Aula

10

P ROPRIEDADES

DE

´
˜
F UNC¸ OES
D ERIV AVEIS

Objetivos
Ao final desta aula, vocˆe dever´a ser capaz de:
1 compreender porque toda func¸a˜ o deriv´avel e´ cont´ınua;
2 estudar certas propriedades de func¸o˜ es deriv´aveis,
tais como: soma, produto e quociente.

Passemos.1 PROPOSIC ¸ AO Sejam I um intervalo n˜ao trivial e f : I → R uma func¸a˜ o deriv´avel em x ∈ I. 156 C E D E R J . no Exemplo 9. Mais precisamente. ao estudo de certas propriedades elementares de func¸o˜ es deriv´aveis.C´alculo I | Propriedades de Func¸o˜ es Deriv´aveis Referˆencias: Aulas 2.5. que a func¸a˜ o f (x) = |x| (x ∈ R) n˜ao e´ deriv´avel em 0. agora. t −x = f  (x) e lim(t −x) = 0. podemos escrever f (t) − f (x) = Como lim t→x 3. t→x Isto equivale a dizer que lim f (t) = f (x) mostrando que f e´ t→x cont´ınua em x. 6 e 9. ˜ I NTRODUC¸ AO Nesta aula.2 que f (t)− f (x) t−x f (t) − f (x) (t − x). Isto mostra que a rec´ıproca da Proposic¸a˜ o 10. provaremos que derivabilidade implica continuidade. Demonstrac¸a˜ o Para todo t ∈ I. Ent˜ao f e´ cont´ınua em x. temos a seguinte proposic¸a˜ o: ˜ 10. t = x. prosseguiremos o estudo de func¸o˜ es deriv´aveis. Primeiramente. segue da Proposic¸a˜ o t→x lim( f (t) − f (x)) = f  (x) × 0 = 0. apesar de ser cont´ınua em 0. CQD Vimos. 3. iniciado na aula anterior.1 n˜ao e´ verdadeira em geral. provando algumas propriedades dessas func¸o˜ es.

t −x t −x f (x) = f  (x) e lim g(t)−g(x) = g (x).´ 1 10 1 MODULO ˜ 10. t = x.1 que lim t→x ( f + g)(t) − ( f + g)(x) = f  (x) + g (x). Portanto. segue da Como lim f (t)− t→x t−x t→x t−x Proposic¸a˜ o 3. Al´em disso. e´ deriv´avel em I e h (x) = f  (x) para todo x ∈ I. E´ claro que h = f + g. C E D E R J 157 . definida por h(x) = f (x) + c para todo x ∈ I. temos: ( f + g)(t) − ( f + g)(x) f (t) + g(t) − f (x) − g(x) = = t −x t −x ( f (t) − f (x)) + (g(t) − g(x)) = = t −x f (t) − f (x) g(t) − g(x) = + . g : I → R duas func¸o˜ es deriv´aveis em x ∈ I. t −x Isto mostra que f + g e´ deriv´avel em x e ( f + g) (x) = f  (x) + g (x) como hav´ıamos afirmado.1. a nossa afirmac¸a˜ o e´ consequˆencia imediata da Proposic¸a˜ o 10. definamos g(x) = c para todo x ∈ I. Ent˜ao f + g e´ deriv´avel em x e AULA ( f + g) (x) = f  (x) + g (x). Demonstrac¸a˜ o Para todo t ∈ I.1   Se f : I → R e´ deriv´avel em I e c ∈ R. ent˜ao a func¸a˜ o h : I → R. pelo Exemplo 9. Soluc¸a˜ o: De fato. g e´ deriv´avel em I e g (x) = 0 para todo x ∈ I.2.2 PROPOSIC ¸ AO Sejam I um intervalo n˜ao trivial e f . CQD   Exemplo 10.

