Faculdade de Ciências

Departamento de Ciências Biológicas
Biologia Aplicada
Fisiologia Vegetal Funcional
Relatório nº7

Determinação do quociente respiratório nas sementes de
milho (Zea mays) e feijão (Phaseolus vulgaris) em germinação

Discentes:

Docentes:

Carolina Djedje

Prof. Doutor Orlando Quilambo

Edmilson Simango

Profª. Doutora Célia Martins

Emília Fondo

drª Sónia Ventura Guilundo

Kassia Macassa

drª Íris Victorino Machaeie

Milde Nhakubangane

dr. Mauro Machipane

Telma Isaías

Eng. Lucas Chiau

Monitora:
Laura Macamo

Maputo, Outubro de 2016

............Índice Pag.. Conclusão .................................. Resultados ..................................................................................................................................................................2 Equipamento......................... 7 3... Objectivos ...................................................................... 8 5..................... 6 3.....................................................................1 Material Biológico..................3 Soluções .................. 1............................... Referências Bibliográficas ............................................................................. 7 3................................................ 7 4................................... 18 2 ............................................. Material experimental ....................................................... Anexos ................................................................................................................................ 3 2.... 15 8........................................................ 17 10...................................................................................... 6 2....................................................................................................................................2 Específicos .................. 7 3..... Discussão .................................................. 6 2.......................................................... 10 6.. Procedimentos .......... Introdução ....................................................................................................................... 13 7.................................................................................................................................................................................................................................................... Limitações .. 16 9.................1 Geral .....................................................................................................

comum a quase todos os organismos eucarióticos. visto que suas reacções desempenham funções de suma importância no desdobramento dos substratos (fotoassimilados). gerando energia para actividades celulares e produzindo uma quantidade significativa de compostos intermediários necessários ao metabolismo celular (Ferreira e Borgheti. é um processo biológico pelo qual os compostos orgânicos reduzidos são mobilizados e subsequentemente oxidados de maneira controlada (Alvarenga. 2004). com seu metabolismo do C associado. A respiração é um processo indispensável.  Fase II – Esta fase é caracterizada por uma estabilização na respiração com o consumo de O2 aumentando somente lentamente. Segundo Castro (2005) Designa-se o quociente respiratório (QR) de uma planta. A respiração durante esta fase aumenta linearmente com o aumento na hidratação dos tecidos. existe pouco aumento nas enzimas envolvidas na respiração ou no número de mitocôndrias. quando se avalia o embrião. Entre as fases II e III. há também aumento no número de mitocôndrias. Introdução A fotossíntese fornece substâncias orgânicas básicas dos quais dependem as plantas. em parte.Nesta fase se observa um segundo aumento na taxa de respiração. durante esta fase.  Fase III . órgão ou tecido vegetal a razão entre os volumes de CO2 libertado (efluxo) e de O2 absorvido (influxo) em determinado intervalo de tempo (QR = CO2 / O2). este aumento é atribuído às novas mitocôndrias sintetizadas nas células do eixo embrionário em crescimento. Segundo Ferreira e Borgheti (2004) o consumo de O2 ligado à respiração segue um padrão básico que envolve três fases. No embrião. a germinação é completada com a emergência da radícula. quando se avalia o tecido de reserva:  Fase I – Nesta fase se observa inicialmente um nítido aumento no consumo de O2. Presumivelmente. a respiração libera de forma controlada. 3 . o qual pode ser atribuído. a energia armazenada nos compostos de carbono para o uso celular (Alvarenga. A respiração aeróbica. Estas observações indicam que a fosforilação oxidativa mitocondrial é a principal fonte de ATP desde o início da embebição (absorção de água pela semente). à hidratação e à activação de enzimas mitocondriais envolvidas no ciclo de Krebs e na cadeia de transporte de electrões (CTE).1. Nos tecidos de reserva. 2004). frequentemente em associação com a degradação e mobilização de reservas. 2004). ou quatro fases.

