ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DA LIGA AA 7075 T6 SOB DIFERENTES

ROTAS DE ENVELHECIMENTO
AUGUSTO, L. V.1; TAVARES, P. A.2; DUARTE, R. P.3; MONTEIRO, A. A.4.
leaugustto@gmail.com; eng.mec.pablo@gmail.com; Duarteengenharia2013@hotmail.com;
alinealcamim@yahoo.com.br

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIEVANGÉLICA DE ANÁPOLIS.
RESUMO. O alumínio é um dos metais mais utilizados pela indústria moderna, suas
características de resistência/peso, tenacidade, resistência à corrosão e condutividade
elétrica, possibilitando inúmeras aplicações industriais, em especial a liga 7075, com
diversificados uso no segmento aeronáutico e bélico, embora essa liga seja largamente
utilizada, acaba por manifestar sérias desvantagens causadas pelo processo de
produção uma vez que apresentam grãos grosseiros, macrosegregação e solubilidade
sólida limitada, essas características puderam ser controladas com os avanços da
tecnologia de materiais e tratamento térmico de envelhecimento artificial propiciando
as ligas Al-Zn-Mg-Cu um aumento considerável de suas propriedades mecânicas.
Através da técnica de envelhecimento artificial, possibilitando a formação de elementos
endurecedores e precipitado com partículas finas e dispersas em toda a matriz,
propiciando máxima dureza, entender quais as melhores variáveis torna-se
economicamente importante, podendo ser capaz de modelar e/ou aperfeiçoar processos
de produção já existentes na indústria moderna, este estudo faz-se necessário. Este
estudo tem como objetivo identificar a influência do tempo/temperatura do tratamento
térmico de envelhecimento artificial sob a variação das características mecânicas da
liga AA7075. Esse experimento seguiu a precipitação artificialmente utilizando as
temperaturas 115ºC, 149ºC e 190ºC variando o tempo de tratamento, de 0, 01, 06, 12,
24, 36 e 48 horas, para cada coordenada tempo x temperatura um grupo de 05 corpos
de prova, totalizando 95 corpos de prova.
Palavra chave: Alumínio. Envelhecimento. Propriedades mecânicas.
1. INTRODUÇÃO
O alumínio é um dos metais mais utilizados pela indústria moderna, ficando
atrás apenas do ferro e suas ligas [1,2], suas características de resistência/peso, tenacidade,
resistência à corrosão e condutividade elétrica, possibilitam inúmeras aplicações
industriais [1-6], em especial a liga 7075 - T6, da qual se tem exemplo de aplicabilidade
como no segmento aeronáutico, bélico. Entretanto, embora essa liga seja amplamente
utilizada, manifestam sérias desvantagens causadas pelo processo de produção,
1 Leandro Vicente Augusto; Graduando em bacharelado Engenharia mecânica, UniEvangélica –
Anápolis-GO.
2 Pablo Anderson Tavares; Graduado em Matemática (U.E.G, 2004), Pós-Graduação latu-Sensu,
em administração escolar (Universo, 2009), Graduando em bacharelado em Engenharia
mecânica, UniEvangélica – Anápolis-GO.
3 Rubens Pereira Duarte; Graduando em bacharelado em Engenharia mecânica, UniEvangélica
– Anápolis-GO.
4 Dra Aline Alcamin Monteiro; Orientadora, possui Doutorado em Ciências e Engenharia de
Materiais, UNESP – SP.
1

