O FENOMENO

DA NAO·CONi'!GURACIONALIDIID~ NA LlNGVA ASU!<INI

DO TROCARÁt

um problema derivado dcA projcH.::ào dos

argumentos verbais

Marcia Maria Damaso{Viaira~,;rv'>! ~T\
Orientadorz Mary Aizow4 Kato(

Co-orientador: El oi sa

ÍJe li nek -~·\
!

Trabalho apresentado junto ao Instituto

dos Estudos da Linguagem da Universidade
Estadual de Campinas como requisito parcial para obtencão do titulo da Doutor
em Ciências.

Campinas, 28 maio de 1993

SUMÁRIO

AGRADECIMENTOS
l NTRODUÇÀO -,

Capitulo 1; O Parametro da Configuracionalidade
<~ProjeGão)

e a língua Asurini do

Trocará

1.1 D2 Par1metros da

4

Configuracionalidade

:s:lnt.3.;zmá.tica\s

1.1.3 Os dois 2spectos

Projeç-B.o
1.1.4 A variaçàc no modo de projeção dos
argumentos verbais

1.1.5 As hipóteses de
1.2

CBracterfsticas

:0line~

c de Baker

''nªo-configt•rscion~is''

Do Asurini

1.2.2 Uso abusivo

1.2.3

Exprass~ss

J~

anáfora zero

d2scontfnuas

1.2.4 Aus§ncia de movimento

-i~tatico

L

Capitulo 21 Ao

oatogor!~o

lox!o•!• o o olotoma do

determinantes .... 22
-2.1

O contraste entre as categorias

lelcicais
2.1.1 As categoorias lexicais em Asurini

2.1.2 O sintagma posposicionado e sua
função predicativa
2.1.3 O sintagma nominal

e a sua funçâo

predicativa
2.1.3.1 Os

ve~bos

c~pulares

O estatuto funcional de ''ramo''
2.2

J sistema de determin3ntes

2.2.1

rrn>definitude

?.2.2 Os

demonstrativos

2.2.3 Os quantificadores
2.2.3.1 Construções quantificacionais
2.2.3.1.1 Expressôes cardinais
2.2.3.1.2 t) qJ.l().ntificade>r universo.!

2.2.3.1.3 Expressóes

~ardinais

§l_gsepho

usadas como

quantificadores adverbiais

2.2.3. 1.4 Defini tudo e as expressbes
c<>.rdinai::~

i!

Capitula 3:

A estrutura do predicado .... 66

3.1 A
~3.2

representaç~o

oracianal

Os afixos verbais em Asurini

3.2.1 Os

~fixos

pessoais

3.2.2 Os marcadores de tempo
3.2.2.1 O afixo de futuro
3.2.2.2

O maracador de futuro corno verbo

"levl'!"

3.2.2.2.1 Os verbos

leves

3.2.:!.3

O marcador de tempc passado

::L 2. 2.4

Os marcadores

3.2.2.5

As construcôes perifrásticas

3.2.2.5.1 O est2tt1ta

aspectu~is

~as

formas auxilisres

3.2.2.5.2 Os predjcados do tipo «individual"

e 'stage levels"

3.2.2.5.3 Verbos Seriais
3.2.2.5.4 Os auxiliares como verbos

leves

3.2.2.5.5 Mini-orações
3.2.2.5.6 Orações adjuntas

Capitulo 4: A ausência de regras da
4.1 As

construç~es

mover-~ •••

129

interrogativas

4.1.2 A axtraç§o de constituintes de NPs
4.1.2.1 O Principio das

C~tegorias

Vazias

i ii

4.3.1.2 A

manipulac~o

do caso e a teoria ta

incorporação de Baker
4.3.2 As construçôes causativas nas

linguas Tupi--Guarani

Capitulo 5: O estatuto dos afíxos pessoais ....
5.1 As séries de marcadores de

pes~oa

em

Asuríni

s.::.: A

.aus@.ncia de

c3.tegori~?.s

identific<:-J-

o

de

v2.:~;c1s

p::r:-:.:-

5.2.4 As formas dos cliticos
5.

~)

A

ligaçao dos anafóriccs

e as estruturas de adjunclo em Asurini

CONCLUSÃO

REFER~NCIAS

BIBLIOGRÁFICAS

v

3 A hipótese de Baker para a extração de especificadores de NPs em lfnguas nlo-configuracionais 4.1.3.3.2.2.extraç~o 4.3.1 A auséncia de movimento sintático nas construçbes dE Indicativo li 4.3 A de constituintes de NPs em Asurini 4.3 As conFtruçôes relativas em Asurini 4.2 OracOas relativas sem movimEnto 4.1.2. 4.1 Composiç=o e derivação 4. 1.3.1 A de rategorias incorporaç~o nominal 0m algumas linguas dd tamflia Tupi G~arani i v .2.2 O estatuto de estrutura relativa das nominal izaçôes em ~f2•'r: 4.1. 1.1.4.1 O deslocamento de constituintes de NPs em canstr~çóes não- interrogativas 4.4 A auséncia.) A cnmposic~c de palavras e o teoria modular 4.2 As construçbes relativas movimento sintático 4. de palavras-qu in situ.3.2.3 A incorporaç~o 4.2.

À Mary orientaç~o À Kato . trabalhos que ensinado Sintaxe serviram pela acolhida calorosa pelo5 de inspiração para esta pesquisa 58l\S e pela orientaçlo sem a qual esta tese não poderia ter sido conclulda.AGRADECIMENTOS À Yonne LGite indígenas pelos indicado . À Bruna Franchatto. por terem me recebido em aua aldeia para realização de sobre pesquisa de campo e pela& informações concedidas a sua lingua. Ao CNPq e a CAPES pela concessào de bolsas de estudo ' durante o período de desenvolvimento deste e"''·uoo. Ao Setor Janeiro. A Marília pesquisa. Aos indios Asurini.por valiosa Eloise ter ma Gsrativa.que. ~ do Rio de Ao Departa1uento de Antropologia do Museu Nacional Janeiro pelo espaço de trabalho concedido. da llnguas por ter me o caminho que resultou neste projeto e pelo apoio moral e intelectual durante todos esses anos de convivência.r~.por ter me iniciado ensinamentos no estudo de Lingulstica. de através Lingulstica do Museu Nacional do projeto flDescriçAo e indigenas brasileiras" . pela pela paciência e pela. amizade • pela ~orça e pela oportunidade de que me ofereceu.amizade Jelinek. pelo carinho vi .balho pela Facó Soares. t.~.me ofereceu a do Rio de Análise de llnguas oportunidade de estudar a lingua Asurini do Trocará. pela ntrooa de figurinha&w.

Valdir Veloso. por tudo qua faz por mim durante a minha permanência na UNICAMP. vi i . sempre me grande amparado ajuda que nas horas me prestou durante a elaboração desta tese. Facó. incentivo e por ter acreditado na minha capacidade de À banca ex~minadora Marília trabalho.lma e secretárias da Pós-Graduação Elisa am Linguistica da UNICAMP.. As Vi. Aos colegas do Curso de Doutorado da UNICAMP. Eduardo pelo Ch. Carlos Franchi. .e pelo apoio.pelos favores prestados a pela boa vontade com que sempre me atenderam. por pela paciência ter e pela pelos momentos informaooas concedidas. Ao Pauio Damaso por tar apoiado moral e financeiramente a minha ida à Universidade do Arizona Ao Paulo Concieiro.. 'fonne Lei to. por ter lido com c<H' i nho os meus manuscritos e pelas sugestões valiosas.<rlrd:te Raposo e Lucy SakiJ. À MOnica Zoppi.por ter concordado em ler esta tese em tao pouco tempo. Ao Fernando Tarallo. À Charlotte Galves. de alegria e de cumplicidade e pelas Ao difíceis. onde quer que se encontre agora. momentos de des~nimo A minha familia por ter elevado o meu astral nos e pela amizade e respeito pela força espiritual e material.

Aos meus pais. vi i i .

= correferencial dat.= intencional ix .= aspecto caus.= advérbio ag.= dependente det. ag. = inclusivo lnd l l • Indicativo l l !NFL• !nflection inst.ente A= abs. ~ absolutivo acc.= dativo dep. coletivo comp.= causativa co l :.AP!!NDlCE Lista das abreviações usadas no texto.= agreement asp."" instrumento inten.:::: agente Agr-."" complemantizador corref.:::: determinante EL= Estrutura Lexical ES= Estrutura Sintagmática evid.::: accusative adv.= evidenciai excL:::: exclusiva ger..= gerúndio i nc 1.

onfiguracionalidade perfect:ivo plura\ pontual püS52!3SiV(J PPr"" Principio de Projeção pre/p0spositicnal phrase nrc.. . 1vo nominc.inter.:: intrasitivo Lexical Argument Lit.dor noun phrase objetG ob l iqtJO paciente Pronominal Argument Par~metro da .tr.:: senti do 1 i ter a l M/ms:':' mas cu 1 i no nome neutro negativo . ' ' nom1na.l iz:.=< interrogativo ir.pósito presente X .

.pune. punctual recip.= transitivo V::: verbo VP= verb phrase xi .= reciproco redup.~ reflexivo rel.= relaciona! rslat.~ relativa S::: sujeito s= singular SM= suject marker Spec= Specifier th= theme TRANS.= re~uplicação ref!.

:> 1..os principio~ sào universais e invariantes fazem com que as ltngu~s hvm~nas come um~ lingua em fase Podemo3 caracterizar o Asurini d(' extinç§:o. '~'m iniciado Munfcipio oraciorJal ni~el descontlnuos.. no sul de Tucun.<s poi~ ~tr8vés v~ri~s e~ adotamos u~a deis é propriedad2s determinada l ingua. a ausência o estatuto e do Asurini .te2 intrigantes eles sintático : a ordem livr2 no pcmto ch? 'lista e nc orientação da P7ofa. Tomamos como nosso gramatical~ existência ob~etivo de sintagm~s objeto . paramétrica da Gramática Gerativa."3.por serem de sintagmas f3cult~tivo dascr~ver anslis~r no.:.:.tes d2. A fim de o modelo pcssivel sintáticas dar conta dos fatos observados no Asurini. co-ocorrência aparentemente não do relacioni3d::. nas tuncbes do de sujeito u uso e de de contruçbes envolvendo movimento sintético dos elementos p~onominais e temporais/aspectuais afixados ao verbo.INTRODUçÃO A lingua Asurini do Trocara pertence à familia Tupi-Guarani e é falada atualmente na reserva indfgena do Trocará. De acordo som a Tr·oria Gerativa.nin~is nominais os segui.':'.::s adotam o Português como primeira lingub. pos':o que õ.s gE-ra-_ç.o naqupla lnstittJição.tualm•::mte. os f:oli<H. 1 . ru:.1! do Fa_rá Iniciamos o nosso estudo d~ Rio de Janeiro sob a sobre o Asurini Yonne Leite. projeto Este pesqui.

3o ~ue 2 aquel0s FJat~m como os zintagmas posauem nomi~ais o estatuto de Bdjunto. Ma.r.do fato. Entre os vários parâmetros Partmetro da Prriaçào o único capaz acima 1\suriní ~rgumentos ma. elementos porém. de que n6las .r:o.repressntam Os semelhantes. :rk Baker também admite a Cl98Ql existênci8 de 11nguas que os NPs nlo exercem função argumental.:fixos verificados na morfologia verbal d~ verdadeiros argumentos sintaxe por meio de argum?ntais..f:d verbais podem :(i) propostos leKicel li l s.nei. 03 representadcs na pros. Oi3cutiremos neste estudo as GOm basa nos dados do Asurini e prapost0~ de dP outr~s lingu~s da familia 2 . elementos pronomi11ais reali=ados na morfologia do verbo &psnas em dessas estariam de predicado categorias va=ias c~mo linguas seri5m cas~ recebem os do ~6cl0c. com sejam . 'J3tiáveL:. concordânciB q~e Baker. áreas especificas por outro 1inguas podem par<lmetros em que as divergir entre Ei.s da der!var caractsristic~? Segundo da o do psrametro sintaxe ns de duas: loxicolm'2nte sintagmas { i il linguas de argum2nto conhecidas i fnguc._\s • As morfologia verbal denominadas de E"i. De Acorde:. \)S .sejam profundamente lado.\o 2ão as mencionadas por meio !nsaridcs na na literatura tal coa10 proyosto por Jeline-k 03ô5J.tát icas esse ser projetados ou nZ.O Autor discorda. c!e sintagmas-qu e vesttgios de iJlCOrporação nominal.

mas também visto apresentadas refletem uma línguas. Esperamos que esta teso traga alguma a teoria paramétrica.é posstvel aos afixos/cliticos explicar o porquê da CG-ccorrência de certas propriedades sintáticas observadas nessas l fnguas. Mostraremos verbBiB que ao atribuir o estatuto de argumento.Tupi-Guarani. q11e contribuiç~o pars o estudo a descriç~o não só para das línguas e nova maneira de olhar os anêlise d& aqui dados dessas .mi 1 ia Tupi-Gl.arc·mi. fis.

é possivel predicado verbal. 4 . ' Tr-ocar&. <iiU Vi. percebemos que as e:t. lÍngua Asurini do campo. que facultativo dos sintagma& Em trabalho de pesquisa sentenças do Português contendo sintagmas nominais a pronominais podiam ser realizadas no Asurini apenas pelo Assim. nos chamou a atenç~o fora o uso nominais (=uso abusivo de anáfora zero). EntrE as Aaurini também or-dem livre nível. forma em 1 as sentenças : "o homem bateu na expressar pela mulher" e "ele bateu nela" 2 1 As construções com uso abusivo da anáfora zero slo cs.CAPfTULO 1 O PARÂMETRO DA CONFlGURAC!ONALlDADE(=PROJEÇÀOl E A LfNGUA ASURIN! DO TROCARÁ estudo sobre a Iniciamos o nosso investigando o de algum tampo ~presantava fen~meno da da ordem livre no nível oracional. de que o associadas às lfnguas do tipo como: tais 3intagmático C=expressbes mais constatamo& outras caractertsticas nao-configuracional. 2 A lista das abreviações usadas no texto encontra-se no Apêndice.ra. no descontínuas) e uso abusivo de anáfora propriedades não-configuracionais do Asurini. UU ovi.cterizactas pela ausência de sintagmas nominais/pronominais~ como am <i-iiil onda o sujeito e/ou o objeto nao são expressos (i) Euvi. Depois pesquisa.

mas asses s6 são em contextos de ênfase ou contrasta.-marido 3A-bater 'O marido bateu nela.• Enquanto as orac~as do Português com sintagmas nominais plenos são realizadas da várias maneir<:l.1) o-nopo 3A-bater ~Ele bateu nela.-i_). a'a ela a-ha-pota SA-ir-querer/ir ·~ele (quem) vai.' 4) i-mena o-nopo kosoa 3 poss-marldo 3A-bater mulher 'O marido bateu na mulher.s em Asurini<l.' 5 .:~dos (j) ~ Em Asuriní existem pronomes livres.' 3 tu. aquelas com &intagmas pronominais só ocorrem na forma expressa no exemplo 2) kosoa o-nopo mulher 3A-bater 'Ele bateu na mulher.' 3) i-mena o-nopo 3 poss.

argumentai dos sintagmas tomamos conhecimento primeira pesquisadora do na linha passamos nominais a suspeitar do Asurini. dessas constataçOes.s arguments.1965) possuem as 9 uma linguas com sintagmas comum caracteristica marcada com elementos proP.l Argument (PA) languagas. a gerativa reconhecer que os a slntagmas nominais <NPs> da certas !inguas nativas são gerados em posição de adjunto. Jelinek propõe o Par3metro da Projeção ( =t\. NPs elementos dispensáveis conta da variação existente entre línguas desse tipo e linguas como o Inglês. Segundo nominais Jelinek adjuntos morfologia verbal (1984. In Laxical Argument (LA) languages. em que os itens lexicaie funcionam como argumentos.E_arametª-r) que é assim definido : a . only pronominal (and anaphoric) clitics and affixes serve as arguments. iexioal itens serve o.." ( J e l i ne k.ominais São esses afixos/cliticcs pessoais no verbo que exercem função argumentai a que terna os Para dar .A partir ••tatuto época.. ln Pronomina. b.r_gument _'D:_Q!L. do Nessa trabalho da Eloisa Jelinek. 1965: 1 i De acordo com a Autora~ os Principies da Projeção e da 6 .

Para dar conta entt'lo. 1. Essa do termo "configuracionalidade.s da Conf i guracional idade.ica o fenômeno Hale <1961 . 1 OS PARÂt-1ETROS _DA CONF f GURAG I ONAL IDADE E DA PROJ EGÃO O Parâmetro da • ~. Os seus predicados verbais slo caracterizados pela presença obrigatória da elementos pronominais e os seus sintagmas nominais apresentam propriedades atribuidas aos adjuntos: ordem livre e ocorrência facultativa.O Principie da Projaçâo Estendida raquar a presença de um sujeito na oraçlo. Par.rgtlmento lexical O s~o pronominal ou não. adotamo&." No início dos Warlpiri e estudos sobre no Japonês. Asurini línguas satisfeitos através dos afixos/clíticos nas línguas de argumento lexicalmente realizados s. caracte:ríst. hipótese inicial que os argumentos verbais sàc projetados na sintaxe através de afixos/c!lticos pronominais. O Principie de Projeção axiga que os argumentos selecionados por um item lexical estejam representados por categorias em todos os nlveis sintáticos . parece encaixar-se perfeitamente no grupo das de argumento pronominal. 7 . como sobre Jinguas em dos fatos observados em Asurini. nas (PA) e linguas de CLA).1 Projeção Estendida na morfologia através de v~rbal NPs..}m•1tro ccnfuslc Projeção é é da resultante confundido com VSZ8E Dai o titulo da definiçio nebulosa c tese. estivesse relacionada 1853) à da ordem acreditav~ ausência livre no que tal de uma configuraçlo sintática nessas linguas .

Em pesquisas posteriores. existem fenômeno da dois problemas conf i gu:raciona l idade.dl de pleonásticos. Na verdade. o inicialmente para 8 . A co-ocorrência das seguintes derivada& da não ocorrência de usadas como diagnóstico conf i gun:.e) ausência anáfora de r·. tipos da variação na estrutura-F. b) ) sr3m de expressoes ausência zero.. 1 ivre. per exemplo.ci onai s descontinuas.Naquela época postulava-se que a diferença entre línguas cem ordem fixs e línguas com ordem livre fosse o resultado de uma no variaç~o nlvel configuracicnais> da estrutura~P~ presença ou ausência tnas línguas linguas n~o-configura8ionais) de um sistema de regras X-barra..c) movimento uso ordem abusivo (que seria. ficou propriedades (1964). estrutural a ver com tconfiguracional o tipo de que distintos envolvendo o são provenientes Um deles refere-se à de dois projeção ) dos argumentos verbais.JPs línguas não- das uso .•s descontínuas e sintagm~ verbal uso abusivo de anáfora no nível altamente configuracional um constatado que esse grupo de que da estrutura-P. não era derivado de um único Sai to parametro. apesar de ter ordem express0E.A ordem aparentemente "livra" em Jap0nês é derivada por uma regra sintática do tipo scrambling. ordem é tem dos constituintes oracionais.m regras de estrutura frasal identificaç~o para a a) propriedades livre de sintático. comprovou que o Japonês. O outro tem categoria projetada Parãmetro da Configuraclonalidade foi pi'Oposto como argumento.f) s:istema rico de marcaçào causal. é. impõe restriçbas sobre isto a zero. e gl morfologia verbal rica..

as regras do componente de base podariam ser da dois tipos: (i)-Regras que impõem estruturas sintáticas .dar conta foi dos dois casos • Mais tarde postulado . 1\ NP VP 1\ V NP 9 . X-b~rra x••---> Spec X' x• ---·> Compl uma organização hierárquica às X s b.como veremos nas próximas seções. diferença tipológica nlo-configuracionais refletia da regras sintagmáticas responsáveis entre línguas uma v eu íaç:ão pela geração da estruture. De acordo com o Autor. como em 5) a.F.. para resolver a Par~ruetra da Projeça 0 o segundo problema .. No inicio dos estudos Hale(19Bll acreditava 0onfiguracionais e no sistema do fan5meno da que a configuracionalidad~..

NP V NP As línguas não-configuracionais gerar a em a categoria um alinhamento geram da extensão arbitrária e sem palavras 6) a. empregam a ragra têm uma . O fenOmeno da sintagmática do tipo ao anáfora zero w~ é que permita que também derivado da regra a orao&o contenha vários 5 O argumento externo é projetado fora do sintagma verbal.A regra em é empregada em i1nguas configuracionais. tipo estrutura -P e por isso. A ordem livre observada nessas línguas resulta do fato da que 6a n~o assim. contém os posiçeies itens especificas para lexicais podem ser os constituintes inseridos de e maneira arbitrária em qualquer ordem. onde os constituintes do sintagma ocupam pasiçôes específicas e a relaçlo de dominlncia distingue o argumento axtarno Co sujeito) do argumento interno (o objeto)5 Regras do (ii) constituintes do W* que não especificam sintagma e que s---> estrutu~a interna dos de ~ 11• /~ b.sintaxe para como plana (6b). 10 .a verbal. pa&sc que o argumento interno é projetado no interior do sintgm.

foi de subcategorizaçao sintagmáticas que do derivavam a estrutura -P passam .nominais ou apenas constituintes o núcleo. a variação tipológica entre lfnguas configuracionais e não-configuraoionais não mais dependia da parametrizaçào do sistema de regras sintagmáticas. mas de Projeção tPPr) parametrizaclo do Principio que da restringe a forma da estrutura-F. 11 . Teoria pelas As ar~m não geradas do companent• de base. o que o nómero de possibilita a n~o­ geraçlc dos NP& nucleares na sintaxe. mas propriedades regras Geratlva. 1~1.2 O relaxamento do Principio de Projecão Em desenvolvimentos observado que as posteriores da representações sintáticas livremente pelas regras sintagmáticas aram determinadas nficleo lexical.a ser especificadas pelo léxico A partir dessa constatação. em 6a nS. O PPr exige estejam que presentes Configuracionalidacte mantido EL argumentos por meio De acordo sintáticos.o é Observe~se que especifico. da representaç~o sintática propriedades de subcategorizaoao do que item lexical. os com \PCJ na Estrutura Lexica! é o nível abstrato refleta diretamente a& de a categorias em segunda proposta núcleo selecionados pelo versão por Hale todos os niveis do Par-3metro da (1983).entlo. o PPr é CEL> am todos os tipos de línguas.

ao está livra tentar derivar não-configuracionais dessas linguas deixa de diferenciar os dois de de um único aspectos do PPr que deveriam ser atribuidos a parametros distintos.o da EL. Como o expressam os lsxicalmente isomórficof argumentos realizadas ou vazias. como livre dos os do é permitida • Nessa itens ar-gumentos caso. a ocorrência est~o que Haia nAo que Hale. lexicais o em verbais não A possibilita qualquer ordem dafiniçBo inserção disso. o PPr é relaxado na ES. o PPr exige não só que os argumentos selecionados pelo núcleo lexical estejam presentes em 12 ._ zero simplesmente ausentes prabl~?m""'s. Sendo assim.Além de anáfor-a. os NPs ~ PC proposta per Speas (1956} argumenta as propriedades par~metro. a assimetria entre argumento interno e externo nao é verificada.A entre linguas oonfiguraci nais é o resultado do Estrutura Sintagmática (ESl oonfiguracionais modo de que é o aplicaç~o nãodo PPr na reflexo morfofonológlco diret.3. .Dê dois aspectos do Princtpio da Projeção De acordo com Speas (1986). a precisam estar representados por categorias na ES.1. ~1nguas Nas mapeamento configuracionais. Nas linguas não-configuracionais. 1. o PPr é entre esses dois essas línguas manifestam verbais por meio de nlvai& estruturais é ordem fixa e categorias mantido na ES.

ram-·se trabalhos PPr.todas os nlveis de representaçao entre argumento interno assimetria propriedades dois lexicais aspectos do Muitos do nócleo. Outros reprasentac~o 1. mas 1 mantida . PPr a argumentos e as suas quest~o a estrutura 1 • a sej~ considerar: a realizações trabalhos focaiizaram sintática. embora 1985 e 1989) raconhaca parâmetros capazes de dar conta relacionados.Assimk existem presença derivada a externo das categorial dos estruturais . na existência da configuraoionalidacte do PPr no seu aspecto ou nlo de um sintagma verbal que possibilita o reconhecimento configuraclonal entre sujeito e objeto ( Saito.A pr-oblema no da catagorial dos argumentos • como varemos a seguir • varia~~o no modo de Ciente desses dois do concen t ra.Jelinak ( proJe~ão dos argumentos verbais aspectos distintos. sobre o fenômeno da também qua variação isto é.o sintagma verbal é inexistente.4.1984}. o que faz com que o argumento externo e o interno se c-comandem 13 . Em certas 11nguas .1. a existência de dois dos fatos observados nas linguas classificadas como não-configuracionais: (il- O Parlmetro ocorrência ou da não de Configuracionalidade que uma dicotomia entre o diz respeito â sujeito e o predicado <= rsalizacào estrutural dos argumentos).

Em outras.5 hierarquizada onde o afixo/~litico afixo/clitico externo c- interno. Navajo delas. como línguas Ojibwa categorias do tipo é o caso argumento pronominal em que os NPs exercem apenas a funcao de adjunto.1969 existinoia de linguas a 1992) e com marcadores Baker < 1990) admitem a pessoais na morfologia verbal em que os NPs se encontram em posiçRo da adjunção. na <PPr) que são linguas do argumentos são realizados morfologi~ verbal. laxicalmante realizados ou por o caso do Japonês e do Inglês do s todos os os argumentos verbais estão presentes vazias.farameter) sintática~ De acordo com Jelinek. Em algumas tipo argumento lexical..só ê relevante se for aceita a hipótese de que o complexo verbal tem uma configuração comanda o 1. trazendo consequências para a Teoria da Ligaçlo.1.mutualmanta.presença ou ausênci~ . As hiQótases de Jelinek e de Baker Jelinek {1954. os dos afixos/clíticos na Warpíri.1965. por exemplo. Esse é ~través T~rut. Cumpre quest~o notar que nas linguas de argumento pronominal da configuracionalidade . a de VF.Os 14 . nu~ que da Projeção O Parametro aatA relacionado i níveis de representação presença ES em todas as representados por NPs tArgument dos argumentos em 11nguas.

regras de alçamento de sujeito e construções relativas e interrogativas derivadas via regras de mover-«. as línguas satisfeito através O verbo fica saturado externa a ale • Em ooneequência de argumento pronominal apresentam as seguintes características. e Jelinek. de adjunto. são inexiste uma gerados em distinção da qual depende posição de sintática a aplicação da entre regras da de se esperar.as estruturas em adjunçlo. {ii) Ausência de mini-oraçbes e orações-complemento regidas. não sintaxe~ 15 . que nAo ocorram estruturas passivas. A e A-barra movimento. todavia. portanto. Os NPs. o Principio de Projeção é dos afixos/cliticos nesse tipo de lingua e nlo pode reger nenhuma posiçic desse fato. Como o verbo só rege mini-orações e os afixos /clíticos orações-complemento sào nessas linguas. em relaçso ao estatuto dos verdadeiros argumentos verbais. {i).investigadores divergem. Como os argumentos há categorias vazias na estão expressos na morfologia verbal.Ausência de regras de movimento sintático. liosnois. Sendo pcsioões acordo com assim.das via coindaxaç:ão com os elementos pronomimais no verbo da santenca matrix. Para Jalinek. (iii) Ausência de categorias vazias.

pros - de Projeção satisfeito é licenciadas e identificadas pelos traços de concorctancia na morfologia verbal Como os pronomes nulos não tê. morfemas de Dessa estão excluídos das posicoes-A. seguinte parâmetro baseado na Teoria do Caso: nThe agreement morphemes receive tha heact•s cases in Mchawk 7l Cat 5-structure)w <Baker. entAo.Para dar conta da existência de como o linguas com Baker <1990) propBe o Mohawk~ NPs adjuntos .1990.2. 16 . Autor. ~ategorias elementos com caso o Principio vazias .5) Observe-se que os únicos estrutura(-S) sintática maneira. todos os NPs Segundo através de o são os nesse nivel de concord~ncia. apagados e caso e reatribuido aos argumentos nulos. Baker propae Forma Lógica 6) * outro Filtro do Caso \Bl que e que afeta ape-nas os é válido para a argumentos nulost Argument chain without case (at LF) (Baker.1990:23) Na Forma Lógica as categorias vazias devem caso Os a fim de se tornarem visiveis morferoas de concord&ncia ser marcadas: para e receberem papel temático sAo. já que o Filtro este diz respeitos aos NPs foneticamente realizados.m do Caso nAo se aplica a realizaç~o eles na estrutura-S. fonética.

1990:5) s 9' ) /~.De acordo com realizados estão elementos. pro a~ como estrutura Teoria da Ligaçlo seja em adjunção ao nódulo tal configuraçao a assim. acima. incorporação oraçôes-complemento têm Outros nominal.somente excluldos das posiçbes vestígios pros. 1990:5) Postulando uma Principio C da refarencia l Sak . de sintagmas-qu e os de NPs lexicalmente argumentais. /(I 1\ r / ~"'" ' 1 ~ Sak V I break knife NP iproK (Baker. Uma sentença do Mohawk como 9 tem a representação em ~ rlOHA\IK 9) wa•-t-ha-ya'k-e' Sak rao-'share• fact-dual-3sS-braak-punc S. que o A expressão não é c-comandada por corrafsrencial com 17 . MsP-knife <Baker. evita-se ~ pode aer S~ violado. como variáveis essa hipótese. estatuto ar-gumenta!.

objeto "não sfào marcados morfologicamente para caso e a posição em que ocorrem na sentença não é importante para codificaçlo de a relações gramaticais. 18 . Uma oraçao como:"o menino bateu no cachorron pode ser realizada por qualquer tipo da ordem 6: -~--- 6 Através da contagem de 670 araçôes .ele. a língua Asurini do Trocará associadas apresenta ao ordem livre. de anáfora zero e ausência de regras de movimento sintático . oracionais é extremanente livre em Os nominais nas funções de "sujeito" e . A ordenacào livre dos 1. 1. QQD)~tituintes A ordem dos constituintes oracionais Asur-ini.uso abusivo que a eram saber.. ao passo que 43%. determinadas fenômeno da caractarfsticas n~o-configuracionalídade~ expressões discontinuas. Na próxima seçAo apresentaremos caractarlsticas "n~o- as configuracionais'' cto Asurini • AS CARACTE~T!CAS " NÃO-CONF!GURAC!ONA!S " DO ASURl~ L 2- Como já mencionado no início deste capítulo. 2. do tipo VO. constatou-se nlo posto que haver êm Asurinl uma ordem neutra no nivel oracional 53S er~M do tipo ov.

sawara ausência de ordem no nlval oraoional A é também verificada nas oraoões dependentes : 11> a.2. OV 'Vim para ver llma• 1. [! lma h-esak-aJ b. o verbo c~racteriza-se pele uso obrigatorio de afixos subjetivos ou objetives. na morfologia a 3a pessoa não é realizada verbal quando interage com as las e 7.a vos o-nopo konomia.. l. lA-vir VO I lma a-sa.2- ~o abusivo de anáfora Em Asurini.Apesar de não vir expressa foneticamente no verbo 7 Vide Seki (1982.10) SVO konomia o-nopo sawara menino 3A-bater cachorro OVS sawara o-nopo konomia sov konomia sawara o-nopo OSV sawara konomia o-nopo VSO o-nopo sawara konomí. a-san [ h-esak-a lima J 3P-ver-ger.Lngua do ze~ tipo ativo. Nas orações lexicaimente 2as pessoas independentes .1990)J Leite 887. 1990) e Leite e Vieira <1990) para discussao sobre o sistema de marcaçao da caso em algumas lingu~s Tupi-Guarani. 19 .

Os NPs.3-Exgressões descontínuas A nivel ' aus~ncia de ordem no nival oracional sintagmitico em Asurini.. nominais plenos. complexos funcionais completos e são muito mais frequentes do que com aquelas anteriormente. como mencionamos são opcionais.~ lA-ver 'Eu o vi' se-r-esa~ 13) 1P-rel.2. 14) asepesowe a-nahem ipira um lA-tirar peixe 'T{tei apenas um peixe' 20 .Os universais e os demonstrativos parece estender-se ao quantificadores cardinais e não precisam estar adjacentes aos nominais que modificam . 1.-ver 'Ele me viu" Construções como g lid. representam e orações completas.a pessoa está 3 formas nlo-marcadas presente • posto que 12 e ~ s~o para expressar "eu o vin e •ele ma as únicas viu~.~. n 12) a-esa.

15) toria a-ha Q§~esowe civilizado 3A-ir um 'Um brasileiro foi' 16) sememyra osepe~ meu filho um a-ha SA-ir ·um filho meu foi' 17) ~ iQira a-soka muito peixe iA-matar ·Matai muitos peiaes' 1.que afetem as relaçoes 21 .Ausência de Nenhuma m~vimento sin~á~ico regra convencional de movimento mover-NP e mover-Qu foi verificada na Em Asurini inexistem verbos de l~ngua 18) Y<. como a voz inversa . como em ~ o~·porahai-ta Yara talvez 3A-dançar-querer/ir Lib 'Talvez Yara vá dançar• Também passiv•s.4.2.ra ~ ~ como aqui inv•stigada.<. alçamento de idéi3 expressa em vai dançar " o modal sint~tico sujeito. como nYara parece que cntalvez") é empregado. estão ausentas ~ntipasslvas regras de altern&ncia de voz .

gramaticais dos sintagmas nominais. c0mo em que varemos os a seguir. nominal nossas do Asurini conclusôes sobre a não referentes apresentaremos nos capftu!os de alguns pontos melhor entendimento também gram~ticaiB estrutura da ~e às d impcrt~ntos lingua aqui investigada . Monstraremos no capitulo 4 rel~tivas e envolvem movimento sintático. Cumpre notar sintagmas nominais que existem exercem estruturas em Asurini funçAo argumentai. 22 . Antes de de incorporação expormos as propostas de Jelinek e Baker a descrição para um e análise que as estruturas interrorativas.

Na seçao. Tupi Antigo que em tempos remotos a que parece ter havido uma indistinç. nomes a verbos estativos.m que examinaremos em demonstrativos unidade sintática que correspondem à linguas. o termo "expressão ----- descontínua~ parece inadequado para 1 O predicado verbal será tratado no Capitulo &· 22 . outras comportamento o O:. Discutiremos ainda ~ usado em contextos de troca de referê-ncia. segundo o Autor. apresentaremos evidência& Asurini ainda conservam elementos lexicais em as I categorias lexicais a funcionais em Asurinl Na questões sobre da que certos vestígios da uma neutralidade em relação às categorias laxicais. segunda morfossintático dos o estatuto de complementizador do morfema das palavras Asurini determinantes revel Q.CAPfTULO 2 AS CATEGORIAS LEXICAIS E O SISTEMA DE DETERMINANTES EM ASUR!NI Neste capitulo ser•o algumas a~ordada& primeira seçlo . Dessa maneira. Mostraremos também contendo predicados que os sintagmas nominais em e nominais posposicionaís estruturas têm estatuto argumentai. Neutralidade esta observada por Edelwaiss (1958:18) no t-ambém sugere.o entre categorias lexicai& nessas ltnguas.investigados nao formam são membros que uma de outras categorias como advérbios. dados e quantificadores com o nominal posto cl~sse ...

caracterizar as con&truçOes em ~determinantesn que os a nominais encontram afastados . 1989d6U Rice sugere que as raizes lexicais dm Slave não davam ser atribuldas a categorias especificas e que só a presença de certos afixos é capaz de "Sapi r (1923) diferenciá-l~s= argued ths. &B ~EXlCA!S 2.t AthapasKan verb stems are underlying nominais with affixes functioning to change the 23 . SLAVE ver-bo_ 1 ) a. Existem todavia. tsó 'excr-emento' ·-tsó 'defecar• (Rica.1. seeh 'saliva• -seeh 'cuspir' c. te 'gelo' -te 'gelar• b.A e P. Isto PP sio é. entre categorias laxicais parece De acordo com lexicais têm interpretaçào em que não estatuto ambiguo. básico o fato da núcleo. subjacente ser tâc nltida. em Rica (1989) a diferença Slave <Atapasca) pois podam ter os itens t~nto uma nominal • quanto verba!. as derivadas de suas respectiva& categorias lexicai& básicas -N • V. VP.NP.O CONTRASTE ENTRE AS CATEGORIAS A teoria todo X-barra tem sintagma co~o &er projeção categoria& sintagmáticas seu principio de seu próprio AP e . linguas .

24 .1989:161) No caso do Slave são os afixos qua determinam as categorias lexicai& das raizes. Assim.se acompanhado por verbos auxiliares 2 Existem outras verbo ou adjetivo Jelinsk t línguas em que e nem as não há categorias como nome. um elemento lexical leitura cartcs neutro entre uma nominal ou verbal será realizado como NP. pois contém um sujeito na forma de cliticc. 2 A similaridade de traços de seleção entre nomes e verbos Chomsky (1970J em Remarks on nominalization a postular levou uma única entrada lexi<~a1 para as duas formas . suas respectivas projeções (1982) mostra que nas linguas Saliche 3 . toda máximas. or posposition. Ainda na mesma linha que categorias sintagmáticas Rice~ Partes (1990) sugare que as podem nao ser derivada& da um contrasta semlntico subjacente entre as categorias lexicais . is i t is the lnstead of taklng either assume that the underlying form a root. verb. not necessarily assigned to a lexical category..N a V . Sapir did not prasent evldenca that noun that underlies the noun/verb pairs. palavra um predicado. Roots are convertad into stams by stem formation rules which assign a lexical category . 3 Kinkade 984) também analisa as palavr-as em Sal iche como predicados. BB associado a determinantes ou como VP. tha noun or the verb as basic . mas devem ser determinada& pelos tipos de operadores sintáticos com os quais co-ocorram. noun." (Rice.category to verb .

Jel inek.basta acrescentar um (uma sentença relativa) [ k w O e'a know-TRANS. • 25 . se-koma•e b.1992:9) Na lingua Asurini do Trocará principalmente aqueles que se partes do nominal ou corpo humano verbal.akoms~e homem 1F-homem . • Uel inek. 'I know her.-3A -1sNOM. She is a woman' Para converter um predicado em uma expressAo referencial . ~ derivados em Asurini 4.(Tenho homem. • tem o ou 'é: homem. radicais termos de referem a sao ambiguos através alguns entra uma do sufixo -~ parentesco e interpretação que os Observa-se que um NP em Asurini como expressão referencial ou como nomes são funciona predicado nominal ------- 4 Todo nominal em Asurini é marcado com o sufixo 5 De acordo com Harrison 975).:Um exemplo que ilustra esta regra morfofonológica seria: (i) akoma•e +a> akcma•ea > akoma'e 'homem. \..STRAlTS SALlSH ST-female=3abs. o sufixo -~ alomorf& -§L. s-teniyJ that st-female that Homan. 1992:9) <=mulher) demonstrativa. quando ocorre após raizes ter-minadas em 2..• ( i i ) a.' 'homem.

i-py b. • ou 'E a fala dele. b. 3P-pé i. 1P-filho 'Eu tenho filho.-mulher-nom 'Ele é casado. • 'O meu filha. o-se'en-a 3pass.' ou 'E o meu f i lho.' ·o pé dele.4) a. 'A fala dele.' 26 . se-memyr a mulher dele. • 'Ele tem mulher.py-a 3poss. • ou 'É 5) a. o-se~en 3A-falar 'Ele fala. 'Ele tem pé.-falar-nom. h-aty b. 1 h-aty-a 3poss. t ou ~É 6) a.-filha-nom.' se-memyr-·a 1poss. ' 7) a.' b.-pé-nom.' 'A mulher dele. 3P-mulher o pé de!e.

"o meio dele" yhara -f2Y.Q.-febre-nom. Observamos ainda em Asurini que outros elementos lexicais ora slo realizados como posposicBes . 10l a.• 'minha febre. 'Eu tenho febre. enterrou. se-r o' y b.§_ éanoa.' ou 'ê a minha febre. • 'O enterro dele. • Os em exemplos acima consti~uem algumas línguas determinado mas é o evidência contraste p~ra entre NPs pela distinção semantica subjacente derivado por meio de operadores . ora como nomes ou verbos.-anterrar-nom. t 'E o enterro de-le. i-pyter··a 3 poss-meio-nom. b.8l a. 3A-entsrrar ~Ele o·· tym-a 3poss.tal o fato e de VPs entre N como proposto que nio é a V por Partes e Jeiinek. o-tym b. 1P-fubre se-r·o' y··a lposs.em 'na canoa 27 .' 9) a. i-pyteri 3-no meio "no meio dele" 111 a.

'Then . dado& até 05 estágios anteriores.e ainda como nome em j2d.A-sentar 1 excl.-cheio 'encher-.' b. o-R:LJ2:e-mamym 3A-dentro-enrolar 'enrolar • <Nicho!son.-dentro-dep... 6 • aqui as apresentados parecem indicar que em r-aízes neutras em às er~m rel~ç~o categorias lexicais. ITLQ..' 6 Em 12d • ~ está funcionando como nome . posto há incorporação de posposição em Asurini.:t_Q5Z.tl) e nomes de animais 13) a.com qualquer elemmto lexical da lingua. tynehem cheio 'cheio.A-recip. Talvez isso explique a ocorrência do morfema causativo !!!.1963:No 201 -3A-dentro 'botar um dentro do outro' (Nicholson.x.1975 ) O elemento l2xical como verbo em 12b e Q.1Ç). inclusive Cex. . 3-dentro casa-dentro. kwe oro-pa oro-so-p.-o i -pype ar:pa -pype entao 1 excl.1975:57) d.12) b. we sat down si de by side inside the house. que nêlo 28 . • CSol !y.• com advérbios <ex •.2.-tynehem caus. ~ocorre como posposiçào em 12a a ~.

awa b.Q_-son 3A-correr 3A-caus.sa-~-aose-rame7 aose 1Bxcl.-corre.mbá em Barbosa <1956) em sua gramática sobre a distinç~o a de como lingua pois todo nome pode e todo verbo no infinitivo é um verdadeiro mesmos morfamas parece terem dois «status"& o verbal e o nominal." ( Barbosa:1956:393) 7 Tomkins nao oferece uma tradução exata para esta verbo.-não-agora ' ainda não <77)' 'nfáo • (Tomkins. a. 29 . a o afixo pessoal referente ao sujeito do verbo ativo.r 'E te correu. i··ffiQ_-awa--o 3P-caus.' 16) ' 'o fez virar onça' b.A-caus. ' 15} 'Ele o fez correr.1976:9) identificação A determinados sugere " A d8 afixos é categorias lexicais também verificada nítida . tornar-se predicativo. o-!Il. 'onça• 17') a.14l a. a. mas o que pode ser percebido é que ao advérbio ª~ foram acrescentados o morfema causativo Jll9. i-mo-sawat-a onça 3A-caus.Os partir Tupina. sawara o fez gent-e.-alguém' ·Alguém. o-son b.-onça-dep. ' b. nome. alguém/quem .

-rel. Nessas casos. • <Barbosa 1 1956:l44) 19) a. • 'Meu dormir. nde-r~ub b.-pai 2poss. INAMBÁ 16) a." CBarbosa.-dormir 'Eu durmo. nos exemplos ~de i- línguas como ocorre ~· Examinaremos nas próximas seções • a função predicativa dos sint~gmas posposicionados (FPs) e dos sintagmas nominais <NPs) em Asurini 30 . • ( Barbosa:1956:139) Pelo acima exposto apresentam uma distinçao concluimos que nem subjacente entre todas as categorias laxicais.396) TU. o núcleo do sintagma pode ser um afixo.Mais adiante o Autor acrescenta: nA presença ou nâo de determinados afixes é o que precisa se tal palavra é nome ou VGrbo. • 'Teu pai. lA-dormir xe-ker-a 1 poss. nde-r-ub-a 2P-rel.1956.-pai-nom. a-Ker b. 'Tens pai.

