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Ori entaçãoTéC ni C a:
A. Fanzeres

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quÍgâ uma-nova co-irmã, Nesla noya pubticação3ó irataÍemosde som, acús.
lica., audiotogia,ampliÍicaçãode baixa Íreqüôircia ê aíins. TrataÍá do SOMmelhor. Será uma publicaçãono mesmoestilo simplesde suas co-irmãsRádio
TV Técnico,Eletrônicapara Todose MundoEletrô'nico,
porémsó dedicadâao
SOM-melhof.
SOM é a matéria-pÍimaem que a humanidadeestá inserida. O som que nos
cerca, proluzido pelas mil e uma coisrs da nalureza e também pelo Èomem.
A pÍópÍia linguagem,_êstê
poderosoinslÍumento dê comunícação,começou e
continue com a manipulaçãoe modulaçãodo som, TentaremósiuOt;cai tudo
o-guê se Íelaciona com estâ maléÌia-pdma,que é da Humanidadd,e, portanio,
não pêrlence exclusivamentEa uma ió pessôa ou srupos. SOM é'üniversal.
Nossa publicâção lralará dê circuitos dã áudios po-rqüeé a ponderávelpaÍ:
cela que alÍai. Mas aboldaremoslambámos outrós aèpectoséonorosda úida.
Será uma publlcação para melhor. Dal usarmossempre no têxlo da mesma.a
êrpresgão SOM-melhorque nos ocoÍÍgu para enÍai!ízarque pÍocuÍaremosÍazeÍ
o máximo,não com o espírito de anlagonismoê sim paÍa daÌ a nossos lêitores tudo o quê conhêcemos.PaÍa el€s, tudo Íaremoj, pols é com etes qu'e
temos comptomissodo melhor seÍvir.
AguardamoscÍilicas, comêntáriose sugestões,que devsm sar dirÍgldasao en_
deÍeço abaixo.
Cordialmente
A. Fanzeres
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Íaz planos audaclosos oaÍa a conquìsta do univeÍso.a o ruído se jmpõe como uma necessidadesocial dentro do ambienÌe em que vlvemos A calma.aqui na Teííâ erislem problemas lundamenlais de sãÚde' alF menlação e bem eslar' culo equacìo' namento deve ter Por obietivo a de_ íesa da drgnrdadeda Pessoa humana iníelrzmenleíelegada hole a um plano secundáíio. baseada na mâquina.que oíereçam uma proteção adequada contra o barulho nos hotéis e outros estabelecimentos oúblicos dos nossos cêntros ulbanos. convida ao esÍor9o mais aÍduo da vida interioÍ. cada tê sgíão no. Èstâ atividadê vem sendo dêserìvòl_ vrda há anos pela Associação Brasileira de Normas Técnìcâs. mas sobretudo' parâ aludâr o homem a viver em recolhilnento e elevação espiriìual. ê Preciso acabar com a mentalidadede ÍazeÍ barulho como modo dê mostrar-se imoortanìe . na s ue ânsìa de dominlo. está eslreilam€ni€ ligada a esta íonte pêrmanenle de poluiçâo ambiental' de -peíturbacó€s ílsicas e psiquicasque e o ruloo óeste modo.e o protegia con_ lra os intempériesJoi subst.com a colaboração do Instiluto Brasilêiro dê Acúslica. a íavor da higiene e da segurança do Ìrabalho ê a bem do sossêgona vizinhança das Íábricas: o que é necessárioé a criação de urnâ mentâlìdade. E então veÍiíicaremoso acerto das palavías do saudoso Papa Pio Xll. o siléncio e a sensâção gerâl de conlorto que dêvem caracterizar uma resrdênciamoderna são elemenlos primoÍcliâise altamenle Íavoíâvel paía quâlquer alividade inteìec' tual e paÍa o meíecido repouso dos seus ocupântes. O silèncio exterior não é suÍiciente para inlroduzir o espÍrito até as regiões mais elevadas.em Íâce do proglesso píedominantementemaleÍlal de tal modo absoÍwnle que domina quasê todos os nossos setoÍes dè ativrdade' homem lem píocurado deÍenddí-se contra tudo que possa prejudicaí o seu berh-estarÍisico e mental. colêtivos de íeoar BÍasileira dq llorma3 õe lugaÍes Asgoci6çà enfim ou escritórios em altas voz€s os altojalanhrbitualmênlê vrvem ou traDa_ orõoões e do Instiiuto Brasileito Ìécnica€ -Íixos onde Ìuidos ^n. Er-proí. O h ome m .que deúe começar na escola píimáriâ * é indispensávelo estabelêcimentoe a obediência a normas que assegurem uín min mo de siléncio nas Íesi' déncias e hospitais..da tidãde no pÍoielo. predispõe a ouvií â voz mistériosa dê Deus. Assim. lem um sub-Píodulo clos mais ind6seiávgis:o Íuido. mas antes dê mais nadâ é um Píoblema de aducaÉo. a deíesa codt. Além desta conscientização. os .nossos tgnPos. ao receber os membros da "Lega italia_ na per lâ lotta conlrâ i rumori": "o siléncio se hostÍâ benéíico não só paÍa a saúde.luida progressivamentepêla cabana e pela casa de moradia. sempre presente na alma dê sua criatura e desejoso Ce comunicaÍ-lhe os seus bens".u que ã-uã modo semêlhântê. veém-se os lécnicos à lÍ€nts d9 um problema higiénico cu-ias propoíções iá são alarmentes no ambilo da nossa civillzaçao. na constíuçaoou na De veÍcllos mctores. se é verdade que o incrivel desenvolvimentoda indúslÍia mo_ derna t€Ín tÍazido à humanidade sacÍiÍícios incalculáveis. que estabêlêçam um limite máximo de ruidos pêrmlssíveis nas indúslrias. procurando esclarecer o aírastar de cadeiras são. as allas vozes. ruÍdos domé5tìcosque certamenn-umâo ruÍdo produz no orglírrsno atenuados desde que. VeÍif ica-seuma verd ad elía ' nv êÍ s ão de valores: a máquina' invenladà pelo homem é talor do píogíesso.suAPRoMoÇÃo o stLÊNclo E AFTRMAÇÃ0 E RESPEITO DE EDUCAÇÃo Pelo Eng.E enlr'elanto. Com eíeìto. apodeía_seda l!a. grande Parte dos ruF Os 6ngenheiíos.o L. Nos. Ë quanto aos rui' antiguidâde Desdea mais íemola .nos quais o pro_ blema da proteção âssume um relevo particular.ià ou volântes e oulros ies ' da Àctlãica. Os resultados destes trabalhos de longo alcance virão.tençáo de os dêsaiustados. Da laoflcas residèncias manr. caEctorizadâ pela rápida m€ca_ nizacto d€ nossa eía. Toda a atividade indusirial humana.o €scapameniô (+) Engpnheiro clnsultoÍ.com o tempo. A. oe servã a senhoía: e. A câvêrna prìmitiva qu. Para esla lula a Íâvor Jo srlencro o alcancesocial cioádâj compreenaa os todos ProllsslonaE convocâúos são das camoanhâs a Íavor do silêncÌo parcela de rosponsabrìãtn renr u. oãos goveínamentaisa atençao eoitos e assovios. o equilíbrio nervoso e o trabalho intelectual. Palhano Pedíoeo ('3) Estamos vivenoo sem dÚvida o sé_ c u l o da lécnica . a buzìna.esla pâs_ sando de gscíava a oonâ. médicos e indusdos eue nos cercâm Podem ser evipalses €m váíios Í93ponsáveis tÍiais o Íádio ou lelevisão com gíân_ Ìém reconhecido ê reclamaCo-do€ óÊ tados: parã de volume sonoÍo. ToÍna_seabsolutamentenecêssário educaí o nosso Povo. o Ìralidâde Escola Politécnicâ dã PUC. lhaÍn as Pessoas urbanos godem e devem sgr rePrirni_ o dos ou reduzidos.em sua.a conscientização de que promover o silên_ cro e uma aírÌmação de ecÍucaçãoe respetÌo. O Droblemado rúdo é sem dúvida um oroblema de rêpÌessãç. invade o espaço. boa parle dos mesmos podem ser dìminuidos. é impÍescindÊ vsl oue cada um de nós cultive a arte de vivor coletivamente dos industriais.mas lhe prepaÍa o acesso. o conceito de habitação evoluiìl dê tâl rnodo que não se Pode hoie concebê-la sem a Íinalidadê PrêciPua de oetender o homem não so dos agentes climâlicos como também da âtuação dinâmica e allamenle mecanizada dos centros urbanos. ontre ouque males a opiniáo Pública Paía cs líos. as batidas de pé' ãste píoblema. não é menos 06í10 que essa indústíia.

nulo ou negativo)e inÍor- maçõesde controle {p.Í|MIGRÍ|PR||GESSIIIÍ slqnEtiEs 2ã5O Hoie em dia..Mas o que é. através de um diagramaem blocosdorJPSignetics 2650. o Microprocessador é um dos componentes mais "falados" e consideradoa solução universal para todos os problemas.Ao mesmo tempo. usadas nas instruçõesdc pulos condicionats.ador de Instrução(R l) é o registradoÍ que recebea instrução a ser executada.emportuguês. procuraremos. explicar em poucaspala vras a Íunção que desempenha cada uma das Dartes. Inrtrustion Addrs$ RqÍtbn RegiíÍãdor do Endereçoda ln* trução: recebe o enderço da posição de memória onde estaráa púxi ma instrução a ser executada.e o que Íaz? ?ara permitir ao leitor uma compreensãomelhor. Após a execuçâode cada instruçãoeleé ôtualizadode acordo pelo resultacom a necessidade. Condition Codc and Brânch Logic:.e.r Rditút: Registrador do Endereço do Operanoo: recebe o endereço da posição de memória onde esú o operandopara a instruçãoatual. 5. Holding Registsr: Registradorde Complementação: é uma extensãodo Rl e é usâdo para completar as informaçõesdeste último quando Íorem necessárias.: se a operaçãoda ULA é aritmética ou lógica).. ProgramStatu! Word: Palavrade Estadodo Programa: é um registrador de 16 bits que armazena informações de estado do programa(p. ALU. Indruction R€giitsr: Regist. ULA: Unidade Lógica e Aritmética. do dessainstrução.Códigode Condiçãoe Lógica de Desvios: é o circuito que guardaas inÍormações de condição. é o circuito que realizatodas as operaçõesaritméticas. e a mantém.e. Timing Logic: Lógiqade Tempos ou RelógioCentral: é o circuito que sinèroni2aos sinâis de controle g€rados pela lógicade decodificação. OpeÌ8Íd Addr€. damoso nome.oprocessadoÍ. tÍavés do conteúdo do registrador de instrução)qual instru@ irá ser executadaê gêra os sinais de controle para aqueb instÍucão.:s€ o resultadode uma operaçâoé positivo. Decodiog and Conúol Logie Lógica de DecodiÍicaçãoe de Controle: é o circuito que identiÍica (a.de cadauma.{esta informação) até o término dá mesma. na veÍdade um M ic. .lógicas e de deslocamentodentro do Jnicroprocessador.

por exemplo. resultadosde operações)sãocarac" terizadgspoÍ um endereço. Subroutine Rêturn Address Stack: Pilha de Endereçospara Íetornode SubrotiÌìas: a pilha de retorno contém 8 que armazenamos registradores endereçosde retorno quando houver interrupção.L.e.ELETRÓNICA sER PoDEM DAEP'.para armazenar resultados interme_ aÍitméticas.dados. posição de memóri€ ônde está operando. diáriosnasoperações O registrador(R0) não faz parte da pilha (que contém 6 Íegistradores)para facilitar as operações entre registradores ondeum delesé o R0. l/O Logic: Lógicade Entradae Saída: é o circuito que gera. Dõta bus regiíer: Registradorda Via de Dados: que recebeos é o registrador dadosque'entrame saemdo microprocessador iôdependente' mente de suaorigemou destìno (rnemóriaou periÍérico). Interrupt Logic. Lógica de In' terrupção: é quem aceita ou não.A .recebe e sincronizaos sinaisde conÌro' le para operaçõesde entradae saroa. Os cálculosde$es endereçoi (tanto de dados como de ìnstru' ções) são Íeitos nestecircuito de forma a não sobÍecarregara U .Saída: é quem selecionaÒ endereço ônde se encontra a InÌormaçao que o mrcÍôprocessadornecessita em determinadoiníante (p.j''''PTRANGA'1'16sËlïï[. Adress AddeÌ: Somador de Enoereço: todos os elementosque devam entrarou sairdo micropro_ cessador {instruções.t'lelsnT'i81Ff . pedidos d€ interrupçõode dispositi- vospeÍiÍéricos.IIIUI'IDO RÁDIOÏV TÉCNICO.qual p€riÍé' rico irá enviar ot| receberos dados para aquelainsÌÍução). Stack Pointer:Ponteirode Pilha: indicaqual é o Íegistradorda pilha de retorno que contém o 19 endereçode retorno. posição de memória onde está a instÍução. RegisÌradoÍes R0 . Output Control: Controle de Register Stack : Pilha d. Ouando houver operações um deles entre 2 registradores sempreseráo R0. A TE N ç ÃO ELETRÕPARATODOS'.'lï"'^"u.Registrador Zero são registradoÍesde rascunho disponíveisao programadore gue servem.99ry9 rrcdïïõons aïõüfÀrs PÚBLrcAçÕEs í.

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3 1 0 6 1 0 8 ? r 3 0 2 Cebo c/ plug 06 R H 41 3 rò Caixâ 3 1 0 6 1 0 3 01681 o Falarìte 8 ohms 2 406 2 6 3 06806 Cabo c/ plug 3 1 0 6 1 0 8 71302 ( 4-ì Parâfuso \t/ Let r e irorrPHIL IPS" (^ p/ fixar íe1ânte @ @ o @ @ PARA ABRIR. fixâr Lêtreiro iPHILIPSi Moldure 2406 263 06802 falante 3 1 0 6 1 0 0 0034r 3106 10.t 0 5 5 8 1 2522 r83 36042 11 ..06 RH {02 o @ o 3106 109 0198r Catxa I ghrbs Falanté @ L./ 2406 264 0202L 3106 994 66402 Preailha 3 1 0 6 r0 0 0 0 1 3 1 PeraÍuso 'PHILIPSi p/ presilhe 2 5 2 2 1 6 9 0 9 0 rI Parafuso p/ìairpa 2522 rL? 020t9 . introduzir chave de fenda na abertura rnterlor da carxa e força-Ia pare traa. 3106 103 01831 Calxa Falante cabo 3106 100 00131 N o ta : 08 R H 4 16 o 2 5 2 2 r6 3 3 6 0 4 2 5 ohmg 20 cma 3 1 0 6 1 0 8 71302 c/ plug Perafuao p.et.\ \:.o \t @ /..ei.

1 33lOL 257 35301 257 38302 257 38302 LS LS LS LS 401 402 403 404 12 4 4 8 8 3106 108 30591 2.0l 4Q (n 20w 15.2 hH 0.u u' 12 pF 2006 003 00004 06 RH 426 cabo c/ plug Caixa C an e ca Emblemâ Parafuso p/tampa Passador p/ tampa Presilha p/o cabo l-S 401 LS 402 LS 403 4 ohms t rt 3106 3106 4304 3122 2522 3111 2522 108 109 0?4 107 110 124 705 71491 0r 861 00031 72322 08033 04613 L5lo3 2422 25'.35 mH 3106 108 21381 .20000H2 I cfoss -ov€f :2000H 2 5126 S 42? -cC 726 0. I mH 3106 108 21?01 0.1 33L0L 2422 257 35g0r 2422 257 38301 4Q 30w -s5426 5421 5428' 5429 {F 06 RH 427 7L49L 01921 00031 72322 08033 04613 15103 Cabo c/ plug CaÍxa Caneca Emblema P arafuso p/tamPa Passador P/ tamPa Presilha P/ o cabo 3106 3106 4304 3122 2522 3111 2522 108 109 074 ro7 lLo 124 705 ohms ohms ohms ohms 2422 2422 2422 2422 25'. 8 pF 2006 003 00014 -fl5.c726 c127 c72A c730 -RR ã01 50 l l F 50 l r F 8ÈF 24pF 2003 003 2003 003 2006 003 2006 003 00012 00012 00003 00013 6.35 mH ' 3106 108 30581 3106 108 21381 .8 mH 0.06 RH 423 cabo c/ plug Caixa Emblema Paraiuso p/ tampa Passador p/ tamPa PresiÌha p/o cabo 4 ohms LS 401 n LS 402 3106 108 3106 109 3722 rO7 2522 L10 3111 124 2522 705 2422 257 2422 257 7r491 01851 72322 08033 04613 15103 33101 38401 LS /. 1 úl i 3106 108 305s1 2.6 ohms ?106 294 0000? .