testado em laboratório. pois este possui alta capacidade na fixação de nitrogénio (N) atmosférico (Carneiro et al. O milho (Zea mays) é a principal cultura de cereais mais cultivada do mundo. 2009).. O feijoeiro é uma leguminosa. Tem grande relevância na fisiologia vegetal. 2009). trata ‐ se de uma herbácea anual que pode crescer na maior parte dos habitats. fazendo várias experiências.. As leguminosas são largamente utilizadas em sistemas de rotação de culturas por apresentarem capacidade de fixar o Nitrogénio atmosférico mediante a simbiose com bactérias do género Rhyzobium e de ciclar nutrientes. pertencente ao género Phaseolus. Por causa de problemas climáticos. 2009). da família fabaceae. favorecendo ‐ a também a absorção do azoto que esta planta precisa para sobreviver (Almeida. as suas raízes são adventícias permitindo assim a melhor fixação desta espécie ao solo. é frequentemente cultivado pela população moçambicana devido ao seu uso como fonte de alimentação (Carneiro et al. Fase IV – Esta fase mostra uma queda na taxa de respiração e ocorrem somente nos tecidos de reserva. O milho pertence a classe das monocotiledóneas na família das poaceae. devido a sua importância económica. coincidindo com sua senescência pela exaustão das reservas estocadas.. 2016). esses estudos feitos pelos fisiologistas possibilitou a alteração de genes deste organismo com finalidade de resistir frente a mudanças de clima e também houve uma grande evolução no que concerne a combates contra pragas (Carneiro et al. A população moçambicana cultiva este cereal com climas condicionados em épocas. 1 2 4 . Hoje o milho tem sido centro de estudos na fisiologia. Esta planta necessita de solos bastante férteis e com elevada quantidade de azoto (nitrogénio) para apresentar um bom rendimento. Feijoeiro é o nome comum atribuído aos elementos da espécie Phaseolus vulgares.

As sementes de feijão de milho e feijão germinam com facilidades. necessitando de muita energia para iniciar a germinação. Fontes:1.com.Figura 1: A esquerda sementes do feijão em germinação e a direita têm ‐se o milho.br/projeto-germinar-semente-feijao-primeira-serieinfo_193576/ feijão e http://www.dreamstime.com/foto-de-stock-royalty-free-germinao-macro-do-milhoisolada-image27604785 Milho https://pt. possuem sementes muito duras.ehow.br/projeto-germinar-semente-feijao-primeiraserie-info_193576/ feijão 2.dreamstime.com.https://pt.ehow.com/foto-de-stock-royalty-free-germinao-macro-do-milho-isoladaimage27604785 Milho 5 .http://www.

2 Específicos  Determinar o quociente respiratório da semente de Zea mays (milho). Objectivos 2.  Determinar o quociente respiratório da semente de Phaseolus vulgaris (feijão). 6 .  Comparar o quociente respiratório da semente de Zea mays (milho) com o da Phaseolus vulgaris (feijão). 2.2.1 Geral  Avaliar o quociente respiratório de sementes de Zea mays (milho) e Phaseolus vulgaris (feijão) em germinação.

7 .  3 Rolhas de borracha com furos e tubos finos de vidro.0ml graduadas a 0. Material experimental  1 Copo de vidro de 2 litros.  Placas de petri. 3.  Tiras de borracha.  3 Pipetas de 1.  Tubos de borracha.3.2 Equipamento:  Balança analítica.  Azul-de-metileno.  1 copo plástico. nomeadamente Zea mays (milho) e Phaseolus vulgaris (feijão).  Grânulos de KOH.  Algodão.  2 Ganchos com suportes.1ml secas. 3.1 Material Biológico:  2 X 20 sementes de duas espécies. 3.3 Soluções:  Água.