-cesta-em peixe 'O peixe (está) na cesta de Hurusupia.' 21) Murusupia-manakoa-pype ipira M.:. uma vez que pessoais na morfologia do PP que possam assumir func•o argumentai.' 22) i-koa isoroa-re 3 poss-!ingua boca-em (está) na boca..1975a:4l 23) ka'a-pe amo te mato-em outro ·o outro <está) no mato. Os NPs acima inexistem afixos ocupam 1975a:10) posiçlo argumentai.2. 2- O Q sintagma posposicd.' INicho!son.1. • • A lingua dele <Nicholson.ao predicativ'i sintagma posposicionado em Asurinl pode funcionar como predicado : 201 ywaqa-re tatasiQa céu -em nuvem 'A nuvem (está) no céu.Qnado e a sua tun. 31 .

'yw-ywyi pypa' gar-upi'a 3ms-ovos árvore-oco em ·<Ele pl:le) ovos no oco da árvore. 32 . 1989:5) 26) Na boca. Nas mini-orações sujeito vazio (cvl absolutas. o NP porque nessa nlo posição ocorre no não há lugar um de regente externo que possa lhe conferir caso. 1988:23) 9 Os exemplos 27 27' '' a foram extraídos de Kato 11989).' (Dobson. a Segundo Kato língua. 8< ) Em Kayabi esse tipo da a&trutura ordem: PP NP (il. <Kato.Note-se que a ordem em sempre: PP é Nf' 8 que os com mini-oraçõea absolutas do tipo: exemJlos acima parecem Bonita a sua casa. as verificadas em 24 e 25 uma posição vazia de sujeito mini-orações absolutas sllo constru 0 oes ergativas à esquerda as em que existe e o NP é gerado como 9 argumento interno em X' ã direita ) como [ov[!indo seu cabeloJJ. 25) Um artista. !1988l. o seu filho.

1 que o núcleo das mini-oraç5es ê o próprio PP pre/posposicionados com sintagmas tendo o NP (P+oomplemento). 28l Acho [cv[sem graça. todavia. NP ê tem caso complexo configuraç~o ord0m PP argum0nto ergativa das NP nB. 27'') cv achei [seu cabelo Kato argumenta [lindo v JJ. escjue:r-da a. ele nao receberá caso e a construção se torna à o de . a 1 ]] mlni-or absoluta for complemento de um verbo ..2. v Se. ~.e - direita~ Dessa maneira.s estrut. como seu argumento interno. . 2t:P ) Marial s~ /~ . r •\ • [ seu ca toe l o-[ ! l!ndo .O em ~present.urc:<.a interno atribuído de do núcleo modo inerente o argumento interno nao pode Se o complemento de mini- PP for movido para ocorrer à a posi sujeito .o NP pode ser Edçado para cy_ porque terá co.adas: P NP.so atribuído em to oonfigur o pelo verbo na sentença matrix.~ Spec P ( PNP) NP I A hipótese de Kato oraçôes absolutas sobre a explica.

.tA-ver-neg.porém. 29l ou como predicado nominal predicados verbais. os sintagmaa nominais exercem o papel de adjunto nas estruturas contendo exercer funç&o orações absolutas.' onde. viste que c verbo da oração principal só é capaz de reger os seus afixoslcllticos.Um deles é o que os das mini- Os outros s&o: Akwapitiija-r-opawa A. A ccnstruç&o do Pcrtuguêa:"eu nlo vi c jacaré qua astava no rio" é realizada em Asurinl como lil n-a-esaq-ihl [sakare y-pe 1-towaqil neg. Existem NPs Asurini funciona outros contextos . 34 . Sendo assim. em argumenta! .' 1 ~ nosso ver~ uma mini-ora absoluta não ocorre como complemento de verbos transitivos em Asurini.a grama ti ::a I !O O sintagma nominal e a sua f~. a craçlc principal e a encaixada estio numa relaçAo de justapoaiçlo e nlo de núcleo-complemento. nlc poderia ter case conferido per um regente externo. jacaré ric-·em 3-·virar(?l lndll "Eu nlc vi/c jacaré virou!?) no rio. L3. rel·-rede 'A rede de A. além da inclus&o de outro predicado itowaQI. predicativa 2. c argumente do PP. O sintagma nominal em referencial De ou como acordo referenciais com podem expressao a nossa hipótese. se alçado para a posição de Spec.

' 311 Amyna-kyyn-ta-ramo chuva-cair-fut.-ramo 'Quando cair a chuva. em 'Em Tucurui. tendo como sujeito outro sintagma nominal. 35 .-marido função 'Sa'e Cél meu marido.' 33) i se akwawa Eu indio 'Eu (soul indio.30l Tucurul --pe T. a ("cair"l respectivamente sintagma ~Nesses atribuiçlo de caso ocorre sob regência estrutural e o núcleo devem estar adjacentes intervir entre O do verbo o elemento nominal em Nenhum elemento pode regente e o regido.• (Solly:1963:No 18) ("em"> e posposíoão contextos a o NP . Asurini pode ainda exercer predicativa.d__ll o verbo pode ocorrer sem prefixos pessoais e o NP passa a exercer funçlo argumenta!. 32) Sa 1 e se-mena S.' 11 Nas construções com ~ (ex. lposs.

1. seção.-filho 'O filho de Yara (é) homem. Toda manhã ele esta ocupado. argumento avento em forma de variável que possa ser modificado por sintagmas locativos ou temporais. 36 . Os predicados propriedades permanentes não têm um individuat~leve!. Os verbos copulares 2."ser baixo").34) akoma'e Yara-memyra homem Y.' As construçOes com predicados nominais seria discut:daa na próxima. pode ser 351 temporárias possuem do de stage-level. Kratzer contraste (1989). que se referem às dos indivíduos ( "saber" . de predicado em seguindo dois tipos reconhece termos de o suas propriedades quantificacionais: (íl às Os predicados denominados propriedades "estar feliz"). 1. individuo um argumento que se referem <"comer". 3. evento como variável que ligado por sxpressOes temporais ou locativas. 361 * feda manh• ale é alto.'~dançar". entre Carlson (1977).

35) Mo pa h-eka i onde inter."! lPl onde recebem o papel seu papel eles sio interpretados cu como como lPJ. e por isso. I•"Um homem é baixo. Os os sujeitos alo sempre slo gerados na base teta "tem a propriedade X" de 12 O Português tem dois verbos copulares diferentes que refletem a distinção entre esses dois tipos de predicado: "seru lindividual-lsvell e "estar• O Asurini também distingue formalmente entra esses dois tipo& de estrutura. A-estar nós o outro !que él grande.' akawEt. Na Forma Lógica. 37l ore amote-ho-a ya-ropi outra-arands água-ao longo lexcl. !PJ.wa. Existe o verbo ak-ª. que corresponds ao "estar" do Português. os predicõJdos stage têm um tipo de flexão etgativa . indefinidos se permanecerem sujeitos dos l NFL VPl doe predicados onde recebem em sua posiçlo original se forem alçados para [Spec. predicados individual-levei que definidos ou genéricos em ( em [Spac. ni'!o atribuem papel teta a posição [Spec. Isso permita que o seu sujeito seja alçado para [Spec.no sentido de possulrem um sujeito interno. !Pl a fim de ter caso atribu1do da mesma maneira que nas construções da a!ç. 1975:30l 12 Segundo Diesing . 37 .Segundo Diesing 11992). genéricos ou definidos. 'Nós estávamos ao longo do rio.amento de NP. sAo gerados na base temático do verbo. 3-estar·-lndll índio "Onde estão os lndlos?' (Tomkins.

como ocorre em tHuang. Nao um verbo em Asurini que corresponda ao predicado copular do tipo Para e:'\pressar x·• 8 emprega-se um NP . elementos evidenciais que sao t1m tipo de advérbio licenciado pela categoria T~Jmpo~ .como nos exemplos use r Ya. Em Asurini.19B41.3..' Com base na hipóte3s de Dissing assumimos que predicados nominais em Asurini sejam dos CSpec. 1 hes conferr1 Forma Lógica Quando o sujeito não é LJOJ constru Nessas pois na o também papel os s os sujeitos gerados em temático "tem a. IPJ !NFL onde X" 13 propriedade definidos. ~ Q.uem é ?" CEiel é o Takamona.ra 39! 3 poss-mulher-nom 'Yara I é) a mulher dele.hs.' lugar existe uma variável em seu ligada ._ S1. como em Awa pa a. todavia.Jjeitos permanecem na sua de posi lexicalmente realizado.s a S1J.cujo antecedente é encontrado Ccímp Chinês por um operador nulo em no discurso. 13 presença INFL os verbos impessoais que expressam fenOmenos da nesses casos estaria seria indicada nulo pela em Asurinif ocorrência de m8.

j amyna-opotat chuva-desiderativo/futuro "Vai haver chuva. os predicados nlo possuem um sujeito temático.Ota/ta 14 C"'qtterer". "EstA ventando muito.' ASUR!Nl 42) DO XINGI.mbém ocorre com os predicados nominais impessoais em As•1rini do Trocará a no Asurini do Xingó 15 42) osa'iwe-pota amanhl -desiderativo 'Vai ser amanhl. O seu único argumento é a variava! evento que poda ser ligada por advérbios .hoa vento-muito-nom. ywytoo.pítulo 3 para discussão sobre verbo ll_ota.natureza também sao realizados por 41) sintagmas nominais. "ir 1 ') ts. lil amyna-pota o uso chuva-pata 39 . Curpre notar que o verbo leve J?.' Nesses casos.' <Nicholson. 15 carlos Fausto !comunicação pessoal) também reporta de gota com NPs em Paral<ana. 1987:111 14ver Ca.

dos sintagmas posposicionados e acordo oom podem exercer defendida . Com elementos base nessa e~ proposta supomos que existem outros Asurini aos quais poderlamos atribuir o estatuto cornplemontizador .Grimshaw. 2. das orações relativas é um posslvel candidato à categoria de cornplarnentizador em Asurini.os NPs existe precedentes a hipótese a funçlo argumenta! ser aqui quando não núcleo nenhum elemento pronominal que sirva o papel de 1. Vimos nas funeionam seçôes argumentos como lexicalmente realizados dos sintagmas que os sintagmas ( eomp 1 •?mantos ou nlo.4 O esta~uto funcional de No inicio de nossa 'ra~o' pesquisa . 40 . acreditávamos que categorias funcionais como Comp na llngua Asurlni Brandon Seki ( 1854) . o nominalizador wa'tz. Entre eles estaria o morfema ~ de encontrado !6 Como demonstraremos no capitulo 4 . De ou nominais sujo! tos). assumimos impessoais (cf.0 argumento.1. !B que sugerem nominalizadores nas llnguas Tupi-Guarani podem nlo havia os sufixos ser interpretados como manifestações da categoria de complementizador. aja como o e dessa 1991) maneira. pote/ta pode ser licenciado.Como o principal nao sâo que verbo leve precisa da estrutura argumenta! para projetar na sintaxe especificados em o termos de papéis argumento-evento dos argumento externo da já que predicados construção os seus argumentos temáticos. nominais.

akoma'e sekwehe sahya-ramo homem evid. ele vai embora. Ra~ da 1966J é também 197ô:60J empregado em Asurini em casos em que o sujeito oraçlo principal tem o mesmo referente que o sujeito estativo ou o objato da oração subordinada : 17 Ramo (i) também pode ser usado como predicado.!'_?. i-nopo i-ha-potar-i 3P-bater 3A-ir-pota. o-kotoij Te te 44l 3A-furar T.' <Solly.Q i-ha-potar-i lvocêl 3P-batar 3A-ir-pota-ind ll 'Se você bater nele.' 41 .ind !l 'Se (ele 1 l bater.h a. iEne) i amyna choveu. 45) se. lua.Q 3P febre 'Teto deu injeçao quando ele teve febre.@2 i-kyr-i lA i r 3A-cair-lnd I I chuva 'Quando eu fui. el~ vai embora.ramo 'O homem <virou) lua. i-ro' y-Lê\Jll.nos contextos de troca ocorre de referência no verbo corraferencialidade entre o 1~ subordinado indicando sujeito da oraçao principal e nãoo da oraçlo dependente. 46) a.' b.' -nopo-~f!!.' (Nicho! son.:.

' ( Harrison. lb)-A construção intransitiva é marcada com ~ série de prefixos possessivos óorreferenciais que se referem ao sujeito.? dade. 48) s.rbal no gerú.A-lef\ we were hungry. vou chorar.G. ~c) O fonema final da raiz verbal determina a furma do sufixo do ger(.fo·-pahin lexcl.Acreditamos que nos 18 forma vE.--from wequit..-A construção transitiv~ é marcada com o.whi J. prefixos da série estativa/objetiva referentes ao tema/paciente. 1963:6) a sa'ar" pota 1P-bater ~se lA-chorar me baterem.ndio:é usado depois de vogal. .quanto nao-cor·referenoialidads. depois de ditongo e -ª ~ cos1soantes.' ndo há correferencialidade entre o sujeito agentivo da o sujeito da encai~ada forma de gerúndio e !8 é 491 a san i-'otwol lA-chegar ~vim 3P-comer-ger.P-hungry when ~when lexcl.nos leva ~ suspeit8r nossa análise esteja incorrsta. para comer. it.nd i o e·guintps (~aractertsticas: ta.

existe um outro principio que envolve a hierarquia referencial ele pessoa. Da mesma forma é possível a. exe. os elementos usado& no sistema de troca de referência podem ser nominaliz~dores.l9B41. nas construçi3as do tipo pois e 46. de acordo com Barbosa.Se o sujeito da oraçlo matriz é um expletivo e o sujeito da subordinada é de la e 2a pessoas. 43 . Mas se o sujeito da oraclo subordinada é de 3 pessoa emprega-se a forma nlooorreferencial. a (Barbosa._ só a verbal de fr. temáticos Quando o sujeito-alvo empregada.rma argumento-alvo é um forma ~- referência a oração a ocorrência de uma determinando sentença subordinada) é agentivo. !9 Mecanismo semelhante é encontrado em Quechtla (cf. llngua em que na& estruturas de (nlo-1 correferancialidade além do principio de Identidade de referência .ci« a mesma funçZ!o que raJ!l2. é uma conjunçlo. morfemas de tempo/aspecto.a Em é Asurini de o (= o sujeito agente é da gerúndio é sujeito estativo ou para indicar adotada. e 46 como regula'os por uma hierarquia temática. da mudança marcado um da como 19 correferenoial Em outras linguas . forma usada para marcar n•o-correferencialidade é~~ que. o morfema de identidade entre sujeitos é usado. Quando o objeto . No Tupinambá 1987). também era usado em Asurini do Sugerimos Trocará para indicar ausência de identidade de duas orações contlguas mas que tenha entre os argumentos desaparecido . O que de acontece nesses casos é papéis correferenoi~lid~de.exemplos entra ~ n~o 47 e 48.:. Cole.nal isar os exemplos 47. o esteja marcando correferencíalidade sujeito da oraç•o principal e os argumento& ente hierarquia . conjunções ou 19561 e Asurini do Xingú (Nicholson.

O como vimos na saçl:!o nominalizador-~ (inldalinltude.tudo indica que cuja informações sobra traço quantificaclonsl.todaviar n~o fornece rabo 'ter rabo' Assim. afixos que deriva. 44 .. nlo restringe a referência do nominal (terl categoria de é derivar nomes."L:"J. isto é. número ou qualquer outro b.. assim contextos o estatuto de um como Finar (1985) propõe para os marcadores de nãocorreferencialidade em Yavapai. 2.2 O SISTEMA DE Em DETERMINANTE~ Asurini parece não haver elementos independentes que possam ser classificados como determinantes. ~. Na próxima seção o sistema de determinantes em Asurini será exami mHlo. f pela conjunção/ complementizador ramo a nossa suspeita inicial da que inexiste em Asurlni uma categoria semelhante à Comp passa a ser não fundamentada.• . Cum<uns>o(s) rabo(s)' =-ª.funciona apenas como um operador H Seria também posslvel atribuir ao morfema LS'l!!Q nesses elemento pronominal A-barra. Como as categorias sugerir poder1amos funcionais que um da llngua posslvel candidato slo à nomina!izador-e.._ principal. was-a :rabo nom..Podemos concluir que os contextos de troca de referência são introduzidos mana i r a.

indefinido definidos do .-pescoço 3-comprido ·o b. nao servem nào para introduzir expressôes nominais . Os demonstrativos do Asurinl slo. Em nominal Asurini não é sempra há artigos ou indefinidos . i-soroa i-poko 3poss. expressões pois apontam 45 . como demonstrativos isto é. nosso locativas adverbiais que funcionam como dêiticos.2 As palavras em Asurini traduzidas pertencem é categoria de determinantes. ver.' 1-·so-poko 3-pescoço-comprido 'Ele tem pescoço comprido.que determina a cata ~ia lexical dos elementos com os quais co- ocorre. a.Trata-se caso é de possível tornar incorpor-açào um nominal de palavras referentes és partes do corpo humano 51) a. Em ce•·tos contextos.' 2.2. todavia.Um ambíguo quanto ao traço [deflnitudel. pescoço dele é comprido.

vermelha flor • A flor 54) Aquele é magro ---> Eokwe lá 'Ele 551 wíse longe é vermelha. Facó Soó!res e Clemente de Souzà ( 1950).' ywotyra 3P. versbes ao e slo melhor inv s Asurini de construçôes Português contendo demonstrativos na função de detet·minantes 52) Esta árvore é alta ---> ywa do 21 i-poko-oho árvore 3P-longc-muito 'A árvore 53) Esta flor é vermelha ---> é comprida. i xo foram coletados com base no questidnArio elaborado por Monserrat.' exemplos aba.para os objetos traduzidas Observe corno no contexto "aqui" abaixo as e nlo-lingulstico "}áH. 21 Os 46 .' Aquele passarinho está voando --> Eokwe wise wira o wewe lá longe saro 3A-voar 'O Pássaro \lá longe) voa/está voando.' i-kwawen-pipi 3P.magro-pequena (aquele lá longe) é magrinho.

s1c ao serem combi.1990) semelhante é verificado llngua em que em Warlpiri fcf.' <Tomkins. isto é. com o com o cll. No nominal exemplo §j'_ acima.O fato de o demonstrativo ser opcional ser empregado indicar como advérbio que essas palavras de determinante.na.pe! de paciente caso.~ eomia eomi~l~' lá-norn Os "demonstrativos" norninalizados ocorrem em "construções descontínuas": 57) Mia a-potan sesoahoa estes lA-querer jejus 'Eu quero estes jejus. parece desempenham a fun os demonstrativos poder e o gramatical os nomes formam um sintagma nominal Além disso.976:-'?) mia. completo~ 1. exerce dois Assim~ coindexados entre si e estio p8. l e ex s. os "demonstrativos'' do Asurini podem mudar de categori.Bittnar e o elemento que corresponde ao 47 . função de nominais com estio <no a lJffi o mesmo sintagm~­ referente ligados ao argumento segundo a nossa análise.ico zero de 3 pessoa na morfologia verbal) Fenômeno Hale .dos ao operador 56) também :-ª. locstivo nlo í Cexs.

nominal é o .poss-coisa 3P-molhar-tudo-ramo 'Nossa bagagem estava completamente molhada.demonstrativo associado uma demonstrativo coindex um é "expressão s o que nome descontínua". Pra-ls-DM aeek-NPST that-Dat comp-2s-1s yu-ngu give-PST '!'m looking for that boomerang you gave me. é evidenciai pode intervir e11tre eles.' IBittner e Hale 1990:81 Outro fato . nominal a pelo mecanismo o da adjtJntos em relação apositiva WARLPIR! ka-rna-rla wal·ri-rni 58) kujs npa-ju boomerang-Dat. o estabelec1da ele entre l í A na verdads.~ 1Nicholson.1976 a : 321 Evidenciais sinta nunca ocorrem entre os constituintes de ttm como em: 45 .Os dois NPs forma com alo .que nos nlo forma um verificado sintagma em leva a suspeitar de que com nominal complexo construções em que o elemento o demonstrativo em AsuJ·ini. 1 excl. 591 Eomi estas i-aky-papaw amo raka evid.

49 . a topicaliza dos ~Voltaremos a descrever o Indicativo I l no capitulo 4. evid oasa 'a casa do menino.a.. kyhe-po faca-com 3P-matar lnd ll 'Foi morto com faca.l 62) Indicativo 11 a.' 61) • raka canoa QYpe evid.' Observe-se que nos exemplos abaixo. (Rodrigues. dentro ·oentro da canoa. sufixo-te prefixo estativo ) . ele Asurinl..se o seu sujeito for de 3 pessoa.~_li.:. o-soke kyhe-po 3A-matar faca-com 'Matou com a faca' b. Esse fenômeno é denominado do (Payno. assim como em outras qt1ando um adjunto é observado 1 inguas da. 1853) 22 1991l. Ot.do tilha uma morfologia especial no verbo princlpal(em . topic.menino-rei.' O estatuto adverbial das palavras demonstrativas pelo seguinte fato: famflia en em Tupi-Guarani é Asurini.

-casa ~Ele 1976 b: 23/24) 3A-ver viu a casa de Yara. Nat~irana rsl-mulller deiKou para mim.ssem \J.chamados obllqua. posto que morfologia v2rbal.o verbo constituinte sintático obl iqua.-rel.' Na descrição do fenOmeno da uso da distin quantificação em Asurini.' 64) i-mana-i Natairona-r-atva lá/aquele? p8ixe 3P-deixar-lnd. "demonstrativosfl engatilha também a forms tal como os outros elementos adverbiais da llngua: Lá/aquela? 3A ir 'Lá fui é\ I nd l I 1 ua lua. (npeixell) Se . 651 YiiJra-r-aqa NPs em Hm f54 forma-. o proposta por Partee et alii (1987) farei entra 50 . IJ Lá Chá) peixe (que) a ffilJlhsr de lsg-par~ N. ' <Nichoison.m principal não estaria posi inicial nào na forma afetam "· como demonstra o exemplo a seguir o-esa Y.

:.antificadores não-seletivos <quantificaç~o-fJ) f5""l.JJr_g_ comi21..rr::'S A.e cu:io do t pos içt)es quantifi especificas. ndoisn qus..\) Mostraremos "mui tr1sn Gs nesta.o-D e determinant..) q. d v c r b i a i :J p CJ d .êff.sso que escopo é restritc1 a NP. Eu Ii..urini com os quais eles Z3 L. 1 .dvérbios.nt i f ic. ###BOT_TEXT###lt;:::jUCt_ntif:inaç3o·f. se o q1Ji2 qu3ntifi~3dores como "toc~os".~. categorios 00 como p3.: cJ s . rnaçàs. m 1 i S a._:. les . e afixos que seus preciir:~ad._rjc.8 tc1rn~ a constrDçgo ambjgua..s em C! a.

-deltar-lnd Il homem 'Todos os homens estRo deitados.' 691 osepesowe um a-nohem 1 A--pegar/pescar peixe 'Peguei um peixe' 70) aosaoh~ todo sakwahe evid. adjacentes.' <Nicholson.!&. · MUitos peixes' 52 . 72) nominais e quantificadores podem ocorrendo estrutura& estar QN ou NQ.681 se-memyra a-ha W& osepesowe meu-filho também 3 ag. 1963: no 40 J • a-apo portas 1 A-fazer muitas 'Eu fiz muitas portas.' <So 1 l y 711 osoroa .-ir um Um <del meus filhos foi também._ 3 ag. he!" ipira muito peixe 73 J iJLira h e.1976c:30l Como a ordem é livre. i-tow-1 lj_Oª-.

As expressões carginai_§_ Em Asurini. ver capitulo 3. 53 . os numerais e palavras como •muitos• e •nenhum• slo empregados como expressões nominais ou verbais.2. haja o que "constituintes evidências da que as palavras construçôes nlo significa pertencem à que nos exemplos descontínuos• em termos de estrutura sintática. 2.' 751 anoht sekwahe pane nenhum evid. água 'Não havia água ' Essas expressôas quantificadoras também ~odem podem ser oausativlzadas e 24 ocorrer com o verbo leve 24 í'arà a análise do verbo leve .3.1.Na próxima saçlo. ya infeliz.' Lit:.-filha uma 1-para 'Eu (tenho) uma única filha. forneceremos quantificadoras envolvidas categoria não nessas de determinantes. 'A minha filha é só uma para mim.1. 74) osapesowe se-memyra lposs.

mo-koi 25 caus. as luas. ··neg. 77l a." 25 Compare a morfologia da palavra em Asurini que oorrasponde a "três" com o seguinte verbo estatlvo na forma nega. 'Três' b.. ti va.• ~-iro-ihi neg. 26 lua 'Em três meses' Lit. 1875a.Q:koi l é " fazer gêmeos. ::30) as luas . mokoi- Sahya dois-pata lua Em dois meses*' <Nicholson.76) a.. Lft:' Serlo duas.' palavra na-i-ro-ibi em Asurini é um verbo estativo na negativa~ 54 .' 25 oe acordo com Ayrosa (1933:61) a tr<>duçflo para os numerais Tupi "dois" e "quatro" seria :"fazer pares.-par-neg.-3-fome-neg ·~le A sua fotma nlo está com fome. na-i-ro-pota-ihi Sahya nag." O sentido literal de "dois" C!!!. :'Elas serao três. -3-par-fut.gêmeos 'Dois' b. (i) - nd-i-ty'arahy-ibí neg.

-par-bem-muito 'Quatro' Lit:'Ê um super par' b.' c.: 'Eu fiz pacas. a os filhotes delas também. 3P-levar-dep.' ( Tomkins:1976:33> 78l a. a-mo-iro-qato-ete-sowe raka h-eraha-o karowarohoa 1A-caus-par-bem-muito-apenas evid.-pegar-dep 3poss-filho também 'Eu peguei três jabutis . as e as levei para o brasileiro. paca toria·-pe oi vil izado-para 'Eu levei apenas quatro pacas para o brasileiros.1975a:30 Lit:'Elas serao quatro.ijato-ete 3. i-iro-Qato-ete-pota Sahya 3P-par-bem-muito-pota lua 'Em quatro meses' (Nicholson. delas quatro/selecionei quatro delas.' <Tomkins. as luas.ocia jabuti n-·a-!!l. Sa.' 55 . i-iro.Q_-iro-ihi i-pyl<-a i-memyra we neg.1 A-caus-par-/número 3 pc.1976:30J Lit.c.

aa expressões "nenhum 27 Harrison (1975:77) também cmalisa haver" ém sua forma negativa.79) a.' 1Nicholson. anol:li_ como o verbo 56 . i-apo osoroa lA-caus-muito 3 P-fazer porta 'Eu fiz muitas portas. : ' Eu Os outros as fiz muitas fazendo as portas.: 'Eles si'lo muitos.' quantificadores cardinais através de predicados ou N"~Em 50) particulas .-muito 'Nós somos muitos.muito 'Muito(s)' Lit. também slo expressos tipo "nenhum N" é expresso pelo verbo l"nRo há nanhum"l 27 o' ia ore-opa farinha nos-para 'Nao havia farinha alguma para nós' Em contextos não-existenciais negativcs.Nio há NPs do construções existenciais .P-rel."nenhum existencial negativo !1JJDhi rcü:okwehe nenhum evid.' a-~-ata c. h-e'yl/ h-eta 3 ?-muito/ 3 P. ore-r-eta 1 excl.1976c:39l Li t .' b.

' A part:l.-morrer-fut.-muito eu 'Eu nao peguei nenhum jabuti.Só um pouco.-1 A-pegar-neg. ele morrerá.cula •incerteza• "alguém" f moda! é empregada "algo"~ rimp/mo para Compare a contextos quantificadores em 84b 84)a. cujo significado básico é também serve para 831 o-mosokyn "pequeno" . expressar "pouco N.as d pe l o ver b o · to nega d o JUn a a l gum nominal referencial.' <Tomkins.-3A-ir-neg.' O verbo estativo lllJú. 'Ninguém foi caçar. ijOa o-ata-o talvez pessoal 3A-andar-dep. modal 'TalVez.Nn = "algum N" a•o ~~ ç f orma..1976:23l 62l u-a-ha-ihi sawa neg.' 57 . neg. 61) jabuti evid. o-sekyi-ta que indica "probabilidade" e indicar a idéia dos indefinidos estrutura moda! 64a com em os e 84c abaixo: ~ 3 A." i-sope Sotero peta 3 A-salgar 3-para Sothero 3 P-pouco-fut. 'Sothero salgou alguma para eles.

"forte" e assim. O quantificador universal nlo pode adverbial -aoseoho. ele engatilha aoseoho.2. podemos funcionam como concluir que as determinantes. 2. ao contrário das expressões cardinais que slo quantificadoras "fracos".QJ?!!oho e seu escQQ_Q_ Em Asurini. A distinção indentifioada por Milsark ( I 977) entre quantificadores "fortes" e "fracos" é também observada em Asurini da modo direto. O quantificador adverbial i!.é funcionar como predicado. esperado para "todos• em termos Esta é universais 1990). o comportamento (Partes.' c~o-esa ma'e rimo 3A-ver coisa MODAL 'Ele viu alguns animais.2. Há Dvldências nos textos analisados de que o quantificador 58 .b.1975a:6) Com base nos dados expressões cardinais n~o apresentados.akwawa índio rimo o-pyhy ipira MODAL 3A-pegar peixe 'Alguns homens pegaram pPixe.que ocorre em posição inicial a forma oblíqua llndioativo 111 no verbo principal.' <Nicholson. existe um quantificador universalquando se comporta como um advérbio na sentença.1.3.

-cortar 3A-estar Urubu-em 'Todo o pessoal estava cortando arroz <Nicholson. Os dados sugerem podam sar universal amblguas liga que as entre todo em Urubu. De uma posiçlo pós-verbal. 85) __mania' anª.raka ya o-tykwan mandioca aoseoho evid. água 3A-oobrir tudo 3?-oheia dep.universal em Asurini é nao-seletivo. água 3 A-cobrir toda 'A água cobriu toda a mandioca.1976c:15l 871 komanaisi' ia arroz ~ o-manahaij a-ka Urubu--pe aoseoho pessoal 3A.' (Nicholson. ~oho O ocorre quantificador variáveis diferentes na oraolo onde ocorre.' <Nicholson.-caaa avld. poda quantificar sobre o paciente.' 1975c:46l estruturas em várias que leituras. 59 .1976c:151 861 ore-r-aija raka ya o-~wan aoseoho 0-tynehem-amo nossa-rel. 'A lgua cobriu tudo (covar it ugle aa nossas casas ficaram cheias. o agente ou o próprio verbo.

en tilhar a forma obliqua Nessa posicão.1963:No 24) A raziilo pela qual deve ao fato de que principal. O fato de parecem tar que em algumas sentenças.-trazer-muito-lND ll farinha saca-em • Ele trouxe muita farinha em sacas.§_.dc verbal seguinte. 3 A.. certamente duas.3.. quando usadas como oraçaes adverbiais iniciais.2.JU!tessOas cardir}_ais usadas com_Q__g_>Jantificadores A mesma ambiguidade encontrada com o parece ser permitida essas s~o alas podam quantificador universal com as expressões cardinais. 60 .1. o numeral está assocido com "saca" em 56 se este é o "Farinha . escopo sobre um argumento esses quantificadores especifico depende da especificação de número do nominal envolvido. 66) rak~ h-eroro-ho-i 3P. (Indicativo l l ) no predicê!. ".então. como no exemplo abaixo.2.3. 1958). eilniflcado "ele a que a constr acima possa ter o trouxe duas vezes . As -ª. uma vez que expressões cardinais também ligam a variava! avento da estrutura argumentai do predicado <Kratzer. é um único nominal contável nome nlo-contável e não na or pode ser quantificado pelo cardinal "dois". Propomos . como em §..' CSolly.-duas avid.-3 P.

~ndo Bth'E:!tbia.' 1Tomkins.is. " Qu. interpre determinante adverbial Como ein s: i nt._l.S . Par te e.' 197E'}:~i3) que registrou as duas sentença5 acima. uma v~o." BU .Quando os predicados çoiBO adv~rbiós como .Jel inGk.~tirei dois /ele ele flechou flechou duas vezes .~ interpret s uma essas dá a iniciz..o_t i cament e. ·Eu atirei nele duas vezes e o matei.89J raka a-mopoq h-ehe soka-o i 3-duas evfd . em pois ambas ora seja s são uma de semelhantes em posição contêm t. lA-atirar 3-em 3P-matar-aep.ol numeca1 seletiva que pode ter escopo duas "dois.ocorrsm eles s§o 19921 cardinais do em or2 s exemplos de das expressões Asurini funcionam . oraçao adverbial não- sobre o argumento-evento ou sobre o que ambos os ~xemplos sejam ambiguos e possam ter ela duas vezGs tc1J dU3. Tomkins. predicados cardinais~ ao invés de i orações simples. .1976:23J Compare 89 90) com raka 3-duas evid.S atirei em dois JeittlfP. 1990 e ... 3P-flechar em v~o "Ele flechou dois (deJeles em <Tomkins.eles engatilham a forma de Indicativo 11 61 .

1963: No 20J Como já mencionado acima.os que ale matou. r as vezesl que ele dormiu.' 93) ª-ºJi!itpho todo raka i-~H:'enar-i ore-reiri evid.-flecha 'Eles eram muitos .• 62 .' 92) i-soka-i o-'ywa-po 3P.no verbo seguinte. Os predicados he?yi/heta c•muitos"l podem ser empregados para expressar coletividade: o equivalente a "todoslosl N. 3P-cantar-IND 11 nos-em volta 'Todos eles cantaram em volta de nós.' (Sol !y.! l ' Elas s:llo duas. os nominais em Asurini são amblguos entre uma leitura definida ou indefinida. 91) !)lQkoi i ker i duas 3-dormir-lND.-muito 3P-rnatar-JND 11 3poss. da mesma maneira que o quantificado~ outros adverbiais o fazem.

2.84l h-_e' yi sahytata 3P-multas estrela 'Todas as estrelas' 'Elas são as muitas. o Asurini também emprega afixos nominais e verbais para expressar noções de quantificação. presente quando esses definida predicados cardinais sao do nominal está traduzidas como "todos" ao invés de "muitos.5.1. sobre o sujeito pode também o próprio verbo: 63 ." 2.3.L:i<~ 3P-muito-nom. Lit.tem-se intransitivo recair sobre quando ocorre com para expressar quantifico escopo absolutivo !escopo e o objeto direto) e a quantifica um verbo o universal. O verbo pri noi pa l Nesse ppam ("terminar") é empregado caso .: A forma nominalizada do predicado é usada para traduzir a expressão "todo mundo." 95 ) h e ta :JJ:t.: • Aqueles que sao muitos' Nessas contruções. as estrelas' Lit.

991 kosoe- o-se'enaq mulher-co! 3A-cantar 'Todas as mulheres cantaram' O sufixo aumentativo ("grande") é empregado em Asurini pode ser sufixado a qualquer para dar a idéia de ''muit. parentescos e palavras que se cujo uso é restrito a termos de referem a seres humano&. NPs.os. lA-ir-fut. o seu escopo é restrito àquele Essa é uma caracterlstica dos quantificadores afixais 64 . Quando ocorre com NP apenes." sinta . SA-Ir-terminar nos-com barco-em 'Todos os brasileiros foram conosco no barco.' ISo!ly .' civilizado evid. 1863:No37J 3P-fazer-terminar-dep. "mulher''. como 'menina".197Bb:2Bl 97) o-eraa-pam ma'esiroa teria 3A-levar-terminar coisas civilizado 'Os brasileiros levaram todas as coisas.' Outra maneira de expressar o equivalente a "todos" em Asurini é através do sufixo coletivo -to. 'Quando eu terminar tudo vou embora.' I Nicholson.

rimo ipira ore-rewiri 101) o-pam tar 3A-terminar-fut. evid.-chorar-muito 'Soowia chorou muito.1976c:69l Os exemplos acima demonstram que o quantificador -oho_ 65 .' Quando -aho é afixado ao pr·edicado verbal.' (Nicholson. ele pode ter escopo sabre qualquer argumento ou sobre o próprio verbo.1976:4) 102) Soowia o-sa'a-ph~ Saowia 3ag. 3P-asperar em vaa ·Muitas de seus parantes esperaram por ale em via.-grande 'Muitos peixes morreram modal peixe nós-atrás atrás de nós.-parente-grande-nam. h-ara pane 3poss. no pessoal queixada 3A-dizer-aumentativo de novo "Todos os homens disseram de novo:· (é umaJ queixada.' CTomkins. o agente.' Foi constatado um aumentativo também exemplo em Asurini em que o sufixo tem escopo sobre 103) kwe raka ijoa tasahoa o-saentao evid.que 1001 escopo limitado ao constituinte com o h··eys-oho-__a sekwehe qual co-ocorrem.

::. podemos tomar ese de que os verbais se encontram no interior do verbo na forma de afixos/cliticos e por isso. com o qual estão coindexados. Parece. prc~norni i: o nD. podem ser quantificados Vimos neste capitulo o comportamento da sintagms e do sintagma nominal e mais detalhadamente elementos t'd&terminantes'' pospocional o funcionamento dos em Asurini.dor sufixo ta~ o Partee 11990) serv8 o para . e Hale. o q>. ar quantificadores os que expressam noçôes quantificacionais por meio de afixos. : J apenes saber (Jelínek.:xistem funcionam em como determinantes (Fac6 Soares l990l ~':? apenas linguas vári:"s 1 1992) !Bittncr Warlpi:ri.. 1990l. aquelas Saliche 1 do tipo que • a lEi92). sufixo quantificador ocorre.nvk <Baker.. Moh.vcr verbo dcJ hi tem em Asurini .C'!a pessoal de Mary Kato. F:.1ma. Os dados aqui apresentados revelam Asurini não pertencem é categoria não formam uma que os quantificadores em de determinantes e expressão descontínua com o nominal por rsao. T1kun::t . i nâo 2B. segundo Se escopo limitado à palavra em que fato ê\r gument.nt i ficar como t. e se o agente ou o evidência a fa.os paci ent(?.Passarsmos agora à descri o e análise do predicado verbal. pam) talvez quant i f i<:ca. 66 .funciona como um quantificador adverbial nso-seletivo.. 28 Comun:i.IB.todavia.

a ocorrência objetivo do certos afixos ainda em fase de a ordem fatos gramaticais dos constituintes de certos tipos de movimento. (Pollock elementos de INFL são núcleos funcionais sintaticamente independentes. Os dadHé ~spectuais h~o do são Asurini afixos revelam que os afixos adquiridos pelo verbo temporais via regra de 66 .CAPfTULO 3 A ESTRUTURA DO PREDICADO A fim de explicar oracionais e c fenOmeno da a ocorrência de marcas na morfologia verbal. presente e o mecanismo capitulo é de tempo/aspecto llngua Asurini tal subdivisão se faz dela . é dessa perspectiva alçado para o verbo. Concordancia ordem que oe <e talvez Neg ) - Geratlva. ser . para adquirir os seus INFL ou os traços de INFL slo movidos para o verbo em VP Apesar dessa desenvolvimento número área que através explicados. Dentro afixos . <1989l e Chomsky dos constituintes número-pesso2is 8 temporais proponentes da Sintaxe 11989) ) sugerem . oracionais. dos pesquisa e de haver controvérsias em relaçlo à ordem a ao posto podem de luz dessas e do de a ordem atribuiçao de examin3r o estatt1to de chamado verbc auxiliar recentes 3 11& Gram~tica Ger·ativa.vários como afixos na morfologia verbal O estar de categorias existentes em INFL .

chegamos à conclusão que orações ad. Tal fato nos leva a supor que sejam os afixos/cliticos lexloalmente realizado Antes de pessoais pode os . Mostraremos também podem chBmados adquirir os seus afixos pessoais envolva essas que os movimento para !NFL formas verbais sao verbos "auxiliares't não através de uma regra que .examinaremos que o ao seu os argumentos em Asurini e por isso. 3. na No Modelo atual da Gramatica Gerativa morfologia sao verbal c3tegorias funcionais suas próprias proje vistos de Tempo e como os afixos existentes tr3ços Concordância que presentes na. só o verbo 1 os.s possuem as s na sintaxe 67 .junt~s que se encontram fora da estrutura que contém o verbo principal. re apresentarmos indicar problemas algumas das a propostas serem aqui existentes sobre os constituintes de INFL.são predicados independentes que formam nc léxico um predicado complexo com os verbos principais.Assim . A nào existéncia em Asurini i nc>Jrpor de o é verbo afixas de capaz de de regras de alcamento tempo/aspecto parece transmitir a sua grade temática veatlgio. 1.

\ ' / /\ \ i/ Phrase) ~GP /\ \ .K b.1969:397) 1Chomsky. \ \ VP ADV VP v \ \ VP CPollock. //\ AGR-' por ambas as representações especificador de VP. de Pollock ./ NEG NEGP I /\ /1\ / \ NEG I ADV . ao contrário axistência de mais uma categoria funcional posl / \ TP' ~'""' I 2~ E.1969:18l Observe-se j\ /I /\ // AGRP AGR AGRP AGR-o qJe Chomsky.m . representações oracionais foram propostas " Chomsky(l~B9l 29 IP / "'.A& seguintes "' Pollook (l9u9l e 1l a.admite a na região de !NFL: é posslvel gerar o sujeito na 68 .

Hll :" . A pLstulaç•o da AGRP-Iobjeto) é justificada pela ocorrência de concordlncia entra o verbo a o objeto em cartas lfngu~s. supposing generally is correlated como em ~. como em 2..onde deixou o regência com o com núcleoiAGR-01 e seu vestlgio depois subiu para numa rel de a posioio de especificador de CP.. either in specifler position or adjoined to AGR-O. while verb-object agreement accusative case . combien de tables ao nódulo existe concordlnciB o NP-objeto porque foi movido primeiro para a posiçao de adjunto AGRP-0 .') Combien de tablesi [Paul a [AGRP q[ AGRP AGR[repeint t illll <Chomsky 1989:16) 69 .Ag:r-oP (obj<1to). como that case structura 1 with agreement and reflects a government the NP relation be+wean objeto and the appropriata AGR elament subject-verb agreament is associated . (Chomsky:16/17J Para que haja concordlncia eldstir uma relaç!!o Chomsky afirma com o de regência. é o caso das construçBes de particlpio passado no Francês ZJ Cambiem de 3) como : Paul a repeintes Paul a repeint<*±:f'-l'Elintes) !es chaises.Thls wíth nominativa case and is determined by the relation of the specifler to the AGR-SCsubjectl head of with AGR-S"C=!Pl." em ~. entre o <pg. and is NP to the AGR-O head of is aasociated determined by the relation of the AGR-O" .deve NP e AGR(objeto).

representaçFlo oraciona! categoria porque ra a posição de Spec de Agr-oP.196ôl. osati iwe AGRP>TP SMIAgr-sl. afixo de concordãncia o é são verificadas nas 119551 !in Para externo~ Hale Ccf. categorias funcionais . Já na representaçlo defendida por Pollock. not you. Em há concord~ncia com nso ohaises nAo foi alçado De acordo do Espelho I morfologia verbal reflete percorrido pelo verbo para adquirir de tempo.PASTitl-want me not you wants me. a AGRP o NP les domina inve. é TP que domina AGRP.a ordem o caminho do movimento os afixos de concordlncia Na. existem TP(ou llnguas om Baker.' (Takana. na verdade.como demonstram ambas & da raiz verbal os exemplos abaixo: CHlCHEWA 4) molyerekezi devi! 'The devi! a-ku-funa ine. com o Principio dos afixos na o objeto proposta por Ghoms~:y(l~_) porque FPI quo o morfema segundo de tempo e . O que relação que o com acontece à ordem das . as ordens-AGRP>TP natur~is .tigador.1988:160l 70 . o está mais próximo da raiz verbal do que o morfema de concordlncia.~.. Tal parece indicar que o verbo aterrissou primeiro em FP C• TPl fato e por último em AGRP. /TP>AGRP- mais Takena latridoull.990l Existem 11nguas em fica mais próximo temporal elemento parametrizaçlo em UIDêf.

do verbo em relação subida de dessas evidências a certo& advérbios .da de lNFL para o verbo (affix-_hoppingl De acordo com Independentes de Pollock. b.Se o advérbio figurar para o verbo. (Pollock 1989:367) As linguas naturais utilizam apenas uma dessas regras porque 71 . no exemplo Z do Inglês.1988:160l O verbo pode adquirir os seus afixos através de um dos dois tipos de regras de movimento: 111 O alçamento do verbo para !NFL.BERBER 51 ad··y-segh moha iharkusn will<tl-3ms<Agr-sl_buy M. oludsha shoes TP>AGRP tomorrow "Moha will buy shoes tomorrow. como alçado . posiçao gerados em VP verbal. * John kisses often Mary. como o exemplo ~ do em posição pré-verbal.Se um advérbio desse tipo ocorrer em posiçgo pós- Francês demonstra 6) a. Jean embrasse souvent Maria. indicam se houve descida de !NFL para V. <iil A desci. souvent embrasse Maria. b.' (Takana. John otten kisses Mary.• Jean 7) a.Uma o verbo foi !NFL desceu evidências empíricas nas orações certas llnguas que verbo para INFL ou seria a há para lNFL .