. poÉÀ: ciâ (em lomo de Ítw) coÍn teD!ões de alimentação oõo críticâ! (3 a ltv') alérÍ de alta iúunidâde a ruído.m. .. Aplicaçõcs: EquipamcDtos alimctrlailos por barcrirs- .T. I ns/poÍta obtidos com transistoacs opcrando na região não saturâda. . ltTI" HLL (HÈh-NoiÉ lnmority Lolic. Consumoelevddo (30 mwpoÍta) Dcail odç F. Tipot cspcciais: SérieZ S€rie S Ìú. Consumo elevado (10 mw/porta). mas seÍn o pocaibilidâdê de colo cação do çapacitoÍ extcmo). faremos lestâ €dição um Íesumo das principais tecnologias em uso.8OLËÍt ÌÉCNiCO tNFORir^ VO rOOtROt{ Secçãodo Estadantc Um pequeno resumo das famílias lógicas Freqüentemente cm proietos onde se utilizâm ciÍdritos integrados digitais. dc mâtrêìÍa qúE sênt'te u!| delê 6tera no corta. Funções lóEcas Por meio da tramistoÌes multi-emissor.i Lgta) . Baixa imunidade a ruído (< 0.. Estâ configuração po$ibilita um conalta imunidade a rüído com aplicaçõ€s a sumo minimo (o.es em paralçlo com os emissores âcoplados.ção de potênci. Alta velocidade dc oper-ação to6 a alto6 níveis da Íuído.. imunidedê r ruído. As funçõ€s lógicas são obtidas através de transisto.! de ciacuitos lógicos.T. HEh TtÌ. alta velocF dade.lr: PaÍa bâixo consuÍno (l mwporta) Parâ altas velocidades de opefação (80 MHz) (Tecnologia SchottkY) El. ( l5V) supoÍts níveis de ruído { 4V. nos colocamos à frente do pÍoblemâ da escolha da tecnologiâ de construçâo que 6ôis s€ adapte àLscondiÉes de tÍabalho exigidascomo." ..míliô de bairâ dissipação d. Bâixâ imunidade a ruído (< 0.. Série1.L. .l lrgic) Lgh Tecnologia com aplicaçãcs prra altâ imuoidãde À Ìuído (como nâ fâ$flia LS. Compaúvel com T. T.L (Lor Srccd faCk) em série). A imunidade a ruído6 €stático ê dinâmico deve-s€ â um diodo Zener colc cado intêmamente.L. útid. Para baixo consumo e altas velocidâdes (25 MHz 2 mw/porta) (Tecnologia Schottky) E"C. bem como simttolo_ . ftrúr Lodc) É a mais ampla fâmília de ciÍcútos digitais com baixos pÍeços de encapsulamento e de maior propagaçãono metcado. Alta velocidade de op€ração: tempo de propagaçãotípico (10 Ís/porta). .T. Família de ci. .gia e descrição de cada função lógica. C-MOS irâbrlhem eD rrgime compleme ar (dois tÌa8istoÍ€s t-S. por exemplo. Tempos de propagação d. Família de circútos irúegrados digitais paÍa altícsimas velocidâdes de operâção.cuit6 irtcgrados com .I|NII. Os circuilo.L 'Propúedades: . .gõ. C.L (Et!|út r Couplc.nt6 . Em aplicâsõ€s úìais críticas a imunidade a rüído dinamico podd ser aefoaçâda por um câpacitor adicioÍado exteÍnamente.4V). Trabalhando com tensõ€s mais altas que a família T. Deüdo âo 8Ìande ÍúmeÍo de Àmílias constrütiv. fu. (20 ns/port. . êtc.ol mw/portr em contÍole indultrial ou circuitos suieiI KHz).hoÌl ê Hith Lv. .MOS (CoúpLncrlrry sçmtcoDdstor) .L Greúro. durarb a opcÍação depend€ da fre{iiência de chav€amênto.5V) .S.) . A di!ôip.

Rio . Fanzeres Um liwo que explica ludo grl linguagemacessívet Pedidospara Rua Goiás.E DloDos ì .cores preto (-) e vermelho(*).SOBR.GIGA-ELCO de alta confiabilidade Capacitores Os capacitoresda linha Giga Elco sáo indicados para condiçõesde trabalho onde se exigem altas correntes atràvés de um capacitor.l0 4 SOVoaPresentam os seguintesvalores preferenciais: TensãoNominalUu Nominal Capacitância pf tolerâncÍa I t000 2200 50 4700 olo 2.t4 D l o Dos DloDos de A.Quinlino. como fontes de alimentação de grande potência e conversores DC/AC.T r0000 í0 15000 22000 16Vcc Dimensõesem mm T I 70Vcc 40Vcc 25 Vcc dimensõeó d x l(sem isolação) 5 0 x1 0 0 35x55 50x90 50x100 65Xíí5 í00 Vcc 5 0 xí 0 0 6 5 xí 1 0 75x130 50x í00 50x í00 SAIBA TUDO. Encapsuladosem caneca de alumínio com isolação externa possuem terminais com parafuso identificados pelas .I ' 164. Com tolerância de .

todo lcopl.J ll l I Suportando coÍÍent€s RMS de até 554. Com encapsulamenio mêtálico e adodo ou catodo a ele diÌetarne c acoplado..t50 375 375 M&imo Valor do Pf Têmporâhrra Rôsistêncla térmlca Í fdt Ír = 25iC. o que facilita â formação de cônjuntos I€úficadores. estes diodos possuem des€oho apropriado para fixação em dissipadores térmicos.rtí) 3$..7 't. (€l (K/W) t?5 't75 175 O:T 0../135 55 ì ' ssiEtslEtl f ) ssi E t3 ssi Ê r4 ssiEll ssi E 12 Co116ntê módla miixima Corronto RMS dlretr dlreta máxlma r Máxlma corrente do suÉo dlr6tâ ur = 25'C.. ||po MáxiÍro plco de tensão têvetsa rcpetltiva (v! ssiEr í') sstEÍ2") ssrE13') ssiE14") 30. lom! (A) 350. são 6pecialmente indicadas para blocos rêúficadoÌes de potêlcia.c3ül.7$ 75.0 tl) r75 1 C..mnto ") anodo scoplâdo âo !.700 30....do e ôrc. as séries de diodos SSi EulEr e SSi EtrlE!.plulâmonlo Mensalmenlê nas bancas 15 ..tc.7m 75. 1l I I I II l fl Itilr\I I II ìtl il..rì SSiEíIIEí2 I) .... loms de iunção Ít (trs) 76 7qt m0 7(x.700 tn = 45'C (A) (A) 35/í 50 3s/r50 35/r35 35.

. que a ele Pode sêr aplicada. redução da tenúo c..a. prolegido pelo resistorRe melhorândo â regulação significativamente.a.correntes iá calcula_ ' dâs no item 4 S€ êstabelecerlnoso limite süperiol em 16 Volts e se ülilizaÌmos um diodo Zener de 12 V.Vr) E emplo de cólculo: .50 mA = 80Íì .r v.3v.calcüla-se v" R'--. " -v . Caso se exijam tensõ€sÍeguladas. Teffâo.f . e os vâlores de R. rb.04v<v"<24. lcoÍRoÌ{ ^rlvo Em rádios. Podemos ca lcu lâ Ì o va lo r d o capaci l or C pel a fórmula: Rr m * = : . A fi8ürâ I no6 ÍnoslÍa um exemplo oe fontê s€m trânsformadoÍ. a lentão cc deseiada. ." e R. o transformâ' dor passott a ser o mais volumoso e pesado componente(em cettos casostamÉm o mais caro) .c.5y.Podemosadicionar'utn diodo z€ner à saídâ. v- Como podemosobsetvar. diodos. iereÍnos: onde: l/Ls-é l6v . Í)tETtM rÉct{tco lxFoa 3) As coÍrenlesmáximae mínimae{igidas pela carga 4) lsto estabelecido..isto sem levarmos em conta a dissipaçãode calor e as perdas...solução! Ga nossa Seuproblemô. Pode ser perfeitamente utitiado na. Um capacitor.= .F/ 400V Fazendouma análiseda regulaçãoda fonle nas piorescondições: Y . a regulação de\le tipo de fonte é pobre..g. d6de que se resPertem03 limites de tenúo a. Sulrstituindo os valores na fórmula' obtemosã variaçeomáxima de Vs: O rcsistor R" pode ser calculado Por: v .e devemos aslobelecer: = Capacitor escothido:MÁC TUBO t ..-. = --: t." a ro = -= 2 2 5 { ì c: Vv"=t. t50o 15 )U mj\ 150+ 300 R r-. 15 R.= ____: _= _= 100 mA I-.l5l - rmt! a tensão máxima qué pode ser aPticada à carga Vz ..) Í6 I. Rr. correntes exigidaspela carga: 50 mA (min) 100mA (max) . Tenúo dâ.60-225. sem provocaa quage nennum aquecimento.8pF 2Ì. 2r. relógios. ocupândo menor volume.t t o +l ï E c =1 2 1 Y " por: V" é dâdo l5 : 1.1 0 V o = 9 9 V e R r = l 5 O O e q"= 300O V . cc desejadav" = l5v .teísáo oe ZEneí . .poÍ ele provocadas. calculadorâs e outros aparelhos eletrônicos de baixa potência é comum a utilização de um transfoÍmador redutor de tensão para a construção da fonte cc necessáriaâo seu funcionamento.) v. ltOV t loqp . entlttanto.ai" ...l2v 100 mA . . Â teítaüvâ de substituição do trans' formâdoÍ poÌ um divisor resistivonão é viável. R p=:--= Cálculo de RL..cde c.Crm a caesc€nteÍeduçáo de tamanho e custos destes apaÍelhos.. 5) Tendo a tensâo de rede.".ffi- r0. com um custo vantaiosô em Íelação ao tÍarsformador. pois iÍíamos encontÍaÌ sériâs rcslÍições quanlo ao calor dissipado pelos resistor6 e tâmÉm Pclo consumo de ooÌÌreÍ1e. c= 2) A tcnsão cc dBeiâda (V.= 30O O Para 4 conttìüçAo desle liPo de lon. onde o câPâcitor C tem a funçâo de limitar a tensão àplicada à fontê d.(rr0 . RL (V- l-r" I ) Tensão de alimeotaçío rie rede (V-) (úpicameÍ e I l0 vq ou 220 v". ..=l l 1 .

Para Finimizrr o efeito da má sirtooiâ.(+) se aceriderá. o amplificado. Esta confiÉura{ão é s€melhantea um ciÌcúto NAND . É conveniente nolâÌ que em ambos os casos o transistoÌ que fomêcê @rrente âo led (O) estará em corte. indicâÌ a pGição dê sintonia ótiú.7 kO. Sc a posiçâo dê sintonia estiveÍ fora do Donto ceotral.onde o lêd (0) será comutado somente se Fipüa I - Ltido cobÌeado ambos os l€d's{+) e (-) esúvo.em cortados. Com este aumento de dvel de tensão. indicândcsÊ acgiú o ponto ótiEo de siritonia.entraÉ ern corduçâo levaído o tÍansistor BC 558 à satdraçáo e Figuía 3 - o led. apre!€otjmoc um cirçuito bastllte simplcs e prcciso que faciütaú . O ponto de acionamento doI led's (+) e (-) dcve ser ajustadoatra vê dos respectivos 'lrimpots" de 1 m Figun 2 - Lado componenles EsqueÌna BC 558 7x lo so(-:) BC 548 vêÍmelho Ao pino I tBA 1205 10k 77 . principalmeDte se €stt foÍ €sieÍÊofôÀica.a emissoÌa. (--) Yermèlho e (0) vcrd€. o transistor BC 5ll8 (à esquôrda da figura). A id6â coNiste no cmpreSo de tÌês led's prr. diferencial lêm a sua simêtÍiâ aiustâda poa um "trimpot" d.m muito a çorÍete sintonizâção dr estâção íles€_ iada. 4. Da m€sma fotma sê a siotoniã €stiver no ertremo de baixõ Íreqiiêoctas. O sinal exfaído diretâment€ do piÍto 8 do amplificâdoÌ de Fl (integrado TBAI2OS). o led (-) scú comutado. como por exemplo no ertremo de altas fÍeqüências. ^o loÍmalmente ceía dificuletroontramoô dadc ne locslizâ{ão do ponto ideal d€ Ìe' ccpção d. teÍemos um aumento do nível de tensão conúnua no iítegrador.: (+) vermelho.rq-ETlrí tËcÌtlco ll{Í{n ^ l|o rcornoÌl lndicadorde sintoniaótima paraTBA 12OS sirtotrizâlrÌros üm Í€ceptoa de FM. (Vide esqu€mâ). é integÍado através de um circuito Rc e âmplificado por um amDlificador diferencial.

na disDosiÇão do presentecircuito. Observemque circuitoscomerciaises' tão protegidospor patentese a divulgação dos mesmosé apenaspara Íins educativos ou uso pessoãlsem visar lucros.{F _ srn o ft€. 18 ^c161/o1 rã -s'zr' '1 .Notemo sistemaíeguladoÍde velacidadedo motordo tocadisco TSt17T Ìs.CIRCUITOPARAELETROLA PORTÁTIL Com apenas4 lransistoÍespor canal é possÍvel obter-seuma alta qualidadesoRora.1a J \ /à rcne rF ÊúÍúco Ï'"'"- ---l't-- ce"i*o _-{F-Pa"csÍ€i _ .os alto-ta' lantessão de 3 2 ohms.que tem sua versãoõomercialno eletroÍonePhilips06 GF 703.

3ks} lkHz 3kHz SkHz 75kllz l0kHz 330kç. É importanteque os três componentesC e os três componentes R seiamde valoresexa- R .01pF 2.i VALORESPARAOSCILADOR DE DESVIO DE FASE Nos osciladoresde desvio de'fase (ohase shitt) os valoresC e R alterama Íreqüêncía.7t(sr 1.sksr '3. A Íórmula para determinara Íreqüénciase encontraiunto ao desenho.3kO tfl)Hz 2ü)Hz -ì F l. 0.Os valores para Ce Rs e g u e m-s e a b a ix o .} 6sks.7kO 6.F c c tr ãnpF 5.5kO 33kO 26kcl 17kS' 13kO 4.6kA 1.5kQ 1. 3:tkf} 6sks) 6.6MO 81oko 650ko €0ka 33kÍl 16kO 13kO 8.zktr1.qxDF lreq rl tos entre si.05sF 2.0(npF 650Rsl 330ka 160kÍ.3kO '.3kç' 2.7kO . 13kO 6sko 400H2 500H2 750H2 33MSz 1.3k4 0. 130ko 87kO 13q(f.7kçì 6. 22kSZ 13kO 8.6kO 1. 11oko 6sks) 43ks.

I x t5 W O ciÌcuito que apresenlamosé a pa.rw -]õ--Ï I * -:lF- pousren :so v --r . Devem ser usados 4 allo-Íalanles.. A paÌte de FM e Aítl Íoram omitidas porque não exisle possibilidade dê seus componentesseÍem adquiÍidos. I C I I m -r. Já a parte de áudio. Os transistoÍesde saída possuemdissipadoresdê caloÍ e os medidores U470e U471são de 10 mA de alcance. está completa. mesmo para experimentação e estudo.1 i .cada um de 15 w. que tem entradapara locadiscoe gÍauadol. dois por canal. f- I .te dê áudio dê um coniunlo comeÍcial de muila âtualidade.

.

sem visar lucros.nossointuitôé o dar bases de estudopara nossoslêitores. : '.an .todo e qualquercircuito pode ser reproduzido.ELETROFONE PHILIPS.----r- 1w !% __€* . Philipsrto O presentecircuito que é apresentado Brasil. A. Para uso individual.06 GF 71OIOO por nÍmiagentilezada S.IEXÌO DE 4OóOOn /V EM REL^cÃo Ao + D€ c4o5 ?2 Ís.u. * ! % as TExsoEsìforc^DAs FOR^È| M€D|OÂSCOÈl IÍ{STRU. ____{F_ panstËi ___ll_ PÍ. está protegidopor patêntescomerciaisnão podendoportantoser repÍO duzido para revenda.e ao publicarmosêste e outÍoscircuitos.

que tem sua rotaçâr por assegurada um dispositivoespgcial. ( (] 5.independenteda Íreqüênciada rede elétrica.A potênciamáximade saída é cje 4. usandounidadêde toca.abobina S 405 é o enÍotarnento do motor.P H i LtP s00A R A íL 06 6F 7tO / OO 23 .2 watts iotais.. No esquema. disco de cerâmicatipo Philips 22GP 224/01.A .

