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CONTROLE DO CICLO CELULAR

Os componentes centrais são as cinases dependentes de quinase/ciclina (Cdks): a menos que esteja fortemente
ligada a uma ciclina e seja fosforilada, elas não têm atividade de cinase. Na ausência de ciclinas, o sítio ativo da Cdk fica
parcialmente ocultado por uma placa protéica; a ligação com uma ciclina faz com que a placa se afaste do sítio ativo,
resultado na ativação parcial da Cdk; a ativação total do complexo ciclina-Cdk ocorre quando a cinase ativadora de Cdk
fosforila um aminoácido próximo a entrada do sítio ativo da Cdk.
As cinases ativadas irão fosforilar componentes cruciais para que ocorra a divisão. Os complexos ciclinas-cdk
mantém pRB no seu estado hiperfosforilado até as células completarem a mitose e entrarem em G1, além de outras
proteínas regulatórias e estruturais.
Existem quatro tipos de ciclinas:
- G1/S-ciclinas – ativam Cdks no final da G1, ajudando a estimular a progressão ao Início. Seus níveis caem ao final da S.
- S-ciclinas – Se ligam a Cdks logo após o início e ajudam a estimular a duplicação dos cromossomos. Seus níveis ficam
altos até o início do ciclo.
- M-ciclinas – Ativam Cdks eu estimulam a entrada na mitose no ponto de verificação G2/M.
PROTEÍNA Rb E O PONTO DE RESTRIÇÃO – Essa proteína tem a capacidade de impedir a proliferação celular.
Começa a exercer suas funções durante a fase G1, justamente no ponto de restrição. É nesse ponto que a célula decide
sobre o procedimento do ciclo celular ou seu arresto. Nas horas que precedem a Restrição, a proteína encontra-se nãofosforilada, e nas últimas horas de G1 encontra-se hiperfosforilada.
Controla indiretamente a expressão de genes capazes de mediar o avanço do ciclo. Quando ela está hipofosforilada,
ela é capaz de se ligar a um fator de transcrição E2F e, quando está hiperfosforilada, permite que E2F inicie a transcrição de
genes necessários ao ciclo celular.
PROTEÍNAS INIBITÓRIAS DO CICLO – Existem proteínas capazes de inibir a atividade das CDKS: (1) KIP – se
ligam a ciclinas ou a quaisquer dos complexos CDK-ciclina, interferindo em sua atividade. (2) INK4

INTÉRFASE
Os cromossomos encontram-se descondensados; ocorre intensa síntese de todos os constituintes celulares. Ao
receber o sinal para divisão, começa a produzir todos os materiais que serão utilizados no processo (transcrição, tradução,
organelas, aumento da membrana plasmática e citoesqueleto) e dobra de tamanho.
 G1 – Período em que as células estão mais voltadas para as suas funções, até quando ela recebe o sinal para
divisão
 S – Duplicação do DNA, das histonas, do centrossomo. As células continuam a ter 46 cromossomos, mas passam
a ter 92 moléculas de DNA e 92 cromátides (ligadas pela coesina)
 G2 – A célula verifica se todo o material genético está duplicado e se houve aumento de volume.