&· Em Inglês.>. llngua com concordlncia verbal rica o verbo pode subir para INFL porque mesmo em posiçlo de adjunção ao nódulo AGR ou To. latridou sugere que concordlncia reflete apenas urna relaçlo estrutural entre especificador e núcleo e nlo uma posiçlo 72 .§. lingua com auxilires have e!. Em línguas transrnisslo em que a concordlncia fraca é .. a de predicado O bloqueada das propriedades temáticas pelo caráter opaco do afixo.existe um parâmetro que determina se é elementos em lNFL que se movem . em VP suas à devido transparência dos afixos. !NFL desce para o verbo a. nlo as suas propriedades temáticas ao vestlgio em VP..~smitir concordância fraca. A questlo discutida da variaçlo por Jatridou utilizados por Po!lock da ordem 119901 para entre advérbio que comprovar discorda dos a e verbo é argumentos existência de urna categoria sintática entre TP e VP: AGRPCsujeltol. ele é propriedades capaz de transmitir temáticas ao seu via vestígio as cadeia. o verbo ou se são Pollock sugere que os o parlmetro pelo tipo de movimento adotado pela língua é o do AGR responsável trensparentel=fortel Em uma I opaco l=fracol. regra de affili-hDPJÜ.través de uma. são atribuidores precisam tr~.D. verbal Nesse caso.apenas os podem ser alçados para !NFL temático de papel e verbos porque eles nAo como consequêncie.

verbo que seja necessária intermediária entre categoria de movimento do verbo de TP e a VP nos curta dlstlncia para como nos exemplos abaixo: 8)a. em 8b para AGRP.John is bel ieV<?d to b. com Jatridou. TE~1PO deve ser o de forte/fraco. The Bald era rei."The king of Franca BE bald• é verdadeira &e enunciada na época em que Charles. o Inglês . o verbo auxiliar nlo foi Na verdade.AGR nRo tem influência na condi o de verdade da sentença."l~s:tntl:r. A investigadora oferece análises alternativas para a veriaçlo de ordem entre postulaçlo de urna casos aparentes AGRP.sintática o especifica 2 . o que sugere que ale ~e escopo sobre a sentença como um todo. permanece na .Ainda segundo na área de INFL a Autora.visto que diferem semanticamente.O valor de verdade de uma pronosição é determinado por Tempo/Aspecto . hav~ fraque~ movido de dentro de VP posi sem e advérbio. sua posiçlo de base uma possuem suas próprias as have criticized Bill.como os verbos auxiliares vez que projeções má~imas existem outras es possíveis para a geraçlo de advérbios em VP. Assim. 2 Kihm 11990) questiona se AGR e TIA tar o mesmo estatuto . parãmetro que diferencia llngua& com subida da verbo daquelas com movimente de afixo. temáticas do TEMPO fraco e. finito no não admite alçamento propriedades tem presente.John is believed to De acordo ÍJ:. critíclzed Bill.como nlo distingue em termos morfológicos o verbo infinitivo do verbo canse das inte. 73 . por de verbo para To.A transmissão verbo ao seu vestlgio seria impedida pelo caráter opaco do afixo temporal.

Em 10 .baixo posiçôes de as adjunção aos nódulos VPl e VP2 alo duplamente preenchidB& por advérbios. 10la.// VoZ I CRITJCJZE Através da representação acima.John is believed to rudely critioized Bi I l ..John ís bel ieved to rudelx_ l:lav_§!_ criticized Bi l l • Uma outra análise alternativa para a variaç~o da ordem entre 74 . a construção §_Q. Os dados do Inglês mostram que existo dois lugares na representação oracional para a geração de advérbios em VP. b. pode ser derivada.

Eles chegam sempre todos tarde. o.o verbo e o advérbio mencionada por ADV+V Di C1967J . como e l F' • 75 .como sao gerados em adjunção a um advérbio 121a. mas também da extraclo adverbiais ou quantificadores que mais baixas na estrutura .ms 19137:101) Di Scuillo e Willlams baseiam a sua hipótese no fato de que existem palavras em Francês com a estrutura CV ADVJ.as estruturas V+ADV Scuillo e Williams ou latridou é oferecida por formam uma unidade morfológica cuja represen seria1 11) /'Z / v / / \ / NJ-: L'::: ses p@.1993:151 Em e VP sempre é gerado como adjunto do sintagma ''tarde" ns estrutura -S é alçado para outras projeçOes máximas . Eles chegam todos sempre tarde . <Kato e Nascimento. b.Segundo os Autores. Eles todos sempre chegam tarde .tes ' y ADV I I manga rapidemant <Di Scuillo e 1dilla. Kato e ordem Nascimento entre o verbo e é derivada s~ não dessas elementos em posições 11993) sugerem ainda que a variaçâo na advérbios ou quantificadores em Português de movimento de verbo .

:~_to Di Seul li o e Wi ll ian1s e e Nascimento podem ser estendidos em vista dos fatos observados. 1976b:2l pe pirafj depressa 2A-tirar pele 'Vocês tiraram pele depressa.Os dados do Asurlni hipótese de Pollock também de que constituem um a ordem verbo problema para a e advérbio reflete o tipo de regra da movimento adotado pela lfngua.' <Nicholson. De acordo com tal parecem revelar que INFL hipótese cJs exemplos Asurini abaixo a lingua tem uma rsgra que alça o verbo para e outra que desce exs. A hipóte unidade que só de DiScuillo a William& morfol ica parece mais ade ferafu observadas estruturas de que V e a ADV formam uma para o Asurini. lexc l. 13) o-·se-kyi -y' ym kowei_ savHiWasahoa 3f. em que nenhum posto elemento 76 . A-andar devagar 'Andamos devagar. ~·ref l.' <Nicholson. ·o pu. 1976b: 5) 15) raloa oro-ata e v id..xar-neg~ depressa boi boi não morreu depressa.. do INFL para o verbo (ex.' Os questionamentos de Iatridou~ K.

• em d. independentes. Nas de pessoa é construções realizado transitivas a terceira pessoa é sempre com a primeira ou segunda pessoas (cf.. 'Aquele que faz bem- médico. Leite e 3 Segundo a nossa análise.n i.iS referentes aos argumentos verbais 11ucleares Apenas morfologia um marcador verbal. obrigatória de o afixcns verbo é fJ8SSQõl.. 4 afixos Vide capitulo 5 para uma análise mais detalh&da da dos ~essoais. foneticamente na zero. marcaçlo a.1990). 77 .lSSO. outras l1nguae caracterizado pela da famil i<'.2.interfere entre varbe e 3 AI .1 Como já nas mencionado neste trabalho.ssim como Tupi -Gua rd. a f1.1sào morfológica é entre S e ADV e não V e ADV. d.s oraçôes quando atuando Leite (!987. advérbio existem palavras cuja estrutura interna é em AElUr in i [V ADVJ. 161 o-poro-apo -kato -wa'e 3A-gente-fazer-bem -relt. como os predicados são orações oompl8tas .' Nas próximas seções examinaremos o comportamento dos afixos de tempo e aspecto 3.

'Eu vim para falar.§L·soka 1P·matar 'Ele me matou. transitivo ao sao expressos .' u•s das questões relevantes sobre ao estatuto desses afixos pessoais . 'Eu vim para trazê-lo. 19) a-san [j:l_-erota.A outra seria analisá- 76 .' 20) a--san t lA-vir lA-falar-dep. interp~~taçOes a lingua Asurini é quanto Há duas posslveis para os marcadores pessoais.' Nas oraçOes dependentes. Uma delas é considetá-los como traços de concordancia.somente os afixos objeto do verbo intransitivo sujeito e ao r-eferentes. l 1 A-vir 3P-trazer-dep.Vi e i r a 1 7l ( 1990J ) • ª··· soka lA--matar 'Eu o matei~' 18l §.

pe xe·pyri-n~ hoje 2A-estar lposs.' <Barbosa. 1956:661 um clitioo que se posiciona no final da or (iil kori ete··íkô xe r-.2.Jl§!_ 1ndica uma expectativa do falante em re!a à ação e ser ocorre com todas as pessoas verbais .1 O afixo de futuro Em Asurini. 1956:66) Em Asurini.-fslicidade-em 1-com-ne 'Hoje estarás junto de mim no meu lugar de felicidade.2 Os marcadores temporais 3. . 1992) para 11nguas como 5.' O uso deste olitioo em Asurini ficou limitado ao seu 79 .' <Barbosa. todavia .2.-3A-matar-ne 'Para ele matar. na só é empregado nas oraçôes de propósito com a la pesssoa do singular e a la pessoa exclusiva.' (i i i l *t. como em 6:pota 5 QOta ocorre após ralces verbais que terminam em vogal. que poderia analisado como marcador de tempo futuro .após as que terminam em consoante. ti§'. (il o-bebé-]l§!_ 3A-voar-ne ~voará.-rel. o sufixo empr-egado para construções do Português no tempo futuro. Choctaw e o Straits Salish. 3.2.oryp-a'-.uani existe o morfemiit ll!'!.·o-soka-Jl§!_ prop.los como elementos pronominais argumentais. Voltaremos a este tópico no capitulo 1989. enquanto que 6 Nas línguas Tupi-Gu.-1A-matar-ne 'Para eu mater.como sugerido por o Warlpiri • o Jelinek ( 1985. Segundo Barbosa (1956) . é (i i i J t-s-soka-Jl§!_ prop.

1 A nosso ver existem três fatores que constituem evidência futuro: contra a hipótese de que li) Nas outras línguas da famllia Tupi-Guarani não hl marcaçlo de tempo na morfologia O l"querer"l em verbo verbo principal. verbal~ Tupinambl e funcionar como ou c:omo semi mo:Ja. siginificado pessoa.lA-comer-quere/Ir ~vou comer' é>A··vi r-quere/ i r 'Ele virá' A queetào que aqui .l.dor temporz!l predicado complexo com o é um verbo principal. verbo do tipo leve todavia.s. que que forma um tal marca.Se for é saber se coloca flex~o verbal qual o ystatuto de devemos admitir que axizta regra de movimento sintático em Asurini. 3. ( subjacente e por isso~ só é verificado com as las 80 .2. Demonstraremos.2.

tua ida' :r e u me Ci nt . va sujeito e tivo. a verb Leite ) .S 1 I rani são a sé r e ag nt v a ou ansi i o érie. i exp e sa va o objeto erbo intran itiv estativ é e e r do . acusativa ou ransi i o e o 6 joit intransitivo ti v ea i f r est ujeito d Urr1a. c e:rbo do suj ito ~ v rb i outro é . Se k i < 1990 ) . ) qu r r A- o comer • rb As xo f ' in i - CI. do jeito é marcado pela ~ bo o v é i tua o prin í l' o a entiv potar 3P q r o quero m ndo V2 t f pr co pl ca escolha da série de prefixos det rminad for um pel s p est t i a ti rie s t p ied de i t gentiva i r e o com res pr nc pal em a i .Á TUPI de só -querer 2a ir r 4)a- ou ' a. Em eu pinambá . a.s Se o em 81 . Ou d (cf.

a séri r l. podendo ser não ocupa uma ordem no B.-matar querer/ r · Ele vai matá-lo. ' c.' ii) O d sufixo fini a em rela o rigida em nega Asurin forma . 3A-querer 1 e o qu r.26) -maendua'-po a 1 P lembrar-querer 'Eu quer 27 ª e lembr -botar tab s r ' su lA-sai -querer aldeia de 'Eu quero air da ldeia. como .>- i i uco-q i re I r ser pou o-soka 3A. arbosa 1951 48 Em Asll ini io como verbo r m lex pr f . in re ixos se d ma da s t det r inad e por gentiva s pre cado um V2.nto -FUT pos o comp exo verbal ou FUT-NEG .

.. 33 a ha- "~. a 83 . t lA tar-POTA-n g 'Não vou f Se rá-lo.' fosse um haveria a possib Jidad de ne de afixo de empo nv r ao na . não d m ent e ele e o ufixo Espel f k r...OT t o vou matá......_-.1955..o. como a:r-P n s su r l qu stionar o v e te ut g.-POTA 'Não vou comer.. po to que pelo Pr ncipi d turo a .. vou pegá-lo' o 1 - r-neg.' a karo1A-comer-neg.....nstram o exemplo to de t abaix ._ A-POTA-neg. Eu não ou..

ou •• r- -ia d reto lex uma c:ada na o gia e a <.rd NEG- X fut.. a. m nais náo s mp um Com FUT-· N têm ordem s t d e nt r2' e m r o na rdem ún c a d t8. ia NEGP e ent i s mc.1 o o f NEGP TP o i and que te f . ri o pe o n E' q e suri i i d isso. j s e c po ri " . t çamen reg a maior que TEMPO._.rd os f tático per 6 j s d ir i . f1a s o ha s à. in n r aba i i rad r ue em o n sultin o CC'. mo um ue TE!1P i terpr NEG. wi e r scope t ha.n vi de o m d r e NEG. esc <:<.<.d re e t Um e Se und hi r chia men IN a e ambi ui ti s ns como poss bi int r NEG TEMPO t só em idade 5 c f d r e 232) it here do n ppea:r th~? negati e i f as m parece não <1991:pg.çõ .. a e !3 qu o v rs o na o l un o ix us ter f i i s om i n21.

fu uro. ) de a or f f i sma. a ]]] <Ch Pesetsk r man J [ti ime in the [[[ ver [ ])} que a sua há c mo ontrapart erba t <n n t r t t aco o ai 'H o t Di Sciu lo o ) ou n f o ma. morfof em a ]] f i inet 199 :2:3 m dos mor f emas. a no xem lo i ) ma que uma regra e f 1 da ordem a varia ca ed chia e M f. man]i n y k..Di Scuillo e Wi ( d.m p i o d ling as m bo s erbo s' mo " s i rer" pri cipa 85 .37 very man d dn"t w a ach rna n [( ve er walk d. T[ti wal P any time in the pa t t t ( er PASTJ om not manli st no man not[ti wa não ipo interpretado como e e o - lams.

rgumen o . e a s do Out mo realm nt ri D Em av_ere é x erno i proprio r i umento os. r lo ti de um o re i t a e v z qu àmente e t:i 1 o n o mo ndicionada r r ncipal.m dais. rg s r t ra t t nalizado pr f o um a. I !i do 1 i l r d I1 i sintát co c sso priedades t • U sse ep n r 21. o fenõm no de o de tru ura de ende de NP €1 gado no lugar d r d quer rn objet o S • ªyere p emi. e v rb s faz m " ' "co ti (:) co o s p m b s s ad p edicad s r r p na r m d ndar".n Ita ia minadõt ma 'l al .n por s g s "• nte .n i ti os na o e ga s e i e cu as " i v 8f b s i da d 5 usado é t :r". ii:lr t o nt " 5 interno. sa. OE e ido um a g f }( t n uanto qu si i prin ipa erb u oI u mo ~ d que suj com l s semi s tra.

o passo que ergati o cujo e é bem formada.o é cer agramatical um a g menta externo e nlo a.. Se undo as Autora o para o s níveis de estrutura pr -sintática: A Rep ese taçlo s ica Léxico Semin i participantes A RLS do R d RLS stado v o tém info maç o expressos pelo rbo "querer" ((expe enciador des ev nta 87 . i ma i tos d Jes chegaram <Di Scuillo avés t cliti iz: amplos d o d gumental de i ia na f l NP V2. que o icizado er cl s de ne. Scuil lo D comportamento e inerte Rosen oferecem de Vi em r exi tem do lta iano. sujeit é uma explica a s process s sintáticos um <:ugumento ern .nt t1 ntos de es telefonar m Mar r nti ll§'. é na for ~ v rba gramaticalidade o sujeito de r 114) bs rva se que sensível apenas é já Rosen.l de estrutura nã. contém um verbo o p tipo ce so de pél r c e das sent nçéls. acima.

por exemplo rala nt e S . A estrutura P ram de não poss p d da Estrutur semi-·modais.Dessa se . em um especi icados em um ar o usado como semi. o do segundo Ar umental ar 'u Di Scuillo e Ros n. quand rgumento externo ticos lo pr dicado i . Mas se m r aos seus pa él um de papel temático na Estrut r rer". termos erbo "pesado" o r r um Re esent so o principa om na na Es os seus argumentos Desse é utura Argumentai. ento d r como semi-moda!: forma ument~is pela ie e r r e na E t r u t tu o. explicites Léxico- es ecificados tem argum ntos porque ser~o Argumentai. c is . apesar p o etada da é Ele manto- "qu•3rer" é um nãCJ têm pa modo. o rtici s na sin axe 1 i za. r pro e r mo argum Semantica explici a. principal: x. o experenciador . rgumentos is semantico vento interno .Estrutura Argum ntal ii inf r ma quais d s é. - não especificadas de Vl var áveis especificadas te~bém uma rela de de V2 entro e ( X' 11 nde as s~o substituidas Na variáveis reconstru rgumentos.mCJdal.a sua is estrutura r umental é r pr sentada por variáveis não especificadas -(u.e EA.u1com o squema abaixo pod como erb ilu trar. pois.

man a. rer" ou "ir" .<rgumento não são is semânticos na EA. em termos em dr:1 entos e pec ficados p de obter ar uma finido . V2 s r traduzido como de signi icado pare e ser do leve ipo De acordo com there is a class o f verbs that act imilar transitional case to c!osed-class the "1 ight verbs" such as come.daria. Tal Pin e r indetermina ( 1959 : 171 ) : "in f act. g_g_.cter i s ti ca uma i para projetar na õ. VERB LEVE : V1 i' VERBO PRICIPAL: É Í' PRED I "DO COMPLEXO: [V 1 V2 J . a alt rn se complexo.. dicado como verbo principal e para ju tificar negativas. o verbo l ve pode obter r umen o pecifi ad para e contra e que o etar na sintaxe. m: Não é o caso que eu quisesse mat o. o seu ia encont a escopo e ue or um verbo leve. and and orrespond may to simple semant c configurations that are encoded into affixes in other languages. vez que es os seus de Pelo menos Asurini.y s ubs t at avés das oper erbo le e intaxe. some hing like mor : s) a rios r pode dos v rb s car<:<. do s comp e a. 89 . da ordem mo o o erre nas constru es último eleme to do s b e t da a constru o." lisando as constr mo forma as por um en ão.

3. 5 s r i v dên que e p r us i f i e o m d a t po d s iss • na o há i n3 e i rb o r a. m casos n lém e c pres nte rf mas f exi M m ue s a. c a do n uas a um a i o 7 i onstru di c a. a e d sà 1. Segundo se pode ser s nao-flexi nais também em i s. do m r f e:rbo As ci uf i:xo n t s i t X c él. a e st 90 . que o o f o lo do i ver o a io de 1 i e m 3.1 f i ra.se r r e bo t a si p o g iona ant s n na od r r o dos 1J El. .

o •o ipira 3A-comer peixe ' El come/ es Para empreg comendo/comeu diferenciar essas duas advérbios os evidenciais prer::Hmci pele narrador e categoriza "agor "< como partículas peixe.::.::. 3A-matar 1ndio [+remotoJ[+narradorl 'O índio matou a cobra.• Para t Harrison (1 ) ' os evidenciais seriam marcadores de sado • em Asurini inexistem afixos de evidenciais poderiam ser interpretados como tempo passado ..=.. são e .• ou 'A cobra matou o 1ndio.• '+9) o-soka akwawa mas a cobra evid. os um reflexo direto 91 . 48) c-karo-.... 1A-ccmer(intr.• que explicitam es temporais.=. )-agora 'Ele està comendo agora..em rel ao tempo verbal como o ex lo abaixo demon tra. ontem" se a e foi se ocorreu em um passado ou não próximo ou remoto.

peixe ' O peixe ra muito <poraké wyije rand .• <Tomkins. e idenciais não ha se tot ra1 . fato no e t ut r mí m 5 em cl ss i f cá- o s como funcionais.1976: 92 . cair filho filho e ite-em evid. Iracema nasceu à noite. o-porahai ssoal 3A-dançar e i d. t i porém. correm que ic:d s ris.r não sobre são obrigatórios par pressr tempo sen ençs. em que ri lposs.• i -o videnciais não o r de o ix rem: 1 P rake i wise ho 3P-gr e-muito evid.• 'O pessoa <Tomkins.1976:24) racema-memyra o'an ypytonimo l. ou .-tio-com 'Fui com meu tio.p oje ti a <=Temporal p r as o e marcadores la cto--t m s i r do m ) o mod que analisad s nas s s i olantes. m.

3P-contar-ger.-furar-dep.• o s -kotok··a ent evid. evid. e l se furou. evi . 3 ref .rocurar muito 3-ir 3 estar 3- a de novo. .-f fez assim. 3A-refl. 'En • ele foi pr0curar mel de novo. 3-para la contou para ele. ua s evid. kwe i-kwawe'eij-a ent i-sope evi . 19 ) - partículas ss. tão. t a' o. mel evid. • i-se-apo i am então 'Então evid.osoa .' i-momyro-ho a-ha a-ka i-sope no ehira a'e enUlo evid.-mulher :2) vídenciai dem rrer na mesma o.• So 1 l 1963:N 40) i z r ya assim ua .en i-sope h-atya -dormir r 3- dormiu com ul ra 3 !e (como) espo <Tomkins.

dois VPs e assim por diante. as categorias de te e as cto slo realizadas por meio de palavras especiais. and inflection is which Vs incorpora te a rai)/A(spectuall representation having scope over the whale 94 . Reforcamos a nossa devem ser interpretados hi ese de que os como marcadores evidenciais não rais com a sugestão de Kihm <1990) de que nem nas línguas isolantes. De acordo com Kihm . e meewei ore. categoria temporal. lexcl. N. entio.' (Ni lson. ai e que a língua gere ora s com dois AGRPs< indicando a de dois NEGPs. ss.19 60 :12) lwara ara-ha e id.-marido itos maridos. i-mena 3-muito evid. deva nelwara fomos devagar.713) not allowed included in the mental means through : "spelling . uma functiohal categorias is inflected.tais como : partículas e marcadores. are the T< sole vez que p. simple or lexicon. a conter doi! ndcleos im esenca r nós :69 de fato.' l<ins. 1 Se os evidenciais são . dois sujeitos). os elementos as tuais em Crioulo pertecem à categoria dos verbos e formam com u verbo principal um predicado complexo . E se da e possibilidade exista.-ir evid. only words out of . uma reali direta estrutura oracional do Aaurini temporais.h-e'yi evid.

simult~neas. t é los O nosso inexiste . existe expressam no léxico o mesmo cont valor do sem~ntico entre linguas dif rença lexical.<~ v S gundo rbo. 95 . o predi o as ctual rege o ve bo principal é flexionado (flexao nula) através de mecanismo E. os devem ser tratados como elementos funcionai&.sentence". nas l guas isolantes. uma classe de o Aspecto ao erbos es ciais encontrado nos s que elementos xionais das primeiras Pelo acima ex sto . e i nais que incorpo:r forma~l Ki a d tin o o paramétr ca isolantes fica reduzida a ltimas . que em Asurini tempo passado lexicalmente realizados evidenciais Em amparais apenas mostrar aqui foi ores de do idade em pes prof como marcadores de foco Existem temporais . ssa maneira. Asurini . vários mecanismos são empre para a expressão do aspecto verbal: A reduplica sucessivaé ou é usada para in icar s repetidas. Assim. concluímos que os evidenciais ma cadores ra ses esses marcadores s com maior exam considerá-los como objetivo mar vérbios ("é que") duas Asurini isas o possíveis que devem ser futuras : uma e a outra seria tra sado para clivagem.

i- 3A dizer mu to '·Gritou. ix:os te dentro dele<do sobre o <"grande") a também encontrados em Asu:rini.' 64) a-potarlA-querer-muito ro 65) muito.' 96 . ipira oixe -ke i -entrar-redup 3-dentro 'Os peixes entraram simul Dobson (1988) em sua análise ("muito") . como marcadores de intensivo • aumentativo e parfectivo res 63> o- ctivamanta." O pessoal fez todo o mingau.61) o-mo -mo tirar-red 'Ele atirou muitas vezes.' i-. kawisa noa 3A-fazer-terminar 'O i r 1). são utilizados as cto sugara que opam <" os r").' mingau pessoal pessoal acabou de fazer mingau.

• 97 . pessoal vai ficar muito alegre (porque) matou caititu.Como edi deis elementos a pectuais podem cc-cccrrer na o. aija o-pam casa 3A-acabar 'Ele acabou a casa. 1976:15) Observamos que em Asurini todos os marcadores as ctuais ocorrem como verbos principais: 68) a. julgamos apropriado atribuir a eles f mesma es distintas.A-cortar -acabar-muito-pata arroz devagar lexcl.• <Nicholson.• :56) 1 de aspecto or adverbial perfectivo e tem escopo sobre c ento interno do verbo :"todo o arroz". pam exerce a 1 de tif i s r e o ar lson fun slowly.ir 'll finish cutting all the rica (Ni . como em: 67 h-orywete-papaw-imo ~oa feliz-termlna- ·o i scka-o pessoal 3A-matar-dep. pode assumir t exclusivamente o pel de quantificador apenas. pata komanaisi'ia meewei ara-ha lexci.

ara YPY la.A-começar ·Começar e mos. 1 70) • :39) oro-karo . a-pihin h-ereka oe-t a o 1A pintar de novo 3P estar com lpo s.' <Nicholson. r de novo?' <Nicholson.-casa de novo 'Pintei a minha casa de novo.excl.ypy lexcl. • 96 .começar/primeiro 'Começaremos a comer' ou 'Comeremos primeiro' b. . 1975a) b.b. a-raa- ma?esiroa lA-levar-acabar coisas 'Levei todas as coisas' ) a ere-sokwen-ta -d novo- ta inter. A comer intrans.

• i-puer paie <i i 3P. 1 excl. 1956:101-104) 99 . são afixos ad re ra de i os marcadores iridos pelo mover-~.karasa-kwera batata-pass.• ão predicados estativos • como mostram os exemplos do Tupi ( i) ra fruta-pass.Assim como . que ocorrem aspectuais em Asurini verbo na sintaxe ses elementos têm o estatuto os com o verbo principal ainda 8 através de uma de verbo e s no léxico.ss. como em <i>. 'a que foi batata.-coisas 3P-caus.' <Barbosa.Uma prova disso é que eles podem ser reduplicados. 'a foi fruta.-molhar -toda-toda +a> papa> <Nicholson. todos como aspeotuais em Asurini s~o ver os e ementas s do tipo leve que formam no léxico um pr dicado complexo com o verbo principal luimos • o então. pajé 'está velho o pajé. poss. 1976a:32) 8 Observe-se que até os "sufixos" que derivam as formas de futuro e passado do nome nas linguas i-Guarani.

ir com" on oeron herota "trazer.2. inci Esse~ verbos pequena classe de ge almente em também s~o empre o os de auxili res si o .5 Para al s investigadores do Asurini. (1975) existe Harrison e funciona como progres ivo.por exemplo: "matou indo/vindo em No verbos auxiliares. vir com" 100 . estar com" oeraha he:raha "levar. f indicam uma como Nicholson <19 dos verbos e is .expressando predicados ) is. 72 aka aka "estar" aha aha "ir" on "vir" o ta oereka hereka "ter." ocorrem .. quanto como auxiliares em Asurini.tais -verbal.elas da or onde /sentado. como . formas as etc como verbos erbais o fisica do sujeito ou do objeto a pos ixo estão ro ilustradas as formas dem funcionar tanto como princi ocorrem Além de aspecto continuo .2.

pc.o om ro "deitar " oi "deitar com " oi na heroína nsentar" o'om "sentar com" o' orna hero'oma "estar em kamirame "estar em com". 1excl. (verbo principal 3A-vir kamirame veio' 74 rakokwehe ore-re o mirika ( auxiliar e id. 3A-olhar 3A-sentar ele- ra 'A mulher dele estava olhando para ele. 3A-vir mulher 'A mulher nos trouxe <vin o)' (Tomkins.1976:24 ra sia-re raka 75 < v rbo p incipal canoa -proa-em avid. s ntada' O auxiliar e o gerúndio(= verbo dependente) assumem a mesma 101 . 3A-santar 'Ela 76 estava s ntado na proa da canoa' hatya sekwahe o-ma•e hehe auxi iar mulher dele evid. trazer-dep.

" e-ka e- "Voei esta.com a diferença o g a t o primeiro 1 p i c a sempre termina d o oe--ha-o "Eu vou. 3.5.2. Só o 78 o sa'aa- a n o m e s s oe-ha Ou ra caracteristica com em Asurini é erbo principal é que a-ka 3A-chorar-neg 3A-estar 'Ele não está chorando' Discutiremos a se ir algumas possiveis análises para as formas auxiliares do Asurini.1 s tanto o constru verbo es perifrásticas principal. do chamado verbo auxiliar ue ele não ocorre na forma negativa . quanto do o Asurini./ o "Est~ com ele/tem no".forma . observa-se verbo auxiliar que carregam traços de concordlncia.2." h-·ere h-e:reka-o . 102 .

po a remédio . 1 .' 61) meewei ra - devagar 1incl.assumimos que o Asurini tenha urna morfologia verbal rica <afi s de concordilncia> e por isso o verbo deve ser ai o par áre de INFL.o que resulta Asurini ia na morfologia verbal. no caso Tempo.A-estar canoa-em s na canoa devagar.A-ir linci. Depois.-tomar -tecer rede -d itado -sentar rai teceu rede( sent ). operador . da a Gramática os traços movidos a estrutura abaixo.' O problema ocorr De com os fato ia dos traços de concord acordo com as conco dilncia no nódulo omo ilustra sobe de que to o ex para To. no caso o o verbo p inc pa é ai o para na representa Para fins da discussão acima . mais os verbos lo ele eria recentes dquiram justificar devem ser devido à Teoria da de AUX em AGR. AGR. propostas os ra erati a vest1gi do t if i de ra o o verbo auxiliar o que exige ligue uma variável.

19 o da minimali ade é um d r i Cate crias Vazias do au iliar ant cedent e a 1J k te rias outr a.os m tipo d ine Marie. l .-l<Aj j todav a o. 104 .de ac em a a Içamento p r gênc F a in ervé d c m e não pode te para INFL. o fim d n ira. se e 1 hantes pa pr nc nód ntr é PGV) ntec dado verb n r o 1. d umB.Dessa nal com d s a ropriadamente c i pi3. . O stfgio o por eu les e r c di gi o Principio loqueia a se já re a de r s ra o conta de d r em qu no mes i gra.

atravessando o dem e pressa em ustifica na ora é gerado em V! O verbo principal. What is. Se su eito ~ o verbo aspectual 4 ) about naming <that for the subject"). itself indicates 82' l h s proposed "ca ryin in fact wou d the maximal argument it mean for two 105 . o que resulta na O problema com a represen ulos. a AGR2 nódulos AGRP com traços do sujeito. structure that . 564 : according to Noam Chomsky (personal communication . como afirma latridou acima Polloc p:roje tion features is mistaken "subject AGRP" é que ela contém dois xiste apenas um argumento a postula o desses dois p.AGRPl 1 v ADV V2 Se e o lá Po l l ock . em ' e move para AGR1 é gerado em V2 de e depois para To. sobe onde nódulo do advérbio.

é bjeto .Além disso. Mesmo se admitirmos a do s prolemática que adiungidos possibilidade de que AGR-objeto contém a ele não há como dar conta da 106 .deveria estar mais AGR-O. que. Iatridou) . onde ambos os verbos parecem "concordar" com o obj to. existem outros exemplos do Asurini. -descascar arco 3P estar com O pr as ir está descascando o arco. como seleciona o intimamente avia.1976b:6) apresenta dois a mesma los AGRP O núeieos Seriam necessários a derivar tais estru u as. -e tar com jabuti costas <Nicholson. 84) saocia capei Iogawete L 3P-trazer-dep. a d rivada do movimento de ordem verfi icada em AGRP. Aparentemente a existência de uma categoria como usti icaria a exis cia de dados em Asurini em que (objeto) o auxiliar carrega traços do objeto: 83) kamiramé o-pin ywyrapara S.such nodes to exist in a sentence with only one subject?" ra Chomsky (cf.obje ~para seria ).• lema com a ctual que carre estru ra as marca t associado ao o verbo é de concordancia do objeto e não o verbo principal.

a máxima. necessária para intervier concord~ncia entre 107 .construçao visto que a ordem (Aux)+ V) também é s lvel. existem evidên ias na língua Au não ocupam posições definidas na representa A ordem Aux+V á que é movido para o nódulo AGR do auxiliar:[ AGR aux[AGR V [AGR afixoJJl.Na ordem V+AUX é erbo aspectual o o arbórea. como um rel rbo a. latridou ra AGRP o estrutural entre es eI o principal: afixoJJJ. VPJ • le e o verbo se TEMPO [ finito] da uma envolve uma leo. Sendo o sujeito e só haverá concord~ncia eger o VP que os contém .uxi l iar. [ Como já i que é al na posição di corda da existência por i fi concord~ncia or ESpec. Sendo assim. como em : [+f n. seguido do mencionamos . indica que o va bo principal é hierarquicamente mais alto do que o aspa tual.J suj V I v Se entre alguma p:roje e V. ante de que v e v [ [ o ger sintática o na base ent e primeiro.

• Parece v bo impossível derivar as marcas de "concord3ncia" nos através da teoria aqui ado ad .' (Nicholson.specificador e leo ~nca SB " será bl ~~k-~~~~~~. devemos adm tir que em Asurini (i ) o 108 . o sujeito nessa para J e o verbo (Spec.e poderá interv r morfol icas de se.Se tais afixo adquiridos pessoais sao via movimento. Desse o leo que ia de com acima ci estrutura deve ser auxiliar. tr r em uma rel es or cifi Iatri u.1976a:50) 87) o-a o-i na 3A-sentar 3A-sentar 'Ele sentou sentado. para o est:rutur estará no domlnio de re concord concorda com l entre núcleo e :regendo. . eles e especificador e exige uma nenhuma proje s e os To.~ sujeito • posto que não n intervém entre TEMPO e V. Para que concord~ncia ver l. como nos ex los se seguem o-•oma hehe ele-para 3A-olhar e id. como erificadas ia os J máxima as marcas no verbo princi sehe strutural O(+fini justificar 86) o-ma•e haja movido modo. 3A em 'Ele olhou para o outro estando sentado. segundo entre VP e concord3ncia e no auxiliar .

i s. e de predicado:(i propriedades às ser ig o r exp essões que dos individuas e que não do em formõ>. vem a nossa hi não podem ser classificadas das contr es perifrásticas ese de que tais como verbos auxi ia- env lvendo predicados do ti Como ermos já discutido no cap1tul que se referem e pode a iáve tempo rEI. na mesma or formas verbais que co-ocorrem com predicado principal não são verbos auxiliare . . Pl para ter caso conferido. sujeito e (i i) <exs. ao sujeito oracional • É estão ue não pode atribuir papel o verbo que temáti o aos jeito gerado em [Spec.5.2 t o argumento que corrob ra rmas verbais f res. leos is dem ser gerado e A nosso ver. 2. essas ser iolado ou dois (ex. mas oonstru o s de ou ra natureza.VPJ e que para [Spec. como mostraremos mais adiante . deixando um confere papel e ser al vestlgio em 1 . locativas e se referem às possuem tal extra • nt Diesing (1992) suge e que os verbos associados a um tipo de INFL ergativo temático rárias de argumento extra ( i i) propriedades permanentes r tipos Kratzer <1969) distingue em ssuem uma posi individuo e que de dois sem~nticos 2.rincfpio das Categ rias Vazias objeto (ex.

então. não a-ka como surgem dois problemas: são associados ao verbo aspectua <i nas estruturas os predicados aspecto prog essivo. tem uma leitura g A Forma um tipo da a propriedade Assim. o suj ito dessas v rbos é gerado na posi e de rmanece na sua posi os observou-se seguintes em constr na se-raty-ihi we rakokwehe neg. !A-estar 'Eu não era casado ainda' <Sol l y. li a à e elws ocorrem na estrutura arbórea.. Na e contra a interpreta em si ica o NP em IP semântica dos NPs está.ica seu lugar.VPJ. ele tem uma interpre indefini ra IP. AsurinL Em [Spec. r cebe uma leitura ge • mas se for movido rica ou definida. Os predicados estao associados a INFL que atribui ao sujeito o I temático "tem em [Spe . IPJ rica ou definida. pois não possuem uma variável espaço -temporal ou evento.Na Forma .saber 'Ele sabe a seena ngua 3A-est r lingua• Se ama li sarmos acima.-1P-mulher-neg es dados envolvendo rifrásticas: oe ka ainda evid. se ele . 1966 ) 89 o-kwawe'eij 3A. como demonstra a 110 .

e <ii) alunos c. repr sent 90 OEKA AGR' lÔ Di as in ). 10 se é interpretado como marcas de conco:rd<íncia em [8 e pe ' AGRP o r c.IPJ. CI. sujeito estao em do predicado é movido para [Spec.Nas a confi ssa a Pollock . e e ser g ia .VPJ controlado pelo [S Spec.de derivada da a. por Poll ck(l 111 . verbo auxiliar contendo de não movido para visto que :reger não é o nl:!cleo rr pode ira para ar sido ra AGRP.a ramaticalidada de: • rtencendo aos Ma ia est . regência . adota e tru u a o a i na propos a.Assim.AGRPJ para evitar re ia de .UX com deve ter sido al ] para fugir da i li ar em To ando um complemento de acordo ele I Tempo o para r ua vez.baixo. em sendo alta/• Os livros p de acordo com Diesing.

2.ele não ese de em Asuri i es nos levam .3 Asurini.A anál ses aqui discutidas formas a as v rbos auxi i rcas de verbos ctuais em es.5. as ora ocorrem as es em formas verbais xiliares se assemelham às construcOes envolvendo verbos seriais outras línguas.' 112 . .se esses poderiam do ti o ma auxiliar encontram-se em ora ~~s ica conclus devem ser morfologia verbal auxiliares hi Nas s ra uma nlo exi tem meios para a deriv concord~ncia fossem tam outras posslveis análises tica . 3 . pa Uma onstru cem rtencer a serial contém uma única ora uma se ia Observe de verbos os exemplos que de . Sranan e Asurini: YORUBA 9 O mú lwé wà e evar livro vir 'Ele trouxe o livro. r di o Asurini nlo já na . constru tratadas como AI m disso. o verbo princi com a e a es distintas. discutíramo rifr das co ocorrer Esses fatos s seguintes.

Ag. como na isto é.' er.segundo o qual as linguas de verbos seriais licenciam ccntém.fi naki kiri Kofi bater r matar 'Kofi bateu em Ambar até a morte.) Kofi v I naki <Ag..1976) er <1 ) pro cons ruç e um parêmetro que distin s seriais daquelas as línguas que não permitem. 1987: 513 516>. e o . VPs outro com núcleo V"encaix o.-agora n~o 'Ele es índio a-ka -estar curando 1ndios agora' CTomkins. .th 113 . . ASUR!Nl 93) o-mokato y•ym-ame akawawa -curar-neg. v· represent abaixo: <Ag.th r v I Amba kiri Ag.além de V. duplo.

Como estru ver os s seriai participar aqueles das constr . Os tivos agramaticical d e quanto e selecionam um s um objeto único à co-ocorr ia entre dem argumento interno isto é. -karo ijoa o ina 3 A. O NP 114 .) 'Eu cozinhei carne e comi' <Baker Em Asurini. como demonstra a seriais. recebe a e atribuem papel VP diretamente de e ima deste último é irmã NP. o-karo o-ina homem 3A-sentar ~oa homens comeram sentado <Harrison. 989: 531) verbos intransitivos em figurar es perifrásticas.comer<intr.mente de d s são lo Yor aba xo.1966) Em Vl e V2 nlo compartilham um ob etc estrutural. b. os transitivos e são excluídos. intransitivos e do ex rtil com existem restri ral eles. Somente er leos is a proj ndireta. todavia. A )* Mo se eran jeun Eu cozinhar carne comer(int. os nas constru 96)a.Em ambos os ver ice ao -objeto.

o rará tem um o especifi das categorias si ifica paciente o e seu tamb represen dos a mática seus gumentos.r m na selection mplement ca egorial d redundante. it also necessary orial Ger tiva. a como " VEJrb o papel a " esp de sem~ntico semln ico de agente.isto obre é. a e 1 1 <1 r presen não só informa . hi t como re esent Segundo spec fy in Choms hom ky the lexical c-selection . hn he latter spec f ca115 .ocorre entre eles ijoa que gente.+VJ NP I <agente. A sua s jeito. ) matar [-N. Existe ainda outra proposta par os verb s se iais que será discutida a seguir acordo com Ca leo não funcional contém ica t . paciente> Algu s 1966a) proponentes decid ram e iminar a s le por l exi 198Ba!86 87):" roperties t amática da ll s of ca takes an NP <:<. str o r:imetro es seriais um argume to proposto por não externo no papel r dá para a conta dos exist dados do de ia de Asurini envolvendo as formas "auxiliares". mas t lexical de um sobre a categoria exical desses argumentos A entrada lexical de lamento seu <:<. o sobre a sua grade elementos semanticamnt ém informa lecionado& pelo núcleo.

a ve b (or "canonical structural SR patient. a. através da e i l. <goal) to be NP. posto só s-selects a syntactic category that línguas opriedad é uma in gemera!.bora el ! fatos. re lization of C" (CSR(C)).ion seems redundant. e 1e que exist m núcleos obre as categorias sintagmáticas que selecionam ou só pro atam a sua grade temática. then the lexicon can be restricted to Let us assume that if semantic categ ry C. verbos em other head) then it c-selects a todavia.Esse e 116 . come [-grade tetal [ sele rb s regulares que projetam é o cas o verbo "mata. t tienU and Cam e certos ca gorial nlo ma sim ue diversas projetam inv stiga C do comportamento conclui que deri ad informaç ke then hit c-selects NP. uma propriedade independente. lexical que reconhec quat o uma tipos de teoria de predicado e i [ grade te a] Neste tipo amba i [+sele o c] estio inclufdos os as informaçOes 1 xicais. then this emantic) selection. o-cl Esse tipo de predicado é é o caso de v nterpretado omo verbo leve. desses av t e e anta o e a. if el ment will be an hit s se ec s a If c-selection is redundant.r". lexicai a sele sem:lntica.

