Comer uma fruta, preparar um legume, são hábitos comuns do dia a dia e quando se trata de

alimentação tudo isso se resume em vitaminas e nutrientes necessários para uma vida saudável.
Para que um organismo exerça funções é necessário que o mesmo tenha energia, estas produzidas
através da catalisação das substâncias (vitaminas, nutrientes) obtidas nos alimentos. Se o indivíduo
ingerir algo que o prejudique, consequentemente não exercerá bem as suas funções e ainda poderá
estar exposto a problemas de saúde específicos da má alimentação.
Doenças relacionadas à infecção alimentar, tem sido cada vez mais comum, principalmente quando
se está exposto aos fatores de riscos que se concentram na ingestão de alimentos contaminados ou
mesmo que são produzidos sem a devida sanitária. Como explicar o fato de alguém se sentir mau ao
comer uma simples fruta? A explicação pode estar justamente na má qualidade dos alimentos
colocados a disposição dos consumidores quando da visita ao mercado ou a aquela bodega, que na
maioria das vezes, estão localizados bem ali na esquina mais próxima.
Na agricultura, o uso dos pesticidas tem sido a solução mais utilizada no combater às pragas e
insetos que assumem o posto de vilão das lavouras, a presença desses organismos no ambiente
agrícola, ocasionam imensos prejuízos não só aos grandes investidores, mas também prejuízos
significativos à saúde pública, haja vista, que na corrida contras essas pragas, são utilizados
produtos químicos que ao eliminarem ou diminuiremm a incidência desses “inimigos das
colheitas”, em contrapartida, provocam sérios prejuízos ao homem quando consumidos. O que há
de bom ou ruim no uso de agrotóxicos para manutenção da produção agrícola e abastecimento do
mercado alimentício? O ponto negativo desse uso é que em termos percentuais, uma alimentação
eivada de agrotóxicos apresentam uma maior desvantagem para quem busca um regime alimentar
voltado para uma vida mais saudável. pois, por mais que os agrotóxicos deem certo fim aos insetos,
por outro lado contribuem para uma saúde prejudicada principalmente à quem está diretamente
exposto a esses produtos, ou seja, os produtores e compradores no mercado agrícola. Câncer é um
exemplo disso; glifosato, malathion e tetraclorfino (dimethyl forfato) são tipos de compostos
químicos considerados possíveis cancerígenos e são encontrados sim, em milhares e maioria dos
pesticidas mais comuns nas áreas rurais.
Em meio a isso que se criaram alternativas sustentáveis como: engenharia genética e agricultura
orgânica. Formas totalmente diferentes de se produzir alimentos sem agredir ao meio ambiente,
desde modificar um gene até utilizar técnicas e abolir o uso de pesticidas. São absurdos os números
de empresas que contribuem no uso de agrotóxicos, dinheiro investido em coisas que só afetam
tristemente a saúde não só do homem mas também da natureza, então quanto mais cedo as
indústrias acatarem esses modos específicos e sustentáveis de produção, mais tempo terão para
viver e viver muito bem pois o que antes se encontrava diretamente no cotidiano, agora já não será
o mesmo e assim todos terão esperança de uma vida-longa e saudável. Não podemos deixar que isso
se prolongue, devemos fazer a diferença e tornar este mundo mais habitável, o veneno está na mesa.