KIT MKE O leitorde nossasrevislasé sempreum experimentador.1 12 13 14 26 27 28 Íotõmetro(célulade sulfeto de cádmio) 29 termÕmetÌo eletrônico detector de mentiras{psicogalvanômetro) 30 3í estimuladorde crescimentode plantas 32 fotômetroalimentadopor célula solar 2 4 6 I PBOJETOSDE C|ÊNCTASNAIURATS 24 luz noturna automática sirene eletrônica alarme calorífico alarme de luz inoperante alarme com SCB operado por luz alarme contra roubo operado por luz âlarme remoto de nível d'água alarme contra roubo operado por SCB (retiÍicador controlado por silicio) lampêjador com ritmo controlável clBcurrosEtEïRÔt{rcos BÁsrcos experiênciâscom capacitância cigarra de porta interruptor eletrônico indicador eletrônico de lntervalos de temDo relé altamente sensível gerador de alta voltagem . exoeriênciascom indutânciâ . e os proietosque podem aproximadamente ser realizadosencontram-sediscriminados linhasabaixo.00 básico O custo construções. mesmoque iá esteiana cate' goÍia dê "proÍissional"Íaturandoem cima dos serviçosque Íaz no campoeletrônico. é de Cr$ 600.E deve apreciar o KIT como expêrimentador de MKE 65 que permite65 tipos diÍerentes. MKE 15 clramadorsonoro paÍa peixes CIRCUITOSDE PBOTEçÃOOU ÂLARMA 9 CIRCUIÏOS DE ENÌREÏENIMENÍO OU DE 17 EFEITOSESPECIAIS 18 19 detector de mentiras audível 20 oássaro eletrônico 21 vela eletrônicà 22 cravo/sino eletrônico ZJ metrônomo eletrônico 24 órgão elètrônico gerador eletrônico de eÍeitos sonoros 25 iogo lógico de porta "E" (princípio do computador) luz estroboscóDica t0 Í.

Proieto N.009- S.. A LEI DE OHM E OS RESULTADOS MULÏI.lV1. SEM DÚVIDA.M.M. CIRCUITOSTÓGICOS DE COffiPUTADORES 54 55 56 57 58 59 oorra E multivibradorFLIP-FLOP multivibradorastável porta "E" cbntroladapor luz porta controladapor luz "não E" Ílip-flop com estado controlável DE TESÏE CIRCUITOSDE EOUIPAMENTOS 60 61 62 63 64 65 geradorde sinais de A.PARALELO ES ENÍRE SEUS CÁLCUTOS EMPBEGANDO OBTIDOSNA P8AÌICA. com diodo de cristal telégrafo com lámpada oscilador telegrático por deslocpmento de freqüência 49 oscilador telegráfico sonoro e luminoso 50 rádio receptor de A. sotâr 52 exoeriênciacom telefone 53 transmissorde A.AtÊM DOS PRòJETOSACrMA MENCTONAOOS.F. 8EM E SÉRIE-PAFALELO COMO FAZERCOMPARACô' DE CONSTRUIR CIRCUITOSÊM SÉRIE.DO KIT MAIS MODËRNO ÌERA ÏAMBÉMA OPORÌUNIDADE vocE ELEÌÊôN|CA.49 cx. Rua CapilãoSalomão. 227-8130 25 .KITS ELETRôNICALTDA. ponte retiticadora oalvanômetro sensorde posiÇãode luz teste de transistores NPN teste de transistores PNP NO CAMPO OA EXISÌENÌEPARAFINS EDUCACIONAIS TRATA-SE. 36 experiênciada constante de tempo RC ?c 39 40 41 43 44 experiênciascom resistores relè com alto travamento ampliÍicador fonográfico alimentado'por energiasolar gerador de centelhas relé retardadorde tempo exoeriénciascom transistores ampliÍicadorde acoplamentodireto de dois transistores tonte de alimentaçãoregulada {e diodo zeìef clBcurTosDEcoMUNlcAÇÃo 45 46 47 48 oscilador para praticar o código morse rádio receptor de A. Paulo - SP Tel.142 CEP 01. Postal 30.' oscilador operado por luz 34 interruptor operado por luz 35 medidor de nivel de saída . com transistor âlimentadopor célula 51 rádio receotor de A.M.

qualquersom nenémchorasseou produzisse o apareacima do noÍmal.coloca-seR1 na posição Nolem que há uma chave. que liga a lâmpadacom o contatoA ou qualquerouiro circuitode alarma.T4 começaa conduzire uma voltagemsurgenos extremosde R10que Íaz T5 conduzire energizao relé. seta.remotamente. tagemnos extremosde Cg-Rgexcedeo va1orde Q. no coletor de T3. um relé. estes produzissem ainda de ser O circuito tem possibilidades usandocomo um excelentetraçadorde sinais. o relé deve ooerar. Pode ser um micÍoÍone de alto ganho do tipo dinâmico de 50 K ohms de impedância. que coloca o alto-Íalante em curto. ê levado ao diodo MR I e a vollagem assim obtida é udada para carregar o condensador C9'que está em paralelo com R9. Í2 e T3. ParaveriÍicarse o circuitoestá Íuncionandc depoisde pronto. Quando a voi- de máximo ganho e abre-se a chave que está em paralelo com.Aplica-se a ponta do dedo no extremo de R1.2volts. o projetoinicialdestinava-sea ser Ínstaladono quartô do bebê. Mais adiante explicaremos seu uso. lho pôde tambémser usadopara detectara presençade intrusosou animais.desdeque algum ruído. O Íuncionamentodo circuito é simples: compreende um sislema ampliÍicadoÍ de três estágios acoplados a condensador-resistência ï1. Posteriormente. ampliÍicado.quandoêntãoa parte. Lista de materiais R1 R2 R3 R4 126 potenciômetro lineaí 50K 27K 4. Deve ser ouvido um forte zumbido no alto-Íalanie.alémde C8 até o Ìêlé. O sinal. que permitem uÍiì ganho de aproximadamente90 dB. caso o para acionâr. pode ser dispensada. do lado opÒstoem que está a terra. indicada por urÌìa .7K 27K .o alto-falante. A entrada do sinal é eÍetuada nos extremos de R1.RELÉOPERADO PELA voz Este dispositivotanto serve para alarnìa como paraoutrosfins. Esta voltagem é aplicada a T4 que está em dispósição emitodino e acoplado ao transistor de saída T5.Se agora íor curto-circuitado o alto-Íalante oor meio da chave e novamentese tocar Rl.

5K R1t 1. R5 2.o condensadorC1 estásem indicação. Cg 20 mÍd x 12 v..Trata-se do eletrolíticoligado à base de T1. IndicadoÍ pÍotissional. Sob a orien tação de A. Fanzeres Mensalmenle nas bancas 27 . T2 . FEìRA ELETRôNICA. C5 C6 8mÍdx12v . C3 8mÍdx 12v .são em seqüênciano desenho. dos os transistores Poréfn. R10 1.não estãoindica T1.7K R6 15K R7 680 R8 3. Fíto-falante de 3 a 15 ohmsde impedância Todosos transistoresdevemser do tipo AC 126ou similar MRI 0A70 ou similar Nota: Por um lapso do desenhista. pedimosdesculpaspor estes lapsos. RÁDIO TV TÉCNICO A revig'la dos veteranos.9K . T3 e T5. sistênciainferiora 100 ohms. O mesmosucedeua Cgi que está em paralelocom R9.5K R12 47K R13 3.7K R17 27K 8mÍdx 6v" C1 C2 20 mtd x 12 v. Relé pâra Íuncionarcom 5 volts tendo re. contendo aÍtigos e resposta de todas as caÍlas en viadas à redaçãó. C7 CB 8mÍdx12v. 8mÍdx12v .por lapso. Também. C4 8mÍdx12v .3K R14 33K R15 22K 816 4. 8mfdx12v.

. geralmente.Faz paÍte de uma série de "kits" que por enquàntonão existem no meÍcadobrâsileiío.PARAMICROFONE PRÉ-AMPLIFICADOR O sinal produzidopor um mlcrotonede bobina móveÌ. é.insialarum microÍonede alto ganho.. 1199 J a"rro.Mas o circuilo e acessÍvele o passamosaos nossos amigos leitores..íVo 1 mÍd x 10 v.de baixo nívele iòsatisfatório para muitosgravadoresque possuemampliÍicadorescom baixo ganho. eletrolítico 10 mÍd x 10 v. O circuito original deve-sea l.lornandoqualquerampliÍicãdor(ou gravador)"duÍo" em um sensível equipamento. f a*- EZYAAC3VO Lista de materiais R1 R2 R3 R4 R5 R6 150K 39K 5.6K 'I.inclusiveo Íinanceiro. Sinclair.8K 47K 4. -.tem problemas. Por outro lado.7K Todos resistoresde 1/4 w.dinâmico. elelÍolítico 10 mÍd x 10 v. publicadona excelenterevistainglesaRadio end ElelÍonics Construcior.Os númerosdentÍo de círculosielerem-seao chassi impressooriginal e podem ser desprezades. O circuito consomepouquíssimacorrenle e o ganho é excelenle. eletÍolítico c3 TR1 2N3707 TR2 2N 697 z o1 BZY88C3V0(3 volts) 28 . R. Uma sotuçãoé intercalarufn pÍé entre o mi croÍonede baixo sinal e o amplaficador.de baixa impedância.

um resíslorcomplementar ou usartransÍormador de saída. A maiorvoltagemde alimentaçãonão deve excederde 6 volt$.AMPLIFICADOR I'LTRA-SIMPLES Este amplificadorÍunciona.Usa um alto-Íalanle de 80 ohms. ra casos em que haja interÍerênciade estações de radiodiÍusão.Seu valor deverá ser entre350 e 500 pF. porém 3 volts é suÍicignte.existeni duas goluÇões:co!9car um alto-talanlede menor resistênciae acrescentarum resistoÍ paÍa complementar o valor.Se não houveroossibilidade de s€ conseguiruma unidadedestas.ou usar um transíormadorde saída.Nuncase deve usar que tenhamenos diretamenteum alto-ralante de 80 ohms. te são necessários. o conden(adorCX só oa. Na realidadesó um resistore um comoonen.Colocar.como já dissemos. Notemque são usadospoucoscomponentes.pequêno.com apenas 3 volts sendó indicadopaía a parte de áudio de Íeceptorespequenos. -vc 29 .

000 pF 1 0 .pela ligaçào das chaves. A.sdo possívelem matériade música.podemosrecomendar a ÍirmaTRANCHAM S. nâo deve ser elevada. rua Sta.000pF 22. PoÍ expeÍiència pÍópria.32" 244" 2' " z5 264" .asstmesperamos. Natüralmente algumasdas diÍiculdadesna execuçãodestesciÍcuitosserádas imoedâncias 21 até 26. C3 C4 C5 C6 100. As combinações peram. PeÍmite. Se todo o conjunto Íor dispostoem uma caixa.262.00pcombinações o que superade longequalquerÍiltroque já se tenha publicado.o experimentador terá com que impÍovisarquasealém dos limite.o sr.O0QpF 100. destemodo.000pF 22.as mais avançadasimaginaçõesdos modernos musicistas e. O técnico da Trancham.000pF Rí R2 R3 R4 R5 R6 R7 22K 82 ohms 22K 22K 1OK 82 ohms 22K 4 Henries 21 222" z. onde se desejarintroduzireÍeitosespeoe oe.o aÍranjo Íacilitará â seleçâo da combinaçâo adequada para atuaçãodo filtro.FILTROUNIVERSAL O circuitoque apresentamos é o que se pode chamarde "univers4".000pF 1 . Destê das imoedâncias modo'osenrolamentos não precisamser para correnlesmuito elevadas (no máximo50 ou 100mA) e os resistorespoderão ser de 1/2 w. "passa-alto"cu "passa-baixo". Paulo .Sua aplicaçãoé indicadapara medidase tambémpara uso em ampliÍicadores.S. seja como "passa-bânda". Cl C2 .erminada ciais'pelaeliminaÇáo íaixa possiveissude tÍegüências. com as 19 chaves ou interruptorescolocados no painel Íronteiro.poderá solucionar ò pioblema. EÍigêniâ.estandosiluada dentrodos limitesde áudio-Íreoüência.SP.. Gilberto.573 . por este A potênciados sinaisque circularão filtro. pois especializa-se esta orgânizaçàoem transÍormadores e impedâncias paia eletÍônica.em mullo .

coÍno o indicado no ciÍcuito. Já nas bancas o novo livÍo de A.também âssim será a 'distorção.Íua Goiás. Pedidospara Ed. FatìzeÌes CONHEçAE APLIQUEO V. pode-seôonseguiruma gÍande melhoriana recepção.O. R2 D 1. O lìmitadordeve ser inseridoenlre o detecior 'e o estágio ampliÍicadorde baixa freqüência. se aproxìmado valor da correnle contínuadirigida em sentido contrárioe â impedânciade D1 aumentaconsideravelmente. Nó 1/2 periodo positivo.é D2 que limita a.' A ÍunÇãode R1 e a de ajustar o nível máxi- mo do sìnal desejado. Com um limitadorsinnples. D2.1164 .correntedo sinal circula por Dl durante'l/2 petíodonegativo {l-* l0pF ls*--------) td ruxt a r 0kQ 22kp.amplitude.DE AIìÍPLITUDE LIMITADOR Entre oulras vantagens.Nolem que quanto mais atuanleÍor a limitação. Signo. Por exemolo.principalmente em ondascurtas. sem que haja um ensurdecedor ruído nos ?llo-falantesdevido ao ganho do receptor.M. 31 . 04 8 5 -V6 r0-r00kQ R1 10kç2 r 0 PF F v7z do mesm o.O nível máximodo sìnaloue pesurgeà saídâdo limitadoré deteíminado la correnteem repousoque percorreos diodos D1 e D2.um limitadorde amplilude permiteque se passede uma estaQãó a oulÍa.

nF.Ambosos estágiossão esidênticos. .202 oüência de corte de 1 KHz. C ada estágioé Íormado por um par de transistores ligados como emitodinos.o segundo. uma onda sinusoidaloura. distorçãoinÍeriora 0 .e medir os produzidos peloampliÍicador.cada um tendo um "declive" de 18 dbloitava. Oulros valoÍes podem ser Íacilmente calculados pela ÍóÍmula no soDé do desenho. oÍoduzida. Cb e Cc./ NPN. 1 546.A distoÍ- ^ ì 392 ^ a Íreqüênciade corte em cada canal é de 1 KHj porémo segundoharmônicoé atenuado por'um Íator de 20 com respeitoa Íundamental. Para uma Íre32 eão introduzidapeÍostransistoresé despresívele o uso de T2 e T5 como cargade corronte constantedos emissoresreduz aínda nais a distorção.05% e comoos ãmpliÍicadoresmodernossuperamestesvaloresa maior parcelade distorçãomedidaseria a pelo própriogerador... comerciais. Damos aqui uma versão deste processo. Inharmônicos Íelizmente. são. em disposiÇãocascatâ.9. respectivamenlei 22 nF.Com os valoresindicadosno desênho.PNP.DE DISTORçÃO SUPRESSOR O processousual para se medir a distorção de um ampliÍicadoré o de se inietarno mesíno. . A solução é íiltrar a distorção harmônica.mas para simplificar sencialmente de polarização em cc. o primeiro c problema é com um par NPN/PNP. poucossão os geradoresde onque tenhamuma dassinusoidais. lsto é possívelusando-sefìltros. 56 nF e 3._0. Consiste de dois estágios de Íiltros. Os valoresde Ca. deixando apenas a Íundamentalpura.