98) Fre

anchovies
ll 1

S gundo Cam

g:r

no

1l •

e temática, posto

determi

exemplo acima

a inter

a pelo NP

99) Fred

eta

o

projeta a

n~o

sem~ntica

sua

da sentença é

tem o sentido:

anchovies

seleciona um

lamento com o papel de

é o

conferido ao

verbo

em

nominal

n~o

de fonte

ao

do
sso

de agem e. Dessa maneira, o Autor

nesses casos é um verbo leve, no sentido

o verbo

sugere

goal e esse

o sujeito

em

seu uso regular assume o
exerce a fun

em

que

:3)

atribui nenhum papel temático aos NPs da or

em que

ocorr
p

outro

realizados na

lado,

l e i o na d

s

atri uido.

n erpretado na Forma

Lógica , é

r

dicad

e

r preta

i
on

respons

8

por
de ag

goa l,

isso,
te

ssim,
sár

ne

que

par

sujeito

o
e

como seria

pa.c i ent
o

caso

e 1 pelo mecanismo de atribui

e

possa
seja

que

o

objeto

ecebem

r e pec i Vi:i<.mente,
se

ser
um

funciona como

e t ta. Em

pa

to &.tribuid r d

ue são

Este últ mo não

por

strutura
tico

em

NPs complemento

i

fosse

e não

a
de

o predicado

o de papei teta.

117

iii

-

e teta] [-seleç

[+g

N ste gru
v

de p

s es

i

rificados em lín

cl
i

as verbas s riais

lu1d

s africanas orientais como Akan.

AKAN
Yaw

00)

Y.

bo61

throws

ba ll

'Yaw throws

the

its

the ball

INFL

331)

em série s

através d

tegorias <ex.

k.
Kofi'

t

l 1 1989:

eral, os verbos

kóf i

bo

flexionados para

uma regra

para o verbo <principal Vl) em
contém V2)

de constru
como

os
grades

propriedades

atribuem

m

vários tipos

a estr tura

ticas.

i

V1 nào

-categor al

sele

ell

uma d las • denominada de

temáticas

comp emento,V2. Através
e icados

VP que os transmite para o

verbos que

d

copia os traços de

rege. Segundo Cam

s seriais .Em

em

possuir

que

as mesmas

por

de um mecanismo de

papel

temático

projeta

as

suas

isso,
pereci

uje to

a

serial devem

como
, ambos os
da constru

mpl xa.
A

análise

pro riada

os

para

verbos
dar

su ini pelos seguinte
a)

V1. e

ta •

V2 não
rbos

ser ai

conta

das

proposta

por
es

constr

não é

perifrásticas

do

fatos:

recisam compartilhar das

ransiti os ocorrem com in

b) V1 projeta a sua proje

mesmas propriedades

ansitivos.

categorial , ao contrário d

1 nas
116

constru

s

seriais.

trutura. ar gumen

Observ

que

seleciona um

o contém dois ar

no

exemplo

abaixo,

a

intaxe é a de V1 1 ~já

projetada na

erga ivo que só
a constru

se

argumento interno, e

to

ntos .

1 1) o-momyro imena a ha
3A-procurar marido 3A-ir
i

c)

procurar o marido.•

Os traços verificados no

auxiliar em Asurini

ia , visto que nem sempre slo os

os por um mecanismo de

der i

em ser

e mos verificados no verbo principal.

oro-sai h ereka

lda

1 excl.-achar graça 3 P- star

Velda

Velda e nós achamos graça .•
(Nicholson, 1976a)
103) oro-momyro raka oe ka
lexcl.-procurar evid. 1 sg.A-estar
'Procuramos onde eu estava.•
<Nicholson, 1

Em
1

, o verbo principal é intransitivo

ssoa exclusiva,

ao passo

que o

11

NP

:ra fins de ar
em Asurini
em ter

ar

contém traços

auxiliar está

,estamos pr
tal.

o

de

marcado com

i

os
119

s de 3

ssoa objeto.

ex

as marcas no verbo s

ar con ém

racos d

la

Pe o acima exposto

de la

exclusiva e o

ssoa do singular.

percebe-se

que as marcas

soa nos auxiliares não podem ser d ri adas

de número

e

um mecanismo de

r

copia traces de Vl para V2.
Assi , concluimos que as construcOe
o

constru

perifrásticas do Asurini

as seriais •

. 2.5.4

Em vArias llnguas • verbos como "ir" ,"vir" sJo do tipo leve,
o ocorrem em

predicados

re em nas constr

es

lexos. Estes

mesmos predicados

perifrásticas em Asurini.

De acordo com Di Scuillo e Rosen, como os verbos leves
to evento na Represent

:r

selecionam

um

est:rutura-P
coind xad s
ndi

r

complemento VP
os

núcleos

através

qu

apresentado

o

verbo

como

VP

estrutura VV um domlni
itens
ad

si

o

lexicais

do

mecani mo
leve

na

tem

sintaxe.

quase opaco
entre

Sem~ntica

rojeta

par

o predicado

referenciais

es e anafóricos

Léxico

na

omp exo

um

<RLS , eles

Vl e

V2

são
para

d
um

Na

sintaxe.

arg
Essa

ente
coindex

e impede a
eles.

em figurar entre

penas

evento

que

é

orna

a

ocorrência de
advérbios

s dois núcleos.

120

1

rio
V

leggere

NP

questo líbro
CDi Scuillo e Rose :115)

tocl vi , qual

orno visto em Asurini,
e

ci
En

intervi

concluímos

fo mi:<.das

r

entre
que

o
as

verbo

r expressao referen

principal e

cons rucõe

o "auxiliar".

per frásticas não

são

leve.

erbos do ti

3.2 . . 5.5

As formas aux liares se assemelham a mini orações, como:

105 -Maria dormiu (sentada ]
Existe , porém,
(do

problemas com a

ipo complemento

106) a. a-e

no Asuri

postul

Obse ve

de
s constr

mini-or

es

s abaixo:

[i-sekyi-ramo oe- oal

lA-ver 3P-morrer-RAMO lposs. pa
b.

a-esa~

c. a es

[ e toa
[i

i

se

i ram J

sekyi-ramo:J

'Vi [meu pai morrendo]'

121

não de deve ser analisado como traço de concordlncia porque INFL está ausente nas Se não mini-orações e ser interpretada é concordlncia.Nesse como clitico com f sujeito nas o nominal marca pronominal só vers s ~e ~ funciona como um NPs •A unto. essa argumentai .Em poder-se-ia sugerir ra 1 s mini-oracaes em Portug rou a v rba er ativa nt no seguindo análise de que a verba principa "marr r") e q e a sujeita <argumenta de "morrer") permaneceu na sua pasi dos problemas pessoa no com a verbo da sentença ta de base. O r problema :resenta está justamente da estrutura de na gera desses seria: 1 se viu meu pai ele C 6 verbo morrendo "ver" seleciona uma mini ora o complemento e 122 . estrutura acima reside complemento em ~- na marca i.

e ser aco do com a nossa vi adju Chom ky.er 3A-ir filha vtasyra h-esaka 3P 'Mahira viu er-dep. verbo nas estruturas verbais os auxiliares reger os interpretados como tipo ad unto. foi ver a fi ha' 1 . verbo principal. r e senta não in aduzida ind mi do para. deveriam sofrer g d s lexicalme te .rgumental i r g r ar o para i é o em de que a or adjunto . a meu I 196ôb). as-complemento.ne a i r <Sl.:~. Mah r 3A.se os "auxiliares" forem é selecionado pelo de es mo principal podem não vez que nenhum em que ocorrem. capaz todélvia.a "meu pai não.Em ser prepostos sem que ere a gramat calidade da sentença: 1 wasyra Mahira o esan f1.u eit deste complemento movimento d:. radu papel nódulo con t:ruçôes a c ma o literal paa mor:rend " o única ao Dessa as anális . ramo r ada ao ar junto do clitico i . ele exerce nto mini-ora interno do uma proje m. A nosso ver inexistem em Asurini estruturas que sejam regidas erbo pelo f já que este xos cliticos . é fato. uma fo mas de tese centra . O estando NP é um l. <c L o d eu " ) é em por adjunç o só não devem ser interpretadas como " cl tico de 3 pessoa. manto sintático porque não estariam s rin . segundo a nossa hi Além de ni es r o e só eles seriam do essas adjunções.

que t rminam n inc p. p m -g levou e comeu' r iA. eraha o [ i dep.. como demonstr rem s a - i e e s i entifica e sin les m na.l erto i e de que pro em ss s grama icais em : o e erb o g r n ref a_ id t pi'ir [ r nt21 3P nta ..e Na. e t s' 8 e i tos. n r..m n .a l rra ndente ntr er a. r uma inici l de . .6 predicad s ia á a. n au ilíares. frás i s não so indica i são mi i-or ue as onstru es s adj nt s .liza 8 s fix o ias de que t apes r r r 124 .. 21 strut ra os e istem o q e o argumentai e u s i i.e pode ser movido. epe de da no é i de ora e e s s na eus s s s n a ti l h21.de .

a Cajuana\t~a 'Ca uana\va matou lua foi matar peix • 3A-subir 3A ir alto yw te 3A-subir ger.. ípira Cajuanawa íx 3A matar 3A-ír ip r a Cajuanawa 3P-ma i * ger. o "auxiliar rcado c m a eceder erbo pri cipl.Em A mo u UI' é s i ni. este forma de geràndi Observe as seguintes p l1 a. morfologia d gr c ti orno foi bio ou ra a verbo adqui e ' aux r o verbo ua q at no a l t subin o 1 a ge lid t: d ra o demo erb al 8f d ul o uma mor !3 i ü prin Es e pro c s s m.::. s to lua subi mpl l 8 5 ma gBtil o 8. i t em po i rr pré- si verbial ndíc 2 quand nici.! n s sufixo 125 .

o o fenômeno do 1 ndicati o Il só t v r s jo su i o 126 . se o seu como so razer peixe 3-para 'T ouxe pe xe para ela' i s pe h eror i ipira 3-para 3P-t azer-lnd. l i 2pl. i 'Apenas um indio chegou vind • l l y.ep.A-procurar me ( que akwawa raka :i. II peixe ram ob e vados em A u ni. li . 3P-vir-lnd.l953. ode assumir a forma de dados que mostram Indicativo 11.omi na.d it f de d o ssoa 3a r - lndicat vo pira i Rodrigues. ocês têm?' ore ope 3a chega i nos- a cheg u v ndo par osepesowe um d. pe-momon e 1 i 3A estar com/t r-l v ês pr uram o me e ndi i d. ue o auxiliar e a a a wawa d.

Em é de 2a uma estrutura que ocorre logo a de Indicati o l i e também en r elogia de gerdndio no tilha erbo principal. 12 o dá itens lexica. agora investi r que tipo de ora seriam as rmas auxiliares. tr o que resulta na do exemplo abaixo . e o sujeito do parece laro ntal i ar e o " auxiliar" ependente. f nossa hi juntas com es or temporal.is "enquanto" em Asurini. interpre e aspecto progressivo.pessoa pes oa . como a d ia pode demonstrar Nor i 1 ) ese inicial é de que tais verbos funcionam como N. ) No r ela sen ada (. :rrespondam a conj s do 127 . ncluimos desses fatos sta-nos tem o auxilia érbio recebe a mar em uma ora verbo principal em que a forma auxiliares encontram- distinta daquela que contém o verbo principal. 12 -pihin topawa 3A tecer rede -ina 3A sentar 'Norai teceu rede (enquanto) estava sentada' represan da parece ser 115.

tmen t tru pronom i na. o si táti o. co olvem reg r ~ os afi o I na r de i c rpora as "' to. Asurini é uma li gua redi "auxilia e d ocupar qualquer d ulo que ar t. ~.. Se As rini o um n al não haverá constr õe r alizada envo vendo qu ou de mover-N. sições A s de move ' stru de a. 13 Para expressar o aspecto pr ress senca dos ~auxiliares" em Asurini. i onome ar 13 facultativos ca posi tipo ngu i c m mo i d a do complexo em icos . a pro ~ em ~r Asurini.nosso er.il i 882). nà é necessária a 126 .. i a. á ad. e que rem seg re a. Nas e. uma " funcionam ental como adjunto .

1 . 5 interroga i v as.djuntos inte ro na Vazi s em Asurini a são nos mo das conhecidos.1 A não-ocorrência de pala r s qu o as Cat geri s Princí io ques i nar se as constr s elaborada por 1990) sobra se encon teoria iorgi e de o de Longobardi ) movimento nos leva am in errogativas extr analisaremos a.fTULO 4 A IA Est 5 ca r in do tu lo tem ' Trocara nco por como bjetivo averiguar as contr (nominal m~. relativas e de s e verbal sào derivadas via regras de move ·- s ficar co o envolv hi rova essas a inexistência de estruturas. . a ivadas por regras de moverCom base a existência de de c nstituintes de NPs que aparentemente struturas com extr iolam e intagmas-qu da as estrutu as constit intes na hi em asa l1nguas int rro de NPs da Bakar com tivas e NPs nlo- tivas do Asurini em que o especificador e o núcleo do NP am em rel de xp esslo de continua. teremos ese de Jelinek de os s regras de evidência lín movimento a ar favor da s na base como adjuntos .

A ver inter.ot~ ara explicar . 3A andar 3 ir inter. T.remos a interro hi a ese tivo inexist de ia Rizzi de <1990) palavras-qu sobre a ger do na bas . ka'a-pe inter.l n -ha-ihi ~na-mana g. Takê\mona 2sg. 'Você viu o Takamona?' 130 . ' 1 Em As rini deriva-se est u ura No rt1cula colo -s logo in erro rguntas caso da tivas ares Csim/ através da ) . are-s ss.·-3A-ir-nag. 'Karoa foi caçar ?' :16) <Nicholson.-marido mato-em no mato?' 78:16) E-ª. 'Nao foi o seu ma ido caça <Nicholson. o constituinte questionado. a Ka oa o-ata a-ha K.

CPJ entre indefinid ver Brandon e Seki e 1964) um<1.m que inexiste mais especificamente [Spec. as exp essões-qu em "qual " e "onde" corres "uma/outra" e i se 5 . como lln s i-Guarani 2 na s ld ou Sobre a corr i-Guarani ínguas ( 954) iH ent.:.1976:1 > <Nic Po não ocupar posi e tatuto de fixa clitico e assim. nas nter:rogativos • 131 .2pos . "algo" .-filho fi l -dormir inter..' Brandon e categoris. r" respectivamente 2 lu "al do tipo -ramo alguémrnei me gente. dorme?' on. • "o a s indefinidos "alguém". algo 'Não matei nada. na or deve ser parece ter rado o fora do sinta complementizador Asurini.• a soka-y'ym 6 1A-matar-neg.

r 5 Para sentadas Mons rr t.' (Solly. ?' 4 ou é O prefixo <ele)?' ~.54).que ocor e na avra expressa a idéia de que o obj to r ista do falante e do ouvinte . a coleta das oonstr es interrogativas foi utilizado o quest onàrio elaborado Soares e Clemente <1980 . aqui por 1 . <"uma/outra") o nao está à o morfema ~ que Tupinambá <cf. 1966:No Nas cons :r do Asurini es media amante o elemento com sintagmas- segue stionado Awa inter.1956. assim como ocorre prefixado aos demonstrativos em Ba bos . l 'Ele está em algum lu r._4 a soka 7 lA-matar uma outra 'Matei uma/outra' rimo h-eka-i u r provável -estar Ind.

10 • e pa o que inter.-rel. 3A-furar 2sg. P. m vem lá 3A-vir lá?' 15) Ma'e pa Pitiij o-apo a-ka inter. 3A-fazer 3A estar 'O que Pitiija es fazendo?• 133 . ss. ? • ou • 12 l é (ele) ?' Mo onde inter. ou 'Onde es e/ 13) Awa <ele)?' o-kotoij ne-r-yroa inter. 'f) 11 que?' ou 'O é <isto)?' Moa inter.-ro pa costurou o seu vestido?' 14 Awa eokwe o-n inter.

~matar 'O que Ta T. -fazer-primeiro arco o arco que você fez primeiro?• 134 . M.II e es(á Sakamiramé? 19) Mara pa i-tym i mani'akoa Como inter. 3P-plantar-Ind li mandioca 'Como s 20 planta mandioca?' Mara nime pa i porahai-tar i o inter. matou?' ou 'O que matou 17 kamona?' pa ere-potan qual inter. S. 2 g. o Murussupia vai dançar?' 21 pa ere-apo-ypy inter.A-querer você quer? • 18) Mo pa Sa iramé h-eka i e inter. 2sg.16 Ma' e pa o-soka o inter. 3A-estar-lnd. r- Muru supi a-lnd.

s estruturas interrogativas acima sintético. d 4. o pronomi alizado. 2sg.CPJ.posto que. o sintagma VtJ e assim está geniti po e ser extraído. t:m Italian . Examinaremos em que a posi m -qu primeiramente o do quantificador "qual" não pode t r sido derivada por uma regra de de extr o de constituintes s .A-fazer-primeirc arco c arco que você fez pr melro?' À primeira vista.1. em posses:§ i .NPl é que sofrem moviment . Baseando-se na generali izzi e < 1990 apenas Giorgio e d inqu Longobardl os constituintes de NPs 1991 que podem Autores como 1950). assume a f rma de au rizad ocorr r na posi de 1 . argumentam ocupar a posi que de c. toda ia. a ccorrênc a obrigatória de sinta inl io da sent nça par ce assina a de movimente sintético capaz de o de base e a si -lo para e Monstra em s.2 deslocamento um fenômeno é !in de elemen s de dent o verificado em de véri s I nguas intagmas nominais na urais como nas romanicas.1) pa ere-a inter. envolvem movimen o xemplo a ex stência de uma regra ex air um elemento a posl XP de sua de [Spec.

do PCV. vazia apropriadamente se V.N. Rizzi.1 Seg o urna das formula 3). A categoria vazia deixada na posi S é núcleo c-comandada por imedia a: da sentença r SÓ está encontra regida 136 .A. não da do sujeito c comandada por um núcleo.2. 1 nci 1i xical se uma estive ou funcional.ujeito de NP • ) La telefonata di Gianni ll of Gianni La sua telefonata 23 His cal! 24) Gianni i' di cuii intercette:ro Ua t i telefonata t 1J ••• Gianni of whorn I will inte:rcept the cal! <Giorgi e ia de que a extr A exi é di 1 g I ocorra da posi o de sujeito de a pelo Princípio das Categorias Vazias <PCV>.P ou To.1. e a sim. AGRo) em sua proj agrarnaticalidade viol em não-pronominal estiver um c ma IPJ não é da proje abaixo resultado de Io. es mais categ ria regida isto é. justifi . pois se im diata Xo x•. recen es do PCV (cf.

ocorre elemento Io como o Italiano.ropriadamente para ser • • icenciada. ) whi s en t i Em lin sujei o [Spec 26 da posi vazio encontra-se VPJ onde é Ch VP s de sujeito nulo.1990:73) . studentei credi[cheCpotrà risolvere il problema til 137 . ao nódulo VP ou em o regido apropriadamente por lo em I'. Which student 1 do you think [that [t 1 could solve the p:robleml <Rizzi. ou em adj do a extr Nessa configura o. verbal.

bl a. rel o entr posto da Minimalidade diz Assim numa con ig ra vestígio que e outro espeito como o seu elemen o às condi es X ••• Z ••• Y X reger Y. i§ é. Nesse caso ~conta como um regente em potenciaÍ para Y. se os forem ou núcle s u especificadores-A ou especificadores A-barra. 138 .' ) che stud lo VP t i categoria Uma iden ificada vazia por não-pronominal antecedente seu da ambém deve ser maneira seguinte CRizzi1990:92): X antecedent-governs i) X and Y are nondistinct. se Z c-comandar Y e Z e X forem da mesma natu eza. X <i i c- s y iii) X no barrier intervenes i ) Relativized Minimal ity is respected 1 No exemplo abaixo.ntecedente 7 O principio locais de re a ia.

o é um mesma natureza de Relativizada i conta le . r que Nesse caso a peitada. do you wonder jJohn could solve t jti (Rizzi. 1990:4) ' ) ho Spec wonder p:roblem Co Jonh ld VP vP 1 .c i tive intervém anteced nte em espe !ficado M n mal entre tencial para A-barra como um porque al m de c-comandá.

o Y8stlgio 140 . undo <1984) (cf. Rizzi 0990) e Giorgi e Ct 1 intelligent gi Lo g ba. são regentes estruturais quais nã a.n so i giustifichino qelli[che l'hanno ot. nos exemplos ng A diferença abaixo: Mar i a Gi ti e estão relacionados appearence i ap o ri .i]J r ' I d know how they justi th s who fixed it.1em que selecionam encaixada uma i. Os de elementos semanticamente .• <Cinque. mod no nere te nal movido da manto d8 basb geniti o conferido . por outro lado . so . 1991:25 a extra e ocorreu de uma ora L-mark d) ecion~da rei tiva ~ o de pelo consti ui uma NP relativa que nfigur ilha pa a a regência o. de é da Visib lid de e nomes uintes só onsequência do Principio atr i b1. nomes nil:lo stituin es r s regent re N e V que selecionam é demonstrada A ag ama icalidade o os o os por marcam rd só regem tematicamente.Além de se fa o. o que não de inta ma omp a viol o da Categorias Vazias. a entre o estigio 1 1 • cedente e seu 2.

which turns the nominal element into an opriate head governar for t trace. <Rizzi.damente . •• 141 . o movimento 1_n . s nom s lemento só sào capazes de se este tive re er

s t 1 g i o de um antecedente local. per i! quale i ho ammirato Gianni.não deve ser extraído. lt then fo lows that genitive elements. as t ir traces could not be properly head g erned. 1990:106) extra de especificadores só perm ti a a partir de 6 Segundo Rizzi < 1990:106-109): "the extracted element pas throu~(· the Spec of t NP in order to trigger abstract greement on the head.ad pela regra de mover-NP pr a. or genitive elements in struces in which the spec position is al ead fille. em tal conf i se ra post ncontra que os regi nominais não re entes estruturais.transforma o núcleo para o seu vestigio-1_'. Rizzi. which cannot pass through the Spec position because of their Case properties. odo o constituinte para ser 1 de r um constituinte na posi Gianni abaixo com ompa e r e por nominal em essa razão extraido de um NP dev passar o de sujeito 6 • a posi r o complemento de i' cuja agramaticalidade não-genitivo que resulta da . s eu isto é. cannot be extracted from NP. of whom I admired the present. del qual 0 t I ) ianni. na mesma que o contém . como em G nni . NPJ si e ra nte a ropri o . 1990: 106) Na confi r a acima o [Spec.por não poder de especificador . for whom [i re Io t i J admired the present.

sinta a i XC é no primeiro.7 do ver i:!. lice ? telefonato un an accomplice7 rer has tal Di quale assassino à scom o rso un !ice? Of which murdarar has disappaared an accompllce? (Giorgi O sin movimento de s de constituintes genitivos.torna-se uma barreira para as Di los movido de um direita. o e como (Spec. S is 142 .Observe-se ificador e Longobardi 1990:81) também e em NP é restrito Francês o aos sinta ser extraido : as-tu recontré <Giorgi e Longobardi 1990: 102) No Italiano e no inglês esse tipo de extr é bloqueado: 7 Se do Georgi e Lougobardi 1991:79> : C=spec) acr ss an Xmax bo dary only if <i> a gOverns S contain~d within an internai argument of a. A s nominais-complemento ao a. tivo da seu as la assassino whi NPna verbo. não é o ]) i os ex mur a não impede cifica sujeito que um é núcleo r.r Nesse caso o NP ia do amante externo reja * Of ou gerado nto interno do i f i cador. si ar todavia. diferença entre speclficad r f jun ito (localizado em j . .

por sua de cificador vez. Ê através da cificador caso e concordlncia são conferid s. é justificada nominal inta tr Giorgi e Longoba:rdi. o verbo não serve a f agente externo para o vestígio em [Spec. a diferença entre l uma posi estrutural de de ido ao Long bardi . tal r um confi já agente apropriado para o vestígio deixado pelo movimento de Spec.did you meet ti ti~~~~~ incontrato i ? CGiorgi e Longobardi 1990:102) De acordo com um lado e e línguas como smite aos sin perco la ti fi estrutural traces de nessas ra o núcleo si ores e zzi I * .nsmi tido de acordo ao com os NP pode Aut res ser e realizado Francês na posi o caso o de 143 . s. o caso so. extra inexiste em da posi de [ c. o inta e núcleo te-se quantificador many s I * que concorda quanti many boy quanti ragazzo . 1990:101). conferido ao e est . não pode ser regida por núcleos lexicais ao mesmo tempo . orno em os especificadores são regidos por e N a im de obterem caso e concordancia. sintagmas adjetiva s). NPJ <Giorgi e se o o is de o ar ti s de regência entre e línguas de la Teoria do o Italiano toriamente com o núcleo r i ra o Inglês e elementos em gmas el o de outro. Ainda ra.

diretame e tran mi são lo re ente não é regido posto rcpri que or xtern ndcleo o marcado é o verbo. like for only way a means of ca ssibility . Perco! de caso de is ice mor fel rdi isa .Em e pec ficador.Como como ra o pe colation con tructions always <PF to the spec exhibiting s erem that a head noun case ) . nominal fel ows that another com caso Giorgi to nar-se d also a o ndcleo sintagma se needs visibili do caso fi ica :"su head.Fr nch does have su rest of leo requirements Adjectives hrough the o c 1: 1 fonol lization só é para marcar <1 isibili ra S outros mecanismos ser mar utura under pel de caso e de traços de x raidc e quantific para caso ficador go o and lack this agree with the thus unavailable for ex:traction. it is allowed . visivel articles its e t in addition genetivization rule which inserts the NP." 144 . hence government by xternal government The other their direct in of and are na to LF and morphological case lan ges case-marking -marking he and t noun between languages considered s cannot but the latter. ele seu o e vest gio estará possível em línguas ser regido te pelo verbo. nominal do para a conccrdlncia .assim Francês.

Kaiwá . a extra ico ao núcleo. tivas de dentro da famil ia i- Guarani. 1. ou de Visibilidade na estrutura fonol violar a Condi e NPs sintagma um não apresenta nenhuma 8 co de possuem a gum o núcleo i de rdi.4. confira caso morfol ca o morfol ng e ica . sido xtraid da o elemen o posi de e pacificador de NP. )=21 e:re-apo-ypy [ti inter. 8 Àss i mos aqui das para efeitos de ar t que os llnguas investigadas estejam em posi 145 . O fenômeno foi nominal só outro mecanismo ou que o é conclui-s i ef ciente para núcleo lexical de extra tamb m de palavras observado em outra da 6 ( = é que de que a conta dos em Asu:rini interro li n mar então. 2 sg. Na in constr interro rrogativo parece tiva ter r petida abaixo. A-fazer primeiro arco arco você fez primeiro• Segundo a teoria de Giorgi e rases) quantifier perm tida em de linguas dentro que teor a fatos Desse fato de Giorgi e Longobardi do A urini.2.

1S84: 143) Como a extra si o da -verbal i zad o de sujeito só é permitida da deve sintagma esta. como em kiva'e. l a mulher <que la-casar fut.-pont.n . mulher vai querer se casar com ele? <Taylor.KAI ete ma po o-gwereko arã o qual inten. a siç o e núcl é 46 . 9 em [Spec. po J Co lo s t kunhã pro ogw :reko -----------'--'--iriguas da familia i-·Gua:rõ:l.VPJ à direita. inter.

por serem ao nódulo S.dos.1890 :15 como Bake:r. Estruturas verifica semelhantes s em Mo las (Baker . ar ntos forma de vimos no verbais em lín pronomes nulos. então .ujeito. como naona • abaixo: 147 . qual porco você alimentou?' <Baker. deveria ser blo sto que e terno é capaz de reger na posi do NP.Est se o vestigi último constitui outro núcleo o de as cifi or uma barreira para regência • Giorgi e Longobardi. rgumentais.1 wa hse-nut-e'ne ) NE porco fato-2sS-aliment -pont. Os dados aqui apresentadas rivados por uma regra parecem. a xtr do es cificador do com lamento.Na constr o acima . o Moha. encontram se capítulo s como ao passo em adjun anta 1.w que os que os são realizados na NPs. não terem sido de cons utuintes nos moldes em são também de axtr i apresenta.

do NP sujeito é também ~ wa'-ka nvs-a-k-e' 40 .corn -pune NE pig ' Which pig ate the corn?' 10 se o A particula em Mohaw é ntrod tora de adjuntos .l tr ida com do a é xtralda contém o adj apre entada da posi pronominal d movimento constituintes de verificado em Mohawk 1 which tivesse sido de Subjacência barreiras o NP em o :r a. 148 . especificador do Condi atravessaria duas ao nódulo S e pelo vazio NP-adjunto violadéil. ser i análi e ne fact-3sS . que conta como barreira por heranca por dominar uma categor a bl O Autor.39' you feed t ~ I pro k 1990:15) acordo x r qu ss~o em que a:r umenta.Se o S que o domina. e:r..

J dj quanti icador deveria ser vest1gio em seu S Os dados do ese d Asurini.A extr o ocor e da posi o é um pro coindaxado com o NP em nesse caso. [Spec.Assim. ' for ants. nominal sujeito ts extr da posi como demonstra o contraste Poder-se-ia explicar a extr 41> refutar o para o erbo auxiliar marque le ca mente o VP." f Di e si n g. many have bitten Segundo a <1991> sobre ico bifurcado em Alemão. também é lex calmante marcado e deixa de ser barreira para regência externa d s vestígios contidos nel No exemplo do Kaiwã em se ve bo foi al o . o alçamento núc eo de INFL faz com est b tten pos tman. 1991 :6 7 He~. e Lon de NP só de nos do verbos e Kaiwá Giorgi intes consti int em o reja o i de na se a Mo bardi d ocor er recem k que a argumentos entre os exemplos de Diesing h e a 1 Jgebissen prt many a postman Autora. 11 para o 11 A marca lexical do [S c. movimento o do de CSpec.VPl é passiva tr v s de: Agreement: héad L-marks a maximal pro ec ion. como em: haben ja einen Postb NP em de dos cons ituintes do sintagma através da proposta xistência da t ' A a o acima. it L marks the specifier If he ojection.d 149 . VPJ.

A 2.Estando em [Spe ' l p] .. 1. nem exemplo si assim. a-potan ste lA-querer aro est s 'jeju' ejus.Q. 1976:7) 150 . ese dos o sinta J por to x r ao da de Giorgi espe ificador. Diesing de NP ser no s isto capitulo identificados SÓ que falar é um !!!. 1. si d a [ Nem a hi s 9 regência c.inexistem como uma em itens classe de ser interpretado como um NP o com . . o podem explicar a constr . à é núcleo inal ser lexicalmente ma barreira ra interior. e lexicais possam d seu deve ter em sido extraído seria. ex -qu uma do Kaiwá. o sujeito são também observadas em estruturas não- .• Tomkins.envolvendo os demonstrativos e elementos tificad que são traduzidos por universa s e cardinais. se tivesse. sse modo. Constr es como nte rogativas no n~o existentes Asurini. de Spec Como vestígios continua sendo e Longobordadi. mostramos determinantes em Asurini. IPJ. viol a de o. o sujeito leo de j que a l n d sua direita encontra-se em [Spec.

estrito d t rmi estrutura nt s em envolvend os utra elementos que inguas. 3A em i-nopo 3P ba.' No 33) <Solly. 3A-matar 3-de pessoal anta 'Outro pessoal matou a anta (levand -a) <Solly.' <Ni 44 r outr ka olson. 1976a:42 o-soka i-sohi Ta i'ira evid. 1976a: 95 151 .• (Nicholson. Tapikuru. 'the beater.ter ep T. ne-r-eron 2sing. mas intagmas nominais orno em: raka o• oma o batedor evid. was stand ng beating. • <Solly.43) se)he out evid.A-rel-trazer barco ·ouro barco te trouxe. 1 :raka :No 27) a-ha t:ro evid. 3A-matar anta pessoal pessoal matou a anta. 1 raka out o tr o-soka ele. 3A ir carpinteiro 'Out o carpi teiro foi.• 6: No 27) pi'ira evid.1 Os e emplos acima s E te r tipo ém comuns 47) em à es é de constru denominados o atego:ria d servado em não expressão descontínua .

a-ha-pota índio outro 3A-ir- rer/ir.48 aka K. a. • raka 50) i pi ahy ivilizado outro evid. 'He took kamir -trazer 3 poss. the languag CSolly. tro índio vai. o-eron evid.in ua-saber-nom. 1976: 51) civilizado outro para 'pará outro civilizado' 152 . 1 sinta s intático " t s e descontínuo sem:lntico knowi one • :No 30 a i que têm nstr mesmo es es atuto envolv ndo os rm nant s " em Note-s nom i nc:<. também o element "determinante" dem ocorrer adjacentes nas ordens 49) DetN ou o núcleo t. 3P-zan 'Ou ro civil i o estava zan pane do nfelizmento o inf lizment <Nicholson.

como em é desilo s a posi o sugerir que o NP [Spec.• explicar deriamos adotar e:xis vari a pro uma regra d sin a da ordem sta d exemplos Kato e Nascimento 1 deslocamen o . como em : 153 . IPJ os m Asurini. ~) aplicada dentro d de que pr io o P rtuguês abaixo demonstram. Eu vi [as crianças i [todas <Kato e Nascimento.talvez na va ia ra dir ita nominais sujei o com s r a p aus1vel descont nuidade.2 outro barco em :~utro Para barco. 1993:8) Nos cas s de deslocamento de s nta o liz do à à . 53 b.Assim . vi [ todas as crianças]. odes os ordem entre determinante que e nome estaria eferentes estariam explicados. As s guinte várias sol s apresentadas até agor não conta dos exemplos envolvendo descontinuidade de sintagmas dentro de PPs. como os exemplos dos acima .

55) 1A ir-querer ir outro-em 'V em outr a c barco' <Nicholson. constitui antecedente e pec do NP. om 1 x d sintagma f raid e mo id ri s d para uma 154 .P re -trazer ivi.complemento da posposi 4.l Em e vimento . ) raído sposicionado nenhum barreira para re er :42) seu vestigio é uma em o.lizado barco-em 'O b asileiro te trouxe em outro barco.54) ne-r-eron toria outr 2 <sing.~o d NP admi ir que o núcle d vem estar em nà m.O sinta e lecionado r sido e item lexical ia entre o r uma regra de nao e por isso. 1976:28 e o exemplo acima uma r l ç.• <Nicholson. * amo pe a-ha pota.

mbé x q . lizad eomi-a "aque a" .m s ta outra pe outr ua por r i o. ta.'l.-ª.lZ do r f ma.:. "onde" a--mo"uma" mo····a" !" melhor t :radl. ioland s exi ên ia i vimento r a os pare m en o oca só pode s indica m que mo imento as onst:ru ínt tic e:r sido ge:r dos na es e! m n os Os si ui ocorrem o em q utura supe ficial. e lavr s quantificad ras s s :ru s mo pertencentes o li s e nessas ativas i 13 nam CC1m0 com a. do o r um nome: o demonstrativo vi 12o demonstrativo lá". om "on e" A f ao neste caso seria a o ênci do f em 1 s acima funciona como morfema aumentat vo. ne i tem 1 ex i c.a 1 xc!. m rini ue pos es o 12 NP inais comuns.A- s í'..mi-a " sta" palavra int rro ativa adv bial mo sformada em nominal através do sufixo :. a a.. • é um advérb o q e ser a.e adj içao to <XP). Compare Essas d mons palavr f le &e r m determinante.d u "aqui".

o outro. t . na e i o sin a Ie d co r m di fica.' o caso nal c mp pa .akokwe e tra-g ra k ua-por evid..gma co o as orden se i c ilizado outro em 'a a ro. ri s um sintagma ju tapos os preenchendo t 14 • de se nt nu da e d tipo ron rgum nt rlpi i <Hale. m uma e A di f em aposi ao t1 5 na e e ementa o e d de. 1 76 da os " aqui apr sentados te" e o nominal slo. o outro(ri . nós r rande.' á ua-grande-por outra 'Outr casa) lo rio g:ran e' <Nicho son.' b asi leiro. t ulS.1990a e 1 em 15 . lS das oonstru xo s descon ( o mado por dois NP . t lC tipo n es S .. o brasi l iro.ln OS nuas. sin agma apositi o e que indicam rad ç tr s nta. pragma. 'Estávamos pel ri le c!.1963. .

1990a: 6) De acordo com Bittner e Hale (1990b).Como a ordem eis livre é r adjacentes. nomes. 1 Gregor. outro 157 . Mas nessas o mesmo i ) b:28) l nguas. 1989). os sintagmas descont1nuos são caso morfol ice a fim de serem ka-jana maliki tu jiti-rni dog tease . O brasileiro te trouxe no <Nicholson.' <Ha l e. em i) tem-se dois s ntagmas nominais descontinuos como nos ex plos do Asurini envolvendo a palavra Em Asurini. os El s NPs a licenciad NPs e NP simple s em a si a uma r gra d ou compl s aos ices: outro . na verdade. 1976c: ) b. Entao. inexiste em Warlpiri uma categoria de dete minantes.NPST teasing the dog. e estar ssociado a ualquer um dos NPs disponíveis na ne-r-eron teria semi 2P-rel-trazer civilizado r co-em ate trouxe no barco <Nicholson. Os demonstrativos e quantificadores . os sinta s nominais descontínuos não são marcados para caso morfol ico e por isso. em al s contextos não meios para associar os s numa el de aposi o nominal Observe-se que no ex mplo do Asurini abaixo. ef rência que ig e Asurini.em 3A-ir querer/ir barco 'Vou no outro i • o barco r' (Nicholson. • <i i ka-jana maliki-patu jiti-rni that-ERG -3 dog-PL tease-NPS 'That child is teasing the dogs. 1976a:42) A diferentes trad es da mesma e tença ob&ervadas por Nicholscn C1976a e c) sugerem que é posslvel haver ambi idade na coindexa entre um sinta e seu adjunto.

E sa mesma análise pode ser estendida ao caso de
r

do

i ntagma

tificador no

xemplo

repetido abaixo:

moa i pa ere-0 rapo-ypy
int r. 2sg.A-3P-fazer

imeir

r co

1 o arco que você fez primeiro •

exerce o papel de aposto de
NP

adqu re f

interro

rca

e forma com este um

de ope ador atráves

da partícula

tiva p,a.

Como os sinta

s nominais

pronominal têm a fun

jun

de fixa

o

cl1tico

com

e e

interpreta

da

sentença

observada em

outras línguas d

s de argumento

a categ ria dos afixos cl ticos,

tem a
variável,

s nas

capacidade de transformar

co ndexado.
Ess

o

f

tipo

Assim, é
dos

em

obtida

a

NPs adjuntos

é

umento pronominal,como o

r

Warlpiri. Segundo Hale <1990b: 33-34):
".. . <:.ln o ver t

pronoun o r name,

argument structure,
NP

cat

ory

of

t

e ation, which
expr ssions

l

nked

position in

o

has the effect of "fixing
core

rgumen

thi

and the core argument
important

relatiori which

ma kes it

possible to f rm

he

categor -setting

po i ions with whi h they are

extremely

questiorls

or "setting" the

evidently holds between overt argument-l 'nked NP

is

coindexed,

he cor

If

n

the

interpretation

of

onventional content

adjuncts did not bear the suggested relation to

cotfesponding core ar

t

pos

ion , then it is difficult
158

o imagine
rato

how questions

vari

le

could

relation

stion wo d "sats" tha
of a

t

De
los
co i

na
X

uld

not

com

nossa hi

uma

. Bu

ri

if a

ra

ired

contant

ar

t

as

appropri te structure is present.
asa, os

morfologia verbal têm

dos

sinca tha

NP category of a coinde ad

then t

acordo com a

ba formad,

cl ticos <raalizad sou

o estatuto de

lavra ind tinida

variável

seguida

o

lo o per

or

~1~
pr

i ma

se

discutiremos

outra

avi

ia contra

c ia da movimento sintático nas estruturas interro

a

tivas

4.

maioria

s l

guas em

na estrutura-S, o sinta
1

-qu

a regra
e

d

mov r-qu é aplicada

ar deixado

~ como os exemplos do Francês

demonstram:

I 1 a [par l é
61

I 1 a

(par 1 é

<Rizzi, 1

:47)

~

Variável e Operador são assim definidos:
"Variable = d~ [~e l in A-position ocally A-bar-bound
and operator-bound.
Ope:rator=def bare quantifiers, wh- :rases,
and m..tl NPs
in S
"
<Cinque, 1991:72-73)
A
discussão
sobre
o
estatuto
de
variável
dos
afixos cliticos verbais em Asurini encontra-se no capitulo 5.
16 Agradecemos a Yonne Lei te

indi

desta evidência.
159

Em Asurini. todavia, a ocorrência de alem ntos interrogativos
resul

62)

em agramatica id

11

e

ere saij
2sg.A-ver

inter.

'Você viu quem?'

) *

o-mana
3A-dar

quem-para inter.

'Ele deu para quem?'

sa mesma restri

verifica

em F:ra

que também nunca

inter oga Uva

Il

é

oco

com a

palavra

e

a [parléJ
<Rizzi, 1990:47)

De

acordo com Rizzi (1990),

sentencia l,
representa

deve ser gerado como

, por

ser um advérbio

adjunto ao nódulo

IP,

como na

o abaixo:

17 Vide Brandon e Seki <1984)
para uma, análise
nstr
es interro
tivas nas lin
s
i.

sobre as
160

64. )

ADVP

I

s

paurquoi

I1

a

!

i

o

parlé

l canfi

a

na Forma

de

a,

is

ica

ro r adamente par lo em
incipio

das

não

Cate crias

e ser movida

o seu vestig o

sua proje
Va ias

não seria

o imed ata
a.

bloque

ra S

c

regida

Assim , o

I•.

de

gera.

uma

cama

sem

sugere que nas

Riz

arado na

na

e

i

base em

[Spec,

estruturas i
CPJ e

err gati as,

por isso,

não liga

Para

r

i

que

necessário apenas que a sente

mod

é

i

nenhuma

terpretado,

esteja em

eu

é

c-

comande•,
A
s ru

h

e se

rãs

com

Rizzi sob

sua

}JOSÍ

a.

pode
em Asu:rini

int
em

de

de base

e p

ausência
r

e

oco r encia

a

NPs ,PPs

Ad Ps

nas estrutur s

int r r

:

m vi menta

não

nas
de

ocorrem

tivas porque
161

posi

s

n~o

regidas

-interro

s ruturas

, Esse

sin ag as s

tivas em adjun

o a
um

AdvPs aprese tam. todavia,
dos NPs nas

gerados nas

nódulo IP .
comportamento distinto

struturas interrogativa , como

aremos a s

ir.

4. 1 4. L

Como já mencionado no
s

lin

ou ras

i cuns ta.nc i a l

da

é

morfologia

especial

loca.tivo,
o

"topicalizado",
(sufixo i

pronomes pacientes>

o

rani,

i-

familia

(benefactivo,

temporais)

nativa

cap tulo 2, em As rini, assim

instrumento,

verbo principal
e

um

e o seu s jei o

elemento
expressOes

assume

ssoais

prefixos

como em

uma
série

for de 3a pessoa.