mergulhou-se os tubos no copo de vidro com 2L de água de tal forma que apenas os 2 cm superiores estivessem fora dela. 11. Foram pesadas 10 sementes em germinação de Zea mays (milho) e colocadas no tubo nº 1 e no tubo nº2. Foi deitada uma gota da água colorida com azul-de-metileno nas 3 pipetas graduadas de 1. 12. 16. Verificou-se se a bolha estava a meio da graduação das pipetas e foram ligadas aos três tubos de ensaio. 8. 9. A unidade é ml/g. Para o cálculo da mudança do volume usou-se a seguinte fórmula: 14. ∆V = V/∆t *P.0ml. Foram anotados na ficha de experiência o tempo e o valor dos dois lados da gota de água nas 3 pipetas. Onde V é a mudança do volume nos pontos onde a linha é recta. 10. 6. 3.min. O tubo 3º funcionou como controle. As pipetas fora colocadas horizontalmente num segundo gancho e as partes terminais das pipetas foram ligadas aos tubos de borracha. e ∆t é a variação do tempo nos pontos onde a linha é recta. O valor de O2 consumido por grama de semente e por minuto é dado pela variação do peso das sementes multiplicado pela média dos valores da bolha em 1 minuto dividida por 30. O O2 consumido é dado pelo tubo nº1 e o CO2 produzido é dado pela diferença entre o tubo nº2 e o tubo nº1. Foi repetida a experiência com as sementes de Phaseolus vulgaris (feijão) começando sempre com a bolha de água no meio da escala. 2. Foram colocados ¾ de água da torneira num copo de 2L a temperatura ambiente. Em um copo plástico foram misturados alguns mililitros de água e azul-de-metileno. 13. Colocou-se as sementes de Zea mays (milho) e Phaseolus vulgaris (feijão) a germinar em papel de filtro absorvente sob placas de petri com alguns mililitros de água por mais de 48h. 4. e não foi colocada nenhuma semente dentro dele. 7. 15. 5. 8 .4. Juntaram-se os 3 tubos de ensaio com uma tira de borracha e foram presos no gancho ligado a um suporte. P é a massa inicial das sementes. durante um período de 30 minutos. Foi colocado um pedaço de algodão no topo das sementes no tubo nº1 e umas partículas de KOH sobre o algodão. Procedimentos 1. Foram feitas leituras de 2 em 2 minutos.

Para calcular o quociente respiratório das sementes foi usada a seguinte fórmula: QR = CO2/O2.17. 9 .

002 0 0 5 10 15 20 25 TEMPO (MIN) Volume tubo 1 Volume tubo 2 10 30 35 nº2 .69-0.01 28 0.006 0. Valores dos dois lados da gota de água nas 3 pipetas das sementes de feijão.79 0.45 0.79 0.01 0 6 0.25-0.35 0. Tempo em Tubo nº1 Tubo nº2 Tubo nº3 minutos Tubo nº1 Tubo corrigido corrigido 0.47-0.47-0.69-0.79 0.56 0 0 26 0.56 0 0 20 0.69-0.47-0.47-0.79 0.47-0.79 0.56 0 0 10 0.25-0.25 0.35 0.25-0.012 0.69-0.25 0.79 0.69 0.35-0.79 0.69-0.79 0.56 0 0 30 0.016 0.69-0.25-0.15-0.69-0.56 0 0 VOLUME (ML/G*MIN) 2 0.35 0.35-0.15-0.01 12 0.69-0.47-0.47-0.56 0 0 16 0.69-0.56 0 0 4 0.47-0.35 0.56 0 0 18 0. O tubo1 registou apenas variação quando o tempo foi de 4 min e no tubo 2 quando o tempo foi de 10 e 26 min.35 0.79 0.25 0.47-0.69-0.69-0.47-0.79 0.69-0.35 0.47-0.018 0.004 0.47-0.69-0.56 0 0.25-0.25-0. Resultados Tabela 1.01 0.15-0.56 0.79 0.35-0.69-0.45 0.47-0.008 0.35 0.56 0 0.79 0.014 0.5.47-0.47-0.79 0.59-0.45 0.25-0.25 0.79 0.56 0 0 14 0.15-0.56 0 0 8 0.35 0.56 0 0 24 0.56 0 0 22 0.25-0.