. Lisla de materials Cl C2 C3 C4 C5 Rl R2 R3 R4 R5 . 1 Meg .9K 22K 1oO 3.idênticoèm ludo. RIO e R1l mantémum nÍvel de cc em C3. C4 e C5 Íorsm reduzidos.FILTRODE RUíDOPARAESTÉREO Íoi publicaEm recênteediçãode ELEKTOR.ocorrepróximoaos I KHz. "esAs letrasL e D indicamrespectivamente querda" e "dirêita". I Meg .Quandoa cha- ve 51 está Íechada. R6 R7 R8 R9 R10 R11. 3 polosi posição BC547B 33 . A Íreqüênciade cruzamentopode ser aumentada se os vàlores de C3. A voltagemde alimentação podeser de 15 a 30 volts. destinado a redudo este excelèntecircuito zir o ruÍdona rêcepçãoFM de estéreo.os dois canaisestão isolados porém os resistoresR9. O ruído. Notemque só são indicadosos valoresde um canaljá que o outro é. se deve à parte de Íreqüên' cias altas e o circuito pÚblicadopermito a sua eliminação.Ouando 51 está aberto.7 íl 100 nF 150K 150K 100 3.o cruzamentoentÍe os dois canais.100nF 4. C4 e C5 de modo que não há possibilidadede ocorrer "clicks" quandoSl é fechado.9K 220K 1 Meg. 51 T1 e T2 820 nF 470 nF . em FM.

TR1. TR2 8C109.dentrode uma variaçãode 1 dB.400 ohms ou menos.2N2222 poderáser entre9 e 12 v. do Sem o condensadorCl a banda:passanle adaptadoÍé de 5 Hz ate 70 KHz.Íontede sinal de alla imoedância até 500.6K 240K 100K 560 10K A.000 ohms em uma entrada de 2. ilìF l:- = Lista dê materiais c1 c? c3 c4 R1 R2 R3 R4 FíC r|o R7 R8 ' . O adaptador reduz a impedânciasem aìterar o seu ganho.DE IMPEDÂNCIA ADAPTADOR Ccm este circuito é oossívelse usar um micíoíone ou outra qualquer. 100 5. etc. A alimentação 34 . eletrolítico 1 mÍd 240R 2. Com 0 o valorde C2 de 330 pF o limitesuperiordè íreqüênciaoassanteé de 22 KHz e com o valor de C2 de 800 pF o limitesuperiorda banda-passante é de 10 KHz. '1 mfd 330 Pr 800 PF 1OmÍo'x 20 v.2 Meg.

S' Paulo .PÍaça 9 dè Julho.) decepÇÕes TÊANSCEPTOR Oeseio construiÍ um transceptoÍ (ou tÍansmissór e recepioÍ) para a Íaixa do cidadão' óu outt" Íreqúência menos usada para utili' zaeãò indust. (Pedimosa nossos leitores que ncs escrevam sobre os resullados das transações. GRAVAçÃO DE V|DEO Estou interessado em lrocaÍ experiência e material com pessoasque êsteiamtrabalhando. Enviesua men!a-99l1 . para uso doméstico' Fernando eiasi .zc'oo' hío. CarlosA. desla revista. escÍevam para William Silva GuilheÍme Rua São José. Cada: Cr$ 980.F{uaFelícioTarabaí.000.sP.PoweÌ 110/220 AC.700.PaÍaguaçu zã ..SP .360 ." GeneralModelFx 2624.O0(). transistorizado' alimentads por í2 v. alcance mlnimo de 500 metíos e máximo de 1'000' an' lena de 70 cm.) .PRECISION. Lld.A F.Av.Rio' ÍÉSTE"INCATEST" Necessitourgen'ledas instÍuçõesdo provamodelo5992' dor de válvulas"INCATEST"' Íabricadopor Ind.FEIRAELETRONICA Esta seção puHica gratuitamenteanúncios enviadoóoelòs leitores. Farias. ZO. de 1975 dê maio/iunho.JuazeiÍo do Norte CEP 63.180.Íavor enlraÍ em conlatocom AdvâirBenelt'Rua Osório Maia. COMPROGEBADOR Deseiocomprarum geradorusado.zl7 .não impoÍta o teor das mesmas. Entrar elrÌ contalo com Flávio P. ou CÍ$ 20. n'o 3. Pos' tal 44 . serial 450255. VËNDO TRANSMISSORES DisDonhode 30 coniunlos de lransmissoÍes.mas ÍunLIDER' marcaLABO. Freire Jr. ESQUEMA Deseioobter o esquemado gravador"YOU ELEdiRICco.CEP04375. Para maiores inÍormações.ial permitida Por lei. cionãndo.A direção da revista não se resoonsabillzapelo estado dos artigos anun' êi"-ãót pelastìransaçõesentre anunciantese " compÍadores. FÍeqüên' cii variável por eleito luminoso.40C.av. 100 . 696 .904Vila SantaCâtarina.cc. para captar e lransmitiísinais "bip-bip" e não voz. Postal 24a3 . Favol enlraÍ res e ampliÍicadoÍes em contatocom José AntônioAndré. e Com' de Aparelhosde Tesle.CEP 19.Rua Guianas.Goiás.CEP 2C. cr.S.Ã: Fãnãei. exoerimentandoou vendendo gravadores de'víàeo.Cx.. made in Japan' Quemo possuir. .IncatestLlda. DO CLUBEbOS FUTUROSELETRôNICOS BRASIL Formamosum clubè que necessilade inlor' 35 .pois não desejamosveicular em noss aspublicaçóesinÍormesque causem . cycles 50/6ü.SP. Paulo SP..Sâo João da Boa Vista .TeleÍone288-8100' CORRESPONDÊNCIA com pessoag DeseiotÍocar corÍespondências de que se dedicamà montagem transmissoa válvula. Quem o possuir..235.00 pelo volume 38.ma terial e aceito inÍormaçõesque possamaiudar.' os leitóres sabem quais sáo as revistâsde e nelas colocam seus ape' maior penetraQão ios..100-.412 Pâulista. ELETRÕNICAPOPULAR Pago Cr$ 50. Comproesquema.CE.Íavor entrarem conlatocom José Pereirade Sou.GuÍupi . (Veiam nossa ìsenqão: publicamos aqui qualquer notícia solicitada por nossos leitores.SP.CEP í8. MaÍanhão1.SoÍocaba. ou outra maÍca rêputada' ClementePinlc Cerqueira.00 peta Íotocópia do arligo em que Íoi pubticadg o esquema de um receplor FM-VHF para Íaixa de 2 metros.cEP 77.Rua FÍei Caneca. TerezianoValim' 3 .00.

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ianò. telÌtar "gastar" o que está nas prateleiras.o alternatiaas oólìdas para enÍrelrtar esta ldsc tão séria? Ercmplos prdticos: Por que no. principalnrcnte no campo abrangido por nossas publicações (e dos olltros também).cõ.ï pelo uso de aáluulas que ainda existem aos nÌilllões e nã.iiea.ercoisas com o ttrtúcrial (bo?Ìt) qlre iÌã.e rellerões.oalénl de ser tambént cottsiderado obsolcto.a campanha lançada pelo Goôerno no sentiìIo ile d.adede ?rossosirmãos e termos mais conslci. por q1rc .o onde aunzentarn as populaçõese d.a racionq.íoídasEnt se tratando d.o recicláDeís.miqos Ieitores que nossds revistas são frugais. Publicamos lioros d.ëtrcìa d.e nossq.mosusal'.arn o acerto d.eque hcje se torna púbiica.Diuulgamos ilrJoÌnações tenrcs p(ígina.mospl. Deaem ter'rlotad. lornecettd.dd.dcmodnnto a.s casas uendedoras.ntaçlo Tacnlca: âPOrL()ÌrfAt{zEeEs DDITORA SIGNO.e Íóôìl leitura.cionclizdrmos o uso e o gasto de ìnq. Estas reíIexões nos ocorrem por que agora o BÌasil estd. Vd.Urge rd.issejam ou trõ.dticos c objetiuos. É necessdrio rcÍoïm1lIdrÌnos a me?rtclíd. uílDÌúas e até ntesmo transistores de gennânio que erístefixàs "toncladas".o sao erportdaeis? Aroumentaï.oent unta b(rtaÌha de cxportação para obter diai sas e red.csc?ruolDidos.se que o d.emoltst?.e ou"e oiaenns em um. Usq. ao pasf'o que as t:tiluulas aí estã.E[DIT[|MilAI A propósito d. Vamos aprenCer d lo.anxeníeiloméstico. quanCo pcssíucl.orde dl|dio ou utn aoltímetro eletrônico.o cotid. Falanns acìmd de úesÍes. jó não etiste mais na. A cpoca nã.sa -cores (FEIRA ELETRoNICA. necessid. cujas tìragens d.por d.lsso mesmo! UnL gerador d. Faneeïes Cr. até nt6mo os de ctráter estÍi. um oscilad.oÌie1tto. alestinam-sea uso próprio.era.rão tentar aju.000 RIO DirctoÌ Bcspoosóvcl: WALDEMIRO BARBCISA DA SILVA Oíi.çao dos gaítos.o os a.s ed.LTDA.and. Postal 2483 20.. Jrentar os problemas d.z.espeïtar a cottsciéncia do po1)o para o.o é d.penaspelas indústrias d. ocorre-nos uma série d.esperd.os países 1ÌtlLitod. mund.luulas sao obsoletds ttão é nuito adlid. p.o. eïecuqd.Eraíim.e RF. cottstruido pelo leitor.R i o - ZC-00 Distribuidor prra tado Brrsil: FERNANDO CHINÂGLIA DIfITRIBUIDOR.e atituiles que mnstram que hd muíto jti hauíamos antecipado esta realìdad.t.ed.teriq.osleitoÌes de todo o Bïasit aiud. a lim d.o-osa en.pel de bzixo custo e ido que enclÌecem a. Até a prórima A.o.icar.ed. poÌs.entpetthad. INDICADO& PROFTSSTONALe CADASTRO) gritis.dar a esta c(mq)altlta do Goaerno. 9(yl .icões.o. Por qlle tzão usar uálaulas? O mesmo se aplica aos tralrsmissorese outros tatttos círctnlos. toda uma ganad d. ' R u a G o i á s. 'pois u?n tïalljistor lançado tto ano possd.écadas.uzir d. Vanns. jacilitanilo cada uez maìs q.nao opto.o de testes.e-ajuCar a combater a iltllação.e eletrônica.d. 1 1 6 4 . circuitos amadorísticos e o'ÌLtÍos.tìtìnueìLas loites d.oé coirsid.A S Á Rua Teodoro d8 Silva. são instrutnentos que.e abastecimcnto.

16 Tel. CÃIrÇÃDOS SOB MEDIDà M O N T IE L Prcrçq loõo Pessôa. I. 20041AGRA TE BR.Entra de alta impedância e corno seoüência./ATES acaba de divulgada.ìgenheiÌose proìetistas podem dirigiÌ' sc a SGS-ATES COMPONENTTI NICI spA.rtÌacuÌto-ciÌcuitosno Os cÌ. OLIVETTIZ. em relaqão a componentes'discletos: . TDA 2002 é m usada em ciÌ'cuito de áudio para âuto.PÌ'otegidocor.ISERVO MECANTSMO Uma nova aplicação para o TDA 2002 cuito integrado da SGS. - Pode funcionaÌ com alimentaçãode a 18 volts. Ocupa pouco espaco - PÌotegido contra sobrecarga téÌmica - .MILLAN. ITALY. A nova aplicação paÌa acionamento de ser vo-mecanismo ofeÌece as seguiÌ'Ites vaÌitâ gens. Como se sabe a C. for necendo 8W de saida. VIA C. bâixa coÌrente.242-1428 .

a pequenapartícula. por exemplo).' (tigura 120). Fig. temos um circuito etetÌico ESTRUTURAATOMICA DOS CONDUTORESMETÁLICOS Com a exceçãode uns poucos metais (mercúrio e nióbio. c"r. S€ Ììão Íor exercida nenhuma influência no metal.ecircuito: unta parte do anlpliada. não haverá uma direção. Como a corrente eÌétrica é invisível à observaçáo direta. denominada. . os elétroÍÌs estãoseparadosdeles e transformados em ions que mantém sua posição relativa devido as forças aglutinantes da natureza elétrica. os átomos não influenciados têm comportamento elétrico neutro. Voltamos ao assunto para esclarecera matériá que vamosabordar. Esta lupa hipotética prcsume-seter um poder de aumento que nos peÌ'mite ver uma estrutura cristalina.Partícula elementar Na disposiçãocristalina dos átomos. rfrctâis não influenciados são neutros de ponto de vista elétrico. Os metais se constituemde átomosem"dlsposição regular.çãodiagrarruítica de uma 'a cristalina. situam-se .parte de uma estrutura con elétrons liores.rsl ll. colno da figuÌa 122. lupa ou lente para dal um sentido Íigulado :io que vamos explicar. Fi g' l 2l odelo d. todos os outros são sólidos à temperatura ambiente.uÍdo por unì componente.entre os ions e podem mover-sedentro dos limites da estruturâ cristalina. oilelo de urnd. Como já foi dito antes.:- CUpSO DE ELETRÔNICA É (contÍnracão) - CONDUÇÃODE ELETRICIDADE ATRAVÉS DOS SÓLIDOS ELÉTRONS LTVRES COMO PORTADORES DA CONDUçÃO DE CORREITTE Já falamos dos átomos. 120 presenta.preferida a ser seguida pelos elétlons livres. Foi desenhada ums. Os elétrons que estão separados denominam-se "elétrons livres".. temos que recoÌ'Ìer a modeÌos Ì)ara explicar o seÌr comportanìelÌto.bateÌia e condutores. . A representaqãodo mecanismo de corrente elétrica também recolÌ'e a estes modelos.cristalina. Na figur'a 121.Eátrons Ìle conilucãa liore. . do mesmo modo.

No presente caso.1000 1até 1.ìse que é disponível para os elétrorls livres como um tubo (tig.0 OHMS/METRO. por uÌr.condiçõesde iniciar a separaçãode cargas. pata coÌtseguiÌ'0 estado rìcutÌo.'cÌÌltcÌ1dc a auto equilibraÌ'-se.Porém não se deve conÍundir ã veloèidade de propagaçãoda corrente elétrica. Este plocessocontinuará até que as duas regiões (polos) estejam eletricainente equilibradas (ou neutras) e no caso presente do elemento galvânico (bate$a) até que as forças quÍmicas que fornecem a energia elétrica não tenham .lalo'tï7od. retornar a um estado neutro. a unl {xccsso de eÌétroÌÌs. considerando-se o espaço que ìiga átomos e ioÌ. Para resumir. 3)  causa da condução é a scDaÌacãode ciÌÌ gas lìa fotìte de vollagem quc lôva. Esta unidade "OHM-METRO" que ainda não havia sido mencionada nesta obÌâ.' . defiìÌila. As designaçõesde isoìante (não-condutor) semicondutor e condutor são baseadas em certas condições (temperatufa em que é eíetuada a medida). é da ordem de 70-0metros/seg. podemos verificar que os semiconduto. A faixa de semicondutores abranqe materiais cuja resistividadesitüa-se entle . Uma seçáo deste tubo imaginário pode st't vista na fiEura 124. se o circuito for Íechado (FIG..ou seja. sob condições gerais. 123).rde eÌétìoÌ. 124 d. porém.. não d€ve ser confundida com a expressão "OHMMETRO" usadâ para designar o teste que mede resistências. Na figtÌ{'a 125.uçao liDre.. falta força mecânica que o faça girar e separar as caÌgas elétricas. indrea a resistência em OIIMS poÌ' metro ]inear do material. Do mesmo modo. Quando se observa o modelo de uma estrutura cristaìina e dos elétrons livres na mesma. propagação das ondas eletromagnéticas ou ondas hertzianas no espaçolivre. 121) os elétrons movem-sedo polo com excessoatravés do condtrtor metálico para o polo que está com falta de e]étrons.ìs. a uma lalta de elétroÌÌs. Fis. Basta ver o que ocorre quando se liga uma lâmDada. tcmos uma |eplesentaçào gr'áfica de resistêÌlcias elétÌ'icas específicas (€m OHMS-METRO) a temperàtura aÌnbieÌlte de 20oC de vál'ios matêÌiais. a migração dos elétrons. od. na outra paÌte da fonte de voltagem (no outro polo) há Ïalta de elétrons.000 quilômetros por segundo A velocidade de migraqão dos elétrons. o material se compoÌ'tâ como isolante elétlico. A denominacão não-condutor não é correta sob um ponto-de-vista exato. 4) A difeÌenca poteÌìcial dcvido a sepatação de cargas na fonte de voÌliìg. res têm muito menos elétroru que os condutores.. isto é. isto é. 0. em um dínamo parado. elétrons livÌes. numa paÌte da fonte de voltagem (um dos poÌos) irrl excessode elétrons portadores é liberado.00. com a velocidade de. também conhecidos como elétìons pcrtâdores: sâo o transporte da colrente.elo CONDUCÃO DA CORRENTE EM SEMICONDUTORES DeliniÇao: A idéia do modelofundamental como açâo de uma Íonte de voltageln.Este modelo da parte cristalina pode ser simplificado. ooo das hertzianas s€ propagam a uma veloci' dade de 300. isto cottcÌttz ao cquilíb|io das caÌgas clétÌicas scpaladas.. no condutor.a Íigura 123 ista secciona. Como as cargas elétÌicas separadastendem a equilibrar-se. pode ser definida do seguinte modo: a separaçaooe_cargas ocolre na Íonte de voltagem.ìlado. As correntes elétricas se propagam rapidamente. a condução metálica pode ser assÍm exemplificada: 1) Os elétrons são livres em uma estruturâ cÌistaÌina. 2) Há difeì'enca entÌe a velocidadc de propagacão da onda eÌetlomagnética e a migraçãr.elo (lt elétrons de cond. 8 pol outÌo Ìado. ent|etanto. As on- 4 Até agola usanìosa palavra "somicondutor" sem.