7.   Exemplo 10. Ent˜ao a func¸a˜ o f : R → R. e´ deriv´avel em R e f  (x) = kxk−1 + cos x para todo x ∈ R.2   Seja k um inteiro positivo.2. basta argumentar como no exemplo anterior. Soluc¸a˜ o: De fato.1.C´alculo I | Propriedades de Func¸o˜ es Deriv´aveis   Exemplo 10.8 e a Proposic¸a˜ o 10. podemos escrever f (t)g(t) − f (x)g(x) ( f g)(t) − ( f g)(x) = = t −x t −x f (t)g(t) − f (x)g(t) + f (x)g(t) − f (x)g(x) = = t −x  f (t) − f (x)   g(t) − g(x)  = g(t) + f (x) . lim t→x 158 C E D E R J t→x f (t)− f (x) t−x = . g : I → R duas func¸o˜ es deriv´aveis em x ∈ I.3   A func¸a˜ o f : R → R. Logo. f = f1 + f2 e´ deriv´avel em R e f  (x) = ( f1 + f2 ) (x) = f1  (x) + f2  (x) = kxk−1 + cos x para todo x ∈ R. f1 e´ deriv´avel em R e f1  (x) = kxk−1 para todo x ∈ R e pelo Exemplo 9. definida por f (x) = sen x + cos x para todo x ∈ R.3 PROPOSIC ¸ AO Sejam I um intervalo n˜ao trivial e f . f2 e´ deriv´avel em R e f2  (x) = cos x para todo x ∈ R. Soluc¸a˜ o: Realmente. Demonstrac¸a˜ o Para todo t ∈ I. tendo em vista os Exemplos 9. e´ deriv´avel em R e f  (x) = cos x − sen x para todo x ∈ R. pela Proposic¸a˜ o 10. ˜ 10. t = x. t −x t −x Como limg(t) = g(x) pela Proposic¸a˜ o 10. Ent˜ao f g e´ deriv´avel em x e ( f g) (x) = f  (x)g(x) + f (x)g (x).4. definida por f (x) = xk + sen x para todo x ∈ R.7 e 9. definamos f1 (x) = xk e f2 (x) = sen x para todo x ∈ R. Pelo Exemplo 9. ent˜ao f = f1 + f2 .2.

segue das Proposic¸o˜ es 3.2 que t−x ´ 1 10 1 MODULO t→x ( f g)(t) − ( f g)(x) = g(x) f  (x) + f (x)g (x). definamos g(x) = c para todo x ∈ I.5   Seja p(x) = am xm +am−1 xm−1 +· · ·+a1 x+a0 um polinˆomio. C E D E R J 159 . Soluc¸a˜ o: De fato.3. Pelo Exemplo 9. CQD   Exemplo 10.   Exemplo 10.f  (x) e lim g(t)−g(x) = g (x). se p(x) = 7x5 − 3x4 + 9x2 − 10x + 5.1 e pela Proposic¸a˜ o 10. ent˜ao p (x) = 35x4 − 12x3 + 18x − 10.4   Se f : I → R e´ deriv´avel em I e c ∈ R. Como consequˆencia do Exemplo 9. E´ claro que h = f g. p e´ uma func¸a˜ o deriv´avel em R e p (x) = mam xm−1 + (m − 1)am−1 xm−2 + · · · + a1 para todo x ∈ R. definida por h(x) = c f (x) para todo x ∈ I. e´ deriv´avel em I e h (x) = c f  (x) para todo x ∈ I. Soluc¸a˜ o: Pela Proposic¸a˜ o 10.2 (e induc¸a˜ o) e pelo que acabamos de ver. ent˜ao f  (x) = ckxk−1 . resulta que se f (x) = cxk (onde k e´ um inteiro positivo). t→x t −x lim Isto mostra que f g e´ deriv´avel em x e AULA ( f g) (x) = f  (x)g(x) + f (x)g (x) como hav´ıamos afirmado.1 e 3.4. Em particular. ent˜ao a func¸a˜ o h : I → R. h e´ deriv´avel em I e h (x) = f  (x)g(x) + f (x)g (x) = c f  (x) para todo x ∈ I.

