RELATÓRIO

De 14 a 21 de setembro de 2016
Síria: ONU quer pressão de EUA e Rússia para que ajude chegue aos
cidadãos
Número de Documento: 21265190
Nova Iorque, Estados Unidos 14/09/2016 19:35 (AFP)
Temas: Diplomacia, Organizações internacionais, Guerras e Conflitos, Guerra
Nova Iorque, 14 set (Lusa) - O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu hoje aos
Estados Unidos e à Rússia para exercerem maior pressão com todas as partes no confronto
na Síria, para garantir a chegada de ajuda à cidade de Alepo.
"É crucialmente importante que as garantias de segurança sejam concecidas" para que 20
camiões com comida e outras necessidades primárias cheguem às pessoas, vincou hoje Ban
Ki-moon, numa conferência de imprensa nas Nações Unidas, Nova Iorque.
E concretizou: "Tenho vindo a pedir ao Governo russo para exercer influência sobre o
Governo sírio, e também [pedi apoio] ao lado americano para se certificarem de que os
grupos armados sírios também cooperem plenamente".
Previamente, os media estatais turcos tinham referido que uma coluna de 20 camiões com
ajuda humanitária - hoje abordada por Ban Ki-moon - atravessou a fronteira do país em
direção à cidade síria de Alepo, na sequência do cessar-fogo em vigor desde a tarde de
segunda-feira.
O enviado especial da ONU para a Síria saudou na terça-feira em Genebra “uma quebra
significativa da violência” no país 24 horas após o início da anunciada trégua, mas disse que
a organização ainda não distribuiu ajuda humanitária.
“A situação melhorou radicalmente”, declarou aos jornalistas Staffan de Mistura, apesar de se
referir a casos isolados de violência, incluindo por parte das forças rebeldes.
O responsável da ONU referiu no entanto que as Nações Unidas não distribuíram ajuda
humanitária aos civis sírios no primeiro dia de um frágil cessar-fogo, devido a preocupações
de segurança.

No título falta o artigo definido, e devíamos ter ajuda enquanto
substantivo e não enquanto verbo: «Síria: ONU quer pressão de

EUA e Rússia para que a ajuda chegue aos cidadãos»;
A concordância verbal está errada em «… para se certificarem
de que os grupos armados sírios também cooperem…». O
correto seria: «… para se certificarem de que os grupos

armados sírios também cooperam…»;
Atenção à grafia de concedidas: «"É crucialmente importante

que as garantias de segurança sejam concedidas"…»;
O ponto final devia estar dentro das aspas: «"Tenho vindo a pedir
ao Governo russo para exercer influência sobre o Governo
sírio, e também [pedi apoio] ao lado americano para se
certificarem de que os grupos armados sírios também

certamente. que as Nações Unidas não distribuíram…». A posição que adotar. Negócios e Finanças. valerá para todos". até especificamente para a mesma. Política. escusando-se a alongar o comentário. no futuro. "É natural que haja um tratamento não discriminatório. não terá posições discriminatórias. 14 set (Lusa) .”». Bulgária. Segundo responsáveis de Bruxelas. bem como sobre a sua intenção de vetar ou submeter a fiscalização constitucional o diploma do Governo socialista que prevê a obrigação da banca comunicar à Autoridade Tributária saldos acima de 50 mil euros de cidadãos residentes em Portugal. continuou o chefe de Estado português. ‘Media’ devia vir entre plicas: «… os ‘media’ estatais turcos…».O Presidente da República Portuguesa considerou hoje que a Comissão Europeia (CE) deve manter uma posição "igual para todos". Marcelo espera que Comissão Europeia adote posição “igual para todos” no caso de Durão (C/ ÁUDIO) Número de Documento: 21264928 Plovdiv. "A CE. comentando o caso do ex-primeiro-ministro luso Durão Barroso e sua contratação pela instituição financeira Goldman Sachs. Bulgária. chefes de estado. O antigo presidente da Comissão Europeia e do PSD José Manuel Durão Barroso considerou que as recentes posições do executivo comunitário sobre a sua ida para a Goldman Sachs são discriminatórias contra si e contra o banco de investimento. mas preferiu nao comentar questoes internas no estrangeiro. É natural que haja uma regra geral de tratamento das situações". Durão Barroso deixará de ser recebido como antigo responsável daquela instituição europeia e terá de dar explicações ao executivo europeu sobre a sua relação contratual com a Goldman Sachs. que reúne chefes de Estado europeus sem poderes executivos e decorre até quinta-feira entre Plovdiv e Sofia. afirmou Marcelo Rebelo de Sousa. Houve um ex-presidente da Comissão Europeia e vários comissários que saíram para instituições financeiras. Marcelo Rebelo de Sousa foi também questionado sobre as trocas de palavras em Portugal acerca de um eventual segundo pedido de resgate financeiro.RELATÓRIO De 14 a 21 de setembro de 2016   cooperem plenamente. à margem do 12.º encontro do Grupo de Arraiolos. Devíamos ter travessões em vez de hifenes: «… camiões com ajuda humanitária – hoje abordada por Ban Ki-moon –  atravessou a fronteira…» A locução conjuncional no entanto devia vir entre vírgulas: «O responsável da ONU referiu. União Europeia Plovdiv. Bulgária 14/09/2016 18:03 (LUSA) Temas: Economia. no entanto.  Devíamos ter vírgula a separar as diferentes orações: «… reúne . além de inconsistentes.