MITOSE
PRÓFASE
Início da condensação dos cromossomos, através da atuação da condensina, que é ativado por meio de fosforilações
mediadas por ciclinas mitóticas. Cada um dos filamentos está constituído por duas cromátides, unidas pela coesina, cada
uma contendo seu próprio centrômero e telômero.
Fragmentação do nucléolo, cujos componentes se organizam na forma de corpúsculos ribonucleoproteicos, os quais ficam
associados à periferia dos cromossomos. Os centrossomos começam a se mover para os pólos opostos e começa a haver a
produção de microtúbulos.
PRÓ-METÁFASE
Cromatina mais condensada. Envoltório nuclear, organelas membranosas fragmentam-se em pequenas vesículas. As
vesículas do envoltório que contém a lâmina B permanecem associadas à membrana interna, e as que contêm lâmina A
ficam livres no citosol.
Centrossomos continuam migrando. Forma-se o cinetócos, Remoção das coesinhas presentes entre os braços das
cromátides irmãs, mas não das coesinas da região centromérica, pela fosforilação.
METÁFASE
Máximo de condensação dos cromossomos. A tensão proporcional que os microtúbulos exercem em direções opostas sobre
as cromátides-irmãs leva os cromossomos a assumir uma posição de equilíbrio na região equatorial.
Tipos de microtúbulos: (a) Polar – Saem do pólo e vão para a região equatorial, mas ficam sobrepostos, não se ligando a
nenhum cinetócos, agindo apenas na fase de citocinese. (b) Astral – Fica disperso. (c) Com cinetócos – Liga no cinetócoro
do cromossomo.
ANÁFASE
Começa com a separação das cromátides-irmãs, que passam a se chamar cromossomo filho.
A – O movimento dos cromossomos é decorrente da ação de proteínas motoras presentes no cinetócoro, que usam a
energia da quebra de ATP para puxar os cromossomos em direção ao pólo. Ocorre o encurtamento do microtúbulo.
B – Distanciamento dos dois pólos do fuso, levando a um alongamento da célula
TELÓFASE
Reestruturação do envoltório nuclear a partir da reassociação dos componentes dispersos pelo citosol da pró-metáfase. Essa
reassociação ocorre após a desfosforilação das lâminas sobre a ação das fosfatases; as vesículas das membranas do

envoltório nuclear se fundem em torno dos cromossomos, os complexos de poro se inserem nas membranas, a lâmina
nuclear se reorganiza. Descompactação dos cromossomos, reconstituição dos nucléolos, microtúbulos cinetócoros
desaparecem, organelas membranosas reconstituídas e distribuídas. Citocinese.

MEIOSE
MEIOSE I – Reducional
PRÓFASE I – Início da condensação
LEPTÓTENO – Já duplicados, aparecem como filamentos longos, apresentando regiões mais compactadas do que outras,
dando aspecto granular; esses grânulos são os cromômeros. Os cromossomos se associam ao envoltório nuclear.
ZIGÓTENO – Cromossomos homólogos emparelham-se longitudinalmente (sinapse), aparecendo, entre eles, uma estrutura
chamada complexo sinaptonêmico.
PAQUÍTENO – Cromossomos mais condensados e totalmente emparelhados. Ocorre o crossing over.
DIPLÓTENO – Cromossomos mais condensados. As quatro cromátides tornam-se visíveis. O complexo sinaptonêmico
começa a se desorganiza; os cromossomos homólogos começam a se separar, mas permanecem unidos nas regiões onde
ocorreu permuta (quiasma)
DIACINESE – Os quiasmas migram para as extremidades dos cromossomos.
METÁFASE I – Cromossomos ainda unidos pelos quiasmas. Envoltório nuclear e o nucléolo já desapareceram e os
cromossomos migram para a região central. Em cada cromossomos homólogo unido pelo quiasma haverá um cinetócoro.
ANÁFASE I – Separação dos cromossomos homólogos, reduzindo à metade o número de cromossomos em cada
célula. Cada célula recebe um dos cromossomos de cada par de homólogos, cada um com duas cromátides-irmãs.
TELÓFASE I – Cromossomos descondensam, envoltório nuclear reconstituído e ocorre citocinese.
INTERCINESE – Período curto entre as duas divisões meióticas no qual não ocorre síntese de DNA.
MEIOSE II – Não precedida por duplicação cromossômica
PRÓFASE II – Cromossomos reiniciam condensação, formando dois novos fusos e envoltório nuclear
desestruturado.
METÁFASE II – Cromossomos alinham-se na região equatorial.
ANÁFASE II – Migração das cromátides-irmãs (cromossomo-filho) de cada cromossomo para pólos opostos.
TELÓFASE II – Cromossomos descondensam-se, novos núcleos são organizados, reconstituição do envoltório
nuclear e o nucléolo reaparece.