C´alculo I | Propriedades de Func¸o˜ es Deriv´aveis   Exemplo 10.7 e 9. f : I → R deriv´avel em I e definamos g : I → R por g(x) = ( f (x))k para todo x ∈ I.8   Sejam k um inteiro positivo. ent˜ao f = g1 g2 .8 e pela Proposic¸a˜ o 10. Soluc¸a˜ o: De fato. ent˜ao f = f1 f2 . Soluc¸a˜ o: De fato. e´ deriv´avel em R e f  (x) = cos2 x − sen2 x para todo x ∈ R. definida por f (x) = (sen x)(cos x) para todo x ∈ R. definida por f (x) = xk sen x para todo x ∈ R.7   A func¸a˜ o f : R → R.3.6   Seja k um inteiro positivo.   Exemplo 10. Ent˜ao g e´ deriv´avel em I e g (x) = k( f (x))k−1 f  (x) para todo x ∈ I.7 e pela Proposic¸a˜ o 10. sejam g1 (x) = sen x e g2 (x) = cos x para todo x ∈ R.3. podemos afirmar que f e´ deriv´avel em R e f  (x) = g1  (x)g2 (x) + g1 (x)g2  (x) = = (cos x)(cos x) − (sen x)(sen x) = = cos2 x − sen2 x para todo x ∈ R.4 e 9.3 e do princ´ıpio de induc¸a˜ o finita. e´ deriv´avel em R e f  (x) = kxk−1 sen x + xk cos x para todo x ∈ R. Se k = 2. A validade da afirmac¸a˜ o para todo inteiro positivo k decorre da Proposic¸a˜ o 10.   Exemplo 10. sejam f1 (x) = xk e f2 (x) = sen x para todo x ∈ R. podemos afirmar que f e´ deriv´avel em R e f  (x) = f1  (x) f2 (x) + f1 (x) f2  (x) = kxk−1 sen x + xk cos x para todo x ∈ R. Pelos Exemplos 9. Ent˜ao a func¸a˜ o f : R → R. g(x) = ( f (x))2 = f (x) f (x) para todo x ∈ I. Pelos Exemplos 9. Pela 160 C E D E R J . Soluc¸a˜ o: Verificaremos a afirmac¸a˜ o para k = 2 e k = 3.

´ 1 10 1 MODULO Proposic¸a˜ o 10.4 PROPOSIC ¸ AO Sejam I um intervalo n˜ao trivial e f . definida para t ∈ I pr´   f f  (x)g(x) − f (x)g (x) (x) = . Assim sendo. g : I → R duas func¸o˜ es deriv´aveis em x ∈ I e suponhamos que g(x) = 0.8. do fato de g ser cont´ınua em x (Proposic¸a˜ o 10. g (g(x))2 Demonstrac¸a˜ o Inicialmente. g e´ deriv´avel em I e g (x) = 2 f (x) f  (x) f (x) + ( f (x))2 f  (x) = = 2( f (x))2 f  (x) + ( f (x))2 f  (x) = = 3( f (x))2 f  (x) para todo x ∈ I.3. e´ deriv´avel em x e g . Como consequˆencia do Exemplo 10. AULA Se k = 3.9   Para todo inteiro positivo k. resulta que existe um intervalo n˜ao trivial J ⊂ I tal que x ∈ J e g(t) = 0 para todo t ∈ J. ˜ 10.4. g : R → R.1) e n˜ao se anular em x. g e´ deriv´avel em I e g (x) = f  (x) f (x) + f (x) f  (x) = 2 f (x) f  (x) para todo x ∈ I. s˜ao deriv´aveis em R e f  (x) = k(sen x)k−1 (cos x) e g (x) = k(cos x)k−1 (−sen x) para todo x ∈ R. obtemos:   Exemplo 10. Ent˜ao a func¸a˜ o f oximo de x. as func¸o˜ es f . C E D E R J 161 . definidas por f (x) = (sen x)k e g(x) = (cos x)k para todo x ∈ R. g(x) = ( f (x))3 = ( f (x))2 f (x). Pelo que acabamos de ver e pela Proposic¸a˜ o 10.