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Representaçãoiliagramdtica da resistência
elétrica especílicd (ern ohrns - metlo) a
temperatura iÌ,e 20eC.

os sêmlcondutores, tais como 8ilÍcio, ars&
nlco, tetúrio e germânio, são atualmente usados parS e produção de semicondutores.
a coNDuçÃO

NOS SEMTCONDUTORES

Na Íigura 126, temos a estrutura cristalina
do germônio.
Sob certas condições (temperatura muitq
baixa, por exemplo), um átomo de germânio ó cãpaz de aglutinar outros quatro átomos do mesmo elemento, isto é, cada átomo
r.le gcrmânio terá quatro elétrons aglut!
nalrlcs em sua órbita externa. Os químicos
diliam que o átomo de germânio seria quadrivalente.

tron no semicondutoré muito mais restrita
do que no metal: No ponto deixadopelo elétron suÌge um "buÌaoo" ou espaçoque não
è ocupadopor outm. Este espaço,represenl,ando,a ausênciade qgr eÌétron,,podeser
cc'irsiderado
como carrégadopositiv:rmente.

O:O: O:O
O: O: O: O
O:O:O:O
O:O:O:O
cÈ o

O; O : O:O
O :O:O:O
O:O:O:O
C : O : O:O
tig. 126'

io plana da estrutura
-

El cI r otts aglutinantes
NÌiclco com outros elétrons

Se fot'aplicada uma voltagem a um pedaco
de cermãnio que tenha a estrutuÌa da figur" ï20, ttão oõotrerá condução.Este cstado
pode ser modificado se for aplicado ao gerirrânio, luz ou calor. Estas duas formas de
crìcreia induzem uma cscilâção, fazendo
átomos, ions e elétrons se movi"n--oue
mente'm, No easo do gerÍriânio, uma pequena ouantidade cle energia luminosa ou térmicá é suÍicients para liberaÌ o elétron de
seu aglìitinamento.
Na Íigura, temos um elétron libertaCo (indrcadõcom & seta): ele é livre para se movimentaì dentro dos limites da estrutura
cristaìina.
Porém esta ìiberdade de movimento do elé6

o o

Fi g.127

rons liores do átoìtto d.e germattÌo
estrutura cristalina.

os elétrons do germânig, que podeÌn scr libei'tados Íacilmente de scu aglutillal.ì]clìto'
tcnclcrn a ocupaÌ os csfiaccs {equalizac'ãodc
cür'gas). Este pÌocessué demolìstrado na lÌguÌ a 128.

O:O:O:O
O:O:O:O
O:O:O:O
O: OrO : O
o

.--'o

o

Íi:a-128

Ocupação ilos espaços

o."---t

oo

Observando-seos elétrons em um semicondutor, vemos um movimento forçado em
uma direcão.Ao mesmotempo, um segundo moviÌnento ocorre eÌn direção oposta
(Figula 129).

o-4
0

\_-1

fig. 1fr
tt
.,.--.

diagram,ática da

ooooooo
-

.\r--.2

ooooooo
-

Frg.129

!.-z

-

e do G(il!o,
Elétrolls agllLtinantes
Núcleo atôntico corn os outros

<--

2,

il,o mouimento clos elétrons
Direção d.oselétrons
Direção dos espaços

O mecanismo de condução nos semicondutores se compõe de um movimento na direção preferencial de cargas negâtivas (elétrons) e o movimentona direcàoopostade
cargas positÍvas (espaço).Este mecanismo
de conduçãoé denominadode "condução
{'s". A conduintrínseca dos semicoÌ'ìdutoÌ
ção de cargas negativas(eìétrons)é denominada.de "condução-N"e a conduçãode
cargas positivas (espaços)é denominadade
"condução-P".
O conceito básico do mecanismo de semicondução nos semicondutoresé muito importante para se compreendercomo funcionam os semicondutores.
O mecanismo de condução de um semicondutor pode ser alterado se ao. mesmo for
adicionada uma certa "iÌIpuÌeza" ou pequenas quantidades de outro material. Por
exemplo(figura 130): se um átomo de ,,gálio" Íor inserido na estrutura cristalina do
germânio, as condições de agÌutinamento
são mudadas.

Como o gerÌnârìio tem quatro aglutinantes
e o gálio teÌìr só tr'ês,as condicõesde aglutinaqão 1e portanto o mecal.ÌisÌnode condição) Íofam alteì'adas. Estas modificaçõcs
poden seÌ aptcciadas Ìra figuÌa 131.

O: O: O: O
O: O: O: O
O : O : o: o
o --->o--+o

o o

oo

oo

oo

oo

oo

O: O: O3O
Fig.l3l

na estrutura cristalino do

Comoo gálio só tem tr'êseÌétïonsâgluiinantes em lugar de quatro, um espaço,ÌepÌeseìrtando o elétlon faltante, foi incorpiÌado à
estrutura cristalina.

O espaçoserá ocupadopor um elétron adjacentË. òeste modo, um espaçoé deixado ao
átomo também adjacente; por sua vez- o
ãipãco ..ta ocupado por um elétÌon aglutirìarìte de outro átomo. Ássim, os espaços
úouu*-t. através do semicondutor e fÌui
uma cortente ocasionadapoÌ esta movlmentacão de espaços.O semicondutorcomum
toinou-seum semicondutortipo "P"'
Se for colocadoum átomo de antimônio (fl'
ãu* feZl na estrutura cristalinado germâãio. as condiçõesaglutinantes também seráo mudadas.

. o.i

Esta descrição dos ef€itos resultantes da
aa átomos na estrutura cristalina,
"oi"a"
i.ìo--e. caUo ou Antimônio no Germânio
com outros produtosno silício,podeparecer
simptes, porém se tÌata de complexo pro
cessoindustrial'
o controle, primeiro da pureza do germânio
ser acrescentadauma
ou silício, iãra depois
-impureza
(gálio, antimôo"o.rena'dãsede
ideais de
condições
as
criar
irio'- etc.) Dara
tinó "p"'oü tipo "N", é muito difícil. Basta
düer que a 'impureza" representadapelo
sátio tôm qu€ ser da ordemde 1 átomo para
ï oooooodè átomosde germânio.o fato que
a condutividade dos Àemicondutor€sseia
do tipo "P" ou "N", Íormâ tcda a base dos
semiõondutoresatualmente em uso'
SEMICONDUTORCOMO'RETIFICADOR

o \z

Fig. 132

ilio,gramática ìIo.
pentaúo,Ienteilo Antimônio,
- Elétrons aglutinq,ntes
- Núcleo atômico com os outros

Como iá Íoi informado, a condução intrÍn.-""^ aË ,t.., semicondutor pode ser considetada como um processodentÌo do semÍcindutor e que náo tem efeito para o exteÌ'lor;
é dizer: õ semicondutorage como se Íora
eletÌicamente neutro.
Na figura 134,temos germâniodo tipo "P"

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rdõd5ãqqo^ol
lõò XoI
lõ^õ!o!.o;1
r(,(Je-er

Âs mudanças de agtutinação e mecanismo
de conducão podem ser apreciadosna Íigura 133. óevido as condiçõesdiferentesde
aslutinacàoe mecanismode condução,um
eiétron 'extra" está presentena estrutura
cristalina. Por isto, o semicondutor é denominado de semicondutor tipo "N".

O: O : O:
O: O : Q:
O: O:
O: O:
õ\

õ;

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I

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o

fig. t33

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Antilnônio na estruturo cÌisto'Lina
núnio.

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/lõõõã-ãÌ
I o:oô9_o^ol
Io^o^:999o1
!_ryl
+

V-

Fig. 134

Gerrnônio d,o tiqo ìÌ'e condução
1 - Germô'nio tipo "N" '
2 - Gerínânio tiPo "P"
3 - Direçdo do noaimento dos elétrons
4 - Direção ilo movimento dos esp4ços'
e do tipo "N". Na figura 135,estesdois materiais-foramjuntados. Na junçào dos dois
tipos, sucedeo seguinte: os elétronsda secáo semicondutora "P" movem-sena diredos espaços da seção semicondutora
ião
i'N". Na zona de iunção folma-se uma p3lícula onde ocotÌe um contínuo èquilÍbrto
entre elétrons e espaços.Esta película é livre de portadores de carga, permitindo que
o semic-ondutorseia usado como retificador.

está tigado na. Se um material tipo "P" é combinado com um materiaÌ tipo "N".000 9_ ..de seÌniconilutores tioo 1.Crtstal ile múItiplas carnadas . pulando oe espaçoem espaçoe retornandc a fonte oe voltagemNeste ciicuito.entrando na re_ giãÒ tipo j'N':.en urn cil cuito 1 .P'. um excessode elétrons é disponÍvel no cristal multicamadas. o resultadoé chamado de "cristaÌ de múltiplas camadas". ile germAnio ligado no sentido CADASTRO ' Envieseu nome e endereçocompletospata ÌegistÍo GRÁTISno cadastro. isto é. Na figura 136.Película ìl. a Íím de se habilitaÍ ao . al cargasnão se equilibram na pelÍcula de junçâo e os eÌétrohs livres migram atravésda regiãotipr . Na figura 137.Resistor .AÌnryíÌnetro. comecando com a Íonte de voltagem.mânio ligado de modo opostoao da figurã 186.. cAtxa posTAL 2483_ ZC-OO_-20. o diodo de gelmânio.recebimentode inÍorúçóes e Íothetos técnicos.as. Neste óiÌcuito. .p".direçãoda passagemda coÌÌente elétrica (FORWARD). temos urn :ristal de múltiplas Crrstat de ínúltiplas camad. o cristal de múÌtipÌas camadas.Superlície da junção .ou seja. vemos um diodo de s€r. polarizado. O DIODO SEMICONDUTOR camadas a que foi aplicada uúa voltagem.ajunção.

Tem um valor único que não depende do tempo (figura l). um valor. o vâlor da intensidade é constante todo o tempo. substituindo E max por I max. obtemos o ialor entrc pico. O valor instantâneo de uma voltagem alter10 nada é: e -_. dènominado oalot elicaz e linal' mcnte.' a média das amplitudes instantôneas. entre Vejamos agora a. oue é a representaçãode corrente ou voltãsem alteinada perfeita. O mesmo sucede com a voltagem contínua. Se medimos a amplitude entre um máxiÌno nositivo e um máximo negativo. admitindo-se que não se altera nenhuma das condiçõesbásicas. que é no efeito.relação que _existeestes vatorès e a importância de cada um.E max senx2Plxb onde "E max" é o valor'máximo instantâneo. Este mesmovalor é obtido para a coÌrente.VOLTAGEM & CORREÌVTE ALTERNADAS Quando passa em circuito uma colrente contínua. c . em um deterÍhinado momento. Pode-se dizer que a intensidade não é lunção do temDo. o valor md:cirno instantâneo ou oa' lor de pìco. existeni vários valores: âmplitude. Porém quando se trata de voltagens e correntes allternadasíé dìÍerente' Na figura 2' temos um ciclo completo de onda senoidal. Corresponde ao tipÌo de energia elétrica monofásica da rede elétrica doméstica. como se fosse contínuo. Em uma energia etétrica desta espécie'cuia amplitude varia em tunção do tempo. abreviado paÌa p'a-p. que é chamado de o4lor instantôneo. denominada de odtor tnédio.

Estes valore. O que foi dito acima se Ìefere à voltagens e córrentessinusoidais. usando o osciloscópio.a onda sinusoidal pode dar indicações completamente errôrieas Os valores médio e eÍicaz de uma onda sinusoidal Ìrcdem ser calculados praticamente. Uma corrente alternada sinusoidal produzirá o mesmoefeitotérmicooue uma ôorrente contínua cuja intensidade-seja .414. condensadores.. Assim a voltageÍì aÌterÍtada da rede elétrica domiciliar. O valor eficaz é abreviado oara "RMS" (root mean souared) ou seja. As divisões na escala destes medidores são adotadas para oue a leitura seja em valores eficazes.110X 1. nada. FANZERES. Este valor médio pode ser medido através do cireuito retiÍlcador da figura 3. sinusoidais. substituem-se "E med" por "I med" e "E max" por "I max". por exemplo (Íigura 5) j Este semicicìotem 9 o N F.igual a intensidade (valor eficaz) da corrente alter. o valor de pico de uma voltagem alteÌ.ode partes iguais. ialor quadrático médio. em se tratando de vottâgens e correntes alternadas. CONHEqA E APLIQTIE o OSCILoSCóPIO e MANUAL DO OSCILOSCóPIO onde são explícados processos práticos para uso de osciloscópiosfahricados no BrasiÌ da marca DYNATECH e LABO. O valor eficaz de uma voltagem alternada é : Ee f : E 'm ax/Vz.nada. s a 1f .Se a forma de úOa é diÍerente. Aqui abrimos parênteses:os leitores são recomendados a adquiïir os livros de A.e o valor de pico que se obtém multipticándo-seo valor eficazpor 1. É a média dos valoÌes instantâneos.sinstantâneos sãci úteis para certos cálculos e na prática é possível se mpdir valores instantâneos de voltagem ou corrente alternada.são o valor e-ficaz. O condensadorse carrega de acordo com a voltagem máxima instantânea da voltagem alternada presente à entrada. a mediçâo com instrumehtos calibrados para valores eficazes pal. térmicoservirá para medir corrente alternada ou contínua. a saber: OSCILOSCóPIO E SUA APLICAçÃO. É importante que o leitor saiba que o valoÌ de pico existe mesmoe deveser-Ìevadoem corÌsideraçãoquando calculando.sendo possíveì calculaÌ como veremos mais adiante.indicando pelos instrumentos. z z z lrJ o z v. etc. @ t]o . cujo valor medido com um voltímetro (vaÌor eficaz) tem um valor de pico-110 XV2 . diVidindo-se um semiciclo de senóid€ em um certo númer. Nos VOM'S e nos multitesteri"são usados retiÍicadorespara medir as voltagens alternadas com instrumentos de bobina móvel.isotação. O valor médio de uma voltagern senoidal é: '3E med' : (2/PD E max. Os dois valores que realmente interessam na prática. Pàra corrente. ! z lrJ ul ç : z Fig.414: 211. Com o circuito da figuÌa 4 ê tâtcil de se medir. indiÍerentemente e indicará o valor eÍicaz.dez. Um instrumento de medida. Correspondea raiz quadrada da média dos quadrados dos valores instantâneos.

sendo exato o cálculo.707.588 0.5 PI : 0.0002 int€r'valos. organizando a seguinte tabeìa: TABELA GRÂUS SENO 1 18 36 54 72 90 108 . Usando-seuma regua de calculaÌ.logo. Porém. uma calculadoÍa eÌetrônica ou uma tabeìa trigono- métrica.6314.1809.0955 j'*1 5. Na realidade o valor exato seria: z/PT.0955 0.0000 0.314110: 0.6545 0. teÍeÌhos: 6.951 1. podemosachar os senos dos intervalos. Para o valor eficaz determinamos a média dos quadrados dos senos a que corresplÌìdem os dez int€rvalos.3r4 Para o valor médio.809 0.809 0. cessando quando a quantidade de intervalos é infini ta. 126 t44 782 180 0.6545 0.345? 0.000 6. aumentando o número de interúalos. eneontrando V 0. para uso prático. cada divisãocorrespcnderáa 189.3457 0.8366.O valor rcal ê 1iV2 : 0. : 0. servem os dez SENO 2 0.9044 1.588 0.9c44 0. .O erro se deve a que foram usadosdez inteÌvalos.000 0. diminui o erro.309 0.951 0.309 0.?07.