Valores dos dois lados da gota de água nas 3 pipetas das sementes de milho (Zea mays) em germinação e a variação do volume (quociente respiratório).6 0.5 0.5 0.4-0.5.56 0.4-0.6 0.47-0.42 0.4-0. nos tempos 14.56 0.56 0 0 6 0.32-0.26-0.32-0.5 0.20 e 26 min e no tubo 2 apenas quando o tempo foi de 8 min.5-0. Valores corrigidos (mudança de volume) das sementes de feijão (Phaseolus vulgaris) em função do tempo.42 0.42 0.47-0. O tubo1 registou mais variações.47-0.5 0.56 0 0 24 0.32-0.42 0.42 0.6 0.5 0.26-0.47-0.003333333 ml/g*min.32 0.56 0 0 30 0.4-0.42 0.56 0 0 26 0.56 0 0 20 0.47-0.42 0.Figura 2.6 0.5-0. Verifica-se que quando o tempo e de 2 à 5.32 0.6 0.32-0.7 0.7 0.47-0.5-0. Tempo em Tubo nº1 Tubo nº2 Tubo nº3 minutos Tubo nº1 Tubo corrigido corrigido 2 0.56 0 0 18 0.42 0.6-0.42 0.56 0 0 12 0.56 0 0 11 nº2 .01 0 16 0.6-0.5-0. ocorre a maior variação do volume.01 10 0.6-0.5-0.006666667 ml/g*min e no tubo nº2 a mudança foi igual à 0. No tubo nº1 a mudança de volume por grama de sementes no ponto onde a linha é recta foi igual à 0.32-0.56 0 0 14 0.47-0.47-0.32-0.5-0.47-0.47-0.01 0 22 0.32-0.47-0.56 0 0 4 0.47-0.56 0.006666667 ml/g*min e o CO2 consumido é igual à 0.7 0.56 0 0.4-0.47-0.56 0 0 8 0.4-0.6 0. O O2 consumido foi de 0.32-0.42 0.26-0.01 0 28 0.003333333 ml/g*min.32 0.47-0.32-0. Tabela 2.42 0.5 0.32-0.32-0.32-0. O quociente respiratório é igual à 0.47-0.42 0.

00311875ml/g*min e o consumo de CO2 corresponde a 0.003 0.min O consumo de O2 é de 0. Valores corrigidos (mudança de volume) das sementes de milho (Zea mays) em função do tempo.min e no tubo nº2 a mudança foi igual à 0.001 0 0 5 10 15 TEMPO (MIN) volume T1 20 25 30 35 Tubo2 Figura 3.00311875 ml/g. No tubo nº1 a mudança de volume por grama de sementes no ponto onde a linha é recta foi igual à 0.344609218 12 . Quando o tempo é de 6 à 10 regista-se o maior aumento do volume.006 0.004 0.00107475 ml/g*min O quociente respiratório é de 0.005 0.002044 ml/g.VOLUME (ML/G*MIN) 0.002 0.

2009). e sendo o tubo 3 o controle das mudanças de pressão atmosférica ou de temperatura na experiência. Segundo Taiz e Zeiger (2009) o processo de oxidação completa dos compostos de carbono e H2O. observou-se na primeira fase. requerem grandes quantidades de massa seca. em que neste caso é maior que 0. concernentes a bolha na pipeta graduada. relação denominada quociente respiratório (QR). houve uma pequena redução do peso do feijão. através de uma serie de reacções químicas. de actividade respiratório nas sementes de Phaseolus vulgaris. Mendes (2008) afirma que existem vários factores que podem interferir na actividade respiratória das sementes. usando O2 como aceitador final. E mesmo tendo-se verificado alteração na leitura dos valores só nos primeiros minutos. O que confirma o ocorrência. absorvera o CO2 e libertando o O2 produzindo na respiração e o tubo 2 mostraria o efeito contrário. De Castro (2011). Contudo. a permeabilidade das membranas das sementes. aponta dentre os vários factores do ambiente. a tensão do O2 e a luz. A energia e libertada é conservada sob forma de ATP. embora reduzida. o que evidenciava o consumo de CO2 e libertação de O2. dos quais tem-se o teor de Humidade. o qual pode ser prontamente utilizado para a manutenção e desenvolvimento da semente (Taiz e Zeiger. que e mensurada sob forma de quociente respiratório.00666667 ml/g*min. onde o tubo 1 com KOH. 13 . com libertação de energia e denominado respiração. a água como sendo o factor que mais influencia a actividade respiratória. consequentemente. ocorre a hidratação dos tecidos e. Discussão Foi feita a experiência do quociente respiratório de sementes de Zea mays (milho) e Phaseolus vulgares (Feijão) em germinação. Porém. Segundo Mendes (2008) A respiração implica uma perda de massa seca. Com a absorção de água. por embebição. do minuto 4 em diante não se detectou nenhuma alteração na leitura dos valores. nas sementes de Phaseolus vulgaris (feijão) mudanças nos 4 minutos iniciais. e as trocas gasosas. Feita a mesma. implicando a sua destruição. Tendo o tubo 1 apresentado maior consumo de O2 com 0.6. Tudo com vista a avaliar a quantidade de CO2 libertado e O2 consumido. a intensificação respiratória. tornando mais eficiente a produção de Adenosina Trifosfato reflectindo na elevação do consumo de O2 e maior libertação de CO2.