Es e fenOmeno é d nominado de lnd cativo 11 <Rodrigues, 1953), ou
ne. 1991).

construct on

mytona

sekwehe

flecha com evid. 3P-reflex-furar-l
mutuca

66)

fu ou-s

mutuca

com a

o'ywa po
muito 3P-matar-Ind l i flecha com
'Matou muitos com a

i echa. •

162

porém. a lua ficou lá em ima. par n t 1 nossos pa entes fie haram o urubu para eles s. 1963) Nem sempre. cabeça-em 3P- 3 eb:rou o bar cu Ind na cabeça dele. 69) a•e :ramo sekwehe orowoa en evid. urubu o-se-ope sene-r-amo toa -fleche<. Ind 3 poss-refl-para lexcl poss-rel. <em seu benefício).' (Harri on.inata 67 ss.• ywate sa 68 en 3A-ficar-lnd 11 m cima lua 'Então. • verbal e a afetada sem 163 . possivel também x -para ra os peixes na a morfologi ua.t_:J?j'L o-maman ma'ee•aa ip rape água em 3A-jogar comida 'Ele jogou comida É tilhada.' rim 70) Tapi'i a sec e ly ma tapir 3A-walk-lnd 11 'A tapir sneaks by. a forma de Indica i o lI é en 71) .

es a seg int s Ul Segundo B bosa <19 6: 14) conj subordinada <=lndi ivo erú.ndj. 164 . e s entendem no 19 Sobre a o rrência d Indica t i o li no A r in . pretensão Indicativo !L Par d en de sinta topica. ) pam-tar-oho rimo i-pira ore r-ewiri" i-'i 3A-acabar-quarer/ir-muito talvez peixe 1 excl. Ni hol son 1 75b:2) comenta: It is imposs bl t giv a reasan as to the pa t cular ca es cited below ( opi i ação sh d n ed a a er form <I icativa 11)". • ipira. l ência d a oco m que subent n e s a mini ma. quando a preposi r 1od ." e t nta. já xpressos num a inte.<a no v rbo. b. . o r ma o c i llHJI r r n f i temos no impossi el e ti I har a ocupa a. etc.' <Tomkins.o.I I peixe ·vao morrer muitos pai es.-rel-atrés dizer 'Muitos peixes v morrer atrás de nós. posi Nenhum c i cunst n i a..o o q e poss entença é • toda ia.ne hum elemen o foneticamente realizado em posi 0 de i co. " atrás de nós) muitos da sentid leman o na o r er ealizadaffi pelo nós..r o uma tarefa quase oti os: Tupinambá:" em ambém a .r ri expl ica.l izada 18 lfquo em posi N~. rer i:r-mu 3A-acaba:r- o-Ind. 1966:4) inexiste um 1 f q\.

(i) Es a forma verbal só ocorre com verbos cu o o su eito é
pessoa ZO
uso do Indicativo II é

anal.
mesmo

cear a um

sem

ice expli ito na sentença.

O nosso objeti o nesta

se

alguma

tal ez tragam

fatos
stru

o

o é chamar a at
luz

pêl.ra certos

sobre a

natureza destas

es.
Indicativo

I I

é

obrig tóri

o

um

elemento

interrogado.

circunstancial

i-ha-i

Mo

pa

onde

inter. 3A-ir-Ind

li

'Onde ele foi '

74)= 19

-i

mani'akoa

Mara

pa

como

inter. 3P-planta.r-Ind. I l mandioca

i-

'Como se p anta mandioca?'

do inter. 3A-dançar-i -lnd. li H.
do Muru upia vai dançar?'

Efu
Indica ivo
ssoal

outras
línguas
como
Tupinambá,
a forma de
11 ocorre também com verbos cujo o sujeito é la.
nao com su alto de 2a. pessoa <c . Barbosa, 1956),
165

Observou-se que em Asurini, a forma verbal do Indicativo II é
b oquea

e

constru

negativas 2 ~

e

) a

tarde-ramo 3A-vir-Ind. II pessoal

'O pessoal veio de tarde.'
<Tomkins, 1976:21
b.

tarde-ramo

3A-vir-neg.

'De tarde não virão.'
CNicholson, 1976:1 )

inata
então,
'En

o, qu

3P-quebrar-Ind, l i
rou o

b.
então

neg.- 3A-quebrar neg.

'So it didn't break.'
<Solly, 1

78) a. Takamona

T.

:19

o y 'o ho

3A-

ua-beber-muito

'Takamona beb u muito'.
21
o Dobson <1988:48) em
abi, o e ementa negativo
Se
não ocorre no verbo quando este está na forma de Indicativo 11.
166

ntão

3

ão,

vom tar-lnd. l i

om i o .

b. na-i tyaray-·ihi
g.'Ele

-fome-ne .
o está com fom

tão

neg.-3A-comer-neg

por is o, ele nao come

f

forma

to de

xemplos
seja

al

nos

e

d

Indicativo
eva a

é bloqueada

suspeitar de que

tipo de i ha em Asurini. Observe-se que

o ad érbio nao pode ser interrogado em contexto de

79

*

How.1

um

o

em Inglês
ne

o .

Riz i

ínque, 1991:29)

( 1990) '

na

onstr

o seu v e t

go erne

impe e

a neg

idn't you behave t i
<

egund

nos

antecedente em

potencial

.A neg

ma.,
i o

para
um

m

t

VP

ad

bio

posto que

conta

,de acordo

com a

if cada

- a.rra que

167

a a vari

el da

mesma

ra que

iCJ em

mp

CCJ

s

N

n r

l

r

neg

t

c

o

ntre

a

na es r

hJ

ela
esti

o e

o

advérbio

Inglês

Asurini,

os.Em

do

el
rn

não

todavia,

g

advérbio

c1ma .Só

ue

e

v

e

As r in i,

e

imen o

mentos que enga
nici

si
t

O

1
1

m

s

ntático

E

m con

i

permanece

o circun tanci

erbo es

i co quando

t

A

e l dica.ti

r

t

i

i

()

à o parece nà.o

cons

Em

,

o

DCI.

f

r

lham a f

e

ndicativ

r

)

lg ns
in e:·sti
ores,
orno
pr
ia proje o máxima n

I I

ca o d

.. .
p

em

a.

a.

r

"

t s

)

'

i

mamar i a-ka

i

a

i

re- ehe akwawa

3P jogar-lndii 3A estar lexc .-em

i

i

s 1 di s estio jogando pe r s em nós'
(Tomkins, 1976:30)

Se
o

ocorresse
entre

tos e c

movimento sintático

posi

es regi as

na

ingua ,

e não-r gid s.

haveria

Em

Asu ini,

lamentos posposicionados ap esentam

mo comportament

intático

em rel

Indicati o !!,como

am os exemp os abaixo.

h

he i-ma'e-i
par

3P-olhar lnd Il
a e e. •

e

i

nt m

soka i

3P ma. ta r
ele o matou'
Koopman
Kru ,

e Sp rtich

e tr

tais

d

88

'

.'·

m

djunto

lamentos

uma

um

re ent
rma

lo

ampliam o

i a,

do lnoicativo I I

t

o

regida.

po e

tu

forma especial cu

dominio de

pe mi

m posiçao

enc

apropr ado para

o

si c

djuntos nao-po posi ionad
rb

gua afric.::\na.

tornar

o v s

i

do

r

i

d

e icad

un

qu

m a m

ma

a

j

r

o

to movi o.

a f o r ma.

A

bo em Vata d n t com eme t s i o te como d mons ram os e emp os em to adjuntos nao pode ser . nódu oga Ê não s.tivo I I estej o i e. ampouco. r pc.~ qu a n ue ímpe e t os r -b rr s i na mor f o ogia verbal e f uma pr pri dade de cadeias é ca.Esse e po t ndicativo I I pe nc mor d a. nt tit es e e ns e em adjun o .S i o em uma os que .quand da ora o o i o d tamos e en re i 1.. realizada . e de pec ..j qu vimento iti o c indexa. c posi n o el me t s e 1 a. ou n ati ham a já q e el s e e r e S c e nterrogados o cir modifica. n s o se pe os rrogativos m CP em posi rbo. e1 q e <:J i exigem o !P que ancia outr prov es 1gios est também que . o m t inque. d ca q 1991) rece r fa s uma v z que o ' i mo iável s ntática te t el men ece ent s em uma m fixo par ce e ercer a no ca o a nega C~n ap esen am o cor r .

a for uma ou d um pronome xical fazem uso da rgument pron~mlnal resumptivo.o matou quele tal que ele matou - Sintaticamente.y) 1 que . abaixo. As primeir relativa envolve ou uma ora processo deix da acuna < r lativo como um ntre a de I i uma rel estabelecendo age do pronome de extra linguas estraté ia . 170 . operador i o ta relativizad r o elemento como em o e um dos seus constituintes. Semanticamente . ou O rapa que ncontrei ontem.oraçê'Jes A relativas cons ruções são nominalizadas que une onam como expre sOes refe enciais.l o par complexo formado por m ue o NP simple t em sta? a Pedro.y) aquele t ' \ y (Fx. a de argumento passo as de adotam apenas a segunda. Em e rce a mesma sinta f sintá ica e m mais foi convi -o ominêl. x <Fx.

CPJ coinde i da c-e ar ea em lativizada t . assume-se ada de o da e Parametros da que Te const uç mesma forma que as interro ia Gerativa relativas sejam tivas isto é 1 via uma ver-qu. represent a s da or pa a o [Spec.modelo de Principies ). deixando o . A em um d posi seu lugar acuna vazia é inde ad ada e ald in ica sua do o o iginal um in erpretada como ao seu anteceden e NP dv tem !o I encontrei t 1 .

Conforme e igªnci o do Prin 1p o vestígio do objet a ropriadamente pelo r Catego ias Vazias <PCV . de línguas encontra-se em posi e~tá o nterna .2 As constr en vem pr ias que r me i as rel ti v s movimento e um gra.' 172 . 4.2.e such that he kissed the g rl..kiss 'He kissed me. como demonstram os dados do Navajo e d i abaixo: NA VAJO Ora hi o simples zts•os 1P-3A.• Relativ shi1P em la zts'os yee A iss rB' t. e o. s la i estigio do verb zado q ncontra-se r gido o marca tematicamente.n e sintá i c as dif renciam egras d e as mo r qu ro apr sen racteristicas estrut r as elativas derivadas o leo nominal mas ralmen e ausente pre ente.r nome rei tive deslocado a mani est o sintática do perador iota.

'the one who will cut me. b the one such that he kiss d the girl. lpl.a me Det man 'The man 3 N m ou:acc see-Per ho saw you." Wi l 1 e.·~. m~. o morfema r lativizador parece incorporado o núcleo prono inal per ) .1990:144) Segundo e ativa só Jelinek <1990 é permitido ser e se que nos e ter mplo illie <1 s de em lln r iota l i ndo um pr nome re liga o pronome a et rm nante sse t argum nt po de or o pronominal ci a.acc=cut-fut-3 nom.• Relativa com núcleo ~ ntern 'o'ow enci vica. 173 . 1989: 414 > Relativa sem núcleo ~ • am=cu ta-ne··me De. E e como um m ~e pessoa.• elinek . ntiv li "aqu mpt e ue") e ag o na m r pess gente !agia verbal. relativizador.!ativa com núc eo in er ) shi-0 b ts'os 1P 8A kiss-relt.

s ra a na r ar adjunt a i e pre i que por s a ta r o pr ncipal a o:r epres a està coindexado lJ ez. ma.inda de o NP in ático. J' ele 1 està falando. • is s p. a menina .1 'at'ééd yiTzt 'os l g r 1 y 'T e] issed:relt 3 boy who kissed t CWi girl li sS-spea k i ng. como o abaix f ai ativ s menino i meni a ei ou 174 . aque e t qu e · 1 beijou ela. oindexada s a s r também tem o com um dos licencída.s núcl os argumentos pronominais da u ora com o r i m sem movimento lativizador um não adjunto de um o re ativizada.4 9 Lit:'O menino 1. No a ta p o me t de gumentos dem nom nal adjunt exemplo acima . o r acor~o com as Autoras. NA VAJO ashkii. nas lingu s interno papel d coindexado .1.

Assim. Ele tio ini) d eu <Ha i son t f rma: " 1 :133 1 5 . "A(suri i l parece nao r 5 e que o o r rem :"w uses g amàticas r a afirmar que: às e Asurini àceis. úni os s l n ua 1a ti v do ar igo r e Willie Id ntificar uma uma s rviu t sobre as r tar fa or 187~5 chega orm<il.acordo com Jelinek e analogue in ( 990:1 vajo that are features of . Conclui-se .entao. Tal i tu const tuintes necessários s 1 P contid s rtuguês). ter numa uma ntenca do tipo homem que vende ostras é me tem que strut rar- Um homem vende em A str s.rr son ( en f nothing missing in Nava o rei tive i obr r n ar um o en l l t i o relativizador. CIJrres d nt n ' como a que o láusul l o rbo v nspir para o em Navajo parece não er ex stentes ia de ta s e truturas. As das mais inal ativas o relativa a língua nunca mencionam HiE!. "this m ltiple coi of the Wh-mo elatives with nt and bound ical heads in e exing traces a language h as English".

cesta Lit. coletados nós para expressar as o e. rmão foi pegar pe xe. rake o-soa sawa a w-ayra i-'o-ramo P.-irmão 3A-ir peixe 1 Lit: cesta.nte Asur i ni ora empre • or 8) por pesquisa es campo 23 ntes comuns C xs d certas formas verbais nom nalizadas ~ <exs A cesta que Murusupia fez ontem é bonita. L t: 3A-matar cachorro 3re lex.omer ramo em r eu o seu fi ho. Murusupia o apo i-mo-aro-<wo) M. t i l ' orake matou o cachor o quan am o me e d 3P.• foi pescar é meu irmão O homem O de çoes relativas do Português. 176 .• ta de dados refere te t onário elaborado p 950). :'Murusupia fez e embelezou uma se kywir yk-a a-ha ipira i- ss.-bonito-ger.• Por ke matou o cachor que mordeu o f i lho. 3A-f~zer manakoa 3P-caus.Nos dados ta. or re em u pe -g r.

recem deno ínadas de Tupi -Gua. moroqeta kwa'wen-aral h-a conversa saber-ara 3P-doente com dor Lit:O homem que sabe r de que A wa. v re das ng s d i f osa. 177 . es elê:l.ra e ese de Asur n .s a ausência d is ênci t pa.eri a ka A-dormir 3A-estar Li : Ele está dormindo na rede de A wapitina que é velha. ornes ev bais est uturas rela iv s. v r i d ent s em 1.A cobra que me mo deu er Masa e-'oo (i-wise co ra lP-mor er r e. nominaliza A cor tura.p contar) história está doente. ani de pro i to.' 2 e amplos on ob e cons ru e vizadas formas enominadas de 953 . pypel wa'e-em i. daspara e p de sa que a língua r es as or ia pi uarani. re a i na - de -symyn-wa'e 3P-velha é velha. p<B. -wa'eJ 3P grande muito wa"e Lit: A cobra que era muito grande me mordeu.' 2) O homem que conta his r Akoma' ia está doente. e por investigadora as n rbosa) e podem ser traduzida om r enadas ou ~e undiv forma hi revel como especiai particípio CBa podem ser empre 2 A e ora o Por uguês .• ina está dormind wapitina-r-opawa ( A.

O.nte 178 . L t. : o Português 3• ti a e la.o i i o 1976:28 e era pajé curava o pessoal.' ten h o it-hurt-ones he-sucks a-ka he-h re-stays 'Einokawa'e treats hurt ones he So ly.- muit kawa•e i ransitivo i (Vide a ra okwehe 3A-estar pane vid. 3A-caus.: Eino awa'e cura aq 7) es que estao d tes.o pajé. 966: it. tempo. e 'Há muito o dos se E. um 1ndio . em vão tempo .consta ou se o Em Asurin ex os r:res ocorr e emp o entes às r em Akwawa. ud lar o uso rvada em guas para s extos ba ta. cura a o pessoal. • forma " ro tiva" d to e é de em o tras línguas da fam11 ia. T não f i obs uar i urini. es em wa. também empre o na prefix r s li pressar relativas de objeto s ocor eu vez n s o ti omina iz s. .tiv int s nem nalizadores acima." <T mkins.•e J indio 3P-pajé s jeito mo-kato a m elt. (i-pase--wa.'e.

' qu le qu grande.• é 3?-coisa-relt. s 1 3- t 'A pessoa que dava remédios curava o pessoa <Tomkins.s ou le que é rico. uele tem co i s<:~.' o-mo-kato w ne dar-t-agente 3A us. i s:ut xc' i t su 1 -:§:IL é homem ta -kwahap ar história 'O homem que s [ express r relativas de agente. -:relt. 8 o yarocres r-relt.3?-granc.l 179 . >= 2 [ Akoma'e moro 20) para empre ado Po a manaa t- remédi .aber e<conta r ] a h·- h te 3P-d ante histórias está doente. 'Aquele que é crescido'.

rio processo verbal. ··f a e r er.' 180 . evid. 3P-levar-awa didn't see it being walked away. carpent r carne and made it.' <Solly. So l i '1 6: 3) i) Ve ifica-se correspondem às o uso relativas ém designa o pr da f rma de ~ eleme tos em cons r es e ci cunstanciais.) ( ywa si-t-ara] raka o apo o ta made ra ortar t-agente evid. 'ym cehe [h-eraa t- o-es 3A-ver -neg.1866:22} 23) ipira-pyyk-~ peixe-pegar-awa u i I com que se pei e :red • seopita·· 3-subir-awa 'A subida dele.

m i v n i ea a:men d t cont r sp v ido d element m 1i o re t n n ve a a rama icalidad tr t a b N ab p o ínal ai m que in 1 .wa a ues se col ca dem s co f r a a n ac i t da ma o de 5 anca e va • . p g ue a do ti ça nt r (J i t in i Em u r a.ufix r é t o d n a. r_." d i nom na A s -aw a. tant '' po pos nai i n e t i -d ..

a yk i g u r - r pe 'e peix • ip p i -pyh pe i o p r i x e i gar a i m e e' - PY r. -· pe r r \J e n l u u e e !TI .

r'En in d n ·- r ç es aduzidos na n a t as nom na. i tram qt.l9 .- "" a as p d r ss st s v ge r i c1mpos i d di pos d pre •E s m " a r " mes s " de 5 r mos o d pa l d r f r s a h e se v r s campos a o i de r ' l a * mo sina.bo e la e so a b o m I' r c. f" o d p em • a o i é não e s r s tu r a st o t que om m d CJ i e 5 t r de loca r A t r s p 1o anç =e a' 1 ..

. re e r l= ro r a --mo·-s er i reve n q oa ar t r os s . ra a r d pano to -i nsL r ' ( a .yk caus. um de e - em gl Po m i v o ug 1 ..a k r o = pes e pei ad -awa i sL = ix de' .

. Event a um v n o e a g a.~ utur a rg nt r v 5 s i 1l .'l :í i um e e e bo 4 .fi a t is i u . forma qu b ixo ie n b í ol mCJ n21. na de d pa m e ve ar_ v r as com " f o ma r r za:r ex pen -~. 1 ica os rat e ai t t tem v o r ais e en c.:) r (1 8 r e m o v r nu n NP c c m na um o f v o " r ~.d ár ut cie umen e e q un la r as pois lativa t inal g21d OSSêl O o i·~ ~~ rriésma.w de o s ixo ri a on21 t C.nc i a a a cf.

r a . o TUPl au ub r qu r a. ma r-fut.orrênc d t . la v n el m e d e " pr te. e! r á rbos ' * po :269 i e e o. o i é id .

E v a t se L podem mo i i comp mas m cor bo a. por Rodr e ues 1 . compro s im como o r r X coindexad es da nomi o • o nossa h).z f f.. s das te com r d o l relat ao s fix com a qu es sti par ce e tar n izad r en e na p:r to la lacio v r ua lin de que a :relati e n. a e t se :r nst ad s tá i analisad gurnen o d i v pronorni esumpti ti es r oi de quer 5 áv que ss d e t :r • o amemt r r s ams i r i X eu d a As um co o.:1 da istência s :r t:r de D fi o car um d um nto. n o afixo \. nei a.

ue i nt i am á.l na par n es f r i n i d se s A i s' 19 ba. a s ac e t da m va g r o t i iz da h ar a - 1 el r ri 147 1 t f a. i s e xernp n mi na. c .

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. 8 a suf duas si abas t r de i e alçamento u i n e v r as como i d a r e radoxo F a ~ ser mo ido. con lu mo pos ci es do ipo wa'e como o o c r pl em te p z i s ta r porque ar umen a f e me s r o morf rei a lati izado r ncipi s r pos 1v r ogia. 1 .i s r ir o Di cf. v L6gi n ura l ulo é ob ida em escopo obre n6d lo ' que + . evid f i ao r r n v i e 1987 ox onol r ) d de d r i ica sto I uan a em de t ra é o o.Esse e st desl o ufixo ass ' res nta s oco r r com ment çao ica e [ e 8 ica r 'J v és egra.

~ .do como . ná . ta g Ii 1 as li ia não ( Baker o i t sso r fam in s palavras isado es admi rf c t az r que g 4 se mo velam r avelmente na sinta ato as e 1 n r que s i ex ressar fam lemento relativi estr tura argumen ai a gumento interno no sent do e a referência do pr ri a o i 1 HAPE "' ~ãpa pyyk plna ne :r1s ar r o 2poss-:r z r compr i o anz 1 que você (Leite. o que or r na mesma pa a v une i l . ementa mor emi-caus-emi sofrer eu fiz sofr <Barbos 1956: 276 .. i Uma melhor :rad para "a i s r r mim não pode s r n e p ta.o apresentados nesta. i c e oco r e r !:@~ na to o o :roblemas r do o r d r vaciona l. f l logia lé i co as reg as e ca da v h uma {1 in es t sido e ex: i i d o i fetar a u i e i d 5' ção d r ta.

pai fixos que são • se amemt cami h o s L d stência i d mpo um j p 5 na pa avr mor f i o que * v >N as r pe te t . • cion..da rut ou qu ' in e t ldoai o te ias ura a.1ber. umental modificada. como demo s plow de der nominal i Z8. 1 L 1 p:r s s i :rio oomponent t n a pro1be st:r ma~. i a comp e to alo em C!.ni m11 ia r formul r s em que t o cesso de f :r a Autor vár a d o e r ss o nas 1 nguas r 5 do pr o a e r que inc u i o abaixo: e v . xe . 1pi r o X e in a bar.Hõa t i VO.composiç:a d e der v que a a tlm n ir xe.C1.<. Pr je r t o o de !'' irs corre em para el C}. s d l i s s ntag s processos o V ··Guara.. Borer ni'lo dá cont d 1 ta em a uma Lit. t in para ex e pl :r cas and·- c u se em r ua e la.

•o-i 3 is-rel s nay ehdi-i sawe r 't:r ntre t ' that which on the door 00 f pa c a t er b possiv 1 nom naliz é godan i..HJr dos fatos través ' 3 e' s-:rel (the on who s ur • ) 1 . 1 n plow-nom. 1992:18) res n o d s n ença em o é dad elementos nos niv is acima e r ai L e a como uma lav a N I land-acc 1 1 Sla i r o 1i ve k'e on a w os no r proce so e e h C>. ng ieber. r mo f log s ta.

i was a for como d leo compo s.199 :5) ad r nec p os o i s 1 z es ue 197 . t do . es ntarem 21. h i was hi s re t f <P nar.i r e b h i on ith m . 'edehtl'ehé (Pina i ar umen na caso s t s d ga v ejam i or a que quand dos o s po E o p acesso de nom na i constituin es já parece n r es i é am pr s nt s rini verific u- o ocorre ns idos na par qtte as i rre a elemento rela es ab lecidas. r 1 tivi o oo:r on ape . dehtl'eh 7 w ites OC t r' rel) t which one w ed htl' + 3 +e tes'-poss. po tam 56 s r ir de d ) 1991 ica interna.

• <Tomkins m à i co. assim d m o erbal o com af xos nas oraçtíe ser e pres o . s i epend n est s tur s v i pe o 1 . ve ba. wa'eJ mo kato-t-aral [ h -doent -rei caus-bem- a e s rape soa que cura. 1976: <o curad r da re a iva r nomina izada um compo t complemento d di cuti e s a Demonstramos que L ss xis i d constr só as nominali idatas is ci to i e relati as f rmadas com s.rac m s m doe a• dem s r as re r à i te e-r d ele está doente.o orao a • erva r r z .

• g-b 3P.a homem alar r e i home ·o nhe alou f la.ai r re ho em que pode sabe fa a ' <B r os 1956 257 a ti ss s palavr e- á r f et i o mo 3A e n i .o o em re i v • ito d i uma i iv z ta capacidad a de mo•e-wa ente ensinar-rei ina• la que e INAMBÁ nheen .

sent n e. o verbal.~ 7): o "o qu eu nsinei.st:rutur s s qu t e i a s ora s m a c o i • os NP po s com vidên i a • e apre lat v a. tos da.s lin i m o ngua Oiamp t u pa. r s dos obj tivo. podem b da da.mos qu mina do p e i ca.ra. r ou •A~ d s o e os as de pro orne t n a favo são a junto as mesmas t os h es i c o p ta. !11:1. qua tra da s mor E ~a' o ta de que o obj em nambá Re ti v q e 15 r r ess ainda no como suf X: O b e ( i * a m nta - B t v zado s 5 ra refi Tu i uá'-baeJ a i-mbo eu e nad 1a n u." he decline n ti o f e tão ocument s T p s não parece have f nto com u ura o tamb -qua '-bae s: J o sitivo. gamos apropriado rei ci ivas em Asurini ao processo língua está passand . a de 5 ue r 6 ce rem r não v n ti tu poss:iv -Guarani. com su e i o r rela.1 <=mo 11 g has special auses in situations s rel ive cl se s a lha te.De 146).tivi a a. constit in r ntransi o r e n s est zad e s y (c L .

zias ori s o :r i:ii. das de ssa s ão t i co. st u u a-P. corre m outr s lin uas nominais n al na st d a eriguar qua ncor s rviranl tamLém ro fo e:x:am nadê!. ngua.x câpit 1 atrav s do a dis u s o s r pe e e e def o é tr tu s e r em s A ominal é um f nOmen os rre estr t aut riz 5 o d rn exclu iv das a hi 11 ad unto iveis.s nt s v rbais s afix s t os as i m. nacla i s f é um process sU~o r Ii f seg intes co dá dá en r C'l.f to b do s l nguas T favor I o a eo ia. posto que sinta. pr ob vo é t so de o r omina sin agma leo i o t j guas . Só na e r e l izados d r L eb :r. bal em A urini e no r esso d se an i s 5 tu r as c i 99 tá i co ) . b 1 . po rasi ia s st d vi n a er d s ad un os .

na i i i d t i i ri es r . i ipo t:ro da Vincula xtr a le s: e Di r 1990 Aut r ur do v e ba vr s c! r s no 1986 a d es l.r o und i é 1 87)' d s s os e Gramâti rpora lo erba .r eg i p xi t orias responsáve tu s i as corpo:ra d ln8.s- i or n k i do di r i ge ra a adi i e é r i l lo ltad os o r a ad la c eoria sint t ve para s da . o n o . o de uma um predi nomina v X 19 r un m e s m in e r e m r 1 r 8.

d unto. lik das 1985:107) Categorias .e ions of X o•s can n trace must be t nóc e s d i vos r house overned ra n os seus vest los e s jeitos corpo de dos.1985:107) contid estígio uma barreira. te exicall o o dos nócleo do be sintagmas-complemento <ob <Ba er. o sinta ma ." t regem -a. o verbal ad un overne o Vazias de sint gmas No primeiro comple o b govern d ir ant ced nts. sendo ge r I like <não-erga ivo) e antecedente 5 N I house (8aker. uje t caso. eu vetigi V a. P incipio er impede que e no No o .

1 co in i g pa d n i n r- r Jl i i.au h f r o à corpo a i r vi ent i Ta u à s u mi r n f i 3 o na f i s r qu s o r sso B as a Na e .

i f 1 bor Mi a Aut ambém !RAPÉ pa r a. ar f t ' s a ificados k h u e r d r e t p s . o 1 f!.

r 1 56.1 i r r cab ça '. 8 .-mana Le .t t b t <Ba as cab sa.

d Tomkin . .N t i ba çu f u c a.

nc r r t ke m i ss •"' a na in r c 8 e n m r. o c d i ohn h i i r o 1 s d é . i i r c ix st n utr v z.

i f n t s d s m .. 1.nuh u -whi .J o whi o s <Bak 985:1 r i nc o t.

ns t erb t to a " com r c it como no i . - -ver f i lh !J :206 rb tr a.m n com rd:in e X s I.ê_ in n f e n em lo cl i i o NP-- s o o i a o u a :r r i :3 5 '' i v n '-" r o m r s s r t . c efef i l "' i ho d r ss. m i r r-· i ter.

TUPINAMBÁ 1 a. a-t-kutuk lA- -furar 'Eu o furo.1993:5 Existe. Nesta para que . uma diferença entre as estruturas c m "a çamento de possuidor" nas llnguas Tupi Guarani e as estruturas si t o bu1do.! egund ) a nossa análise.' b.' . porém. o NP possuidor não I ti ma.r 'Eu furo orelhas. a tradu A mi li te do e amplo é: criação 1 eu lhei furo as orelhas. Esse tipo de constru com dativo de posse é uito comum m Le 1 duele la cabeza a J 1 Le 1 lavaron las manos a Luis 1 (Everett.a t-nambi-kutuk lA- xe-r e-imbaba -orelha-furar 1 poss.-rel criaçã ro as orelhas da minha cri <Barbosa. o objeto o orrência da tenha ca o cor e com marcador d 211 .a-nambi kutuk lA ore 1 has fura. no ss dativo de é E obrigatória s outra hol.

o NP-objeto é com "alçamento de es também um adjunto licenciado po sessivo. o NP-possuidor nunca ocorre . só pelo clitico ssivo Este caso se assemelha ao das const u Nelas. como não funciona ser interpretado como um como complemento do adjunto licenciado nome. No exemplo i uma pro a d do Asurini repetido abaixo que o NP-possuidor nã bjeto de onde o núcleo nominal foi a se en tido no t <3.' b.i co. 4 O estatuto dos afixos/cllticos ve b i l como dessa l i guas será itulo 5. rabo 'O filho da índia tinha rabo. NP-possuid r ico) 8 é a é s um licenciado por s r de posse 4• cliticos licenciam constatado através o NPs adjuntos nessas línguas pode dos seguintes exemplos do Asurini: índia-filho evid. morfol ad unto.' CNicholson. 'A indi memyra wai 3 poss. Mas em -poss' idor. 212 . Sem o clltico. o filho de!~ tinha rabo.-filho rabo . tem-se na pos ado. sekwehe india evid.l Em :83) "índia" é complemento do nominal "filho". co A um tópico nosso (ou antit eferente com o clltico os ver.

* Se baterem no homem i• el Um NP-objeto é vai emb ra. açu 3-cabsça-furar-ramo 'O furou a cabeça de Mahira.' o encaixa a. forma e ora o objeto o é encaixada. licenciado ico é interp etado como o ar nesse tip nto n não licen ia um NP-adjunto porque nã e pape de .P a-ha-pota rref.' <Tomkins. b. 1976:1) Em Asurini. o constru de ema paci nte em re erência pr como um anafórico cuja referência es á ass ciada a ri sujeito a principal.ramo lsg.:<.1 =11 Mahi a inata o-akyQ-haw-amo M. Akoma'e o-nopo ramo ihapotari homem . vou embora. Se o homem j bater nel e I e i vai embora. ora o principal re e o correferencialidade entre o sujeito da objeto da n. esta marcado com os última clfticos sse&sivos correferenciais como em: e-no ".-bater lA-ir-querer/ir 'Se me b terem. ora. ele é interpretado o sujeito-agente e nunca como o objeto. o clitico ~na morfologia verbal não 213 .' -ramo o 1 i ha tar-1 3P corref. a Em todavia.-bater 'Se 3A-ir-querer/i terem nele i alei vai e Se algum NP ocorre na ora Ind.

o babaçuj 19' Em ' ambos os NPs pelo clitico cenciado icenciar um já que a constru o de dati o de posse.s estruturas d determinante ocorre sozin o o de objeto. Se funcionasse. s com "alçarnento de possuidor" não constituem evi str a natureza sintát cada incorpora Outro argumento o n minai. será: lhe 1 furou a cabeça <ramoj são adjuntos. O "possuidorn e pelo moT ema de não- eferencialidade Concluímos.a trad exerce o de irai.past saw two men.. bi···seuan Two 'I elemen o c ia ls s- man mu . nas linguas aqui investigadas. não poderia f o junto. então..iona como objeto.' <Baker 1985: 126) onstruçO s s m lhantes uela m s bs: rv inambá: 5 Para o licenciamento de NPs em As ri i vide cap tulo :. m .ban see . an itiva ss jeto é o nominal "cabeça" e o clitico maneira. oferecido por Baker para comprovar te movimento de núcleo de sintagma nominal o rpora os i é que o que na.

. .. a . este 1 g.INAMBÁ a. • <Barbosa.sab 1sg.s -asa.• a. 3·-passar rio dois 'Passei dois rios. advérbios ou nominais que stituinte ue os ell3mentos para a hi tul m s su i i. a . fam1l i21. nao f 2 para e mu •?m Eles sà . asab -rio .b 1 g. não em outras línguas d correspondem à classe d complexo <Vide ca ese c rrespondem aos Tupinambá e verdade.1985:207> As estruturas a ima posto movimento. a :!.-a ab lsg. com de erm nantes. a s-a.l. rmam c m o nome um 8 escri o 21 .passar ' Passei este rio..' b. 3 passar este rio 'Pa sei este rio' b. rio-passar dois 'Passei dois rios. nao se vem de evidência qu emonstrativos e qu ntificadores em a vemente i r.

m po c1 s r em a os a se tece ente di3. Segundo Baker ático 1985) impossível é y.s s ema de "determinantes" em Asurjni).ompl m nt .m TAPI apy la sg. 1 9 : 5) 16 . hous ' l como o pro esso 1 de incorpora é incorporar o núcleo do possuid r.S ndo a e tegorias Vazia posslvel qu Nes a. s no vez o Pr r discute 1 io da ência ~ de de regênci nstruçõ s como ort:l.-pele-queimar e m i minha pele' xe la s 'Eu àpy -r e ime i pirt a ' l .-refl. r f vest n s m ponsáve i os i pela ur e ira é e seu Tupi na.l Autor nao ura a agramat ca i ade verbal pe manece complex re n ag a nom na!. cab -p a cabeça d -·que i minha cabe abe 'pele' Le t . like [(tha <Bak r.

a analisado como um lexo a também em cia s o desse nominal mecanismo derivad Tupinambá uma rece incorporado corr de incorpora ra lexica! e não sintática. acordo mostra que deve ser possu do.l • Pel de ser um caso hi se incorpora Tal estrutur movimento sintático.Em tanto ine:or r lo ira r o lemento os. O exemplo acima não é e oria Xo. INAMBÁ a.c i ma pode te r de uma que um NP comple o sintagma nomina de Preserv o ter si o haveria uma niõl.ok L ema . pe-ío-ok l. estrutura em que um NP o verbo. como propost ser vamos pos uidor por no uma por Baker. m de percebe-s e ao verbo. com o i te ( 1 processo om 3). ào sid um si têlgma ma cat g r a deriv a por 217 . mor f o l og a r. a constru nã o de Estrut adjun ido a um outro sintagma e a. • pe .::~.-3-arranca ema-rei-pena 'Arrancai as penas da ema.rel pena arrancar 'Ar ancai as penas da ema. de ater issa posi 1956:207 para o visto não pode que nosso ver. Comparando ece inco porad ivada por ba.• Barbosa.

te qu~::.. rfol o ca a na- r e made a a. s r a sin axe her o cor SSliTI.:.S Este tipo de regra é confer r caso de r e s E com HI excepciona a so r êl.•. . <dia e o t er n permitido em l n acusativo a mais de um ia o a en e d s as imit sào tr t recessos assume gu o imento A si a regra de movi e t ba. forma o compl e ir.1885:238 u e.:. m w -caus.sp hi h i 1 d har t t tBaker. d um p mesma a.egra de forma mas s rvem Ba e r ri o de de pa a ras apl cada n entr <1985) tamb m .n m l- e de o l"la la SP-ps .C~ r nte di o e lJ ncor e m r i sá is i el Ci.s que raçbes n i as i s' lo só po e o o er r ca.:io à. f n resp e i marca s l<e co posi i núcle I em ti n nunc..arve t q gico.

i •• 2:l. v O paz bo N a o F on r ce e 21 .Chichewa <Mal r i).t r NP i na! en e m [ erb o' caso e m onde l í ac le o NP r ceb em é ê\ xcepc i o e cai a a. o NP-ag nte da ora to morfológ co e sintáti o corda. O NP-pacient Tais f tos lev ram eguinte regra de movim nt • > v.. ·~ em re1 v ex o a postular a bjet d rbal e ser pc. r com o comp .l o esent N erb o pors.lç s.o o o ve caso 'u 8.d ser b ndo re b caso vo E ta regra C~ mente llm o (mi m . E e po e o. o ne ent .t i para a posi o. o aos process s s n subordinada tem i z i et:o.

o NP-objeto mo :r e atribuir sintático de objeto e o ixada ocorre na forma de apresenta comportamento NP-sujeito da ora oblíquo e assim. 220 . Nesse tipo de causativa.' <Baker. na transitiva participa dos pro esses sintáticos.acusativo do complexo verbal. ca i r o verbo nào de um caso acusativo. algum elemento é inserido na es ru ra onferir caso ao sujeito. <outro dialeto) CHI i 1 a-na meny-ets-a ana baboons SP'The st hit-cause-asp children to lizard oons made the lizard hit children.1985:269) caus e j NP é o se move ra Comp.

7 O morfema C1. 1966: > liSaremos aqui somente as estru uras causativas ransi- iv s.nsitivizador . r em Wãtãwo. pintar de preto Xãrio. Mar ã-ma-xaok- -we lsg.-preto-caus k-dat fiz k. 1 7 3b:3) 'i-we Korã Xã i o ã:-ma-mu-un- X.-dat fiz Mareã: da. Na estruturas causativas das linguas da familia ani 6 . E se é fazem uso da VP-to r Wãtãwo w.-caus-caus.cortar-caus. 2. lsg. o NP objeto não é marcado morfologicamente par da ora de marca encaixada ocorr o causal observado n caso em línguas pi caso e bllquo.. 'Tet roça o-manhaij- ore-ope 3A. ' (Leite. tomar banho-caus M. nas lfn e1.' <Leite. lexcl-dat nos fez cortar roça.-caus.• <Solly. !!lê:. 1. 1 :4) l NI Teta kopica T.s Tupi-Guarani é um elemento 1 .

A ordem em estão em não parece ser o posi ocupada os pelos NPs sintagmas ealizados nessas constru Asurini cons ruçoes nos leva a sao derivadas se adj o à de possível recuperar a à sua pre i am . n-o- 1966: -okar-ihi sekwehe .-filho.' rakokwehe wyne-pe capoevid.Além apli ser le icalment as. a neg. Observe-se que o por imanto sugeri indie<. . Di 222 . r o f i lho.l A const:r ss. I. 'A índia nAo deixou o pai dat.evid. ' i <Nicholson.coisa 3-estar 'Itaapara fez o pessoal trabalhar <=fazer coisas).3 :63) acima apresenta problemas para a hi " eu lho") possa tod não se encontra ser regido e ter os NPs adjacente ao complexo caso atribu1do.-3A-pe r-caus-neg. ma'e a-ka pessoal-dat 3A-fazer-caus. total ausência de ordem em não tudo indica. o-memyra.-i o-mena i-sope mo i rder~caus-lndll 'El a-marido 3-dat fez ela perder o pr taar ra rio marido. assemelha a um sufixo semi-leve essas O morfema Ccf. towa-pe. esultado da apli anteriormente nominais verbal para de posi porque não é regra do tipo ese de jato r.' <So 1 l y. Ao que nessa constr ita . dos NPs nas as ruturas adotar po a hi uma regra asa de causativas que lexical.

o argumento os c iticos. ar T. 0-apo-okan ma•e i sope 1A-3P-fazer-caus. o rgumento externo do predicado do rn lexo morfsma de Es es semelhante é nom~l. i ocorre expressos ao passo com a e dativo. pois tem um ci i ado.' Asurini.1989). é r causativizad r torna se o ar 1987) externe do predicado na morf logia que verb l o argumento complexo e o por meio externo do lhe atribui posposi de verbo case o. ssui ar to ex erno plenamente proprie e de modificar a estrutura tal do verbo ao qual se afixa. ler caus <Di Scuillo e Willian direto nto atua da. encontrado ue e nas masu dat s~o verbo enta. coisa 3-dat "Eu mand i el s fazerem coisas <=trabalharem)' o ob etc r comprov direto está realizado o pelos seguintes dados o no comp exo verbal pode ir 223 . mesma forma kana ga John ní hono yomi Em e terno do causatívas do Ja na estrutura. ipal dt:~.l do predicado principal. rgument e o realizado como argumento interno na f o r ma. Jo~o ler o livro.llo e Rosen. 'Takana faz o 1 ivro ac.

s as observ es nos nais nas lln uas levam a suspeitar aqui analisadas que os afixos/cllticos verbais têm a f que os sintagmas encontram-se em adjun o e o de licenciá-los . pois ele é licenciado pelo clitico zero de 3 a expresso no verbo.' <Leite e Vieira.-dat ' I jogar pedra em você. o sinta nominal não ocorre com o. Em soa que está realizado todavia. No próximo capitulo discutiremos o e tatuto dos marcadores de na morfologia verbal t s que slo projetados a fim de decidirmos quais os como argumentos na sintaxe. jeto sposi s só o ( nominais entre nas NPs e regras do tipo como proposto por Baker para ou de VP para Comp s como o Chi hewa. como é o na morfologia verbal o ser licenciado se estiver regido por alguma a cons ru a mo x es marca o causativas s/cliticos mente de V na de caso dos s nta vai depender da coindex morfologia verba e nao de objeto de 2a.re Oi-ma-mat-aklt 4 xe r-ee ixo- 2sg A-3P-caus-jogar-caus 1sg-obl ou elejo i ra 3-dat r-me pedra.1990 Observe-se que em posposi s . 224 . K.• ara-Oj-lpi-aklt Ku'l-we eu dra-inst lAmandei -jogar-caus.

s orpo a de onst:r ·r a em q e rani. P··re l me i am P.o pos ção precisam dar" com o verbo : ~-ha rak evid. relativ s outras ng i te ~s is f e t i ra am i nd i ist nção es 1 tos in cial c onam c mo adj na. que as sintática entre era a.1993 nc rpo a i xa anterio em regras de movime t vo f capitulo As rin não ocuparem dispensáveis eles nã.CAPfTULO 5 O ESTATUTO DOS MARCADORES DE PESSOA Most amos i ter og t no as. 63: pyt me s arn i-pe -em os .' Nicholson.:. er om a ui na t rrís n. s awa -po i na-com ' ocê f Pesit ore- 1976:67) war es lexc l.s ia e r s o rên s c r a posi a ên ia A-bar:ra. A-ir devagar nós fom s de agar. sintático n ssas uma " onc e de i da família 991.A nos a s si t a s e i além de i s' serem ssim c ns o n uas est de que tos estrutu as m As rin . táti tamb m qu a ora e de i 5 nã a . 'Nós e Malnelwar rak meewei or 1excl. N..

A nar ca.. estarem incluídos na referência do Ao conferir o estatuto de adjunto aos NPs do o por ~ or de pessoa no verbo..:. e do Asurini.:.::c.•.Note-se nas s i constru es acima s na morfologia ver ncidem com os traços de d 3a pessoa .1990:21) ker ( 1 nal argumenta : 21) licenciado é " .:::... ::. 'we'.. em s u licenciados por desses rutura superficial.Q." Adotando a suges de Baker pa a os dados s dar conta da ausência de concor d ~nc i z. by n sse the fact caso that it o sinta..as marcas 1 e pessoais ssoas e dos sint gmas nominais e Em Mohawk língua lhantes s Kor com NPs gerados em adj .:::.::....::.:.. sem caso na o de caso só é necessária para para de caso na sintaxe como mar o temática na se nã a irma Forma rojetado como Chomsk <1986a:95 : visibilit1 condition does not require Case assignment to an 226 .' L <Baker..:.:.. um Um atribui nlo precisa e mos surini. we swim together..:. constituintes ocorrerem argumento vislvel a gumento do v•rbo .:. dados observados: yaky-atawv-s 1S-swim-hab 'I swim with l' !.::. overlaps in re erence with the subject Q1'.. ito expresso pelo mar e plicar 1.

