado para não ferir ainda mais os olhos que estiver sendo tratado. e.com.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. 19. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.11.INBRAEP . pelas cavidades naturais como nariz. Caso tenha algum objeto encravado não tente retira-lo. A hemorragia abundante e não controlada pode causar a morte em 3 a 5 minutos. para fins de primeiros socorros. Neste caso. Procedimentos    Nunca retirar dos olhos um objeto que esteja entranhado ou encravado.12 Hemorragia É a perda de sangue através de ferimentos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email. inbraep@inbraep. podendo atingir algum órgão abdominal. 19. não tente de forma alguma colocálos no lugar. Cobrir os olhos com gazes ou pano limpo.br 19. Nunca cubra os órgãos expostos com material aderentes (papel.inbraep. ela pode ser também. Lei 9. 19. Prenda o curativo com duas tiras de esparadrapos o que evitará mais irritação Cubra o olho não acidentado para evitar a movimentação do olho atingido. Procedimentos     Chamar atendimento especializado (Samu 192. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 145 .

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 146 . sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. e apertar-lhe a(s) narina(s) durante cinco minutos. Chamar urgente o atendimento hospitalar especializado. acompanhando os sinais vitais e atuando adequadamente nas intercorrências. 19. Encaminhar para atendimento hospitalar. usar um saco com gelo.12. Sangramento pela urina. inbraep@inbraep.610/98.inbraep.3 Hemorragia Nasal Sinais e Sintomas  Sangramento nasal visível Procedimentos    Colocar a vítima sentada. 19.12. Se possível.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email.INBRAEP . Não utilizar qualquer substância estranha para coibir o sangramento. Sangramento pelo ouvido. (quantidade excessiva de pano pode mascarar o sangramento). Caso a hemorragia não ceda. Curso da CIPA . Vômitos ou tosse com sangue. com a cabeça ligeiramente voltada para trás. Encaminhar para atendimento hospitalar.2 Hemorragia Interna Sinais e Sintomas         Sangramento geralmente não visível.br Procedimentos      Comprimir o local usando um pano limpo. comprimir externamente o lado da narina que está sangrando e colocar um pano ou toalha fria sobre o nariz. tórax ou abdome. Se possível.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Lei 9. Traumatismos ou ferimentos penetrantes no crânio. Fratura de fêmur.com. Procedimentos   Manter a vítima aquecida e deitada. Manter a compressão até os cuidados definitivos. elevar o membro que está sangrando. Dor com rigidez abdominal.br Site: www. Nível de consciência variável dependente da intensidade e local do sangramento.

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. as superfícies articulares deixam de se tocar de forma permanente.br 19. É comum ocorrer junto com a luxação uma fratura. usando ataduras ou lenços). Procedimentos:  Aplicar gelo ou compressas frias durante as primeiras 24 horas  Após este tempo aplicar compressas mornas.610/98. deve-se procurar atendimento médico de imediato.INBRAEP .13. Na luxação.1 Entorse É a separação momentânea das superfícies ósseas articulares. luxações ou fraturas. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.13. provocando o estiramento ou rompimento dos ligamentos. quando há um movimento brusco. encaminhar para atendimento médico. 19. Luxações e Fraturas Quedas.com.com. 19. Lei 9. pancadas e encontrões podem lesar nosso ossos e articulações e provocar entorses. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 147 . inbraep@inbraep.  Dependendo do caso.br Site: www.  Imobilizar o local (por meio de enfaixamento.  A imobilização deverá ser feita na posição que for mais cômoda para o acidentado.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email.2 Luxações É a perda de contato permanente entre duas extremidades ósseas numa articulação. Caso no local afetado apareça mancha escura 24 ou 48 horas após o acidentem pode ter havido fratura.inbraep.13 Entorses. Curso da CIPA .