usam-se transistores de 0. mesmo quando a rede de alimentação sofre variações de 25%. T4 e T5) . a voltagem de saída pode ser variada entre 22 è 32 volts.saÍda também surgirá em (D) e (R5) poréúicomo o diodoZenerman' tém constante a diierença de potencial em seus terminais. ou seja. peÌo menos. toda a queda adicional se produzirá sobre R5.temos um circuito para correntes até 10 AMP. Sua estabilidade é da ordem de 1%. se toma através de um divisor resistivo Íormado por R7. a queda ou a diferença de potencial se apÌica dil€tamentea basede T7. por R8 estar na posiçãomédia. R3 e R4) com lW de dissipaçãoe tolerância de 5/o.. também a metade da variação de voltagem produzida à saída._REGULADORES DE VOLTAGEM SÉRIE E PARALELO As fontes que vamos apresentarusam transistores para efetuaÍ a regulagem. toda a corrente usada pelo eonsumo do lado de T6 e terra: atravessamtambém os transistores de potência do estágio final do reguladoÌ. Deste modo. ocorre um aumento de intensidadeno coletor de T? + 13 .5%.Este sistema de referência de voltasem é simplese mantém a regulagemmesrnoque haja grandes vaÌiações de consumo da carga. Esta voltagem também s€ aplica ao emissor do transistor T? cujo resistor do emissor é comum ao emissor T6 (R6). vemos que o diodo Zener (D) e seu resistor limitador (R5) também estão ligados em paralelo com R?. Quando Rg é igual a R7. introduz-se realimentaçãoem câda um dos três transistores de saída.1 de ohm (R2. Na figura l. pâra a regulagem. Â voltagern de referência é fornecida pelo diodo Zener de 12 volts. Para obter-se igualdade de corrente em câda transistor. Para isto. R8 e R9. R8 e R9. Com respeito a carga mtLxiúa e mínima a variaçãoé de apenas0. Por isto. Este circuito é do tipo série. Imaginemos que a voltagem de saída tenha tendência a aumentar: aí aumentará também a queda em R8 e este aumento passará através de TG ao emissor de T7. será aplicada à base de T6. Comoo aumentoììa base é maior que no €missor devido a aqão do diodo Z€ner. são usados transistores de potência MOTG ROLA MJE 3055 ligados em paralèlo (T3. para dividir o total da corrente de saída entre si. devido a elevada corrente. O âumento da voltagem de. . Observando-seo circuito. de modo que em seus terminais ocorrerá a variaçáo de voltagem a que nos referimos anterigrmente. de lW.. A voÌtagem de Índice.

T7 contínua 40-50V corrente Entrada aot+"s reguláveis P/R8 22/32 Saída A fiqura 2 mostÌa o fornecimento de I volts.etg.1 T2. LISTA DE MATERIATS PARA O CIRCT. T4 e T5). Um aspecto interessante desta fonte é que a resistôncia de saída pode ser reduzida a zero e até mesmo tornar-se negativa. atuam como resistênciasvariáveis automáticas. o que obriga a voltagem de saída a retornar ao seu valor normal. O diodo Zener utilizado como elemento de Ìeferência. BD 589. 2N1536. 12V. 0. Do mesmo modo. BCy70.4S216. Os transistores.6%. TrP 29.45216. 8C186. uma diminuição da voltagem de saída produzirá um efeito oposto ao explicado. A variação de saída ó no máximo de 1ã milivolts para consumosde 0 a 15 mA.8C107. lW D TIP 31.BC107.etc. aumentando a intensidade de carga de forma a que a voltagem volte ao vaÌor normal. T3 T4 lK 100K 2.m aumento de intensidade no coletor de T7 tende a diminuir a voltagem na base de T1. 2N6123 T6.200 AD 149. 8C186.etc.1.2N929.etc. l\dr 2.etc.2N6103. 8C108. uma voltagem constante de saÍda de 28 volts e intensidadede até 500 mA. usando uma LISTA DE MATERIAIS PARA O CIRCUITO DA FIGURA 3 R1 R2 R3 R4 TI T. com-uma regulacão de o. T3. T5 MJE 3055. Pelo mesmo motivo a diminuição de intensidade em T2.T3 T4 1K 100K 2K 10 AD 149. 2N3965.etc.1. modificando o circuito como se vê na figüra 3.200. em paÌalelo com a carga.2.etc. R3 T. Isto signiÍica que um aumento da voltagem 'de saíãa prodúz uma diminuição de intensidade pela catga.IITO DA FIGURA 2 Rl R2 . LISTA DE MATERIÁIS DO CIRCÏIITO DA FIGT'RA 1 RI R2 R3 R4 R5 R6 R7 R8 R9 l/zw 1.neste caso.2N3965.). A lieaeão entre T1 e TZ faz com que ao diminúif a intensidade de T1 isto taÍnbém sucedaem T2. A figuÌ'a 4.I U. 8C108. tem uma voltagem idêntica a que 14 .etc.l1V 0. que é o máximo fornecido. A voltagem de entrada no reguÌador deve ser entÌe 45 e 55 volts. iá que aproxima a mesma à voltagem de'tórra (0 võlt.rïv 0. BCY70. T1 T2. Isto provocaa diminuição da intensidadedo coletor e do emissorde T1. produzirá uma diminuição 'nos três transistores de saída (T3. fonte não regulada de 12 a 15 voìts.2N929.2N1536. 200 L/2W 560 1K 1K 1K Mï"D x 50V 10 c ZENER. 2N6123. mostra uma regulação de 0. T4.L%.1.

no casopresent€.8D)(?5. Porém ás correntes aumentadas pela açãt dos transistores. como o Zerret mantém â voÌtagem nominal em seusextremos. óir.toda e qualquer variação surge nos extremos de R2..etc. TIP 31. a impedância_decarga aumenta. Deve-seobservar que a soma das voltagens do Zener. aproximadamente.LISTA DE MATERIAIS PÂn. mais as diferenças nas junçoes base-emissordos traruislores. Âlgo semelhante ocorre se a voltagem de saída diminui. pois que estasjunções. A queda de voltagem em Rl representauma proporção da voltagem total aplica-maior oa ao ÌeguEoor. â voltagem de saída tende a aumentar também. qualquer pequenoaumento na voltagem de saída.de 28 volts. devendo. a condução de T1.etc. Isto provoca um progressosimulado de carga de modo que a voltagem de saída retorna ao seu valor normal. ser usadoum diodode 27 volts. de modo a se manter constante. o que ocasionao aumento de voÌtagem rÌa base de T2 que conduz mais e aumenta. estào em paralelo com a caÌga. 2N6123. quando conduzidas. Aumentando a voltagem de entrada ou se. e com o diodo.A O CIRCT'ITO DA FIGITRA 4 Rl R2 Tl T2 28 ohm 50ït 1000 MJE 3055. em séÌie entre si. os transistores conduzem menos fazendo-aretornar ao nÍvel normal. É convenielte ajustar o vâlor de Rl. deve ser exatamente a voltagem de saída que se deseja. por isto.se deseja na saída. Porém.2N6103. Desta forma. Mensalmente nas bancas 15 . produz instantaneamente um aumento de voltagem nos extremos de R1. que equivale a 28 OHMS. ' culam por Rl que está em série com a impedância de carga. Ciesce então a voltagem aplieadâ ao cjrcuito do Zener (R2) .

enoÌmesno que é chamado uma torma coerente.de seu valor na pesquisa está em tipificaOs "lasers".têm ESCÂI. os-cieirtistas vêú téntando produzir lasers de SUCESSONOTÁVEL tência ainda maior. MUITAS APLICAçÕES Os "tasèrs" encontraram um número enorme de aplicações'em coisas tais como telemetria.-da ütioòt. mesmoque paradoxal. lasers que funcio em Íreoüênciasbem mais altas . Fïanqa. em seu modo miraculoso e aindâ uma mento ãe onda para produzir um Íeixe transfoÌma um catalisadoÌ terioso. ôorte-telemetria.O "LASER"NO MUNDODOS PICOSSEGUNDOS ::"ffi:" ryr:Ege:"ry*.formando Firmemente enquadrada nesta tradição de loeouena" ciênéia em relação èrs grandes feixes âe luz nas regiões ultravioleta e de Raios-x levesalém do campo de visibilidade descãbertasestá a pesquisade um grupo-ree pulsaçõesde luz laser de duração ina ãuzido de cientÍstaÃda seçáode ótica do De. e em cooperaçãocom um pequeno segundoum milionésimo e um Eruoo -de ótica-"táser" da Queen's UniveÌde segunãitv. São dispJ. Um milissegunD' J' Tïabalhando sob a chefia do Professor do é um milésimo de segundo. laser. em cambridge' inetãt€t"a. Ocidental. mas mamente curtos só vá aparecer mais claraaparente que a pesquisaé tão imt-orna"-se mente nas próximas êPocàs.-cÌeditavelmente curta.ffi" amDlificar microondas . um microsBradlev.per.e recentementehá crescentepressão pará'pesquisaem três direções. naturalmente.a tàzão portant€ quanto misteriosa. As onãas de luz são todas do mesmo comprimento de onda e estão nitidamente espaçadas. seguiram de.enãuaïto estava sentado no bânco de um parqu€. liderança a cieïiistas deram à Grã-BÌetanha segundo. em Belfast. partamento de Física do Imperial College' Esses tempos cuÌtos têm designaçõespróÚniversidade de londres. a do. os investimentos em pesquisa na maioÌia dos Daís€s.t os maiores competidores.Pqra úiãi uúti. ou não. Estados unidos. corte de metais e rqesmocirurgia (a soldagemde retinas descoladâS). Alemanha acredite-se correntre.como aceleratendem a dominar dorós e ra-diotelescópios.A DE TEMPO TIPIFICADA úanaei e dispendiosÓsprogramas de pesõui. um novo e Poderoso método de Ë.iãíd" dê columbia. o efeito Josephson. Quansitirõs paÌa amptificar a luz em um mis-comprjde do. União Soviética e Japão . atgumas familiares. de simo tanto e um competitivo no mundo bastante Um picossegundoé um mero milésimo de secreto das pulsagões ultracurtas da luz um iritésimo de miüonesimo de segundo e. que muitos dos mais impoÌtantes Droeressosno campo do conhecimento e tecãotogiadepondamda visão de indivíduos trabalhando tranqüilamente e com' gastcs relativos em pequenoslaboratórios.o "laseÌ" . Ìuz de intensidade e densidâde de 16 .rem a es!Écie de escaìa de tempo na qual to os maseis de Charles Townes.a nes"" campo.Imperial Embora a importância dessestempos extreóollege não é soúente o mais notável. e quando charles Tovtnes. que necessitam de máouinas caras e volumosas.ocorÌem os fenômenosmoleculares.:' As "grandes" ciências. uma das mais notáveis e surpreendentesclescooerüas ãã.Mas é animador. temposóm Física de baixa temsurgiu durante uma Pesqúsa de Ìr". o sucessodo.Ìrti*o. õó"-*ãauaçaõ reatizada por um só homem íí íãúorat-Orio cavendish."fu.por exemplo. prias. Irtanda do Norte' estes do um milésimo de millonésimo parte um milionéde milesima isto é. não é a menor unidade Como os EstadosUnidos.

combinadas à capacidade de terminação da estrutura repòusaem uma controlar a intensidade de fieqüência e interpretaçãoextremamentedifícil e comenergia do feixe e usando a propriedade da ressonância de freqüência em nível mole. saçãoultracurta poQeráser müitó maioi do reto_e potente do . mento investigatório depender de seu comprimento de onda. nesse campo) do que qualquer outro laboratório já proEm virtude de a quantidade de informações duziu. lhe a ser pbservadopela investigaçãóde pulproporcionandoum irÌstrumento mâis di. registrar a posiçãode átoúos indir AINDA DIMINIIINDO duals. uma técnica cujas revelaçõesbá_ AMPLIANDO  PESQINSA sicas. o detatrutura molecular básica tÌidimensional.a deAIém disso.usando o que é processo fotossintético.o reator de fusão nucìear con. alta energljÌ tenha partido da pesquita técnica cstá muito longe da escalade tem. o que é pelo menos um tempo dez vezes e provavelmente 50 vezes TAREI'A SIMPI. Atualmente.mes_ Imperial Couege já está produzindo feixes O que sejam inicialmente de compÌ. os maiores benefÍcios poderão [ar ìmporÌancia para o homem.Ìr.imento mo de laser no ultravioleta pesadoe esperapÌode onda bastante tongo lRaios-:t tevei).de curta_du. de imensa complexidade. A.irá aeontecem em velocidade molecular -plifical grandemente a tarefa da investigacomo uma fotografia de velocidade ultrapode pleno rápida ção da estrutura molecular.Todas as fontes existentes de Raios-X sã cialmente específicase eficientes transfor"incoerentes".ração de processosquími_ seja verdade que o impulso paÌâ a cos deram a Sir Georgeporter um dol prê_ Embora pesquisa sobre puisaçáo ultracúrta ê laser mios Nobel de 1967 nesse setor. Grã-Bretanha foi pioneira nessecaminho.revelado.Esta é a Íazáo de todo que acontece (e como) durante os o mistério. "parar" uma bâla em voo.plexa de padrões de difraqão de Raios-X. pois tudo acontece depressaderos ftagmentos de um microssegundo da mais para ser visto. abrem caminho para novas e poten. as inchamado um "mode locked dye laser" cujas terpretaçõesforam indiretas e incompletaq pulsaçõessão medidas por uma câmera de porém desvendar unicamente os segredos traços especialmente modificada. entao usaclapor cristalógrafos.que qualquer coisa até que com outras técrÌicas. Até agora.substância em outra.relativa à fusão e da necessidadeãe irovo po moÌecuìar e atualmente uma barreira ' conÌrecimento sobre compressãoe retençâo inlpenetráveLcerca muitos processosde vi(ro plasÌna. mas o âmbito de comDrimentos( ondas nos Íeixes atuaÌmente uìados para A gama de possibilidadeé grande e.Íotálisé através do que é conhecido como de flash". advir de camposbem diferentes. absorção natural de energia luminosa no Durante os últimos meses. duzir seu primeiro feixe de Raios-X lèves muito simplificaria a determinação da esdentro de mais ou menos um ano) . para produzir hélio e grandes quantidades Os Raios-X são necessários porque de energia .isto é. o f. Mesmo a capacidadede medir pulque pode ser revelada pela luz como instÌusaçõestão curtas já constitui um triunfo.az em Uma das principais e mais mist€riosas é de picossegundos. e quanto mais curto  importância dessas pulsações está.comprimentos de ondas relacionamlsea d: troÌada. Mas esta de.JFICÂDA menor (e portando melhor.. E uma delas ções em um âmbito de comprimentos dr poderá ser a fusão isótopos de hidrogênio ondas. em primeiro lugar. o grupo do processopoderia dar ao homem novcs e do Imperial CouegepÌoduziu pulsaçõesde pcderososmeios para a solução dos probleIuz que têm apenas um terqo de picosse. no fato de abrirem caminho comprimento de onda maior o detalhe a pala novas técnicas de investigação cien. o aperÍeiçoamento de laseÌ's Raios-X leves . çáveisdiminuindo todo o tempo (o grupo do uso de feixes de Raios-X coerentes. gundo de duração. consistem de Ìadia maçõese separaçõesquimicas.rasde carência de alimentos e energia. A eicala de 1f . a sìm. e apesar da ajuda de sistemas automáticose análisede computadol. cuÌaï. . eom os necessáriaanáliseestrutural produz pãdre comprimentos de ondas de luz laser alcan.mesmo sem a tecno tífica que prometem revelar coisas que paralela da pulsâção ultracurta . tâncias atômieas moleculares e podem.

tudo mcslra que o ProfessorBradley terá razáo. Embora em termos de dinheiÌo a maior deìas venha a ser indubitavelmente nos campos da compressãode plasma.) rfEr$CrAçAo TE$ilE O circuito associa um multivibradore uma Íonte retificadoraoue alimsntauma neon. (8.para vál.como "uma l'esposta tecnológicaa plocuìa de um pìoìrlema".encontramnos guias e manuaisde substituiT1 é um de saída.N. produz no secundário ag p|imáriode T1.usando-se secundário O. Agora.o terreno é muito mais amplo do que possasugerir. que não é dado a exageros. chegou a ponto de sugerir que o "laser" pode se tornar mais importante paÌa a humanidade que o dínamo de Faraday.üuito comum há poucosanos . asslm como fotobiológicos. ou curto tituidos houver Se de circuitos. Os lasers caminham firmemente para a vanguarda das áreas de pesquisacuio pot€ncial é imenso. fusão e separação de isótopo de urânio .A relação de é transÍormar A Íunçãodo multivibrador correntecontínuada bateriade 3 volts. de retiÍicada que depois elevada.S. tF í8 O5!F ÌR2 ACY|9 .a tecnologia de laseÌ de pulsacão ultracurta ampliará enormemente muitas áreas de tr)esqursa. ção resislência. em corueqüência. porém. vcltagêm Todos os vâlcresdos componentesse acham de isolacondições no circuito e os transislorespodem ser subsas examinar serve Dara cujos indicaÇõesse baixa por equivalentes.Este é o tempo que os elétrons levam para 9isparar um pÌocesso.ou para uma molécula se transÍormar em processosqurmlcos. em transÍormaÇãopode-se ser de 1:55.pelo menos durante os próximos anos . a neonacendepermanentemente.e. O ProfessorBradley.tempo-chavedas funçõesmolecuÌares(como distintas das estruturas) aproxlma-se ou e menoi que um picossegundo. alternativa uma lização.OO25 .ção à venda nas bancas de jornais o transÍormador como primário o vula.usada para sin" ou melhorpulsativa. a c o orimário como secundário. A neon que aplicada çode ser do tipo pequeno. Ta] declaraçãoforma agudo contrastecom a rejeitadadescriçãodos lasers.