Resta nos que os eito e estruturas o acionai e a s marcado . vimento sintático e de f rala o entre os a .. família ifica..r rea.. as argumentos categorias vazias por movimento de sinta s-qu e o nominal .liz Antes . av riguar quais ementas que são projetados na sinta e cama argumentais. variáveis derivadas 1. " No decorrer deste trabalho ..Entre elas ausência de e ordem no nl e traços do s soais na morfologia verbai. além de oraç es-camplement .rgumentais • de iniciarmos a nossa ap esentaremos uma breve descri de pessoa o n minai nas llnguas discussão sobr o assunto sobre as séries de marcadores ocorrem na morfologia verbal do Asurini . amo já de is mencionado na capitulo que nas llnguas com sào reali igics de incorpora a r meio de 1990 defende a . mostramos que não há variáve s derivadas par imento d Baker NPs em ad os na sintaxe pros .nem vestígios de incorpor Tupi-Guarani aqui se é ssfvel investigadas..então .ha an is not 9-marked <unless this NP must "tr nsfer" Case to rgument . oferecemos e idências de a s nominais do Asurini são gerados em ad o seu caráter opcional. identificar pras e necessárl e ar agora es ·-comp l ementa es s. capitula 4 . ..

• t e o o tema/ ou s ujeit o iente é de 3a pessoa.Em A ri i .do como estativo . As rini .1990). quand hier quia reter n ial de pessoa si ente mais alto que o tema/pacien 1 19 ): do 1a 2 1 Nem sem e a di otomia entre pr dica o o e tiv é nit da. ve b "r r" tra a. •-1 p ao dua A Série i i s oc eito do e bo o verbo sujeito do verbo es s rem erbal: ou ativa que xpress tivo ransitivo . 1990 228 . t intransitivos s o codificados o sé ie dos prefi os tais como: na tu eza tária ou não do sujei pela inativos. pertencem erbos série dos prefixos vol d Leite 1987. Monserra. as a. 2 fe ki ara a análise e des rição da atua da hierar ia de pessoa nas inguas da fam lia Tupi-Guarani.5. Ne 1as. do tema verbal 1 na aç ex ressa pela. 1990 . rfologia A i o tivos ou pe a ator s ndo de e . por exem lo.1990) Série ind pendentes 5 .. ém pe tenc ~ \ I s oraç . estativa que cod fica o e o obje o r o transitivo.tivo nà. vide Seki 82.o a ti o.. 1 O e L e i te ( 1987. o.Para uma discussão sobre e s o.t e Facó Soares 188 ) Lei e( 1987. assim como várias out as l1nguas da pir sujeitos dos a (1982. 1 De acordo com Seki línguas Kamaiurâ e amf I a os Tupi Guarani. de ) .. ao passo que o verbo "ter medo" pertence ao grupo a ivos ...

a- se- ere- ne- sa sane- ro cL o- 4) para a i-/h I a ken lA-dormi 'Eu durmo/dormi' -es A-ver 'Eu o vejo/vi. 1 express~o ocorrem em sint~. dos pronomes s nominais os.A éri I I é ém empre po s ssivos nlo-correferenciais sposici nta nc .' se-ro'y 1P-febre Ten febre.' 229 .

• uma' e o-je•e~ 3 set l taik-nom i i i) 4 Vide ri es <19 ) para o uso modo potencial através da ma stativa dos verbos intransitivos em Tupi 230 . Na constru verbo ocorre da a partici o da ação verbo ativo é su eito d s e e estativa para o is o sujeito indicar nao- o 4 a-son lA-correr corro/corri. fato. • 6 se-r- a 1 poss-rel-casa 'Minha casa. • uma.como ionamos acima . d mesmo ole o voluntária ou 3 ativos e realizado na forma não do tem.' e 3 àlk nem 'one who does not tal k. executada.se-r es 1P-rel-ver 'Ele me vê.e o contraste estativos.de fatores tais como a atividade /estatividade ente do predicado na realiza i re os verbos inerentemente foi ou será.' 3 Seki em (1890:372 observa o uso de prefixos ativos e lo fator vol r á condicionado inati- 'one who does not talk. la série Em agentiva.' A escolha da mar sujeito intransit vo depende do .

i-mena lA-faze 'Eu fa.' 11 a-se'eij !A. Observou-se nos dados do Asurini.l lo prefixo ativo xpresso seu controle sobre a ) em que rmite tJma. que a 1 ngua o de caso do ti é <Dixon.1 s .QCJ itoi-ramo ss-ma:rido sapo-ramo marido dela <virar) sapo. ' se se' 1 1P-falar sso (sei) falar.tod via. que os s1.' Os ex los e recem indicar.~ falar 'Eu f a 1 o.rorywete lA feliz stou feliz.' 1 . com dos está e o sujeito na forma estativa. o sujeito • ou pe o prefixo estativo conforme o.deitos dos os tramsitivos os esta t i vos. env !vida re também o podem ser a idéia com o sujeito de codificados através "controle ft não na forma ativa.

tr dados mostram ativa/estativa. I e II. menos Assim.' <Tomkins. que verbos à moda sujeitos d os intransitivos. o la.' Tais ex usiva dos m.' <Tomkins. e a marca sujeitos dos verbos intransitivos. em Asurini. pe o sitivos. marido 'A ora eu faço o marido dela <virar) sapo. Série Il I (1)2) oro- 232 .• i-mena 1P fazer sapo-ramo ss-marido faço o marido dela virar sapo agora. especiais para paciente e 2a. Além das Séries xpressar a reJa te > la. L t: "Eu posso <sou ca itoi ramo 1976:12) z) de fazer o marido de a virar sapo. sapo-ramo 1P-fazer i-mena ss.Kwe sekwehe itoi-ramo então evid. existem pessoa agente formas 2a.1976:12 sso fazer o marido dela virar sapo. nao se aos sujeitos pode falar em marca não é mas se estende dos o fluida já que esta é uma caracterlstica apenas de xon. pessoa paciente.

cado com os afixos dél. Série I I 5 As oraçoes úndio.r o a a de . me bat (m 5 iexci. 'Você s) nos bate<m Nas chamadas or es depende tes mél. P-bater 2a. oração inicial e o pode ser traduzi i t O gerúndio ou 'Matou par 5 comer' a b fé<.' batemos em vocês.nsitiv f i C é<. s . ' to em voe te batemos. Esta.n (est2ltiva) ep ndentes s as f r ima é usada quand jeito dt:i. a expressa.oro-nopo 1>2-bater te ba t"'.. • Série IV <2 1 poter cê 2a.

paciente. O I sujeito do codifi o é ti VO refe enciais indicados no verbo intransi f o los prefixos ativo ssessivos :ro abaixo: Série V (prefixos correferenciais) ls oe- 1 e cl oro serepese- 2 o- lA cozinhar 3P-come:r-ger. 'Cozinhei para o-n comê-lo' o son-a -correr ger. 234 . 'Veio e correu' 21 a-es oe-t- a lA-ver 1poss t-casa 'Vi a minha pr A ria casa• stão que se coloca aqui é saber analisados como concord e es e afixos d vem ia ou como elementos argumentais.

Nos concentraremos o • já que esta estatuto dos aqui no c marcadores rtamento da ocorre não só com pre icados 3a de ssca erbai s nominais e posposicionados onde ém com si nti:l.199235 . 1990) e Tapira Leite.Em não é mais realizada con ext s de elicita o falante nativo do Asurini é requisitado a formar frases pronomes de 3a pessoa o verbo • ele emprega uma constr e cerre sozinho como em: 6 perd da 3 pessoa objeto das const uções transiti as é ficada também em Kamaiurá <Seki. .<. Em pina soa r e pr ssa no verbo s independentes por meio dos afixos da série ii.' <Rodrigues.1953) Em Asurini lealmente o tendo a 3 pessoa objeto na morfologia verbal 6 . t o alterna NPs. (Série l l .1 Nesta soa se investi remos .nsitivc d s i bjeto ivi::l.E se será o t 5~ ice das próximas se es. a t nu 1A -bater 'Eu bato nele.

ix ser íti ' 1 in uas ums. nopo lA bat r ' F i n el quel u bati.todavia.' ces ário saber se É já nulo teriza. Observe-s onst u ma icamente marcad .l r ão o·-'h"J ti c A Maria ncontrou e r ~s do i r iz na fei a ontem.:<.' 236 . st utur 3.1989:307 . (G Em urini ves.nc a . A Maria encontrou-a na feira ontem. A Maria encontrou ela na feira.nc a o to n l o i ent nté no v ou não um u êl ssa. não em rego de um o orre tal al pronome t nã.a nopo 1A bater bato nei'e. a e le <>.dé< t. de s. que in xiste como rca ncordã.

f ser st utu as no cofre da sala d rapaz trou e b. .n t i a ~ r. a id und ob igatóri em~Asurini..stela i mesmo da paste aria t u a o l had . como no ocorre A nulo em Portu . ficaç t Ma Eu i sados para "7 f. t'la. um oper dor ll ri c r e i a po 1 i do da Ii .. int rroga.s NP complex s . não s cons ~ f el tectar a. ele do Brasil.pos a. ua ) . ~ * o ~ :::. pa. e não seria os testes normalm nte e ença de um objeto nulo <do tipo var fnguas uma v que o z e Ra. ) nas eria realização ag r d te jant r. m d sse fato. t as en l par t L< r endo palavra s u à._. d plicados e to d <J em tipo 8. <Vide Ci que 1991) e Rizzi quei3.. * a {1 c m obe ) licenci que r21.o s s .m a e t a.S i:i. (Rapas .1986:381-382 1 has s ntátic s são con t dos elemento contidos tiva. Europeu .Se houvesse um objeto ional ..n el e ag ra trouxe a.t te . .

se o s sin jeto para o de lin s como e tru uras ático il em O ~ ~ em sao icas. lnexist m na língua e lexos verificar s não às sint estri es mas nominais "a possibilidade de".VPJ (c f. pensa <Raposo.:. pois objeto nulo é ligado a r outro nao envolvem um pro lado. para a ser aplicados.r a <c-e 1.~. etc .As análise das relat v s 23ô . * ele. lves.. 1 nulo é uma e variável<~~· coindexada) pois viola a um o pode 5er e elemento o Px-incip o semelhantes não podem da em posi Teoria o da L Em d Asurini. s construcõ s como ou . o Português sao agramaticais porque do Brasil.testes 8 Vide Asurini. seção 2 do Capitulo 4. 1986:379) o objeto Em i . não contêm um to nulo. relativas . as movimento em [Spec. sendo intransiti as 8.").menta l ada <" le. Também se exicalmente não pode realizado ruzamento forte. bloqueiam o os NPs mo imanto de PRO p. Em Asurini r das em não como ilhas sintáticas ra E obedecem do tipo "o fato de que".Os l exemplos expressos xos.l observar se as estruturas de ob to em Asurini apresentam ou não efeitos como ocorre no Português Europe eu recomendei eiao professor.1 69). gramaticais..

não é possível examina cruzamento forte nessas const:r s. o-enoi :"manakoa e-apo se-ope": o-sa 3A pedir ce ta 2A imp-faze:r . e Sothero morreu.para 3A-dizer 'Manewara pediu: "faça uma cesta pa a mim". we'eJj 3A-contar ·s. 3A ver jacaré 3A-morrer 3A-dizer Sa'e viu. "achar" argumentai . Eu acho b. ela disse. Facó Soares e !ementa uza <1 ). :ra e e. Observe o os os a seguir 9 Manewara quer que você faça uma cesta Manewara M. Sothero o-sekyi: o-sa o- "O jacaré morreu". ele disse.as-complemento s o i do de verbos como "dizer". 3A-morre 3A-dizer ro morreu". sa•e S. viu que o jacaré estav morto. ele disse. Sa'e o esa sakare o-sekyi . Sasupi disse upi o·S.' 9 Os d os com or as-complemento oram extraídos com base questionétiio el orado r Monserra .Assim. 239 .o-sa S. "pensar". con ou: "Sot 3 a. vai chover ta sawa amyna 3A-cair ir talvez chuva 'Talvez a chuva vai cair.

de acordo com que em nenhum elem NPs o entre s n e ndente. to em da T or Principio ra. isto é r comandadas e coindexadas • xemplos a Mohél. A nosso ver. .As " r rbo es- da or "do Asurini ocorrem o princi o ve bo cima um lamento como os argumento da or em mostrar. Ba er raç a e demonstra 1990 a s p rut í p es de l i o vem rel exist o • As expressOes refer nciais não podem ser ligadas . Chinês e hua. es e inexiste um a lln ua teria ob eto nul e s meios para ident fie -lo como Portu uês.wk abaixo e oriêis ora c-coma os o o. Em nenhum d s principal pode c-comandar lamento na sent nça "encaixada". s c ss acontece f o b j e t o m1 l o . e l n u::. ~ é expresso pelo modal "~char" tO exemplos justapos as ao sawa. wa-hi-'nha'-ne ne ts fa t-ls S/Ms O hire'I hired because Sak ra-yo"tu-se -i o c becau e Sa is a c- MsS-work-nom-be go d ood wo ker' as Çél. Obs rve agrama icalidade dos de rel da o A ou A- si da Li gramaticalidade depende na.

: o NP pr • < omp emento <Bak r. •A do fato de náo é pode have g a atic lidada das que os pros argumentais 24 .980: ut r re e e para a or L aç ri&.o NP Em pe o erenci t uc es calizado na sente ca onome o jeto !idade e entre resulta (pr eles ad em VP e por isso.wa hi hrori ' f ct-lsS/M tsi Sak ruwa-nu -tell- I told thet S. SIM 0-like hab that she likes <Baker.s: ko-hr ri-' :4> tsi Sak wa hi hre waht e' fact MsS/FsO-tel l-pune that Sak fact-lsS M 0-punish pun . old her that '* puni ed Ba er 1.1 wa-s ' . 890:4 .

1990:27) pesar or de pro it ser um a unto ela é gerada t · t e assoc1a · d a com o "gente do verbo 10 m • por ser seman.o r 'wl.ora i rid matrizes s m E. é Bake co es -c . bought meat in order that a it to orr w. ia c-comandam wa•-e-hninu-• ne vyo hv'n o principal e de pro i to.' Baker. o p incipio c da possí e l haver também mostra ser ferencialidade entre o ar umento p da or expressão refer ncial localizada em uma o a o'wahuru meat es es t violado.1camen ~dota aqui a estrutura ora io a o na base em Spec de VP. Uwari v eke' fact FsS buy-punc NE tomorrow Ma y fut-FsS-eat-punc. 10 Baker em que o sujeito é . os lemento NPs pois Assim.

permitida s que s c. :Pr n f pio semelhante uela em ipira Em constr .<causal. sendo QLQ.' c zinhou peixe para Sakamiramé 1comer.coma..' postulássemos obteríamos c kamiramé i' o uma.ri. serva. temporal> NP <pur osi e <agente) v <theme) ker.da encontramos uma o-rno peixe 3A cozinhar 'Sakamiramé Lit:'Elei ncipa 1. eria esta.ndadc pelo o pr eito da viol sintagma inal ora do nominal vazio na .:. o como estru u:ra. cozinhou peixe para comer.1990:28) Em Asu:rini.se 3P-comer S.

e o p e correfere i ialidade sugerimos lex calmen e expr t gma. com Ba pe o. d raçà e trutur e 58 o comp e a .Além Princip ma. m i em de ger um uj m r. a.te 11 matriz ) i v \ p o omo j r pr . nominal r e t co qu junt em !l1 :r :244 .

ue a r 8 manei IJ ver is o 21. ss em ' r d s e o g s eri n os a 11 ha 21. ' os le n s nom na.:·.i pi r a. sinta 12 t Mos r n se m en i s adju e i p n i í3 .::. atkami.raméi J i d m v a êi.. t t ta ~ "' re "'"' s fo o .' IP ) akamiramé i ira IP Em .

i e refi na or lo i o pa. 1e N • nd a suban i c u In upou o enferm • em o 13o ent inde de (o pre s d o complemen ar c m kuesé paié mbaéas em r mar Tup é e n es anteriores.pessoa é expressa dndio por um morfema zero e o sujeito do v r identif cada é A anál a.s or ç t b t Nas ora ati o' n ependentes e orno vimos n s se ngu<:~. ante nas sentença primei a. o n s d r foi) c rr r d o aiz com a i t bém é ali ad I co oc r e.quan nas depe dentes. eitos ou objetos nu os. q e nas se undas . s ef x a. igatór podia. l s . eto . ele rava em d stri P N MBÁ o i .qu i e reconhece djun em rrefer ncialidade mais plausível do categorias vazias na sintax que estru e morfema de oferecida parece po t istência pel a ra és d ras rele ant s no de línguas c ssi a que p pa i ca Í CC!. m de e nd do .

kues paié i xuban-i ontem pa é 3P chupar-lnd 'Ontem o pajé o chupou' ku sé mbaéasyborá paié i-x ban-i ont m 'On ~ enfermo .djunto impede de plausive objeto pronominal afixo de concordância .Se esse marcador de pessoa fosse concordância. capitulo ant rior . o pajé chupou enfermo. nal nessas ora p efixo comp ementa.b.-pai 'Dei L roça de m u pai a outro· ei-lhe a sua roça . a gumental . <a do )meu pai 'i 47 . de o de Poder se-ia é um com um o NP deslocado NP ni:lo haveri a possibi idade de ser es dependent s . a gumentar que nas ora ões inde ndentes seja marca de concordância porque é obrigat que tece rer um . o de verbal posse que 1 i enc a. 1953:1 s xemplos ti co acima parecem está em indicar que distribui raç i constr um<:~.• <Rodrigues. o pajé chupou. omo clftico também um d ssas línguas nada .Seria assificar o dativo de posse como clitico e o nos pouco um do .A co-ocorrência do cll ico com ica.como na l i s lo morfologia clitico dativo no o mostramos ~ em ico.ar 1poss.Observe as e tr t ras abai o: TUPlNAMBÁ a-i i-kO-meeng xe-ruba A-3P-3Poss-roça. i o pode <S~.

Também é sint.n Q a bjeto e in a ent s s i3. entà nalisado com se i traços de oncordifíi.Ç nem s "' C!.::. p m t r men o r ss1vel om o f d d rbo í mor ologi ev fi os 5 ll mo es a m e ba v c .Z i eve -v r ve su eit na I i SlJ cl nhum na t r i "" do se n repre s C:<. 1 nc11 o m et vez pr i des s pr na o.gm2i.gamB.S ca om mp r ante nota. Com o i si ti:í. 1956:206) A di vis morfol i ca.Ne s s um t que te d. • I..rb sa.r n imd s po os r um r r e to cio nomes si o ronomi al -i i. 'Dei L lposs.a-i-t-ay meen xe-mena 1A-3P-3Poss-filho-da 'Dei os fi s de meu marid a outro• lhe os se s i f i lhos. dos i di r t -d tivo e s nào é dil. •O m CJS 8 .<.3 qu Ct os nc u m s. VB.-marido d me ) mar <Ba.ncia.

pyri i oma'e i-pyri homem 3 com 'Com ele.l • Em l i ti 1983: arn 'a r e em ra is m a • ly. ão c o i r e a a.l e put sa t in nt o d em pos o NP mpleme o - os meni . el ento . o y d sa. Lit 3 • i s mel nt s.:l n ra el o da posposi onominais aprosen am es k o u carne.p t i é enciado êm ut ra nom a. o home • onomi e CJ nome p d Ness e U o há co cor j via enc a en O. o d sintagmas PY a omü.

'O menino[ NP I kanamia PP konomia h-esak-a menino 3P-ver-ger. 'vendo-oi.o meni VP/IP kanomia L h-esaka 49) kanomia a-ha menino -ir 'O meninoi• el VP/IP L~ kanomia a ha f o i' .konamia i-pyri menino 3-cam elei.

como outras uma constru pare c t r p lc mi .199 z r m n u o n m bi . ssim Fume i . s ba xi o t s e d m .' oa-objeto. como proposto em nulos de Assim .a represent 3 o de será: a O no 1 ··3P-bater ) ele' ati 'Eu Po tu ma m s estrutura m r há a rn Loitt? 1987. in i.O complexo ver 1 em Asurini contém cl ticos ' . ~ ge e :rpora o. r t te. t 1nguas d o em que um objeto i in f am i! i d fin c Tu i-Gua ani. ' 1 . c m i L i u c mo mE•.

:1m rini. a··(i)- lA- -matar o ma to. nt e o suge imos o . Vim s orna im ex s s m o ç te t r es e ompl o si i I as e As11rini.'l. • b. • lA-gente-pegar pego<gente).tar.os objetos ica ment NP que bj t g n r i b l entre haja f ni uma o r. rie cl u i maneira. • CBarbosa. a i-pysyk 1A-3P-pegà:r o pego. a-poro-íu potar lA gente-mata -querer ro ma.Á 54 a.1956:155 Em Tupinambá r me exist definido i uma e o rib i à d indefinido pore~. m leme ta Em ger ic s nulos ocorr m na mesma posi zados !em ou nulos.• . Dess<:.• 5 a. a poro- ka lA gente-matar 'Eu mato. ferên ia 252 .

' 253 .en r pros e as expr ssôes referen i o Mohawk.::1. rela. para reg de um v rbal to nu j o fez ma s sentido do a com lexo u o nomi ss a sã.' ou 'Vou matar vocês.S lvend curso: 2a.Tambérn r litic entamos uma categoria vazia h'.' b.. rtma t A oro-soka pata 1>2-matar-quere /ir 'Vo te matar. 3a s g I p 1 l\=a P=O -soka p ta 1A 3P matar-querer/ir 'Vou méltà-loCs). 1 s g. d fe ntes orm::õ<.is es d i a as o c ndid t êí. es um n o. 1 s g. s gI l. s ut <: ""' e nv o p r e><emp os qu i tem transitivas.C't s v ar eis ígios de in orpora fora d constr Nas nomina. o os üni os ver o n xis em meios para se identifi Como não a presença mostrar que zero· de 3a pes oa ob.i to tular is. assim c mo Baker d mover- ou os mar c.

' 2A 3P-matar-querer/ir 'Você vai matá-lo(s).5 a.tar. vão nos mata . 3a. sg. 0- c ka-pota' . la.sg/pl./pl.• > 3a. matá-los). 1 excl./pl p 'oro--0-soka xc .uer r ir 'Vamo a. I p l . • ou 'Vamos b. s g.' A or :3 sg. =i P=se potar-ipe P matar querer/i · oceCs> vai 2a. ' . ore sok 1 excl. tar vocês.>2a sg/pl.' • sg.• r i r.A amos m t r··· ue r atá-los . A-3P-ma. 1 exc . e P=or oro-soka pota 1 2 matar-querer/ir 'Vamos te ma ar.' la inc . A=ere P A sa : .: o • re Os ka pot . s g.

• vamos te vo b.> A oro sg p ./pl.)a. 1 a. ) pot s k A. 3a . o A pe soka-p a 3A 3P-mata:r querer i r 'E 1 ( s ai o) ma à 1 o s) • 1 5 . = pI . o. A 3a. 'oro-0-so a-pata' 1 excl. 'v cês

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o r mat -lo(s). sg. 3a. 'pe . • -· 3a.. P -matar q rer r 'Nós vamos ma á-Jo(sl. 2a.' 1 a. lexc!.. ipe s /o 'se-so a-potar-ipe' 1P matar-q er r/ir -2a.3P-matar-quere:r i !. 2a. p o 2a. sg. p l . s g. A/P= ro 'oro-so~:a-pota' 1/A matar querer/ir ta r.A me matar.' 'Vocês b. 1 ex:cl./pl. 2a.

se-sok --pata. :: l.3a.1P-matar-q ere 'E etsl qua r s c v i ào a a st:ra s en 1 p l . 0- 3A. b. ou 2a. p o m s t TI 1 -/o i d r n ma x t r =s a.• . la.

e rentes pesso21. l Na iga óxima o é se mostraremos que a irre evante em Asurini.o- 3 rmas de Paciente 3. A s r nossa hi uma o r e e se é. >1 se- 1sg.clíticos exercem .dc da. entã o completa onde todos complexo verbal o·. não :iona a i d marca uma hiera.s do diseurso inter gindo entre si. referen i de pessoa que pr n mina m A uri i.:. 2a. aplica post do Princípio que nã. no o predica c que ex ste o o mo r su 1 ta. sg.:. combi formas especificas é a. c o r ência d ia.> 3 oro- > ne- 3. 2a > excl ore- lsg/excl> oro pe- A nosso ver.r dos elementos ccn truçôes transitiva..o existem 257 . argumentai.

. inh po r a toa oe m cor ef int i i Cél oss sivo pan la' i a sua pr ra Í.s anáf rê• e e d F r inci i o q que e eden 5 gu . . ná m ncJ s m m ra. s de reg ên g a. e .i a. nico ca f te o à i r ex pih inta L p t refi~ r mo A 'Ele se cortou Os pronomes ma SE f os . oa e ap n f o nos sos e e pare xig nda a ess É o t u o an m n 3 b i a ced n e oi dE:· a e a -::r n n ta a.s r:_.êl..

1 mo ant te e o pr . d v e n s l " r ma r para "par mp o . o (Sol! i es e apo ma' e pese sowe 'Só o pro orne correfer a ante . f exemplo N abaixo. on a . sui p d t ~ m a m diferen e ti te ai nã. o pronome em sua categoria de re ên i H or i \ '. in A m !i n goria à as._. róxim ligado por e e s s - r m n . ela.t stica q e as anáf e r funç o d a f i ting o m f um ê n t e f3 ~ r d rt e m o me s o r e . o pl 6 cês f a azer c is f s a o ref.c isas p::na.Se a f .

ent?ío Cone ui mos in não o único ca did to ?~ ex i v uma natureza t~m l oca.fór co. é da em e ent finita.se ela.s a '· 1 !'las de:• anáforas o mpl ri pronome correferenc al fosse. que e ses el m nto Leite r no inter e ex mplos ca .mi se-ope [t'a-•o-n PYIJ minha e 3A cozinhar e 3corref-refl a rop. naf categoria à r e e r r1cia<is em poss s i os que o ' M er - \J i to t aremo rttt r ana. exad t dá mbém nã que c nt argurn n o e hierárquica co i corno erbal g a f 1ng a v a .l za. . a e nda ocorrên ia categoria de o cujo i jeito interfere ntida.s lo ga distfincia em sen enças nào-finit s. de uma ré!.c rnE!..l -comer também ra si mesma par u orne r xi o na. Ass m i t est utur. pois reg~n s ém disso. perm . a. d m ela mesma' em estiverem a.nt i omanda de é está ent o ) argumenta que a liga 19 de pr o n r o antecedente nào c Zribi-Hertz textos ia .nda t á 1893 o r ap rbal mina. e uma c Se podemos su erir f i ração e e c. ivel ger r o to. t eoria s de nte Baker para .om 'Minha mie co inhou Em .. en tra corref-r f l . r e pre i:xo anáf r da rn ti o no c argumenta não ná o a.:.d t:Jmina!. c i ma a. f o E8 da or de e + .

' i se pintar de preto• (Leite.da pela egoria ker . Se i te.de.onde não t riamos as seguintes causativa reflexiviza fazem uso o Tapira o objeto de re de apenas teria a da or em de mas ia do r gra que mova de regra de VP ra Comp encontra a matriz .TAPIRAPÉ Sabino g-akãt we ã-xe- S.de acordo como sendo com Di Scuillo do tipo e Williams 261 . o se essas constru mente sintético . dat 1sgA-refl. Mas uma CQnstr cia na ora re um tipo sub rd nada daria ser deriva. derivadas por >causativa em as llnguas tegoria es fossem regre VP pare. Comp . Esse problema é rqsolvido se o reflexivo verificado no verbo da 1 nguas exivc~ Tupi-Guarani morfôl i co for analisad e.-tra r-caus 'Eu fiz Sabino me tratar' a-m~-xe-mu-un akat Korã 'i 1sg. como o sujeito da matriz.A-caus-refl-caus-preto caus 'Eu fiz Korã K..l993:1Z-13) tora A de observa que em Tapir o reflexivo anafórico r como antecedente • tanto o sujeito da oraçao subordinada . objeto anafórico é sua como jé a a or ncc< i xc<. como defenda de e r flexi iza Se regras : tivi o .

encontram dentro do 59 Princípios porque os NPs são gerados em adjun comandados por outras categ rias fora io e i também não irrelevantes pa. E os r flexivos oras morfológicas. 262 .ra s es ar Princl ic ntais fo a d f compl erbal o de nas nuas Tupi-Guarani. 1956:191 revelam Os dados examinados nesta se oria da d Ligação são ncipio c e aplica inc1pio B onominais 0 A ta ocos são ém é q\J8 os elementos compl xo verbal e na o podem inexistente posi por de seu domlnio.um morfema 887) • seria Esse e<. Atribuímos a ausência dos haver .s.o essas línguas isto é necessário. e o ir most a o exemplo do l do abaixo: i a ie-mo-ie-mo-pi'roy lA refl-caus-refl-caus-refrescar -o refrescar-se' (Barbosa. Tema) -> self-educated <Agente pTe Uma prova de que os reflexivos d mo:rfol i ico é que das lfng s aqui investigadas les têm nat reza r cursiva. . ca o é S o como rte da f r o de d Inglês cuja caso do prefixo na palavra argument (of ici re ulta em: "ana horic the predicate) by the bindi g of the n argument" CDi Actor íllo e Williams (1987:60) como em ucated <Agente.v e.

she l il< s. a me. John . O sua isto.in que! neg zi simples são restritas a o. not them.As estruturas s emelham r oracionais constru as por Cinque es (1 do verificadas em Asu ini e tipo 1) no It liano. Gianni. . cat g ria vazia em cl tico difere de posi urnenta .Compare non com ice ne ha mai comprati * Mary. tático. orno as constru r a. cedem e tr entre o de l i d ~s restrições u~a ilha exigem uma. lo ha I saw hirn Tais con tru ue. não as envol em XP é gerado na vez. es com o elemento deslocado e de ilha sintática sin~ática forte . mo imen base e coindexad está ligad a uma com gun o um clitico que. AI marel ci siamo giá stati. De locamento turas com para esquerda desl camento . i l ianniJ.ele 1 itico. to the seaside there-(wel-have a read ( t o J' bee l i ho visti ancora.pois estas apenas um elemento ve com imas é deslocado por ora iti. Gianni.(I) -have seen yet a.Se o clitico não poderá elas estiver ser li o 263 .

li d la i do ~ct n i ti a l t ..s e r ira m em s p ei :i. . " n o r teg r z o um L. d tre t::l un s. t i c c cons ruç com or o él.S " p na ora ad ím i'-.iu r m "' r r sq . ba b e m aos e tos d m ad..w i ns 'w' insen o r a.s nt n ra i r <::amento à desl e ha om s e a caso d s é pos 1 el a e ar i i h ak) n i t i n·-"'..

E om C1S s à s -m f 02!..n siç r sticas s pro o o pron mi esqu rda env lvend n n u ....' oc r nas estruturas d m rt s upam .. d T a r um n s . m deslocam nt 8 s d 00 t i l a n m r na n 2 ng r ne ce trut r tai en d s mi menta a + p e s ~ i s t go . r s r i i t e Prín ip os n 3~ E g~n 8.A l e>. a. to s éJ de na d o c de o ..

e atix e tr se gu21.. o r m na e la é 55 s r t t t r a=~ t .v 8 s Em i s rin êm caso at i q es 5 le em am f 5 o do n ev t spo mina s d o e s s i ios 3 11 as. ess s r m p si "' ne xis s t t d f t i é. 5 en t. mi o.t r as de mo irn m i i ec bem mpl c adjunt m o i na r mêl. o i o g ..CONCLUSÃO l''íost amos neste trabalho que to por J e! i ne r obs rva (1 g a da Pro cà 8~S •1 s r êm t r o ni. 2\ ui o.:~l o ur s n p e r ::<. gm s sào 85 . l st ag i n 5 ra r r s~.

o c n o'" e~ e qu r DSS s n h 3.5 5 v m NP i o (? s élt o e a s a .trado noss na ic:ionais a á! is o pa.pel sob pre ica o d in ue + '· g i na c s s o mp ementos.

do Pau i ta. 1 a r i so fi ) • r r i cada d Cl nédit 1 -·-----~ p u s . o - r i (1 h t: I P.E r z: n s s. (1933 entro e ( ' Primeiras l i ç es L e Professora.. ..R.P. ) r f 1: do t ram s s .EFER~NC I AS B I BL I OGRÁF I CAS sa.

T truct r f n n.Pub ica ôe .0 carát r d 19 v " 1 ad r. t t se una c da Univ r i de T p B hi n 1 d i t o. !' i l pi r i s. ::::tr e a ba 1 rn nt /\ . On In . ) ). e li f a i nd the amma at h . w n i m • E. N ) Pr s ge' 1J i 1 ') lJ n u s e R l tu r .e . s. 1.

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Related Interests

s t 1 g i o de um antecedente local. per i! quale i ho ammirato Gianni.não deve ser extraído. lt then fo lows that genitive elements. as t ir traces could not be properly head g erned. 1990:106) extra de especificadores só perm ti a a partir de 6 Segundo Rizzi < 1990:106-109): "the extracted element pas throu~(· the Spec of t NP in order to trigger abstract greement on the head.ad pela regra de mover-NP pr a. or genitive elements in struces in which the spec position is al ead fille. em tal conf i se ra post ncontra que os regi nominais não re entes estruturais.transforma o núcleo para o seu vestigio-1_'. Rizzi. which cannot pass through the Spec position because of their Case properties. odo o constituinte para ser 1 de r um constituinte na posi Gianni abaixo com ompa e r e por nominal em essa razão extraido de um NP dev passar o de sujeito 6 • a posi r o complemento de i' cuja agramaticalidade não-genitivo que resulta da . s eu isto é. cannot be extracted from NP. of whom I admired the present. del qual 0 t I ) ianni. na mesma que o contém . como em G nni . NPJ si e ra nte a ropri o . 1990: 106) Na confi r a acima o [Spec.por não poder de especificador . for whom [i re Io t i J admired the present.

sinta a i XC é no primeiro.7 do ver i:!. lice ? telefonato un an accomplice7 rer has tal Di quale assassino à scom o rso un !ice? Of which murdarar has disappaared an accompllce? (Giorgi O sin movimento de s de constituintes genitivos.torna-se uma barreira para as Di los movido de um direita. o e como (Spec. S is 142 .Observe-se ificador e Longobardi 1990:81) também e em NP é restrito Francês o aos sinta ser extraido : as-tu recontré <Giorgi e Longobardi 1990: 102) No Italiano e no inglês esse tipo de extr é bloqueado: 7 Se do Georgi e Lougobardi 1991:79> : C=spec) acr ss an Xmax bo dary only if <i> a gOverns S contain~d within an internai argument of a. A s nominais-complemento ao a. tivo da seu as la assassino whi NPna verbo. não é o ]) i os ex mur a não impede cifica sujeito que um é núcleo r.r Nesse caso o NP ia do amante externo reja * Of ou gerado nto interno do i f i cador. si ar todavia. diferença entre speclficad r f jun ito (localizado em j . .

por sua de cificador vez. Ê através da cificador caso e concordlncia são conferid s. é justificada nominal inta tr Giorgi e Longoba:rdi. o verbo não serve a f agente externo para o vestígio em [Spec. a diferença entre l uma posi estrutural de de ido ao Long bardi . tal r um confi já agente apropriado para o vestígio deixado pelo movimento de Spec.did you meet ti ti~~~~~ incontrato i ? CGiorgi e Longobardi 1990:102) De acordo com um lado e e línguas como smite aos sin perco la ti fi estrutural traces de nessas ra o núcleo si ores e zzi I * .nsmi tido de acordo ao com os NP pode Aut res ser e realizado Francês na posi o caso o de 143 . s. o caso so. extra inexiste em da posi de [ c. o inta e núcleo te-se quantificador many s I * que concorda quanti many boy quanti ragazzo . 1990:101). conferido ao e est . não pode ser regida por núcleos lexicais ao mesmo tempo . orno em os especificadores são regidos por e N a im de obterem caso e concordancia. sintagmas adjetiva s). NPJ <Giorgi e se o o is de o ar ti s de regência entre e línguas de la Teoria do o Italiano toriamente com o núcleo r i ra o Inglês e elementos em gmas el o de outro. Ainda ra.

diretame e tran mi são lo re ente não é regido posto rcpri que or xtern ndcleo o marcado é o verbo. like for only way a means of ca ssibility . Perco! de caso de is ice mor fel rdi isa .Em e pec ficador.Como como ra o pe colation con tructions always <PF to the spec exhibiting s erem that a head noun case ) . nominal fel ows that another com caso Giorgi to nar-se d also a o ndcleo sintagma se needs visibili do caso fi ica :"su head.Fr nch does have su rest of leo requirements Adjectives hrough the o c 1: 1 fonol lization só é para marcar <1 isibili ra S outros mecanismos ser mar utura under pel de caso e de traços de x raidc e quantific para caso ficador go o and lack this agree with the thus unavailable for ex:traction. it is allowed . visivel articles its e t in addition genetivization rule which inserts the NP." 144 . hence government by xternal government The other their direct in of and are na to LF and morphological case lan ges case-marking -marking he and t noun between languages considered s cannot but the latter. ele seu o e vest gio estará possível em línguas ser regido te pelo verbo. nominal do para a conccrdlncia .assim Francês.

Kaiwá . a extra ico ao núcleo. tivas de dentro da famil ia i- Guarani. 1. ou de Visibilidade na estrutura fonol violar a Condi e NPs sintagma um não apresenta nenhuma 8 co de possuem a gum o núcleo i de rdi.4. confira caso morfol ca o morfol ng e ica . sido xtraid da o elemen o posi de e pacificador de NP. )=21 e:re-apo-ypy [ti inter. 8 Àss i mos aqui das para efeitos de ar t que os llnguas investigadas estejam em posi 145 . O fenômeno foi nominal só outro mecanismo ou que o é conclui-s i ef ciente para núcleo lexical de extra tamb m de palavras observado em outra da 6 ( = é que de que a conta dos em Asu:rini interro li n mar então. 2 sg. Na in constr interro rrogativo parece tiva ter r petida abaixo. A-fazer primeiro arco arco você fez primeiro• Segundo a teoria de Giorgi e rases) quantifier perm tida em de linguas dentro que teor a fatos Desse fato de Giorgi e Longobardi do A urini.2.

1S84: 143) Como a extra si o da -verbal i zad o de sujeito só é permitida da deve sintagma esta. como em kiva'e. l a mulher <que la-casar fut.-pont.n . mulher vai querer se casar com ele? <Taylor.KAI ete ma po o-gwereko arã o qual inten. a siç o e núcl é 46 . 9 em [Spec. po J Co lo s t kunhã pro ogw :reko -----------'--'--iriguas da familia i-·Gua:rõ:l.VPJ à direita. inter.

por serem ao nódulo S.dos.1890 :15 como Bake:r. Estruturas verifica semelhantes s em Mo las (Baker . ar ntos forma de vimos no verbais em lín pronomes nulos. então .ujeito. como naona • abaixo: 147 . qual porco você alimentou?' <Baker. deveria ser blo sto que e terno é capaz de reger na posi do NP.Est se o vestigi último constitui outro núcleo o de as cifi or uma barreira para regência • Giorgi e Longobardi. rgumentais.1 wa hse-nut-e'ne ) NE porco fato-2sS-aliment -pont. Os dados aqui apresentadas rivados por uma regra parecem. a xtr do es cificador do com lamento.Na constr o acima . o Moha. encontram se capítulo s como ao passo em adjun anta 1.w que os que os são realizados na NPs. não terem sido de cons utuintes nos moldes em são também de axtr i apresenta.

do NP sujeito é também ~ wa'-ka nvs-a-k-e' 40 .corn -pune NE pig ' Which pig ate the corn?' 10 se o A particula em Mohaw é ntrod tora de adjuntos .l tr ida com do a é xtralda contém o adj apre entada da posi pronominal d movimento constituintes de verificado em Mohawk 1 which tivesse sido de Subjacência barreiras o NP em o :r a. 148 . especificador do Condi atravessaria duas ao nódulo S e pelo vazio NP-adjunto violadéil. ser i análi e ne fact-3sS . que conta como barreira por heranca por dominar uma categor a bl O Autor.39' you feed t ~ I pro k 1990:15) acordo x r qu ss~o em que a:r umenta.Se o S que o domina. e:r..

J dj quanti icador deveria ser vest1gio em seu S Os dados do ese d Asurini.A extr o ocor e da posi o é um pro coindaxado com o NP em nesse caso. [Spec.Assim. ' for ants. nominal sujeito ts extr da posi como demonstra o contraste Poder-se-ia explicar a extr 41> refutar o para o erbo auxiliar marque le ca mente o VP." f Di e si n g. many have bitten Segundo a <1991> sobre ico bifurcado em Alemão. também é lex calmante marcado e deixa de ser barreira para regência externa d s vestígios contidos nel No exemplo do Kaiwã em se ve bo foi al o . o alçamento núc eo de INFL faz com est b tten pos tman. 1991 :6 7 He~. e Lon de NP só de nos do verbos e Kaiwá Giorgi intes consti int em o reja o i de na se a Mo bardi d ocor er recem k que a argumentos entre os exemplos de Diesing h e a 1 Jgebissen prt many a postman Autora. 11 para o 11 A marca lexical do [S c. movimento o do de CSpec.VPl é passiva tr v s de: Agreement: héad L-marks a maximal pro ec ion. como em: haben ja einen Postb NP em de dos cons ituintes do sintagma através da proposta xistência da t ' A a o acima. it L marks the specifier If he ojection.d 149 . VPJ.

A 2.Estando em [Spe ' l p] .. 1. nem exemplo si assim. a-potan ste lA-querer aro est s 'jeju' ejus.Q. 1976:7) 150 . ese dos o sinta J por to x r ao da de Giorgi espe ificador. Diesing de NP ser no s isto capitulo identificados SÓ que falar é um !!!. 1. si d a [ Nem a hi s 9 regência c.inexistem como uma em itens classe de ser interpretado como um NP o com . . o podem explicar a constr . à é núcleo inal ser lexicalmente ma barreira ra interior. e lexicais possam d seu deve ter em sido extraído seria. ex -qu uma do Kaiwá. o sujeito são também observadas em estruturas não- .• Tomkins.envolvendo os demonstrativos e elementos tificad que são traduzidos por universa s e cardinais. se tivesse. sse modo. Constr es como nte rogativas no n~o existentes Asurini. de Spec Como vestígios continua sendo e Longobordadi. mostramos determinantes em Asurini. IPJ. viol a de o. o sujeito leo de j que a l n d sua direita encontra-se em [Spec.

estrito d t rmi estrutura nt s em envolvend os utra elementos que inguas. 3A em i-nopo 3P ba.' No 33) <Solly. 3A-matar 3-de pessoal anta 'Outro pessoal matou a anta (levand -a) <Solly.' <Ni 44 r outr ka olson. 1976a:42 o-soka i-sohi Ta i'ira evid. 1976a: 95 151 .• (Nicholson. Tapikuru. 'the beater.ter ep T. ne-r-eron 2sing. mas intagmas nominais orno em: raka o• oma o batedor evid. was stand ng beating. • <Solly.43) se)he out evid.A-rel-trazer barco ·ouro barco te trouxe. 1 :raka :No 27) a-ha t:ro evid. 3A-matar anta pessoal pessoal matou a anta. 1 raka out o tr o-soka ele. 3A ir carpinteiro 'Out o carpi teiro foi.• 6: No 27) pi'ira evid.1 Os e emplos acima s E te r tipo ém comuns 47) em à es é de constru denominados o atego:ria d servado em não expressão descontínua .

a-ha-pota índio outro 3A-ir- rer/ir.48 aka K. a. • raka 50) i pi ahy ivilizado outro evid. 'He took kamir -trazer 3 poss. the languag CSolly. tro índio vai. o-eron evid.in ua-saber-nom. 1976: 51) civilizado outro para 'pará outro civilizado' 152 . 1 sinta s intático " t s e descontínuo sem:lntico knowi one • :No 30 a i que têm nstr mesmo es es atuto envolv ndo os rm nant s " em Note-s nom i nc:<. também o element "determinante" dem ocorrer adjacentes nas ordens 49) DetN ou o núcleo t. 3P-zan 'Ou ro civil i o estava zan pane do nfelizmento o inf lizment <Nicholson.

como em é desilo s a posi o sugerir que o NP [Spec.• explicar deriamos adotar e:xis vari a pro uma regra d sin a da ordem sta d exemplos Kato e Nascimento 1 deslocamen o . como em : 153 . IPJ os m Asurini. ~) aplicada dentro d de que pr io o P rtuguês abaixo demonstram. Eu vi [as crianças i [todas <Kato e Nascimento.talvez na va ia ra dir ita nominais sujei o com s r a p aus1vel descont nuidade.2 outro barco em :~utro Para barco. 1993:8) Nos cas s de deslocamento de s nta o liz do à à . 53 b.Assim . vi [ todas as crianças]. odes os ordem entre determinante que e nome estaria eferentes estariam explicados. As s guinte várias sol s apresentadas até agor não conta dos exemplos envolvendo descontinuidade de sintagmas dentro de PPs. como os exemplos dos acima .