2 e 3.1. t→x Pelas Proposic¸o˜ es 3.3. (g(x))2 Isto mostra que gf e´ deriv´avel em x e como hav´ıamos afirmado. t→x lim g(t)g(x) = g(x)g(x) = (g(x))2 .3. g(t)g(x) t −x t −x Como lim g(t) = g(x) (Proposic¸a˜ o 10. t = x.  f  g (x) = f  (x)g(x)− f (x)g (x) .1).C´alculo I | Propriedades de Func¸o˜ es Deriv´aveis faz sentido considerar a func¸a˜ o f g definida em J. obtemos   lim f g (t) −   t −x t→x f g (x) =      1 f (t) − f (x) g(t) − g(x) = g(x) lim − f (x) lim = t→x t→x lim g(t)g(x) t −x t −x t→x = g(x) f  (x) − f (x)g (x) . (g(x))2 CQD 162 C E D E R J . Para todo t ∈ J. temos:   f g (t) −   f g (x) t −x = f (t) g(t) f (x) − g(x) t −x = = f (t)g(x) − g(t) f (x) 1 = g(t)g(x) t −x = f (t)g(x) − f (x)g(x) + f (x)g(x) − g(t) f (x) 1 = g(t)g(x) t −x      f (t) − f (x) g(t) − g(x) 1 = g(x) − f (x) .

Soluc¸a˜ o: Com efeito. segue dos Exemplos 10.   Exemplo 10.   Exemplo 10. 1} e f  (x) = (7x6 − 36x3 )(x2 − 1) − 2x(x7 − 9x4 ) (x2 − 1)2 para todo x ∈ R − {−1.4. como x4 + 2 ≥ 2 > 0 para todo x ∈ R.4 que f e´ deriv´avel em R e f  (x) = 3(cos2 x)(−sen x)(x2 + 1) − (cos3 x)(2x) (x2 + 1)2 para todo x ∈ R. ´ 1 10 1 MODULO No caso particular em que f e´ a func¸a˜ o constante e igual a 1. C E D E R J 163 . que f e´ deriv´avel em R e 4x3 f  (x) = − 4 (x + 2)2 para todo x ∈ R. 1} e calculemos Soluc¸a˜ o: Realmente. raciocinando como nos dois exemplos anteriores.5 e 10.9 e da Proposic¸a˜ o 10. 1}.11   cos3 x x2 +1 Seja f (x) = para todo x ∈ R e calculemos f  (x). g (g(x))2  Seja f (x) = 1 x4 +2 AULA Exemplo 10. segue do Exemplo 10. x7 −9x4 x2 −1 para todo x ∈ R − {−1. como x2 + 1 ≥ 1 > 0 para todo x ∈ R. Soluc¸a˜ o: Com efeito.4 fornece   1 g (x) (x) = − .5 e da Proposic¸a˜ o 10.12   Seja f (x) =  f (x). a Proposic¸a˜ o 10.10   para todo x ∈ R e calculemos f  (x). conclu´ımos que f e´ deriv´avel em R − {−1.

x = (2k + 1) π2 (k ∈ Z) e (cos x)(cos x) − (sen x)(−sen x) = cos2 x cos2 x + sen2 x = = cos2 x 1 = = cos2 x = sec2 x f  (x) = para todo x ∈ R. como a derivabilidade de uma func¸a˜ o em um ponto e´ uma propriedade local. para cada elemento do dom´ınio dessas func¸o˜ es podemos nos restringir ao intervalo que o cont´em. x Soluc¸a˜ o: Como f (x) = sen cos x . Resumo Nesta aula.12 e 10. Assim sendo.1 1.C´alculo I | Propriedades de Func¸o˜ es Deriv´aveis   Exemplo 10. mas uni˜oes de intervalos. observemos que os dom´ınios das func¸o˜ es dos Exemplos 10. Entretanto. Exerc´ıcio 10. definida para x ∈ R. vocˆe aprendeu que toda func¸a˜ o deriv´avel e´ cont´ınua.12 e 10. Ache as derivadas das func¸o˜ es cotangente. podemos raciocinar como nos exemplos anteriores para garantir que f  (x) existe para todo x ∈ R. 164 C E D E R J .13 n˜ao s˜ao intervalos. Calculemos f  (x). tendo por derivada o quadrado da func¸a˜ o secante. Acabamos de mostrar que a func¸a˜ o tangente e´ deriv´avel. as afirmac¸o˜ es feitas nos Exemplos 10. x = (2k + 1) π2 .13 s˜ao justific´aveis a partir do que foi visto nesta aula. x = (2k + 1) π2 (k ∈ Z).13   Seja f (x) = tg x. onde k ∈ Z. Para concluir esta aula. secante e cossecante. bem como algumas propriedades elementares de func¸o˜ es deriv´aveis.