Os interessad.TESTES PARA COMï]NrCAçÕ A SIEMENSd.o dà em p ap_ettrimb ado pqr! : s r Ellr EN . POSTFAóH rci R. M(JNCHEN 1.çõesque permite aeriÍ_icarÍreqüências atà U. z EN TRAL I _ | TELLE FUR INFORMATION.A.aN T.ospo!9!ão obter 'rnâiores detalhes escreaend.A MHZ. D.UOO._F. ALEMANHA 19 . etc. comunicq. s i n Cí ní t o"s t Eo R.INTERKAMA DE ITZZ o equxpdnento iÌe teste pard. níuel ruído.emonstround.G.

. ...ap.t:i /t\ ---<-.1'\ -4ì'r-!''.r:!:: /!\ Ã'. ut rgrrB&lu* TTô # 20 - Rt rt.s oa'.'- /.* "r" r-fèy-.|IILI . @ i\ .o'tsz "-^ú"Ì .EITNTO 25ê C2t oN 157 - 0N /54 o tSa itL lf i =20..]DtrSJEIJLtr ]Dtr EITR.' Ft.. ESPÊCIF {ÁractL[a .z.( l l F?ca ï IL r&29€ae44!a!!!!a F'ï.

TR 3O3 EC./64 a 2sC"5e 25c45A 2S A 156 hl LL =.!!Lo_ lT.à '/ L--r ----Ì' =zr _l* '-a. (ì [ ì l"'"' ììP llls_Llalt i€BrsÌotÊ3 tÃo Êlrcc5lclôt3 21 .

COLUMBUS.bricad.tura d.USA)potde'.ntes.n dissipaÌ até 1 4 W em temperd.eslièo.O.eiros e projetistas poderão obter lnaiores detalhes escreoend. Pedidospara Ed. Dept.rooospotenciôïnetrosd. (P.NEBRASKA 68601. BOX 609..lores de 1.000ollms cté 1 MEG. FanzeÍes coNHEçA E APLIOUEO V.O.e 859C e são Íd.M.e..nciad. 860 no enilereço acima.POTENCIOMETR.i. | ã. Signo.1164 22 .10.o para o.Os engenh. Já nas bancas o novo livro de A. coÌn toterâ.osen1.oa.bricadospelo.Íua Goiás.O DESLIZANTE Os . DALE ELECTÈONTS INC.

SrÌpoÌrhtÌÌìos oÌlc pa|a ltma d:tcr'ÌìriÌlada ÌesistôÌìciaiÌÌtclna do iÌìstruÌììcÌìto (Ri) o aÌÌÌpcriÌÌ.ÌatuÌal dc aÌcaÌtccs.em que R. VcjaÌnos a figuÌa 1C. parte da corleÌìte a scÍ medida passa por M e palt por R coÌ1ïor'Ì. Deste ÌÌlodo.Ì. 2. cada divisào vaÌcr'á a 0.oì-Ìscja. oÌ. nesta parte. PoÌ'én o problema surge quando se des€ja mediÌ' inteÌÌsidadesde correÌttes maioÌ'esque o alcance noÌmaÌ do instÌumento.5 c 70.ÌsidcÌaqòestécnlcas. scÌa: I-E1Rt=E7R1 + s= 1x1 .r itulÌrcÌìtaÌ a cscaìa ì. o iÌ. I: Ìi ou scja'Rl 1.I:1s/100 0.stá em paralelo com o instrumento M. liqado enÈsétie colrt unt tesislot ' R" e uma ionte de coìÌoÌÌtc iouttttua (E) de 1.014A.ou scja. Se a cscala do iÌÌstÌ l. Damos aqui algumas "dicas" de coÌno é possívelcottstÌuir um muÌtitesteusandoum miliaÌnperÍÌnetÌ'ocula escalamáxima seja de 1 mA Antes de enttarmos no méÌito.1. o poÌltciro estaì'á cÌÌì L1ÌÌÌaposical dc 1-l'2 divisào a paÌtir dc zclo.ÌstÌumcnto de cscaÌa ÌÌatulal dc 0-1 mA.Ìstrumcnto rccebcr'á 50'h da co|r'cÌte quc passa (R).1 aÌÌÌpcÌ ou 100 milianpct'cs.MULTITESTE COM MILÏAMPER Nem sempÌe o leitor possui Ìecursospxra adquirif um VOM nos pÌlmeiÌ'osteÌìlposde sua aprendizagem. cÌ. Isto signiÍica quc. Se a coÌ'rente a seÌ. Se em arnpcriÌnctro qualqucf. a ÍiÌn dc faciÌltaÌ a ôpeÌacáo ÌìlcÌìtal dc Ì. Iìtorcs dc 2.ro. O alcaìÌcc do ìredidor foi duÌrlica do.ia a destruição prováveì das paÌtes inteÌnú do medidor. oestlna-sea aumentaÌ o alcarÌcedo iÌìstru mento para l0 mA. ou shunt (pronuncia-se SHAÌüT) que permita medir coÌrentes de valores supeiiores ao alcancè natural do instrumenio.2:5 :.ìct Ìo da IiguÌa 1iÌldÌque uÌn cìcsviodc 20 divisõcs. onde há unr medidor (M) coÌfn escãìa rnáxima paÌ'â 1 aÌnper. tem ïesistôncia inteu. a iÌÌtcnsidadc que ciÌ culaÌá..ampeÌrmetÌo cujo aìcance máximo seja de I amper (nosso exemplo). .id. vcmos coÌocaÌ cm (R).aÌ dc aÌcaÌ. tcm R com OHMS a corrcÌlte total qu€ cilcular'á dividida igualmcnte pclos dois caminhcr (R&M) . Sc (R) foÌ de 2.5 OHMS.5 OHMS. não é possiveì usar'-sesimplesúente um.ça de potenciâl que ccoÌ.Ìc Ri scÌá : Ri :. ocorreÌ. são da escala correspondcrá a l0 mAl50 divisões-. suponhamcs que R. Estes Ì'esistoÌ.4'.ÌcÌìto pÌopoÌcioÌìais. com 50 divisões e Ìcsistê]lcia intcÌÌÌa clc 2? OHMS é usado.Ìente.desvio. Áinda na ligura lC. Ncste caso o vaÌoÌ r. Na Íigura lB.ìs.200 microamDeICs.lÌ.iar um .Ìdc un] jÌ.ÌrÌÌ11"norÌnalmcÌlte são caÌcuÌados ptr.5 vrlts.ìuÌtipÌicacào da escala ol.igiÌÌal. deseja aun. de 5 OHMS.ItcÌÌ. AÌém da iúpossibilidade. Sc o Ì'csistoÌ R tivcÌ uÌÌ] valoÌ rìc 10{JoÌrÌÌls. Se poÌém fazemos (R) coÌn 10 OIIMS a intcnsidade quc cilcular'á por (M) ser.Iâ do tncdidot' (f i) é de tivcr 5 ohrì.. - É possível.  resistêÌicia iÌ. AÌlàÌìseÌÌros rÌÌn caso oposto.5/0. a medlçào de coÌ. dc acoldo coI. escaÌa totaÌ. pftra a iÌìciicacào da cor'Ìcntc de 100 Ììì.rcstcirtstluDrcrìto.E. medida é maior que 1 ampeÌ'.ÌeÌÌtaÌ sua laixa natur.rena bobina mó_ Já sabemosque Rl está em paralelo com lnstrumentopara aumentar o alcance derte 23.o metade. resistot. indicando quc pelo instÌ'umeÌìto circula uma colrcntc dc 200 mA.ìa situada enlÌe 2? e g0 OHMS. vejamos algumas çoÌ. cada uma dcse divisões 100 tas divisões colrcspoÌldcÌá 1100 do dcsvio máxirÌ. Cada divi. :foÌìlemos o õifcuito da fisura lA.esque de: vÌcm o cxccsso dc colrcÌìtc quc o Ìncdido náo podc absorvcÌ.Ìce. Nestc caso alcance nâtulaÌ do ÌncdidoÌ' foi Ìcduz. t€mos_uma derivação.r.Ì. A primeiÌa operacàoque corrvcmefetuar ó dclerminar a queda de voltagemou difrren.á doblo da que passar'áprf (Iì). porém. esistência iÌìteÌ'Ìla Se a Ì do amper'Ímctro c nosso exemplo.na ìcl cÌc OHM.Ìe iÌìdicaÌn as setas. cÌernos teL expÌicado como funciona.es de "sl. A propósito: a maioria miÌiampeÌímctÌos de alcancede I mA.

Dara medir um volt.001: 9?3 ohms. só passepelo medidor mA. Novamente aDlicada I€i de Ohm nos dará: R2 : 0. lv Ea/l l-0.Se a escalanatulal de M é de 0. 0-10. sipar atravésde Rl a diferencaentre 0 volts e I volt: Rl =. paÌa medjr voltagens.027 /0. tem 4 faixas de alcaÌÌce: 0-1. resistoles. 0-1000volts. Precisamossaber qual corrente que deverá passar por R1. 0-100. O valor de Rl se calcula aplicana Lei de Ohm: : IJa/L : 0. paÌa medir I volt.009 : 3 OHMS. Rl devepossuirgZ3ohms.02?volts como vimos em paÌ'áglafosantcriores.ceiraescala 0-500mA valcr de R3 é determinado da mesma foÌ'devendoo resistoÌ absorv€r 499 mA.0272 0. Também se pode usar este medidor. I mA. lm que no desenhodeveria existir uma ção na chave S em que o medidor nâo "shunt" quando entâo estaria em 14 Ra I3 Fic. .. 9. Assim.Vejamosa figura 2.9?3ohms. d. 1 mA para 10 mA.001 .027/0. R2 deabsorver 99 mA.ao medir l0 mA.0272ohms. . a escolha da ter. Â funcão destesresistores.ao contrár'iodos "shunts". Para a escalade 0-10 volts o Drocessoé mesmo: R2: l0v-Ea/ï : 10-0.saÌta à vista ue deverá passar p€lo resistor de "shunt" il. a escâlaseguintede 0-100mA.02? volts necessitamos. para re. um cálculo fácil como este. é dissipar o excessode voltagem apresentado ao medidorM que é de 0-1 mA e portanto de 0. selecionáveispoÌ uma cha qúe colocâ em série.021/0. I 24 seu alcancenaturâl de 0-1 mA.999 : 0.

UtrtYUtN rRlilsMrss0Rls PIRIR[010 Drrus0Rls DE [M Írbdot ll Í82.205 0.4 6.000ohms.8 3. de apenas 9.5/3@ T82. Também se pode usar os resistoresRl.973ohms.973 ohms. pode-seaproveipara R2.33s 0.5()5 l. Também se pode usar Rl.5/750 5 lo o83.ÌÌ vaÌot' de 900.6 10.5 196 2ú r8 18 2@ 2 2 2 3 5 lo ll t0 tl tt 0.5 19 r9 2.3 32. usando a mesfórmula anterior.5 0.0 5 N N N N 66 165 75 tí) 175 r00 7í 30 30 30 30 30 6.41 lo 25 .6 t60 11.2 3.l 7. R2 e se acrescentarpara R3 um resistor de 90.45 1.5 7.6 30 to 2g 400 225 3.r 75 10 9.r28 0.2 0.000 ohms.4 2 3 5 10 11. usandoa nlcsma fórmula.3 5. Para a faixa de 0-1000volts.o 3ao 90 7.3 t0 30 30 80 r20 Tatrldot v\t' otl|.85 5 14.128 0.a disposiçãoda figura 2.4 t9 10 12. teremos o valor de 999. o. um rerr Rl. R2 c R3 em série e se acÌ'escentarpaÌa R4.5/4@ ÍBL2/300 T 8 4 /1 2 5 0 ÌBL6/60@ T BL 1 2 /4 0 YOt@ l YDl l4 r YOl0 !o YOl0 t 2 o.3 5. teremos 99.2 r65 aoo 500 2 400 5@ ?5 2to 'n5 2ro 3lo 20m mo &(l t0 &.9 tl 0 6. acrescentando-se.000 ohms.2.6 33 130 8 '12.1 75 5 l 4.1 o. uÌ. Fis. a faixa de 0-100 volts.5 10.5/750G4 6@ YL t I lO oa4/r r@GÂ 630 YL t 4 6 1 oB4n I @ Y 11460 oa5n 75o r2@ oBLS/3500 n@ YL l0 t 2 N 75 5 1215 t5 N ta.204.

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quanto ao aspocto d€ segurança. na data da sua assinalura.de lu|t ou da irclo. contém em seu pÍotocolo Adlclc nal n.porém.o I obrigação. por sêu caláter discriminatório.o PROGRAMANUCLEAR BRASILEIRO 24.Como Íesultado dessaestratificação.o TNP pretendelegitimaruma distribuiçãode poder inaceitávêlporquedecorrentedo estágioem que se enconlravamos Estados. a quantidadôde reieitosde alta radioatividade por ôl€9 produpassou zidos a constituir um considerávelpeÍigo colgtivo. Com eÍeito. ap6nas. íeira cria à proliÍeraçãoverlical dos armamenlosnucleaÍos. Além disso. Íesponsabllidado lnternacionâlsobÍe lsÍritório6 situados na área de sue aplïc& ção.no que respeitaà aplicaçãoda têcnologia nuclear bélica.de um TÍatadorogional. d6 proscr6ver armâa nucleareg n€$€s terrltódoo. do que é prova o continuadocrescimenloe reíinameritodoe s€us arsenais nucleares.qu€ antscedeu âo pÍóprio TNP. O Brasilê parte. paÍa as potônclas contlngntalaou gxtracontinentalsqu€ t6nham. O Brasil assinoutodos esses Acordos com exceçãodo Tratadosobre a Não-Prolitêração das Armas Nucleares(TNP).nenhumabarrelaçãoaos paÍsês militarmenlenuclearizados.em . 25.mâs lambém vcda qu6 sê aceite o ârmazenamento6 colocação om torritóriO de paÍs signatário d€ aÍmas p€rtgncontesa paÍs6s nuclsarmenl€aÍmados. O Tra- 27 .qu€ não só proÍbe a íabricação ou posse de armas nuoloaros.enquanto.não prevê o.55 vezessuperiorà quantidadede Íolêitos produzidos pelos seus progÍâmas do utilização do átomo paÍa Íins pacÍÍlcos.. Essa d€sproteçãonão se reÍ6re. 26.atina (Tratãdo d€ Tlat€lolco). O Tratado para a proscrição das Armas Nuclearosna Amórica l. naquelepaÍs. FonteoÍicial do uma potêncianucleareslima que essa quantidade é. aos perigos de ataquo nucleaÍ. o Tratadoexige estrito controleda AIEA sobre a diÍusãoda utilizaçãopacÍÍicado álomo.TNP qualquêr sistema de pro teção eÍicaz para os países militarm€nt€ não nucloarês. Como oç países nuclearm6nteaímados continuam a aumentaraceloradamenle os seus arsenaisatômicos.