nos casos. Samu entre outros). O transporte realizado de forma imprópria poderá agravar as lesões. Lei 9.br Sinais e Sintomas  Dor local intensa. 19. onde não é possível contar com equipes especializadas em resgate ou se o local apresenta um grande risco de morte. o mais recomendável é que as situações de entorse ou luxação sejam atendidas como possíveis fraturas. Procedimentos      Manipular o mínimo possível o local afetado. Curso da CIPA . Encaminhar para atendimento hospitalar. aplicar bolsa de gelo no local afetado.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Proteger ferimentos com panos limpos e controlar sangramentos nas lesões expostas. Imobilizar a área afetada antes de remover a vítima (caso seja muito necessário) Se possível.3 Fraturas Fratura é o rompimento total ou parcial de qualquer osso.14 Técnicas Para Remoção e Transporte de Acidentados O transporte de acidentados deve ser feito por equipe especializada em resgate (Corpo de Bombeiros. Imobilizar a área afetada antes de remover a vítima (caso seja muito necessário) Se possível. aplicar bolsa de gelo no local afetado (fratura fechada). Não colocar o osso no lugar.inbraep. Encaminhar para atendimento hospitalar. A vítima somente deverá ser transportada com técnica e meios próprios. 19.  Dificuldade ou impossibilidade de movimentar a região afetada.br Site: www.INBRAEP .  Expostas: o osso está ou esteve exposto. Procedimentos       Manipular o mínimo possível o local afetado.com. provocando sequelas irreversíveis ao acidentado.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 148 . Como nem sempre é fácil identificar uma fratura. Existem dois tipos de fratura:  Fechadas: sem exposição óssea.com.13.  Inchaço. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email.  Hematoma. Não colocar o osso no lugar.  Deformidade da articulação.

com. O mais importante é saber colocar a vítima sobre a maca. porém tomando-se todos cuidados para não agravar o estado da vítima. O que irá variar é a superfície sobre a qual a vítima será colocada. varas.1 Transporte em Maca A maca é a melhor maneira de transportar uma vítima.610/98.INBRAEP .14. todas as demais têm como base cabos de vassouras ou galhos de árvores. Se por acaso não houver uma disponível no local.com. Maca improvisada com porta. inbraep@inbraep. A remoção ou transporte como indicado abaixo só é possível quando não há suspeita de lesões na coluna vertebral e bacia. na impossibilidade de uso de maca o transporte pode ser feito de outra maneira.br OBS: É imprescindível a avaliação das condições da vítima para fazer o transporte seguro. é imprescindível que as mesmas sejam resistentes para suportar do peso da vítima Curso da CIPA .br Site: www. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 149 .inbraep. A melhor forma de transporte de uma vítima é feito por maca. ou até mesmo enrolando-se um cobertor várias vezes em uma tábua larga. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9. Dependendo do local onde o acidente tenha acontecido. A maca improvisada com uma porta ou uma tábua de aproximadamente 50 cm de largura é muito eficiente. Porém em alguns casos.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. 19. com a vítima imobilizada. Para utilizarmos o transporte em maca feita por varas. ela pode ser improvisada com duas camisas ou um paletó e dois bastões resistentes. guarda-chuvas grandes entre outros.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email. muitas vezes será necessário improvisar uma. usada nos casos de suspeita de lesão da coluna vertebral. Fonte: Senac Exceto a maca improvisada com porta ou tábua.