sobrinho do Imperador Napoleão Bonaparte. Nos anos seguintes estudos e descobertas sobre o recente elemento deixou Napoleão III. o cientista dinamarquês Hans Christian Oersted conseguiu produzir a primeira pastilha pequena do metal [3]. O processo passou a ser nomeado Hall-Heróult e permitiu o desenvolvimento técnico-científico da indústria global do alumínio [10].principalmente quando obtidas pelo processo de fundição. O envelhecimento artificial é o processo pelo a liga é aquecida. tornando toda solução solida e equilibrada. Desde então foi identificado como o terceiro elemento mais abundante conhecido pelo homem ficando atrás apenas de do oxigénio e silício [10]. podendo ser capaz de modelar e/ou aperfeiçoar processos de produção já existentes na indústria moderna. em 1809 por Sir Humphrey Davy [3. que buscava uma forma mais barata de produção para utilização em grande escala. infringindo em baixa tenacidade à fratura.2. entender quais as melhores variáveis torna-se economicamente importante. 2. Com os avanços da tecnologia de materiais. conseguiu determinar o peso específico do elemento identificando algumas de suas principais características. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.10]. levando-o a subsidiar a pesquisa de Henri Saint-Clair Deville. Anos mais tarde. uma vez que apresentam grãos grosseiros e macrosegregação e solubilidade sólida limitada. essa técnica foi desenvolvida quase simultaneamente pelo norte-americano Charles Martin Hall e pelo francês Paul Louis Toussaint Héroult [3]. O procedimento de obtenção de alumínio pode ser resumido em redução eletrolítica da alumina dissolvida em banho fundido de criolita. conseguiu obter um processo economicamente viável para a produção industrial do alumínio. muito entusiasmado com a possibilidade de sua utilização para fins militares. o primeiro lingote do metal mais leve que o [3. bem abaixo do ponto de fusão [6]. em 1845 o cientista alemão Friedrich Wöhler. apenas dezessete anos após seu descobrimento. levando a formação de elementos endurecedores e estabelecendo uma nova fase de precipitado com partículas finas e dispersas em toda a matriz. a leveza e a usinabilidade [10]. Em 1855.7]. LIGAS DE ALUMÍNIO 2 .1 ALUMÍNIO A produção de alumínio era demasiado dispendiosa há um século [9]. propiciando máxima dureza [6]. embora sua pesquisa tenha consumido quase todo seu patrimônio.10] ferro . 2. Entretanto a função tempo-temperatura apresenta um ponto de máxima eficiência nas propriedades mecânicas [8]. após o crescimento excessivo dos precipitados e consequentemente a desestabilização da coerência com a base. e posteriormente resfriada naturalmente. logo. Deville expôs em Paris. o tratamento térmico de envelhecimento artificial propicia as ligas Al-Zn-Mg-Cu um aumento considerável de suas propriedades mecânicas [6. que existem em maiores quantidades. Este estudo tem como objetivo identificar a influência do tempo/temperatura do tratamento térmico de envelhecimento artificial sob a variação das características mecânicas da liga AA7075. este estudo faz-se necessário.

total) (máx. 2. devido suas características mecânicas de leveza. LIGA AL 7075 – T6 A liga de alumínio 7075 é amplamente utilizada indústria aeronáutica principalmente na construção da fuselagem da aeronave [1. inicialmente desenvolvida pela empresa japonesa Sumimoto Metal entre 1936 a 1940 [3.1 a 6. Já as ligas tratadas termicamente aperfeiçoam suas propriedades mecânicas em função do endurecimento por precipitação conhecido como envelhecimento [2. As ligas da série 7XXX (ligas com predominância Alumínio-Zinco) são ligas tratadas termicamente. singularmente a classe AA 7075 compostas principalmente por Al-Zn-Mg-Cu.) 0. ou seja. em percentual de massa. Tabela 1: Limites composicionais. por duas horas em seguida é realizado a tempera.As ligas de alumínio podem ser classificadas em dois tipos.11]. As ligas não tratadas termicamente sofrem alteração de suas características mecânicas conforme o processo de deformação plástica [1]. sendo comercialmente introduzida no mercado pela ALCOOA em 1943 [3] foi a primeira liga estável de AL-ZnMg-Cu. 6XXX e 7XXX [1.3.30 Cr Ti (máx.9 Cu 1. do Al 7075.) 0.1 Mg 2.05 0. proporcionado pelo baixo peso especifico e alta resistência mecânica proveniente dos elementos de ligas e tratamentos térmicos específicos.[13] Entre as diversas técnicas de tratamento térmico.50 Al Balanço Fonte . 3 . Os processos de solubilização e envelhecimento só serão bem sucedidos se aplicados em ligas quem possam ser tratáveis termicamente.11].15].20 0. no contexto histórico de pré – II guerra mundial. e a indústria automotiva. e tratáveis termicamente. 2XXX.15 Si (máx.2 a 2. admitindo composição conforme Tabela-1.2].7. ENDURECIMENTO POR ENVELHECIMENTO ARTIFICIAL PRECIPITAÇÃO - O envelhecimento artificial depende de tratamentos térmicos anteriores.) Outros Outros elementos elementos (máx.18 a 0. 2.5]. Zn 5. na construção de rifles M16 Americano [5].4. esta liga teve como principal aplicação na construção do caça Mitsubishi A6M2 Reisen “Zero” da marinha imperial japonesa [10].0 Mn (máx. não tratáveis termicamente. total) 0. essa técnica solubiliza a liga a uma temperatura de 480 ºC.1 a 2. Outras aplicações para a indústria bélica [11]. 3XXX.) 0. apresentam propriedades mecânicas elevadas [11-13] podendo ser sensivelmente melhoradas sob aplicação de tratamentos térmicos. para que sejam obtidas as características desejadas do material. como a solubilização e têmpera. ligas demonstram otimização da dureza quando tratadas termicamente [8. a que se faz objeto de nosso estudo é o tratamento T6. 1XXX.28 0. esse procedimento é normalizado pela NBR 6835:2000 [14]. 4XXX e 5XXX.40 Fe (máx.