55) 1A ir-querer ir outro-em 'V em outr a c barco' <Nicholson. constitui antecedente e pec do NP. om 1 x d sintagma f raid e mo id ri s d para uma 154 .P re -trazer ivi.complemento da posposi 4.l Em e vimento . ) raído sposicionado nenhum barreira para re er :42) seu vestigio é uma em o.lizado barco-em 'O b asileiro te trouxe em outro barco.54) ne-r-eron toria outr 2 <sing.~o d NP admi ir que o núcle d vem estar em nà m.O sinta e lecionado r sido e item lexical ia entre o r uma regra de nao e por isso. 1976:28 e o exemplo acima uma r l ç.• <Nicholson. * amo pe a-ha pota.

mbé x q . lizad eomi-a "aque a" .m s ta outra pe outr ua por r i o. ta.'l.-ª.lZ do r f ma.:. "onde" a--mo"uma" mo····a" !" melhor t :radl. ioland s exi ên ia i vimento r a os pare m en o oca só pode s indica m que mo imento as onst:ru ínt tic e:r sido ge:r dos na es e! m n os Os si ui ocorrem o em q utura supe ficial. e lavr s quantificad ras s s :ru s mo pertencentes o li s e nessas ativas i 13 nam CC1m0 com a. do o r um nome: o demonstrativo vi 12o demonstrativo lá". om "on e" A f ao neste caso seria a o ênci do f em 1 s acima funciona como morfema aumentat vo. ne i tem 1 ex i c.a 1 xc!. m rini ue pos es o 12 NP inais comuns.A- s í'..mi-a " sta" palavra int rro ativa adv bial mo sformada em nominal através do sufixo :. a a.. • é um advérb o q e ser a.e adj içao to <XP). Compare Essas d mons palavr f le &e r m determinante.d u "aqui".

o outro. t . na e i o sin a Ie d co r m di fica.' o caso nal c mp pa .akokwe e tra-g ra k ua-por evid..gma co o as orden se i c ilizado outro em 'a a ro. ri s um sintagma ju tapos os preenchendo t 14 • de se nt nu da e d tipo ron rgum nt rlpi i <Hale. m uma e A di f em aposi ao t1 5 na e e ementa o e d de. 1 76 da os " aqui apr sentados te" e o nominal slo. o outro(ri . nós r rande.' á ua-grande-por outra 'Outr casa) lo rio g:ran e' <Nicho son.' b asi leiro. t ulS.1990a e 1 em 15 . lS das oonstru xo s descon ( o mado por dois NP . t lC tipo n es S .. o brasi l iro.ln OS nuas. sin agma apositi o e que indicam rad ç tr s nta. pragma. 'Estávamos pel ri le c!.1963. .

1990a: 6) De acordo com Bittner e Hale (1990b).Como a ordem eis livre é r adjacentes. nomes. 1 Gregor. outro 157 . Mas nessas o mesmo i ) b:28) l nguas. 1989). os sintagmas descont1nuos são caso morfol ice a fim de serem ka-jana maliki tu jiti-rni dog tease . O brasileiro te trouxe no <Nicholson.' <Ha l e. em i) tem-se dois s ntagmas nominais descontinuos como nos ex plos do Asurini envolvendo a palavra Em Asurini. os El s NPs a licenciad NPs e NP simple s em a si a uma r gra d ou compl s aos ices: outro . na verdade. 1976c: ) b. Entao. inexiste em Warlpiri uma categoria de dete minantes.NPST teasing the dog. e estar ssociado a ualquer um dos NPs disponíveis na ne-r-eron teria semi 2P-rel-trazer civilizado r co-em ate trouxe no barco <Nicholson. Os demonstrativos e quantificadores . os sinta s nominais descontínuos não são marcados para caso morfol ico e por isso. em al s contextos não meios para associar os s numa el de aposi o nominal Observe-se que no ex mplo do Asurini abaixo. ef rência que ig e Asurini.em 3A-ir querer/ir barco 'Vou no outro i • o barco r' (Nicholson. • <i i ka-jana maliki-patu jiti-rni that-ERG -3 dog-PL tease-NPS 'That child is teasing the dogs. 1976a:42) A diferentes trad es da mesma e tença ob&ervadas por Nicholscn C1976a e c) sugerem que é posslvel haver ambi idade na coindexa entre um sinta e seu adjunto.

E sa mesma análise pode ser estendida ao caso de
r

do

i ntagma

tificador no

xemplo

repetido abaixo:

moa i pa ere-0 rapo-ypy
int r. 2sg.A-3P-fazer

imeir

r co

1 o arco que você fez primeiro •

exerce o papel de aposto de
NP

adqu re f

interro

rca

e forma com este um

de ope ador atráves

da partícula

tiva p,a.

Como os sinta

s nominais

pronominal têm a fun

jun

de fixa

o

cl1tico

com

e e

interpreta

da

sentença

observada em

outras línguas d

s de argumento

a categ ria dos afixos cl ticos,

tem a
variável,

s nas

capacidade de transformar

co ndexado.
Ess

o

f

tipo

Assim, é
dos

em

obtida

a

NPs adjuntos

é

umento pronominal,como o

r

Warlpiri. Segundo Hale <1990b: 33-34):
".. . <:.ln o ver t

pronoun o r name,

argument structure,
NP

cat

ory

of

t

e ation, which
expr ssions

l

nked

position in

o

has the effect of "fixing
core

rgumen

thi

and the core argument
important

relatiori which

ma kes it

possible to f rm

he

categor -setting

po i ions with whi h they are

extremely

questiorls

or "setting" the

evidently holds between overt argument-l 'nked NP

is

coindexed,

he cor

If

n

the

interpretation

of

onventional content

adjuncts did not bear the suggested relation to

cotfesponding core ar

t

pos

ion , then it is difficult
158

o imagine
rato

how questions

vari

le

could

relation

stion wo d "sats" tha
of a

t

De
los
co i

na
X

uld

not

com

nossa hi

uma

. Bu

ri

if a

ra

ired

contant

ar

t

as

appropri te structure is present.
asa, os

morfologia verbal têm

dos

sinca tha

NP category of a coinde ad

then t

acordo com a

ba formad,

cl ticos <raalizad sou

o estatuto de

lavra ind tinida

variável

seguida

o

lo o per

or

~1~
pr

i ma

se

discutiremos

outra

avi

ia contra

c ia da movimento sintático nas estruturas interro

a

tivas

4.

maioria

s l

guas em

na estrutura-S, o sinta
1

-qu

a regra
e

d

mov r-qu é aplicada

ar deixado

~ como os exemplos do Francês

demonstram:

I 1 a [par l é
61

I 1 a

(par 1 é

<Rizzi, 1

:47)

~

Variável e Operador são assim definidos:
"Variable = d~ [~e l in A-position ocally A-bar-bound
and operator-bound.
Ope:rator=def bare quantifiers, wh- :rases,
and m..tl NPs
in S
"
<Cinque, 1991:72-73)
A
discussão
sobre
o
estatuto
de
variável
dos
afixos cliticos verbais em Asurini encontra-se no capitulo 5.
16 Agradecemos a Yonne Lei te

indi

desta evidência.
159

Em Asurini. todavia, a ocorrência de alem ntos interrogativos
resul

62)

em agramatica id

11

e

ere saij
2sg.A-ver

inter.

'Você viu quem?'

) *

o-mana
3A-dar

quem-para inter.

'Ele deu para quem?'

sa mesma restri

verifica

em F:ra

que também nunca

inter oga Uva

Il

é

oco

com a

palavra

e

a [parléJ
<Rizzi, 1990:47)

De

acordo com Rizzi (1990),

sentencia l,
representa

deve ser gerado como

, por

ser um advérbio

adjunto ao nódulo

IP,

como na

o abaixo:

17 Vide Brandon e Seki <1984)
para uma, análise
nstr
es interro
tivas nas lin
s
i.

sobre as
160

64. )

ADVP

I

s

paurquoi

I1

a

!

i

o

parlé

l canfi

a

na Forma

de

a,

is

ica

ro r adamente par lo em
incipio

das

não

Cate crias

e ser movida

o seu vestig o

sua proje
Va ias

não seria

o imed ata
a.

bloque

ra S

c

regida

Assim , o

I•.

de

gera.

uma

cama

sem

sugere que nas

Riz

arado na

na

e

i

base em

[Spec,

estruturas i
CPJ e

err gati as,

por isso,

não liga

Para

r

i

que

necessário apenas que a sente

mod

é

i

nenhuma

terpretado,

esteja em

eu

é

c-

comande•,
A
s ru

h

e se

rãs

com

Rizzi sob

sua

}JOSÍ

a.

pode
em Asu:rini

int
em

de

de base

e p

ausência
r

e

oco r encia

a

NPs ,PPs

Ad Ps

nas estrutur s

int r r

:

m vi menta

não

nas
de

ocorrem

tivas porque
161

posi

s

n~o

regidas

-interro

s ruturas

, Esse

sin ag as s

tivas em adjun

o a
um

AdvPs aprese tam. todavia,
dos NPs nas

gerados nas

nódulo IP .
comportamento distinto

struturas interrogativa , como

aremos a s

ir.

4. 1 4. L

Como já mencionado no
s

lin

ou ras

i cuns ta.nc i a l

da

é

morfologia

especial

loca.tivo,
o

"topicalizado",
(sufixo i

pronomes pacientes>

o

rani,

i-

familia

(benefactivo,

temporais)

nativa

cap tulo 2, em As rini, assim

instrumento,

verbo principal
e

um

e o seu s jei o

elemento
expressOes

assume

ssoais

prefixos

como em

uma
série

for de 3a pessoa.

Es e fenOmeno é d nominado de lnd cativo 11 <Rodrigues, 1953), ou
ne. 1991).

construct on

mytona

sekwehe

flecha com evid. 3P-reflex-furar-l
mutuca

66)

fu ou-s

mutuca

com a

o'ywa po
muito 3P-matar-Ind l i flecha com
'Matou muitos com a

i echa. •

162

porém. a lua ficou lá em ima. par n t 1 nossos pa entes fie haram o urubu para eles s. 1963) Nem sempre. cabeça-em 3P- 3 eb:rou o bar cu Ind na cabeça dele. 69) a•e :ramo sekwehe orowoa en evid. urubu o-se-ope sene-r-amo toa -fleche<. Ind 3 poss-refl-para lexcl poss-rel. <em seu benefício).' (Harri on.inata 67 ss.• ywate sa 68 en 3A-ficar-lnd 11 m cima lua 'Então. • verbal e a afetada sem 163 . possivel também x -para ra os peixes na a morfologi ua.t_:J?j'L o-maman ma'ee•aa ip rape água em 3A-jogar comida 'Ele jogou comida É tilhada.' rim 70) Tapi'i a sec e ly ma tapir 3A-walk-lnd 11 'A tapir sneaks by. a forma de Indica i o lI é en 71) .

es a seg int s Ul Segundo B bosa <19 6: 14) conj subordinada <=lndi ivo erú.ndj. 164 . e s entendem no 19 Sobre a o rrência d Indica t i o li no A r in . pretensão Indicativo !L Par d en de sinta topica. ) pam-tar-oho rimo i-pira ore r-ewiri" i-'i 3A-acabar-quarer/ir-muito talvez peixe 1 excl. Ni hol son 1 75b:2) comenta: It is imposs bl t giv a reasan as to the pa t cular ca es cited below ( opi i ação sh d n ed a a er form <I icativa 11)". • ipira. l ência d a oco m que subent n e s a mini ma. quando a preposi r 1od ." e t nta. já xpressos num a inte.<a no v rbo. b. . o r ma o c i llHJI r r n f i temos no impossi el e ti I har a ocupa a. etc.' <Tomkins.o.I I peixe ·vao morrer muitos pai es.-rel-atrés dizer 'Muitos peixes v morrer atrás de nós. posi Nenhum c i cunst n i a..o o q e poss entença é • toda ia.ne hum elemen o foneticamente realizado em posi 0 de i co. " atrás de nós) muitos da sentid leman o na o r er ealizadaffi pelo nós..r o uma tarefa quase oti os: Tupinambá:" em ambém a .r ri expl ica.l izada 18 lfquo em posi N~. rer i:r-mu 3A-acaba:r- o-Ind. 1966:4) inexiste um 1 f q\.

(i) Es a forma verbal só ocorre com verbos cu o o su eito é
pessoa ZO
uso do Indicativo II é

anal.
mesmo

cear a um

sem

ice expli ito na sentença.

O nosso objeti o nesta

se

alguma

tal ez tragam

fatos
stru

o

o é chamar a at
luz

pêl.ra certos

sobre a

natureza destas

es.
Indicativo

I I

é

obrig tóri

o

um

elemento

interrogado.

circunstancial

i-ha-i

Mo

pa

onde

inter. 3A-ir-Ind

li

'Onde ele foi '

74)= 19

-i

mani'akoa

Mara

pa

como

inter. 3P-planta.r-Ind. I l mandioca

i-

'Como se p anta mandioca?'

do inter. 3A-dançar-i -lnd. li H.
do Muru upia vai dançar?'

Efu
Indica ivo
ssoal

outras
línguas
como
Tupinambá,
a forma de
11 ocorre também com verbos cujo o sujeito é la.
nao com su alto de 2a. pessoa <c . Barbosa, 1956),
165

Observou-se que em Asurini, a forma verbal do Indicativo II é
b oquea

e

constru

negativas 2 ~

e

) a

tarde-ramo 3A-vir-Ind. II pessoal

'O pessoal veio de tarde.'
<Tomkins, 1976:21
b.

tarde-ramo

3A-vir-neg.

'De tarde não virão.'
CNicholson, 1976:1 )

inata
então,
'En

o, qu

3P-quebrar-Ind, l i
rou o

b.
então

neg.- 3A-quebrar neg.

'So it didn't break.'
<Solly, 1

78) a. Takamona

T.

:19

o y 'o ho

3A-

ua-beber-muito

'Takamona beb u muito'.
21
o Dobson <1988:48) em
abi, o e ementa negativo
Se
não ocorre no verbo quando este está na forma de Indicativo 11.
166

ntão

3

ão,

vom tar-lnd. l i

om i o .

b. na-i tyaray-·ihi
g.'Ele

-fome-ne .
o está com fom

tão

neg.-3A-comer-neg

por is o, ele nao come

f

forma

to de

xemplos
seja

al

nos

e

d

Indicativo
eva a

é bloqueada

suspeitar de que

tipo de i ha em Asurini. Observe-se que

o ad érbio nao pode ser interrogado em contexto de

79

*

How.1

um

o

em Inglês
ne

o .

Riz i

ínque, 1991:29)

( 1990) '

na

onstr

o seu v e t

go erne

impe e

a neg

idn't you behave t i
<

egund

nos

antecedente em

potencial

.A neg

ma.,
i o

para
um

m

t

VP

ad

bio

posto que

conta

,de acordo

com a

if cada

- a.rra que

167

a a vari

el da

mesma

ra que

iCJ em

mp

CCJ

s

N

n r

l

r

neg

t

c

o

ntre

a

na es r

hJ

ela
esti

o e

o

advérbio

Inglês

Asurini,

os.Em

do

el
rn

não

todavia,

g

advérbio

c1ma .Só

ue

e

v

e

As r in i,

e

imen o

mentos que enga
nici

si
t

O

1
1

m

s

ntático

E

m con

i

permanece

o circun tanci

erbo es

i co quando

t

A

e l dica.ti

r

t

i

i

()

à o parece nà.o

cons

Em

,

o

DCI.

f

r

lham a f

e

ndicativ

r

)

lg ns
in e:·sti
ores,
orno
pr
ia proje o máxima n

I I

ca o d

.. .
p

em

a.

a.

r

"

t s

)

'

i

mamar i a-ka

i

a

i

re- ehe akwawa

3P jogar-lndii 3A estar lexc .-em

i

i

s 1 di s estio jogando pe r s em nós'
(Tomkins, 1976:30)

Se
o

ocorresse
entre

tos e c

movimento sintático

posi

es regi as

na

ingua ,

e não-r gid s.

haveria

Em

Asu ini,

lamentos posposicionados ap esentam

mo comportament

intático

em rel

Indicati o !!,como

am os exemp os abaixo.

h

he i-ma'e-i
par

3P-olhar lnd Il
a e e. •

e

i

nt m

soka i

3P ma. ta r
ele o matou'
Koopman
Kru ,

e Sp rtich

e tr

tais

d

88

'

.'·

m

djunto

lamentos

uma

um

re ent
rma

lo

ampliam o

i a,

do lnoicativo I I

t

o

regida.

po e

tu

forma especial cu

dominio de

pe mi

m posiçao

enc

apropr ado para

o

si c

djuntos nao-po posi ionad
rb

gua afric.::\na.

tornar

o v s

i

do

r

i

d

e icad

un

qu

m a m

ma

a

j

r

o

to movi o.

a f o r ma.

A

bo em Vata d n t com eme t s i o te como d mons ram os e emp os em to adjuntos nao pode ser . nódu oga Ê não s.tivo I I estej o i e. ampouco. r pc.~ qu a n ue ímpe e t os r -b rr s i na mor f o ogia verbal e f uma pr pri dade de cadeias é ca.Esse e po t ndicativo I I pe nc mor d a. nt tit es e e ns e em adjun o .S i o em uma os que .quand da ora o o i o d tamos e en re i 1.. realizada . e de pec ..j qu vimento iti o c indexa. c posi n o el me t s e 1 a. ou n ati ham a já q e el s e e r e S c e nterrogados o cir modifica. n s o se pe os rrogativos m CP em posi rbo. e1 q e <:J i exigem o !P que ancia outr prov es 1gios est também que . o m t inque. d ca q 1991) rece r fa s uma v z que o ' i mo iável s ntática te t el men ece ent s em uma m fixo par ce e ercer a no ca o a nega C~n ap esen am o cor r .

a for uma ou d um pronome xical fazem uso da rgument pron~mlnal resumptivo.o matou quele tal que ele matou - Sintaticamente.y) 1 que . abaixo. As primeir relativa envolve ou uma ora processo deix da acuna < r lativo como um ntre a de I i uma rel estabelecendo age do pronome de extra linguas estraté ia . 170 . operador i o ta relativizad r o elemento como em o e um dos seus constituintes. Semanticamente . ou O rapa que ncontrei ontem.oraçê'Jes A relativas cons ruções são nominalizadas que une onam como expre sOes refe enciais.l o par complexo formado por m ue o NP simple t em sta? a Pedro.y) aquele t ' \ y (Fx. a de argumento passo as de adotam apenas a segunda. Em e rce a mesma sinta f sintá ica e m mais foi convi -o ominêl. x <Fx.

CPJ coinde i da c-e ar ea em lativizada t . assume-se ada de o da e Parametros da que Te const uç mesma forma que as interro ia Gerativa relativas sejam tivas isto é 1 via uma ver-qu. represent a s da or pa a o [Spec.modelo de Principies ). deixando o . A em um d posi seu lugar acuna vazia é inde ad ada e ald in ica sua do o o iginal um in erpretada como ao seu anteceden e NP dv tem !o I encontrei t 1 .

Conforme e igªnci o do Prin 1p o vestígio do objet a ropriadamente pelo r Catego ias Vazias <PCV . de línguas encontra-se em posi e~tá o nterna .2 As constr en vem pr ias que r me i as rel ti v s movimento e um gra.' 172 . 4.2.e such that he kissed the g rl..kiss 'He kissed me. como demonstram os dados do Navajo e d i abaixo: NA VAJO Ora hi o simples zts•os 1P-3A.• Relativ shi1P em la zts'os yee A iss rB' t. e o. s la i estigio do verb zado q ncontra-se r gido o marca tematicamente.n e sintá i c as dif renciam egras d e as mo r qu ro apr sen racteristicas estrut r as elativas derivadas o leo nominal mas ralmen e ausente pre ente.r nome rei tive deslocado a mani est o sintática do perador iota.

'the one who will cut me. b the one such that he kiss d the girl. lpl.a me Det man 'The man 3 N m ou:acc see-Per ho saw you." Wi l 1 e.·~. m~. o morfema r lativizador parece incorporado o núcleo prono inal per ) .1990:144) Segundo e ativa só Jelinek <1990 é permitido ser e se que nos e ter mplo illie <1 s de em lln r iota l i ndo um pr nome re liga o pronome a et rm nante sse t argum nt po de or o pronominal ci a.acc=cut-fut-3 nom.• Relativa com núcleo ~ ntern 'o'ow enci vica. 173 . 1989: 414 > Relativa sem núcleo ~ • am=cu ta-ne··me De. E e como um m ~e pessoa.• elinek . ntiv li "aqu mpt e ue") e ag o na m r pess gente !agia verbal. relativizador.!ativa com núc eo in er ) shi-0 b ts'os 1P 8A kiss-relt.

s ra a na r ar adjunt a i e pre i que por s a ta r o pr ncipal a o:r epres a està coindexado lJ ez. ma.inda de o NP in ático. J' ele 1 està falando. • is s p. a menina .1 'at'ééd yiTzt 'os l g r 1 y 'T e] issed:relt 3 boy who kissed t CWi girl li sS-spea k i ng. como o abaix f ai ativ s menino i meni a ei ou 174 . aque e t qu e · 1 beijou ela. oindexada s a s r também tem o com um dos licencída.s núcl os argumentos pronominais da u ora com o r i m sem movimento lativizador um não adjunto de um o re ativizada.4 9 Lit:'O menino 1. No a ta p o me t de gumentos dem nom nal adjunt exemplo acima . o r acor~o com as Autoras. NA VAJO ashkii. nas lingu s interno papel d coindexado .1.

Assim. Ele tio ini) d eu <Ha i son t f rma: " 1 :133 1 5 . "A(suri i l parece nao r 5 e que o o r rem :"w uses g amàticas r a afirmar que: às e Asurini àceis. úni os s l n ua 1a ti v do ar igo r e Willie Id ntificar uma uma s rviu t sobre as r tar fa or 187~5 chega orm<il.acordo com Jelinek e analogue in ( 990:1 vajo that are features of . Conclui-se .entao. Tal i tu const tuintes necessários s 1 P contid s rtuguês). ter numa uma ntenca do tipo homem que vende ostras é me tem que strut rar- Um homem vende em A str s.rr son ( en f nothing missing in Nava o rei tive i obr r n ar um o en l l t i o relativizador. CIJrres d nt n ' como a que o láusul l o rbo v nspir para o em Navajo parece não er ex stentes ia de ta s e truturas. As das mais inal ativas o relativa a língua nunca mencionam HiE!. "this m ltiple coi of the Wh-mo elatives with nt and bound ical heads in e exing traces a language h as English".

cesta Lit. coletados nós para expressar as o e. rmão foi pegar pe xe. rake o-soa sawa a w-ayra i-'o-ramo P.-irmão 3A-ir peixe 1 Lit: cesta.nte Asur i ni ora empre • or 8) por pesquisa es campo 23 ntes comuns C xs d certas formas verbais nom nalizadas ~ <exs A cesta que Murusupia fez ontem é bonita. L t: 3A-matar cachorro 3re lex.omer ramo em r eu o seu fi ho. Murusupia o apo i-mo-aro-<wo) M. t i l ' orake matou o cachor o quan am o me e d 3P.• foi pescar é meu irmão O homem O de çoes relativas do Português. 176 .• ta de dados refere te t onário elaborado p 950). :'Murusupia fez e embelezou uma se kywir yk-a a-ha ipira i- ss.-bonito-ger.• Por ke matou o cachor que mordeu o f i lho. 3A-f~zer manakoa 3P-caus.Nos dados ta. or re em u pe -g r.

recem deno ínadas de Tupi -Gua. moroqeta kwa'wen-aral h-a conversa saber-ara 3P-doente com dor Lit:O homem que sabe r de que A wa. v re das ng s d i f osa. 177 . es elê:l.ra e ese de Asur n .s a ausência d is ênci t pa.eri a ka A-dormir 3A-estar Li : Ele está dormindo na rede de A wapitina que é velha. ornes ev bais est uturas rela iv s. v r i d ent s em 1.A cobra que me mo deu er Masa e-'oo (i-wise co ra lP-mor er r e. nominaliza A cor tura.p contar) história está doente. ani de pro i to.' 2 e amplos on ob e cons ru e vizadas formas enominadas de 953 . pypel wa'e-em i. daspara e p de sa que a língua r es as or ia pi uarani. re a i na - de -symyn-wa'e 3P-velha é velha. p<B. -wa'eJ 3P grande muito wa"e Lit: A cobra que era muito grande me mordeu.' 2) O homem que conta his r Akoma' ia está doente. e por investigadora as n rbosa) e podem ser traduzida om r enadas ou ~e undiv forma hi revel como especiai particípio CBa podem ser empre 2 A e ora o Por uguês .• ina está dormind wapitina-r-opawa ( A.

O.nte 178 . L t. : o Português 3• ti a e la.o i i o 1976:28 e era pajé curava o pessoal.' ten h o it-hurt-ones he-sucks a-ka he-h re-stays 'Einokawa'e treats hurt ones he So ly.- muit kawa•e i ransitivo i (Vide a ra okwehe 3A-estar pane vid. 3A-caus.: Eino awa'e cura aq 7) es que estao d tes.o pajé. 966: it. tempo. e 'Há muito o dos se E. um 1ndio . em vão tempo .consta ou se o Em Asurin ex os r:res ocorr e emp o entes às r em Akwawa. ud lar o uso rvada em guas para s extos ba ta. cura a o pessoal. • forma " ro tiva" d to e é de em o tras línguas da fam11 ia. T não f i obs uar i urini. es em wa. também empre o na prefix r s li pressar relativas de objeto s ocor eu vez n s o ti omina iz s. .tiv int s nem nalizadores acima." <T mkins.•e J indio 3P-pajé s jeito mo-kato a m elt. (i-pase--wa.'e.

' qu le qu grande.• é 3?-coisa-relt. s 1 3- t 'A pessoa que dava remédios curava o pessoa <Tomkins.s ou le que é rico. uele tem co i s<:~.' o-mo-kato w ne dar-t-agente 3A us. i s:ut xc' i t su 1 -:§:IL é homem ta -kwahap ar história 'O homem que s [ express r relativas de agente. -:relt. 8 o yarocres r-relt.3?-granc.l 179 . >= 2 [ Akoma'e moro 20) para empre ado Po a manaa t- remédi .aber e<conta r ] a h·- h te 3P-d ante histórias está doente. 'Aquele que é crescido'.

rio processo verbal. ··f a e r er.' 180 . evid. 3P-levar-awa didn't see it being walked away. carpent r carne and made it.' <Solly. So l i '1 6: 3) i) Ve ifica-se correspondem às o uso relativas ém designa o pr da f rma de ~ eleme tos em cons r es e ci cunstanciais.) ( ywa si-t-ara] raka o apo o ta made ra ortar t-agente evid. 'ym cehe [h-eraa t- o-es 3A-ver -neg.1866:22} 23) ipira-pyyk-~ peixe-pegar-awa u i I com que se pei e :red • seopita·· 3-subir-awa 'A subida dele.

m i v n i ea a:men d t cont r sp v ido d element m 1i o re t n n ve a a rama icalidad tr t a b N ab p o ínal ai m que in 1 .wa a ues se col ca dem s co f r a a n ac i t da ma o de 5 anca e va • . p g ue a do ti ça nt r (J i t in i Em u r a.ufix r é t o d n a. r_." d i nom na A s -aw a. tant '' po pos nai i n e t i -d ..

a yk i g u r - r pe 'e peix • ip p i -pyh pe i o p r i x e i gar a i m e e' - PY r. -· pe r r \J e n l u u e e !TI .

r'En in d n ·- r ç es aduzidos na n a t as nom na. i tram qt.l9 .- "" a as p d r ss st s v ge r i c1mpos i d di pos d pre •E s m " a r " mes s " de 5 r mos o d pa l d r f r s a h e se v r s campos a o i de r ' l a * mo sina.bo e la e so a b o m I' r c. f" o d p em • a o i é não e s r s tu r a st o t que om m d CJ i e 5 t r de loca r A t r s p 1o anç =e a' 1 ..

. re e r l= ro r a --mo·-s er i reve n q oa ar t r os s . ra a r d pano to -i nsL r ' ( a .yk caus. um de e - em gl Po m i v o ug 1 ..a k r o = pes e pei ad -awa i sL = ix de' .

. Event a um v n o e a g a.~ utur a rg nt r v 5 s i 1l .'l :í i um e e e bo 4 .fi a t is i u . forma qu b ixo ie n b í ol mCJ n21. na de d pa m e ve ar_ v r as com " f o ma r r za:r ex pen -~. 1 ica os rat e ai t t tem v o r ais e en c.:) r (1 8 r e m o v r nu n NP c c m na um o f v o " r ~.d ár ut cie umen e e q un la r as pois lativa t inal g21d OSSêl O o i·~ ~~ rriésma.w de o s ixo ri a on21 t C.nc i a a a cf.

r a . o TUPl au ub r qu r a. ma r-fut.orrênc d t . la v n el m e d e " pr te. e! r á rbos ' * po :269 i e e o. o i é id .

E v a t se L podem mo i i comp mas m cor bo a. por Rodr e ues 1 . compro s im como o r r X coindexad es da nomi o • o nossa h).z f f.. s das te com r d o l relat ao s fix com a qu es sti par ce e tar n izad r en e na p:r to la lacio v r ua lin de que a :relati e n. a e t se :r nst ad s tá i analisad gurnen o d i v pronorni esumpti ti es r oi de quer 5 áv que ss d e t :r • o amemt r r s ams i r i X eu d a As um co o.:1 da istência s :r t:r de D fi o car um d um nto. n o afixo \. nei a.

ue i nt i am á.l na par n es f r i n i d se s A i s' 19 ba. a s ac e t da m va g r o t i iz da h ar a - 1 el r ri 147 1 t f a. i s e xernp n mi na. c .

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e aplicam tanto par
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relati izado

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element

1 v

ica.

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rinc1pios
pa.

v 1 aba.ixo

o

os no

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e l acima da
no n1v

l izad

o para as

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nomin.

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I

passad

afixo
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ati.vizado:r

sentença
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al ija o"

E

condi

na mor olog

o

co

o

r

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são s

fei a.

em
1 2

. 8 a suf duas si abas t r de i e alçamento u i n e v r as como i d a r e radoxo F a ~ ser mo ido. con lu mo pos ci es do ipo wa'e como o o c r pl em te p z i s ta r porque ar umen a f e me s r o morf rei a lati izado r ncipi s r pos 1v r ogia. 1 .i s r ir o Di cf. v L6gi n ura l ulo é ob ida em escopo obre n6d lo ' que + . evid f i ao r r n v i e 1987 ox onol r ) d de d r i ica sto I uan a em de t ra é o o.Esse e st desl o ufixo ass ' res nta s oco r r com ment çao ica e [ e 8 ica r 'J v és egra.

~ .do como . ná . ta g Ii 1 as li ia não ( Baker o i t sso r fam in s palavras isado es admi rf c t az r que g 4 se mo velam r avelmente na sinta ato as e 1 n r que s i ex ressar fam lemento relativi estr tura argumen ai a gumento interno no sent do e a referência do pr ri a o i 1 HAPE "' ~ãpa pyyk plna ne :r1s ar r o 2poss-:r z r compr i o anz 1 que você (Leite. o que or r na mesma pa a v une i l . ementa mor emi-caus-emi sofrer eu fiz sofr <Barbos 1956: 276 .. i Uma melhor :rad para "a i s r r mim não pode s r n e p ta.o apresentados nesta. i c e oco r e r !:@~ na to o o :roblemas r do o r d r vaciona l. f l logia lé i co as reg as e ca da v h uma {1 in es t sido e ex: i i d o i fetar a u i e i d 5' ção d r ta.

pai fixos que são • se amemt cami h o s L d stência i d mpo um j p 5 na pa avr mor f i o que * v >N as r pe te t . • cion..da rut ou qu ' in e t ldoai o te ias ura a.1ber. umental modificada. como demo s plow de der nominal i Z8. 1 L 1 p:r s s i :rio oomponent t n a pro1be st:r ma~. i a comp e to alo em C!.ni m11 ia r formul r s em que t o cesso de f :r a Autor vár a d o e r ss o nas 1 nguas r 5 do pr o a e r que inc u i o abaixo: e v . xe . 1pi r o X e in a bar.Hõa t i VO.composiç:a d e der v que a a tlm n ir xe.C1.<. Pr je r t o o de !'' irs corre em para el C}. s d l i s s ntag s processos o V ··Guara.. Borer ni'lo dá cont d 1 ta em a uma Lit. t in para ex e pl :r cas and·- c u se em r ua e la.

•o-i 3 is-rel s nay ehdi-i sawe r 't:r ntre t ' that which on the door 00 f pa c a t er b possiv 1 nom naliz é godan i..HJr dos fatos través ' 3 e' s-:rel (the on who s ur • ) 1 . 1 n plow-nom. 1992:18) res n o d s n ença em o é dad elementos nos niv is acima e r ai L e a como uma lav a N I land-acc 1 1 Sla i r o 1i ve k'e on a w os no r proce so e e h C>. ng ieber. r mo f log s ta.

i was a for como d leo compo s.199 :5) ad r nec p os o i s 1 z es ue 197 . t do . es ntarem 21. h i was hi s re t f <P nar.i r e b h i on ith m . 'edehtl'ehé (Pina i ar umen na caso s t s d ga v ejam i or a que quand dos o s po E o p acesso de nom na i constituin es já parece n r es i é am pr s nt s rini verific u- o ocorre ns idos na par qtte as i rre a elemento rela es ab lecidas. r 1 tivi o oo:r on ape . dehtl'eh 7 w ites OC t r' rel) t which one w ed htl' + 3 +e tes'-poss. po tam 56 s r ir de d ) 1991 ica interna.

• <Tomkins m à i co. assim d m o erbal o com af xos nas oraçtíe ser e pres o . s i epend n est s tur s v i pe o 1 . ve ba. wa'eJ mo kato-t-aral [ h -doent -rei caus-bem- a e s rape soa que cura. 1976: <o curad r da re a iva r nomina izada um compo t complemento d di cuti e s a Demonstramos que L ss xis i d constr só as nominali idatas is ci to i e relati as f rmadas com s.rac m s m doe a• dem s r as re r à i te e-r d ele está doente.o orao a • erva r r z .

• g-b 3P.a homem alar r e i home ·o nhe alou f la.ai r re ho em que pode sabe fa a ' <B r os 1956 257 a ti ss s palavr e- á r f et i o mo 3A e n i .o o em re i v • ito d i uma i iv z ta capacidad a de mo•e-wa ente ensinar-rei ina• la que e INAMBÁ nheen .

sent n e. o verbal.~ 7): o "o qu eu nsinei.st:rutur s s qu t e i a s ora s m a c o i • os NP po s com vidên i a • e apre lat v a. tos da.s lin i m o ngua Oiamp t u pa. r s dos obj tivo. podem b da da.mos qu mina do p e i ca.ra. r ou •A~ d s o e os as de pro orne t n a favo são a junto as mesmas t os h es i c o p ta. !11:1. qua tra da s mor E ~a' o ta de que o obj em nambá Re ti v q e 15 r r ess ainda no como suf X: O b e ( i * a m nta - B t v zado s 5 ra refi Tu i uá'-baeJ a i-mbo eu e nad 1a n u." he decline n ti o f e tão ocument s T p s não parece have f nto com u ura o tamb -qua '-bae s: J o sitivo. gamos apropriado rei ci ivas em Asurini ao processo língua está passand . a de 5 ue r 6 ce rem r não v n ti tu poss:iv -Guarani. com su e i o r rela.1 <=mo 11 g has special auses in situations s rel ive cl se s a lha te.De 146).tivi a a. constit in r ntransi o r e n s est zad e s y (c L .

zias ori s o :r i:ii. das de ssa s ão t i co. st u u a-P. corre m outr s lin uas nominais n al na st d a eriguar qua ncor s rviranl tamLém ro fo e:x:am nadê!. ngua.x câpit 1 atrav s do a dis u s o s r pe e e e def o é tr tu s e r em s A ominal é um f nOmen os rre estr t aut riz 5 o d rn exclu iv das a hi 11 ad unto iveis.s nt s v rbais s afix s t os as i m. nacla i s f é um process sU~o r Ii f seg intes co dá dá en r C'l.f to b do s l nguas T favor I o a eo ia. posto que sinta. pr ob vo é t so de o r omina sin agma leo i o t j guas . Só na e r e l izados d r L eb :r. bal em A urini e no r esso d se an i s 5 tu r as c i 99 tá i co ) . b 1 . po rasi ia s st d vi n a er d s ad un os .

na i i i d t i i ri es r . i ipo t:ro da Vincula xtr a le s: e Di r 1990 Aut r ur do v e ba vr s c! r s no 1986 a d es l.r o und i é 1 87)' d s s os e Gramâti rpora lo erba .r eg i p xi t orias responsáve tu s i as corpo:ra d ln8.s- i or n k i do di r i ge ra a adi i e é r i l lo ltad os o r a ad la c eoria sint t ve para s da . o n o . o de uma um predi nomina v X 19 r un m e s m in e r e m r 1 r 8.

d unto. lik das 1985:107) Categorias .e ions of X o•s can n trace must be t nóc e s d i vos r house overned ra n os seus vest los e s jeitos corpo de dos.1985:107) contid estígio uma barreira. te exicall o o dos nócleo do be sintagmas-complemento <ob <Ba er. o sinta ma ." t regem -a. o verbal ad un overne o Vazias de sint gmas No primeiro comple o b govern d ir ant ced nts. sendo ge r I like <não-erga ivo) e antecedente 5 N I house (8aker. uje t caso. eu vetigi V a. P incipio er impede que e no No o .

1 co in i g pa d n i n r- r Jl i i.au h f r o à corpo a i r vi ent i Ta u à s u mi r n f i 3 o na f i s r qu s o r sso B as a Na e .

i f 1 bor Mi a Aut ambém !RAPÉ pa r a. ar f t ' s a ificados k h u e r d r e t p s . o 1 f!.

r 1 56.1 i r r cab ça '. 8 .-mana Le .t t b t <Ba as cab sa.

d Tomkin . .N t i ba çu f u c a.

nc r r t ke m i ss •"' a na in r c 8 e n m r. o c d i ohn h i i r o 1 s d é . i i r c ix st n utr v z.

i f n t s d s m .. 1.nuh u -whi .J o whi o s <Bak 985:1 r i nc o t.

ns t erb t to a " com r c it como no i . - -ver f i lh !J :206 rb tr a.m n com rd:in e X s I.ê_ in n f e n em lo cl i i o NP-- s o o i a o u a :r r i :3 5 '' i v n '-" r o m r s s r t . c efef i l "' i ho d r ss. m i r r-· i ter.

TUPINAMBÁ 1 a. a-t-kutuk lA- -furar 'Eu o furo.1993:5 Existe. Nesta para que . uma diferença entre as estruturas c m "a çamento de possuidor" nas llnguas Tupi Guarani e as estruturas si t o bu1do.! egund ) a nossa análise.' b.' . porém. o NP possuidor não I ti ma.r 'Eu furo orelhas. a tradu A mi li te do e amplo é: criação 1 eu lhei furo as orelhas. Esse tipo de constru com dativo de posse é uito comum m Le 1 duele la cabeza a J 1 Le 1 lavaron las manos a Luis 1 (Everett.a t-nambi-kutuk lA- xe-r e-imbaba -orelha-furar 1 poss.-rel criaçã ro as orelhas da minha cri <Barbosa. o objeto o orrência da tenha ca o cor e com marcador d 211 .a-nambi kutuk lA ore 1 has fura. no ss dativo de é E obrigatória s outra hol.

o NP-objeto é com "alçamento de es também um adjunto licenciado po sessivo. o NP-possuidor nunca ocorre . só pelo clitico ssivo Este caso se assemelha ao das const u Nelas. como não funciona ser interpretado como um como complemento do adjunto licenciado nome. No exemplo i uma pro a d do Asurini repetido abaixo que o NP-possuidor nã bjeto de onde o núcleo nominal foi a se en tido no t <3.' b.i co. 4 O estatuto dos afixos/cllticos ve b i l como dessa l i guas será itulo 5. rabo 'O filho da índia tinha rabo. NP-possuid r ico) 8 é a é s um licenciado por s r de posse 4• cliticos licenciam constatado através o NPs adjuntos nessas línguas pode dos seguintes exemplos do Asurini: índia-filho evid. morfol ad unto.' CNicholson. 'A indi memyra wai 3 poss. Mas em -poss' idor. 212 . Sem o clltico. o filho de!~ tinha rabo.-filho rabo . tem-se na pos ado. sekwehe india evid.l Em :83) "índia" é complemento do nominal "filho". co A um tópico nosso (ou antit eferente com o clltico os ver.

* Se baterem no homem i• el Um NP-objeto é vai emb ra. açu 3-cabsça-furar-ramo 'O furou a cabeça de Mahira.' o encaixa a. forma e ora o objeto o é encaixada. licenciado ico é interp etado como o ar nesse tip nto n não licen ia um NP-adjunto porque nã e pape de .P a-ha-pota rref.' <Tomkins. b. 1976:1) Em Asurini. o constru de ema paci nte em re erência pr como um anafórico cuja referência es á ass ciada a ri sujeito a principal.ramo lsg.:<.1 =11 Mahi a inata o-akyQ-haw-amo M. Akoma'e o-nopo ramo ihapotari homem . vou embora. Se o homem j bater nel e I e i vai embora. ora o principal re e o correferencialidade entre o sujeito da objeto da n. esta marcado com os última clfticos sse&sivos correferenciais como em: e-no ".-bater lA-ir-querer/ir 'Se me b terem. ora. ele é interpretado o sujeito-agente e nunca como o objeto. o clitico ~na morfologia verbal não 213 .' -ramo o 1 i ha tar-1 3P corref. a Em todavia.-bater 'Se 3A-ir-querer/i terem nele i alei vai e Se algum NP ocorre na ora Ind.

o babaçuj 19' Em ' ambos os NPs pelo clitico cenciado icenciar um já que a constru o de dati o de posse.s estruturas d determinante ocorre sozin o o de objeto. Se funcionasse. s com "alçarnento de possuidor" não constituem evi str a natureza sintát cada incorpora Outro argumento o n minai. será: lhe 1 furou a cabeça <ramoj são adjuntos. O "possuidorn e pelo moT ema de não- eferencialidade Concluímos.a trad exerce o de irai.past saw two men.. bi···seuan Two 'I elemen o c ia ls s- man mu . nas linguas aqui investigadas. não poderia f o junto. então..iona como objeto.' <Baker 1985: 126) onstruçO s s m lhantes uela m s bs: rv inambá: 5 Para o licenciamento de NPs em As ri i vide cap tulo :. m .ban see . an itiva ss jeto é o nominal "cabeça" e o clitico maneira. oferecido por Baker para comprovar te movimento de núcleo de sintagma nominal o rpora os i é que o que na.

