RESUMOS – PROVA DA GLAUCIA

TEXTO: VIAGEM PELO CONCEITO DE POPULAÇÃO – Rosane Prado

Dilema: paraiso ecológico x local turístico
- problemática analisada: Relação dos moradores com as áreas protegidas (grande parte
da ilha)
- conceitos de nativos ou caiçaras. A problemática dos conceitos de “Populações
tradicionais”
- possibilidade de uma perspectiva sincrônica e uma diacrônica sobre o termo
- problemática dos moradores que vivem em UCS definidas por leis, e que acabam
recebendo o termo de “populações tradicionais” e todo o embate social/ecológico que
deriva dessa situação

DIEGUES: hisotorico de reconhecimento e características das “cultutas e sociedades
tradicionais”
- Tom classificatório, ou seja, possível de se indicar as características e identificas essas
sociedades. “Gabarito”, medida. Essas que se adequam a muitas das sociedades
brasileiras, dissolvendo sua peculiaridade.
- 1 dos critérios: Autorreconhecimento -> Identidade. Mas não considera as

motivações politicas, os interesses pra se assumir essa identidade
- “tradicional” como passivo – só reconhecem eles por suas caracteristicas

CUNHA E ALMEIDA:
Polemica: povos tradicionais são ou não conservacionistas
- ideia de categoria “habitada”
- “tradicional” ativo – eles habitam, ou seja, adotam as designações (“conferem
substancia”), a fim de comprometer-se com uma serie de práticas para assim receber
algum benefício e direitos territoriais
- relação direta do conceito com o referencial de conservação da biodiversidade

BARRETO FILHO – “sociogenese” do conceito

por exerce-lo.propõe: “grupos sociais RESIDENTES”. sentimento) > habilidade/processo MTK – conhecimento tradicional ENQUADRADO no discurso da modernidade (logica.” . a quem essa designação importa? Aos ecologistas e cientistas de fora. “As pessoas pertencem as localidades e ambientes em q cresceram. as pessoas do aventureiro (“tradicionais”) seguem vivendo sua vida. e uma população moderna que vai contraria a isso. Alem de que criar. pratica. . e a dificuldade de definição desses grupos. AUTORA: -armadilhas criadas pelos mecanismos legislativos sobre esse conceito. como afirmava cunha e almeida. atomiza e assujeita. ele que os torna “locais” (afeto) As aspas : seja como for. e como barreto filho sugere essa seria abandonada e descartada. Afinal. Eles adoratas sim a identidade prevista nas leis. com harmonia com o meio. tanto quando esses pertencem a elas”.Ela acredita q evitando o uso do termo vc tbm pode evitar as armadilhas. cujo gatilho é definir quem é e quem não é. . Mas agora usando a ideia de LTK essa situação tbm poderia ser enfrentada através do entendimento de q é o próprio povo q avalia para reconhecer seu modo de vida.conhecimento inerente a atividade de habitar a terra. . além de deslocar a temporal referente a polissemia do termo “tradicional” para uma questão espacial (território). ao mesmo tempo q entende que temos q lidar com o termo no contexto onde foi desenvolvido – áreas protegidas. .considera o poder simbolicoda categorização. ou fortalecer a ideia dicotomizada de uma população tradicional ecológica.independe de serem tradicionais ou modernos. .sugere a abolição do termo.“não se trata da herança de um conjunto de formulas ou prescrições culturais.analogia com o cenceito/termo “raça” INGOLD/KURTTILA: Autora propõe se munir de argumentos LTK – conhecimento tradicional GERADO nas praticas da localidade (movimento. mas sim de algo que surge ao longo de experiências de vida e movimento num lugar.– HERANÇA) .. essa é uma demanda de fora pra dentro. que simplifica.

a pessoa é na verdade sensível às formas e texturas do campo.. os modos de vida mudam sim.ou seja. aceita q doi menos. e está sempre alerta para as possibilidades que tais formas e texturas propiciam – bem como aos riscos que apresentam – no exercício de diferentes tipos de tarefas .Os autores propõem. eles pertencem a terra e a terra pertencem a eles. pode responder criativamente a suas variações. TEXTO: FRONTEIRAS DO MANEJO – Rosane Prado .aquilo tudo e mais um pouco .. Isto é. portanto. . Sem essa parada de tradicionais. uma concepção de conhecimento tradicional visto como “inseparável das práticas que ocorrem por se habitar uma terra” (LTK – conforme gerado nas práticas locais).