f (x) = 10 xsen (2x) − . f (x) = x5 − 2 √ 5. se g : I → R e´ deriv´avel em x ∈ I e g(x) = 0. d. f (x) = x − 4 .Sugest˜ao: Use a Proposic¸a˜ o 10.   g (x) ent˜ao 1g e´ deriv´avel em x e 1g (x) = − (g(x))2 . sen x − cos x √ (x2 + x + 1)sen 2 x + xcos3 x . x cos x x cos x . Sejam f1 . . encontre os pontos x para os quais f  (x) existe e fornec¸a f  (x). f (x) = (x−3 − 2x−2 + 7)tg2 x. √ 1 1 a. C E D E R J 165 AULA ´ 1 10 1 MODULO 2. f2 . Assuma que.3. A reta tangente ao gr´afico de f (x) = (x3 + 2x + 11) x no ponto (1. f (x) = . f (x) = −7x9 + + 3 . Para cada inteiro negativo k. g. b. 8. x √ f. Para cada uma das func¸o˜ es abaixo. 3. i. Determine os valores de α e β para que os gr´aficos das 5π x func¸o˜ es f (x) = αx + β sen2 x e g(x) = x+cos tenham a  x π mesma reta tangente no ponto P = 2 . mostre que a func¸a˜ o f (x) = xk e´ deriv´avel em R − {0} e f  (x) = kxk−1 para todo x ∈ R − {0}. 2 sen x + 1 sen2 x − 1 (x6 − 7x2 )sen2 x cotg x . e. f (x) = . para obter a Proposic¸a˜ o 10. f (x) = 2 x +1 x3 − 1 √ √ (3x5 + 9x)cos3 x 8 x l. 5π . f (x) = 6. x4 + 2 x cos x x n.4. f (x) = . f (x) = . f (x) = x2 + x + 1 + x . f (x) = ( x)3 sen4 x . x x √ √ 7 c.3 n˜ao pode ser usada. Mostre que f1 + f2 + f3 e f1 f2 f3 s˜ao deriv´aveis em x e fornec¸a ( f1 + f2 + f3 ) (x) e ( f1 f2 f3 ) (x). o. h. f (x) = sen x − 6cosec x . j. Mostre que a func¸a˜ o f (x) = |x| sen x e´ deriv´avel em zero (note que a Proposic¸a˜ o 10. f (x) = (1 − x6 ) x. m. p. a. pois a func¸a˜ o m´odulo n˜ao e´ deriv´avel em zero). 4. 7. f3 : I → R trˆes func¸o˜ es deriv´aveis em x ∈ I.14) e´ paralela a` reta y − 12x − 1 = 0? Justifique a sua resposta.

C´alculo I | Exerc´ıcios Resolvidos b.  Autoavaliac¸a˜ o  Nos exerc´ıcios desta aula vocˆe usou propriedades de func¸o˜ es deriv´aveis para testar sua habilidade no c´alculo de derivadas. releia a aula com atenc¸a˜ o e depois volte aos exerc´ıcios. Se persistirem as d´uvidas. n˜ao hesite em consultar os tutores. Caso tenha sentido dificuldades. Mostre que (a) permanece verdadeiro para qualquer func¸a˜ o f definida em um intervalo aberto I contendo 0 por f (x) = |x| g(x) para todo x ∈ I.  166 C E D E R J . onde g : I → R e´ cont´ınua em 0 e g(0) = 0.