As famílias pobres dependem normalmente do trabalho realizado pelas crianças para poderem satisfazer as suas necessidades básicas”. o maior produtor mundial. estes rapazes e raparigas vão. O número de crianças que trabalham em plantações de cacau aumentou cerca de 30% na Costa do Marfim. justificaram por escrito à agência Lusa. Diplomacia Abidjan. Numa oração infinitiva não se contrai a preposição com o artigo:  «… a obrigação de a banca comunicar…». . na altura. desaconselhase que se repita o substantivo agência. Educação.RELATÓRIO De 14 a 21 de setembro de 2016 chefes de Estado europeus sem poderes executivos. Costa do Marfim 13/09/2016 23:17 (AFP) Temas: Agricultura e Pescas.A Costa do Marfim e o Gana assinaram hoje um acordo de cooperação para que se combata nos dois países. soube-se em agosto. "Condenamos firmemente aqueles que se dedicam ao tráfico de crianças. Ariane Genthon e Bernd Seiffert. a capital da Bulgária. Trabalho. por isso. Faltou o til na palavra não e na palavra questões: «… mas preferiu não comentar questões internas no estrangeiro. Sófia. Abidjã (grafia correta em português) não é a capital da Costa do Marfim. que se demonstraram "profundamente preocupadas com a magnitude do fenómeno" do trabalho infantil nas plantações de cacau. o trabalho infantil na produção deste fruto. agricultura. apesar dos esforços de agências da ONU. com especialistas a admitirem um “fracasso de programas de desenvolvimento rural”. Iamussucro é a capital deste país. fraude ou engano".  O A do acrónimo AFP significa agência e. 13 set (Lusa) . sustentaram as primeiras-damas da Costa do Marfim e do Gana numa cerimónia em Abidjan. sugere-se: «…  citadas pela agência noticiosa FP» ou «… citadas pela AFP». rapto. O acordo foi firmado pelas primeiras-damas de ambos os países africanos. “O trabalho agrícola infantil é uma consequência do fracasso do desenvolvimento rural. principais produtores mundiais de cacau. As consequências deste problema são claras para os dois especialistas: “Sem educação. é um substantivo acentuado. capital do primeiro país. citadas pela agência noticiosa AFP. especialistas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e para a Agricultura (FAO). continuar a ser pobres”. muito provavelmente. Costa do Marfim e Gana contra trabalho infantil em plantações de cacau Número de Documento: 21261929 Abidjan. e   decorre até quinta-feira…». Assim. aproveitando-se da vulnerabilidade social e económica das famílias e crianças a fim de explorá-los pelo uso da força.

Este objetivo foi assumido por António Costa no encerramento da ‘rentrée' política do PS. muito provavelmente. número que se reduzirá no início de 2017 para cerca de 500 mil. em breve. declarou. Com o fundador do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e também presidente honorário do PS sentado na plateia.”» Costa promete cobertura total por médicos de família e nova prestação na deficiência Número de Documento: 21278219 Coimbra. num discurso que dedicou em larga medida a questões sociais como a qualificação. a inclusão e o combate às discriminações. temos de ter uma base diferenciada de apoios em função das necessidades específicas de cada pessoa com deficiência". e um idoso pode precisar de cuidados reforçados na saúde. "Não estamos conformados e vamos continuar a trabalhar para daqui a um ano podermos dizer que deixou de haver portugueses sem acesso a médico de família". . para sermos mais eficazes.RELATÓRIO De 14 a 21 de setembro de 2016  O ponto final devia estar dentro das aspas: «“Sem educação. António Arnaut. antes de prometer igualmente novas valências ao nível de Unidades de Saúde Familiares. o principal combate contra a discriminação social é a que atinge cidadãos com deficiência. já não precisa de uma componente de apoio para a educação. sobretudo no que respeita a pessoas com deficiência. mas com uma segunda componente que tome em linha de consideração as necessidades específicas de cada um".2 milhões de portugueses sem médico de família. Portugal 17/09/2016 21:48 (LUSA) Temas: Política Coimbra. 17 set (Lusa) . "arrancará a discussão sobre a estratégia de combate à pobreza infantil". Por isso. o secretário-geral defendeu que. o acesso à educação e à saúde. todos os portugueses tenham acesso a médico de família e prometeu que adotará a prestação única para a pessoa com deficiência. por exemplo. Ainda em matéria de Estado social. o líder socialista sustentou a tese de que o seu Governo iniciou funções com cerca de 1. atualmente. ao nível da concertação social. estes rapazes e raparigas vão.O secretário-geral do PS afirmou hoje que o Governo estabeleceu como meta que. "Um adulto. o primeiro-ministro referiu que já existem desde o princípio do ano mais 684 camas destinadas a cuidados continuados e que. com uma base comum. sobretudo no que respeita à saúde oral. justificou. em Coimbra. Na sua intervenção. O primeiro-ministro falou então "numa prestação única para as pessoas com deficiência. continuar a ser pobres. no final de 2017.