Cria.no momento. pode.ConÍormeo dsmons- 28 . compromissode não pÍaticaratos que Írustrem os objetivosdo Tratado.ao qual correspondea garantia de que os demaissignatáriosprocederãoda mesmaíorma.inclusivequantoao processamento.ademais.ao preverque as salvaguardasnão dev6m constituiÍ obstáculoao desenvolvimento econômicoe tecnológico das Partesou à cooperaçãointernacionalno campo das atividadesnuclearespacíficas.tado dê Tlatelolcocontém. não existe distinçãoeÂtre os paÍsessignatáriose não-signâtários. compromissopara as potênciasnuclearesdê não empregar armas nuclearesnos paÍses da América Latina. O acesso à tecnologia para os usos pacíÍicos da enêrgia nuclear. para aqueles.em seu ProtocoloAdícional n. aliás.reconhece lpso íeclo que.a obrigeçãode não colocar obstáculos à cooperaçãopaía o desenvolvimento do uso pacÍÍico'da eneÍdianuclear. O Brasil. ainda. atendidos os controlesadequados.utilizaçãoou produçãode materialnuclearpara Íins pacíÍicoÉ.não deve ser sujeitoa restriçõesdiscriminatórias. A plena vigência do Tratadode Tlatelolcodepende. igualmente.em basês equitativas. 28. quê assinouo Tratado. O próprioTNP.seia entre paísês militarmentenão nucleares.sob salnguaÍdas da AIEA.tem. frustrar bs próprios obiàtivos da nãcpÍoliÍ€ração univêr3âldàs aimâs nuclêares.o ll. nem ameagaressespaÍsescom o seu emprego.seja entre paÍses milítarmentenucleaÍese não nucleares. Muito preocupao Brasil que o progressivocefceamsnto da coopeíação internacional Írustre as oxpectativas dos paÍses de utilizaÍ esse caminho pare a cons€cução de suas legÍtimas aspirações em matéria nucleaÍ. de acoÍdo com as normasdo DF reito Inlernacional.da aceilação dêssas obrigaçõespor parte daquelas potências.ao estimularo desgnvolvimentoda tecnologia nuclearÍóra dos sist€masde salvaguarda. para esses eÍeitos. O sentidoverdadeiroda não-proliÍeração é impedira disseminagãodas armas nuclearese não a diíusãoda tecnologia nuclear em bêneÍício da humanidade.  Íalta d6 cooperação internacional. 27.

por essa razão.Po we r . píaocipôlmantada íabÍicsçjo mair ãnrigs. Íirmado com aquel€paÍs e com a AIEA G0Ìrl0 IIIEilTFIGIR U]'lGlIït O Códrgo darÌtlrcãrro.a€guidaaloum núnìeío. O. á qúôôtidôd€do taÍmtíìarr.tra o próprio programanucleaÍ brasileiro. as telras que ot antecedem.). locidâde S=Schoüky L S ( L o w. a íâ m íliâ : H {High-. da lotía â1. os atganjmot identiíicam a íunção.hâbitualmonta.p. A íamítiãÌTL.. parte- F AIXA OE T ÊM PEn AT URA 5 4 : .C a + 7 O. Erlã lotra detigna o encâptulamontoolL r o núme. drnolando encsptulam!ntoa altaÍnâiiyot e opcionaii tF.o coÍÍetpoÍìde .í dividido em trér pertea: la. parr. pretêndelevar adiante integralmènteo seu programaê dará plenaexecuçãoao AcoÍdo com a RFA sobre a Cooperaçãono Campo dos Usos Paclficosda Energia NucleaÍ e ao Acordo de Salvaguardas. os obietivosdo desenvoÍvimenlo da utilizaçãoda energia nuclear para Íins pacííicose da não-pÍoliÍeÍação das aÍmas nuclearese.tc.ENCAPSULAMÊNTO compõe-!a.paíre- 2a. 29 . pod6 epÍâsentsroútisl lat.C lerpecríiceçã'o Induatíaal) r D€ NÍtF | CAçÃO DO COM PON€ NÍÉ Contém de clors a quôrÍo caÍ:rcteÍei. W. . O.Sch o r tkyl= = Sch o ttky d e b a r xo co n sú - sunEtiEs 3.ao mesmo tempo.aacoÍro lrríixo.sdl = âtia ve.5 5 o c ô + l2 5 o C íeÍp€c'tlcâção rryl' rar I 7 4 . arot componcntc' ds írmfliâ ÏTL sigruticr po<tc !..o Brasil ostá convencidode que a cooperaçãointernacionalé a melhor íorma de assegurar.

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. Oipolol I. Á tabela mostra as informações básias paÍa cada modelo.5 H B 2..t4 0 H B 37 100 2..- M üi i o s áÊ 2.86 -3 H c 150 m 7.5 an 45 2.L . ú -r 350 ãx. ! -. --t l.@@@ @@@ . í./lt - l'l-:---J 6l Dip o lo 1.f * .l:l .útdo it:ualÚentc.d.@@ Dlpolo l.t4 0 H I 49 55 2. * \/2 L/.74 -0.cm lodas as direçõcs.t 2s. 0. +) Rodiodor Isotrópiço é um modelo teório àclìnido conto um ponto ro etpaçoi oti.À ---ìÌ..? 0 Dipolo t.t4 o H B H I H B 1. Dlpolo .r4 o l{ E Dipolo i'| I. que sem dúvida facilitârá ao studantc â visüalizaçeo das çaracterístiÌas inerent€ô a €ada tipo. polaÍização.---- .t4 0 H B 2.64 0 9.AIITENAS loLgfru ÌÉct{tco r}{FoBMAÌtVO tcorRoÌ{ --. amànho físiço. .t4 H D Oipolo L *^ /2 L/d 2J.t4 150 r30 3. nodelo este muito corrvenieireha compaação dos ganhos olerecidos por cadq molek) dc aülena.e t :_.5 - 8ól. Gânho {dB) cm : ç të Ëi: Í.A.u -o.6 Blcônlco L . F.5 - lí.ttm bi|ncatt.. I.14 t. 32 5 .l edit do pd.4 E A H B Dip o lo .\/2 LlD = 27ti ó0 34 2.sCCçAODO ESTUDANIE Nestâ êdçâo temos um pequsno resuno dos tipos de antenas de uso maú Íeqü€nte..\/2 72 lq) alcônlco'.5 - Dipolo cilin d r lco LlD - -< r Hrr o0@ 5 t.r 2 L/tt 25.-ry. tâis como: nome. impedância rm ohms. lanho em dB sobre um radiador isotófico(') e em relação ao de polo de rA rnda c o desenhoda zona de Fraunhofer ros rrês planos ortogonâis.@@@ . a freqüência Íessonante'f.' B3. lcotron S.

Na figura 4 temos um circuito utilizando um'amplificador operacional integrado A 748. R2-C2. Utilizando transistores FNP e com uma lâmpada de 3 volts 60 mA em lugar da resistência é possível obter piscadelas de 1 Hz ou seja. é um gerador de sinais que não fica numa posição ostráveÌ electrica. Nos valores indicados o sinal . que retorÌra sempre à posição de origem a1ús um certo tempo mais ou menos Iongo.1 mfd) e das resistências (10 K) . pela seguinte fórmura Na figura 2 temos um multivibra: dor melhorado em relação ao da figura 1.1 .6 a 12 volts e os transistores podem ser outros similares. Utiliza diodos de comutação e a velocidade cle subida do sinal é da ord. permanecrendo ac€sa no €Èpa. 1500 Iü./ &-\ 1 grÁ-tu 2N706 --+ 33 . Na figura 3 temos uma das aplicações mais simples. Outro circuito inte- 11 - !'- 1. porém muito usada: pisca-pisca.4&c' 1. quando não é excitado por um sinal exterior) e o monoestável. Na figura 1teÌnos um multivibrador tipo Abraham-BÌoch.são muito simples de serem construídos e as suas aplicações.em de 5O nanosegundos. saída é no terminal <S>. Neste caso. numerosas : utilizáveis como pisca-pipca. etc.ui. Vejamos aqui alguns circuitos e detâlhes construtivos. geradores para órgãos eléctricos. Com os valores indicados a frequência é da ordeI4 de. como o seu homónimo bi-. Como no caso cedente. Se c com'ponentes R1-C1 e R2-C2 são idênticos. cl-ç4t 2N705I c2.9. ç .ro 2 . A alimentação pode ser de 4. o Sinal fornecido é retangular e a frequênEia pode ser calculada.çoentr€ um ciclo e outro de acção. o que permite obter uma grande quantidade de harmónicas e torna-o indicado Dara -preinjector de sinal. Á.4 R" C. injectores de sinais.ilATNWBRÁ DORES IilSTÁvIEIS O multivibrador instável como o nome indica. a lâmpada apagà a cada 1 segundo.* . a frequência ó uma função inversa directa do valor dos condensadores (0.terá uma frequência em redor dos 1KIIz.ir. Dste circuito fornece sinais retangulares no ponto <S> e a frequência depende da constante de tempo de R1-C1.egtável (que fica sempre na posição ale origem. usando transistores. Os multivibradores <instáveis> . Pode ser alimentado com terisões de 5 a 20 volts. 1 ciclo por segundo.2ut d \.cujos circuitos mais conhecidos são do tipo <Abraham-Bloch> . sirenes de alanne.

O sinal rectangular pode ser obtido no ponto <S>. lentamente. num ponto devem ser aplicados 10 volts positivos e no outro 20. o condensador poderá descarregar-se através da resistência de ZXl. Mas se a junção base-emissor do NPN estiver polarizada neste momento em sentido inver- "tr 6 LI )--: l*. um outÌo ciclo. alimentada através da Ì.so. qu€ se apaga. que por estãr em paraÌelo com L1. L2 grado que pode ser utilizado é o A 709 que dove.ou o 2N706. a ìâmpada L1 aeende. o ciclo recomeça. O seu funcionamento é o sèguinte: ao selrern ligados 12 V. curto-circuita pnaticamente a ìâmpada.164 - 34 Quinüno . permitindo que L2 acenda. Fenzeres Ediçáo revisada e ampliada Pedidoa para Rua Goiós. no ponto zero. que por sua vez permite a L3 acender.etc. podem ser instaladas rnais ou menos três lampadas. Sucede entâo.esistênciâ de 160 W. assim sucedendo L3 €xcita PCS. tr DtRÂDros rRÀll5l5T0RlzÂ005 RrpARÂÇ0tÍ de A. 1. A alirrrentação usada é dupla. O princípio é o seguinte: o condensador de 10 nanoFarads carrega-se através da resistência de 10K e a junção base-emissor do transistor NPN que está conduzindo. em ordem inversa. na figura 6 temos um multivibrador bastante interessante. isto é. O transistor NPN poderâ ser o indicado. PCI vê a sua !:esistência reduzida. de 10 a 30 pF. ao ter o seu valor reduzido.. iniciando ãssim. Trata-se de uma disposição ópticqe. No emissor do unijunção é possível a obtenção de um sinal dente de serra. a reacção em cadeia e todas as lâmpadas se apagam e tornam a ac. 6. ser ligado a um condensador entre os terminais 1 e 8.l VÍ L3 Finalmente. ao acender. Naturalmente. L2 excita PCZ. estê descarrega o condensador.ender.lectrónica. porém. Quando o condensador está suficientemente carregado para atender o valor de corte do unijunção. Ao ser iluminada. A saída é no ponto <S>>. O único inconveniente encontrado é a constante de tempo que é muito curta nas lâmpadas. Os negativos são comuns. A figura 5 dá-nos o circuito muito interessante de um multivibrador a transistor unijunção. Ao suceder isto.N3390. a fotoresistência ou célula fotoeÌéctrica FC1 são excitadas. Quando a corrente de corte atinge o UJT.

origem do cita. um segundo defeito. radicando-se a imagem numa abertura t1c 2/4 do seu totâl. se radicava no mesmo circuito.AVARIAS DE TV SINTOMA Amplitude vertical deficiente. lal1. Nele podemos observar que as funções de oscilação vertical e de saÍda verticaÌ se englobam acopuladas em duari secções de uma só válvula (PCL85). só que. portanto. de forma considerá. a detectâr. isto é. na sua paÉe superior. vel. que redundou o defeito iìustrado na foto.do defeito. Punha-se. accio- nou-se o potenciómetro de linearidade vertical e verificou-se que as linhas de exploração se estiravam ainda mais. Este último pormenor fez suspcitar de que a anomalia se radicava cm quâlquer componente que afectava outras regulações. Ìocalmente. dados os sintomas. No diagrama temos o circuito de deflexão vertical do apareìho em questão. A fim de conjecturar ideias. anormaìmente. ANÁLISE O defeito que a foto ilustra derivou de um outro e inicial que consistia numa falta de amDlitude verticaÌ em ambos os sentidos. o receptor apresentava uma mancha negrâ na parte superior e outra na inferior.ì9s ? t Ínc . l-oi depois de substituir a válvula amplificadora de quadros. Enquanto se procedia a este ensaio notou-se que o brilho aumentava. enquanto que na inferior se aglomeravam.

nas bobinas. Postos estes preliminares reportemo-nos agorâ. a fuga deste condensador derivava para o potenciómetro de linearidade vertical parte da corrente que deveria polarizar a grelha de controÌo da etapa final de potência e essa fàIta de poÌarização causavâ uúa insuficiente corrente de crista de pla. -nartindo de uma forma de onda de tensão em dente de serra.AV. proporcionaÌmente a esse campo' Em síntese. e estes. Para se obter esta requerida corrente é necessário que o circuito esquematizado (deflexão vertical) se encontre em p€rfeitas condições. impedância no primário e baixa impedância no secundário. AVARIA Depois de sumárias medições chegou-se à conclusão de que o condensador referenciado na figura (A) sc encontrava com fuga. Actuando com altr. funciona conjuntamente de acordo com o funcionamento de cada um dos componentes básicos acima referidos. têm a função de efectuar a varredura vertical na tela do cinescópio. ELETRÔNICAPARATODOS'MUNDOELETRÕ. tem a missão específica de amplificar a corrente em dente de serra. nas deflectoras. SIGNOPODEnilSER ENCONïRADASltlA BANCA DO JUAREZ . Quando a intensidade de corrente aumentava. C A TE N ç AO RÁDIOÏV ïÉCNICO. provocando a falta de lineariclade que se manifestava por compressão das linhas de exploração na parte inferior da válvuìa tle imagem. O circuito em questão caracteriza-se e iclentifica-se por quatro secções princinais: Oscilador ucrtbal. a corrente vinda do transformador. natura-lmente. à resolução do nosso problema. tem a função de <casar.c& (Ip) na dita váivula de saída vertical. .etkuaa. TronsJormafutr ìk saíila tertiml. e novâmente. a. IPIRANGA.Generalizeutlô memorativamente o comportâmento deste circuito. um circuito de deflexão vertical. Ao ser aplicada. cria um campo magnético que atravessa o feixe electrónico. fazendo com q-ueos electrões que nele se atravessam variem a sua traJectorla. para melhoi se situar o diagnóstico. como se sabe. nsertícal.assiste às bobinas defl€ctoras de se excitarem com a reoueridâ corrente de dente de sena. com um valor nominal de 5O Hz.s impedâncias da válvula de saída com as bobi. A corrente por seu lado é <casada> às bobinas deflectoras verticais. EFIGÊNIA_ SÃO PAULO_ SP. Nlco E ToDAS AS OUTRASPUBLICAçõESDA ED.rito. através do transformador d€ saída.1'165 ESOUINADE STA. é a Primeira secção que cabe destacar do circr. dependem tlos subcomponentes associados a cada caso. poisìó assim estas poderão efectuar a deflexão do feixe no sentido vertical 50 vezes por segundo. para que se consiga a cor'rente que será aplicada às bobinas deflectoras. focaremos a necessidade que. Vüt:uln iLe saída. A este oscilador compete o fornecimento de um sinal numa frequência de oscilaqão. Bobhas da d. 36 .e um excesso de brilho em forma de raia branca horizontal. Ao varlar a corrente nas bobinas. o camDo criado varia também.

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