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ATPS DE PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES

DATA DE ENTREGA 28/09/2016
NOME: MÁRCIO PINTO DA SILVA

RA 1299125727

SÃO APRESENTADAS 3 SITUAÇÕES DIFERENTES PARA PROBLEMAS PATOLOGICOS.
PEDE-SE
- QUAL O ROTEIRO INVESTIGATIVO;
- AS POSSÍVEIS CAUSAS;
- MEDIDAS PREVENTIVAS;
- QUAIS AS RECOMENDAÇÕES PARA REPARO.

SITUAÇÃO 1 : PAREDE EXTERNA DE UM DORMITÓRIO DE UMA EDIFICAÇÃO DE 65 ANOS DE IDADE.

- AS FISSURAS SE REPETEM APENAS NA PARTE EXTERNA DA PAREDE;
- NÃO HÁ INDÍCIOS DE MOVIMENTAÇÃO, MAS A SITUAÇÃO PIORA NO VERÃO.

Engenharia Civil – 10º Semestre/2016 – Universidade Anhanguera de São Paulo - Santana
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NÃO FOI ADICIONADO CONTRA-PISO.INCÔMODO DOS PEDESTRES QUE PASSAM NA RUA E ORA CAI MATERIAL (REVESTIMENTO).O PROPRIETÁRIO TEM DÚVIDAS COM RELAÇÃO A FISSURA QUE APARECE NA FOTO ACHA QUE É PROBLEMA ESTRUTURAL. . Engenharia Civil – 10º Semestre/2016 – Universidade Anhanguera de São Paulo .A MARQUISE FOI IMPERMEABILIZADA COM MANTA NA PARTE SUPERIOR. .ATPS DE PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES SITUAÇÃO 2 : ENCONTRADA NO TETO DA MARQUISE DA MESMA EDIFICAÇÃO . .Santana 2 .A FISSURA NÃO APARECE NA PARTE SUPERIOR DA MARQUISE.

Engenharia Civil – 10º Semestre/2016 – Universidade Anhanguera de São Paulo .ATPS DE PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES SITUAÇÃO 3: PILAR DO 1º SUBSOLO DE UM EDIFÍCIO RESIDENCIAL .O PILAR ESTÁ SITUADO EM PLANTA NUMA REGIÃO EM PLANTA PROXIMO AO PERCOLADO DA CHURRASQUEIRA (PAVIMENTO TÉRREO).O ENTORNO É COMPOSTO DE JARDIM COM VASOS. . .Santana 3 .O PISO NO PAVIMENTO TÉRREO REVESTIDO COM CERÂMICA.

II. extensão. Levantamento visual e medições expeditas da estrutura — consiste na observação normal. VI. Engenharia Civil – 10º Semestre/2016 – Universidade Anhanguera de São Paulo . IV. etc. abertura). alívio do carregamento. tomada de medidas de emergência. de forma a se poder determinar possíveis deficiências na concepção ou no dimensionamento dos elementos estruturais danificados. Identificação de erros quanto à concepção da estrutura (projeto). inclusive com documentação fotográfica. Análise do projeto original e dos projetos de modificações e ampliações. de carbonização.ATPS DE PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES RESPOSTAS ROTEIRO INVESTIGATIVO Os roteiros investigativos são compostos em três etapas básicas: levantamento dos dados.. caso existam. com aparelhos topográficos). medidas de perda de seção em barras de aço. caso necessário. à sua execução.Santana 4 . V. tais como o escoramento de parte ou do todo da estrutura. Estimativa das possíveis consequências dos danos e. medidas de deformações (se necessário. III. instalação de instrumentos para medidas de deformações e recalque e interdição da estrutura. medidas de trincas e fissuras (posição. Passo a passo: I. e medições nos principais elementos. Levantamento detalhado dos sintomas patológicos. ou ainda quanto à sua utilização e manutenção. Classificação analítica do meio ambiente. avaliação da presença de cloretos ou de outros agentes agressores. em particular da agressividade à estrutura em questão. análise e diagnóstico. com anotações.

cobrimento. evolução da abertura de fissuras e de deformações.Santana 5 . Frequentemente ocorre ter-se que retornar à primeira etapa.ATPS DE PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES Instrumentação da estrutura e realização de ensaios especiais. A última etapa. - A segunda etapa. prumo e excentricidades.). o diagnóstico. para evitar que as anomalias mais graves não sejam detectadas por estarem ocultas por anomalias superficiais. - Esta análise deverá ser feita de forma pormenorizada. Engenharia Civil – 10º Semestre/2016 – Universidade Anhanguera de São Paulo . etc. pois só após algumas tentativas de diagnóstico é que se consegue saber da necessidade de coleta e análise de novos elementos. avaliação da resistência do concreto e das características do aço. etc. etc. deverá conduzir o analista a um perfeito entendimento do comportamento da estrutura e de como surgiram e se desenvolveram os sintomas patológicos.. nível. assim como se deve verificar atentamente se não houve mais do que um fator gerador do sintoma patológico que está sendo analisado. compreendendo: - Tipologia e intensidade dos sistemas de deterioração e dos agentes agressores. - Estudos e ensaios: verificação dimensional dos elementos (seção transversal do concreto: armaduras. mapeamento das fissuras. investigação geotécnica. inclusive em laboratório. só poderá ser efetuada após a conclusão das etapas de levantamento e de análise. determinação de flechas residuais. análise dos dados. - Medições: geometria.