. .. a . este 1 g.INAMBÁ a. • <Barbosa.sab 1sg.s -asa.• a. 3·-passar rio dois 'Passei dois rios. advérbios ou nominais que stituinte ue os ell3mentos para a hi tul m s su i i. a . fam1l i21. nao f 2 para e mu •?m Eles sà . asab -rio .b 1 g. não em outras línguas d correspondem à classe d complexo <Vide ca ese c rrespondem aos Tupinambá e verdade.1985:207> As estruturas a ima posto movimento. a :!.-a ab lsg. com de erm nantes. a s-a.l. rmam c m o nome um 8 escri o 21 .passar ' Passei este rio..' b. 3 passar este rio 'Pa sei este rio' b. rio-passar dois 'Passei dois rios. nao se vem de evidência qu emonstrativos e qu ntificadores em a vemente i r.

m po c1 s r em a os a se tece ente di3. Segundo Baker ático 1985) impossível é y.s s ema de "determinantes" em Asurjni).ompl m nt .m TAPI apy la sg. 1 9 : 5) 16 . hous ' l como o pro esso 1 de incorpora é incorporar o núcleo do possuid r.S ndo a e tegorias Vazia posslvel qu Nes a. s no vez o Pr r discute 1 io da ência ~ de de regênci nstruçõ s como ort:l.-pele-queimar e m i minha pele' xe la s 'Eu àpy -r e ime i pirt a ' l .-refl. r f vest n s m ponsáve i os i pela ur e ira é e seu Tupi na.l Autor nao ura a agramat ca i ade verbal pe manece complex re n ag a nom na!. cab -p a cabeça d -·que i minha cabe abe 'pele' Le t . like [(tha <Bak r.

a analisado como um lexo a também em cia s o desse nominal mecanismo derivad Tupinambá uma rece incorporado corr de incorpora ra lexica! e não sintática. acordo mostra que deve ser possu do.l • Pel de ser um caso hi se incorpora Tal estrutur movimento sintático.Em tanto ine:or r lo ira r o lemento os. O exemplo acima não é e oria Xo. INAMBÁ a.c i ma pode te r de uma que um NP comple o sintagma nomina de Preserv o ter si o haveria uma niõl.ok L ema . pe-ío-ok l. estrutura em que um NP o verbo. como propost ser vamos pos uidor por no uma por Baker. m de percebe-s e ao verbo. com o i te ( 1 processo om 3). ào sid um si têlgma ma cat g r a deriv a por 217 . mor f o l og a r. a constru nã o de Estrut adjun ido a um outro sintagma e a. • pe .::~.-3-arranca ema-rei-pena 'Arrancai as penas da ema.rel pena arrancar 'Ar ancai as penas da ema. de ater issa posi 1956:207 para o visto não pode que nosso ver. Comparando ece inco porad ivada por ba.• Barbosa.

te qu~::.. rfol o ca a na- r e made a a. s r a sin axe her o cor SSliTI.:.S Este tipo de regra é confer r caso de r e s E com HI excepciona a so r êl.•. . <dia e o t er n permitido em l n acusativo a mais de um ia o a en e d s as imit sào tr t recessos assume gu o imento A si a regra de movi e t ba. forma o compl e ir.1885:238 u e.:. m w -caus.sp hi h i 1 d har t t tBaker. d um p mesma a.egra de forma mas s rvem Ba e r ri o de de pa a ras apl cada n entr <1985) tamb m .n m l- e de o l"la la SP-ps .C~ r nte di o e lJ ncor e m r i sá is i el Ci.s que raçbes n i as i s' lo só po e o o er r ca.:io à. f n resp e i marca s l<e co posi i núcle I em ti n nunc..arve t q gico.

i •• 2:l. v O paz bo N a o F on r ce e 21 .Chichewa <Mal r i).t r NP i na! en e m [ erb o' caso e m onde l í ac le o NP r ceb em é ê\ xcepc i o e cai a a. o NP-ag nte da ora to morfológ co e sintáti o corda. O NP-pacient Tais f tos lev ram eguinte regra de movim nt • > v.. ·~ em re1 v ex o a postular a bjet d rbal e ser pc. r com o comp .l o esent N erb o pors.lç s.o o o ve caso 'u 8.d ser b ndo re b caso vo E ta regra C~ mente llm o (mi m . E e po e o. o ne ent .t i para a posi o. o aos process s s n subordinada tem i z i et:o.

o NP-objeto mo :r e atribuir sintático de objeto e o ixada ocorre na forma de apresenta comportamento NP-sujeito da ora oblíquo e assim. 220 . Nesse tipo de causativa.' <Baker. na transitiva participa dos pro esses sintáticos.acusativo do complexo verbal. ca i r o verbo nào de um caso acusativo. algum elemento é inserido na es ru ra onferir caso ao sujeito. <outro dialeto) CHI i 1 a-na meny-ets-a ana baboons SP'The st hit-cause-asp children to lizard oons made the lizard hit children.1985:269) caus e j NP é o se move ra Comp.

7 O morfema C1. 1966: > liSaremos aqui somente as estru uras causativas ransi- iv s.nsitivizador . r em Wãtãwo. pintar de preto Xãrio. Mar ã-ma-xaok- -we lsg.-preto-caus k-dat fiz k. 1 7 3b:3) 'i-we Korã Xã i o ã:-ma-mu-un- X.-dat fiz Mareã: da. Na estruturas causativas das linguas da familia ani 6 . E se é fazem uso da VP-to r Wãtãwo w.-caus-caus.cortar-caus. 2. lsg. o NP objeto não é marcado morfologicamente par da ora de marca encaixada ocorr o causal observado n caso em línguas pi caso e bllquo.. 'Tet roça o-manhaij- ore-ope 3A. ' (Leite. tomar banho-caus M. nas lfn e1.' <Leite. lexcl-dat nos fez cortar roça.-caus.• <Solly. !!lê:. 1. 1 :4) l NI Teta kopica T.s Tupi-Guarani é um elemento 1 .

A ordem em estão em não parece ser o posi ocupada os pelos NPs sintagmas ealizados nessas constru Asurini cons ruçoes nos leva a sao derivadas se adj o à de possível recuperar a à sua pre i am . n-o- 1966: -okar-ihi sekwehe .-filho.' rakokwehe wyne-pe capoevid.Além apli ser le icalment as. a neg. Observe-se que o por imanto sugeri indie<. . Di 222 . r o f i lho.l A const:r ss. I. 'A índia nAo deixou o pai dat.evid. ' i <Nicholson.coisa 3-estar 'Itaapara fez o pessoal trabalhar <=fazer coisas).3 :63) acima apresenta problemas para a hi " eu lho") possa tod não se encontra ser regido e ter os NPs adjacente ao complexo caso atribu1do.-3A-pe r-caus-neg. ma'e a-ka pessoal-dat 3A-fazer-caus. total ausência de ordem em não tudo indica. o-memyra.-i o-mena i-sope mo i rder~caus-lndll 'El a-marido 3-dat fez ela perder o pr taar ra rio marido. assemelha a um sufixo semi-leve essas O morfema Ccf. towa-pe. esultado da apli anteriormente nominais verbal para de posi porque não é regra do tipo ese de jato r.' <So 1 l y. Ao que nessa constr ita . dos NPs nas as ruturas adotar po a hi uma regra asa de causativas que lexical.

o argumento os c iticos. ar T. 0-apo-okan ma•e i sope 1A-3P-fazer-caus. o rgumento externo do predicado do rn lexo morfsma de Es es semelhante é nom~l. i ocorre expressos ao passo com a e dativo. pois tem um ci i ado.' Asurini.1989). é r causativizad r torna se o ar 1987) externe do predicado na morf logia que verb l o argumento complexo e o por meio externo do lhe atribui posposi de verbo case o. ssui ar to ex erno plenamente proprie e de modificar a estrutura tal do verbo ao qual se afixa. ler caus <Di Scuillo e Willian direto nto atua da. encontrado ue e nas masu dat s~o verbo enta. coisa 3-dat "Eu mand i el s fazerem coisas <=trabalharem)' o ob etc r comprov direto está realizado o pelos seguintes dados o no comp exo verbal pode ir 223 . mesma forma kana ga John ní hono yomi Em e terno do causatívas do Ja na estrutura. ipal dt:~.l do predicado principal. rgument e o realizado como argumento interno na f o r ma. Jo~o ler o livro.llo e Rosen. 'Takana faz o 1 ivro ac.

s as observ es nos nais nas lln uas levam a suspeitar aqui analisadas que os afixos/cllticos verbais têm a f que os sintagmas encontram-se em adjun o e o de licenciá-los . pois ele é licenciado pelo clitico zero de 3 a expresso no verbo.' <Leite e Vieira.-dat ' I jogar pedra em você. o sinta nominal não ocorre com o. Em soa que está realizado todavia. No próximo capitulo discutiremos o e tatuto dos marcadores de na morfologia verbal t s que slo projetados a fim de decidirmos quais os como argumentos na sintaxe. jeto sposi s só o ( nominais entre nas NPs e regras do tipo como proposto por Baker para ou de VP para Comp s como o Chi hewa. como é o na morfologia verbal o ser licenciado se estiver regido por alguma a cons ru a mo x es marca o causativas s/cliticos mente de V na de caso dos s nta vai depender da coindex morfologia verba e nao de objeto de 2a.re Oi-ma-mat-aklt 4 xe r-ee ixo- 2sg A-3P-caus-jogar-caus 1sg-obl ou elejo i ra 3-dat r-me pedra.1990 Observe-se que em posposi s . 224 . K.• ara-Oj-lpi-aklt Ku'l-we eu dra-inst lAmandei -jogar-caus.

s orpo a de onst:r ·r a em q e rani. P··re l me i am P.o pos ção precisam dar" com o verbo : ~-ha rak evid. relativ s outras ng i te ~s is f e t i ra am i nd i ist nção es 1 tos in cial c onam c mo adj na. que as sintática entre era a.1993 nc rpo a i xa anterio em regras de movime t vo f capitulo As rin não ocuparem dispensáveis eles nã.CAPfTULO 5 O ESTATUTO DOS MARCADORES DE PESSOA Most amos i ter og t no as. 63: pyt me s arn i-pe -em os .' Nicholson.:. er om a ui na t rrís n. s awa -po i na-com ' ocê f Pesit ore- 1976:67) war es lexc l.s ia e r s o rên s c r a posi a ên ia A-bar:ra. A-ir devagar nós fom s de agar. sintático n ssas uma " onc e de i da família 991.A nos a s si t a s e i além de i s' serem ssim c ns o n uas est de que tos estrutu as m As rin . táti tamb m qu a ora e de i 5 nã a . 'Nós e Malnelwar rak meewei or 1excl. N..

A nar ca.. estarem incluídos na referência do Ao conferir o estatuto de adjunto aos NPs do o por ~ or de pessoa no verbo..:. e do Asurini.:.::c.•.Note-se nas s i constru es acima s na morfologia ver ncidem com os traços de d 3a pessoa .1990:21) ker ( 1 nal argumenta : 21) licenciado é " .:::... ::. 'we'.. em s u licenciados por desses rutura superficial.Q." Adotando a suges de Baker pa a os dados s dar conta da ausência de concor d ~nc i z. by n sse the fact caso that it o sinta..as marcas 1 e pessoais ssoas e dos sint gmas nominais e Em Mohawk língua lhantes s Kor com NPs gerados em adj .:::.::....::.:.. sem caso na o de caso só é necessária para para de caso na sintaxe como mar o temática na se nã a irma Forma rojetado como Chomsk <1986a:95 : visibilit1 condition does not require Case assignment to an 226 .' L <Baker..:.:.. um Um atribui nlo precisa e mos surini. we swim together..:. constituintes ocorrerem argumento vislvel a gumento do v•rbo .:. dados observados: yaky-atawv-s 1S-swim-hab 'I swim with l' !.::. overlaps in re erence with the subject Q1'.. ito expresso pelo mar e plicar 1.

Resta nos que os eito e estruturas o acionai e a s marcado . vimento sintático e de f rala o entre os a .. família ifica..r rea.. as argumentos categorias vazias por movimento de sinta s-qu e o nominal .liz Antes . av riguar quais ementas que são projetados na sinta e cama argumentais. variáveis derivadas 1. " No decorrer deste trabalho ..Entre elas ausência de e ordem no nl e traços do s soais na morfologia verbai. além de oraç es-camplement .rgumentais • de iniciarmos a nossa ap esentaremos uma breve descri de pessoa o n minai nas llnguas discussão sobr o assunto sobre as séries de marcadores ocorrem na morfologia verbal do Asurini . amo já de is mencionado na capitulo que nas llnguas com sào reali igics de incorpora a r meio de 1990 defende a . mostramos que não há variáve s derivadas par imento d Baker NPs em ad os na sintaxe pros .nem vestígios de incorpor Tupi-Guarani aqui se é ssfvel investigadas..então .ha an is not 9-marked <unless this NP must "tr nsfer" Case to rgument . oferecemos e idências de a s nominais do Asurini são gerados em ad o seu caráter opcional. identificar pras e necessárl e ar agora es ·-comp l ementa es s. capitula 4 . ..

• t e o o tema/ ou s ujeit o iente é de 3a pessoa.Em A ri i .do como estativo . As rini .1990). quand hier quia reter n ial de pessoa si ente mais alto que o tema/pacien 1 19 ): do 1a 2 1 Nem sem e a di otomia entre pr dica o o e tiv é nit da. ve b "r r" tra a. •-1 p ao dua A Série i i s oc eito do e bo o verbo sujeito do verbo es s rem erbal: ou ativa que xpress tivo ransitivo . 1990 228 . t intransitivos s o codificados o sé ie dos prefi os tais como: na tu eza tária ou não do sujei pela inativos. pertencem erbos série dos prefixos vol d Leite 1987. Monserra. as a. 2 fe ki ara a análise e des rição da atua da hierar ia de pessoa nas inguas da fam lia Tupi-Guarani.5. Ne 1as. do tema verbal 1 na aç ex ressa pela. 1990 . rfologia A i o tivos ou pe a ator s ndo de e . por exem lo.1990) Série ind pendentes 5 .. ém pe tenc ~ \ I s oraç . estativa que cod fica o e o obje o r o transitivo.tivo nà. vide Seki 82.o a ti o.. 1 O e L e i te ( 1987. o.Para uma discussão sobre e s o.t e Facó Soares 188 ) Lei e( 1987. assim como várias out as l1nguas da pir sujeitos dos a (1982. 1 De acordo com Seki línguas Kamaiurâ e amf I a os Tupi Guarani. de ) .. ao passo que o verbo "ter medo" pertence ao grupo a ivos ...

a- se- ere- ne- sa sane- ro cL o- 4) para a i-/h I a ken lA-dormi 'Eu durmo/dormi' -es A-ver 'Eu o vejo/vi. 1 express~o ocorrem em sint~. dos pronomes s nominais os.A éri I I é ém empre po s ssivos nlo-correferenciais sposici nta nc .' se-ro'y 1P-febre Ten febre.' 229 .

• uma' e o-je•e~ 3 set l taik-nom i i i) 4 Vide ri es <19 ) para o uso modo potencial através da ma stativa dos verbos intransitivos em Tupi 230 . Na constru verbo ocorre da a partici o da ação verbo ativo é su eito d s e e estativa para o is o sujeito indicar nao- o 4 a-son lA-correr corro/corri. fato. • 6 se-r- a 1 poss-rel-casa 'Minha casa. • uma.como ionamos acima . d mesmo ole o voluntária ou 3 ativos e realizado na forma não do tem.' e 3 àlk nem 'one who does not tal k. executada.se-r es 1P-rel-ver 'Ele me vê.e o contraste estativos.de fatores tais como a atividade /estatividade ente do predicado na realiza i re os verbos inerentemente foi ou será.' 3 Seki em (1890:372 observa o uso de prefixos ativos e lo fator vol r á condicionado inati- 'one who does not talk. la série Em agentiva.' A escolha da mar sujeito intransit vo depende do .

i-mena lA-faze 'Eu fa.' 11 a-se'eij !A. Observou-se nos dados do Asurini.l lo prefixo ativo xpresso seu controle sobre a ) em que rmite tJma. que a 1 ngua o de caso do ti é <Dixon.1 s .QCJ itoi-ramo ss-ma:rido sapo-ramo marido dela <virar) sapo. ' se se' 1 1P-falar sso (sei) falar.tod via. que os s1.' Os ex los e recem indicar.~ falar 'Eu f a 1 o.rorywete lA feliz stou feliz.' 1 . com dos está e o sujeito na forma estativa. o sujeito • ou pe o prefixo estativo conforme o.deitos dos os tramsitivos os esta t i vos. env !vida re também o podem ser a idéia com o sujeito de codificados através "controle ft não na forma ativa.

tr dados mostram ativa/estativa. I e II. menos Assim.' <Tomkins. que verbos à moda sujeitos d os intransitivos. o la.' Tais ex usiva dos m.' <Tomkins. e a marca sujeitos dos verbos intransitivos. em Asurini. pe o sitivos. marido 'A ora eu faço o marido dela <virar) sapo. Série Il I (1)2) oro- 232 .• i-mena 1P fazer sapo-ramo ss-marido faço o marido dela virar sapo agora. especiais para paciente e 2a. Além das Séries xpressar a reJa te > la. L t: "Eu posso <sou ca itoi ramo 1976:12) z) de fazer o marido de a virar sapo. sapo-ramo 1P-fazer i-mena ss.Kwe sekwehe itoi-ramo então evid. existem pessoa agente formas 2a.1976:12 sso fazer o marido dela virar sapo. nao se aos sujeitos pode falar em marca não é mas se estende dos o fluida já que esta é uma caracterlstica apenas de xon. pessoa paciente.

cado com os afixos dél. Série I I 5 As oraçoes úndio.r o a a de . me bat (m 5 iexci. 'Você s) nos bate<m Nas chamadas or es depende tes mél. P-bater 2a. oração inicial e o pode ser traduzi i t O gerúndio ou 'Matou par 5 comer' a b fé<.' batemos em vocês.nsitiv f i C é<. s . ' to em voe te batemos. Esta.n (est2ltiva) ep ndentes s as f r ima é usada quand jeito dt:i. a expressa.oro-nopo 1>2-bater te ba t"'.. • Série IV <2 1 poter cê 2a.

paciente. O I sujeito do codifi o é ti VO refe enciais indicados no verbo intransi f o los prefixos ativo ssessivos :ro abaixo: Série V (prefixos correferenciais) ls oe- 1 e cl oro serepese- 2 o- lA cozinhar 3P-come:r-ger. 'Cozinhei para o-n comê-lo' o son-a -correr ger. 234 . 'Veio e correu' 21 a-es oe-t- a lA-ver 1poss t-casa 'Vi a minha pr A ria casa• stão que se coloca aqui é saber analisados como concord e es e afixos d vem ia ou como elementos argumentais.

Nos concentraremos o • já que esta estatuto dos aqui no c marcadores rtamento da ocorre não só com pre icados 3a de ssca erbai s nominais e posposicionados onde ém com si nti:l.199235 . 1990) e Tapira Leite.Em não é mais realizada con ext s de elicita o falante nativo do Asurini é requisitado a formar frases pronomes de 3a pessoa o verbo • ele emprega uma constr e cerre sozinho como em: 6 perd da 3 pessoa objeto das const uções transiti as é ficada também em Kamaiurá <Seki. .<. Em pina soa r e pr ssa no verbo s independentes por meio dos afixos da série ii.' <Rodrigues.1953) Em Asurini lealmente o tendo a 3 pessoa objeto na morfologia verbal 6 . t o alterna NPs. (Série l l .1 Nesta soa se investi remos .nsitivc d s i bjeto ivi::l.E se será o t 5~ ice das próximas se es. a t nu 1A -bater 'Eu bato nele.

ix ser íti ' 1 in uas ums. nopo lA bat r ' F i n el quel u bati.todavia.' ces ário saber se É já nulo teriza. Observe-s onst u ma icamente marcad .l r ão o·-'h"J ti c A Maria ncontrou e r ~s do i r iz na fei a ontem.:<.' 236 . st utur 3.1989:307 . (G Em urini ves.nc a . A Maria encontrou-a na feira ontem. A Maria encontrou ela na feira.nc a o to n l o i ent nté no v ou não um u êl ssa. não em rego de um o orre tal al pronome t nã.a nopo 1A bater bato nei'e. a e le <>.dé< t. de s. que in xiste como rca ncordã.

f ser st utu as no cofre da sala d rapaz trou e b. .n t i a ~ r. a id und ob igatóri em~Asurini..stela i mesmo da paste aria t u a o l had . como no ocorre A nulo em Portu . ficaç t Ma Eu i sados para "7 f. t'la. um oper dor ll ri c r e i a po 1 i do da Ii .. int rroga.s NP complex s . não s cons ~ f el tectar a. ele do Brasil.pos a. ua ) . ~ * o ~ :::. pa. e não seria os testes normalm nte e ença de um objeto nulo <do tipo var fnguas uma v que o z e Ra. ) nas eria realização ag r d te jant r. m d sse fato. t as en l par t L< r endo palavra s u à._. d plicados e to d <J em tipo 8. <Vide Ci que 1991) e Rizzi quei3.. * a {1 c m obe ) licenci que r21.o s s .m a e t a.S i:i. (Rapas .1986:381-382 1 has s ntátic s são con t dos elemento contidos tiva. Europeu .Se houvesse um objeto ional ..n el e ag ra trouxe a.t te . .

se o s sin jeto para o de lin s como e tru uras ático il em O ~ ~ em sao icas. lnexist m na língua e lexos verificar s não às sint estri es mas nominais "a possibilidade de".VPJ (c f. pensa <Raposo.:. pois objeto nulo é ligado a r outro nao envolvem um pro lado. para a ser aplicados.r a <c-e 1.~. etc .As análise das relat v s 23ô . * ele. lves.. 1 nulo é uma e variável<~~· coindexada) pois viola a um o pode 5er e elemento o Px-incip o semelhantes não podem da em posi Teoria o da L Em d Asurini. s construcõ s como ou . o Português sao agramaticais porque do Brasil.testes 8 Vide Asurini. seção 2 do Capitulo 4. 1986:379) o objeto Em i . não contêm um to nulo. relativas . as movimento em [Spec. sendo intransiti as 8.").menta l ada <" le. Também se exicalmente não pode realizado ruzamento forte. bloqueiam o os NPs mo imanto de PRO p. Em Asurini r das em não como ilhas sintáticas ra E obedecem do tipo "o fato de que".Os l exemplos expressos xos.l observar se as estruturas de ob to em Asurini apresentam ou não efeitos como ocorre no Português Europe eu recomendei eiao professor.1 69). gramaticais..

não é possível examina cruzamento forte nessas const:r s. o-enoi :"manakoa e-apo se-ope": o-sa 3A pedir ce ta 2A imp-faze:r . e Sothero morreu.para 3A-dizer 'Manewara pediu: "faça uma cesta pa a mim". we'eJj 3A-contar ·s. 3A ver jacaré 3A-morrer 3A-dizer Sa'e viu. "achar" argumentai . Eu acho b. ela disse. Facó Soares e !ementa uza <1 ). :ra e e. Observe o os os a seguir 9 Manewara quer que você faça uma cesta Manewara M. Sothero o-sekyi: o-sa o- "O jacaré morreu". ele disse.as-complemento s o i do de verbos como "dizer". 3A-morre 3A-dizer ro morreu". sa•e S. viu que o jacaré estav morto. ele disse. Sa'e o esa sakare o-sekyi . Sasupi disse upi o·S.' 9 Os d os com or as-complemento oram extraídos com base questionétiio el orado r Monserra .Assim. 239 .o-sa S. "pensar". con ou: "Sot 3 a. vai chover ta sawa amyna 3A-cair ir talvez chuva 'Talvez a chuva vai cair.

de acordo com que em nenhum elem NPs o entre s n e ndente. to em da T or Principio ra. isto é r comandadas e coindexadas • xemplos a Mohél. A nosso ver. .As " r rbo es- da or "do Asurini ocorrem o princi o ve bo cima um lamento como os argumento da or em mostrar. Ba er raç a e demonstra 1990 a s p rut í p es de l i o vem rel exist o • As expressOes refer nciais não podem ser ligadas . Chinês e hua. es e inexiste um a lln ua teria ob eto nul e s meios para ident fie -lo como Portu uês.wk abaixo e oriêis ora c-coma os o o. Em nenhum d s principal pode c-comandar lamento na sent nça "encaixada". s c ss acontece f o b j e t o m1 l o . e l n u::. ~ é expresso pelo modal "~char" tO exemplos justapos as ao sawa. wa-hi-'nha'-ne ne ts fa t-ls S/Ms O hire'I hired because Sak ra-yo"tu-se -i o c becau e Sa is a c- MsS-work-nom-be go d ood wo ker' as Çél. Obs rve agrama icalidade dos de rel da o A ou A- si da Li gramaticalidade depende na.

: o NP pr • < omp emento <Bak r. •A do fato de náo é pode have g a atic lidada das que os pros argumentais 24 .980: ut r re e e para a or L aç ri&.o NP Em pe o erenci t uc es calizado na sente ca onome o jeto !idade e entre resulta (pr eles ad em VP e por isso.wa hi hrori ' f ct-lsS/M tsi Sak ruwa-nu -tell- I told thet S. SIM 0-like hab that she likes <Baker.s: ko-hr ri-' :4> tsi Sak wa hi hre waht e' fact MsS/FsO-tel l-pune that Sak fact-lsS M 0-punish pun . old her that '* puni ed Ba er 1.1 wa-s ' . 890:4 .

1990:27) pesar or de pro it ser um a unto ela é gerada t · t e assoc1a · d a com o "gente do verbo 10 m • por ser seman.o r 'wl.ora i rid matrizes s m E. é Bake co es -c . bought meat in order that a it to orr w. ia c-comandam wa•-e-hninu-• ne vyo hv'n o principal e de pro i to.' Baker. o p incipio c da possí e l haver também mostra ser ferencialidade entre o ar umento p da or expressão refer ncial localizada em uma o a o'wahuru meat es es t violado.1camen ~dota aqui a estrutura ora io a o na base em Spec de VP. Uwari v eke' fact FsS buy-punc NE tomorrow Ma y fut-FsS-eat-punc. 10 Baker em que o sujeito é . os lemento NPs pois Assim.

permitida s que s c. :Pr n f pio semelhante uela em ipira Em constr .<causal. sendo QLQ.' c zinhou peixe para Sakamiramé 1comer.coma..' postulássemos obteríamos c kamiramé i' o uma.ri. serva. temporal> NP <pur osi e <agente) v <theme) ker.da encontramos uma o-rno peixe 3A cozinhar 'Sakamiramé Lit:'Elei ncipa 1. eria esta.ndadc pelo o pr eito da viol sintagma inal ora do nominal vazio na .:. o como estru u:ra. cozinhou peixe para comer.1990:28) Em Asu:rini.se 3P-comer S.

e o p e correfere i ialidade sugerimos lex calmen e expr t gma. com Ba pe o. d raçà e trutur e 58 o comp e a .Além Princip ma. m i em de ger um uj m r. a.te 11 matriz ) i v \ p o omo j r pr . nominal r e t co qu junt em !l1 :r :244 .

ue a r 8 manei IJ ver is o 21. ss em ' r d s e o g s eri n os a 11 ha 21. ' os le n s nom na.:·.i pi r a. sinta 12 t Mos r n se m en i s adju e i p n i í3 .::. atkami.raméi J i d m v a êi.. t t ta ~ "' re "'"' s fo o .' IP ) akamiramé i ira IP Em .

i e refi na or lo i o pa. 1e N • nd a suban i c u In upou o enferm • em o 13o ent inde de (o pre s d o complemen ar c m kuesé paié mbaéas em r mar Tup é e n es anteriores.pessoa é expressa dndio por um morfema zero e o sujeito do v r identif cada é A anál a.s or ç t b t Nas ora ati o' n ependentes e orno vimos n s se ngu<:~. ante nas sentença primei a. o n s d r foi) c rr r d o aiz com a i t bém é ali ad I co oc r e.quan nas depe dentes. eitos ou objetos nu os. q e nas se undas . s ef x a. igatór podia. l s . eto . ele rava em d stri P N MBÁ o i .qu i e reconhece djun em rrefer ncialidade mais plausível do categorias vazias na sintax que estru e morfema de oferecida parece po t istência pel a ra és d ras rele ant s no de línguas c ssi a que p pa i ca Í CC!. m de e nd do .

kues paié i xuban-i ontem pa é 3P chupar-lnd 'Ontem o pajé o chupou' ku sé mbaéasyborá paié i-x ban-i ont m 'On ~ enfermo .djunto impede de plausive objeto pronominal afixo de concordância .Se esse marcador de pessoa fosse concordância. capitulo ant rior . o pajé chupou enfermo. nal nessas ora p efixo comp ementa.b.-pai 'Dei L roça de m u pai a outro· ei-lhe a sua roça . a gumental . <a do )meu pai 'i 47 . de o de Poder se-ia é um com um o NP deslocado NP ni:lo haveri a possibi idade de ser es dependent s . a gumentar que nas ora ões inde ndentes seja marca de concordância porque é obrigat que tece rer um . o de verbal posse que 1 i enc a. 1953:1 s xemplos ti co acima parecem está em indicar que distribui raç i constr um<:~.• <Rodrigues. o pajé chupou. omo clftico também um d ssas línguas nada .Seria assificar o dativo de posse como clitico e o nos pouco um do .A co-ocorrência do cll ico com ica.como na l i s lo morfologia clitico dativo no o mostramos ~ em ico.ar 1poss.Observe as e tr t ras abai o: TUPlNAMBÁ a-i i-kO-meeng xe-ruba A-3P-3Poss-roça. i o pode <S~.

Também é sint.n Q a bjeto e in a ent s s i3. entà nalisado com se i traços de oncordifíi.Ç nem s "' C!.::. p m t r men o r ss1vel om o f d d rbo í mor ologi ev fi os 5 ll mo es a m e ba v c .Z i eve -v r ve su eit na I i SlJ cl nhum na t r i "" do se n repre s C:<. 1 nc11 o m et vez pr i des s pr na o.gm2i.gamB.S ca om mp r ante nota. Com o i si ti:í. 1956:206) A di vis morfol i ca.Ne s s um t que te d. • I..rb sa.r n imd s po os r um r r e to cio nomes si o ronomi al -i i. 'Dei L lposs.a-i-t-ay meen xe-mena 1A-3P-3Poss-filho-da 'Dei os fi s de meu marid a outro• lhe os se s i f i lhos. dos i di r t -d tivo e s nào é dil. •O m CJS 8 .<.3 qu Ct os nc u m s. VB.-marido d me ) mar <Ba.ncia.

pyri i oma'e i-pyri homem 3 com 'Com ele.l • Em l i ti 1983: arn 'a r e em ra is m a • ly. ão c o i r e a a.l e put sa t in nt o d em pos o NP mpleme o - os meni . el ento . o y d sa. Lit 3 • i s mel nt s.:l n ra el o da posposi onominais aprosen am es k o u carne.p t i é enciado êm ut ra nom a. o home • onomi e CJ nome p d Ness e U o há co cor j via enc a en O. o d sintagmas PY a omü.

'O menino[ NP I kanamia PP konomia h-esak-a menino 3P-ver-ger. 'vendo-oi.o meni VP/IP kanomia L h-esaka 49) kanomia a-ha menino -ir 'O meninoi• el VP/IP L~ kanomia a ha f o i' .konamia i-pyri menino 3-cam elei.

como outras uma constru pare c t r p lc mi .199 z r m n u o n m bi . ssim Fume i . s ba xi o t s e d m .' oa-objeto. como proposto em nulos de Assim .a represent 3 o de será: a O no 1 ··3P-bater ) ele' ati 'Eu Po tu ma m s estrutura m r há a rn Loitt? 1987. in i.O complexo ver 1 em Asurini contém cl ticos ' . ~ ge e :rpora o. r t te. t 1nguas d o em que um objeto i in f am i! i d fin c Tu i-Gua ani. ' 1 . c m i L i u c mo mE•.

:1m rini. a··(i)- lA- -matar o ma to. nt e o suge imos o . Vim s orna im ex s s m o ç te t r es e ompl o si i I as e As11rini.'l. • b. • lA-gente-pegar pego<gente).tar.os objetos ica ment NP que bj t g n r i b l entre haja f ni uma o r. rie cl u i maneira. • CBarbosa. a i-pysyk 1A-3P-pegà:r o pego. a-poro-íu potar lA gente-mata -querer ro ma.Á 54 a.1956:155 Em Tupinambá r me exist definido i uma e o rib i à d indefinido pore~. m leme ta Em ger ic s nulos ocorr m na mesma posi zados !em ou nulos.• . Dess<:.• 5 a. a poro- ka lA gente-matar 'Eu mato. ferên ia 252 .

' 253 .en r pros e as expr ssôes referen i o Mohawk.::1. rela. para reg de um v rbal to nu j o fez ma s sentido do a com lexo u o nomi ss a sã.' ou 'Vou matar vocês.S lvend curso: 2a.Tambérn r litic entamos uma categoria vazia h'.' b.. rtma t A oro-soka pata 1>2-matar-quere /ir 'Vo te matar. 3a s g I p 1 l\=a P=O -soka p ta 1A 3P matar-querer/ir 'Vou méltà-loCs). 1 s g. d fe ntes orm::õ<.is es d i a as o c ndid t êí. es um n o. 1 s g. s gI l. s ut <: ""' e nv o p r e><emp os qu i tem transitivas.C't s v ar eis ígios de in orpora fora d constr Nas nomina. o os üni os ver o n xis em meios para se identifi Como não a presença mostrar que zero· de 3a pes oa ob.i to tular is. assim c mo Baker d mover- ou os mar c.

' 2A 3P-matar-querer/ir 'Você vai matá-lo(s).5 a.tar. vão nos mata . 3a. sg. 0- c ka-pota' . la.sg/pl./pl.• > 3a. matá-los). 1 excl./pl p 'oro--0-soka xc .uer r ir 'Vamo a. I p l . • ou 'Vamos b. s g.' A or :3 sg. =i P=se potar-ipe P matar querer/i · oceCs> vai 2a. ' . ore sok 1 excl. tar vocês.>2a sg/pl.' • sg.• r i r.A amos m t r··· ue r atá-los . A-3P-ma. 1 exc . e P=or oro-soka pota 1 2 matar-querer/ir 'Vamos te ma ar.' la inc . A=ere P A sa : .: o • re Os ka pot . s g.

• vamos te vo b.> A oro sg p ./pl.)a. 1 a. ) pot s k A. 3a . o A pe soka-p a 3A 3P-mata:r querer i r 'E 1 ( s ai o) ma à 1 o s) • 1 5 . = pI . o. A 3a. 'oro-0-so a-pata' 1 excl. 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o r mat -lo(s). sg. 3a. 'pe . • -· 3a.. P -matar q rer r 'Nós vamos ma á-Jo(sl. 2a.' 1 a. lexc!.. ipe s /o 'se-so a-potar-ipe' 1P matar-q er r/ir -2a.3P-matar-quere:r i !. 2a. p o 2a. sg. p l . s g. A/P= ro 'oro-so~:a-pota' 1/A matar querer/ir ta r.A me matar.' 'Vocês b. 1 ex:cl./pl. 2a.

se-sok --pata. :: l.3a.1P-matar-q ere 'E etsl qua r s c v i ào a a st:ra s en 1 p l . 0- 3A. b. ou 2a. p o m s t TI 1 -/o i d r n ma x t r =s a.• . la.

e rentes pesso21. l Na iga óxima o é se mostraremos que a irre evante em Asurini.o- 3 rmas de Paciente 3. A s r nossa hi uma o r e e se é. >1 se- 1sg.clíticos exercem .dc da. entã o completa onde todos complexo verbal o·. não :iona a i d marca uma hiera.s do diseurso inter gindo entre si. referen i de pessoa que pr n mina m A uri i.:. 2a. aplica post do Princípio que nã. no o predica c que ex ste o o mo r su 1 ta. sg.:. combi formas especificas é a. c o r ência d ia.> 3 oro- > ne- 3. 2a > excl ore- lsg/excl> oro pe- A nosso ver.r dos elementos ccn truçôes transitiva..o existem 257 . argumentai.

. inh po r a toa oe m cor ef int i i Cél oss sivo pan la' i a sua pr ra Í.s anáf rê• e e d F r inci i o q que e eden 5 gu . . ná m ncJ s m m ra. s de reg ên g a. e .i a. nico ca f te o à i r ex pih inta L p t refi~ r mo A 'Ele se cortou Os pronomes ma SE f os . oa e ap n f o nos sos e e pare xig nda a ess É o t u o an m n 3 b i a ced n e oi dE:· a e a -::r n n ta a.s r:_.êl..

1 mo ant te e o pr . d v e n s l " r ma r para "par mp o . o (Sol! i es e apo ma' e pese sowe 'Só o pro orne correfer a ante . f exemplo N abaixo. on a . sui p d t ~ m a m diferen e ti te ai nã. o pronome em sua categoria de re ên i H or i \ '. in A m !i n goria à as._. róxim ligado por e e s s - r m n . ela.t stica q e as anáf e r funç o d a f i ting o m f um ê n t e f3 ~ r d rt e m o me s o r e . o pl 6 cês f a azer c is f s a o ref.c isas p::na.Se a f .

ent?ío Cone ui mos in não o único ca did to ?~ ex i v uma natureza t~m l oca.fór co. é da em e ent finita.se ela.s a '· 1 !'las de:• anáforas o mpl ri pronome correferenc al fosse. que e ses el m nto Leite r no inter e ex mplos ca .mi se-ope [t'a-•o-n PYIJ minha e 3A cozinhar e 3corref-refl a rop. naf categoria à r e e r r1cia<is em poss s i os que o ' M er - \J i to t aremo rttt r ana. exad t dá mbém nã que c nt argurn n o e hierárquica co i corno erbal g a f 1ng a v a .l za. . a e nda ocorrên ia categoria de o cujo i jeito interfere ntida.s lo ga distfincia em sen enças nào-finit s. de uma ré!.c rnE!..l -comer também ra si mesma par u orne r xi o na. Ass m i t est utur. pois reg~n s ém disso. perm . a. d m ela mesma' em estiverem a.nt i omanda de é está ent o ) argumenta que a liga 19 de pr o n r o antecedente nào c Zribi-Hertz textos ia .nda t á 1893 o r ap rbal mina. e uma c Se podemos su erir f i ração e e c. ivel ger r o to. t eoria s de nte Baker para .om 'Minha mie co inhou Em .. en tra corref-r f l . r e pre i:xo anáf r da rn ti o no c argumenta não ná o a.:.d t:Jmina!. c i ma a. f o E8 da or de e + .

' i se pintar de preto• (Leite.da pela egoria ker . Se i te.de.onde não t riamos as seguintes causativa reflexiviza fazem uso o Tapira o objeto de re de apenas teria a da or em de mas ia do r gra que mova de regra de VP ra Comp encontra a matriz .TAPIRAPÉ Sabino g-akãt we ã-xe- S.de acordo como sendo com Di Scuillo do tipo e Williams 261 . o se essas constru mente sintético . dat 1sgA-refl. Mas uma CQnstr cia na ora re um tipo sub rd nada daria ser deriva. derivadas por >causativa em as llnguas tegoria es fossem regre VP pare. Comp . Esse problema é rqsolvido se o reflexivo verificado no verbo da 1 nguas exivc~ Tupi-Guarani morfôl i co for analisad e.-tra r-caus 'Eu fiz Sabino me tratar' a-m~-xe-mu-un akat Korã 'i 1sg. como o sujeito da matriz.A-caus-refl-caus-preto caus 'Eu fiz Korã K..l993:1Z-13) tora A de observa que em Tapir o reflexivo anafórico r como antecedente • tanto o sujeito da oraçao subordinada . objeto anafórico é sua como jé a a or ncc< i xc<. como defenda de e r flexi iza Se regras : tivi o .

encontram dentro do 59 Princípios porque os NPs são gerados em adjun comandados por outras categ rias fora io e i também não irrelevantes pa. E os r flexivos oras morfológicas. 262 .ra s es ar Princl ic ntais fo a d f compl erbal o de nas nuas Tupi-Guarani. 1956:191 revelam Os dados examinados nesta se oria da d Ligação são ncipio c e aplica inc1pio B onominais 0 A ta ocos são ém é q\J8 os elementos compl xo verbal e na o podem inexistente posi por de seu domlnio.um morfema 887) • seria Esse e<. Atribuímos a ausência dos haver .s.o essas línguas isto é necessário. e o ir most a o exemplo do l do abaixo: i a ie-mo-ie-mo-pi'roy lA refl-caus-refl-caus-refrescar -o refrescar-se' (Barbosa. Tema) -> self-educated <Agente pTe Uma prova de que os reflexivos d mo:rfol i ico é que das lfng s aqui investigadas les têm nat reza r cursiva. . ca o é S o como rte da f r o de d Inglês cuja caso do prefixo na palavra argument (of ici re ulta em: "ana horic the predicate) by the bindi g of the n argument" CDi Actor íllo e Williams (1987:60) como em ucated <Agente.v e.

she l il< s. a me. John . O sua isto.in que! neg zi simples são restritas a o. not them.As estruturas s emelham r oracionais constru as por Cinque es (1 do verificadas em Asu ini e tipo 1) no It liano. Gianni. . cat g ria vazia em cl tico difere de posi urnenta .Compare non com ice ne ha mai comprati * Mary. tático. orno as constru r a. cedem e tr entre o de l i d ~s restrições u~a ilha exigem uma. lo ha I saw hirn Tais con tru ue. não as envol em XP é gerado na vez. es com o elemento deslocado e de ilha sintática sin~ática forte . mo imen base e coindexad está ligad a uma com gun o um clitico que. AI marel ci siamo giá stati. De locamento turas com para esquerda desl camento . i l ianniJ.ele 1 itico. to the seaside there-(wel-have a read ( t o J' bee l i ho visti ancora.pois estas apenas um elemento ve com imas é deslocado por ora iti. Gianni.(I) -have seen yet a.Se o clitico não poderá elas estiver ser li o 263 .

li d la i do ~ct n i ti a l t ..s e r ira m em s p ei :i. . " n o r teg r z o um L. d tre t::l un s. t i c c cons ruç com or o él.S " p na ora ad ím i'-.iu r m "' r r sq . ba b e m aos e tos d m ad..w i ns 'w' insen o r a.s nt n ra i r <::amento à desl e ha om s e a caso d s é pos 1 el a e ar i i h ak) n i t i n·-"'..

E om C1S s à s -m f 02!..n siç r sticas s pro o o pron mi esqu rda env lvend n n u ....' oc r nas estruturas d m rt s upam .. d T a r um n s . m deslocam nt 8 s d 00 t i l a n m r na n 2 ng r ne ce trut r tai en d s mi menta a + p e s ~ i s t go . r s r i i t e Prín ip os n 3~ E g~n 8.A l e>. a. to s éJ de na d o c de o ..

e atix e tr se gu21.. o r m na e la é 55 s r t t t r a=~ t .v 8 s Em i s rin êm caso at i q es 5 le em am f 5 o do n ev t spo mina s d o e s s i ios 3 11 as. ess s r m p si "' ne xis s t t d f t i é. 5 en t. mi o.t r as de mo irn m i i ec bem mpl c adjunt m o i na r mêl. o i o g ..CONCLUSÃO l''íost amos neste trabalho que to por J e! i ne r obs rva (1 g a da Pro cà 8~S •1 s r êm t r o ni. 2\ ui o.:~l o ur s n p e r ::<. gm s sào 85 . l st ag i n 5 ra r r s~.

o c n o'" e~ e qu r DSS s n h 3.5 5 v m NP i o (? s élt o e a s a .trado noss na ic:ionais a á! is o pa.pel sob pre ica o d in ue + '· g i na c s s o mp ementos.

do Pau i ta. 1 a r i so fi ) • r r i cada d Cl nédit 1 -·-----~ p u s . o - r i (1 h t: I P.E r z: n s s. (1933 entro e ( ' Primeiras l i ç es L e Professora.. ..R.P. ) r f 1: do t ram s s .EFER~NC I AS B I BL I OGRÁF I CAS sa.

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