CITOCINESE
Animais e fungos – O local da divisão é marcado na anáfase por um anel de actina e miosina II, associado à membrana
plasmática, na região equatorial, denominado anel contrário. Na telófase esse anel contrai e essa região, também marcada
pelo fuso residual de microtúbulos polares, vai sendo estrangulada, dividindo a celular
Vegetais – Uma banda de microtúbulos (banda pré-profásica) forma, em G2, um anel justaposto à membrana plasmática,
marcando o local onde a nova parede irá ser formada. Como não possuem centríolos, proteínas que irão formar o fuso. Na
telófase, vesículas produzidas pelo complexo de Golgi irão se fundir, formando o fragmoplasto (conjunto de fragmossomos) o
qual contém actina e miosina, bem como microtúbulos associados, e os precursores das macromoléculas formadoras da

O complexo peptídeo nascente-ribossomo é direcionado para o RER.Síntese proteica – Podem permanecer do RER. TRANSLOCAÇÃO . SÍNTESE DE COLESTEROL – Utiliza-se como precursor a Acetil Co-A.Armazenamento de cálcio . para a luz do RE. uma célula pode ficar com 2 cromossomos 21. que se ligam à proteína que está sendo transferida pela luz. (2) Quando a sequencia sinal é clivada e a sequencia transmembrana é uma segunda sequencia hidrofóbica da estrutura da proteína. ATPases. e as membranas das vesículas formam a membrana plasmática. SÍNTESE DE LIPÍDEOS – Só ocorre na ausência de ribossomos. ERRO DA MITOSE – Ocorre a formação do zigoto. reconhece o peptídeo sinal. A primeira divisão mitótica ocorre normalmente. e outra com 1 cromossomos 21. gerando um ácido fosfatídico. Esse paciente é o paciente mosaico. A síntese protéica é paralisada. essa célula morre.Multipasso – Quando há mais de uma sequencia hidrofóbica na estrutura final de uma proteína. estão presentes as chaperones. (2) Diferenciação da cabeça polar. ocorrerão gametas sem o 21. na qual se encontra as enzimas responsáveis pela síntese dos fosfolipídeos. proteínas. SÍNTESE CO-TRADUCIONAL – Quando o peptídeo sinal é traduzido. Nesse local. que já havia se ligado ao ribossomo.parede.Unipasso – (1) Quando a seqüência hidrofóbica PE a própria sequencia sinal. A nova parede cresce do interior em direção à parede original. TRANSFERÊNCIA DE PROTEÍNAS TRANSMEMBRANA – Possuem segmentos hidrofóbicos inseridos na membrana do RE na forma de alfa-hélice. SÍNTESE PÓS-TRADUCIONAL – O polipeptídeo é produzido inteiramente em um ribossomo livre e levado. . Se houver fecundação. uma célula fica com trissomia do 21. . vai sendo direcionado para a luz do RER. no citoplasma. dessa forma. Na fecundação. RETÍCULO ENDOPLASMÁTICO ESTRUTURA – (1) MEMBRANA: é uma projeção do envoltório nuclear. uma das células não sofre segregação.Síntese e modificações de lipídeos/ síntese de hormônios/ comunicação entre organelas (vesículas e proteínas trocadoras)/ modificação de proteínas . neste caso. a PRS (Partícula de Reconhecimento do Sinal ribonucleoproteína). O colesterol é formado e é enviado a outras membranas celulares ou aproveitado em outras reações no RE. aproveitados. a PRS se desliga do seu receptor. ocorre aborto. e a outra com nenhum. resultando em uma célula com trissomia do 21. . e é onde acontecem as reações bioquímicas. e a outra fica somente com um. neste caso. A síntese protéica é retomada. A nova conformação adotada pela PRS facilita o seu reconhecimento e acoplamento do complexo mediado pelo seu receptor ancorado na superfície do RER. cadeia transportadora de elétrons (citocromo).Destoxificação . a cadeia polipeptídica em formação e associa com um poro. e o polipeptídeo em formação. graças ao poro. pelo poro. FUNÇÃO – . facilitando o transporte e seu processamento. e gametas com 2 cromossomos mais aquele vindo do pai. Translocadores de fosfolipídeos (flipase) equilibram a quantidade de lipídeos nas duas faces da membrana através do flip-flop. . ser secretadas para outras organelas ou para o meio extracelular. (1) Dois ácidos graxos são ligados a um glicerolfosfato. Na segunda. SÍNDROME DE DOWN ERRO DA MEIOSE – Na separação das cromátides-irmãs. mas o de trissomia continua a se dividir. A enzima peptidase do sinal reconhece a sequência de clivagem e cliva a proteína nesse ponto.Uma translocação cromossômica é uma anomalia cromossômica causada pelo rearranjo de partes entre cromossomos não-homólogos. Ocorre crescimento da face citoplasmática da membrana do RER. Tendo terminado o seu papel. (2) LUZ: Solução aquosa de composição variada. O peptídeo sinal permanece temporariamente na membrana do RE até ser degradado e seus aminoácidos. é composto por lipídeos. Um gene de fusão pode ser criado quando a translocação se une a outros dois genes separados.Glicogenólise. já que ele estará grudado em outro.