a temperatura de solubilização varia entre 465ºC a 495ºC. Hex.16]. temperaturas geralmente utilizadas em ligas de alumínio [15.2.90 5.78 2.8].12 4. ou seja. consequentemente deixando o material quebradiço após a têmpera. para que a liga solubilizada continue com uma única fase [4. possibilitando a difusão de átomos de liga formando elementos endurecedores finos e dispersos na matriz.15]. geralmente em água aquecida para evitar trincas [7] e então resfriada em água até uma temperatura ambiente. pois se usada temperaturas muito alta podem acarretar em fusão das fases eutética que apresenta baixo ponto de fusão. o endurecimento do material é acelerado perante o aquecimento entre as temperaturas de 95ºC a 205ºC.Antes da aplicação das técnicas de tratamento por precipitação forçada (envelhecimento artificial). Após a aplicação deste processo o material atinge sua máxima dureza.20 4. por outro lado tem uma queda acentuada da sua ductilidade e tenacidade. Já especificamente na liga 7075 esta temperatura gira em torno de 480º C [11]. tornado esta metaestável [6]. em seguida requer um resfriamento rápido (têmpera).13 530 475 385 710 590 550 Fonte . Já no envelhecimento por precipitação.69 6. Tabela 2: Dados das principais fases intermetálicas da liga AA7075 Fase intermetálic a Mg3Zn3Al2 CuMg4Al6 Mg2Zn11 Cu6Mg2Al5 MgZn2 CuMgAl Designação ASTM E157-61T 162B 162B 39C 39C 12H 12H Outra designação Tipo de estrutura Densidade (g/cm³) Temperatura de fusão (ºC) T T Z Z ou V M M ou U CCC CCC Cúbico Cúbico Hex. depois do material solubilizado e resfriado e deixado ao tempo pra que possa envelhecer naturalmente também conhecido como subenvelhecimento [6. evitando ao máximo o acumulo de tensões residuais [8]. conforme Tabela . todos os átomos solutos sejam dissolvidos e mantidos na matriz. Isso faz com que a liga tenha condições de não equilíbrio e também saturada tornando assim a liga relativamente macia e fraca. Porém o uso de temperatura muita baixa no processo pode diminuir as propriedades mecânicas posteriores ao envelhecimento [16].[18] Após o aquecimento a liga é resfriada naturalmente até uma temperatura ambiente. no entanto a taxa de resfriamento não tem considerações muito importantes [6]. 3. processo que se da em temperaturas ambientes. desde que o material seja resfriado por igual. fazendo que a solução sólida atinja um estado de equilíbrio. Este aquecimento faz com que a taxa de difusão seja mais alta no início e diminuída em sua fase final. o material é aquecido a certa temperatura abaixo da linha solvus. necessitando do processo de envelhecimento artificial para que se obtenha um aumento considerável da dureza [17]. A solubilização requer o aquecimento da liga até certa temperatura e mantida por algum tempo específico. à liga precisa se passar por um processo de solubilização e têmpera para que toda estrutura da liga estejam totalmente solubilizada em uma única solução solida monofásica supersaturada. ou seja. No caso das ligas 7XXX. este variando de acordo com cada tipo de elemento e espessura do material a ser processado [15]. O mais importante durante o processo é o controle da temperatura. Para o envelhecimento natural. ao mesmo tempo se considerarmos uma alta temperatura de envelhecimento e um tempo bem elevados 4 .