br Site: www. e a colocam sobre a maca. ao mesmo tempo. ser transportada em maca plana e rígida ( do tipo porta ou tábua) Vamos ver alguns exemplos de macas improvisadas com cabo(s):  Pegue camisas ou paletós e enfie as mangas para dentro.com. inbraep@inbraep.INBRAEP . enfie um cabo em cada lateral do saco. ainda. Caso a suspeita da coluna seja na cervical. de forma a mantê-la estabilizada. os socorristas se ajoelham ao lado dela e todos. Como deve ser feito o transporte para maca:  Em primeiro lugar. vão levantando a vitima. a vítima deverá. se estiver inconsciente. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 150 .  Usando sacos de estopa. sem deixar que ele dobre qualquer parte de seu corpo.  Peque cintos. toalhas. necessariamente.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Se houver suspeitas de fratura na coluna ou na bacia.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email.  Consiga cobertores.com. ou. passam os braços por sobe o corpo da vítima.inbraep. colchas ou lençóis e enrole o tecido em torno dos cabos ou dobre as laterais do tecido sobre eles. Lei 9.  Estando a vítima deitada de barriga pra cima. abotoe-os inteiramente e passe os cabos pelas mangas. de modo que ele fique todo no mesmo nível. cordas ou tiras largas de tecido e amarre-os aos dois cabos. em cada lateral. são necessários três socorristas ou pessoas altamente treinadas.  Com bastante cuidado. de aniagem ou náilon trançado. Curso da CIPA .610/98. alguém coloca a maca bem perto da vítima. Deve-se suspeitar de lesão na coluna quando a vítima apresentar marcas de trauma no tronco ou ainda das clavículas. no caso de paletós ou similares. um dos socorristas ou pessoa treinada deverá cuidar exclusivamente da cabeça da vítima. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br Para transportar para a maca uma vítima com indícios de lesão na coluna ou na bacia.

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio. Lei 9. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email.br Fonte: Senac Curso da CIPA .610/98.inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 151 . inbraep@inbraep.br Site: www.com.INBRAEP .com.

Quanto mais alta for a posição da vítima no colo do socorrista menos ele vai se cansar.INBRAEP . ele poderá usar os braços para segurá-la pelas pernas. 19. porém com ferimentos nos pés ou nas pernas que impedem de caminhar. o transporte terá que ser feito de outra maneira. Transporte nos Braços Esse recurso é adequado quando a vítima está consciente. Transporte nas Costas   De costas para a vítima (que deve estar de pé).br Site: www.  Colocar um braço sob os joelhos e o outro em torno da parte superior do tórax da vítima. porém tomando-se todos os cuidados para não agravar o estado em que a vitima esta.14. sem autorização do INPRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep. a vítima pode caminhar apoiada no socorrista. Dessa forma. Com seu corpo um pouco inclinado para frente.610/98.2 Transporte Sem Maca Na impossibilidade do uso de maca ou padiola e sendo vital a remoção de uma pessoa acidentada. passar os braços dela em torno do seu pescoço. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso 152 .br 19.1 Transporte com Um Socorrista Transporte de Apoio Esses são recursos a ser adotado quando o acidentado está consciente e tem apenas ferimentos leves:  Passar um dos braços da vítima em torno do seu pescoço. e levantá-la.com.14. Lei 9. levantar e carregar a vítima.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Copyright/2012 – É proibida a reprodução por qualquer meio.inbraep. Curso da CIPA .  Colocar um de seus braços em torno da cintura da vítima e segurá-la pelo punho.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais Fone/Fax: (47) 4054-9574 Email.com.2. o que proporciona maior firmeza durante o transporte. Se a pessoa tiver condições de se firmar no tronco do socorrista.

Transportes pelas extremidades  Um socorrista segura a vítima por debaixo dos braços e o outro pelas pernas.  Faça a cadeirinha conforme figura. Passe os braços da vítima o redor do seu pescoço e levante a vítima. para a vítima.14. Por proporcionar maior estabilidade.2 Transporte com Dois Socorristas Transporte em cadeirinha Com os braços. esse é o tipo de transporte mais adequado para vítimas que apresentam problemas respiratórios. que deverá se manter segura. os socorristas formam um pequeno assento. Transporte por cadeira   Sentar a vítima em uma cadeira. .2. Esse tipo de transporte só deve ser feito se não houver suspeita de fraturas na coluna ou nos membros da vítima. Um socorrista segura a cadeira pelas pernas e o outro pelo encosto.19.