e será então nessa altura que olhará para as sondagens. quem mais necessidades apresenta ao nível de apoios específicos e quem menores rendimentos dispõe. de haver “uma relação institucional com o Presidente da . e e «”Não estamos conformados. António Costa.  Devíamos ter combater em vez de combate em: «… é preciso combater as desigualdades…». Segundo Costa. sustentando que essas eleições não vão ter lugar agora. e daqui a um ano eleições autárquicas”. Partidos e movimentos Viena. e até lá muita água há de correr por baixo da ponte. fruto de “uma maioria parlamentar que funciona. “as eleições legislativas é um assunto para daqui a três anos. que é “governar e aproveitar esta estabilidade que hoje existe”. e vamos continuar a trabalhar…”».RELATÓRIO De 14 a 21 de setembro de 2016 António Costa falou ainda numa terceira componente dessa prestação única. muito brevemente. "A prestação única é uma ambição histórica de todas as associações representativas de pessoas com deficiência. muitas sondagens hão de aparecer”. que tem um programa que está a cumprir”. acrescentou. “Não vou comentar sondagens. o Governo vai fazer aquilo que lhe compete. sustentou. que "deverá variar em função do rendimento. apoiando-se mais quem mais necessita. e agora as únicas eleições que temos em agenda são as eleições regionais nos Açores. escusou-se a comentar uma sondagem hoje publicada segundo a qual o PS venceria as eleições legislativas. o ciclo eleitoral a nível nacional encerrou-se com a eleição do senhor Presidente da República. Esta será uma mudança estrutural para deixarmos de ter uma sociedade de incluídos sem deficiência e de excluídos com deficiência". mas apenas daqui a três anos. em declarações em Viena. apontou. Áustria 17/09/2016 11:37 (LUSA) Temas: Política. 17 set (Lusa) – O primeiro-ministro. à saída de um encontro bilateral com o chanceler austríaco.  É necessário o uso da preposição de associado ao verbo dispor na oração onde ocorre: «… quem de menores rendimentos dispõe…». Até lá. governo. sondagens. Christian Kern. Nós temos felizmente hoje uma situação politicamente estabilizada no país. porque também entre as pessoas com deficiência é preciso combate as desigualdades com origem no rendimento e apoiar mais quem mais precisa". sobretudo relativamente a eleições que não vamos ter. António Costa indiferente a sondagens sobre eleições que o país não vai ter (C/ÁUDIO) Número de Documento: 21275859 Viena.  Devíamos ter vírgula a separar as diferentes orações: «… todos os portugueses prometeu tenham que acesso adotará a a médico prestação de única…» família.

 Faltou o artigo as antes de eleições autárquicas porque. antecedemos eleições regionais com artigo definido: «… as únicas eleições que temos em agenda são as eleições regionais nos Açores. devia vir entre aspas: «Uma consulta da Eurosondagem para o “Expresso”…».  Devíamos ter vírgula a separar as orações: «… como simbolicamente pudemos verificar esta semana com a tranquilidade com que abriu o ano letivo. deixando os sociaisdemocratas a quase quatro pontos de distância (com 32. como simbolicamente pudemos verificar esta semana com a tranquilidade com que abriu o ano letivo e é nisso que nos devemos concentrar”. felizmente.  O verbo ser devia vir no plural em: «… “as eleições legislativas são um assunto para daqui a três anos…”». Uma consulta da Eurosondagem para o Expresso e SIC hoje divulgada aponta que se as eleições fossem hoje os socialistas seriam os vencedores (com 36%). muito brevemente. autonomia do poder regional respeitada.  A elisão do verbo faz-se através de vírgula: «… de haver “uma autonomia do poder judicial respeitada. Angola 14/09/2016 18:57 (LUSA) Temas: Organizações internacionais . hoje uma situação politicamente estabilizada…». o país tem regressado à normalidade. e daqui a um ano as eleições autárquicas…».RELATÓRIO De 14 a 21 de setembro de 2016 República não só normal como frutuosa”. Angola prepara vocabulário ortográfico nacional para integrar registo da CPLP Número de Documento: 21265087 Luanda. concluiu.  Faltou a preposição para e o artigo a antes da referência ao canal televisivo SIC: «… para o “Expresso” e para a SIC…». anteriormente. de haver “uma autonomia do poder judicial respeitada. autonomia do poder regional respeitada e reposta a normalidade do relacionamento com as autarquias locais”. como jornais. e é nisso que nos devemos…».  O nome das publicações. “Portanto.  O advérbio felizmente devia vir entre vírgulas: «Nós temos. e reposta a normalidade do relacionamento com as autarquias locais”».1%).