com a amostra devidamente preparada. tais como polimento. e identificar a faixa de temperatura adequada ao tratamento. O ensaio de tração é feito por uma máquina universal de ensaios. entretanto aumentando a tenacidade e ductilidade em comparação com o envelhecimento [15.). O ensaio de tração consiste na aplicação de um esforço axial em um corpo de prova com o intuito de alonga-lo e estica-lo visando constatar a resistência do material. dependendo do material e da pressão exercida pela esfera é que se verifica o grau de dureza de cada material [20]. risco e choque [20]. que faz a leitura direta no equipamento. é o ensaio de dureza. que permite fazer uma analise de forma direta. que emprega métodos diferentes para cada situação desejada consiste na aplicação de uma pressão exercida por uma esfera sobre a amostra analisada. lembrando que este corte deve ser feito por uma serra manual ou um disco abrasivo. tendo um superenvelhecimento.19]. bem como seu respectivo limite de escoamento e ruptura através desses dados é possível estabelecer um gráfico tensão x deformação [20].carga e logo em seguida um braço é acionado para a aplicação da força [7]. 5 . Espera-se constatar com este ensaio a variação do limite do escoamento causado pelo tratamento térmico. onde já é possível perceber algumas características importantes do material [20]. porosidades do material.V. ENSAIOS Ensaios metalográficos (macro): consiste no exame de uma peça (amostra) de um material devidamente polido e em seguido banhado em um tipo de reagente químico apropriado [7]. uma amostra que não passou por nenhum tipo de preparo como polimento ou banho químico. devido a sua fácil execução e a reprodutividade dos resultados o tornam o ensaio mais importante dentro do âmbito dos estudos das ciências mecânicas [7]. tricas. penetração. dentre as mais usadas se destacam a micrografia eletrônica de varredura (M. As escalas usuais para esse caso são as escalas Brinell e Rockwell para os ensaios propostos serão utilizada a escala Rockwell conforme NBR 6508-1:2008.E. onde se imprime uma pré . através dos seus resultados é possível compreender o comportamento do material quando submetido a esforços. A obtenção de uma superfície adequada para exame começa com o corte de uma pequena amostra. ou seja. em seguida a amostra passa por sucessivas etapas de polimento ate atingir uma superfície desejada. embora não haja um consenso comum sobre a definição de dureza podemos dividir o ensaio em três tipos. Para os nossos estudos foi considerado o ensaio por penetração. é feita as primeiras observações no microscópio. em seguida a amostra passa por um banho químico para que outras propriedades do material amostrado sejam analisadas quando observadas no microscópico [20]. por exemplo. provocando uma queda na dureza. Essa técnica requer que o corpo de prova já tenha passado por uma preparação prévia antes de ser levado ao microscópio. Outro tipo de ensaio bastante utilizado na indústria metal mecânica. planicidade e banho em solução química apropriada [7]. o ensaio é realizado em duas etapas. sendo possível aplicar este conhecimento no setor industrial melhorando a qualidade. Já na análise micrográfica. falhas em solda dentre outras [20]. Nesta etapa já é possível observar. são usadas algumas técnicas para obtenção de dados da amostra que esta sendo observada. 3.podemos superar o ponto de equilíbrio.