ir para os lisossomos. através de vesículas. uma vez na rede cis. As proteínas residentes da luz do RE não são retidas fisicamente nessa organela. Leu) que são responsáveis pela correta localização dessas proteínas. TRANSPORTE DE ENDEREÇAMENTO – complexo de golgi faz parte da Via Biossintética Secretora da Célula. essas proteínas são reconhecidas pelos receptores para a sequência KDEL. Existem aquelas cisternas que estão localizadas próximas ao retículo endoplasmático – cisternas cis. tão logo deixem o CG. por isso. Essas vesículas realizam o transporte retrógrado dentre os diferentes compartimentos do CG e deste para o RE. que se liga também a uma proteína transmembrana. Logo após. Essas subunidades se unem formando uma rede fibrosa. promovendo a aproximação da vesícula com esse compartimento. exportação de proteínas de membrana. mas possuem a sequência de aminoácidos KDEL (Lys. Asp. sulfatação e fosforilação. Possui proteínas e enzimas. Existe a rede golgi cis. O número de cisternas depende do tipo celular. . cisternas trans e. a SNARE do compartimento alvo se liga a SNARE da vesícula. indo para as cisternas cis. Cada subunidade de clatrina se mantém ancorada à membrana da vesícula graças à adaptina. RECONHECIMENTO DE VESÍCULAS – O reconhecimento entre a vesícula de transporte e o alvo ocorre entre as membranas desse compartimento e é mediado pelas SNARES e as GTPases (Rabs). As Rabs presentes na membrana da vesícula e/ou na membrana do compartimento-alvo se ligam a proteínas específicas. realizam também o tráfico anterógrado dentre as cisternas do CG. Glum. Elas podem voltar ao RE. (2) Luz – É constituída principalmente por monossacarídeos ativados por nucleotídeos. mas o destino final é a exportação. seja para a membrana. . depois de reconhecidas.Via Biossintética Secretora – A secreção pode acontecer de maneira constitutiva. Esse tipo de vesícula não seleciona os produtos transportados. através da qual das proteínas e lipídios produzidos no RE são encaminhados para a rede golgi cis. as cisternas mais côncavas e próximas ao sítio de secreção da célula são chamadas de cisternas trans. VESÍCULA COBERTA POR COP – As proteínas COP são também chamadas de coatômeros. Em seguida.CG para RE – Redireciona proteínas residentes do RE a esta organela. secreção de maneira contínua e não regulada. FUNÇÃO – As proteínas e os lipídeos provenientes do RE sofrem importantes modificações estruturais. Várias dessas proteínas transmembranas são receptores que reconhecem substâncias específicas que. chamados de cisternas. sendo também chamada de compartimento intermediário entre RE e CG. as cisternas que ocupam a região central são as cisternas médias.COMPLEXO DE GOLGI ESTRUTURA – Essa organela é composto por vários sáculos mais ou menos arredondados. VESÍCULAS – VESÍCULA RECOBERTA COM CLATRINA – Cada subunidade da clatrina é constituída por três cadeias polipeptídicas pesadas e três leves. Por isso esse tipo de vesícula é de seleção de produtos. como a glicosilação. ou seja. . as proteínas residentes do RE são empacotadas em vesículas específicas e retornam ao RE. finalmente a rede golgi trans. cisternas médias. ocorre a fusão das membranas. A rede golgi trans é o sítio de saída das substâncias para outros compartimentos celulares ou para o meio extracelular. acabam fazendo parte do conteúdo da vesícula. seja para integrar os lisossomos. TRANSPORTE AUTÓGRADO – São as proteínas que fazem todo o caminho. até que um sinal específico resulte na sua liberação TRANSPORTE RETÓGRADO – São as proteínas que voltam para o Retículo Endoplasmático ou ficam retidas nas cisternas no golgi.(1) Membrana: A membrana dos diferentes compartimentos apresenta composição e espessura variáveis. através do qual os produtos deixam o CG e permanecem retidos nessas vesículas. através de vesículas de secreção. ou serem excretadas por meio de vesículas. pode ser também a secreção regulada. garantindo a manutenção de sua estrutura. aproximando ainda mas as estruturas. COMPOSIÇÃO QUÍMICA . polissacarídeos e proteínas de secreção. que é o local de chegada de vesículas provenientes do RE.