e com quociente respiratório de 0.No caso das sementes de Zea mays (milho) nos intervalos de 6-10 min registou-se maior alteração. 14 . nos tubos 1 e 2 tendo o tubo 1 registado maior consumo de O2.0034460218.

7. Limitações Esta experiência não teve nenhuma limitação. 15 .

5 As sementes do milho apresentam menor quociente respiratório comparativamente as sementes do feijão. O quociente respiratório do da semente do feijão é de 0.8. 16 . Conclusão O quociente respiratório do da semente do milho é de 0.344609218.

A. E. 4. Porto Alegre. Referências Bibliográficas 1. Zeiger. P. 5.. 67pp. Mendes. Manual de fisiologia vegetal-teórica prática. Borgheti (2004). Livroceres. M. Atributos físicos.S. M. (2004). R. químicos e biológicos do solo de cerrado sob diferentes sistemas de uso e manejo. 8. Porto Alegre: Artmed. Carneiro. Universidade Federal de Pelotas-UFP.net/ciencterravida/biologia/phaseolus-vulgaris-feijoeiro.. F. (2009). L.R. Alvarenga. Souza.D. W. (Tese de Doutorado). B.F. 325pp. P.C. (2008). 4.R.. Pereira. De Castro. Fisiologia vegetal. 819p. R.A. (2009). Solo. A. Editora Artmed. Bras. Lavras – MG editora 2. Lavras. Avaliação de Qualidade Fisiológica de sementes de Milho por meio da actividade respiratória. 17 .. Actividade Respiratória como método alternativo na diferenciação do Vigor de Lote de Sementes.. Castro. Reis. 7. 33:147-157. 211pp. Disponível em: http://knoow.G.ed. Pelotas. R. C. Germinação-básico ao aplicado. (2011). 6. Anatomia do feijoeiro. Kluge (2005). e Azevedo.. Ci. MG. Publicado em 29 de 02 de 2016 Acessado em 03 de 10 as 14:49 3. Taiz. H. Respiração. 650pp.9. Sandra (2016). Ferreira. E. E. Almeida.

99 4.4 0.7 0.07 0.10.088 4.3 6. Variação do peso.5 4. Pesos em gramas (g) Pesos em gramas (g) Módulo da variação do Espécies Milho (Zea mays) Feijão antes do tratamento depois do tratamento peso Tubo nº1 Tubo nº2 Tubo nº1 Tubo nº2 Tubo nº1 Tubo nº2 4.15 (Phaseolus 8 vulgaris) Fórmulas usadas Variação do volume (DV)=V/Dt*p Onde Dt-> corresponde a variação do tempo V-> Variação do volume P-> peso O2 = DV CO2=O2 (tubo 1) – O2 (tubo 2) Quociente respiratório (QR) = CO2/O2 18 .4 6.6 8. Anexos Tabela 3.3 0.