a partir de barras de alumínio com dimensões originais de 9000 mm de comprimento com diâmetro da seção transversal de 20 mm sendo então usinados 95 corpos de prova pelo Senai Roberto Mange na cidade de Anápolis-Go.tenacidade e dureza na fabricação de elementos compostos de alumínio 7075-T6 [20]. seguindo instruções da NBR 7549:2008 – versão corrigida 2012.50 ± 0. 62.00 aprox.00 aprox.[21] 4. Figura 1: Máquina de ensaios universal Fonte .50 ± 0. 12. 100. com dimensões de corpo de prova padrão 200mm de comprimento por 20mm de diâmetro nominal da seção transversal.00 aprox.10 200.00 aprox. MATERIAIS E MÉTODOS O estudo foi realizado utilizando a liga de alumínio AA 7075-T6. conforme laudo do fabricante possui as seguintes características mecânicas e composição química. Figura 2: Corpo de prova Fonte . conforme Figura 2.25 20. 6 .[22] Tabela 3: Dimensões do corpo de prova Medida Comprimento das cabeças C Comprimento entre marcas M Comprimento total T Comprimento útil U Diâmetro D Diâmetro das cabeças G Dimensões em mm 50.

4.l. Disponivel em: <http://www.abal. Dos mesmos corpos de provas do ensaio anterior selecionou-se mais uma amostra de cada seguindo orientação normal ao trefilamento da barra. 2016.01mm/s a temperatura ambiente. Associação Brasileira do Alumínio. 12. 01. A precipitação do alumínio seguiu artificialmente utilizando as temperaturas 115ºC. 7 . para não passarem pelo tratamento térmico. 2. 24. mas serem analisados frente aos testes e servir de norte para análise dos resultados as variações de resultados dessas amostras para com o laudo serve de fator de correção e foi considerado como variação de propriedades devido ao encruamento proveniente da usinagem e o erro do equipamento. 2010. ALCOOA. 36 e 48 horas [7]. 2016. São Paulo. com intuito de averiguar o efeito do tempo e temperatura de tratamento na variação do limite de escoamento da liga.história.[22] Com o intuito de estabelecer um parâmetro para a experimentação foi selecionado aleatoriamente da amostra 05 corpos de provas. O alumínio . utilizando uma maquina de ensaios universal de tração. 5. do laboratório de análise metalográfica do centro tecnológico da UniEvangélica. com intuito de averiguar a endentação causada por uma esfera de aço de alta dureza. ALCOA. ABAL. A fim de verificar a influência do tratamento térmico nas propriedades mecânicas da liga.org. Foi realizado utilizando o durômetro de bancada Digimmes. O ensaio de dureza. v. Técnica Comunicação Industrial Ltda. [S.]: Técnica Comunicação Industrial LTDA. constatando pontos de máxima eficiência do tratamento térmico.00 Fonte .abal. 3. as amostras foram preparadas por uma sequência de lixamento utilizando lixa de papel abrasivo de SiC número 320. 1ª. Tecnologia e Soluções em Alumínio . utilizando um microscópio ótico. Pavitest Contenco 100t. do laboratório de engenharia mecânica da faculdade Anhanguera unidade de Anápolis. 600. totalizando 95 corpos de prova. Ligas. 2013. Acesso em: 04 mar. fazendo a inter-relação de máxima eficiência tempo / temperatura / propriedades mecânicas. utilizando agua como lubrificante então utilizando-se um ataque químico de ácido nital. 1994. 29.Catalogo Geral Extrudados. O ensaio de micrografia visa observar o comportamento da precipitação dos elementos de liga na matriz de alumínio. 1000 e 1200. REFERÊNCIAS 1. Guia Técnico do Alumínio: Laminação. foram realizados os seguintes testes: Ensaio de tração. Acesso em: 03 abr. sendo retirando de cada corpo de prova selecionado uma amostra para análise. Disponivel em: <http://www.Raio de concordância R 9. 149ºC e 190ºC variando o tempo de tratamento. 2012. para analise microscópica. De cada grupo de espécimes um corpo de prova foi selecionado ao acaso após o tratamento térmico específico para análise nos ensaios de dureza. ed. para cada coordenada tempo x temperatura um grupo de 05 corpos de prova.br/aluminio/historia-do-aluminio>. no centro tecnológico da UniEvangélica. de escala Rockwell (macrodureza). de 0. submeteu-se os corpos de prova a velocidade de tração de 0. e sua correlação com o dureza/tempo/temperatura do tratamento. 400.org. ABAL. 2. sendo possível analisar o comportamento do precipitação do soluto da fase saturada e relacionar seu percentual e geometria com o aumento da dureza. p. Associação Brasileira Do Alumínio.br/aluminio/historia-do-aluminio>. 06.

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