2. A quarta pessoa imobiliza a cabeça da vítima impedindo qualquer tipo de deslocamento.4 Transporte com Quatro Socorristas Semelhante ao de três pessoas.14.3 Transporte com Três Socorristas Transporte no Colo Para esse transporte é exigido a presença de três socorristas.14. os três a carregam juntos ao tórax. a um tempo só.19. outro no meio e o terceiro próximo aos pés. Pegando a vítima por baixo.   Estando a vítima deitada de barriga pra cima. 17. os três socorristas se ajoelham ao lado dela: um próximo à extremidade superior do corpo. e só é valido caso a vítima não tenha suspeitas de fratura na coluna ou na bacia. .2.

.........19.....................................................15 Telefones Úteis CORPO DE BOMBEIROS (RESGATE) ................................................................ 192 POLÍCIA MILITAR............................................................................................................................................................. 190 ................. 193 AMBULÂNCIA SAMU....

. de Toledo Pinto. 7a ed. 1978 SENAC.Prevenção. Colaboração de Antonio L. Instituto Butantan. Belo Horizonte. Machado.Randal Fonseca. São Paulo: Saraiva 2001. BRASIL. Proteção contra incêndios. 2003.p.540 p. 2004. . 39. Maria Helena. São Paulo. São Paulo: LTR. First aid and CPR: procedimentos em situação de emergência. J. 1526p. dos Santos Windt e Lívia Céspedes. BRASIL.20 REFERÊNCIAS ARAUJO.1998 MARTINS. 2003/2004. São Bernardo do Campo. SP. Colaboração de Antonio L. São Paulo. Brasília. como agir em situações de emergência. Constituição da Republica Federativa do Brasil. n. 4a ed. São Paulo: Saraiva. 2002. de Toledo Pinto. Código Civil Anotado. dos Santos Wíndt e Lívia Céspedes. AYRES. Ana P. 39 p. 1994 Denipotti. 2003. Márcia V. DINIS.d]. Farber. 1. Saúde no Trabalho . Rio de Janeiro: Editora Gerenciamento Verde Consultoria. A. 794. 33 p. T. ed.d. / Monografia: Bacharelado em Direito. 92 p. Curitiba 2009 INTERNATIONAL SAFETY COUNCIL. MTE. Colaboração de Antonio L. Rio de Janeiro. 2004. CETESB. Reparação.]. NR-23.Ed 1991. Manual do socorro básico de emergência. 1167p. Caderno de Primeiros Socorros – Cruz Vermelha Brasileira – São Paulo . . DINIZ. [s. 2ª Ed . Centro Universitário de Araras – Doutor Edmundo Ulson. 2000. IMAP .Instituto Municipal de Administração Pública: Manual Básico . [s. Primeiros Socorros. Manual de Fundamentos de Bombeiros / Corpo de Bombeiros . Consolidação das Leis do Trabalho. Dano. Colaboração de Antonio L. Cláudio Sergio .Os Aspectos legais da responsabilidade do trabalho e a saúde ocupacional dos seus empregados. de Toledo Pinto. Código de Processo Civil. 2002.São Paulo . de Toledo Pinto. 2002 – Senac SÉRIE DIDÁTICA. 2004. Giovanni Moraes de. FORD.São Paulo . Mércia V. CERJ.Primeiros socorros: guia básico. Abel Batista . NITSCHE. Manual e Procedimentos de Segurança.Manual de Prevenção e Combate a Incêndios – 5ª ed. J.1996 Camilo Junior. Código Penal. São Paulo: Saraiva.Segurança do Trabalho em Prevenção de Acidentes em Alturas. 1993.. BRASIL. 1-8. Manual de orientação para a elaboração de estudos de análise de riscos.São Paulo – Editora SENAC São Paulo. Márcia V. atual e aum. M. . Rio de Janeiro. Normas Regulamentadoras Comentadas: Legislação de Segurança e Saúde no Trabalho.Técnicas de Análise de Risco . São Paulo: UNESP. 29. Felipe José Aidar. BRASIL. ed. dos Santos. José Henrique . Atendimento pré-hospitalar: suporte básico da vida. 5.