a lista será incluída no Vocabulário Ortográfico Comum da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Em declarações à agência Lusa. sempre que o redator acrescenta informação extra. os vocabulários disponíveis são a congregação de palavras específicas de cada um dos Estados-membros. 14 set (Lusa) – A diretora executiva do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) mostrou-se hoje confiante na conclusão da sistematização do vocabulário angolano para o juntar ao Vocabulário Ortográfico Comum. Depois de concluído o levantamento do vocabulário nacional de Angola. é um trabalho permanente". o que sabemos é que Angola está a trabalhar para a construção do seu vocabulário nacional. a moçambicana Marisa Mendonça disse que a plataforma junta já os vocabulários ortográficos nacionais do Brasil. a representação do IILP vai apresentar o tema "A Língua Portuguesa: uma língua a várias vozes". pelo menos uma fase que permita instalar já na plataforma o vocabulário nacional. e estamos a guardar essa informação…».  Faltou vírgula a dividir as orações: «Temos estado permanentemente em contacto com a comissão nacional de Angola. Língua Portuguesa e Excelência do Ensino em Angola. incluindo empréstimos das línguas nacionais à Língua Portuguesa. que decorre na capital angolana. porque é um trabalho imenso. Cabo Verde e Timor-Leste. Portugal. Moçambique. no qual vão ser abordadas as linhas gerais daquele órgão da CPLP e os principais projetos em execução. Marisa Mendonça referiu que o trabalho tem caráter permanente. e a sua apresentação é gradual.  Devíamos ter o verbo aguardar em vez de guardar em: «… estamos a aguardar essa informação…». A responsável frisou que Angola foi um dos países que ofereceu apoio financeiro para a criação do projeto. tendo em conta a dinâmica da língua. e estamos a . esta deve vir entre parêntesis retos: «" … permanentemente em contacto com a comissão nacional de Angola. A par de Angola continuam a trabalhar na elaboração do vocabulário ortográfico nacional a Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe. Segundo Marisa Mendonça. Para o congresso. face às assimetrias dos países. sublinhou.RELATÓRIO De 14 a 21 de setembro de 2016 Luanda. nomeadamente o Vocabulário Ortográfico Comum da comunidade lusófona. mas sabemos que há cerca de dois anos que Angola já está a trabalhar na preparação do seu vocabulário". "Neste momento. "Este projeto contemplou na sua fase inicial a preparação de equipas nacionais.  Numa citação. afirmou Marisa Mendonça. de maneiras que nós tentamos gerir e tentamos pressionar é para que esses trabalhos sejam culminados. Temos estado permanentemente em contacto com a comissão nacional de Angola e estamos a guardar essa informação (data de entrega do trabalho). Angola também participou desses ciclos de formação que já foram feitos há alguns anos. à margem do Congresso Internacional sobre Educação.

e não «mayor/menor a algo».es/) aconselhou o seguinte nesta semana. de modo que o adequado é dizer que «algo es mayor/menor que algo».. Dá-se preferência à expressão: resolução tributária ou resolução fiscal. Em Espanha. http://www. vale sempre a pena tê-las em conta.fundeu.RELATÓRIO De 14 a 21 de setembro de 2016 guardar essa informação [data de entrega do trabalho]…”». O mesmo sucede em português. recomenda-se.. a Fundação para o Espanhol Urgente (Fundéu/BBVA: http://www. Em Espanha.  O verbo oferecer deveria vir conjugado na terceira pessoa do plural: «A responsável frisou que Angola foi um dos países que ofereceram apoio financeiro…». quando nos referimos ao acordo entre o Estado e uma empresa que estabelece condições especiais de impostos.fundeu. Com as devidas adaptações ao português.es/recomendacion/resolucion-tributaria-o-fiscalmejor-que-tax-ruling/  Numa comparação com os adjetivos mayor e menor as preposições que os precedem é que e não a.  A expressão resolución tributaria ou resolución fiscal é preferível ao termo inglês tax ruling. nas suas recomendações diárias aos órgãos de comunicação social.es/recomendacion/mayor-que-no-mayor-a/ .  Devia-se ter utilizado a preposição em em vez de de em: «… participou nesses ciclos de formação…». http://www.fundeu.