técnicos. que são falhas de execução humana e causas naturais dos materiais empregados.ATPS DE PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES O diagnóstico. até de origens extrínsecas Causas intrínsecas: - Erro humano na execução do projeto executivo (transporte. confecção. de segurança e de conforto). má distribuição das cargas estruturais. em virtude da extensão dos danos e do alto custo envolvido. a recomendar a utilização condicionada ou mesmo a demolição da estrutura. Engenharia Civil – 10º Semestre/2016 – Universidade Anhanguera de São Paulo . poderá levar o analista a conclusões diversas. recalques de fundações acidentes e aços imprevisíveis) - Ações físicas (variação de temperatura insolação e umidades - Ações químicas e biológicas. - AS POSSÍVEIS CAUSAS: Provem desde causa de origens intrínsecas. - Ações mecânicas (choques de veículos. alterações ou superdimensionamento das capacidades de absorção das fundações.Santana 6 . interpretação de projeto uso errado de materiais e inexistência de controle de qualidade) e falta de manutenção Causas extrínsecas: - Falhas humanas de concepção de projeto (modelo inadequado. inclusive. sobrecargas após construção. já que o binômio custo-benefício pode indicar a inviabilidade de se efetuar a recuperação ou o reforço. dependendo de uma série de fatores (económicos. em casos extremos.

impedindo a contaminação do concreto c até das armaduras. eventualmente. O tratamento de peças fissuradas está diretamente ligado à perfeita identificação da causa da fissuração. pela aplicação de revestimentos elásticos) e da penetração da fissura no elemento estrutural. a menos que seja eliminada a causa que as gerou. em algumas situações. ou seja. deve-se promover a vedação. já que o tratamento será normalmente mais simples nos casos superficiais. portanto. em se tratando de fissuras ativas. não sendo mesmo. criar uma barreira ao transporte nocivo de líquidos e gases para dentro das fissuras. e da necessidade ou não de se executar reforços estruturais (casos em que as fissuras resultam de menor capacidade resistente da peça). A formulação do tratamento poderá ainda ser merecedora de alguns ajustes em função cia existência ou não de rede de fissuras (quando a solução passará. que são mais caras. No caso das fissuras ativas. preenchendo-a com material elástico e não resistente. do tipo de fissura com que se está a lidar. particularmente no que diz respeito à atividade (variação de espessura) ou não da mesma. com o tratamento. Engenharia Civil – 10º Semestre/2016 – Universidade Anhanguera de São Paulo .Santana 7 . cobrindo os bordos externos da mesma e. particularmente quanto à definição do material a utilizar. da superficialidade ou profundidade da fissura. ou. sempre se pretenderá. Havendo ou não atividade. dito de outra forma. nos casos de obstrução rija. Assim. - QUAIS AS RECOMENDAÇÕES PARA REPARO. normalmente. necessário recorrer-se às resinas epoxídicas.ATPS DE PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES - MEDIDAS PREVENTIVAS A qualidade das obras entregues pelas construtoras e também o sua adequado pelo usuário final da edificação e um plano de manutenção preventivo constante e periódico. podendo-se ficar pela utilização de nata de cimento Portland incorporada com aditivo expansão. casos em que passarão a ser passivas. não terá sentido dizer-se do "fechamento" de fissuras ativas. é só o que se pode fazer.

que admita e conviva com a patologia instaurada. impedindo. normalmente resina epoxídica SITUAÇÃO 1: PAREDE EXTERNA DE UM DORMITÓRIO DE UMA EDIFICAÇÃO DE 65 ANOS DE IDADE. no entanto. para além do estabelecimento do dispositivo protetor. SITUAÇÃO 2: ENCONTRADA NO TETO DA MARQUISE DA MESMA EDIFICAÇÃO Existe uma variação de temperatura entra a parte superior da laje e aparte inferior ocasionando fissura e proporcionando infiltrações que ocasionou o desprendimento do revestimento de reboco da marquise SITUAÇÃO 3: PILAR DO 1º SUBSOLO DE UM EDIFÍCIO RESIDENCIAL Há incidências de temperatura seja pela radiação solar ou pela alteração térmica proveniente do uso da churrasqueira houve um destacamento do piso cerâmico por dilatação térmica abrindo fissuras e propiciando infiltração inferior no pilar Engenharia Civil – 10º Semestre/2016 – Universidade Anhanguera de São Paulo .ATPS DE PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES Deverá ser sempre uma obstrução macia. Já nos casos passivos. A movimentação térmica diferenciada entre a platibanda e o corpo do edifício resultou nas formações de fissuras inclinadas nas extremidades e linearmente ao longo da parede da estrutura. a degradação.Santana 8 . há que se garantir que a peça Há que se fechar fissura-o que é conseguido pela injeção de um material aderente e resistente.