conjunto de tilacóides é chamado de granum. ATPsintase. (2) Externa: Permeável. para a conversão do CO2 em carboidratos.e perde o H+. (entre 1 e 2) Uniquinona. São convertidas em acetil-CoA.Possuem DNA RNA e RNA polimerase. O complexo da antena capta a energia luminosa. que vão para o centro de reação. e H+. A fixação de gás carbônico acontece no estroma e continuam no citosol. além de ser impermeável.Elétrons são obtidos da água: forma-se O2. O transporte de elétrons também o deslocamento do H+ para o espaço intermembrana. que é liberado. juntamente com H+ no NADP+. clorofila. Possuem proteínas oxidativas da cadeia respiratória. (2) citocromo b-c1. (3) Tilacóide: Capta luz. a qual promove a excitação dos elétrons. possui cadeia transportadora de elétrons. RESPIRAÇÃO CELULAR – O piruvato e os ácidos graxos atravessam as duas membranas da mitocôndria.plantas) Possui 3 membranas (interna.MITOCÔNDRIA versus CLOROPLASTO MITOCÔNDRIA Presente na maioria dos eucariontes Possui 2 membranas (interna e externa) Membranas com invaginações (crista mitocondrial) Matriz mitocondrial (espaço no interior da mitocôndria) Função principal: fosforilação oxidativa Libera energia contida nos nutrientes energéticos e produzem outro tipo de energia química Independe da presença da luz Usa gás oxigênio molecular Libera gás carbônico Libera água Libera energia (reação exergônica) CLOROPLASTO Presente em organismos fotossintetizantes (algas. (entre 2 e 3) Citocromo c. . fazendo com que ADP seja fosforilado. e entre elas existe um espaço intermembrana. MEMBRANA EXTERNA – Formada pela porina (rede de poros) e é extremamente permeável. (3) citocromo-oxidase. Esse transporte de elétrons gera um gradiente de prótons através da membrana. que acaba ficando ácido. Pode ter várias cópias de DNA na mesma organela. ela não é muito fluida. Esse transporte de elétrons + promove o bombeamento do H através da membrana do tilacóide. CLOROPLASTOS ESTRUTURA – Possuem três membranas: (1) Interna: pouco permeável e sem cadeia transportadora de elétrons. FASE ESCURA – O ATP e o NADPH servem como fonte de energia e como força redutora. A fixação do CO2 é dependente da ribulose bifosfato carboxilase. MEMBRANA INTERNA – Possui várias invaginações que irão formar as cristas. respectivamente. as quais aumentam a superfície de contato. O NADH libera e. Possuem duas membranas estrutural e funcionalmente diferentes. que libera CO 2 e NADH. conjunto de granum é chamado de grana. Esse elétron entra na cadeia respiratória da membrana interna. Os elétrons de alta energia são carregados. FOTOSSÍNTESE – FASE CLARA – Cloroplasto . e o gradiente eletroquímico de prótons resultante direciona a síntese de ATP no estroma. Por possuir pouca quantidade de lipídeos. convertendo-o em NADPH. que entra no ciclo de ácido cítrico (ciclo de Krebs). A ATPsintase faz a transferência de H+ para a região interna. são eles: (1) NADH-desidrogenase. que é utilizado para direcionar a produção de ATP. formando ATP. mesmo para pequenos íons. composta por 3 complexos protéicos. externa e tilacóide) Membranas sem invaginações Estroma (espaço no interior do cloroplasto) Função principal: fotossíntese Adaptado para captar energia luminosa e transformá-la em química Depende da luz (fase clara e fase escura) Usa água e gás carbônico Usa gás carbônico Usa água Captura energia (reação endergônica) MITOCÔNDRIAS ESTRUTURA . ATPsintase e proteínas transportadoras.